Associação Cultural Amigos de Léon Degrelle CARTA AO PAPA Léon Degrelle

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1 Associação Cultural Amigos de Léon Degrelle CARTA AO PAPA Léon Degrelle Associação Cultural Amigos de Léon Degrelle

2 No exílio, a 20 de Maio de 1979 A SUA SANTIDADE O PAPA JOÃO PAULO II CIDADE DO VATICANO Santo Pôd re, Sou Léon Degrelle, chefe do Rexismo belga antes da ll Guerra Mundial õ, durante esta, o Comandante dos Voluntáiios Oetgas na Fiente Leste, lutando na 28r Divisão das wãiien s5 i.lallonie". certamente isto não é uma recomendação aos olhos das pessoas. Mas sou catól ico como vossa Santidad e julgo, pon este facto, autorizado a escrever- -vos, como a um irmão na fé. Eis do que se trata: a imprensanuncia qu, no seguimentó da vossa próxima viagem â PolÓnia entre 2 e 12 de Junho de 1979, Vossa Santidade vai celebrar missã com toããt ót ui.pot polacos no antigo cgmpo!e concentrdção de Auichwitz.' Achb, afirmo-o desde iá, muito edificdnte que iã."te pelos mortos, seiam quôis.forem e onde quer que seì;. il;ã-ãiãnte de fo.nós crematórios chamejanres' de laári lhosrefractários imacu I ados. Mas ôssaltam-me muitas ôpreensões, ôpesar de tudo' vossa Santidôde é polaco. Esta condição aparece incessantemente, o que é humano, no vosso comportamento pontiiiclal. Se vos impressionam fortemente velhos ressentimentos de patriota qúe participou grandemente. na. sua iuventuãe no dlro conflito bélico, poderíeis ser tentado a tomar partido, umô vez eleito Papa, em disputas temporals que a História não esclareceu ainda o suficiente' Quais foram as responsabi I idades exactas dos diversos nefiòeiãntes no desencãdeamento da II Guerra Mundial? quui-fol o papel de certos provocadores?.0 vosso presidenie do Conseinô de Ministros' Coronel Beck, que todo 0 mundo conhece como um personagem suspeito' comportou-se acaso ãã igjs com a ponderação qúe seria de desejar? Não recusou ãom demasiada soberba todâs ôs possibil idades de entendi- verdade, como se diz? Quais mento? E depois? A guerra foi' oa o

3 foram as faltas, e mesmos crimes, de uns e de outros? So- Desôram-se sempre com obiectividôde as intenções? Não se desvirtuou, por ligeireza ou por má fé' porque a propaqanda assim reciamava, a doutrind do adversário, atribuindo- -lhe projectos e endossando-ìhe actos cuja real idade pode estar sujeita a numerosas dúvidas? Apesar de a Igreja ter semprestado mdis bem informada que ninguém, através dos anos de circunspecção' evitou sem[re posições precipitadôs, preferindo jogar sempre com fattos' provados, com calma' depois de separado trigo do joio, òs furores e as paixões. Em especial, a l- qreia semóre se distinguiu por uma moderôção extrema ao ionóo da ll Guerra Mundial. Semprevitou cuidadosamente propagar ' 'Sãnto ôs locubrações descabidas que então corriam. Padre, Sobre o vosso solo pá!rio - em Auschwitz Darticulârmente - ôfectôdo taìvez por visões Íncompletôs ê partidárias do passado, vós ides apenôs rezar?'.. Temo sobretudo que as vossas oraçôes, e mesmo a vossô simples prêsença'nesse lugar, sejam imediatamente desv i r- tuôdas do seu sentido profundo e utilizôdas por propagandistas sem escrúpulos, que delas se servirão, escudando-se em vós, pôra ôs cômpanhas de Ódio, com base em falsidades' oue envenenam tudo o que diz respeito a Auschwitz desde há mais de um Quarto de século. Sim, fa I s idades. Deoois de abusando da psicose colectiva que ' com bôse em rumores incontrolados, tinha trônstornado nu- Ínerosos dedortados da II Guerra Mundial - a lenda dos extermínios macissos de Auschwitz alcançou o mundo inteiro. ReDetiram-se em milhares de livros incontáveis mentiras, com uma rôiva cada vez mais obstinada. Foram reeditadôs e coloridôs em pelicuìôs apocalípticas que flagelam furiosômente, não só a verdade a verosimilhança, mas também o bom senso, a aritmética elementar' e até os pró- Dri os fôctos. Vós, Santo Padre, fostes, segundo se diz, um res istente da II Guerra Mundiôl, com os riscos físicos que comporta um combate contrário âs leis internacionaís'

4 Certas pessoas acrescentam que estivestes internôdo em Ãusãnwiïij-õõmo tantos outros, vós saístes de lá' já que.ãir.ì-".t" tois Pôpa, um Papa que, com.toda..evidência' Ããõ-iãiiit. demasiado ao famoso gás Ziklon B'.vossa 5antidade, que viveu nesse lugar, deve saber' melnor que õúaiqre. outro, que esses õaseamentos macissos de milhões de pessoas nunca Ìordm realidade' Vossa Santidade' como i;rïãã;;hã de excepção, uiú pessoulmente efectuar um só ãóises granoes massácres colectivos, uma e outra vez' por propôgô nd i s ta s sectários? -.. certômente que se sofreu em Auschwitz' Noutros lugares também. Íodas as guerras são cruéis' As centenas 0e riinu."s de mulheres è crianças ôtrozmente carbonizadas nár ã.ããm-ãitecta dos chefes de Estado al iados' em Dresããt,-irããüriò.,-Hirosnina e Nasasaki, tiveram padecimeniòs'rnuìiã-.ãii horríveis que õs sofridos pelos deportaõ; ;;iiiiloi-ou pelos resistentes ( 251 da população to- ;;i ã;;';;óõs-j,'õujectores de consciência-' tarad0s ;;;r;;; õu ãiitíáotoi de direito comum ( 75% da populafãò èon.enttucionáriô. ) que padeciam, e por vezes moriiam, nos campos de ioncentração do lll Reich' 0 esgotamento oeuoraua-os- 0 desmonoramento moral e- I iminavô"as forças de resistência das aìmas menos tempe-.âãâr. Ãt-ã.tãrãão"t de èertos guardas desnaturados' aletã.i,., mais frequentemente, náo alemães' dos "kapos" e de oútros deportôdos convertidos em verdugos 0os seus óioorios combanheiros, somavam-se à amargura de uma proíì'ãliããoã-liiíiiìi'áiãà.iu. t caso para pensar que' em al- ;;';;óõ; iããna navioo algum maníôco que procedesse a exãáiién.ìuá de morte inédita ou fôntôsias monstruosas em torturas ou assassinatos. No entanto, o calvárlo da maior parte dos.exilados teria ierminado felizmente no dia tão esperado do início da ;;;,-;; ;ãó ie iiuesse abatido sobre eles' durônte ôs úì- [ìtãt-i"tãnut, a catástrofe de epidemias. exterminadords' ãrpiiuãu. ainóa mais peìos fabulosos bombardeamentos que ãô'riiõçuuut as linhas dos caminhos-de-ferro e ôs estradôs ' oue meiiat a pique os navios carregados de presos ' como àãonteceu em Ludeck. Estas operações aéreas macissôs 0esiiúiã* ã, iedes eìéctricas, as cóndutas e depósitos de á- õuã,-foiiuuutodos os abastecimentos, impunham a fome por

5 1sfl66 parter tornavam impossível o trônsporte-de evacuados' óóii i.icos óos deportados mortos ao Ìongo da II Guerra úúããiãt ò.ie...ut ôntão vítimas do tifo,da desinteria' da iãr", Oui esperas intermináveis junto das trituradas vias áã õótúãi.ãção. As cifras oficiais confirman-no' Em Dachau' oãr-exemolo, segundo as estatísticas do Comitê Internacioããi, mo.'te.ám eõ Janeiro de deportados; em Feveiãiio ce iscq, tot; mas, no mês de Janeiro de Í945' morreiãã ã.aae, e, em Fóvereiro de 1945, 3'977. Do total de deoortados mortos neste caíìpo de 1940 a 1945' 19'296 iãiã.ã.ãã'ou.ànte os últimos 7 meses de hostilidades; e fica demonstrado que o terrorismo aéreo aliôdo não tinha iã nãnnrtu utilidade militar, pois a vitória dos ôliados' áõ Jiincróio de 1945, estava totalmente assegurada' Portônto,'já nãô era necessário, de modo algum, esse terroì'lsmo aéreo -- -óet.ãitu al i ado. louca e brutal trituração.âs cegas, milhares de inteiàados teriam sobrevivido, em vez de se terem convertído - ããt.e Abril e Maio de em macabros objectos de exposicão. em redor dos quais bul iam manadas de necrófi los da iãói"ása e do cinema, ávidos de fotografias.e de filmes com ãnbuiot e vistas sensacionais, e de um rendimento comerciaì ãsiequrado. Documentos visuais, cuidadosa e previamente retocaõos, s ob reca rregados, deformados e geradores de crescentes - ódios. Éites aicoviteiros da informação teriam podido também fotogràfar quilómetros de película com vistas semelhantes de caãáueres de mulheres e crianças alemãs, cem vezes mais numerosos, mortos exactômente dã mesma maneira, de fome,de frio' óu metrálhadas nos mesmos vagons descobertos, gelados, e soóie os mesmos caminhos ensanguentados- Mas essôs fotos, â semelhanca das do extermínio das cidades alemãs, que nos mostrariam séíscentos mil cadáveres, essas seriam bem guardôdas' para não serem conhecidas! Talvez tivessem turbado os ânimos e' sobretudo, temperados Ódios' E a verdade é que o tifo' a desinteria,'a foire, os contínuos bonbardeamentos aéreos ' dizimavam i nd i st i ntamente, em 1945, tônto deportados estrangelros como a população civil do Reich, todos arrastados em abominações próprias do fim do mundo. Além disso, Santo Padre, no que se refere com uma vontade rormai-ãe õènoátoio, nenhum documento conseguiu trazer a míniàã-ôróva"oisso, desde há mais de trinta anos' Mas especial-

6 mente, no que concerne à pretensa cremação em Auschr,Jitz de milhões de judeus em fantasmagóricas câmaras de gás de Ziklon B, as afirmações lançadas e constantemente repetidas desde há tan. tos anos, numa fabulosa cômpanha, não resistem a um exame sé-- rio. E disparatado imaginar, e sobretudo pretender, que se tivessem gaseado em Auschwitz pessoas por dia, em grupos de 3.000, numa sala de 400 metros cúbicos, e menos ainda 700 ou 800 em locdis com 25 metros quadrados, de 1,90 metros de altura, como se pretendeu a propósito do campo de Belzec: 25 metros quadrados, ou, o que é o mesmo, a superfície de um dormitório. Vós, Santo Padre, conseguiríeis meter 700 ou 800 pessoas no vosso dormitório?... E, 700 ou 800 pessoas em 25 metros quadrados, dá 30 pessoas por cada metro quadrado. Um metro quadrado, com 1,90 metros de alturô, é uma cabine telefónica! Vossa Santidade seria capaz de ôpinhar 30 pessoas numa cabine telefónicô da Praça de S.Pedro ou do Grande Seminário de Varsóvia? 0u num s imples chuveiro?... Môs se o milagre dos 30 corpos enlatados como espargos nu ma cabine telefónica ou o das 800 pessoôs apinhadas ao redorda vossa cama se tivesse realizado, um segundo milagre terid que produzir-se imediatamente, pois as 3000 pessoas - o equivalente a dois regimentos I - chacinadas tão fàntdsticamente em Auschwitz, ou ôs 700 ou 800 pessoas prensadas em Bolzec â razão de 30 ocupantes por metro quadrado, teriam m0rrído no mesmo instante, asfixiadas, por carência de oxigénio! Não seriam necessárias câmaras do gás! Todos teriam deixado de respirar, até mesmo antes que se tivessem ômontoado os Últimos, que se fechassem as portas e se espalhasse o gás pela sala. E como se fôzia isto? Atrôvés de fendas? De furos? Por uma chôminé? Sob a forma de ar quente? Com vapor? Vertendo-o no chão? Cada um contô o contrário do outrol 0 Ziklon B, não ãtingindo senão cadáveres, não seria de menor utilidadel Além de tudo o mais, o Ziklon B é, como quôlquer interessado pode saber, um gás de emprego perigoso, inflamável e aderente. ïambém seríam necessárias 2l horas de espera, indis pensáveis mesmo, antes que se pudesse retirar o primeiro corl Do da fantástica sôlô! Só depois se poderiam extrôir - como se comprazeram em contar-nos, com milhares de pormenores escabrosos - todos os dentes de ouro, todas as coroas de chumbo - nas quais, diz-se,

7 se escondiam diamantes - de cada lote de 6'000 maxilares ríáìoãi-: ã.ooo pessoas! - contraídôs depois da morte' ou de ia.óóo ra*ilares diários, ô acreditôr nas cifras oficiais de áq.óóó - '-iinió qãiãuaos quotidiônos, sómente em ^uschwitz' puore, Dor muito sônto que seja Vossa Santidade ' vós suportôreis o dentisla alguma vez, com môis ou menos reiiãnãiãot txtraíram-vos um denle? Dois dentes? Fostes instdi;ü-;uã; ãão.itu de dentista com potentes reflectores focaà;;-tôó;" os môxi lares, com utensí Ì ios ôperfeiçoados e com um-oaciente que se presta ãs prescrições? Pois bem, a extraãfaã.-ãà iò.diçoes bptimas' tarda o seu tempo' um quarto de r'àiãi ú.iã horã? Em Auschwitz, segundo as lendas, aos cadáveres eue iazidm no chão, erô necessário ôbrir, com multas oìricuioaoós, os maxilares endurecidos ' descontrô[-los' e liàiã:ioi meóiante instrumental necessariamente primitivo' õorn à operaaores no total: é o númeroficiôl' E depois tinnur qrb exôminá-losem luz apropriada, rente ôo chão' e "ãã uëã"ui út ponto afectôdo, mas dos maxiìares inteirosl Ar-.ãncui", esvaziar, limparl Poderó fazer-se isto em menos temoã ãu"'"ó consuliório do especialista' perfeitômente equipado? '- -Digne-se Vossa Santidôde pegdr num lópis' -A razão de um qrarto"d. hora por dentadura e com oito indivíduos a pleno rendimento na operaçâo, poderia chegar-se a 16 cadáveres tratãdos por hoì^a, ou seia 160 numa jornada de l0 horas sem um rinuio'0" repouso. Peáse Vossa Santidade mesmo num recordista de dentadurai, e, embora môterialmente impossivel ' dupl ique- -se o ritmo das extracções: isso suporia 320. Então, Sônto Pô dre, como imaginar cremôções de judeus de uma só vez?- E ãi jornadas-de pessoôs gõseadôs com o Ziklon B, que i"õ."i"ntu.ium dentaduras para arrdncar' ou sejam mais de dentes a examinar diariamente? Se nos ativerínos a- pãnus uos seis milhões de judeus - uns.dobraram ou triplicaram este número que a propagdnda môrtela continuômente nos nossos ouvidos - esses extrôctores de maxilôres teriam que continuôr em plena actividade anos depois da guerra' Estôs extracções, somentestas extracções, em 10 horas de trabalho ininúerrupto, teriam ôbsorvido um trabalho de j ornada s de toda a equ i pa de B i nd iv Íduos! AÌém disso, estas extràcções eram apenas uma formalídade orel iãinar. Erá necessário tômbém rapar mi lhões de cabeleiras' õ.õóis, anies de levai os cadáveres pôrô o forno, procecl-i a-se - iegundo que todos os "hisloriadores" de Auschwitz af i r-' mam éx-catedra - ôo exame de todos os ânus e todas as vôginôs

8 de cuio fundo se tratava de recuperar os diamantes e ds "jóids" oue oóderiam estar escondidas aí. Pode-se iínagindr lsto' 5anto Padre?Seis milhões de ânus, três ou quatro milhões de vaginas I impos a fundo, quando nos é contôdo que depois dos gôseamentos macissos, os corpos jorrôvam excrementos' sangue feminino e outras imundíces!nestes orgãos sujos' os dedos ' as mãos dos operadores, tinham que revolver tudo, descobrir oi supostos dìamantes escondidos, extraí-los -pegaiosos' lavá- -los,' lavarem-se eles, vezes por dia (os ânus), 15 ou vezes por dia (as vaginas). E uma loucura ltudo isto é de loucos I tnão falemos nas actividades complementôres : fábricas de adubos e fábricas de sabão, das quaís o delirante professor Poliakov faìa sem pestanejar. Estôs operações de gaseamento, de corte de cabelo, de ext.acçãò-ãe ãentés, de limpeza de órgãos, real izados sobre 6 miinòes de judeus, ou setã milhões, ou sobre quinze milhões iegundo o pádre Riquet, ou sobre os vinte milhões - isto é' maìs que os judeus existentes então no mundo inteiro -seôràão-õ-oiãiónário Larouiie, continuariam ainda' se se admiiissem como exactas as afirmôções "oficiaís" dos manipuladores da "história" de Auschwitz! tntão, Vossa Santidade teri a ' que tapar o nariz próximo das câmaras de gás, e trônspirar ao Ëuio. bo. fornos de Auschwitz, enquanto celebrasse a missa I Se se tivesse multipìicado o número real de cadáveres por dez. ou mesmo por vinte, a mentira talvez conservasse um certo ar de verosimilhança. Mas, do mesmo modo que vimos n0 côso do gaseamento de 700 á 800 pessoas por dormitório, quando se men[e demasiado atinge-se o grotesco- Era necessáriô ô insondável e apenas imaginável estupidez das massas pôra que semelhantes estravagânõias pudessem ser inventadas, contadas, dífundidas aos quãtro ventos, fiìmadas e ACREDITADAS' ieu acredito, declara bravamente um personôgem do Holocausto, em tudo o que se conta sobre isso"! Dec I aração exemplar!-.. Sônto Padre, como imaginar, um instante que.seja, que em Auschwitz, na hora da concelebração, enquanto todos os corôfoãs, estieitados pelo amor de Déus e dos homens, vão partiàipar na renovação do sacifício, um sacerdote, um Papa, poderia, no momento em que levanta o cálice para o céu, estar ããnsciente*"nte a encobrir sob o pálio um Ódio tão bestial e. mentirds tão descaradômente falsas, que estão no extremo o- pósto ao ensinamento de Cristo? Não...Certamente que não!

9 Não é possível! Avossa mensôgem, ô cem passos da falsa câmara de gás de Auschwitz, não pode ser mais que uma mensagem de caridade, de fraternidade, igualmente de verdôde, sem.ô oual toda a doutrina se desmoronô. Vossa Santidade vai a Auschwitz parô se recolher, ernocionado, num dos lugares altos do sofrimento humano, cujas côusas e cujos responsáveis serão apontados ve rdade i ramente, objectivamente, com o tempo, por uma História serena, que não recorra ô testemunhos obtldos pela força e a divôgações de farsantes. 0 Papa está acimô de tudo isto. Está ao lado das almas que sofreram, das que, no sofrimento, se eìevaram espiritualmente, pois não há penô, nem caìvário, nem agonla, que não possil sen sublime. Por exemplo, nos campos de batalha da ll Guerra Mundial, em que tôntos mi lhões de soldados caíram depois de sofrimentos horríveis, e iguôlmente nos campos de trabalho, em que tantos morreram vítimas de interesses que nâo compreendiôm mas que os aniquilavam; o sacrifício, a dor física e moral, a angústia terrivel. conveìteramilhares de ôlmds. que em circunstâncias normaise teriam perdido na mediocridade, em gloriosos exércitos de heróis espirituais. Assim foi em AuschvJitz. Foi ôssim na Frente do Leste, ôo longo dos anos de lutô e imolôção de milhares de jovens europeus que, de, 94 1 a, 945, fizeram frente heroicômente ao rolo compressor do comunismo. Seguramente, através de'toda a história dos homens, cometerôm-se atrocidôdes. Auschwitz, de todô ô maneira, não terá sido o primeiro caso, nem o último. Vemo-lo de sobra na hora actual, quando são massôcrôdas tantas mulheres e crianças indefesas nos cômpos pôlestinianos pela aviação de Israel, executôndo sobre inocentes ô lei de TaÌião, em memória dos quais não se cantará, Drovavelmente, uma missa concelebrada. Numero - sas potências ôbusaramuitôs vezes do seu poder. Numerosos povos perderam ô cabeça. Não um, especiôlmente, mas todos. Ao lado de corações puros e desinteressados que ofereceram a sua juventude a um ideal, à Alemônha teve, como todo o mundo, o seu lote de seres detestáveis, culpados de violências inadmis- -síveis. Môs, qual o país que não tenha tido os seus? A FranÇô da Revolução Francesa não inventou o Terror, a guilhotinô, os õfogômentos no Loire?Napoleão não de.portou, antes mobilizou pela força centenas de milhares de civis dos países ocupados, enviôdos pôrô ô morte para sua glóriô! Só na Bélgica foram 51 mimstoé, mais do que os belgas que

10 morreran na I Guerra Mundial ou nos campos de concentração do III Reich. Mais recentemente, um De Gaulìe não presidiu, em , ao massacre de dezenas de milhares de adversários baotizados como "colaboradores"? Mais recentemente ainda, na Indochinô, na Argélia, a França não ômontoou centenôs de milhares de desertores, de reféns, de simples civis, presos macissamente, em campos de concentração extremamente duros, onde nem sequer faltaram os sádicos? Um general francês chegou mesmo a fazer o elogio público da tortura. E a Grã-Bretanha, com os seus bombardeamentos cidades livres como Copenhague? As suas execuções de cipaios a- tôdos na boca dos canhõesr o esmagamento que fez dos boers, os seus campos de concentração do Transvaal, ou com milhares de mulheres e de crianças mortos numa miséria indizível? E Churcill desencadeando os seus abominávels bombardeamento de terron sobre a população civil do Reich, a calcinação csn bornbas de fósforo, aniquilando numa só noite perto de duzentas mil mulheres e crianças no gigantesco cremôtório de Dres den? "Pertode", porque não se conseguiu fazer uma estimatlv-a aproximada senão calculando o oeso das cinzas. E os Estados Unidos? Nãoelevaram a sua potência graças à escravização de milhões de negros marcados ô fogo como ani mais, e graças ao extermínio quôse integral dos peles-vermelhas, proprietários dos terrenos cobiçados? Nãoforam eles, em 1945, os lançadores da bombatómica? Ontem ainda, não con tavôm entre as suas tropas do Vietname com indiscutiveis vef dugos? E não lnsistinos sobre as dezenas de milhares de vitímas da tirania da URSS e dos Gulags actuais, dos quais, temo que nada se dirá e que não serão visitados por Vossa Santidade ; como fez com o cômpo de Auschwitz, vazio desde há dezenas de anos. Em Auschwitz, ninguém o negará, a vida foi dura, e, por vezes, muito cruel. Mas, nos caínpos dos vencedores de 1945, os sádicos e os verdugos prosperaram rapidamente com igual abundância, mas com muito menos desculpa, se se admitir que uma guerra mundial pode desculpar algumas coisas... Santo Padre, não queria ser eu a empanar o prazer que Vossa Santidade irá sentir ao encontrar-se no seu gaís. Mas cuidado! Avossa pátria vaìorosa, da qual Vossa Santidade

11 exaltou a elevação morôl ao glorificar o seu admirável patrono StE. Estanislau, não conheceu, ela também, ôs suas horas de crime e de envi lecimento? Nomomento em que Vossa.Santidade pisar o solo polaco de Auschwitz, que recorda especialmente a últimã "tragédia" judôicô, seriô pouco decente - se quiser ser justo - não evocar outros judeus, inumeráveis, mortos ônteriormentê em todo o vosso território, em progroms terríveis, torturados, assassinados, enfor"cados durante séculos pe los vossos próprios compatriotas. Estes não foram sempre unsanjos, apesar de serem tão catól icos.,. Ouço alnda o Núnclo Apostólico de Bruxelas, o que foi depois Cardeal Mlcara, ônteriormente Núncio em Varsóviô, quando me contava, â sua exceìente mesa, como os camponeses polacos cruxlflcavam Judeus nas portas das suôs. propriedades. - "Estes porcos judeus I ", exclamava, bastônte pouco evan-.gellcômente o untuoso prelado. Estas palavras foram pronunciadas tal e qual, creia-me Vossa Sant i dade. A lgreja, ela própria, Santo Pôdre, foi sempre tão branda? Em pleno século XVIII ela queimavainda judeus com grande ôparato. Em plena cidade de Madrid, especialmente. Môs queimava-os VIVoS I A Inquisição não foi sempre um pacífico redil. 0s massacres dos albigenses perpetrôram-se sob a égide de S. Tomásde Aquino. 0s assassinôtos da noite de S. Bartolomeu côusaram a alegria do Papa, vosso predecessor, que se levantou em plena noite para festejar com um Te-Deum entusiasta tão alegre acontecimento, tendo ordenado ainda que,fosse comemorado uma medalha I Eôs trinta mil chamadas bruxas, calcinadas pledosamente ao longo da Cristandade? Ainda no século passado papado restabelecia o ghetto em Roma. Nofundo, Santo Padre, nós não vaìemos muito quer sejamos Papas, quer sejamos Ayatollas, parisienses ou prussianos, sovléticos ou nova-iorquinos. Nã0 temos de que ser exageradamente orgulhosos. Todos fomos, nos nossos maus momentos, tão selvagens uns como outros. Esta equivalência não justificô nada nem ninguém. EIa incitô, não obstante, a não distribuir com demasiado lmoeto ou demasiôda benovolências excomunhões e as absolvições. Só se esmagará a selvajaria humana respondendo ao ódio com a fraternidacle. 0 ódio desarma-se, como tudo se desarma, mas não oferecendo-o continuamente com molhos cada vóz mais picantes. Nem vertendo-o e exasperando-.o, como no caso de Auschwitz, â força de exageros loucos, de mentiras e de fal-

12 sôj confissões cheias de contrôdiçõesf I agran tes arrancadas pe- ou americanas, la torturd ou peìo terror nas prisôessoviéticas pois tônto val iam umas como outras nostempos od I osos de Nurem- Deraa. Alguns poderiam pensar que os fl ibusteiros do exibicionismo concentracionário e os falsários que fizeram do assunto dos " seismilhões "de judeus a fraude f inanceir^a mais remuneradora do século, iam pôr finôlmente um teríno a essa exploração.graças a todo o apdrato da grandiosa cerimónia religiosa que vaí, na vossô presença, desenrolar-sentre os falsos decorados do olató de Auschwitz, no meio de um gigantesco frenesi de televisão e de imprensa, tentôr-se-á tudo parã vos converteì: no avalista indiscutível desses cheques de ódlo. 0 vosso nome vale o seu peso em ouì^o para todos esses gangsters. Sairá para o mundo inteiro, como se o primeiro Holocausto não fosse suficiente, um Holocausto ne 2, que não terá custado um milhão de dólares como o outro, jó que Vossa Santidade terá fornecido absoìuta e gratuitamente a cenógrafos indecentes a mais fôustosa das fiqurações. 0 Holocausto ne 1, qualquer que tenha sido a sua difusão e o seu impacto entre os tolos, não foi mais que uma gigôntescd assuada hol lyoodesca, de uma rara vulgaridade, e deitinar.lo, anles de tudo, a esvaziar centenas de milhôes de bolsos rle.esoectadores ingénuos. Mas os estragos não podiam ser senão passageiros; rapidômente se notôria que as estravagâncias eram buianesèas e que não resistiriam do exame sério. Ao contrário, porém, o vosso Holocôusto, Santo Padre, filmado com uma grande porirpa em Auschwitz, com um Papa de carne e osso, revestido de toda d maiestôde pontificdl e ungido de veracidade, frente a um ôltar inviólável, sobretudo na hora do SacrifÍcio, este llolocausto ne 2 corre o risco de ôparecer aos olhos de uma cristôndade enganada por mànipuladores. sacrílegos, como uma confirmação quase divina de todas as locubrações ínontadas por usurários'cheios de ódio. Já a, vossa evocação diante das tumbas polacôs r.le Montecassi - no, de umô guerra da qual - se se acreditar no que disse a im_ prensô internacional - Vossa Sôntidade não reteve môls aue cer_ tos ôspectos fragínentários, inquietou muitos fiéis. Â vossa ccrnparência cheia de ostentôção em Auschwitz nâo pode senão inqujetôr mais ainda, Santo Padre, "uti frois não há dúvida eìle vós ides ser lizado". E tão evidente, que salta aos olhos. Embusteiros da imprensa e do écran decidiram fazer-vos ôcreditaì", com a mitra,' conì a vossa sotôina brôncô nova, nessô aldrabice de Auschwitz. N0 entanto, essa cerimónia religiosa não pode represenrôr ôos (D

13 vossos olhos, certamente, na hora da celebraçã0, outra coisô. que não seja uma chamada à reconcil iação, de modo nenhum uma chamada ao ódio entre os homens. Homo homini lupus, dizem os sectários. Homo homini frater, diz todo o cristão que não é hipócrita. Nós somos todos irmãos, o deportado que sofre atrás do arame, como o soldado intrépido crispado sobre a suô metralhadora. Todos os que sobrevivemos a 1945, Vossa Santidade, o perseguido convertido em Papa, eu, o guerreiro convertido em perseguido, e milhões de seres humanos que vivemos, de uma maneira ou outra, d imensa tragédia da II Guerra Mundial com o nosso ideal, os nossos anelos, as nossas debi I idades e as nossas faltas, devemos perdoar, devemos amar. A vida não tem oulro sentido. Deus não tem outro sentido. Então, na verdade, que importa o resto I Nodia em que Vossa Sôntidade ceìebrar a Missa em Auschwitz, apesar das imprudências espirituais que podem comportar tomadas de posição de um Papa em debates históricos ôinda não concluídos, e apesar dos fanáticos do ódio que, sem tardança, irão explorar a espectacularidade do vosso gesto, eu unirei, do fundo do meu exílio, tão longínquo, o meu fervor ôo vosso, Sou, Sônto Padre, filialmente vosso, LION DEGRELLE

14 RESPOSTA DE S.S. JOAOPAULO II EM AUSCHWITZ Por José Mart i nez 0 Papa regressou a Roma. A sua viagem de Junho de 1979 à Polónia teve as suas compl icações. A propaganda oficial comunistô escamoteou os seus êxitos. A televisão polaca não apresentou nunca vistas pônorâmicas das multidões que o receblam fervorosamente, limitôndo-se, por duas vezes, a apresentôr ô- penôs o rosto do Sumo PontÍfice. SÓ fez umò excepção sensecíonal com a cerimóniô no campo de concentrôção (melhor dito' de trabalho) de Auschlritz, onde, conforme os desejos do Governo comunistô, o Papa concelebrou a missa, em 7 de Junho. Desta vez, sim - porque correspondi aos planos da propaganda soviética - â TelevÍsãoficial polaca difundiu ô todo o plôno uma gr^ande reportôgem do ôcto, religioso na mente do Sumo PontÍfice, dnli-"fascistô" na menle dos outros. Nessa terra submetida â ditadura comunistô' João Paulo II - qualquer o pode facimente imaginar - não podia afastar-se muito, et Auschtvitz, das afirmações oficiais do regime marxista-leninistô, segundo as quais nada menos que 4 nilhões de iudeus tinham morrido, há trinta e tal anos, só neste campo de trôbô I ho. O côtedrático da Universidade americana de Evanston( Illimis) Arthur R. Butz destroçou radicalnente no seu livro "The Hoax of the Thentieth Century " essa lenda. E um professor ianque. nada tem de nazi. Ïão pouco tem o cientista francês Robert Faurisson, côtedrático da Universidade de Lyon, que provou cientificamente no jorndl "Le Monde" e em outras publicações ô impossibilidôde material dôs matanças em câmaras de gás com Ziklon B' Comprovou que a totalidade de judeus mortos em Auschwitz, mortos, naturaìmente de cônsaço físico, de desmoral ização, de doenças, de epidemias tremendas - e não de extermínios!- não ultrôpassou os 50 mil ao longo dos 4 ônos, isto é, uma média de por ano, número que nada tem a ver com os 4 milhões, em quatro ônos, inventados pela propaganda comunista, ou hebreia. Quando as tropas soviéticas se aproximaram de Auschlritz em Jôneiro de 1945, os alemães deixaram tranqui lômente nds suas cômas os deportados que não gozôvam de boa saúde, com dezôssete médicos oara cuidar deles: prova evidente que os nazls nôo ôtirôvôm os doentes para câmaras de gós, pois,6.000' ali ficôram, devidamente assistidos, à espena dos invasoresovié-' ticos; prova tômbém evidente de que o lll Reich não senlia a

15 menor inquietação em deixar nas mãos do inimigo estes testemunhos excepcionais da vida no campo de Auschwitz. Se os alemães tivessem perpetrôdo exterínínios macissos de hebreus, como afirmaram tão ruidosamente negociantes do "Holocausto", nunca os SS se teriam arriscado a entregar tão tranquilômente futuros acusadores. Se os punham à disposição dos soviéticos, é porque não tinham qualquereceio. E claríssimo! Mds, ao Papa, era difícil contradizer publicamente os números exorbitantes que o Regimê comunista inventou e que o recebia, apesar da enormidade de uma mentira que salta à vista de qualquer pessoô que saiba ver e contar, mentira que já nem o Instituto Contemporâneo de Munique, organismo ns I do anti-nazismo alemão, admite. Falar de milhões de judeus mortos em Auschwitz, ou quôlquer outro sítio, é pouco sério, quando se sabe que algo como judeus (como snr. Begin, ministro de Israel, à ca beça ) serefugiaram entre 1939 e 1941 nô U.R.S.S.; outros tanto-s na Europa Central; e, pelo menos, outros tôntos, que ficaram na Polónia ocupada; quando se sabe que as tropas de Estaline, ao invadlr a Hungria durônte o inverno de , encontrarôm cen tenôs de milhares de judeus (muitos, fugidos tômbém da PolóniaT; entre eles, num só ghetto de Budapeste; quando se sabe que na França B0% dos judeus não sofreram qualquer tipo de deportação, e até são, ôgorô, mais de um milhão (no tempo de Napoleã0, Pôris contava apenôs com 500 hebreus );quando se sôbe que judeus, gozando de uma ótima saúde, foram o- cupar depois de 1945 ds terras roubadas da Palestina, com uma môioria tão esmagadora de judeus, da Polónia, que o primeiro Governo de Israel se chamava si próprio "Governo dos Polôcos"; quôndo pululam agorô milhôres e milhares de hebreus na Holanda, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Suiça, Itália, etc., para não falar de Portugal e Espanha. Quem acredita ainda em extermínios de judeus, mais numerosos e domínadores hoje do que nunca?!... No verão de 1944, Himmler, como afirmou categoricaínente o Tribunal de Jerusalém durante o Processo Eichmann, propôs aos Aliados a troca de um miìhão, e, depois, de dois miìhões, de judeus dô Europa Central, contra dez mil camiões. Se os queria trocar, é porque estôvam vivos I Sãoas Democracias as que recusam egoisticamente ô oferta de Himmler, duas vezes repetidas! Por outro lado, como teria sido oossível ôos caminhos-de- -ferro alemães transportar de tão ìonge, Ínultimente, milhões de deportados, quando, desgraç ad amente, nem havia vagons, nem Ínaquinistôs, nem carvão?...5e até faltavam para fazer o transporte parô a Frente Leste de soldados e de munições I E, sobretudo, por que razao se teria dedicado ô "exterminar" milhões

16 de judeus, indispensáveis nas fábricas e nôs oficinas dô Euroóã,"quanOó a Alemanha, mortôlmente abalada por falta de mão de buia, nao tinha outro remédio senão requisitôr pela força um sem ãúmero de operários estrangeiros, suscitando assim oposlções, ódios e resistências violentissimas? Hitler, acossôdo, neóessitava de trabalhadores e não de cadáveres! 0s judeus, inimigos declarados da Alemanha hitleriana' e trôtados como tal, tiveram que trabalhar, não todos, mas uma porção bastante limitôda até, (15 a 20f.) ' dos 5 milhões e meio de Éebreus da Europa. 0s que morrerôm - por motivos naturals - não eram nada à beira das dezenas de milhões de deportados que os soviéticos assassindram nos campos de extermínio da Sibéria ( 65 mi lhões, segundo Soljenitsun ). 0s grandes assassinos do século foram eles, não esquecendo os seus discípulos checos, polacos, jugoslôvos, de 1945, e os seus pnimeiros âdminadores de 1936, instalados peìa força em ParacueÌ Ìos- Tornôva-se também diflcil para o Pôpa recorddr aos comunlstas outros extermínios, por exempl o de Katin' com os seus mllhares de oficiais polacos, pôtriotôs de primeirô, assassinados nesse bosque com uma crueldade atroz. Já em l94l os soviéticos pretenderam, por antecipôção, el iíninar toda ô competêncid nacio iral na Polónia - que submeteriam ern 1944 e 1945 â sua ditadura de ferro, ô exemplo do que acontece na Europa de Leste. 0s comunistas polacos não admitiram esta visita do Papa na sua coutada reservada sem impor condições e exigir promessas. E isso o que pode explicar a evocôção estranha que o Pôpa fez da "l ibertôção da Polónia" pelas tropas dos sovietes esses que' ôdroveitando a invôsão alemã de Setembro de 1939, assôltôram cobardemente ô Polónia no mesmo mês, esmagando metôde do seu território; os mesmos sovietes que "l ibertaram" o comando militôr polaco, decôpitando-o; os mesmos que fizeram parar as suas Divisões a 800 metros das portas de Varsóvia em Agosto de 1944' quand os patriotas polacos acabavam de sublevar-se, abandonando-os, não tendo também permitido a Churchill que os ajudasse Dor via aérea, até que, no final de uma luta sangrenta, ô Polónia nacional sucumbiu. Sobre os milhares de cadáveres, os de Katin e os de Setembro de 1944, Estaline impôs o governo comunista do novo satélite. Foi assim que "l ibertaram" a PolÓniô! Não a I ibertarôm, de facto, mas, pelo contrário' atraiçoaram-na, abandonaram-na, e, umô vez esmagada a sua tentdtivô de I ibertação, invadiram-na e domaram-na! Aqradecer aos herdeiros de EstaÌ ine a dominação

17 que Moscovo impôs pelas annas â.polónia era uma tal enormidade dô parte de um Papa - môis a maís um Papa polaco! -que a muitos essa evocação da "libertação soviética" pareceu' não um acto de huínilhação indignante, mas uma formô de amabilidade diplomática quase môquiavél ica. De qualquer formô, era pagar caro o bilhete de entrada. Apesar disto, o significativo - muito significativo - do discurso do Santo Padre em Auschwitz foi, não o que dísse' mais ou menos forçado, mas o que NAo disse. Não pronunclou em Auschwitz uma única palavra sobre o principal, isto é, sobre os "extermínios" nas "câmaras de 9ás"' a- pesar de ter falado a poucos metros da enorme "câmara de gás" que se vê no cômpo, câmara falsa (não.houve uma única! Houve ô- ienas um balneário e uma arrecadação ), totalmentenova, edificaàa desde o priíneino até ao Último ladrilho, pelos serviços de propaganda comunistô DEPoIS da II Guerra Mundial. Na sua carta, Léon Degrel le demonstrava energicamente ô João Pãulo Il ô inexistência de tôis salas e a impossibi lidôde cíentifica do emprego nelas do gás ZÍklon B para exteríììínios. 0 Papa teve isso muito em contô: evitou cuidadosômente em Auschwitz fazer qualquer afirmação ou alusão a "câmaras de gás"' 'não pronunciou a palavra "gás". Erô reconhecer claramente que não se ôtreve a tomar estô lenda à sua conta, é reconhecer que toda essa história de Ziklon B não tem pés nem cabeça, que é insustentável, cientificamente falando. Mas... sem câmaras de gás, que resta do ÍÍito dos extermínios em Auschwitz?'.. 0 Papa fez - positivamente - uma segunda evocação da côrta- -refutação de Léon Degrelle quando, abandonôndo o texto oficial' improviiou algumas frases que, em primeiro lugôr' apontôm nitidamente os crimes dos comunistas, e, em segundo lugar, quase textuôlmente, aduzem a citação do Chefe do Rexismo "Homo homini frater" ( o homem é um irmão do homem ): - "Não ouero - declarou o Papa, abandonando o seu texto dactilografado - não quero falar naqueles que hoie fazem sofrer povos ou pessoas... Que todo o homem é irmão". 0 Jornal diário "Ya", no seu número de (pág.l0,co- a emoção dos 900 jor- Ìuna 5), comentou com grandecuriosidade nalistas depois de escutarem, muito admirados, essas Palavrôs subitamente improvisadas PeloPapa, ausentes do texto oficiaì que já havia sido distribuído creve o "Ya" â imprensa: " 0s jornalistôs - es- a quem pe refere o - saem do campointerrogando-se Papa quando introduziu no seutexto uma frase dizendo oue não quer falar nos que hoje fazemsofrer povos e pessoas, que todo o homem é irmão,..."

18 Nós sôbemos, depois que lemos a carta de Léon Degrelle ao Papá - carta pessoal que o Chefe do Rexismo não queria de maneirâ nenhuma que fosse publ icada e que só tinha saído à luz nô Bélgicô e na França, graças â indiscreção de um informador romano. Felizmente, pois, como se vê, teve repercussões muito grandes. Já não se fôlará, com a Índecência de antes, em massôcres "feitos" em "câmaras de gás".0 próprío Papa, publ icômente ' nada disse disso. Por outro lado, João Paulo Il, na sua improvísação, falou sem medo "dos que HOJE fazem sofrer povos e pes- 0 Paoa disse: FAZEM. 0 PaDô disse: HoJE. Hoje, é agora. 0s que "hoje fazem sofrer povos e pessoôs', quem pòdem ser senão os ditadores comunistas que submeterôm à sua tirania de Russos, os invõsores que esmõgaram com os seus tanoues na Europa do Leste os hôbitôntes de Eudapeste e de Praga, os que continuam a torturar e ô exterminar nos seus Gulags mi lhões de presos-escravos?... Destes, quando se fala? Muito raramente, e. mesmo assim, acôdemicamente I Môs, entretanto, mil provocadores continuam ô martelar-nos os tímpônos com as histórias, velhas de mais de um quarto de sécuìo que falam de judeus gaseados em câmôras de gás - que nunca existiram - durante a II Guerra Mundial, quôndo 0's extermínios - estes, verdôdeiros - continuam HoJE em plenô actividôde nos camposoviéticos. Sem que nenhumô autoridade polítícô tenha a coragem de apontar estes crimes actuais de outra maneira que não seja com palavras vãs e hipócritas I Depois da cdrta ôo Papô de Léon Degrel Ie e da resposta Ímprovisada que o mesmo Papa lhe deu em Auschwitz, a propôgôndô judaica já não podeì'á mentir com tànto descaramento. E aos desavergonhados farsantes que inventaram ô mentirô do "Holocausto ô gente sã saberá opor, ô partir de ôgora, ô evidência dos factos históricos, ô sua comprovação científica e a sua honradez. A Espanhô conheceu em 1936 a sua lenda, criminosdmente mentirosa, sobre carameìos envenenados distribuidos'âs crianças pelas'freiras. Isso serviu de pretexto aos bandos marxistas para oueimarem centenôs de conventos e assassinôrem aos milhôres rel igiosos e rel igiosas. Querem fazer-nos engulir outra Ienda de caramelos - nazis, desta vez - com milhões de judeus, coitadinhos, humildes, sudves santinhos, gaseados e queimados todos por Hitler, os quais, ôgora, passeiam peìo mundo inteiro, mais ôrrogantes e mais exibi-

19 cionistas que nunca, transbordantes de saúde e de fanatismo. inchados de indemnizações fenomenais, de pensões conseguidas manhosamente, e de territórios roubados. Julgam-se o umbigo, a carne, o miolo do universo, apesar do Estado artificial de Israel não representar nem a milésima pôrte da população do mundo. A crise dramática do petróleo é o resultado da ambição insaciável e da intolerãncia sônguinária de IsraeÌ. 0s pirómanos deste Estado intruso ôcôbaram com a pôciência dos árabes e provocôram a quebra da econoínia mundial. A sua voracidade teffitoiial, as suas chantagens, as suas vingônças e os seus crimes miìitares, cem vezes repetidos e condenôdos, obrigam a humanidade a viver sob a ameaça incessante de uma nova guerra internacional. Uma guerra internacional, só por um punhado de hebreus imperialistas que sempre querem mais, e mais, acunulando - para conseguir os seus fíns - as lendas e as mentirôs do tipo "câmaras de gás" e "Holocausto". As histórias de mandíbulas de asno com as ouais um hebreu super-homem conseguia matar antigamente, sózinho, num instante, sete mil filisteus atónitos, perdeu já o seu público ingénuo. Com as suas aldrabices de Auschwitz, os milhões de judeus, gôseados e ressuscitados já nos aborrecem. Deixem de continuar a enganôr o mundo. EASTA! José Martinez

20 Asociación de Amigos de Léon Degrelle. Apartado de Correos n Madrid - España. Presidenta de Honor: Dª Jenne Marie Brevet (viuda de Léon Degrelle) Presidente: D. José Luis Jerez Riesco. Autorización del ministerio de justicia n del 22 Marzo Web:

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