ACTA DA 2.ª REUNIÃO DA MESA PAN-AFRICANA DOS ÓRGÃOS NACIONAIS DE COMBATE A CORRUPÇÃO 13 DE AGOSTO DE 2008

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1 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Introdução ACTA DA 2.ª REUNIÃO DA MESA PAN-AFRICANA DOS ÓRGÃOS NACIONAIS DE COMBATE A CORRUPÇÃO 13 DE AGOSTO DE A terceira reunião da mesa da 2.ª Reunião Pan-Africana dos Órgãos Nacionais de Combate à Corrupção [sic] teve lugar em Abuja, Nigéria, no dia 13 de Agosto de A reunião teve por objectivo: Examinar o progresso feito na implementação do programa de acção; Apresentar e aprovar o programa de acção quinquenal; Avaliar o progresso do processo preparatório relativamente à 3.ª Reunião Pan-Africana dos Órgãos Nacionais de Combate à Corrupção; e Investigar possíveis parcerias estratégicas e mobilização de recursos para a implementação do programa de acção. 2. Os seguintes membros da mesa estiveram presentes à reunião: Presidente -África do Sul 1.º Vice-Presidente -Burundi 2.º Vice-Presidente -Benim 3.º Vice-Presidente -Líbia Defensor no Combate à Corrupção -Nigéria -Comissão da União Africana Faltas justificadas: Relator - Quénia 3. Os seguintes parceiros também foram convidados a assistir à reunião como observadores: Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA); Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (UNDP); e Gabinete das Nações Unidas para o Combate às Drogas e Crime (UNODC). Boas Vindas e Nota de Abertura 1

2 4. A reunião foi aberta pelo presidente da mesa, o Prof. Richard Levin. O presidente delineou os objectivos e os resultados antecipados da reunião, tendo comentado também o significado da presença de parceiros estratégicos nesta reunião para a promoção do trabalho da mesa. Confirmação da Ordem de Trabalhos 5. A ordem de trabalhos foi adoptada sem emendas. Apresentação e Adopção da Acta da 1.ª Reunião da mesa 6. A acta da segunda [sic] reunião foi adoptada como reflectindo fielmente a reunião. QUESTÕES DECORRENTES Debates com o Defensor do Combate à Corrupção 7. O Presidente da mesa informou os membros de que fora realizada uma reunião à margem da Reunião Prolongada dos Ministros Africanos da Função Pública em Julho de 2008 em Sandton, África do Sul, entre o Presidente da Mesa de Combate à Corrupção, a Comissão da União Africana e o Defensor do Combate à Corrupção, a saber, a Nigéria. As seguintes recomendações foram apresentadas relativamente ao envolvimento da Nigéria na mesa: Necessidade de colaboração entre a mesa e a Nigéria a fim de harmonizar as actividades de ambas e evitar a duplicação de esforços; A Nigéria deve fazer parte da redacção do programa de acção; e A Nigéria deve ser convidada a fazer parte da mesa. 8. A mesa adoptou estas recomendações sem emendas. A Nigéria reafirmou a sua intenção em participar das actividades da mesa. O representante do defensor, o Dr. Olaopa, informou a reunião de que a Nigéria contribuiria para os trabalhos da mesa através de um projecto que se centra na avaliação de níveis de corrupção no continente. Acrescentou ainda que a Nigéria conta com financiamento parcial para esta actividade. Resposta relativamente ao mandato da mesa 9. O Presidente apresentou a resposta relativamente ao mandato da mesa conforme recomendação da Comissão da União Africana (CUA). A CUA recomendou que o mandato da mesa estivesse ligado à realização da Reunião Pan-Africana dos Órgãos Nacionais de Combate à Corrupção. 2

3 10. A CUA recomendou ainda que os Presidentes da mesa fizessem parte da nova mesa a ser constituída a fim de assegurar continuidade. 11. Por último, a CUA recomendou que a 3.ª Reunião dos Órgãos Nacionais Pan- Africanos de Combate à Corrupção fosse adiada para o primeiro trimestre de A mesa concordou com as recomendações apresentadas sem emendas. As datas exactas das reuniões serão comunicadas aos membros da mesa após um processo consultivo entre a CUA e a Líbia, país anfitrião da 3.ª Reunião dos Órgãos Nacionais Pan-Africanos de Combate à Corrupção. Lista de Auto-avaliação da UA 13. O Presidente informou os membros que a lista de auto-avaliação destinada a examinar a implementação da Convenção da UA para o Combate à Corrupção e sua Prevenção estava completa e traduzida para todas as línguas da UA. A lista de verificação fora apresentada à CUA a fim de ser distribuída aos estados membros para seu preenchimento. 14. Além disso, o presidente informou a reunião que a CUA recomendara que a administração da auto-avaliação fosse realizada pelo Conselho Consultivo. 15. Dada esta recomendação, a reunião resolveu que a circulação da lista fosse adiada até depois do Conselho Consultivo ter sido nomeado em Janeiro de A recomendação foi adoptada pela mesa. Desenvolvimento do guia legislativo 17. O Presidente apresentou informação sobre o progresso alcançado relativamente à nomeação de um provedor de serviços para o desenvolvimento do guia legislativo sobre a implementação da Convenção da UA para o Combate à Corrupção e sua Prevenção. 18. O Presidente informou a reunião de que tinham sido recebidas três propostas após o prazo para apresentação das mesmas ter caducado. Salientou ainda que as propostas recebidas excediam os fundos afectados para o efeito pelo que se tinham iniciado conversações com a UNODC e a GTZ a fim de negociar financiamento adicional. 19. O Burundi indicou que os termos de referência foram circulados com atraso pelo que não tinha havido tempo suficiente para que os membros da mesa urgissem os peritos das suas respectivas regiões a apresentar propostas. 3

4 20. A reunião decidiu prorrogar o prazo de apresentação de propostas ate à segunda semana de Setembro de Os membros da mesa foram instados a circular os TdR nas suas respectivas regiões. Criação do Conselho Consultivo 21. O Presidente informou a reunião de que a eleição do Conselho Consultivo fora adiada para Janeiro de A Nigéria perguntou se o processo de nomeações ainda estava aberto e se os Estados Membros da UA ainda poderiam apresentar nomeações para o Conselho Consultivo. 23. O representante da CUA, o Dr. Dia, explicou que o processo de apresentação de nomeações para o Conselho Consultivo ainda estava aberto e que a Nigéria podia apresentar a sua nomeação. Envolvimento com as CER 24. A CUA informou que o processo de envolvimento com as CER continuava e que seriam realizadas reuniões com a ECOWAS para dar seguimento a esta questão. Análise da situação relativa à ratificação 25. Relativamente à questão da ratificação, a UA indicou que a análise será completada até Outubro de 2008 e apresentada na próxima reunião da mesa. OUTRAS QUESTÕES Processos preparatórios para a 3.ª Reunião Pan-Africana dos Órgãos Nacionais de Combate à Corrupção 26. A CUA orientou o debate relativamente a este ponto e o Dr. Dia informou a reunião de que a Líbia havia indicado a sua disponibilidade para albergar a 3.ª Reunião Pan-Africana dos Órgãos Nacionais de Combate à Corrupção. Contudo, o Dr. Dia indicou que não era possível acolher a reunião no ano em curso conforme previamente indicado e acordado pela Líbia. 27. Indicou ainda que seria enviada uma carta formal à Líbia sobre o acolhimento da reunião. A carta sublinhará os aspectos administrativos, substantivos e logísticos relativos à realização da reunião. A Líbia deverá apresentar uma resposta formal quanto ao seu acolhimento da reunião. 28. A Líbia reafirmou a sua disponibilidade em albergar a reunião e prometeu implementar as medidas necessárias para que a reunião seja acolhida com sucesso. A Líbia também indicou que precisaria de coordenar os preparativos de acolhimento da reunião com a CUA. 4

5 29. A reunião resolveu então que a Líbia acolherá a 3.ª Reunião Pan-Africana dos Órgãos Nacionais de Combate à Corrupção durante o primeiro trimestre de A CUA propôs a última semana em Março como uma data conveniente. Ficou acordado que a CUA informará a mesa sobre as datas propostas. Projecto do Programa de Acção Quinquenal 30. O Presidente apresentou brevemente os antecedentes do processo que levou à decisão relativa à preparação do Plano de Acção Quinquenal. O Programa de Acção Quinquenal provisório foi criado juntamente pelo gabinete do Presidente da Mesa e pela CUA. O Gabinete do Presidente apresentou o projecto do Programa de Acção Quinquenal. 31. Foram apresentadas as seguintes propostas para aperfeiçoamento do Programa de Acção: Realizar uma auditoria das capacidades e dos vários instrumentos legais de combate à corrupção das comunidades económicas regionais (CER); Desenvolver um modelo sobre requisitos mínimos para as CER; Salientar a necessidade de uma abordagem holística no combate à corrupção; A UNECA propôs que as CER deveriam ter mais expressão no seio da mesa. O Dr. Dia explicou que era necessário que as CER fossem representadas na mesa. A Nigéria salientou a falta de uma estratégia de comunicação dentro da estrutura. O Presidente decidiu então que se incluísse uma estratégia de comunicação. A Nigéria sugeriu que se fizesse um estudo no âmbito do Programa de Acção a fim de avaliar os níveis de corrupção em África. O Presidente recomendou que se criasse um método padronizado para fins de avaliação dos níveis de corrupção e que tal método fosse testado numa das regiões da UA. Incluir formação e desenvolvimento no Programa de Acção. Reforçar a capacidade dos órgãos nacionais de combate à corrupção. 32. Foi resolvido que o Programa de Acção Quinquenal seria revisto em conformidade com os comentários e sugestões apresentadas durante a reunião. Mobilização de Recursos e Parcerias 33. Os parceiros tiveram oportunidade de partilhar com a mesa as suas próprias iniciativas relativamente ao combate à corrupção e de apresentar a sua opinião sobre a forma como tais iniciativas poderão contribuir para a implementação do Programa de Acção. 5

6 34. O representante da UNECA informou a reunião de que a UNECA estava interessada em estabelecer uma parceria com a mesa, tendo também indicado que apoiava o Programa de Acção preliminar. A UNECA informou a mesa de que o seu plano de formação se adequava bem com o Programa de Acção e com a própria mesa. A UNECA comprometeu-se ainda a contribuir para o trabalho da mesa com: A oferta de apoio técnico incluindo o aperfeiçoamento do Programa de Acção; A partilha de boas práticas; e A formulação de normas mínimas relativamente ao que deverá ser a legislação mínima para combate à corrupção. 35. A UNECA também informou a mesa de que, presentemente, está a realizar um estudo que deverá ser finalizado em Dezembro de 2008 o qual avalia a eficácia dos órgãos nacionais de combate à corrupção. A assembleia resolveu que os resultados do estudo deverão ser discutidos durante a 3.ª Reunião Pan-Africana dos Órgãos Nacionais de Combate à Corrupção. 36. O UNODC também ofereceu o seu apoio à Mesa, incluindo assistência com o melhoramento do Programa de Acção. O UNODC indicou que poderá não se encontrar em situação de oferecer assistência financeira, mas que está disponível para envolver a Mesa em acções conjuntas de mobilização de recursos. Além disso, o UNODC indicou à mesa que tem gabinetes regionais em todo o continente os quais poderão oferecer apoio técnico e consultivo à mesa. 37. O UNDP indicou a sua disponibilidade em trabalhar em parceria com a mesa. O representante indicou que o UNDP criou um instrumento de avaliação de capacidades destinado a avaliar a capacidade das várias agências de combate a corrupção. O UNDP pediu à mesa que assistisse com a distribuição da ferramenta de avaliação entre os Estados membros. A mesa respondeu que o instrumento de avaliação poderá ser distribuído durante a 3.ª Reunião Pan-Africana dos Órgãos Nacionais de Combate à Corrupção. 38. O UNDP indicou também que esta envolvido em campanhas de comunicação e de promoção e defesa de causas. Resumo e Encerramento 39. O Presidente da mesa apresentou as decisões e resultados da reunião e agradeceu aos membros da mesa pela sua participação. 40. A reunião encerrou às 16:20. 6

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