BUSCA POR EXCELÊNCIA NA GESTÃO DAS COOPERATIVAS DE SAÚDE: CONTEXTUALIZAÇÃO E SUGESTÃO

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1 MBA GESTÃO DE COOPERATIVAS DE SAÚDE BUSCA POR EXCELÊNCIA NA GESTÃO DAS COOPERATIVAS DE SAÚDE: CONTEXTUALIZAÇÃO E SUGESTÃO Ana Cláudia Soares Penazzi João Pessoa-PB 2013

2 ANA CLÁUDIA SOARES PENAZZI BUSCA POR EXCELÊNCIA NA GESTÃO DAS COOPERATIVAS DE SAÚDE: CONTEXTUALIZAÇÃO E SUGESTÃO Pré-projeto apresentado à Fundação Pedro Leopoldo como requisito para conclusão no MBA em Gestão de Cooperativas de Saúde. Orientadora: Profa. Maria Helena Michel João Pessoa-PB 2013

3 RESUMO O Cooperativismo é um movimento social produzido no período do capitalismo, final do século XVIII e início do XIX, conflito entre o capital e o trabalho surgindo como alternativa para àquele individualismo em Rochdale, Inglaterra Essas associações de pessoas fundamentadas em aspirações econômicas, sociais e culturais em comum, geridas de forma democrática e equitativa aos seus riscos e benefícios chamaram de cooperativa, um modelo de empresa. O empreendimento cooperativo cresce e atualmente se torna uma complexa organização social que passa por riscos se não houver participação efetiva dos seus associados em manter os pilares do cooperativismo. Neste contexto, a solução para a prosperidade do negócio passa por excelência na gestão e em particular as cooperativas de trabalho médico surgem como excelente caminho profissional para os médicos, proporcionando acesso fácil e rápido ao mercado, disponibiliza rede de clientes, informações, ganhos sociais e remuneração adequada. Atualmente 20,59% dos brasileiros são atendidos por planos de saúde e mais de 25% deste mercado pertence ao Sistema Unimed. Assim, seus cooperados, médicos de formação, se transformam em administradores de empresas complexas. Daí a razão de aprender a serem cooperado e administrador, qualificando-se e conhecendo a estrutura e funcionamento do negócio. Este artigo visa explanar, discutir e incentivar o conhecimento do cooperativismo do trabalho médico, dentro de uma contextualização atual de mercado, onde as estratégias do negócio resultem em eficiência, competitividade e benefícios aos seus associados. Palavras-chave: Cooperativismo. Gestão. Trabalho médico.

4 ABSTRACT The Cooperative is a social movement produced in the period of capitalism, late eighteenth and early nineteenth centuries, conflict between capital and labor emerging as alternative to that individualism in Rochdale, England These groups of people based on economic, social and cultural aspirations in common, managed a democratic and fair manner the risks and benefits called cooperative, a business model. The cooperative venture grows and now becomes a complex social organization undergoing risk if no effective participation of its members in keeping the pillars of the cooperative. In this context, the solution to the prosperity of the business goes through excellence in management and in particular cooperatives medical work emerge as excellent career path for doctors, providing quick and easy access to the market, offers client network, information, and social gains adequate remuneration. Currently % of Brazilians are attended by health plans and more than 25 % of this market belongs to Unimed System. Thus, its members, medical training, become administrators complex enterprises. Hence the reason to learn to be cooperative and administrator, qualifying and knowing the structure and functioning of the business. This article aims to explain, discuss and encourage knowledge of the cooperative medical work within a context of current market, where business strategies result in efficiency, competitiveness and benefits to its members. Key-words: Cooperative. Management. Medico work.

5 SUMÁRIO RESUMO ABSTRACT 1 INTRODUÇÃO METODOLOGIA CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 15

6 6 1 INTRODUÇÃO O cooperativismo surge como uma oposição ao capitalismo do final do século XVIII, criando uma alternativa aos operários, às opressões sociais. Neste contexto evolutivo do novo sistema couberam avanços e mudanças, além de adequação mercadológica. Há de se referir diversidade de cooperativas em todos os ramos da economia incluindo o ramo saúde, pois nesta mesma filosofia em que há necessidade da ampliação dos direitos sociais com ganhos igualitários e gestão democrática para conquista de mercado, surge no final da década de 60 no Brasil o Sistema Unimed. (NEMIZIO; RIQUE; COSTA 2007). O sistema Unimed é uma cooperativa de médicos e é incontestável seu poder no mercado, pois se caracteriza por assegurar melhor e maior mercado ao profissional médico e poder oferecer um serviço de melhor qualidade ao cliente. Este modelo de cooperativa de médicos logo se expande com singulares por outras cidades e federações, formando uma estrutura sólida, mas com vulneráveis devido a mudanças de mercado, competitividade e necessidade de profissionalismo na gestão, assemelhando-se a empresa privada, segundo Machado (2006). O dinamismo da economia traz implicações permanentes na gestão de empresas e organizações havendo necessidade de crescente eficiência e profissionalismo próprios às características da empresa (MACHADO, 2006). Assim, Oliveira (2006) propõe um modelo de gestão para cooperativas baseado em componentes estratégicos, diretivos, comportamentais, de avaliação, de mudanças, tecnológicos e estruturais. O contexto aqui retratado é pela necessidade em resgatar o espírito cooperativista, fundamental dentro de uma cooperativa, pois é imperiosa obtenção da adesão dos cooperados para o desafio na implantação do modelo de gestão eficiente, moderno e a adquirir uma postura estratégica direcionada ao mercado, para trazer um resultado financeiro positivo, mesmo sendo empresa sem fins lucrativos.

7 7 2 METODOLOGIA O estudo deste artigo foi qualitativo e explicativo, após análise de vários autores direcionados ao assunto e de forma a contemplar e esclarecer a questão em discussão, ele foi descritivo. O artigo faz uma busca histórica sobre o tema de cooperativismo, descreve sua necessidade de adequação, buscando estratégias com eficiência em gestão para competir no mercado cooperativista e em particular, de médicos. Neste setor saúde, manter a competitividade e crescimento do negócio é fundamental, pois se sabe da complexidade do mercado. Assim, as opções teóricas sobre estratégias de gestão, sobretudo modernização e eficiência segue como caminho a ser trilhado pelo gestor-cooperado. O cooperativismo surge como um movimento social alternativo para o conflito entre o capital e o trabalho, dentro de um período capitalista do final do século XVIII em que o lucro é objetivo único a ser alcançado. Ocorreu que 28 tecelões de uma fábrica do bairro de Rochdale, em Manchester, na Inglaterra, auto-educados, orgulhosos e confiantes no seu valor, se reuniram para combater o avanço do capitalismo e os intermediários que não obedeciam ao princípio da justiça do trabalho. Este é o movimento que quebra o contexto individualista e que passa a ser de ajuda mútua, com grupos de cooperação que sejam capazes de gerar resultados positivos com ganhos sociais por todos. Assim, surgem as formulações dos princípios que até hoje regem uma sociedade cooperativa. (MARINO; NEMIZIO; RIQUE; COSTA 2007). A partir da criação deste novo conceito de empresa, o cooperativismo é a alternativa real que exige trabalhar a convivência, a aceitar diferenças, a compartilhar, a dialogar e a ter consciência do que seja cooperação, porque ela busca resultados através de serviços e união de esforços entre pessoas, mas sem renunciar a sua individualidade, propriedade privada e às características pessoais. O cooperativismo gera desenvolvimento local, empreendedorismo, empregos, riqueza, inclusão social, lideranças, integração e organização social, conforme reconhecimento da ONU de que cooperativas constroem um mundo melhor. (NEMIZIO; ANDRADE, 2013).

8 8 As sociedades cooperativistas passam por evolução e o modelo atual desta organização social é complexo, mas pautado em legislação que a define como: empresa sem fins lucrativos, adesão voluntária, baseada em um voto para cada associado (independente do seu capital social), indivisibilidade do fundo de reserva e de assistência, distribuição de sobras proporcionais às operações dos associados e não ao capital. O entendimento da empresa cooperativista é que o associado é o elemento fundamental para alcançar os objetivos estabelecidos na sua existência e para isso, precisam manter a competitividade e cooperação de seus associados, que muitas vezes visam benefícios privados em detrimento da eficiência da cooperativa, são os chamados oportunistas ou caronas, abandonando o princípio da fidelidade e reciprocidade, pilares do cooperativismo. Como nem todos os associados apostam no cooperativismo, isso é realidade, porém é fundamental o envolvimento de todos, que só será possível com atividades educacionais completas para a fidelidade dos associados. (NEMIZIO; FNQ, 2012; LEI 5764/71). O cooperativismo do trabalho médico no Brasil surge nos anos 60 em meio a mudanças do governo federal que unifica o sistema previdenciário, acarretando queda do padrão da medicina pública. Neste novo cenário, surgem as empresas de grupo e seguradoras que passam a oferecer serviços privado em saúde, porém, com baixa remuneração ao médico. No final desta década, em São Paulo surge a cooperativa do trabalho médico, união de médicos (UNIMED) para eliminar a intermediação comercial, assegurar melhor e maior mercado ao profissional médico, podendo oferecer ao cliente, um serviço de melhor qualidade. Este modelo de cooperativa de médicos logo se expande com singulares por outras cidades e federações, formando uma estrutura sólida. Desde então, com o desenvolvimento rápido e eficiente do ramo saúde, surgem outras cooperativas nesta área, como a de odontólogos, fisioterapeutas e psicólogos, com os mesmos objetivos. (FNQ, 2012). A partir da reforma política contextualizada com a promulgação da Constituição em 1988, foram ampliados os direitos em saúde com a criação do SUS (Sistema Único de Saúde), que oferece atendimento igualitário a todos e cria em 1999 a agência reguladora ANS, em que há intervenção do poder público sobre o privado passando a regular e normatizar o setor, com a exigência de garantidores financeiros e regras para evitar o abuso econômico do setor de saúde complementar e somando-se aos avanços tecnológicos. Este novo cenário impõe mudanças significativas das operadoras e é imperioso buscar técnicas eficientes de gestão e

9 9 adotar posturas estratégicas no mercado, e isso tudo se passa por profissionalizar a gestão. (FNQ, 2012; MARINO, 2011; ROMÃO, 2012). A globalização da economia e mercados, próprios do atual cenário do capitalismo, exige mudanças sociais e aumentam a pressão por competitividade e sustentabilidade do negócio, segundo Lemos, O entendimento e acompanhamento destas tendências necessitam aprimorar ferramentas e modelos de gestão para a própria sobrevivência da empresa cooperativista em relação ao mercado, segundo Machado (2006). Ter um diferencial de qualidade competitivo diante da prestação de serviços é necessário para manter a eficiência e a permanência no mercado. A cooperativa médica sofre dificuldades para se adaptar a concorrência com o mercado atual, que é aberto e competitivo, porque o processo decisório da empresa está com o associado e nesta vertente passa pela efetiva e permanente participação do cooperado, daí a dificuldade de gerir o negócio. É possível manter o cooperado participativo, estimulado, informado e solidário com sua cooperativa se houver a educação cooperativista (NEMIZIO). O fator conhecimento é a diretriz que torna possível o crescimento e eficácia da cooperativa, qualificar o cooperado significa promover o conhecimento do próprio negócio e adquirir a consciência cooperativista. Participar da gestão e ter conhecimento reduz custos e combate o desperdício, pois os donos do negócio estão na linha de frente do atendimento ao cliente e aí está a vantagem do Sistema Unimed, desde que haja qualificação e envolvimento com gestão, porque não podemos esquecer que é uma empresa comercial e sofre influência do mercado. A sobrevivência e sucesso da empresa estão diretamente relacionados à sua capacidade de atender satisfatoriamente quem consome o produto ou serviço (cliente) e sua atuação responsável na sociedade a qual interage. Então, quanto mais associados qualificados para a administração, maior a qualidade e eficácia empresarial. (FNQ, 2012; NEMIZIO, MACHADO, 2006). As cooperativas de trabalho médico, em especial o sistema Unimed, mostrase um caminho profissional médico excelente para o ingresso no mercado de trabalho, pois proporciona acesso à sua rede de clientes, tecnologia, recursos, informações, ganhos sociais, remuneração relativamente adequada e mantém o caráter liberal da profissão. Apesar das cooperativas de trabalho médico serem vantajosas ao profissional, seu sucesso em alcançar metas e mercado, depende de

10 10 uma gestão administrativa empresarial, coletiva, estratégica, competitiva e sem conflito de interesses. (FNQ, 2012; MARINO, 2011). As entidades da área de saúde passam por dificuldades por terem estrutura organizacional grande e complexa, estarem sujeitas a competitividade do mercado e oferecerem serviços de qualidade e complexidade com avanços tecnológicos disponíveis a atender doentes e exercer uma medicina preventiva e curativa, além da educação profissional. Assim, é imperiosa a gestão estratégica que inclui a contabilidade de custos (Lemos et al, 2011) com controle, planejamento e gerenciamento, reduzindo o desnecessário e alocando-os na atividade de maior interesse para o objetivo. A Unimed Curitiba serve para exemplificar o que seria a responsabilidade com custos e desperdício, quando detectou problemas relacionados a impressoras, evidenciando desperdício, baixa produtividade e custos elevados; buscou no mercado uma solução de gerenciamento que proporcionou otimização financeira e redução em 30% por folha de custo com aumento na produtividade dos colaboradores. (FERREIRA; SOUZA, 2008) Pesquisa realizada pela Fundação Nacional de Qualidade em 2012 mostrou que 93% das empresas brasileiras buscam pela excelência na gestão que tragam melhores resultados, relacionamento com clientes e gestão de pessoas. Ainda nesta pesquisa 88% das organizações investem recursos não financeiros para melhorar sua gestão, como políticas para capacitar e motivar colaboradores, ações socioambientais e programas de ouvidoria e fidelização do cliente. Visando a melhoria na qualidade de gestão, processos internos e aumento da competitividade da cooperativa são necessárias adoções de boas práticas de gestão e governança em conformidade com a legislação. A implantação de fundamentos para o modelo de excelência na gestão (MEG) se traduz em oito critérios mundialmente reconhecidos: LIDERANÇA, ESTRATÉGIAS E PLANOS, CLIENTES, SOCIEDADE, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO, PESSOAS, PROCESSOS E RESULTADOS. (ANDRADE, 2013). Desta forma uma cooperativa deve ser capaz de atender necessidades de clientes, ter responsabilidade na sociedade que interage para que a liderança traduza em estratégias com planos de ação e metas a serem executado por pessoas que atuem adequadamente para que processos sejam executados conforme planejados, controlando custos e investimentos. Os resultados dos diversos processos devem ser medidos em relação à situação econômico-financeira, clientes

11 11 e mercado para que estes processos retornem a cooperativa em forma de informações e conhecimento que devem gerar aprendizado para o planejamento e aperfeiçoamento dos próximos ciclos. (ANDRADE, 2013). A responsabilidade da gestão, ou do(s) gestor(es) é fator decisório no processo de crescimento ou permanência no mercado diante da concorrência, pressão do mercado com inovações tecnológicas e conflitos é a realidade a ser enfrentada por um gestor. Além do conhecimento técnico em planejamento e ferramentas gerenciais, há de se incluir características importantes ao perfil do gestor ou gestão. A habilidade no relacionamento interpessoal, gerir pessoas requer atenção permanente do corpo gerencial. Compreender, motivar, ajustar comportamentos, disciplinar políticas ao ambiente externo da organização e a interconexão são características que precisam estar presentes no perfil de uma liderança para engajar pessoas a aplicar as diretrizes e superar os obstáculos. (ROMÃO, 2012). As teorias sobre estratégia são importantes porque norteiam as organizações em sua diretriz mercadológica, porém em conformidade com a missão. A forma clássica e generalizada do planejamento estratégico anual da organização deve seguir etapas importantes: 1. Análise econômica e política (diretoria executiva e conselho de administração), 2. Simulação de cenários (planilhas de receitas e despesas e concorrentes), 3. Definição de metas macro (onde quer chegar), 4. Discussão de projetos (diretorias), 5. Discussão de plano de negócio (eleição de projetos a apresentar), 6. Aprovação plano de negócio, 7. Formalização de metas (gerentes) e 8. Acompanhamento das metas (toda organização se envolve acompanhando os indicadores e melhorando se necessário). (MARINO, 2011). A crítica ao modo de atuação de mercado da Unimed João Pessoa, por exemplo, se faz justamente por tudo que foi discutido aqui, ou seja, falta de gestão moderna, baseada em controle e metas mercadológicas, onde a falta de ferramentas de gestão que se apliquem ao planejamento estratégico da empresa, a coloca como uma cooperativa vulnerável, mesmo sendo líder isolada no mercado de saúde complementar nesta cidade. O corpo gerencial ainda vinculado e centralizado a decisões com práticas paternalistas, com conflitos de interesses e onde a meta é não desagradar a grupos. Todas as reflexões aqui contextualizadas sobre excelência na gestão e competitividade de mercado servem para exemplificar o quanto se perde de mercado quando não se investe no cooperativismo e profissionalização da gestão.

12 12 A Unimed João Pessoa, líder de mercado isolada na região não consegue expandir seu produto e nem captar novos clientes há anos, além de ser posta em vulnerabilidade, pois não consegue satisfazer seu corpo cooperado e nem clientes, porque não há alinhamento dos interesses entre a diretoria executiva e conselho administrativo. Há necessidade de se aplicar um mapa estratégico definindo objetivos da empresa, metas a serem seguidas e quais medidas devem ser tomadas para tal finalidade. Aplicar a comunicação aos funcionários, colaboradores e cooperados é fundamental para que a estratégia definida seja bem sucedida, em que todos devem ter adquirido a compreensão das metas. Processos internos e metas alinhadas, os executivos deverão sincronizar e operacionalizar tais estratégias; conhecendo a disponibilidade de recursos, qualidade, tempo de resposta e quantificar resultados para promover a sustentabilidade, ao mesmo tempo em que devem monitorar e fazer ajuste ou mudanças necessários ao alcance das metas. Excelência na gestão de cooperativas médicas já está bem definida sua necessidade e seus benefícios neste setor crescente da saúde complementar no Brasil e a relevância da participação do Sistema Unimed. Conforme citado em estudos de gestão de cooperativas o modelo serve como sugestão para ser implantado na Unimed João Pessoa e ter uma possível avaliação prática, já que se observa uma necessidade de mudança estrutural. Os componentes administrativos propostos são sete e devem ter forte interação entre eles, como mostra a figura a seguir proposto por Oliveira em Esta figura realmente nos esclarece de maneira prática e visual a interação estrutural de um modelo prático de gestão.

13 13

14 14 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS O que se pode concluir após esta ampla discussão dos autores referidos e de um assunto tão complexo é que a sustentabilidade de uma cooperativa está em trabalhar a verticalidade (agente externo) com a horizontalidade (interno) baseada em suas raízes, seus fundamentos e quanto maior e mais complexa ela for; não deve se distanciar da sua base filosófica e doutrinária, pelo contrário deve aprofundar em princípios e valores do cooperativismo, assim como as árvores e suas raízes. Praticar e difundir aos seus cooperados, os sete princípios cooperativos, transparência de gestão, informação e eliminar conflitos de interesse na gestão e na tomada de decisão, a cooperativa estará mais fortalecida e menos suscetíveis a crises. Manter e alimentar o cooperado com a educação continuada, direcionar a informação, conhecimento e formação em técnicas de gestão, trará melhores resultados no poder e agilidade das tomadas de decisões, já que o cooperado tem o poder decisório (autogestão) e de ser um multiplicador destes conhecimentos. O processo administrativo define e mantêm objetivos, avalia adequadamente o mercado e geri os negócios, onde o desafio é encontrar equilíbrio entre o cooperado e o mercado, conforme Machado (2006). O ensinamento que me parece menos pretensioso, tomando como exemplo a Unimed João Pessoa, e após esta reflexão sobre as atuais ferramentas aplicadas na gestão, pois definir resultados, exaurir os estudos ou tirar conclusões ousadas de uma temática atual tão complexa e importante, como a gestão de cooperativas médicas será o de investir na profissionalização, no cooperado, ensinar, promover e praticar a essência do cooperativismo como suas bases ideológicas dos primórdios de Rochdale. Sendo assim, sugiro estudos complementares práticos de gestão, a fim de expandir conhecimento e avaliar a eficácia do que se dispõe atualmente.

15 15 REFERÊNCIAS ANDRADE, R. Artigo: SistemaOCB/RO. Disponível em: em: 30/09/2013. BRASIL. Lei Federal 5764 de 16 de dezembro de COSTA, L. de S. O cooperativismo: uma breve reflexão teórica. VI Seminário do Centro de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel. Unioeste. Cascavel RS Disponível em: VIseminario/trabalhos.html. Acesso em: 26 de outubro de DRUMOND, V. R. S. Pós-Graduação Gestão De Cooperativas De Saúde Unimed Cooperativismo: Perspectivas E Tendências. em: 26/10/2013. FERREIRA, M. A. M. Gestão Estratégica em Cooperativas. UFV BRASIL FUNDAÇÃO NACIONAL DE QUALIDADE (FNQ).www.intermanagers.com.br/.../gestao.../93-das-empresas-se-preocupam-co... Janeiro de LEMOS, V.M.F.; ROCHA, M. H. P. A Gestão das Organizações Hospitalares e suas Complexidades. In: VII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO. 12 a 13 de agosto de ISSN MACHADO, S. M. C. F. Gestão de Cooperativa: um estudo de caso. Dissertação de Mestrado em Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social Faculdade de Ciências Contábeis. Fundação Visconde de Cairu Disponível em:http://www.polisystem.com.br/oceb/gestao.pdf Acesso em:16/09/2013. MARINO, F. T. et al. Artigo: Planejamento Estratégico em uma Cooperativa de Trabalho. DataGramaZero Revista de Ciência da Informação v.13 n.1 fev NEMIZIO, A. S. Artigo: As Sociedades Cooperativas Num Mundo De Mudanças. Centro de Pós-Graduação, NECOOP-Núcleo de Estudos do Cooperativismo e Associativismo. OLIVEIRA, D. de P. R. Manual de Gestão das Cooperativas: Uma Abordagem Prática. 3ª. Ed. São Paulo: Atlas, RIQUE, M. Os Pioneiros de Rochdale e os Princípios do Cooperativismohttp://www.cooperativismopopular.ufrj.br/breve_hist_leia.php ROMÃO, G. A. et al. Artigo: Perfil de Gestão: Um estudo de caso em uma cooperativa Agroindustrial. In: VIII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO. 8 e 9 de junho de ISSN

16 16 ROSSÉS,G.F. et al. Artigo: Sistema de Gestão em Cooperativas. Disponível em: SOUZA, A. A. et al. Artigo: Área Temática: Finanças: Indicadores de Desempenho Econômico-Financeiro para Hospitais.

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