Associação Portuguesa de Adictologia adere à Federação Europeia de Sociedades de Adictologia EUFAS

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1 Abr 2011 SÓ PARA PROFISSIONAIS Associação Portuguesa de Adictologia adere à Federação Europeia de Sociedades de Adictologia EUFAS Socidrogalcohol: 38 anos de rigor científico Daniel Serrão e Rosário Gil distinguidos com prémios da saúde Revista Mensal 2 Euros

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3 Índice Editorial... 3 Núcleo Territorial do Eixo Fundão Covilhã organiza seminário e avalia operacionalização do PORI... 4 Prémio Nacional de Saúde Comunidade Terapêutica Arco-Íris... 8 Vila Vitória Saúde Mental Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto...15 Seminário Psicopatologia e Uso de Substâncias Psicoactivas Opinião...17 XXXVIII Jornadas de Socidrogalcohol FICHA TÉCNICA: Propriedade, Redacção e Direcção: News-Coop - Informação e Comunicação, CRL Rua António Ramalho, 600E Senhora da Hora Matosinhos Publicação periódica mensal registada no ICS com o nº Tiragem: exemplares Contactos: Director: Sérgio Oliveira Editor: António Sérgio Colaboração: Mireia Pascual Produção Gráfica: Ana Oliveira Impressão: Ginocar Produções, S.A. Editorial 3 Porque nos querem no lixo? Andam por aí uns senhores que ninguém sabe quem são, ao que vêm ou o que querem são os senhores do Rating. Recebem para apresentar impactos negativos de países soberanos, para logo a seguir vir alguém emprestar à taxa de juro por si determinada, para que o pobre devedor entretanto enviado para o lixo, fique lixado e sem crédito. E neste lamaçal e desregulado sector financeiro, alguém anda a ganhar com a desgraça imposta por estes senhores do Rating! Um punhado de gente sem escrúpulos que jogam com o destino e a soberania dos estados. Na verdade, o Capital Group, através da Capital World Investors, é o maior accionista da Standard & Poor s e tem uma das maiores participações na Moody s. Em simultâneo, detém um investimento significativo em títulos de dívidas soberanas: entre eles, 370 milhões de euros em dívida da Irlanda, Portugal, Espanha e Grécia. Ou seja, o mesmo grupo que avalia o risco das dívidas beneficia das evoluções do mercado da dívida. Avalia e lucra, e Não são estas mesmas agências que valorizam produtos tóxicos nas suas classificações como são os casos da empresa financeira Bernard Madoff, que apesar de ser uma das melhores classificadas, ficou notabilizada pela hecatombe financeira? Ou o banco Lehman Brothers que sempre teve a classificação máxima até à sua falência? E o caso da Enron uma das maiores empresas mundiais de energia, que foi à falência quatro dias depois de lhe ser baixado o rating? Quanto à credibilidade, estamos fali(a)dos! Mas o que mais me espanta não é a forma como esta gente especula e manipula os dados. Pelo contrario, é o silêncio das instituições e dos países. Silêncio sobre os interesses que poderão estar por detrás desta gente que está a causar um colapso nos mercados europeus e consequentemente do sistema financeiro. Silêncio sobre a legitimidade e influência com que estas agências de rating têm vindo a contagiar as entidades financeiras de Portugal, Espanha, Itália, Irlanda e Reino Unido? Por que razão e motivo emitiram estas informações tendenciosas e exageradas? O que os teria levado a manipularem o mercado com a divulgação destas falsas informações, e com que objectivos? Não será isto um crime? Um atentado à soberania dos Países, um caso de terrorismo financeiro? O que se passa com Portugal, Grécia e Irlanda é grave, e mais grave ainda é que todos sabemos que a seguir vem a Bélgica, Espanha, Itália e a Europa a que pertencemos não se apresenta unida e solidária para fazer face a uma crise que é de todos e que, apesar de terem passados dois anos, os decisores políticos ainda nada fizeram para inverter a crise orçamental e financeira de quase todos os países do mundo. Não é o poder económico e muito menos o financeiro, que tem de encontrar a solução para a crise. Estes, vivem dela. Por isso, talvez valesse a pena investigar estas agências de rating, cujo poder e influência atingiu uma tal dimensão que está a causar a maior crise financeira de que há memória na nossa história recente. Mas investigar também a origem, a fonte de financiamento, de onde vem e para onde vai o dinheiro, os mandantes e os pagantes, as comissões, enfim tantas perguntas que cada estado e todos deveriam fazer para lavar a face desta pouca vergonha a que os povos de todo o mundo estão sujeitos. Porque serão eles a decidir o nosso destino? Sérgio Oliveira

4 4 Núcleo Territorial do Eixo Fundão Covilhã organiza seminário e avalia operacionalização do PORI Dependências: saber mais para arriscar menos A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade da Beira Interior foi o palco escolhido, no passado dia 4 de Maio, para a realização do seminário Dependências: Saber Mais para Arriscar Menos. Organizado pelo Núcleo Territorial do Eixo Fundão - Covilhã, no âmbito do Plano Operacional de Respostas Integradas (PORI), o evento contou com a presença das entidades envolvidas no CRI e nos PRI locais, com os promotores dos projectos levados a cabo naquelas regiões, para além do presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência, João Goulão e do Delegado Regional do Centro Carlos Ramalheira. Decorridos dois anos de execução dos projectos a intervir no território, nomeadamente o Abraça a Escola, o UBI Acolhe e o Vive a Noite, pretendeu-se com este seminário enquadrar localmente o Plano Nacional Contra as Drogas e as Toxicodependências, reflectir acerca dos riscos associados ao consumo de substâncias psicoactivas e divulgar os projectos implementados a nível local e, finalmente, permitir a articulação integrada e complementar de todas as intervenções existentes no território de forma a Saber Mais para Arriscar Menos. Do encontro resultaram momentos de reflexão-acção, onde se debateram variadas questões relativas à intervenção na área das dependências, chamando para o efeito docentes e profissionais desta temática. PORI como pano de fundo O PORI é uma medida estruturante ao nível da intervenção integrada que procura potenciar as sinergias e os recursos disponíveis num dado território, com o objectivo de reduzir a procura de substâncias psicoactivas e congregar esforços com um fim comum que visem implementar e desenvolver respostas que colmatem as necessidades identificadas em diagnóstico do território Eixo Fundão-Covilhã. No fundo, foi esta metodologia que permitiu mapear o país em termos de diagnóstico e identificar territórios, contextos e populações, a um nível micro, de forma a definir prioridades e intervenções. Dependências marcou presença no evento, que decorreu na cidade da Covilhã, e entrevistou João Fatela Davide, Coordenador do Núcleo Territorial do Eixo Fundão Covilhã. Que avaliação faz da implementação, até à data, dos projectos implementados neste território? João Fatela Davide (JF) Tivemos aqui a oportunidade de assistir à apresentação de alguns dados relativos aos projectos implementados no território e a conclusão aponta para a obtenção de indicadores bastante positivos. Apesar de termos a consciência de que atravessamos uma altura em que os recursos económicos são bastante diminutos, verificamos a necessidade da manutenção de algumas intervenções no terreno. E, face à boa actuação de determinados projectos, conseguiu-se assegurar a manutenção, por mais dois anos, da sua intervenção. É possível apresentar já resultados práticos resultantes dessas intervenções? JF Ainda não nos chegaram os relatórios finais mas sabemos que esses dados já existem e serão aqui apresentados durante a tarde. Sabemos que os mesmos são bastante satisfatórios, houve uma boa actuação e intervenções muito úteis das quais resultou alguma diminuição de populações consumidoras e mudanças de algum tipo de atitudes, nomeadamente ao nível dos programas de prevenção implementados nas escolas. Claro que os verdadeiros efeitos destas intervenções só se irão verificar mais tarde mas, de qualquer maneira, já há um feed back que traduz uma melhoria comportamental por parte dos jovens. A renovação destes projectos por mais dois anos é positiva? JF Sem dúvida! E é isso que devemos valorizar. Os projectos estão a ser eficazes localmente e, como tal, conseguiu-se que fossem prorrogados. Outros, porém, tiveram que ser reestruturados e não conseguimos a renovação uma vez que os objectivos não chegaram a ser bem alcançados mas a renovação destes é um sinal muito positivo. Quais foram os projectos prorrogados? JF Ao nível do Eixo Fundão Covilhã, foi o projecto de reinserção Vive a Noite, que passará também a cobrir a valência de intervenção junto de comunidades académicas. O projecto de prevenção escolar também se mantém, alargando o âmbito de intervenção a outras escolas. Que principais indicadores de consumos e de recurso às estruturas disponíveis no território realçaria no contexto do CRI de Castelo Branco? JF Ao nível do tratamento, verifica-se uma estabilização dos consumos das drogas clássicas. Há realmente um aumento de novos consumidores ao nível das sintéticas e outro aumento verifica-se ao nível dos consumidores de álcool, uma das nossas grandes preocupações actuais. Inicialmente, projectámos intervenções para consumos de substâncias

5 Ainda não nos chegaram os relatórios finais mas sabemos que esses dados já existem e serão aqui apresentados durante a tarde. Sabemos que os mesmos são bastante satisfatórios, houve uma boa actuação e intervenções muito úteis das quais resultou alguma diminuição de populações consumidoras e mudanças de algum tipo de atitudes, nomeadamente ao nível dos programas de prevenção implementados nas escolas. Claro que os verdadeiros efeitos destas intervenções só se irão verificar mais tarde mas, de qualquer maneira, já há um feed back que traduz uma melhoria comportamental por parte dos jovens. 5 As faixas etárias mais jovens também têm recorrido mais a esse tipo de apoio? JF Sim, quando falamos nestes tipos de consumo, são geralmente as faixas etárias mais jovens que os praticam e são igualmente essas que têm procurado apoio. E estes programas apresentam essa vantagem ao nível da sensibilização e posterior encaminhamento para tratamento. Em Castelo Branco vigorou até há pouco tempo outro projecto que, infelizmente, por questões económicas, não foi possível prorrogar, o Geração Mais, que também visava intervenções em contextos nocturnos e permitia o encaminhamento desses jovens. psicoactivas e, posteriormente, verificámos no terreno que teríamos que abranger igualmente o álcool porque, umas vezes, são complementares e, noutras, o álcool revela-se até mais problemático do que as outras substâncias psicoactivas. Os consumos de heroína e de cocaína estão também a decrescer nesta região interior do país? JF Sim, estão. Como referi, verificámos um aumento do consumo de álcool e de substâncias sintéticas e, por outro lado, uma estabilização ou diminuição dos consumidores habituais das drogas mais clássicas, bem como dos primeiros consumidores de heroína ou de cocaína. Têm notado algum incremento da procura de ajuda terapêutica para problemas relacionados com consumos de haxixe e cannabis? JF Sim, neste momento essa é uma das áreas em que se nota já algum incremento. Quer, por um lado, pela vinda de indivíduos que são encaminhados pela Comissão de Dissuasão da Toxicodependência, quer pelo facto de geralmente estarem associados a consumos de drogas de síntese, que têm originado preocupações relativamente à procura de apoio. O Dr. João Fatela, na sua comunicação, visou essencialmente o PORI, enquanto nova metodologia para diagnosticar e definir intervenções Após a criação deste PRI, que tipo de respostas foram criadas na região para suprimir áreas até então lacunares? JF As intervenções foram precisamente estes três projectos, um de intervenção ao nível da prevenção em meio escolar, o Abraça a Escola, outro de intervenção ao nível da prevenção junto de jovens universitários, o UBI Acolhe e o Vive a Noite, de intervenção essencialmente ao nível da redução de riscos em espaços nocturnos e de lazer. Como avalia a resposta e a adesão da sociedade civil nesta nova lógica concursal que se seguiu à implementação do PORI? JF Houve realmente um grande empenho. Foi uma modificação completa na metodologia que utilizávamos no âmbito do próprio serviço. Como o Dr. João Goulão referiu, há uns anos atrás, eram as próprias entidades que chegavam à procura de dinheiro para fazerem isto ou aquilo, o que poderia não resultar em consequências efectivas na diminuição de consumos ou na obtenção de outros objectivos mas não havia propriamente um diagnóstico nem se sabia efectivamente quais eram as necessidades existentes em cada região. Esta metodologia do PORI modificou completamente isso, levando a que, antes de tudo, fizéssemos o diagnóstico. Depois, planeia-se como intervir.

6 6 Prémio Nacional de Saúde 2010 Daniel Serrão e Rosário Gil distinguidos com prémios da saúde O médico e cientista Daniel Serrão foi distinguido com o Prémio Nacional de Saúde 2010, pelos contributos inequívocos prestados no decurso do seu desempenho profissional, segundo um comunicado da Direcção-Geral de Saúde. O reconhecimento foi prestado no passado dia 7 de Abril, no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Saúde, numa sessão realizada no Porto e presidida pela ministra da saúde, Ana Jorge, e que serviu ainda para homenagear distintas individualidades com méritos conquistados em diversos sectores da saúde. Rosário Gil, ex membro do CD do IDT foi uma das individualidades distinguidas pelo Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde atribui, desde 1967, medalhas de serviços distintos a profissionais e entidades colectivas ligadas à Saúde. Já o Prémio Nacional de Saúde, que existe desde 2006, visa distinguir anualmente uma personalidade que tenha contribuído, inequivocamente, para a obtenção de ganhos em saúde ou para o prestígio das organizações de saúde no âmbito do Serviço Nacional de Saúde. A relevância e excelência no âmbito das Ciências da Saúde, nos seus aspectos de promoção, prevenção e prestação de cuidados de saúde foi assim reconhecida a Daniel Serrão. O notável contributo do laureado para o desenvolvimento da Anatomia Patológica no País, a dedicada atenção concedida à reflexão sobre o futuro, a estrutura e a sustentabilidade do sistema nacional de saúde e ainda a sua projecção internacional no campo da patologia e na área da ética médica e da bioética motivaram o júri do Prémio Nacional de Saúde 2010 a atribuir o prémio a Daniel Serrão. A cerimónia foi antecedida pela realização de uma sessão subordinada ao tema Resistência aos Antimicrobianos: se não actuamos hoje, não haverá cura amanhã, a propósito da comemoração do Dia Mundial da Saúde. Dependências marcou presença no evento e reproduz aqui o discurso proferido pelo médico e cientista português: Daniel Serrão Não vou repetir o Non sum Dignus, o não sou digno de receber este Prémio Nacional de Saúde porque estaria a ser hipócrita. Oitenta e três anos de vida, sessenta e quatro dos quais vividos dentro deste universo da saúde como estudante na Faculdade de Medicina, como médico, como patologista profissional, como professor e como director de serviço hospitalar são tempo bastante para que tenha feito algumas coisas boas nas múltiplas actividades ligadas à prestação de cuidados de saúde que fui cumprindo ao longo deste tempo. Então, a atribuição do Prémio Nacional de Saúde significará o reconhecimento por algumas dessas tais coisas boas que me foram atribuídas. A mim, nesta ocasião, cabe-me agradecer. Mas há seguramente centenas de outros profissionais de saúde merecedores desta distinção. Cabe perguntar: porquê eu? Tanto quanto sei, um grande médico, o Professor Henrique Lecour, terá tomado a iniciativa de apresentar o meu nome, e de fundamentar a apresentação, a um júri, constituído pelos presidentes das ordens profissionais da área da saúde médicos, farmacêuticos, enfermeiros e por um representante da Direcção-Geral da Saúde. Júri este presidido por uma figura ímpar da ciência médica portuguesa, que é o prestigiado investigador científico, Professor Walter Osswald. São estes os responsáveis por eu me encontrar hoje nesta situação de recipiendário de um prémio com o prestígio do Prémio Nacional de Saúde. E a recebê-lo, das mãos da Senhora Ministra no Dia Mundial da Saúde. Estou muito grato a todos. E podia ficar por aqui dando jus ao aforismo latino Este brevis et placebis, sê breve e agradarás. Mas o protocolo desta sessão concede-me alguns minutos que vou aproveitar para uma reflexão simples, em nome da ética.

7 Prémio Nacional de Saúde Se não actuamos hoje não haverá cura amanhã Quando tive de estudar, nos anos noventa, com apurados critérios científicos e não ideológicos, os vários sistemas de prestação de cuidados de saúde, para poder orientar o Conselho de Reflexão sobre a saúde, ao qual o Conselho de Ministros deu o encargo de fundamentar uma reforma do SNS, num horizonte temporal de 15 anos, cheguei às seguintes conclusões que sintetizo: 1. Quer o modelo alemão, quer o do Reino Unido, quer o dos Estados Unidos, tinham uma história de pouco mais de 50 anos que, em todos os modelos, estava rigorosamente ligada às condições económicas, sociais e políticas que ditaram a sua criação. A saber, a poderosa expansão da indústria alemã com mão-de-obra intensiva, a necessidade de reprovar o Reino Unido no final da guerra mundial e o reforço da doutrina do liberalismo económico na América do Norte. Esta vinculação explica as diferenças entre os três modelos, na sua pureza originária. As diferenças nada tinham a ver com ideologias. Como vem sendo habitual, a cerimónia deste ano serviu igualmente para o Ministério da Saúde distinguir uma série de personalidades que, ao longo das suas carreiras, têm vindo a contribuir decisivamente para o desenvolvimento dos serviços e respostas nas áreas ou instituições da saúde onde exerceram actividades. Foi o caso de Rosário Gil, ex membro do Conselho Directivo do IDT, distinguida com a medalha de mérito grau ouro. Apesar de ter recentemente terminado a sua carreira profissional, o legado de Rosário Gil continua a merecer reconhecimento e os mais elevados elogios. 2. A segunda conclusão foi a de que, mesmo mantendo a sua pureza originária, todos eram plurais, porque as sociedades são plurais; e todos evoluíram, ao longo do tempo, por meio de reformas, porque as sociedades são evolutivas e reformam-se. As reformas do sistema alemão, inglês e americano são estudadas e planeadas cuidadosamente e são executadas com a participação activa e empenhada dos cidadãos e dos agentes profissionais. Nunca houve pressa no Reino Unido e as reformas do NHS, pelo menos três grandes reformas, cruzaram, horizontalmente, a alternância no Poder, de Trabalhistas e de Conservadores. Na Alemanha, como na Holanda, os custos dos cuidados de saúde são equilibrados, anualmente, com o valor da riqueza gerada pelo sistema produtivo. Na América, o debate sobre a intervenção do orçamento do Estado da União em apoio aos desfavorecidos, atenuando a rigidez do sistema liberal, vem desde o Presidente Clinton e é uma promessa do actual Presidente, que está a ser difícil de concretizar. Portugal tem um Sistema tendencialmente monopolista e tendencialmente gratuito. Que terá de reformar estruturalmente. Sendo o mais justo é o mais difícil de gerir e de pagar. Diminuir a oferta em tempos de crise financeira do Estado parece inevitável, dizem alguns especialistas. Controlar a procura por via administrativa parece a melhor solução, para outros especialistas. E as pessoas, como vão aceitar as limitações ao direito de acesso a cuidados gerais, universais e gratuitos? Que para elas não é um direito adquirido mas é, sim, um direito que lhes foi oferecido pela generosidade do Estado Social. E não cuidam de saber quem o paga. São tempos difíceis que apelam muito à coragem de quem tem de gerir este sector da governação. Coragem que tem de ser agradecida pelos cidadãos conscientes. E é o que eu faço neste momento a Senhora Ministra: Agradeço-lhe.

8 8 Comunidade Terapêutica Arco-Íris Um programa terapêutico de qualidade Enquadramento Institucional A CTAI surgiu a 21 de Junho de 1978, e encontra-se sob a tutela directa da Delegação Regional do Centro do Instituto da Droga e da Toxicodependência, IP. É uma unidade especializada mista, de tratamento residencial prolongado de comportamentos aditivos, com a lotação de 12 camas, apresentando como atribuições, de acordo com o n.º 5, do Despacho nº 51/2008, de 01 de Outubro, designadamente, prestar cuidados a doentes toxicodependentes e doentes com síndrome de abuso e dependência de álcool que necessitem de internamento prolongado, com apoio psicoterapêutico e socioterapêutico, sob supervisão psiquiátrica. A missão instituída consubstancia uma Unidade pública de internamento em fase não aguda especializada no tratamento, habilitação/reabilitação e inserção de pessoas com comportamentos aditivos e respectivas co-morbilidades associadas. Da sua visão organizacional decorre o facto de Querer-mos ser líderes no tratamento, habilitação/reabilitação e inserção de pessoas com comportamentos aditivos e co-morbilidades associadas, privilegiando a articulação institucional e a participação activa na comunidade. Para o desenvolvimento destas preconizamos os valores organizacionais: Legalidade - Garantir o exercício da cidadania e a plenitude no acesso aos direitos humanos dos doentes em tratamento; Ética, confidencialidade e consentimento informado Assegurar que todos os dados dos doentes internados referentes à sua situação terapêutica, diagnóstica, tratamento e de carácter pessoal, são sigilosos; Humanismo Reconhecimento da plena dignidade humana das pessoas envolvidas no fenómeno dos comportamentos aditivos; Centralidade Assumir total respeito pela singularidade e personalidade do doente, disponibilizando recursos de acordo com as suas necessidades, interesses, expectativas, capacidades e competências; Qualidade e inovação das intervenções Avaliação contínua da intervenção realizada face aos parâmetros e procedimentos considerados de boas práticas e de rigor científico adequado; Qualificação dos recursos humanos Assegurar o potencial do capital humano da organização para garantir a qualidade da intervenção. c. Contribuir para a anulação, estabilização ou retardamento de doenças concomitantes; d. Privilegiar a interacção com a família e/ou significativos e com a comunidade, no sentido de optimizar os níveis de participação e envolvimento social; e. Fomentar estratégias de reforço da auto-estima, de valorização e de autonomia pessoal e social, promovendo o desenvolvimento afectivo. Fig. 1 - Organograma da DRC do IDT, I.P. Modelo teórico e organizacional O modelo de tratamento em vigor na CTAI (Fig. 2), assenta na adaptação do protótipo funcional da prestação de cuidados assistenciais integrados à pessoa dependente de substâncias psicoactivas, apresentado por Alan Leshner (1999) em Principles of drug addiction treatment, publicado pelo National Institut on Drug Abuse, como complemento das conceptualizações de Moratória Psicossocial, de Maxwell Jones e das Daytop Village. São entendíveis como objectivos gerais da organização: a. Promover a qualidade de vida, através da promoção da saúde e da prevenção de incapacidades; b. Proporcionar serviços permanentes e adequados à problemática biopsicossocial das pessoas dependentes de substâncias de uso/ abuso, optimizando e compensando as funções cognitivas e comportamentais; Fig. 2 Modelo de tratamento da CTAI/DRC/IDT, IP

9 Comunidade Terapêutica Arco-Íris 9 A sua estrutura organizacional encontra-se delineada tendo em conta não só os fins que a Unidade persegue, como também os recursos humanos disponíveis: equipa de profissionais com elevada especialização ao nível dos conhecimentos o que potencia inter e multidisciplinaridade. Acrescente-se ainda que a própria Unidade constitui-se como um micro- -sistema social onde as responsabilidades são partilhadas com os doentes em tratamento como forma de promover a habilitação e/ou reabilitação de competências pessoais e relacionais, os mesmos tornam-se, deste modo, parte integrante da própria estrutura. Como se observa na Fig. nº 3, a Unidade enquadra um processo de gestão por objectivos Top to Down, sendo a gestão interna da CTAI partilhada entre a Delegação Regional do Centro do IDT, IP, a Direcção Clínica Regional e o Director Técnico, salientando-se organizacionalmente como um modelo de serviços matricial, funcionando horizontalmente de forma interdependente, articulada e partilhada, de modo a responder não só às necessidades quotidianas do seu próprio funcionamento, como às evidenciadas pelos stakeholders internos e externos. Esta característica organizacional especifica contempla os doentes em tratamento como parte integrante da estrutura, cabendo ao doente com maior progressão terapêutica, e sob supervisão da equipe técnica, coordenar os restantes elementos do grupo em tratamento, nas suas várias responsabilidades decorrentes do exercício das Actividades de Vida Diária, as quais são distribuídas de forma rotativa, de modo a que cada residente experiencie as exigências do cumprimento destas responsabilidades em contexto institucional protegido. Neste sentido, são entendíveis como factores essenciais para eficácia, eficiência e qualidade dos serviços prestados, os seguintes aspectos: 1. Focalização na pessoa doente internada, com o objectivo de satisfazer as suas necessidades e conseguir a sua máxima satisfação; 2. Abordagem global do sistema de gestionário, assumindo-se como parte integrante da estratégia da organização; 3. Visão horizontal de funções e serviços, que envolvem todos os colaboradores, do topo à base, estendendo-se a montante e a jusante da prestação de cuidados assistenciais, incluindo doentes, significativos/familiares e restantes interessados da sociedade civil; 4. Aprendizagem permanente e adaptação à mudança contínua como chaves para o sucesso organizacional. A sua orgânica interna, baseada na gestão por processos, observa os procedimentos inerentes à vertente administrativa, assistencial, organizacional, salientando-se, desde logo, os protocolo de ingresso (candidatura, avaliação e admissão/acolhimento), de tratamento (planificação individual da intervenção, intervenção farmacológica, grupal organizativa, terapêutica, familiar, reinserção social, psico-pedagógica e lúdico- -recreativa), de alta (incluindo acompanhamento no pós-alta e prevenção de recaída) e monitorização (funcional, assistencial, ganhos em saúde e qualidade percebida), como os mais estruturantes para a consecução das metas referidas no parágrafo anterior. Fig. 3 Organograma da CTAI da DRC/IDT, IP A C.T.A.I. tem as seguintes características terapêuticas A Unidade consubstancia-se numa estrutura terapêutica que atravessa todas as relações e actividades no seu interior, promovendo um constante balanço entre a democracia, terapia e autonomia, fomentando a

10 10 Comunidade Terapêutica Arco-Íris A missão instituída consubstancia uma Unidade pública de internamento em fase não aguda especializada no tratamento, habilitação/ reabilitação e inserção de pessoas com comportamentos aditivos e respectivas co-morbilidades associadas. aprendizagem social através da interacção, confrontação, pressão dos pares, promovendo a compreensão e expressão das emoções, a responsabilização do residente pelo seu comportamento, aumento da auto- -estima através da realização de tarefas e da ajuda dos pares, a internalização de um sistema de valores sócio-relacionais e a melhoria das relações com a família de origem. Critérios de inclusão A CTAI promove a avaliação diagnóstica para admissão a internamento de pessoas de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 18 anos, com diagnóstico clínico de uso/abuso e/ou dependência de substâncias lícitas ou ilícitas, que: a. Não encontrem no seu meio social, familiar e profissional de origem, estrutura e suporte que sustente a manutenção do seu processo de reabilitação e consequente abstinência; b. Revelem motivação para se integrarem o programa terapêutico da Comunidade, em situação de abstinência, com ou sem antagonista, ou incluídos em programas de substituição com agonista opiáceo; c. Necessitem de apoio sanitário especializado para reorganizar o seu processo de reabilitação e integração familiar e socioprofissional e portadores do vírus VIH/SIDA, cuja carência ou desestruturação social e/ou familiar impeça a manutenção da terapêutica farmacológica e o respectivo acompanhamento especializado Processo de admissão O protocolo de admissão encontra-se centralizado num interlocutor, que medeia toda a articulação em termos inter-institucionais e multidisciplinares: a) Processo de sinalização do proponente a internamento: Sinalização do doente proposto, recepção das propostas de internamento, declaração do proponente, relatórios clínicos (médico, psicológico e social) e exames complementares de diagnóstico. b) Processo de avaliação previa do candidato a internamento, Efectuada através de entrevistas ao candidato e familiares e carta de intenções ao candidato. São realizadas efectuadas duas entrevistas para avaliação diagnóstica acerca da motivação do candidato, da indicação para o programa terapêutico, do projecto de vida do candidato e expectativas em relação ao programa terapêutico. c) Processo de admissão/acolhimento, Envolve os procedimentos de natureza administrativa, enquadramento institucional e grupal, efectuado em estreita colaboração com os residentes com mais tempo de internamento. Programa Terapêutico

11 Comunidade Terapêutica Arco-Íris 11 A CTAI promove a avaliação diagnóstica para admissão a internamento de pessoas de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 18 anos, com diagnóstico clínico de uso/abuso e/ou dependência de substâncias lícitas ou ilícitas O Programa Terapêutico da Comunidade tem a duração de 9 a 12 meses, estruturado em quatro fases, sendo a 4ª fase realizada já em contexto de inclusão social, apenas sob supervisão periódica da Equipe Técnica. Este assenta no princípio da Planificação Individual de Tratamento, elaborado ao final do 1º mês de internamento, tendo como áreas de abordagem a intervenção médico/psiquiátrica, psicoterapêutica, socioterapêutica, social, familiar e prevenção de recaída, fomentando-se a monitorização periódica do evolutivo clínico, que determina a respectiva passagem de fase: 1ª Fase: Integração Pretende-se que o doente se integre no funcionamento da casa e do grupo, participando progressivamente e de forma empenhada nas actividades desenvolvidas quotidianamente. 2ª Fase: Auto-Conhecimento Pretende-se um maior conhecimento de si próprio, identificação da razão dos seus comportamentos, em geral, e dos consumos, em particular, a clarificação da natureza das suas relações pessoais, a partilha de sentimentos e investimento na transformação e mudança pessoal. 3ª Fase: Responsabilização e confronto com o exterior - Esta fase prolonga e aprofunda o conhecimento de si próprio e dos outros, tratando agora questões que remetem mais para a sua identidade sócio- -relacional e profissional, exigindo-se uma maior capacidade de moderar e clarificar conflitos e uma maior responsabilização nas tarefas quotidianas. 4ª Fase: Reinserção Pretende-se que o residente assuma de forma mais individualizada o seu processo de reinserção, fomentando-se a autonomização. Actividades Terapêuticas Para o cumprimento do Programa referenciado são disponibilizados os seguintes instrumentos terapêuticos, tendo em linha de conta a especificidade dos Planos Individuais de Tratamento: a) Actividades psicoterapêuticas: Psicodrama; Intervenção familiar; Psicoterapia individual de suporte; Aconselhamento social individual; Reuniões comunitárias; Relaxamento/dinâmica de grupo; Reuniões de feed-back; Reuniões de passagem de fase; Reuniões de casa; Grupos de desenvolvimento de competências relacionais; Grupos de alta e de prevenção de recaída. b) Actividades ocupacionais: Actividades de Vida Diária; Quinta Pedagógica; Atelier Desportivo; Atelier de Informática e Atelier Pedagógico (Português e Filosofia). c) Actividades culturais e recreativas: Saídas de grupo ao exterior programadas; Participação em eventos desportivos e culturais; Comemorações de datas festivas, como aniversários, Natal, Fim de Ano, Carnaval e Páscoa, são passados na Comunidade. d) Actividades de apoio à reinserção social: Plano Individual de Inserção; Colaboração com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, nomeadamente através do Programa Vida-Emprego; Orientação vocacional e profissional; Actividades supervisionadas de procura activa de emprego; Contactos inter-institucionais com entidades formativas no âmbito do Reconhecimento e Validação de Competências e da formação profissional. Seguimento de doentes pós-alta Realizado através de dois formatos complementares. Por um lado, procura-se a manutenção do contacto telefónico periódico e regular pessoalizado com o próprio ou com familiares, por outro lado, são promovidas actividades de grupo, programadas, igualmente, de forma periódica, para as quais são convidados os ex-residentes, promovendo, não apenas o acompanhamento da situação, mas também espaços de partilha de experiências com os actuais residentes. Encontram-se em funcionamento Grupos de Prevenção de Recaída, realizados com uma periodicidade de 6 em 6 semanas, durante um ano, após alta do programa da Comunidade. De igual modo, é disponibilizado acompanhamento psicológico individualizado pós-alta a doentes que assim o desejem, realizado em espaço institucional exterior à Comunidade, sob marcação prévia. A monitorização dos ganhos em saúde é efectuada através de questionários aplicados telefonicamente e de forma sistemática, aos 3, 6, 9, 12 e 24 meses

12 12 Vila Vitória Saúde Mental Vila Vitória: uma solução de vanguarda na saúde mental Longe vão os tempos em que Vila Vitória dava nome a uma clínica que se dedicava exclusivamente à desabituação de utentes dependentes de álcool ou drogas. Adquirida pela actual direcção desde Novembro de 2006, a Vila Vitória Saúde Mental encontra-se ainda numa fase embrionária de remodelação de espaços, por forma a criar um clima familiar e de comodidade, com que irá responder a indivíduos com problemas de saúde mental, associados ou não a consumos de substâncias psicotrópicas ou álcool. Plano terapêutico e funcional já existem, os utentes alvos já estão claramente definidos e a duração dos internamentos poderá ser mesmo indefinida temporalmente, o que não sucede noutras comunidades terapêuticas. Com uma vasta equipa que inclui médicos de psiquiatria e clínica geral, equipa de enfermagem, psicólogos, assistente social, psicoterapia e aconselhamento, as valências asseguradas por esta inovadora resposta passarão ainda por áreas como a formação ou o apoio domiciliário. Dependência visitou um projecto que começa a emergir, fundado na excelência e arrojo dos seus mentores, Paulo Teixeira e Maria do Carmo Dias Loureiro. Maria do Carmo (MC) - Já elaborámos os planos funcional e terapêutico, já desenhámos uma apresentação dos serviços que prestaremos e dos públicos-alvo. No fundo, trata-se de um projecto baseado exclusivamente em saúde mental, o que apresenta um leque muito grande, desde esquizofrenia, passando por duplos diagnósticos adquiridos ou não após consumos e aquelas pessoas que apresentam um envelhecimento precoce a nível intelectual, a nível mental, derivado do abuso de substâncias. Por isso, estamos a criar aqui dentro um ambiente físico muito mais acolhedor e aconchegante, onde os utentes se sentirão em casa, com o suporte de técnicos especializados e vamos direccioná-los, não em saídas para a realidade ou para continuação, como temos eventualmente numa segunda fase, mas para trabalhos lúdicos, ocupações que realizarão cá dentro, que lhes permitirá sentirem-se úteis e produtivos. Quer isso dizer que os internamentos poderão ser muito prolongados Paulo Teixeira - Podem ser indefinidos Ainda não existe uma resposta O que mudará nesta estrutura, após a reestruturação que estão a levar a cabo? Paulo Teixeira (PT) - Como é sabido, esta estrutura funcionava como clínica de desabituação e continuará, temporariamente, a sê-lo. No entanto, seguindo uma sugestão do IDT, iremos transformá-la em comunidade terapêutica. O que pretendemos fazer, enquanto comunidade terapêutica, é que resultará em algo inovador. Nesta primeira fase, estamos a fazer melhoramentos à casa e aos espaços, o que lhe conferirá atributos de uma casa familiar. Cremos que o bom acolhimento é algo muito importante, sobretudo quando pretendemos trabalhar com utentes como aqueles para os quais orientaremos a nossa actividade, nomeadamente duplos diagnósticos, alcoolismo, tratamentos de longa duração. Para o efeito, entendemos que é necessário haver o tal aconchego, não só da nossa equipa técnica, o que já possuímos, mas também das próprias instalações, algo que não acontecia numa unidade que, até aqui, era basicamente hospitalar, do tipo branco com branco

13 Vila Vitória Saúde Mental 13 Estamos a criar aqui dentro um ambiente físico muito mais acolhedor e aconchegante, onde os utentes se sentirão em casa, com o suporte de técnicos especializados e vamos direccioná-los, não em saídas para a realidade ou para continuação, como temos eventualmente numa segunda fase, mas para trabalhos lúdicos, ocupações que realizarão cá dentro, que lhes permitirá sentirem-se úteis e produtivos. legal para isso mas sabemos que existe vontade por parte do Dr. João Goulão e do IDT de estabelecer uma parceria com a Segurança Social para criar uma estrutura dedicada a utentes, como alguns que temos na outra unidade que possuímos, a Clínica Sol Por Hoje, onde existe um caso de um internamento que dura há sete anos e outro há cinco. Nesta unidade, temos um utente há três anos, com uma demência pré-senil adquirida devido ao abuso de álcool, que precisa de cuidados de enfermagem permanentes. E quanto à idade de admissão, já haverá resposta para os mais jovens ou continuarão a admitir apenas maiores de idade? Paulo Teixeira Esta casa não será vocacionada para jovens. Queremos dar calma ao tipo de utentes para os quais esta resposta está orientada e para os mais jovens temos outra solução, a Clínica Sol por Hoje, que dispõe de um programa mais dinâmico e agressivo, com a finalidade de tornar esses utentes válidos e produtivos e rapidamente os reinserir na sociedade. Aqui, proporcionaremos uma minimização do peso que este tipo de utentes representa para as suas famílias, uma minimização dos danos para eles próprios, a ocupação dos seus tempos, para aqueles que ainda possuírem capacidades, criaremos cursos de formação e, para além destas valências, ainda criaremos outra, o apoio domiciliário. Será uma resposta destinada a indivíduos que não possuam apetência para internamento ou para saírem do seu lar. Uma vez que dispomos de uma equipa muito vasta, nomeadamente de enfermagem, fará todo o sentido criar essa valência. O consumo ou dependência de substâncias psicoactivas será condição para os utentes ingressarem em tratamento nesta CT? Maria do Carmo - Não. Obrigatoriamente, qualquer pessoa que necessite de apoio de cuidados e de um espaço favorável ao seu estado físico e psíquico poderá usufruir dos nossos serviços técnicos e clinicos. Existem neste momento outro género de adições tais como o jogo ou a ciberdependencia para as quais temos resposta. Por outro lado teremos um serviço de apoio domiciliário que será dinamizado para todas as pessoas e famílias que tanto fisicamente como psicologicamente não possam desenvolver as suas actividades diárias de ordem pessoal como social. Este serviço é dinamizado por enfermeiros e técnicos domiciliários devidamente credenciados. E como será feita a referenciação dos utentes? Maria do Carmo Os utentes deverão ser referenciados pelo IDT, ou pelo nosso médico psiquiatra, pois neste momento, ainda não estamos articulados com o SNS, embora saibamos que é intenção do Secretário de Estado da Saúde promover essa articulação entre os centros de saúde e as unidades. O que será bom para nós e para os utentes, até porque aqueles que são

14 14 Vila Vitória Saúde Mental Aqui, proporcionaremos uma minimização do peso que este tipo de utentes representa para as suas famílias, uma minimização dos danos para eles próprios, a ocupação dos seus tempos, para aqueles que ainda possuírem capacidades, criaremos cursos de formação. referenciados para a saúde mental não têm neste momento resposta, sendo enviados para a urgência, que por sua vez também não tem qualquer resposta e a solução é abrir a porta. E eles voltam ao mesmo. Desta forma, são muitas vezes os familiares ou amigos dos utentes que nos procuram, precisamente pela especialização que asseguramos e pela ausência de respostas, particularmente para casos de duplos diagnósticos. É muito complicado, por exemplo, para um lar que, no seio de 50 idosos, tenha dois esquizofrénicos dependentes químicos São esses tipos de utentes que podem desestabilizar noutras estruturas não vocacionadas para os mesmos que nós iremos receber. Como é composto o vosso quadro de recursos profissionais? Paulo Teixeira Temos médico psiquiatra Dr. Pedro Silva Carvalho, médica de clínica geral Dra. Isabel Costa Pereira, psicólogos, uma equipa de enfermagem chefiada por um enfermeiro licenciado em saúde mental e que faz parte do Alto Comissariado para a Saúde Mental Enf. Armando Jorge Mucha Carvalho, a parte da psicoterapia, individual e de grupo e a parte de aconselhamento.

15 Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto Uma referência com nova morada 15 Criar e divulgar conhecimento, estimular a investigação científica de grande qualidade e promover o desenvolvimento da Saúde Pública a nível nacional e internacional, são três dos objectivos do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) que, no passado dia 25 de Fevereiro, inaugurou oficialmente as suas instalações no Porto, com a presença da Ministra da Saúde, Ana Jorge, do secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, do Coordenador para a Infecção VIH/sida, Henrique de Barros e do reitor da Universidade do Porto, José Marques dos Santos. Liderado pelo investigador Henrique Barros, o ISPUP conta já com 36 investigadores, 49 estudantes de doutoramento e 70 estudantes de mestrado. Com a parceria da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, o Instituto pretende apostar na investigação e no ensino como bases fundamentais para atingir os objectivos de se afirmar como um líder europeu na produção de conhecimento e de serviços inovadores em Saúde Pública. A investigação no instituto parte essencialmente da epidemiologia e da bioestatística para compreender o impacto dos problemas de saúde e propor medidas que possam melhorar a saúde pública. Por esta altura, o ISPUP agrega já 36 investigadores doutorados em diversas áreas científicas que publicam, anualmente, cerca de 120 artigos em revistas internacionais. Na área do ensino, o instituto tem já cinco cursos de 2º e 3º ciclos em parcerias com quatro faculdades da Universidade do Porto. Para além da oferta formativa, o ISPUP promove também quinzenalmente Seminários de Saúde Pública. Na sessão de inauguração das novas instalações, a ministra da saúde, Ana Jorge, referiu-se ao ISPUP como uma referência nacional e internacional atingida em apenas quatro anos, qualificando-o como um ganho para Portugal e para a saúde. O Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) foi criado em 2007 com o objectivo de se afirmar como um líder europeu na produção de conhecimento e de serviços, mas só sexta-feira é que ganhou casa própria, já que antes estava disperso por diversos equipamentos da universidade. De acordo com Ana Jorge, o ISPUP tem respondido aos novos desafios de saúde pública, formando recursos humanos de grande qualidade, elogiando o facto de o Instituto promover a criação de um conhecimento tão necessário para responder às necessidades de acompanhamento e planeamento das actividades em saúde e de assegurar a investigação científica, competitiva e reconhecida internacionalmente, em áreas específicas das ciências da saúde pública.

16 16 Seminário Psicopatologia e Uso de Substâncias Psicoactivas IDT e Faculdade de Psicologia da Universidade Católica do Porto, organizam um Seminário sobre Psicopatologia e Uso de Substâncias Psicoactivas - Abordagem da Psiquiatria Transcultural com o Prof. Doutor Joan Obiols, que decorreu nos dias 17 e 18 de Março em Lisboa e no Porto, respectivamente, com o objectivo de promover o conhecimento sobre psicopatologia e substâncias psicoactivas enquadrado pela abordagem transcultural e promover a reflexão e a discussão em torno de novas e velhas questões relativas à utilização destas substâncias na sua relação com a saúde mental e com uma abordagem específica das substâncias genericamente conhecidas como psicadélicas. Dependências esteve presente e falou com Prof. Doutor Joan Obiols, psiquiatra e antropólogo, director dos Serviços de Saúde Mental do Hospital de Andorra, doutorado em Antropologia Cultural, professor no Hospital Universitário de Barcelona, com várias pós-graduações na área da psiquiatria transcultural e membro da Secção de Psiquiatria transcultural da World Psychiatryc Association e com um vasto conhecimento sobre o uso de substâncias psicoactivas em diferentes culturas. Joan Obiols Um seminário bastante participado. Com os técnicos muito activos. Joan Obiols (JO) - Fantástico. Estão muito bem preparados para estes temas na sua generalidade! Existem dependências com e sem substância. Como e que respostas? (JO) - Este é um problema novo muito importante, e estamos a detectá-lo em Espanha, em todo o mundo ocidental e também, suponho, em Portugal, de dependências distintas: no campo do jogo patológico, também na dependência da internet, sobretudo da gente jovem, que passa muitas horas em frente ao computador, principalmente de noite com os mais diversificados usos de temáticas alojadas na internet. Contudo, este não é um caso isolado, também se fala bastante da dependência das compras compulsivas, pessoas, na sua maior parte mulheres, que têm problemas emocionais e usam a compra compulsiva como forma de controlar esses mesmos problemas. Como há uma variedade enorme de comportamentos disfuncionais, o que acontece é que ainda conhecemos muito pouco a realidade deste tipo de dependências. Neste sentido, pensamos iniciar no campo da psiquiatria e da psicologia, uma forma de combate através de terapias adequadas a cada caso. Isso quer dizer que não existem respostas? (JO) - Há respostas, mas julgo que ainda são muito prematuras e devem ser melhor desenvolvidas. No entanto, há respostas e tratamentos tanto farmacológicos, como simplesmente de terapia psicológica que têm obtido resultados bastante satisfatórios. A anorexia é uma patologia ou uma dependência? (JO) - A anorexia pode ser interpretada como parte integrante de uma conduta aditiva, e neste caso, há uma recusa por parte da pessoa em alimentar-se, pelo temor fóbico do aumento de peso. Acontece sobretudo junto dos jovens, sendo que 90 por cento dos casos de anorexia são mulheres. Mulheres que se debatem com este problema de se acharem com excesso de peso. Assim, ao terem um problema com o próprio corpo, poder-se-á interpretar como uma conduta obsessiva e aditiva, ou seja, estas pessoas têm uma relação muito especial com a comida, pois as anorexias por vezes adquirem crises bulímicas, isto é, comem de uma forma exagerada e posteriormente, forçam-se a vomitar a comida ingerida em excesso. Estas condutas são de facto, patológicas, fruto de perturbações, enfermidades e pode interpretar-se como uma forma especial de dependência. As dependências são um problema psiquiátrico ou problema de saúde mental? (JO) - É basicamente um problema psiquiátrico e simultaneamente de saúde mental. Pode dizer-se que a psiquiatria se ocupa da saúde mental. Portanto, não há uma diferença significativa, essencial, é um problema psiquiátrico e psicológico com derivações familiares muito importantes. A família tem o dever de se envolver no tratamento da anorexia, por exemplo. No caso das dependências é fulcral que no trabalho psicoterapêutico se envolvam as famílias. Isto é, há que desenvolver estas implicações sociais, logicamente que acompanhadas de toda uma equipa multidisciplinar (psiquiatras, psicólogo, enfermeiro, assistente social) que trabalhe este campo. A formação é parte integrante ou já sabemos tudo? (JO) - Neste seminário pode comprovar-se que tanto a Universidade Católica como o IDT têm um programa formativo extenso, forte e bastante desenvolvido.

17 Opinião 17 Mejor en familia * Mireia Pascual, correspondente em Espanha Llanos luce esa mirada fuerte y esa entereza única de la que solo pueden presumir quienes han pasado y superado las duras vivencias del alcoholismo. Embarazada de tres meses cuenta sin problemas los quebraderos de cabeza por los que ha pasado. Su suegro es alcohólico rehabilitado, celebra 19 años de abstinencia, aunque tuvo una recaída tras 15 años sin beber. Su cuñado, novio de la hermana de su marido, está en proceso de rehabilitación. Su marido lleva 7 años sin depender del alcohol. Curioso, el alcoholismo ha pasado por todos los miembros barones de la familia, aunque mejor que se quede ahí. El pequeño Óscar corretea y dibuja un estanque con patos mientras su madre relata su historia. Mil veces le das el ultimátum - explica Llanos- de que ya no toleras que siga bebiendo descontroladamente. Una noche, ya casados, Óscar, marido de Llanos, no acudió a dormir. Se iba de fiesta continuamente - comenta. Tenía el móvil apagado. Algo muy típico cuando no quería que lo localizaras. Cuando Llanos lo localizó, eran las 12 de la mañana. Ella iba en moto, cuando llegó a donde él estaba, le lanzó el casco de la moto y le dijo que no volviera a casa. Óscar no volvió esa noche, se fue a casa de sus padres. Fue el detonante que hizo que Óscar se pusiera en tratamiento. Fue su propio padre, José Jordá, quien lo llevó a la Asociación de Alcohólicos Rehabilitados de Albacete, él también había pasado por ahí. Llanos es una mujer sencilla, alegre, cercana y muy sincera. Una vez tuvo una accidente con mi moto porque iba muy bebido, se dio un golpe en la cabeza, un golpe que el médico dijo que era muy peligroso y que pocos sobreviven. Cuando me llamaron para decírmelo, no me preocupé, no me puse nerviosa, pregunte sin más: está muerto?. En ese momento me daba igual, estaba tan enfadada que pensaba: si le ha pasado algo, por lo menos descansaremos. Por supuesto, ahora no lo siento así, siento todo lo contrario, no quiero que le pase nada, pero en ese momento era así. - relata. Dice que pese a todo, su marido nunca faltó a trabajar. Solo un día que ella lo pilló en la escalera cuando volvía de fiesta, solía empalmar ; y llamó al trabajo diciendo que estaba enfermo. Esta luchadora sigue acudiendo a las terapias de la asociación, le sorprende que la gente no relate ese sentimiento. Ella lo cuenta para que los que ahora pasan por lo mismo no se sientan culpables por sentir algo que es lógico, enfado. Dice que es triste ver que ahora que también hay un importante número de mujeres alcohólicas, éstas la mayoría de veces acuden solas a tratamiento. No tienen tanto apoyo familiar como los hombres, algo que complica un poco la tarea de rehabilitación, además casi todas están separadas, el marido no afronta la situación. Aunque Llanos destaca que nadie tiene porqué apoyarlos: Yo lo he hecho porque he querido. La mujer alcohólica tiene características diferentes, empezando porque le dan mucha más importancia a los sentimientos. Cuando son hombres, se trata de trabajar mucho la recaída. Las mujeres que han acudido a nosotros piden trabajar más lo sentimientos - explica. En las terapias soy una persona muy dura, porque sé que las personas con ese problema, con esa enfermedad, son muy liantes y no me gusta que los familiares se reblandezcan. Intento trasmitir las cosas como las sentía y las vivía. Afortunadamente, Llanos y Óscar son ahora felices, consiguieron superar el alcoholismo luchando juntos. En un mes serán padres por segunda vez.

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