UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

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1 UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CONSTRUÇÃO DO TRABALHO DE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Manual de apoio para a construção do TC de Administração Profa. Dra. Cristiane Betanho SÃO PAULO 2009

2 INTRODUÇÃO O aluno sabe que tem uma tarefa no término de seu curso que testará sua capacidade de construir e aplicar conhecimento: a elaboração de seu Trabalho de Curso (TC). Alguns alunos vêem a tarefa com ansiedade, no entanto, ela pode ser mais do que prazerosa, dado que significa a maturidade intelectual do educando. O TC é um dos requisitos para a obtenção do título de Bacharel em Administração de Empresas, e exigência do Projeto Pedagógico do Curso (PPC). É de grande importância para a formação no Curso de Administração, pois permite que os alunos analisem as práticas de gestão de uma organização de seu interesse e apliquem o que aprenderam no decorrer do curso. Assim, ele é parte importante na formação do perfil do egresso do curso de Administração da Unip: Perfil do Egresso Os alunos do Curso de Administração da UNIP deverão ser capazes de identificar/definir com clareza a razão de ser (missão) dos trabalhos e organizações em que estiverem envolvidos e os fatores e meios necessários para que eles possam contribuir para o elevado desempenho do cumprimento de tais missões, sob a ótica do desenvolvimento sustentado. Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Administração/UNIP Isto significa que os TCs deverão ter foco em temas que contribuam para melhorar o desempenho das organizações e, de preferência, que atendam às necessidades de uma ou mais das organizações estagiadas pelos alunos de cada grupo de trabalho. De acordo com as diretrizes para a elaboração do TC, os serão realizados em grupos, com o objetivo de se fortalecer uma das competências fundamentais do Administrador: a capacidade de trabalhar em equipe. O objetivo deste Manual é prover professores orientadores e alunos de informações sobre os requisitos básicos para a elaboração das monografias. Boa leitura e bom TC a todos! Profa. Cris

3 1. O TC E SEU PROJETO A primeira observação a ser feita sobre o processo de construção e aplicação do conhecimento pelo TC é de que o aluno está de parabéns por chegar até aqui. Afinal, o TC representa o amadurecimento intelectual do educando. O aluno está construindo este trabalho de curso porque está terminando sua graduação, e terá a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto que escolher. Como salientava Paulo Freire (PROJETO MEMÓRIA, 2008), a teoria sem a prática é puro verbalismo inoperante, a prática sem a teoria é um atavismo cego. O aluno terá a oportunidade de praticar a busca do conhecimento, a única das riquezas que se expande quando compartilhada. Para tanto, precisa, inicialmente, construir seu projeto de pesquisa. O projeto é o planejamento da viagem em busca do conhecimento que será trilhada pelo aluno. O projeto ajudará o educando a refletir sobre as quatro grandes questões que abrem o esforço do TCC: 1) o quê? 2) como? 3) por quê? 4) quando? Os tópicos a seguir representam um caminho para refletir sobre essas questões e construir o projeto do TC. 1.1 Sobre a área do conhecimento o quê? Sobre qual área de conhecimento o aluno pretende aprofundar seu conhecimento? Escolher entre as grandes áreas da Administração Marketing, Recursos Humanos, Finanças, Logística, Processos, (...) responde à primeira parte do o quê?. Qual o tema dentro dessa área de conhecimento que se pretende aprofundar? Dentro do curso, o aluno fez diversas disciplinas, que abordaram vários assuntos dentro das grandes áreas. Por exemplo, em Marketing tem-se segmentação de mercado, pesquisa de marketing, sistema de informações, inovação, comunicação etc. Normalmente, existe a identificação com uma ou mais de um deles, que trataram de diferentes faces da área de conhecimento. O que se deseja estudar sobre esse assunto? Toda pesquisa parte de um problema. Apesar da conotação negativa que normalmente acompanha a palavra,

4 problema não significa algo conflituoso ou negativo. De forma ampla, um problema é uma questão não resolvida e que é objeto de discussão, em qualquer domínio do conhecimento. Portanto, pode ser uma curiosidade, uma dúvida, uma necessidade, uma interrogação sobre o tema de pesquisa. De acordo com Gil (2006), as principais regras para a formulação de problemas de pesquisa são: a) O problema deve ser formulado como uma pergunta; b) Deve ser delimitado a uma dimensão viável; c) O problema deve ser claro, explícito e preciso; d) Deve apresentar referências empíricas. 1.2 Sobre como chegar lá como? Com o que se conhece hoje, como responder ao problema de pesquisa? Neste ponto, o pesquisador traça uma resposta provisória ao problema a hipótese. Essa solução temporária direciona o esforço do aluno para buscar a resposta definitiva ao problema. Importante ressaltar que a hipótese pode ser refutada ao final da pesquisa, o que não quer dizer que a mesma não tenha sido válida. Ao contrário, mostra que o caminho da tentativa-e-erro, tão comum no processo de construção do conhecimento, foi trilhado, e que o aluno adquiriu novas armas para a próxima odisséia. De acordo com Gil (2006), uma hipótese aplicável possui as seguintes características: a) Deve ser conceitualmente clara; b) Deve ser específica; c) Deve ter referências empíricas; d) Deve ser parcimoniosa; e) Deve estar relacionada com as técnicas de pesquisa e coleta de dados disponíveis; f) Deve estar relacionada com uma teoria. Para buscar a resposta definitiva ao problema de pesquisa, devem-se traçar os objetivos do trabalho que resultará no TC. O objetivo geral (ligado ao tema) é

5 desdobrado em objetivos específicos (ligados diretamente ao problema). Os objetivos são redigidos com verbos de ação no infinitivo (diagnosticar, avaliar etc.) e devem ser passíveis de serem atingidos. Assim, cuidado com os verbos do objetivo. Num TC, não se comprova ou demonstra nada (ou quase nada) sem pesquisa muito extensiva, muitas vezes incompatível com o prazo para a elaboração do trabalho. Mas é possível analisar, refletir, comparar, descrever uma temática e conseguir ótimos resultados. Como atingir os objetivos da pesquisa? Neste ponto, escolhem-se os procedimentos metodológicos que ajudarão no cumprimento dessa jornada. Dada a importância e a extensão do assunto, o mesmo será tratado em seção à parte. 1.3 Sobre a motivação para a pesquisa por quê? Por que esse assunto interessa? O melhor assunto para o TC é aquele que desperta o interesse do aluno, que o motiva a pesquisar. Identificar essa motivação pessoal é importante. Como a realização deste TC pode contribuir para a área do conhecimento? Deve-se refletir sobre a presença ou ausência de estudos sobre o assunto, sua aplicabilidade, as oportunidades de investigar novos aspectos ou compilar aspectos já pesquisados, enfim, sobre a importância do assunto para a Administração. Neste momento, o aluno, a partir de agora denominado Pesquisador, vende sua proposta de trabalho e mostra seu envolvimento com ela. O que o Pesquisador já acumula de conhecimento sobre o assunto? Como afirmam Marconi e Lakatos (1999), toda pesquisa baseia-se em uma teoria, ponto de partida para a investigação de um problema. Desenvolve-se, no projeto, uma curta fundamentação teórica sobre o tema. Neste esforço, o Pesquisador deverá demonstrar uma visão geral do mesmo, ter conhecimento dos principais teóricos ou representantes, dominar os principais conceitos e as correntes teóricas pertinentes ao tema. Essa revisão será o ponto de partida para aprofundar esse conhecimento do estado-da-arte sobre o assunto, que será parte importante do TC.

6 1.4 Sobre o plano de pesquisa quando? Ao planejamento cronológico das ações que precisam ser concretizadas para que o TC seja elaborado e finalizado dentro do prazo correto e na qualidade esperada. O Pesquisador tem seus prazos de entrega divulgados pela secretaria da pós, e deve-se planejar para cumpri-los. Elaborar um cronograma é útil para vencer a luta contra a procrastinação, tão comum entre alunos. O aluno deve elaborar um sumário provisório para o TC. Quais assuntos serão abordados para a consecução dos objetivos, e em que ordem? O motivo para a elaboração do sumário provisório é orientar-se na execução do TC, traçando a ligação entre os assuntos e trabalhando pela convergência dos mesmos no documento final. Não se deve esquecer que o TC representa o amadurecimento intelectual do Pesquisador. Se assim o é, o esforço precisa de investimento de tempo e atenção. Programar-se para realizar esse esforço pode significar ter tempo para realizar as outras coisas que também fazem parte da realidade do aluno. Como dito anteriormente, a escolha dos procedimentos metodológicos é determinante para atingir os objetivos do TC. Por isso, o assunto será tratado no próximo item.

7 2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Após a reflexão sobre o problema de pesquisa, a hipótese de como o mesmo se resolve e os objetivos que precisam ser cumpridos para dar a resposta definitiva ao problema, o aluno precisa escolher os procedimentos metodológicos que utilizará. Muitos relacionam a metodologia à burocracia e, portanto, não a valorizam. No entanto, a metodologia é essencial para superar a subjetividade humana e para conferir o caráter científico do TC. Como bem reflete Gil (2006), o procedimento científico é objetivo porque descreve a realidade, independentemente dos caprichos do pesquisador. O autor ressalta que o método evidencia outra característica da ciência: o assumir-se passível de falhas. Nas ciências sociais aplicadas, entre elas a Administração, essa característica é o tônus do desenvolvimento de novos conhecimentos, por isso a importância da reflexão sobre o aprendido no TC. Mais um motivo para valorizar o método e planejá-lo com todo cuidado. Um conhecimento, para ser considerado científico, necessariamente precisa apresentar o caminho para sua construção as operações mentais e técnicas que foram utilizadas para atingir os objetivos devem ser passíveis de verificação. Essa verificação se dá por meio da utilização de procedimentos científicos, que auxiliam na sistematização do conhecimento. E essa sistematização ajuda a demonstrar a veracidade das informações (GIL, 2006). Como salienta o autor, a sistematização ajuda na organização racional de idéias. O conhecimento organizado pelo método científico pode ser incluído no total do conhecimento produzido pela humanidade, permitindo a inclusão de uma nova fonte de aprendizagem. Somente se pode classificar um conhecimento como igual, contrário ou complementar se o mesmo for produzido de forma semelhante, daí a importância da metodologia. As decisões quanto aos procedimentos metodológicos que precisam ser tomadas pelo aluno, quando da elaboração de seu projeto de TC, referem-se aos itens a seguir.

8 2.1 Escolha do tipo de pesquisa a elaborar A partir da reflexão de vários autores (GIL, 2006; MARCONI e LAKATOS, 1999; ANDRADE, 2002; OLIVEIRA, 2001), escolheu-se classificar os TC da Unip em: a) Pesquisa bibliográfica: quando utiliza dados secundários e objetiva uma revisão do estado-da-arte sobre um tema; b) Pesquisa aplicada: quando, além do delineamento de teoria, a pesquisa apresenta resultados que podem ser aplicados ou utilizados imediatamente, na solução, mesmo que parcial, de um problema prático. Tendo em vista que a Unip objetiva formar Administradores que contribuam para o elevado desempenho das organizações no cumprimento das suas missões, portanto, prime pelo desenvolvimento de competências práticas, os TCs devem ser, primordialmente, pesquisas aplicadas, nas quais os conhecimentos teóricos e as contribuições práticas sejam conciliados. As pesquisas aplicadas, em função da profundidade da investigação, podem ser classificadas em: estudos de caso, quando analisem uma única realidade em profundidade (YIN, 2001); pesquisas exploratórias, quando objetivam criar um panorama amplo, mas pouco profundo sobre um tema; pesquisas descritivas, quando, por meio de levantamentos e estudos de campo junto ao universo pesquisado obtêm-se conclusões generalizáveis da realidade atual do agrupamento de pessoas / organizações estudadas. O tipo de pesquisa impacta nos resultados obtidos. Assim, o pesquisador deve escolher cuidadosamente, analisando as vantagens e desvantagens de cada tipo de pesquisa e decidir a que corresponde ao tipo de problema de pesquisa ao qual se deseja encontrar a solução.

9 2.2 Escolha dos dados a coletar De acordo com Mattar (1999), os dados que são coletados em uma pesquisa são classificados em primários, quando obtidos diretamente da fonte o sujeito da pesquisa, ou secundários, aqueles já disponíveis e obtidos por outrem. São secundários, portanto, os dados de livros, sites, de jornais etc., e são primários os dados obtidos por meio de entrevistas e questionários elaborados pelo próprio autor para a pesquisa. Um TC bibliográfico utiliza apenas dados secundários. É importante verificar a confiabilidade das informações. Assim, sites podem ser usados como fontes complementares, mas nunca um TC pode ser feito apenas com base em material da internet. O acesso a livros é obrigatório. Recomenda-se o uso somente de sites de universidades e de revistas científicas. Artigos de sites de consultoria ou o Wikipédia não são considerados fontes confiáveis. Podem até ser referenciados, no entanto, devem ser ratificados por bibliografias confiáveis. É bom ressaltar que em toda pesquisa deve-se, primeiramente, buscar fontes secundárias antes de iniciar a coleta de dados primários, dado o alto custo de obtenção desses últimos: é necessário se ter certeza dos dados que se quer coletar, caso contrário, a operação terá que ser refeita. Assim, o TC de pesquisa aplicada, primeiramente, deve ser amadurecido intelectualmente. 2.3 Determinação da população de pesquisa, do tamanho da amostra e do processo de amostragem Quando o TC se constituir em pesquisa aplicada, precisam-se escolher os elementos que serão ouvidos e constituirão a matéria-prima no processo de construção e aplicação do conhecimento. Segundo Mattar (1999), população é o conjunto de elementos que possuem as características do sujeito necessário a responder o problema de pesquisa. A população deve ser descrita em todas as suas dimensões: setor industrial, tamanho de empresa, sexo, idade, localidade etc.

10 Dependendo do tamanho da população, a pesquisa será realizada com todos os seus membros ou a partir de uma amostra. Os procedimentos de amostragem destinam-se a selecionar uma parte de uma população para dela coletar os dados necessários à pesquisa, e são classificados em probabilísticos e não-probabilísticos. Para Mattar (1999), quando se quiser representar a posição da população, a amostragem deve ser escolhida de forma probabilística, isto é, todos os elementos da população devem ter a mesma chance de fazer parte do sorteio da amostra. Quando o objetivo da pesquisa for ganhar mais conhecimento sobre um assunto ou a motivação dos clientes, por exemplo, uma pesquisa com amostra não probabilística pode bastar. As amostras não probabilísticas podem ser classificadas como acidentais, intencionais e por quotas. As amostras acidentais são aquelas oriundas da adesão espontânea dos entrevistados à pesquisa ou geradas com pessoas presentes momento da pesquisa. Amostras intencionais são geradas pelo julgamento do pesquisador, que decide quem deve fazer parte da amostra. Finalmente, amostras por quotas são geradas quando o pesquisador seleciona os membros de uma amostra garantindo a proporcionalidade de grupos de interesse, como homens e mulheres, idades etc. (MATTAR, 1999). As amostras probabilísticas podem ser classificadas como aleatórias simples, estratificadas e por conglomerados (MATTAR, 1999). Quando as probabilidades de todos os membros de uma população de fazerem parte de uma amostra forem todas iguais tem-se uma amostra aleatória simples. Ela é gerada a partir de um único procedimento, elencando todos os elementos da população e sorteando os nomes em seqüência. Quando os elementos de uma população puderem ser separados em grupos e as características dos mesmos forem de interesse para a pesquisa (por exemplo, manter a proporção de homens e mulheres), os sorteios são realizados separadamente em cada um dos grupos, gerando uma amostra denominada estratificada. Quando a população não é conhecida, tornando impossível o sorteio de forma aleatória ou estratificada (por exemplo, não existe nenhum cadastro de pessoas consumidoras de geléias orgânicas), uma amostra pode ser gerada a partir do sorteio de grupos de elementos. Por exemplo, podem-se sortear bairros, ruas e casas e realizar a pesquisa a partir dessa amostra. As escolhas relacionadas à quantidade de pessoas e ao tipo de amostragem são determinantes para responder ao problema de pesquisa. Portanto, devem ser

11 exaustivamente refletidos durante a fase de planejamento do TC e devidamente descritos no TC final. 2.4 Determinação do instrumento de coleta de dados Desenvolver adequadamente um instrumento de coleta de dados não é uma tarefa fácil. Ao contrário do que se pensa o instrumento não é a primeira coisa a ser construída numa pesquisa, posto que seja subordinado ao problema de pesquisa e aos objetivos que se pretende alcançar. Dados primários são obtidos a partir de comunicações diretas, como entrevistas pessoais e por telefone, ou indiretas (questionários via correio). Também podem ser obtidos a partir da observação da reação do pesquisado, sem contato direto com o mesmo. No projeto do instrumento de coleta de dados, deve-se levar em consideração que os dados a serem coletados serão aqueles que responderão ao problema de pesquisa. Assim, deve-se voltar ao problema de pesquisa, à hipótese e aos objetivos para redigir as perguntas. As perguntas devem ser necessárias, redigidas de forma clara e sem vieses. Um bom questionário deve começar com questões mais simples ou interessantes para ganhar a atenção dos respondentes (MATTAR, 1999). As perguntas podem ser redigidas no formato aberto ou fechado. Perguntas fechadas contêm todas as opções de resposta possíveis para o respondente. Em perguntas abertas, solicita-se uma manifestação mais espontânea do respondente. Segundo Mattar (1999), cada uma tem seus prós e contras: as questões fechadas são mais fáceis de tabular e analisar que as questões abertas, que precisam ser primeiro entendidas e agrupadas por significados. No entanto, as perguntas abertas são mais espontâneas, não prendendo o respondente a poucas opções de resposta. Um bom questionário pode ter perguntas dos dois tipos.

12 2.5 Determinação do modo como as entrevistas serão feitas Dados primários podem ser obtidos a partir de comunicações diretas, como entrevistas pessoais e por telefone, ou indiretas (questionários via correio). Mattar (1999) compara a eficiência dos três métodos de comunicação segundo a forma de aplicação: Característica Entrevista Pessoal Entrevista por telefone Questionário via correio Versatilidade Alta Média Baixa Custo Alto Médio Baixo Tempo para aplicação Alto Baixo Médio Controle amostral Alto Médio Baixo Quantidade de dados Alta Média Média Garantia de anonimato Baixa Baixa Média Habilidade para aplicação Alta Alta Baixa Uniformidade da mensuração Baixa Média Alta Índice de resposta Alto Alto Baixo Tamanho da amostra Pequena Grande Grande Verificação de sinceridade Alta Baixa Alta Nível educacional dos Baixo Baixo Alto respondentes Quadro 1 Comparação entre meios de coleta de dados primários. Fonte: Mattar (1999, p. 71) Todos os modos possuem vantagens e desvantagens, que devem ser medidos em função do objetivo da pesquisa e do tipo de pesquisado. Definido o projeto de pesquisa, passa-se à construção do TC, assunto do próximo capítulo.

13 3 A CONSTRUÇÃO FÍSICA DO TCC Como documento que demonstra o processo de construção do conhecimento por parte do aluno e que apresenta sua contribuição para o avanço na pesquisa em Administração, o TC deve ser formatado e apresentado em conformidade com as normas de padronização do trabalho científico. A estrutura dos trabalhos acadêmicos segue a NBR (ABNT, 2005), e divide-se em elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. 3.1 Elementos pré-textuais Os elementos pré-textuais são um conjunto de itens que são apresentados antes do desenvolvimento do trabalho em si, e constituem importante grupo informacional que representa a dinâmica do trabalho. São elementos pré-textuais: a) Capa (obrigatório); b) Lombada (opcional); c) Folha de rosto (obrigatório); d) Errata (opcional); e) Folha de aprovação (obrigatório); f) Dedicatória(s) (opcional); g) Agradecimento(s) (opcional); h) Epígrafe (opcional); i) Resumo na língua vernácula (obrigatório); j) Resumo em língua estrangeira (obrigatório); k) Lista de ilustrações (opcional); l) Lista de tabelas (opcional); m) Lista de abreviaturas e siglas (opcional); n) Lista de símbolos (opcional); o) Sumário (obrigatório).

14 A maior parte dos elementos simplesmente carece de padronização, o que foi feito a partir da elaboração da Máscara para TC, arquivo que o aluno recebe em conjunto com este material. No entanto, um dos elementos-chave obrigatórios necessita atenção redobrada pelo pesquisador: o resumo. O resumo é uma parte muito importante do TC, já que é o primeiro contato do leitor com o trabalho. De acordo com a NBR 6028 (ABNT, 2003), o resumo deve convidar a ler o texto e deve apresentar um apanhado geral sobre ele: objetivo do trabalho; importância do tema; procedimentos metodológicos para pesquisar o tema; principais conclusões. O resumo deve ser composto de uma seqüência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. O resumo deve ter no máximo 500 palavras e deve ser fechado com a apresentação de 3 a 5 palavras-chave, separadas por ponto e finalizadas por ponto. 3.2 Elementos textuais Os elementos textuais constituem o desenvolvimento do trabalho. Divide-se em três partes fundamentais, de acordo com a NBR (ABNT, 2005): a) Introdução: b) Desenvolvimento; c) Conclusão. A introdução é a apresentação do assunto a ser tratado. De acordo com Oliveira (2001), é por intermédio da introdução que o examinador colhe a primeira imagem do trabalho e o leitor recebe um panorama do que será lido a partir da página seguinte. O esquema sugerido para a Introdução é o seguinte: panorama geral sobre o tema; justificativa da escolha do assunto; problema de pesquisa; hipótese; objetivos do TC; procedimentos metodológicos; breve apanhado sobre o conteúdo dos capítulos. No entanto, Oliveira (2001) salienta: deve-se cuidar para não antecipar os

15 resultados e as conclusões, somente apresentar um panorama do que será tratado no capítulo. O desenvolvimento se dá a partir dos capítulos seguintes, onde se faz a exposição ordenada e pormenorizada do assunto e se desenvolve o conteúdo da pesquisa. No desenvolvimento, existem capítulos ou um capítulo de Fundamentação Teórica, em que expõe a pesquisa do estado-da-arte sobre o tema, desenvolvida pelo Pesquisador. Notar que a composição criada na fase do projeto da pesquisa pode ser utilizada, desde que devidamente complementado, dado que nesta fase se apresentam todos os dados pesquisados e amadurecidos pelo aluno. Oliveira (2001) ressalta: a revisão de literatura não é uma simples transcrição de pequenos trechos de livros e materiais científicos da internet, mas uma discussão sobre as idéias, fundamentos, problemas etc. de vários autores, devidamente examinadas, combinadas e criticadas. Por ser questão decisiva sobre a qualidade do TC, a questão da correta referenciação será tratada em seção à parte. Fechando o desenvolvimento, apresentam-se, em capítulo à parte da fundamentação teórica, os resultados da pesquisa e a discussão sobre os achados. Os resultados devem ser apresentados em ordem cronológica, e devem ser apresentados mesmo que contrariem o ponto de vista do pesquisador (OLIVEIRA, 2001). Deve-se lembrar que a ciência se faz por processos de tentativa-e-erro. Para facilitar a exposição, os resultados podem ser acompanhados por tabelas, gráficos, figuras etc., que devem ser numerados e nomeados, conforme exemplos abaixo: TABELA 4 ASSENTAMENTOS PESQUISADOS ESTADO ASSENTAMENTO FAMÍLIAS ASSENTADAS ÁREA (ha.) MÉDIA ha. / FAMÍLIA DATA DA CRIAÇÃO PE Pedro e Inácio ,61 30/12/1997 Campo Verde ,47 17/12/1996 Várzea Grande ,31 30/12/1996 RS Santa Rita ,73 08/04/ de Julho ,56 18/05/1992 Sepé Tiarajú ,20 29/04/1993 Nova Esperança ,37 11/12/2001 Lagoa do Junco ,06 15/12/1995 Fonte das informações: secretarias estaduais do MST em PE e RS

16 Note-se que as tabelas vêm com o nome no topo, diferentemente de gráficos, quadros e figuras, conforme exemplo abaixo: Tipo de produção para autoconsumo Produtos (individual/coletiva) Tapes (RS) Coletiva Hortifruti, leite, arroz, feijão, carne Dependência do mercado em primeiras necessidades Baixa Gravatá (PE) Individual Hortifruti, macaxeira Alta Nazaré da Mata Individual Macaxeira, feijão, milho, Alta (PE) ovos, frango Capão do Cipó Individual Feijão, milho, mandioca, Baixa (RS) hortifruti QUADRO 1 - Condições das famílias: produção para autoconsumo e dependência do varejo tradicional. Fonte: elaboração própria. Ainda sobre gráficos e tabelas, os mesmos devem ser exaustivamente comentados. Interpretar cruamente os resultados (exemplo: 10% dos entrevistados preferem não receber mala direta ) não é comentar exaustivamente. Se a tabela, ou o gráfico, ou a figura, forem elaborados pelo autor, deve constar a informação após a descrição do conteúdo da mesma, conforme acima. Se não forem de autoria própria, sua referência deve ser citada logo na seqüência da mesma, inclusive com a indicação do número da página em que se encontra: Foto 19 Apresentação do Arroz Agroecológico. Fonte: GEPES (2005, p.14) Foto 20 Vista das informações da embalagem Fonte: GEPES (2005, p.14)

17 Ainda, os resultados devem ser devidamente discutidos para conduzir às principais conclusões. Parafraseando Oliveira (2001), o Pesquisador deve: a) Relacionar causas e efeitos; b) Estabelecer, a partir dos resultados, as contradições e aproximações com a teoria e os princípios gerais relativos ao assunto. Finalmente, para facilitar a condução do leitor na construção do conhecimento realizada pelo pesquisador no desenvolvimento, deve-se atentar para as seguintes observações: a) Os capítulos, seções e subseções devem suceder-se em ordem lógica, do assunto mais abrangente para o menos abrangente. b) Da mesma forma, os capítulos ou seções devem ser exaustivos e completos, isto é, o assunto tratado em cada um deles deve ser finalizado ali, não reaparecendo em outros lugares do texto. c) Finalmente, um capítulo ou uma seção são ligados entre si por meio de alguns parágrafos que mostrem a complementaridade entre os assuntos. A conclusão do trabalho é seu fechamento. Nesse momento, o aluno tem maturidade, a partir do estudo bibliográfico e/ou dos resultados práticos, para fazer uma reflexão sobre a atualidade dos conceitos e a aplicação prática dos mesmos. A conclusão deve apresentar: a) A reafirmação sintética da idéia principal do trabalho e os pormenores importantes da condução do mesmo; b) A resposta ao problema de pesquisa e sua solução definitiva, com a reflexão sobre a hipótese ter sido confirmada ou refutada; c) A análise do aluno sobre ter cumprido ou não os objetivos traçados; d) A aplicabilidade dos resultados obtidos e suas limitações; e) As lacunas de seu trabalho; f) No fechamento da conclusão, devem ser apontadas sugestões para novas pesquisas sobre o tema, com a finalidade de contribuir para o aprofundamento científico. O TC é fechado com os elementos pós-textuais, que correspondem aproximadamente aos créditos de um filme. Os tipos e sua obrigatoriedade ou não serão discutidos no próximo tópico.

18 3.3 Elementos pós-textuais Finalmente, os elementos pós-textuais compreendem itens que complementam o trabalho e lhe conferem reastreabilidade, isto é, a possibilidade de novas construções e aplicações de conhecimento a partir do desenvolvimento do pesquisador. Os elementos estão abaixo listados acordo com a NBR (ABNT, 2005), acrescidos de uma descrição baseada em Oliveira (2001): a) Referências (obrigatório): conjunto de informações que permitem a identificação dos documentos citados no texto; b) Glossário (opcional): lista de vocabulários para elucidação de palavras e expressões técnicas ou pouco usadas; c) Apêndice(s) (opcional): suportes elucidativos e ilustrativos elaborados pelo autor, não essenciais à compreensão do texto; d) Anexo(s) (opcional): suportes elucidativos e ilustrativos não elaborados pelo autor; e) Índice(s) (opcional): índice alfabético dos diversos assuntos tratados numa obra, com a respectiva indicação de página, capítulo, etc. O elemento referenciação está conectado às citações realizadas durante o texto de materiais de terceiros, que refletiram sobre o estado-da-arte sobre o tema. Por ser chave para a construção e aplicação do conhecimento, será trabalhado de forma mais profunda no item a seguir.

19 4 TRABALHO CIENTÍFICO: CITAÇÃO, REFERENCIAÇÃO, PLÁGIO Um TC, como construção e aplicação de conhecimento, é construído em duas fases básicas: a busca de conhecimento com base em autores importantes, que escreveram sobre o assunto que o Pesquisador aborda; e o momento reflexivo, em que o Pesquisador aplica o conhecimento, quer seja realizando pesquisa de campo, quer seja por meio de combinação e comparação das idéias dos autores lidos. Já foi afirmado neste material que todo conhecimento é resultado de um processo de acúmulo da humanidade. No entanto, isso não quer dizer que as idéias não têm autoria definida, e obrigatoriamente os autores devem receber crédito por suas construções de conhecimento. Assim, este tópico trata especificamente sobre as formas de citação e referenciação, com vistas a evitar a presença de plágio no trabalho. Plagiar significa apresentar como sua obra artística ou científica de outrem. O assunto é regulado pela Lei nº 9.610/98 e, considerado crime, é passível de multa e prisão. O link abaixo traz, na íntegra, a lei de direitos autorais, para conhecimento do aluno. Lei de Direitos Autorais - Lei nº 9.610/98 Assim, constitui obrigação de quem utiliza uma obra para construir conhecimento indicar a autoria da idéia e também indicar os meios de rastrear a idéia original, isto é, citar a obra na qual aparece a idéia que foi utilizada pelo pesquisador. Para o TC, considera-se plágio: a) Copiar trechos ou figuras/fotos/tabelas de site ou livros, sem citar a autoria; b) Parafrasear trechos de site ou livros, sem citar a autoria da obra original; c) Copiar trechos de site ou livros e indicar a citação como indireta; d) Citar a autoria no corpo do texto, no entanto, não referenciar a obra no pós-textual.

20 Os tipos acima estão apresentados em ordem de importância, do mais grave para o menos grave. No entanto, importante ressaltar que, qualquer que seja o tipo de plágio, o mesmo é motivo de reprovação do TCC e reinício do esforço de construção e aplicação do conhecimento, obrigando o aluno a cursar novamente a disciplina e escolher novo assunto para o TCC. Para evitar dissabores, abaixo seguem recomendações sobre a forma correta de citar autoria em TC. O link abaixo leva o pesquisador à norma NBR 10520, a fim de que ele a consulte, quando estiver construindo seu TC. Norma NBR Informação e documentação Citações em documentos - Apresentação citacoes_em_documentos.pdf Os elementos mais importantes que cumpre destacar dizem respeito aos tipos de citação e ao formato das mesmas, e a devida referenciação das obras. Para auxiliar na construção do conhecimento, seguem instruções mais detalhadas sobre os três procedimentos. Para a NBR (ABNT, 2002), citação é a menção de uma informação extraída de fonte que não o pesquisador. Na norma, existem três tipos de citação: direta, indireta e citação de citação. Para o TC da Unip, escolheu-se o sistema de chamada autor-data para a citação das obras, portanto, usa-se o sobrenome do autor e o ano de publicação da obra para destacá-la durante o texto. Os três tipos de citação serão descritos e exemplificados abaixo, utilizando-se o esquema autor-data para demonstrar como a referenciação da obra citada deve ser feita no elemento pós-textual adequado.

21 4.1 Citação direta Citação direta é a transcrição textual de parte da obra do autor consultado, isto é, a cópia do texto. Neste caso, deve-se indicar o número da página da obra de onde a idéia foi extraída. Exemplos: Para Furtado (1986, p. 93), o Brasil é o único país das Américas criado, desde o início, pelo capitalismo comercial sob a forma de empresa agrícola, sendo a exportação a razão de ser da ocupação do território. O Pesquisador deve notar que a transcrição literal está ressaltada no texto entre aspas, e que o número da página da obra em que a idéia é apresentada está destacada juntamente com o sobrenome do autor e a chamada do ano da obra. De acordo com a NBR (ABNT, 2002), caso a passagem do texto tenha mais de três linhas, a mesma deve ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. Para o TC da Unip, escolheu-se o tamanho 10 para essas citações, conforme exemplo abaixo: Nas palavras de Lisboa (2003, p. 190), As relações mercantis sempre envolvem relações de poder. Os espaços de mercado que a Economia Solidária conquista permitem o empoderamento daqueles historicamente excluídos, revertendo o processo vicioso pelo qual os pobres, por não terem poder, são pobres. Em países como o Brasil, onde é imensa a exclusão, o acesso aos mercados representa um ato de democracia e até de rebeldia.

22 Quando o documento é extraído da internet, sem indicação de número de página, após a identificação do ano da obra utiliza-se a expressão online, conforme exemplo abaixo: A atual definição da American Marketing Association (2006) sugere uma tentativa de reunir as orientações de marketing: Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado (AMA, 2006, online. Tradução nossa). Note-se que a tradução própria foi apontada no texto, dado que o documento a ser referenciado está em outra língua que não a pátria. Importante salientar que citações diretas compõem até 20% do total citado no texto. Somente se usa citação direta para a transcrição de conceitos e frases de efeito. Para o restante do trabalho bibliográfico, utiliza-se citação indireta, isto é, a interpretação de texto, conforme item a seguir. 4.2 Citação indireta Constitui citação indireta o texto baseado na obra do autor consultado. Isto significa que o Pesquisador interpreta, com suas palavras, a idéia básica do autor, mas mantém-se fiel a ela. Neste caso, para o TC da Unip, optou-se não usar a referenciação da página, apesar de a mesma ser facultativa pela NBR (ABNT, 2002), com vistas a aumentar a diferenciação entre os tipos de citação, conforme exemplos a seguir:

23 De acordo com Favareto (2004), para empreendimentos solidários, esse processo é ainda mais importante, posto que o planejamento se torna um poderoso instrumento para romper com o amadorismo e a improvisação, além de organizar de forma metódica e sistemática a participação dos agentes internos, para que os ideais e valores solidários sejam traduzidos em princípios organizacionais diferenciados e em produtos e serviços que os traduzam aos mercados. O pesquisador deve notar que a obra de Favareto foi citada porque a idéia da importância do planejamento para empreendimentos solidários é dele. Ela foi aproveitada porque o texto da autora que utilizou Favareto buscava destacar a importância dessa idéia de planejar, portanto, vinha ao encontro da argumentação. O contrário também é importante em um TC: mostrar argumentos contrários, para mostrar que o Pesquisador tem ciência de que existem posições contraditórias sobre o tema. Por outro lado, Robinson (1953) mostra que o preço não é o único meio de competição. Imitação de produtos, diferenciação, serviços, publicidade e habilidade de venda são outros elementos que devem compor a análise do preço final do produto. Ainda, ressalta que, em muitos casos, as empresas utilizam o preço mais elevado como um indicador ao consumidor de qualidade superior a seu produto. Também é indicativo de boa pesquisa quando o aluno consegue comparar a posição sobre a mesma temática de autores diferentes. Citações indiretas compõem 70% do total de citações de um TC e demonstram que o aluno leu e entendeu o assunto pesquisado.

24 4.3 Citação de citação De acordo com a NBR (ABNT, 2002), citação de citação é a citação direta ou indireta de um texto cujo original não estava acessível ao pesquisador. Usa-se a expressão latina apud (citado por) para indicar citação de citação, conforme exemplo abaixo: As táticas referentes ao planejamento de marketing dizem respeito às quatro dimensões da oferta ao mercado, isto é, as dimensões do Marketing Mix ou os 4 P s : Produto, Preço, Promoção e Praça. Cabe lembrar que cada ferramenta de marketing é projetada para oferecer um benefício ao cliente. Lauterbon apud Kotler e Keller (2006) desenvolveu a abordagem dos 4C s, em que cada dimensão do C guardaria correspondência aos P s da abordagem do marketing mix: ao P produto, estaria correlacionado o C cliente (solução para o); o P preço refletiria o C custo (para o cliente); ao P praça, corresponderia o C conveniência; e o P promoção evocaria o C comunicação. Deve-se ressaltar que a obra de Lauterbon não estava disponível para análise da autora do texto acima. Por isso, foi utilizada a citação de Kotler e Keller sobre o trabalho de Lauterbon. O Pesquisador deve usar citação de citação apenas em situações extremas. Esse tipo de citação não chega a 10% do total do TC, dado que utilizar interpretações de interpretações empobrece o texto e afasta a análise do original. Entendidas as formas de citar autores no texto, foram apresentadas as formas de evitar os plágios do tipo a), b) e c). Agora, resta clarificar como evitar o plágio do tipo d). Todos os autores usados na elaboração do trabalho devem ter suas obras listadas em Referências. A não referenciação constitui uma forma de plágio.

25 4.4 Referenciação Os elementos essenciais nas referências, de acordo com a NBR 6023 (ABNT, 2002) são: autor(es), título, edição, local, editora e ano de publicação. De acordo com as recomendações básicas, abaixo seguem as referências dos autores citados quando da exemplificação dos tipos de citação: No texto, a citação direta com menos de três linhas aparece assim: Para Furtado (1986 p. 93), o Brasil é o único país das Américas criado, desde o início, pelo capitalismo comercial sob a forma de empresa agrícola, sendo a exportação a razão de ser da ocupação do território. Em referências, a obra e o autor devem ser apresentados da seguinte forma: FURTADO, Celso. Análise do Modelo Brasileiro. 8ª ed. São Paulo: Civilização Brasileira, No texto, a citação direta com mais de três linhas foi endentada e aparece assim: Nas palavras de Lisboa (2003, p. 190), As relações mercantis sempre envolvem relações de poder. Os espaços de mercado que a Economia Solidária conquista permitem o empoderamento daqueles historicamente excluídos, revertendo o processo vicioso pelo qual os pobres, por não terem poder, são pobres. Em países como o Brasil, onde é imensa a exclusão, o acesso aos mercados representa um ato de democracia e até de rebeldia.

26 Esse texto de Lisboa é um capítulo de um livro, organizado por outro autor. Em referências, a obra e o autor do capítulo devem ser apresentados da seguinte forma: LISBOA, Armando M. Mercado Solidário. In: CATTANI, Antônio D. (org.) A outra economia. Porto Alegre: Veraz Editores, No texto, a citação direta de documento extraído da internet abaixo foi apresentada como exemplo no tópico em que se tratou do formato das citações: A atual definição da American Marketing Association (2006) sugere uma tentativa de reunir as orientações de marketing: Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado (AMA, 2006, online. Tradução nossa). Esse texto faz parte do dicionário oficial de conceitos de marketing da American Marketing Association. Em referências, o documento eletrônico deve ser apresentado assim: AMA. American Marketing Association. Dictionary of Marketing Terms. Disponível em <http://www.marketingpower.com/mg-dictionarym.php> Acesso em: 21 jul Deve-se notar que a referenciação de material de internet deve ser acompanhada do endereço eletrônico para rastreamento e também da data do

27 acesso ao endereço. A NBR 6023 (ABNT, 2002) não recomenda a utilização de materiais de curta exposição na rede. Para o TC da Unip, complementa-se a recomendação, advertindo o aluno para não usar sites de consultoria, Wikipédia, blogs etc., cujo conteúdo não é considerado apropriado para o TC, dado o caráter científico da produção. Na apresentação dos tipos de citação indireta, o assunto foi exemplificado com uma obra de Favareto, conforme abaixo: De acordo com Favareto (2004), para empreendimentos solidários, esse processo é ainda mais importante, posto que o planejamento se torna um poderoso instrumento para romper com o amadorismo e a improvisação, além de organizar de forma metódica e sistemática a participação dos agentes internos, para que os ideais e valores solidários sejam traduzidos em princípios organizacionais diferenciados e em produtos e serviços que os traduzam aos mercados. Esse texto foi parafraseado de sua obra, que deve ser apresentada da seguinte forma: FAVARETO, Arilson (org). Planejando Empreendimentos Solidários. São Paulo: CUT/ADS, 2004.

28 Outro exemplo de citação indireta parafraseou obra de autora de renome no campo da economia: Por outro lado, Robinson (1953) mostra que o preço não é o único meio de competição. Imitação de produtos, diferenciação, serviços, publicidade e habilidade de venda são outros elementos que devem compor a análise do preço final do produto. Ainda, ressalta que, em muitos casos, as empresas utilizam o preço mais elevado como um indicador ao consumidor de qualidade superior a seu produto. A citação vem de um artigo publicado em revista científica. A referenciação deve ser feita da seguinte forma: ROBINSON, Joan. Concorrência imperfeita reexaminada. Economic Journal, Set/1953. Segundo a NBR 6023 (ABNT, 2005), os elementos obrigatórios para citar revistas são autor(es), título da parte, artigo ou matéria, título da publicação, local de publicação, numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, quando se tratar de artigo ou matéria, data ou intervalo de publicação e particularidades que identificam a parte (se houver). No caso do material da Joan Robinson, os elementos faltantes não eram conhecidos, posto que o material seja extremamente antigo. Cabe lembrar que usar textos antigos é uma exceção, posto que na maior parte das vezes os mesmos estão defasados. Este caso é excluído da regra porque se trata de uma economista de renome, cujos textos ainda são usados para discutir microeconomia.

29 obrigatórios: Abaixo, segue um exemplo de referenciação com todos os elementos NANTES, José F. D.; LEONELLI, Fabiana C. V. A estruturação da cadeia produtiva de vegetais minimamente processados. Curitiba: Revista FAE, v. 3, n. 3, p , set/dez O exemplo dado de citação de citação foi de texto de Lauterbon, parafraseado por Kotler e Keller e, na seqüência, pela autora da passagem d texto abaixo: As táticas referentes ao planejamento de marketing dizem respeito às quatro dimensões da oferta ao mercado, isto é, as dimensões do Marketing Mix ou os 4 P s : Produto, Preço, Promoção e Praça. Cabe lembrar que cada ferramenta de marketing é projetada para oferecer um benefício ao cliente. Lauterbon apud Kotler e Keller (2006) desenvolveu a abordagem dos 4C s, em que cada dimensão do C guardaria correspondência aos P s da abordagem do marketing mix: ao P produto, estaria correlacionado o C cliente (solução para o); o P preço refletiria o C custo (para o cliente); ao P praça, corresponderia o C conveniência; e o P promoção evocaria o C comunicação. Neste caso, o que a autora da passagem de texto acima leu foi a obra de Kotler e Keller, portanto, é a mesma que deve ser referenciada: KOTLER, Philip; KELLER, Kevin L. Administração de Marketing. 12ª ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006.

30 Para a NBR 6023 (ABNT, 2002), existem dois sistemas básicos de ordenamento das referências: alfabético (ordem alfabética de entrada) e numérico (ordem de citação no texto). Para o TC da Unip, uniformiza-se a referenciação por ordem alfabética. Apesar de a NBR 6023 (ABNT, 2002) deixar à discrição do pesquisador o apresentar as referências em rodapé, final de capítulo ou antecedendo resumos, resenhas e recensões, para o TC da Unip padroniza-se a apresentação de lista de referências, no elemento pós-textual relacionado. As referências usadas nos exemplos de citação seriam apresentadas da seguinte forma, no elemento pós-textual: REFERÊNCIAS AMA. American Marketing Association. Dictionary of Marketing Terms. Disponível em <http://www.marketingpower.com/mg-dictionarym.php> Acesso em: 21 jul FAVARETO, Arilson (org). Planejando Empreendimentos Solidários. São Paulo: CUT/ADS, FURTADO, Celso. Análise do Modelo Brasileiro. 8ª ed. São Paulo: Civilização Brasileira, KOTLER, Philip; KELLER, Kevin L. Administração de Marketing. 12ª ed. São Paulo: Prentice Hall, LISBOA, Armando M. Mercado Solidário. In: CATTANI, Antônio D. (org.) A outra economia. Porto Alegre: Veraz Editores, NANTES, José F. D.; LEONELLI, Fabiana C. V. A estruturação da cadeia produtiva de vegetais minimamente processados. Curitiba: Revista FAE, v. 3, n. 3, p , set/dez ROBINSON, Joan. Concorrência imperfeita reexaminada. Economic Journal, Set/1953.

31 Como visto, as referências devem ser digitadas em espaçamento simples entre as linhas, em espaço duplo para separar as referências entre si (equivale a espaçamento depois de 18 pt) e alinhadas somente à margem esquerda (NBR 6023, item 5.3). O link abaixo direciona o aluno à norma referida, que deve ser consultada durante a elaboração do TC para aprendeender os demais elementos necessários à correta referenciação de materiais. Norma NBR Informação e documentação Referências Elaboração eferencia.pdf Com esses tópicos, o aluno deve ter percebido que a elaboração do TC não é uma missão impossível, mas uma viagem pelo mundo do conhecimento. Toda viagem tem data para começar e para terminar, dentre outros procedimentos que visam a garantir que se faça uma boa jornada. O próximo tópico trata das diretrizes de elaboração e entrega do TC para a Unip.

32 5. ESTRUTURA DO TCC E SUA ENTREGA Este capítulo tem como objetivo apresentar os principais pontos de atenção do aluno na finalização de seu esforço do TC: a apresentação gráfica do documento, o processo de entregas e as fases de avaliação do mesmo. Finalmente, são traçadas recomendações para garantir a qualidade da apresentação escrita do trabalho. 5.1 Apresentação gráfica do TC Com a finalidade de padronizar os TC da Unip, elaborou-se um arquivo texto, denominado Máscara para o TC, que já contém os elementos em sua ordem e também com as devidas marcações em termos de numeração de páginas e espaçamentos. A título de reafirmar os elementos, deve-se consultar a NBR (ABNT, 2005) a partir do link abaixo: Norma NBR Informação e documentação Trabalhos Acadêmicos Apresentação %20Trabalhos%20Academicos.pdf 5.2 Entregas e avaliações do TC De acordo com as diretrizes para elaboração do TC, quanto à entrega do documento e avaliação, a mesma será realizada em duas oportunidades. Durante o ano de orientação, em que o orientador acompanha o desenvolvimento do trabalho. Pelo menos, são realizadas duas apreciações do geral da obra, uma em cada semestre.

33 Nessas apreciações, o orientador lerá o trabalho e apontará soluções de melhoria. Essas versões serão apreciadas de forma qualitativa, isto é, não será atribuída notas às mesmas. Em função das observações de melhoria, o aluno deverá elaborar a Versão de Defesa, encaminhada encadernada em espiral em 3 vias, dado que será apreciada e corrigida pelos membros da banca. A apreciação será quantitativa, atribuindo-se um conceito de 0 a 1 para os seguintes atributos do trabalho: CRITÉRIOS DE ANÁLISE ITENS AVALIADOS: Apresentação geral do trabalho Adequação do resumo Elementos pré e pós-textuais corretos? Formatação correta? Tabelas/gráficos etc. corretamente apresentados? Possui os elementos: Apresentação? Objetivos? Metodologia? Resultados? Conclusões? Formatação da introdução Apresenta os elementos necessários a introduzir o leitor: Apresentação? Problema de pesquisa? Objetivos? Metodologia? Apresentação dos capítulos? Qualidade da fundamentação teórica Consistência e organização do trabalho Formato das citações Qualidade da discussão dos resultados Referenciação correta das obras utilizadas Adequação da linguagem Fechamento adequado das conclusões Quantidade e qualidade das obras? Trabalho analisado a partir de obras científicas, de autores renomados? Texto lógico? Os assuntos são encadeados corretamente? Saem do mais amplo para o mais específico? Corretas? Na proporção adequada a um TCC? Existem plágios? TCC Bibliográfico: autores usados são discutidos? TCC Pesquisa Aplicada: os resultados são convenientemente discutidos, produz-se conhecimento, ou apenas apresentam-se gráficos e tabelas? Todas as citações foram devida e corretamente referenciadas? Todas as referências apresentadas ao final do texto foram efetivamente usadas? Português correto? Usa-se terceira pessoa no texto? Palavras em outras línguas que não o português estão grafadas em itálico? Texto com linguagem adequada a trabalho científico? Faz-se um panorama do tema? Responde-se ao problema de pesquisa? Reflete-se sobre a hipótese? Os contornos Prática x Teoria são trabalhados no texto? Reflete-se se os objetivos foram atingidos? Limitações e Lacunas do trabalho são apresentadas? O Pesquisador faz sugestões para novos trabalhos? O aluno fará defesa do TC em seção pública e solene. Terá 20 minutos para realizar a apresentação. Na seqüência os membros da banca, formada pelo professor orientador e por dois outros professores, preferencialmente 1 com título de Mestre ou Doutor, farão suas considerações de melhoria sobre o trabalho.

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