1º Ten Al REGINA ZLOT PERÍCIA MÉDICA E QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO EXÉRCITO BRASILEIRO

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1 1º Ten Al REGINA ZLOT PERÍCIA MÉDICA E QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO EXÉRCITO BRASILEIRO RIO DE JANEIRO 2009

2 1 o Ten Al REGINA ZLOT PERÍCIA MÉDICA E QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO EXÉRCITO BRASILEIRO Trabalho de conclusão de curso apresentado à Escola de Saúde do Exército como requisito parcial para aprovação no Curso de Formação de Oficiais do Serviço de Saúde, especialização em Aplicações Complementares às Ciências Militares. Orientador(a): Yacy de Andrade Leitão Rio de janeiro o Ten Al REGINA ZLOT

3 PERÍCIA MÉDICA E QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO EXÉRCITO BRASILEIRO COMISSÃO DE AVALIAÇÃO Prof a Yacy de Andrade Leitão Orientadora Cap Paulo César Rodrigues Corrêa - EsSEx Co-orientador Maj Luiz Carlos Burgarelli - EsSEx Avaliador Rio de janeiro 2009

4 À minha família que sempre esteve ao meu lado em todos os momentos! Meus pais( Simão e Fanny), meu irmão( Rafael), minha avó ( Paulina), minha cunhada( Joana),meu sobrinho e afilhado( Felipe) e uma pessoa única e especial( Maria) obrigada por fazerem parte dessa minha história de vida! Vocês que sempre me motivaram e me demonstraram um amor incondicional em cada fase da minha trajetória... Sem vocês não teria graça alcançar minhas vitórias, pois cada sorriso de vocês era mais importante que tudo! Essa é a minha família...não tem igual!

5 Agradeço em primeiro lugar a minha família, a minha orientadora (Yacy Leitão), coorientador (Cap Paulo César) e a todos que me ajudaram a organizar essas idéias e colocá-las nessa monografia. Não devo esquecer dos meus instrutores de pós graduação que me deram a ajuda necessária para elaboração desta! RESUMO

6 O Serviço de Saúde do Exército Brasileiro, desde as suas origens, vem passando por evoluções gradativas, até alcançar o estágio atual. A atuação relevante e constante dos peritos médicos do Exército Brasileiro como atividade especializada dentro da organização militar de saúde voltada exclusivamente para o atendimento dos militares e seus dependentes vem tendo sua relevância reconhecida pela Instituição. Entretanto, apesar da sua importância, o Serviço Médico Pericial é elemento de raros estudos, sendo parcas as fontes de consulta sobre o tema. O presente trabalho analisa, primeiramente, o conceito de perícia médica e participação dos médicos nesse segmento. Assim como explicita sobre a responsabilidade médica e a qualidade do serviço prestado. Palavras-chaves: Serviço de Saúde. Perícia Médica Qualidade. Exército Brasileiro.

7 ABSTR ACT The Health Service of the Brazilian Army, since its origin, comes through gradual changes. Until reaching the current stage. The role and relevance of medical experts in the Brazilian Army as a specialist activity within the military health care organization dedicated exclusively to the care of military personnel and their dependents and their relevance is recognized by the institution. However, despite its importance, the medical service component of expertise is rare studies, and the meager sources of advice on the subject. This paper first examines the concept of medical expertise and participation of doctors in that segment. As explained on the medical liability and quality of service provided. Key words: Health Services Medical Expertise. Quality. Brazilian Army.

8 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO TEMA PROBLEMA Formulação do problema JUSTIFICATIVA OBJETIVO REFERENCIAL TEÓRICO A Medicina Legal como base conceitual Conceituação de Perícia Médica A Perícia Médica Militar Qualidade nos Serviços de Saúde do Exército Perícia e responsabilidade dos médicos militares Fundamentos da responsabilidade médica Compromissos funcionais do perito médico militar A responsabilidade médica, iatrogenia e ética Técnicas médico-periciais e desenvolvimento da qualidade Procedimento pericial Perícia Médica: Legislação Civil e Militar Elaboração de documento de avaliação pericial Programas de qualidade nas atividades médico periciais CONCLUSÃO...39

9 4 REFERÊNCIAS INTRODUÇÃO A presente monografia tem como principal objetivo tecer considerações sobre a perícia médica no âmbito do Exército Brasileiro e a qualidade do serviço de saúde oferecido por ele. Será discutida a questão de ser o médico perito uma função que exige conhecimentos profundos e específicos na área. Enfim, o foco deste estudo será na questão da perícia médica ser reconhecida. Nos dias atuais, a grande preocupação com a normatização e fiscalização de procedimentos em vários segmentos profissionais tem originado um cenário de propostas cada vez mais sofisticadas de monitoramento e acompanhamento de rotinas. Esse princípio é esmiuçado quando se trata da saúde humana. O intuito de criação de melhores padrões de gerenciamento da saúde em esferas públicas e privadas no Brasil vem fortalecendo o estabelecimento formal de diretrizes específicas à fiscalização e à organização tanto profissional quanto de procedimentos médicos. Nesse sentido, a perícia médica revela-se como assunto de pauta em contextos acadêmicos e profissionais. Na realidade, a criação de ferramentas de controle e o aprimoramento permanente de práticas profissionais médicas exigem um conjunto de ações previamente estabelecidas e padronizadas. Como a medicina é respaldada em normas, regulamentos e dispositivos legais que visam garantir a integridade do profissional e sua relação com o paciente, a Perícia Médica, no contexto brasileiro, prioriza a identificação e avaliação de procedimentos. Desse modo, iremos discorrer sobre a importância da perícia médica como especialidade. Para tal está dividido em quatro capítulos, sendo apresentados no primeiro os principais conceitos acerca da perícia médica, a

10 perícia médica militar e a qualidade nos serviços de saúde do Exército Brasileiro. Posteriormente, discutiremos a responsabilidade médica, os compromissos funcionais do perito médico militar, assim como, a iatrogenia e ética profissional. Ao final discutiremos o procedimento pericial, a legislação aplicável e os programas de qualidade nas atividades médico-periciais.

11 2 CONCEITOS E MÉTODOS 2.1 TEMA A qualidade nos serviços de perícia médica nos órgãos de saúde do Exército Brasileiro. 2.2 PROBLEMA Tem sido constatado a necessidade de definir de maneira mais detalhada o âmbito e as atribuições da perícia médica em órgãos de saúde do Exército que tem crescido sistematicamente devido ao aumento da tecnologia empregada em suas ações. O serviço de saúde militar tem sido ampliado com o aumento do número de médicos e da equipe multidisciplinar que trabalha em saúde Formulação do Problema Como se exerce o serviço de perícia médica nas organizações de saúde do Exército e como se dá a sua atuação? 2.3 JUSTIFICATIVA Justifica-se o tema pela necessidade de acompanhamento dos trabalhos médicos em diferentes hospitais que estão a serviço das forças armadas. Igualmente em campanha a Perícia Médica tem o seu papel. Em todas as situações é preciso que as atividades periciais sejam efetuadas dentro das exigências dos programas de qualidade. É o que pretende desenvolver o trabalho aqui apresentado. 2.4 OBJETIVO O presente estudo pretende apresentar a importância da perícia médica e a qualidade nos serviços de saúde sob o ponto de vista da medicina militar

12 2.5 REFERENCIAL TEÒRICO A medicina legal como base conceitual Ao se falar em perícia médica não se pode deixar de mencionar a medicina legal, já que aquela se apóia nos princípios desta. A perícia médica necessita associar a investigação médica a processos de natureza administrativa ou judicial. Tendo o respaldo da legislação brasileira, o médico responsável pela tarefa em questão tem como opções trabalhar como perito médico ou como assistente-técnico. O perito médico deve ter como pré-requisitos para a sua atuação algumas qualidades que o permitirão exercer a tarefa que lhe fora imposta de maneira mais precisa. Para que a contribuição do examinando não seja fator crucial e indispensável para a conclusão do caso, faz-se mister que o perito tenha conhecimento clínico profundo. Aliado a isso é necessário que o perito tenha firmeza e segurança para expor a sua conclusão, além de conhecimentos de base legais para se fazer valer da legislação. Ademais, é de suma importância que ele não se deixe influenciar por fatores e pressões externos a fim de que não haja possíveis interferências na conclusão do caso em questão. O perito médico tem um vasto campo de atuação dentro do Exército Brasileiro, podendo exercer sua função nas áreas trabalhistas, administrativas, perícia judicial e em casos de infortúnios nos seguintes casos: readaptação profissional, aposentadoria por invalidez, casos de licença médica, redução de carga horária. A perícia médica só pode ser realizada por profissional da medicina que seja legalmente habilitado. Este terá o conhecimento necessário para que seja esclarecido a alguma autoridade um fato próprio de sua especialidade funcional.

13 A perícia médica é indicada para fins específicos. Aquela de caráter privado é vinculada a instituições que trabalham com planos de saúde e que têm como atividade principal monitorar seus associados e conveniados. O perito designado em juízo não deve ser esquecido. A ele é permitido atuar na qualidade efetiva de perícia ou exercer a função de assistente técnico do juiz. Neste caso, terá poder de acatar quesitos que serão definidos pelo processo em questão. A partir do exposto, pode-se reconhecer que a perícia médica deve ser vista como especialidade. O trabalho desenvolvido por um perito é essencial à elucidação de casos específicos. Comumente a solução ou o esclarecimento de determinadas situações acaba sendo tarefa do médicoperito Conceituação de Perícia Médica Define-se como perícia médica o ato de inspeção que é expresso por laudo, relatório, documento ou outra forma de escritura. Só pode ser emitido por profissional que tenha conhecimento específico do caso que está sendo discutido. O produto desse relatório ou laudo é exatamente o que chamamos de perícia. Se por um acaso o problema esbarrar em questões contábeis, ele será elaborado por um contabilista, caso venha a se relacionar com construção civil será elaborado por um engenheiro civil e, se a matéria for médica, será elaborada por um médico. Neste caso, a perícia será denominada perícia médica. Se o caso em estudo apresentar uma situação que tenha como conseqüência um dano, físico ou psíquico, à pessoa, há a indiscutível necessidade de um especialista, neste caso, um médico-perito. É ele que saberá avaliar os dados em questão e dar o melhor esclarecimento ao caso. A presença do médico-perito é fundamental em casos que envolvam, por exemplo, ações de indenização para reparação de danos causados por acidentes de trabalho, acidentes de trânsito, discussões sobre erro médico,

14 reparações onde houve erro médico, reconhecimento da presença de doença ocupacional, caracterização de incapacidade com finalidade previdenciária (concessão de benefícios), dentre outros casos. Como procedimento técnico, que utiliza meios científicos para averiguação, a perícia médica elaborará o chamado laudo médico-legal. Poderá ser realizada em seres humanos vivos ou em seus cadáveres para apuração e diagnostico de doenças, lesões corporais, idade, sexo, gravidez ou aborto, atos sexuais, exames de paternidade e maternidade. Em caso de morte, seu tempo e modo, impressões digitais, assim como, em animais e objetos. Um dos meios mais conhecidos de perícia médico legal é o exame de corpo de delito, que se realiza através da analise de vestígios do dano criminoso (corpus criminis), meio e instrumento que promoveu este dano (corpus instrumentorum). Quando do exame médico-pericial, deve o perito informar previamente sobre o objeto, fins, riscos, métodos e exames que se devem realizar. Todo individuo tem o direito constitucional de recusar-se à realização do exame pericial. Perícia vem do latim peritia e é definida, como "vistoria ou exame de caráter técnico e especializado". Processualmente perícia é a prova pericial consiste em exame, vistoria ou avaliação 1,assim, perícia médica é um método de avaliação executado pelo médico perito. Como parecer técnico emitido pelo médico perito, o laudo pericial é o resultado do trabalho realizado por ele, limitado ao âmbito técnico, não deve conter opiniões pessoais, pois como meio de prova destina-se a estabelecer os fatos e seus efeitos. Na elaboração do laudo pericial pode o médico perito ter o apoio de um assistente técnico, entretanto, deve ser redigido pelo perito responsável, fundamentando sua argumentação antes de expor a conclusão. O laudo pericial deverá ser redigido de forma que possibilite a compreensão do leigo. Inicia com a qualificação do sujeito periciado e o 1 Código de Processo Civil, art. 420

15 método pericial que foi realizado, aponta o exame do ponto principal e juntase documentos pertinentes ao laudo. Para que um laudo pericial seja construído da melhor forma, faz-se mister a realização das seguintes etapas: agendar de forma clara, precisa e com antecedência para que sejam avisadas as partes; analisar dias antes do exame o assentamento do paciente. No exame pericial, a identificação do periciado é fundamental e todos os dados devem ser anotados. Não deve, em hipótese alguma, deixar de se mencionar o número do RG, a expedição, data de nascimento, naturalidade e Carteira de Habilitação ou de Trabalho. Cabe ao perito ouvir com atenção e paciência o periciado, dirigindo o relato para os pontos que são cruciais às questões a serem analisadas. Previamente elaborado, um questionário é de extrema importância na condução da perícia. Durante o relato, o perito deve anotar tudo o que julgar ser útil à elaboração do laudo. A recusa da exibição ou qualquer outra dificuldade que venha a atrapalhar o bom andamento do trabalho devem ser devidamente anotadas. Todos os quesitos devem receber respostas esclarecedoras e fundamentadas, evitando-se simples afirmativas ou negativas expressas por sim ou não. Ao ser elaborado o laudo, tendo como objetivo a relativa padronização, aconselha-se que os quesitos das respectivas respostas sejam transcritos na ordem em que foram formulados. Deve-se mencionar, quando existir, os quadros demonstrativos que foram agrupados, os documentos, desenhos, as plantas, fotografias e os demais anexos A perícia médica militar Os militares médicos que atuam em cargos de perito, podem exercer a atividade médico-pericial nas áreas trabalhista militar, pecuniária, criminal e de auditoria médica, se forem oficiais do Serviço de Saúde do Exército, de

16 carreira ou temporários, nomeados pelo comandante/chefe/diretor de organização militar a que pertencerem. A perícia médica militar é disciplina pela Portaria Nº 141, de 31 de março de 2004, do Gabinete do Comandante do Exército, que aprovou as instruções gerais para perícias médicas no Exército - IGPMEx (IG 30-11). Conforme passaremos a elucidar, essa norma dispõe sobre a finalidade e aplicação da perícia médica, seu processo, juntas de inspeção de saúde, atuação dos médicos peritos, pareceres, recursos e homologações. As IGPMEx Instruções Gerais para Perícia Médica do Exército aplicam-se conforme o Art. 2º as seguintes pessoas: I - militares II - dependentes de militares; III - pensionistas de militares; IV - servidores civis ocupantes de cargos efetivos, no Exército, e seus dependentes; V - candidatos civis e militares a cursos e estágios militares; VI - candidatos a cargos civis, efetivos, no Exército; e VII - candidatos a amparo pelo Estado. A atividade médico-pericial no Exército compreende a realização de uma série de atos destinados a avaliar a integridade física e psíquica do inspecionado e a emitir pareceres, que servirão de subsídios para a tomada de decisão sobre direito pleiteado ou situação apresentada. 2 Ao médico perito do exército compete a inspeção de saúde das pessoas citadas no Art. 2º da IGPMEx (IG 30-11), também chamada de IS, é a realização do exame clínico e requisição de exames complementares ou especializados, com a emissão da conclusão da perícia médica e comunicação do resultado da perícia ao inspecionado. A hierarquia disciplinar inerente ao exército também é observada no Processo de Perícias Médicas na seguinte ordem 3 : 2 Art. 3º do IGPMEx (IG 30-11) 3 Art. 6º do IGPMEx (IG 30-11)

17 I - Departamento-Geral do Pessoal, centro da decisão dos atos médico-periciais que resultem em concessão de direitos; II - Diretoria de Saúde (D Sau), Órgão Técnico-Normativo;14 Boletim do Exército Nº 15, de 8 de abril de III - Assessorias de Saúde de Comandos Militares de Área; IV - Seções de Saúde Regionais (SSR); V - Seções de Perícias Médicas das Organizações Militares de Saúde (SPM/OMS); VI - Juntas de Inspeção de Saúde de Recurso (JISR) e Juntas de Inspeção de Saúde de Recurso para Aeronavegantes (JISRA); e VI - Juntas de Inspeção de Saúde de Guarnição (JISG), Juntas de Inspeção de Saúde de Guarnição para Aeronavegantes (JISGA), Juntas de Inspeção de Saúde Especial (JISE) e Médicos Peritos, que emitirão pareceres em primeira instância. Cabe ao Departamento-Geral do Pessoal o gerenciamento dos Processos de Perícias Médicas no Exército e a Junta de Inspeção a execução da perícia de saúde. As Juntas de Inspeção, permanente ou temporário, realizarão as inspeções de saúde que constituem perícias médicas ou médico-legais, de interesse do Exército ou apenas pelo médico perito. São autoridades competentes para determinar a inspeção de saúde física e/ou mental de militares e civis, conforme o Art. 12 do IGPMEx: I - pelas JISG e JISGA: a) Comandante do Exército; b) Chefe do Estado-Maior do Exército; c) Comandante de Operações Terrestres; d) Comandante Militar de Área; e) Chefe de Órgão de Direção Setorial; f) Comandante de Região Militar; g) Comandante de Guarnição; h) Comandante da Aviação do Exército; i) Comandante, Chefe e Diretor de Organização Militar;

18 II - pelas JISR e JISRA: a) Comandante do Exército; b) Chefe do Departamento-Geral do Pessoal; c) Comandante Militar de Área; d) Comandante de Região Militar; e) Diretor de Saúde; III - pelas JISE: a) Comandante do Exército;16 Boletim do Exército Nº 15, de 8 de abril de b) Chefe do Departamento-Geral do Pessoal; c) Comandante Militar de Área; d) Comandante de Região Militar; e IV - pelos Médicos Peritos, o Comandante, Chefe ou Diretor de OM. Os pareceres emitidos pelas Junta de Inspeção de Saúde e Médico Perito visam a elucidar e orientar a autoridade militar que poderá apelar para nova inspeção de saúde, em grau de recurso, caso não haja concordância com os pareceres emitidos pelas JISG, JISGA, JISE ou pelos médicos peritos. O prazo de validade da IS é de 12 meses, entretanto, as autoridades especificadas no Art. 12 poderão, dependendo da finalidade e/ou do estado de saúde do inspecionado, determinar ou solicitar inspeções de saúde a qualquer tempo. A Inspeção de Saúde de Controle Médico Periódico será realizada anualmente em todos os militares da ativa, para avaliar o estado de saúde física e/ou mental dos mesmos, bem como para enfatizar as ações de medicina preventiva e melhorar a qualidade de vida e o seu poder combativo, observando-se as seguintes prescrições 4 : I - durante a Inspeção de Saúde de Controle Médico Periódico deverá ser dada ênfase ao exame físico do inspecionado, utilizando-se dos métodos semiológicos clássicos (inspeção, palpação, percussão e ausculta), para avaliação dos diversos segmentos do corpo humano; e 4 Art. 22. IGPMEx (IG 30-11)

19 II - o militar da ativa que apresentar qualquer alteração em sua capacidade física e/ou mental, mesmo estando no período de vigência de sua Inspeção de Saúde de Controle Médico Periódico, deverá ser encaminhado, pela autoridade competente, a uma junta de inspeção de saúde ou a um médico perito, para verificação de sua aptidão. Os militares e civis expostos a substâncias radioativas serão submetidos a controle médico periódico, de seis em seis meses Qualidade nos serviços de saúde do exército O Serviço de Saúde do Exército é uma organização própria e autônoma, vinculada à destinação especificamente a Força Terrestre, no conjunto das Forças Armadas, conforme o artigo 142 da Constituição Federal 5. Composto por médicos, dentistas, farmacêuticos e enfermeiros, distribuídos em hospitais gerais e de guarnição, o Serviço de Saúde do Exército ocupa-se em prevenir e tratar a saúde física e mental de seus militares, em combate ou não, como também de seus dependentes. Além da Escola de Saúde do Exército, responsável pela formação de sua equipe, sua estrutura possui 545 seções de saúde instaladas em organizações militares da Força; 23 postos médicos de Guarnição; quatro policlínicas militares; 15 hospitais de Guarnição; 11 hospitais gerais e ainda o Hospital Central do Exército 6. Escola de Saúde do Exército, localizada no bairro de Benfica, na cidade do Rio de Janeiro, oferece cursos de aperfeiçoamento para médicos, farmacêuticos, enfermeiros. A estrutura é complementada pelo Fundo de Saúde do Exército, que efetiva contratos e credenciamentos com organizações civis e profissionais autônomos da área de Saúde 7. 5 Art As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. 6 Disponível em: 7 idem.

20 Nos últimos anos mudou-se a atuação, sendo privilegiadas as ações de prevenção e não curativas no intento de promover a qualidade de vida e reduzir a vulnerabilidade e riscos à saúde. 8 O processo de modernização do serviço de saúde do Exército Brasileiro passa por alterações em sua estrutura, conquanto houve mudança no paradigma do processo saúde-doença, sendo este resultante das interações do ser humano com o meio ambiente e outros fatores inerentes a sua qualidade de vida. Assim, houve a necessidade de se repensar as políticas de ações sanitárias (Ministério da Saúde, 2005). O Exército Brasileiro implantou o Programa de Excelência Gerencial (PEG) com o intuito de atuar na manutenção da qualidade de vida dos militares. Neste contexto, a perícia médica pode ser considerada como parte do Programa de Excelência Gerencial, uma vez que atua durante toda a vida funcional do servidor, como no momento da admissão, na prevenção e diagnóstico precoce de doenças, nos exames periódicos, na aposentadoria. Por operar sobre os bens mais valiosos do indivíduo, qual seja, a vida e a saúde, o médico perito, vislumbrando a qualidade deve se ater na humanização como fórmula para alcançar a qualidade. 8 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Plano de Promoção da Saúde Disponível em: <http:// Acesso em: 01 ago

21 2.5.2 PERÍCIA E RESPONSABILIDADE DOS MÉDICOS MILITARES Fundamentos da responsabilidade médica A responsabilidade médica é delegada ao profissional no exercício de sua profissão em função do caráter contratual existente entre o médico e o paciente, mesmo que esta relação não seja formalizada na forma escrita. Assim, a relação entre o médico e o paciente produz efeitos jurídicos nos âmbitos civil e penal, porquanto, o médico compromete-se a utilizar seus conhecimentos científicos a fim de alcançar a cura ou redução no sofrimento do paciente. A responsabilidade médica se caracteriza pela denominada responsabilidade subjetiva, isto é, pela comprovação de negligência, imprudência ou imperícia no exercício da profissão. A obrigação do médico consiste em empregar todos os meios disponíveis pela ciência médica, assim como dispor de todos os seus conhecimentos e experiência para tratar do paciente e tentar sua cura. É evidente que se o médico promete a obtenção de um resultado ao seu paciente, independentemente de sua especialidade, está se comprometendo a alcançar um resultado específico, e por conseguinte, em caso de processo, terá ele a incumbência de atuar. Culpa é o atuar originário de um procedimento imperito, negligente ou imprudente. Difere do chamado dolo, posto que este traduz-se num atuar intencional, isto é, age com dolo toda a pessoa que lesa alguém com o prévio objetivo de fazê-lo. É exatamente a negligência e a imprudência que devem ser provadas num processo de responsabilidade civil médica, em que o médico agiu com ausência do seu dever de cautela, através de uma ação ou omissão.

22 Conforme publicação no site oficial do CREMSP 9 : Em setembro de 2001, diversos Conselhos de Medicina do país estiveram reunidos em São Paulo para tratar da responsabilidade profissional do médico, não só do ponto de vista ético, mas também civil e penal. Na ocasião da exposição de diversos especialistas, em Medicina e Direito, destacaram-se: Conduta médica: Os dois primeiros artigos do Código de Ética Médica sintetizam a conduta ética do médico: A medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza e O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício do qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional. Diminuindo os problemas: Algumas das formas de diminuir os problemas de atendimento médico são: reavaliar a multiplicação e a qualidade das faculdades de Medicina; investir na formação humanística e ética dos futuros profissionais; reforçar a comunicação e o diálogo dos Conselhos de Medicina com a sociedade; rever as distorções da legislação dos planos de saúde, que limitam o exercício da medicina e prejudicam o paciente; implementar o Sistema Único de Saúde e seus preceitos legais de universalidade e eqüidade. Responsabilidade subsidiária: Se o hospital está credenciado e exerce atividade delegada pelo poder público, o Estado deve responder por problemas no atendimento médico. Deve haver responsabilidade subsidiária nos casos dos médicos que estão ligados a planos de saúde. O usuário não tem condições de discernir se está contratando um bom profissional ou não. Nesse caso, a operadora pode ser responsabilizada por eventuais danos juntamente com o médico. Ações e indenizações: O médico, na condição de profissional, está sujeito às sanções da lei e os tribunais têm agido com prudência na aplicação dessas sanções. O consentimento informado para realização de um procedimento médico não é um salvo conduto para isentar o médico de responsabilidade e nem um estímulo para que o paciente obtenha uma espécie de indenização futura. O paciente tem o direito de pedir indenizações moral e material ao mesmo tempo, porque são cumuláveis. Nas ações judiciais, se comprovada a culpa, o médico poderá ser responsabilizado penal (de forma dolosa ou culposa) e civilmente. E o fato de ter sido absolvido em uma alçada não impede a condenação em outra. 9

23 Interdição profissional: É dever de médicos e serviços levar ao conhecimento do CRM casos de médicos que, por algum motivo, não estão em condições de exercer a Medicina momentaneamente, seja por dependência química de álcool ou drogas, seja por alguma doença incapacitante, podendo comprometer a qualidade do atendimento médico. A interdição do médico por um desses problemas não configura processo ético-disciplinar, mas um procedimento administrativo. Os Conselhos devem incentivar a criação de uma rede de apoio a esses profissionais, visando- acolhimento humanizado, indicação de tratamento adequado e posterior reintegração ao trabalho, conforme vem fazendo o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo. Seguro contra má-praxis: Devem ser motivo de preocupação os seguros por má-praxis ou seguros de responsabilidade civil, que fazem o ressarcimento e cobrem as despesas de possíveis indenizações que o médico venha a pagar diante de processos na Justiça. Tal prática interfere de forma negativa na relação médico-paciente, pois diminui o nível de confiança e faz aumentar os conflitos; eleva os custos dos serviços médicos; oferece uma proteção aparente ao profissional e incentiva a indústria das indenizações. A relação médico-paciente é pessoal, íntima e deve ser baseada na confiança mútua, sentimento que pode deixar de existir quando a opção é pelo seguro e pelo conflito. Se o médico assumir essa postura defensiva, enxergando no paciente um potencial inimigo que pode processá-lo, a relação de confiança mútua estará irremediavelmente quebrada. Assim, a responsabilidade médica enquanto conduta profissional fundamenta-se no Código de Ética Médica, e em caso de reparação no Código Civil Brasileiro Compromissos funcionais do perito médico militar Como já fora citado anteriormente, o médico-perito tem vasto campo de atuação. Ele pode trabalhar emitindo laudos periciais nos mais variados segmentos, como perícias médicas em medicina do trabalho; perícias

24 médicas em geral; perícias médicas para verificação de incapacidade e capacidade residual; perícias médicas para verificação de LER/DORT; perícias médicas psicopatológicas; perícias médicas de periculosidade e insalubridade; avaliação de interditos; verificação de capacidade mental; perícias médicas de regulação (análise de prontuários e demais documentos médicos); perícias judiciais e extrajudiciais, dentre outros. Como médicos militares do Serviço de Saúde do Exército de carreira ou temporários, os peritos estão sujeitos ao regime disciplinar e funcional do Exército Brasileiro combinado com o Código de Ética Médica que disciplina o exercício da profissão. Segundo o artigo 2º do Código de Ética Médica são princípios fundamentais do médico a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional. O mesmo diploma legal dispõe ainda que é vedado ao médico revelar informações confidenciais obtidas quando do exame médico de trabalhadores inclusive por exigência dos dirigentes de empresas ou instituições, salvo se o silêncio puser em risco a saúde dos empregados ou da comunidade. Deve o médico perito antes de iniciar o trabalho pericial verificar se tem competência para avaliar o caso a que é chamado; imparcialidade na conclusão e fidelidade aos fatos analisados; afirmar apenas baseado na materialidade científica A responsabilidade médica, iatrogenia e ética Muitos médicos gostariam de que as doenças se apresentassem da mesma maneira em cada evento. No entanto, em Medicina, o imprevisível sempre está presente porque há diferenças físicas, emocionais e sociais entre todos os seres humanos. Em contrapartida, existem regras e sinais básicos que, se valorizados, ajudam os profissionais que adotam tais procedimentos a causar menos danos ao paciente (OLIVEIRA, 1991). A rotina tradicional do médico segue seqüência de: ouvir o histórico do paciente; elaborar a anamnese; realizar o exame físico/clínico e apontar as

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