UMA TIPOLOGIA PARA A DESCRlf;AO DA APOSlf;AO EM LiNGUA PORTUGUESA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UMA TIPOLOGIA PARA A DESCRlf;AO DA APOSlf;AO EM LiNGUA PORTUGUESA"

Transcrição

1 Marcia Teixeira NOGUEIRA (Universidade Federal do Ceara). UMA TIPOLOGIA PARA A DESCRlf;AO DA APOSlf;AO EM LiNGUA PORTUGUESA ABSTRACT: Some appositive constructions in Portuguese are examined, taking as base the criteria adopted in the typology purpused by the grammarians Quirk et al. (1985). Further, semantic relationships holding between terms in strict nonrestrictive apposition are analyzed according to a scale running from equivalence (most appositive) to particularization (least appositive). KEYWORDS: apposition, typology, semantic relationship. o presente trabalho tern como objetivo apresentar alguns resultados de urn estudo sobre constru~oes apositivas em lingua portuguesa a partir dos criterios adotados na tipologia proposta pelos gramaticos Quirk et al. (1985). As dificuldades de se estabelecer limites conceituais precisos para a categoria fundonal aposto decorrem da natureza indeterminada do pr6prio processo sintatico de aposi~ao. As diversas constru~oes apontadas como apositivas nao podem ser agrupadas como tais de acordo com urn linico criterio, uma vez que nao ha uma propriedade positiva comum a todas elas. Pode-se concordar com a ideia de que, na aposi~ao, M urn tipo paradigmatico e outros tipos que com ele se assemelham, mas que tambem dele se distanciam, vindo a confundir-se com outras constru~oes na lingua.! o tipo paradigmatico de aposi~ao, na tipologia de Quirk et al. (1985), e a aposi~ao plena, aquela em que as seguintes condi~oes sao encontradas: a) cada urn dos elementos em aposi~ao (apositivos) pode ser separadamente omitido sem afetar a aceitabilidade da frase; b) cada apositivo exerce a mesma funcao nas frases resultantes; c) nao ha nenhuma diferenca entre a frase original e qualquer uma das frases resultantes, no que diz respeito a referenda extralingtifstica. Exemplos de aposicao plena 2 podem ser vistos na frase (1): ct. Matthews (1981:235)., Ao longo do texto, os exemplos cuja fonte nio vier registrada foram retirados de Revista Veja, ano

2 (1) A Via Dutra, uma das estradas mais importantes do pais, sera entregue aos cuidados de duas empreiteiras, a Camargo Correa e a Andrade Gutierrez, nesta ter~afeira. (n.93, p.94). Quando pelo menos uma das condi~oes acima do for satisfeita, a aposi~ao e dita parcial. Um exemplo de aposi~ao parcial esta na Crase (2). Graziano exerce a fun~ao de sujeito na frase (2a), mas antes um companheiro de campanha do presidente nao pode ser sujeito em (2b): (2) Graziano, antes um companheiro de campanha do presidente, e suspeito no caso da escuta telefonica. (2a) Graziano e suspeito no caso da escuta telefonica. *(2b) Antes urn companheiro de campanha do presidente e suspeito no caso da escuta telefonica. Com a omissao de cada urn dos apositivos por vel, verifica-se que, nas Crases resultantes (3a) e (3b), estes apositivos exercem a fun~ao de sujeito, mas nao sao identicos com rela~io 11 referencia que estabelecem. Na Crase (3a), afirma-se que a desculpa de Maria aborreceu 0 diretor, enquanto na Crase (3b), dec1ara-se que foi 0 fato de 0 transito estar congestion ado que aborreceu 0 diretor. (3a) A desculpa de Maria aborreceu 0 diretor. (3b) Que 0 transito estava congestion ado aborreceu 0 diretor. A aposi~ao pode ainda ser estrita, quando os elementos apositivos pertencem a urna mesma classe sintatica geral, tal como na Crase (1), caso tfpico de constru~io SN+SN; ou /raca, quando os apositivos pertencem a classes sintliticas diferentes, tal como ocorre na Crase (3) e em frases como as seguintes: (4) A familia Matarazzo conseguiu reaver 0 im6vel na ]usti~a. Resultado da trapalhada: a mansii%i trans/ormada em estacionamento. (n.93, p.l0s). (5) Ele fez uma advertencia: que ninguem toque no carro. (6) Ele/alou em altas vozes, sinal de seu descontentamento. 3 Diz-se que uma aposi~io e nao-restritiva quando os apositivos estio em unidades de informa~ao separadas, 0 que e indicado, no discurso oral, por sua indusao em unidades tonais diferentes. e, na escrita, atraves do uso da virgula ou outra pont~ao

3 mais forte. Na aposicao restritiva, os apositivos constituem uma unica unidade de informacao. A frase (7) ilustra a aposicao restritiva e a (7a), a nao-restritiva: (7) Apesar do sucesso de publico, a Uder dos sem-terra Jose Rainha Jr. enfrenta restricoes junto a outras liderancas do movimento. (n.43, p.4l). (7a) Apesar do sucesso de publico, Jose Rainha Jr., um ltder dos sem-terra, enfrenta restricoes junto a outras liderancas do movimento Na aposicao nao-restritiva, cada unidade apositiva contribui com uma informacao relativamente independente, sendo a prirneira unidade, a expressao definida, e a segunda, a expressao definidora. 0 papel de definir associado a segunda unidade apositiva e marcado pela pontuacao e pela entonacao ti'picas nos elementos parenteticos. Quando a ordem dos apositivos e alterada, invertem-se tamb6m os seus papeis. A identificacao do aposto em nossas gramaticas est! relacionada com a amuise dos papeis de/inido e de/inidor. 0 que nem sempre e facil, principalmente no caso de aposicao plena. Uma das contribuicoes significativas dos gramaticos Quirk et al(l985) consiste na determinacao de uma escala semantica de aposicao nao-restritiva estrita. Tal escala preve uma gradacao que vai de uma relacao de equivalencia entre os elementos (mais apositiva) a uma relacao livre e assimetrica, como a inclusao (men os apositiva). As relacoes semanticas na aposicao podem ser explicitadas atraves de expressoes do tipo a saber. isto e. quer dizer etc, denominadas poi Quirk et al. de indicadores expltcitos de aposi~i1o.a inclusao exige, necessariamente, a presenca de urn indicador explfcito, 0 que nao ocorre com a relacao de equivalencia e de atribuicao. Verifica-se, ainda, que somente a relacao de equivalencia permite qualquer ordem. Com base nesses dois crirerios, os gramaticos afirmam que a escala de relacao mais ou menos apositiva esta na seguinte ordem: Equivalencia > Atribuicao > Inclusao. Embora prefiram restringir 0 conceito de aposicao a relacao primariamente mantida entre SNs, Quirk et al. lembram que relacoes semanticas semelhantes a essas sag estabelecidas entre outras unidades, como OIacoes ou adjetivos. 4 E 0 que, de fato, pode-se constatar, nos seguintes exemplos: (8) Tern adicional por assiduidade ( ou seja: ganha mais quando vai mesmo trabalhar) e adicional por inatividade ( au seja: ganha ainda mais quando deixa de trabalhar). (n.44, p.38). (9) 0 que aconteceria se se anunciasse uma passeata contra as drogas? Muitos nao iriam. No minimo para nao parecer careta, ou seja, rid(culo. (n.49,p.l62). A relacao de equil'alincia caracteriza-se pela possibilidade de inserir, entre os elementos em aposicao, as expressoes isto e, quer dizer e em outras palavras. Conforme Em IWliday (1985:252), a aposi~o e vista como urn processo de expansio a partir de uma e~ parawica. Manifesta-seentre or~oes, gruposverbais,nominais, adverbiaise preposicionais. 676

4 os diferentes tipos de indicadores opcionais que admitern, a equivalencia pode ser de quatro tipos: a apel~ao, a identifica~ao, a design~ao e a reformula~lio, Na apelafiio, ambos os SNs sao definidos, sendo que 0 segundo e mais especifico que 0 primeiro e, em geral, e urn nome proprio. Ha uma correspondencia de um-para-.1 urn entre as referencias dos dois SNs em aposi~lio,eo segundo pode ser substituido por urna or~ao relativa correspondente. (10) Ha dois anos, 0 primeiro-ministro ingles, John Major, recebeu dois integrantes do Axe em sua residencia. (n.43, p.94). Na identijicaciio, 0 primeiro apositivo e tipicamente urn SN indefmido e 0 segundo e urn SN mais especifico que identifica 0 que e referido no primeiro. Neste tipo de rela~ao, nlio ha tanto a correspondencia de urn-para-urn como existe na apel~ao. (11) A murniamais famosa do fim de secuio, 0 Homem do Gelo encontrado nos Alpes em 1991, tern agora uma rival: a Mulher do Gelo. (n.44, p.49). Quirk et al. (1985) consideram como formas de aposi~io os mecanismos de identific~ao adiada e identifica~aoantecipada, muito comuns no discurso oral. TambCmconhecido como deslocamento para direita, 0 fenomenoda identifica~ao adiada consiste na coloc~ao de urna pr6-forma anterior na frase, enquanto 0 SN a que ele se refere e colocado no final, como uma expressao ampliadora. Pocos divididos e urna eleva~ao no segundo apositivo, confirmando seu status de dodo, caracterizam as el~oes com identifica~lioadiada: A identific~ao antecipada, conhecida como deslocamento para a esquerda, consiste na coloca~aode urn SN no inicio da frase e de urn pronome "refor~ador" que 0 representa na frase: A designaciio e 0 inverso da apela~ao e da identific~ao. Como 0 segundo apositivo e menos especffico do que 0 primeiro, nao e possivel inserir 0 indicador a saber. Em geral, os SNs sac definidos. (14) Segundo Sergio Zucas, professor de nutrifiio e metabolismo na atividade esportiva, 0 que se gasta em nutrientes no esporte deve sempre ser reposto. (n.42, p.98). Na reformulafiio, faz-se, no segundo apositivo (defmidor), uma parafrase do conteudo lexical do primeiro (definido). Quirk et al. (1985:1311) distinguem quatro gropos de refonnula~ao:

5 a) a reformulariio baseada no conhecimento lingii(stico, ern que se emprega, como elemento definidor, urna expressao sinonima, por vezes com 0 intuito de fornecer urn termo rnais familiar ou m~is tecnico, ou a tradu~ao de alguma palavra ou expressao de lingua estrangeira: (15) A ultima tendencia ern prepara~ao ffsica e 0 cross-training, 0 treinamento cruzado: em outras palavras, a pratica de mais de uma modalidade esportiva.(n,42, pas). b) a reformulariio baseada no conhecimento factua~ que se fundamenta no conhecimento do mundo extemo: (16) Como os jurados duvidavam dos "cientistas"- ou seja, os policiais., nao se interessaram pela ciencia.(n.41, p.54). c) a reformulariio mais precisa, em que urna inform~ao mais precisa e fomecida ou e feita urna retifica~iio relacionada ao que foi dito no primeiro apositivo. A inten~ao pode ser simplesmente ret6rica, atraves da repeti~ao e,da expansao do primeiro SN: (17) Pelado por obra da engenharia genctica, 0 animal ganhou dos pesquisadores uma corcunda anomala - na verdade, uma orelha humana criada em laboratorio e depois implantada nas costas do bicho. (n.44, pa2). (18) 0 bom, 0 bom mesmo do Alvorada, e que parece hotel. (nat, p.36) d) a revisiio, que consiste na editora~ao ou autocorr~iio bastante comurn na fala de improviso, em que planejamento verbal e exec~ao ocorrem simultaneamente: (19) Era uma profissao rnais ou menos ligada dentro da rninha profissao porque...era...de engenheiro quer dizer...engenharia de Campo.' Na atribuifiio, tem-se predica~ao em vez de equivalencia; assim, os indicadores isto i e quer dizer nao sao admitidos. 0 apositivo definidor pode ser substitufdo por uma ora~iio relativa explicativa e, em geral, e urn SN indefmido. (20) A tortura, um crime, continua a ser cometida pelos agentes do Estado, aviltando toda a poncia. (n.44, p.28). Na rela~ao de inclusiio, a referencia do primeiro elemento apositivo inclui a referencia do segundo. A aposi~ao, nesse caso, e parcial, urna vez que a omissiio do primeiro acarreta alter~oes semanticas. A inc1usao pode ser por exemplific~ao ou por particulariz~iio. I D,, 4S - Portugub Culto de Fortaleza. 678

6 Na exemplijica~iio, 0 segundo apositivo exemplifica a referencia do primeiro e os indicadores opcionais mais empregados sao por exemplo, e.g., incluindo, tal como. (21) 0 jipe para varias vezes para que 0 guia possa mostrar algumas plantas t{picas da regiiio, como orqu(deas, palmiteiros e cip6s-d'tigua.(n.42,p.70) / A particulariza~iio e a rela~ao de inclusao em que 0 segundo apositivo, marcado necessariamente pela presen~a de um indicador explicito, representa uma in formacao proeminente: (22) Muitos canadenses, especialmente os da provlncia de Quebec, acham que falam frances igual ao da Fran~a, mas 0 sotaque e hem diferente. (n.42, p.79). Buscou-se, neste trabalho, aplicar a tipologia proposta por Quirk et al. (1985) 11 analise de constru~oes apositivas em lingua portuguesa, porque tal tipologia mostra-se relevante enquanto tentativa de sistematizar 0 fenomeno da aposi~ao, tema que nao vem recebendo a devida aten~ao por parte dos estudiosos da linguagem. Entretanto, alguns pontos ainda merecem uma discussao mais aprofundada, principalmente os casos de constru~oes ditas apositivas que se distanciam muito das condi~oes postuladas para a aposi~ao plena. RESUMO: Algumas constru~ijesapositivas em Portugues siio examinadas a partir dos criterios adotados na tipologia proposta pelos gramtiticos Quirk et al. (1985).Alem disso, rela~ijessemanticas mantidas por termos em aposi~iio estrita nllo-restritiva sao analisadas de acordo com uma escala que vai da equivalencia ( mais apositiva) a particulariza~ao ( menos apositiva). PALA VRAS-eRA VB: aposi~ao, tipologia, rela~ao semantica.

1 Introdução. 1.1 Apresentação do tema

1 Introdução. 1.1 Apresentação do tema 1 Introdução 1.1 Apresentação do tema Segundo Basílio (1987), as principais funções do léxico são a representação conceitual e o fornecimento de unidades básicas para a construção dos enunciados. Para

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO.

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. Ac. Denise Carla de Deus (PIBIC/CNPq/UFSJ 2000-2002) Orientadora: Prof. Dra. Marilúze Ferreira Andrade e Silva

Leia mais

PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS

PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS PED LÍNGUA PORTUGUESA ORIENTAÇÕES ACADÊMICAS Prezado aluno, O maior diferencial deste projeto pedagógico é o desenvolvimento da autonomia do estudante durante sua formação. O currículo acadêmico do seu

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

Exemplo: O pedido tem a finalidade de atender as necessidades previstas. O pedido tem a finalidade de atender às necessidades previstas.

Exemplo: O pedido tem a finalidade de atender as necessidades previstas. O pedido tem a finalidade de atender às necessidades previstas. Projeto Falar Bem O projeto Falar Bem está sendo desenvolvido na ECEME, no corrente ano, com o objetivo de observar e analisar palestras e instruções, a fim de reunir dados para a elaboração de uma crítica

Leia mais

A Morfologia é o estudo da palavra e sua função na nossa língua. Na língua portuguesa, as palavras dividem-se nas seguintes categorias:

A Morfologia é o estudo da palavra e sua função na nossa língua. Na língua portuguesa, as palavras dividem-se nas seguintes categorias: MORFOLOGIA A Morfologia é o estudo da palavra e sua função na nossa língua. Na língua portuguesa, as palavras dividem-se nas seguintes categorias: 1. SUBSTANTIVO Tudo o que existe é ser e cada ser tem

Leia mais

1.0. Transitividade e intransitividade na gramatica tradicional e na gramatica gerativa

1.0. Transitividade e intransitividade na gramatica tradicional e na gramatica gerativa ABSTRACT: This paper presents a study of arbitrary null objects in Brazilian Portuguese. The main focus of this research is to discuss the relations of verbal transitivity and intransitivity in the subcategorization

Leia mais

o objetivo deste projeto 6 propor a analise e implementacao de urn "parser

o objetivo deste projeto 6 propor a analise e implementacao de urn parser PARSER: UM ANALISADOR SINTATICO E SEMANTICO PARA SENTEN«;AS DO PORTUGlltS Joao Luis Garcia ROSA (PUCCAMP) ABSTRACT: This work aims at the analysis and implementation 0/ a semantic parser for oral portuguese

Leia mais

Erros mais freqüentes

Erros mais freqüentes Lição 1 Erros mais freqüentes Extraímos de comunicações empresariais alguns erros, que passamos a comentar: 1. Caso se faça necessário maiores esclarecimentos... Apontamos duas falhas: 1. Caso se faça

Leia mais

SEMAPA - Sociedade de Investimento e Gestao, SGPS, S.A.

SEMAPA - Sociedade de Investimento e Gestao, SGPS, S.A. SEMAPA - Sociedade de Investimento e Gestao, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Av. Fontes Pereira de Melo, n. D 14, 10. D Capital Social: 118.332.445 Euros N. D Pessoa Colectiva e Matrfcula na C.R.C. de

Leia mais

Future School Idiomas

Future School Idiomas Future School Idiomas Sumário Quem somos... pag 2 Sobre o curso... pag 3 Sobre a aula... pag 4 Vantagens em se fazer nosso curso on line... pag 5 Objetivo do curso... pag 6 Como entrar na sala de aula...

Leia mais

Práticas Leitoras & Produção de Textos Acadêmicos

Práticas Leitoras & Produção de Textos Acadêmicos Práticas Leitoras & Produção de Textos Acadêmicos Práticas Leitoras & Produção de Textos Acadêmicos Módulo 1 A Linguagem Acadêmica Prof. Walace de Almeida Rodrigues 1 IFMG Campus Formiga Prof. Walace de

Leia mais

Cadernos da 2012 2013

Cadernos da 2012 2013 Gabinete de Apoio à Qualidade do Ensino Cadernos da NOVA 2012 2013 avaliação das aprendizagens Âmbito O Núcleo de Inovação Pedagógica e de Desenvolvimento Profissional dos Docentes, integrado no Gabinete

Leia mais

PARSER: UM ANALISADOR SINTÁTICO E SEMÂNTICO PARA SENTENÇAS DO PORTUGUÊS

PARSER: UM ANALISADOR SINTÁTICO E SEMÂNTICO PARA SENTENÇAS DO PORTUGUÊS Estudos Lingüísticos XXVI (Anais de Seminários do GEL) Trabalho apresentado no XLIV Seminário do GEL na UNITAU - Taubaté, em 1996 UNICAMP-IEL Campinas (1997), 352-357 PARSER: UM ANALISADOR SINTÁTICO E

Leia mais

Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky

Conceitos de Identidade Relação eu e outro Para Vygotsky FAMOSP - FACULDADE MOZARTEUM DE SÃO PAULO PEDAGOGIA - 1 o SEMESTRE PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky Deyse Maria Souza Almeida Eliete Pereira Nunes

Leia mais

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO 1 Q236899 Prova: CESGRANRIO - 2012 - Caixa - Técnico Bancário Disciplina: Português Assuntos: 6. Interpretação

Leia mais

AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO

AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO AS ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA ESPANHOLA NO ÂMBITO DO CAA - CENTRO DE AUTO-ACESSO Gabriela Rodrigues Botelho Prof. Camila Maria Corrêa Rocha (Orientador) RESUMO Este artigo tem por objetivo abordar

Leia mais

FAQ PROGRAMA BILÍNGUE

FAQ PROGRAMA BILÍNGUE FAQ PROGRAMA BILÍNGUE 1) O que é o bilinguismo? Segundo alguns teóricos, o bilinguismo é qualquer sistema de educação escolar no qual, em dado momento e período, simultânea ou consecutivamente, a instrução

Leia mais

ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/)

ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/) ADOLESCÊNCIA NORMAL Tamara Santos de Souza (fonte: http://psicologiaereflexao.wordpress.com/) Arminda Aberastury foi pioneira no estudo da psicanálise de crianças e adolescentes na América Latina. A autora

Leia mais

GÍRIA, UMA ALIADA AO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA ESTRANGEIROS Emerson Salino (PUC-SP) lpsalino@uol.com.br João Hilton (PUC/SP)

GÍRIA, UMA ALIADA AO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA ESTRANGEIROS Emerson Salino (PUC-SP) lpsalino@uol.com.br João Hilton (PUC/SP) GÍRIA, UMA ALIADA AO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA PARA ESTRANGEIROS Emerson Salino (PUC-SP) lpsalino@uol.com.br João Hilton (PUC/SP) RESUMO A língua sofre constantemente uma invasão de novos vocábulos que

Leia mais

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da Introdução O interesse em abordar a complexidade da questão do pai para o sujeito surgiu em minha experiência no Núcleo de Atenção à Violência (NAV), instituição que oferece atendimento psicanalítico a

Leia mais

PROVA 358. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases

PROVA 358. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases PROVA 358 INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS Formação Específica Anual 12.º Ano (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases Provas Escrita e Oral Cursos Científico-

Leia mais

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua

Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua Aluno(a) Nº. Série: Turma: Ensino Médio Trimestre [ ] Data: / / Disciplina: Professor: Linguagem e língua É a palavra que identifica o ser humano, é ela seu substrato que possibilitou a convivência humana

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Básico Informação Prova de Equivalência à Frequência INGLÊS (LE I) Prova escrita e oral Prova 21 2015 do Ensino Básico 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da prova de exame

Leia mais

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática 1 Sumário Introdução...04 O segredo Revelado...04 Outra maneira de estudar Inglês...05 Parte 1...06 Parte 2...07 Parte 3...08 Por que NÃO estudar Gramática...09 Aprender Gramática Aprender Inglês...09

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DA CEMIG DISTRIBUIÇÃO S.A À AUDIÊNCIA PÚBLICA 025/2011

CONTRIBUIÇÃO DA CEMIG DISTRIBUIÇÃO S.A À AUDIÊNCIA PÚBLICA 025/2011 CONTRIBUIÇÃO DA CEMIG DISTRIBUIÇÃO S.A À AUDIÊNCIA PÚBLICA 025/2011 NOTA TÉCNICA Nº 014/2011 SRD/ANEEL METODOLOGIA E CRITÉRIOS GERAIS PARA CÁLCULO DAS PERDAS TÉCNICAS NO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO... TERCEIRO

Leia mais

Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Língua Portuguesa

Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Língua Portuguesa Vestibular UFRGS 2015 Resolução da Prova de Língua Portuguesa COMENTÁRIO GERAL: a prova compôs-se de três textos dois breves ensaios (artigo cuja temática é universal) e uma crônica. O conhecimento solicitado

Leia mais

Exercícios Teóricos Resolvidos

Exercícios Teóricos Resolvidos Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Matemática Exercícios Teóricos Resolvidos O propósito deste texto é tentar mostrar aos alunos várias maneiras de raciocinar

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE ANDRADE 1, Fernando C. B. de; SANTOS 2, Carmen S. G. dos; VASCONCELOS 3, Maria Helena Venâncio; Centro de Educação/Departamento

Leia mais

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano

ESCOLA BÁSICA FERNANDO CALDEIRA Currículo de Português. Departamento de Línguas. Currículo de Português - 7º ano Departamento de Línguas Currículo de Português - Domínio: Oralidade Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. Registar, tratar e reter a informação. Participar oportuna

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

PROCESSAMENTO SINrATICO E SEMANnCO: UMA TENrATWA PARA SfNrESE

PROCESSAMENTO SINrATICO E SEMANnCO: UMA TENrATWA PARA SfNrESE CO~CA~AOCOORDENADA PROCESSAMENTO SINrATICO E SEMANnCO: UMA TENrATWA PARA SfNrESE DAFALA Edson Campos MAlA (UNICAMP) ABSTRACT: This paper aims at investigating certain syntactic restrictions such as pronominal

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sergio Manoel Tavares, AN091354 Sheila Perez Gimenes, AN091355 GRUPO 4 TEORIA DA DEMANDA E EQUILÍBRIO DE MERCADO

Leia mais

Prova Escrita + Oral de Inglês

Prova Escrita + Oral de Inglês Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prova Escrita + Oral de Inglês Prova 367 2015 11º Ano de Escolaridade Duração da Prova: 90 minutos (sem tolerância); Oral: 25 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012,

Leia mais

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Língua Portuguesa

Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Língua Portuguesa 01. Alternativa (E) Vestibular UFRGS 2013 Resolução da Prova de Língua Portuguesa Alternativa que contém palavras grafadas de acordo com o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa - VOLP 02. Alternativa

Leia mais

A importância do estudo das diferenças de percepção entre ciclistas e aspirantes para o planejamento.

A importância do estudo das diferenças de percepção entre ciclistas e aspirantes para o planejamento. A importância do estudo das diferenças de percepção entre ciclistas e aspirantes para o planejamento. AUTORES ALVES, Felipe Alberto Martins¹; ANDRADE, Beatriz Rodrigues². ¹Universidade Federal do Ceará.

Leia mais

Fundos de Investimentos

Fundos de Investimentos Fundos de Investimentos 1 O que e um fundo de investimentos? Um fundo de investimentos concentra em uma unica entidade juridica, varios investidores com o mesmo objetivo e que compartilham a mesma estrategia

Leia mais

(Nos termos do Despacho Normativo 6-A/2015, de 5 de março)

(Nos termos do Despacho Normativo 6-A/2015, de 5 de março) Código: 345921 Escola Básica e Secundária de Melgaço Sede do Agrupamento de Escolas de Melgaço INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 10 E 11º ANOS DE ESCOLARIDADE INGLÊS (Nos termos do Despacho

Leia mais

4. Implicações pedagógicas

4. Implicações pedagógicas Esta criança tem 4 de idade. Verifica-se que se utiliza das letras de seu nome e apenas vai rearranjando sua ordem. Sua leitura é global. Caracterizando-se, portanto no nível 2 diferenciação na escrita.

Leia mais

Comunicação de Dados

Comunicação de Dados UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Comunicação de Dados Aula 6 Agenda Projeto da camada de enlace de dados Detecção e correção de erros Protocolos

Leia mais

Análise do Conteúdo e a Análise Documental

Análise do Conteúdo e a Análise Documental Análise do Conteúdo e a Análise Documental P R O F A. L I L L I A N A L V A R E S F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A D A I N F O R M A Ç Ã O U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A Conceito Conceito

Leia mais

PROF. LUIZ CARLOS MOREIRA SANTOS

PROF. LUIZ CARLOS MOREIRA SANTOS 1 - CONCEITO PROF. LUIZ CARLOS MOREIRA SANTOS CONJUNTOS Conjunto proporciona a idéia de coleção, admitindo-se coleção de apenas um elemento (conjunto unitário) e coleção sem nenhum elemento (conjunto vazio).

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita.

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita. Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 191 195 O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS MARQUES, Fernanda Vieira ANDRADE, Antonio Carlos Siqueira de Palavras-chave: texto,

Leia mais

16 Pronúncia do Inglês

16 Pronúncia do Inglês Este livro tem por objetivo central apresentar os sons do inglês aos falantes do português brasileiro. Pretende-se, ainda, indicar algumas diferenças de pronúncia entre variedades do inglês falado em diferentes

Leia mais

Transparência em promoções e vendas: uma lista de verificação para prestadores de serviços financeiros

Transparência em promoções e vendas: uma lista de verificação para prestadores de serviços financeiros Transparência em promoções e vendas: uma lista de verificação para prestadores de serviços financeiros Introdução Prestadores de serviços financeiros devem divulgar por inteiro para os clientes os preços,

Leia mais

Ministério do Esporte

Ministério do Esporte INCLUSÃO, GÊNERO E DEFICIÊNCIA Ministério do Esporte Objetivo Geral do PST... Democratizar o acesso ao esporte educacional de qualidade, como forma de inclusão social, ocupando o tempo ocioso de crianças

Leia mais

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO MESTRADO SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO Justificativa A equipe do mestrado em Direito do UniCEUB articula-se com a graduação, notadamente, no âmbito dos cursos de

Leia mais

COMO PREPARAR E COMUNICAR SEU TESTEMUNHO PESSOAL

COMO PREPARAR E COMUNICAR SEU TESTEMUNHO PESSOAL COMO PREPARAR E COMUNICAR SEU TESTEMUNHO PESSOAL O objetivo desta mensagem é motivar e equipar você a preparar e usar seu testemunho ao compartilhar sua fé com outros. Esta lição ajudará você a: 1. Conhecer

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DOS CAMPOS EDITAL DE RETIFICAÇÃO- II

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DOS CAMPOS EDITAL DE RETIFICAÇÃO- II PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GONÇALO DOS CAMPOS EDITAL DE RETIFICAÇÃO- II O Prefeito do Município de São Gonçalo dos Campos, Estado da Bahia, no uso de suas atribuições legais, retifica o Edital 001/2014

Leia mais

Português- Prof. Verônica Ferreira

Português- Prof. Verônica Ferreira Português- Prof. Verônica Ferreira 1 Com relação a aspectos linguísticos e aos sentidos do texto acima, julgue os itens a seguir. No trecho que podemos chamar de silenciosa (l.15-16), o termo de silenciosa

Leia mais

Por que gerenciar comunicação nos projetos?

Por que gerenciar comunicação nos projetos? Por que gerenciar comunicação nos projetos? Rogério Magno Pires Rezende Engenheiro Mecânico, Gerente de orçamento, MIP Engenharia SA e pósgraduado em Gestão de Projetos pelo Ietec. Gerenciar comunicação

Leia mais

Atividade prática Quem é o pai? Quem é o criminoso?

Atividade prática Quem é o pai? Quem é o criminoso? Aluno: nº Atividade prática Quem é o pai? Quem é o criminoso? OBJETIVOS Compreender a importância prática da Engenharia Genética na identificação das pessoas. Conhecer os princípios básicos da manipulação

Leia mais

2 A Derivada. 2.1 Velocidade Média e Velocidade Instantânea

2 A Derivada. 2.1 Velocidade Média e Velocidade Instantânea 2 O objetivo geral desse curso de Cálculo será o de estudar dois conceitos básicos: a Derivada e a Integral. No decorrer do curso esses dois conceitos, embora motivados de formas distintas, serão por mais

Leia mais

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO Tatiana Galieta (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Introdução

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções:

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: PROJETO DE PESQUISA Antonio Joaquim Severino 1 Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: 1. Define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Porto de Mós Informação-Prova de Equivalência à Frequência

Agrupamento de Escolas de Porto de Mós Informação-Prova de Equivalência à Frequência Prova de Equivalência à Frequência de Inglês (Escrita + Oral) Prova Código 06-2015 2º Ciclo do Ensino Básico - 6ºano de escolaridade 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Letras. Objetivo. Aspectos das Conexões Sintáticas. Prof a. Dr a. Leda Szabo

Letras. Objetivo. Aspectos das Conexões Sintáticas. Prof a. Dr a. Leda Szabo Letras Prof a. Dr a. Leda Szabo Aspectos das Conexões Sintáticas Objetivo Diferenciar o objeto de estudo da análise de base sintática do objeto de estudo da análise do discurso. Compreender a diferença

Leia mais

RACISMO NO BRASIL DIFERENCIAÇÃO INJUSTA CÓDIGO PENAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

RACISMO NO BRASIL DIFERENCIAÇÃO INJUSTA CÓDIGO PENAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 No dia 20 de novembro celebra-se o Dia da Consciência Negra. A data, comemorada nacionalmente desde 1978 e com feriados em algumas cidades desde 1995, marca o aniversário de morte de Zumbi, o líder do

Leia mais

Fundamentos do Comportamento de Grupo

Fundamentos do Comportamento de Grupo Fundamentos do Comportamento de Grupo 1: Motivação no trabalho e suas influências sobre o desempenho: Definir e classificar os grupos; Analisar as dinâmicas presentes nos grupos; Refletir sobre a influência

Leia mais

ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte

ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte Autora: ADRIJANE ALVES DE AMORIM Introdução Estabelecer objetivamente a medida de um bom orador não é tarefa fácil. Para muitos, falar bem guarda a ideia

Leia mais

TRABALHANDO COM GRUPOS: UMA EXPERIÊNCIA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL COM MULHERES GRÁVIDAS. 1. SOBRE GRAVIDEZ E O TRABALHO COM GRUPOS EM SAÚDE MENTAL.

TRABALHANDO COM GRUPOS: UMA EXPERIÊNCIA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL COM MULHERES GRÁVIDAS. 1. SOBRE GRAVIDEZ E O TRABALHO COM GRUPOS EM SAÚDE MENTAL. TRABALHANDO COM GRUPOS: UMA EXPERIÊNCIA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL COM MULHERES GRÁVIDAS. Raiza Barros de Figuerêdo (raizafigueredo@gmail.com) Karina Pontes Santos Lima (karypontes@hotmail.com) Maria

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade. INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico

AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade. INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO ESCOLAS DE REDONDO Escola Básica e Secundária Dr. Hernâni Cidade INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA (ORAL E ESCRITA) INGLÊS Abril de 2015 PROVA 06 2º Ciclo do Ensino Básico I. INTRODUÇÃO

Leia mais

VÍRGULA. A vírgula marca uma ligeira suspensão na melodia do

VÍRGULA. A vírgula marca uma ligeira suspensão na melodia do PONTUAÇÃO VÍRGULA A vírgula marca uma ligeira suspensão na melodia do enunciado, indicando que os termos por ela separados não formam uma unidade sintática, embora participem da mesma frase ou oração.

Leia mais

TÍTULO CLARO E OBJETIVO QUANTO ÀS PRETENÇÕES RELATIVAS AO OBJETO DE ESTUDO

TÍTULO CLARO E OBJETIVO QUANTO ÀS PRETENÇÕES RELATIVAS AO OBJETO DE ESTUDO FORMATAÇÃO GERAL PAPEL: A4 MARGEM: 3 cm à esquerda e superior e 2 cm à direita e inferior ESPAÇAMENTO: 1,5 texto corrido; entre parágrafo 6pts antes e depois FONTE: Times New Roman ou Arial TAMANHO DA

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Bacharelado em Sistemas de Informação Trabalho de Diplomação

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Bacharelado em Sistemas de Informação Trabalho de Diplomação Caros alunos e orientadores de conteúdo e acadêmico, Este documento ilustra quais capítulos devemos possuir na monografia de (no mínimo), e o que cada um contempla. O formato deverá ser o utilizado pela

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO ACADEMIA DE POLÍCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS CARGO ANALISTA DA POLÍCIA CIVIL - ADMINISTRAÇÃO PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA

CONCURSO PÚBLICO ACADEMIA DE POLÍCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS CARGO ANALISTA DA POLÍCIA CIVIL - ADMINISTRAÇÃO PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA CONCURSO PÚBLICO ACADEMIA DE POLÍCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS CARGO ANALISTA DA POLÍCIA CIVIL - ADMINISTRAÇÃO PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA INSTRUÇÃO: Leia com atenção o Texto 1 para responder às questões

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

Espanhol. Agrupamento de Escolas de Alvalade. Informação - Prova Equivalente a Exame Nacional. Prova 847 2015

Espanhol. Agrupamento de Escolas de Alvalade. Informação - Prova Equivalente a Exame Nacional. Prova 847 2015 Informação - Prova Equivalente a Exame Nacional Espanhol Prova 847 2015 11º ano de escolaridade continuação (CCH) Tipo de prova Escrita Duração 120 min + 30 min Nº de páginas 7 1 Introdução Temas transversais:

Leia mais

(1) Ha muita cadeira na sala. (2) Tres cafes por favor.

(1) Ha muita cadeira na sala. (2) Tres cafes por favor. ABSTRACT: Following the tradition of English grammar, some authors have distinguished between count and non-count nouns in Portuguese. The present paper resumes this discussion and develops the hypothesis

Leia mais

Joyce das Flores 1 1 Mestra em Saúde Coletiva pelo Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IESC/ UFRJ).

Joyce das Flores 1 1 Mestra em Saúde Coletiva pelo Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IESC/ UFRJ). As práticas do cuidado em saúde num serviço hospitalar de doenças infecciosas e parasitárias do Rio de Janeiro como principal destino do itinerário terapêutico das pessoas que vivem com HIV/aids. Joyce

Leia mais

3, 2, 1 Partida para uma ideia Eco

3, 2, 1 Partida para uma ideia Eco 1 Concurso Jovens Autores de Histórias Ilustradas 2ª Edição Organização: - Nissan Autora: Ana Margarida Carvalho da Costa 18 anos (Curso Técnico de Comunicação/ Marketing, Relações Públicas e Publicidade).

Leia mais

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS Agenda da Conferência O que são redes? O que são redes interorganizacionais? Breve histórico das redes interorganizacionais Tipos

Leia mais

Microeconomia Teoria do Consumidor Oferta - Equilíbrio

Microeconomia Teoria do Consumidor Oferta - Equilíbrio Aula 6 Abordagens da Teoria do Consumidor Microeconomia Teoria do Consumidor Oferta - Equilíbrio Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves UNESP Sorocaba -SP Historicamente, ao observar-se o desenvolvimento da

Leia mais

O resumo Se procurares num dicionário o verbo resumir encontrarás uma definição semelhante a esta: dizer em poucas palavras o que se disse ou escreveu mais extensivamente; condensar. Sendo uma forma de

Leia mais

Aquisição da linguagem oral e escrita

Aquisição da linguagem oral e escrita Aquisição da linguagem oral e escrita Castilho Francisco Schneider INTRODUÇÃO Behavioristicamente, o termo aquisição de linguagem pode ser aceito sem questionamentos. Já sob o enfoque chomskiano, parece-nos

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS Roosevelt Belchior Lima Neste artigo será apresentada uma proposta de acompanhamento

Leia mais

Casos de teste semânticos. Casos de teste valorados. Determinar resultados esperados. Gerar script de teste automatizado.

Casos de teste semânticos. Casos de teste valorados. Determinar resultados esperados. Gerar script de teste automatizado. 1 Introdução Testes são importantes técnicas de controle da qualidade do software. Entretanto, testes tendem a ser pouco eficazes devido à inadequação das ferramentas de teste existentes [NIST, 2002].

Leia mais

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto.

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Pré-texto Capa Folha de Rosto Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Sumário Texto

Leia mais

O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS.

O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS. O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS. Carolina de Paula Machado 1 A análise semântica de uma palavra, que não se paute por uma visão formal,

Leia mais

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS 2013

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS 2013 NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS 2013 Jaciara-MT 2013 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO FORMATO Os trabalhos acadêmicos devem ser em conformidade com os apontamentos a seguir. Papel branco, Formato A4 (21

Leia mais

4.1. UML Diagramas de casos de uso

4.1. UML Diagramas de casos de uso Engenharia de Software 4.1. UML Diagramas de casos de uso Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Utilizados para ajudar na análise de requisitos Através da forma como o utilizador usa o sistema

Leia mais

Jair Teixeira dos Reis Auditor Fiscal do Trabalho e Professor Universitário

Jair Teixeira dos Reis Auditor Fiscal do Trabalho e Professor Universitário Jair Teixeira dos Reis Auditor Fiscal do Trabalho e Professor Universitário 1. Introdução A proteção social surgiu no desenvolvimento da sociedade como uma preocupação de ordem humanitária, especialmente

Leia mais

9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês

9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês Cap. 9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês 92 9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês Nesta parte do trabalho, analisarei alguns resultados da análise dos

Leia mais

Deve-se analisar a frase e sublinhar todas as formas verbais nelas existentes. Assim sendo, a frase fica:

Deve-se analisar a frase e sublinhar todas as formas verbais nelas existentes. Assim sendo, a frase fica: Revisão sobre: - Orações complexas: coordenação e subordinação. - Análise morfológica e análise sintáctica. - Conjugação verbal: pronominal, reflexa, recíproca, perifrástica. - Relação entre palavras.

Leia mais

Informação Prova de Equivalência à Frequência

Informação Prova de Equivalência à Frequência Ano letivo 2014/2015 Ensino Secundário - 1ª e 2ª Fase Disciplina de ESPANHOL (INICIAÇÃO BIENAL) - 375 Informação Prova de Equivalência à Frequência 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA CURSO: TÉCNICO EM ALIMENTOS FORMA/GRAU: ( x )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ COORDENADORIA DE CONCURSOS CCV

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ COORDENADORIA DE CONCURSOS CCV Questão: 02 A questão 02 aborda compreensão leitora. A alternativa correta é a (C), que afirma que o SMS, apesar de barato, perde mercado para programas como Viber. No trecho Uma mensagem pode não custar

Leia mais

Introdução à Engenharia de

Introdução à Engenharia de Introdução à Engenharia de Computação Tópico: Sistemas de Numeração José Gonçalves - LPRM/DI/UFES Introdução à Engenharia de Computação Introdução O número é um conceito abstrato que representa a idéia

Leia mais

d) Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo

d) Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo Em Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz., a expressão destacada é a) adjunto adnominal. b) sujeito paciente. c) objeto indireto. d) complemento nominal. e) agente da passiva. 1 Em

Leia mais

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças.

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças. 1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças. Guia de orientações para a elaboração do Plano

Leia mais

Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM

Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM Capítulo 6 ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DAS ESTRADAS DE RODAGEM 6.1. INTRODUÇÃO A geometria de uma estrada é definida pelo traçado do seu eixo em planta e pelos perfis longitudinal e transversal. A Fig. 6.1 apresentada

Leia mais

Relações entre Variáveis Nominais: O Teste do Qui-Quadrado (χ 2 )

Relações entre Variáveis Nominais: O Teste do Qui-Quadrado (χ 2 ) Relações entre Variáveis Nominais: O Teste do Qui-Quadrado (χ ) Quando queremos medir a relação entre duas variáveis nominais, por exemplo, o sexo de uma pessoa (masculino/feminino) e a sua preferência

Leia mais

AS LEIS DE NEWTON PROFESSOR ANDERSON VIEIRA

AS LEIS DE NEWTON PROFESSOR ANDERSON VIEIRA CAPÍTULO 1 AS LEIS DE NEWTON PROFESSOR ANDERSON VIEIRA Talvez o conceito físico mais intuitivo que carregamos conosco, seja a noção do que é uma força. Muito embora, formalmente, seja algo bastante complicado

Leia mais

1.º CEB. Clara Amorim

1.º CEB. Clara Amorim 1.º CEB Metas Curriculares de Português Documento de referência para o ensino e a aprendizagem e para a avaliação interna e externa, de progressiva utilização obrigatória. Contém os conteúdos do programa

Leia mais

NCE UNEMAT 2005 NÍVEL SUPERIOR

NCE UNEMAT 2005 NÍVEL SUPERIOR NCE UNEMAT 2005 NÍVEL SUPERIOR TEXTO URGÊNCIA Ao constatar que, de 40 pessoas que costumam dormir nas praias de Copacabana e Ipanema, 35 vieram de fora da cidade, a Secretaria municipal de Assistência

Leia mais