Salão AUTO Porto 2016 já tem data marcada

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1 CONTRATO Nº Nº 289 EVENTO VAI REALIZAR-SE DE 16 A 19 DE JUNHO. ANÚNCIO FEITO EM PEQUENO-ALMOÇO/DEBATE NO HOTEL THE ARTIST PORTO HOTEL & BISTRO Salão AUTO Porto 2016 já tem data marcada Houve marcas a venderem mais de 40 carros no evento Com algumas arestas a limar, o próximo ano pode ser ainda mais bem sucedido Págs. IV e V Peugeot é marca que mais cresce no top 3 Mercado nacional cresce 31% no primeiro semestre Pág. VIII De ligeiros de passageiros Sociedade Comercial C. Santos é o melhor concessionário de Mercedes em Portugal Págs. VIII Hugo Ribeiro da Silva (Centros Porsche Porto e Braga) destaca rentabilidade Porsche já não existiria sem alargamento ento de gama Pág. IV e V Novo modelo do segmento D Renault substitui Laguna por Talisman Pág. XI

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3 III Editorial ANTÓNIO TEIXEIRA LOPES Presidente da direção da ARAN Um evento a manter por muitos e bons anos próxima edição do Salão Auto do Porto vai realizar-se de 16 a 19 de junho de Depois A do sucesso da edição de 2015 com um número de vendas realizadas superior às expectativas, aguardamos que para o próximo ano, com uma afluência que se pretende duplicar, supere largamente as vendas deste ano. A primeira edição do evento, que a ARAN realizou em parceria com a Exponor foi bem-sucedida. Foram 15 mil os visitantes e, muito importante, foram vendidas ou encomendadas mais de uma centena de automóveis novos e seminovos. Além disso, houve satisfação geral dos expositores (concessionários e marcas). Os expositores tiveram um papel preponderante. Com efeito, não posso deixar de aproveitar este espaço para render-lhes justa homenagem. Foram esses empresários que nos permitiram relançar o salão automóvel do Porto. Uma palavra especial para os que nos apoiaram desde a primeira hora. Existiu por parte dos expositores um grande cuidado com a preparação e exposição das viaturas e do próprio stand, dignificando este novo Salão AUTO Porto. Os expositores estão de parabéns. Para 2016, a ARAN vai levar a cabo algumas alterações, mas sempre de acordo com as expectativas e sugestões dos expositores e patrocinadores. Posso desde já adiantar que é nossa intenção utilizar todos os pavilhões da Exponor. A ARAN pretende com este Salão a valorização de todos os operadores de automóveis novos do país. Encontrando-se o mercado automóvel a mostrar sinais de retoma, estou em crer que o Salão constitui um contributo para o seu relançamento. Quero recordar que a ARAN não cede a chantagens e irá sempre em frente dentro da legalidade e para o bem exclusivo do setor automóvel em Portugal. ATRA apoia iniciativa de comunicar o preço/hora à autoridade da concorrência A associação galega ATRA (Asociación Autónoma de Empresarios de Talleres de Reparaciones de Vehículos de Pontevedra) decidiu, em assembleia-geral realizada no dia 18 de abril, apoiar a iniciativa que as oficinas da ASPA (Asociación de Talleres de Asturias), que pertence à confederação espanhola CETRAA (Confederación Nacional de Talleres), de definirem os preços de mão de obra com o objetivo de colocar um ponto final às prática de imposição de preço por parte de algumas companhias de seguros. Em concreto, decidiu-se comunicar individualmente e de forma personalizada à Comissão Nacional de Mercados e Concorrência (CNMC) o preço por hora de cada oficina por carta, refere a nota de imprensa da ATRA. Posteriormente, uma vez comunicado o seu preço, a oficina deve enviar à Associação as peritagens de companhias de seguros que não o respeitem e imponham um preço menor sem acordo prévio. Dependendo do volume de documentos recebidos, será apresentada denúncia contras as seguradoras na CNMC, acrescenta o comunicado. Na mesma nota, a ATRA explica que a iniciativa se segue a inúmeras queixas recebidas das oficinas. A ATRA é a congénere galega da ARAN, que contou, de resto, com uma delegação no evento LEI ENTRA EM VIGOR A 1 DE JANEIRO DE 2016 Famílias numerosas vão pagar menos por automóveis com mais de cinco lugares Pelas contas da VE, um Seat Alhambra custará menos 2000 G AQUILES PINTO O grupo JAP inaugurou, na semana passada, novas instalações Audi em Penafiel, a JAPsport. O novo espaço conta com áreas de venda de veículos novos e usados, após-venda, peças e assistência da marca premium alemã. Com a Audi, o Grupo consegue agora oferecer o vanguardismo e modernidade tão caraterísticos desta marca alemã a todos os seus clientes, refere o comunicado do grupo liderado por Carlos Pinto. O Grupo JAP, com mais de 110 anos de história, conta com mais de 900 colaboradores e representa agora setes marcas automóveis, tendo ainda criado sete marcas próprias ligadas à atividade automóvel. Com uma cobertura geográfica nacional (Grande Porto; Grande Lisboa; Norte e Nordeste) e internacional (Grande Luanda), o grupo perfila-se como um dos principais players do setor. A cultura do grupo assenta em valores como o inconformismo, resiliência, profissionalismo, ética, flexibilidade e a transparência sempre com a missão de servir cada vez melhor o cliente, com permanentes ganhos de eficácia na gestão, a melhoria da rentabilidade que sustente o crescimento do grupo e a promoção do bem-estar dos colaboradores, refere o comunicado do grupo sediado no distrito do Porto. Com esta estratégia de crescimento sustentável o grupo atingirá em 2015 um volume de negócios consolidado de 230 milhões de euros e 13 mil viaturas vendidas. As modernas instalações Os automóveis com mais de cinco lugares vão ser mais baratos para as famílias numerosas a partir de 1 de janeiro de Já publicada em Diário da República, a Lei nº 68/2015, de 8 de julho, que altera o Código do Imposto sobre Veículos, introduz uma isenção de 50% em sede de imposto sobre veículos (ISV) para as famílias numerosas. A medida é dirigida a um universo de 154 mil famílias numerosas, das quais 81% têm três filhos. A referida isenção será aplicável na aquisição de automóveis ligeiros de passageiros com lotação superior a cinco lugares por sujeitos passivos que comprovadamente tenham mais de três dependentes a seu cargo, ou, tendo três dependentes a seu cargo, pelo menos dois com idade inferior a oito anos. Limitada a um veículo por agregado familiar, a lei só se aplica a automóveis ligeiros de passageiros com emissões específicas de CO2 iguais ou inferiores a 150 g/km, não podendo a isenção ultrapassar o montante de 7800 euros. Refere ainda o diploma que o reconhecimento da isenção prevista depende de pedido dirigido à Autoridade Tributária e Aduaneira. Desconto equivale a 5% do PVP no Seat Alhambra No caso do Seat Alhambra, monovolume de sete lugares ( irmão do Volkswagen Sharan) que é produzido em Portugal (na Volkswagen Autoeuropa, em Palmela), o desconto rondará, pelas contas da Vida Económica feitas com base no ISV e IVA em vigor em 2015, 5% do PVP. O modelo liquida, este ano, 3487,62 euros de ISV (mais IVA paga um total de 4289,78 euros). Em 2016, liquidará metade daquele imposto, ou seja 1743,81 euros (mais IVA pagará um total de 2144,88 euros). Na prática, o PVP passará dos atuais euros para euros JAPsport inaugurou nova concessão Audi em Penafiel Audi em Penafiel simbolizam o sinal que o grupo pretende dar aos seus clientes, sempre na busca da satisfação das necessidades dos mesmos, refere a empresa. Este crescimento permite um ganho de 50 postos de trabalho. A JAPsport pretende ser o principal player na sua área de influência, todo o Norte, respondendo a um mercado potencial de 2 milhões de pessoas. A JAPsport é o reflexo da estratégia de crescimento, modernidade e conforto que o grupo JAP incute em todos os seus negócios, remata a nota de imprensa A inauguração aconteceu no fim da semana passado Ficha técnica: Suplemento ARAN - Associação Nacional do Ramo Automóvel Diretor: António Teixeira Lopes Redação: Aquiles Pinto, Ricardo Ferraz, Fátima Neto, Sónia Guerra, Nelly Valkanova, Bárbara Coutinho, Tânia Mota Arranjo Gráfico e Paginação: Célia César, Flávia Leitão e Mário Almeida Propriedade, Edição, Produção e Administração: ARAN - Associação Nacional do Ramo Automóvel, em colaboração com o Jornal Vida Económica Contactos: Rua Faria Guimarães, Porto Tel Fax: www. aran.pt Periodicidade mensal Distribuição gratuita aos associados da ARAN

4 IV V Investimento em contraciclo contribuiu para crescimento das marcas premium O crescimento que as marcas premium têm tido em Portugal, a ponto de serem das mais vendidas no mercado luso, têm explicações de imagem do cliente, mas tem, sobretudo, justificações de mercado. As vendas às empresas de renting, o crescimento da gama de modelos e motorizações e, até, o investimento dessas marcas no retalho e na comunicação são, de igual modo, fatores destacados pelos especialistas presentes no pequeno-almoço/ debate da Vida Económica e da ARAN sobre o retalho automóvel realizado no hotel The Artist Porto Hotel & Bistro. AQUILES PINTO O mercado automóvel português mudou drasticamente na última década, com algumas marcas premium a ganharem protagonismo. Olhando para o top cinco das vendas nacionais, se recuarmos a finais de 2008, há duas marcas que estavam e já não estão, tendo sido substituídas. Saíram a Ford e a Opel e entraram a BMW e a Mercedes. A BMW e a Mercedes têm o dobro da quota de mercado em Portugal da que têm na Europa, constata o diretor de marketing e vendas da Mazda Motor de Portugal, Pedro Botelho, pequeno-almoço/debate da Vida Económica e da ARAN sobre o retalho automóvel realizado no hotel The Artist Porto Hotel & Bistro. O diretor comercial da Mitsubishi Bergé Portugal, Manuel Vilhena Júlio, concorda e recorda o papel das frotas nessa realidade. Os valores residuais de marcas como a Mercedes ou a BMW alteram esse jogo, recorda. O segmento dos NGCC ( new generation compact cars ), onde se inclui o Classe A, o Classe B, o CLA, o CLA Shooting Break e o GLA, representa 60% das vendas Mercedes. É importante ter isso em conta. Ao mesmo tempo, houve desinvestimento de outras marcas, que perderam imagem e rede. Pelo contrário, as marcas que cresceram investiram e reforçaram rede, pelo menos na nossa marca [Mercedes], refere Pinho da Costa, gerente da Sociedade Comercial C. Santos. A mesma fonte recorda que, além disso, a empresa do Grande Porto investiu, em plena crise, no alargamento do leque de atividades. Uma rent-a-car, um serviço de reboques, etc. Neste momento, temos mais de 500 carros no rent-a-car e 10 viaturas no serviço de reboques que cobrem o país todo. Em vez de desinvestir e de despedir, neste momento temos mais de 280 pessoas a trabalhar connosco. Investimos, tivemos retorno, defende. Além disso, as marcas premium fazem, hoje, um forte investimento em comunicação, aponta Pedro Botelho. Excesso de concessionários na Europa Estudo do ICDP refere que há 42 mil concessões na Europa Ocidental e que têm uma média de vendas baixa: 230 carros. A análise conclui que só 20 mil podem ter bons resultados, pelo que têm de desaparecer os outros 23 mil, refere Rodrigo Silva, membro da direção da ARAN. António Teixeira Lopes acredita que, nessa hipotética seleção, poderão não ser os maiores a sobreviverem. Tive acesso a um estudo da consultora Gipa, em que 11,8% das concessões em Portugal estão em falência técnica e 48% estão a perder dinheiro. Portanto, um total de 60% estão com problemas. Pelo contrário, os pequenos concessionários mais evoluídos estão com menos problemas, refere. Quando se cresce muito, é preciso ter muita atenção, avisa o presidente da ARAN. Embora o mercado português de automóveis ligeiros de passageiros tenha aumentado 32,8% no primeiro semestre de 2015, Teixeira Lopes considera que ainda tem de crescer mais para que as empresas do retalho sejam rentáveis. O mercado automóvel nacional tem, no mínimo, de crescer Os especialistas também veem aspetos racionais no crescimento das marcas premium mais 20% para que os concessionários tenham volumes aceitáveis. Tem, no mínimo, de regressar aos níveis de É o mínimo, não tenhamos ilusões de voltar a níveis de 2000 e 2001, mas 2008 seria importante, defende. O presidente da ARAN só espera é que essa subida seja real, com vendas a cliente final, e não com vendas artificiais. As marcas cresceram muito no primeiro semestre de 2015, mas importa ver quais dessas vendas são feitas pela rede de retalho, considera Rodrigo Silva. A dispersão do negócio tradicional do retalho por outros canais, entre os quais as rent-a-car, é irreversível. Há marcas que apostam mais e outras apostam menos no rent-a-car, mas é uma tendência que se deverá manter. O turismo tem tendência de crescimento em Portugal, indica Manuel Vilhena Júlio, da Mitsubishi EVENTO VAI REALIZAR-SE DE 16 A 19 DE JUNHO. ANÚNCIO FEITO EM PEQUENO-ALMOÇO/DEBATE NO HOTEL THE ARTIST PORTO HOTEL & BISTRO Salão AUTO Porto 2016 já tem data marcada O pequeno-almoço/debate da Vida Económica e da ARAN sobre o retalho automóvel realizou-se no hotel The Artist Porto Hotel & Bistro. Também em termos de vendas efetuadas no Salão ou em resultado da presença há números positivos. Houve marcas que, entre seminovos e novos, venderam 40 carros no Salão Expositores e organização do Salão AUTO Porto fazem um balanço positivo da primeira edição, pelo que a edição de 2016 já tem data marcada: 16 a 19 de junho. No rescaldo de 2015, destaque para as vendas efetuadas pelas marcas, de novos e seminovos, presentes no evento. O anúncio da data da segunda edição do Salão AUTO Porto foi feito num pequeno-almoço/ debate da Vida Económica e da ARAN sobre o retalho automóvel realizado no hotel The Artist Porto Hotel & Bistro. AQUILES PINTO O Salão AUTO Porto 2016 vai realizar- -se de 16 a 19 de junho. O anúncio foi feito pelo presidente da ARAN, António Teixeira Lopes, num pequeno- -almoço/debate da Vida Económica e da ARAN sobre o retalho automóvel realizado no hotel The Artist Porto Hotel & Bistro. A edição de 2015, que teve lugar na Exponor de 4 a 7 de junho último, teve um balanço positivo, de acordo com a ARAN e a Feira Internacional do Porto, o que justifica que, depois de regressados, os automóveis se mantenham na região Norte. Os perto de 15 mil visitantes que passaram pela Exponor puderam apreciar cerca de 500 viaturas novas e seminovas (de marcas responsáveis por 80% das vendas em Portugal). O certame teve ainda um conjunto de atividades que decorreram em paralelo, como por exemplo o espaço da Prevenção Rodoviária Portuguesa, os simuladores de corrida e os exemplares expostos pelo Clube Porsche e pelo Museu do Automóvel. Também em termos de vendas efetuadas no Salão ou em resultado da presença no evento, há números positivos. Houve marcas que, entre seminovos e novos, venderam 40 carros no Salão, informou António Teixeira Lopes. Tivemos as sete concessões da zona Norte representadas e o nosso balanço de vendas efetivas no Salão foi de 21 unidades. Tivemos uma Os concessionários e importadores presentes salientam que seria importante que em 2016 ainda mais marcas estejam representadas na Exponor campanha de oferta do sistema de navegação aos negócios relacionados com a feira fechados até 30 de junho e todas as concessões presentes venderam carros, indicou o diretor de marketing e vendas da Mazda Motor de Portugal, Pedro Botelho. A nossa experiência foi muito positiva e a nossa experiência em salões internacionais nunca atingiu esses números. E esses números são apenas de viaturas novas, pois não tivemos carros usados. Diria, portanto, que a presença superou as nossas expectativas, acrescentou aquele responsável pela marca japonesa em Portugal. O diretor comercial da Mitsubishi Bergé Portugal, Manuel Vilhena Júlio, também faz um balanço positivo. Vendemos quatro unidades novas, pois não havia stock de seminovos. Estivemos representados por três concessionários da região e houve vários contactos feitos para serem trabalhados depois. O balanço é positivo, afirmou. A Sociedade Comercial C. Santos faz balanço semelhante. Em termos de vendas, a nossa presença rondou as 20 unidades. Mas, mais do que quantidade, é importante falar em qualidade. Precisamos de fazer algo diferente para criar novas apetências. O Salão AUTO Porto vem exatamente nesse sentido. Nós trabalhamos quase sempre sobre as mesmas bases de dados e precisamos de abranger outras áreas para que as bases de dados se renovem. Além disso, quando estão as marcas todas em conjunto e não estamos fechados sobre nós próprios como se fazia antigamente, há uma maior apetência do cliente para comprar. Esta é a minha convicção, salienta Pinho da Costa, gerente do concessionário Mercedes e Smart. Alfredo Barros Leite, presidente do conselho de administração do grupo Auto Soluções, destaca a capacidade de iniciativa dos expositores. É humano queixarmo-nos das circunstâncias e às Rui Gonçalves (Gocial) Para primeira vez, foi excelente esta primeira edição do Salão AUTO Porto. O balanço é positivo. Claro que há arestas a limar, como seria de esperar, mas ficámos satisfeitos vezes esquecemo-nos de fazer o que nos compete. Este caso é um belíssimo exemplo de termos feito o que nos competia. Houve uma associação que liderou um processo que nasceu e se desenvolveu de modo difícil, mas que resultou de muita persistência. Quero dar os parabéns a todos os envolvidos no processo, referiu o empresário. No caso da nossa organização, tivemos a oportunidade de participar com um colega concessionário [a VAP, do grupo Gocial] e foi um sucesso para ambos, não só em termos comerciais mas também de convivência exemplar, acrescentou Barros Leite. Arestas a limar para 2016 Para primeira vez, foi excelente esta primeira edição do Salão AUTO Porto. O balanço é positivo. Claro que há arestas a limar, como seria de esperar, mas ficámos satisfeitos, disse, por seu turno, Rui Gonçalves, administrador do grupo Gocial. Os expositores não deixam, com efeito, de apontar alguns aspetos a melhorar, tais como a comunicação publicitária feita ao evento, que consideraram insuficiente na edição de 2015 do evento, ou o número de visitantes, que, embora considerem bastante satisfatório, defendem estar muito abaixo do potencial de um certame desta natureza na região. Os concessionários e importadores presentes salientam ainda que seria importante que em 2016 ainda mais marcas estejam representadas na Exponor. Quanto mais marcas estiverem, maior capacidade de sucesso tem o evento. Não só marcas generalistas e premium, mas também as marcas de referência, como Ferrari, Aston Martin ou Porsche, defendeu Pinho da Costa, da Sociedade Comercial C. Santos Rodrigo Silva (ARAN) Estudo do ICDP refere que há 42 mil concessões na Europa Ocidental e que têm uma média de vendas baixa: 230 carros. A análise conclui que só 20 mil podem ter bons resultados, pelo que têm de desaparecer os outros 23 mil INTERVENIENTES Pinho da Costa (Sociedade Comercial C. Santos) Quando estão as marcas todas em conjunto e não estamos fechados sobre nós próprios como se fazia antigamente, há uma maior apetência do cliente para comprar. Esta é a minha convicção Alfredo Barros Leite (Auto Soluções) Este caso é um belíssimo exemplo de termos feito o que nos competia. Houve uma associação que liderou um processo que nasceu e se desenvolveu de modo difícil, mas que resultou de muita persistência António Teixeira Lopes (ARAN) Tive acesso a um estudo da consultora Gipa, em que 11,8% das concessões em Portugal estão em falência técnica e 48% estão a perder dinheiro. Portanto, um total de 60% estão com problemas Manuel Vilhena Júlio (Mitsubishi) Vendemos quatro unidades novas, pois não havia stock de seminovos. Estivemos representados por três concessionários da região e houve vários contactos feitos para serem trabalhados depois. O balanço é positivo Pedro Botelho (Mazda) A nossa experiência foi muito positiva e a nossa experiência em salões internacionais nunca atingiu esses números ( ) Diria, portanto, que a presença superou as nossas expectativas

5 VI VII HUGO RIBEIRO DA SILVA (CENTROS PORSCHE PORTO E BRAGA) SALIENTA IMPORTÂNCIA PARA A RENTABILIDADE Porsche já não existiria sem alargamento de gama O alargamento da gama tem permitido à Porsche atingir patamares de rentabilidade à escala global que não seriam possíveis numa estratégia de poucos modelos, de acordo com Hugo Ribeiro da Silva, administrador do Centro Porsche Porto e do Centro Porsche Braga. Muitas vezes, em palestras e eventos semelhantes, as pessoas abordam-me e dizem que a Porsche nunca deveria ter feito modelos como o Cayenne, o Panamera ou Macan. Dizem que a Porsche é o 911. Respondo sempre que, se não fossem o Panamera, o Cayenne ou Macan, provavelmente a marca já não existiria. A política de alargamento de gama permite que a marca, e sua rede de concessionários, seja sustentável e tenha meios financeiros para desenvolver mais produtos, afirma, em entrevista à Vida Económica. AQUILES PINTO Vida Económica A Porsche cresceu, em Portugal, 44,7% em 2014 (para 395 unidades) e 35% na primeira metade de 2015 (para 265 viaturas). Os centros Porsche do Porto e de Braga acompanham esse crescimento? Hugo Ribeiro da Silva Estão a acompanhar essa tendência, até porque a participação de Porto e Braga nesse volume é de quase 50%, mais concretamente 46,8%. Portanto, daí que influenciamos muito esses números. VE Até ao fim do ano, quais os objetivos do Centro Porsche Braga e do Centro Porsche Porto em termos de vendas de novos e usados? HRS Temos o compromisso de chegar perto das 230 unidades nas duas concessões. Admitimos que, se o mercado tiver o comportamento que está a ter até agora, esse compromisso seja ultrapassado. Acreditamos nisso, mas nós vivemos com a influência de fatores externos, temos a questão grega e não sabemos se vai ter consequências positivas, negativas ou nenhumas na economia nacional, vamos ter eleições, etc. Porém, se tudo se mantiver dentro da estabilidade que temos vivido nos últimos dois anos, diria que vamos conseguir vender mais de 230 unidades de novos este ano, o que são boas notícias. VE Em termos de usados, também têm algum objetivo definido ou é um mercado mais difícil de fazer previsões? HRS É difícil fazer previsões e é um mercado onde nós não apostamos, por uma questão estratégica. Portugal é um país onde o comércio de carros usados é sempre difícil de trabalhar. VE Porquê? HRS Temos muitas unidades importadas. A nossa lei em termos de importação de veículos usados não é justa e tem escalões que fazem com que nós, que temos Porsche vendidos no mercado oficial português, quando damos conta, estamos numa guerra desleal. Dou-lhe um exemplo: se nós, empresa, quisermos importar um Porsche de um concessionário alemão, essa carro custa 100 mil euros na Alemanha e aqui vai custar esses 100 mil euros mais o imposto sobre veículos e IVA. Se você for, particularmente, ao mesmo concessionário paga os 100 mil euros e o imposto sobre veículos, mas não paga IVA. Posto isto, acontece o óbvio: entidades supostamente particulares, mas que não o são, encomendam os automóveis a título particular para concorrer no mercado de usados em Portugal. Isto cria uma variação, em carros de valor elevado, muito grande dos preços Trabalhar para vendas e não para os resultados faz-me confusão Vida Económica Está ligado ao setor vender notoriedade da marca. Hoje não vemos automóvel há 25 anos. Mudou muito o setor isso porquê? Porque as marcas usam os recursos desde então? que têm para incentivar campanhas de vendas. Hugo Ribeiro da Silva Não mudou muito. Eu Trabalha-se em números. Vemos importadores comecei em 1990, com 22 anos, como vendedor que, dois dias antes do fim do mês, têm menos 200 das marcas Nissan e Subaru. Já vivíamos a carros do que o principal concorrente e matriculam concorrência pelo preço e a carga fiscal sobre os 200 carros para o papel. Esse já é um negócio que automóveis. As marcas hoje vivem muito mais não compreendo, pois vai sacrificar margens. Cada dos números de vendas do que dos resultados, um sabe de si, mas faz-me confusão. Portanto, que é algo que me faz confusão. As empresas antigamente, vendiam-se carros por relações de têm uma missão no mercado: contribuir, vender e confiança, hoje continua. A componente nova rentabilizar o negócio. Mas hoje os importadores são os financiamentos das viaturas. Antigamente, vivem guerras loucas de números. Antigamente, só se falava em valor do automóvel, hoje fala-se, investia-se na competição automóvel, faziam-se também, em valores de rendas. Mas este mercado troféus monomarca, sempre na perspetiva de não mudou assim muito O executivo afirma sobre os objetivos de vendas para 2015: Temos o compromisso de chegar perto das 230 unidades nas duas concessões. de comercialização. Portanto, essa é uma guerra em que não queremos entrar, na qual há deslealdade e, para não colocarmos a empresa em risco, entendemos que é melhor não estar nesse mercado. VE Mas comercializam algumas unidades. HRS Sim, mas com um critério muito claro: só assumimos viaturas oficiais, ou seja, vendidas pelo mercado oficial português. Pela mesma razão. Há muitos carros importados para Portugal sobre os quais não há certeza da situação documental. Imagine o que seria uma empresa como a nossa receber, de boa fé, um veículo, colocá-lo no showroom, vendê-lo a um cidadão e amanhã virmos a descobrir que fiscalmente não está em ordem, ou tem documentos falsificados, ou os quilómetros no mostrador não são reais VE Em termos de imagem podia ser muito mau HRS Poderia fechar-nos a porta. Portanto, nós restringimos o nosso negócio de usados a viaturas oficiais Porsche, onde temos oportunidade de saber o histórico da viatura e com isso minimizar os riscos. As viaturas que comercializamos nestas condições rondam as 60 unidades por ano. VE A Porsche continua a ser uma marca de exclusividade, mas tem feito um trabalho com resultados em termos de alargamento da gama, em termos de carroçarias e motorizações. Podemos afirmar que a marca está a acrescentar alguma racionalidade à exclusividade que está no seu ADN? HRS Estou há 25 no mercado automóvel e conheço várias realidades. Há marcas exclusivas, mas que são de nicho, com poucos modelos de valor elevado. É muito difícil uma marca dessas ser sustentável. Muitas vezes, em palestras e eventos semelhantes, as pessoas abordam-me e dizem que a Porsche nunca deveria ter feito modelos como o Cayenne, o Panamera ou Macan. Dizem que a Porsche é o 911. Respondo sempre que, se não fossem o Panamera, o Cayenne ou Macan, provavelmente a marca já não existiria. A política de alargamento de gama permite que a marca, e sua rede de concessionários, seja sustentável e tenha meios financeiros para desenvolver mais produtos de elevada performance e o seu ADN. No caso da Porsche, há um fenómeno muito positivo de ter exclusividade com algum volume, o que não acontece com outras marcas que já foram mais exclusivas que hoje e que têm de fazer feiras supostamente VIP e matriculam carros que não estão vendidos. Portanto, nem estamos a seguir uma linha generalista, nem uma marca de nicho, de grande exclusividade, mas que depois têm dificuldades em ser rentáveis, pois falta-lhes volume. Felizmente, como está a ser rentável, a Porsche consegue trabalhar uma área muito importante, a do desenvolvimento. Veja o que se fez em Le Mans e os automóveis altamente tecnológicos que lá foram. O Porsche 919, que venceu, é um automóvel com motor 2 litros V4 com 500 cv mais 400 cv da componente elétrica. Isto é tecnologia que, amanhã, vamos ter nos carros do dia a dia. VE Com este alargamento de gama da Porsche as frotas poderão ganhar importância nas vendas da marca? HRS A maior parte das empresas rege-se por rendas, por custo mensal, e conseguimos ter valores atrativos. Agora, dizer-lhe que temos uma política para frotas, não, até porque continuamos a ter um produto do qual não temos as unidades que desejaríamos ter. Neste momento, o tempo de espera de um Macan é de quatro meses e se me disser que pretende quatro unidades, não tenho. Portanto, nem que o nosso objetivo fosse apostar nas frotas, não seria pos- Com metade do ano concluído, as vendas Porsche contam com um aumento de 35% em relação ao período homólogo de 2014, tendo a rede de Centros Porsche lusa já entregue 265 unidades, fazendo com que este seja o melhor arranque de sempre na história da marca em Portugal. O novo Macan tem sido uma autêntica alavanca nesse sucesso, com mais de 200 unidades entregues em pouco mais de um ano após o seu lançamento no nosso país, o que vem confirmar as melhores expectativas para a quinta gama da Porsche. Conseguimos começar bem 2015 graças a um ótimo trabalho da nossa rede e à tão atrativa oferta de modelos de que neste momento dispomos, comentou Tomás Villen, diretor-geral da Porsche Ibérica. O recente lançamento de novos desportivos, como o 911 GT3 RS e o Cayman GT4, confirmou essa apetência pela Porsche em todo o mundo, gerando uma procura incrível pela essência do ADN da marca, refere aquele responsável Distinção do IPAM recebida com orgulho e emoção Vida Económica O Hugo Ribeiro da Silva foi distinguido, no dia 28 de maio, na gala dos 30 anos do IPAM, entre os nove mil ex-alunos do estabelecimento de ensino superior ligado ao marketing e à gestão. Como recebeu o prémio? Hugo Ribeiro da Silva Recebi com muito orgulho e emoção. O IPAM é uma casa que me diz muito, onde estudei e ainda hoje, indiretamente, estou a estudar, pois estou a fazer um doutoramento na Universidade Juan Carlos através do IPAM, e sou docente no IPAM. Acabou por ser a minha segunda casa. Não estava à espera, mas quando me transmitiram a informação foi um orgulho, pois estamos a falar da melhor escola de marketing do país e uma das melhores da Europa. O facto de me distinguirem entre tantos alunos foi uma honra. Desde o meu primeiro ano de licenciatura que estou ligado à escola. Fiz a licenciatura, o mestrado, estou a fazer o doutoramento através do IPAM, recebo estagiários na nossa empresa, ou seja, tenho uma relação muito forte. Como pode imaginar, receber esta distinção do IPAM foi um momento alto que jamais esquecerei e que me fez pensar que aconteceu porque um dia tomei a decisão de lá estudar. Isto comprova que as decisões que tomamos têm muitas vezes implicações futuras na nossa vida. Obrigado por falar nisso, pois é um tema que me enche de orgulho. Veja o que se fez em Le Mans. O Porsche 919 é um automóvelcom motor 2 litros V4 com 500 cv mais 400 cv da componente elétrica Macan alavanca vendas da marca em Portugal sível. Nós temos as nossas quotas, a frota está a aumentar a produção, mas não temos o produto que queremos. Depois temos séries limitadas, como o GT3 RS, que se venderam todas as unidades disponíveis no mesmo dia. Terão sido cerca de duas mil. Nós aqui vendemos seis, mas só conseguimos entregar quatro. VE Como vê as notícias em que há alguma conotação negativa a uma marca como a Porsche crescer em Portugal num período de crise económica? HRS Em primeiro lugar, deixe-me dizer-lhe que as Finanças devem ficar contentes, pois a carga fiscal é elevada. Eu acho sempre positivas estas vendas, até porque demonstra que no nosso país já se começa a aceitar que quem pode usufruir de um bom automóvel ou de uma boa casa o faça. O consumo é importante para que a economia possa girar. Pela nossa parte, também investimos e contratamos mais pessoas, porque temos negócio. Em suma, estes são sinais positivos O Porsche Macan veio alargar a gama da marca.

6 VIII Sociedade Comercial C. Santos é o melhor concessionário de ligeiros de passageiros Mercedes em Portugal A Sociedade Comercial C. Santos fechou 2014 com um recorde de 2951 viaturas vendidas, 1358 das quais ligeiros de passeiros. Daí que o importador oficial da marca tenha distinguido a empresa com o título de Melhor Concessão Vendas Mercedes-Benz Veículos Ligeiros de Passageiros em Portugal. Queremos que as pessoas venham ter connosco sem que sintam a obrigação de comprar um automóvel. Pinho da Costa, administrador, sintetiza, numa frase, a experiência de relação que a Sociedade Comercial C. Santos desenvolve com os potenciais clientes. E é essa mesma experiência, incomum no setor, que faz com que esta empresa, fundada em 1946, seja, hoje, o concessionário que mais Mercedes vende em Portugal. A título de curiosidade, no último mês de maio, também foi líder de vendas da marca Smart. Um resultado que, por tradição, pertence às concessões da Grande Lisboa. Em 2012, quando o mercado caiu 41%, a crise no sector automóvel deixou marcas. Muitas empresas fecharam, outras desinvestiram ou reajustaram-se. Algumas marcas também se adaptaram, reformularam gamas e entraram em novos Maior armazém de peças ibérico Nem só de vendas de automóveis se faz a atividade da Sociedade Comercial C. Santos. Num volume de negócios que ronda os 100 milhões de euros, 27% do negócio diz respeito a peças e assistência. Para ter a melhor capacidade de resposta, a empresa investiu na construção do maior armazém de peças Ibérico, com 23 mil referências distintas em stock, no valor de 2,3 milhões de euros. Precisa de uma peça para o seu Mercedes-Benz? Esteja onde estiver no país, não é de estranhar que essa peça lhe chegue através da Sociedade Comercial C. Santos, indica a nota da empresa. Também graças a esta valência, a empresa está entre o Top 3 de eficácia no serviço pós-venda em Portugal assistências pósvenda, só em 2014 A Sociedade Comercial C. Santos vendeu quase três mil veículos no ano passado segmentos. O Mercedes Classe A, segundo os números recentes, é hoje o segundo automóvel mais vendido em Portugal. A Sociedade Comercial C. Santos está, segundo o concessionário do Grande Porto, a colher os louros da estratégia adotada na fase de crise: investir na relação com o cliente e diversificar a área de negócio, à procura de um O circuito completo: rent-a-car e usados No momento da crise, quando a palavra de ordem foi desinvestimento, a Sociedade Comercial C. Santos procurou alternativas e iniciou a diversificação do negócio. Não houve qualquer despedimento coletivo, otimizaram-se recursos e definiram-se novos objetivos, como o rent-a-car. Com a marca Rent a Star, a Sociedade Comercial C. Santos posiciona-se num mercado vocacionado para o turismo de excelência e pretende terminar o ano já com perto de 1000 viaturas em parque. Mas o negócio não fica por aqui e, ao mesmo tempo, o circuito é completo com a venda de usados. Graças ao investimento numa plataforma online, a empresa garante uma presença verdadeiramente nacional, capaz de gerar vendas que valem 17% da faturação total. A próxima área de negócio serão os seguros, refere o comunicado Marketing: a relação com o cliente Fim de semana. A Sociedade Comercial C. Santos convida os melhores clientes para uma experiência de aventura na Serra da Estrela. O objetivo é dar a conhecer um novo modelo offroad, numa experiência turística e automóvel que é única. O cliente está no centro das atenções e o investimento em marketing privilegia-o. Outro exemplo: é apresentado um novo modelo, estão presentes 1500 convidados num espetáculo em que o ilusionista Mário Daniel faz aparecer em palco o automóvel mais recente. Num evento, a Sociedade Comercial C. Santos já chegou a vender 155 viaturas. Parcerias com figuras públicas (Pedro Abrunhosa, Nilton, Rui Paula, Cuca Roseta) e ativação de marca inovadora, numa aposta que substitui a tradicional relação entre vendedor e cliente, são pilares na estratégia da empresa portfólio completo (vendas, assistência, rent-a- -car e usados). Expansão das instalações para breve Sediada na Maia (Porto), junto ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, a Sociedade Comercial C. Santos integra 260 colaboradores e prepara, a curto prazo, um plano de alargamento das suas instalações em mais 8000 m2, para 41 mil m2 de área, onde está integrado todo o negócio de vendas, parque de viaturas e prestação de serviços. A distinção recente, de Melhor Concessão Vendas Mercedes-Benz Veículos Ligeiros de Passageiros em Portugal, sucede ao Prémio Exame de Melhor Empresa do Setor de Comércio de Veículos Automóveis de Uma distinção inédita e surpreendente, na medida em que o pódio costuma ser dominado por importadores. No primeiro trimestre de 2015, a Sociedade Comercial C. Santos continuou a apresentar sinais de crescimento, com 769 viaturas vendidas e uma faturação a rondar os 25 milhões de euros Mercado nacional cresce 31% no primeiro semestre AQUILES PINTO O mercado português de automóveis ligeiros (veículos de passageiros e comerciais) aumentou 34,2% em junho relativamente a igual mês do ano anterior, ascendendo a um total de No acumulado do primeiro semestre, o mercado de ligeiros cifrou-se em unidades, o que correspondeu a um crescimento homólogo de 31,1%. Por marcas, a Renault mantém a liderança do mercado, seguindo-se Peugeot e Volkswagen. O maor crescimento do top 10 coube, de novo, à Nissan. Por segmentos, em junho foram vendidos em Portugal automóveis ligeiros de passageiros, ou seja, mais 33,9% do que no mês homólogo do ano anterior. No acumulado de 2015, as vendas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram unidades, mais 32,8% do que no ano passado. Quanto aos comerciais ligeiros, no mês passado venderam-se no nosso país 2792 unidades, mais 36,7% do que no mesmo mês de As vendas acumuladas do ano foram de veículos, o que representou um aumento de 20,1% Nissan de novo com o maior crescimento do top 10 janeiro a Junho Unidades % % no Mercado Var Renault ,3 12,80 13,72 Peugeot ,8 10,35 9,36 Volkswagen ,6 9,46 9,14 Mercedes-Benz ,4 6,79 6,82 Citroën ,9 6,39 6,50 BMW ,0 6,08 6,53 Opel ,7 5,88 6,39 Nissan ,5 5,38 4,37 Fiat ,0 5,21 5,21 Ford ,3 5,02 4,41 Fonte: ACAP em relação ao período homólogo do ano anterior. Quanto aos veículos pesados de passageiros e de mercadorias, verificou-se em junho uma subida de 60% em relação ao mês homólogo do ano anterior, tendo sido comercializados 344 veículos desta categoria. No acumulado do primeiro semestre de 2015, as vendas situaram-se nas 1875 unidades, mais 35,9% face ao mesmo período do ano passado A Peugeot (na foto o 208) foi a segunda marca que mais cresceu todo top 10 (a seguir à Nissan)

7 IX António Félix da Costa é o primeiro português a vencer no DTM AQUILES PINTO António Félix da Costa fez, no domingo (dia 12 de julho), história em Zandvoort, ao tornar-se o primeiro piloto Português de sempre a vencer uma corrida do DTM, o campeonato alemão de carros de turismo. O piloto da BMW fez a pole-position pela manhã e dominou toda a corrida de uma forma magnífica, obtendo uma vitória magistral, que ficará certamente marcada na memória do jovem piloto luso. Após no sábado ter terminado na segunda posição, logo atrás do seu companheiro de equipa Marco Wittmann, Félix da Costa entrou em pista decidido a lutar pela vitória e se bem pensou, melhor o fez, obtendo a sua primeira pole position da carreira no DTM. Na corrida desta tarde de imediato Félix da Costa largou para a frente, mantendo-se na liderança da corrida até ao momento de paragem nas boxes, altura em, que fruto de um excelente trabalho da sua equipa Schnitzer, manteve o comando, para não mais largar até ao final, isto apesar da forte pressão imposta pelo brasileiro Augusto Farfus, que viria a terminar na segunda posição, seguido de Bruno Spengler, num pódio 100% BMW. Hino português para 100 mil No final da corrida, depois de se ter ouvido A Portuguesa perante mais de 100 mil espectadores, o piloto de Cascais mostrava-se muito feliz e até emocionado, salientando sobretudo o excelente trabalho da equipa Schnitzer, que esteve brilhante todo o fim de semana, oferecendo um carro muito competitivo. Estou sem palavras, apesar de já ter muitas vitórias na minha carreira em vários campeonatos, esta tem um grande significado para WTCC PASSOU POR VILA REAL Tiago Monteiro com azar em casa Tiago Monteiro estava feliz com a passagem do WTCC por Portugal e, em particular, por Vila Real, mas acabou por ter um fim de semana azarado. Apesar de a qualificação do WTCC em Vila Real não ter corrido conforme esperado, Tiago Monteiro decidiu dar o seu melhor em ambas as corridas para conseguir dois bons resultados que satisfizessem as suas ambições desportivas. Na primeira corrida, o piloto português conseguiu chegar ao quinto lugar e na segunda ambicionava alcançar o pódio, fez um arranque notável e quando se preparava para passar os dois Lada à sua frente foi ensanduichado (ou tentou passar onde não poderia, no ponto de vista dos pilotos adversários) e protagonizou um aparatoso acidente que o obrigou a abandonar. Um desfecho que Monteiro não esperava, já que tinha a ambição de conseguir chegar ao pódio. O problema foi ter feito um bom arranque. Se não tivesse arrancado tão bem, teria ficado atrás deles e assim seria até ao final. Mas apercebi- -me que havia espaço e arrisquei. Infelizmente os adversários de cada um dos meus lados decidiram avançar na mesma direção e fiquei no meio. Poderia até ter dado para continuar se o toque não tivesse sido roda com roda. O embate foi forte mas estou fisicamente bem, referiu Tiago Monteiro. Na primeira corrida, Tiago também fez um bom arranque e ganhou uma posição de sexto mim, pois trabalhei muito para a obter. Quero agradecer à BMW por ter a honra de pertencer a esta grande família e por mesmo nos momentos menos bons estar ao meu lado e dar-me a máxima confiança. Obrigado também a todos os portugueses pelo enorme carinho que senti durante todo o fim de semana. Foi incrível e deixa-me orgulhoso de ter tanta gente comigo, referiu António Félix da Costa, que venceu a corrida de Zandvoort, entrando para a história do automobilismo nacional como o único piloto luso a obter tal feito no DTM, um dos campeonatos mais competitivos do mundo, que conta apenas com pilotos profissionais, em representação de construtores alemães: BMW, Audi e Mercedes. Com este resultado António Félix da Costa passa a ocupar o oitavo lugar do campeonato, com 43 pontos, numa altura em que estão disputadas oito corridas desta temporada, com o inglês Jamie Green (Audi) na frente da tabela de pontos, com 81 pontos. A próxima prova do DTM tem lugar em Red Bull Ring, na Áustria, no fim de semana de 31 de julho e 1 de agosto para quinto. Mas daí em diante não teve como discutir mais posições. Tiago Monteiro não acabou o fim de semana sem agradecer: ao público português. [Agradeço] a todas as pessoas a forma espetacular como me receberam em Vila Real. Vivi uma semana extraordinária e só tenho pena de não poder ter retribuído com um pódio. Fica para a próxima, rematou. O piloto português prepara-se para mais uma sessão de testes com a Honda ainda no decorrer deste mês antes das habituais férias de verão O piloto foi segundo no sábado e primeiro no domingo Monteiro agradeceu, apesar de tudo, o apoio do público português EUROPEAN LE MANS SERIES Filipe Albuquerque vence em Red Bull Ring e lidera Campeonato Filipe Albuquerque teve o melhor fim de semana da época do European Le Mans Series (ELMS) no Red Bull Ring na Áustria. O piloto português e os seus companheiros de equipa, Harry Tincknell e Simon Dolan, asseguraram a pole position e a vitória na prova e assumem a liderança do Campeonato quando faltam disputar apenas duas jornadas. Um registo perfeito numa corrida muito disputada, mas onde o piloto português ainda conseguiu a volta mais rápida, com Os pilotos do Gibson da JOTA saem da Áustria com dois pontos de vantagem para os mais directos adversários e trilham caminho para chegar ao título que lhes escapou o ano passado no Circuito do Estoril. A satisfação de Filipe era notória no final da corrida. Finalmente conseguimos a vitória. Era um resultado que perseguíamos desde o início da época e que já merecíamos. Estamos muito satisfeitos. Conseguimos o pleno: pole position, vitória e volta mais rápida. A somar a isto, ainda passámos para a liderança do campeonato. Não poderia querer melhor. Foi o fim de semana perfeito, disse o piloto português MOTO 3 Queda impediu participação de Miguel Oliveira na Alemanha M iguel Oliveira termina o grande prémio (GP) da Alemanha logo na sexta-feira (dia 10 de julho), quando à quarta de qualificação volta sofreu uma queda a baixa velocidade na primeira curva do circuito e fraturou o quarto metacarpo da mão esquerda. O piloto da Red Bull KTM Ajo regressou no mesmo dia a Portugal para ser operado, para ter uma mais rápida recuperação a fim de estar preparado para o GP de Indianápolis (7 a 9 de agosto) que marca o início da segunda metade da temporada. No sábado, a equipa médica liderada pelo cirurgião Gonçalo Morais Sarmento fez a intervenção cirúrgica e o piloto de Moto 3 já recupera em casa desde domingo. Para o líder da equipa médica, a intervenção foi delicada, mas coroada de sucesso. O Miguel Oliveira é uma pessoa muito especial para mim e, por isso, coloquei todo o meu profissionalismo, como sempre faço, quando dedico tempo àqueles que precisam. A intervenção foi bastante delicada, mas o resultado final foi positivo. Aplicou-se um suporte aparafusado para estabilização do osso e na próxima semana já deverão ser removidos pontos da sutura. Em duas semanas prevejo que possa iniciar a sua reabilitação, disse o médico

8 X ESTUDO DA ACCENTURE REVELA Consumidor automóvel quer melhor experiência online A maioria dos consumidores está a fazer pesquisas online para ajudá-los na tomada de decisão sobre compra de automóveis, e grande parte deles fá-lo antes de visitar o concessionário, revela um novo estudo da Accenture. Esta pesquisa mostra também que 75% dos condutores inquiridos considerariam avançar com um processo de compra de veículos completamente online. O estudo, no qual foram inquiridos 10 mil condutores de oito países, indica que 80% dos clientes que pretendem adquirir um novo veículo estão a utilizar a tecnologia digital para saber mais sobre as suas preferências de compra, sendo que 62% estão a iniciar o processo de compra online, incluindo a consulta de redes sociais, antes de entrarem num concessionário. Adicionalmente, 75% dos inquiridos disseram que, se tivessem oportunidade, considerariam realizar todo o processo de compra do carro através de canais online, incluindo o financiamento, negociação de preço, documentação e entrega. 69% afirmaram ter já adquirido um automóvel online ou que considerariam fazê-lo. Este estudo revela também que os consumidores estariam recetivos a usar canais online emergentes para aquisição de um automóvel. Por exemplo, 63% dos inquiridos disseram que estariam interessados em comprar um carro novo através de um leilão virtual. Experiência omni-canal procura-se Segundo a Accenture, as conclusões deste estudo apontam para uma necessidade crescente de todas as marcas e concessionários de automóveis reforçarem a sua relação online com os clientes. Mais de metade dos condutores manifestaram interesse em que a indústria automóvel melhorasse os seus canais digitais, de forma a tornar mais fácil a pesquisa de um novo veículo. Especificamente, estão interessados em obter informações mais detalhadas, demonstrações virtuais e aceder a sites que possibilitem a comparação de preços. Esta consistência vai ao encontro do estudo da Accenture sobre B2C Commerce, onde os retalhistas consideram que uma marca se diferencia cada vez mais pela experiência omnicanal (isto é de vários canais) que proporciona aos seus consumidores. Relativamente aos concessionários, mais de metade (53%) dos inquiridos gostariam de ter acesso a um touch screen que os informasse sobre os modelos disponíveis, e 48% gostariam de fazer um test drive virtual durante a visita a um stand. O impacto do consumidor digital está a tornar-se universal, obrigando a uma disrupção com a tradicional experiência de aquisição de automóvel e com o mercado, afirmou Christina Raab, responsável mundial da Accenture pela área de Digital Consumer Services para a indústria Automóvel. Isto é claramente sustentado pelo facto de muitos clientes considerarem efectuar todo o processo de compra de um carro online. A fim de expandir o negócio neste novo contexto, as marcas e os concessionários precisam de encontrar uma estratégia digital agressiva, tanto durante o processo de procura como no pós-venda, criando uma experiência integrada que vá ao encontro das necessidades dos consumidores. Ainda segundo este estudo, os clientes consi- 75% dos condutores inquiridos considerariam avançar com um processo de compra de veículos completamente online deram que o processo de pós-venda e a disponibilização online de valores e extras são os pontos mais fracos da experiência digital na aquisição de automóvel, e cerca de 50% dos inquiridos acreditam que estas áreas precisam de ser melhoradas. A Accenture acredita que a melhoria do serviço pós-venda é fundamental uma vez que um desempenho fraco nesta área pode criar ou destruir a lealdade a uma marca. O interesse dos consumidores em comprar um carro totalmente online ou através de novos mecanismos como leilões virtuais sugere que os fabricantes e os concessionários devem explorar estas opções, declarou Christina Raab. A indústria automóvel tem oportunidade de desenvolver uma presença multicanal para responder a uma maior procura, aumentando a rentabilidade Compra de automóvel está a mudar em todo o mundo Apesar de o estudo indicar que a tecnologia digital está a influenciar cada vez mais o mercado automóvel em todo o mundo, os resultados também mostram que há diferenças marcantes nas preferências por país: Os inquiridos chineses são os mais interessados em comprar um novo carro online, com 92% a afirmar que já o fizeram ou considerariam fazê-lo. Pelo contrário, os condutores japoneses expressaram o nível de interesse mais baixo, sendo que 80% não considerariam uma opção de compra online. 82% dos condutores inquiridos na Índia e 83% na China estão interessados em negociar online o financiamento num processo de compra de carro. Os condutores norte-americanos estão particularmente interessados em sites de comparação de opções, enquanto os chineses revelam-se mais entusiasmados com a hipótese de terem acesso imediato à informação sobre um determinado modelo. Entre todas as opiniões apresentadas, aquela que os condutores de todos estes países consideraram menos interessante foi a possibilidade de existirem chats com concessionários. Quando estão a tomar a decisão de adquirir um automóvel, os condutores da Índia são mais influenciados por sites e publicações especializadas online. Pelo contrário, os condutores japoneses são os que mais facilmente comprariam um veículo sem fazer qualquer pesquisa online, e os condutores italianos são mais influenciados pela visita a um stand do que qualquer outra coisa. Na China, 90% dos inquiridos estariam interessados em participar em leilões online para comprar um carro novo. Os condutores do Japão, França e Alemanha revelaram pouco interesse, com 80%, 65% e 55%, respetivamente, dizendo não a esta opção. Em relação às áreas mais fracas do processo de compra através de uma experiência digital, os condutores alemães consideraram o aconselhamento pré-venda das equipas de venda online ineficaz, enquanto os condutores dos EUA sentem que o valor de mercado de um veículo corrente é o que precisa de ser mais melhorado. Contudo, de uma forma geral, os inquiridos consideram que a informação de pré-venda online é o que necessita de menor atenção Autocarro Volvo 100% elétrico em operação comercial na Suécia Gotemburgo, a segunda cidade mais importante da Suécia, integrou, no mês passado, três autocarros Volvo 100% elétricos dos seus transportes públicos, os quais se juntam a sete híbridos elétricos da mesma marca na operação da linha 55. Os autocarros da rota, que vai de Chalmers Johanneberg até Chalmers Lindholmen, passando pelo centro de Gotemburgo, estão equipados com wi-fi a bordo e estrutura para carregamento da bateria do telefone. Os autocarros usam baterias que são rapidamente recarregadas com eletricidade renovável nas estações terminais. A paragem de Chalmers Lindholmen tem um terminal fechado, que só é possível porque os autocarros são silenciosos e sem emissões. A meta do Volvo Group é ser líder mundial em soluções de transporte sustentável. Com uma colaboração exclusiva em Gotemburgo, podemos lançar esta rota e continuarmos líderes no desenvolvimento do transporte público do futuro, diz Niklas Gustafsson, diretor de sustentabilidade do Volvo Group. A rota 55 é resultado da ElectriCity, uma A linha 55 não tem autocarros tradicionais. colaboração que desenvolve, testa e demonstra um transporte coletivo sustentável novo e atraente para o futuro. Além dos autocarros em si, a ElectriCity desenvolve e testa novos sistemas de paragens, sistemas de gestão de tráfego, conceitos de segurança e sistemas de abastecimento de energia. A nova rota de autocarros elétricos não só coloca Gotemburgo no mapa dos sistemas de transporte público inovadores como também abre novas possibilidades para o planeamento urbano. A ElectriCity e a rota 55 são a prova concreta de como Gotemburgo está a transformar-se numa cidade mais aberta e sustentável, com espaços públicos atraentes e uma vida urbana rica. O projeto também demonstra a nossa ambição e estratégia para atrair experiência e investimentos que ajudam a reduzir o impacto ambiental e desenvolver colaboração entre autoridades, indústria e meio académico, diz Anneli Hulthén, presidente da Câmara de Gotemburgo. A intenção deste projeto ElectriCity é incentivar o uso do transporte público e abrir caminho para soluções de transporte público mais atraentes na região de Västra Götaland

9 XI Renault substitui Laguna por Talisman AQUILES PINTO A Renault anunciou um novo modelo para o segmento D. O Talisman, que vai ser apresentado em setembro, no Salão de Frankfurt, e começa a ser lançado nos vários mercados europeus em outubro, vai ter versão quatro portas e carrinha. Com uma carroçaria tricorpo com 4,85 m de comprimento e 1,87 m de largura, o modelo, que substitui o Laguna após três gerações e 21 anos de serviço, tem uma altura da carroçaria (1,46 m) e numa distância ao solo reduzidas e numa longa distância entre eixos (2,81 m). O objetivo é, por um lado, dar uma silhueta elegante ao Talisman e, por outro, aumentar o espaço para passageiros (também os detrás) e para bagagem (mala com 608 m3). Como seria de esperar num modelo deste segmento, também a tecnologia é importante. Em termos de inovações, para tornar melhor a vida a bordo, destaque para a afixação digital de sete polegadas sob a pala, R-Link 2 com ecrã de 8,7 polegadas, visor a cores em posição superior, som Bose Surround e estacionamento mãos livres. O modelo será revelado em setembro no Salão de Frankfurt O Talisman substitui o Laguna após três gerações e 21 anos de serviço. Quanto a inovações para condução, o Talisman adota a tecnologia Multi-Sense para acompanhar os desejos do condutor (quatro modos). Além disso, associa o sistema de quatro rodas direcionais 4Control ao amortecimento pilotado. Cinco motores Debaixo do capô, o modelo vai contar com cinco opções de motores, dois a gasolina e três diesel. Os motores a gasolina serão ambos 1.6 TCe, com 150 cv e 200 cv, exclusivamente equipados com a caixa automática EDC de dupla embraiagem e sete velocidades. Já os diesel são o 1.5 dci de 110 cv, associado à caixa manual de seis velocidades ou à caixa automática EDC de dupla embraiagem de seis velocidades, o 1.6 dci 130 (caixa manual de seis velocidades e caixa EDC de dupla embraiagem de seis velocidades) e o 1.6 dci 160 (biturbo), exclusivamente associado à caixa EDC de dupla embraiagem de seis velocidades Volkswagen alarga oferta na gama Golf com Variant GTD e Alltrack A Volkswagen inicia agora a comercialização em Portugal de duas das versões mais exclusivas da gama Golf: a Variant GTD e a Alltrack. A primeira traz mais desportividade à gama e segunda, vestida de todo-o-terreno, acrescenta versatilidade. A Golf Variant GTD tem tração dianteira, motor de 2.0 litros TDI com 184 cv de potência e chassis desportivo rebaixado em 15 mm. A aceleração zero a 100 km/h é feita em 7,9 segundos, quer esteja equipado com caixa manual de seis velocidades ou automática de dupla embraiagem DSG. A velocidade máxima é de 231 km/h (DSG: 229 km/h). O consumo é de 4,4 l/100 km/h na versão equipada com caixa manual de seis velocidades (115 g/km de CO2) e 4,8 l/100 km (125 g/ km de CO2) com a DSG. Os preços variam entre euros (caixa manual) e euros (caixa DSG). As características técnicas e estéticas mais destacadas do Golf Variant Alltrack são o sistema de tração total 4MOTION (de série), uma maior distância ao solo, uma carroçaria protegida com vários elementos e estribos protuberantes, pára- A Golf GTD traz mais desportividade e a Alltrack acrescenta versatilidade -choques de novo desenho e muitas outras características exclusivas no exterior e no interior. As motorizações disponíveis para o Alltrack são o 1.6 TDI de 110 cv e o 2.0 TDI com 150 ou 184 cv (disponível apenas com transmissão de dupla embraiagem DSG de seis velocidades). O preço do 1.6 TDI é de euros, do 2.0 TDI de 150 cv de euros e o 2.0 TDI com 184 cv é de euros

10 BP PLUS. Soluções para a gestão da sua frota. É preciso muito trabalho para manter a sua frota a funcionar com a máxima eficiência. Agora o cartão BP PLUS faz tudo isso e muito mais. Dá aos motoristas Liberdade para utilizarem cerca de postos de abastecimento em toda a Europa, garantindo-lhe a si o Controlo de todas as transacções efectuadas, através dos Serviços Online BP PLUS, com o máximo de Segurança durante todo o processo. Para qualquer necessidade da sua frota, visite o site e veja o que um simples cartão pode fazer.

11 1 Serviços Jurídicos Questões práticas - Amamentação Uma trabalhadora gozou a licença de maternidade e agora que voltou ao trabalho pretende ser dispensada para amamentar o filho. Durante quanto tempo tem direito a ser dispensada do trabalho para esse efeito? De facto, a mãe que após o gozo da licença de maternidade (licença parental inicial) continua a amamentar o filho, tem direito a ser dispensada do trabalho, em dois períodos distintos com a duração máxima de uma hora cada um deles (podendo acordar outro regime com o empregador), durante todo o tempo que durar a amamentação. Mas, mesmo que a mãe não amamente o filho, a mesma tem direito a ser dispensada para aleitação, neste caso, até que o filho faça um ano. Para efeito de dispensa para amamentação, a trabalhadora mãe, deve comunicar ao empregador que amamenta o filho, fazendo-o com uma antecedência de 10 dias face ao início da dispensa. Caso a amamentação se prolongue para além do primeiro ano de vida do filho, a mãe deve apresentar um atestado médico à sua entidade empregadora. Por sua vez, se a mãe pretender ser dispensada para aleitação, deve comunicar ao empregador que aleita o filho e fazê-lo com uma antecedência de 10 dias relativamente ao início da dispensa, apresentando documento em que conste decisão conjunta de ambos os progenitores e declarando qual o período de dispensa a ser gozado pelo pai (quando for esse o caso). Além disso, a mãe deve ainda provar que o pai exerce uma actividade profissional e que no caso de ser trabalhador dependente informou o seu empregador da decisão conjunta. Serviços Jurídicos Questões práticas - Férias A nossa empresa tem necessidade de trabalhar durante o período de férias. Temos um funcionário disposto a trabalhar durante o mês de férias a que tem direito. Pode este funcionário trabalhar durante as férias? Qual a retribuição que lhe deve ser paga? De acordo com o n.º 3 do artigo 237º do Código do Trabalho, O direito a férias é irrenunciável e o seu gozo não pode ser substituído, ainda que com o acordo do trabalhador, por qualquer compensação, económica ou outra. Assim, o acordo celebrado entre o trabalhador e a entidade patronal no sentido de não serem gozadas as férias e ser pago para além da retribuição e subsídio de férias uma retribuição extraordinária, não tem validade, isto é, é nulo, pois que o direito a férias do trabalhador é indisponível. O dever de conceder férias decorrente da lei para o empregador e o direito irrenunciável do trabalhador ao seu gozo efectivo, revestem carácter vinculativo para ambas as partes, de modo que nem o empregador pode deixar de providenciar no sentido de que o trabalhador delas usufrua, nem o trabalhador pode renunciar às férias, continuando a prestar trabalho ao empregador. Além disso, estabelece o artigo 246º n.º 1 o seguinte: Caso o empregador obste culposamente ao gozo das férias nos termos previstos nos artigos anteriores, o trabalhador tem direito a compensação no valor do triplo da retribuição correspondente ao período em falta, que deve ser gozado até 30 de Abril do ano civil subsequente. Assim, durante as férias o trabalhador não pode prestar qualquer actividade para o empregador, seja ou não remunerada. O trabalhador, apenas poderá exercer uma actividade remunerada durante o período de férias, se exercer essa actividade em cumulação, ou, desde que, o empregador assim o autorize. Serviços Jurídicos No passado dia 08 de julho, foi publicada a Lei n.º 68/2015, Altera o Código do Imposto sobre Serviços Jurídicos Breves Veículos, aprovado pela Lei n.º 22-A/2007, de 29 de junho, introduzindo uma isenção de 50 Síntese Legislativa % em sede de imposto sobre veículos para as famílias numerosas. ECONOMIA & FINANÇAS LEI N.º 66/2015 DE Terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 27- C/2000, de 10 de março, trigésima sexta alteração ao Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 298/92, de 31 de dezembro, quinta alteração ao Decreto-Lei n.º 454/91, de 28 de dezembro, simplificando e padronizando o comissionamento de contas de depósito à ordem, e primeira alteração à Lei n.º 23-A/2015, de 26 de Março. LEI N.º 68/2015 DE Altera o Código do Imposto sobre Veículos, aprovado pela Lei n.º 22-A/2007, de 29 de junho, introduzindo uma isenção de 50 % em sede de imposto sobre veículos para as famílias numerosas. TRABALHO & SEGURANÇA SOCIAL PORTARIA N.º 178/2015 DE Primeira alteração à Portaria n.º 1456-A/95, de 11 de dezembro, que regulamenta as prescrições mínimas de colocação e utilização da sinalização de segurança e saúde no trabalho. DECRETO-LEI N.º 107/2015 DE Suspende o regime de atualização anual das pensões por incapacidade permanente e por morte resultantes de acidente de trabalho, previsto no artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 142/99, de 30 de Abril. DECRETO-LEI N.º 108/2015 DE Procede à terceira alteração ao Decreto- Lei n.º 290/2009, de 12 de outubro, criando a Marca Entidade Empregadora Inclusiva, reforçando os apoios à qualificação, aos centros de recursos e ao emprego apoiado, bem como ajustando algumas matérias em função da implementação do Programa de Emprego e Apoio à Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade.

12 2 3 PORTARIA N.º 181-B/2015 DE Primeira alteração à Portaria n.º 57-A/2015, de 27 de fevereiro, que adota o regulamento específico do domínio da Competitividade e Internacionalização. PORTARIA N.º 181-C/2015 DE Primeira alteração à Portaria n.º 97-A/2015, de 30 de março, que adota o regulamento específico do domínio da Inclusão Social e Emprego. PORTARIA N.º 189/2015 DE Primeira alteração à Portaria n.º 275/2010, de 19 de maio, que fixa os valores das taxas devidas pelos serviços prestados pelos organismos, no âmbito dos ministérios responsáveis pelas áreas laboral e da saúde, competentes para a promoção da segurança e saúde no trabalho e revoga a Portaria n.º 1009/2002, de 9 de Agosto. PORTARIA N.º 190-B/2015 DE Aprova o Regulamento Geral do Fundo de Auxílio Europeu às Pessoas Mais Carenciadas e o Regulamento Específico do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas. DECRETO-LEI N.º 124/2015 DE Consagra medidas nacionais para a transposição da Diretiva n.º 2011/61/UE, de 8 de junho, da Diretiva n.º 2013/14/UE, de 21 de maio, da Diretiva n.º 2014/51/UE, de 16 de abril, e da Diretiva n.º 2003/71/CE, de 4 de novembro, todas do Parlamento Europeu e do Conselho, alterando-se respetivamente o regime jurídico dos fundos de pensões, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 12/2006, de 20 de janeiro, o Código dos Valores Mobiliários, em matéria de prospeto a publicar em caso de oferta pública de valores mobiliários ou da sua admissão à negociação, e o Regime Geral dos Organismos de Investimento Coletivo no âmbito da prestação das atividades transfronteiriças dos gestores de organismo de investimento alternativos. AMBIENTE DECLARAÇÃO DE RETIFICAÇÃO N.º 30/2015 DE Retifica o Decreto-Lei n.º 75/2015, de 11 de maio, do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, que aprova o Regime de Licenciamento Único de Ambiente, que visa a simplificação dos procedimentos dos regimes de licenciamento ambientais, regulando o procedimento de emissão do título único ambiental, publicado no Diário da República n.º 90, 1.ª série, de 11 de maio de TRANSPORTES & RODOVIÁRIO PORTARIA N.º 185/2015 DE Regulamenta a Lei n.º 14/2014, de 18 de março, que aprova o regime jurídico do ensino da condução, nos aspetos relativos ao ensino da condução para habilitação às diversas categorias de carta de condução e ao acesso e exercício da atividade de exploração de escolas de condução. PORTARIA N.º 196-B/2015 DE Aprova os modelos de vinhetas/dísticos identificadores, bem como anotação da conformidade da instalação, dos veículos que utilizam gás de petróleo liquefeito (GPL) ou gás natural comprimido (GNC) ou gás natural liquefeito (GNL) como combustível. JUSTIÇA DECRETO-LEI N.º 106/2015 De Procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 50/2013, de 16 de abril, que estabelece o regime de disponibilização, venda e consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos e em locais abertos ao público, proibindo a prática destas atividades relativamente a menores de idade. LEI ORGÂNICA N.º 8/2015 De Sexta alteração à Lei n.º 37/81, de 3 de outubro (Lei da Nacionalidade), fixando novos fundamentos para a concessão da nacionalidade por naturalização e de oposição à aquisição da nacionalidade portuguesa. LEI N.º 55/2015 De Quinta alteração à Lei n.º 5/2002, de 11 de janeiro, que estabelece medidas de combate à criminalidade organizada e económicofinanceira, de modo a abranger todos os ilícitos criminais relacionados com o terrorismo. LEI N.º 56/2015 De Segunda alteração à Lei n.º 23/2007, de 4 de julho, que aprova o regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, modificando os fundamentos para a concessão e cancelamento de vistos e para a aplicação da pena acessória de expulsão. LEI N.º 57/2015 De Terceira alteração à Lei n.º 49/2008, de 27 de agosto, que aprova a Lei de Organização da Investigação Criminal, de modo a abranger todos os ilícitos criminais relacionados com o terrorismo. LEI N.º 58/2015 De Vigésima terceira alteração ao Código de Processo Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 78/87, de 17 de fevereiro, atualizando a definição de terrorismo. LEI N.º 59/2015 De Primeira alteração à Lei n.º 53/2008, de 29 de agosto, que aprova a Lei de Segurança Interna, modificando a composição do Conselho Superior de Segurança Interna e a organização e o funcionamento da Unidade de Coordenação Antiterrorismo. LEI N.º 60/2015 De Quarta alteração à Lei n.º 52/2003, de 22 de agosto (Lei de combate ao terrorismo), criminalizando a apologia pública e as deslocações para a prática do crime de terrorismo. LEI N.º 61/2015 De Segunda alteração à Lei n.º 101/2001, de 25 de agosto, que estabelece o regime jurídico das ações encobertas para fins de prevenção e investigação criminal, permitindo que nelas sejam incluídos todos os ilícitos criminais relacionados com o terrorismo. LEI N.º 62/2015 De Sexta alteração à Lei n.º 25/2008, de 5 de junho, que estabelece medidas de natureza preventiva e repressiva de combate ao branqueamento de vantagens de proveniência ilícita e ao financiamento do terrorismo. DECRETO-LEI N.º 119/2015 De Aprova o novo Regulamento da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores. LEI N.º 63/2015 De Terceira alteração à Lei n.º 23/2007, de 4 de julho, que aprova o regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional. DECRETO-LEI N.º 128/2015 De Procede à oitava alteração ao Decreto-Lei n.º 42/2001, de 9 de fevereiro, que cria as secções de processo executivo do sistema de solidariedade e segurança social, define as regras especiais daquele processo e adequa a organização e a competência dos tribunais administrativos e tributários. JURISPRUDÊNCIA ACÓRDÃO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL N.º 296/2015 DE Não conhece da ilegalidade da norma do artigo 6.º, n.º 1, alínea a), e n.º 4 da Lei n.º 13/2003, de 21 de maio, na redação que, por último, lhe foi conferida pelo artigo 5.º dodecreto-lei n.º 133/2012, de 27 de junho, no segmento em que exige pelo menos um ano de residência legal em Portugal, para reconhecimento do direito ao Rendimento Social de Inserção aos cidadãos nacionais; não declara a ilegalidade do artigo 6.º, n.º 1, alínea a), e n.º 4 da Lei n.º 13/2003, de 21 de maio, na redação que, por último, lhe foi conferida pelo artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 133/2012, de 27 de junho, no segmento em que exige, para reconhecimento do direito ao Rendimento Social de Inserção, pelo menos um ano de residência legal em território nacional, para Serviços Técnicos O financiamento do SIGOU - Sistema Integrado de Gestão de Óleos Usados é obtido através de uma prestação financeira, o Ecovalor. Este valor manteve-se inalterado nos 63 por metro cúbico (6,3 cêntimos por litro), ao qual acresce o IVA, desde a publicação do Despacho Serviços Técnicos O Decreto-Lei n.º 10/2015, de 16 de janeiro, aprovou, em anexo, o regime jurídico de acesso e exercício de atividades de comércio, serviços e restauração (RJACSR). O RJACSR regula o acesso a várias atividades do comércio, serviços e restauração, designadamente, as oficinas de adaptação e reparação de automóveis que utilizam o gás de petróleo liquefeito ou de gás natural comprimido e/ou liquefeito como combustíveis. A Lei n.º 13/2013, de 31 de janeiro, estabeleceu o quadro legal para a utilização de gases de petróleo liquefeito (GPL) e gás natural comprimido (GNC) e liquefeito (GNL) como combustível em veículos, matéria que foi regulamentada pela Portaria n.º 207- A/2013, de 25 de junho. O artigo 5.º da Lei n.º 13/2013, de 31 de janeiro, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 10/2015, de 16 de janeiro, determina que todos os veículos automóveis que utilizam GPL ou GN como combustível devem ser devidamente identificados. Desta forma, a publicação da Portaria n.º 196- B/2015, de 2 de Julho, vem, em cumprimento das normas referidas, aprovar os modelos de vinhetas/dísticos identificadores, bem como anotação da conformidade da instalação, dos veículos que utilizam gás de petróleo os cidadãos nacionais de Estado membro da União Europeia, de Estado que faça parte do Espaço Económico Europeu ou de um Estado terceiro que tenha celebrado um acordo de livre circulação de pessoas com a União Europeia; declara a inconstitucionalidade do artigo 6.º, n.º 1, alínea b), e n.º 4 da Lei n.º 13/2003, de 21 de maio, na redação que por último lhe foi conferida pelo artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 133/2012, de 27 de Junho. ACÓRDÃO DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA N.º 9/2015 DE «Se o autor não formula na petição inicial, Ecovalor óleos conjunto n.º 662/2005, de 6 de setembro, que concedeu licença à Sogilub - Sociedade de Gestão Integrada de Óleos Lubrificantes Usados, Lda.. De acordo com o Despacho n.º 4383/2015, de 30 de abril, que concedeu nova licença à Sogilub, cada produtor de óleos novos que transfira para esta entidade a responsabilidade pela gestão dos óleos usados pagará, pelos óleos novos introduzidos no mercado a partir de 1 de maio de 2015, 50 /tonelada acrescido de IVA. Identificação de veículos movidos a GPL, GNC ou GNL liquefeito (GPL) ou gás natural comprimido (GNC) ou gás natural liquefeito (GNL) como combustível. A identificação dos veículos que utilizam Gás de Petróleo Liquefeito deve ser efetuada da seguinte forma: - Vinheta identificadora de acordo com o modelo 1 definido no n.º 1 do anexo I da Portaria n.º 196-B/2015, no que respeita aos veículos pertencentes às categorias M1 e N1, nos termos do Regulamento ECE/ONU n.º 67 da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa, devendo a mesma ser afixada no para-brisas; - Dístico identificador de acordo com o modelo 2 definido no n.º 2 do anexo I da Portaria n.º 196-B/2015, afixado à retaguarda, no que respeita aos veículos pertencentes às categorias M2, M3, N2 e N3 nos termos do Regulamento ECE/ONU n.º 67 da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa. Nos veículos atrás referidos, deve ser anotado no certificado de matrícula a referência de que a instalação GPL está conforme com o referido regulamento, através da menção GPL Reg. 67. Nos veículos de matrícula portuguesa que já utilizem sistemas de alimentação a GPL aprovados em inspeção técnica anterior nem em ulterior ampliação, pedido de juros de mora, o tribunal não pode condenar o réu no pagamento desses juros.». ACÓRDÃO DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA N.º 10/2015 DE Conformando-se uma parte com o valor da condenação na 1ª instância e procedendo parcial ou totalmente a apelação interposta pela outra parte, a medida da sucumbência da apelada, para efeitos de ulterior interposição do recurso de revista, corresponde à diferença entre os valores arbitrados na sentença de 1ª instância e no acórdão da Relação. à entrada em vigor do Regulamento de Utilização, Identificação e Instalação de Gás de Petróleo Liquefeito ou Gás Natural Comprimido e Liquefeito em Veículos, aprovado pela Portaria n.º 207-A/2013, de 25 de junho, devem ter afixado à retaguarda o dístico identificador de acordo com o modelo 3 definido no n.º 3 do anexo I da Portaria n.º 196-B/2015. No que toca à identificação dos veículos que utilizam Gás Natural Comprimido ou Liquefeito, esta deve ser efetuada da seguinte forma: - Vinheta identificadora de acordo com o modelo 1 definido no n.º 1 do anexo II da Portaria n.º 196-B/2015, no que respeita aos veículos pertencentes às categorias M1 e N1, nos termos do previsto no Regulamento ECE/ONU n.º 110 da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa, devendo a mesma ser afixada no para-brisas; - Dístico identificador de acordo com o modelo 2 definido no n.º 2 do anexo II da Portaria n.º 196-B/2015, afixado à retaguarda, no que respeita aos veículos pertencentes às categorias M2, M3, N2 e N3, nos termos do previsto no Regulamento ECE/ONU n.º 110 da Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa.

13 4 5 Nos veículos atrás referidos, deve ser anotado no certificado de matrícula a referência de que a instalação GN está conforme com aquele regulamento, através da menção GN Reg Nos veículos de matrícula portuguesa que já utilizem sistemas de alimentação a GN aprovados em inspeção técnica anterior à entrada em vigor do Regulamento de Utilização, Identificação e Instalação de Gás de Petróleo Liquefeito ou Gás Natural Comprimido e Liquefeito em Veículos, aprovado pela Portaria n.º 207-A/2013, de 25 de junho, devem ter afixado à retaguarda um dístico identificador de acordo com o modelo 3 definido no n.º 3 do anexo II da Portaria n.º 196-B/2015. Em seguida apresentaremos os anexos à legislação, referidos neste artigo, para melhor visualização e compreensão dos elementos identificadores aprovados por esta legislação. ANEXO I Modelo de vinhetas/dísticos identificadores da utilização de Gás de Petróleo Liquefeito nos veículos MODELO 1 1 Veículos pertencentes às categorias M1 e N1, que utilizam GPL como combustível e cujos componentes foram aprovados e instalados de acordo com as prescrições técnicas fixadas no Regulamento ECE/ONU n.º 67. VINHETA IDENTIFICADORA Tamanho dos carateres: 1.ª linha: 58; 2.ª linha: 28; 3.ª linha: 14; 4.ª e 5.ª linhas: 7. TIPO DE LETRA Franklin Gothic Demi Cond negrito, maiúsculas com espaçamento normal. COLOCAÇÃO As letras devem estar centradas; A vinheta deve ser colocada de forma inamovível (em papel autocolante) e apresentar-se em adequadas condições de conservação; A vinheta deve ser colocada no canto inferior direito do para-brisas; Não podem ser colocados na vinheta quaisquer outros carateres ou símbolos. MODELO 2 2 Veículos das categorias M2, M3, N2 e N3 que utilizam GPL como combustível e cujos componentes foram aprovados e instalados de acordo com as prescrições técnicas fixadas no referido Regulamento ECE/ONU n.º 67. DÍSTICO IDENTIFICADOR inamovível (em papel autocolante) e apresentar-se em adequadas condições de conservação; O dístico deve ser colocado na carroçaria, na metade direita do painel da retaguarda, a uma altura ao solo não superior a 1200 mm (em caso de impossibilidade, na metade esquerda, nas mesmas condições), sem perturbar os sistemas de iluminação, sinalização, visibilidade ou a identificação do veículo; Nos casos em que, por razões construtivas do veículo não seja possível a colocação conforme o disposto no presente anexo, por despacho do Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I. P., pode ser autorizada uma colocação alternativa, na retaguarda do veículo; Não podem ser colocados no dístico quaisquer outros carateres ou símbolos. MODELO 3 3 Veículos que utilizam GPL como combustível e cujos componentes não foram aprovados ou instalados de acordo com as prescrições técnicas fixadas no Regulamento ECE/ONU n.º 67. DÍSTICO IDENTIFICADOR conservação; O dístico deve ser colocado na carroçaria, na metade direita do painel da retaguarda, a uma altura ao solo não superior a 1200 mm (em caso de impossibilidade, na metade esquerda, nas mesmas condições), sem perturbar os sistemas de iluminação, sinalização, visibilidade ou a identificação do veículo; Nos casos em que, por razões construtivas do veículo não seja possível a colocação conforme o disposto no presente anexo, por despacho do Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I. P., pode ser autorizada uma colocação alternativa, na retaguarda do veículo; Não podem ser colocados no dístico quaisquer outros carateres ou símbolos. ANEXO II (a que se referem os artigos 2.º e 4.º) Modelo de vinhetas/dísticos identificadores da utilização de Gás Natural Comprimido e Liquefeito nos veículos MODELO 1 1 Veículos pertencentes às categorias M1 e N1, que utilizam GNC e/ou GNL como combustível e cujos componentes foram aprovados e instalados de acordo com as prescrições técnicas fixadas no Regulamento ECE/ONU n.º 110. VINHETA IDENTIFICADORA 2.ª linha: 28; 3.ª Linha: 14; 4.ª e 5.ª linha: 7. TIPO DE LETRA Franklin Gothic Demi Cond negrito, maiúsculas com espaçamento normal. COLOCAÇÃO As letras devem estar centradas; A vinheta deve ser colocada de forma inamovível (em papel autocolante) e apresentar-se em adequadas condições de conservação; A vinheta deve ser colocada no canto inferior direito do para-brisas; Não podem ser colocados na vinheta quaisquer outros carateres ou símbolos. MODELO 2 2 Veículos pertencentes às categorias M2, M3, N2 e N3, que utilizam GNC ou GNL como combustível e cujos componentes foram aprovados e instalados de acordo com as prescrições técnicas fixadas no Regulamento ECE/ONU n.º 110. DÍSTICO IDENTIFICADOR GNC Espessura da letra: 4 mm; Largura do dístico: mm; Altura do dístico: mm. TIPO DE LETRA Franklin Gothic Demi Cond negrito, maiúsculas com espaçamento normal. COLOCAÇÃO As letras devem estar centradas no dístico; O dístico deve ser colocado de forma inamovível (em papel autocolante) e apresentar-se em adequadas condições de conservação; O dístico deve ser colocado na carroçaria, na metade direita do painel da retaguarda, a uma altura ao solo não superior a 1200 mm (em caso de impossibilidade, na metade esquerda, nas mesmas condições), sem perturbar os sistemas de iluminação, sinalização, visibilidade ou a identificação do veículo; Nos casos em que, por razões construtivas do veículo não seja possível a colocação conforme o disposto no presente anexo, por despacho do Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I. P., pode ser autorizada uma colocação alternativa, na retaguarda do veículo. MODELO 3 3 Veículos que utilizam GNC e/ou GNL como combustível e cujos componentes não foram aprovados ou instalados de acordo com as prescrições técnicas fixadas no Regulamento ECE/ONU n.º 110. DÍSTICO IDENTIFICADOR As características da vinheta devem ser as seguintes: CORES Fundo: Verde (pantone 802c); Filete: Branca ou branca refletora; Letras: Branca ou branca refletora. DIMENSÕES Dimensões mínimas: 40 mm x 40 mm; As características do dístico devem ser as seguintes: CORES Fundo: Verde (pantone 802c); Filete: Branca ou branca refletora; Letras interiores: Branca ou branca refletora. DIMENSÕES Filete: 4-6 mm; Altura da Letra: 25 mm; Espessura da letra: 4 mm; Largura do dístico: mm; Altura do dístico: mm. TIPO DE LETRA Franklin Gothic Demi Cond negrito, maiúsculas com espaçamento normal. COLOCAÇÃO As letras devem estar centradas; O dístico deve ser colocado de forma As características do dístico devem ser as seguintes: CORES Fundo: Azul (RAL 5019); Filete: Branca ou branca refletora; Letras: Branca ou branca refletora. DIMENSÕES Dimensões mínimas: 150 mm x 110 mm; Tamanho dos carateres: 1.ª linha: 200; 2.ª linha: 48. TIPO DE LETRA Franklin Gothic Demi Cond negrito, maiúsculas com espaçamento normal. COLOCAÇÃO As letras devem estar centradas; O dístico deve ser colocado de forma inamovível (em papel autocolante) e apresentar-se em adequadas condições de As características do dístico devem ser as seguintes: CORES Fundo: Verde (pantone 802c); Filete: Branca ou branca refletora; Letras: Branca ou branca refletora. DIMENSÕES Dimensões mínimas: 40 mm x 40 mm; Tamanho dos carateres: 1.ª linha: 58; DÍSTICO IDENTIFICADOR GNL As cores e dimensões do dístico devem ser as seguintes: CORES Fundo: Verde (pantone 802c); Filete: Branca ou branca refletora; Letras: Branca ou branca refletora. DIMENSÕES Filete: 4-6 mm; Altura da Letra: 25 mm; As cores e dimensões do dístico devem ser as seguintes: CORES Fundo: Verde (pantone 802c); Filete: Branca ou branca refletora; Letras interiores: Branca ou branca refletora; Letras exteriores: Preto. DIMENSÕES Dimensões mínimas: 150 mm x 110 mm; Tamanho dos carateres:

14 6 7 1.ª linha: 115; 2.ª linha: 48; 3.ª linha: 12. TIPO DE LETRA Franklin Gothic Demi Cond negrito, maiúsculas com espaçamento normal. COLOCAÇÃO As letras devem estar centradas; O dístico deve ser colocado de forma inamovível (em papel autocolante) e apresentar-se em adequadas condições de conservação; O dístico deve ser colocado na carroçaria, na metade direita do painel da retaguarda, a uma altura ao solo não superior a 1200 mm (em caso de impossibilidade, na metade esquerda, nas mesmas condições), sem perturbar os sistemas de iluminação, sinalização, visibilidade ou a identificação do veículo; Nos casos em que, por razões construtivas do veículo não seja possível a colocação conforme o disposto no presente anexo, por despacho do Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I. P., pode ser autorizada uma colocação alternativa, na retaguarda do veículo. Serviços Técnicos Afixação de Preços Os bens destinados à venda a retalho devem exibir o respectivo preço de venda ao consumidor. O preço de venda e o preço por unidade de medida, referem-se ao preço total expresso, devendo incluir todos os impostos, taxas e encargos que nele sejam repercutidos, de modo a que o consumidor possa conhecer o montante exacto a pagar. A indicação dos preços de venda e por unidade de medida deve ser feita de modo visível, inequívoco, fácil e legível, através da utilização de letreiros, etiquetas ou listas de forma a alcançar-se a melhor informação para o consumidor. Letreiro: Todo o suporte onde seja indicado o preço de um único bem ou serviço; Etiqueta: Todo o suporte apenso ao próprio bem ou colocado sobre a embalagem em que o bem é vendido ao público, podendo ser substituída por inscrição sobre a embalagem, quando a natureza desta o permita; Serviços Técnicos No seguimento dos artigos publicados em prévias edições da revista da ARAN, continuamos a dar destaque à temática do stresse e dos riscos psicossociais no local de trabalho, dando conta das informações contidas no guia eletrónico publicado pela EU-OSHA (Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho): Agir: Ação Preventiva: Exigências excessivas Exigências excessivas Embora lidar com uma elevada carga de trabalho seja comum a muitas profissões, tenha cuidado para garantir que esta não é excessiva. Se for necessário, tome medidas para ajudar as pessoas afetadas a lidar com Lista: Todo o suporte onde estejam indicados os preços de vários bens ou serviços. Apenas podem ser usadas as listas quando a natureza dos bens ou serviços torne impossível o uso de letreiros e etiquetas ou como meio complementar de marcação de preços. A indicação do preço deve ser feita na proximidade do bem ou no local em que a prestação do serviço é proposta ao público, de modo a não suscitar qualquer dúvida ao consumidor. Os bens ou prestações de serviço vendidos ao mesmo preço e expostos ao público em conjunto, podem ser objecto de uma única marcação de preço. Sem prejuízo da informação relativa a outras formas de pagamento, deve ser indicado sempre o preço a pronto pagamento. Montras e vitrinas: Os bens expostos em montras ou vitrinas, visíveis pelo público do exterior do estabelecimento ou no seu interior, devem ser objecto de uma marcação complementar, quando as respectivas etiquetas não sejam perfeitamente visíveis. Indicação do preço dos serviços: os preços de toda a prestação de serviços, seja qual for a sua natureza, devem constar de listas ou cartazes afixados, de forma visível, no lugar onde os serviços são propostos ou prestados ao consumidor. Sempre que sejam numerosos os serviços propostos e existam condições muito diversas que não permitam uma afixação de preços perfeitamente clara, este documento pode ser substituído por um catálogo completo, restringindo-se neste caso a obrigação de afixação em cartaz com a informação de que o catálogo se encontra à disposição do público. Nos serviços prestados à hora, á percentagem, à tarefa ou de acordo com outro critério, os preços devem ser sempre indicados com referência ao critério utilizado. Havendo taxas de deslocação devem as mesmas ser indicadas especificadamente. Gestão do stresse e dos riscos psicossociais no local de trabalho estas exigências. Estas podem incluir não impor prazos irracionais ou não deixar que estes sejam impostos pelos seus clientes ao aceitar prazos irrealistas. Gerir ativamente o trabalho, com as pessoas afetadas, pode ser uma forma útil de minimizar quaisquer efeitos negativos. Gerir as expetativas dos/as clientes pode também ajudar a manter o/a cliente satisfeito/a e ajudá-lo ou ajudá-la a garantir negócios futuros. Fazer exigências excessivas, pedindo aos trabalhadores e às trabalhadoras para realizarem tarefas para as quais não são adequados/as nem qualificados/as, pode também constituir uma fonte de risco. Trabalhar com as pessoas envolvidas no sentido de fornecer apoio adicional ou formação pode compensar qualquer impacto negativo que isto possa ter - e como resultado acabará também com trabalhadores/as mais capazes e com melhor formação. A subutilização de competências pode também ser uma fonte de stresse. É uma ideia útil observar com atenção a forma como atribui o trabalho e o modo como gere a carga de trabalho dos seus trabalhadores e trabalhadoras para evitar que surjam problemas. Agir: Ação Preventiva: Controlo e Apoio Falta de controlo pessoal Por vezes, o nível de exigência é menos importante do que deixar que o/a trabalhador/a individual planeie e organize o seu trabalho. Dar-lhes essa flexibilidade, em vez de lhes impor um plano, pode fazer uma grande diferença. Embora os requisitos de algumas profissões limitem por vezes esta possibilidade, é fácil acabar por impor uma forma de trabalho altamente regulamentada, não por ser necessário, mas porque é mais fácil de gerir. Algumas funções requerem que se sigam procedimentos muito rígidos e não permitem grande controlo pessoal sobre a forma como alguém desempenha a sua profissão. Por exemplo, um/a cirurgião/ã ao realizar uma operação tem de seguir procedimentos rigorosos para garantir que é efetuada em segurança. Reflita sobre a quantidade de controlo que dá aos seus trabalhadores e trabalhadoras para planear e organizar o seu trabalho. Podem ser flexíveis, ou existe apenas uma forma de fazer as coisas - a sua? Apoio inadequado Muitos e muitas de nós por vezes temos muito trabalho para fazer, ou enfrentamos outras exigências ou pressões. Nem todas estas estão sob o nosso controlo - ou das pessoas que nos rodeiam, especialmente nas profissões em que temos de lidar com o público em geral. O apoio que temos por vezes da parte dos/as nossos/as superiores ou colegas pode fazer uma grande diferença na nossa capacidade de superar as dificuldades. Por exemplo, a ideia de que o cliente tem sempre razão é uma boa teoria, mas se for encarada de forma a menosprezar ou afetar o/a trabalhador/a que lida com a situação, pode então ter um/a cliente satisfeito/a - mas à custa do/a trabalhador/a. Proporciona um local de trabalho que ajuda e apoia, no qual os e as colegas são compreensivos/as e solidários/as - ou é cada um ou cada uma por si? Agir: Ação Preventiva: Relacionamentos e Violência Maus relacionamentos (incluindo assédio) O apoio de superiores e de colegas é apenas parte dos relacionamentos complexos que podem surgir sempre que um grupo de pessoas se junta. Pense no que sucede quando se encontra com um grupo de amigos/as. A diferença é que podemos escolher as pessoas nossas amigas - por isso, se não gostarmos da forma como um deles ou uma delas se comporta temos uma solução. Geralmente não escolhemos com quem trabalhamos e deixar de trabalhar com eles ou elas nem sempre é uma opção. Fazer pouco de alguém pode parecer um divertimento inofensivo, mas por vezes pode ir longe demais e tornar-se visto como um assédio. A orientação sexual, o sexo, a raça, as características físicas, a vida privada, a capacidade profissional ou a dignidade de uma pessoa podem ser sujeitas a assédio; pretendendo-se vitimizar, humilhar, prejudicar ou ameaçar a pessoa assediada. Algumas das questões mencionadas acima aplicam-se ao seu local de trabalho? Se uma pessoa sentir que está a ser assediada, vítima de bullying, etc., existe alguém a quem se possa dirigir para denunciar a situação e obter ajuda? Mais uma vez, pode ser útil a ajuda externa. Quando os conflitos são relatados, é geralmente melhor tentar resolvê-los depressa, pois podem rapidamente agravarse se isso não acontecer. Violência de terceiros Quando houver um risco de violência (por ex., agressão verbal, ataques físicos ou assédio sexual) por parte de membros do

15 8 público (incluindo assédio sexual), tem de fazer o que puder para educar o público no sentido de que tal comportamento é inaceitável. Planeie o trabalho e os locais de trabalho de modo a minimizar qualquer risco (por ex., botões de alarme) e forneça apoio aos seus trabalhadores e trabalhadoras para que, se forem sujeitos/as a tal comportamento, saibam o que fazer para minimizar o impacto na sua saúde. No entanto, sem isolar os/as trabalhadores/as das pessoas que devem servir, não se podem eliminar tais riscos totalmente. Agir: Ação Preventiva: Papéis e Mudança Conflito de papéis ou falta de clareza Alguns trabalhadores ou algumas trabalhadoras têm de responder a mais do que uma pessoa? Por vezes, as próprias pessoas veem que estão a ser solicitadas para executar mais do que uma tarefa em simultâneo. Podem ter de fazer algum trabalho para uma pessoa, mas outra pedelhe para fazer outra coisa qualquer. Ambas as tarefas podem ser importantes, mas o/a trabalhador/a não consegue fazer as duas ao mesmo tempo e não sabe qual deve fazer primeiro. É uma boa ideia ter as linhas de comando claras para que não surjam tais conflitos, mas, se surgirem, o/a trabalhador/a envolvido/a deve saber quem procurar para o resolver. Má gestão da mudança De algum modo, a mudança faz parte da vida quotidiana. No entanto, se a mudança lhe for subitamente imposta, ou se não fizer a mínima ideia do que está a acontecer (em vez de estar envolvido/a nessa mudança), isso pode trazer pressões acrescidas às exigências do trabalho e tornar-se stressante. Informar e, sempre que for possível, envolver os seus trabalhadores e trabalhadoras durante os momentos de mudança irá ajudar a reduzir os riscos. Agir: Ação Corretiva: Estar preparado/a, falar e fazer planos Estar preparado/a Para além de aumentar a sensibilização e as ações preventivas, é importante atuar precocemente para ajudar os trabalhadores afetados, de forma a evitar que a situação se agrave. Tendo tornado as pessoas conscientes dos sinais e sintomas do stresse nelas próprias e nas outras pessoas, é importante ter um plano para quando isto acontecer. Independentemente de o stresse ser provocado pelo trabalho ou por fatores fora do trabalho, é importante a ação precoce. Se uma pessoa se ausentar do trabalho por doença, então não está a trabalhar para si, independentemente da causa da doença. É bom falar Falar ajuda, no entanto, especialmente quando estão envolvidos problemas pessoais, pode ser uma área difícil, visto que tem de garantir que tudo o que lhe é dito em confidência permanece confidencial. Além disso, a pessoa mais óbvia com quem deva falar pode ser a causa dos problemas. Este pode ser outro motivo para obter ajuda exterior em momentos como este. Tem os recursos próprios para isto - ou precisa de aconselhamento ou ajuda externos? Algumas organizações oferecem um serviço telefónico que pode ajudar a manter os custos baixos. Fazer planos Depois de conhecer melhor os problemas de uma pessoa que podem estar a contribuir para os seus sintomas relacionados com o stresse, precisa então de desenvolver um plano para lidar com eles - ou ajudar a pessoa a lidar com eles, em particular se não estiverem relacionados com o trabalho. Mais uma vez, pode precisar de ajuda de outros/as profissionais para desempenhar esta tarefa. Depois de acordar um plano, é boa ideia manter um registo das ações realizadas. Retornaremos a esta temática em próximas edições da revista da ARAN. Formação FORMAÇÃO PARA PROFISSIONAIS - AUTOMÓVEIS LIGEIROS Formação Modular Certificada - Mecânica, Eletricidade e Mecatrónica Nome do curso Data Horário Carga Horária Local Valor Eletricidade / Eletrónica Pós - Laboral 50 Maia 120 FORMAÇÃO TÉCNICA - CURTA DURAÇÃO Nome do curso Data Horário Carga Horária Local Valor Desempanágem Automóvel Pós - Laboral 16 Maia 120 Alternadores - Reparação e Verificação Pós - Laboral 16 Maia 105 Introdução ao Diagnóstico - Equipamentos de Medição Pós - Laboral 16 Viseu 105 ATESTAÇÃO DE TÉCNICOS PARA INTERVEÇÕES EM SISTEMAS DE AR CONDICIONADO INSTALADOS EM VEÍCULOS A MOTOR - NIVEL 2 Local Data Horário Carga Horária Valor Maia (Pedrouços) Pós - Laboral Associados da ARAN com as quotas em dia terão desconto de 15% sobre valor Cursos 25 horas = 45,00 Cursos 50 horas = 89,00 Restantes cursos = 15% desconto sobre valor Os interessados de participar nos cursos deverão contactar a ARAN: ; tel: ; Fax: Para mais informações, contacte o Departamento de Formação Profissional da ARAN. INSTRUÇÕES DE MONTAGEM DO BOLETIM

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