Uma ampliação das fronteiras do campo Barbara Jane Necky e Patrícia Castro Ferreira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Uma ampliação das fronteiras do campo Barbara Jane Necky e Patrícia Castro Ferreira"

Transcrição

1 Uma ampliação das fronteiras do campo Barbara Jane Necky e Patrícia Castro Ferreira design, graduação em design, habilitação A proposta deste artigo é gerar uma reflexão sobre um fenômeno que vem acontecendo nas universidades brasileiras nos últimos anos: a criação de novas habilitações para bacharelados em design. Em meio a questões que afligem o campo do design como a dificuldade em se auto-definir, a falta de definição de um corpo teórico de conhecimento, a falta de fundamentação teórica no ensino de design, entre outras, é percebido um movimento de ampliação das fronteiras do campo. Este artigo tem por objetivo elucidar questões relativas à conformação da graduação em design no Brasil e propor, através de discussões internas ao campo realizadas no âmbito da pós-graduação, parâmetros para configuração de uma formação que considere aspectos fundamentais à constituição do campo. 1 Introdução Ultimamente ouve-se a afirmativa da tendência de que design está na moda e que a simples menção do termo design associado a qualquer produto lhe investe de uma aura própria. Ser apresentado como designer pode, a princípio, gerar prestígio, mas logo se instauram dúvidas quanto à atividade praticada. Os profissionais da área quase sempre necessitam fornecer um pouco mais de informação quanto à sua atividade profissional do que a autodenominação de designer, que abre uma larga margem de interpretações. Observa-se, nos últimos anos, uma ampliação da atuação do designer, muitas das quais proporcionadas pelas novas tecnologias. São exemplos dessas novas atuações a atividade de webdesigners, animadores (2D e 3D), design de moda, design de jogos, design de hipermídia etc. Recentemente, o mercado de trabalho, no Brasil e no exterior, vem demandando novos perfis profissionais que devem estar em consonância com as novas tecnologias e novos meios de produção e publicação, através de uma formação que exige cada mais agilidade e constante atualização. Estas novas demandas estão sendo atendidas, na medida do possível, pelas IES que encontraram nas DCNs terreno fértil para implantação de currículos personalizados conforme o contexto. Verificaremos as bases para configuração de tal cenário, apontaremos fragilidades no sistema de ensino em design no Brasil e proporemos como o campo do Design pode trabalhar em prol da melhoria da formação do designer. 2 Design como disciplina O reconhecimento do campo do Design, historicamente, é marcado pelo período da industrialização, entendimento este que constitui alvo de muitas discussões entre os se ocupam de estudar o tema. No senso comum o design é reconhecido como uma atividade prática ligada à produção de objetos. Entre os pesquisadores da área, Design é um componente da produção moderna e devemos considerar seu papel no

2 desenvolvimento social, uma vez que os aspectos sociais não podem ser separados dos demais aspectos da vida humana (MARGOLIN, 2005; FORTY, 2007). Seja reconhecido como um processo ou como uma atividade prática, atualmente, o campo do design encontra-se institucionalizado e reconhecido pela academia e pela sociedade em geral. Entretanto, a caracterização da atividade de design parece se mostrar ainda indefinida, entre outros motivos, por não encontrar fronteiras fixas para sua área de atuação. Couto (1997) diz que para alguns autores a atividade de design é relativamente nova e seu conceito ainda não foi suficientemente entendido e formalizado. A autora relata ainda que outro grupo de autores considera os designers lentos na tentativa de definir sua própria atividade (COUTO, 1999). Segundo Couto & Oliveira (1999), o design vem se construindo e reconstruindo em um processo permanente de ampliação dos seus limites através da sua relação de troca com outras áreas do conhecimento e em função de exigências de uma determinada época. Esta condição é definida pela sua vocação interdisciplinar que, muitas vezes, dificulta um consenso nas diversas tentativas de conceituação. O design é uma disciplina notavelmente flexível, passível de interpretações radicalmente diferentes na teoria assim como na prática. Porém, esta flexibilidade freqüentemente conduz a uma inadequada interpretação de sua natureza (Couto & Oliveira, 1999; p. 7). Para Love (2002), a ausência de concordância de consenso teórico e terminológico fundamentais apresenta obstáculos para o endereçamento de problemas porque termos-chave como design, processo de design e projeto têm diferentes significados em diferentes domínios. Muitas vezes, as discussões no âmbito do design não avançam por um impedimento inicial em criar consenso sobre questões básicas dentro do próprio campo. Numa área na qual a teoria se encontra atrelada aos domínios da prática existe pouco interesse ou quase uma negligência em examinar questões epistemológicas e ontológicas para elaboração de teorias. Love (2002) identifica também outros problemas para o desenvolvimento de um corpo unificado de conhecimento: conflitos teóricos entre pesquisadores que trabalham em domínios diversos; dificuldade na validação de teorias contrária aos seus contextos ontológicos, epistemológicos e teóricos; falta de clareza sobre o escopo, fronteiras e focos dos campos de pesquisa; dificuldades para pesquisadores iniciantes em estabelecer revisões de literatura satisfatórias identificando fundamentos epistemológicos confiáveis em suas pesquisas e criação de uma teoria aplicável a um amplo leque de disciplinas associadas às ações projetuais de design. A constituição de um corpo unificado de conhecimentos da área do design tem se mostrado uma tarefa difícil e, para alguns autores, até improvável se considerarmos este como um corpo de conhecimento fixo. Bomfim (1997) afirma existir a crença, comungada por alguns membros do campo, de que o design melhor se define pelo seu campo de ação do que pelo domínio de um campo teórico próprio definido tarefa impedida pela variabilidade e complexidade dos temas tratados pela atividade. Em outras palavras, o campo do design possui dificuldade em se definir a priori, pois é constituído por uma prática profissional diversa e multifacetada. Na medida em que o design não pode ser considerado uma ciência pura e nem tem um campo de atuação fixo que poderia definir um aporte teórico comum, aqueles que se dispõem a estudar questões de design o fazem através da apropriação de teorias advindas de outras áreas. A vocação interdisciplinar do design se explica através da necessidade que a área tem em construir aporte teórico com o auxílio de outras disciplinas. Assim define Bomfim: 2

3 O que parece haver de original na relação entre a teoria e a prática, no caso específico do design, é o fato de que os conhecimentos demandados pela práxis pertencem a diferentes ramificações das ciências clássicas, que se constituíram antes do surgimento do design, a exemplo da fisiologia, do grupo das ciências da natureza; da matemática, que faz parte das ciências formais; da estética, do conjunto de ciências humanas etc. Este conjunto de ciências empregadas na fundamentação do design caracteriza-o como atividade interdisciplinar (BOMFIM, 1997). O autor chama atenção para a dificuldade de construção de uma teoria do design, tendo em vista a sua essência interdisciplinar e, por conseqüência, a ausência de fronteiras no seu campo de conhecimento. Numa tentativa de gerar um mapeamento do terreno conceitual básico do design no Brasil, o livro Conceitos-chave em Design traz uma série de definições de termos do campo do design propostas diversos por pesquisadores. Para o termo design encontramos, entre outras, a seguinte definição:... disciplina de caráter interdisciplinar, de natureza abrangente e flexível, passível de diferentes interpretações (COELHO, 2008; p. 187). Um caminho para entender a constituição do conhecimento em design é apontado por Cross (2007) ao propor discutir as qualidades particulares da prática do design como prática de pesquisa. O autor considera que a pesquisa em design deve ser direcionada em nível epistemológico, em nível da prática do design e em nível de processo de design. Com essa ideia, Cross (op. cit.) procura descrever e compreender o design como uma ação criativa situada em diferentes contextos e processos, situações e comunidades, situando as principais áreas desse conhecimento no desenvolvimento de habilidades inatas, no desenvolvimento cognitivo e no desenvolvimento de habilidades constituintes do pensamento e comunicação não verbal. Dessa forma, o autor considera que o design tem um conhecimento que pode ser aprendido, o que o institui como disciplina. Dentro dessa linha, Bomfim (1997) coloca que construir uma teoria do design é tão possível quanto é sua práxis. Bomfim entende que deve haver uma compreensão do design a partir de seus objetivos, métodos e campos de ação. Considerando seu percurso histórico, o autor caracteriza o design como um agente ideológico: O design seria, antes de tudo, instrumento para a materialização e perpetuação de ideologias, de valores predominantes em uma sociedade, ou seja, o designer, conscientemente ou não, re-produziria realidades e moldaria indivíduos por intermédio dos objetos que configura, embora poucos designers aceitem a faceta mimética de sua atividade (Bomfim, 1997, p. 32). Segundo o autor, os discursos políticos, filosóficos ou éticos que legitimaram o design ao longo do seu desenvolvimento vêm sendo diluídos pelas forças do mercado de consumo. Essas forças de mercado também ganham espaços na formação educacional no campo do design, orientando e definindo rumos para o campo a partir da formação acadêmica. 3 O ensino superior em Design No Brasil, na educação superior existem cursos de graduação, com formação de bacharéis e licenciados, cursos graduação tecnológica, com formação de tecnólogo; e; cursos de pós-graduação, com formação de especialistas (lato sensu), mestres e doutores (stricto sensu). A graduação prevê a formação em nível superior e pode ser oferecida com diferentes habilitações: Cursos de Graduação e Diplomas São os mais tradicionais e conferem diploma com o grau de Bacharel (ex.: Bacharel em Física), Licenciado (ex.: Licenciado em Letras), Tecnólogo (ex.: Tecnólogo em Hotelaria) ou título específico 3

4 referente à profissão (ex: Médico). O grau de Bacharel ou o título específico referente à profissão habilitam o portador a exercer uma profissão de nível superior; o de Licenciado habilita o portador para o magistério no ensino fundamental e médio. É possível obter o diploma de Bacharel e o de Licenciado cumprindo os currículos específicos de cada uma destas modalidades. Além das disciplinas de conteúdo da área de formação, a licenciatura requer também disciplinas pedagógicas e 300 horas de prática de ensino. Os cursos de graduação podem oferecer uma ou mais habilitações. Habilitação É um programa instrucional com requisitos específicos como: disciplinas, estágio, trabalho de conclusão, dentre outros. É vinculada obrigatoriamente a um curso de graduação, visando habilitar o aluno a exercer uma atividade específica dentro da área de conhecimento do seu curso. As diferentes habilitações de um mesmo curso de graduação devem, necessariamente, compartilhar um núcleo comum de disciplinas e atividades (MEC, 2009). Além disso, são oferecidas mais duas modalidades de cursos seqüenciais para a educação média e superior, o curso superior de formação específica e o curso superior de complementação de estudos. Curso Superior de Formação Específica É um programa de formação de estudantes em qualificações técnicas, profissionais ou acadêmicas, que confere um diploma aos concluintes. É constituído por um conjunto de disciplinas e atividades organizadas, com carga horária e duração mínimas de horas e 400 dias letivos, respectivamente. Curso Superior de Complementação de Estudos É um programa de formação de estudantes em qualificações técnicas, profissionais ou acadêmicas, com destinação coletiva ou individual, conferindo certificado. É obrigatoriamente vinculado a curso de graduação existente na IES e é constituído por um conjunto de disciplinas e atividades para atender a objetivos educacionais definidos pela instituição, no caso de cursos coletivos, ou para atender às necessidades individuais (ibidem). Atualmente, a formação superior em design oferece cursos em diferentes níveis, seqüenciais, graduação, graduação tecnológica e, na pós-graduação, cursos de especialização, mestrado e doutorado. Algumas fragilidades da Graduação em Design O primeiro curso de graduação em Design no Brasil iniciou-se com a criação da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI), na década de 1960, no Rio de Janeiro. Pelo fato de ter sido a escola pioneira de Design, a ESDI tornou-se o modelo dos cursos de graduação em Design subsequentes, criando a partir de então um reprodutivismo no ensino em Design no Brasil (NIEMEYER, 1998). O ensino de Design no Brasil é marcado por um processo de reprodução acrítica da estrutura curricular e das práticas de ensino, afirma Freitas (1998). A ESDI configurou-se como uma instituição de ensino isolada que marcou um entendimento do ensino do design como um processo separado dos demais bacharelados (BOMFIM apud COUTO, 2008). Entretanto, as mudanças curriculares da graduação em Design não diferem essencialmente das mudanças efetuadas no ensino superior de maneira geral. O bacharelado em Design enfrentou diversos dilemas comuns a outros bacharelados como, por exemplo, currículos que proporcionavam uma formação distante do que se praticava no mercado de trabalho. Em 1968, surge o Currículo Mínimo para os cursos de graduação permitindo grande liberdade aos cursos de graduação em Design. A heterogeneidade dos cursos, com estruturas curriculares tão díspares para formação de um mesmo profissional, fez com que o Conselho Federal de Educação criasse, em 1978, uma comissão de especialistas para criar um currículo novo, diz Couto (2008). Em 1987, com a reformulação do currículo mínimo, os cursos de Comunicação Visual e Desenho Industrial, com bacharelado de quatro anos, se transformaram num único curso de bacharelado denominado Desenho Industrial, com habilitações em Programação Visual e em Projeto de Produto (LIMA & LIMA, 2009). Apesar de trazer unidade aos 4

5 cursos de graduação em Design o novo Currículo Mínimo 1 acabou por gerar um engessamento curricular muito criticado pelas Instituições de Ensino Superior IES que operacionalizavam cursos de graduação em Design. Em abril de 1997, o Fórum de Recife 2 foi palco dessas críticas e, nesta ocasião, foi apontada a extrema necessidade de uma reforma curricular (COUTO, 2008). Muitas das sugestões colhidas nesse encontro serviram de base para a criação de parâmetros sobre o ensino em Design no Brasil. Como fruto de uma comissão de especialistas reunidos pelo MEC surgem as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para Bacharelados em Design 3 com vistas a assegurar os conteúdos comuns, a flexibilidade e a qualidade da formação oferecida aos estudantes. Diferentemente do Currículo Mínimo, as novas Diretrizes Curriculares funcionavam como orientações para a elaboração de currículos de cada instituição, respeitando a vocação local. Dentre as medidas que visavam permitir uma maior flexibilização aos currículos a possibilidade de criação de novas habilitações foi uma delas. Por muitos anos, o bacharelado em Design possuiu apenas duas habilitações: projeto de produto e programação visual. Entretanto, dentre seus objetivos, as DCNs deveriam induzir à criação de diferentes formações e habilitações para cada área do conhecimento com a possibilidade de definirem múltiplos perfis profissionais (COUTO, 2008). A partir desta premissa surgem nas diferentes instituições de ensino, diversas novas habilitações, que abrangem áreas específicas, tais como decoração, design de interiores, design de games, design de interface, design de moda, design e tecnologia da moda, design e construção de marcas, design de interface e gestão do design, multimídia e webdesign. São alguns exemplos de novas habilitações e vocações em bacharelado em Design no Brasil: o Centro Universitário Senac (SP) que oferece o Curso de Design com habilitações em Design Industrial, Comunicação Visual, Interface Digital e Modelagem 4 ; a Escola Superior de Propaganda e Marketing (RJ), com habilitação em Comunicação Visual e ênfase em Marketing 5 ; o Senai Cetiq 6 (RJ), com bacharelado em Design e habilitação em Moda; a Universidade Anhembi Morumbi 7 (SP) que possui graduação em Design de Games, Design Digital, Design Gráfico com ênfase em Tipografia e Moda - Design, além dos cursos tecnólogos em Design de Animação, Design de Interiores e Design de Jóias. Por exemplo, o curso de graduação em Design da PUC Rio ganha uma nova estrutura curricular que começou a ser implantada em As principais características deste do currículo são a flexibilização e a criação de duas novas habilitações: Moda e Mídia Digital, em consonância com as DCNs. A reforma curricular do curso de graduação em Design da PUC se justifica por: Os avanços científicos e tecnológicos exigem hoje do designer uma atitude de contínua reflexão e atualização, de forma a incorporar novos conceitos, linguagens e conhecimentos, e a rever processos, técnicas e práticas. A reformulação do currículo de curso de Graduação em Desenho Industrial e o oferecimento de duas novas habilitações em Mídia Digital e Moda têm por objetivo capacitar o aluno de Design a melhor entender e atender às novas demandas da sociedade do século XXI, ampliar seu escopo de atuação 1 Aprovado em 16 de junho de 1987, através da Resolução 02/87 do Conselho Federal de Educação. 2 I Fórum de Dirigentes de Cursos de Desenho Industrial representa por cerca de 40 instituições de ensino. 3 As Diretrizes Curriculares Nacionais específicas para os cursos de graduação em Design foram fixados nos Pareceres CES/CNE 0146/2002, 67/2003 e 0195/2003, da Resolução 5 de 8 de março de 2004 (COUTO, 2008). 4 Disponível em Acesso em 03 jul Disponível em Acesso em: 30 jun Disponível em Acesso em: 30 jun Disponível em Acesso em: 30 jun

6 profissional, e possibilitar o desenvolvimento de novos produtos, serviços e soluções (PUC-RIO, 2007). A partir da orientação das DCNs podem ser criados cursos em design com diferentes estruturas curriculares. Houve, desde então, uma maior liberdade para a construção dos currículos, exploração dos conteúdos básicos, técnicos e teórico-práticos, bem como implantação de metodologias diferenciadas de ensino. Em paralelo à criação de novas habilitações de graduação em design foram lançados cursos com especialidades tais como cursos de design de produtos, design visual, design de interiores, design de moda e tecnologia, design digital, design e negócios da moda etc. Com vias a checar se estes cursos não representam uma especialização dentro da graduação nos interessamos em mapear as estruturas curriculares para conhecer a articulação dos eixos de conteúdo e a ênfase dada a cada um deles. Entretanto, as matrizes curriculares ou ementas de curso fornecidos online ou localmente aos potenciais alunos não oferecem um plano detalhado da articulação de conteúdos e nem da dinâmica do curso. Para tal mapeamento, seria necessário entrar em contato com a coordenação de curso ou ter acesso ao documento oficial do currículo do curso. Como, até o momento, não contamos com o acesso a estes dados, fica a pergunta: Seriam estes cursos uma especialização dentro da graduação? Anualmente, o INEP 8 realiza uma coleta de dados sobre a educação superior, buscando oferecer informações sobre a situação atual e as tendências do setor. Com base nos dados disponíveis on-line pelo Instituto, realizamos uma pesquisa utilizando como termo de busca a palavra design, encontramos quase 500 ocorrências em cursos de graduação tecnológica e cursos de graduação (curso e habilitação), contra 10 ocorrências em cursos seqüenciais (MEC, 2009). O INEP assinala que os cursos tecnológicos e os seqüenciais são formas de ingressar mais rápido no mercado de trabalho. A partir dos resultados, observa-se um grande número de oferta de cursos tecnológicos confirmando essa tendência, provavelmente por parte da demanda por formação superior em menos tempo e, consequentemente, pela oferta das instituições em suprir a demanda da sociedade. Entre as graduações, a maioria das habilitações de cursos de design se concentra em design gráfico, design de produto e design de moda. Além desses, podemos destacar alguns cursos como design de games, design de interface, design de ambientes e webdesign, entre outros, como cursos que mostram uma tendência de especialização a partir da graduação. As DCNs não só permitem, mas também incentivam a criação de novas habilitações admitindo que cada instituição de ensino através seu Projeto Pedagógico crie linhas de formação específicas nas áreas de conhecimento. O intuito de tal ação foi melhor atender às demandas institucionais e sociais, assegurando a formação de perfil profissiográfico adequado para o formando (COUTO, 2008, p. 51). A princípio, a intenção de flexibilizar o ensino superior através de diretrizes que norteiam os currículos, a serem desenhados pela IES para atender aos anseios de uma sociedade em constante mudança, pode ser entendida de maneira positiva. O respeito à vocação local também pode ser compreendido como apoio às necessidades de cada comunidade e às questões que nela se instalam. Por outro lado, a premência em ingressar no mercado de trabalho, aliado às exigências nas especificações de cargos nas empresas privadas ou públicas, pode fazer com que a orientação dos programas educacionais ganhe um caráter de formação técnica, com prejuízo a formação acadêmica do egresso. 8 O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC) que promove estudos, pesquisas e avaliações para fornecer informações sobre o quadro do Sistema Educacional Brasileiro. 6

7 A oferta de cursos de graduação em Design cresceu bastante nos últimos anos, em conseqüência, aumenta a diversidade de denominações e habilitações. Observamos que o campo do design traz algumas particularidades e especificidades que o diferenciam de outras áreas do conhecimento. Nossa formação é marcada por dinâmicas essencialmente práticas e, apesar das coordenações de curso se responsabilizarem no oferecimento de uma formação teórico-prática, observamos na prática em sala de aula um peso maior no que diz respeito ao fazer no ensino do design. Pergunta-se se uma formação de caráter eminentemente técnico não estaria se superpondo ao objetivo esperado de um curso de formação superior no atual momento. Segundo o artigo 5º do Parecer CES/CNE 0195/2003 são previstos três eixos interligados de formação para a composição dos projetos pedagógicos de graduação: conteúdos básicos, conteúdos específicos e conteúdos teórico-práticos. Como vêm sendo definidos esses conteúdos nas graduações em design? Qual a interligação entre esses eixos de conteúdos? O que há de específico nas habilitações da graduação em design? Em que nível as habilitações abrangem um conhecimento geral do campo do Design? O campo do Design carrega uma indefinição em suas questões epistemológicas gerada pela dificuldade de constituição de corpo teórico unificado. Na prática do ensino, a indeterminação desse corpo teórico pode levar a um distanciamento entre teoria e prática, possibilitando graduações com acentuada orientação técnica em detrimento de uma construção de pensamento crítico. Niemeyer (1998) salienta que é fundamental uma revisão do ensino em design no Brasil, buscando maior ênfase nas disciplinas tecnológicas e o desenvolvimento da capacidade crítica embasada em disciplinas que trazem aspectos sociais, culturais e econômicos (p.21). Cabe ressaltar o sentido de desenvolvimento de uma tecnologia. O conhecimento tecnológico, segundo Bunge (1980), constitui-se de teorias, regras fundamentadas e dados, e é resultante da aplicação do método da ciência a problemas práticos (apud FREITAS, 1998, p.19). Esta postura difere substancialmente da prática instituída no ensino em design no Brasil. Decorrente da insuficiência de investigação científica tem-se, no design, um ensino com pouca fundamentação teórica, voltado para a formação profissional essencialmente prático. Esse ensino pauta-se na apropriação de conhecimentos técnicos e na sua aplicação a situações práticas. Passa, assim, ao largo das atividades tecnológicas. Tal forma de ensino não considera a importância dos processos históricos e sociais envolvidos na formação de tecnologias (FREITAS, 1998, p. 19). A falta de fundamentação teórica tem reflexos concretos na graduação em design no País. Essa lacuna impede uma abordagem científica no encaminhamento de questões projetuais e, conseqüentemente, não desenvolve a formação de tecnologia em design. Além disso, não fornece embasamento ao aluno de design quanto aos aspectos sociais, culturais e econômicos para o desenvolvimento de projetos. Considerações finais Inicialmente, a profissão de design foi sendo definida pelo o que se fazia na disciplina de projeto da ESDI, ou seja, pelo o que os professores da disciplina definiam como sendo cabível como projeto de design (NIEMEYER, 1998). Atualmente, observamos, em comparação aos primeiros tempos do design no Brasil, uma grande ampliação do 7

8 escopo de atuação da área. Quais as implicações da ampliação das fronteiras do campo na condução dos programas de ensino em design quanto à manutenção de uma unidade entre os cursos? Acreditamos que estas são questões novas que encontram problemas antigos. Para agravamento da situação, identificamos uma postura auto-referenciada na graduação em design das universidades brasileiras. O campo do design parece não efetuar intensa troca com disciplinas de outros cursos de graduação dentro do espaço universitário. Já na pós-graduação, essa troca se dá com maior facilidade por força da necessidade de angariar aporte teórico. Os programas de pós-graduação em design configuram-se como o espaço interdisciplinar do campo do design. O encaminhamento das questões que afligem o campo do design, muito provavelmente, se dará como resultado das discussões e reflexões geradas pelas pesquisas dos programas de pósgraduação em Design. A pós-graduação em Design congrega a prática interdisciplinar e a discussão a respeito de questões internas ao campo se faz necessária. As experiências de outras graduações também são importantes para o campo do design na medida em que todas se encontram dentro de uma mesma realidade acadêmica. É claro, que não se pode esquecer as especificidades do design, mas não se deve esquecer igualmente que o design é uma disciplina que passa por um momento de constituição pelo qual outras disciplinas já passaram. Criar parcerias com outros departamentos é essencial para que o aluno de design usufrua de um amplo leque de visões oferecidas pela academia além de prover pesquisas e projetos interdisciplinares. É importante que o ensino de design ofereça uma formação que considere dimensões gerenciais, científicas e de reflexão social para que os designers deixem de ser cumpridores de tarefas e para que a área possa se posicionar de forma assertiva frente ao mercado de trabalho. O tão desejado reconhecimento profissional da área é conseqüência de sua atuação frente à sociedade. Preparar-se para o mercado não é apenas armar-se de ferramentas produtivas, mas conhecer as diversas conotações de sua ação profissional em meio à sociedade, a maneira como moldamos e somos moldados pela mesma. De acordo com Niemeyer (1998, p118)... todo currículo implica uma seleção da cultura, um conjunto de ênfases e omissões, que expressa, em determinado momento histórico, o que se considera ser educação. Estaríamos dando as ênfases corretas ao ensino em design? 8

9 Referências BOMFIM, G. A. Fundamentos de uma teoria transdisciplinar do design: morfologia dos objetos de uso e sistemas de comunicação. In: Estudos em design. Rio de Janeiro: Associação de Ensino de Design do Brasil, V. 5, n. 2, p , dez COELHO, L. A. L. (Org.) Conceitos-chave em design. Rio de Janeiro: PUC-Rio ; Novas Idéias Couto, Rita Maria de Souza. Movimento interdisciplinar de designers brasileiros em busca de educação avançada. Tese de Doutorado. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Educação, Contribuição para um design interdisciplinar. Estudos em Design. v. 7, n. 1, 1999, p Escritos sobre o Ensino em Design no Brasil. Rio de Janeiro: Rio Book s, COUTO, Rita Maria de Souza; OLIVEIRA, Alfredo Jefferson de. Formas do design: por uma metodologia interdisciplinar. Rio de Janeiro: 2AB: PUC, Dep. de Artes e Design, p CROSS, Nigel. Designerly ways of knowing. Basel; Boston ; Berlin: Birkhäuser Verlag Ag p. FORTY, Adrian. Objetos do desejo: Design e sociedade desde Tradução de Pedro Maia Soares. São Paulo: Cosac Naify, p. Título original: Objects of desire design and society since FREITAS, Sydney Fernandes de. A Influência de Tradições Acríticas no Processo de Estruturação do Ensino de Pesquisa em Design no Brasil. Tese de Doutorado. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Engenharia de Produção, LIMA, G. C.; LIMA, E. L. C. Panorama geral do ensino de design gráfico, no Brasil. 24 abr Disponível em: <http//:miltonandrade.com/novo/?p=261>. Acesso em: 28 jun LOVE, Terence. Constructing a coherent cross-disciplinary body of theory about designing and designs: some philosophical issues. Design Studies. v. 23 n. 3 may, MARGOLIN, Vitor. A world history of Design and the history of the world. Journal of design history. Vol 18, nº 3, Oxford University Press, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Brasília, DF, Disponível em: <http://www.inep.gov.br/ >. Acesso em jun NIEMEYER, Lucy. Design no Brasil: origens e instalação. 2 ed. Rio de Janeiro: 2A, p. (Série Design). PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. Proposta para reformulação do currículo de graduação em desenho industrial (habilitações em comunicação visual e projeto de produto) e criação de novas habilitações (mídia digital e moda). Rio de Janeiro: PUC-Rio,

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC 1 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC O PPC, Projeto Pedagógico de Curso, é o instrumento de concepção de ensino e aprendizagem de um curso e apresenta características de um projeto, no qual devem ser definidos

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

PARECER. Justificativa

PARECER. Justificativa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IFG - Campus Anápolis Departamento das Áreas Acadêmicas Parecer: Do:

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro Educação a Distância Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. A única diferença é a sala de aula que fica em suas

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL

O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL O PAPEL DO TUTOR A DISTÂNCIA NO ENSINO DE INFORMÁTICA: A EXPERIÊNCIA DO CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET UAB/IFSUL Pelotas RS Maio 2010 Letícia Marques Vargas IFSul le.mvargas@gmail.com Gabriela

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE DESIGN, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O estágio não obrigatório,

Leia mais

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Projeto de Implantação do Núcleo Tecnológico de Educação Aberta - NTEA Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Ourinhos - 2012 2 1- DADOS GERAIS 1.1 UNIDADE EXECUTORA FIO - FACULDADES INTEGRADAS DE OURINHOS

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA. Proposta de Reestruturação da Arquitetura Acadêmica da Educação Superior no Brasil

UNIVERSIDADE NOVA. Proposta de Reestruturação da Arquitetura Acadêmica da Educação Superior no Brasil UNIVERSIDADE NOVA Proposta de Reestruturação da Arquitetura Acadêmica da Educação Superior no Brasil Proposta Universidade Nova: implantação do Bacharelado Interdisciplinar (BI) ajuste da estrutura curricular

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

PENSANDO O CURRÍCULO PARA UM NOVO CURSO DE DESIGN NO SUL DO BRASIL Daniela Velleda Brisolara

PENSANDO O CURRÍCULO PARA UM NOVO CURSO DE DESIGN NO SUL DO BRASIL Daniela Velleda Brisolara PENSANDO O CURRÍCULO PARA UM NOVO CURSO DE DESIGN NO SUL DO BRASIL Daniela Velleda Brisolara Resumo O presente escrito objetiva apresentar algumas questões concernentes ao currículo que permearam a implantação

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/6/2009, Seção 1, Pág. 16.

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/6/2009, Seção 1, Pág. 16. PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/6/2009, Seção 1, Pág. 16. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Ministério da Saúde/Fundação Oswaldo Cruz

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR)

Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) I ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES DE CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES

Leia mais

Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso

Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso Conhecimento e Compreensão do Tema Produção Mais Limpa em Cursos de Especialização: Um Estudo de Caso FRANKENBERG, C. L. C. a*, CANTELLI, M. a, DE OLIVEIRA, P. G. b a. Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E ESTUDO PARA REUTILIZAR OBJETOS DE APRENDIZAGEM BUSCANDO POR COMPETÊNCIA

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E ESTUDO PARA REUTILIZAR OBJETOS DE APRENDIZAGEM BUSCANDO POR COMPETÊNCIA 1 PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO E ESTUDO PARA REUTILIZAR OBJETOS DE APRENDIZAGEM BUSCANDO POR COMPETÊNCIA Florianópolis SC - 05/2015 Giovana Schuelter FabriCO Educare giovana.schuelter@fabrico.com.br Norton

Leia mais

Perguntas Frequentes. Quem é o aluno da UFPI?

Perguntas Frequentes. Quem é o aluno da UFPI? Perguntas Frequentes Quem é o aluno da UFPI? É o indivíduo que está regularmente matriculado em uma disciplina ou curso ou, ainda, que já ingressou na UFPI, embora não esteja cursando nenhuma disciplina

Leia mais

2 O curso de Design na PUC-Rio

2 O curso de Design na PUC-Rio 2 O curso de Design na PUC-Rio Devido à inserção do autor desta pesquisa no Departamento de Artes & Design da PUC-Rio como professor de diversas disciplinas do curso de graduação em Design, supervisor

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Recorte de um estudo dos cursos de formação inicial de professores de Matemática do Estado de São Paulo Brasil

Recorte de um estudo dos cursos de formação inicial de professores de Matemática do Estado de São Paulo Brasil Recorte de um estudo dos cursos de formação inicial de professores de Matemática do Estado de São Paulo Brasil Marcelo Dias Pereira Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Faculdades Integradas de

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa GESTÃO EDUCACIONAL INTEGRADA: Oferecendo 04 Habilitações: supervisão de ensino, orientação educacional, inspeção de ensino e administração escolar. JUSTIFICATIVA O Curso de Especialização em Gestão Educacional

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Público - alvo O MBA em Marketing Estratégico é indicado para profissionais com experiência profissional mínima de três anos, com formação universitária em qualquer área e

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. Título: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Turno: Noturno

Leia mais

Anexo II CARGOS DE DCA

Anexo II CARGOS DE DCA Anexo II CARGOS DE DCA CARGO: COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE EDUCAÇÃO INFANTIL COORDENADOR DO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO DE ENSINO FUNDAMENTAL Coordenar atividades específicas de área, participando

Leia mais

Edna Goya Faculdade de Artes Visuais/Universidade Federal de Goiás

Edna Goya Faculdade de Artes Visuais/Universidade Federal de Goiás O PIBID - A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE ARTES VISUAIS E AS ATIVIDADES DE ENSINO E PESQUISA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE GOIÂNIA SEGUNDA FASE DO ENSINO BÁSICO Edna Goya Faculdade de Artes Visuais/Universidade

Leia mais

MBA em Marketing Estratégico

MBA em Marketing Estratégico MBA em Marketing Estratégico Início em 28 de setembro de 2015 Aulas as segundas e quartas, das 19h às 22h Valor do curso: R$ 21.600,00 À vista com desconto: R$ 20.520,00 Consultar planos de parcelamento.

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)

Leia mais

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO

FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO FORMAÇÃO MATEMÁTICA EM CURSOS DE PEDAGOGIA EM DOIS TEMPOS: UM ESTUDO Thiago Tavares Borchardt Universidade Federal de Pelotas thiago tb@hotmail.com Márcia Souza da Fonseca Universidade Federal de Pelotas

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

É oportuno considerar a disciplina como núcleo do sistema pedagógico acadêmico, sendo fundamental focar o papel que desempenha na formação

É oportuno considerar a disciplina como núcleo do sistema pedagógico acadêmico, sendo fundamental focar o papel que desempenha na formação INTRODUÇÃO O presente livro constitui registro e reflexão coletiva sobre a primeira experiência desenvolvida na disciplina Docência no Ensino Superior, ofertada pelo Departamento de Teoria e Planejamento

Leia mais

Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil

Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil Encontro Estruturas Curriculares do Curso de Rádio, TV e Internet no Brasil SOCICOM São Paulo, fevereiro 2014 Luciana Rodrigues Presidente

Leia mais

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO MARANHÃO-IESMA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO-UNISULMA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO MARANHÃO-IESMA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO-UNISULMA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO MARANHÃO-IESMA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO-UNISULMA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Especialização em Metodologia do Ensino Superior Imperatriz

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

Área de Ciências Humanas

Área de Ciências Humanas Área de Ciências Humanas Ciências Sociais Unidade: Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia (FCHF) www.fchf.ufg.br Em Ciências Sociais estudam-se as relações sociais entre indivíduos, grupos e instituições,

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 1. Quais são os tipos de instituições de ensino superior? De acordo com sua organização acadêmica, as instituições de ensino

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

Mestrado em Educação Superior Menção Docência Universitária

Mestrado em Educação Superior Menção Docência Universitária Apresentação Mestrado em Educação Superior Menção Docência Universitária A Vice-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pósgraduação da Universidad Arturo Prat del Estado de Chile, ciente da importância dos estudos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância - Dresead Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNISC. Ana Karin Nunes* Rosângela Gabriel** Christian Ricardo Rohr* Maria Elisa Baumhardt**

AUTOAVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNISC. Ana Karin Nunes* Rosângela Gabriel** Christian Ricardo Rohr* Maria Elisa Baumhardt** AUTOAVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNISC Ana Karin Nunes* Rosângela Gabriel** Christian Ricardo Rohr* Maria Elisa Baumhardt** * Assessoria de Avaliação Institucional da Universidade de Santa

Leia mais

PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL

PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL PLANO DE TRABALHO Período: 2014/2015 1 CONTEXTO INSTITUCIONAL De 1999 até o ano de 2011 o Instituto Adventista de Ensino do Nordeste (IAENE) congregava em seu espaço geográfico cinco instituições de ensino

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP

Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Formação continuada: a educação municipal de Bauru/SP Prof.ª Dra. Vera Mariza Regino Casério e-mail: veracaserio@bauru.sp.gov.br Prof.ª Esp. Fernanda Carneiro Bechara Fantin e-mail: fernandafantin@bauru.sp.gov.br

Leia mais

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Nicia Cristina Rocha Riccio nicia@ufba.br Introdução Com o advento das tecnologias de informação e comunicação (TICs) a Educação a Distância (EAD) ganha

Leia mais

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO Campo Limpo Paulista 2012 1 CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA Marcos Legais Resolução CNE CES 1 2002 Resolução CNE

Leia mais

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS Dr. André Ricardo Magalhães andrerm@gmail.com Universidade do Estado da Bahia Brasil Modalidade: Comunicação Breve Nível

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda

Diretrizes Curriculares ENADE 2012. Curso de: Publicidade e Propaganda Diretrizes Curriculares ENADE 2012 Curso de: Publicidade e Propaganda MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA MEC Nº207 DE 22 DE JUNHO DE

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração

Cursos de Administração: qualidade necessária. XIV Fórum Internacional de Administração Cursos de Administração: qualidade necessária XIV Fórum Internacional de Administração Rio de Janeiro, 18 de maio de 2015 ENSINAR, APRENDER, AVALIAR... TRAJETÓRIA DA AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO SUPERIOR CAPES avaliação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

Curso de Especialização Docente em Educação Ambiental (Lato Sensu)

Curso de Especialização Docente em Educação Ambiental (Lato Sensu) Curso de Especialização Docente em Educação Ambiental (Lato Sensu) O Curso de Especialização Docente em Educação Ambiental (Lato Sensu) é fruto de uma Dissertação desenvolvida no Programa de Pós-Graduação

Leia mais

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira Sumário Psicologia no Brasil: percurso histórico Psicologia no Brasil nos últimos vinte anos Referências legais e organização

Leia mais

Área de Gestão e Negócios

Área de Gestão e Negócios Área de Gestão e Negócios O Complexo Educacional FMU é uma Instituição de ensino superior com uma longa tradição de prestação de relevantes serviços educacionais a sociedade brasileira. Fundado em 1968,

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA:2013 EMENTA OBJETIVOS

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA:2013 EMENTA OBJETIVOS EIXO TECNOLÓGICO:Ensino Superior Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Física FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( x ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

ANEXO III. Cronograma detalhado do PROAVI

ANEXO III. Cronograma detalhado do PROAVI ANEXO III Cronograma detalhado do PROAVI 65 PROGRAMA DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA PUC-CAMPINAS CRONOGRAMA COMPLEMENTAR DETALHANDO AS ATIVIDADES E AS AÇÕES DE DIVULGAÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação?

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? O mercado do trabalho está cada vez mais exigente. Hoje em dia, um certificado de pós-graduação é imprescindível para garantia

Leia mais

Bacharelado em Humanidades

Bacharelado em Humanidades UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DE CURSO Bacharelado em Humanidades 1. Perfil do Egresso Em consonância

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Educação Física do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo busca preencher

Leia mais

PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica

PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica Pró-Reitoria de Ensino do IFG Gilda Guimarães Dulcinéia de Castro Santana Goiânia_ 2012/1 1- PARÂMETROS LEGAIS LEI Nº 11.892, DE 29 DE

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO

A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO Msc. Maria Iolanda Fontana - PUCPR / UTP miolandafontana@hotmail.com RESUMO O presente trabalho sintetiza parcialmente o conteúdo da dissertação de

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

MBA em Design Estratégico

MBA em Design Estratégico MBA em Design Estratégico Público - alvo Indicado para profissionais com formação em Design, Arquitetura, Moda ou gestores e empreendedores que estejam buscando novas formas de gestão orientadas para a

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O PAPEL DOS CONSELHOS PROFISSIONAIS Parecer CNE/CES n 20/2002 Não cabe ao órgão profissional definir condições de funcionamento de cursos

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Nome da Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Responsável pelo preenchimento das informações: HELIANE

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1.1 Denominação Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1.2 Total de Vagas Anuais 80 vagas anuais 1.3 Regime Acadêmico de Oferta Seriado

Leia mais

CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS

CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS Alan do Nascimento RIBEIRO, Faculdade de Políticas Públicas Tancredo Neves Universidade do Estado de Minas Gerais Maria Amarante Pastor BARACHO,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES?

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? Beatriz Francisco Farah E-mail:biafarah@nates.ufjf.br A questão da educação para profissionais

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - CAC CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA Coordenadora do Curso: Prof a Maria Cláudia Alves Guimarães IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Denominação

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais