Palavras-chave: Escola Em Tempo Integral, Educação Integral e Educação Integralizada

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1 Nome do Pesquisador(Aluno): Elisa Megumi Yamada Nome do Orientador: Leandro Henrique Magalhães Titulação do Orientador: Doutor Instituição: Centro Universitário Filadélfia UNIFIL Escola Em Tempo Integral: Alguns Apontamentos RESUMO:O estudo teve por objetivo descrever a teoria e a prática e entender o que caracteriza a escola em tempo integral. Avaliar o período em que a criança permanece de quatro horas a mais na escola e buscar compreender quais os benefícios que traz para ela, se há legislação que a seguimenta e, apresentar um levantamento de aspectos históricos como algumas experiências a partir da Escola Nova, no Rio de Janeiro, São Paulo, Apucarana e em Londrina. Após o estudo dos conceitos de educação integral, integralizada e em tempo integral, percebe-se que a Escola Em tempo Integral necessita estar vinculada aos demais conceitos para que possa ser implantada. Uma boa política deve levar em conta algumas experiências, a implantação não tem ocorrido de forma adequada por fazer parte da elevação e promoção política em benefício próprio, esquecendo-se do primordial, a educação que valoriza o ser humano e eleva sua capacidade intelectual, moral, ética para formar futuros cidadãos críticos, preparados para a vida e o mercado de trabalho. a experiência positiva que se destacou foi no caso do Rio de Janeiro no tempo em que Leonel Brizola implantou juntamente com Darcy Ribeiro a escola em tempo integral, na visão de Anísio Teixeira com a proposta de educar, formar os alunos com ética, moral e de boa formação humana. Palavras-chave: Escola Em Tempo Integral, Educação Integral e Educação Integralizada

2 Nome do Pesquisador(Aluno): Natália Abou Rihan Nome do Orientador: Carlos Nadalim Titulação do Orientador: Instituição: Centro Universitário Filalfia - UniFil Influência da música no desenvolvimento de crianças na educação infantil Este trabalho é parte do projeto de pesquisa e tem como objetivo analisar a relação da música e o desenvolvimento de crianças durante a educação infantil, expondo seus benefícios e interferências. Para tanto será preciso conhecer as melhores maneiras de como utilizá-la; expor a diferença do desenvolvimento de crianças com e sem a influência da música em seu ambiente escolar e justificar sua importância. A música proporciona inúmeros benefícios e para um desenvolvimento mais rápido e eficaz é fundamental que sua influencia ocorra até mesmo antes da criança nascer. É possível constatar que a criança influenciada pela música, tanto em seu ambiente escolar como fora dele desenvolve diversas capacidades com mais facilidade, como: falar, ouvir, raciocinar, conviver melhor com outras crianças, a alfabetização se torna mais rápida, em especial desenvolve uma maior capacidade de aprendizado na matéria de matemática, provoca bem-estar, sensibilidade, percepção. A prática musical, seja pelo aprendizado de um instrumento, seja pela apreciação ativa, potencializa a aprendizagem cognitiva, no campo do raciocínio lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato, outro campo de desenvolvimento é o que lida com a afetividade que confere à música grande relevância biológica ativando circuitos cerebrais ligados ao prazer, sensibilidade, bem-estar e também outro campo que a música traz efeitos muito significantes é na maturação social da criança, é por meio da ampliação repertório musical o desenvolvimento social, além da música também ser importante do ponto de vista da maturação individual com o aprendizado de regras sociais por parte da criança, preparando assim as crianças para a vida adulta. As cantigas em particular tratam de temas tão complexos e belos, falam de amor, disputa, trabalho, tristezas enfim tudo que a criança enfrentará no futuro, são experiências de vida que nem o mais sofisticado brinquedo pode proporcionar. Por estas razões que se faz necessário o investimento significativo na formação estética e musical dos professores para obtermos melhores resultados na educação infantil. Palavras-chave: Desenvolvimento. Educação infantil. Música.

3 Nome do Pesquisador(Aluno): Camila Fernandes de Lima Nome do Orientador: Juliana Telles faria Suzuki Titulação do Orientador: Ms Prof Juliana Telles Faria Suzuki Instituição: Universidade do Norte do Paraná UNOPAR O Computador na Escola: Dilemas e Perspectiva O presente estudo tem como objetivo analisar a relação do professor do ensino fundamental com a informática educativa, a fim de compreender como este recurso está inserido na educação. A escolha por esta pesquisa justifica-se porque um dos grandes desafios da educação nos dias atuais é proporcionar aos alunos oportunidades de uma aprendizagem de qualidade que contemple o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias na sociedade em que vivemos. Para o desenvolvimento desta pesquisa, opta-se por realizar uma revisão bibliográfica, tendo como base teórica, os seguintes autores: Moran (2006); Cox (2003); Libâneo (1996) dentre outros. Nesta, em um primeiro momento, apresenta uma breve história do computador na sociedade e a evolução histórica da informática educativa. Posteriormente, abordamos o computador na sala de aula, suas formas de uso e seus benefícios e a capacitação docente para a utilização deste recurso. O estudo pautou-se além da pesquisa bibliográfica uma realização de uma pesquisa de campo com professores do ensino de 1ª a 4ª série da rede pública de ensino da cidade de Londrina. O estudo contribuiu para comprovar que os docentes precisam se conscientizar para quão é importante a utilização e contribuição do computador no cenário educacional. Palavras-chave: Educação, Tecnologia, Computador, Formação de Professores

4 Nome do Pesquisador(Aluno): JOCINÉA MENDES DE FREITAS Nome do Orientador: Titulação do Orientador: Instituição: Centro Universitário Filadelfia -UNIFIL A MÚSICA COMO INSTRUMENTO PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE A promoção da saúde é definida pela Organização Mundial da Saúde (1948) como Estímulo aos comportamentos saudáveis, da modificação das condições ambientais e do aumento das oportunidades de escolha em relação à saúde A interpretação de tal conceito comporta uma alta gama de atividades, que podem promover a saúde desde que usadas para esse fim. Dessa forma, entendemos que a música possui características com potencialidades para intervir no processo de saúde/doença. A utilização da música para a promoção da saúde não é nova. Conforme os apontamentos de 1Pietá (2008), diversos filósofos da Grécia Antiga faziam uso da música enquanto instrumento para a saúde. Entre eles, destacamos Pitágoras em VI A. C. que utilizava recursos musicais como promotores de saúde e nomeava a terapia pela música como purificação, no processo terapêutico, uma vez que promove o equilíbrio nas quatro funções básicas do ser humano: pensar, sentir, perceber e compreender. A utilização da música como prática terapêutica teve papel fundamental na história, de modo que, foi incorporada inclusive em relatos bíblicos. Em 1950 tornou-se oficialmente um instrumento terapêutico, herança da sua utilização na Segunda Guerra Mundial, quando os músicos se ofereciam para tocar com o propósito de amenizar o sofrimento, angústia e a tensão dos soldados feridos durante a guerra 1(PIETÁ 2008). Na atualidade existem experiências médicas de diferentes especialidades que utilizam a música como recurso terapêutico no tratamento de doenças. Entende-se que atividades com música, favorecem o desenvolvimento cognitivo, atenção, memória, agilidade motora, sobretudo, quando combinam: linguagem, música e movimento 2(Mourão e Silva, 2005). Objetivo: Assim, objetivamos com esse trabalho, contribuir para promoção da qualidade de vida de pessoas acompanhadas pelas Equipes Saúde da Família da Unidade de Saúde Aquiles Stenghel, por meio de um processo de acolhimento humanizado tendo a música como ferramenta; proporcionar estimulação sensório motor para o paciente e sua família, com o uso de instrumentos musicais; proporcionar momentos de acolhimento e interação social e estimular e explorar a linguagem e a expressão corporal. Material e Método: O trabalho foi proposto por Agentes Comunitários de Saúde, com aptidões específicas em atividades musicais. Foi apresentado o projeto às Equipes de Saúde da Família, as quais realizaram uma análise selecionando, a partir de critérios próprios, pacientes que poderiam se beneficiar das atividades do projeto. Entre os pacientes selecionados pelas Equipes, as principais situações apresentadas foram: quadros depressivos, necessidades especiais de reabilitação e cuidados paliativos. Os encontros foram realizados em visitas domiciliares semanais com a duração de 40 a 60 minutos. Observamos também a necessidade de utilizar outras atividades, para cumprir os objetivos aludidos, entre as quais, destacamos: Oficinas para confecção de instrumentos musicais alternativos, utilizando materiais reciclados; literaturas brasileiras como Cordéis; dinâmicas de grupo; roda de conversa; entre outros. Na execução de todas as atividades procurou-se respeitar as limitações físicas e cognitivas dos indivíduos, bem como, sua cultura e credo religioso. Foi elaborado relatório diário das atividades, a fim de registrar as impressões da equipe com relação ao modo como a família recebeu as atividades; sua interação; expressões; XVII verbalizações; SIMPÓSIO aspirações, DE INICIAÇÃO dificuldades CIENTIFICA e potencialidades. E II MOSTRA DE PÓS-GRADUÇÃO. A equipe contou com apoio e

5 Nome do Pesquisador(Aluno): Suellen de Arruda Nome do Orientador: Eliane Basílio de Oliveira Titulação do Orientador: Mestre Instituição: Universidade Positivo Mídia, Consumo e Infância: reflexões sobre a televisão na educação A mídia televisiva vem ocupando um lugar de destaque na sociedade ocidental a partir da segunda metade do século XX e no Brasil, desde a década de A televisão brasileira se tornou uma das instituições de grande relevância na sociedade, assim como a escola, a religião, a família, exercendo grande influência sobre os espectadores. O objetivo deste trabalho é analisar quais são as representações sociais das professoras de ensino fundamental de uma escola de Curitiba sobre as implicações da mídia televisiva na construção da cultura do consumo da infância e qual é o papel da escola diante da influência da TV sobre o consumo infantil. A pesquisa foi desenvolvida com base na metodologia das representações sociais, que procura explicar os fenômenos sociais construídos coletivamente e como estes processos são incorporados e representados pelos indivíduos na sociedade. Foi priorizada no trabalho a abordagem qualitativa e utilizou-se entrevistas semi-estruturadas com cinco professoras e uma pedagoga de uma escola pública municipal de ensino fundamental de Curitiba com o objetivo de verificar se a televisão é utilizada como recurso pedagógico e se há algum trabalho em relação a sua programação e a incitação ao consumo infantil. Para o desenvolvimento desta pesquisa considerou-se indispensável à contextualização histórica do desenvolvimento dos meios de comunicação, seu impacto social e seu papel no desenvolvimento do consumo na sociedade contemporânea. A partir das entrevistas com as professoras, observou-se que a mídia televisiva é o meio de comunicação mais utilizado, tanto como entretenimento, como fonte de informação e que exerce influência na construção da cultura do consumo infantil, porém o seu conteúdo ainda não é discutido adequadamente na escola para o desenvolvimento de uma reflexão crítica dos alunos e alunas diante de sua programação. Palavras-chave: Consumo. Televisão. Infância.

6 Nome do Pesquisador(Aluno): Leide Helena Aparecida Lacerda Sabino Nome do Orientador: Rovilson José da Silva Titulação do Orientador: mestrado Instituição: Centro Universitário Filadélfia - Unifil Os contos de fadas e a formação da criança de 4 à 5 anos. Este trabalho de conclusão de curso, em fase de desenvolvimento, se propõe a pesquisar a importância dos contos de fadas na formação de crianças de quatro a cinco anos. A pesquisa está estruturada em três partes, a saber: na primeira parte será apresentada a análise sobre a origem dos contos de fadas e quais precursores fizeram parte dessa história. Num segundo momento, será dado enfoque na caracterização do desenvolvimento físico, biológico, psicológico e intelectual da criança nessa fase. Posteriormente, relacionam-se as contribuições que esses contos conseguem ter no imaginário das crianças e a importância deles na formação afetiva, intelectual e social delas. Ainda, serão utilizados os Referenciais Curriculares para Educação Infantil (RCNEI) para auxiliar a fundamentação dessa pesquisa. O trabalho será realizado por meio de levantamento bibliográfico e possui caráter descritivo, onde se busca servir de subsídio para reflexões futuras. Também se espera que o mesmo possa respaldar novas pesquisas. Palavras-chave: Contos de fadas. Educação Infantil. Formação da criança Nome do Pesquisador(Aluno): Leide Helena Aparecida Lacerda Sabino Nome do Orientador: Rovilson José da Silva Titulação do Orientador: Mestrado Instituição: Centro Universitário Filadélfia- Unifil Os contos de fadas e a formação da criança de 4 à 5 anos. Este trabalho de conclusão de curso, em fase de desenvolvimento, se propõe a pesquisar a importância dos contos de fadas na formação de crianças de quatro a cinco anos. A pesquisa está estruturada em três partes, a saber: na primeira parte será apresentada a análise sobre a origem dos contos de fadas e quais precursores fizeram parte dessa história. Num segundo momento, será dado enfoque na caracterização do desenvolvimento físico, biológico, psicológico e intelectual da criança nessa fase. Posteriormente, relacionam-se as contribuições que esses contos conseguem ter no imaginário das crianças e a importância deles na formação afetiva, intelectual e social delas. Ainda, serão utilizados os Referenciais Curriculares para Educação Infantil (RCNEI) para auxiliar a fundamentação dessa pesquisa. O trabalho será realizado por meio de levantamento bibliográfico e possui caráter descritivo, onde se busca servir de subsídio para reflexões futuras. Também se espera que o mesmo possa respaldar novas pesquisas. Palavras-chave: Contos de fadas. Educação Infantil. Formação da criança

7 Nome do Pesquisador(Aluno): Mayra Hokama Paleari Nome do Orientador: Marta Furlan Titulação do Orientador: mestra Instituição: Centro Universitário Filadélfia- UNIFIL O brincar para crianças de 0 a 2 anos Quando se falam em crianças, o primeiro pensamento é o brinquedo, brincadeiras e jogos. A brincadeira é algo que pertence à infância, pois é através do brincar que o pequenino experimenta, organiza-se, regula-se, constrói normas para si e para o outro. Desde muito cedo, os bebês começam a conhecer o mundo, dependendo das relações que constituem com as que estão a sua volta e como estes interagem com ele. Vygotsky (1984) já afirmava o brinquedo oferece a estrutura básica para as mudanças das necessidades e da consciência, que significa que o processo da construção do aprendizado será de maneira mais bem sucedida, quando a criança está inserida num contexto do brincar. Mesmo com o passar do tempo, Dornelles (2001) toma nota de uma grande semelhança no modo de pensar de Vygotsky, quando continua afirmando que é através do jogo e do brinquedo que a criança vai construindo como sujeito e organizandose: o bebezinho aproxima e afasta os brinquedos, olha o objeto suspenso em seu berço e acompanha seu deslocamento, tenta pegar algo para botar na boca, tenta aceitar o brinquedo na caixa, tira e bota muitas vezes o brinquedo... a criança parte primeiro com as brincadeiras do seu corpo para ir aos poucos diferenciando os objetos ao seu redor. Assim, com os novos estudos e observações acerca da nova concepção de criança, questiona-se a velha concepção que levava ver a criança como um ser incapaz. Torna-o um ser ativo, dotado de inteligência para aprender desde pequenino, utilizando as relações sociais em que está inserido e junto também com a influência do adulto, acabam atribuindo significados às situações que experimentam. Desse modo, ao se analisar os objetivos para que tal concepção possa se reafirmar cada vez mais e amadurecendo os novos ideais na mente das pessoas, alguns pontos serão abordados nessa pesquisa, tais como: identificar o processo psicossocial nos primeiros anos de vida, formar questões sobre o desenvolvimento motor e social do pequeno e a aquisição do conhecimento na escola, traçar meios do pondo de vista de Vygostky, Leontiev e Elkonin de como a criança brinca. Num processo educacional em que é fundamental uma fonte registradora segura, o trabalho inicia-se por meios de pesquisas bibliográficas, coletando o melhor banco de dados frente aos objetivos propostos, sempre complementando com uma seleção de informações dos autores que discutem e providenciam um conhecimento profundo acerca do tema. Palavras-chave: brinquedos; criança; desenvolvimento;lúdico;jogos

8 Nome do Pesquisador(Aluno): Heloisa Poças e Vanderléia Moreno Prado da Silva Nome do Orientador: Leandro Henrique Magalhães Titulação do Orientador: Doutor Instituição: Centro Universitário Filadélfia - UNIFIL A IDENTIDADE DO ALUNO DA EDUCAÇÃO INFANTIL NAS AULAS DE LÍNGUA ESTRANGEIRA O trabalho intitulado A identidade do aluno da educação infantil nas aulas de língua estrangeira tem por objetivo fazer uma análise sobre a história da língua estrangeira no Brasil, mostrar a importância de se desenvolver um ensino de língua estrangeira nesta faixa etária de idade, desmistificando o mito de que se a criança exposta muito cedo a um ensino de língua estrangeira ela não vai aprender a língua materna, ou ainda, ela pode perder a sua identidade. Para isso, é apresentada a abordagem intercultural e a teoria interacionista como metodologias de ensino. O ensino de uma língua estrangeira no Brasil iniciou-se na época da colonização, quando os jesuítas vieram catequizar os índios, impondo a sua cultura e a sua língua, o latim. Mas, foi em1808, com a vinda da família Real para o Brasil que se criaram cadeiras de ensino de inglês e francês, com o objetivo de melhorar a instrução da população e facilitar a abertura dos portos. No Império, o Colégio de Pedro II, primeiro do Brasil, teve o seu currículo inspirado no modelo francês, com o ensino de línguas privilegiando a escrita, pois se considerava que se o aluno soubesse escrever bem, teria igual desempenho na fala e na escrita. Com a imigração, muitas colônias criaram escolas com o objetivo de resguardar aspectos de sua cultura.na Republica, no ano de 1910, o Brasil passou por uma forte exaltação nacionalista e as escolas estrangeiras foram fechadas. Com a criação do Ministério da Educação e Cultura, em 1930 por Getúlio Vargas, e das Secretarias da Educação nos Estados, aliada a reforma Francisco Campos, o ensino de uma língua estrangeira volta a fazer parte do currículo escolar visando preparar o aluno para um curso superior. A reforma Francisco Campos também estabeleceu um método oficial de ensino de línguas estrangeiras, o Método Direto.Com a Segunda Guerra Mundial, o Brasil viu-se dependente dos Estados Unidos, aumentando a necessidade das camadas urbanas em aprender inglês, uma vez que, muitos profissionais advindos dos Estados Unidos trouxeram sua cultura e instalaram aqui suas indústrias.a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº 4.024, promulgada em 1961 retira a obrigatoriedade do ensino de uma língua e estrangeira no colegial e valoriza a sua utilização nos cursos profissionalizantes. Com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº 5.692/71 o ensino de uma língua estrangeira passou a ser recomendado no 1º grau, caso a escola tenha condição de oferecer e obrigatório no 2º grau. Em decorrência disso, muitos centros de línguas foram criados no Brasil e um novo método de ensino surgiu: o Método da Abordagem Comunicativa, com o professor atuando como mediador do processo pedagógico. Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº determinou obrigatório o ensino de uma língua estrangeira moderna no ensino fundamental, a partir da 5ª série. Para o ensino médio, ficou obrigatório o ensino de uma língua estrangeira moderna e facultativo o ensino de uma segunda língua estrangeira moderna.já no século XXI, e devido ao destaque do Brasil no Mercosul, em 5 de agosto de 2005 foi criada a Lei nº , tornando obrigatório o ensino de língua espanhola no Ensino Médio, mas facultativa para o aluno.a partir do exposto, pode ser observado que o ensino de uma língua estrangeira no Brasil sempre foi imposto para preservar os XVII interesses SIMPÓSIO comerciais, DE INICIAÇÃO políticos, CIENTIFICA muitas vezes E II fazendo MOSTRA uso DE PÓS-GRADUÇÃO. de métodos inadequados que

9 Nome do Pesquisador(Aluno): Patrícia da Silva Pereira Nome do Orientador: Leandro Henrique Magalhães. Titulação do Orientador: Doutor Instituição: Centro Universitário Filadélfia-UniFil Conseqüências do Abuso Sexual Infantil no Desenvolvimento da criança na Educação Infantil. O presente trabalho aborda o abuso sexual contra crianças e adolescentes, este que tem sido considerado um grave problema de saúde pública, devido aos altos índices de incidência e as sérias conseqüências para o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social da vítima e de sua família. O abuso sexual deixa seqüelas no indivíduo que o sofre. Palavras-chave: Abuso Sexual/infância / professor Nome do Pesquisador(Aluno): Maria Eugenia Maranho Nome do Orientador: Maria José Parente Janini de Toledo Titulação do Orientador: especialista Instituição: Centro Universitário Filadelfia- UniFil A Constituição das Relações Familiares na Modernidade. O presente estudo procura identificar a constituição das relações familiares na modernidade. Ampara-se na idéia de que os problemas escolares evidenciados em crianças de nossa cultura atual podem ser decorrentes de configurações familiares inadequadas. Assim, buscou-se investigar se as atitudes de pais e professores colaboram no desenvolvimento escolar das crianças. A atualidade é marcada por múltiplas queixas de crianças bem como de adolescentes desajustados e difíceis de compreendê-los no cotidiano. Tanto pais como escolas buscam respostas de como agir ou fazer em seu diaa-dia, para lidar com tais conflitos, seja de ordem emocional, psicológica, de aprendizagem, disciplina, adaptação entre outras formas de sintomas. Daí a necessidade de buscar suas causas como tentativa em lidar com problema real e possíveis soluções. Para tentar compreender tais dificuldades, primeiramente será feito um estudo bibliográfico buscando conceitos que possibilite ter uma noção do que seja família e escola. Será feito um breve relato histórico, assim como as evoluções sofridas por tais conceitos.posteriormente, será feito um estudo sobre o importante papel que a família desempenha e sua relação com a escola. Será relatado a respectivas mudança organizacional familiar sofrida ao decorrer dos anos.finalmente, será abordada a questão dos aspectos sócios afetivos, procurando demonstrar, de alguma forma se as atitudes de pais e professores interferem no processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: familia, modernidade, escola e afetividade

10 Nome do Pesquisador(Aluno): SILVIA DE JESUS NERIS Nome do Orientador: ROVILSON JOSÉ DA SILVA Titulação do Orientador: DOUTOR Instituição: Centro Universitário Filadélfia- UNIFIL OS CONTOS DE FADAS E A CRIANÇA DE 5 A 6 ANOS Esta pesquisa, em fase de desenvolvimento, terá cunho bibliográfico e tratará da importância dos contos de fadas na formação da criança de 5 a 6 anos. Neste contexto, a pesquisa volta-se para o resgate os contos de fadas para atuar como recurso na formação infantil, de auxiliar a criança a vencer essas dificuldades. Assim, o trabalho estará dividido em três momentos, a saber: no primeiro momento abordamos a trajetória dos contos de fadas, da oralidade para a forma literária, a sua origem e os autores que contribuíram para se tornar uma obra literária e as estruturas dos contos de fadas. No segundo momento, trata-se do desenvolvimento da criança de 5 a 6 anos a fase em que ela se encontra, físico, oral e intelectual, levando e conta a sua cultura e o seu nível de desenvolvimento. No terceiro momento retratamos o construção dos contos de fadas na formação da criança de 5 a 6 anos, focando-se na importância de ouvir histórias, porque os contos de fadas, e o que diz o RCNEI a respeito dos contos de fadas e deixamos como sugestões histórias indicadas para essa fase de desenvolvimento da criança. Por fim consideramos os contos de fadas como recurso essencial para o desenvolvimento da criança de 5 a 6 anos de idade. Palavras-chave: Contos de fadas. Formação da Criança. Educação infantil

11 Nome do Pesquisador(Aluno): TIAGO PRADO DA SILVA Nome do Orientador: JOSIAS PEREIRA Titulação do Orientador: MESTRE Instituição: FACNOPAR - FACULDADE DO NORTE NOVO DE APUCARANA A ESCOLA E O STATUS QUO A educação vem passando por várias transformações. As evoluções e as novas tecnologias proporcionam cada vez mais dedicação e empenho tanto do grupo escolar quanto dos alunos e principalmente da família.na década de 60 um grupo de sociólogos ligados a sociologia critica reprodutivista, dentre eles o francês Pierre Bourdieu realizaram varias criticas sobre o papel da escola na sociedade. Dentre estes trabalhos, o livro A reprodução de 1970 defende a idéia de que a escola contribuiu para a manutenção do Status Quo. Segundo o autor, aqueles que não possuem uma bagagem cultural não alcançam sucesso, diferentemente daqueles que apresentam uma estrutura familiar com melhores condições financeiras e subseqüentemente uma melhor bagagem cultural. O autor defende o pressuposto de que famílias de classes baixa apresentam pouco interesse em investir nos estudos dos seus filhos, pois não tem certeza de lucro, principalmente em curto prazo. Já as famílias de classes médias têm a ideia de que somente com o estudo seus filhos poderão alcançar uma ascensão melhor; para Bourdieu muitos desses alunos são oriundos de classes inferiores e somente através do estudo chegaram numa posição melhor.no inicio do século xxi nossa pesquisa realizada em uma escola publica de Arapongas demonstra que passado quase 50 anos, a reprodução social é uma realidade em varias regiões do Brasil. Outro sociólogo reprodutivista, Althusser em seu livro Aparelhos Ideológicos de Estado (2001) defende que o filho da classe média aprende a saber mandar e ter uma postura de chefe, já o da classe inferior aprende a obedecer e respeitar. A escola na posição de Bourdieu e Althusser não colabora com o crescimento dos seus clientes e sim na manutenção de sua posição. O exemplo pleno que temos é de um filho de operador de maquinas quando sai da escola ele se torna operador de máquina também e outro que vem de uma família de administradores de empresas sai da escola se forma numa faculdade e torna-se diretor de uma empresa. Os dois tiveram o mesmo conteúdo, só que somente um obteve sucesso de capital financeiro, social e cultural após seus estudosos autores são de outros contextos, porém ainda é possível usar e comparar seus trabalhos na atualidade no Brasil. Outro exemplo é visto quando a escola abre as portas para novos clientes a partir de meados de 1980 e comparados com os antigos eles não conseguem ter (após sair) as mesmas condições. Palavras-chave: REPRODUÇÃO, STATUS QUO,

12 Nome do Pesquisador(Aluno): Sara Rebeca Fernandes Liba Nome do Orientador: Raquel Corrêa Lemos Ferraz de Almeida Titulação do Orientador: Especialista Instituição: Centro Universitário Filadélfia- Unifil A Organização do Ambiente Escolar na Educação Infantil: espaços para Aprendizagem. A escola tem buscado contribuir mais com o desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo do educando. Assim, analisar a organização da escola é um fator relevante para que esse desenvolvimento integral aconteça; por essa razão é essencial que o educador conheça tais aspectos. Muitos estudos mostram que desde o nascimento o ser humano é influenciado pelo meio em que vive. Os autores que falam sobre o desenvolvimento infantil, representantes dos mais diferentes referenciais teóricos, são unânimes em afirmar que as aquisições sensoriais e cognitivas das crianças têm estreita relação com o meio físico. O espaço físico das creches e pré-escolas deve proporcionar acessibilidade, autonomia, ambiente lúdico, segurança e higiene. Parte-se da premissa de que não é possível pensar em modelos arquitetônicos únicos, já que estes devem adaptar-se aos usuários e à cultura local. Também se compartilha da ideia de que o espaço físico e social é fundamental para o desenvolvimento das crianças, na medida em que esse as ajuda a estruturar as funções motoras, sensoriais, simbólicas, lúdicas e relacionais. Indaga-se, portanto, se a organização do ambiente escolar influência no processo de aprendizagem na educação infantil. Deste modo, objetiva-se, nessa pesquisa, verificar a interferência, ou não, da organização do ambiente escolar na aprendizagem da criança de educação infantil. Para tanto, é necessário compreender a relação entre a concepção de infância ao longo dos tempos e a criação de espaços educacionais para o atendimento à criança da Educação Infantil; compreender, também, a necessidade de se criar um espaço e/ou adequação deste para o atendimento à criança da Educação Infantil; relacionar propostas educacionais e leis no Brasil à criação de uma escola de qualidade para as crianças; pesquisar a relação entre espaços/ambientes escolares e o processo de aprendizagem e, ainda, entender a necessidade de adequação desses espaços para melhorar o processo de aprendizagem do educando e, por fim, identificar a organização dos espaços internos e externos de uma instituição de Educação Infantil. Palavras-chave: Ambiente Escolar; Educação Infantil; Organização.

13 Nome do Pesquisador(Aluno): TATIANA MAYUMI ALVES IRIZAWA Nome do Orientador: CARLOS FRANCISCO DE PAULA NADALIM Titulação do Orientador: MESTRADO EM ANDAMENTO EM EDUCAÇÃO; ESPECIALIZAÇÃO EM FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORANEA; ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA E TEORIAS DA ARTE; GRADUAÇÃO EM DIREITO; CURSO TÉCNICO EM TECNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO. Instituição: CENTRO UNIVERSITÁRIO FILADELFIA -UniFil A Importância da Música na Educação Infantil Este estudo analisa a importância da música na educação infantil e suas contribuições no desenvolvimento das virtudes. Partindo desta perspectiva, ele se divide em quatro etapas: a) aborda os sentimentos mais aflorados nas crianças da educação infantil; b) partindo desse princípio, na segunda etapa, realiza um paralelo entre a música e os sentimentos que ela desponta nas crianças; c) na terceira etapa, descreve algumas virtudes que a música pode despertar nas crianças; d) por fim, estabelece uma relação da linguagem musical com o ser humano. Exemplificando esta última etapa, podemos relacionar a altura dos sons, ou altura melódica, aos ritmos psíquicos do corpo humano, já que as ondas cerebrais operam em diferentes freqüências sonoras. Ao utilizá-la como instrumento pedagógico, o educador infantil poderá notar sua importância, pois, por meio desta arte, pode correlacioná-la com as atividades de classe, aguçando o gosto das crianças pelos assuntos musicais. A idéia de estudar esse tema surgiu ao notar que a música sempre esteve presente na história mundial, na qual os indivíduos cantavam e dançavam, transparecendo suas emoções e virtudes. No início da pesquisa, ao atrelar à contribuição da música em sala de aula apenas ao aspecto da diversão, percebemos como esse recorte restringia a amplitude do tema. Assim, evitando essa limitação, a pesquisa se voltou para o âmbito filosófico, com base em Aristóteles e outros autores. Com isso, objetiva-se disponibilizar aos estudiosos do tema uma compreensão acerca da importância da música na educação infantil e suas conexões com o desenvolvimento das virtudes. Realizando esse estudo, pretendemos enriquecer a compreensão desta área em ascensão nas discussões pedagógicas e na rede de ensino de nosso país. Palavras-chave: Música, Educação Infantil, Desenvolvimento da Criança

14 Nome do Pesquisador(Aluno): Carolina Sanches Bigattão Nome do Orientador: Adail Ferreira Lima Titulação do Orientador: Especialista Instituição: Centro Universitário Filadélfia- Unifil Inclusão um desafio aos educadores A inclusão vem sendo um desafio aos educadores, até mesmo, para aqueles que são a favor dessa ação educacional, sendo assim, tem-se como problema a formação do professor, que deve estar preparado para atender as necessidades e dificuldades de todos os alunos, integrando suas relações, de forma que oportunize seu desenvolvimento cognitivo, social e afetivo. O principal objetivo é identificar a questão da inclusão escolar sob o âmbito da formação docente em escolas do ensino regular, seus pressupostos, desafios e possibilidades de atuação profissional, onde é preciso sacudir as estruturas tradicionais sobre as quais nossa escola está assentada. A lógica da transmissão deve ser substituída por uma outra lógica, está centrada na aprendizagem e em tudo que possa facilitá-la. Para tanto, é necessária uma escola aberta à diversidade, consciente de suas funções sócio-políticas, ao lado das pedagógicas, uma escola sintonizada com os valores democráticos. Mais importante do que conceber a escola como transmissora de conteúdos é concebê-la como o espaço privilegiado de formação e de exercício da cidadania. Tendo em vista o momento atual, onde a inclusão é uma realidade, justifica-se a importância desse estudo para os educadores, bem como, para a sociedade em geral. Para tal, dividimos o presente trabalho em três capítulos, o primeiro aborda todo o processo de exclusão no mundo e no Brasil, pois a questão da deficiência só será compreendida se inserida no processo histórico, de como a sociedade foi possibilitando ou não aos indivíduos terem atendimento às necessidades básicas e por decorrência, construir sua existência com dignidade e qualidade. O segundo vêm apresentar as principais leis e decretos que competem e possibilitam discussões sobre as políticas relativas à inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais. E para finalizar, o terceiro capítulo descreve acerca da formação do professor da escola inclusiva, bem como, seu papel, perfil e importância; fatores que refletem na qualidade e eficácia da educação para ANEEs. Palavras-chave: Inclusão. Diversidade. Professor facilitador.

15 Nome do Pesquisador(Aluno): Aline Maria Araujo Nome do Orientador: Ana Cláudia Cerini Trevisan Titulação do Orientador: Especialista Instituição: Centro Universitário Filadélfia - UniFil A Pedagogia Histótico-Crítica na Prática: Atuação do Professor no Ensino Fundamental. Este estudo tem como temática a Pedagogia Histórico-Crítica. Essa teoria fundamenta-se no materialismo histórico e propõe que o professor seja um mediador do ensino promovendo a aprendizagem significativa de seus alunos. A importância deste estudo reside no fato de que a Pedagogia Histórico-Crítica, entre outras teorias, fundamenta as Diretrizes Curriculares do estado do Paraná, fato que, por si só, justifica tal estudo, uma vez que, a prática docente deve ser coerente, entre outros aspectos, com os documentos legais. Tendo em vista que a teoria em questão propõe que o professor, em sua prática na sala de aula, tenha clareza acerca dos pressupostos que orientam seu trabalho, de modo que o aluno adquira o conhecimento por meio da aprendizagem significativa, acredita-se que os professores atuantes no Ensino Fundamental da rede pública na cidade de Londrina, ainda não atuam em acordo com tais pressupostos. Deste modo, este estudo pretende explicitar os fundamentos da Pedagogia Histórico Crítica, bem como, verificar se a mesma tem se efetivado na prática docente dos professores atuantes no Ensino Fundamental.Para tal, será utilizada como objeto de análise da prática docente as observações realizadas durante o estágio supervisionado nos anos iniciais do ensino fundamental, assim como, analise bibliográfica, pautada em livros e artigos científicos. Os dados serão analisados qualitativamente. A pesquisa será dividida em três capítulos. No primeiro capitulo buscar-se-á considerar a educação escolar e as concepções pedagógicas da educação. No segundo capitulo enfocar-se-á a pedagogia Histórico- Crítica, seu histórico, fundamentos e sua didática, a fim de esclarecer tais pontos para posterior análise. No terceiro capitulo apresentar-se-á as Diretrizes Curriculares do Paraná, bem como, a analise das observações realizadas no ensino fundamental da rede publica da cidade de Londrina. Por fim, pretende-se identificar e sugerir metodologias que o professor pode trabalhar em sala de aula. Palavras-chave: Ensino-Aprendizagem. Ensino Fundamental. Pedagogia Histórico- Crítica. Prática Pedagógica.

16 Nome do Pesquisador(Aluno): Ângela Nubiato Lopes Nome do Orientador: Lúcia Helena Tiosso Moretti Titulação do Orientador: Doutora Instituição: UNOESTE - Presidente Prudente Exclusão na Inclusão Bullying É um grande desafio para os educadores, nos dias de hoje, propor caminhos que levem a melhorar a educação brasileira nas escolas, visto que nossas crianças e jovens são influenciados, principalmente pela mídia, a um comportamento inadequado, onde o relacionamento permeado pela violência, pela banalização de conceitos se traduz numa crise de valores.há, então, muitas vezes, um grande descompromisso em relação a educação por parte de pais, responsáveis e até mesmo dos professores da área de educação formal.todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de brincadeira. Estudos recentes revelam que esse comportamento pode acarretar sérias consequências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na auto-estima, até em casos mais extremos, suicídio e outras tragédias. Diversos trabalhos internacionais tem demonstrado que a prática do Bullying pode ocorrer a partir dos 3 anos de idade, quando a intencionalidade desses atos já pode ser observada.foi através da constatação dessa violência, até mesmo em ambientes escolares bem próximos, que senti uma grande necessidade de abordar o fenômeno Bullying, visto que não existem soluções simples para combatê-lo. Por tratar-se de um problema complexo e de causas múltiplas. É necessário que cada escola desenvolva sua própria estratégia para reluzi-lo, pois a única maneira de se combater o Bullying é através da cooperação de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais.sendo o Bullying um problema mundial, é encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana, e muitas vezes os profissionais escolares não admitem a sua ocorrência, negando-se a enfrentá-lo ou ainda desconhecem o problema.quando não há intervenções efetivas contra o Bullying o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo.educadores que se preocupam com esse comportamento agressivo nas escolas afirmam que está faltando afeto nas relações entre crianças e adolescentes, possivelmente em razão de problemas familiares. A falta de diálogo e de respeito parece ser a origem da agressividade infantil e juvenil, um problema que temos que discutir com mais intensidade diante do aumento da violência no mundo inteiro. Palavras-chave: Exclusão Inclusão Bullying escola professor aluno

17 Nome do Pesquisador(Aluno): RUTE DA SILVA MACHINESKI Nome do Orientador: ELIANA GUIDETTI DO NASCIMENTO Titulação do Orientador: MESTRADO Instituição: Centro Universitário Filadélfia- UNIFIL PREPARO DOS PROFESSORES DAS SÉRIES INICIAIS PARA TRABALHAR A EDUCAÇÃO AMBIENTAL Entende-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal. A capacitação de educadores, com especialização e atualização em todos os níveis e modalidades de ensino, deve ser permanente. O desenvolvimento da cidadania e a formação da consciência ambiental têm na escola um local adequado para sua realização através de um ensino ativo e participativo. O objetivo do trabalho foi de pesquisar a situação atual sobre capacitação dos professores para atuar como educadores ambientais como tema transversal nas escolas de ensino infantil e de 1º a 4º séries do ensino fundamental, bem como seus problemas e resultados positivos obtidos até o momento. A pesquisa foi desenvolvida no mês de novembro de 2004, em três diferentes escolas, uma de educação infantil e duas de 1º a 4º séries. Os professores das escolas foram convidados a responder um questionário com 14 perguntas sobre o tema educação ambiental na escola. As perguntas se referiam a formação dos professores, cursos de capacitação, dificuldades de trabalhar o tema, entre outros. No total 25 professores responderam o questionário. Em torno de 70% dos professores tem formação universitária, em Pedagogia ou Normal Superior, sendo que o restante é formado no magistério do nível médio. Dos professores pesquisados, 95% acham que a educação ambiental deve ser estudado em todas as disciplina e todos os dias, e não em uma única disciplina. Em torno de 65% dos professores se consideram capacitados para trabalhar o tema educação ambiental com os alunos. Observamos que dos professores que se consideram capacitados, porém 33% dos entrevistados nunca fizeram um curso sobre meio ambiente e outros 33% chegaram a fazer apenas um curso. Apesar dos professores considerarem fácil de trabalhar o tema nas escolas, a maioria defende treinamentos para melhorar as aulas e discussão sobre o meio ambiente, bem como o envolvimento de toda a sociedade para buscar a preservação do meio ambiente e melhoria na qualidade de vida Palavras-chave: Palavras-chave: Educação ambiental; séries iniciais e educação infantil; capacitação dos professores

18 Nome do Pesquisador(Aluno): Talita Duarte Dakkache Nome do Orientador: Marta Regina Furlan de Oliveira Titulação do Orientador: Professora Instituição: Centro Universitário Filadélfia - Unifil A Atenção das Crianças de Educação Infantil Dentro da Sala de Aula Como atrair a atenção das crianças de Educação Infantil dentro da sala de aula? Este é o questionamento que provoca-nos para o estudo dessa pesquisa, principalmente por acreditar que a criança enquanto ser único, histórico e social, precisa interagir socialmente a partir de uma mediação significativa e estimulante. Aulas mais dinâmicas, aulas coloridas, criativas, podem ser consideradas ricas durante o trabalho na educação infantil, haja vista que a criança ter prazer, utilizar jogos pedagógicos e interagir constantemente com o mundo social que a cerca. Muitas crianças, normalmente, apresentam dificuldades ou resistência relacionada a sua freqüência na escola, os professores, no entanto precisam motivar à criança ir para a escola. Daí a organização e planejamento de uma ação pedagógica rica e diversificada, com o propósito de estimular a atenção e envolver a criança durante as atividades diversas. É sabido que toda criança necessita ir à escola e cabe ao professor atrair a atenção de tal buscando com que a criança sinta prazer em estar em sala de aula. Assim, analisar as diversas propostas de ensino é um fator relevante para atingir esse objetivo, por essa razão é essencial que o educador conheça algumas propostas para atrair a atenção das crianças. Para tanto, o professor da escola infantil precisa conhecer as crianças e suas infâncias, bem como o desenvolvimento infantil e as possíveis mediações nesse processo. A intenção ainda é partir de um trabalho comprometido com a ludicidade e com o prazer em aprender e se desenvolver. Desse modo, far-se-á a pesquisa por meio de fontes bibliográficas com leituras a partir de autores renomados da área. Palavras-chave: Criança. Desenvolvimento. Mediação. Motivação. Educação Infnatil.

19 Nome do Pesquisador(Aluno): Ana Cristina Antonio Nome do Orientador: Leandro Henrique Magalhães Titulação do Orientador: Doutor Instituição: Centro Universitário Filadelfia-UniFil A Importância dos Contos de Fadas e a Formação Moral da Criança de 03 a 04 anos O presente trabalho caracteriza-se por apresentar a pesquisa através de levantamento bibliográfico com o tema: A importância dos contos de fadas e a formação moral da criança de 03 à 04 anos. A partir da compreensão de que a sociedade está carente de ética e valores sócio-morais, o trabalho aqui destacado visa enfatizar por meio dos contos de fadas a formação moral da criança amparado por um amplo leque de concepções e teorias. Todos os capítulos são concebidos na perspectiva histórica e contextualizada a sociedade contemporânea. Contudo, através da literatura infantil há a conceituação dos contos sendo identificado nos aspectos que a esse trabalho são relevantes. Nesse sentido as histórias por meio da tradição oral expressam pensamentos de um povo que ainda não fazia o uso da escrita. O uso da linguagem oral permitiu o surgimento da literatura e a oralidade foi sendo transcrita e constitui-se hoje como registros históricos de considerável grau de importância no meio literário contemporâneo por meio dos contos de fadas. Considera-se portanto que os contos de fadas inferem diretamente no desenvolvimento da criança por meio do simbolismo e do estímulo a imaginação presente nessas histórias. Com isso as histórias atuam de forma consentânea ao desenvolvimento da infantil promovendo uma ligação entre as suas dificuldades internas e ao mesmo tempo transportando a criança para um segundo mundo reconhecendo a imaginação como um meio passível a compreensão de situações reais a partir da representação simbólica presentes nesses contos. Dessa forma, conclui-se que a moral desenvolve-se de forma interna, tem influências das relações sociais mas principalmente é desenvolvida de forma espontânea, contemplando a contação de história e visualizando no adulto, um facilitador de um gênero literário acessível e compreensível ao imaginário infantil. Palavras-chave: contos de fadas, crianças de 03 a 04 anos e formação moral.

20 Nome do Pesquisador(Aluno): Patricia Silva Pereira Nome do Orientador: Karina de Toledo Araújo Titulação do Orientador: Mestrado Instituição: Centro Universitário Filadélfia - Unifil INTELIGENCIAS MULTIPLAS, MULTIPLAS LINGUAGENS E INTELIGENCIA EMOCIONAL: inter-relações no processo de ensino e aprendizagem. Temos dois tipos diferentes de inteligência: inteligência racional e emocional. A aprendizagem e o desenvolvimento em diferentes aspectos do comportamento dependem do desempenho das duas, tanto da inteligência racional como da emocional, pois a primeira não apresenta conseqüências tão positivas se não estiver relacionada a inteligência emocional. O conceito de inteligência mudou muito no decorrer das transformações sociais e a escola precisa acompanhar tais transformações e considerar que as manifestações das inteligências são múltiplas e compõem um amplo conjunto de competências que incluem diferentes dimensões, sendo que alguns talentos só se desenvolvem porque são valorizados pelo ambiente cultural. O mais importante na educação são os seres humanos, seres de múltiplas linguagens, e para garantir um direito básico que é uma educação de qualidade é necessário praticas pedagógicas que conscientizem os educandos e provoquem reflexões criticas sobre a realidade onde estão inseridos, pois a ação pedagógica é uma ação política que não deve ser neutra. O conhecimento é múltiplo e evolui infinitamente, a proposta pedagógica, com uma visão humanista, que resgata valores, estabelece limites, promove a interação entre os sujeitos envolvidos nesse processo, com base em objetivos comuns, oferece a possibilidade de problematização, investigação, conscientização estabelece uma transformação social, com atuação critica e responsável para a construção de uma sociedade mais democrática, envolvendo questões políticas, econômicas, ambientais. A alfabetização emocional e as múltiplas linguagens e um recurso pratico, dinamiza a aula e desperta o interesse dos alunos, tornando a aprendizagem mais fácil e o ensino mais motivante. O educador incentiva o educando despertando suas capacidades entre as quais: criar projetos, desenvolver um equilíbrio emocional e fazer uso competente da comunicação, satisfazendo a demanda do mercado de trabalho. Para fundamentar as idéias anteriormente apresentadas, este trabalho utilizou-se de levantamento e análise bibliográfica de autores renomados na área das múltiplas linguagens, múltiplas inteligências e mercado de trabalho, tais como: Howard Gardner, Daniel Goleman, Augusto Cury, Comissão Internacional da Unesco, Celso Antunes, enfatizando sempre a questão da inteligência emocional. Os assuntos ora abordados trabalho convidam educadores a serem estimuladores das potencialidades dos alunos e não simples transmissores de informações. Palavras-chave: Emocional.Inteligências.Linguagens.

21 Nome do Pesquisador(Aluno): Carina da Silva França Nome do Orientador: Karina Toledo Araújo Titulação do Orientador: Mestre em educação Instituição: Centro Universitário Filadélfia- UniFil A Atuação do Pedagogo com Crianças Hiperativas na Escola. O presente trabalho trata-se sobre a atuação do pedagogo nas escolas com crianças hiperativas, como o pedagogo pode atuar com crianças hiperativas na escola. Pois a hiperatividade é um problema que ocorre nas escolas hoje em dia e muitos educadores e pedagogos não estão preparados para trabalhar com crianças que tem distúrbio, com objetivo de descrever a atuação dos pedagogos para lidar com as crianças hiperativas na escola,porém no 1º capítulo abordarei os conceitos,causas,tipos,diagnóstico e tratamento o 2º a criança hiperativa na escola, os processos de ensino aprendizagem e o 3º o que o pedagogo deve saber sobre a hiperatividade, apontar o que ele deve fazer com os professores e as crianças hiperativas o papel do pedagogo frente as crianças, e a orientação, supervisão dos professores de alunos hiperativos a intervenção pedagogica junto a ela.no primeiro momento fala do TDAH que é a hiperatividade a qual significa transtorno déficit de atenção hiperatividade que é um problema que ocorre em certas áreas do cerebro a qual comandam o comportamento inibitório o freio, a capacidade de executar tarefas de planejamento, trabalho entre outras funções, determinando cque o individuo apresente sintomas de desatenção, agitação, hiperatividade, impulsividade, pois a criança hiperativa se mexe o tempo todo não tem paciência, não prestando atenção nas coisas.existe tipos de tdah que são o desatento, impulsivo e por fim combinado que é junto com o tdah, onde as possíveis causas são várias podendo ser hereditário a qual o diagnóstico e o tratamento vai depender de cada caso, cabendo ao psicólogo ou ao médico realizar os encaminhamentos, pois a hiperatividadenão tem cura, mas deve ser tratada.no 2º momento que cada escola deve ter disponibilidade é um preparo para receber um aluno que pode apresentar dificuldades de aprendizagem ou comportamento, o professor portanto deve ter conhecimento suficiente para diferenciar as caracteristica desse transtorno pois acriança hiperativa é inteligente e se lhes dermos uma chance elas poderão ser bem sucedidas.(mattos,2001,p.06). Palavras-chave: Hiperatividade,Pedagogo,Criança.

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