Liderado por pessoas cujas raízes estavam no campo, esse movimento chegou às áreas urbanas e estendeu seus benefícios a todos os que acreditaram ser

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4 Apresentação Ao longo dos últimos 25 anos, Santa Catarina foi palco de um importante movimento rumo à transformação econômica e social. Liderado por pessoas cujas raízes estavam no campo, esse movimento chegou às áreas urbanas e estendeu seus benefícios a todos os que acreditaram ser possível construir o desenvolvimento por meio da união. Assim nasceu o cooperativismo de crédito catarinense. Ancoradas nos princípios do cooperativismo, estabelecidos no século XIX pelos pioneiros de Rochdale, na Inglaterra, as cooperativas de crédito catarinenses multiplicaram-se nas últimas décadas. E, em pouco tempo, tornaram-se agentes fundamentais ao desenvolvimento das comunidades onde foram inseridas. À medida que se estabeleciam as primeiras cooperativas de crédito do estado, seus dirigentes percebiam que, assim como ocorria com as pessoas, a cooperação entre instituições com os mesmos interesses poderia potencializar suas ações. A união, mais uma vez, se mostrava o melhor caminho para o sucesso. Essa ideia deu origem, em 1985, à Cooperativa Central de Crédito Rural de Santa Catarina - Cocecrer/SC, atual Sicoob Central SC. Das nove cooperativas fundadoras, a Central chega a setembro de 2010 reunindo 44 cooperativas de crédito singulares, que juntas agregam mais de 318 mil associados. Relatar essa trajetória é o grande objetivo deste livro. Nos cinco capítulos que compõem a publicação, apresentamos parte da história do cooperativismo de crédito em Santa Catarina, que começou muito antes de O início dessa história remete ao município de Itapiranga, no Oeste do estado, onde em 1932 foi fundada a primeira cooperativa de crédito catarinense. A Caixa Rural União Popular de Porto Novo, como era chamada na época, foi, por muito tempo, a única responsável por toda a movimentação financeira da cidade. Muito além da oferta de crédito, a Creditapiranga, que se filiou à Central em 1988, representou uma instituição líder na comunidade, sempre presente nas discussões e ações focadas no desenvolvimento regional. Assim como ocorreu em Itapiranga, a busca pelo crescimento, pessoal e coletivo, foi o fator que impulsionou a criação das cooperativas de crédito do Sicoob SC. Ao fundar cada uma delas, produtores rurais, servidores públicos, dentistas, policiais e profissionais de outros segmentos 2

5 tinham o mesmo desejo: construir uma alternativa financeira que atendesse a suas demandas de forma justa e transparente. Neste livro contamos os ideais sobre os quais cada cooperativa filiada à Central foi fundada. Nosso objetivo, assim, é resgatar a memória desse movimento tão importante, que se tornou referência para outros estados do Brasil. O conteúdo desta publicação revela que muitas pessoas e instituições contribuíram para tornar realidade o sucesso tão sonhado pelos pioneiros. Em cada capítulo, o leitor encontrará a narrativa cronológica da formação do Sicoob SC e a consequente consolidação da Central, além dos perfis atuais das cooperativas que formam o Sistema. Dessa forma, buscamos retratar nossa evolução, comprovando os benefícios do cooperativismo. Para melhor retratar esses benefícios, optamos por contar a história do Sistema a partir das pessoas mais interessadas no cooperativismo: os associados. Não por acaso os associados, dos fundadores aos mais recentes, recebem destaque nesta publicação, tendo em vista que exercem papel essencial na consolidação das cooperativas e da própria Central. Hoje, o Sicoob Central SC celebra suas conquistas e elenca novos desafios. Entre as conquistas estão a ampla abrangência, a segurança e a autonomia do Sistema, a integração entre as singulares, a profissionalização da gestão cooperativista e o constante atendimento às demandas dos associados. Os desafios, por sua vez, se mostram proporcionais ao potencial de crescimento: sustentabilidade, avanço de mercado e preservação dos princípios do cooperativismo, entre tantos outros. Ao completar 25 anos, o Sicoob Central SC agradece a todos, pessoas e instituições, que ajudaram a construir essa história. Dos fundadores ao mais recente associado, passando por funcionários, dirigentes e parceiros, todos contribuíram para transformar o cooperativismo de crédito em uma importante ferramenta do desenvolvimento sustentável. Continuaremos a trabalhar, unidos, para fazer de Santa Catarina um terreno cada vez mais fértil aos valores cooperativistas. Liderado por pessoas cujas raízes estavam no campo, esse movimento chegou às áreas urbanas e estendeu seus benefícios a todos os que acreditaram ser possível construir o desenvolvimento por meio da união. Rui Schneider da Silva Presidente do Sicoob Central SC 3

6 Sumário CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 2 Da Europa ao Brasil Um estado que coopera Friedrich Wilhelm Raiffeisen foi o fundador da primeira cooperativa de crédito do mundo, em 1864, na Alemanha. Em 1902 foi a vez do Brasil criar uma instituição semelhante, no Rio Grande do Sul. Trinta anos depois, Santa Catarina viu nascer sua primeira cooperativa de crédito, no município de Porto Novo, hoje Itapiranga. > página 006 As cooperativas de produção catarinenses se organizam para viabilizar uma alternativa ao sistema bancário tradicional, em um movimento que deu origem a dezenas de cooperativas de crédito rural e motivou a criação de uma Cooperativa Central de Crédito Rural de Santa Catarina, a Cocecrer/SC, hoje Sicoob SC. > página 020 4

7 CAPÍTULO 3 CAPÍTULO 4 CAPÍTULO 5 A consolidação da Central Grandes conquistas Rumo a novos desafios Em meio à década perdida da economia brasileira, a Central busca meios para amenizar os impactos da crise sobre as cooperativas de crédito e seus associados. Ao centralizar a movimentação financeira das singulares, a Cocecrer/SC consegue ampliar o volume de recursos oferecido aos cooperados, revelando sua importância. > página 044 Apoiadas pela Central, as cooperativas de crédito catarinenses crescem, em quantidade e volume de operações, e avançam na área urbana. Em todo o país, o sucesso do segmento impulsiona a criação de um banco cooperativo e a Cocecrer/SC passa a integrar o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob). > página 078 O Sicoob SC chega a 2010 focado no fortalecimento das cooperativas singulares e no desenvolvimento sustentável. Motivada pelo potencial de expansão do Sistema, a Central define metas para contribuir ainda mais com a transformação da realidade social e econômica das regiões onde atua. > página 114 5

8 CAPÍTULO 1 Da Europa ao Brasil A primeira cooperativa de crédito registrada pela história foi fundada na Alemanha, em 1848, por Friedrich Wilhelm Raiffeisen. Implantado no meio rural, esse modelo de cooperativismo se alastrou por todo mundo, chegando a Santa Catarina no século seguinte. 6

9 Itapiranga em 1935: município foi o primeiro de Santa Catarina a contar com uma cooperativa de crédito 7

10 Fundadores da Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale, na Inglaterra 8

11 Uma libra. Esse era o valor que cada um de 28 tecelões ingleses deveria economizar mensalmente para consolidar a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale. O esforço conjunto representaria o primeiro passo do movimento cooperativista no mundo. Completamente inserida nas transformações trazidas pela Revolução Industrial, Rochdale era uma pequena cidade inglesa, próxima a Manchester, habitada por tecelões autodidatas. Em 21 de dezembro de 1844, um grupo de trabalhadores, formado por 27 homens e uma mulher, reuniu-se para formar a Sociedade, que tinha como objetivo principal a criação de uma loja na qual pudessem ser vendidos os produtos fabricados por eles. Fundaram uma cooperativa de consumo e, para administrá-la, elaboraram boa parte dos princípios e diretrizes que regeriam o cooperativismo em todo o mundo nos séculos seguintes. Embora no princípio a Sociedade tenha gerado desconfiança na comunidade, os bons resultados obtidos fizeram com que a cooperativa passasse de 28 para 140 membros em apenas quatro anos. Em 1854, sócios reforçavam o capital, que alcançou 152 mil libras. Com o crescimento acelerado, surgiu a questão que faria de Rochdale o ícone do cooperativismo: O que fazer com as sobras de capital?. Em busca da resposta, os pioneiros elaboraram vários princípios norteadores, entre os quais se destacavam o controle democrático, dando a cada sócio o direito a um voto. Assim os associados, em posição igualitária, decidiram o destino das sobras. Além disso, foi estabelecida a livre adesão de novos membros, que ingressariam com os mesmos direitos dos antigos. A cooperativa de Rochdale foi o primeiro passo rumo a uma nova forma de pensar a relação entre trabalho, capital e desenvolvimento. Com o objetivo de contribuir para a solução de problemas econômicos e sociais, por meio da colaboração entre pessoas com interesses semelhantes e do fortalecimento da economia local, o cooperativismo avançou em diversas regiões do mundo, dando origem a cooperativas em diferentes áreas. Entre todas elas, um segmento prosperou por oferecer soluções financeiras a seus associados, facilitando o acesso a produtos e serviços compatíveis com suas necessidades e condição socioeconômica: as cooperativas de crédito. O embrião da primeira cooperativa de crédito surgiu três anos depois de Rochdale, em Friedrich Wilhelm Raiffeisen, natural da Renânia, na Alemanha, criou no povoado de Weyerbusch/Westerwald, também no sudoeste alemão, uma associação de apoio Os princípios de Rochdale 1) A Sociedade é governada democraticamente, cada sócio dispondo de um voto. 2) A Sociedade é aberta a quem dela quiser participar, desde que integre uma cota de capital mínima e igual para todos. 3) Qualquer dinheiro a mais investido na cooperativa é remunerado por uma taxa de juro, mas não dá ao seu possuidor qualquer direito adicional de decisão. 4) Tudo o que sobra da receita, deduzidas todas as despesas, inclusive juros, é distribuído entre os sócios em proporção às compras que fizerem da cooperativa. 5) Todas as vendas são à vista. 6) Os produtos vendidos devem ser sempre puros e de boa qualidade. 7) A Sociedade deve promover a educação dos sócios nos princípios do cooperativismo. 8) A Sociedade deve ser neutra política e religiosamente. 9

12 Raiffeisen: fundador da primeira cooperativa de crédito do mundo para a população rural. A experiência serviu de modelo para que Raiffeisen fundasse, em 1864, a primeira cooperativa de crédito rural do mundo: a Heddesdorfer Darlehnskassenverein (Associação de Caixas de Empréstimo de Heddesdorf). Tipicamente rurais, as cooperativas criadas por Raiffeisen tinham como principais características a responsabilidade solidária dos associados, o valor igual de cada voto de seus sócios (independentemente do número de cotas-parte), a abrangência geográfica limitada, a ausência de capital social e a não distribuição de excedentes ou dividendos. Essas características se tornariam presentes em diversas cooperativas de crédito alemãs nos séculos seguintes. Pouco tempo depois de Raiffeisen fundar a associação de apoio à produção rural, o prussiano Herman Schulze originou o movimento no meio urbano, organizando, em 1856, uma cooperativa de crédito na cidade alemã de Delitzsch. As cooperativas fundadas por Schulze passariam a ser identificadas como cooperativas do tipo Schulze-Delitzsch, conhecidas na Alemanha como bancos populares. Cada novo membro pagava, de forma parcelada, uma taxa de ingresso e uma cota, comprometendo-se a depositar sua poupança na cooperativa para garantir capital de giro. Todos os empréstimos eram destinados ao financiamento de investimentos produtivos. Ao precisar de mais dinheiro para atender as demandas dos seus integrantes, a cooperativa recorria ao mercado, baseando-se no princípio da responsabilidade ilimitada os eventuais credores tinham como garantia o patrimônio pessoal dos cooperados. As cooperativas do tipo Schulze-Delitzsch diferenciavamse das fundadas por Raiffeisen por preverem o retorno das sobras líquidas e não restringirem a área de atuação, além de remunerarem seus dirigentes. Com o sucesso das pioneiras, outros países europeus passaram a criar suas próprias cooperativas de crédito. Na Itália, em 1865, Luigi Luzzatti organizou na cidade de Milão a primeira das cooperativas cujo modelo herdaria seu nome e que seriam bastante populares no Brasil entre 1940 e Dentre suas principais características estavam a não exigência de vínculo para a associação, empréstimos de pequenos valores e trabalho voluntário dos dirigentes. No continente americano, o jornalista Alphonse Desjardins idealizou a constituição de uma cooperativa com características um pouco distintas das já existentes, embora inspirada em Raiffeisen, Schultze-Delitzsch e Aliança internacional Criada em Londres em 1895, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) tornou-se a principal entidade de representação das cooperativas no âmbito internacional. Com a missão de disseminar o histórico e os princípios dos Pioneiros de Rochdale, busca influenciar políticas públicas que incluam cooperativismo e apoiar o desenvolvimento de cooperativas. Além disso, é responsável por coordenar processos de discussão e atualização dos princípios cooperativos, conforme as demandas contemporâneas. Desde que a ACI foi criada, essa atualização ocorreu três vezes, em conferências internacionais realizadas em Paris, no ano de 1937; Viena, em 1966, e Manchester, em

13 Luzzatti. A primeira cooperativa de Desjardins foi fundada na província canadense de Quebec, em 6 de dezembro de Esse modelo, que se tornou conhecido como cooperativa de crédito mútuo, tinha como principal característica a existência de alguma espécie de vínculo entre os associados, reunindo grupos homogêneos, como os membros de um clube, trabalhadores de uma mesma fábrica ou funcionários públicos, por exemplo. Desde que foi criada, a cota exigida para a associação às cooperativas Desjardins era de US$ 5 valor vigente até os dias atuais. Todas as cooperativas desse modelo eram ligadas à Igreja Católica e, por isso, foram estabelecidas ao lado de capelas e paróquias e administradas por sacerdotes que serviam à comunidade local. As pioneiras no Brasil Padre Amstad inspirou-se no modelo Raiffeisen para criar cooperativa de crédito no Rio Grande do Sul Dois anos após a fundação da primeira cooperativa de crédito das Américas, foi criada no interior da cidade gaúcha de Nova Petrópolis a Caixa de Economia e Empréstimos Amstad, considerada a primeira cooperativa de crédito brasileira. Conhecedor do sistema cooperativo europeu, o padre jesuíta Theodor Amstad inspirou-se no modelo Raiffeisen para criar a cooperativa que beneficiaria pequenas comunidades rurais do interior do Rio Grande do Sul. Mas, para que seus conhecimentos pudessem ser aplicados, foi preciso explicar suas vantagens aos colonos alemães distantes da terra natal e praticamente isolados dos centros urbanos, eles desconheciam por completo o assunto. Por isso, a primeira ação do padre Amstad foi reunir os colonos e conscientizá-los de que juntos eles teriam mais chances de solucionar os problemas financeiros que vinham enfrentando. A estratégia deu certo. Em 28 de dezembro de 1902, 19 sócios fundaram a Caixa de Economia e Empréstimos Amstad. A ata de fundação, redigida em alemão pelo padre, registra a aprovação dos estatutos, amplamente discutidos e elaborados durante as reuniões ocorridas nos meses anteriores. O primeiro depósito na Caixa foi realizado pelo próprio padre Amstad, no valor de 100 mil réis, em nome da comunidade católica de Faria Lemos, uma das capelas em que atuava. Cerca de três meses depois, foi concedido o primeiro crédito a um associado, no valor de 300 mil réis. A consolidação da primeira cooperativa de crédito do Brasil serviu como exemplo para a constituição de instituições semelhantes. O modelo alemão não foi o único a se disseminar. Na cidade de Lajeado, também no interior gaúcho, foi criada em 1906 a primeira cooperativa de crédito do tipo Luzzatti no Brasil: a Caixa Econômica de Empréstimo de Lajeado. Diferentemente das cooperativas Raiffeisen, as Luzzatti admitiam qualquer pessoa como cooperado, tendo como público-alvo assalariados, artesãos, pequenos empresários, comerciantes e industriais. Mais abrangente, esse modelo se espalhou pelo Brasil a partir da década de 1920 e ficou conhecido como cooperativismo de crédito popular. Entre as décadas de 1930 e 1950, calcula-se que foram criadas cerca de cooperativas desse modelo no Brasil. À medida que o número de cooperativas se expandia, aumentava a necessidade de ser criada uma entidade que as representasse. No início da década de 1920, foi fundada no Rio de Janeiro a Federação dos Bancos Populares e Caixas Rurais do Brasil, a primei- 11

14 ra federação de cooperativas de crédito do país. Entre as principais contribuições dessa Federação ao movimento cooperativista destaca-se a organização de nove congressos sobre cooperativismo de crédito, entre 1923 e O associativismo ganhou força e, em 8 de setembro de 1925, 18 cooperativas fundaram em Porto Alegre (RS) a Central das Caixas Rurais da União Popular do Estado do Rio Grande do Sul, a primeira cooperativa central unicamente de crédito do Brasil. Em Sa n t a Ca t a r i n a No início da década de 1930, as ideias do padre Amstad atravessaram o Rio Uruguai e encontraram terreno fértil para se desenvolver em uma pequena colônia do Extremo Oeste de Santa Catarina. Chamada inicialmente de Porto Novo (mais tarde Itapiranga), a colônia abrigava imigrantes alemães que haviam saído da região de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, em busca de novas terras e melhores condições de vida. Em 21 de outubro de 1932, seis anos após a chegada dos colonos, nascia a Caixa União Popular de Porto Novo, com 41 sócios-fundadores, entre eles agricultores, comerciantes, artesãos e prestadores de serviços diversos. Na mesma data, em assembleia geral realizada no Hotel Black, os associados decidiram fundar a Sociedade Cooperativa de Crédito Rural e Responsabilidade Ilimitada Caixa Rural União Popular de Porto Novo, a primeira Ata de fundação da Caixa Rural União Popular de Porto Novo, que lista o nome dos 41 sócios-fundadores 12

15 Hotel em que foi realizada a Assembleia de Constituição da Caixa Rural União Popular de Porto Novo, em

16 José Werlang foi o primeiro presidente da Caixa Rural, ocupando o cargo até 1945 cooperativa de crédito catarinense, que seguiu o modelo Raiffeisen. A presidência da Sparkasse termo em alemão que define Caixa Rural ficou sob responsabilidade de um de seus fundadores, José Werlang, que ocupou o cargo até Em 1938, a Caixa Rural passou a funcionar em uma sala da Casa de Administração da Volksveren (Sociedade União Popular) instituição fundada pelo padre Amstad no Rio Grande do Sul em 1912, que oferecia assistência religiosa, cultural, social e profissional aos imigrantes alemães e seus descendentes. No escritório da Caixa havia apenas um balcão para atender os clientes, uma mesa que servia de escrivaninha, duas cadeiras, uma máquina de escrever e um cofre. Sem máquinas de calcular, contava-se apenas com a habilidade matemática dos funcionários. Nos livros-caixa, os registros de movimentações financeiras eram feitos com pena de aço e tinteiro. Naquela época, 70% dos depósitos realizados na cooperativa podiam ser emprestados aos associados, a Livro de matrículas da cooperativa de crédito fundada em Itapiranga no ano de

17 maior parte agricultores. A Caixa pagava 5% de juros anuais aos correntistas e cobrava 7% de juros anuais sobre os empréstimos o juro era cobrado semestralmente e o saldo poderia ser pago em até quatro anos. Os empréstimos eram concedidos somente aos associados, que pagavam uma taxa de 5 mil réis (cerca de R$ 1,80) para integrar a cooperativa. Cada depositante recebia uma caderneta, onde eram anotadas a entrada e saída do dinheiro, com assinatura do gerente ao lado de cada lançamento. Único sistema bancário presente em Itapiranga, a Caixa Rural era responsável por toda a movimentação financeira da cidade, do pagamento de duplicatas às transferências de dinheiro. Todos os anos, as assembleias gerais reuniam os associados para prestação de contas e discussão do futuro da cooperativa. Do lucro anual, 70% era destinado a um Fundo de Reserva Especial e 30% era doado em benefício da comunidade uma das doações mais importantes da época foi feita ao hospital da cidade, Máquina de escrever e tinteiro: as primeiras ferramentas da Caixa Rural Livro-caixa registrou as primeiras movimentações da cooperativa 15

18 que recebeu uma geladeira, movida a querosene, para armazenar penicilina. A fim de melhorar as condições de atendimento da Caixa, os cooperados iniciaram, em 1953, a construção da sede própria. Muitos associados trabalharam na obra de forma voluntária e, em 3 de julho de 1955, o prédio da Caixa Rural foi inaugurado. Além de ampliar o espaço da cooperativa, a nova sede abrigou uma série de estabelecimentos importantes para a comunidade, como o escritório de correspondência do Banco do Brasil, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, a Rádio Itapiranga, a Central Telefônica e a própria Prefeitura. Assim, iniciava em Itapiranga uma história de parceria e dedicação à comunidade, que se tornariam as marcas do cooperativismo de crédito em Santa Catarina. Itapiranga na década de 1940: Caixa Rural era responsável por toda a movimentação financeira da cidade 16

19 Construção da sede própria: trabalho voluntário e espírito cooperativista Sede própria foi inaugurada em 1955, com a presença dos associados 17

20 Sicoob Creditapiranga Formada por membros da comunidade, a cooperativa de crédito de Itapiranga teve participação ativa na história do município. A intensa relação com a comunidade permitiu que a antiga Caixa Rural superasse desafios e se adaptasse às mudanças econômicas e sociais vivenciadas ao longo de 78 anos. No início da década de 1960, a Caixa Rural já era uma instituição sólida. Mas a situação dos agricultores locais era preocupante. Empobrecidos, os produtores não tinham mais condições de investir na atividade rural. Foi então que a cooperativa decidiu liderar um grande levantamento socioeconômico, a fim de identificar os principais entraves ao progresso da região. O trabalho resultou em um plano completo de desenvolvimento para Itapiranga, que incluía, entre outras ações, a construção de uma escola agrícola e a implantação de empreendimentos como um frigorífico e um laticínio no município. Conforme definia o plano, parte desses empreendimentos era financiada pela Caixa Rural. A iniciativa deu tão certo que o levantamento socioeconômico foi repetido no final da década de 1990, quando Itapiranga passava novamente por um momento de dificuldade, decorrente do aumento de competitividade no setor agropecuário. Essa situação se refletiu também no desempenho da cooperativa agora denominada Creditapiranga, que fomentou a realização de um novo plano de desenvolvimento local. Assim, a mais antiga cooperativa de crédito de Santa Catarina chegou ao século XXI ainda mais próxima da comunidade. Entre as principais estratégias de crescimento destaca-se o desenvolvimento de ações para promover a doutrina cooperativista, como a realização de seminários e palestras sobre o tema, além de patrocínio a diversos eventos de iniciativa da comunidade. Cada vez mais presente na vida dos cooperados, a cooperativa de crédito de Itapiranga cumpre a função social idealizada pelo padre Theodor Amstad: contribuir para o desenvolvimento humano. 18

21 Na foto ao lado, o presidente da cooperativa, José Adalberto Michels, recebe associados. Nas demais, atendimento na sede e cooperados do Sicoob Creditapiranga João Averbeck (à esquerda), associado do Sicoob Creditapiranga Meu pai foi sócio-fundador da Caixa Rural em Itapiranga. Eram tempos difíceis, ninguém tinha dinheiro. Lembro que meu pai passava o ano inteiro com 50 centavos no bolso. Então a cooperativa surgiu com o princípio de que um pouco de cada um Sicoob Creditapiranga Se d e: Itapiranga Fu n d a ç ã o: 21/10/1932 Início das atividades: 21/10/1932 Filiação ao Sicoob: 16/03/1988 Segmento: Livre Admissão Número de associados: Número de funcionários: 44 Ag ê n c ia s: 4 Área d e a b r a n g ê n c ia: Itapiranga, Tunapólis e São João do Oeste no Estado de Santa Catarina e Barra do Guarita, Boa Vista do Buricá, Bom Progresso, Braga, Campo Novo, Crissiumal, Derrubadas, Doutor Maurício Cardoso, Esperança do Sul, Horizontina, Humaitá, Miraguaí, Nova Candelária, Novo Machado, Palmitinho, Pinheirinho do Vale, Redentora, Santa Rosa, São José do Inhacorá, São Martinho, Sede Nova, Tenente Portela, Tiradentes do Sul, Três de Maio, Três Passos, Tucunduva, Tuparendi e Vista Gaúcha no Estado do Rio Grande do Sul População da área de abrangência: habitantes Atual presidente: José Adalberto Michels resolveria o problema geral. E assim foi, pois a comunidade se uniu em torno do mesmo objetivo. Com a ajuda da cooperativa, meu pai comprou terras e pôde criar os sete filhos com dignidade. Como ele, centenas de pessoas foram ajudadas. Sem dúvida, a cooperativa de crédito foi essencial ao progresso de Itapiranga, tanto naquele período como nas décadas seguintes. DATA BASE: 30/06/

22 CAPÍTULO 2 Um estado que coopera Consolidadas, as cooperativas de produção catarinenses dão início a um movimento para a expansão do cooperativismo de crédito no estado 20

23 Assembleia da Crediauc, em Concórdia, na década de

24 O período pós-guerra foi marcado por profundas alterações nos cenários econômico e social de Santa Catarina. Entre 1940 e 1950, a população do estado passou de 1,2 milhão para 1,5 milhão de habitantes, a maioria fixada na zona rural. No Brasil, a partir da metade da década de 1950, a atividade agrícola tomou o centro das discussões sobre o desenvolvimento do país. Começava a se disseminar a ideia de que somente a modernização dos métodos de trabalho no campo permitiria que a agricultura brasileira acompanhasse a evolução industrial que ocorria nos centros urbanos. Em Santa Catarina, a atividade industrial iniciava uma fase de crescimento e diversificação, mas a economia do estado continuava alicerçada na agricultura. Em 1960, a indústria era responsável por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado, enquanto atividades agrícolas e extrativistas correspondiam a mais de 50%. Nesse cenário, o cooperativismo ganhou força, com a formação de cooperativas de produção, que reuniam produtores rurais para atender o mercado de forma mais organizada. Esse movimento foi mais intenso no Oeste e Meio-Oeste de Santa Catarina, regiões que se consolidariam como o celeiro catarinense. Chapecó, Concórdia, Joaçaba e Campos Novos foram algumas das cidades que sediaram as primeiras Cooperativa Central Oeste Catarinense - Aurora, em 1973: produção impulsiona cooperativismo de crédito 22

25 cooperativas de produção formadas no estado, ainda no final da década de Enquanto as cooperativas de produção se multiplicavam, o cooperativismo de crédito passava por um período de instabilidade, marcado por mudanças constantes na legislação que regulamentava o segmento. Ao final de 1961, o país contabilizava 511 cooperativas de crédito, com associados. Em novembro do ano seguinte, durante o governo João Goulart, o decreto nº editado pelo Conselho de Ministros suspendeu as autorizações e os registros de novas cooperativas de crédito, estancando o crescimento do setor. O processo iniciado em 1962 teve continuidade ao longo do regime militar, que planejava uma profunda reforma no Sistema Financeiro Nacional, pela qual seriam atribuídas a bancos estatais as principais funções desempenhadas pelas cooperativas de crédito, como o financiamento às atividades agropecuária e industrial. Em 1964, a Lei equiparou as cooperativas de crédito às demais instituições financeiras e transferiu ao Banco Central as atribuições até então exercidas pelo Ministério da Agricultura, como a autorização de funcionamento e a fiscalização das cooperativas de crédito. Nos anos seguintes, uma série de resoluções, leis e decretos restringiram a área de atuação das cooperativas de crédito, levando a uma extinção em massa dessas instituições. Classificação das cooperativas de crédito A Lei 5.764, de 1971, que veda às cooperativas de crédito o uso da expressão banco, classificou-as em três segmentos: Singulares: constituídas por, no mínimo, 20 pessoas físicas, sendo excepcionalmente permitida a admissão de pessoas jurídicas sem fins lucrativos ou que mantenham atividades econômicas iguais ou correlatas às desenvolvidas pelas pessoas físicas. Têm como função a prestação direta de serviços aos associados. Cooperativas centrais ou federações de cooperativas: constituídas de, no mínimo, três singulares excepcionalmente podem admitir associados individuais. Seu objetivo é organizar, em maior escala, os serviços econômicos e assistenciais de interesse das filiadas, integrando e orientando suas atividades, além de facilitar a utilização recíproca dos serviços. Confederações de cooperativas: constituídas por, pelo menos, três federações de cooperativas ou cooperativas centrais, pertencentes à mesma ou a diferentes modalidades. Orientam e coordenam as atividades das filiadas, nos casos em que o volume dos empreendimentos ultrapassarem a capacidade de atuação das centrais e federações. O re c o m e ç o Após um período de verdadeira perseguição, a década de 1970 trouxe esperança ao cooperativismo de crédito brasileiro, com a revogação de algumas das leis que restringiam sua atuação. Em 1971, a Lei definiu a cooperativa como sociedade de pessoas, de natureza civil. A fiscalização e o controle das cooperativas de crédito continuaram sob responsabilidade do Banco Central do Brasil, enquanto sua regulação cabia ao Conselho Monetário Nacional. A legislação também atribuía ao Estado a responsabilidade pela assistência técnica e oferta de incentivos financeiros e creditórios especiais, necessários à criação, desenvolvimento e integração das entidades cooperativas. Apesar das condições mais favoráveis, a desestruturação do segmento havia sido tamanha que foram necessários cerca de 20 anos para a retomada da criação de cooperativas de crédito no Brasil. Em 1981, um projeto elaborado pelo cooperativista Mário Kruel Guimarães começou a ser desenvolvido no Rio Grande do Sul, na tentativa de criar um Sistema Cooperativo de Crédito Rural no país. O principal objetivo era oferecer ao pequeno produtor uma alternativa de financiamento para suas atividades, tendo em vista sua impossibilidade de arcar com as altas taxas de juros cobradas por instituições bancárias. Esse movimento chegou a Santa Catarina em 23

26 Informativo das cooperativas de produção divulgava os benefícios do cooperativismo de crédito 1982, coordenado pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), que criou o Comitê Pró-Constituição das Cooperativas de Crédito Rural. Por meio desse Comitê, a Ocesc organizava reuniões em todo o estado, a fim de esclarecer os benefícios do cooperativismo na área financeira. Cientes das dificuldades de financiamento enfrentadas pelos produtores rurais, sete cooperativas de produção foram incentivadas a iniciar um sistema de cooperativas de crédito em Santa Catarina eram elas: Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia (Copérdia), de Concórdia; Cooperativa Regional Alfa (Cooperalfa), de Chapecó; Cooperativa Agropecuária de Canoinhas (Coopercanoinhas); Cooperativa Regional Auriverde (Cooperauriverde), de Cunha Porã; Cooperativa Regional Arco Íris (Cooperarco), de Palmitos; Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos (Coopercampos) e Cooperativa Rio do Peixe (Coperio), de Joaçaba. Em cada uma delas foi formado um grupo de trabalho, que envolvia dirigentes e funcionários, para estudar a viabilidade da fundação de cooperativas de crédito na região em que atuavam e buscar modelos que auxiliassem na implantação. Além dos encontros realizados entre líderes do cooperativismo local, os representantes das cooperativas de produção visitaram diferentes cooperativas de crédito estabelecidas em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, além da única iniciativa catarinense que não havia sucumbido aos percalços do cooperativismo de crédito nas décadas anteriores: a antiga Caixa Rural de Itapiranga, à época chamada Creditapiranga. Escolhidos os modelos que serviriam como base, cada uma das seis cooperativas de produção elaborou um projeto e enviou ao Banco Central, solicitando 24

27 Certificado emitido pelo Banco Central autorizou o funcionamento da Crediauc, fundada em 1984 autorização para fundar uma cooperativa de crédito singular. Esses projetos começaram a ser aprovados em 1985, com a autorização para funcionamento da Cooperativa de Crédito do Alto Uruguai Catarinense (Crediauc), com sede em Concórdia. Apoiada pela Copérdia, a Crediauc foi criada em 8 de novembro de 1984, por 33 sócios-fundadores. Entre eles estava Rui Schneider da Silva, que foi eleito o primeiro presidente da cooperativa de crédito. Ao iniciar as atividades, em março do ano seguinte, o grande desafio era conscientizar os associados, basicamente produtores rurais, a confiar no cooperativismo de crédito, acreditando que o sistema traria benefício para todos e contribuiria para o desenvolvimento local. E não bastava apenas associar-se. Para que a cooperativa tivesse futuro, era preciso concentrar nela todas as movimentações financeiras. A primeira operação O primeiro empréstimo da história da Crediauc, de Concórdia, deu-se de forma inusitada, algumas horas depois de sua inauguração. O sócio-fundador João Rech Netto recebeu a matrícula de número 01. Para efetivar a abertura da conta corrente, fez o primeiro depósito. O gerente da Crediauc recebeu o depósito, mas não sabia muito bem o que fazer com o dinheiro. Sem pestanejar, o associado Ovidio José Pille, que estava ao lado do gerente, questionou se aquele valor, ou ao menos uma parte, não poderia ser emprestado para ele. Com a aprovação dos associados presentes no local, o empréstimo foi concedido. Era a primeira das milhares de operações de crédito que seriam realizadas pela Crediauc nos anos seguintes. 25

28 Os fundadores da Crediauc se esforçaram para levar informação às comunidades rurais. E nenhuma oportunidade era perdida. Certa vez, representantes da cooperativa foram ao interior preparados para realizar uma grande reunião com determinada comunidade, a fim de explicar os princípios e o funcionamento do cooperativismo de crédito. Ao chegarem ao local combinado, apenas três pessoas os esperavam. Mas eles não se frustraram. O ginásio foi substituído pela sombra de uma árvore, onde formaram uma roda de chimarrão e cumpriram a missão de transmitir aos interessados a doutrina cooperativista. A conquista da confiança dos associados foi o grande desafio não apenas da Crediauc, mas de todas as cooperativas de crédito fundadas em Santa Catarina naquela época. Objetivos e vantagens da empreitada eram esclarecidos em assembleias das cooperativas de produção, em eventos da comunidade e em visitas às propriedades rurais. O apoio das cooperativas de produção, aliado à credibilidade das pessoas envolvidas na implantação, foi fundamental para que o cooperativismo de crédito prosperasse no estado. Mais do que convencer os cooperados a apostarem na nova ideia, as cooperativas de produção ofereceram todo o suporte necessário ao desenvolvimento das cooperativas de crédito. Cediam espaço físico, móveis e funcionários, que se dividiam entre as atividades na cooperativa de produção e o atendimento aos associados na Credi como as cooperativas de crédito passaram a ser conhecidas. Foi assim em Chapecó, no dia 16 de novembro de 1984, quando 169 pessoas reunidas em Assembleia Geral da Cooperalfa decidiram fundar a Cooperativa de Crédito Rural de Chapecó Ltda. - Credialfa, que mais tarde viria a se chamar MaxiCrédito. Em uma pequena sala da sede da cooperativa de produção, o atendimento aos associados foi iniciado em agosto de 1985, com funcionários também cedidos pela Cooperalfa. Toda a diretoria, incluindo o primeiro presidente, Pergentino Natalino Grando, trabalhava sem remuneração. Ao visitar a Cooperalfa, o produtor rural era convidado a conhecer as instalações e as vantagens da Cre- Sicoob Crediauc Quando começaram a operar em uma pequena sala de 16 metros quadrados, os fundadores da Crediauc tiveram que convencer os associados a canalizar suas movimentações na cooperativa de crédito para fortalecê-la, mas jamais poderiam imaginar que, passados 25 anos, esse contingente atingiria quase 18 mil cooperados. Entre 1984 e 1987, a Crediauc funcionou na sede da Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia (Copérdia). Eram dois funcionários, um gerente e um caixa, que realizavam todas as funções. O aumento no número de cooperados e serviços oferecidos favoreceu o crescimento da cooperativa, que se tornou um importante agente da economia local. Em alguns dos municípios em que atua, a Crediauc é responsável por até 97% de todos os recursos emprestados. A cooperativa opera em regime de livre admissão de associados desde dezembro de No ano seguinte, de acordo com o ranking nacional das cooperativas de crédito, a Crediauc era a maior de Santa Catarina e uma das 10 maiores do Brasil. Em 25 anos, o número de funcionários saltou de três para quase 100 e uma nova sede, ampla e moderna, é o retrato do sucesso alcançado. Cada vez mais próxima da comunidade local, a Crediauc apoia festas, feiras e exposições nos municípios onde está inserida. Equipes e campeonatos esportivos, além de programas de formação de atletas com foco em crianças e adolescentes também são patrocinados pela cooperativa. Sicoob Crediauc Se d e: Concórdia Fu n d a ç ã o: 08/11/1984 Início das atividades: 07/03/1985 Filiação ao Sicoob: 08/11/1985 Segmento: Livre Admissão Número de associados: Número de funcionários: 83 Ag ê n c ia s: 14 Área d e a b r a n g ê n c ia: Concórdia, Seara, Itá, Ipumirim, Ipira, Xavantina, Peritiba, Piratuba, Lindóia do Sul, Arabutã, Arvoredo, Paial, Alto Bela Vista e Presidente Castello Branco População da área de abrangência: habitantes Atual presidente: João Rech Netto DATA BASE: 30/06/

29 Presidente da Crediauc, João Rech Neto, atende associado. Nas imagens abaixo, a sede da cooperativa em funcionamento Mauro Zampiron, associado do Sicoob Crediauc Me associei à Crediauc há mais de 20 anos. Eu estava curioso, pois não sabia o que era uma cooperativa de crédito, mas já era associado a uma cooperativa de produção. Tenho um comércio e uma granja e também trabalho com transporte. A cooperativa é extremamente importante para os negócios. Uma vez precisei de crédito para comprar milho para a granja e fui à cooperativa. Em dois dias, eu estava com o dinheiro que precisava. No campo, a cooperativa ajuda em todo o processo: plantar, produzir e vender. E depois o cooperado ainda participa da divisão dos lucros no final do ano. Por isso sempre aconselho as pessoas que passam pelo meu comércio a se associar. E os que vão, ficam surpresos com o excelente atendimento. 27

30 Primeira sede da Credialfa, que no futuro transformou-se em Sicoob MaxiCrédito di. Entre uma conversa e outra, os principais argumentos eram apresentados e a possibilidade de ser dono de uma instituição financeira, capaz de compreender suas necessidades e anseios, fazia a diferença. Raramente o produtor saía da Credi sem a ficha de matrícula preenchida. Aquele papel, datilografado ou preenchido à mão, representava a aposta em um futuro melhor. A c o n q u i s t a d a c r e d i b i l i d a d e Na metade da década de 1980, o cooperativismo de produção agropecuária catarinense consolidava uma trajetória de expansão. Juntos, pequenos e médios produtores rurais haviam construído silos e armazéns e adquirido frotas para o escoamento da produção, disputando mercados em condições de igualdade com as grandes organizações do setor. Nesse contexto, as cooperativas de crédito vinham para ampliar as possibilidades de expansão do movimento, ajudando a melhorar a qualidade de vida dos cooperados, que tinham a possibilidade de obter e aplicar recursos na sua região. Alguns dirigentes das cooperativas de produção tiveram a oportunidade de visitar a Europa e conhecer os mais antigos sistemas de cooperativismo de crédito, trazendo para Santa Catarina ideias e experiências bemsucedidas. Foi após algumas viagens à Alemanha que Alfredo Scultetus, integrante de uma cooperativa de Sicoob MaxiCrédito Primeira cooperativa de crédito a se tornar de livre admissão em Santa Catarina, a MaxiCrédito, alcançou em 2010 a marca de 25 mil associados. Fundada como uma extensão da cooperativa de produção da região de Chapecó, maior cidade do Oeste catarinense, passou muitos anos trabalhando apenas com crédito rural. Apesar de enfrentar várias crises na agricultua durante a década de 1990, devido à queda dos preços dos produtos agrícolas, a MaxiCrédito nunca registrou prejuízos. Na década seguinte, a estabilidade da economia brasileira fomentou a demanda por crédito e a cooperativa fez da ampliação do quadro social a chave para o crescimento. Em 2005, foi autorizada pelo Banco Central a atuar sob o regime de livre admissão de associados, o que possibilitou a atração de associados do meio urbano. A abrangência maior se refletiu tanto na movimentação financeira quanto nas melhorias e infraestrutura. Hoje a MaxiCrédito é uma das maiores cooperativas do estado, com 25 pontos de atendimento, além da sede. A cooperativa possui um ativo circulante de R$ 172 milhões. No primeiro semestre de 2010, ela realizou R$ 13 milhões em operações de crédito, fechando a carteira em R$ 116 milhões. Apesar do crescimento, a cooperativa trabalha para que suas raízes não sejam esquecidas, mantendo vivos os princípios do cooperativismo. Sicoob Maxicrédito Se d e: Chapecó Fu n d a ç ã o: 16/11/1984 Início das atividades: 15/08/1985 Filiação ao Sicoob: 08/11/1985 Segmento: Livre Admissão Número de associados: Número de funcionários: 157 Ag ê n c ia s: 25 Área d e a b r a n g ê n c ia: Chapecó, Xaxim, Coronel Freitas, Quilombo, Águas de Chapecó, Caxambu do Sul, Nova Erechim, Campo Erê, São Bernardino, Santiago do Sul, Saltinho, Cordilheira Alta, Planalto Alegre, Guatambu, Irati, Formosa do Sul, Jardinópolis, Entre Rios, União do Oeste, Águas Frias, Marema, Lajeado Grande e Nova Itaberaba População da área de abrangência: habitantes Atual presidente: Eloi Frazzon DATA BASE: 30/06/

31 Milton José Tomasini, associado ao Sicoob MaxiCrédito A cooperativa já me ajudou em vários momentos difíceis. Um, que me lembro bem, foi durante a estiagem de 2005/2006. Na época, precisei fazer prorrogação Imagens das agências da MaxiCrédito. Abaixo, o presidente Eloi Frazzon (à dir.) conversa com associado do pagamento do empréstimo por causa da frustração de safra. Na sequência busquei recursos para novos investimentos, que estavam há muito tempo nos meus planos. Os créditos em horas oportunas permitiram que eu conduzisse as minhas atividades com calma e tranquilidade, sem me desfazer de patrimônio. 29

32 Sicoob Credicanoinhas A Credicanoinhas enfrentou logo nos seus primeiros anos de funcionamento os efeitos de planos econômicos malsucedidos e da estruturação do sistema cooperativo. No início da década de 1990, sofreu com o Plano Collor, que ao confiscar as poupanças deixou a instituição quase sem dinheiro em caixa. Como reflexo disso, a Credicanoinhas registrou o único semestre de prejuízo em toda sua história, resultado que conseguiu reverter até o Em Canoinhas, crescimento da produção leiteira dependia de crédito na década de 1980 final daquele ano. Pouco tempo depois, a Credicanoinhas ainda enfrentou dificuldades com a quebra da cooperativa de produção local. Embora desde os primeiros anos suas operações fossem independentes, o fato confundiu a comunidade, atingindo negativamente a credibilidade da cooperativa de crédito. Nessa época, então, a diretoria aproveitou para resolver problemas de inadimplência e reorganizar os sócios, operação que gerou a exclusão de cerca de mil contas. Mais criteriosa na liberação de crédito, a cooperativa passou a crescer vigorosamente e a oferecer uma Nas primeiras assembleias da Credicanoinhas, a diretoria apresentava as vantagens do cooperativismo ampla gama de produtos e serviços a seus associados. Hoje, com mais de 4,7 mil associados e passada a fase produção de Canoinhas, no Planalto Norte do estado, iniciou um movimento para a formação de uma cooperativa de crédito na cidade, em Na época, a maioria dos produtores rurais da região se dedicava à produção leiteira, complementada com o cultivo de feijão, milho e soja. A suinocultura, que se tornaria uma das principais atividades da economia local, estava apenas começando. Tanto para manter a produção quanto para iniciar um novo negócio, os produtores rurais precisavam de crédito, cada vez mais escasso nos bancos. Apesar da dificuldade evidente, não foi fácil reunir os 28 sócios fundadores. Scultetus e outros simpatizantes da ideia tiveram que sair a campo para conversar com os agricultores e convencê-los. Nessa missão, tinham a ajuda dos técnicos agrícolas da cooperativa de produ- de turbulência, a Credicanoinhas se mostra sólida e preparada para atuar como cooperativa de livre admissão de associados. Sicoob Credicanoinhas Se d e: Canoinhas Fu n d a ç ã o: 22/11/ 1984 Início das atividades: 01/04/1985 Filiação ao Sicoob: 08/11/1985 Segmento: Livre Admissão Número de associados: Número de funcionários: 35 Ag ê n c ia s: 8 Área d e a b r a n g ê n c ia: Canoinhas, Irineópolis, Matos Costa, Porto União, Três Barras, Bela Vista do Toldo e Calmon População da área de abrangência: habitantes Atual presidente: Francisco Greselle DATA BASE: 30/06/

33 José Zacarias Munhoz de Lima, associado ao Sicoob Credicanoinhas Assim que comecei a trabalhar com lavoura de soja, milho e feijão, no final dos anos 90, me associei ao Sicoob. A cada safra, eu e meu sogro recorríamos à cooperativa para custear as sementes, adubos, fertilizantes e defensivos utilizados na lavoura. Se dependêssemos de outros Ao lado, o presidente Francisco Greselle atende a associado. Nas demais fotos, a sede do Sicoob Credicanoinhas bancos, o dinheiro sairia com muito mais dificuldade e sobraria menos ao final de cada colheita. Na Credi sou muito bem atendido. Do presidente ao caixa, todos me conhecem, o que facilita a liberação de crédito dentro das possibilidades do nosso cadastro, é claro. A cidade também se beneficiou do crescimento da cooperativa nos últimos tempos. Com o crédito, a produção e o comércio têm se expandido ano após ano. 31

34 ção. A estratégia deu certo: fundada em 22 de novembro de 1984, a Cooperativa de Crédito de Canoinhas (Credicanoinhas) abriu as portas para atendimento aos associados em julho do ano seguinte, tendo Scultetus como presidente. A criação de cooperativas de crédito também permitiu às cooperativas de produção atender seus associados de forma mais completa, concentrando o atendimento em um único local. Naquele tempo, a maioria das operações financeiras era realizada via Banco do Brasil, o que exigia o deslocamento do agricultor até a agência para receber pela venda dos produtos entregues na cooperativa de produção. Em Campos Novos, os associados da Coopercam- Sicoob Credicampos No município conhecido como o celeiro catarinense, o cooperativismo de crédito chegou para somar forças. Focada no desenvolvimento local, a Credicampos atua há 25 anos como um dos principais agentes financeiros de Campos Novos e região. Entre 1985 e 1998, a Credicampos funcionou na cooperativa de produção que a originou, a Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos (Coopercampos). Em 1998, transferiu-se para uma moderna agência localizada no centro da cidade. Então os benefícios que já eram conhecidos pelos associados da Coopercampos foram sendo descobertos por outras pessoas, ampliando a base de cooperados. Assim, a Credicampos chega a 2010 com quase 5 mil associados, atendidos por 25 colaboradores nos cinco municípios onde a cooperativa mantém postos de atendimento: Campos Novos, Brunópolis, Capinzal, Monte Carlo e Curitibanos. Dessa forma, a Credicampos busca, dia após dia, superar o desafio de atender com equilíbrio às demandas de pequenos a grandes produtores rurais, oferecendo uma ampla gama de produtos e serviços. Sicoob Credicampos Se d e: Campos Novos Fu n d a ç ã o: 28/12/1984 Início das atividades: 05/09/1985 Filiação ao Sicoob: 08/11/1985 Segmento: Crédito Rural Número de associados: Número de funcionários: 31 Ag ê n c ia s: 5 Área d e a b r a n g ê n c ia: Campos Novos, Anita Garibaldi, Erval Velho, São José do Cerrito, Monte Carlo, Abdon Batista, Celso Ramos, Vargem, Brunópolis, Ibiam, Tangará, Zortéa, Campo Belo do Sul, Curitibanos, Capinzal e Ouro População da área de abrangência: habitantes Carta enviada aos associados da Coopercampos convidava Atual presidente: Luiz Carlos Chiocca para inauguração da cooperativa de crédito DATA BASE: 30/06/

35 Valter Zanchett, associado ao Sicoob Credicampos Na cooperativa de crédito as operações financeiras se tornam mais fáceis, menos burocráticas. Nela você conhece todo mundo e a cooperativa conhece o seu histórico. Isso facilita as operações, de modo que a liberação de Abaixo, o presidente Luiz Carlos Chiocca. Acima, a sede e a equipe do Sicoob Credicampos recursos é melhor, mais vantajosa. E no final do ano você tem resultados, que podem voltar para sua conta ou vão para capitalização. No banco, o que você paga fica lá. Esse é o grande diferencial. 33

36 pos desejavam uma instituição financeira mais próxima, que agilizasse o recebimento e facilitasse o acesso ao crédito. Por isso, quando a Cooperativa de Crédito de Campos Novos (Credicampos) começou a funcionar em uma salinha anexa à Coopercamos, em setembro de 1985, a satisfação foi geral. Cedidos pela cooperativa de produção, três funcionários se encarregaram da abertura de contas para ser associado da cooperativa de crédito, era obrigatório integrar a cooperativa de produção. Junto aos demais membros da diretoria, o presidente da cooperativa, Alberto Aleixo Rossi, captava novos associados. No primeiro ano de funcionamento, a abertura de contas para movimentação financeira foi a única atividade da Credicampos, pois não havia recursos para a concessão de empréstimos. Somente à medida que chegaram novos associados, o capital da cooperativa aumentou e os primeiros financiamentos começaram a sair complementados com recursos captados no Banco do Brasil. Tanto em Campos Novos quanto nas outras cinco cooperativas de crédito criadas naquela época, o registro Sicoob Credirio Fundada com a ajuda da Cooperativa Rio do Peixe (Cooperio), a Cooperativa de Crédito de Livre Admissão Vale do Rio do Peixe (Credirio) foi fruto de um movimento realizado com lideranças comunitárias de Joaçaba e região. Na época da fundação, os líderes de todas as comunidades rurais participaram de reuniões, nas quais se explicavam os objetivos e fundamentos do cooperativismo de crédito. Como se tratava de uma nova experiência na cidade, o apoio da cooperativa de produção foi fundamental para dar credibilidade à Credirio. Todo o esforço valeu a pena. Entre 1986 e 1987, a cooperativa de crédito dobrou o valor de seu patrimônio líquido e conquistou cerca de 600 associados. Na época, eram concedidos empréstimos a atividades não especificadas (conhecidos como papagaios ), financiamentos agrícolas para manutenção familiar e desconto de Nota Promissória Rural NPR. Em 25 anos, o leque de produtos e serviços oferecidos foi ampliado, assim como o público-alvo, o primeiro passo da Credirio para atuar como cooperativa de crédito de livre admissão. Sicoob Credirio Se d e: Joaçaba Fu n d a ç ã o: 16/01/1985 Início das atividades: 15/10/1985 Filiação ao Sicoob: 08/11/1985 Segmento: Livre Admissão Número de associados: Número de funcionários: 43 Ag ê n c ia s: 10 Área d e a b r a n g ê n c ia: Joaçaba, Luzerna, Herval D Oeste, Erval Velho, Ibicaré, Água Doce, Treze Tílias, Jaborá, Ouro e Lacerdópolis População da área de abrangência: habitantes Em todas as cooperativas de crédito, registros das movimentações financeiras eram feitos Atual presidente: Geraldo Ferronato manualmente em fichas de papel DATA BASE: 30/06/

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