A FAMÍLIA NO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, POLÍTICAS E SOCIAIS - CEJURPS CURSO DE DIREITO A FAMÍLIA NO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA ALEXANDRA DINIZ ALVES PEREIRA Itajaí (SC), 07 de novembro de 2008.

2 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, POLÍTICAS E SOCIAIS - CEJURPS CURSO DE DIREITO A FAMÍLIA NO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA ALEXANDRA DINIZ ALVES PEREIRA Monografia submetida à Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, como requisito parcial à obtenção do grau de Bacharel em Direito. Orientadora Mestranda: Professora Maria Inês França Ardigó ITAJAÍ (SC), 07 DE NOVEMBRO DE 2008.

3 AGRADECIMENTO Agradeço primeiramente a Deus pela inspiração e sabedoria, a meus pais Edson Alves Pereira e Silvana Diniz Costa pelo incentivo, os puxões de orelha a meus amigos pela paciência, cumplicidade e companheirismo, a minha mestre pelo carinho e dedicação, pelo apoio e por não desistir de mim.

4 DEDICATÓRA Algumas pessoas marcam a nossa vida para sempre, umas porque nos vão ajudando na construção, outras porque nos apresentam projeto de sonho e outras ainda porque nos desafiam a construí-los. Quando damos conta, já é tarde para lhes agradecer, por isso dedico este trabalho primeiramente a Deus, pois por muitas vezes, sentindo-me desacreditada e perdida nos meus objetivos, nos meus ideais e na minha pessoa, ele me fez ter forças para então hoje vivenciar a delicia de me formar. Não posso esquecer ainda a ajuda de meus amáveis e eternos pais Edson Alves Pereira e Silvana Diniz Costa, no qual dedico a minha formação como profissional, pois sem eles não poderia ter sido concretizada, pois no decorrer da minha vida, proporcionaram-me, além de extenso carinho e amor, os conhecimentos da integridade, da perseverança e de procurar sempre em Deus à força maior para o meu desenvolvimento como ser humano. Por essa razão, gostaria de dedicar e reconhecer à vocês, minha imensa gratidão e sempre amor. Aos amigos (as), familiares, professores (as) e todos aqueles (as) que cruzaram em minha vida, participando de alguma forma na construção e realização deste tão desejado sonho de carregar o canudo de minha formatura ingrediente fundamental para minha felicidade.

5 EPÍGRAFE De perto, talvez ninguém seja normal ; por outro lado, de perto, de muito perto, talvez o diabo não seja tão feio quanto se pinta. O difícil é olhar de perto; afinal a exclusão esconde o insuportável."(tarcísio Matos de Andrade)

6 TERMO DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE Declaro, para todos os fins de direito, que assumo total responsabilidade pelo aporte ideológico conferido ao presente trabalho, isentando a Universidade do Vale do Itajaí, a coordenação do Curso de Direito, a Banca Examinadora e o Orientador de toda e qualquer responsabilidade acerca do mesmo. Itajaí (SC), 12 de junho de ALEXANDRA DINIZ ALVES PEREIRA Graduanda

7 PÁGINA DE APROVAÇÃO A presente monografia de conclusão do Curso de Direito da Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, elaborada pela graduanda Alexandra Diniz Alves Pereira, sob o título A Família no tratamento da dependência química, foi submetida em 20/11/2008 à banca examinadora composta pelos seguintes professores: (,, ), e aprovada com a nota ( ). Itajaí (SC), 07 de novembro de Profª. Maria Inês França Ardigó Orientadora e Presidente da Banca Coordenação da Monografia

8 ROL DE ABREVIATURAS E SIGLAS A.A. AL-ANON ALATEEN ECA FMUSP Alcoólicos Anônimos Abreviatura de alcoólicos anônimos Abreviatura de alcoólicos anônimos para adolescentes Estatuto da Criança e do Adolescente Lei n , de Faculdade de Medicina da universidade de São Paulo N. A Narcóticos Anônimos OBID OMS PHD SENADE SNC USA Observatório Brasileirode Informações sobre Drogas Organização Mundial da Saúde Plesiochronous Digital Hierarchy (Hierarquia Digital Plesiócrona) Secretaria Nacional Anti-Drogas Sistema Nervoso Central Estados Unidos da América

9 ROL DE CATEGORIAS DANO: Prejuízo a integridade física ou oral de alguém; b) ato punível quem vêm a destruir, inutilizar ou deteriorizar bem alheio (...) 1 DEPENDENCIA PSÍQUICA (QUIMICA): Estado produzido pelo consumo de drogas ou psicotrópicos que leva o paciente a aumentar habitualmente as doses, pela sensação de bem estar e alheamento que proporcionam. 2 DROGA:Qualquer substância tóxica empregada em industria. 2. Substância que tem fins medicamentos ou sanitários. 3. Entorpecentes; tóxicos; psicotrópicos. 4. Remédios que, após um uso prolongado pode causar dependência psíquica ou física. 3 FAMILIA: Instituição social de diversas pessoas agrupadas em razão de vínculo de casamento, união estável ou descendência. As pessoas que integram a entidade familiar podem ser ou casadas, ou solteiras, ou viúvas, ou divorciadas, ou desquitadas. 4 ILICITO: Ilegalidade; qualidade do que não é licito; contrariedade ao direito. 2. Improbidade. 3. Ofensa a moral e ao bons costumes. 5 LICITO: São aquelas legalmente produzidas e comercializadas (álcool, tabaco, medicamentos, inalantes, solventes), sendo que a comercialização de alguns medicamentos é controlada, pois há risco de causar dependência física / psíquica. 6 1 DINIZ, Maria Helena. Dicionário Jurídico, v. 2, Editora Saraiva:São Paulo, 1998, p DINIZ, Maria Helena. Dicionário Jurídico, v. 2, Editora Saraiva:São Paulo, 1998, p DINIZ, Maria Helena. Dicionário Jurídico, v. 2, Editora Saraiva:São Paulo, 1998, p Disponível em <http://www.direitonet.com.br/dicionario_juridico/x/16/33/163/> Acessado em 29/10/ DINIZ, Maria Helena. Dicionário Jurídico, v. 2, Editora Saraiva:São Paulo, 1998, p.759

10 PODER FAMILIAR: Conjunto de direitos e deveres dos pais em relações aos filhos menores com efeito aos direito dos pais sobre os filhos menores, se opõem deveres impostos pela lei, no interesse dos filhos (...). 7 TRATAMENTO: Conjunto de meios terapêuticos para curar ou aliviar doentes. (...) Medida de segurança que consiste em internar delinqüentes em estabelecimento apropriado para tratar sua enfermidade mental Plano de Prevenção ao Uso de Drogas e Álcool do Esquadrão da Vida Acessado em 03/10/ ACQUAVIVA, Marcus Claudio. Dicionário Acadêmico de Direito: De acordo com o novo Codifo Civil, 3ª Ed, Editora Jurídica: São Paulo, p DINIZ, Maria Helena. Dicionário Jurídico, v. 4, Editora Saraiva:São Paulo, 1998, p.621

11 SUMÁRIO RESUMO... XIII INTRODUÇÃO...14 CAPITULO 1 HISTÓRIA DA FAMÍLIA ORIGEM DA FAMILIA A família consangüínea A família punaluana A família sindiasmica...22 MONOGAMIA...23 ENDOGAMIA...24 EXOGAMIA...25 POLIGAMIA...27 FAMILIA COTEMPORANIA...28 CAPITULO 2 DAS DROGAS 2.1 HISTÓRIA DAS DROGAS CONCEITO CLASSIFICAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS TIPOS DE DROGAS Ansioliticos Inalantes Lança-perfume Cocaína Maconha Heroína Anfetaminas LSD e Ecstasy Crack Ópios Alcool Nicotina Anabolizantes DA DEDUÇÃO DE DANOS NA DEMENDÊNCIA DE DROGAS...54

12 CAPITULO 3 A FAMÍLIA NO TRATAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA 3.1 A FAMILIA E O DEPENDENTE QUÍMICO SINTOMAS APRESENTADOS PELO DEPENDENTE QUÍMICO COMO A FAMILIA DEVE AGIR APÓS DESCOBRIR UM DEPENDENTE QUÍMICO NA FAMILIA MOMENTO DA FAMILIA PEDIR AJUDA RECURSOS PARA TRATAMENTO ETAPAS PARA TRATAMENTO RECURSOS PARA TRATAMENTO EM ITAJAÍ A LEI NO AMPARO DA FAMÍLIA NO TRATAMENTO DE UM DEPENDÊNTE QUÍMICO...72 CONSIDERAÇÕES FINAIS...76 REFERÊNCIA DAS FONTES CITADAS...78

13 RESUMO Esta pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de estudar como as familias deverá agir ao descobrimento da dependência química no seio familiar. O objeto desta pesquisa são as familias que estão passando por essa situação de familiares dependentes. A análise dos dados possibilitou verificar quais as atribuições da família durante o processo de tratamento. Percebi, durante a pesquisa, que a família passa a ter conhecimento do uso de drogas pela propria pessoa nas mudança de comportamento do mesmo ou por intervenção da justiça. Logo após a descoberta a família passa por momentos em que sentimentos negativos se tornam presentes. E embora tenhamos percebido mudanças no comportamento da familiar após a descoberta do uso, a família tende a negá-lo, e que a busca por tratamento proporciona à família uma oportunidade de retomada das relações familiares interrompidas. Palavras-chaves: drogas, família, tratamento.

14 INTRODUÇÃO A presente Monografia tem como objeto a Família no tratamento da Dependência Química e como objetivo Institucional: produzir uma monografia para obtenção do grau de bacharel em Direito, pela Universidade do Vale do Itajaí Univali. O seu objetivo geral é estudar como a familia deve agir ao descobrir um dependente químico na familiar. Para tanto, no Capítulo 1, falar sobre a história da família, sua evolução até os dias atuais, para poder enfim entender toda a estrutuda da familiar. No Capítulo 2 vem o conhecimento sobre as drogas, seus tipos, de onde surgiram, porque hoje é um problema tão grande nas famílias. No capítulo 3, vem finalizando mostrando como a família pode estar ajudando no tratamento do dependente. Observamos que um dos primeiros entraves sobre tal discussão é a realização do diagnóstico da dependência, na qual muitas vezes é confundida com a rebeldia própria da fase. Também observamos que ainda não existe um tratamento específico para esta fase da vida, de maneira que o modelo de tratamento aplicado aos adultos é o mesmo direcionado aos adolescentes. Compreendemos que tal fato compromete as possibilidades de avanço no tratamento do adolescente, que diferente do adulto está em pleno processo de desenvolvimento tanto orgânico como social. Assim, percebemos, há necessidade de avanços no processo de tratamento da dependência química na adolescência, pois hoje a dependência química é considerada como um problema de saúde pública, pois atinge toda a sociedade desde as classes sociais mais elevadas às mais baixas. A droga está cada vez mais presente na vida cotidiana das pessoas, das famílias e muitos não sabem como lidar com tal situação. O presente Relatório de Pesquisa se encerra com as Considerações Finais, nas quais são apresentados pontos conclusivos destacados, seguidos da estimulação à continuidade dos estudos e das reflexões sobre Como Amparar a Família no tratamento da Dependência Química

15 15 Para a presente monografia foram levantadas as seguintes hipóteses: Primeira Hipótese: Existe a possibilidade de descobrir se há um dependente químico na família. Segunda Hipótese: A lei ampara a família para a internação de um familiar no tratamento químico. Quanto à Metodologia empregada, registra-se que, na Fase de Investigação foi utilizado o Método Indutivo, na Fase de Tratamento de Dados o Método Cartesiano, e, o Relatório dos Resultados expresso na presente Monografia é composto na base lógica Indutiva. Nas diversas fases da Pesquisa, foram acionadas as Técnicas, do Referente, da Categoria, do Conceito Operacional e da Pesquisa Bibliográfica.

16 16 CAPITULO 1 HISTÓRIA DA FAMÍLIA 1.1 ORIGEM DA FAMÍLIA Inicialmente, cabe-se abordar de onde surgiu e o que significa a família para então poder traçar as fases no qual a família passou para chegar ao que é hoje. A família como conceitua Fachin 9 é um fato cultural, no qual está antes do direito e no sistema jurídico, ainda o mesmo trouxe varias regras com relação a outros indivíduos. A família como fato cultural, está antes do Direito e nas entrelinhas do sistema jurídico. Mas que fotos nas paredes, quadros de sentido, possibilidades de convivência. Na cultura, na historia, prévia a códigos e posteriores a emoldurações. No universo jurídico, trata-se mais de um modelo de família e de seus direitos. Vê-las só na percepção jurídica do Direito de Família é olhar menos que a ponta de um iceberg. Acontece, sucede e transcende o jurídico, a família como fato e fenômeno. Assim, o conceito mais genérico e apropriado do que seria Família é como explica Gama 10. É a família a entidade na qual o homem recebe sua primeira formação ética, religiosa, moral e comportamental; que habilita ao convívio social. Não obstante a entidade familiar, desde os primórdios da humanidade, sofreu e vem sofrendo, várias alterações impostas por novos conceitos políticos e econômicos que o mundo vem experimentando ao longo das últimas décadas. A origem da família vêem desde a pré-história no qual sofreu varias modificações. Neste sentido para assim poder entender melhor essa evolução que o correu é necessário adentrar na família da civilização antiga. 9 FACHIN,Luiz Edson.Elementos críticos do direito de família. p. 14.

17 17 Assim, em estudo Souto Maior 11 divide a história em préhistória, fase da humanidade que é anterior ao aparecimento de documentos escritos e nas histórias propriamente ditas, a partir da escrita. Segundo afirma SOUTO MAIOR 12 : A História divide-se ainda em quatro períodos ou idades de duração muito desigual: 1º) Idade Antiga, que abrange o desenvolvimento das antigas civilizações orientais e clássicas (egípcia, mesopotâmia, hebraica, persa, grega Roma, etc.), terminando na queda do Império Romano do Ocidente (1476). 2º) Idade Média, compreendia entre a queda do Império Romano do Ocidente e a tomada de Constantino pelos Turcos (1453). 3ª) Idade Moderna, que principia com a queda de Constantino pia e termina com a Revolução Francesa de ª) Idade Contemporânea, que, tendo inicio na Revolução francesa alcança os nossos dias. Para Engels 13 entende-se o estudo da base na família que: O descobrimento da primitiva gens de direito materno como etapa anterior à gens de direto paterno dos povos civilizados, tem para a história primitiva, a mesma importância que a teoria da evolução de Darwin para biologia e a teoria da mais-valia, enunciada por Marx, para a economia política. A família passou por transformações e estas não ocorreram de formas iguais em todos os povos e, em todas as épocas, surgiu com um conceito de integração num estado organizado. Nesta era, a origem da família como bem menciona Engels 14 na sua obra a existência de uma promiscuidade no qual a mulher pertencia a todos os homens, haviam casamentos por grupos dentre outros tipos de manifestações de formações de família. 10 GAMA,Guilherme Calmon Nogueira da. O companheirismo: uma espécie de família SOUTO MAIOIR, Armando. Historia geral. 16 ed. São Paulo: Nacional SOUTO MAIOR, Armando. História geral, p ENGELS, F. A origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000 p ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995,

18 18 A concepção de família, como já foi mencionado para Engels 15 começa em 1861 com o direito Bachofen. O estuda da historia da família começou de fato, em 1861 com o Direito de Bachofen, o autor formula 4 teses: 1- primeiramente, os seres humanos viveram em promiscuidade sexual (impropriamente chamada de heterismo por Bachofen); 2 estas relações excluídas todas as possibilidades de estabelecer, com certeza a paternidade, pelo que a filiação apenas podia ser contada, por linhas femininas, segundo o direito materno, e isso se deu em todos os povos antigos; 3 - em conseqüência disse fato, as mulheres, como mães como únicas progenitores conhecidos da jovem geração, gozaram de grande apreço e respeito, chegando de acordo com Bachofen, ao domínio feminino absoluto (genecrocracia); 4 a passagem para a monogamia, em que as mulheres pertencem a um só homem inicia na transgressão de uma lei religiosa muito antiga, (isto é, do direito imemorável que os outros homens tenham sobre aquela mulher) transgressão que deveria ser castigada, ou cuja tolerância se compensava por outros, durante determinado período. No mesmo sentido é comprovado por Espíndola 16 : As mais antigas sociedades são inspiradas no respeito e no medo pelo homem mais forte, e todo homem forte luta pela existência, sofre o impulso do zelo sexual e ser apodera da mulher com exclusão dos outros. Com toda essa modificação com o poder do chefe na família no qual tinha o poder absoluto sobre a mulher, filhos, neste sentido a mulher foi ficando submissa ao poder do homem. Conceitua Maria Berenice Dias 17 : Em uma sociedade conservadora, os vínculos afetivos, para merecerem aceitação social e reconhecimento jurídico necessitavam ser chancelados pelo que se convencionou chamar de matrimônio. A família tinha uma formação extensiva, verdadeira comunidade rural, integrada por todos ao parentes, formando a 15 ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995, p ESPÍNDOLA,Eduardo.Filosofia do direito privado, 2001,p DIAS, Maria Berenice. Manual de Direito das Famílias. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.p. 26

19 19 unidade de produção, com amplo incentivo de procriação. Sendo entidade patromonializada, seus membros eram força de trabalho. O crescimento da família dispunha de perfil hierarquizado e patriarcal. Com o tempo, a severidade das regras foi atenuada, conhecendo os romanos o casamento sins manis. Ainda a evolução do direito Romano conduziu progressivamente à uma restrição de autonomia do pater, concedendo-se maior autonomia à mulher e aos filhos. GONÇALVES 18 diz Como o Imperador Constantino, apartir do século IV, instala-se no direito Romano a concepção certa da família, na qual predominam as preocupações de ordem moral. Aos poucos foi então a família romana evoluindo no sentido de se restringir progressivamente a autoridade do pater dando-se maior autonomia, passado estes a administração os pecúlios castrenses (vencimentos militares). Afirma ENGELS 19, citando MORGAN que: A família diz morgam é o elemento ativo nunca permanece estacionado mas passa de uma forma inferior a uma forma superior a medida que a sociedade evolui de um grau mais baixo para outro mais elevado. Os sistemas de parentesco, pelo contravo, são passivos, só depois de longos intervalos, registram os progressos feitos pela família, e não sofrem uma modificação radical senão quando a família já se modificou radicalmente. Pode-se afirmar ainda, de acordo com GAMA 20 que: (...) a evolução da família, desde a época do Direito Romano, é fruto de uma serie de influência das mais variadas, cumprindo assinalar que as modificações ainda encontram-se em andamento baseando para tanto ser relembradas as discussões que vem sendo travadas mundialmente e particularmente no Brasil, 18 GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil brasileiro: parte geral. São Paulo:[s.n], 2003 p ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995, 20 GAMA,Guilherme Calmon Nogueira da. O companheirismo: uma espécie de família.1998

20 20 envolvendo assuntos da maior relevância inclusive quando à própria noção atual da família e as repercussões juristas daí decorrentes. Só recentemente que, em função das grandes transformações históricas, culturais e sociais, o direito de família passou a seguir rumos próprios com adaptações a nossa realidade. Caltells 21 afirma que a principal transformação que ocorreu na família foi o fim do patriarcalismo, caracteriza-se pela autoridade, imposta institucionalmente, do homem sobre mulher e filhos no âmbito familiar. Assim, segundo ENGELS 22 citando Morgan, aos três estágios pré-histórico de cultura correspondem, pó sua vez, três modelos de família, os quais serão descritos separadamente, nos tópicos a seguir A família consangüínea O sistema de consangüinidade teria sido a primeira forma de configuração familiar descrita. Sua principal característica se relaciona ao fato de não existir nenhuma interdição sexual, sendo assim, a reprodução da família se dava através de relações carnais mutuas. Esta seria uma forma de organização familiar bastante primitiva. Para Engels 23 as interdições aconteceram gradativamente sendo a primeira destinada a limitar as relações entre pais e filhos, depois irmãos, primos e primas, em primeiro, segundo e restantes graus, são todos, entre si, irmão e irmãs, e por isso mesmo maridos e mulheres uns dos outros. A família consangüínea segundo Engels 24 desapareceu nem os povos mais atrasados fala a historia apresentada ou mesmo algum exemplo seguro dela. Mas o que nos obriga a reconhecer que ela deve ter existido é o sistema de parentesco havaiano, ainda vigente em toda a Polinésia, e que expressa graus de parentesco consangüíneo que só puderam surgir com essa forma de família 21 CALTELLS,M. O poder da identidade,p ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995, 23 ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995, p ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995,

21 21 Logo, surgiu de forma analógica uma nova fora de família no qual se denomina a família Punaluana A família punaluana Da família consangüínea saiu à forma de família á qual Morgan 25 dá o nome de família punaluana. De acordo co o costume havaiano, certos números de irmãs carnais ou afastadas (isto é, primas em primeiro, segundo e outros graus) eram mulheres comuns de seus maridos comuns, dos quais ficavam excluídos, entretanto, seus próprios irmão, pois já não tinham. Esses maridos, por sua parte, não se chamavam entre si irmão, pois já não tinham necessidade de sê-los, mas punalua, quer dizer, companheiro íntimo, como quem diz associé. De igual modo, uma serie de irmão uterinos ou mais afastados tinham em casamento comum certo número de mulheres, com exclusão de suas próprias irmãs, e essas mulheres chamavam-se entre si punalua. A família punaluana faz surgir às famílias por grupos, que permitiram o casamento de membros entre os grupos, mas com a proibição do casamento entre si. Esses grupos tinham a linhagem materna como referencial de descendência, pois conforme Engels 26 não se podia saber com certeza quem era o pai da criança, mas sabia-se quem era a mãe. Em todas as formas de família por grupos, não se pode saber com certeza quem é o pai de uma criança, mas sabe-se quem é a mãe. Ainda que ele chame filhos seus a todos os da família comum, e tenha deveres maternais para com elas, nem por isso deixa de distinguir seus próprios filhos entre os demais. Sendo assim, as mulheres eram muito valorizadas e respeitadas chegando a algumas sociedades a ter direitos de propriedade e participação política. 25 MORGAN. Lewis H. A sociedade primitiva. 26 ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995,

22 22 Com a proibição em relação ao casamento, torna-se cada vez mais impossível as uniões por grupos, assim, foram substituídas pelas famílias sindiásmica A família sindiásmica A passagem do matrimonio por grupos para a família sindiásmica aconteceu devido os progressivas regulamentações acerca do matrimonio. Num primeiro momento, as exclusões englobavam apenas parentes próximos, depois passou-se a excluir parentes mais distantes, chegando por fim, excluir até as pessoas vinculadas, apenas por aliança ficando, conseqüentemente, apenas a união do casal como possibilidade. A família sidiásmica para Engels 27 aparece no limite entre o estado selvagem e a barbárie. A forma da família barbárie é o matrimonio por grupos no estado selvagem e a monogamia e da civilização. Neste modelo familiar, um homem passou a viver com uma mulher. Contudo, a poligamia e a infidelidade ainda era considerada direitos dos homens, ao contrario das mulheres, que passaram a ser cobradas na sua fidelidade. De acordo com Engels 28 na família sindiásmica já o grupo havia ficando reduzido à sua última unidade, à sua molécula biatômica: um homem e uma mulher. A seleção natural realizara sua obra, reduzindo casa vez mais a comunidade dos matrimônio; nada mais havia a fazer nesse sentido. Portanto, se não tivessem entrado em jogo novas forças impulsionadoras de ordem social, não teria havido qualquer razão para queda família sindiásmica surgisse outra forma de família. Mas tais forças impulsionadoras entram em jogo. A mudança de posicionamento perante a mulher começou quando o homem passou a acumular riquezas e, conseqüentemente, também a ocupar uma posição de maior destaque. 27 ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995, 28 ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995, p

23 23 Assim, Engels 29 nos perpassa que: Segundo os costumes sociedade, o homem era igualmente proprietário do novo manancial de alimentação, o gado, e mais adiante, do novo instrumento de trabalho, o escravo. A mulher passou então a ocupar um papel secundário sendo cobrado cada vez mais na fidelidade, pois, pra que os filhos herdassem os bens adquiridos, o homem não poderia ter duvidas a respeito da paternidade. Dessa maneira o direito materno não poderia mais existir, pois a garantia dos direitos eram adquiridos através da linha paterna mais conhecido como organização patriarcal. Engels 30 caracteriza essa fase em sua obra como o desmoronamento do direito materno, a grande derrota histórica do sexo feminino em todo mundo. É apartir da organização patriarcal que se caminhava definitivamente para a família monogâmica. 1.2 MONOGAMIA Com a chegada da família monogâmica, a paternidade deveria ser indiscutível e a mulher passou a ocupar uma posição onde lhe há exigido tolerar tudo, guardar a castidade e uma fidelidade rigorosa. Nesta concepção a família monogâmica, segundo Osório 31 Fidelidade conjugal como condição para o reconhecimento de filhos legítimos e a transmissão de hereditariedade da propriedade bem como a coabitação, exclusiva demarcando o território da paternidade. No mesmo sentido ensina Engels 32 : 29 ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995, 30 ENGELS,Friedrich.A origem da família, da propriedade privada e do estado. 1995, 31 OSORIO L.C. Casais e Familia: Uma Visão Comtemporânia. Porto Alegre:Artmed, 2002, pag ENGELS, Friedrich. op. cit.,

24 24 Baseia-se no predomínio do homem, sua finalidade expressa e a de procurar filhos cuja paternidade seja indiscutível e exige-se essa paternidade indiscutível porque os filhos, na qualidade de herdeiros diretos entrarão, um dia, na posse dos bens de seu pai. A família monogâmica consolidou-se de tal maneira que passou a ser a ordem conjugal estabelecida. Porem para se transformar na família nuclear conhecida hoje, muitas mudanças ocorreram. Engels 33 ensina nesta mesma linha A monogamia não aparece na história, portanto, absolutamente como uma reconciliação o homem e a mulher, e menos ainda, como a forma mais elevada de matrimonio Do exposto, constata-se então, que a monogamia, não consiste em simples regras atinentes a moral, mas na verdade, de um dogma imposto pelo próprio ordenamento jurídico. 1.3 ENDOGAMIA Trata-se de um casamento dentro da própria família, ou entre os habitantes de um povoado ou região. Esta tendência endogamia nem sempre foi fruto de um ação voluntária. Muitas vezes o resultado de diversas conjunturas que condicionavam as estratégias matrimoniais das famílias patriarcais. As restrições impostas pela limpeza de sangue, entre muitos outros fatores, levaram necessariamente a um maior fechamento do grupo. Conforme entendimento, Giselda 34, posiciona-se: O laço de sangue isolado não constituía, para o filho, a família; eralhe necessário o laço do culto. Ora, o filho nascido de mulher não associada ao culto do esposo pela cerimônia do casamento, não podia, por si próprio, tomar parte do culto. Não tinha o direito de 33 ENGELS, Friedrich. op. cit., 34 Cf. HIRONAKA, Giselda Maria Fernandes Novaes. Dos filhos havidos fora do casamento. In: Revista Jurídica da FADAP Faculdade de Direito da Alta Paulista, n. 1, 1998, p

25 25 oferecer o repasto fúnebre, e a família não se perpetuaria por seu intermédio. No mesmo sentido ensina Simone Ribeiro 35 : Como tanto na Grécia, quanto em Roma, existiam as chamadas micro-religiões, onde cada família possuía seus próprios deuses, representados pelos antepassados mortos, e uma liturgia específica, determinada pelo chefe familiar que também era o chefe religioso, a desprovida de descendentes certamente não se perpetuaria, visto que a sacra privata somente era praticada pelos membros da família. Acreditavam estes povos que a extinção do culto familiar acarretaria na condenação eterna dos membros de sua família e de seus antepassados. 1.4 EXOGÂMIA Por exogâmia entende-se a condição do homem recusar as mulheres de seu próprio grupo para estabelecer, então, uma aliança com as mulheres de outro grupo, ou ainda na família exogâmica, o casamento deveria ocorrer fora do grupo familiar. Segundo Engels 36, a função da exogâmia seria a de manter a sobrevivência dos grupos. As alianças formadas pelos casamentos asseguravam a paz, o fortalecimento de redes de parentesco e a produção e a reprodução, necessários à sobrevivência. Uma das conseqüências da regra da exogâmia foi o tabu do incesto, que prescreveu a interdição de relações sexuais entre pais e filhos e, logo após, entre irmãos. A exogâmia teria, portanto, um valor social de troca conforme LÈVI-STRAUSS 37 : Certamente não é porque algum perigo biológico se ligue ao casamento consangüíneo, mas porque do casamento exógamo resulta um benefício social. A lei da exogamia refere-se a valores - as mulheres valores por excelência sem as quais a vida não é 35 RIBEIRO, Simone Clós Cesar. As inovações constitucionais no Direito de Família, Teresina, completar a. 6, n. 58, ago ENGELS, Friedrich. op. cit.

26 26 possível. A proibição do incesto é menos uma regra que proíbe casar-se com a mãe, a irmã ou a filha do que uma regra que obriga a dar a outrem a mãe, a irmã ou a filha; é a regra do dom por excelência. Engels 38 preceitua sobre as tribos exógamas: Na época, todavia, em que ainda dominava o matrimônio por grupos e provavelmente existiu em toda parte, num dado tempo a tribo dividiu-se num certo número de grupos de gens consangüíneas por linha materna, dentro das quais estava rigorosamente proibido o matrimônio de sorte que embora os homens de umas das gens pudessem, e realmente o faziam, conseguir suas mulheres dentro da própria tribo, eles, entretanto, tinham de consegui-las fora da sua gens. Encontra-se em muitos povos, dentre eles os selvagens e os civilizados, um tipo de matrimônio em que o noivo, rapta a futura esposa da casa de seus pais com o emprego da violência. Acredita-se que este costume advenha de um costume anterior, ao qual Engels 39 alude: Enquanto os homens puderam encontrar mulheres suficientes em sua própria tribo, não tiveram motivo para semelhante procedimento. Por outro lado, e em freqüência não menor, encontramos em povos não civilizados certos grupos (quem em 1865 ainda eram muitas vezes identificados com as próprias tribos) no seio dos quais era proibido o matrimonio, vendo-se os homens obrigados a buscar esposas e as mulheres, esposos fora do grupo; enquanto isso, outro costume existe, em outros povos, pelo qual os homens de determinado grupo só devem procurar suas esposas no seio de seu próprio grupo. No mesmo sentido, as tribos exógamas não podiam tomar mulheres senão de outras tribos, o que apenas podia ser feito mediante rapto, dada a guerra permanente entre as tribos, característica do estado selvagem. 37 LÈVI-STRAUSS, C. As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis, RJ: Vozes, 1982, p ENGELS, Friedrich. op. cit., p ENGELS, Friedrich. op. cit., p. 10.

27 27 Assim, essas tribos são reconhecidas como tribos exógamas, aonde o laço de família era reconhecido apenas pelo lado materno. A evolução humana é marcada por processos sociais de adaptação, nos quais, destacam-se, no que se refere à estruturação da família, seu aspecto religioso, econômico, moral e, por via de conseqüência, o jurídico. Tais fatores continuam sendo determinantes no processo de definição da estrutura familiar. Constata-se que, não obstante ter sido o núcleo familiar alvo de drásticas modificações no decorrer da sua existência, algumas das suas características sobreviveram à influência dos processos adaptativos. Desta forma, a perpetuação das características que mantém a sua funcionalidade, sendo estas aproveitadas pelas gerações vindouras POLIGAMIA A poligamia no grupo família acredita-se que se constituiu na família primitiva, pois deu-se com a formação de um homem com varias mulheres. Neste entendimento ensina Engels 40 Daí decorria por sua vez, que a mãe de uma criança era reconhecida, mais não o pai, por isso a ascendência era contada pela linha materna, e não paterna (direito materno). E da escassez de mulherio do seio da tribo escassez atenuada, mais não suprimida pela poliandria advinda, ainda, outra conseqüência que era precisamente o rapto sistemático de mulher de outras tribos. Assim, o matrimonio por grupos da família primitiva, o casamento em massa se forma a poligamia. Preceitua ainda Engels 41 sobre o assunto que houve uma maneira tal que a poligamia e a infidelidade ocasional continuam a ser um direito dos homens 40 ENGELS, Friedrich. op. cit., 41 ENGELS, Friedrich. op. cit.,

28 28 Nesta forma de patrimônio, alude Engels 42, que Na realidade, a poligamia de um homem era, evidentemente um produto da escravidão e limitava-se a alguns casos excepcionais Por conseqüência a poligamia tornou-se um dos primeiros vínculos de parentesco reconhecido pelo direito da família. 1.5 FAMÍLIA COMTEMPORÂNEA Após uma abordagem embasada nos ensinamentos de estudiosos que se dedicaram sobre a história da família, verifica-se que hoje o seu principal papel é o suporte emocional do indivíduo, na força dos laços afetivos, o que torna difícil conceituar família de forma a dimensionar no seu contexto social dos dias atuais. João Batista Villela 43 observa que : Faze-se necessário ter uma visão pluralista da família, abrigando os mais diversos arranjos familiares, devendo-se buscar a identificação do elemento que permitia enlaçar o conceito de entidade familiar todos os relacionamentos que tem origem em um elo de afetividade, independentemente de sua conformação. O desafio dos dias de hoje é achar o toque identificador das estruturas interpessoais que permita nominá-las como família. Esse referencial só se pode ser identificado na afetividade. Na atualidade, a família tem sido alvo de profundas reflexões, as quais vêm resultando em modificações no modo de pensá-la e defini-la. Não se trata de se questionar a instituição familiar em si, mas, sim, a forma que adquiriu como resultado do processo histórico antes examinado. Conforme demonstrado, a família tende a se moldar à realidade social de cada época. Com a imposição legal da igualdade entre homens e mulheres, bem como em virtude da valorização da pessoa humana, constatou-se a necessidade de se promover modificações no modelo familiar herdado de Roma, que se propagou na história, impondo as suas características até os dias atuais, 42 ENGELS, Friedrich. op. cit., 43 VILLELA.João Batista. Repassando o direito de família. P. 20

29 29 certo que com menor intensidade. A reformulação do conceito de família, desta forma, visa atender às inovações ocorridas no cenário social. Salazar 44 através de Lipovetsky, fala de uma ética a ser buscada que viria contrapor a ética da felicidade dos anos 80, caracterizada: [...] pela falta de obrigação de consagrar a vida ao próximo, a família ou a nação [...] em que [...] a idéia de sacrifício de si mesmo está deslegitimada, sendo estimulado o usufruto do presente o templo doeu e do corpo [...] (Ibidem). Os imperativos desta ética são juventude, saúde, elegância, lazer e sexo, em busca da felicidade narcisista no qual tudo pode. A partir desse resgate, os valores a respeito da família foram mudando conforme as mudanças sociais. Neste sentido SALAZAR 45 entende que: [...] Na cultura da felicidade [permeada pelo neoliberalismo] ocorre um esvaziamento das preservações moralistas em benefício da realização pessoal e do direito do sujeito livre: direito a concubinagem, direito a separação dos cônjuges, direito a maternidade fora do casamento, direito a ser fecundado por um genitor anônimo ou por um falecido. A família deixa de ser uma instituição transmissora dos deveres para se transformar em uma instituição emocional e flexível ao serviço da realização pessoal [...] A centralização do indivíduo em si próprio mostra-se como uma das virtudes do sistema neoliberal que é o motor destas novas reconfigurações familiares e fragilizações dos vínculos afetivos: Neste entendimento ABECHE 46 diz: [...] o indivíduo vive como se fosse uma ilha isolada no oceano, não tendo o outro como tão necessário à separação do eu e do não eu, que possibilita o desenvolvimento das estruturas psíquicas superiores. O indivíduo reina soberano, mas solitário [...] 44 SALAZAR, M. C. A. Resignificando Valores na Família: Em Busca de Uma Nova Ética. Disponível em: Acesso em: 02/10/ SALAZAR, M. C. A. Resignificando Valores na Família: Em Busca de Uma Nova Ética. Disponível em: Acesso em: 02/10/ ABECHE, R. P. C. Por Trás das Câmeras Ocultas a Subjetividade Desvanece, Tese de Doutorado. Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo.

30 30 Neste sentido, com as exigências do mundo do trabalho hoje, o contato entre pais e filhos diminui cada vez mais em proporções extremadas. Se antes o jovem, mesmo imaturo internalizava uma diretriz de conduta, hoje com tal distanciamento dos modelos identificatórios, a função de transmissão de valores fica direta ou indiretamente conferida à mídia e às escolas. Assim, o jovem não tem dentro de si uma força diretriz, já que a internalizasão de modelos se encontra defasada, fragilizada. Pode-se pensar que se referenciais da indústria cultural tem um espaço grande na vida dos indivíduos hoje, como diz ainda SALAZAR 47 [...] as relações entre os homens estão menos valorizadas que as relações dos homens com as coisas [...] Embora cada momento histórico corresponda um modelo de família predominante, ele não é único, ou seja, concomitante aos modelos dominantes de cada época, existiam outros, com menor expressão social, como é o caso das famílias africanas escravizadas. Alem disso, o surgimento de uma tendência não eliminava imediatamente a outra, prova disto é que neste século pode-se identificar a presença do homem patriarca, na mulher rainha do lar e da mulher trabalhadora. Assim, não se pode falar de família, mas de famílias, para que se possa tentar contemplar a diversidade de relação que convivem em nossa sociedade. No entanto Venoza 48 diz que A passagem da economia agrária à econômica industrial atingiu irremediavelmente a família. A industrialização transforma drasticamente a composição da família, restringindo o numero de nascimento nos países mais desenvolvidos. A família deixa de ser uma unidade de produção na qual todos trabalhavam sob a autoridade de um chefe. O homem vai para a fabrica e a mulher lança-se para o mercado de trabalho. Ainda, de acordo com a Folha de São Paulo (2004) que publicou as estatísticas do IBGE, os brasileiros se casam cada vez mais tarde e [...] a taxa de nupcialidade (medida pelo número de casamentos por 1000 pessoas com mais de 15 anos) caiu de 7,2 para 5.9. Essa taxa, porém, já foi menor em 47 SALAZAR, M. C. A. Resignificando Valores na Família: Em Busca de Uma Nova Ética. Disponível em: <http://www.revistapsicologia.com.br/revista44d/index.htm> Acesso em: 02/10/ VENOSA,Silvio de Salvo. Direito Civil: direito de família, atualizada de acordo cm o Código Civil de 2002, Estudo comparado com o Código Civil de ª Ed. Editora Atlas: São Paulo, p.22-23

31 (5,7). [...] (pg. C1). Ainda segundo o artigo do jornal, [...] o total de divórcios no país passou de 95 mil em 1993 para 139 mil no ano passado, um aumento de 46% [...]. Poster 49 coloca que: [...] a elevação das taxas de divórcio e de sexo extraconjugal revela uma relutância dos parceiros conjugais em permanecerem juntos [...] já que hoje se exige uma variedade de objetos de amor. O casamento deixou de ser encarado como a modalidade exclusiva de relacionamento ou como uma parceria para a vida inteira. Assim, Pôster 50 ainda relata que: [...] os princípios de companheirismo, intimidade e amor entre os cônjuges na família burguesa estão sendo questionados como nunca haviam sido antes [...] É importante observar ainda que: [...] pai e mãe sentem-se esmaecidos, confusos, ambivalentes quanto aos seus papéis e quanto aos valores a serem transmitidos. A exposição a que estamos submetidos pela avalanche das transformações sociais, culturais e econômicas acaba por alterar os códigos e valores que são usados na formulação que possamos fazer de nós mesmos e da família [...] 51 Assim CORRÊA 52 diz que: [...] embora muitas pessoas continuem experimentando padrões familiares não-burgueses, não se pode afirmar que a família burguesa tenha sido abolida [...], já que as características estruturais básicas da família burguesa 49 POSTER, M. Teoria Crítica da Família. Rio de Janeiro: Zahar, POSTER, M. Teoria Crítica da Família. Rio de Janeiro: Zahar, pg POSTER, M. Teoria Crítica da Família. Rio de Janeiro: Zahar, CORRÊA, A. I. G. O Adolescente e Seus Pais. In:. Congresso Internacional de Psicanálise e Suas Conexões: O Adolescente e a Modernidade. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2000.p.130

32 32 persistem: a criança defronta-se com dois adultos de quem deve obter satisfação de todas as suas necessidades de amor, proteção, alimentação e educação. A partir dos fatos apresentados é possível identificar o sujeito ideal para a manutenção e reprodução do sistema econômico social vigente em cada época, em especial, na atualidade. Indivíduos este pautado no individualismo levando às últimas conseqüências, chegando este a estar sem referencia, desvirtuando o sentido da família. A seguir apresentaremos um pouco da historia das drogas com foi que ela surgiu, e algumas características de espécies de drogas nas quais é uma das doenças tão evidentes na atualidade.

33 33 CAPITULO 2 DAS DROGAS 2.1 HISTÓRIA DAS DROGAS: A história do uso de substância psicoativas pelo homem se confunde com a própria história da humanidade, pois ela é uma característica da sociedade atual e se constitui numa pratica milenar. A droga faz parte da nossa história desde a.c quando um jarro de cerâmica descoberto no norte do Irã, com resíduos de vinho resinadom é considerado a mais antiga evidência da produção de bebidas alcoólicas, isso vai até os tempos de hoje. Neste sentido a Revista Galileu 53, traz a longa trajetória das drogas ao passar dos milênios, destaca-se a seguir: A.C. Um jarro de cerâmica descoberto no norte do Irã, com resíduos de vinho resinado, é considerado a mais antiga evidência da produção de bebida alcoólica 4000 A.C. Os chineses são, provavelmente um dos primeiros povos a usar a maconha. Fibras de cânhamo descobertas no país datam dessa época 3500 A.C. Os sumérios, na Mesopotâmia, são considerados o primeiro povo a usar ópio. O nome dado por eles à papoula pode ser traduzido como "flor do prazer" 3000 A.C. A folha de coca é costumeiramente mastigada na América do Sul. A coca é tida como um presente dos deuses 2100 A.C. Médicos sumérios receitam a cerveja para a cura de diversos males, segundo inscrições em tabuletas de argila 2000 A.C. Hindus, mesopotâmios e gregos usam o cânhamo como planta medicinal. Na Índia, a maconha é considerada um presente dos deuses, uma fonte de prazer e coragem 100 A.C. Depois de séculos, o cânhamo cai em desuso na China e é empregado apenas como matéria-prima para a produção de papel 53 Revista Galileu, n º 3 de agosto 2003

34 34 Século 11 Hassan Bin Sabah funda a Ordem dos Haximxim, uma horda de guerreiros que recebia, em sua iniciação, uma grande quantidade de haxixe, a resina da Cannabis 1492 O navegador Cristóvão Colombo descobre os índios usando tabaco durante suas viagens ao Caribe Século 16 Américo Vespúcio faz na Europa os primeiros relatos sobre o uso da coca. Com a conquista das Américas, os espanhóis passam a taxar as plantações Século 16 Durante a expansão marítima para o Oriente, os portugueses adotam a prática de fumar ópio 1550 Jean Nicot, embaixador francês em Portugal, envia sementes de tabaco para Paris Século 17 O gim é inventado na Holanda e sua popularização na Inglaterra no século 18 cria um grave problema social de alcoolismo Século 18 O cânhamo volta a ser usado no Ocidente, como planta medicinal. Alguns médicos passam a usá-lo no tratamento da asma, tosse e doenças nervosas Século 19 Surgem os charutos e cigarros. Até então, o tabaco era fumado principalmente em cachimbos e aspirado na forma de rapé 1845 O pesquisador francês Moreau de Tours publica o primeiro estudo sobre drogas alucinógenas, descrevendo seus efeitos sobre a percepção humana A coca passa a ser usada como uma forma de anestesia em operações de garganta. A cocaína é extraída da planta pela primeira vez O botânico Richard Spruce identifica o cipó Banisteriopsis caapi como a matéria-prima de onde é extraída a ayahuasca 1874 Com a mistura de morfina e um ácido fraco semelhante ao vinagre, a heroína é inventada na Inglaterra por C.R.A. Wright 1874 A prática de fumar ópio é proibida em San Francisco (EUA). A Sociedade para a Supressão do Comércio do Ópio é fundada na Inglaterra, e só quatro anos depois as primeiras leis contra o uso de ópio são adotadas 1884 O uso anestésico da cocaína é popularizado na Europa. Dois anos depois, John Pemberton lança nos EUA uma beberagem contendo xarope de cocaína e cafeína: a Coca-Cola. A cocaína só seria retirada da fórmula em A mescalina, princípio ativo do peyote, é isolada em laboratório 1898 A empresa farmacêutica Bayer começa a produção comercial de heroína, usada contra a tosse 1905 Cheirar cocaína torna-se popular. Os primeiros casos médicos de danos nasais por uso de cocaína são relatados em

35 Em 1942, o governo dos EUA estima em as mortes relacionadas ao uso abusivo da droga 1912 A indústria farmacêutica alemã Merck registra o MDMA (princípio ativo do ecstasy) como redutor de apetite. A substância, porém, não chega a ser comercializada A cocaína é banida dos EUA 1930 Num movimento que começa nos Estados Unidos, a proibição da maconha alcança praticamente todos os países do Ocidente 1943 O químico suíço Albert Hofmann ingere, por acidente, uma dose de LSD-25, substância que havia descoberto em Com isso, ele descobre os efeitos da mais potente droga alucinógena Cientistas fazem as primeiras descobertas da relação do fumo com o câncer do pulmão 1953 O exército norte-americano realiza testes com ecstasy em animais. O objetivo era investigar a utilidade do agente em uma guerra química 1956 Os EUA banem todo e qualquer uso de heroína 1965 O LSD é proibido nos EUA. Seus maiores defensores, como os americanos Timothy Leary e Ken Kesey, começam a ser perseguidos 1965 Alexander Shulgin sintetiza o MDMA em seu laboratório. Ao mastigá-lo, sente "leveza de espírito" e apresenta a droga a psicoterapeutas Anos 70 O uso da cocaína torna-se popular e passa a ser glamourizado. Nos anos 80, o preço de 1 Kg de cocaína cai de US$ 55 mil (1981) para US$ 25 mil (1984), o que contribui para sua disseminação 1977 Início da "Era de Ouro" do ecstasy. Terapeutas experimentais fazem pesquisas em segredo para não chamar a atenção do governo Década de 80 Surge o crack, a cocaína na forma de pedra. A droga, acessível às camadas mais pobres da população tem um alto poder de de pendência 1984 A Holanda libera a venda e consumo da maconha em estabelecimentos específicos - os coffee shops 1984 O uso recreativo do MDMA ganha as ruas. Um ano depois, a droga é proibida nos EUA e inserida na categoria dos psicotrópicos mais perigosos 2001 Os EUA dão apoio financeiro de mais de US$ 2 bilhões ao combate ao tráfico e à produção de cocaína na Colômbia 2003 O governo canadense anuncia que vai vender maconha para doentes em estado terminal. É a primeira vez que um governo admite o plantio e comercialização da droga

36 36 Assim, o uso de substância psicoativas tem uma relação ancestral, e como pode-se ver continua nos tempos é ligada não só na medicina e ciência, mas também à religião, à cultura e a diversão e lazer. 2.2 CONCEITO Droga tanto na farmacologia quanto na língua portuguesa é sinônimo de medicamento. Embora em português seja um vocábulo e tenha outros significados, com a propaganda e uso indiscriminado de substâncias psicoativas no mundo, a palavra popularizada é como sinônimo de psicotrópicos. Neste sentido Wilson Kraemer de Paula 54 cita Amaury Lenze com a definição sobre drogas: Drogas ou veneno são quaisquer substância naturais (ou sintéticas) que, usadas sob certas circunstâncias, funcionam como remédio ou veneno. No entanto o homem na busca de curar os seus males, desde os tempos primordiais procuram cura na natureza no qual encontram substância que alteram seu estado de espírito e seu modo de agir. O doutrinador Wilson 55 citando Goodman e Gilmant diz que: (...) desde os primórdios da história registrada, toda sociedade tem usado drogas que produzem efeitos sobre o humor o pensamento e os sentimentos. Assim, considerando a definição do termo Drogas psicotrópica ou psicoativa, e todas e qualquer substância capaz de modificar o funcionamento da atividade cerebral. 54 Wilson kraemer e Paula e Gisele de Souza Paula pires, viver livre das dorgas: tudo que vc precida para saber sobre o uso de drogas e a sua prevenção. Ed. Letras brasileira, Florianópolis p DE PAULA, Wilson Kraemer; PIRES, Giseli de Souza Paula. Viver Livre das Drogas: tudo que você precisa saber sobre o uso de drogas e sua prevenção. Florianópolis: Letras Brasileiras, 2002.

100 A.C. Depois de séculos, o cânhamo cai em desuso na China e é empregado apenas como matéria-prima para a produção de papel. Século 11 Hassan Bin

100 A.C. Depois de séculos, o cânhamo cai em desuso na China e é empregado apenas como matéria-prima para a produção de papel. Século 11 Hassan Bin DROGAS é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas,de animais e de alguns minerais.

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