INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - ICSA

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1 DESIGN 2º Semestre de 2014 INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - ICSA Página1

2 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 5 2. A INSTITUIÇÃO Missão Valores Organizacionais Histórico das Mudanças Curriculares 9 3. APRESENTAÇÃO DO CURSO Contexto Educacional Missão Justificativa Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Perfil do Egresso Competências e Habilidades Critérios de Avaliação Projeto Pedagógico do Curso Organização Curricular Eixos de Formação Eixo de Formação Geral Eixos de Formação Específica Eixo de formação teórico-prática Resolução CNE/CP, nº 1/2004 e CNE º 1/ Estrutura Curricular Conteúdos Curriculares - ementas das disciplinas Disciplina Libras Atividades Acadêmicas Articuladas à Formação Trabalho Interdisciplinar de Graduação (TIG) Programa de Assistência Social (PAS) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Monitoria Atividades Complementares de Graduação (ACG) Pesquisa e Extensão Avaliação Autoavaliação CORPOS DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Administração Acadêmica 52 Página2

3 Coordenação do Curso Colegiado do Curso (Colec) Corpo Docente: Perfil Perfil do Núcleo Docente Estruturante (NDE) Implementação das Políticas de Capacitação no Âmbito do Curso Critérios de Admissão Do Provimento Interno Do Provimento Externo Plano de Carreira Política de Capacitação Docente Atenção aos Discentes Atendimento ao Aluno Central de Carreiras e Mercado de Trabalho Centro de Atendimento ao Aluno (CAA) Registro e Controle Acadêmico Horário de Atendimento Tipos de Bolsas de Estudo e Financiamento Central de Outras Captações COC Intercâmbios Nivelamento Letramento e Numeramento Núcleo de Orientação Psicopedagógico -NOPp Núcleo de Relacionamento com o Aluno INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES Instalações Gerais Espaço Físico do Curso Salas de Aula Instalações Administrativas Instalações para Docentes do Curso Instalações para a Coordenação do Curso Laboratórios Específicos do Curso Auditório Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais Infraestrutura de Segurança (de pessoal, patrimonial e prevenção de incêndio e de acidentes de trabalho) Equipamentos Acesso a Equipamentos de Informática pelos Docentes Acesso a Equipamentos de Informática pelos Alunos Recursos Audiovisuais e Multimídia Existência da Rede de Comunicação (Internet) Plano de Expansão e de Atualização de Equipamentos Serviços Manutenção Permanente (preventiva e corretiva) das Instalações Físicas Manutenção Permanente (preventiva e corretiva) dos Equipamentos 68 Página3

4 5.2. Biblioteca Acervo - Política de Aquisição, Expansão e Atualização Informatização Armazenagem e acesso ao acervo Serviços 74 REFERÊNCIAS 75 ANEXO 1 80 EMENTÁRIO DO CURSO E BIBLIOGRAFIAS 80 ANEXO QUADRO DE PERIÓDICOS 122 ANEXO REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DA ESTRUTURA CURRICULAR 123 ANEXO MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO 124 ANEXO EDITAL PROGRAMA DE AÇÃO SOCIAL (PAS) 140 ANEXO PERFIL DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE 149 ANEXO CORPO DOCENTE DESIGN BACHARELADO 150 ANEXO ASSOCIAÇÕES DE CLASSE 151 Página4

5 ADMINISTRAÇÃO GERAL Vice-Reitoria: Prof.ª Vânia Amorim Café de Carvalho. Diretoria do Instituto: Prof.ª Msc. Cynthia Freitas de Oliveira Enoque EQUIPE TÉCNICA DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Coordenador de Curso: Prof.ª Msc. Cynthia Freitas de Oliveira Enoque Núcleo Docente Estruturante - NDE Assessoria Pedagógica: Núcleo Acadêmico Página5

6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Curso: Design Modalidade do Curso: Bacharelado Modalidade de Ensino: Presencial Coordenador: Profª. Msc. Cynthia Freitas de Oliveira Enoque Ato e data de criação do curso: Resolução Cepe n 4 de 21 de dezembro de 2011 Duração do curso: 7 (sete) semestres Prazo máximo para integralização do currículo: 13 (treze) semestres Carga horária: 2952 h/a Nº de vagas por semestre: 60 vagas (noite) Local de funcionamento: campus Antônio Carlos Endereço: Rua Diamantina nº 567, Bairro Lagoinha - Belo Horizonte/MG. CEP Contatos: Telefone: (31) Home page do curso: Home page da Instituição: Página6

7 2. A INSTITUIÇÃO Em 10 de março de 1964 foi criada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (FAFI-BH), mantida pela Fundação Cultural de Belo Horizonte (FUNDAC-BH). Em um momento de lutas e retrocessos, a Instituição caracterizava-se pelo compromisso social, político e educacional de um grupo de 30 professores idealistas que concretizaram o sonho do povo belo-horizontino, dotando a cidade de um espaço de formação noturno de qualidade para atender à demanda do aluno trabalhador. Fazia parte dessa demanda uma parcela significativa dos integrantes dos quadros de magistério público e privado de Minas Gerais e de serviços da área educacional, devido à exigência de maior qualificação desses profissionais. Os quatro cursos iniciais História, Letras, Matemática e Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (FAFI-BH) tiveram como sede o anexo do Colégio Estadual, no bairro Gameleira, ocupando oito salas de aula, com turmas de 40 alunos cada uma. A explosão do então ensino de 1.º e 2.º graus, aliada ao elevado número de interessados pelos cursos, determinou o rápido crescimento da Faculdade que, dessa forma, veio a transferir-se, após um ano de funcionamento, para a Av. Presidente Antônio Carlos, 521, no bairro Lagoinha. Em 1973, a FAFI-BH implantou o curso de Comunicação Social, com habilitações em Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Jornalismo. Na década de 80, foram implantados os primeiros cursos de pós-graduação lato sensu da Instituição, com a oferta de programas de especialização nas áreas de competência dos cursos de graduação existentes. A FAFI-BH também se tornou pioneira na oferta de pós-graduação lato sensu em Comunicação Social quando, em 1982, ofereceu pela primeira vez em Belo Horizonte o curso de Comunicação Empresarial e Governamental. Em 1990, a FAFI-BH instalou sua primeira sede própria, no bairro Lagoinha, consolidando, assim, o seu primeiro campus o Diamantina. Com o crescimento e a posição de destaque ocupada na Região Metropolitana da Capital mineira nas décadas de 70 a 90, a FAFI-BH foi transformada em Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH pelo Parecer nº 115, de 29 de janeiro de 1999, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, homologado em 9 de fevereiro de 1999 pelo ministro de Estado da Educação. Nesse mesmo ato, o Plano de Desenvolvimento Institucional e o Estatuto foram também aprovados. Em 23 de fevereiro de 1999, o UNIBH foi credenciado Página7

8 por Decreto Federal e, em 2004, por meio da Portaria nº 3.342, de 18 de outubro de 2004, do MEC, obteve o seu recredenciamento. No dia 1º de dezembro de 2011, o MEC publicou o ato de renovação do recredenciamento do UNIBH por mais 5 (cinco) anos através da Portaria Ministerial nº 1.684/2011. Cumpre ressaltar que a IES obteve o Parecer CNE/CES nº 132/2010 favorável ao seu recredenciamento, homologado pelo Senhor Ministro da Educação em 30/11/2011, publicado no DOU de 1º/12/2011. Torna-se importante registrar que na década de 90 o UNIBH chegou a um ponto de expansão no qual se tornou necessária a divisão do espaço físico para a acomodação dos cursos e dos equipamentos didáticos. Nesse momento ocorreu a implementação de outros dois campi, Lourdes (1998) e Estoril (1999). O campus Lourdes conheceu sua expansão a partir de 1999, com a incorporação do prédio da Rua Santa Catariana, para abrigar os cursos de Direito e de Administração, e em 2002, do prédio da Rua Gonçalves Dias, para a instalação do Núcleo de Práticas Jurídicas. O campus Estoril abrigou, inicialmente, os cursos do Departamento de Ciências Biológicas, Ambientais e da Saúde e do Departamento de Ciências Exatas e Tecnologia. Em 2001, foram criados os cursos de Turismo e Engenharia de Telecomunicações e implantados os Cursos Sequenciais, extintos em 2005, ano em que tiveram início os cursos de graduação tecnológica. Em 2002, foram introduzidos os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Normal Superior e, em 2003, os de Ciências Contábeis e Tributos, Relações Internacionais e Ecologia. Em Janeiro de 2009, o UNIBH passou por uma reestruturação, após ser adquirido pelo Grupo Anima de Educação e Cultura. Ao final desse mesmo ano, o IMEC, Instituto Mineiro de Educação e Cultura assumiu a mantença da IES. Atualmente são mais de 60 cursos de graduação nas modalidades bacharelado, licenciatura e tecnologia, dezenas de cursos de pósgraduação, projetos de pesquisa e atividades de extensão. Consolidando a sua expansão para uma nova região de Belo Horizonte, iniciaram-se, no 2º semestre de 2013, as atividades acadêmicas no campus Cristiano Machado, situado na Av. Cristiano Machado, / loja Bairro São Paulo. O campus se localiza em uma região que vem sendo o centro de investimento do Governo do Estado e do Município e que, nos últimos anos, foi transformado por uma série de obras viárias e de intervenções urbanas. No campus Cristiano Machado, inicialmente, foram ofertados sete cursos na área da Gestão e quatro na área das Engenharias. Página8

9 2.1. MISSÃO Promover o desenvolvimento integral do estudante por meio de metodologias e espaços de aprendizagem transformadores e instigantes, com vistas a fomentar autonomia criativa, competência profissional e atitude cidadã VALORES ORGANIZACIONAIS E para fundamentar a implementação da mesma diariamente na prática de suas atividades, compreende os seguintes valores como núcleo de sua cultura organizacional: Diálogo: troca de conhecimentos e experiências; é uma atitude que deve ser priorizada nas nossas relações. Respeito: tratar o outro como ele gostaria de ser tratado; reconhecer o esforço do trabalho de todos; construir um ambiente inclusivo cultivando a diversidade. Integridade: se colocar por inteiro naquilo que faz; ser ético, honesto e reto. Meritocracia: transparência nos processos institucionais, através da definição e publicação de critérios claros; valorização das pessoas com base no mérito e nas competências. Comprometimento: dar o seu melhor; fazer a diferença, entender a importância do seu papel e contribuição para o todo HISTÓRICO DAS MUDANÇAS CURRICULARES Esse histórico está alicerçado na Reforma Curricular do UNIBH, aqui entendida como um momento em que a instituição de ensino olha para si, vê-se através de seu próprio olhar e repensa a relação de seus atores sociais (professores, alunos, coordenadores, diretores) com o conhecimento. Em outras palavras, a instituição de ensino se autoanalisa, autoavalia-se, redesenha-se e reformula a sua maneira de gerar, entender, organizar e difundir o conhecimento. Isso pode ser representado pela Figura 1, gravura do artista gráfico holandês M. C. Escher (1948). Página9

10 Figura 1 Drawing hands (Desenhando-se) Fonte: A concepção de currículo que dá sustentação ao Projeto Acadêmico busca uma articulação entre (1) as políticas educacionais do Conselho Nacional de Educação (CNE), expressas nas DCN; (2) os propósitos da IES expressos no PDI, no PPI, nos PPC, nos planos de ensino e nas práticas docentes; (3) o contexto sócio histórico que envolve alunos, professores, coordenadores, diretores e a IES; e (4) a formação pretendida para nossos discentes. Essa concepção de currículo é pautada por leituras do contexto social, cultural, histórico e econômico no qual se produz, e é orientada pela seguinte pergunta: que profissional queremos formar? No contexto do UNIBH, o currículo representa, portanto, possibilidades de criação, organização e ampliação de experiências de aprendizagem que englobam todos os meios e oportunidades através dos quais se constrói conhecimento válido e desenvolvem-se as habilidades/capacidades dos agentes envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, quais sejam: alunos, professores, coordenadores e instituição de ensino. Refere-se aqui a currículos como práxis, integrados e organizados em redes de experiências que contribuem para o desenvolvimento dos alunos em múltiplas perspectivas. Essa concepção de currículo ancora-se teoricamente nas ideias de Dewey (1938) 1, segundo as quais uma análise das experiências daqueles que passam boa parte de suas vidas nas instituições de ensino são essenciais para uma melhor compreensão dos sentidos da educação; de Clandinin e Connelly (1988) 2, que compreendem currículo como um meio de se organizarem e comunicarem experiências que formam e transformam o próprio currículo; e de 1 DEWEY, John education and experience. New York: Collier Books, CLANDININ, Jean; CONNELLY, Michael. Teachers as curriculum planners: narratives of experience. Toronto: OISE Press; New York: Teachers College Press, Página10

11 Sacristán (2000, p. 16) 3, que, por sua vez, entende que [o] currículo define o que se considera o conhecimento válido, as formas pedagógicas, o que se pondera como a transmissão válida do conhecimento. O currículo deve ser, porém, pautado por leituras do contexto no qual se produz. Estamos aqui nos referindo a currículos integrados e organizados em redes de experiências. Ao compreendermos tais articulações, cabe-nos retomar a questão fundamental: qual é a formação pretendida para nossos alunos? Em outras palavras, qual é o sujeito que pretendemos formar? Essa questão orienta o eixo de formação dos cursos, articula os conteúdos e as contribuições das disciplinas na formação dos alunos, e deve nortear a construção do nosso currículo e a condução de nossos processos avaliativos. Há, porém, que se considerar a necessidade de uma elaboração coletiva para que se possa garantir a legitimação e efetivação de todos os processos de reformulação que envolvem o currículo. O Projeto Acadêmico se materializa, de fato, no trabalho coletivo de todos os docentes, sujeitos essenciais dessa proposta que visa a promover o processo de ensino/aprendizagem de modo a criar novas oportunidades, para que alunos e alunas pratiquem uma aprendizagem pautada pela construção e apropriação crítica do conhecimento e ampliada pela necessidade de uma formação, garantindo-lhes inserção não só no mundo do trabalho e dos negócios mas também na vida em sociedade. Para tal, o ensino pode ajudar a aumentar ainda mais as possibilidades de alunos e alunas transformarem o que aprendem em comportamentos socialmente significativos. Por meio da elaboração coletiva e da troca de experiências com os pares, condições essenciais para a construção do Projeto Acadêmico, os professores podem se organizar para planejar suas ações, avaliar suas consequências e replanejá-las. Além do trabalho colaborativo, outro ponto de sustentação do Projeto Acadêmico é o conceito de aprendizagem significativa, de Ausubel (1978) e colaboradores, baseado em dois pilares: o da contextualização do conhecimento e o de atribuição de sentidos a ele. Embora 3 SACRISTÁN, Gimeno J. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: ARTMED, Página11

12 originalmente associada à teoria cognitiva da aprendizagem 4, os autores não desconsideram os aspectos afetivos da aprendizagem, como, por exemplo, a motivação. Aqui, a expressão aprendizagem significativa aparece ressignificada em um contexto que leva em consideração também outros fatores, estes de origem sociocultural, como a interação e a colaboração. Entende-se que a aprendizagem significativa possibilita aos alunos a construção do conhecimento de modo cooperativo, por meio da elaboração e da reestruturação da aprendizagem. Segundo Medina e Domingues (1989) 5, a aprendizagem significativa apresenta respostas para os questionamentos, os interesses e as necessidades reais tanto dos professores quanto dos alunos e alunas. Esta nova abordagem da aprendizagem significativa está voltada, portanto, para a articulação da teoria com a prática por meio da pesquisa (Programa de Iniciação Científica, Programa de Iniciação Tecnológica, TCC, monografias, etc.) e da extensão; para a integração dos conhecimentos por meio da interdisciplinaridade; para a construção de uma relação de sentidos entre o conhecimento e a realidade dos alunos, os quais têm chegado ao ensino superior cada vez mais despreparados para a vida acadêmica e suas implicações e demandam uma relação cada vez maior entre os conteúdos aprendidos e a sua realidade; e para a inserção desses alunos em contextos econômicos, políticos e socioculturais, de forma a garantir o pleno exercício da cidadania e a promover o desenvolvimento de uma cultura profissional, humanista, artística e cultural. Nesse cenário, destacam-se a orientação do professor e as suas práticas pedagógicas, uma vez que os alunos não são capazes de construir todos os processos explicitados de forma independente ou solitária, via aprendizagem apenas. Os processos de ensino são também essenciais, visto que práticas pedagógicas inovadoras e transformadoras estimulam a formação da autonomia dos alunos e das alunas. Inclui-se nesse contexto o desenvolvimento da habilidade de problematizar, i.e., identificar, descrever e solucionar problemas. Essa habilidade apoia-se em estratégias de metacognição e está diretamente ligada ao conceito de aprendizagem baseada em problemas, cujo surgimento remonta a década de 1960, quando de sua origem na Faculdade de Medicina da Universidade McMaster, Canadá. Visando à aprendizagem independente, estabelece que a formação de alunos e alunas deve se ancorar em necessidades reais que os levam à busca contínua por 4 O aprendizado significativo acontece quando uma informação nova é adquirida mediante um esforço deliberado por parte do aluno em ligar a informação nova com conceitos ou proposições relevantes preexistentes em sua estrutura cognitiva (AUSUBEL, David Paul; NOVAK, Joseph; HANESSIAN, Helen educational psychology: a cognitive view. 2 ed. New York: Holt, Rinehart & Winston, 1978, p. 159, tradução dos autores. 5 MEDINA, A.; DOMINGUES, C. La formación del profesorado en una sociedad tecnológica. Madrid: Cincel, Página12

13 respostas às mais variadas perguntas. Dessa forma, perdem espaço as aulas puramente expositivas, centradas na transmissão de conhecimentos, com foco no professor, e ganham espaço as aulas dialógicas, centradas na interação entre professores e alunos e na construção do conhecimento, com foco no processo de aprendizagem do aluno. As estratégias das quais a aprendizagem baseada em problemas se utiliza, embora mais abertas ao tempo e às especificidades dos interesses de formação dos alunos, não descontextualizam as necessidades reais de aquisição de conhecimentos e compreensão de conceitos acadêmicos. A proposta tem por objetivo promover a autonomia, o interesse e o investimento dos próprios alunos em sua formação 6. A contextualização que acaba de ser apresentada nos leva a repensar e a reformular a orientação curricular, uma vez que o currículo não mais comporta a distribuição de disciplinas em grades em que o conhecimento é prisioneiro de pontos de vista singulares, definitivos, estanques, incomunicados. Todas as experiências que se vivenciam em uma instituição de ensino e se constituem como instrumentos viabilizadores da articulação do Ensino (presencial ou a distância), da Pesquisa e da Extensão passam, pois, a integrar o seu currículo. Os conteúdos das disciplinas se traduzem em ferramentas para novas buscas, novas descobertas, novos questionamentos, novas experimentações e desenvolvimento de novas capacidades, o que possibilita oferecer aos sujeitos alunos e alunas um autônomo, flexível, sólido e crítico processo de formação. A estrutura curricular adotada no UNIBH a partir do segundo semestre de 2009, diferentemente do modelo curricular tradicional, que privilegia uma formação rigidamente sequenciada em períodos, está organizada por ciclos modulares de aprendizagem. Essa organização curricular fundamenta-se em uma visão interdisciplinar, transversal e transdisciplinar da educação e dos conteúdos necessários à formação acadêmica, dispostos a partir das capacidades e habilidades exigidas para a formação pretendida para os alunos. Nessa nova estrutura curricular, a noção de períodos é substituída pela noção de eixos de formação/ciclos modulares de aprendizagem como elementos básicos de articulação e de progressão do processo educativo. A organização e o processo da aprendizagem passam a ser compreendidos como períodos de tempo maiores do que um semestre, constituindo um processo contínuo, dentro de um mesmo ciclo e entre ciclos distintos, e permitindo uma maior 6 Tal proposta ganhou representação nos currículos de instituições brasileiras apenas no final da década de Trata-se de uma proposta ainda recente e sobre a qual apenas muito recentemente estudos e pesquisas acadêmicas têm se debruçado. Página13

14 flexibilização da entrada de alunos, devido principalmente à inexistência de pré-requisitos entre os módulos de um ciclo de aprendizagem. A estrutura curricular modular de um curso de graduação, cuja matriz curricular é formada por três ciclos modulares de aprendizagem, sendo os dois primeiros compostos por dois módulos, e o terceiro, por quatro módulos, está representado pela Figura 2. Figura 2 Estrutura Curricular Modular Fonte: Própria, Os ciclos modulares de aprendizagem, portanto, embora articulados pelo eixo de formação geral, configuram unidades pedagógicas autônomas, representativas de um eixo de formação específica, ao qual estão ligados os módulos, cada um deles com a duração de um semestre letivo. Os módulos, por sua vez, são formados por componentes curriculares que se reúnem em torno de um tema que representa o desdobramento de um eixo de formação específica, o qual lhes confere certa identidade/unidade. Embora a discussão sobre a interdisciplinaridade esteja ganhando destaque e aceitação, sobretudo no meio acadêmico, não há, ainda, uma teorização consistente capaz de legitimar a sua prática, em função da inexistência de um consenso sobre o que vem a ser a interdisciplinaridade e sobre qual seria a melhor metodologia para a sua realização 7. Sabe-se, porém, que essa discussão ressurgiu no século 20, no fim da década de 50, como uma resposta à excessiva especialização e fragmentação do saber, tão valorizadas no século 19, quando as disciplinas começaram a se isolar. Essa disciplinarização do conhecimento 7 Cf. POMBO, Olga. Práticas interdisciplinares. Sociologias, Porto Alegre, nº. 15, Jun Disponível em: &Ing=pt&nrm=iso>. Acesso em: 08 Nov. 2007; e GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. Interdisciplinaridade na saúde pública: um campo em construção. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 2, nº. 2, Jul Disponível em: script=sci_arttext&pid=s &ing=pt&nrm=iso>. Acesso em: 08 Nov Página14

15 dissociou e desarticulou o objeto da ciência e fragmentou as percepções sobre o conhecimento escolar e acadêmico. Desde seu ressurgimento, a noção de interdisciplinaridade foi sendo constantemente modificada. Discussões em torno de um sentido epistemológico, de uma maneira ou de outra, sempre estiveram presentes. Nos últimos anos do século 20, teorizações filosóficas (década de 70), sociológicas (década de 80) e antropológicas (década de 90) foram empregadas, buscando-se dar à noção de interdisciplinaridade uma estabilidade conceitual. No entanto, tal estabilidade na verdade nunca foi encontrada (GALLO, 2000) 8, o que demonstra que a noção adquiriu, ao longo desses anos, um caráter polissêmico e difuso (FAZENDA, 2002, p. 207) 9. Em nosso Projeto Acadêmico, não nos apoiamos nos sentidos epistemológicos dados à noção de interdisciplinaridade, pelas dificuldades que eles apresentam em ser definidos e empregados. Dito de outra maneira, não acreditamos que a interdisciplinaridade tenha um conceito metafísico, genuíno e irrefutável que possa dar base às nossas discussões. A interdisciplinaridade é aqui percebida como uma prática essencialmente coletiva e política, produzida em negociações entre diferentes pontos de vista disciplinares, para finalmente se decidir quanto a que caminho coletivo seguir (FOUREZ, 1995, p. 109) 10. Dessa forma, a interdisciplinaridade é tratada como uma maneira de agir sobre a disciplinaridade. A perspectiva interdisciplinar não é [...] contrária à perspectiva disciplinar; ao contrário, não pode existir sem ela e, mais ainda, alimenta-se dela (LENOIR, 2002, p. 46) 11. Entende-se, pois, que a formação disciplinar e especializada constitui uma condição básica para o contato com outros campos do saber. Os professores não precisarão, portanto, abandonar suas formações em áreas e campos do saber específicos para buscarem um possível novo objeto do conhecimento. Na verdade, eles deverão se mover na direção de uma nova prática de diálogos para a promoção de outras formas de ensinar, produzidas coletivamente em torno do conhecimento. Nesse sentido, o fundamental no conhecimento não 8 GALLO, S. Disciplinaridade e transversalidade. In: vários autores. (Org.). Linguagens, espaços e tempos no ensinar e no aprender. Rio de Janeiro: DP&A, FAZENDA, Ivani. Diversidade cultural no currículo de formação de professores uma dimensão interdisciplinar. In: ROSA; SOUZA (Orgs.). Políticas organizativas e curriculares, educação inclusiva e formação de professores. Rio de Janeiro: DP&A, FOUREZ, Girard. A construção das ciências. São Paulo: UNESP, LENOIR, Yves. Didática e interdisciplinaridade: uma complementaridade necessária e incontornável. In: FAZENDA, Ivani (Org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, Página15

16 é sua condição de produto, mas seu processo de entendimento e de discussão coletiva (SEVERINO, 2002, p. 40) 12. Se, como dissemos antes, a ressignificação da noção de aprendizagem significativa leva em consideração também outros fatores de origem sociocultural, como a interação e a colaboração, esse tipo de aprendizagem pode, então, materializar-se na interdisciplinaridade, sobretudo em função da característica integradora desta última, bem como de sua propensão a fazer circular os saberes. A condição sine qua non para o exercício da interdisciplinaridade é, porém, a elaboração coletiva, uma vez que a interdisciplinaridade pressupõe o engajamento de educadores de diferentes áreas do conhecimento, comprometidos com o diálogo, com a reciprocidade, com a partilha (SANTOS, no prelo, p. 6). Ainda segundo a autora (p.7), [o] trabalho interdisciplinar sustentado na parceria é muito mais fruto do encontro de sujeitos parceiros com ideias e disposição para o trabalho do que de disciplinas. A responsabilidade mútua surge como uma característica fundamental dos parceiros em um projeto interdisciplinar, fruto do envolvimento com o projeto em si, com as pessoas, com as instituições. (SANTOS, no prelo, p. 7). 13 A ausência dessa atitude interdisciplinar de parceria inviabiliza a construção da interdisciplinaridade, já que esta resulta de um trabalho coletivo e implica a interpenetração das diversas esferas do conhecimento na apropriação de um tema que norteia a prática interdisciplinar. A experiência interdisciplinar exige, portanto, uma reorganização do trabalho docente, já que só se torna realidade quando partilhada por uma equipe de trabalho que confronta pontos de vista diferentes no conhecimento de uma determinada realidade, que se deixa interpenetrar por diferentes campos do saber, que se coloca como desafio permanente o conhecimento interdisciplinar de fenômenos complexos e a criação de alternativas para transformá-los. (SANTOS, no prelo, p. 8). 14 Conclui-se, então, que os dois princípios centrais do Projeto Acadêmico, o trabalho coletivo e a aprendizagem significativa, estão intrinsecamente associados ao conceito de 12 SEVERINO, Joaquim. O conhecimento pedagógico e a interdisciplinaridade: o saber como intencionalização da prática. In: FAZENDA, Ivani (Org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, SANTOS, Eloísa Helena. A interdisciplinaridade como eixo articulador do ensino médio e ensino técnico de nível médio integrados (no prelo). 14 Ibidem. Página16

17 interdisciplinaridade. Se por um lado o trabalho coletivo é condição essencial para a construção da prática interdisciplinar, por outro lado a interdisciplinaridade possibilita a criação de meios para que a aprendizagem dos alunos seja significativa. Essas (inter)seções da interdisciplinaridade com o trabalho coletivo e a aprendizagem significativa são representadas pela Figura 3. Figura 3: Aprendizagem significativa Fonte: Própria, 2012 Uma vez que a interdisciplinaridade orienta todo o percurso formativo dos discentes, a inclusão da disciplina Trabalho Interdisciplinar da Graduação (TIG) nas matrizes curriculares dos cursos de graduação apresenta-se como uma tentativa de tratamento da interdisciplinaridade enquanto componente curricular e como uma proposta de prática/construção elaborada coletivamente, para que possa desempenhar a função aglutinadora das cinco dimensões da aprendizagem significativa, apresentadas e discutidas a seguir. A disciplina TIG deve ser ofertada pelo menos até os quatro primeiros módulos dos cursos de graduação, podendo também se estender aos quatro módulos restantes, respeitadas as especificidades dos cursos. Página17

18 3. APRESENTAÇÃO DO CURSO Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Design Bacharelado, elaborado com base na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, nas Diretrizes Curriculares Nacionais e demais normas emanadas pelo Ministério da Educação MEC, bem como as Resoluções CNE/CES. Nº 2/2007 e CNE/CES nº 15/2002, e os Pareceres CNE 492/2001 e CNE 1363/2001, que estabelecem as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação do Ensino Superior. O Plano Curricular do Curso de Graduação em Design UniBH está em conformidade com as Diretrizes Curriculares do Curso de Design, expressas a partir da Resolução nº 5, de 8 de março de 2004, bem como de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB,Lei 9394/96. O UniBH, ciente das mudanças da contemporaneidade, reconhece que o discente está inserido no contexto de um mundo no qual as fronteiras vão além do espaço físico, por entender que o contexto é globalizado, e, por esse motivo, deve articular a questão social à aceleração gerada pela transformação tecnológica, renovação e circulação do conhecimento e da informação. Diante desta realidade, está delineado um Projeto Pedagógico de Curso que, de forma interdisciplinar, tem como proposta orientar o discente a ser construtor de seu próprio saber e de sua autonomia intelectual, entendendo que o docente é um mediador que irá auxiliá-lo no processo da aprendizagem e do conhecimento para exercício das práticas profissionais e da cidadania. Nessa mesma perspectiva, os princípios curriculares que fundamentam a formação profissional orientam-se para: Flexibilidade dos currículos plenos, expressa na possibilidade de definição de disciplinas e ou outros componentes curriculares tais como: oficinas, seminários, atividades complementares como forma de favorecer a dinamicidade do currículo; Rigoroso trato teórico, histórico e metodológico do contexto trabalhado de modo a compreender dos problemas e desafios com os quais o profissional se defronta para a proposição de soluções de design compatíveis com a realidade social; Página18

19 Adoção de uma teoria social crítica que possibilite a apreensão da totalidade em suas dimensões de universalidade, particularidade e singularidade; Superação da fragmentação de conteúdos na organização curricular, evitando-se a dispersão e a pulverização de disciplinas e outros componentes curriculares, alicerçando, assim, as bases do conhecimento com vistas a uma formação universalizada. Estabelecimento das dimensões investigativas e propositivas como princípios formativos e foco da formação profissional e da relação teoria-prática; Caráter interdisciplinar nas várias dimensões do projeto de formação profissional; Indissociabilidade nas dimensões de ensino, pesquisa e extensão; Exercício do pluralismo teórico-metodológico como elemento próprio da vida acadêmica e profissional, impondo-se o necessário debate sobre as várias tendências teóricas em luta pela direção social da formação profissional, que compõe a produção das ciências humanas e sociais; Ética e responsabilidade socioambiental como princípios formativos, perpassando a formação curricular, tendo como pressuposto básico a formação humana, política e social do indivíduo; Dessa forma, o presente Projeto foi concebido levando-se em consideração que o profissional que se exige para os dias atuais deverá atuar de forma polivalente, atendendo às demandas constantes da sociedade, algo que exige agilidade e adaptabilidade. Sem dúvida, essa prática implica no desenvolvimento da elevada capacidade de análise, interpretação e equacionamento de tendências, oportunidades e dos problemas diversos para proposição de soluções nas variegadas áreas do Design CONTEXTO EDUCACIONAL Pautado na crescente valorização e demanda pelo Design em nível nacional e local, o Curso de Design do UniBH ganha destaque no cenário socioeconômico de Belo Horizonte, uma vez que as necessidades sociais contemporâneas, pautadas na resolução de problemas comunicacionais, estéticos, funcionais e formais de natureza diversa, tendem a abrigar suas especificidades. Tais fatores viabilizam mudanças culturais na sociedade. Nessa perspectiva, faz-se importante a formação de mão de obra capacitada para atuar na área. Página19

20 Tendo em vista tal consideração, estamos propondo uma formação de profissionais pautada no princípio de articulação permanente entre teoria e prática, entendendo-a como condição primordial para o desenvolvimento de competências que possibilitem a aquisição, produção e a socialização do conhecimento e dos bens culturais e a proposição de soluções mediante a prática do Design. Nessa perspectiva, o Curso de Design do UniBH foi concebido a partir da visão holística da formação do profissional de Design, levando-se em consideração o conjunto de habilidades e competências necessárias ao fazer do Designer, desde a criação, planejamento, elaboração, execução, até a gestão do projeto, da empresa e do design nas áreas gráfica, web, moda, ambiente, audiovisual (design de movimento), produto, games e superfície. Os diferenciais acadêmicos e pedagógicos do curso relacionam-se à sua estrutura curricular modular, fundamentada em artes, linguagens, tecnologias, comunicação, gestão e design, que preparam o profissional para atuar de forma autônoma como executor e/ou gerenciador de todas as etapas do projeto de Design. Outro diferencial do curso refere-se à sua proposta interdisciplinar, compatível com a própria natureza do Design. Essa característica capacita o aluno a compor diversas equipes de trabalho e atuar nas mais variadas áreas do Design, tais como gráficas, produtoras audiovisuais, birôs de design, setores de comunicação e design, empresas do segmento web, consultorias na área de design, empresas ligadas à moda, dentre outros. Por fim, as possibilidades de experiências práticas e realização de oficinas e visitas técnicas propostas pelo curso colaboram para aproximar os futuros designers da realidade mercadológica. O incentivo à pesquisa e à experimentação de novos insumos e processos alternativos, bem como a responsabilidade socioambiental, o comportamento ético e empreendedor também são valores que perpassam a formação dos designers formados pelo UniBH MISSÃO O curso de Design UniBH tem por missão a busca da excelência na formação de Designers qualificados para atuar na solução de problemas comunicacionais, estéticos, funcionais e formais por meio do Design em variados contextos sociais. Página20

21 JUSTIFICATIVA O Design é uma necessidade contemporânea. Desde que o paradigma funcional cedeu lugar ao paradigma conceitual, cabe ao Design, além de evitar a massificação de produtos, serviços em empresas, propor soluções que otimizem as relações quotidianas do homem em seus variados contextos. Noutros termos, o design tornou-se uma poderosa ferramenta de diferenciação, otimização de custos, solução de problemas e melhora da qualidade de vida das pessoas. E o Brasil já descobriu as potencialidades do design como ferramenta de desenvolvimento social. Segundo o designer Levi Girardi, no Brasil, O Design, como ferramenta integrante e essencial ao sucesso de um produto, ultrapassou os limites das grandes empresas e corporações multinacionais, como as montadoras de automóveis e fabricantes de eletrodomésticos, chegando definitivamente à sociedade, onde o foco de investimentos para o desenvolvimento de novos projetos passou definitivamente a incluir o Design. Com isso, eleva-se o número de produtos e projetos de Design made in brazil, com um padrão internacional de qualidade. A prova está nas duas últimas edições do prestigiado if Design Award alemão, no qual um número recorde de projetos brasileiros foi premiado. A recente estabilidade econômica e a ascensão da nova classe média são outros fatores importantes que denunciam o despertar do país para a economia criativa. Suas indústrias movimentam R$ 381 milhões, ou 2,6% do PIB brasileiro, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). A participação chega a 8,4% do PIB, quando é levada em conta toda a cadeia. Tal estudo revela um crescente segmento de profissionais jovens, instruídos e bem remunerados. E nessa economia criativa, o Design é visto como o mais versátil e importante setor criativo. No Brasil, o Design é o terceiro maior segmento, tanto em número de trabalhadores como de empresas. A renda dos seus profissionais fica 30% acima da média da economia criativa. A Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesing) estima que existam 2 mil escritórios no país, que empregam pelo menos 20 mil pessoas e movimentam R$ 500 milhões ao ano. Somando-se a isso, as entidades brasileiras responsáveis pelo desenvolvimento econômico do País, como a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Página21

22 junto à Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesing) fomentam iniciativas como o Brasil Design, um projeto que visa à criação de uma cultura do design brasileiro, a partir da construção de uma visão detalhada do setor, com seleção de mercados-alvo, visibilidade do potencial do design nacional e possibilidade de geração de negócios. A Abedesing atua na promoção das empresas de design no Brasil e no exterior e contribui para o contínuo aperfeiçoamento e crescimento do mercado, proporcionando o intercâmbio das atividades econômicas e profissionais, em todas as suas modalidades, no âmbito nacional e internacional. Atualmente, conta com 180 associados presentes em 16 estados brasileiros e conta com 7 representações regionais: Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em nível local, o cenário econômico e político em Minas Gerais também é favorável. Seus desdobramentos apontam para a emergência e o progressivo destaque do Vetor Norte de Belo Horizonte, o novo polo de desenvolvimento econômico e de ocupação urbana. A grande concentração do comércio nesta região, a locomoção de pessoas para o aeroporto de Confins e a construção da Cidade Administrativa intensificaram o crescimento da mesma. A demanda por pessoas qualificadas é alta e a região carece de Instituições de ensino, uma vez que nesta região existe um déficit de vagas ofertadas e um alto potencial para futuros discentes interessados em um curso superior. A região vem sendo o centro de investimentos do Governo do Estado e do Município, que nos últimos anos foi transformado por uma série de obras viárias e de intervenções urbanas. Esses investimentos redefiniram não apenas o acesso físico da região aos demais pontos da cidade, mas sua atratividade econômica. O Campus Antônio Carlos do UniBH, que abriga o curso de Design, consegue atender à região Leste e Noroeste de Belo Horizonte, além de Pampulha e Venda Nova e dos municípios de Sabará e Santa Luzia. A iniciativa privada se destaca como outro fator de impulsão a esse desenvolvimento no Vetor Norte. Estudos de mercado acerca do potencial futuro da região apontam os próximos 20 anos como promissores, uma vez que a região é considerada altamente atrativa para empresas voltadas para áreas da tecnologia, informática, biologia aplicada e produtos commodities. O potencial de mercado da região é ratificado pelos dados do IBGE, que apontam uma concentração de 70% das Instituições de Ensino Superior nas regiões Centro-Sul e Oeste da capital mineira. A carência geográfica da região por instituições de ensino é ressaltada ainda Página22

23 mais pelos dados de que o perfil socioeconômico do Vetor Norte é compatível com o públicoalvo almejado pelo UniBH, cuja renda média dos chefes de famílias é de 3 a 5 salários mínimos. Pesquisas do IBGE afirmam, ainda, que, além do contingente de 160 mil alunos matriculados em Belo Horizonte, cerca de 350 mil pessoas apenas com o ensino médio ou superior incompleto se caracterizam como potenciais alunos, dado reforçado pelo baixo índice da população brasileira com ensino superior completo, de apenas 8%. Além do mercado em potencial destacado por esses dados, o crescimento médio entre 5% e 7% de alunos matriculados em instituições de ensino superior nos últimos cinco anos revela uma tendência na demanda da população pelos serviços destas instituições. Dessa forma, o mercado belohorizontino, bem como o contexto estadual, passa por reconfigurações que indiciam um processo de profissionalização e amadurecimento crescente da área. Além da conjuntura favorável, o mercado de trabalho para o designer formado pelo UniBH, dada a proposta abrangente do curso, é amplo e diversificado, podendo esse profissional atuar em todas as etapas do projeto de Design nas áreas gráfica, moda, ambientação, produto, sinalização, audiovisual e web. Alguns dos setores que mais empregam os designers são agências de publicidade e propaganda, editoras, gráficas, birôs de criação e de pré-impressão, gráficas rápidas, departamentos de comunicação de empresas públicas e privadas, agências de comunicação integrada, produtoras culturais e audiovisuais, estúdios fotográficos, empresas desenvolvedoras de conteúdos digitais, escritórios de design, ateliês de moda, escritórios de decoração, construtoras, empresas especializadas em design de espaços externos, galerias de arte ou quaisquer empresas que demandem o desenvolvimento de projetos diferenciados. Nesse sentido, faz-se necessária a formação de um profissional que não só trabalhe o Design como uma ferramenta de solução e de diferenciação, mas que saiba contextualizá-lo social, psicologica e mercadologicamente. Noutros termos, um profissional capaz de pensar um projeto de maneira sistêmica. Para tanto, nos sete períodos propostos no curso de Design Bacharelado do UniBH, são fomentadas habilidades e competências que permitem ao futuro profissional transitar por todas as tradicionais áreas do design como corporativo, gráfico, moda, superfície, ambientação, produto, games, web e design de movimento, desenvolvendo a capacidade, necessária aos profissionais da contemporaneidade, de integrar e/ou coordenar grupos interdisciplinares. Página23

24 O curso pretende, ainda, estimular o empreendedorismo e acompanhar as tendências estéticas, conceituais, técnicas e teóricas do campo das Artes, da Comunicação e do Design OBJETIVOS OBJETIVO GERAL O Curso Superior de Design do UniBH tem como objetivos capacitar um profissional capaz de articular diferentes linguagens e estéticas e aplicá-las em projetos, de natureza diversa, de maneira crítica, reflexiva, criativa e inovadora, bem como formar o profissional projetista, com visão sistêmica, capaz de coordenar todas as etapas de desenvolvimento de projetos nas mais diversas áreas do Design, incluindo a pesquisa e a organização de referências simbólicas, insumos, técnicas de expressão e prototipação, bem como a gestão de projetos, de empresas de design e do próprio design. A proposta é, pois, que o designer formado no UniBH consiga incorporar saberes e fazeres significativos, necessários à compreensão do desenvolvimento social, bem como se torne um profissional e cidadão crítico, participativo e competente, capaz de perceber as relações sociais, econômicas, políticas e culturais e aplicar esses conhecimentos em soluções de Design OBJETIVOS ESPECÍFICOS O curso busca trabalhar, por meio de conteúdos e práticas curriculares, os objetivos específicos que seguem: Integrar a formação teórica e prática ao longo do curso, enfatizando as atividades de pesquisa, ensino e extensão como eixos articuladores do processo de produção de conhecimento. Proporcionar ao discente o domínio das linguagens gráficas e competências estéticas necessárias à implementação de projetos de design em suas variadas áreas, tais como: design gráfico, design de superfície, webdesign, design de moda, design de ambiente, design de produto e design de games; Possibilitar ao discente identificar e caracterizar diferentes linguagens e formatos de peças de design; Página24

25 Fomentar a visão sistêmica do projeto gráfico: artes, linguagens, tecnologias, comunicação e gestão, abrangendo os componentes materiais e imateriais, os processos de fabricação, os aspectos econômicos, psicológicos e sociológicos do projeto de design; Instrumentalizar o discente com conhecimento técnico necessário para atuar em todas as etapas do projeto: da criação à produção; Fomentar a visão histórica e prospectiva, centrada nos aspectos socioeconômicos e culturais das comunidades onde o designer atuará, revelando consciência das implicações econômicas, sociais, antropológicas, ambientais, estéticas e éticas de sua atividade; Fomentar a visão sistêmica, proativa e reflexiva para que o designer atue em todas as etapas de um projeto, desde a pesquisa e ideação, até a proposição de soluções adequadas a diferentes situações sociais e mercadológicas; Proporcionar ao discente o conhecimento do setor produtivo relacionado ao mercado, materiais, processos produtivos e tecnologias; Estimular o Empreendedorismo; Contribuir para a postura ética e responsável do profissional; Promover a educação de cidadãos atuantes e conscientes em uma sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando: promover a educação de cidadãos atuantes e conscientes no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando: o o o relações étnico-sociais positivas, rumo à construção de nação democrática. o cuidado com o meio ambiente local, regional e glocal. a necessidade de igualdade e de defesa da dignidade humana PERFIL DO EGRESSO O graduado em Design formado pelo UniBH deverá ser capaz de, fundamentado em pensamento crítico e sensibilidade artística, projetar soluções de Design em consonância com o contexto histórico, socioeconômico e cultural do público. Para além disso, deve atuar de maneira ética e sustentável, com consciência socioambiental, criando soluções comunicacionais, estéticas, funcionais e formais com total domínio das linguagens, processos, Página25

26 técnicas e tecnologias, a fim de desenvolver projetos criativos, inovadores e funcionais para os diferentes setores mercadológicos que demandam a atuação do Designer. Para tanto, o egresso do curso superior de Design formado pelo UniBH deve ter uma postura proativa e reflexiva com vistas a atuar em todas as etapas de um projeto de Design, desde a pesquisa e ideação, até a proposição de soluções adequadas a diferentes situações sociais e mercadológicas. Deve possuir, também, a visão sistêmica do projeto, de modo a compreender os aspectos mais abrangentes relacionados ao seu fazer profissional, como por exemplo, reconhecer os componentes materiais e imateriais, os processos de fabricação, os aspectos econômicos, psicológicos e sociológicos que perpassam a concepção e o desenvolvimento de um projeto de design e o conhecimento do setor produtivo relacionado ao mercado, materiais, processos produtivos e tecnologias inscritas nos processos contemporâneos de criação e produção. Por fim, deve ter espírito empreendedor para atuar, solitária ou cooperativamente, nos diversos setores que demandam o trabalho do Designer ou abrir seu próprio negócio COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Tendo em vista o perfil pretendido, a formação do bacharel em Design abrange uma consistente base teórica e domínio técnico, articulado à execução de práticas projetuais. Nessa perspectiva, o bacharel em design deve ser capaz de planejar, executar e controlar os processos inerentes ao Design em suas variadas áreas, tais como design gráfico, design de superfície, design de moda, design de produto, design de ambiente, webdesign, design de games, reunindo competências que o tornem capaz de: Conhecer e reconhecer criticamente as manifestações artístico-culturais em diferentes contextos histórico-sociais para propor soluções inovadoras, utilizando domínio de técnicas de criação, tecnologias e processos produtivos; Ter visão histórica e prospectiva, centrada nos aspectos socioeconômicos e culturais da comunidade onde atua, revelando consciência das implicações econômicas, sociais, antropológicas, ambientais, estéticas e éticas de sua atividade; Página26

27 Ter visão sistêmica, proativa e reflexiva para atuar em todas as etapas de um projeto de Design, desde a pesquisa e ideação, até a proposição de soluções adequadas a diferentes situações sociais e mercadológicas; Ter domínio dos princípios e fundamentos do alfabetismo visual e da sintaxe da linguagem visual no contexto dos processos de criação gráfico-visual para materialização de conceitos e soluções, em seus projetos de Design, mediante as diversas formas de representação sígnica; Compreender os aspectos da linguagem visual, verbal e não- verbal, a partir da relação imagem/ palavra, na produção de sentido e significado, que estimulem a percepção, a interpretação e internalização das informações a partir de um sistema de símbolos representacionais relacionados ao universo simbólico do público-alvo; Conhecer o setor produtivo, compreendendo fatores de mercado, componentes materiais e imateriais, processos e tecnologias disponíveis para formatação da proposta de Design em consonância com os traços psicológicos, culturais, sociais, econômicos e naturais do contexto onde atua; Ter conhecimento dos processos de gestão produtiva, incluindo qualidade, produtividade, espaço produtivo, estoques, custos e investimentos, além da administração de recursos humanos para a produção; Ser capaz de trabalhar cooperativamente, gerenciando ou compondo equipes interdisciplinares na elaboração e execução de pesquisas e projetos da área do design e áreas correlatas; Ser empreendedor, atuando de maneira inovadora e proativa, com vistas a promover o Design como área estratégica na contemporaneidade CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO O sistema de avaliação dos alunos do Curso regulamenta-se pelas normas definidas e resumidas no Guia Acadêmico, distribuído aos alunos no início de cada semestre e pelos seguintes documentos: Estatuto; Regimento; Página27

28 Portarias, Resoluções e Instruções Normativas institucionais. Cabe ressaltar que todos os documentos acima se encontram disponíveis para consulta de toda Comunidade Acadêmica por meio da intranet Os critérios de avaliação do processo de ensino-aprendizagem são baseados nas seguintes recomendações e normas: A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento escolar, ao longo do respectivo período letivo. O aproveitamento escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios e trabalhos escolares escritos e/ou orais, durante o período letivo. É importante observar que a avaliação não é um instrumento de punição ou de constrangimento do aluno visando à sua reprovação, mas de justa medida do seu desenvolvimento no percurso dos fins da educação e do ensino. Compete ao professor da disciplina elaborar e aplicar os exercícios e trabalhos escolares, bem como julgar - lhes os resultados e discutir com os alunos os enganos porventura cometidos no desenvolvimento ou na solução das questões, para saná-los, respeitada a capacidade de cada aluno individualmente. Cumpridas essas etapas, o professor deverá devolver os trabalhos escolares aos alunos. Quanto à Avaliação Final, o aluno poderá solicitar, diretamente ao professor, até o dia 28 do mês que inicia o semestre letivo seguinte, sua devolução. Vencido esse prazo, o professor poderá inutilizar a documentação ainda em seu poder, conforme determina as normas da Instituição. Durante o semestre letivo, são atribuídos aos alunos 100 (cem) pontos cumulativos, assim distribuídos: o o 50 (cinquenta), para avaliação do desempenho nas atividades desenvolvidas ao longo do período letivo, conforme esteja estabelecida na programação da disciplina (DAD); 25 (vinte e cinco), para uma avaliação intermediária da aprendizagem ao final da primeira metade do período letivo (AIA); Página28

29 o 25 (vinte e cinco), para uma avaliação da aprendizagem, ao final da segunda metade do período letivo (AF). Considera-se aprovado numa disciplina o aluno que nela tenha computado, a seu favor, o total mínimo de 70 (setenta) pontos. Independentemente dos demais resultados obtidos é considerado reprovado o aluno que não tenha frequência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas para cada matéria/disciplina durante o período letivo. É facultado ao aluno requerer o Exame Especial (EE), ao final do semestre letivo, que substituirá a menor nota obtida pelo aluno entre a AIA e a AF. O Exame Especial poderá ser requerido quando o aluno: o o o o Não alcançar os 70 (setenta) pontos para a aprovação; Tiver o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência; Tiver alcançado o mínimo de 45 (quarenta e cinco) pontos, resultantes da soma das notas de avaliação distribuídas às atividades de DAD e AIA ou AF, realizadas durante o semestre; Não tiver comparecido por qualquer motivo à Avaliação Final na data prevista no Calendário Escolar. Exame de proficiência (Art. 47 da lei nº 9.394/96): o aluno regularmente matriculado que tenha extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, e que se julgar em condições de eliminar disciplina(s) de sua matriz curricular por conhecer o conteúdo programático que a compõe, deverá requerer, junto ao Núcleo de Secretaria da unidade em que o curso é realizado, que lhe seja aplicado à avaliação comprobatória PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A proposta curricular do Curso Superior de Design, levando-se em conta os objetivos geral e específicos, tem como princípios fundamentais: Página29

30 Estrutura curricular interdisciplinar, que proporciona aos discentes a construção e difusão de conhecimentos, do senso comum ao saber sistematizado, e caracterizado pela indissociabilidade entre teoria e prática; Diálogo interdisciplinar proporcionado por atividades que abrangem várias áreas do conhecimento como a comunicação, as artes plásticas, as artes visuais aplicadas, entre outras, para atender a essa formação superior específica; Interação do curso com a sociedade, estabelecendo canais de trocas permanentes por meio de seminários abertos à participação da sociedade, estudos de casos e trabalhos de campo realizados em empresas parceiras, fornecedores de insumos e tecnologias, centros culturais, artísticos, museus, que visam propiciar contato com questões contemporâneas e condizentes com a complexidade e dinamicidade da experiência da gestão estratégica de projetos de Design. A comunicação com a sociedade se dá através de canais formais de comunicação nas redes sobre a área do design, eventos acadêmicos, atividades complementares acadêmicas e a produção científica do curso. Outra estratégia utilizada para dar visibilidade ao curso é a busca constante de parcerias com empresas, entidades de classe, escolas e a participação em eventos da área de Design e áreas afins. Esse trabalho é realizado, diretamente, pela coordenação e laboratórios do curso, como forma de ampliação do networking e da rede de parceiros. Participação em eventos acadêmicos e mercadológicos em nível local, nacional e internacional e o Incentivo à participação dos alunos em concursos e premiações da área do Design EIXOS DE FORMAÇÃO A estrutura curricular prevista para o curso Superior de Design do UniBH orienta-se por quatro eixos: eixos de formação geral (conteúdos transversais), específicos, complementares e teórico-práticos: EIXO DE FORMAÇÃO GERAL A formação geral capacita o aluno para compreender a sociedade e lhe possibilita aumentar o nível cultural e otimizar a interação social. Proporciona, também, uma visão integrada das Página30

31 diferentes disciplinas que podem compor o currículo e contribui para a formação de profissionais-cidadãos. A formação geral do curso de Design do UniBH fundamenta-se nas artes, linguagens, tecnologias, comunicação, gestão e design, Seus preceitos perpassam todos os eixos, ciclos e módulos do curso EIXOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA Os eixos de formação específica, por sua vez, fundamentam uma determinada área do conhecimento e criam as condições para que o aluno compreenda sua futura profissão e tenha subsídios para buscar a educação continuada. As disciplinas alocadas nesses eixos visam propiciar ao discente o conhecimento que fundamenta a prática da profissão, bem como permitir que ele faça reflexões sobre sua área de conhecimento de forma cada vez mais complexa. Os eixos de formação específica do Curso de Design do UniBH estruturam-se da seguinte forma: CICLO 1- EIXO DE FUNDAMENTAÇÃO HUMANÍSTICA, CONTEXTUAL E CONCEITUAL Neste Ciclo serão trabalhados, nos módulos e nas suas respectivas disciplinas, competências, habilidades e saberes que fundamentam a prática do profissional do design, bem como as técnicas, o saber fazer específicos para a concepção de um Projeto de Design. Neste Ciclo, estão alocados o Módulo I Fundamentos humanísticos e contextuais e o Módulo II Fundamentos conceituais. O módulo Fundamentos humanísticos e contextuais objetiva a iniciação do aluno na compreensão de conceitos de formação geral relacionados à comunicação em seus elementos básicos: linguagens, agentes, mídias, processos, contextos, formatos, estéticas, simbologias e funcionalidades. O Design é apresentado, antes de tudo, como uma prática comunicacional que possui objetivos, público, linguagens, contexto e, para além das suas formas e funções, deve comunicar um conceito. O módulo Fundamentos conceituais objetiva fomentar conhecimentos declarativos que, devidamente contextualizados, possibilitem aos futuros designers a prática profissional consciente, adequada a situações específicas e fundamentada em teorias da área. Trata-se dos conteúdos básicos previstos nas Diretrizes curriculares que normatizam a área do Design. Disciplinas Módulo 1: Fundamentos humanísticos e contextuais Página31

32 Teoria da Comunicação Teoria do Design Mercado brasileiro e latino-americano Iniciação à computação gráfica Marketing empreendedor Programa de Ação Social Disciplinas Módulo II: Fundamentos conceituais Arte e Estética Semiótica Desenho aplicado às artes visuais Ergonomia Metodologia e gestão de projeto Trabalho Interdisciplinar de Graduação I CICLO 2- EIXO DE FUNDAMENTAÇÃO INSTRUMENTAL Neste Ciclo serão trabalhados, no módulo III e nas suas respectivas disciplinas, competências, habilidades e saberes que fundamentam a prática do Design no que diz respeito às técnicas de objetivação conceitual, bem como as ferramentas de produção simbólica. Neste Ciclo está alocado o Módulo A Fundamentação Instrumental. O módulo visa o domínio das técnicas e tecnologias disponíveis para a criação, produção e inovação científicotecnológica na área do Design. Objetiva, também, a compreensão das tecnologias relacionadas a representações, linguagens, códigos e projetos de criação e desenvolvimento. Por meio dessas disciplinas, associadas às demais dos outros eixos, pretende-se a formação específica para o saber/fazer/criar do designer, ou seja, propiciar, por meio de linguagens, ferramentas e técnicas, a tangibilização do conceito de Design. Trata-se dos conteúdos específicos previstos nas Diretrizes curriculares que normatizam a área do Design. Disciplinas Módulo III: Fundamentação instrumental Página32

33 Oficina de projeto: design corporativo Linguagem fotográfica Sintaxe e Composição visual Produção e Edição de imagens digitais Trabalho Interdisciplinar de Graduação II CICLO 3- EIXO DE FUNDAMENTAÇÃO ESPECÍFICA: DESIGN 2D E 3D Neste Ciclo serão trabalhados, no módulo IV e V, e nas suas respectivas disciplinas, competências, habilidades e saberes que fundamentam a prática do Design no que diz respeito às formas de representação dos produtos de design de variadas áreas produtivas. Neste Ciclo, estão alocados o Módulo IV Design 2D e o Módulo V Design 3D. Nessa perspectiva, todas as manifestações do design trabalhadas em suportes 2D, como o design gráfico, design de superfície, design corporativo são desenvolvidas enquanto conhecimentos específicos da área, no módulo 2D. No que diz respeito ao módulo V, Design 3D, são trabalhados as áreas do design projetadas em 3D, como design de produto, design de ambientes e design de embalagem. Disciplinas Módulo IV: Design 2D Oficina de projeto: design 2D Desenho técnico Finalização de Arquivos Tecnologia de materiais Naturais, compósitos e polímeros Sistemas de impressão Trabalho interdisciplinar de Graduação IIII Disciplinas Módulo V: Design 3D Oficina de projeto: design 3D Modelagem Página33

34 Desenho arquitetônico Tecnologia de materiais cerâmicos e Metálicos Maquetes e protótipos Trabalho interdisciplinar de Graduação IV CICLO 4- EIXO DE FUNDAMENTAÇÃO ESPECÍFICA: DESIGN ANALÓGICO E DIGITAL Neste Ciclo serão trabalhados, no módulo VI e VII, e nas suas respectivas disciplinas, competências, habilidades e saberes que fundamentam a prática do Design no que diz respeito às tecnologias inscritas no fazer do design e suas consequências na linguagem, estética, processos de ideação, formatação e finalização das propostas de Design. No Módulo IV Design Analógico, são trabalhados conteúdos, habilidades e competências que permitem ao designer trabalhar com a linguagem audiovisual com foco na área do Design em Movimento. No módulo VII Design Digital, são trabalhados conteúdos, habilidades e competências que permitem ao designer trabalhar com conteúdo digital, com foco nas áreas Webdesign e Design de games. Nos dois últimos módulos, por meio das disciplinas Projeto experimental e Projeto de conclusão de curso, são trabalhadas, de maneira formal, as habilidades de pesquisa, a habilidade projetual, bem como a competência empreendedora e suas respectivas aplicações do mundo do trabalho. Disciplinas Módulo VI: Design analógico Oficina de projeto: design em movimento Produção Audiovisual Pós-produção Audiovisual Animação Linguagem audiovisual Projeto de conclusão de curso Página34

35 Disciplinas Módulo VII: Design Digital Oficina de projeto: design digital Webdesign Design de games Arquitetura da informação Legislação e Ética Projeto Experimental EIXO DE FORMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA Em todos os módulos do curso de Design Bacharelado há as disciplinas Oficina de projeto e Trabalho interdisciplinar de graduação, cuja principal proposta é a abordagem teórico e prática em projetos de design, em que são trabalhados, além dos conteúdos necessários para a consecução do projeto, habilidades e competências da área de design trabalhada em cada módulo. Faz parte deste eixo, também, as atividades complementares de graduação previstas e fomentadas no curso, tais como visitas técnicas, estágio não obrigatório, grupos de pesquisa, cursos de extensão, bem como o TCC RESOLUÇÃO CNE/CP, Nº 1/2004 E CNE º 1/2012 O primeiro módulo do curso, dentro de seus conteúdos, especificamente a disciplina Teoria da Comunicação, trata as relações étnico-raciais, abordando a temática referente à cultura afrodescendente, nos termos da Resolução CNE/CP, nº 1/2004, além de tratar a transversalidade da educação ambiental integrada às demais disciplinas do curso, principalmente nas disciplinas do Trabalho Interdisciplinar de graduação (TIG) e Projeto de Ação Social (PAS) conforme Resolução n 02 de 15 de junho de Conforme Resolução CNE º 1/2012, as questões sobre os Direitos Humanos estão colocadas de forma transversal no currículo, sendo discutidas nas disciplinas da área de ciências humanas e norteando os conteúdos e atitudes ensinados nas disciplinas de todos os módulos. Página35

36 ESTRUTURA CURRICULAR CICLO 1: Eixo de Fundamentação Humanística, Contextual e Conceitual MÓDULO DISCIPLINA CH 15 CR 16 Teoria da Comunicação 80 h/a 4 Teoria do Design 80 h/a 4 Mercado brasileiro e latino-americano 40 h/a 2 A Iniciação à computação gráfica 80 h/a 4 Marketing empreendedor 40 h/a 2 Programa de Ação Social 80 h/a 4 Total 400 h/a 20 MÓDULO DISCIPLINA CH CR Arte e Estética 80 h/a 4 Semiótica 80 h/a 4 Desenho aplicado às artes visuais 40 h/a 2 B Ergonomia 40 h/a 2 Metodologia e gestão de projeto 80 h/a 4 Trabalho Interdisciplinar de Graduação I 80 h/a 4 Total 400 h/a 20 CICLO 2: Eixo de Fundamentação Intrumental MÓDULO DISCIPLINA CH CR Oficina de projeto: design corporativo 80 h/a 4 Linguagem fotográfica 80 h/a 4 Sintaxe e Composição visual 80 h/a 4 A Produção e Edição de imagens digitais 80 h/a 4 Trabalho Interdisciplinar de Graduação II 80 h/a 4 Total 400 h/a CH = Carga Horária. 16 CR = Crédito, que equivale a 20 semanas. Página36

37 CICLO 3: Eixo de formação específica MÓDULO DISCIPLINA CH CR A Oficina de projeto: design 2D 80 h/a 4 Desenho técnico 80 h/a 4 Finalização de Arquivos 40 h/a 2 Tecnologia de materiais naturais, compósitos e polímeros 80 h/a 4 Sistemas de impressão 40 h/a 2 Trabalho interdisciplinar de Graduação III 80h/a 4 Total 400 h/a 20 MÓDULO DISCIPLINA CH CR B Oficina de projeto: design 3D 80 h/a 4 Modelagem 80 h/a 4 Desenho arquitetônico 40 h/a 2 Tecnologia de materiais Cerâmicos e metálicos 40 h/a 2 Maquetes e protótipos 80 h/a 4 Trabalho interdisciplinar de Graduação IV 80 h/a 4 Total 400 h/a 20 CICLO 4: Eixo de formação específica MÓDULO DISCIPLINA CH CR Oficina de projeto: design em movimento 80 h/a 4 Produção Audiovisual 40 h/a 2 Pós-produção Audiovisual 80 h/a 4 Animação 80 h/a 4 Linguagem audiovisual 40 h/a 2 Projeto de conclusão de curso 80h/a 4 Total 400 h/a 20 MÓDULO DISCIPLINA CH CR Oficina de projeto: design digital 80 h/a 4 Webdesign 40 h/a 2 Design de games 80 h/a 4 B Arquitetura da informação 40 h/a 2 Legislação e Ética 80 h/a 4 Projeto Experimental 40 h/a 2 Total 360 h/a 20 Página37

38 CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Estas horas vão além da carga horária mínima prevista para o curso, nos termos do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia) 192 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO LIBRAS* - Optativa 40 Carga horária total do curso incluindo a disciplina optativa LIBRAS Nos termos do Decreto Federal nº 5.626/2005, o curso oferece a disciplina Libras, em caráter optativo. O aluno poderá cursá-la em qualquer período do curso, se assim o desejar. Cumpre ressaltar que todos os cursos de licenciatura do UNIBH ofertam a disciplina Libras regularmente, conforme preceitua a legislação em vigor. São eles: Ciências Biológicas, Geografia, História, Matemática, Pedagogia e Letras. Nesse sentido, o aluno possui um leque de opções de horário bem variado nos campi da instituição. Portaria da Reitoria do UNIBH, número 28, de 15/12/ CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS As ementas e programas das unidades de estudo são periodicamente avaliados e revisados com o efetivo apoio do Núcleo Docente Estruturante do curso e submetidos à revisão pelo COLEC - Colegiado do Curso de Design (bacharelado), para deliberação, e pelos professores responsáveis pelas disciplinas, no intuito de promover, se necessário, os devidos ajustes. Esse trabalho tem como pressupostos: Percepção dos professores com relação às dificuldades ou necessidades de ajustes com base nas aulas ministradas; Avaliação dos alunos com relação ao conteúdo ministrado; Necessidade de adequação mediante mudanças ou novas tecnologias relacionadas as mídias (Digital, impressa ou eletrônica). As ementas das disciplinas que compõem o curso encontram-se no anexo 1, ao final deste projeto DISCIPLINA LIBRAS A disciplina LIBRAS é oferecida em caráter optativo a todos os alunos dos cursos de Graduação (Bacharelado e Tecnológicos) e Pós-Graduação. A disciplina tem como objetivo apresentar um panorama da Língua Brasileira de Sinais em âmbito nacional, além de exemplos Página38

39 práticos, com a finalidade de possibilitar-lhes uma comunicação inicial com a comunidade surda. O curso atende à legislação vigente: "A Libras constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional" (LEI Nº ). Trata de uma necessidade dos profissionais brasileiros do século XXI o reconhecimento e a compreensão da diversidade linguística em nosso país, bem como o conhecimento da Língua Brasileira de Sinais, que passa a ser um diferencial em sua formação ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO (TIG) Em fevereiro de 2009 foi realizada uma reestruturação curricular nos cursos ofertados pelo Centro Universitário UNIBH com a inclusão da disciplina Trabalho Interdisciplinar de Graduação TIG, como forma de promover a interdisciplinaridade dentro e fora da sala de aula. Na Resolução do CEPE n. 1, de fevereiro de 2009, foram aprovadas as normas para a disciplina acima citada para os cursos de bacharelado, licenciatura e tecnologia do UNIBH. A disciplina TIG é uma proposta de prática de caráter interdisciplinar cujo tema está diretamente relacionado à formação de habilidades (específicas e globais) e competências do curso e de competências descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, de modo a corroborar com a formação profissional, humana e cidadã dos alunos da instituição, ajudando-os na sua inserção político-social. Adota ainda, como princípio, o papel ativo dos estudantes na construção do conhecimento, em que o processo de aquisição do saber é mais importante que o próprio saber. A inclusão da disciplina na estrutura curricular dos cursos do UNIBH vem propiciar, através da elaboração coletiva e da troca de experiências necessárias à sua realização, uma constante avaliação e revitalização dos processos de ensino e aprendizagem, levando os professores a se organizar para planejar suas ações, avaliar suas consequências e planejá-las. Os alunos trabalham de forma sistemática, organizada e solidária em grupos, tanto em sala de aula quanto em outros espaços de aprendizagem, visando construir sua autonomia acadêmica, intelectual, política e profissional. Página39

40 O trabalho é desenvolvido em todos os períodos ou módulos, cujas matrizes curriculares contemplem a disciplina TIG. Para tal os alunos serão orientados pelo professor da disciplina sobre as regras de construção, apresentação e avaliação do trabalho interdisciplinar, estabelecidas no Manual do Trabalho Interdisciplinar de Graduação TIG. (ver anexo 3). Os TIGs devem estar sempre em conformidade com os Planos de Ensino indicados pelos professores dos referidos componentes curriculares. Os TIGs são desenvolvidos, obrigatoriamente, em grupos de no mínimo 3 e de no máximo 8 alunos participantes, sem interferência prévia dos professores e coordenadores de curso, tanto na composição dos grupos quanto na manutenção de seus membros, cabendo aos alunos a responsabilidade pela manutenção de um grupo solidário, ético e responsável para com suas atividades acadêmicas. Todos os trabalhos são elaborados a partir de atividades em classe, sob orientação do professor de TIG, com a co-orientação dos demais docentes das disciplinas que compõem o módulo ou período, bem como em atividades de estudo e pesquisas realizadas fora de sala de aula, de acordo com os horários disponibilizados para tal finalidade para cada turma. O produto final do TIG, correspondente à modalidade e ao tema/eixo específico para cada turma, constará de um documento final escrito, com estrutura textual e formatação gráfica de acordo com normas estabelecidas, bem como um produto final, que serão utilizados para apresentação oral a uma banca examinadora PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (PAS) O Programa de Ação Social é uma aplicação prática de conteúdos e conceitos fundamentais e técnicas relacionadas ao eixo de formação do curso através do desenvolvimento e implementação de projetos focados na comunidade. Os alunos serão orientados pelo professor da disciplina sobre as normas de desenvolvimento do projeto a ser elaborado, estabelecidas no Manual do Programa de Ação Social PAS. Dentre os objetivos da disciplina pode ser ressaltada a possibilidade de proporcionar ao aluno um processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável, proporcionando a integração entre a IES e a sociedade por meio de ações de extensão. Página40

41 Estas são práticas que conectam o aluno à sua comunidade e permitem a construção de uma relação de sentidos entre o conhecimento e a sua realidade, atuando de forma a garantir o pleno exercício da cidadania e a promover o desenvolvimento de uma cultura profissional, humanista, artística e cultural TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) O TCC (Trabalho de conclusão de curso) do curso de Design do UniBH tem como objetivo o estímulo à produção científica. Sua orientação acadêmica desdobra-se na consecução de um Projeto de Design, com foco em uma das áreas trabalhadas no curso, com obrigatoriedade da apresentação de protótipo de alta fidelidade, bem como uma Monografia, construída rigorosamente dentro das normas da ABNT. Tal documento baseia-se na consulta e revisão da bibliografia especializada sobre o tema tratado e o relato das metodologias empregadas. Busca-se fomentar, pois, o aprimoramento da capacidade de interpretação, crítica e comunicação de dados do universo investigado pelo discente. Nos dois módulos finais do Curso, o discente deverá produzir, respectivamente, um projeto de pesquisa e, posteriormente, um projeto de Design e uma monografia como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O TCC versará, preferencialmente, sobre temas oriundos da análise dos resultados da pesquisa realizada ao longo dos sete períodos, bem como nas disciplinas de Trabalho Interdisciplinar de Graduação (TIG). O TCC, orientado por um professor nas disciplinas de Projeto de Conclusão de Curso (sexto módulo) e Projeto Experimental (sétimo módulo) será apreciado no final do Curso por uma banca examinadora, da qual farão parte o professor orientador e dois outros professores e/ou profissionais com notório conhecimento e experiência na temática tratada. O documento normalizador do Trabalho de Conclusão de Curso é um regimento elaborado pelo Colegiado do Curso de Design do UniBH que especifica as normas gerais de funcionamento e demarcação das atribuições e competências dos atores envolvidos na construção do TCC. O trabalho sempre se converterá em um projeto de design e uma monografia na qual se dará ênfase na metodologia de pesquisa e metodologia de projeto empregadas para o desenvolvimento do protótipo de Design. Tal documento deverá ser Página41

42 redistribuído/disponibilizado à comunidade acadêmica e, a critério da instância competente, selecionado para publicação. Para o desenvolvimento do TCC, o professor contará com dois momentos ao longo da semana: um encontro semanal, no qual poderá lecionar questões metodológicas para o conjunto da turma, ou mesmo repassar informações e experiências de interesse geral, e outro momento, para o qual será elaborada uma escala de atendimento com a finalidade de acompanhamento e orientação dos trabalhos em desenvolvimento. Para viabilizar tal orientação, o professor será remunerado e as horas de trabalho de campo e de orientação contabilizadas na carga horária do curso MONITORIA No curso de graduação em Design, o Programa de Monitoria tem os seguintes objetivos principais: Motivar os monitores e demais alunos nos estudos das disciplinas objetivando a redução dos níveis de evasão no Curso; Propiciar o surgimento e florescimento de vocações para a docência e a pesquisa, além de promover a cooperação acadêmica entre discentes e docentes. Além dos monitores bolsistas, remunerados com recursos orçamentários do UniBH, outros discentes podem se integrar aos projetos aprovados, na condição de monitores voluntários. As disciplinas em que os monitores geralmente atuam, desde que, aprovados e com bom rendimento nas mesmas, constituem a base indispensável ao preparo dos discentes do Curso para o prosseguimento e aprofundamento dos seus estudos no campo específico do curso. Evidencia-se a necessidade de que seja fortalecida a atividade de Monitoria, ao lado de outras iniciativas objetivando incrementar a integração teoria-prática. O horário de monitoria para o atendimento dos alunos é ofertado nos horários em que os alunos não estiverem em sala de aula, por exemplo, de 16h às 19h de segunda a sexta e aos sábados no período da tarde, para os alunos do turno da noite. A seleção dos monitores é feita, após a abertura de um edital, por três professores da disciplina através de entrevista, análise curricular e do Histórico Escolar. Página42

43 ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO (ACG) As Atividades Complementares de Graduação (ACG), propiciam conhecimento relevante para o processo ensino-aprendizagem, considerando critérios de interdisciplinaridade e de flexibilização curricular. Os alunos que ingressarem na instituição por intermédio de transferência, obtenção de novo título, ou outras formas de ingresso, ficam sujeitos ao cumprimento das Atividades Complementares conforme previsto na estrutura curricular na qual forem matriculados, podendo solicitar o aproveitamento de horas já computadas pela instituição de origem. Os alunos poderão realizar Atividades Complementares desde o primeiro semestre letivo de sua matrícula até o fim do período máximo de integralização curricular. Para as estruturas curriculares aprovadas e implantadas a partir do 2º semestre de 2009, a categoria Programa de Nivelamento. Todos os cursos de graduação do UNIBH (bacharelado, licenciatura e tecnologia) oferecem as disciplinas de nivelamento em Língua Portuguesa e Matemática aos alunos que ingressam no primeiro período. O aluno que não cumprir as horas de Atividades Complementares previstas em sua matriz curricular não terá direito ao Diploma de Graduação, mesmo que tenha obtido aprovação em todas as disciplinas regulares de sua estrutura curricular. O aluno será responsável por reunir os comprovantes das atividades realizadas interna ou externamente, cujas cópias deverão ser semestralmente encaminhadas à Secretaria do Instituto, juntamente com os documentos originais, para registro formal, arquivo e cômputo das horas de Atividades Complementares, além de realizar o preenchimento de todos os formulários que por ventura forem necessários para a validação da atividade. Deverá ser entregue uma cópia junto com o comprovante original da atividade e caberá ao secretário do Instituto cotejar os documentos, carimbar (confere com o original) e assinar a cópia, além de devolver ao aluno o protocolo de recebimento devidamente assinado. O aceite da aludida comprovação ficará a cargo do coordenador de curso, que poderá recrutar o seu colegiado para auxiliá-lo nessa atividade. Página43

44 Semestralmente o coordenador deverá solicitar os prontuários à Secretaria de Departamento, dar seu parecer e registrar em formulário próprio para controle de Atividades Complementares, definindo a natureza da atividade, sua categoria e número de horas a serem computados para cada aluno, e encaminhar o cômputo semestral à Secretaria Acadêmica na Ata destinada a essa finalidade. Não sendo aprovada a documentação apresentada pelo aluno, o mesmo deverá ser comunicado, por , pelos secretários do Instituto, com a anotação da coordenação do curso acerca da irregularidade constatada. As Atividades Complementares são classificadas, conforme sua natureza em 7 (sete) categorias: A, B, C, D, E, F, e G conforme especificado a seguir. O aluno é obrigado a fazer atividades de pelo menos 3(três) categorias distintas. CATEGORIA A - EVENTOS ACADÊMICOS Participação em palestras, seminários, congressos, conferências, ciclo de debates, oficinas, mesas redondas, jornadas, fóruns, etc. promovidos pela própria instituição ou outros órgãos e entidades externas. Organização de eventos institucionais e acadêmicos, no Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH. CATEGORIA B PESQUISA, INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PUBLICAÇÕES. Participação em Grupos de Iniciação Científica orientados por professor do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH. Participação em Programas/Projetos de Pesquisa internos ou externos Publicação individual ou coletiva de produção científica (artigos, ensaios, livros, capítulos de livros, etc.). Apresentação de comunicações científicas em eventos desta natureza promovidos interna ou externamente. Participação em grupos de pesquisa orientados por professor do UNIBH. Realização de pesquisa científica sob orientação de professor do UNIBH. Página44

45 Apresentação de trabalhos de pesquisa científica em painéis ou seção de pôsteres organizados pela Coordenação do Curso. Participação em seções públicas de dissertação de mestrado e tese de doutorado, com apresentação de resumo. CATEGORIA C ENRIQUECIMENTO ACADÊMICO-PEDAGÓGICO Atividade de monitoria em disciplinas ofertadas pelo UNIBH, aprovadas pelo Coordenador de Curso. Matrícula em caráter de enriquecimento curricular - em disciplinas de outros cursos ofertados pelo UNIBH, com comprovação efetiva de aproveitamento de frequência e notas. Aprovação em disciplinas isoladas de nível superior, na área do conhecimento, em outras instituições de ensino. Obtenção de prêmios acadêmicos. CATEGORIA D EXTENSÃO Cursos de Extensão promovidos pelo UNIBH ou outras IES. Participação em Programas ou Projetos de Extensão Comunitária promovidos pelo UNIBH, que não constem da estrutura curricular do curso. Prestação de serviços comunitários, como voluntário, em questões ligadas à cidadania, educação, qualificação e formação profissional, saúde, etc. CATEGORIA E ATIVIDADES CULTURAIS, ESPORTIVAS E POLÍTICAS. Apresentação de certificados de cursos livres de Idiomas, não inferior ao nível intermediário ou equivalente. Apresentação de certificados de cursos livres de Informática. Apresentação de certificados de cursos de atualização profissional na área de conhecimento do curso de graduação. Apreciação de filme, sob orientação de professor do curso. Leitura de livros clássicos ou técnicos não citados na referência bibliográfica básica das disciplinas do curso, sob orientação de professor do Curso. Página45

46 Visitas técnicas supervisionadas por professor do curso em órgãos, entidades ou empresas externas realizadas fora do horário regular das aulas. Atuação como representante de turma ou representante acadêmico em órgãos colegiados, por período não inferior a um semestre, devidamente comprovado. Participação em atividades desportivas, artística ou culturais institucionalizadas. Exercício de mandato completo em órgãos de representação estudantil. CATEGORIA F ESTÁGIOS E EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS Estágios extracurriculares aprovados pelo órgão competente da Instituição, estágios internacionais institucionalizados, experiências nacionais e internacionais ligadas à área do conhecimento. CATEGORIA G NIVELAMENTO Participação integral no programa de nivelamento em letramento e numeramento disponibilizado pela instituição. Apresentação de certificados de cursos livres de desenvolvimento do raciocínio lógico, produção de texto, revisão gramatical e outros que atendam aos conteúdos e a carga horária do programa de nivelamento da IES. Aprovação em disciplinas de nível superior, na área do conhecimento do nivelamento em letramento e numeramento, em outras instituições de ensino que atendam aos conteúdos e a carga horária do programa de nivelamento da IES e que não tenham sido aproveitadas para dispensa de disciplina. A validação de horas em atividades não inclusas nas categorias descritas dependerá de análise e aprovação do Coordenador do Curso. O número de horas a ser creditado ao aluno, para cada atividade interna ou externa, será determinado pelo Coordenador do Curso, independente do número de horas registrado na documentação apresentada pelo discente. A discriminação do valor limite em horas, ou percentuais, a serem computadas para cada uma das atividades descritas em cada categoria é disponibilizada através do documento: INFORMAÇÕES GERAIS QUE REGULAM AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO Página46

47 CURSO DESIGN DO UniBH, disponível para o aluno no sistema de controle acadêmico - Sistema On-Line (SOL). As atividades sugeridas em cada categoria poderão ser ofertadas pela própria instituição ou por outras entidades. As horas validadas como Atividades Complementares serão disponibilizadas semestralmente para o aluno, em seu histórico escolar. No curso de Design do UniBH, essas atividades complementares incluem a participação em projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências, workshops, minicursos, oficinas e buscam complementar os conteúdos programáticos das unidades curriculares do curso, contemplando áreas inovadoras e emergentes no Design. Seminários - Abordam temas diversos do Design e áreas afins, sempre apresentados por professores ou profissionais de reconhecida competência no mercado local e regional; Palestras - Assim como no caso dos seminários, também contam com convidados de reconhecida competência e experiência profissional e/ou produção acadêmica relevante. A eleição dessas temáticas busca complementar os conteúdos programáticos das disciplinas, pois considera-se que as inovações ocorrem de maneira muito rápida e dinâmica e, nem sempre, a academia consegue acompanhar o tempo dessas mudanças. Por isso, essas atividades buscam abordar os principais temas que se relacionam com as tendências, novas praticas e tecnologias que se apresentam ao campo do Design; Aula Inaugural, Mostra de Design e Uni+ - Eventos semestrais que têm em sua programação oficinas, workshops, minicursos, seminários e palestras, mesclando atividades de discussões teóricas e técnicas relacionadas às práticas da área. A cada semestre, são eleitos grandes temas como: Empreendedorismo, Sustentabilidade, Tecnologia, Linguagem, Design, Ética profissional, entre outros; Bate-papo- Atividade realizada nos eventos do curso ( Aula Inaugural, Mostra de Design e Uni+) com profissionais de destaque no cenário mineiro de Produção audiovisual e digital, que apresentam aos alunos sua experiência e trajetória profissional, bem como seu portfólio e projetos; Participação em eventos da área: congressos, feiras, encontros, workshops, entre outros. Página47

48 Visitas técnicas monitoradas, por meio do laboratório sala de aula ampliada, que promove visitas em museus, exposições artísticas e fílmicas, birôs de Design, fornecedores, bem como a análise, in loco, com professor orientador do curso de Design PESQUISA E EXTENSÃO São espaços pedagógico-científicos complementares e integrados ao curso de Design do UniBH, a partir da indissociabilidade ensino, extensão e pesquisa, em que docentes, estudantes, profissionais e cidadãos buscam aprofundar reflexões, investigações e intervenções visando à construção de conhecimento teórico-metodológicos e operativos AVALIAÇÃO AUTOAVALIAÇÃO O modelo de autoavaliação do UniBH foi elaborado com base nas diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior Sinaes, instituído pela Lei /2004, por meio da Comissão Própria de Avaliação - CPA. A CPA elaborou o projeto de avaliação da Instituição com base nas 10 dimensões previstas pelo Sinaes. A avaliação ocorre semestralmente sob a responsabilidade da Comissão Técnica de Avaliação Institucional Cotavi do UniBH. O processo de autoavaliação do UniBH é composto por cinco fases, que, de forma encadeada, devem promover o contínuo pensar sobre a qualidade da Instituição: sensibilização, execução da autoavaliação, análise dos resultados, elaboração do relatório final e discussão do relatório com a comunidade acadêmica. Os objetivos traçados para a Avaliação Institucional só serão atingidos se houver uma participação efetiva da comunidade acadêmica. Por isso, é de fundamental importância a primeira fase do processo que é a sensibilização. A sensibilização tem início, aproximadamente, um mês antes da data definida no calendário escolar para aplicação dos instrumentos e envolve primeiramente os Diretores de Institutos e Coordenadores de Curso. A seguir, os docentes e funcionários técnico-administrativos e, por fim, a comunidade discente. A Página48

49 versão dos modelos específicos são amplamente divulgados e apresentados aos respectivos coordenadores (acadêmicos e administrativos) em seus campi e setores para deliberação. Com o objetivo de gerar comprometimento com o processo de autoavaliação são utilizados meios formais de comunicação com todas as áreas que serão avaliadas e avaliarão, carta ao líder do setor administrativo ou acadêmico, s, cartazes informativos e site. A sistemática de apuração dos resultados contempla os múltiplos recortes da avaliação: quanto à metodologia, quantitativa e qualitativa; quanto ao foco, formativo e somativo; quanto à instância, interna e externa; quanto aos objetivos, a tomada de decisão, o mérito e a construção coletiva. Assim, a análise dos resultados da Avaliação Institucional embora da competência da Comissão Própria de Avaliação - CPA não deve se restringir aos seus membros. Do ponto de vista operacional, a Comissão Técnica de Avaliação Institucional (Cotavi) oferece o apoio operacional necessário no tratamento dos dados o que mostra o interesse da instituição na Avaliação Institucional como ferramenta privilegiada para orientação dos processos de planejamento e gestão da Instituição. Do ponto de vista humano, o processo de autoavaliação corre o risco de não conseguir traduzir todas as percepções de seus atores e por isso é necessário que mesmo durante a elaboração dos resultados sejam colhidas novas percepções que contribuam para a melhor interpretação dos resultados encontrados. A divulgação dos resultados acontece, inicialmente, com a apresentação dos dados em reunião que envolve a reitoria e respectivos setores avaliados. Já os resultados da avaliação que envolve docente, discente e coordenadores de curso, são afixados cartazes com os dados gerais da instituição em sala de aula e no site e os Coordenadores de Curso discutem os resultados de cada curso nas reuniões com os representantes de turma. No processo de divulgação a CPA procura sempre abrir o canal de comunicação com a comunidade acadêmica a fim de apurar as críticas e sugestões para o aprimoramento do modelo de avaliação institucional, incorporando sugestões de melhorias coletadas durante a autoavaliação. De acordo com o PDI, a Avaliação Institucional do UniBH tem por finalidade principal a análise dos processos acadêmico-administrativos, de modo a possibilitar nova tomada de decisão, com vistas ao aperfeiçoamento e fortalecimento institucional. Página49

50 Considerando a missão do UniBH, constata-se que a finalidade da Avaliação Institucional avança para além do formalmente expresso. A meta principal é a criação de uma cultura de avaliação por meio: da reavaliação permanente, visando ao aperfeiçoamento da própria metodologia de avaliação; da prudência, clareza e ética como valores norteadores da ação avaliativa; da sensibilização e do envolvimento permanentes da comunidade acadêmica; da agilidade e simplicidade, tanto nas abordagens quanto na divulgação dos resultados; da mobilização para o compromisso da construção coletiva de um modelo institucional que atenda às expectativas das comunidades interna e externa. A avaliação colabora para que as reflexões de todas as atividades desenvolvidas no âmbito da instituição levem ao aperfeiçoamento e às mudanças, nas diferentes esferas, possibilitando à sua comunidade a apreciação e participação na gestão universitária e a melhoria do desempenho acadêmico, particularmente na relação pedagógica. Para que a avaliação não se transforme em instrumento de punição, por deter informações que desvelam os problemas, é necessário haver, continuamente presente, a visão da autonomia universitária, preocupada com a qualidade do ensino, com a perspectiva do crescimento humano, com a descoberta do saber científico e com a sociedade, no desenvolvimento de seus programas de extensão. A avaliação universitária deverá propor mudanças para o crescimento. O Processo de Avaliação Institucional do UNIBH foi instituído em 1998, antes do credenciamento, objetivando o aprimoramento das gestões pedagógica e administrativa com vistas à melhoria da qualidade. O Curso de Design passa por avaliações institucionais semestrais, nas quais os alunos avaliam os professores, os professores avaliam a coordenação e a coordenação avalia os professores e os professores avaliam os alunos afim de identificar questões relativas à didática, metodologia, entre outras. Os resultados das avaliações são amplamente divulgados através de comunicação digital, reuniões presenciais e sala de aula. Página50

51 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO Após a divulgação dos resultados, as coordenações de curso e os setores administrativos avaliados elaboram seus planos de ação a partir das fragilidades apontadas na avaliação. Na área acadêmica, os coordenadores de curso contam com a participação efetiva de seus respectivos NDEs para a elaboração de seus planos que são direcionados à CPA para conhecimento e divulgação. A IES Também possui um planejamento e execução efetivo de ações acadêmicoadministrativas em função dos resultados obtidos nas avaliações externas (reconhecimento, ENADE e outras). Estas ações contam com a participação dos docentes do curso em conjunto com o NDE. As práticas encontram-se consolidadas e institucionalizadas. Página51

52 4. CORPOS DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 4.1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA A organização acadêmica e o funcionamento dos órgãos colegiados estão descritos e regulamentados na forma do Estatuto e no Regimento Geral do UniBH disponíveis na intranet da Instituição para consulta de toda comunidade acadêmica e consta ainda nos seguintes documentos: o o o Projetos Pedagógicos dos Cursos; Projeto Pedagógico Institucional (PPI); Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) COORDENAÇÃO DO CURSO De acordo com a Resolução do UniBH nº 3 de 22/12/2009 a política de seleção de Coordenadores de Curso é de responsabilidade da Pró-Reitoria e Gestão de Pessoas. No Estatuto do UniBH, são definidas todas as competências dos coordenadores no âmbito de cada curso COLEGIADO DO CURSO (COLEC) Conforme o Estatuto do UniBH, o Colec, órgão de natureza deliberativa, normativa e consultiva da gestão pedagógica do UniBH, é constituído pelos seguintes membros: I- O coordenador do curso, seu presidente, que tem voto de qualidade e comum; II- III- 5 (cinco) representantes dos professores do curso, eleitos para mandato de 2 (dois) anos, na forma deste Estatuto e do Regimento; 1 (um) representante do corpo discente do curso, indicado pelo DA ou CA para mandato de 1 (um) ano, vedada a recondução imediata; em caso da inexistência desses órgãos, o membro será eleito pelos representantes de turma. As atribuições do Colec são aquelas constantes no Estatuto. Página52

53 4.2. CORPO DOCENTE: PERFIL O corpo docente do curso Design é composto de professores que possuem titulação obtida em Programas de Pós-graduação strictu sensu, sendo que, dentre estes, 13 são mestres e 2 são doutores, contratados em regime de tempo integral/parcial. Os professores titulados têm em média 15 anos de experiência em docência no ensino superior. (ver composição do quadro docente no anexo 7) PERFIL DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) O Núcleo Docente Estruturante do Curso Design pode ser definido como um conjunto de professores de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral ou parcial, que respondem, mais diretamente, pela criação, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso, além de sua permanente atualização (ver seus constituintes anexos ao final desde documento) Procedimentos para seleção dos docentes integrantes do NDE: O Coordenador do Curso seleciona os professores que devem compor o NDE, submetendo a proposta ao Diretor e ao Núcleo Acadêmico; O Diretor e o Núcleo Acadêmico aprovam as indicações e encaminham a proposta colegiado para homologação; O Reitor divulga portaria de nomeação dos professores que integrarão o NDE do curso por um período mínimo de três anos; O Coordenador do Curso convoca os integrantes do NDE para as reuniões que deverão ocorrer, no mínimo, uma vez por mês; O NDE discute, nas reuniões, assuntos de interesse do curso, conforme atribuições citadas anteriormente; O Coordenador do Curso registra as deliberações do NDE, a cada reunião, em livro próprio, apresentando-o, quando solicitado, à Direção da IES e, obrigatoriamente, às comissões de avaliação in loco, do Inep/MEC. Procedimentos para substituição dos docentes integrantes do NDE: Página53

54 Decorridos três anos de participação dos docentes no NDE, o Coordenador do Curso, ouvido o Núcleo Acadêmico ou o Diretor do Instituto, submeterá ao colegiado a sugestão de dois nomes de docentes que deverão substituir dois dos integrantes do NDE, renovando parcialmente e de forma alternada, a composição do Núcleo, de modo a garantir a continuidade no processo de acompanhamento do curso IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS DE CAPACITAÇÃO NO ÂMBITO DO CURSO A Política de Capacitação Docente do Centro Universitário de Belo Horizonte - UniBH visa fomentar e incentivar as atividades de formação, capacitação, aprimoramento e aplicação dos professores que compõe o Corpo Docente da Instituição. A proposta de capacitação do corpo docente do UniBH está em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), com a missão da IES e com as demais políticas propostas. Além disso, normatiza, estimula e estabelece políticas de fomento ao ensino, a pesquisa e a extensão, como atividades fundamentais para o crescimento acadêmico da instituição, com reflexos inexoráveis à comunidade. O objetivo da Política de Capacitação de docentes no âmbito do Curso de Design do UniBH é de promover a melhoria da qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e gestão da instituição, por meio de cursos de pós-graduação, encontros, seminários, educação continuada, e atualização profissional, oportunizando a seus professores condições de aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos didáticos, científicos, tecnológicos e profissionais. São objetivos específicos da Política de Capacitação Docente: Desenvolver a rotina de capacitação institucional, visando estabelecer uma constante educacional que contribua com a otimização do Corpo Docente e a consolidação dos princípios pedagógicos institucionais; Fomentar e incentivar a participação dos professores da instituição em atividades internas e externas de formação, capacitação e aprimoramento; Normatizar e operacionalizar a participação oficial de docentes da instituição em cursos internos e externos, desde que os mesmos sejam de interesse institucional. Página54

55 A IES entende que a Política de Capacitação Docente deve possuir um caráter permanente buscando a melhoria contínua do processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, a instituição promoverá ininterruptamente as seguintes ações: SEMANA DE PLANEJAMENTO E REFLEXÃO PEDAGÓGICA No início de todo semestre letivo, é realizado um evento interno com todos os docentes para: planejamento pedagógico, discussão e reflexão da prática docente, reuniões e discussão das atividades docentes, avaliação docente, apresentação do plano de ensino e plano de aula e demais atividades pedagógicas. EVENTO DE CAPACITAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Na Semana de Planejamento Pedagógico é realizado pela instituição um evento interno com todos os docentes, no formato de Encontro, Seminário, Simulação ou Prática, Palestra, Discussão ou Debate, Depoimentos entre outros, tendo como objetivo claro atender a uma demanda ou carência didático-pedagógica. Para tais eventos, o UniBH poderá convidar professores da própria instituição, ou mesmo professores de notório conhecimento regional ou nacional CRITÉRIOS DE ADMISSÃO DO PROVIMENTO INTERNO Conforme o Plano de Carreira Docente do UniBH, para o preenchimento de vagas existentes, os órgãos competentes (Núcleo Acadêmico e Gestão de Pessoas) deverão instalar Processo de Provimento Interno de Vagas, de acordo com normas e procedimentos da Reitoria. O Processo de Provimento Interno de Vaga será divulgado por intermédio de edital publicado nos meios eletrônicos de dados da Instituição. Será constituída Comissão de Seleção conforme definido no instrumento convocatório. De acordo com a necessidade, poder-se-á instalar Processo de Provimento Externo por intermédio de edital publicado nos meios de comunicação a critério da Reitoria. Página55

56 DO PROVIMENTO EXTERNO O ingresso no corpo docente do UniBH far-se-á, preferencialmente, por processo seletivo no nível da categoria correspondente ao de sua titulação: Assistente I, Assistente III e Professor Adjunto I. O Assistente é a categoria de enquadramento inicial de professor especialista e mestre: para ingresso como Professor Assistente I exige-se formação mínima de pós-graduação lato sensu e, para ingresso como Professor Assistente III, formação mínima de mestre. Adjunto é a categoria de enquadramento inicial de professor com grau de doutor, podendo ser ocupado por professor mestre através de progressão funcional; para ingresso como Professor Adjunto I exige-se formação mínima de doutor PLANO DE CARREIRA O Plano de Carreira Docente em vigor foi reestruturado e aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) do UniBH em 2009 e homologado pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais, por meio dos despachos do superintendente n os 12 e 13 de 14 de maio de O ato foi publicado no Diário Oficial da União nº 92, de 18 de maio de 2009, seção 1, p POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO DOCENTE Para que possam modernizar suas práticas pedagógicas (nas quais se incluem também as práticas avaliativas), investigar metodologias inovadoras de aprendizagem e cumprir sua função de facilitadores das aprendizagens dos discentes, os professores passam por processos contínuos de formação e de capacitação, oferecidos pela própria instituição. As exigências institucionais de competências renovadas; maior qualificação; atitude interdisciplinar; utilização de novas tecnologias de comunicação e informação; domínio do conhecimento contemporâneo e aplicação desse conhecimento na solução de problemas; capacidade de integrar os conteúdos de sua disciplina com os conteúdos de outras disciplinas e com o contexto curricular e histórico-social têm colaborado para a reformulação das concepções sobre a formação de docentes no ensino superior. Página56

57 4.3. ATENÇÃO AOS DISCENTES ATENDIMENTO AO ALUNO O atendimento aos discentes é dado pelo coordenador do curso, em períodos alternados para melhor atender os alunos CENTRAL DE CARREIRAS E MERCADO DE TRABALHO A Central de Carreiras e Mercado de Trabalho do UniBH desenvolve atividades com o objetivo de promover a aproximação dos alunos entre o mundo acadêmico e o empresarial, o que possibilita o amadurecimento e desenvolvimento dos discentes nas atividades de aprendizagem de cunho social, profissional e cultural. O setor desenvolve vários projetos e realiza atividades diversificadas com foco na carreira e no percurso acadêmico do discente. Dentre elas é responsável pelos programas de estágio interno e externo, monitoria de disciplinas, liderança discente e apoio à prática do serviço voluntário em empresas parceiras. Realiza ainda dinâmicas para processos seletivos, workshops, palestras sobre mercado de trabalho, orientações sobre perfil e postura profissional, currículo e ética organizacional que enfocam, principalmente, motivação para a aprendizagem e o desenvolvimento de competências. O setor também, quando solicitado, desempenha atividades em salas de aula, de qualquer período, que contribuam para a melhoria das relações humanas dos alunos, entre si e com as outras pessoas implicadas no ambiente acadêmico, tendo em vista o clima organizacional favorável ao ensino-aprendizagem e o futuro profissional. É com esse propósito que o UniBH busca a excelência na formação integral de seus alunos, enquanto pessoa, cidadão e profissional e os prepara para a inserção ativa na sociedade CENTRO DE ATENDIMENTO AO ALUNO (CAA) O CAA é a área responsável pelas informações, registros e encaminhamento das solicitações do aluno, sobre os serviços de crédito universitário, Financiamento Estudantil (Fies), ProUni, mensalidades, recolhimento de taxas (histórico, multa de biblioteca, certificados e declarações, entre outras) e emissão de segunda via de boletos de pagamento (boletos de mensalidades e/ou taxas). O atendimento presencial é realizado das 9h às 21h, de 2ª a 6ªfeira. Página57

58 REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICO A Secretaria Acadêmica é o órgão administrativo-acadêmico mais próximo do aluno para seus contatos com a Instituição e para informações sobre sua vida escolar. Cabe à Secretaria: Executar a matrícula dos alunos calouros; Controlar e acompanhar a rematrícula dos alunos veteranos; Expedir históricos escolares, atestados, certidões e declarações; Receber e encaminhar processos; Confeccionar e registrar os diplomas na forma da lei; Outras matérias de interesse acadêmico HORÁRIO DE ATENDIMENTO O atendimento pode ser feito por telefone, por ou pessoalmente, sempre das 9h às 21h, de segunda a sexta-feira, exceto na pós-graduação que atende de segunda a sexta-feira de 10h às 21h30min e aos sábados das 8h às 17h TIPOS DE BOLSAS DE ESTUDO E FINANCIAMENTO A Instituição oferece aos seus alunos vários tipos de bolsas: Programa Universidade para Todos - ProUni; Educa+Brasil Educafro Sindicato dos Auxiliares Administrativos de Minas Gerais (Saae-Mg); Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro-Mg); Bolsa Convênio (associações, com entidades públicas e privadas); Bolsa Parente; Bolsa ex-aluno; Monitoria; Pesquisa; Página58

59 Estágio. TEMOS AINDA OS FINANCIAMENTOS: Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES; Crédito Pra Valer. O regulamento para a participação desses benefícios está disponibilizado nos órgãos competentes da Instituição ou através do site da Instituição onde o aluno encontra as informações sobre inscrições, documentação necessária, datas, percentual de desconto, etc CENTRAL DE OUTRAS CAPTAÇÕES COC A Central de Outras Captações COC é responsável pelo recebimento, protocolo e resposta às solicitações dos alunos envolvidos em processos de Transferência, Obtenção de Novo Título, Reingresso, Destrancamento, Reopção de Curso e Disciplinas Isoladas INTERCÂMBIOS Em relação ao INTERCÂMBIO ESTUDANTIL, o UNIBH entende que diferentes espaços além da própria estrutura física são ambientes de aprendizagem e produção de conhecimento. Além de participar do Programa Ciência Sem Fronteiras, o UNIBH tem um programa específico de cooperação técnica com universidades portuguesas, que possibilita o intercâmbio científico e cultural na área de graduação (http://unibh.br/extensao/intercambio). São três universidades portuguesas envolvidas: do Porto, de Coimbra e de Évora NIVELAMENTO LETRAMENTO E NUMERAMENTO O Nivelamento é uma atividade complementar obrigatória, voltado para todos os alunos ingressantes nos cursos de graduação, bacharelado ou licenciatura, e tecnológico. Tem a finalidade de desenvolver as habilidades básicas de raciocínio lógico e interpretação de textos dos alunos para que tenham um melhor rendimento acadêmico, ofertado através de duas atividades distintas, Numeramento (Matemática 96h/a) e Letramento Linguístico (Língua Portuguesa 96h/a). Página59

60 O nivelamento é realizado através do programa Adapti, uma plataforma de Aprendizagem Adaptativa Individual que propõe atividades diferentes para cada aluno a partir de suas respostas às tarefas de aprendizagem. É acessado por meio do SOL Sistema Online que possui todas as informações para a realização das atividades. O funcionamento do Adapti é a partir de uma avaliação prévia (Processo seletivo Vestibular), onde são propostas missões de acordo com as habilidades necessárias para que o aluno possa ter um melhor rendimento no curso escolhido. Para cada missão, são disponibilizados conteúdos e uma nova avaliação é feita após o seu término. Para alunos ingressantes pelo Enem, Processo de Transferência ou Obtenção, o próprio sistema indica questões para medir o conhecimento e, a partir das respostas, designar missões para aprimorar os conhecimentos do aluno. Por se tratar de atividade obrigatória e prevista no plano curricular do curso, para obtenção do diploma o aluno deverá cumprir toda a carga horária prevista. Realizada as atividades no programa, contabilizam-se automaticamente as horas no plano curricular do aluno. Durante o período letivo, o ambiente virtual fica disponível para acesso, tendo o aluno até último dia letivo do semestre para concluir suas atividades NÚCLEO DE ORIENTAÇÃO PSICOPEDAGÓGICO -NOPP O NOPp está estruturado com Pedagogos e Psicólogos e possui como objetivo geral atender, em caráter preventivo e atrativo, alunos, professores, funcionários e pais de alunos em questões psicológicas e educacionais, e, quando necessário, encaminhá-los a outros serviços NÚCLEO DE RELACIONAMENTO COM O ALUNO O Núcleo tem como objetivo prestar um atendimento personalizado, pronto para tratar as questões acadêmicas, financeiras e outras importantes situações do aluno por meio do contato telefônico. Busca-se um relacionamento mais próximo aos alunos para tratar suas dúvidas e sugestões sobre o dia a dia da instituição. Página60

61 5. INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES 5.1. INSTALAÇÕES GERAIS ESPAÇO FÍSICO DO CURSO Os espaços físicos utilizados pelo curso são constituídos por infraestrutura adequada que atende as necessidades exigidas pelas normas institucionais, diretrizes do curso e órgãos oficiais de fiscalização pública. A infraestrutura compõe-se dos seguintes espaços: SALAS DE AULA As salas de aula possuem estrutura física adequada para os usuários e para as atividades exercidas. Todas elas salas têm boa acústica, possuem iluminação e ventilação artificial e natural. Os mobiliários são adequados para as atividades. As salas são limpas três vezes ao dia e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores. Possuem projetor multimídia fixo e rede wi-fi para uso de professores e alunos INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS As instalações administrativas se caracterizam por espaço físico adequado para os usuários e para as atividades exercidas; todas as salas têm boa acústica, possuem iluminação e ventilação artificial e natural. Todos os mobiliários são adequados para as atividades. Os ambientes são limpos três vezes ao dia e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores INSTALAÇÕES PARA DOCENTES DO CURSO As salas de professores do UniBH compõem-se de espaços para reunião, gabinetes de trabalho, telefone e computadores conectados a internet. Possuem iluminação e ventilação artificial e natural. Todos os mobiliários são adequados para as atividades. Os ambientes são limpos duas vezes ao dia e dispõem de banheiros, geladeira, copa e sala de descanso. Página61

62 INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO As instalações que se destinam às coordenações de cursos são distribuídas pelos campi da Instituição e interagem diretamente às secretarias de cada departamento. Os espaços físicos que alocam a coordenação são adequados para as atividades exercidas. Possui mobiliário e equipamentos adequados para as atividades acadêmico-administrativas. Além dos gabinetes de atendimento, a sala das coordenações dispõe de salas de atendimento individual dos alunos. Todos os mobiliários são adequados para as atividades e o ambiente é limpo uma vez ao dia LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS DO CURSO LEGRA - LABORATÓRIO DE EXPERIMENTAÇÕES GRÁFICAS Os laboratórios utilizados pelo curso de Design têm como principal objetivo possibilitar a prática dos alunos nas diferentes tecnologias utilizadas para a formatação de projetos de design. O curso conta, com laboratórios de práticas específicas como o Legra (Laboratório de Experimentações Gráficas), que abriga espaço para o Ateliê de Criação e oficina de processos gráficos,tais como serigrafia, sublimação e tipografia. Para tanto, fornece aos alunos tinta, telas para impressão, berço e bancada para preparação da matriz, bem como suportes para impressão. Oferta, também, impressora sublimática, prensa sublimática plana e cilíndrica, caixa de tipos e prensa tipográfica manual para experimentação nas aulas práticas. O laboratório específico conta com três ambientes em um espaço físico de, aproximadamente, 200 m², mobiliado com cadeiras, duas mesas para atividades práticas, pranchetas para desenho e mesas de luz, lousa branca, armários e arquivos que guardam periódicos, referências, materiais de escritório e para uso em aulas práticas, além de recursos audiovisuais necessários às práticas pedagógicas. Conta, também, com rede Wireless, para que o aluno possa fazer trabalhos e consultas in loco. É supervisionado por docentes do curso e conta com estagiários de 30h/semanais. Atende a todos os alunos do curso para atividades de consulta ao acervo de periódicos e trabalhos, desenvolvimento de trabalhos, realização de eventos acadêmicos e estudos independentes. Outra função do laboratório é abrigar as disciplinas práticas. Além da atuação direta junto ao corpo discente e docente como suporte para atividades complementares, o laboratório específico do curso de design realiza, em parceria com a Página62

63 coordenação do curso, os eventos acadêmicos semestrais, ficando encarregado da programação visual das peças de divulgação, produção gráfica e digital das mesmas, registro fotográfico das atividades do curso, emissão de certificados das atividades complementares acadêmicas, produção do portfólio e dos relatórios de atividades do laboratório. LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Para as aulas de softwares, são utilizados laboratórios de informática, equipados com a versão mais nova dos principais softwares adotados no curso. Os demais laboratórios contemplam as disciplinas do sexto e sétimo módulos. Atendem às especificidades da área, abrigando um conjunto de softwares específicos para a produção em comunicação digital, como editores de vídeo, editores de áudio, softwares de autoria, softwares de modelagem e animação 3D e AutoCAD. CPM- CENTRO DE PRODUÇÃO MULTIMÍDIA O discente conta, para uso em aula ou fora do horário de aula, com toda a infraestrutura laboratorial do CPM, Centro de Produção Multimídia, que abriga todos os laboratórios utilizados pelos cursos do Instituto de Comunicação e Design, disponibilizando recursos de áudio, vídeo e tecnológicos para o desenvolvimento dos projetos. Estão localizados no CPM o laboratório de vídeo; Editoria de arte; estúdios de gravação; laboratório de edição de áudio e vídeo; laboratório de Rádio, laboratório de Macintosh, bem como laboratório e estúdio de Fotografia analógica e digital. No CPM, também está localizada a TV UniBH, integrante do Canal Universitário. A TV UniBH disponibiliza uma programação que enfatiza a produção científica, objetivando participar ativamente na integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão universitária, divulgando os conhecimentos produzidos no UNI-BH e promovendo a integração dos alunos, professores, comunidade e funcionários para atender aos aspectos educativos, sociais e culturais. Além do Canal Universitário os programas e a produção dos alunos também podem ser vista pelo site UniBH.br/TV Uni, além das redes sociais. MULTILAB Laboratório multimídia que abriga, além de maquinário para produção de produtos para a web, tais como sites, animações e games, conta com todas as máquinas em rede para renderização de imagens, bem como o laboratório de games. Página63

64 LABORATÓRIO DE REFERÊNCIAS MATERIAIS O laboratório de Referências Materiais abriga amostras de materiais flexíveis, como tecidos, papéis e polímeros, bem como materiais rígidos, como metais, madeiras, plásticos e rochas para servir de referência para proposição de projetos de design na área de Produto, Ambiente, Gráfico, Moda, Embalagem e Superfície. LABORATÓRIO DE MAQUETES E PROTÓTIPOS O laboratório de Maquetes e Protótipos abriga insumos e maquinário para a prototipação em baixa e alta fidelidade de projetos de design de produto, design de embalagem e design de ambiente. Iniciará suas atividades a partir de 2005/1, momento em que a discplina maquetes e protótipos será ofertada pela primeira vez. LABORATÓRIO DE DESENHO O laboratório de Desenho abriga pranchetas e mesas de luz para a realização das aulas das disciplinas de desenho técnico e artístico, bem como mesas de luz para experimentações nas aulas de Animação. Conta com professor responsável pela orientação dos alunos AUDITÓRIO No campus Estoril, o espaço destinado para conferência tem 1703 metros quadrados de área total e capacidade para aproximadamente 1000 pessoas. O local apresenta iluminação e ventilação tanto natural como artificial. A acústica é adequada. O mobiliário é suficiente para as atividades de conferência. Com instalações sanitárias, masculina e feminina, o local é limpo uma vez ao dia e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores. O campus Lourdes também possui auditório adequado às atividades acadêmicoadministrativas. O campus Antônio Carlos possui o auditório do espaço de convívio onde são realizadas atividades como Fóruns, Debates, Ciclos, Oficinas e dentre outros eventos, com capacidade para 180 pessoas. Conta, também, com o Teatro Ney Soares, onde ocorrem os grandes eventos da Instituição e as colações de grau, com capacidade para 560 pessoas. Página64

65 CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS Para tratar especificamente da educação dos alunos com deficiência, o primeiro desafio que temos a vencer é a questão da acessibilidade. Acessibilidade implica vencer as barreiras arquitetônicas, curriculares e atitudinais. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA Tanto na legislação nacional (Plano Nacional de Educação Lei nº /01) quanto na legislação municipal existem metas explícitas para a melhoria das condições de acessibilidade aos deficientes físicos nas Instituições de Ensino. Para além do que propõe a legislação, por ter a diversidade humana como um valor, o CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE assume seu compromisso com a inclusão social efetuando mudanças fundamentais não apenas na adequação do espaço físico, mas sobretudo no desenvolvimento de atitudes de sua comunidade, por entender que são as ações concretas e formativas que efetivamente contribuem para a construção de um novo tipo de sociedade. Muitas obras e adaptações foram realizadas nas instalações, com vistas a atender as necessidades de locomoção e conforto das pessoas deficientes, como, por exemplo, rampas de acesso; banheiros com barras de apoio; pia e espelho adequadamente instalados; elevadores com cabines amplas e botões de acionamento acessíveis, com escritas em braile para os deficientes visuais. ACESSIBILIDADE CURRICULAR E ATITUDINAL Na perspectiva de se ter a diversidade humana como um valor, é preciso considerar e defender o direito das pessoas com necessidades especiais ao acesso à educação, o que significa engajar estudantes, professores e funcionários da IES no propósito de garantia desse direito. Isso significa que os participantes do processo educativo devem valorizar as diferenças como fator de enriquecimento pessoal, acadêmico e profissional, removendo as barreiras para a aprendizagem e promovendo a participação de todos e de cada um, com igualdade de oportunidades. O princípio fundamental da inclusão e do acesso curricular é que os alunos devem aprender juntos, apesar das dificuldades ou diferenças que possam apresentar. Partindo desse princípio, o CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, desde o momento em que os alunos se inscrevem para o vestibular de acesso aos cursos, procura Página65

66 identificar as demandas de inclusão de alunos com deficiência, oferecendo todas as condições para que realizem a prova. Uma vez matriculados, várias ações são implementadas no sentido de garantir a qualidade de aprendizagem e de convívio desses alunos no âmbito acadêmico, envolvendo docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo no atendimento às suas necessidades, quando necessário. Dentre as principais ações, destacam-se: identificação e acomodação aos diferentes estilos, formas, interesses e ritmos de aprendizagem; flexibilização ou adaptação do conteúdo, do tempo e da sequenciação de assuntos, bem como da abordagem didático-metodológica; adaptação dos procedimentos de avaliação, pautando-se não apenas pelas limitações funcionais que o aluno apresenta, mas, principalmente, pela sondagem das suas potencialidades intelectuais e socioafetivas. Assim, no CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, os alunos com deficiência recebem todo e qualquer apoio extra que possam precisar, para que lhes seja assegurada uma aprendizagem efetiva. Reconhecer e responder às diversas necessidades de alunos e alunas com deficiência é da maior importância para que desfrutem da igualdade de oportunidades de apropriação do saber, do saber fazer e do saber ser e conviver INFRAESTRUTURA DE SEGURANÇA (DE PESSOAL, PATRIMONIAL E PREVENÇÃO DE INCÊNDIO E DE ACIDENTES DE TRABALHO) Em 13 de abril de 2004, foi criada a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) que tem por finalidade a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho com as seguintes atribuições: I - identificar os riscos dos processos de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior número de trabalhadores com assessoria do SESMT, onde houver; II - Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúdes no trabalho; III - participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho; IV - realizar periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venha a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores; V - realizar a cada reunião, avaliação do cumprimento Página66

67 das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de riscos que foram identificadas. Além disso, o UniBH dispõe de uma infraestrutura que atende satisfatoriamente aos critérios de segurança e inclui os seguintes itens: portarias e postos com ramais e computadores para controle de acesso, que é feito através de catracas eletrônicas; centrais de alarmes monitorados pela empresa Semax; grades nas janelas dos setores equipados com maior volume de equipamentos EQUIPAMENTOS ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES O UniBH oferece aos docentes livre acesso aos equipamentos de informática, possuindo número suficiente de equipamentos, que atende satisfatoriamente às necessidades dos usuários para as devidas atividades. Os docentes têm acesso aos equipamentos na sala de professores, bibliotecas e nos laboratórios de informática ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS ALUNOS O UniBH oferece aos discentes livre acesso aos equipamentos de informática, dispondo de um número suficiente de equipamentos, que atende satisfatoriamente às necessidades dos usuários para as devidas atividades. Os usuários contam com a ajuda de monitores nos laboratórios de informática RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA O UniBH possui recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada, atendendo aos docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo, mediante agendamento antecipado. Conta com equipamentos como microcomputadores, projetores multimídia disponíveis em todas as salas, aparelhos de som, gravadores, câmaras digitais, filmadoras, televisores, DVD etc EXISTÊNCIA DA REDE DE COMUNICAÇÃO (INTERNET) O UniBH possui rede de comunicação (internet e intranet) disponível a todos os docentes e discentes em todos os campi por meio de seus laboratórios e terminais disponibilizados nas Página67

68 bibliotecas e salas dos professores. E ainda, para todos os funcionários técnico-administrativos da Instituição PLANO DE EXPANSÃO E DE ATUALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS O UniBH implementa regularmente, a cada semestre letivo, plano de expansão e atualização de equipamentos de acordo com a demanda dos cursos e o número de alunos matriculados. Em se tratando das redes de acesso, a Gerência de Tecnologia e Informação do UniBH conta com softwares de última geração para melhor atender a sua comunidade. Além disso, a rede da instituição possui acesso sem fio (Wireless), fornecendo mobilidade e flexibilidade aos alunos SERVIÇOS MANUTENÇÃO PERMANENTE (PREVENTIVA E CORRETIVA) DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS O UniBH realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todas as instalações físicas dos quatro campi. Técnicos especializados nas áreas elétrica, hidráulica, marcenaria, serralheria, devidamente equipados, fazem manutenções preventivas e corretivas quando necessárias MANUTENÇÃO PERMANENTE (PREVENTIVA E CORRETIVA) DOS EQUIPAMENTOS O UniBH realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todos os equipamentos pela própria equipe de funcionários e quando há necessidade de equipamento, a equipe deixa outro no seu lugar até que se conclua o serviço de reparos BIBLIOTECA O Sistema Integrado de Bibliotecas é um órgão suplementar do UNIBH, vinculado ao Núcleo Acadêmico, mantido por verbas incluídas anualmente no orçamento da Instituição, sendo constituído pelas seguintes unidades: Biblioteca campus Antônio Carlos; Biblioteca campus Cristiano Machado Página68

69 Biblioteca campus Estoril; Biblioteca campus Lourdes. A gestão multicampi das unidades do sistema é exercida por um Bibliotecário Líder. Cada unidade possui um bibliotecário líder, responsável pela gestão da unidade a qual está vinculado. Todos os profissionais Bibliotecários são bacharéis em Biblioteconomia, devidamente registrados no Conselho Regional de Classe. O sistema é depositário de todo o material bibliográfico e especial e destina-se a prover de informações o ensino, a pesquisa e a extensão, de acordo com as políticas da Instituição. Para o bom desempenho de suas funções, observa-se unidade de patrimônio, administração e racionalidade de organização, com utilização plena de recursos humanos e materiais. Todo o sistema segue normas nacionais e internacionais para o desenvolvimento de suas atividades cujos princípios são: Regras de controle bibliográfico universal; Democratização do acesso bibliográfico disponível; Participação atenta na manutenção da qualidade de informação; Atualização constante dos canais de comunicação com os órgãos informacionais nacionais e estrangeiros; Maximização do uso de equipamentos; Desenvolvimento de programas permanentes de atualização e aperfeiçoamento de pessoal para presteza no atendimento aos seus usuários. O pessoal técnico-administrativo conta com um quadro funcional de auxiliares graduados, graduandos e com ensino médio completo, conforme a política da Instituição ACERVO - POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO A aquisição se dá de forma centralizada, por meio da Biblioteca Universitária Ănima localizada no campus Estoril. Os responsáveis pela indicação e seleção do acervo bibliográfico do UniBH são os coordenadores e professores, que solicitam a aquisição de obras constantes no Plano de Ensino dos cursos que contribuem para o enriquecimento pedagógico. A expansão e atualização do acervo são contínuas e baseadas no Plano de Ensino dos cursos e de acordo Página69

70 com a Política de Desenvolvimento de Acervo. A necessidade de uma obra bibliográfica e a quantidade de exemplares disponível obedece a critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação MEC. A atualização acompanha novos lançamentos, por meio de catálogos de editoras e matérias publicadas em jornais e revistas e a pedidos dos coordenadores e professores. A compra é realizada periodicamente de acordo com o orçamento disponível para as bibliotecas. A Biblioteca Universitária Ănima possui autonomia sobre as obras a serem adquiridas, quando se tratar de acervo de referência (enciclopédias, dicionários, guias, catálogos e similares) INFORMATIZAÇÃO As Bibliotecas estão automatizadas com o software Pergamum, programa desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná PUC-PR em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-RJ. O sistema utiliza o formato Machine Readable Cataloging (MARC) padrão internacional de catalogação o Pergamum permite a importação e exportação de registros com intercâmbio de informações entre acervos bibliográficos e dispõe de eficientes recursos direcionados para as várias atividades desenvolvidas em bibliotecas, com destaque para os que favorecem a consulta ao catálogo por meio das redes internas e da internet. Associada ao sistema Pergamum, existe uma equipe responsável por gerenciá-lo e em função dele, realizar o processamento técnico das novas aquisições, além de coordenar a catalogação do acervo existente e integrar, de forma condigna, o catálogo coletivo da Rede Compartilhada Pergamum. Atualmente, 100% do acervo estão catalogados, com possibilidade de acesso à base de dados local e acesso remoto, para consulta (autor, título, assunto e pesquisa booleana), reserva e renovação on-line e demais acompanhamentos do usuário com as informações da biblioteca ARMAZENAGEM E ACESSO AO ACERVO O acervo é acondicionado em estantes apropriadas para livros, periódicos e armários para materiais especiais: vídeos, DVD e CD-ROM. Página70

71 As bibliotecas oferecem livre acesso às estantes, o que possibilita ao usuário fazer sua escolha de leitura, de forma independente. Quando necessita de orientação, recebe atendimento personalizado. A iluminação é adequada para seu funcionamento e em casos de emergência, possui iluminação própria independente específica para este fim. Ainda, para oferecer total segurança aos seus visitantes, as bibliotecas possuem extintores de incêndio, e hidrante, além de ser muito bem sinalizada. Contém sensores de alarme instalados em pontos estratégicos nas Bibliotecas. Para os PCD (Pessoas com deficiência), as bibliotecas Estoril e Lourdes possuem um único nível, de fácil acesso interno e externo, com rampa de acesso externo. A Biblioteca Do campus Antônio Carlos possui dois níveis, com acesso especial para o segundo nível com rampa e elevador. Possui catálogos automatizados de autor/título/assunto disponíveis para o público, Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2); classificação bibliográfica pelo CDU - Código de Classificação Universal; tabela de cutter; etiqueta de lombada e etiqueta de código de barras para leitora óptica; carimbo da Instituição. As Bibliotecas possuem salas e cabines para estudo individual. O espaço para estudo em grupo está distribuído na área de circulação de cada biblioteca. Informatização do acervo: informatizado com possibilidade de acesso local e pela internet. Empréstimos e Reservas: é informatizado e a circulação do acervo é realizada pelo gerenciamento do sistema Pergamum, é oferecido nas modalidades domiciliar, em sala de aula, interbibliotecas e entre instituições privadas e/ou governamentais. O empréstimo entre as bibliotecas do Sistema Integrado UniBH é solicitado no balcão de atendimento e o material é enviado via malote. É através do Sistema Pergamum que também é feita a realização de reservas e renovação de títulos online pela internet. Base de dados eletrônica: a fim de obter informações digitalizadas como citações, resumos, textos na íntegra, imagens, estatísticas, etc., em assuntos restritos, organizados para pesquisa Página71

72 e busca rápida de fácil acesso, a Biblioteca disponibiliza aos usuários acesso a bases de dados eletrônicas, tais como: COMUT eletrônico - Serviços de Comutação Bibliográfica com Periódicos e obtenção de cópias de documentos e artigos através de correio, fax ou por sistema on-line em bibliotecas nacionais e internacionais. BIREME - disponibiliza bases de dados com referências de artigos e documentos científico -técnico em saúde, assim como catálogos coletivos e coleções de bibliotecas. As bases apresentadas são MEDLINE e o conjunto de bases segue a metodologia LILACS. SCIENCE DIRECT: possui títulos em várias áreas do conhecimento, nela os textos estão disponíveis na íntegra e nos computadores dentro do UniBH não é necessário o uso de senha. Essa base faz parte do Portal Capes de base de dados. SCOPUS - é uma base de dados referencial (abstracts) com mais de títulos em diversas áreas do conhecimento. O acesso nos computadores dentro do UniBH é direto e não é necessário o uso de senha. Essa base faz parte do Portal Capes de base de dados. O Centro Universitário de Belo Horizonte UniBH oferece também acesso a Biblioteca Digital (BD), um sistema informatizado que disponibiliza, em meio digital, títulos universitários. O projeto, criado em 2014 pela Biblioteca Universitária, em parceria com editoras, tem como intuito auxiliar nas pesquisas e suprir as demandas informacionais dos alunos da Instituição. As duas plataformas disponíveis, a Biblioteca Digital Pearson e a Minha Biblioteca, contribuem para o aprimoramento e aprendizado do aluno. Com diversos recursos interativos e dinâmicos, a BD permite o acesso à informação de forma prática e eficaz, contando atualmente com cerca de títulos. A plataforma está disponível gratuitamente com acesso ilimitado para todos os alunos, professores, funcionários. Seu acesso é disponibilizado pelo Sistema SOL. A Biblioteca Digital tem como missão disponibilizar ao aluno mais uma opção de acesso aos conteúdos necessários para uma formação acadêmica de excelência através de um meio eficiente, acompanhando as novas tendências tecnológicas. O Centro Universitário de Belo Horizonte UNIBH, desta forma, está comprometido com a formação e o desenvolvimento de um cidadão mais crítico e consciente. Página72

73 Periódicos Especializados - Os periódicos designados abaixo encontram-se disponíveis para consulta no UNIBH, sob forma impressa ou informatizada ou por acesso pela Internet: Revista Projeto Design; Revista Info Exame; Revista Develop; Revista Paisagismo e Jardinagem; Revista ABC Design a 2015; Revista Vídeo Zoom Magazine; Abigraf em Revista; Revista Computer Arts; Revista Zupi; Revista Pancrom News; Revista Photos & Imagens; Revista Marketing; Revista Molde & Cia; Revista Embalagem Marca; Revista Desktop; Revista Publish; Revista Design; Revista Projética; Revista Famecos: Mídia, Cultura e Tecnologia; Revista Clichê; Revista Design e Tecnologia PG Design Política de aquisição, expansão e atualização: a aquisição se dá de forma centralizada, por meio da Biblioteca Universitária Ănima, localizada no campus Estoril. Este setor não tem autonomia sobre as obras a serem adquiridas, exceto quando se trata de acervo de referência Página73

74 (enciclopédias, dicionários, guias, catálogos e similares). Os responsáveis pela composição do acervo bibliográfico do UniBH são os coordenadores e professores, que solicitam a aquisição de obras, constantes no Plano de Ensino dos cursos, que contribuem pelo enriquecimento pedagógico. A expansão e a atualização do acervo é contínua e baseada no Plano de Ensino do curso e de acordo com a Política de Desenvolvimento de Acervo. A necessidade de uma obra bibliográfica e a quantidade de exemplares disponíveis obedecem a critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação - MEC. A atualização acompanha novos lançamentos, por meio de catálogos de editoras e matéria publicada em jornais e revistas. Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos: cada início de semestre letivo, a biblioteca promove visitas orientadas para os alunos novatos, fornecendo-lhes informações quanto à forma de organização do acervo, serviços oferecidos e uso dos equipamentos e de fontes de informação. Quando o usuário necessita de orientação ou ajuda para pesquisa e elaboração de trabalhos acadêmicos, ele dispõe de um atendimento personalizado oferecido por um profissional bibliotecário e o suporte bibliográfico de um manual elaborado pela instituição em conformidade com as normas e o padrão da ABNT SERVIÇOS Horário de funcionamento: as Bibliotecas dos campi Estoril, Antônio Carlos e Lourdes, abrem de segunda a sexta-feira das 07:30 às 22 horas, aos sábados das 8 às 14 horas. Durante o período de férias escolares em horário especial. Serviços e produtos oferecidos: Acesso do usuário à internet; atendimento personalizado, bases de dados eletrônicas; normas da ABNT; empréstimo entre bibliotecas de instituições particulares e governamentais; empréstimos (domiciliar, em sala de aula, interbibliotecas e especial); orientação para a normalização de trabalhos técnicos, científicos e acadêmicos; pesquisa ao acervo da biblioteca e pesquisa em base de dados de uso local e remoto; reservas do acervo; serviço de malote entre as bibliotecas do sistema, serviços de referência e treinamento para usuários (promoção de visitas orientadas). Página74

75 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS ABIBRAF. Indústria gráfica prevê crescimento de 2,2% em Disponível em: <http://www.abigraf.org.br/index.php/br/ultimas-noticias/5651-industria-grafica-prevecrescimento-de-22-em-2010>. Acesso em 15 de abril de BARIFOUSE, Rafael; SALGADO, Raquel. Negócios movidos a ideias. Disponível em: <http://epocanegocios.globo.com/revista/common/0,,ert ,00.html>. Acesso em 3 de março de BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº , de 14 de abril de Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Sinaes e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 15 abr. 2004, Seção 1, p Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10861.htm>. Acesso em: 1º mar BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº , de 25 de setembro de Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n o 5.452, de 1 o de maio de 1943, e a Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis n os 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 o da Medida Provisória n o , de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 26 set. 2008, Seção 1, p BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº de 20 de dezembro de Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 23 dez. 1996, seção 1, p Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_ 03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 2 fev BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº , de 2 de dezembro de Regulamenta as Leis n os , de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e , de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com Página75

76 mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 3 dez. 2004, Seção 1, p BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº , de 9 de maio de Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 10 mai. 2006, Seção 1, p BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº , de 24 de maio de Dispõe sobre os centros universitários e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 25 mai. 2006, Seção 1, p. 9. BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº , de 12 de dezembro de Altera dispositivos dos Decretos n os 5.622, de 19 de dezembro de 2005, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007, Seção 1, p. 4. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Estatuto, Homologado pelo Ministro da Educação em 27/03/2006 e Portaria MEC nº 834/2006, publicada no D.O.U. nº 65, de 04/04/2006, Seção 1, p. 9. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UniBH em 13/07/2007. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Plano de Carreira Docente (PCD), Homologado pelo despacho nº 12 do Superintendente Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais de 14 de maio de Publicado no D.O.U, nº 92, de 18/05/2009, Seção 1, p CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Projeto Pedagógico Institucional (PPI), Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UniBH em 13/07/2007. Página76

77 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Regimento Geral do Centro Universitário de Belo Horizonte, Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UniBH em 20/12/2006. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CNE. Câmara de Educação Superior CES. Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/CNE/CES. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991&itemid=866>. Acesso em: 22 set ESCOREL, Ana Luisa. O efeito multiplicador do Design. 2ª ed. São Paulo: Senac, FUNDAÇÃO CULTURAL DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Estatuto, Averbado pelo Registro Civil de Pessoas Jurídicas sob o nº 144 no Registro , Livro A, em 07/12/2006. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP. Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/DEAES/CONAES, setembro de Disponível em: <http://www.inep.gov.br/superior/condicoesdeensino/manuais.htm>. Acesso em 30 set MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria nº 1.081, de 29 de agosto de 2008: Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 1º set. 2008, seção 1, p. 56. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007: Institui o e-mec, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 13 dez. 2007, seção 1, p. 39. PAPANEK, Victor. Designer. O trabalho do Designer. In: Revista A aldeia Humana. Série Brasil. Florianópolis: Senai/ LDBI, 1995, nº1. PINK, Daniel H. A revolução do lado direito do cérebro: as seis novas aptidões indispensáveis para a realização profissional e pessoal; tradução Alexandre Feitosa Rosas. Rio de Janeiro: Elsevier, Página77

78 PROJETO ACADÊMICO: Currículo, Interdisciplinaridade, Trabalho Coletivo e Aprendizagem Significativa. EVANGELISTA, Helivane de Azevedo; ALMEIDA, Inês Barreto de; MENDES, Lúcio Mendes. Belo Horizonte, SENAI. DN. Ocupações emergentes: análise exploratória. Brasília, p. Série Estudos Ocupacionais. V.1 TAMBINI, Michael. O design do século. 2. ed. São Paulo: Ática, p Página78

79 ANEXOS ANEXOS Página79

80 ANEXO 1 EMENTÁRIO DO CURSO E BIBLIOGRAFIAS Teorias da Comunicação 80h Módulo I Estudo da Comunicação Social com ênfase em seus processos, características, linguagens, atores e contextos à luz dos principais paradigmas e teorias da área. Análise dos distintos impactos e correlações das tecnologias no campo da comunicação e do Design. Proposição dos diferentes processos comunicacionais na aplicação de projetos de Design aos diferentes ambientes e públicos. A configuração do público-alvo brasileiro: multiculturalismo, tolerância e inclusão. Exclusão e minorias: índios, negros e outros excluídos na cultura atual. Tecnociência na contemporaneidade: inclusão/exclusão digital. Subjetividade, cotidiano e pós modernidade. Processos de socialização, papel e status social, grupos e instituições sociais, controle, classe e mobilidade social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DEFLEUR, Melvin L. Teorias da comunicação de massa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, p. HOHLFELDT, Antônio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga (Org.). Teorias da comunicação: conceitos, escolas e tendências. 12.ed. Petrópolis: Vozes, p. POLISTCHUK, Ilana; TRINTA, Aluizio Ramos. Teorias da comunicação: o pensamento e a prática da comunicação social. Rio de Janeiro: Campus, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FORBES, Jorge; REALE JÚNIOR, Miguel; FERRAZ JÚNIOR Tércio Sampaio. A invenção do futuro: um debate sobre a pós-modernidade e a hipermodernidade. Barueri: São Paulo: Manole, Disponível em: <http:// HAESBAERT, Rogério. Territórios alternativos. 3. ed. São Paulo: Contexto, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, p. SANTAELLA, Lúcia. Linguagens líquidas na era da mobilidade. São Paulo: Paulus, p. WOLF, Mauro. Teorias das comunicações de massa. 6.ed. São Paulo: Martins Fontes, p. Página80

81 Teoria do Design 80h A História do Design; Principais escolas, referências e paradigmas. Design e sociedade; Os processos do design; Design como ciência e referência artística; Métodos e ferramentas do Design; As principais áreas do Design (gráfico, moda, interiores, corporativo, produto, webdesign e design em movimento). Relações entre necessidades, produtos, formas, formatos e cultura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARDOSO, Rafael. Design para um mundo complexo. São Paulo: Cosac Naify, p. CARDOSO, Rafael. Uma introdução à história do design. 3. ed. totalmente rev. e ampl. São Paulo: Edgard Blucher, p. HOLLIS, Richard. Design gráfico: uma história concisa. São Paulo: p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BÜRDEK, Bernhard E. Design: história, teoria e prática do design de produtos. 2. ed. São Paulo: Blücher, p. FREITAS, Renata Oliveira Teixeira de. Design de superfície: ações comunicacionais táteis nos processos de criação. São Paulo: Blücher, p. GURGEL, Míriam. Projetando espaços: design de interiores. 4.ed. Ver. São Paulo: Senac, p. NEWARK, Quentin. O que é design gráfico? Porto alegre: Bookman, p. PIRES, Dorotéia Baduy (Org.) Design de moda: olhares diversos. Barueri, SP: Estação das Letras e Cores, p. Página81

82 MERCADO BRASILEIRO E LATINO-AMERICANO 40h O setor do Design na economia nacional e latino-americana. Principais características do Design no Brasil, suas potencialidades em relação ao mercado latino-americano. Currículo, Portfólio, captação e atendimento, briefing, pesquisa de mercado, cronograma de atuação, orçamentos, aspectos práticos da criação, apresentação de projetos, finalização e revisão, acompanhamento gráfico, precificação (cálculo de hora técnica) e manutenção do relacionamento com o cliente. Pré-requisitos para abrir o próprio negócio; Implementação e posicionamento da empresa, registro profissional, cálculo de honorários, organização administrativa/gerencial, encargos sociais, tributação, contratação de pessoal e classificação funcional, motivação profissional e otimização de capital. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FERNÁNDEZ, Silvia; BONSIEPE, Gui (Coord.). Historia del diseño en América Latina y el Caribe: industrialización y comunicación visual para la autonomía. São Paulo: Blücher, p. CARA, Milena. Do desenho industrial ao design no Brasil. São Paulo: Edgard Bluncher p. MORAES, Dijon de. Análise do design brasileiro: entre mimese e mestiçagem. São Paulo: Edgard Bluncher, p. Bibliografia complementar: BELTRÃO, André. Manual do freela: quanto custa meu design?: gestão financeira para freelancers. Rio de Janeiro: 2AB, p. BORJA DE MOZOTA, Brigite. Gestão do design: usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. Porto Alegre: Bookman, PHILLIPS, Peter L. Briefing: a gestão do projeto de design. São Paulo: Blucher, xxii, 183 p. SHAUGHNESSY, Adrian. Como ser um designer gráfico sem vender sua alma. São Paulo: Senac, p. STRUNCK, Gilberto. Viver de design. 6.ed. atual. Rio de Janeiro: 2AB, p. Página82

83 INICIAÇÃO À COMPUTAÇÃO GRÁFICA 80H Princípios básicos da computação gráfica. Softwares gráficos de editoração eletrônica, composição de página e vetorização aplicados à formatação de projetos gráfico-visuais. Direcionamento técnico-projetual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADOBE InDesign CS5: classroom in a book: guia oficial de treinamento. Porto Alegre: Bookman, ARAÚJO, Emanuel O. A construção do livro: princípios da técnica de editoração. 2. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Lexikon, SEDDON, Tony. Imagens: um fluxo de trabalho digital criativo para designers. Porto Alegre: Bookman, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GAMBA JR. Computação gráfica para designers: dialogando com as caixinhas de diálogo. Rio de Janeiro: 2AB, p. GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 9. ed. São Paulo: Escrituras, p. HURLBURT, Allen. Layout: o design da página impressa. São Paulo: Nobel, p. TONDREAU, Beth. Criar grids: 100 fundamentos de layout. São Paulo: Blucher, p. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: princípios de design e tipografia para iniciantes. 4. ed. São Paulo: Callis, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. Página83

84 MARKETING EMPREENDEDOR 40H Planejamento e implementação de técnicas mercadológicas e sua aplicação no projeto de design. Introdução à pesquisa, análise de mercado e comportamento do consumidor. Noções de marketing corporativo, marketing de produto, marketing de serviço e endomarketing. Relação do Design com a comunicação mercadológica. O perfil do empreendedor e a organização empresarial no mundo contemporâneo. Os modelos de gestão. A transformação do mercado de trabalho. Criatividade nos negócios. Modelos e. Plano de negócios. Ciclo de empreendimentos. A gestão de empreendimentos e do negócio. Peculiaridades mercadológicas das empresas de Design. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORJA DE MOZOTA, Brigitte. Gestão do design: usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. Porto Alegre: Bookman, xii, 343 p. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 4. ed. São Paulo: Manole, xv, 315 p. LINDSTROM, Martin. Brand sense: segredos sensoriais por trás das coisas que compramos. Porto Alegre: Bookman, x, 176 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARANTES, Elaine Cristina. Empreendedorismo e responsabilidade social. 2. ed. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. DEGEN, Ronald Gean. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: MakronBooks, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. NEUMEIER, Marty. A empresa orientada pelo design. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. RAZZOLINI FILHO, Edelvino. Empreendedorismo: dicas e planos de negócios para o século XXI. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. WILDAUER, Egon Walter. Plano de negócios: elementos constitutivos e processo de elaboração. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. Página84

85 PAS (Design social) 80h Disciplina com foco em Design social, responsável por fomentar no aluno a capacidade de aplicação prática de conteúdos e conceitos fundamentais e técnicas relacionadas ao eixo de formação do curso através do desenvolvimento e implementação de projetos de design focados na comunidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOFF, Leonardo. Sustentabilidade: o que é, o que não é. Rio de Janeiro: Vozes, p. BRAGA, Marcos da Costa (Org.). O papel social do design gráfico: história, conceitos & atuação profissional. São Paulo: Senac São Paulo, p. DOUGHERTY, Brien. Design gráfico sustentável. São Paulo: Rosari, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BUCKLEY, Graeme J. A promoção de empresas sustentáveis. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. HURLBURT, Allen. Layout: o design da página impressa. São Paulo: Nobel, p. LASSANCE, Maria Célia Pacheco (Org.). Técnicas para o trabalho de orientação profissional em grupo. 2. ed. rev. e atual. Porto Alegre: UFRGS, p. TONDREAU, Beth. Criar grids: 100 fundamentos de layout. São Paulo: Blucher, p. WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: princípios de design e tipografia para iniciantes. 4. ed. São Paulo: Callis, Disponível em: <http:/unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. Página85

86 Módulo II ARTE E ESTÉTICA 80H Produção artística do Renascimento à arte contemporânea. A representação dos objetos em seus aspectos de espacialidade, volumetria, iconografia, uso da cor e iluminação. Aspectos históricos e ideológicos na produção da arte. A arte aplicada: expressão, comunicação e Design. A estética, o belo e a arte. Concepções antropológicas acerca da natureza e da função dos fatos estéticos. Concepções culturais acerca da arte e da estética. Experiência estética e interatividade. A produção artística em uma cultura tecnológica. Transformações do estatuto da arte, do imaginário e da experiência estética com o advento das tecnologias digitais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 8. ed. rev. São Paulo: Brasiliense, p. BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. 7. ed. São Paulo: Ática, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. GOMBRICH, E. H. A história da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARCHER, Michael. Arte contemporânea: uma história consisa. São Paulo: Martins Fontes, ARNOLD, Dana. Introdução à história da arte. São Paulo: Ática, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins, p. JIMENEZ, Marc. O que é estética?. São Leopoldo: Unisinos, p. RUSH, Michael. Novas mídias na arte contemporânea. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, p. Página86

87 SEMIÓTICA 80H Percepção do Design como um sistema de significação. Instâncias psicológicas, sociais e culturais da representação sígnica. Estudos da teoria semiótica para o respaldo de referências icônicas, indiciais e simbólicas no Design. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COELHO NETTO, J. Teixeira. Semiótica, informação e comunicação: diagrama da teoria do signo. São Paulo: Perspectiva, PEIRCE, Charles S. Semiótica. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, p. SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Cengage Learning, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEELY, John. Semiótica básica. Sao Paulo: Atica, p. LOPES, Ivã Carlos; HERNANDES, Nilton. Semiótica: objetos e práticas. São Paulo: Contexto: Disponível em: PIETROFORTE, Antônio Vicente. Semiótica visual: os percursos do olhar. São Paulo: contexto, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. SANTAELLA, Lúcia. A teoria geral dos signos: como as linguagens significam as coisas. São Paulo: Cengage Learning, p. SANTAELLA, Lúcia; NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 3. ed. São Paulo: Iluminuras, p. Página87

88 Desenho aplicado às artes visuais 40h Fundamentos da Ilustração e principais técnicas de desenho à mão livre. Desenho de observação, suas técnicas e seus materiais. Noções de figura-espaço, forma e contra-forma, proporções e perspectiva, equilíbrio, linha do horizonte e ponto de fuga. Criação e estudo da forma no espaço bidimensional e a simulação do tridimensional. Elementos compositivos: ponto, linha, superfície, forma, textura, tom, cor, equilíbrio, direção, ritmo e contraste. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPLIN, Steve. O essencial da ilustração. São Paulo: Senac São Paulo, p. NICOLAS, Yaiza; ZANCHETTA, Alessandro; GONZÁLEZ FERNÁNDEZ, Andrés. Atlas da ilustração contemporânea. Rio de Janeiro: Paisagem, p. ZEEGEN, Lawrence CRUSH (FIRMA). Fundamentos de ilustração. Porto Alegre: Bookman, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRYANT, Michele Wesen. Desenho de moda: técnicas de ilustração para estilistas. São Paulo: Senac São Paulo, p. GÓES, Lúcia Pimentel; ALENCAR, Jakson de (Org.). Alma da imagem: a ilustração nos livros para crianças e jovens na palavra de seus criadores. São Paulo: Paulus, p. HALL, Andrew. Fundamentos essenciais da ilustração. São Paulo: Rosari, p. HALLAWELL, Philip. À mão livre: livro 1: a linguagem do desenho. 3. ed. São Paulo: Melhoramentos, MARTÍN, Gabriel. Fundamentos do desenho artístico: aula de desenho. São Paulo: Martins Fontes, p. Página88

89 Ergonomia 40h Introdução aos conceitos de ergonomia e usabilidade; Introdução à biomecânica, fisiologia e antropométrica; Limitações e capacidades humanas para a adequação homem-objeto-ambiente. Ergonomia visual: Conceitos fundamentais da visão, acuidade visual, campo visual, ângulos de conforto, ofuscamento, critérios e atributos ergonômicos, dispositivos de informação, legibilidade e cores. Ergonomia Cognitiva: representação, identificação, erros, sistema básico, experimentação. Ergonomia física: critérios de adaptação do ambiente para eficiência, segurança e conforto do ser humano. Estudo dos elementos arquitetônicos adequado à habitação e ao trabalho. Introdução ao Projeto ergonômico informacional: consistência, visibilidade, legibilidade, compreensibilidade de caracteres alfanuméricos e símbolos iconográficos; Normas e ferramentas ergonômicas. Design centrado no usuário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CYBIS, Walter. BETIOL, Adriana Holtz. Ergonomia e usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações. São Paulo: Novatec, p. IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. 2.ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard Blucher, xvi, 614 p. WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia prática. São Paulo: Edgard Blucher p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BITENCOURT, Fábio. Ergonomia e conforto humano: uma visão da arquitetura, engenharia e design de interiores. Rio de Janeiro: Rio Books p. FRANÇA, Ana Cristina Limongi. Qualidade de vida no trabalho QVT: conceitos e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial. 2. ed. São Paulo: Atlas, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. GOMES FILHO, João. Ergonomia do objeto: sistema técnico de leitura ergonômica. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Escrituras, p. MONT'ALVÃO, Claudia; DAMAZIO, Vera (Org.). Design ergonomia emoção. 3. ed. Rio de Janeiro: Mauad X, p. WACHOWICZ, Marta Cristina. Segurança, saúde e ergonomia. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. Página89

90 Metodologia e gestão de projeto 80h Introdução ao método e à metodologia para o desenvolvimento de soluções de Design. Conceituação teórica e geração de novas ideias. A prática projetual e suas fases: problemática geral, potencialidades, hipóteses gerais, hipóteses finais, anteprojeto, projeto e avaliação. Introdução à percepção das demandas dos usuários. Elaboração de fontes de dados. Técnicas de tratamento e análise de dados. Elaboração do relatório de pesquisa. Introdução ao cronograma físico e planilha de custos. Elaboração de cronogramas e planos de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KANABAR, Vijay. Gestão de projetos. São Paulo: Saraiva, p. LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 9. ed. Petrópolis: Vozes, p. MARTINS, Rosane Fonseca de Freitas; VAN DER LINDEN, Júlio (Org.). Pelos caminhos do design: metodologia de projeto. Londrina: Eduel, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROSE, Gavin. Design thinking: s.m. ação ou prática de pensar o design. Porto Alegre: Bookman, GIDO, Jack. Gestão de projetos: com aplicações do Microsoft Project. São Paulo: Cengage Learning, p. MORAES, Dijon de. Metaprojeto: o design do design. São Paulo: Edgar Blücher, p. MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, p. NITZSCHE, Rique. Afinal, o que é design thinking?. São Paulo: Rosari, p. Página90

91 Trabalho interdisciplinar de graduação I 80h Disciplina com foco em Design experimental, responsável por congregar, por meio de uma temática e produto específicos, os conteúdos, habilidades e competências trabalhadas em todas as disciplinas do módulo II, com vistas a fomentar a interdisciplinaridade. Como pressuposto para a interdisciplinaridade, a temática permanecerá em aberto, possibilitando a concepção livre e o diálogo com todos os conteúdos do módulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. 18.ed. São Paulo: Papirus, p. LASSANCE, Maria Célia Pacheco (Org.). Técnicas para o trabalho de orientação profissional em grupo. 2. ed. rev. e atual. Porto Alegre: UFRGS, p. POOLI, João Paulo et. al. Projetos interdisciplinares. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ADOBE illustrator CS5: classroom in a book: guia de treinamento oficial. Porto Alegre: Bookman, EL-GUINDY, Moustafa M. Metodologia e ética na pesquisa científica. São Paulo: Santos Ed., p. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. 4. ed. São Paulo: Atlas, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. 5. ed. Porto Alegre: Sulina, p. RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6. ed. São Paulo: Atlas, p. Página91

92 Módulo III Oficina de projeto: Design corporativo 80h Identidade corporativa e identidade visual, função dos sistemas de identidade visual, elementos primários e secundários de identidade visual, brand e branding, metodologia de projeto corporativo. Aplicação em peças institucionais e revitalização de marca. Sinalização e sinalética: normas e instruções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORJA DE MOZOTA, Brigitte. Gestão do design: usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ > CHAMMA, Noberto; PASTORELO, Pedro D. Marcas & sinalização: práticas em design corporativo. São Paulo: Senac São Paulo, p. WHEELER, Alina. Design de identidade da marca: guia essencial para toda a equipe de gestão de marcas. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BATEY, Mark. O significado da marca: como as marcas ganham vida na mente dos consumidores. Rio de Janeiro: Best Business, COSTA, Joan. A imagem da marca: um fenômeno social. São Paulo: Rosari, p. FRUTIGER, Adrian. Sinais e símbolos: desenho, projeto e significado. São Paulo: Martins Fontes, p. NEUMEIER, Marty. The brand gap: o abismo da marca: como construir a ponte entre a estratégia e o designer. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. TYBOUT, Alice; CALKINS, Tim (Org.). Branding: fundamentos, estratégias e alavancagem de marcas, implementação, modelagem e checklists, experiências de líderes de mercado. São Paulo: Atlas, xiii, 324 p. Página92

93 Linguagem fotográfica 80h História da fotografia e sistemas de representação fotográfica; Introdução às técnicas de produção e análise de produtos fotográficos; Linguagem fotográfica; Prática da fotografia em seus aspectos artísticos e técnicos, como meio de expressão e ferramenta do Design. Fotografia analógica e digital; A fotografia aplicada ao Design. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CRUZ, Imiramis Fernandes da; SOUZA, Paulo Emílio Douglas de. A arte entre a verdade e a representação: uma breve análise do discurso fotográfico. Belo Horizonte: O Lutador, p. KELBY, Scott. Fotografia digital na prática. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. SOULAGES, François. Estética da fotografia: perda e permanência. São Paulo: Senac São Paulo, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREEMAN, Michael. A mente do fotógrafo: pensamento criativo para fotografias digitais incríveis. Porto Alegre, RS: Bookman, p. FREEMAN, Michael. Exposição perfeita: guia profissional para fotografias digitais incríveis. Porto Alegre: Bookman, p. GONZALEZ, Rafael C. Processamento de imagens digitais. São Paulo: Edgard Blücher, p. KUBRUSLY, Cláudio Araújo. O que é fotografia. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, p. LANGFORD, Michael. Fotografia básica. 4. ed. Lisboa: Dinalivro, p. Página93

94 Sintaxe e composição visual 80h Estudo dos elementos da linguagem visual, dos princípios ordenadores da forma e de suas relações estruturais; Princípios básicos da sintaxe visual, consistência gráfica e planejamento de layout; Elementos do layout; O layout enquanto forma e função; Tendências inatas da percepção visual e leis da Gestalt; Seção Áurea e Grids; Técnicas compositivas; Sistematização, classificação, natureza, estruturação e propriedades da cor; A cor enquanto linguagem e comunicação visual em seus aspectos técnicos, funcionais e expressivos e enquanto elemento de interpretação visual em seus aspectos fisiológicos, psicológicos e culturais; Tipografia enquanto linguagem e comunicação; As diferentes famílias tipográficas e sua relação com o projeto de design. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, p. GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 9. ed. São Paulo: Escrituras, p. HURLBURT, Allen. Layout: o design da página impressa. São Paulo: Nobel, p. Bibliografia complementar: FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em publicidade: a natureza, o homem, a cor. O que é a visão. A cor. Aplicação da cor em publicidade. São Paulo: Edgard Blücher, EDUSP, p. FONSECA, Joaquim da. Tipografia & design gráfico: design e produção gráfica de impressos e livros. Porto Alegre: Bookman, p. FRASER, Tom. O guia completo da cor: livro essencial para a consciência das cores. 2. ed. São Paulo: Senac São Paulo, p. SALTZ, Ina. Design e tipografia: 100 fundamentos do design com tipos. São Paulo: Blücher, p. TONDREAU, Beth. Criar grids: 100 fundamentos de layout. São Paulo: Blucher, p. Página94

95 Produção e edição de imagens digitais 80h Softwares gráficos de editoração eletrônica aplicados à formatação de imagens Bitmap e Vetoriais; Ilustração vetorial e fixação dos conceitos básicos de computação gráfica; Técnicas de criação e exportação de ilustrações vetoriais; Software gráfico para edição e tratamento de imagens.tratamento de imagens, experimentações e efeitos; Desenvolvimento da linguagem visual adaptadas ao projeto de superfícies, destacando a criação de elementos modulares, repetições, ajustes geométricos (estilização) e técnicos (recursos de repetição). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVARENGA, André Luis de. A arte da fotografia digital: explorando técnica com o Photoshop CS. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, KELBY, Scott. Photoshop CS para fotografos digitais. São Paulo: Pearson Makrons Books, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/search?utf8=%c3%a2%c2%9c%c2%93&am p;q=photoshop+cs&commit=buscar>. TANAKA, Edson. Adobe illustrator CS. Rio de Janeiro: Elsevier, xviii, 652 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ADOBE illustrator CS5: classroom in a book: guia de treinamento oficial. Porto Alegre: Bookman, LIESER, Wolf. Arte digital. Königswinter: H.F.Ullmann, p. MCCLELLAND, Deke. Adobe photoshop CS5: one-on-one: guia de treinamento passo a passo. Porto Alegre: Bookman, p. RUBIM, Renata. Desenhando a superfície: + considerações além da superfície. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Rosari, p. VIEIRA, Anderson da Silva. Photoshop elements 2: guia prático e visual. Rio de Janeiro: Alta Books, p. Página95

96 Trabalho interdisciplinar de graduação II 80h Disciplina com foco em Design corporativo e design de superfície, responsável por congregar, por meio de uma temática e produto específicos, os conteúdos, habilidades e competências trabalhadas em todas as disciplinas do módulo III, com vistas a fomentar a interdisciplinaridade. Como pressuposto para a interdisciplinaridade, a temática permanecerá em aberto, possibilitando a concepção livre e o diálogo com todos os conteúdos do módulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO JUNIOR, Moacir Ribeiro de. Gestão de projetos: da academia à sociedade. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. RUTHSCHILLING, Evelise Anicet. Design de superfície. Porto Alegre: UFRGS, WHEELER, Alina. Design de identidade da marca: guia essencial para toda a equipe de gestão de marcas. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. EL-GUINDY, Moustafa M. Metodologia e ética na pesquisa científica. São Paulo: Santos Ed., p. MASCARENHAS, Sidnei Augusto. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/- 12>. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Administração de projetos: como transformar idéias em resultados 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010 xxiii, 396 p. RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6. ed. São Paulo: Atlas, p. Página96

97 Módulo IV Oficina de Projeto: design 2D 80h História da indumentária e dos acessórios e sua correlação com cada momento histórico. Moda e contemporaneidade. Principais peças que compõem o vestuário. Prototipagem de baixa e alta-fidelidade: modelagem e moulage. História do design gráfico. Revolução Industrial. As vanguardas artísticas do início do século XX e suas influências no Design Gráfico. Design contemporâneo. Principais formatos do design gráfico: peças comerciais, editoriais e embalagem. Prototipagem de baixa e alta-fidelidade de peças gráficas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS, Jey; PASZOREK, Rogério. Design gráfico para a moda. São Paulo: Rosari, HOLLIS, Richard. Design gráfico: uma história concisa. São Paulo: p. POLLINI, Denise. Breve história da moda. São Paulo: Claridade, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DUARTE, Sônia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem industrial brasileira. 6. ed. Rio de Janeiro: Guarda- Roupa, p. DUBURG, Annette. Moulage: arte e técnica no design de moda. Porto Alegre: Bookman, p. FUENTES, Rodolfo. A prática do design gráfico: uma metodologia criativa. São Paulo: Rosari, p. GOMES FILHO, João. Ergonomia do objeto: sistema técnico de leitura ergonômica. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Escrituras, p. MARTINS, Rosane Fonseca de Freitas; VAN DER LINDEN, Júlio (Org.). Pelos caminhos do design: metodologia de projeto. Londrina: Eduel, p. Página97

98 Desenho técnico 80h A linguagem do desenho técnico aplicada ao projeto. Materiais e principais técnicas do desenho técnico aplicado. Prática do desenho técnico no plano bidimensional e tridimensional. Interpretação objetiva da figura humana com seus principais componentes anatômicos e proporções e representação volumétrica. Visão espacial e aplicação de técnicas de representação plana e tridimensional aplicada à moda, design de produtos e design de ambientes. Normas e convenções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MAGUIRE, D. E. Desenho técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus, p. NAKATA, Milton Koji; SILVA, José Carlos Plácido da. Desenho para Design: uma contribuição do desenho de observação na formação dos designers. Bauru, SP: Canal 6, SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRYANT, Michele Wesen. Desenho de moda: técnicas de ilustração para estilistas. São Paulo: Senac São Paulo, p. LEAKE, James M. Manual de desenho técnico para engenharia: desenho, modelagem e visualização. Rio de Janeiro: LTC, xv, 288 p. PEREIRA, Nicole de Castro. Desenho técnico. Curitiba: Livro Técnico, SILVA, Eurico de Oliveira e; ALBIERO, Evandro. Desenho técnico fundamental. São Paulo: E.P.U., p. SPECK, Henderson José; PEIXOTO, Virgílio Vieira. Manual básico de desenho técnico. 5.ed. rev. Florianópolis: Editora da UFSC, p. Página98

99 Finalização de arquivos 40h Processos de editoração eletrônica; parâmetros para seleção e reprodução de cores especiais e cromias; extensões de arquivos; manipulação de imagens digitais destinadas à impressão e às mídias móveis. Preparação e fechamento de arquivos para mídia impressa e digital. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GAMBA JR. Computação gráfica para designers: dialogando com as caixinhas de diálogo. Rio de Janeiro: 2AB, p. HORIE, Ricardo Minoru. Arte-finalização: preparação e fechamento de arquivos PDF. São Paulo: Érica, p. MARTINS, Nelson. A imagem digital na editoração: manipulação, conversão e fechamento de arquivos. Rio de Janeiro: Senac Rio, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BAER, Lorenzo. Produção gráfica. 4. ed. São Paulo: Senac, BANN, David. Novo manual de produção gráfica. Porto Alegre, RS: Bookman, COLLARO, Antonio Celso. Produção gráfica: arte e técnica da mídia impressa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. LEE, Valentino. Aplicações Móveis: arquitetura, projeto e desenvolvimento. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em SEDDON, Tony. Imagens: um fluxo de trabalho digital criativo para designers. Porto Alegre: Bookman, p. Página99

100 TECNOLOGIA DE MATERIAIS NATURAIS, COMPÓSITOS E POLÍMEROS- 80H História e evolução da indústria papeleira, têxtil e de polímeros flexíveis. Processo produtivo, características físicas, óticas e químicas dos principais insumos aplicados à área gráfica, moda e produto. Consequencias da escolha de papéis, polímeros e tecidos na formatação, impressão, acabamento da peça, cores, estética, comunicação e custos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CALLISTER, William D.; RETHWISCH, David G. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC. Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. CANEVAROLO Júnior Sebastião V. Técnicas de caracterização de polímeros. São Paulo: Artliber, PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos: história, tramas, tipos e usos. 2. ed., rev. São Paulo: Senac São Paulo, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JOHNSON, KARA; ASHBY, Michael. F. Materiais e design: arte e ciência na seleção de materiais no design de produto. Rio de Janeiro: Campus, LISBÃO, Abigail Salles. Estrutura e propriedades dos polímeros. São Paulo: Edusfcar, SALEM, Vidal. Tingimento Têxtil: Fibras: conceitos e tecnologia. São Paulo: Edgard Blucher, SMITH, William F. Fundamentos de engenharia e ciência dos materiais. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. WALTER, Yuri; FERRANTE, Maurizio. A materialização da ideia: noções de materiais para design de produto. Rio de Janeiro: LTC, Página100

101 SISTEMAS DE IMPRESSÃO 40H Sistemas de impressão planográficos, relevográficos, encavográficos, permeográficos e digitais e sua aplicação no design. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BANN, David. Novo manual de produção gráfica. Porto Alegre: Bookman, COLLARO, Antônio Celso. Produção gráfica: arte e técnica na direção de arte. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-20>. VILLAS-BOAS, André. Produção gráfica para designers. 3. ed. rev., atual. e ampl. Rio de Janeiro: 2AB, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROSE, Gavin. Impressão & acabamento. Porto Alegre: Bookman, BAER, Lorenzo. Produção gráfica. 4. ed. São Paulo: Senac, CARRAMILLO NETO, Mário. Produção gráfica II: papel, tinta, impressão e acabamento. São Paulo: Global, p. COLLARO, Antonio Celso. Produção gráfica: arte e técnica da mídia impressa. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. HORIE, Ricardo Minoru. Arte-finalização: preparação e fechamento de arquivos PDF. São Paulo: Érica, p. Página101

102 Trabalho interdisciplinar de graduação III 80h Disciplina com foco em Design de moda e design gráfico, responsável por congregar, por meio de uma temática e produto específicos, os conteúdos, habilidades e competências trabalhadas em todas as disciplinas do módulo IV, com vistas a fomentar a interdisciplinaridade. Como pressuposto para a interdisciplinaridade, a temática permanecerá em aberto, possibilitando a concepção livre e o diálogo com todos os conteúdos do módulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DUARTE, Sônia; SAGGESE, Sylvia. Modelagem industrial brasileira. 6. ed. Rio de Janeiro: Guarda- Roupa, p. MARTINS, Rosane Fonseca de Freitas; VAN DER LINDEN, Júlio (Org.). Pelos caminhos do design: metodologia de projeto. Londrina: Eduel, p. POOLI, João Paulo et. al. Projetos interdisciplinares. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CARVALHO JUNIOR, Moacir Ribeiro de. Gestão de projetos: da academia à sociedade. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. GOMES FILHO, João. Ergonomia do objeto: sistema técnico de leitura ergonômica. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Escrituras, p. MASCARENHAS, Sidnei Augusto. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/- 12>. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. 4. ed. São Paulo: Atlas, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. Página102

103 Módulo V OFICINA DE PROJETO: DESIGN 3D 80H Estudo dos princípios básicos da modelagem dos produtos e embalagem. Metodologia de projeto do produto. Análise do Ciclo de Vida do Produto.Formatação tridimensional e dimensionamento da forma volumétrica com materiais rígidos e flexíveis. Reconhecimento e aplicação dos principais materiais empregados na execução de modelos físicos. Planos, formação e composição de sólidos. Oficina de madeira, plástico, metal e vidro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARTINS, Rosane Fonseca de Freitas; VAN DER LINDEN, Júlio (Org.). Pelos caminhos do design: metodologia de projeto. Londrina: Eduel, p. MESTRINER, Fabio. Design de embalagem: curso avançado. São Paulo: Prentice-Hall, p. SELEME, Robson. Projeto de produto: planejamento desenvolvimento e gestão. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/5>. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DE MORRIS, Richard. Fundamentos de design de produtos. Porto Alegre: Bookman, DEWEY, Adrian. How to illustrate and design concept cars. Veloce, GOMES FILHO, João. Design do objeto: bases conceituais: design do produto, design gráfico, design de moda, design de ambientes, design conceitual. São Paulo: Escrituras, p. GOMES FILHO, João. Ergonomia do objeto: sistema técnico de leitura ergonômica. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Escrituras, p. MANZINI, Ezio; VEZZOLI, Carlo. O desenvolvimento de produtos sustentáveis. São Paulo: EDUSP, p. Página103

104 MODELAGEM 80H Etapas da produção tridimensional. Integração da tecnologia tridimensional a outras tecnologias digitais e produção de peças tridimensionais aplicadas a diferentes contextos. Computação gráfica tridimensional. Tópicos avançados da modelagem, texturização, iluminação, animação e renderização digital com gráficos 3D. Integração da tecnologia tridimensional na produção de outras mídias digitais, finalização e exposição dos arquivos. Estudos sobre simulação tridimensional. As preocupações estéticas da ilustração e animação tridimensional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DERAKHSHANI, Dariush. Aprendendo 3ds Max 2008: guia autorizado autodesk. Rio de Janeiro: Alta Books, p. + 1 CD-ROM DERAKHSHANI, Randi L. Autodesk : 3ds Max 2012 essencial: guia de treinamento oficial. Rio de Janeiro: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. LIMA, Alessandro. Desenvolvendo personagens e 3D: com 3Ds Max. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 3D STUDIO MAX: R3: reference. United States: Kinetix, v. 3ds Max Reference. Disponível em: <http://download.autodesk.com/us/3dsmax/2012help/index.html>. Acesso em: 22 set AGUIAR, Fabio Calciolari. 3ds Max 2009: modelagem, render, efeitos e animação. São Paulo: Érica, BONNEY, Sean. 3D Studio MAX 4: Efeitos Mágicos. ED. Ciência Moderna p. LUCENA JÚNIOR, Alberto. Arte da animação: técnica e estética através da história. 2. ed. São Paulo: Senac, p. Página104

105 Desenho arquitetônico 40h As preocupações técnicas e estéticas da ilustração tridimensional aplicada a ambientes internos e externos. Estudo e aplicação da representação tridimensional em escala reduzida de objetos, mobiliário, espaços interiores e paisagens, com base nas normas técnicas brasileiras, explorando processos tradicionais e virtuais. Prática do desenho técnico: plantas, layouts, cortes e detalhamentos. Desenvolvimento de projeto 2D e 3D em AutoCAD, Maquetes digitais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FERREIRA, Patricia. Desenho de arquitetura. 2. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, p. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho arquitetônico. 4. ed., rev. e atual. São Paulo: Edgard Blücher, p. SILVEIRA, Samuel João da. Aprendendo AutoCAD 2011: simples e rápido. Florianópolis: Visual Books, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KARLEN, Mark. Planejamento de espaços internos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: a arte de viver bem. 6. ed. Porto Alegre: Sulina, p. ONSTOTT, Scott. AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012: essencial: guia de treinamento oficial. Porto Alegre Bookman Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. MONTENEGRO. Gildo A. A perspectiva dos profissionais: sombras, insolação, axonometria. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, RIBEIRO, Antônio Clélio. Curso de desenho técnico e Autocad. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-22>. Página105

106 Tecnologia de materiais cerâmicos e metálicos 40h Aplicação dos insumos metal, madeira, vidro e polímeros na construção de modelos e protótipos industriais. Estudo dos processos de fabricação específicos para cada tipo de objeto, projeto e matériaprima. Introdução de critérios para seleção dos materiais industriais. Conceito de manufatura. Propriedades e tratamento de superfície. Produtos Siderúrgicos. Materiais Metálicos, poliméricos, naturais e suas famílias. Materiais resistentes à corrosão e Materiais sintéticos Industriais. Introdução ao processo de produção de insumos. Inovação tecnológica e desenvolvimento de novos materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CANEVAROLO Júnior Sebastião V. Técnicas de caracterização de polímeros. São Paulo: Artliber, JOHNSON, KARA; ASHBY, Michael. F. Materiais e design: arte e ciência na seleção de materiais no design de produto. Rio de Janeiro: Campus, SMITH, William F. Fundamentos de engenharia e ciência dos materiais. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CELTLIN, Paulo Roberto; HELMAN, Horácio. Fundamentos da conformação mecânica dos metais. São Paulo: Artliber, LISBÃO, Abigail Salles. Estrutura e propriedades dos polímeros. São Paulo: Edusfcar, MAIA, Samuel Berg. O vidro e sua fabricação. Rio de Janeiro: Interciência, NENNEWITZ, Ingo; NUTSCH, Wolfgang. Manual de tecnologia da madeira. São Paulo: Edgard Blucher, WALTER, Yuri; FERRANTE, Maurizio. A materialização da ideia: noções de materiais para design de produto. Rio de Janeiro: LTC, Página106

107 Maquetes e protótipos 80h Conceitos básicos e finalidades das maquetes físicas; Etapas de desenvolvimento; Materiais e ferramentas para produção; Técnicas artesanais; Oficinas práticas de confecção de maquetes e mockups. Maquete eletrônica. Prototipagem de baixa e alta fidelidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CRUZ, Michele David, da. Autodesk Inventor 2010: Prototipagem Digital versões suite e profisssional. Editora Érika. KNOLL, Wolfgang. Maquetes arquitetônicas. São Paulo: Martins Fontes, p. VOLPATO, Neri. Prototipagem rápida: tecnologia e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CONSALEZ, Lorenzo. Maquetes: representação do espaço no projeto arquitetônico. GG Brasil GOMES FILHO, João. Ergonomia do objeto: sistema técnico de leitura ergonômica. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Escrituras, p. MONT'ALVÃO, Claudia; DAMAZIO, Vera (Org.). Design ergonomia emoção. 3. ed. Rio de Janeiro: Mauad X, p. NACCA, Regina Mazzocato. Maquetes & miniaturas. São Paulo: Giz Editorial, WALTER, Yuri; FERRANTE, Maurizio. A materialização da ideia: noções de materiais para design de produto. Rio de Janeiro: LTC, Página107

108 Trabalho interdisciplinar de graduação IV 80h Disciplina com foco em Design de produto e design de ambiente, responsável por congregar, por meio de uma temática e produto específicos, os conteúdos, habilidades e competências trabalhadas em todas as disciplinas do módulo V, com vistas a fomentar a interdisciplinaridade. Como pressuposto para a interdisciplinaridade, a temática permanecerá em aberto, possibilitando a concepção livre e o diálogo com todos os conteúdos do módulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAXTER, Mike. Projeto de Produto: guia prático para o design de novos produtos. 3. ed. São Paulo: Edgard Blucher, p. CARVALHO JUNIOR, Moacir Ribeiro de. Gestão de projetos: da academia à sociedade. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. MANCUSO, Clarice. Arquitetura de interiores e decoração: a arte de viver bem. 6. ed. Porto Alegre: Sulina, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. 18. ed. São Paulo: Papirus, p. MASCARENHAS, Sidnei Augusto. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/- 12>. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. 4. ed. São Paulo: Atlas, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. MESTRINER, Fabio. Design de embalagem: curso avançado. São Paulo: Prentice-Hall, Página108

109 Módulo VI OFICINA DE PROJETO: DESIGN EM MOVIMENTO 80H Gêneros e formatos audiovisuais. Roteirização, pesquisa e documentação para concepção e realização projetos audiovisuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANG, Tom. Vídeo digital: uma introdução. São Paulo: Senac São Paulo, BRANDÃO, Cristina; COUTINHO, Iluska; LEAL, Paulo Roberto Figueira (Org.). Televisão, Cinema e mídias digitais. Florianópolis: Insular, p. MARTINS, Rosane Fonseca de Freitas; VAN DER LINDEN, Júlio (Org.). Pelos caminhos do design: metodologia de projeto. Londrina: Eduel, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALVES, Marcia Nogueira; FONTOURA, Mara; ANTONIUTTI, Cleide Luciane. Mídia e produção audiovisual: uma introdução. 2. ed. rev., atual. e ampl. Curitiba: Ibpex, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. FIELD. Syd. Roteiro: os fundamentos do roteirismo. Curitiba: Arte e Letra, p. RODRIGUES, Elisabete Alfeld. Roteiro: o projeto narrativo audiovisual. Mediação, Belo Horizonte, n.6, p.23-33, 1º sem Diponível em: < >. Acesso em: 20 set RODRIGUEZ, Ángel. A dimensão sonora da linguagem audiovisual. São Paulo: Senac São Paulo, p. VINCENT, Charles; COLE, Ariane Daniela; SCHINCARIOL, Zuleica. Design em movimento: um original digital. SiGraDi: Educacion y Desarrollo Academico, Disponível em: Acesso em: 10 set Página109

110 Produção Audiovisual 40h Os principais equipamentos de produção e edição audiovisual. Aplicações técnicas na formatação de um produto audiovisual: captação, edição, sonorização, finalização e pós-produção. Princípios de enquadramento, movimento, composição, iluminação, sonorização, desenho sonoro e edição de imagem e som. As principais técnicas na construção do roteiro, da direção de arte, da fotografia e iluminação no desenvolvimento de um produto audiovisual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES, Márcia Nogueira; FONTOURA, Mara; ANTONIUTTI, Cleide Luciane. Mídia e produção audiovisual: uma introdução. Curitiba: Ibpex, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. ANG, Tom. Vídeo digital: uma introdução. São Paulo: Senac São Paulo, BRANDAO, Cristina; COUTINHO, Iluska; LEAL, Paulo Roberto Figueira (Org.). Televisão, Cinema e mídias digitais. Florianópolis: Insular, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIELD. Syd. Roteiro: os fundamentos do roteirismo. Curitiba: Arte e Letra, p. MARTINS, Vinícius Alves Portela. Fundamentos da atividade cinematográfica e audiovisual. Rio de Janeiro: Campus, REBECA: Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual. São Paulo: SOCINE - Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual. Disponível em: <http://www.socine.org.br/rebeca>. Acesso em: 20 set SANTANA, Gelson. Cinema, comunicação e audiovisual. São Paulo: Alameda, p. ZETTL, Herbert. Manual de produção de televisão. São Paulo: Cengage Learning, p. Página110

111 PÓS-PRODUÇÃO AUDIOVISUAL 80H Ferramentas de edição e pós-produção para o audiovisual. Técnicas de digitalização de imagem em movimento. Fundamentos da composição audiovisual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADOBE After Effects CS4 professional: classroom in a book: guia oficial de treinamento. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/#/books/ ?q=adobe+after>. ANG, Tom. Vídeo digital: uma introdução. São Paulo: Senac São Paulo, CARMO, Liana. Adobe After Effects CS6. São Paulo: Senac São Paulo p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ADOBE CREATIVE TEAM. Adobe premiere pro CS4 classroom in a book. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. ADOBE Premiere PRO CS5: classroom in a book: the official training workbook from Adobe Systems. Berkeley: Peachpit, GONZALEZ, Rafael C. Processamento de Imagens Digitais. 3ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall Disponível em: PREMIERE Pro: guia autorizado Adobe. Rio de Janeiro: Campus, p. REVISTA MOVIOLA: Revista de cinema e artes. Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.revistamoviola.com/>. Acesso em: 23 set Página111

112 Animação 80h Técnicas e materiais próprios da ilustração aplicados aos objetos e às animações 2D e 3D. As demandas de aplicação da ilustração e animação 3D. A representação de informações utilizando a tecnologia tridimensional. Estudo de exemplos de produções multimídia em 3D. Introdução à animação. Conceituação da animação. Desenvolvimento da animação manual e digital. Roteiro. StoryBoard. Stop motion, animação tradicional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHONG, Andrew. Animação digital. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. LUCENA JÚNIOR, Alberto. Arte da animação: técnica e estética através da história. 2. ed. São Paulo: Senac, p. PURVES, Barry. Stop-motion: técnica cinematográfica em que a câmera é parada e iniciada repetidamente. Porto Alegre: Bookman, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ADOBE flash CS4: classroom in a book: guia oficial de treinamento.porto Alegre: Bookman, Disponível em: AGUIAR, Fabio Calciolari. 3ds Max 2009: modelagem, render, efeitos e animação. São Paulo: Érica, CHUN, Russel. Marcomedia Flash MX avançado. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_5>. LIMA, Alessandro. Desenvolvendo personagens em 3D: com 3D Max. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, p. WELLS, Paul; QUINN, Joanna; MILLS, Les. Desenho para animação. Porto Alegre: Bookman, Página112

113 LINGUAGEM AUDIOVISUAL 40H A constituição da linguagem audiovisual através da História. Principais momentos estéticos. As naturezas das imagens em movimento e a correlação na construção de sentido. Principais teorias do cinema e do audiovisual e os diversos suportes. A relação homem, imagem e som: a representação através da história. Elementos e princípios básicos da composição audiovisual. Percepção da imagem eletrônica. Princípios de enquadramento, movimento, composição, iluminação, sonorização, desenho sonoro e edição de imagem e som. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES, Marcia Nogueira; FONTOURA, Mara; ANTONIUTTI, Cleide Luciane. Mídia e produção audiovisual: uma introdução. 2. ed. rev., atual. e ampl. Curitiba: Ibpex, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. BRANDÃO, Cristina; COUTINHO, Iluska; LEAL, Paulo Roberto Figueira, (Org.). Televisão, cinema e mídias digitais. Florianópolis: Insular, GUIMARÃES, César; LEAL, Bruno Souza; MENDONÇA, Carlos Camargos (Org). Comunicação e experiência estética. Belo Horizonte: UFMG, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AUMONT, Jacques et al. A estética do filme. 5. ed. Campinas: Papirus, MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. Belo Horizonte: Itatiaia, p. RODRIGUES, Elisabete Alfeld. Roteiro: o projeto narrativo audiovisual. Mediação, Belo Horizonte, n.6, p.23-33, 1º sem Diponível em: < >. Acesso em: 20 set RODRIGUEZ, Ángel. A dimensão sonora da linguagem audiovisual. São Paulo: Senac São Paulo, p. Página113

114 SANTANA, Gelson. Cinema, comunicação e audiovisual. São Paulo: Alameda, p. Página114

115 PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO 80H Definição de teoria e prática e suas relações. Problema de pesquisa e hipóteses. Pensamento de indutivo e dedutivo. Estrutura de um projeto de pesquisa. Fontes de pesquisa primárias e secundárias. Noções de técnicas de pesquisa quantitativas e qualitativas. Orientação para o projeto de conclusão de curso. Normas da ABNT. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. EL-GUINDY, Moustafa M. Metodologia e ética na pesquisa científica. São Paulo: Santos Ed., p. MARTINS, Rosane Fonseca de Freitas; VAN DER LINDEN, Júlio (Org.). Pelos caminhos do design: metodologia de projeto. Londrina: Eduel, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CARVALHO JUNIOR, Moacir Ribeiro de. Gestão de projetos: da academia à sociedade. Curitiba: InterSaberes, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-2>. GURGEL, Miriam. Projetando espaços: design de interiores. 4. ed. rev. São Paulo: SENAC, p MASCARENHAS, Sidnei Augusto. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/- 12>. RUTHSCHILLING, Evelise Anicet. Design de Superfície. Porto Alegre: UFRGS, SORGER, Richard. Fundamentos de design de moda. Porto Alegre: Bookman, p. Página115

116 Módulo VII Oficina de projeto: Design digital 80h Análise de websites estáticos e dinâmicos. A integração dos elementos de comunicação-texto, imagem, áudio, vídeo e animação em um website para disponibilizar conteúdos na internet ou na intranet. Os pontos críticos no desenvolvimento de um website na fase da autoria. O gerenciamento no servidor. Fundamentos de Web Standarts e tableless. O desenvolvimento de websites alimentados por base de dados. A criação das funcionalidades de apresentação, inserção, atualização, deleção, pesquisa, paginação de dados e upload de arquivos. O estudo da sintaxe de uma linguagem de servidor para a construção dos websistes estáticos e dinâmicos. Publicação e testes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEIGHLEY, Lynn. Use a cabeça! PHP & MySQL. Rio de Janeiro: Alta Books, COELHO, Pedro. HTML 4 & XHTML: curso completo. 4.ed. Lisboa: FCA, p. NIEDERAUER, Juliano. Web interativa com Ajax e PHP. São Paulo: Novatec, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LEMAY, Laura. Aprenda a criar páginas web com HTML e XHTML em 21 dias. São Paulo: Pearson Education, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. MILANI, André. Construindo aplicações web com PHP e MYSQL. São Paulo: Novatec, PORTAL governo eletrônico. Desenvolvido por: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Criado com a finalidade de examinar e propor políticas, diretrizes e normas relacionadas com as novas formas eletrônicas de interação. Disponível em: <http://www.governoeletronico.gov.br/>. Acesso em: 22 set PORTAL W3C BRASIL. Desenvolvido por: Grupos de Trabalho W3C Brasil. Tem o propósito de subsidiar e organizar rede de interlocutores, formadores e multiplicadores para debates em torno dos padrões web, gerando massa crítica na formulação das novas recomendações, Disponível em: <http://www.w3c.br/cursos>. Acesso em: 22 set SICA, Carlos. PHP com tudo. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, xix, 525 p. Página116

117 Webdesign 40h Estudo dos elementos constituintes da linguagem digital e sua integração na composição visual. Análise estética da informação em suporte digital. Os desafios de criar para os meios digitais: design de interação, de informação e de experiência. Usabilidade e ergonomia visuais para meios digitais. Bibliografia básica: MEMÓRIA, Felipe. Design para a internet: projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Elsevier, p. ROYO, Javier. Design digital. São Paulo: Rosari, WATRALL, Ethan. Use a cabeça: web desing. Rio de Janeiro: Alta Books, p. Bibliografia complementar: GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 9. ed. São Paulo: Escrituras, p. LUPTON, Ellen. Pensar com tipos: guia para designers, escritores, editores e estudantes. São Paulo: Cosac Naify, p. KALBACH, James. Design para navegação na web: otimizando a experiência do usuário. Porto alegre: Bookman, Disponível em: <https://integrada.minha biblioteca.com.br/books/ > SILVA, Maurício Samy. Web design responsivo. São Paulo: Novatec, WILLIAMS, Robin. Webdesign para não-designers. 2. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, p. Página117

118 Design de games 80h Definição do jogo. Conceitos básicos dos jogos eletrônicos digitais e físicos. Planejamento e etapas de desenvolvimento de um jogo.definição da arquitetura de algoritmo. Metodologias para organização da lógica de programação. Estrutura lógica da programação de computadores. Uso de fluxogramas. A estruturação de um software de computador. Recursos computacionais para desenvolvimento dos softwares. Customização através de arquivos externos. Elementos compositivos, classificação e etapas de desenvolvimento dos games. Estratégias de narrativas e integração de elementos (cenário, personagens, ações, níveis de dificuldade). Integração entre história, gráficos, áudio e jogabilidade. Multiplayer games. Inteligência artificial e games. Algoritmos de níveis de dificuldade e desafio. Jogos para dispositivos móveis. Jogos eletrônicos como ferramentas de integração e comunicação em aplicações que envolvam entretenimento, treinamento e educação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veruchi de. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ (Padrão ANSI) e Java. 3. ed. São Paulo: Pearson, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-16>. NOVAK, Jeannie. Desenvolvimento de games. São Paulo: Cengage Learning, p. SCHUYTEMA, Paul. Design de games: uma abordagem prática. São Paulo: Cengage Learning, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ASSIS, Jesus de Paula. Artes do videogame: conceitos e técnicas. São Paulo: Alameda, MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 26. ed. rev. São Paulo: Érica p. MARCELO, Antonio; PESCUITE, Júlio. Design de jogos: fundamentos. Rio de Janeiro: Brasport, p. RABIN, Steve (Coord). Introdução ao desenvolvimento de games: volume 1: entendendo o universo dos jogos. São Paulo: Cengage Learning, p. SINTES, Tony; ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes. Aprenda programação orientada a objetos em 21 dias. São Paulo: Pearson Education, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. Página118

119 Arquitetura da Informação 40h Definição de Arquitetura da Informação. Metodologias para organização de grandes volumes informacionais. Os sistemas de rótulo, navegação e pesquisa. A pesquisa de usabilidade. Informação como foco em prover melhores experiências aos usuários. A elaboração de um projeto de arquitetura da informação para um produto digital: metodologia e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AGNER, Luiz. Ergodesign e arquitetura da informação: trabalhando com o usuário. 2. ed. Rio de Janeiro: Quartet, CARMARGO, Liriane Soares de Araujo de; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borseti Gregório. Arquitetura da informação: uma abordagem prática. Rio de Janeiro: LTC, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. RODRIGUES, Bruno. Webwriting: redação & informação para a web. Rio de Janeiro: Brasport, p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JOHNSON, Steven; BORGES, Maria Luiza X. de A. Cultura da interface: como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, p. KRUG, Steve. Não me faça pensar: uma abordagem de bom senso à usabilidade na WEB. Rio de Janeiro: Alta Books, p. MORVILLE, Peter; ROSENFELD, Louis. Information architecture for the World Wide Web. 2nd. ed. Sebastopol, CA: O'Reilly, xxi, 461 p. NIELSEN, Jakob. Usabilidade na Web: projetando websites com qualidade. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, p. PREECE, Jenny. Design de interação: além da interação homem-computador. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, p. Página119

120 LEGISLAÇÃO E ÉTICA 80H Noções básicas de Direito aplicado ao Design. A ética do designer. Direito penal do consumidor. Direito Empresarial, responsabilidade civil e contratos. Propriedade intelectual: marcas, patentes e direito de autor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CABRAL, Plínio. Direito autoral: dúvidas e controvérsias. São Paulo: Harbra p. FIUZA, César. Direito civil: curso completo. 17. ed. rev., atual. e ampl. Belo Horizonte: Del Rey, p. SILVEIRA, Newton. Propriedade intelectual: propriedade industrial, direito do autor, software, cultivares, nome empresarial. 4. ed. rev. e ampl. Barueri, SP: Manole, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ >. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANTUNES, Maria Thereza Pompa. Ética: bibliografia universitária Pearson. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/-12>. GOULART, Cláudio. Direito autoral descomplicado: soluções práticas. Brasília: Thesaurus, MANSO, Eduardo Vieira. O que é direito autoral. São Paulo: Brasiliense, p. PLAISANCE, Patrick Lee. Ética na comunicação: princípios para uma prática responsável. Porto Alegre: Penso, p. SILVA, Rubens Ribeiro Gonçalves. Direito autoral, propriedade intelectual e plágio. Salvador: EDUFBA, Página120

121 PROJETO EXPERIMENTAL 40H Elaboração de projeto de design em área espefícica com base em projeto de conclusão de curso. Apresentação de protótipo de alta-fidelidade e memorial descritivo que contenha corpo teórico, metodologia de pesquisa, metodologia de projeto e testes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: EL-GUINDY, Moustafa M. Metodologia e ética na pesquisa científica. São Paulo: Santos Ed., p. MARTINS, Rosane Fonseca de Freitas; VAN DER LINDEN, Júlio (Org.). Pelos caminhos do design: metodologia de projeto. Londrina: Eduel, p. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. 4. ed. São Paulo: Atlas, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEST, Kathryn. Fundamentos de gestão do Design. Porto alegre: Bookman, CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/_1>. MASCARENHAS, Sidnei Augusto. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, Disponível em: <http://unibh.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/ /pages/- 12>. MENDES, Luís Marcelo. O fator VDM: um guia antidesastres em projetos criativos para profissionais. Rio de Janeiro: Ímã editorial, MOZOTA, Brigitte Borja de. Gestão do design: usando o design para construir valor de marca e inovação corporativa. Porto Alegre: Bookman, Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/ >. Página121

122 ANEXO 2 QUADRO DE PERIÓDICOS CURSO COORD. PERIÓDICO PERIODICIDADE ABIGRAF EM REVISTA BIMESTRAL REVISTA COMPUTER ARTS MENSAL REVISTA ZUPI TRIMESTRAL REVISTA PANCROM NEWS IRREGULAR REVISTA EMBALAGEM MARCA MENSAL REVISTA DESKTOP BIMESTRAL REVISTA DESIGN MENSAL REVISTA PROJETO DESIGN MENSAL DESIGN Cynthia Freitas de Oliveira Enoque REVISTA INFO EXAME REVISTA DEVELOP REVISTA PAISAGISMO E JARDINAGEM REVISTA ABC DESIGN a 2015 MENSAL MENSAL BIMESTRAL TRIMESTRAL REVISTA VÍDEO ZOOM MAGAZINE MENSAL REVISTA PHOTOS & IMAGENS BIMESTRAL REVISTA MARKETING MENSAL REVISTA MOLDE & CIA MENSAL REVISTA PROJÉTICA ON LINE REVISTA FAMECOS: MÍDIA, CULTURA E TECNOLOGIA ON LINE REVISTA CLICHÊ ON LINE REVISTA DESIGN E TECNOLOGIA PG DESIGN ON LINE REVISTA PUBLISH MENSAL Página122

123 ANEXO 3 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DA ESTRUTURA CURRICULAR - Página123

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