CONTROLE JUDICIAL PREVENTIVO

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1 CONTROLE JUDICIAL PREVENTIVO MS / DF - DISTRITO FEDERAL MANDADO DE SEGURANÇA Relator(a): Min. DECIO MIRANDA Julgamento: 08/10/1980 Órgão Julgador: TRIBUNAL PLENO Publicação: DJ DATA PG EMENT VOL PG RTJ VOL PG Ementa Mandado de Segurança contra ato da Mesa do Congresso que admitiu a deliberação de proposta de emenda constitucional que a impetração alega ser tendente à abolição da república. Cabimento do Mandado de Segurança em hipóteses em que a vedação constitucional se dirige ao próprio processamento da lei ou da emenda, vedando a sua apresentação (como é o caso previsto no parágrafo único do artigo 57) ou a sua deliberação (como na espécie). Nesses casos, a inconstitucionalidade diz respeito ao próprio andamento do processo legislativo, e isso porque a Constituição não quer - em face da gravidade dessas deliberações, se consumadas - que sequer se chegue à deliberação, proibindo-a taxativamente. A inconstitucionalidade, se ocorrente, já existe antes de o projeto ou de a proposta se transformar em lei ou em emenda constitucional, porque o próprio processamento já desrespeita, frontalmente, a Constituição. Inexistência, no caso, da pretendida inconstitucionalidade, uma vez que a prorrogação de mandato de dois para quatro anos, tendo em vista a conveniência da coincidência de mandatos nos vários níveis da federação, não implica introdução do princípio de que os mandatos não mais são temporários, nem envolve, indiretamente, sua adoção de fato. Mandado de Segurança indeferido. Observação VOTACAO POR MAIORIA. RESULTADO INDEFERIDO. ANO:81 AUD:

2 MS / DF - DISTRITO FEDERAL MANDADO DE SEGURANÇA Relator(a): Min. OCTAVIO GALLOTTI Rel. Acórdão Min. ILMAR GALVAO Julgamento: 05/05/1993 Órgão Julgador: Tribunal Pleno Publicação: DJ DATA PP EMENT VOL PP EMENTA: MANDADO DE SEGURANÇA. PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 48/91, QUE AUTORIZA A UNIÃO A INSTITUIR NOVO IMPOSTO (IPMF) PARA SER EXIGIDO NO MESMO EXERCÍCIO DE SUA CRIAÇÃO. PRETENSÃO DE DEPUTADO FEDERAL A QUE LHE SEJA RECONHECIDO O DIREITO DE NÃO TER DE MANIFESTAR-SE SOBRE O REFERIDO PROJETO, QUE CONSIDERA VIOLADOR DO PRINCÍPIO DA ANUALIDADE DA LEI TRIBUTÁRIA. Perda de legitimidade do impetrante, por modificação da situação jurídica no curso do processo, decorrente da superveniente aprovação do projeto, que já se acha em vigor. Hipótese em que o mandado de segurança, que tinha caráter preventivo, não se pode voltar contra a emenda já promulgada, o que equivaleria a emprestar-se-lhe efeito, de todo descabido, de ação direta de inconstitucionalidade, para a qual, ademais, não está o impetrante legitimado. Observação Votação: Por maioria. Resultado: Não Conhecido. Veja MS-20257, RTJ-99/1040. N.PP.:(54). Análise:(KCC). Revisão:(AAF). Inclusão: 17/10/97, (ARV). Alteração: 26/06/01, (SVF). Partes IMPTE. IMPDO. IMPDO. : JOSÉ MARIA EYMAEL : PRESIDENTE DA MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS : PRESIDENTE DA MESA DO SENADO FEDERAL

3 MS-22503/DF (DJ de 06/06/97, p ) Relator: Ministro MARCO AURÉLIO EMENTA: MANDADO DE SEGURANÇA IMPETRADO CONTRA ATO DO PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, RELATIVO À TRAMITAÇÃO DE EMENDA CONSTITUCIONAL. ALEGAÇÃO DE VIOLAÇÃO DE DIVERSAS NORMAS DO REGIMENTO INTERNO E DO ART. 60, 5º, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. PRELIMINAR: IMPETRAÇÃO NÃO CONHECIDA QUANTO AOS FUNDAMENTOS REGIMENTAIS, POR SE TRATAR DE MATÉRIA INTERNA CORPORIS QUE SÓ PODE ENCONTRAR SOLUÇÃO NO ÂMBITO DO PODER LEGISLATIVO, NÃO SUJEITA À APRECIAÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO; CONHECIMENTO QUANTO AO FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL. MÉRITO: REAPRESENTAÇÃO, NA MESMA SESSÃO LEGISLATIVA, DE PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL DO PODER EXECUTIVO, QUE MODIFICA O SISTEMA DE PREVIDÊNCIA SOCIAL, ESTABELECE NORMAS DE TRANSIÇÃO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS (PEC Nº 33-A, DE 1995). I Preliminar 1. Impugnação de ato do Presidente da Câmara dos Deputados que submeteu a discussão e votação emenda aglutinativa, com alegação de que, alem de ofender ao par. único do art. 43 e ao 3º do art. 118, estava prejudicada nos termos do inc. VI do art. 163, e que deveria ter sido declarada prejudicada, a teor do que dispõe o n. 1 do inc. I do art. 17, todos do Regimento Interno, lesando o direito dos impetrantes de terem assegurados os princípios da legalidade e moralidade durante o processo de elaboração legislativa. A alegação, contrariada pelas informações, de impedimento do relator matéria de fato e de que a emenda aglutinativa inova e aproveita matérias prejudicada e rejeitada, para reputá-la inadmissível de apreciação, é questão interna corporis do Poder Legislativo, não sujeita à reapreciação pelo Poder Judiciário. Mandado de segurança não conhecido nesta parte. 2. Entretanto, ainda que a inicial não se refira ao 5º do art. 60 da Constituição, ela menciona dispositivo regimental com a mesma regra; assim interpretada, chega-se à conclusão que nela há ínsita uma questão constitucional, esta sim, sujeita ao controle jurisdicional. Mandado de segurança conhecido quanto à alegação de impossibilidade de matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada poder ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. II Mérito. 1. Não ocorre contrariedade ao 5º do art. 60 da Constituição na medida em que o Presidente da Câmara dos Deputados, autoridade coatora, aplica dispositivo regimental adequado e declara prejudicada a proposição que tiver substitutivo aprovado, e não rejeitado, ressalvados os destaques (art. 163, V). 2. É de ver-se, pois, que tendo a Câmara dos Deputados apenas rejeitado o substitutivo, e não o projeto que veio por mensagem do Poder Executivo, não se cuida de aplicar a norma do art. 60, 5º, da Constituição. Por isso mesmo, afastada a rejeição do substitutivo, nada impede que se prossiga na votação do projeto originário. O que não pode ser votado na mesma sessão legislativa é a emenda rejeitada ou havida por prejudicada, e não o substitutivo que é uma subespécie do projeto originariamente proposto. 3. Mandado de segurança conhecido em parte, e nesta parte indeferido. Observação: Votação: Por maioria. Resultado: conhecido em parte e indeferido. Partes: IMPTE.: JANDIRA FEGHALI E OUTROS IMPTE.: SANDRA MEIRA STARLING E OUTROS IMPDO.: PRESIDENTE DA MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

4 MANDADO DE SEGURANÇA Nº /RJ DJ Nº 25-05/02/1999 DECISÃO: Trata-se de mandado de segurança, com pedido de medida liminar, impetrado por parlamentar - que é Líder de agremiação partidária na Câmara dos Deputados - contra ato do Presidente dessa Casa legislativa, sob a alegação de ofensa ao direito do impetrante de ver respeitado o processo legislativo estabelecido constitucionalmente, no que concerne à apreciação de projeto de lei complementar. A parte impetrante - denunciando a suposta ocorrência de fraude material que macularia o devido processo legislativo e descaracterizaria a obtenção do quorum exigido pelo art. 69 da Carta Política (maioria absoluta), verdadeiros sustentáculos constitucionais da atuação do Poder Legislativo - sustenta que a ilustre autoridade apontada como coatora teria incidido em erro de repercussão incomensurável sobre a ordem constitucional referente ao processo legislativo, pois permitiu que tivesse seqüência, na sessão legislativa ordinária de 27 de janeiro de 1999, a deliberação sobre o Projeto de Lei Complementar n. 249/98, não obstante a alegada constatação de vicio material na consecução do quorum qualificado, decorrente da existência de evidentes falhas técnicas no painel eletrônico, e da confirmação, em Plenário, da presença de parlamentares que não teriam comparecido ao Congresso Nacional nessa mesma ocasião. O ora impetrante, tendo presentes os fatos expostos, requer a suspensão liminar do processo de deliberação do PLC n. 249/98, até que se proceda à devida auditagem técnica sobre o funcionamento do painel eletrônico do Plenário da Câmara dos Deputados ou, caso já encerrada essa votação, que se anule a deliberação tomada pela Casa legislativa, só se admitindo o seu reinicio após a apresentação do laudo conclusivo resultante da providência técnica anteriormente mencionada. Passo a apreciar o pedido de medida liminar. O ora impetrante pretende a intervenção jurisdicional do Supremo Tribunal Federal em processo legislativo instaurado no âmbito da Câmara dos Deputados. Tenho enfatizado, em diversas decisões proferidas nesta Suprema Corte (MS DF, p. ex.), que o processo de formação das leis, ainda que em caráter excepcional, revela-se suscetível de controle pelo Poder Judiciário, sempre que, havendo possibilidade de lesão a ordem jurídico-constitucional, a judicial review seja suscitada, como no caso, por membro do próprio Congresso Nacional, pois, nesse domínio, falece a terceiros legitimidade ativa ad causam para provocar essa fiscalização (RTJ 139/783, Rel. Min. OCTAVIO GALLOTTI). Sabemos todos que a estrita observância das normas constitucionais condiciona a própria validade dos atos normativos editados pelo Poder Legislativo (CARL SCHMITT, "Teoria de La Constitucion, p. 166, 1934; PAOLO BISCARETTI DI RUFFIA, "Diritto Costituzionale", vol. I/ , 1949; JULIEN LAFERRIERE, "Manuel de Droit Constitutionnel", p. 330, 1947; A. ESMEIN, "Elements de Droit Constitutionnel Francais et Compare", vol. I/643, 1927; SERIO GALEOTTI, "Contributo alla Teoria del Procedimento Legislativo", p. 241). Desse modo, e em principio, torna-se possível o controle jurisdicional do processo de criação dos atos normativos, desde que, provocado para viabilizar o exame de sua compatibilidade com o texto da Constituição da Republica, venha ele a ser instaurado por iniciativa formal de qualquer dos integrantes das Casas legislativas. A possibilidade extraordinária dessa intervenção jurisdicional, ainda que no próprio momento de produção das normas pelo Congresso Nacional, tem por finalidade assegurar, ao parlamentar (e a este apenas), o direito publico subjetivo - que lhe é inerente - de ver elaborados, pelo Legislativo, atos estatais compatíveis com o texto constitucional, garantindo-se, desse modo, aqueles que participam do processo legislativo, a certeza de observância da efetiva supremacia da Constituição,

5 respeitados, necessariamente, os aspectos discricionários concernentes as political questions e aos atos interna corporis (RTJ 102/27 - RTJ 112/598 - RTJ 112/1023). Titulares do poder de agir em sede jurisdicional, portanto, tratando- se de controvérsia constitucional instaurada ainda no momento formativo do projeto de lei, hão de ser os próprios membros do Congresso Nacional, a quem se reconhece, como líquido e certo, o direito público subjetivo à correta observância da disciplina jurídica imposta pela Constituição em sede de elaboração das espécies normativas. O parlamentar, fundado na sua condição de partícipe eminente do procedimento de formação das normas estatais, dispõe da prerrogativa irrecusável de impugnar, em juízo, o eventual descumprimento, pela Casa legislativa, das cláusulas constitucionais que lhe condicionam, no plano material ou formal, a atividade de positivação das regras legais. Desse modo, é ao congressista - e não a terceiros - que compete o direito subjetivo de questionar, em juízo, quando for o caso, a elaboração, pelo Congresso Nacional, de normas legais supostamente vulneradoras do texto constitucional. Inquestionável, portanto, a legitimidade ativa do ora impetrante para o ajuizamento da presente ação de mandado de segurança. Não vejo, contudo, como deferir a medida liminar ora postulada, eis que os elementos produzidos nesta impetração mandamental não conferem a necessária liquidez aos fatos, inviabilizando, desse modo, a adoção de qualquer providência de ordem cautelar. A existência de dúvida objetiva e fundada quanto ao numero efetivo de parlamentares realmente presentes à sessão legislativa na qual se praticou o ato impugnado nesta sede mandamental constitui, só por si, fator de descaracterização da liquidez dos fatos. Com efeito, as notas taquigráficas registram que, na abertura da sessão, as 17:18 h, a lista de presença acusava o comparecimento de 383 Deputados, sendo que, as 18:02 h, quando se passou à Ordem do Dia, estavam presentes, em Plenário, 268 parlamentares, acima, portanto, do numero mínimo (257 Deputados) exigido pelo art. 47, in fine, da Constituição, que subordina a instauração do processo decisório, nas Casas legislativas, à presença da maioria absoluta de seus membros. O ora impetrante não comprovou, desde logo, como lhe incumbia, que esse quorum teria sido desrespeitado no caso ora em exame. É preciso ter presente - tal como adverte a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal - que a disciplina ritual da ação de mandado de segurança não admite dilação probatória. O mandado de segurança qualifica-se, em seus aspectos formais, como verdadeiro processo documental, em que incumbe ao impetrante do writ produzir a prova literal pré-constituída pertinente aos fatos subjacentes a pretensão de direito material deduzida (RMS DF, Rel. Min. CELSO DE MELLO). É por essa razão que esta Suprema Corte, em reiteradas decisões, tem assinalado que, sem prova literal préconstituída, consubstanciadora dos fatos alegados, não se viabiliza - ante a falta de caracterização do requisito essencial da liquidez - a própria utilização do mandado de segurança (RTJ 137/663, Rel. p/ o acórdão Min. CELSO DE MELLO). Finalmente, e ainda que não estivesse descaracterizada a liquidez dos fatos subjacentes à impetração mandamental, mesmo assim não teria como acolher o pedido de medida liminar formulado pelo ora impetrante. É que entendo inocorrente, na espécie destes autos, a cumulativa configuração dos pressupostos necessários ao deferimento do provimento cautelar postulado. O deferimento da medida liminar, que resulta do concreto exercício do poder cautelar geral outorgado aos juizes e Tribunais, qualifica-se pela nota da excepcionalidade. E só se justifica em face de situações que se ajustem aos pressupostos referidos no art. 7., n. II, da Lei n /51: a existência de plausibilidade jurídica (fumus boni juris) e a possibilidade de lesão irreparável ou de difícil reparação (periculum in mora). Sem que concorram esses dois requisitos - que são necessários, essenciais e insuprimíveis -, não se legitima a concessão da medida liminar. Orienta-se, nesse sentido, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal: "A liminar, em mandado de segurança, pressupõe a ocorrência dos dois requisitos previstos no art. 7., II, da Lei 1.533, de 31/12/1951. Verificado, apenas, o primeiro, não e de se conceder a medida liminar." (RTJ 91/67, Rel. Min. CORDEIRO GUERRA) "Mandado de segurança. Liminar. Embora esta medida tenha caráter cautelar, os

6 motivos para a sua concessão estão especificados no art. 7., II da Lei n /51, a saber: a) relevância do fundamento da impetração; b) que do ato impugnado possa resultar a ineficácia da medida, caso seja deferida a segurança. Não concorrendo estes dois requisitos, deve ser denegada a liminar." (RTJ 112/140, Rel. Min. ALFREDO BUZAID) Bem por isso, cabe referir, neste ponto, a observação feita pela eminente autoridade apontada como coatora, quando enfatizou, a propósito da questão sub examine, que, se a área técnica da Câmara dos Deputados detectar falhas que possam ter causado o cômputo errôneo da presença dos parlamentares, a Presidência compromete-se (...) a anular a votação, afastando, em conseqüência, a possibilidade de ocorrência de risco ou de dano grave e irreversível ao direito invocado pelo autor da presente ação de mandado de segurança. Assim sendo, tendo presentes as razoes expostas, indefiro o pedido de medida liminar. Comunique-se, com urgência. Publique-se. Brasília, 27 de janeiro de 1999 (23:32 h). Ministro CELSO DE MELLO Presidente

7 MS DF (Informativo 239 do STF) RELATOR: MIN.CELSO DE MELLO EMENTA: PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO. IMPETRAÇÃO DE MANDADO DE SEGURANÇA POR PARLAMENTARES. POSSIBILIDADE. DIREITO PÚBLICO SUBJETIVO À CORRETA FORMAÇÃO DAS ESPÉCIES NORMATIVAS. APROVAÇÃO DA PROPOSTA DE EMENDA PELO CONGRESSO NACIONAL. HIPÓTESE CARACTERIZADORA DE PERDA SUPERVENIENTE DA LEGITIMIDADE ATIVA PARA O PROSSEGUIMENTO DA AÇÃO MANDAMENTAL. PROCESSO EXTINTO, SEM JULGAMENTO DE MÉRITO. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal - embora reconheça, ao membro do Congresso Nacional, qualidade para fazer instaurar o controle jurisdicional pertinente ao processo de elaboração normativa nega-lhe, no entanto, legitimidade ativa para prosseguir no processo mandamental, quando, em decorrência de fato superveniente, a proposição normativa, em tramitação na esfera parlamentar, vem a transformar-se em lei ou a converter-se em emenda à Constituição. A superveniência da aprovação parlamentar do projeto de lei ou da proposta de emenda à Constituição implica a perda da legitimidade ativa dos membros do Congresso Nacional para o prosseguimento da ação mandamental, que não pode ser utilizada como sucedâneo da ação direta de inconstitucionalidade. Precedentes. DECISÃO. Trata-se de mandado de segurança impetrado com o objetivo de preservar a integridade jurídica do processo de elaboração de emenda à Constituição da República e de fazer prevalecer o direito subjetivo de membros do Congresso Nacional à correta observância, pelo Poder Legislativo da União, das diretrizes, que, em nosso sistema institucional, condicionam, formal e materialmente, a validade do processo de positivação do Direito. Cabe assinalar, desde logo, na linha do magistério jurisprudencial desta Suprema Corte (MS RJ, Rel. Min. CELSO DE MELLO RDA 215/ , v.g.), que os membros do Congresso Nacional dispõem de legitimidade ativa ad causam para provocar a instauração do controle jurisdicional sobre o processo de formação das leis e das emendas à Constituição, assistindo-lhes, sob tal perspectiva, irrecusável direito subjetivo de impedir que a elaboração dos atos normativos, pelo Poder Legislativo, incida em desvios inconstitucionais. É por essa razão que o Supremo Tribunal Federal tem reiteradamente proclamado, em favor dos congressistas não, porém, em favor de terceiros o reconhecimento desse direito público subjetivo à correta elaboração das leis e das emendas à Constituição: PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO. CONTROLE INCIDENTAL DE CONSTITUCIONALIDADE (CF, ART. 60, 4º). MANDADO DE SEGURANÇA. LEGITIMIDADE ATIVA DO MEMBRO DO CONGRESSO NACIONAL. WRIT MANDAMENTAL UTILIZADO POR SERVIDOR PÚBLICO. FALTA DE QUALIDADE PARA AGIR. MANDADO DE SEGURANÇA NÃO CONHECIDO. O processo de formação das leis ou de elaboração de emendas à Constituição revela-se suscetível de controle incidental ou difuso pelo Poder Judiciário, sempre que, havendo possibilidade de lesão à ordem jurídico-constitucional, a impugnação vier a ser suscitada por membro do próprio Congresso Nacional, pois, nesse domínio, somente ao parlamentar que dispõe do direito público subjetivo à correta observância das cláusulas que compõem o devido processo legislativo assiste legitimidade ativa ad causam para provocar a fiscalização jurisdicional. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou-se no sentido de recusar, a terceiros que não ostentem a condição de parlamentar, qualquer legitimidade que lhes atribua a prerrogativa de questionar, incidenter tantum, em sede mandamental, a validade jurídico-constitucional de proposta de emenda à Constituição, ainda em tramitação no Congresso Nacional. Precedentes. Terceiros, ainda que invocando a sua potencial condição de destinatários da futura lei ou emenda à Constituição, não dispõem do direito público subjetivo de supervisionar a elaboração dos atos legislativos, sob pena de indevida

8 transformação, em controle preventivo de constitucionalidade em abstrato inexistente no sistema constitucional brasileiro (RTJ 136/25-26, Rel. Min. CELSO DE MELLO), do processo de mandado de segurança, que, instaurado por mero particular, converter-se-ia em um inadmissível sucedâneo da ação direta de inconstitucionalidade. Precedentes. (MS DF, Rel. Min. CELSO DE MELLO, DJU de ) Não se pode ignorar que a estrita observância das normas constitucionais condiciona a própria validade dos atos normativos editados pelo Poder Legislativo (CARL SCHMITT, Teoria de La Constitución, p. 166, 1934; PAOLO BISCARETTI DI RUFFIA, Diritto Costituzionale, vol. I/ , 1949; JULIEN LAFERRIÈRE, Manuel de Droit Constitutionnel, p. 330, 1947; A. ESMEIN, Elements de Droit Constitutionnel Français et Comparé, vol. I/643, 1927; SERIO GALEOTTI, Contributo alla Teoria del Procedimento Legislativo, p. 241). Desse modo, torna-se possível, em princípio, a fiscalização jurisdicional do processo de criação dos atos normativos, desde que, instaurada para viabilizar, incidenter tantum, o exame da compatibilidade das proposições com o texto da Constituição da República, venha a ser iniciada por provocação formal de qualquer dos integrantes das Casas legislativas. Bem por isso, o Supremo Tribunal Federal, na análise dessa específica questão, consagrou orientação jurisprudencial que reconhece a possibilidade do controle incidental de constitucionalidade das proposições legislativas, desde que instaurado por iniciativa de membros do órgão parlamentar perante o qual se acham em curso os projetos de lei ou as propostas de emenda à Constituição: Mandado de segurança contra ato da Mesa do Congresso que admitiu a deliberação de proposta de emenda constitucional que a impetração alega ser tendente à abolição da República. Cabimento do mandado de segurança em hipóteses em que a vedação constitucional se dirige ao próprio processamento da lei ou da emenda, vedando a sua apresentação ( ) ou a sua deliberação (como na espécie). Nesses casos, a inconstitucionalidade diz respeito ao próprio andamento do processo legislativo, e isso porque a Constituição não quer em face da gravidade dessas deliberações, se consumadas que sequer se chegue à deliberação, proibindo-a taxativamente. A inconstitucionalidade, se ocorrente, já existe antes de o projeto ou de a proposta se transformar em lei ou em emenda constitucional, porque o próprio processamento já desrespeita, frontalmente, a Constituição. (RTJ 99/ , Rel. p/ o acórdão Min. MOREIRA ALVES grifei) A possibilidade extraordinária dessa intervenção jurisdicional, ainda que no próprio momento de produção das normas pelo Congresso Nacional, tem por finalidade assegurar, ao parlamentar (e a este, apenas), o direito público subjetivo que lhe é inerente de ver elaborados, pelo Legislativo, atos estatais compatíveis com o texto constitucional, garantindo-se, desse modo, àqueles que participam do processo legislativo, a certeza de observância da efetiva supremacia da Constituição, respeitados, necessariamente, no que se refere à extensão do controle judicial, os aspectos discricionários concernentes às questões políticas e aos atos interna corporis (RTJ 102/27 RTJ 112/598 RTJ 112/1023). Titulares do poder de agir em sede jurisdicional, portanto, tratando-se de controvérsia constitucional instaurada ainda no momento formativo do projeto de lei ou da proposta de emenda à Constituição, hão de ser os próprios membros do Congresso Nacional, a quem se reconhece, como líquido e certo, o direito público subjetivo à correta observância da disciplina jurídica imposta pela Carta Política, em sede de elaboração das espécies normativas. O parlamentar, fundado na sua condição de copartícipe do procedimento de formação das normas estatais, dispõe, por tal razão, da prerrogativa irrecusável de impugnar, em juízo, o eventual descumprimento, pela Casa legislativa, das cláusulas constitucionais que lhe condicionam, no domínio material ou

9 no plano formal, a atividade de positivação dos atos normativos. Não constitui demasia insistir na asserção de que é ao congressista e não a terceiros (RTJ 139/783) que compete o direito subjetivo de questionar, em juízo, quando for o caso, a elaboração, pelo Congresso Nacional, de espécies normativas supostamente vulneradoras do texto constitucional. Terceiros, portanto ainda que invocando a sua potencial condição de destinatários da futura lei ou emenda à Constituição não podem investir-se na posição de parte ativamente legitimada ao controle jurisdicional prévio do processo de criação do direito positivo. Tenho enfatizado, por isso mesmo, em diversas decisões por mim proferidas no Supremo Tribunal Federal (MS DF MS DF MS SP MS DF, v.g.), que terceiros não dispõem do direito público subjetivo de supervisionar a elaboração dos atos legislativos, sob pena de o processo mandamental converter-se em inadmissível sucedâneo da ação direta de inconstitucionalidade (RTJ 132/1136, Rel. Min. CELSO DE MELLO). ALEXANDRE DE MORAES, ao admitir a possibilidade de controle judicial difuso de constitucionalidade das proposições legislativas e das propostas de emenda à Constituição, por iniciativa exclusiva dos membros do Poder Legislativo, expende preciso magistério a respeito do tema ora em análise ( Direito Constitucional, p. 549, 6ª ed., 1999, Atlas): Importante, porém, analisar-se a possibilidade do controle jurisdicional incidir sobre o processo legislativo em trâmite, uma vez que ainda não existiria lei ou ato normativo passível de controle concentrado de constitucionalidade. Assim sendo, o controle jurisdicional sobre (...) propostas de emendas constitucionais sempre se dará de forma difusa, por meio do ajuizamento de mandado de segurança, por parte de parlamentares que se sentirem prejudicados durante o processo legislativo. Reitere-se que os únicos legitimados à propositura de mandado de segurança, para defesa do direito líquido e certo de somente participarem de um processo legislativo conforme as normas constitucionais e legais, são os próprios parlamentares. (grifei) Assentadas tais premissas, passo a analisar a ocorrência, no caso, de situação configuradora de prejudicialidade do mandado de segurança ora em exame. Tenho para mim que a presente ação de mandado de segurança revela-se prejudicada em face da superveniente conversão, na Emenda Constitucional nº 20/98, da Proposta de Emenda à Constituição nº 33/95, cujo processo de elaboração foi impugnado, perante esta Suprema Corte, pela parte ora impetrante. O Supremo Tribunal Federal, em situação virtualmente idêntica à registrada na presente causa, já enfatizou que a conversão, em emenda à Constituição, de proposta de reforma constitucional configura hipótese caracterizadora de perda superveniente da legitimidade ativa do congressista para impetrar o writ mandamental, notadamente quando deduzido este com o objetivo de questionar suposta ilicitude revelada no curso do iter formativo de determinada espécie normativa. Cumpre registrar, por isso mesmo, que esta Corte embora reconhecendo, ao membro do Congresso Nacional, qualidade para invocar o controle jurisdicional pertinente ao processo de elaboração das espécies normativas nega-lhe, no entanto, legitimidade ativa para prosseguir no processo mandamental, quando, em decorrência de fato superveniente, a proposição normativa vem a transformar-se em lei ou, como no caso, vem a converter-se em emenda à Constituição: Perda de legitimidade do impetrante, por modificação da situação jurídica no curso do processo, decorrente da superveniente aprovação do projeto, que já se acha em vigor. Hipótese em que o mandado de segurança, que tinha caráter preventivo, não se pode voltar contra a emenda já promulgada, o que equivaleria a emprestar-se-lhe efeito, de todo descabido, de ação direta de inconstitucionalidade, para a qual, ademais, não está, o impetrante, legitimado. (RTJ 165/540, Rel. p/ o

10 acórdão Min. ILMAR GALVÃO grifei) Justifica-se, tal entendimento, pelo fato de que, se se admitisse, em tal situação, a subsistência da legitimidade ativa do parlamentar, estar-se-ia, na realidade, a permitir que o membro do Congresso Nacional - que não se acha incluído no rol taxativo consubstanciado no art. 103 da Carta Política pudesse discutir, in abstracto, a validade constitucional de determinada espécie normativa, conferindo-se, à ação de mandado de segurança, o caráter de sucedâneo indevido da ação direta de inconstitucionalidade, como tem advertido a jurisprudência desta Suprema Corte: Mandado de segurança requerido por Deputados Federais, contra ato que determinara a inclusão na ordem do dia, para discussão e votação, de proposta de emenda constitucional. A superveniente aprovação desta acarreta a perda de legitimidade ativa dos impetrantes, tornando superado o pedido, que não pode ser tido como sucedâneo de ação direta de inconstitucionalidade. (MS DF, Rel. Min. OCTAVIO GALLOTTI grifei) A circunstância que venho de referir impõe uma observação final: assiste, ao Ministro-Relator, no exercício dos poderes processuais de que dispõe, competência plena para exercer, monocraticamente, o controle das ações, pedidos ou recursos dirigidos a esta Corte, legitimando-se, em conseqüência, os atos decisórios que, nessa condição, venha a praticar (RTJ 139/53 RTJ 168/ ). Nem se alegue que esse entendimento implicaria transgressão ao princípio da colegialidade, eis que o postulado em questão sempre restará preservado ante a possibilidade de submissão da decisão singular ao controle recursal dos órgãos colegiados no âmbito do Supremo Tribunal Federal, consoante esta Corte tem reiteradamente proclamado (Ag SP (AgRg), Rel. Min. CELSO DE MELLO). Sendo assim, e tendo em consideração as razões expostas, não conheço da presente ação de mandado de segurança, por efeito da perda superveniente de legitimidade ativa dos ora impetrantes. Arquivem-se os presentes autos. Publique-se. Brasília, 1º de agosto de Ministro CELSO DE MELLO Relator fim

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