QUESTÕES DE PROFISSIONALIZAÇÃO: implicações da ergonomia e da noção de risco no dilema da regulamentação da profissão de design

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "QUESTÕES DE PROFISSIONALIZAÇÃO: implicações da ergonomia e da noção de risco no dilema da regulamentação da profissão de design"

Transcrição

1 UFMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS III JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍCAS PÚBLICAS QUESTÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO NO SÉCULO XXI 1 QUESTÕES DE PROFISSIONALIZAÇÃO: implicações da ergonomia e da noção de risco no dilema da regulamentação da profissão de design RESUMO Ednalva Maciel Neves 1 Estudo vinculado à sociologia das profissões, explora o design como profissão que concebe produtos e elabora projetos. A cultura projectual possui um corpo de conhecimento, dividido em: industrial, gráfico, de interiores e webdesign. A formação do campo profissional exigiu diferenciações graduais, inicialmente, com o artesão e, atualmente, com profissionais sem formação específica que atuam como designers. O dilema está na relação entre funcionalidade e forma dos produtos projetados responsavelmente. Alega-se que os autodidatas não concebem produtos em termos ergonômicos. Autonomia sofre interferência do mercado de trabalho e a regulamentação da profissão passa pelo embate entre formação e potencial criativo nato. Palavras-Chave: autonomia, design, regulamentação, sociologia das profissões ABSTRAC Entailed study to the sociology of the professions, it explores design as profession that conceives products and elaborates projects. The projectual culture possess a body of knowledge, divided in: industrial, graph, of interiors and webdesign. The formation of the professional field demanded gradual differentiations, initially, with the craftsman and, currently, professionals without specific formation who act as designers. The dilemma is in the relation between functionality and form of the responsible projected products. It alleges that the self-taughts person do not conceive products in ergonomic terms. Autonomy suffers interference from the work market and the regulation of the profession passes for the shock between formation and born creative potential. Keywords: autonomy, design, regulation, profession s sociology 1 INTRODUÇÃO Em A Economia das trocas simbólicas (2003), P. Bourdieu problematiza, entre outros temas, a autonomia dos sistemas de relações de produção, circulação e consumo de bens simbólicos (p. 99) a respeito dos campos intelectual e artístico. Este texto despontou como leit motiv na compreensão do sistema de relações observadas no exercício da profissão de desenho industrial, enquanto uma forma de organização do trabalho. Com esse enfoque, reconhecemos que estamos ingressando na discussão sociológica acerca das profissões a partir de um dos seus aspectos - autonomia. Essa situação é resultado de um processo de aproximação com o campo do design ou desenho 1 Doutora em Antropologia Social.Docente/UFMA/CCH/DESOC

2 2 industrial, que iniciou com a discussão sobre a formação do profissional e a utilização da idéia de risco. Tomamos a idéia de risco como parte da lógica de ordenação exercida através de conceitos, que atuam como critérios de classificação e hierarquização do universo, no sentido adotado por Durkheim e Mauss (1999). A intenção é discutir a constituição de uma profissão entendida em termos do trabalho especializado, organizado a partir de um conhecimento adquirido e de certo talento, socialmente reconhecidos. Neste sentido, partimos da auto-representação dos agentes sociais investigados, que se definiram como profissionais portadores de um saber que lhes é próprio e de uma técnica que lhes é peculiar, embora não exclusiva. É, justamente, essa especificidade do campo que nos instigou à investigação. A compreensão das relações entre a aplicação da noção de risco e o exercício da profissão de designer se constitui no entendimento sobre agentes, produtos, institucionalização e representações vinculadas ao domínio profissional. A investigação está voltada ao acompanhamento da formação do desenhista industrial no curso existente na Universidade Federal do Maranhão e entrevistas com professores e profissionais que atuam no mercado de trabalho (design: de produto, gráfico, de interiores) de São Luís, capital do estado. Segundo os interlocutores, desenho industrial ou design 2 compreende uma atividade profissional orientada para o desenvolvimento de projetos associando aspectos funcionais, estruturais, ergonômicos, estético-formais de um produto ou sistemas de produto. O ponto de partida é a concepção e o desenvolvimento de todo um processo de projetaçao até que o produto final possa entrar no mercado consumidor ou possa ser aplicado ao seu destino. No design, a idéia de risco compõe a prática profissional vinculada à sua dimensão formal: a educação universitária através da ergonomia, disciplina que compõe o currículo da graduação. Apesar da institucionalização da formação pelo ensino superior, atualmente, as fronteiras de demarcação da profissão são debatidas em torno de dois aspectos principais: atuação no mercado e a regulamentação da profissão. O texto sistematiza as reflexões preliminares acerca da chamada cultura básica do design, entendida como exigência lógica de pertencimento ao agrupamento, referida pelos interlocutores e apresentada como parte da formação profissional, envolvendo competências adquiridas e o chamado talento. 2 O termo design é a designação anglo-saxônica desta profissão e significa criação. No entanto, a profissão é popularmente conhecida como desenho industrial, em razão da tradução do termo dibujo utilizado no espanhol, o que restringe a expressão da profissão ao sentido de desenho. Na Universidade Federal do Maranhão, o curso de desenho industrial foi criado em 1976, com concentração em design de produto, vinculado ao Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, embora os interlocutores informem que se trata de um curso interdisciplinar e que deveria estar no campo das ciências sociais aplicadas ou junto ao departamento de artes.

3 3 Adotamos a noção de profissão elaborada por Machado, entendida como uma ocupação cujas obrigações criam e utilizam de forma sistemática o conhecimento geral acumulado na solução de problemas postulados por um cliente (tanto individual como coletivo) (1995, p. 18). Por conseguinte, a autoridade é estabelecida a partir da detenção do conhecimento especializado, orientada para um ideal de serviços. Neste texto, atividade profissional compreende o conjunto de conhecimentos novos mais fortemente relacionados à uma esfera ocupacional (MACHADO, 1995, p. 18). 2 A CULTURA BÁSICA DO DESIGN COMO FRONTEIRA: risco, ergonomia e competências? Segundo interlocutores, o marco histórico de referência para o desempenho profissional de desenhista é a Revolução Industrial 3, em razão da planificação da produção e diversificação das mercadorias. Desde então, estes profissionais são atuantes, especialmente, na indústria de transportes (trens, automóveis, etc.) e na produção de bens de consumo, máquinas, equipamentos. Atualmente, a participação do design no sistema produtivo capitalista tem sido ampliada em função da capacidade de articular utilidade e estética, seja na transmissão de uma informação (design gráfico, web design), no planejamento de interiores (espaços e móveis), no planejamento de produtos voltados ao mercado de consumo. Por conseguinte, os profissionais comentam que o design trabalha um produto (ou espaço, informação, idéia, etc.) de forma que este tenha qualidade de uso e forma, fazendo a junção de características técnico-funcionais com restrições de ordem técnico-econômica. Na constituição da profissão, o confronto entre designer e artesão se configura como uma modalidade de diferenciação social, instituída pela aquisição do corpo de conhecimento fornecido pelo treinamento profissional (FREIDSON, 1996) e que define o status de profissão. Trata-se do processo de formação profissional, ocorrendo fora do mercado de trabalho, ministrado por membros da ocupação, que transmitem o modelo profissional típico, diferentemente do treinamento vocacional de um ofício artesão - em que o aprendizado se realiza no mercado de trabalho. Neste contexto, a universidade é o espaço social de institucionalização e independência em relação às atividades desenvolvidas do mercado de trabalho. Trata-se da estratégia política de estabelecimento da jurisdição da ocupação, na medida em que a 3 Embora, os interlocutores comentem que a profissão de desenhista seja muito antiga, pois o homem sempre planeja o que vai fazer, desde as primeiras ferramentas utilizadas na pré-história humana.

4 4 transmissão do corpo de conhecimentos é realizada por corpo docente qualificado e portador da autoridade profissional 4. No caso, a transmissão do estilo de pensamento, (DOUGLAS, 1998), no entanto, não se realiza apenas pelos profissionais com formação no campo do design e parte dos que são professores têm formação em engenharia, arquitetura. Para eles, o importante é ser portador da cultura básica do design, vista como o aprendizado e treinamento da profissão aliados ao talento, que define o modelo profissional ideal. A explicação dada é que deve-se ter uma preocupação com o projeto: deve-se unir a função, forma e o que você pretende agregar como valor estético. O design se caracteriza pela habilidade em determinar as propriedades formais dos objetos (características exteriores e, sobretudo, as relações estruturais e funcionais), tendo como variante o styling, entendido atuação voltada para a criação de formas ou da realidade externa do objeto. Para os profissionais, o designer se afirma no mercado de através do talento aliado ao conhecimento técnico adquirido. Esse duplo caráter da profissão é reivindicado por todos e é um tema recorrente. Quanto se trata da formação, o ensino universitário do design funda a etapa da institucionalização da profissão, mediada pelo Estado, que exerce a regulação na garantia do direito ao exercício da profissão pelos que possuem o conhecimento especializado (FREIDSON, 1996). A idéia de risco está inserida na disciplina chamada Ergonomia, de forma que risco, perigo, warning, seja lá o que for, é tudo atrelado a ergonomia, dentro de produtos e o risco tem que ser previsto, mas a prevenção não é direcionada para este fim.. A ergonomia é referida pelos interlocutores como uma capacidade desenvolvida pelo profissional de gerenciar esta coisa de risco na interação usuário-produto. A problemática do erro profissional é, então, apontada como decorrência de uma formação inadequada ou da ausência de formação, o que diferencia internamente os profissionais e, também, os agentes sociais que pertencem ao agrupamento profissional. Portanto, o profissional formado reconhece que, na prática, deve acompanhar a produção e ter uma prova do produto idealizado 5, já que muitas vezes é neste momento que aspectos arriscados aparecem. Em outras ocasiões, é durante a utilização do produto que se identifica uma falha, daí a adoção da política comercial do chamado recall muito utilizada na indústria automobilística. Desta forma, até na primeira peça fabricada, você 4 No caso estudado, os professores do curso de Desenho Industrial ocupam atividades no mercado de trabalho local, de modo que não estão dedicados integralmente ao ensino da profissão e se apóiam tanto no mercado acadêmico quanto no comercial. 5 Outras ferramentas são desenvolvidas para a adequação do projeto, duas foram referidas: uma designada confiabilidadade do projeto (estudo das falhas que podem acontecer com o produto durante o seu ciclo de vida) e filosofia fail-safe (trabalho de segurança, orientado pelo princípio de que se o impacto ou conseqüência da falha poder ser reduzido ou tornado desprezível, então, a própria falha vira irrelevante).

5 5 detecta, você faz a correção. Às vezes, quando você não bota em produção, é uma peça única. Você detecta determinados defeitos durante o uso do produto, pronto, aí, tem que ser alterado. Condições que reforçam, segundo os interlocutores, a necessidade de um conhecimento consistente em Ergonomia. Outra frente de utilização da idéia de risco vem da noção de projetar responsavelmente, que envolve três dimensões básicas: a primeira concernente à admissão ou não do risco na ação do projetista, a segunda questão se refere à possível responsabilidade por erros da parte dele [designer] e a terceira é a responsabilidade pela maneira que o objeto é usado pelo consumidor. Nesta reflexão, o enfoque é dado às relações do primeiro tipo que marcam a constituição do grupo a partir da formação e a caracterização da atuação profissional no mercado de trabalho. A problemática do pertencimento à profissão é retomada através da preocupação com o mercado de trabalho e, particularmente, com a atuação de designers não formados. Segundo o comentário, autodidatas sempre existiram e não deixarão de existir em atividades onde nem sempre a formação técnica é prioridade, em determinados setores de atuação, diante de um potencial criativo nato. A dimensão profissional do talento, considerado como atributo inato e diferenciador no mercado de trabalho, é apresentada como aspecto não técnico da atividade profissional de design, imputado à ordem da criatividade pessoal. Este aspecto faz emergir o elemento imprevisível, embora constitutivo, da prática profissional. O paradoxo é que a dimensão do potencial criativo inato permite uma abertura do mercado de trabalho para aqueles que não tendo formação, possuem a qualificação pessoal da criatividade, parte reconhecida do desempenho profissional. Assim, o critério de diferenciação interna ao campo se constitui como condição de demarcação da profissão e da reserva de mercado de trabalho. 3 RECONHECIMENTO, AUTONOMIA E REGULAMENTAÇÃO O tema sobre o processo de regulamentação da profissão 6 surgiu no transcurso do trabalho de campo a partir de um debate 7 promovido pelo Centro Acadêmico de Desenho Industrial, contando com a participação de professores. O debate transcorreu em torno das 6 O primeiro projeto de regulamentação da profissão data de 1980, vários outros foram apresentados não Congresso Nacional e que foram arquivados. O último projeto do deputado Eduardo Paiva recebeu parecer favorável dado pela Deputada Iara Bernardi, que modificou seu parecer alegando que ficariam de fora profissionais que tinham talento artístico, em razão do Artigo 3 cujo texto afirma: Aos que possuem devidamente registrado diploma... 7 Intitulado Regulamentação da profissão de designer: prós e contras, realizad em 17 de fevereiro de 2006, tendo como público os professores e alunos do curso de desenho industrial da UFMA.

6 6 conseqüências dos pareceres favorável e não-favorável ao processo de criação do Conselho Profissional de Design, dado em junho de 2005 na Câmara Federal. A prática do design é, então, caracterizada pela habilidade de produção de conceito, idéia, projeto, fortalecendo a ideologia profissional de uma atividade intelectual voltada para a elaboração de planos, que possibilita a atuação em qualquer esfera da produção. No entanto, tal ideologia não contribui para o controle das atividades profissionais, nem para a delimitação da reserva de mercado de trabalho, considerando que a regulamentação expressa a circunstância em que as ocupações negociam limites jurisdicionais entre si, estabelecem e controlam sua própria divisão do trabalho no processo de profissionalização (FREIDSON,1996, p. 03). Segundo interlocutores, a regulamentação não garante a expectativa de mercado de trabalho. A visibilidade social da profissão está relacionada com a constituição do mercado de trabalho e é apresentado como uma das maiores dificuldades da profissão, e um dos interlocutores comentou que empecilho é o próprio mercado, que de um modo geral é pobre. Dificilmente, as pessoas têm dinheiro para investir neste tipo de projeto, ainda considerado supérfluo, mas que vem crescendo. O processo de profissionalização evidenciado pela regulamentação para o grupo, deixa entrever as dificuldades internas em constituir o consenso. No nível local, parte dos professores é formada em cursos de engenharia e arquitetura, assim, reivindicar uma exclusividade profissional é paradoxal. Alguns profissionais que fazem parte da posição de mandato de conhecimento são advindos de áreas profissionais que competem no mercado de trabalho pela atuação como designer. Estes dilemas indicam que o processo de profissionalização no design possui pontos de estrangulamento que se despontam no âmbito da atuação política dos seus praticantes. É caso dos vários projetos de regulamentação apresentados ao Congresso Nacional e da dificuldade em ancorar o curso de desenho industrial no centro universitário considerado mais apropriado para a profissão 8. Sobre a regulamentação, existem duas posições no campo. Uma que afirma o imperativo deste processo, alegando que todo profissional necessita de um meio de organização, defesa de seus direitos e estabelecimento de deveres. É assim que funciona qualquer sociedade. A outra posição contra argumenta que eu sou mais contra do que a favor, o que vai importar no final é grana. Se você conseguir grana, você está bem, se não, você vai se dar mal. 8 Localizado no Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas, a vinculação do curso se deve, segundo alguns professores, ao baixo poder político da profissão em reivindicar outra condição, no entanto, outros interlocutores apontam a valorização do treinamento técnico exigido como critério de localização, já que os laboratórios estão situados neste centro universitário.

7 7 A manifestação das associações nacionais da categoria no momento do debate sobre regulamentação da profissão refutava a limitação do exercício da profissão aos portadores do diploma. As associações organizadas segundo a área de atuação no mercado de trabalho, assim temos: Associação dos Designers Gráficos-ADG, Associação dos Designers de Projeto-ADP, o que desvela a diferenciação interna existente. De modo geral, o mercado de trabalho tem exercido o papel de mecanismo de regulação da profissão, pelo status adquirido com a distinção na atuação. Tal condição pode ser atribuída aos condicionantes internos ao campo, sendo exemplar a ideologia profissional que desponta como não favorável à divisão do trabalho e formação da reserva de mercado, defendendo uma atuação vasta para a atuação profissional. Por outro lado, a dimensão da aparência externa do produto ou a estética se enquadra no domínio dos gostos de classe, de forma que o consumidor define de quem vai adquirir seu produto por critérios que não são, necessariamente, os defendidos pela categoria profissional. 4 CONCLUSÃO Neste estudo, observamos como a abordagem sobre a noção coletiva de risco contribui para a compreensão da constituição da categoria profissional, cujo processo de profissionalização discute as possibilidades de regulamentação estatal. A formação profissional tem na dimensão técnica seu ponto forte, pois está associada ao principio da competência, na qual a ergonomia se constitui na base cientifica a partir da qual a noção de risco surge como elemento implícito de formação da habilidade profissional. A composição interna compreende profissionais que têm formação em design ou desenho industrial e outros profissionais que, embora atuando no mercado de trabalho, não possuam a formação técnica, são chamados não formados ou autodidatas. A estes últimos é atribuído um talento vinculado à estética e arte, que é reivindicado como dimensão de natureza profissional e defendido pelos profissionais formados que detêm um nicho do mercado de consumidores. Aspecto que representa a perda do monopólio do mercado de trabalho. A experiência de profissionalização do design industrial é vivenciada em torno de dissensos que demonstram a reivindicação entre competência técnica e a aptidão inata, o que se conforma o modelo profissional ideal. Além disso, se reivindica um domínio amplo atuação, que resulta na fragmentação do agrupamento profissional por atividades desenvolvida e que formaliza associações profissionais variadas e que desvela a ausência de homogeneidade dentro da ocupação.

8 8 O processo de profissionalização é transpassado por dois eixos de convencimento: um interno ao campo que remete a necessidade de persuadir os colegas sobre a relevância da formação e outro externo ao campo voltado para a visibilidade social do trabalho desenvolvido. REFERÊNCIAS BARBOSA, M. Lígia Renascimento do profissionalismo: alguns comentários. In: Rev. Brasileira de Ciências Sociais, vol. 14, n. 39, São Paulo. BOMFIM, Gustavo Amarante Idéias e formas na história do design. Uma investigação estética. João Pessoa: Ed. Universitária/UFPb. BONELLI, M. da Glória O instituto da ordem dos advogados brasileiros e o estado: a profissionalização no Brasil e os limites dos modelos centrados no mercado. In: Rev. Bras. de Ciências Sociais, vol. 14, nº 39, fevereiro/1999. BOURDIEU, P A economia das trocas simbólicas. 5ª Ed. São Paulo: Ed. Perspectiva. DOUGLAS, M Como as instituições pensam. São Paulo: EdUSP. DURKHEIM, É. e MAUSS, M Algumas formas primitivas de classificação. In: MAUSS, M Ensaios de sociologia. São Paulo: Ed. Perspectiva. 2ª edição. FREIDSON, E Para uma análise comparada das profissões: a institucionalização do discurso e do conhecimento formais. In: Rev. Bras. de Ciências Sociais, Vol. 11, nº 31, HESKETT, J Desenho Industrial. Rio de Janeiro: José Olympio Editora. MACHADO, M. Helena Sociologia das profissões: uma contribuição ao debate teórico. IN: MACHADO, M. Helena. (Org.). Profissões de saúde: uma abordagem sociológica. Rio de Janeiro: ED. FIOCRUZ. WEBER, Max Economia e sociedade. Vol.1. Brasília, DF: Ed. da Universidade de Brasília.

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O PAPEL DOS CONSELHOS PROFISSIONAIS Parecer CNE/CES n 20/2002 Não cabe ao órgão profissional definir condições de funcionamento de cursos

Leia mais

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Regina Luzia Corio de Buriasco * UEL reginaburiasco@sercomtel.com.br Magna Natália Marin Pires* UEL magna@onda.com.br Márcia Cristina de Costa Trindade Cyrino*

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

CBA. Certification in Business Administration

CBA. Certification in Business Administration CBA Pós - Graduação QUEM SOMOS PARA PESSOAS QUE TÊM COMO OBJETIVO DE VIDA ATUAR LOCAL E GLOBALMENTE, SEREM EMPREENDEDORAS, CONECTADAS E BEM POSICIONADAS NO MERCADO, PROPORCIONAMOS UMA FORMAÇÃO DE EXCELÊNCIA

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO MESTRADO SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO Justificativa A equipe do mestrado em Direito do UniCEUB articula-se com a graduação, notadamente, no âmbito dos cursos de

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

Bacharelado em Humanidades

Bacharelado em Humanidades UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DE CURSO Bacharelado em Humanidades 1. Perfil do Egresso Em consonância

Leia mais

II. Atividades de Extensão

II. Atividades de Extensão REGULAMENTO DO PROGRAMA DE EXTENSÃO I. Objetivos A extensão tem por objetivo geral tornar acessível, à sociedade, o conhecimento de domínio da Faculdade Gama e Souza, seja por sua própria produção, seja

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br

A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br A INFLUÊNCIA DO SALÁRIO NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar www.proenem.com.br INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

PROPOSTA DE NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA O EXERCÍCIO DA ARQUEOLOGIA

PROPOSTA DE NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA O EXERCÍCIO DA ARQUEOLOGIA PROPOSTA DE NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA O EXERCÍCIO DA ARQUEOLOGIA Luís Cláudio Symanski (CEPA - Universidade Federal do Paraná) Christiane Lopes Machado (Rheambiente) Roberto Stanchi (Instituto

Leia mais

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL Historicamente, o ensino da administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelos currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Fórum ONG/AIDS RS COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Paulo Giacomini Porto Alegre, 30 de Outubro de 2014. Comunicação 1. Ação de comunicar, de tornar comum (à comunidade) uma informação (fato, dado, notícia); 2. Meio

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE 1 MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE Olinda PE Agosto / 2014 2 Introdução As atividades complementares representam um conjunto de atividades extracurriculares que

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE Série Número de aulas semanais 4ª 2 Apresentação da Disciplina Considerando a necessidade de repensar o ensino da arte, faz-se necessário refletir sobre este ensino em sua

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E TRABALHO INTERDISCIPLINAR

SERVIÇO SOCIAL E TRABALHO INTERDISCIPLINAR SERVIÇO SOCIAL E TRABALHO INTERDISCIPLINAR Fátima Grave Ortiz é assistente social, mestre e doutora em Serviço Social pela UFRJ. É professora da Escola de Serviço Social da mesma universidade, e compõe

Leia mais

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015

Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social. Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Serviço Social e o Trabalho Social em Habitação de Interesse Social Tânia Maria Ramos de Godoi Diniz Novembro de 2015 Sobre o trabalho social O trabalho social nos programas de, exercido pelo (a) assistente

Leia mais

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A indissociabilidade entre ensino/produção/difusão do conhecimento

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital ZAIDAN, Lílian Araújo Ferreira 1 VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira 2 No ensino

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

DIREITO. Pós-Graduação

DIREITO. Pós-Graduação DIREITO Pós-Graduação QUEM SOMOS PARA PESSOAS QUE TÊM COMO OBJETIVO DE VIDA ATUAR LOCAL E GLOBALMENTE, SER EMPREENDEDORAS, CONECTADAS E BEM POSICIONADAS NO MERCADO, PROPORCIONAMOS UMA FORMAÇÃO DE EXCELÊNCIA,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Celso João Ferretti: o processo de desintegração da educação atingiu em menor escala as escolas técnicas.

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS

CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE PARA A ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDOS Versão 1.1 Setembro 2013 1. Critérios (mínimos) de referência quanto à qualificação do corpo docente para a acreditação

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR

ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR Resumo FRANZÃO, Thiago Albieri UEPG/GEPEA thiagofranzao@hotmail.com RAMOS, Cinthia Borges de UEPG/GEPEA cinthiaramos88@yahoo.com.br

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES

Leia mais

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão O PAIF NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL INTRODUÇÃO O conceito de ação social está presente em diversas fontes, porém, no que se refere aos materiais desta disciplina o mesmo será esclarecido com base nas idéias

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES 1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade

Leia mais

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO

RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS RESUMO RESULTADOS E EFEITOS DO PRODOCÊNCIA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS Elisabete Duarte de Oliveira e Regina Maria de Oliveira Brasileiro Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

Almadesign Conceito e Desenvolvimento de Design, Lda.

Almadesign Conceito e Desenvolvimento de Design, Lda. Almadesign Conceito e Desenvolvimento de Design, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A Almadesign Conceito e Desenvolvimento de Design, Lda. é uma empresa com competências nucleares

Leia mais

1. A Evolução da Pós-Graduação Stricto-Sensu

1. A Evolução da Pós-Graduação Stricto-Sensu - 1-1. A Evolução da Pós-Graduação Stricto-Sensu Os dados da pós-graduação brasileira indicam que todas as áreas do conhecimento apresentaram crescimento expressivo ao longo dos anos, com algumas oscilações,

Leia mais

Fala do Presidente da SBS, Carlos Benedito Martins por ocasião de sua posse durante o 39ºncontro da Anpocs.

Fala do Presidente da SBS, Carlos Benedito Martins por ocasião de sua posse durante o 39ºncontro da Anpocs. 1 Fala do Presidente da SBS, Carlos Benedito Martins por ocasião de sua posse durante o 39ºncontro da Anpocs. Gostaria de agradecer a confiança dos associados na nova Diretoria eleita no 17º Congresso

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara Superior de UF: DF Educação ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de: Filosofia, História,

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso

O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso O talento como diferencial de carreira... Uma fórmula de sucesso Maiane Bertoldo Lewandowski Consultora de RH Hospital Mãe de Deus TRANSFORMAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO Mudança de modelo mental; Escassez

Leia mais

Currículo Referência em Teatro Ensino Médio

Currículo Referência em Teatro Ensino Médio Currículo Referência em Teatro Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas Investigar, analisar e contextualizar a história do Teatro compreendendo criticamente valores, significados

Leia mais

Profª Drª Maria Aparecida Baccega

Profª Drª Maria Aparecida Baccega Profª Drª Maria Aparecida Baccega http://lattes.cnpq.br/8872152033316612 Elizabeth Moraes Gonçalves - UMESP Alguns dados de currículo Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB

UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB 01. RESUMO Karla Rodrigues de Almeida Graduada em Letras pela UFCG e-mail: karlaalmeida.1@hotmail.com Izanete

Leia mais

OS SABERES DOS PROFESSORES

OS SABERES DOS PROFESSORES OS SABERES DOS PROFESSORES Marcos históricos e sociais: Antes mesmo de serem um objeto científico, os saberes dos professores representam um fenômeno social. Em que contexto social nos interessamos por

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO: MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO EM SAÚDE

Leia mais

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 4.106, DE 2012 I RELATÓRIO

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 4.106, DE 2012 I RELATÓRIO COMISSÃO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI N o 4.106, DE 2012 Regulamenta o exercício da profissão de Supervisor Educacional, e dá outras providências. Autor: Deputado ADEMIR CAMILO Relator: Deputado ARTUR BRUNO

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA

WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO E ENSINO DE CIÊNCIAS NO AMAZONAS MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS NO AMAZONAS WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA PROPOSTAS

Leia mais

Tradução e mercado de trabalho

Tradução e mercado de trabalho Tradução e mercado de trabalho Entrevista com Maria Franca Zucarello, presidente do Sindicato Nacional de Tradutores Angélica Karim Garcia Simão 1 Para o número sobre tradução da revista abehache, julgamos

Leia mais

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra:

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra: MBA Pós - Graduação QUEM SOMOS Para pessoas que têm como objetivo de vida atuar local e globalmente, ser empreendedoras, conectadas e bem posicionadas no mercado, proporcionamos uma formação de excelência,

Leia mais

Formação, Exercício e Compromisso Social

Formação, Exercício e Compromisso Social Formação, Exercício e Compromisso Social Antonio Francisco de Oliveira 1 Vice-Presidente do CAU/BR Coordenador da CEP-CAU/BR A Arquitetura e Urbanismo é, sem sombra de dúvida, uma das profissões cujo exercício

Leia mais

APRESENTAÇÃO OBJETIVO DO CURSO

APRESENTAÇÃO OBJETIVO DO CURSO 1 APRESENTAÇÃO Segundo Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Design (2004), o curso de graduação em Design deve ensejar, como perfil desejado do formando, capacitação para a apropriação

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores

Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores Temas geradores Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores têm à sua disposição algumas estratégias

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E COMUNICAÇÃO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DESIGN DE MODA 1. Atividades Complementares Atividades Complementares são atividades desenvolvidas

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Maria Lígia de Oliveira Barbosa Belo Horizonte, MG: Argvmentvm, 2009, 272 p. Maria Lígia de Oliveira Barbosa, que há algum tempo

Leia mais

VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia. Angela Uller

VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia. Angela Uller VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia Angela Uller P&D Invenção Saber C&T Descoberta Conhecimento Um dos maiores problemas para se tratar da Inovação, seja para o estabelecimento

Leia mais

Profº Rodrigo Legrazie

Profº Rodrigo Legrazie Profº Rodrigo Legrazie Tecnologia Conceito: é a área que estuda, investiga as técnicas utilizadas em diversas áreas de produção Teoria geral e estudos especializados sobre procedimentos, instrumentos e

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Há amplo consenso nas categorias profissionais da saúde, em especial na categoria

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: UF Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Este regulamento, elaborado pela Coordenação do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo, tem por objetivo regulamentar o desenvolvimento

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Pesquisa A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas e Comunicação Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia PASSO A PASSO PARA ATIVIDADES PRÁTICAS COMPLEMENTARES São atividades obrigatórias

Leia mais

e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 1 CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 2 CONVERSANDO SOBRE CURRÍCULO Diferentes concepções Conteúdos e competências Sobre aprendizagens Projetos alternativos

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais