CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS MANUAL DO CANDIDATO

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1 CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS MANUAL DO CANDIDATO

2 APRESENTAÇÃO Prezado candidato, O SENAC Minas visando a valorização profissional, o desenvolvimento sócioeconômico dos indivíduos e o atendimento às necessidades do mercado de trabalho, vem atuando nos diversos campos do conhecimento, formando, aperfeiçoando e desenvolvendo recursos humanos para as atividades do comércio e prestação de serviços. Suas Unidades de Ensino Técnico foram credenciadas pela Portaria SEEMG nº 71/06, de para realizarem certificação de competências profissionais de trabalhadores que, mesmo sem titulação, vêem atuando no mercado de trabalho em ocupações correspondentes a cursos técnicos por elas ministrados. Em vista disso, preparamos este manual de informações para orientá-lo sobre as normas, rotinas e procedimentos necessários para sua participação no processo de Certificação de Competências Profissionais. 1. DA REALIZAÇÃO A Certificação de Competências Profissionais ficará a cargo de cada Unidade de Ensino Técnico dos Centros de Formação Profissional do SENAC Minas, cabendo-lhes planejar, coordenar e executar o processo, divulgando todas as informações necessárias A Certificação de Competências Profissionais estará aberta a todos aqueles que já tenham concluído o Ensino Médio e comprovarem o exercício profissional de no mínimo 02 (dois) anos, em ocupação diretamente relacionada com o perfil profissional de conclusão da habilitação profissional em que pretende se certificar. Certificação de Competências Profissionais 2

3 1.3 - O processo de Certificação de Competências Profissionais será realizado conforme calendário/cronograma estabelecido pela Unidade de Ensino Técnico, contemplando os cursos técnicos por ela oferecidos. 2. DA INSCRIÇÃO O candidato deverá apresentar original e cópia simples dos seguintes documentos, para fins de análise, conferência e efetivação da inscrição: Carteira de Identidade; Cadastro de Pessoa Física CPF; Registro Civil certidão de nascimento ou de casamento; Título de Eleitor e comprovante de quitação com o Serviço Eleitoral; Documento Militar para o sexo masculino entre 18 e 45 anos; Histórico Escolar ou Certificado de conclusão do Ensino Médio; Carteira Profissional; Contrato de Trabalho ou Declaração do empregador em papel timbrado e com firma reconhecida em Cartório; Contrato Social quando o candidato for proprietário do próprio negócio ou Declaração do próprio candidato, acompanhada de uma Declaração de cliente ao qual tenha ou venha prestando atendimento ou prestando serviço (com firmas reconhecidas em Cartório); comprovando a experiência profissional do candidato, de no mínimo 02 (dois); anos, na modalidade em que pretende se habilitar; Comprovante de pagamento da taxa de inscrição; Comprovante de endereço O candidato deverá preencher Requerimento específico disponível na Central de Informações e Matrícula das Unidades de Ensino Técnico SENAC A inscrição poderá ser feita pelo candidato ou por seu representante legal, mediante procuração com firma reconhecida em Cartório O candidato deverá manter sob sua posse, a Nota Fiscal original relativa ao pagamento da taxa de inscrição A veracidade da documentação e das informações prestadas no ato da inscrição será de inteira responsabilidade do candidato, para que possa produzir todos os efeitos a que se destina Será aceita apenas uma inscrição por candidato O candidato com necessidades especiais deverá comunicar esta situação no ato da inscrição e apresentar atestado médico que comprove a necessidade de atendimento especial. Certificação de Competências Profissionais 3

4 2.8 - A inscrição no processo de Certificação de Competência Profissional implicará a aceitação irrestrita das condições estabelecidas pela legislação educacional e pelo Regimento Escolar da Unidade de Ensino Técnico SENAC, não cabendo ao candidato qualquer recurso quanto às normas ali estabelecidas Este Manual apresenta os seguintes anexos: Anexo I - Descrição do perfil profissional de conclusão da Habilitação Profissional pretendida pelo candidato Anexo II Componentes Curriculares da matriz curricular referente ao curso desenvolvido pela Unidade de Ensino Técnico Anexo III Ementa dos Componentes Curriculares e Bibliografia Anexo IV Cronograma de realização do processo de Certificação de Competências Profissionais Não será fornecido ao candidato nenhum tipo de material didático O SENAC Minas não se responsabilizará pelo transporte, nem pelo fornecimento de lanches para os candidatos. 3. DA TAXA DE INSCRIÇÃO O valor da taxa de inscrição corresponderá a 20% (vinte por cento) do valor total cobrado pelo SENAC Minas, no respectivo curso técnico O simples recolhimento da taxa de inscrição não configurará a inscrição Caso o candidato inscrito desista de realizar o processo, o SENAC Minas efetuará a retenção de 10%(dez por cento) do valor pago pelo candidato, devolvendo-lhe o restante do valor. 3.4 Se o candidato, após a inscrição, desistir de participar do processo avaliativo, até 24 (vinte e quatro) horas antes de sua realização, o SENAC Minas efetuará a retenção de 20% (vinte por cento) do valor pago pelo candidato, devolvendo-lhe o restante do valor Não haverá devolução da taxa de inscrição, caso o candidato não compareça para realização da avaliação ou não seja aprovado. Certificação de Competências Profissionais 4

5 4. DOS PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO Para se inscrever no processo de Certificação de Competências Profissionais, o candidato deverá observar o cronograma da Certificação e adotar os seguintes procedimentos: a) Pagar a taxa de inscrição, conforme as normas do SENAC; b) Apresentar na Central de Informações e Matricula toda a documentação exigida (original e cópia); c) Preencher os campos do Requerimento de inscrição e assiná-lo; O não cumprimento de quaisquer dos procedimentos de inscrição impedirá a efetivação da mesma. 5. DA CONFIRMAÇÃO DE INSCRIÇÃO O Crachá, documento indispensável para realização do processo de Certificação, será entregue no ato da inscrição O Crachá não poderá ser plastificado Para realização da avaliação, o candidato deverá apresentar o Crachá de Inscrição, juntamente com a carteira / cédula de identidade Ao receber o Crachá de Inscrição, o candidato deverá fazer a conferência dos seguintes dados: a) seu nome, nome do curso, local e período de realização das avaliações. b) seu número de matrícula (número de inscrição); c) data, horário e endereço (local e número da sala) onde realizará a avaliação Será de inteira responsabilidade do candidato ou de seu representante legal, a conferência dos dados contidos no Crachá de Inscrição. Em caso de dados incorretos, a não solicitação da retificação imediata implicará, por parte do candidato, na aceitação irrestrita dos dados contidos no cartão. 6. DA AVALIAÇÃO E SUAS ETAPAS O processo de avaliação da Certificação de Competências Profissionais, comum a todos os candidatos inscritos, terá por objetivo avaliar as competências profissionais Certificação de Competências Profissionais 5

6 definidas para cada curso, considerando o perfil profissional de conclusão estabelecido no Plano de Curso da Habilitação Profissional Serão utilizadas diferentes técnicas e instrumentos para avaliar os conhecimentos gerais, as habilidades, as atitudes e os conhecimentos técnicos específicos relacionados às competências requeridas na Habilitação Profissional. Toda documentação deverá permanecer arquivada na Unidade, na pasta de cada candidato Abrangerá componentes teóricos e práticos, considerando a natureza da profissão, o perfil profissional de conclusão e as competências a serem avaliadas A avaliação será realizada em 03 (três) etapas, sendo todas eliminatórias e não haverá revisão dos resultados obtidos no processo avaliativo. Primeira etapa Avaliação escrita: o candidato deverá demonstrar que possui os conhecimentos relativos às bases tecnológicas que constituem insumos para a apropriação das competências. O candidato deverá acertar no mínimo, 85%(oitenta e cinco por cento) das questões. Segunda etapa Avaliação prática: o candidato deverá evidenciar em seu desempenho, em situações reais ou simuladas, que possui domínio dos conhecimentos, habilidades e valores relativos às competências avaliadas. No desempenho do candidato, deverão ser evidenciados 100%(cem por cento) dos indicadores de eficiência estabelecidos para realizar a atividade que lhe foi proposta. Terceira etapa - Banca examinadora: o candidato será arguido por uma banca examinadora, visando validar e legitimar o processo realizado nas etapas anteriores. Essa etapa será constituída por questões orais O candidato somente poderá realizar a avaliação na data, local e horário indicados no Crachá de Inscrição, sendo de sua inteira responsabilidade a locomoção até o local As avaliações teórica e prática terão duração máxima de até 04 (quatro) horas. 6.7 As etapas da avaliação serão realizadas de acordo com o cronograma estabelecido e disponibilizado pela Unidade O candidato deverá apresentar-se no local de realização da avaliação, no mínimo 30 minutos antes do horário, munido do Crachá de Inscrição, carteira / cédula de identidade, lápis nº 2 e caneta esferográfica azul ou preta Não será permitida a entrada do candidato após o horário estabelecido para o início da avaliação. Nesse caso, o candidato será considerado eliminado do processo de Certificação de Competência Profissional. Certificação de Competências Profissionais 6

7 6.10 Só serão admitidos recursos, desde que devidamente fundamentados, quanto à formulação das questões e quanto ao gabarito, no prazo de até 02 (dois) dias úteis, a contar da divulgação do resultado. 7. DOS RESULTADOS 7.1 A aprovação do candidato nas três etapas integrantes do processo de Certificação de Competências Profissionais lhe possibilitará a obtenção do Diploma da Habilitação Profissional, correspondente ao seu preparo e à sua experiência profissional Os resultados das avaliações do processo de Certificação de Competência Profissional serão divulgados nas datas estabelecidas no cronograma. 8. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS É de inteira responsabilidade do candidato manter sob sua guarda a Nota Fiscal As disposições e instruções contidas nos instrumentos de avaliação a serem utilizado, constituem normas que complementarão o presente manual Será eliminado do processo de Certificação de Competências Profissionais o candidato que, durante a avaliação, se comunicar com outros candidatos, realizar consultas a livros ou apontamentos, usar de outros meios ilícitos ou, ainda, praticar atos contra as demais normas contidas neste manual Também será eliminado, a qualquer época, o candidato que houver realizado o processo de Certificação de Competência Profissional, usando informações ou documentos falsos, ou outros meios ilícitos Não será permitido o porte / uso de aparelhos eletrônicos de comunicação, relógios digitais, réguas de cálculo, calculadoras, esquadros, compassos, transferidores e similares, como também serão vedadas quaisquer consulta bibliográfica e a utilização de corretores ortográficos líquidos. Apenas para os candidatos à Cerificação de Competências Profissionais de Técnico em Contabilidade será permitido o uso de calculadora eletrônica para realização da avaliação Não será permitido fumar dentro das salas, durante a avaliação Será de responsabilidade do candidato o prejuízo decorrente da não atualização, junto ao SENAC Minas, de seu endereço para correspondência O SENAC Minas divulgará, sempre que necessário, editais, normas complementares e avisos oficiais sobre o processo de Certificação de Competências Profissionais. Certificação de Competências Profissionais 7

8 8.9 O candidato que não for aprovado no processo avaliativo, só poderá se submeter novamente a outro processo avaliativo, após ter decorrido, no mínimo 01(um) ano da data de divulgação dos resultados, independente da Unidade do SENAC, onde o processo avaliativo tenha sido realizado Não haverá aproveitamento de resultados obtidos em processo avaliativo anterior Os casos omissos serão resolvidos pela Direção da Unidade de Ensino Técnico SENAC. Certificação de Competências Profissionais 8

9 UNIDADE DE ENSINO TECNICO SENAC ANEXO I PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DA HABILITAÇÃO PROFISSIONAL DE TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO Para atender às exigências de mercado, o profissional deverá receber uma formação ampla, constituída por competências gerais e específicas, que lhe permita executar os serviços sob sua responsabilidade, necessitando desenvolver capacidades como trabalhar em equipe, liderar, tomar decisões comunicar-se bem, ter postura ética e profissional, senso analítico e crítico, criatividade e cuidados com a higiene pessoal e do meio ambiente. Para tanto deverá atualizarse, tornando-se participante ativo e produtivo no mundo do trabalho. Este profissional deverá apresentar conhecimentos em história, geografia, história da arte, informações sobre as cidades a serem visitadas e técnicas de guia de turismo. Este profissional deve ter como características pessoais respeito, organização, liderança, responsabilidade, discrição, equilíbrio emocional, empatia, flexibilidade, cortesia, paciência, atenção. Deverá ter equilíbrio emocional perante reclamação, situação imprevista, pressão de tempo e demandas simultâneas, bem como capacidade para o trabalho em equipe. O Técnico em Guia de Turismo está habilitado para prestar serviços para operadoras e/ou agências de viagens, organismos turísticos públicos ou privados e para atuar de forma autônoma Qualificação Profissional: Guia de Turismo Regional O Guia de Turismo Regional acompanha grupos de turistas ou visitantes em itinerários municipais e estaduais, fornecendo-lhes explicações durante o trajeto e tornando interessante o roteiro. Suas atividades compreenderão a recepção, traslado, acompanhamento, prestação de orientações, informações e assistência a turistas, em itinerários ou roteiros locais ou intermunicipais de uma determinada Unidade da Federação, para visita aos seus atrativos turísticos. Certificação de Competências Profissionais 9

10 Indica aos turistas obras de maior interesse, como monumentos, edifícios, pontes, museus e galerias de arte, mencionando seus nomes, localização e outros dados, para cientificá-los dos pontos incluídos no roteiro; faz breves comentários durante a permanência dos turistas nos roteiros, indicando datas, informando sobre aspectos socioculturais, históricos, ambientais, geográficos e outros de interesse do turista proporcionando aos visitantes o conhecimento da história e do desenvolvimento artístico-social do local visitado. Indica locais para refeições ou descanso, orienta os visitantes sobre comportamentos que provocam impactos negativos na preservação dos atrativos naturais e no desenvolvimento sustentável do turismo, identificando e correlacionando os aspectos socioeconômicos, culturais e éticos envolvidos. O Guia de Turismo Regional, para atender ao perfil profissional proposto, deverá desenvolver as seguintes competências: Reconhecer os fundamentos do Turismo, da Hospitalidade e do Lazer, interpretando a estrutura do mercado, tendo como base sua fundamentação histórica, cultural e socioeconômica, demonstrando visão holística, comportamento empreendedor, a fim de atender às demandas das empresas do setor. Atender o cliente dentro do seu limite de atuação, com cortesia, aplicando regras de comunicação oral e escrita, ouvindo-o com atenção, respeitando seus direitos, fornecendo informações e direcionando-o para que suas necessidades sejam satisfeitas. Gerenciar o processo de trabalho, agindo de forma inovadora, através de constante atualização técnica, utilizando visão sistêmica e aplicando técnicas de marketing pessoal, com vistas à manutenção e ampliação de sua atuação no mundo do trabalho. Prestar informações turísticas municipais e estaduais referentes aos equipamentos turísticos, bem como à localização de opções de compras e serviços básicos como bancos, farmácias, postos policiais, hospitais, entre outros, utilizando linguagem condizente às situações específicas, respeitando a diversidade humana e cultural e a preservação do equilíbrio ambiental. Criar condições ambientais seguras, planejando, controlando e executando procedimentos de trabalho que assegurem o conforto e o bem-estar do turista, durante a viagem. Realizar primeiros socorros em situações de emergência, avaliando o estado inicial do ambiente e da vítima, a partir da identificação dos sintomas, realizando os cuidados de suporte básico, viabilizando o transporte rápido e seguro ao serviço de saúde indicado para a situação, respeitando as normas de biossegurança e os limites de sua atuação profissional, visando à prevenção de complicações à vítima. Conduzir, orientar e prestar assistência a turistas, nos municípios e no Estado, durante todo o percurso da excursão, transmitindo informações turísticas referentes aos aspectos Certificação de Competências Profissionais 10

11 geográficos, históricos, artísticos e culturais da região visitada, utilizando-se dos diversos recursos disponíveis, mantendo a coesão do grupo e executando o trabalho com organização, respeitando os valores individuais e sócio-culturais. Executar procedimentos burocráticos junto à agência contratante, analisando o roteiro proposto, checando sua viabilidade, planejando cada etapa da viagem, verificando documentação necessária, elaborando relatórios, registrando ocorrências e prestando contas do roteiro executado, considerando as opiniões dos turistas quanto à qualidade dos serviços Habilitação Profissional: Técnico em Guia de Turismo O Técnico em Guia de Turismo é o profissional que conduz, orienta e presta assistência a turistas dentro do Território Nacional e nos circuitos Andino e Platino. Para atender às exigências requeridas pelo mercado de trabalho, o Técnico em Guia de Turismo, além das competências estabelecidas para a Qualificação Profissional de Guia de Turismo Regional, ao concluir o Módulo III, terá desenvolvido também as seguintes competências: Prestar informações turísticas, nacionais e dos circuitos Andino e Platino, referentes aos atrativos locais, bem como à localização de opções de compras e serviços básicos como bancos, farmácias, postos policiais, hospitais, entre outros, utilizando linguagem condizente às situações específicas, respeitando a diversidade humana e cultural e a preservação do equilíbrio ambiental. Conduzir, orientar e prestar assistência a turistas, nas Unidades da Federação e nos circuitos Andino e Platino, realizando os procedimentos de natureza técnica e administrativa necessários à execução do programa, transmitindo informações turísticas referentes aos aspectos geográficos, históricos, artísticos e culturais da região visitada, utilizando-se dos diversos recursos disponíveis, mantendo a coesão do grupo e executando o trabalho com organização, respeitando os valores individuais e sócio-culturais. Certificação de Competências Profissionais 11

12 UNIDADE DE ENSINO TECNICO SENAC ANEXO II MATRIZ CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO A organização curricular do curso Técnico em Guia de Turismo foi elaborada de forma a contemplar os temas indicados no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, as competências profissionais que compõem o perfil profissional de conclusão desta habilitação profissional, bem como os pilares de cada competência, prevendo situações que levem o aluno a aprender a pensar, a aprender a aprender, a mobilizar e articular com pertinência conhecimentos, habilidades e valores em níveis crescentes de complexidade. MATRIZ CURRICULAR Módulos Componentes Curriculares Carga Horária Fundamentos do Turismo, Hospitalidade e Lazer 60 I Gestão dos Processos de Trabalho 83 Procedimentos de Trabalho para o Guia 98 Subtotal 241 horas II Técnicas Profissionais do Guia Regional 300 Subtotal 300 horas III Técnicas Profissionais do Guia Nacional 259 Subtotal Carga horária total 259 horas 800 horas Observação: Módulo II com saída intermediária - Qualificação Profissional : Guia de Turismo Regional. Os Módulos I e II são pré-requisitos para o Módulo III. As Viagens Técnicas serão realizadas nos módulos II e III. O participante deverá ter 100% (cem por cento) de frequência em cada viagem técnica proposta pela Unidade. Certificação de Competências Profissionais 12

13 UNIDADE DE ENSINO TECNICO SENAC ANEXO III HABILITAÇÃO PROFISSIONAL DE TÉCNICO EM GUIA DE TURISMO EMENTA DOS COMPONENTES CURRICULARES E BIBLIOGRAFIA Módulo 1 Componente Curricular: FUNDAMENTOS DO TURISMO, HOSPITALIDADE E LAZER 1 - Fundamentação histórica e cultural do turismo da hospitalidade e do lazer. Dados socioeconômicos relativos ao Turismo, Hospitalidade e lazer. 2 - Estrutura do mercado de turismo, hospitalidade e lazer 3 - Legislações aplicadas aos setores 4 - Sustentabilidade socioambiental: importância em turismo, hospitalidade e lazer. o Legislações ambientais importantes em turismo, hospitalidade e lazer Módulo 1 Componente Curricular: GESTÃO DOS PROCESSOS DE TRABALHO 1 - Princípios do relacionamento interpessoal e do trabalho em equipe 2 - O processo de comunicação: Elementos, formas e barreiras. 3 - Comunicação oral e escrita Orientações ortográficas Verbos Concordância Regência Colocação pronominal Interpretação de textos Produção de textos / Redação técnica. 4 - Qualidade no atendimento ao cliente 5 - Direitos do consumidor 6- O mundo do trabalho: Certificação de Competências Profissionais 13

14 Formas de atuação: como autônomo, empregado e empresário. Carreira profissional: Empreendedorismo Empregabilidade e Competência Profissional. 7- Plano de carreira profissional: Pesquisa de Mercado Foco; Metas a curto, médio e longo prazo; Cronograma de ações para alcance das metas 8- Premissas do marketing pessoal Os três pilares do Marketing Pessoal: Imagem, visibilidade, credibilidade. Técnicas para elaboração de currículos Técnicas de desempenho em entrevistas de emprego 9 - Fundamentos da legislação trabalhista: Direitos e deveres do trabalhador (Noções de Legislação Trabalhista e Previdenciária); Estrutura societária: Definição e Regime especial para micro e pequenas empresas Modelos De contrato de trabalho Módulo 1 Componente Curricular: PROCEDIMENTOS DE TRABALHO PARA O GUIA 1 - Cadeia Produtiva do Turismo; 2- Tipologia e classificação dos produtos turísticos: meios de hospedagem, alimentação, transportes, entretenimento; 3- Organismos Oficiais de Turismo; - Federais - Estaduais - Municipais 3.1 Associações de Classe - AGTURB - SINGTUR Guia de Turismo Certificação de Competências Profissionais 14

15 - Conceito - Categorias da ocupação - Direitos e deveres do profissional - Características profissionais - Regulamentação da profissão 4 - Código de Ética do Guia de Turismo; Código de ética mundial para o Turismo 5 - Políticas Publicas de Turismo e Desenvolvimento Social 6 Definições de operadoras e agencias de viagens e turismo Legislações específicas 7 - A Relação guia-agência/operadora: O Contrato de Trabalho; Normas e regras da agência Contratante 8 - Preservação ambiental: o equilíbrio entre a atividade turística e o meio ambiente: O guia de turismo e suas responsabilidades 9 - Técnicas de entretenimento e lazer; 10 Segmentos Turísticos Turismo pedagógico Turismo para terceira idade e outros segmentos 11 - Cuidados com a saúde e qualidade de vida; Efeitos fisiológicos decorrentes de altitude, temperatura, profundidade, fusos horários; Riscos Ambientais; Omissão de socorro artigo 135 do código penal* Recursos de atendimento de emergência disponíveis na comunidade; Princípios de biossegurança; Conceito de urgência e emergência; 12 - Definição, sinais, sintomas e procedimentos de Primeiros Socorros para: Parada respiratória e cardíaca. Certificação de Competências Profissionais 15

16 Estado de choque Hemorragias: interna/externa Ferimentos e contusões Entorses, luxações e fraturas. Queimaduras: Primeiro grau, Segundo grau, Terceiro grau Choques elétricos Distúrbios causados pelo calor. Vertigens/Desmaios e Convulsões Intoxicações Mordidas e picadas de animais venenosos e corpos estranhos no organismo. Afogamento Transporte de pessoas acidentadas e Acidentes Automobilísticos 13 - Análise operacional de um roteiro: Rotas (análises de mapas), paradas técnicas, documentação de viagem; (voucher, borderô, licenças de ônibus, lista de passageiros, rooming-list, formulários alfandegários, etc.) 14 - Equipamentos de Localização (placas, marcos dentre outros) 15- Técnicas de Guiamento e Serviços de bordo Recepção ao turista Relacionamento Guia e Motorista (orientações sobre a viagem) Identificação e embarque da bagagem Apresentação do guia e do equipamento de transporte (comunicação verbal e não verbal) Princípios e regras de expressão aplicada a variados públicos: tom de voz, as expressões mais usadas e o padrão de linguagem a ser empregado em determinadas ocasiões Regras e normas de etiqueta e apresentação pessoal. Serviços de Bordo (planejamento e execução) Instrumentos utilizados (microfone, TV, DVD, CD-player) Acomodação ao turista no hotel (check-in) Procedimentos na realização de passeios/visitas Saída do hotel (check-out) Etapas finais do trabalho burocrático junto à agência Opinário: distribuição e recolhimento Relatórios do Guia Acompanhamento no desembarque Certificação de Competências Profissionais 16

17 Módulo 2 Componente Curricular: TÉCNICAS PROFISSIONAIS DO GUIA REGIONAL 1 - Manifestações da Cultura Popular regional; A cultura folclórica local como atrativo turístico. 2 - Aspectos históricos, geográficos, socioeconômicos e ambientais, aplicados ao estado; História de Minas Gerais aplicada ao turismo Museologia Geografia de Minas Gerais aplicada ao Turismo Cartografia 3 -História da arte aplicada ao Turismo: História da arte Brasileira e Mineira - Arquitetura/Pintura/Escultura/Literatura Arte Pré-histórica Arte antiga (pré-história) Arte Medieval Arte na idade moderna Arte contemporânea Iconografia sacra Arte indígena Arte no Brasil: colonial, imperial e republicano Literatura brasileira Patrimônio: material e imaterial 4 - Destinos Turísticos Regionais: Destino Turístico: Belo Horizonte e Cidades Coloniais Destino Turístico: Estâncias Poços de Caldas, São Lourenço, Araxá e Caxambu Destino Turístico: Ecoturismo e Grutas Certificação de Competências Profissionais 17

18 Módulo 3 Componente Curricular: TÉCNICAS PROFISSIONAIS DO GUIA NACIONAL 1 - Aspectos históricos, Geográficos, socioeconômicos e ambientais, aplicados às Unidades da Federação e dos Circuitos Andino e Platino; História do Brasil aplicada ao Turismo Geografia do Brasil aplicada ao Turismo Cartografia 2 -Manifestações da Cultura Popular nas Unidades da Federação e dos Circuitos Andino e Platino A cultura folclórica local como atrativo turístico 3 - Destinos Turísticos Nacionais: Destino Turístico: Regiões Norte e Nordeste - Estrutura e funcionamento dos equipamentos turísticos Norte e Nordeste - Transporte e Meios de hospedagem Destino Turístico: Regiões Sudeste - Estrutura e funcionamento dos equipamentos turísticos nacionais Sudeste - Transporte e Meios de hospedagem Destino Turístico: Região Centro-Oeste - Estrutura e funcionamento dos equipamentos turísticos nacionais Centro oeste - Transporte e Meios de hospedagem Destino Turístico: Regiões Sul, Andino e Platino - Estrutura e funcionamento dos equipamentos turísticos nacionais Sul e dos Circuitos Andino e Platino - Transporte e Meios de hospedagem Certificação de Competências Profissionais 18

19 BIBLIOGRAFIA ANDRADE, Jose Vicente de. Gestão em lazer e turismo. Belo Horizonte: Autêntica, p. ANSARAH. M. (org.). Turismo como aprender, como ensinar. São Paulo: Ed. Senac, vol II. ANSARAH, Marília G. dos Reis. Segmentação de mercado. São Paulo: Futura, BIGNAMI, Rosana. A imagem do Brasil no turismo: construção, desafios e vantagem competitiva. São Paulo: Aleph, p. BARRETO, Margarita. Manual de iniciação ao estudo do turismo. 12. ed. Campinas: Papirus, p BARRETTO, M. Manual de iniciação ao estudo do turismo. São Paulo: Papirus, BARBOSA, Dalva Regina Ribeiro; MILONE, Giuseppe. Estatística: aplicada ao turismo e hotelaria. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, p. BAHL, Miguel (org.). Mercado turístico: áreas de atuação. São Paulo: Roca, p. BAHL, Miguel (org.). Perspectivas do turismo na sociedade pos-industrial. São Paulo: Roca, p BAHL, Miguel (org.). Mercado turístico: áreas de atuação. São Paulo: Roca, p. BELO HORIZONTE. PREFEITURA. BELOTUR. Circuito Belo Horizonte: roteiros turísticos Belo Horizonte p. BENI, M. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Ed. SENAC, BRASIL, Leis, decretos, etc. Lei Código de defesa do consumidor. CAMARAO, João U. Turismo: mostrando Minas ao mundo; memórias de um cicerone. Belo Horizonte: O Lutador, p. CHIMENTI, Sílvia; TAVARES, Adriana de Menezes. Guia de Turismo: O profissional e a profissão. São Paulo. Ed. Senac CORREA, Tupã G. (org.). Turismo & Lazer. São Paulo: Edicon, COASTAL DO BRASIL. Primeiros socorros: procedimentos iniciais. Curitiba Coastal do Brasil, p DOLAN, Simon l. Estresse auto-estima saúde e trabalho. Rio de Janeiro: Qualitymark, p EXAME. v.41. São Paulo: Ed. Abril (nº.6-11), KAWAMOTO, Emilia Emi. Acidentes: como socorrer e prevenir. São Paulo: EPU, p LIMONGI-FRANÇA, Ana Cristina. Qualidade de vida no trabalho - QVT: conceitos e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial. 2. ed São Paulo: Atlas, p LOPES, João do Carmo. Turismo brasileiro: análise da permanência dos turistas brasileiros no exterior. São Paulo: Instituto de Pesquisas Econômicas, p. MARCELLINO, Nelson Carvalho Estudos do lazer: uma introdução. 2ª Ed. Autores associados MIRANDA, Simão de. 101 atividades recreativas para grupos em viagens de turismo. 3.ed Campinas: Papirus, p. Certificação de Competências Profissionais 19

20 MOLINA E., Sergio. Turismo e Ecologia. Bauru: EDUSC, p (Coleção Turis) MORAIS FILHO, Melo. Festas e tradições populares do Brasil. Brasília: Senado Federal, p. MARTINS, Saul. Folclore: teoria e método. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, p. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO. Introduccion al Turismo. ; SANCHO, Amparo. Introdução ao turismo. São Paulo: Roca, p. OLIVEIRA, Antonio Pereira. Turismo e desenvolvimento: planejamento e organização. 5. ed. rev. ampl. São Paulo: Atlas, p. OURO Preto: cidade monumento mundial. 2. ed. Ouro Preto: MMF Empreendimentos Turísticos, p. PIRES, Luciano David. A nova fase do turismo mundial. Rio de Janeiro: Eu e Você, p. PINA, Luiz Wilson. Lazer e Recreação na hotelaria. São Paulo: Editora Senac, p. PEREIRA, Maria Selma Alves Araújo. O turismo na terceira idade: pousada Barlavento. Belo Horizonte: s.e., p. SIQUEIRA, Baptista. Modinhas do passado: investigações folclóricas e artísticas. Rio de Janeiro: [s.n.], p. SENAC. DN.; FAJARDO, Elias. Ecologia e cidadania: se cada um fizer a sua parte.. Rio de Janeiro: Ed. Senac Nacional, p. SENAC. DN.; MARIA F. S. FARIA (COORD.). Meio ambiente e sociedade. Rio de Janeiro: SENAC/Diretoria de Formação Profissional, p. SENAC.DR.MG. ; GOMES, Paula Fonseca. O homem e o meio ambiente. Belo Horizonte: Senac/MG/SEMD, p. SENAC. DN.; BARTMANN, Mercilda; BRUNO, Paulo. Primeiros socorros. Rio de Janeiro: SENAC/DN/DFP, p. SEABRA, Giovanni. Ecos do turismo: turismo ecológico em áreas protegidas. Campinas: Papirus, p. STANWAY, Andrew. Manual de primeiros socorros. Rio de Janeiro: Record, p. TRIGO, Luiz Gonzaga Godoi. Turismo básico. 7. ed. São Paulo: Ed. SENAC São Paulo, p. TULIK, Olga. Turismo e meios de hospedagem: casas de temporada. São Paulo: Roca, p. TACHIZAWA, Takeshy; ET AL. Gestão com pessoas: uma abordagem aplicada às estratégias de negócios. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2001 VALLEN, Gary K; VALLEN, Jerome J. Check-in, check-out: gestão e prestação de serviços em hotelaria. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, p. VELOSO, Marcelo Parreira. Turismo: simples e eficiente. São Paulo: Roca, p. ISBN Certificação de Competências Profissionais 20

21 WALKER, John R. Introdução à hospitalidade. 2. ed. São Paulo: Manole, p WALTER, Reni L; KOCH, Rosi M. Prevenção de acidentes e primeiros socorros. Curitiba: Litero- Tecnica, p.. UNIDADE DE ENSINO TÉCNICO SENAC CFP DE... ANEXO IV CRONOGRAMA DA CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS Habilitação(ões) Profissional (ais): Técnico em... Técnico em... INSCRIÇÃO... AVALIAÇÃO ESCRITA... RESULTADO DA AVALIAÇÃO ESCRITA... AVALIAÇÃO PRÁTICA... RESULTADO DA AVALIAÇÃO PRÁTICA... BANCA EXAMINADORA... RESULTADO FINAL... EXPEDIÇÃO DOS DIPLOMAS... Certificação de Competências Profissionais 21

22 Certificação de Competências Profissionais 22

II - acompanhar ao exterior pessoas ou grupos organizados no Brasil;

II - acompanhar ao exterior pessoas ou grupos organizados no Brasil; EMBRATUR - LEGISLAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO DECRETO 946/93 MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO EMBRATUR - INSTITUTO BRASILEIRO DE TURISMO DECRETO Nº946 DE 1º DE OUTUBRO DE 1993 Regulamenta

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