Especialização em Gestão Pública Programa Nacional de Formação em Administração Pública

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Especialização em Gestão Pública Programa Nacional de Formação em Administração Pública"

Transcrição

1 Especialização em Gestão Pública Programa Nacional de Formação em Administração Pública GLAUCIA BONIN O RELACIONAMENTO HUMANO DOS SERVIDORES NA CÂMARA MUNICIPAL DE IVATUBA Maringá 2011

2 Especialização em Gestão Pública Programa Nacional de Formação em Administração Pública GLAUCIA BONIN O RELACIONAMENTO HUMANO DOS SERVIDORES NA CÂMARA MUNICIPAL DE IVATUBA Trabalho de Conclusão de Curso do Programa Nacional de Formação em Administração Pública, apresentado como requisito parcial para obtenção do título de especialista em Gestão Pública, do Departamento de Administração da Universidade Estadual de Maringá. Orientador: Profª.Katia Abbas.

3 Especialização em Gestão Pública Programa Nacional de Formação em Administração Pública GLAUCIA BONIN O RELACIONAMENTO HUMANO DOS SERVIDORES NA CÂMARA MUNICIPAL DE IVATUBA Trabalho de Conclusão de Curso do Programa Nacional de Formação em Administração Pública, apresentado como requisito parcial para obtenção do título de especialista em Gestão Pública, do Departamento de Administração da Universidade Estadual de Maringá, sob apreciação da seguinte banca examinadora: Aprovado em / /2011 Professora Katia Abbas (orientadora) Assinatura Professor, Assinatura Professor, Assinatura

4 Glaucia Bonin dos Santos 1 O RELACIONAMENTO HUMANO DOS SERVIDORES NA CÂMARA MUNICIPAL DE IVATUBA RESUMO Atualmente o capital humano é o ativo mais importante para a sobrevivência de uma organização. Esse capital deve estar sempre motivado para que possa alavancar os resultados da organização, seja ela pública ou privada. Ao contrário do que ocorria no principio, o foco das organizações atualmente está voltado para as pessoas e não no processo produtivo e nas máquinas. O comportamento organizacional aborda como ocorre a interação entre as pessoas no ambiente de trabalho bem como ela interfere nos resultados desejados. De forma geral, o comportamento organizacional busca explicar o comportamento humano dentro da organização. Assim, o objetivo deste trabalho é identificar o relacionamento humano dos servidores na esfera pública, e terá como foco a Câmara Municipal de Ivatuba, localizada no estado do Paraná. Para tanto, a metodologia utilizada é a pesquisa exploratória, bibliográfica e o levantamento. Para verificar o ponto de vista dos servidores sobre a organização foi elaborado um questionário aplicado com os funcionários da Câmara Municipal, bem como, através de observação direta do ambiente de trabalho. Constatou-se que os funcionários se sentem satisfeitos com o que fazem. PALAVRAS-CHAVE: Comportamento Organizacional, Empresa Pública, Ivatuba. ABSTRACT Currently the human capital is the asset most important for the survival of an organization. This capital must be always motivated so that can alavancar the results of the organization, either public or private it. In contrast of what it occurred in I begin it, the focus of the organizations currently is come back toward the people and not in the productive process and the machines. The organizacional behavior approaches as the interaction occurs enters the people in the environment of work as well as it intervenes with the desired results. Of general form, the organizacional behavior search to inside explain the human behavior of the organization. Thus, the objective of this work is to identify the human relationship of the servers in the public sphere, and will have as focus the City council of Ivatuba, located in the state of the Paraná. For in such a way, the used methodology is the exploratória, bibliographical research and the survey. To verify the point of view of the servers on the organization a questionnaire applied with the employees of the City council was elaborated, as well as, through direct comment of the work environment. One evidenced that the employees if feel satisfied with what they make. KEYWORDS:Organizacional behavior, Public company, Ivatuba. 1 Graduada em Administração Mercadológica pela Faculdade Maringá; Discente do curso de especialização em Gestão Pública pela Universidade Estadual de Maringá.

5 SUMARIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DA LITERATURA COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL TEORIAS DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Teoria do equilíbrio organizacional Motivação humana Teoria dos dois fatores de Herzberg COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL NA ESFERA PUBLICA COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL NA CÂMARA MUNICIPAL DE IVATUBA DADOS GERAIS DA EMPRESA ESTRUTURA ASPECTOS MOTIVACIONAIS DOS SERVIDORES CONCLUSÃO Anexo - Entrevista realizada em 11 de outubro de 2011 com os servidores efetivos REFERÊNCIAS... 19

6 5 1 INTRODUÇÃO As questões que envolvem o relacionamento entre os indivíduos no ambiente de trabalho estão cada vez mais presentes no planejamento da organização, uma vez que esse conjunto de interações representa a empresa tanto de forma positiva como de forma negativa. Antigamente as organizações tinham como foco, o processo no trabalho, contudo com o passar do tempo, estudiosos passaram a verificar que tal medida causava fadiga, falta de interesse pelo trabalho ocasionando perdas no processo produtivo. A partir de então, o foco passou a ser cada vez mais no ser humano, e as organizações começaram a perceber que para a produção do trabalho ser satisfatória o ser humano que trabalha na empresa precisa primeiramente se sentir bem no ambiente de trabalho. Uma empresa, uma organização, ou uma instituição são formadas por grupos de pessoas com aspirações e necessidades diferentes, com características pessoais distintas, por tanto o que precisa acontecer é uma interação saudável dentro do ambiente de trabalho. Garcia (2008 p.35) afirma que na medida em que se percebe a interação entre aspectos estruturais e comportamentais nas organizações, bem como a sujeição destes as forças externas, surge o conceito de organizações como sistemas sociais complexos e abertos. Dessa forma para estudar como ocorrem as relações humanas dentro da organização, existe um campo de estudo denominado comportamento organizacional. Ele busca compreender o comportamento das pessoas como indivíduos e como membros da organização, como também os grupos da mesma. De acordo com Maximiano (2004), sob a ótica do enfoque comportamental, a empresa deve ser vista com um sistema social formado por pessoas, sentimentos, interesses e motivações. Dentro da esfera pública, embora os servidores gozem da estabilidade no cargo eles também precisam ser compreendidos e valorizados para que o serviço público possa ser prestado com qualidade. Sendo assim, o objetivo desse trabalho é identificar o relacionamento humano dos servidores na esfera pública, e terá como foco a Câmara Municipal de Ivatuba.

7 6 Para tanto, a metodologia utilizada foi a pesquisa exploratória, que de acordo com Magalhães (2002) envolve levantamento bibliográfico, entrevistas e experiências práticas. Do ponto de vista dos procedimentos técnicos esta pesquisa é bibliográfica, pois foi realizada através de materiais já publicados, envolvem livros, artigos, materiais disponibilizados por meio eletrônico, e levantamento que, por sua vez, envolve a interrogação direta das pessoas com o intuito de conhecer melhor o ambiente que está em estudo.. Assim, para verificar o ponto de vista dos servidores sobre a organização foi elaborado um questionário (Anexo), bem como observação direta do ambiente de trabalho. 2 REVISÃO DA LITERATURA 2.1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Para uma melhor compreensão sobre o comportamento organizacional faz-se necessário a realização de uma pesquisa bibliográfica a fim de verificar os esclarecimentos de diversos autores sobre o tema. Sendo assim Bergue (2010) afirma que o comportamento organizacional é um campo de estudo que tem por objetivo explicar e compreender o comportamento humano dentro da organização. O autor ainda explica que ele pode ser divido em três níveis de análise: o micro, o meso e o macro-organizacional. O comportamento micro-organizacional busca analisar o comportamento humano individual dentro da organização, englobando as habilidades pessoais, a satisfação e a motivação. O comportamento meso-organizacional visa compreender o comportamento das pessoas que trabalham em equipes e grupos. Nessa análise são abordados temas como liderança, socialização e dinâmica de grupo. Por fim o comportamento macro-organizacional,analisa questões relacionadas com a estrutura e o status social, o conflito, a negociação, a competição a eficiência e as influências culturais e ambientais.

8 7 O comportamento organizacional por sua vez é definido por Chiavenato (2003, p. 352) como estudo da dinâmica das organizações e como os grupos e indivíduos se comportam dentro dela. É uma ciência interdisciplinar. Para complementar Maximiano (2004), afirma que o ser humano é a medida de tudo que se faz dentro de uma organização, pois a mesma é formada por pessoas e pelas suas necessidades, sentimentos, atitudes, e o relacionamento com os outros integrantes do grupo. De acordo com o mesmo autor o enfoque comportamental possui duas bases de estudo: as características pessoais distintas e o comportamento das pessoas como integrantes de grupos de organizações e da sociedade. 2.2 TEORIAS DO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Com relação as origens da teoria comportamental Chiavenato (2003) afirma que ela surgiu devido ao desgaste da teoria clássica, que por sua vez tinha grande apego na realização das tarefas e na estrutura organizacional. Com a teoria do comportamento organizacional houve a redefinição dos conceitos administrativos. Até então o desempenho humano era guiado apenas pela remuneração recebida, contudo a partir de 1954 surge a teoria comportamental com o objetivo de explicar o comportamento individual das pessoas. Ainda com relação às origens do enfoque comportamental Maximiano (2004) informa que esse movimento ganhou força durante a Revolução Industrial. Nessa época as condições de trabalho eram degradantes, sendo esse o motivo que levou pessoas e instituições a buscarem melhores condições para as realizações das tarefas. As principais tendências que fortaleceram essa corrente foram: a ação do sindicato com o intuito de melhorar as condições de trabalho; a doutrina social da igreja a partir de 1891; e o pensamento humanista, que pregava o bem estar do trabalhador Teoria do equilíbrio organizacional O equilíbrio organizacional está relacionado com a troca de obrigações, ou seja, a organização é vista como um meio de contribuições por meio do qual seus

9 8 colaboradores realizam a dedicação ao trabalho, porém em troca precisa receber além da remuneração, incentivos que influenciem o alcance de seus objetivos. Chiavenato (2003) diz que os conceitos básicos dessa teoria são: incentivos e alicientes: correspondem a todos os pagamentos feitos pela organização para seus participantes, seja em forma de remuneração, ou ainda em forma de benefícios premio por produção, gratificação, elogios, promoção entre outros; utilidade dos incentivos: o valor do incentivo varia de individuo, pois ela é subjetiva em função das necessidades pessoais de cada um; contribuições: é função do colaborador prestar a organização seja em forma de prestação do trabalho, esforço para realizá-lo, pontualidade e lealdade; utilidade das contribuições: está relacionado com o valor que tem o esforço feito pelo individuo em prol da organização. Sendo assim, a teoria do equilíbrio organizacional tem como principal foco a organização remunerar e motivar seus participantes de forma satisfatória com o intuito de receber as prestações de serviços com qualidade, garantindo com isso a sua própria sobrevivência. Para Maximiano (2004) tal equilíbrio defendido por Chiavenato (2003) acima, está relacionado com a teoria da expectativa. Segundo ele as pessoas se esforçam e produzem um desempenho com o intuito de alcançar os objetivos almejados. O mesmo autor também faz referência a teoria da equidade e diz que: O ponto central dessa teoria é a crença de que as recompensas devem ser proporcionais ao esforço e iguais para todos. Se duas pessoas realizam o mesmo esforço, a recompensa de uma deve ser igual à da outra. (CHIAVENATO, 2003, p. 283). Dessa forma para a melhor compreensão do comportamento humano é necessário entender o comportamento da motivação humana. A seguir serão expostas as teorias da motivação humana Motivação humana A palavra motivação é traduzida da seguinte forma por Maximiano (2004, p. 274): Motivo, motivação, mover, movimentar e motor são todas palavras modernas que têm a mesma origem e estão associadas à mesma idéia: a palavra latina

10 9 motivus, que significa aquilo que movimenta, que faz andar. Com esse conceito é possível afirmar que para compreender o comportamento organizacional é preciso entender primeiro o comportamento individual humano e para isso é necessário conhecer quais os motivos que leva o trabalhador, o ser humano a se movimentar. Contudo o conceito de motivação é específico, podendo uma pessoa ter motivos, estar motivada, para trabalhar, porém pode não estar motivada para estudar. Os fatores motivacionais muitas vezes também não são permanentes, eles podem ser passageiros. Uma das grandes teorias conhecidas no campo da motivação é a teoria das necessidades. De acordo com essa teoria o ser humano possui dois grupos de necessidades divididas em necessidades básicas e necessidades adquiridas. As básicas de acordo com Maximiano (2004) são aquelas que o ser humano precisa para sobreviver tais como alimentação, reprodução, abrigo e segurança. Já, as necessidades adquiridas, ainda segundo o mesmo autor são aquelas adquiridas por meio da convivência, treinamentos e incorporação dos valores da sociedade em que vivem.. Chiavenato (2003), para se referir as necessidades básicas citadas por Maximiano, utiliza o termo necessidades primárias, que são compostas pelas necessidades fisiológicas e necessidades de segurança. Já, para se referir as necessidades adquiridas o termo utilizado pelo autor é necessidades secundárias que são compostas por: necessidades sociais: a partir do momento que as necessidades primárias são realizadas surgem as necessidades sociais que são compostas por necessidade de participação, de associação, aceitação por parte de companheiros, troca de amizade, de afeto. Porém quando ocorre a frustração do individuo em não conseguir se interar com o grupo ou com a sociedade esse tende a ficar isolado, tornando- o resistente e hostil; necessidade de estima: está relacionado com a maneira pela qual o ser humano se avalia. Envolve sentimentos de auto estima auto confiança, necessidade de respeito, valorização, prestigio. Quando a pessoa não consegue atingir tais necessidades ocorrem os sentimentos de fraqueza, inferioridade; necessidades de auto realização: são as necessidades humanas mais elevadas, está voltada para a realização do próprio potencial e desenvolvimento contínuo.

11 Teoria dos dois fatores de Herzberg No ambiente de trabalho existem diversos fatores que interagem entre si seja para a busca da motivação para a realização do trabalho seja para apenas cumprir com as tarefas do dia. Segundo Maximiano (2004) a teoria dos dois fatores foi desenvolvida por Frederick Herzberg e diz que os fatores relacionados ao trabalho pode ser dividido em dois grupos: os que são relacionados com o conteúdo do próprio trabalho, que são conhecidos por fatores motivacionais ou intrínsecos, e os fatores relacionados com as condições do trabalho denominados fatores extrínsecos ou higiênicos. Chiavenato (2003) complementa que para Herzberg esses dois fatores são responsáveis por orientar o comportamento das pessoas. Os fatores motivacionais ou intrínsecos são aqueles relacionados com a natureza das tarefas que o ocupante do cargo executa. Quando esses fatores são ótimos eles causam a satisfação no trabalhador, porém quando são precários eles evitam a satisfação. De acordo com Bergue (2010) tais fatores envolvem os sentimentos em relação ao cargo, tais como: sentimento de realização, reconhecimento, progresso, responsabilidade. Maximiano (2004) complementa o orgulho e sentimento de prestigio decorrentes da profissão Os fatores extrínsecos ou higiênicos são aqueles localizados no ambiente de trabalho, e são administrados pela empresa, independe da vontade do empregado. Sendo assim Chiavenato (2003) elenca como os principais fatores desse grupo: salário, benefícios sociais, condições físicas e ambientais de trabalho, clima de relacionamento entre a empresa e os funcionários, regulamento interno, tipo de supervisão ou chefia. A principio para motivar as pessoas eram utilizados esses fatores. Porém, quando o trabalho começava a ficar degradante o empregador apelava para a entrega de prêmios e incentivos salariais para que o desempenho laboral voltasse a melhorar. De acordo com as pesquisas de Frederick Herzberg, quando os fatores higiênicos são ótimos eles apenas evitam a insatisfação do empregado, já quando são precários eles provocam a insatisfação dos mesmos.

12 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL NA ESFERA PUBLICA O servidor público é aquele que presta serviço na esfera publica. Embora ele goze de alguns benefícios, tais como estabilidade e flexibilidade no horário, alguns recebem benefícios econômicos como auxilio alimentação plano de saúde entre outros, ele também possui as mesmas necessidades que o trabalhador da esfera privada, ou seja, possui as necessidades primarias e as necessidades secundárias que precisam ser satisfeitas para que o desempenho no ambiente de trabalho possa ser satisfatório. Segundo Bergue (2010, p.23): Aos administradores públicos, cabe a capacidade de compreensão dos mecanismos motivacionais e de comportamento dos indivíduos no ambiente organizacional e das influências das relações e necessidades pessoais na dinâmica de trabalho considerando as estruturas funcionais com traços burocráticos e patrimonialista da Administração Publica. De forma geral, o ingresso na carreira pública se dá por meio de concurso público, o que propicia a diversidade de pessoas ocupante dos cargos e empregos públicos. Tal característica, também é responsável pela formação da cultura organizacional, ou seja, o conjunto das necessidades, das características peculiares, dos costumes, valores de cada indivíduo do grupo formará uma característica, uma imagem única de determinada organização ou departamento. A cultura organizacional é definida por Bergue (2010,p. 25) como algo que permeia a estrutura, os processos e as pessoas de uma organização, interferindo de forma determinante no seu desempenho. Então vale acrescentar que quando a tentativa do servidor em incluir as suas peculiaridades no seu ambiente de trabalho, é frustrada, o seu desempenho operacional tende a decair. Sendo assim o gestor publico deve compreender as pessoas, deve conhecer o que leva as pessoas agirem de forma positiva e também negativa, além de conhecer quais as suas expectativas em relação à organização, e dessa forma buscar de forma harmoniosa conciliar os objetivos institucionais e os objetivos individuais.

13 12 3 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL NA CÂMARA MUNICIPAL DE IVATUBA 3.1 DADOS GERAIS DA EMPRESA A realização do trabalho teve como objeto de estudo a Câmara Municipal de Ivatuba. Localizada na cidade de Ivatuba no estado do Paraná, foi fundada em Desde o início até 2002, sua contabilidade era centralizada com o Poder Executivo Municipal. Porém, a partir de 2002 passou a ser descentralizada. Sua atividade é de exclusividade legislativa, atende o público em geral, e conta com a participação efetiva dos vereadores. Entre as várias atribuições do órgão estão o de legislar sobre assuntos de interesses locais como à saúde, a assistência pública e a proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência; à abertura de meios de acesso à educação, à ciência e a prática desportiva. Quanto aos processos de trabalho, de acordo com a Lei orgânica do Município de Ivatuba/1990 é competência privativa da câmara (IVATUBA, 2011). I eleger sua Mesa na forma desta Lei e do seu Regimento Interno; II elaborar o Regimento Interno; III organizar seus serviços administrativos; IV dar posse ao Prefeito e ao Vice-Prefeito quando eleitos, reconhecer suas renúncias e afastá-los definitivamente do cargo; V conceder licença ao Prefeito, ao Vice-Prefeito e aos vereadores para afastamento do cargo; VI autorizar o Prefeito, por necessidade de serviço, a ausentar-se do Município por mais de quinze (15) dias ou do País pro qualquer tempo; VII fixar os subsídios do Prefeito e do Vice-prefeito; VIII fixar os subsídios dos Vereadores e do Presidente da Câmara; IX criar comissões de inquérito, sobre o fato determinado que se inclua na competência Municipal, sempre que a requerer pelo menos um terço (1/3) de seus membros; X requerer informações ao Prefeito sobre o fato relacionado com matéria legislativa em trâmite ou sujeita à fiscalização da Câmara;

14 13 XI convocar os responsáveis por Chefia de órgãos do Executivo para prestar informações sobre a matéria de sua competência; XII deliberar, mediante resolução, sobre assuntos da sua economia interna e nos demais casos de sua competência privativa, por meio de decreto legislativo; XIII julgar o Prefeito, o Vice-Prefeito e os Vereadores, nos casos previstos em leis; XIV tomar e julgar as contas do Prefeito e da Mesa, no prazo de sessenta (60) dias, após o recebimento do parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado, o parecer do Tribunal de Contas somente deixará de prevalecer por decisão de 2/3 (dois terços) dos membros da Câmara; XV remeter ao Ministério Público no prazo de dez (10) dias, para os devidos fins, as contas rejeitadas; XVI autorizar ou referendar consórcios com outros Municípios e convênios celebrados pelo Prefeito com entidades públicas ou particulares, cujos encargos não estejam previstos no orçamento; XVII propor ao Plenário, projetos de leis que criem, modifiquem ou extinguem cargos de seus serviços; XVIII solicitar a intervenção estadual no Município, quando achar necessário, e em atendimento ao que dispõe a legislação; XIX mudar temporariamente sua sede; XX fiscalizar e controlar direta ou indiretamente os atos do Poder Executivo, incluídos os da Administração Indireta e Fundacional; XXI representar ao Ministério Público, mediante aprovação de dois terços (2/3) de seus membros, contra o Prefeito, Vice-Prefeito e Chefes dos Departamentos Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza, pela prática de crime contra a Administração Pública Municipal de que tiver conhecimento; XXII autorizar referendo e convocar plebiscito; XXIII decidir sobre a perda de mandato de Vereador, por voto secreto e maioria absoluta, nas hipóteses previstas nesta Lei Orgânica; XXIV conceder títulos às pessoas que tenham reconhecidamente prestado serviços ao Município, mediante decreto legislativo aprovado pela maioria de dois terços (2/3) de seus membros, votado secretamente; XXV - deliberar sobre o adiantamento e a suspensão de suas reuniões. 3.2 ESTRUTURA O ambiente de trabalho é dividido por departamentos, a fim de se obter melhores resultados, pois todos trabalham convergindo para um ponto em comum.

15 14 O ingresso na Câmara Municipal de Ivatuba é por meio de concurso público. Ela possui como servidores a secretária, a zeladora, o advogado responsável pelo departamento jurídico, e o contador responsável pelo departamento de contabilidade. Além destes quatro servidores efetivos, o órgão possui nove vereadores. De acordo com os dados coletados através do questionário aplicado (Anexo), o perfil da câmara em estudo é: três servidores do sexo feminino acima de trinta anos e um servidor do sexo masculino também acima de trinta anos, ambos são casados, três possuem nível superior e um possui o ensino médio completo e, com relação ao tempo de serviço e o motivo que levou o funcionário a ingressar na carreira pública, também obtidos através do questionário, segue abaixo: secretária: 5 anos de serviço, o motivo o qual levou ingressar na carreira foi a estabilidade e a comodidade por ser no município onde reside; contador: 1 ano que atua no órgão, sendo a estabilidade e a remuneração os principais motivos que levou a trabalhar na Câmara; advogado: possui 1 ano de trabalho na câmara. O que levou a fazer parte do grupo de trabalho foi a estabilidade e a flexibilidade de horário; zeladora: atua na função há 6 anos. O seu ingresso se deu pelo fato de possuir estabilidade, flexibilidade de horário, e por residir no município de Ivatuba ASPECTOS MOTIVACIONAIS DOS SERVIDORES Em algumas visitas realizadas à Câmara Municipal, percebe-se que o ambiente de trabalho é harmonioso e que existe uma relação de fraternidade entre os servidores/presidente/vereadores, pois é visível a relação mútua existente entre eles. Uma prova disso pode ser notada em confraternizações realizadas anualmente entre os servidores do legislativo e seus familiares. Outro ponto observado foi com relação ao aniversário de cada servidor. Cada data de aniversário é lembrada através de um painel, ou seja, um cartaz com os votos de felicidades. Além disso, como mostram as fotos em apêndice, é escolhido

16 15 um dia do mês para ser feito uma festa de aniversário para todos aniversariantes do mês. Segundo a secretaria é um dia de descontração e muita diversão. Por ser uma instituição de pequeno porte e com poucos funcionários, identifica-se um ambiente agradável para se trabalhar. Percebe-se na fisionomia de cada um a satisfação pelo que fazem. O questionário aplicado também revelou outras informações, descritas a seguir, quanto aos aspectos organizacionais: Com relação aos fatores higiênicos descritos por Chiavenato (2003) no item (teoria dos fatores de Herzberg) como salário, benefícios sociais, condições físicas e ambientais de trabalho, clima de relacionamento entre a empresa e os funcionários, regulamento interno, tipo de supervisão ou chefia, os servidores entrevistados afirmaram que se sentem satisfeitos, porém um aumento no salário é sempre aceitável. Também afirmaram os servidores que o pagamento do salário é sempre em dia, algo o favorece o compromisso que eles assumem com terceiros. Outro ponto positivo citado no item 2.3 (comportamento organizacional na esfera pública) e visto na prática foi a questão de horário. O cumprimento do horário é obrigatório, contudo é flexível, podendo a falta de um dia ser compensado em outros dias, visto que a cidade é pequena e muita coisa só conseguem ser realizadas na cidade de Maringá, localizada a aproximadamente 40 quilômetros de Ivatuba. A organização sempre busca atualizar seus servidores oferecendo cursos relacionados à área de cada um. Quando os servidores vão realizar tais cursos, o deslocamento é feito de avião com o intuito de ser mais ágil e de evitar a fadiga do funcionário, uma vez que a maioria destes são realizados em Curitiba, localizada a aproximadamente 468 quilômetros de Ivatuba. Além disso, os servidores são estimulados a aumentarem seu nível de escolaridade, pois quando se ele eleva o nível, ocorre também o aumento salarial.

17 16 Os processos de trabalho são todos informatizados, existe o arquivo físico, porém a oficial legislativa digitaliza todas as atas e as disponibiliza de forma online para eventuais consultas. Os servidores possuem uniformes o que padroniza a imagem da organização como também gera economia nas roupas pessoais dos servidores. Com relação a autoridade, a pessoa que possui o poder de decisão na câmara de vereadores é o presidente, porém algumas ações são delegadas para a oficial legislativa, não sendo totalmente centralizada. De acordo com a entrevista realizada, esse tipo autoridade também favorece o auto desenvolvimento das habilidades técnicas de cada um, pois propicia um ambiente agradável já que a autoridade é uma pessoa fácil para se relacionar. A relação entre os servidores e os nove vereadores é amigável, pois eles não se posicionam para nenhum partido. Embora o capital humano seja o mais valioso dentro da empresa, a tecnologia também precisa acompanhar a evolução e satisfazer as necessidades organizacionais. Os equipamentos tecnológicos da câmara são de boa qualidade e quando surge algum problema nos mesmos, existe um suporte tecnológico para saná-los. Outro ponto que favorece o bom desempenho no ambiente de trabalho é a limpeza do local. A zeladora trabalha de forma assídua oito horas diárias. A relação entre os servidores com a sociedade é amigável, contudo em uma conversa informal com a secretária, ela lamenta que a sociedade não participe das reuniões da Câmara, que são realizadas uma vez por semana. Segundo ela a participação da sociedade propiciaria melhores tomadas de decisões além de a população poder conhecer como funciona a elaboração, a votação e a aprovação de uma lei. 4 CONCLUSÃO O estudo em questão evidenciou que a Câmara Municipal de Ivatuba presta seus serviços de acordo com a formalidade legal, contudo existe também entre os

18 17 servidores a relação informal que favorece o ambiente agradável de trabalho, pois não é preciso obedecer uma hierarquia para a comunicação entre os mesmos. A teoria sobre o comportamento organizacional foi comprovada na prática das atividades do órgão público em estudo, pois por ser um ambiente caracterizado por uma cultura e um clima organizacional harmonioso as pessoas sentem orgulho do que fazem ao contrário de uma organização onde o clima organizacional é tenso. Nesse caso as pessoas se sentem obrigadas a cumprir o horário e não sentem orgulho do que fazem, provocando uma queda na qualidade e produtividade na prestação do serviço. Sendo assim, conclui-se que quando o conhecimento prévio dos anseios dos valores, dos talentos e das dificuldades de cada componente do grupo é levado em consideração na elaboração do planejamento estratégico de uma organização, essa por sua vez tende a ser mais produtiva, competitiva, pelo fato de seus integrantes sentirem motivados e realizarem o trabalho com satisfação. Para tanto o comportamento organizacional deve sempre ser observado tanto pelo gestor publico como também nas empresas privadas, já que quem gera o lucro e a prestação de serviço, é o capital mais valioso da organização, o capital humano.

19 18 Anexo - Entrevista realizada em 11 de outubro de 2011 com os servidores efetivos 1. Qual o grau de escolaridade? 2. Qual é o tempo de serviço e qual o motivo que levou o seu ingresso no órgão? 3. Quais as ações que são realizadas externamente para descontração dos servidores? 4. Você está satisfeito com a sua remuneração e com o trabalho que executa? 5. No seu ponto de vista qual a vantagem de se ter o uniforme? 6. O órgão estimula o aprimoramento do conhecimento? De que forma? 7. Existem benefícios para quem eleva o seu nível escolar? 8. Comente sobre o tipo de autoridade exercida. 9. Você se sente satisfeito com o horário que realiza suas tarefas? 10. Qual o seu ponto de vista sobre a limpeza da Camara? Ela estimula o desempenho? 11. Como é a relação entre os servidores? E entre os servidores e os vereadores?

20 19 REFERÊNCIAS BERGUE, Sandro Trescastro. Comportamento organizacional. Departamento de Ciências da Administração/UFSC; [Brasília]: CAPES: UAB, BERGUE, Sandro Trescastro. Cultura e mudança organizacional. Departamento de Ciências da Administração/UFSC; [Brasília]: CAPES:UAB, Camara Municipal de Ivatuba. Disponivel em Acesso em 03 set CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 7. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, GARCIA, Marcos Antonio. Modelo de ação sobre as dimensões do clima organizacional impactantes à implantação da gestão do conhecimento nas Organizações. Programa de pós-graduação em engenharia e gestão do Conhecimento UFSC. Florianópolis, Ivatuba, Lei Orgânica do Município de Ivatuba. Disponível em < Acesso em 18 set MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2004.

11. Abordagem Comportamental

11. Abordagem Comportamental 11. Abordagem Comportamental Conteúdo 1. Behaviorismo 2. Novas Proposições sobre a Motivação Humana 3. Teoria da Hierarquia das de Maslow 4. Teoria dos dois fatores 5. Teoria X & Y de McGregor 6. Outros

Leia mais

A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS

A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS A MOTIVAÇÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E SUAS APLICAÇÕES PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS GOMES, Elaine Dias. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG. E-mail: elaineapoderosa@hotmail.com

Leia mais

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei:

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei: LEI Nº 1512/2009 SÚMULA: Cria o Conselho Municipal da Educação. Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG

AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG AS TEORIAS MOTIVACIONAIS DE MASLOW E HERZBERG 1. Introdução 2. Maslow e a Hierarquia das necessidades 3. Teoria dos dois Fatores de Herzberg 1. Introdução Sabemos que considerar as atitudes e valores dos

Leia mais

Lei: Art. 8º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 6 (seis) anos de idade, no ensino fundamental.

Lei: Art. 8º É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 6 (seis) anos de idade, no ensino fundamental. Lei: Art. 5º. I - educação básica, nas etapas da educação infantil e ensino fundamental, obrigatória e gratuita a partir dos 4 (quatro) anos de idade, assegurada inclusive a sua oferta gratuita para todos

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE POUSO REDONDO CNPJ 83.102.681/0001-26 Rua Antonio Carlos Thiesen, 74 89.172-000 Pouso Redondo Santa Catarina

PREFEITURA MUNICIPAL DE POUSO REDONDO CNPJ 83.102.681/0001-26 Rua Antonio Carlos Thiesen, 74 89.172-000 Pouso Redondo Santa Catarina PREFEITURA MUNICIPAL DE POUSO REDONDO CNPJ 83.102.681/0001-26 Rua Antonio Carlos Thiesen, 74 89.172-000 Pouso Redondo Santa Catarina LEI N. 1925/06 de 25.07.2006. Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais.

Art. 1º. Aprovar as alterações do Estatuto da Universidade Federal de Juiz de Fora, com sede na cidade de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais. Portaria 1.105, de 28 de setembro de 1998 O Ministro de Estado da Educação e do Desporto, usando da competência que lhe foi delegada pelo Decreto 1.845, de 28 de março de 1996, e tendo em vista o Parecer

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

PLANO DE CARREIRA PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EFETIVOS DO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL. Elaine Aparecida Dias; Yeda Cícera Oswaldo.

PLANO DE CARREIRA PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EFETIVOS DO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL. Elaine Aparecida Dias; Yeda Cícera Oswaldo. PLANO DE CARREIRA PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EFETIVOS DO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL Elaine Aparecida Dias; Yeda Cícera Oswaldo. PLANO DE CARREIRA PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS EFETIVOS DO PODER LEGISLATIVO

Leia mais

PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010. PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010. Publica o Regimento Interno do Colegiado Setorial de Música do Conselho Nacional de Política Cultural. O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA, no uso das atribuições que

Leia mais

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MOTIVAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO NA EMPRESA MAHRRY CONFECÇÕES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL Julia Ferreira de Moraes (EEL-USP) moraes.julia@hotmail.com Everton Azevedo Schirmer

Leia mais

Lei N. 391/2007 Wanderlândia 14 de Março de 2007.

Lei N. 391/2007 Wanderlândia 14 de Março de 2007. Lei N. 391/2007 Wanderlândia 14 de Março de 2007. Altera na integra o texto da Lei nº. 334/2002, de 20 de Dezembro de 2002, que cria o Conselho Municipal de Educação e da outras providencias. Faço saber

Leia mais

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013.

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. REESTRUTURA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO, O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FAZENDA VILANOVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PEDRO ANTONIO DORNELLES, PREFEITO

Leia mais

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Motivação para o Desempenho Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Heitor Duarte asbornyduarte@hotmail.com Márcio Almeida marciobalmeid@yahoo.com.br Paulo F Mascarenhas

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 Aprova o Regimento Interno da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos

Leia mais

Atribuições do órgão conforme a Lei nº 3.063, de 29 de maio de 2013: TÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA

Atribuições do órgão conforme a Lei nº 3.063, de 29 de maio de 2013: TÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA SECRETARIA MUNICIPAL DE INFRAESTRUTURA E OBRAS End: Travessa Anchieta, S-55 Centro Fone: (14) 3283-9570 ramal 9587 Email: engenharia@pederneiras.sp.gov.br Responsável: Fábio Chaves Sgavioli Atribuições

Leia mais

CAPÍTULO III DA REESTRUTURAÇÃO

CAPÍTULO III DA REESTRUTURAÇÃO LEI N 3934 DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO E REORGANIZAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICIPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM E DÁ OUTRA PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim,

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler 2 Introdução A política corporativa de RH da Schindler define as estratégias relacionadas às ações para com seus colaboradores; baseia-se na Missão e nos

Leia mais

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 Destaques da Proposta de Programa de Capacitação dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação aprovados durante a 435ª Reunião do Conselho Diretor PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 ALTERAÇÕES GERAIS

Leia mais

Motivação. O que é motivação?

Motivação. O que é motivação? Motivação A motivação representa um fator de sobrevivência para as organizações, pois hoje é um dos meios mais eficazes para atingir objetivos e metas. Além de as pessoas possuírem conhecimento, habilidades

Leia mais

PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010. PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010. Publica o Regimento Interno do Colegiado Setorial de Literatura, Livro e Leitura do Conselho Nacional de Política Cultural. O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA, no uso

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sumário Aula 1- Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização. Aula 2- Processo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ)

REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ) REGIMENTO INTERNO DA FUNDAÇÃO INSTITUTO TECNOLÓGICO DE JOINVILLE - (FITEJ) CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADES Art 1º. A Fundação Instituto Tecnológico de Joinville, doravante denominada FITEJ, entidade

Leia mais

LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013.

LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013. LEI Nº 982 DE 16 DE MAIO DE 2013. Dispõe sobre a criação, composição, competência e funcionamento do Conselho Municipal de Esporte e Lazer CMEL. O Povo do Município de Turvolândia Estado de Minas Gerais,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Municipal do Idoso CMI de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº 1754,

Leia mais

SEGUNDA-FEIRA, 08 DE SETEMBRO DE 2014 CADERNO 1 5

SEGUNDA-FEIRA, 08 DE SETEMBRO DE 2014 CADERNO 1 5 SEGUNDA-FEIRA, 08 DE SETEMBRO DE 2014 L E I N 8.037, DE 5 DE SETEMBRO DE 2014 Institui o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado do Pará e dá outras providências.

Leia mais

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES PORTARIA INSTITUCIONAL Nº 08 A Direção Geral da Faculdades SPEI, no uso das suas atribuições, ouvido o Conselho Superior e aprovado pela Mantenedora, conforme Regimento Interno, RESOLVE: Estabelecer o

Leia mais

REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS

REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS TÍTULO I DO CENTRO E SEUS FINS Artigo 1 O Centro de Gestão e Tratamento de Resíduos Químicos é um órgão auxiliar, de natureza técnica e científica,

Leia mais

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Profa. Ani Torres Desenvolvendo pessoas O desenvolvimento e a manutenção de pessoas estão relacionados com a evolução das equipes de trabalho e com a

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE Preâmbulo Os representantes do CONFAUeD, reunidos em assembléia, no dia 30 de junho de 2011, para instituição dos regimentos dos seus laboratórios e núcleos, após deliberação aprovou o REGIMENTO INTERNO

Leia mais

MODELO. Anteprojeto de lei para criação do Conselho Municipal do FUNDEB. Lei Municipal nº, de de de 2007

MODELO. Anteprojeto de lei para criação do Conselho Municipal do FUNDEB. Lei Municipal nº, de de de 2007 MODELO O conteúdo do Anteprojeto de Lei abaixo apresentado representa a contribuição do MEC, colocada à disposição dos Governos Municipais, a título de apoio técnico, previsto no art. 30, inciso I, da

Leia mais

Marcones Libório de Sá Prefeito

Marcones Libório de Sá Prefeito Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa. Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09

A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa. Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09 A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09 AGENDA 1. Posicionando a Remuneração e Reconhecimento 2. Tendências e impactos na Gestão 3. Melhores Práticas:

Leia mais

MOTIVAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS DO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DE BAMBUÍ-MG

MOTIVAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS DO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DE BAMBUÍ-MG MOTIVAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS DO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DE BAMBUÍ-MG Wemerton Luis EVANGELISTA()*; Franciele Ribeiro DA COSTA (2). () Professor do Curso Superior de Tecnologia em Administração: Pequenas e

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.099, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1993 "Dispõe sobre a constituição do Conselho Estadual do Bem-Estar Social e a criação do Fundo Estadual a ele vinculado e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php. Eduardo Varela

TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php. Eduardo Varela TURN OVER VOLUNTÁRIO UMA BREVE ANÁLISE DOS ESTÍMULOS www.factor9.com.br/educacional.php Eduardo Varela 1 Turnover Voluntário Uma breve análise dos estímulos www.factor9.com.br/educacional.php Turnover

Leia mais

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA A 1 CNPJ 04.214.41910001-05 DECRETO N 3.091, DE 05 DE JANEIRO DE 2014. "Dispõe sobre a estrutura organizacional da Procuradoria Geral do Município ". O PREFEITO MUNICIPAL DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES,, no

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE EXTENSÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. Este Regimento dispõe sobre a composição, competências e funcionamento do Conselho de Extensão (CoEx), órgão colegiado

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RELATO DE EXPERIÊNCIAS ENCONTRO DE CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS

Leia mais

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA Considerando a importância de efetivar a gestão integrada de recursos hídricos conforme as diretrizes gerais de ação estabelecidas na Lei 9.433, de 8.01.1997, a qual institui

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO

REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO CAPITULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Consultivo do Audiovisual de Pernambuco, órgão colegiado permanente, consultivo e

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 O Plenário do Conselho de Previdência Social em sua 6ª Reunião Ordinária, realizada em 02/03/2005,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 Altera o Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação (CPA) das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho Superior de Administração das Faculdades

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 1390/2006

LEI COMPLEMENTAR Nº 1390/2006 LEI COMPLEMENTAR Nº 1390/2006 "Cria a Guarda Municipal e dá outras providências" A CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA BÁRBARA, por seus Representantes legais, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte

Leia mais

Fundamentos do Comportamento de Grupo

Fundamentos do Comportamento de Grupo Fundamentos do Comportamento de Grupo 1: Motivação no trabalho e suas influências sobre o desempenho: Definir e classificar os grupos; Analisar as dinâmicas presentes nos grupos; Refletir sobre a influência

Leia mais

DJALMA DE PINHO REBOUÇAS DE OLIVEIRA ,.., ADMINISTRAÇAO PUBLICA FOCO NA OTIMIZAÇÃO DO MODELO ADMINISTRATIVO

DJALMA DE PINHO REBOUÇAS DE OLIVEIRA ,.., ADMINISTRAÇAO PUBLICA FOCO NA OTIMIZAÇÃO DO MODELO ADMINISTRATIVO DJALMA DE PINHO REBOUÇAS DE OLIVEIRA,.., ADMINISTRAÇAO, PUBLICA FOCO NA OTIMIZAÇÃO DO MODELO ADMINISTRATIVO SÃO PAULO EDITORA ATLAS S.A. - 2014 "A diferença entre a empresa privada e a empresa é que aquela

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001

DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001 DELIBERAÇÃO CONSUNI Nº 028/2001 Dispõe sobre a criação do Sistema Integrado de Bibliotecas SIBi e aprovação do seu regulamento. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, na conformidade do Processo nº PREX- 1785/2001,

Leia mais

CAPÍTULO I DA FINALIDADE

CAPÍTULO I DA FINALIDADE LEI Nº 1.392, DE 11 DE SETEMBRO DE 2009. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DO IDOSO, CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO E O FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. (Alterado pela

Leia mais

LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004

LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004 LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004 Povo do Município de Viçosa, por seus representantes legais, aprovou e eu, em seu nome, sanciono e promulgo a seguinte Lei: Das disposições Gerais Art.

Leia mais

A Faculdade de Ciências Farmacêuticas no uso de suas atribuições legais e regimentais;

A Faculdade de Ciências Farmacêuticas no uso de suas atribuições legais e regimentais; MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas MG. CEP 37130-000 Fone (35)3299-1350 A Faculdade de Ciências Farmacêuticas

Leia mais

ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI

ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI ESTATUTO DO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL - ABDI I - DA DENOMINAÇÃO,

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO. Capítulo I. Da entidade e seus objetivos

NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO. Capítulo I. Da entidade e seus objetivos Versão Final NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO Capítulo I Da entidade e seus objetivos Art. 1º - O NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE PARNAMIRIM Casa Antônio Lustosa de Oliveira Cabral CNPJ n.º 35.446.376/0001-09 Lei n 763/2010. EMENTA: Dispõe sobre a política municipal de segurança alimentar e nutricional sustentável do município de Parnamirim-PE e dá outras providências. A MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL DE

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL Tangará da Serra Estado de Mato Grosso

CÂMARA MUNICIPAL Tangará da Serra Estado de Mato Grosso PORTARIA Nº 005, DE 06 DE JANEIRO DE 2014. O Vereador WELITON ÚNGARO DUARTE, Presidente da Câmara Municipal de Tangará da Serra, Estado de Mato Grosso, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo

Leia mais

Art. 2º Ao Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - compete:

Art. 2º Ao Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - compete: LEI Nº 12.911, de 22 de janeiro de 2004 Dispõe sobre a criação do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - e do Fundo Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - FUNSEA-SC

Leia mais

Manual de instruções para o desenvolvimento do Caderno de Evidências Book

Manual de instruções para o desenvolvimento do Caderno de Evidências Book Manual de instruções para o desenvolvimento do Caderno de Evidências Book O Caderno de Evidências (Book) acompanhará o questionário da empresa na pesquisa. É importante lembrar que o envio desse material,

Leia mais

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Visão estratégica Visão estratégica está relacionada com alcançar os objetivos empresariais. Considera: Tipos psicológicos, Motivação:

Leia mais

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Confere nova regulamentação ao Conselho Municipal de Segurança

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente MMA. Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2)

Ministério do Meio Ambiente MMA. Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2) Ministério do Meio Ambiente MMA Programa Nacional do Meio Ambiente PNMA (Fase 2) Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA Termo de Referência PNMA nº 02/2013 O presente

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos e orientações sobre a criação, composição, funcionamento

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

Brasileira (UNILAB).

Brasileira (UNILAB). RESOLUÇÃO N 029/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento da Unidade de Auditoria Interna da Brasileira (UNILAB). Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- O VICE-REITOR, PRO

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

PALÁCIO LEGISLATIVO JOÃO PAULO II CONCURSO PÚBLICO N.º 01/2012 EDITAL DE ABERTURA N.º 01/2012, DE 21 DE JUNHO DE 2012. ANEXO 03 INFORMAÇÕES DOS CARGOS

PALÁCIO LEGISLATIVO JOÃO PAULO II CONCURSO PÚBLICO N.º 01/2012 EDITAL DE ABERTURA N.º 01/2012, DE 21 DE JUNHO DE 2012. ANEXO 03 INFORMAÇÕES DOS CARGOS DA CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA 1 / 6 PALÁCIO LEGISLATIVO JOÃO PAULO II, DE 21 DE JUNHO DE 2012. 1. CARGO DE NÍVEL FUNDAMENTAL INCOMPLETO Cargo 01 Atendente Administrativo-Legislativo Atividade de atendimento

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE JACAREÍ

CÂMARA MUNICIPAL DE JACAREÍ PROJETO DE LEI Dispõe sobre a instituição do Conselho de Comunicação Social do Canal de Cidadania de Jacareí, e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE JACAREÍ, USANDO DAS ATRIBUIÇÕES QUE LHE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013 Regulamenta o processo de implementação e avaliação da flexibilização para ajuste de jornada de trabalho

Leia mais

LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015.

LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. DISPÕE SOBRE A MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO E TRANSPORTE NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE ALTO GARÇAS E CRIA O DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO E A JUNTA ADMINISTRATIVA

Leia mais

PLANO DE CARGOS & SALÁRIOS UNIMED ANÁPOLIS

PLANO DE CARGOS & SALÁRIOS UNIMED ANÁPOLIS PLANO DE CARGOS & SALÁRIOS UNIMED ANÁPOLIS 1 ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 02 1 OBJETIVO DO MANUAL... 03 2 CONCEITOS UTILIZADOS... 04 3 POLÍTICA DE CARGOS E SALÁRIOS... 06 4 POLÍTICA DE CARREIRA... 07 5 AVALIAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL Artigo 1. Composição A composição do conselho científico do Instituto de Investigação Científica Tropical, I.P., abreviadamente

Leia mais

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO RESUMO

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO RESUMO COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL INTERNA UM ESTUDO DE CASO Fábio William da Silva Granado 1 Marluci Silva Botelho 2 William Rodrigues da Silva 3 Prof Ms. Edson Leite Lopes Gimenez 4 RESUMO Realizou-se uma análise

Leia mais

OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*)

OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*) OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*) Joilson Oliveira Malta Administrador público e Assistente técnico da Diretoria Legislativa da Câmara Municipal de Salvador Mat.2031 Este artigo tem

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009.

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAÚDE, CRIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL, DA DIVISÃO DE MEIO-AMBIENTE E

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (Aprovado na RCA de 14.06.2010 e alterado nas RCAs de 25.04.2012, 22.04.2013, 28.10.2013

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES do LOTEAMENTO TURISTICO ANDURALUA II

ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES do LOTEAMENTO TURISTICO ANDURALUA II ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES do LOTEAMENTO TURISTICO ANDURALUA II O presente Estatuto foi elaborado em conformidade com a Lei 10.406 de 2002 Novo Código Civil. ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES..., doravante simplesmente

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais