PLANO DE ATIVIDADES 2015

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE ATIVIDADES 2015"

Transcrição

1 PLANO DE ATIVIDADES 2015

2 Plano de Atividades 2015 Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária Índice 1. Introdução 2. Voluntariado e Educação para o Desenvolvimento 3. Formação 4. Cooperação para o Desenvolvimento 5. Intervenção Social e Comunitária 6. Comunicação 7. Sustentabilidade 8. Dinâmica Associativa 9. Núcleos 10. Anexo: Orçamento

3 Plano de Atividades 2015 Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária Introdução 2015 vai ser um ano decisivo para o ISU. 26º aniversário, é como uma segunda vida, talvez uma segunda oportunidade, a da adaptação, a novas pessoas, a novos esquemas de financiamento, de parcerias, de audácias, a uma modernidade de que talvez não tivéssemos compreendido, a expressões diferentes do que fizemos sempre. Talvez seja agora o tempo de saltarmos da nossa experiência e dos resultados profundos dos estudos realizados em 2014 para um paradigma novo, rechegando ao público que nos definiu, desafiando novos dirigentes e dinâmicas associativas. Depois de um processo de reflexão sério começado no início do ano jubilar, o quadro dos nossos objetivos estratégicos gostaria de ser a pauta duma redefinição institucional abrangente. Aberta a novos atores, disponível a tirar partido de forma renovada de tudo o que soubemos e sabemos fazer, capaz de aglutinar todos os que por aqui passaram num projeto arrojado de futuro e continuidade numa adaptação necessária as novas realidades cívicas e sociais que vão emergindo. O esforço de candidaturas novas e inovadoras, de matriz cultural arrojada e bem herdeira da originalidade da fundação do ISU, são neste ano os esteios do lançamento duma visão renovada, alicerçada no estilo de sempre mas com uma vitalidade que tem de abrir caminho. Resta-nos e depende só de nós e destas estratégias, o desafio duma sustentabilidade contracorrente, esmagada por um passado temerário mas vivido com enorme alegria, frutos e entusiasmo, que agora tem de ser arrepiado com a prudência dos audazes. Confiamos nos que estão agora a liderar estes desafios e sabemos que são ISU como os primeiros. Acreditamos que todos partilhamos a leitura que fazemos do que nos cerca. Estamos dispostos a refazer um ISU para mais 25 anos, porque persistimos a acreditar que podemos mudar a vida de muitos, como até aqui. Bom trabalho! 3

4 Voluntariado e Educação para o Desenvolvimento OBJETIVO ESTRATÉGICO Promover o ISU como uma organização de referência nacional ao nível do voluntariado Em 2015, pretende-se reafirmar o trabalho desenvolvido pelo ISU a nível nacional na área do voluntariado, sobretudo ao nível da formação para o voluntariado e da gestão de programas de voluntariado. O maior investimento será feito na continuidade e desenvolvimento do projeto Join4Change, iniciado em 2014, e que nos traz uma oportunidade assinalável para a atualização de conteúdos formativos nesta área. Pretende-se ainda dar seguimento e potenciar noutras parcerias a investigação levada a cabo pelo ISU em 2014, com o Estudo Nacional sobre As competências profissionais geradas pelo Voluntariado, assim como explorar as oportunidades de formação, entre outras, advindas da celebração da Capital Europeia do Voluntariado, estatuto atribuído a Lisboa para o ano de Ao nível da Educação para o Desenvolvimento, e potenciando a experiência do Festival África Mostra-se, do qual o ISU se tem mantido como parceiro desde o seu início, foi elaborado e proposto um projeto que pretende trabalhar o Cinema Documental como ferramenta de trabalho, reflexão e aprendizagem para as questões do Desenvolvimento Join4 Change - Cidadania O projeto Join4Change pretende contribuir para a melhoria das práticas das Organizações da Sociedade Civil (OSC) portuguesas na gestão de programas de voluntariado. Tem como principais objetivos: 4

5 1. Capacitar OSC para a mobilização e gestão de voluntários, com ações de desenvolvimento D competências de dirigentes, colaboradores e voluntários. 2. Estabelecer mecanismos de relacionamento interorganizacional e internacional visando O aumento da eficácia e a partilha de boas práticas. 3. Criar 1 plataforma virtual que potencie a relação entre as OSC e disponibilize know-how, permitindo a disseminação e apropriação em escala. 4. Criar um selo de qualidade de modo a valorizar o trabalho das Organizações ao nível do Voluntariado, bem como reconhecê-las como boas práticas em Gestão de Programas de Voluntariado; 63 OSC selecionadas capacitadas; 5 5 Workshops de levantamento de necessidades com 126 participantes num total de 200h de formação; 1 Infografia sobre as necessidades/limitações na gestão de programas de Voluntariado; 63 planos 4Change com 5 Workshops de Mentoria 5 Reuniões do Comité Executivo do Selo de Qualidade 1 Plataforma virtual com 2000 utilizadores (incluindo os selecionados,inscritos e demais Organizações interessadas) 6 OSC norueguesas / islandesas envolvidas 1 Manual de Gestão de Programas de Voluntariado 1Tool Box Voluntariado, Co-financiador: Fundação Calouste Gulbenkian - Programa Cidadania Ativa EEA Grants; Parceiros CPV - Confederação Portuguesa do Voluntariado; CML Câmara Municipal de Lisboa; CNJ Conselho Nacional da Juventude. Produtos Parcerias e apoios

6 Projeto Radar Núcleo Faro Em 2015, o ISU participará, através do núcleo de Faro, como parceiro no Projeto RADAR Comunicação e Desenvolvimento, promovido pela Associação Par, Respostas Sociais. No âmbito deste projecto será realizada uma ação de Formação, com componente teórica e prática, destinada a estudantes e profissionais da Comunicação Social de Faro, sobre como comunicar as temáticas do Desenvolvimento com uma linguagem tecnicamente adequada. Esta ação de Formação, que decorreu em 2014 no Porto, terá uma componente teórica de 20 horas, seguida de uma parte prática de trabalho acompanhado durante 10 horas. Durante este período, os participantes terão oportunidade de colocar em prática as aprendizagens adquiridas durante as sessões teóricas, sendo convidados a desenvolver peças jornalísticas sobre notícias atuais relacionadas com Cooperação Internacional e Desenvolvimento. 20 Estudantes e profissionais de Comunicação Social capacitados para a utilização de uma linguagem tecnicamente correta na comunicação das problemáticas do Desenvolvimento, através de metodologias de Educação Não Formal. Associação Par, Respostas Sociais Parcerias e apoios 6

7 Formação OBJETIVO ESTRATÉGICO Criar um Centro de Formação inovador, sustentável e de referência nas áreas de know how do ISU O Centro de Formação assume em 2015 um papel estruturante em toda a dinâmica do ISU. Será em 2015 que se realizará o processo de passagem do ISU de entidade acreditada pela DGERT a entidade certificada. Este processo é assumido como sendo de importância central, na medida em que pretendemos continuar a apostar na Formação Certificada quer ao nível das temáticas identitárias do ISU, nomeadamente Voluntariado e Gestão de Programas de Voluntariado, quer ao nível de novas áreas temáticas. O Projeto Join4Change desempenhará um papel central na atualização de conteúdos formativos na área do voluntariado, potenciando paralelamente a dinamização da Bolsa de Formadores que serão envolvidos no desenvolvimento de conteúdos inovadores. Para além do envolvimento na criação de novos conteúdos formativos nas temáticas do Voluntariado e Gestão de Voluntariado, a Bolsa de Formadores será também convidada e desenvolver formações em novas áreas identificadas como prioritárias para o ISU. Formação Geral para Voluntariado: Faro, Lisboa, Évora e Viseu Tem como objetivo promover a prática do voluntariado através de momentos de reflexão e debate de temáticas como a solidariedade, desigualdades, desenvolvimento, cidadania e voluntariado e de sensibilizar a população portuguesa para a importância do voluntariado enquanto exercício de uma cidadania ativa, solidária e comprometida e facilitar a integração dos participantes em projetos de voluntariado. 100h de formação 60 participantes formado(a)s 15 voluntário(a)s e voluntáriasformadore(a)s em permanência 7

8 Parcerias e apoios Câmara Municipal de Lisboa Confederação Portuguesa do Voluntariado ISU Évora Grupo Informal composto por duas ex-voluntárias do ISU Formação Específica em Voluntariado para a Cooperação: Faro Integrada na organização do projeto Nô Djunta Mon (NDM) S. Tomé e Príncipe 2015 será dinamizada uma formação específica em voluntariado para a cooperação com o intuito de contribuir para a formação e preparação de potenciais voluntários e voluntárias a integrar o projeto. A estrutura do plano de formação é organizada em 2 blocos, um geral em voluntariado para a cooperação, e outro específico, com conteúdos vocacionados para a implementação das atividades dirigidas ao projeto de S. Tomé e Príncipe, que terá como foco a formação de Associações Juvenisem Gestão Associativa e Voluntariado e a formação de líderes comunitários em Gestão de projetos Esta formação tem como objetivos: Capacitar os/as formandos/as nas 4 áreas essenciais do NDM: trabalho de projeto, grupo de trabalho, inter-relação cultural, desenvolvimento pessoal e social. Selecionar 1 equipa de voluntários/as a integrar os Projetos NDM em São Tomé e Príncipe 2015; Preparar tecnicamente 1 equipa de voluntários/as para integrar os 1 projetos de voluntariado para a cooperação NDM São Tomé e Prínicipe. 15 Voluntários/as formados na temática do voluntariado para a cooperação; 100 h de formação; 1 Equipa de 3 voluntários/as preparadas a integrar o projeto NDM 2015; Envolvimento de uma equipa de 7 voluntários/as enquanto equipa de formação dos cursos FGV Envolvimento dos voluntários e voluntárias no processo de preparação, conceção e implementação dos Projetos NDM S. Tomé e Príncipe Formações Externas Pretende-se que através da dinamização da Bolsa de Formadores ISU se consigam preparar e ajustar diferentes pacotes de formação, à medida de clientes públicos, privados e entidades do terceiro setor, que nos procuram nas áreas definidas como prioritárias e nas quais o ISU foi acumulando know how ao longo dos anos: 8

9 1. Voluntariado; 2. Gestão de Programas de Voluntariado (com base no Projeto Join4Change); 3. Interculturalidade; 4. Consumo Responsável; 5. Educação para uma Cidadania Global; 6. Formação em Empregabilidade. Em qualquer uma destas áreas, pretendemos cumprir os seguintes objetivos: Capacitar o(a)s formando(a)s de ferramentas para as temáticas nas quais estão a receber formação; Dotar o(a)s formando(a)s de ferramentas necessárias para a aplicação dos conteúdos adquiridos nas suas Organizações e/ou projetos individuais; Implementar um plano de mentoria para acompanhamento ao(à)s formando(a)s. 13 Ações de formação realizadas; Novos conteúdos formativos criados; Parceria estabelecida com 2 ou mais novas Empresas (Refood, Fundação EDP, empresas com expatriados) Câmara Municipal de Lisboa Confederação Portuguesa do Voluntariado Conselho Nacional da Juventude Parcerias e apoios 9

10 Cooperação para o Desenvolvimento OBJETIVO ESTRATÉGICO Assumir um papel de capacitador de pessoas e comunidades na promoção de um desenvolvimento local integrado e sustentável, privilegiando uma componente de voluntariado em cada um dos seus projetos Os projetos de cooperação para o desenvolvimento em 2015 irão manter o seu enfoque no desenvolvimento local de comunidades nos PALOP, prioritariamente nos sectores da, Capacitação Institucional e Segurança Alimentar, através da continuidade do projeto das Escolas Familiares Rurais (EFRs) em Moçambique e do projeto Nhami Beldi na Guiné-Bissau (que será submetido a uma nova candidatura para um segundo ano de implementação) Pretende-se privilegiar a continuidade e a sustentabilidade de processos já alavancados, assentes em parcerias de proximidade e em contextos onde o ISU tem vindo a trabalhar nos últimos anos, tal como também será o caso do projeto NDM de Faro em São Tomé e Príncipe. Pretende-se ainda dar continuidade ao trabalhado exploratório feito na Guiné-Bissau e junto da nossa rede de parceiros internacionais, com vista a transferibilidade da metodologia de ensino das EFRs no contexto da Guiné-Bissau. Nhami Beldi - Promoção da Segurança Alimentar e Prevenção da Desnutrição nas regiões de Bafatá e Gabu O presente projeto resulta de uma parceria entre o ISU, a ADIC-NAFAIA e a GUIARROZ, duas ONG guineenses experientes na área da segurança alimentar e no sector do desenvolvimento rural, e que foi iniciado em O projeto compreende: A criação de Bancos de Cereais (BC) comunitários para permitir o armazenamento da produção cerealífera e a sua distribuição às comunidades em períodos de escassez, de forma a colmatar o carácter cíclico da insegurança alimentar nos locais de intervenção. Implementação de um sistema de gestão comunitária com a criação de um comité de gestão dos BC definido pelas comunidades. 10

11 Incentivo à criação de hortas comunitárias e escolares Ação de formação para os agrupamentos de mulheres horticultoras das tabancas poderem aprender técnicas de transformação dos produtos hortículas e assim conseguir combater o desperdício e gerar rendimento adicional para a sua família/comunidade. A produção hortícola escolar tem também um duplo objetivo: por um lado, servir como recurso pedagógico para a ministração de conteúdos curriculares como Língua Portuguesa, Matemática e Ciências da Natureza, e por outro, contribuir para a melhoria da dieta escolar de alunos e professores, através da distribuição dos alimentos produzidos. Com este projeto pretendemos realizar as seguintes atividades: Criação de Bancos de Cereais Comunitários Criação de hortas comunitárias e escolares Estudo de caracterização da situação nutricional no leste da Guiné-Bissau e sua relação com os hábitos alimentares e culturais da população local Sensibilização comunitária e escolar para a promoção de uma Alimentação Saudável e combate à desnutrição Formação na área Nutricional e da Alimentação Saudável Ações de vigilância nutricional das comunidades e escolas 4 Bancos de Cereais criados e em funcionamento 4 Sistemas de gestão dos Bancos de Cereais criados e em aplicação 50ha de cereais cultivados kg de cereais produzidos, kg distribuídos e kg armazenados 8 Hortas criadas 1 Estudo de caracterização da situação nutricional no leste da Guiné-Bissau e sua relação com os hábitos alimentares e culturais da população local elaborado e publicado Formação na área Nutricional e da Alimentação Saudável Ações de vigilância nutricional das comunidades e escolas Co-Financiadores: Camões, Instituto da Cooperação e da Língua I.P. Fundação Calouste Gulbenkian Parceiros: Parcerias e apoios

12 ADIC-NAFAIA Apoio ao Desenvolvimento das Iniciativas Comunitárias ONG GUIARROZ O Arroz da Guiné-Bissau ONG IICT - Instituto de Investigação Científica Tropical I.P. (Colaboração técnica) Escolas Familiares Rurais Este Programa/Projeto Escolas Familiares Rurais em Regiões Semiáridas e Ensino Médio, EFRSAEM, tem uma duração prevista de 2 anos, de 1 de Janeiro de 2015 a 31 de Dezembro de O ISU introduziu as Escolas Familiares Rurais em Moçambique em 2002, e tem apoiado as EFRs em sucessivos programas: 1) Programa de criação e apoio às Familiares Rurais de Moçambique num período de 5 anos (de Novembro de 2002 a Fevereiro de 2008); 2) Programa de Assistência Técnica de 3 anos (Março 2008 a Fevereiro 2011), 3) Fortalecimento das Escolas Familiares Rurais e Implementação do Ensino Médio FEFRIEM (Março 2011 a Dezembro 2014). Neste último Programa a intervenção do ISU centrou-se sobretudo na parte de Assistência Técnica, Formação de Quadros e Reforço Organizacional. O Projeto prevê quatro grandes objetivos: Formação de Diretores e Formadores das EFRs Apoio na abertura de 2 EFRs nas regiões Semiáridas, com as adaptações necessárias às condições edafo-climáticas, economia da água, etc Apoio específico às EFRs com o Nível III (Ensino Médio) como resposta ao pedido das famílias dos alunos. Melhoria qualitativa da formação, tendo como objetivo a inserção profissional dos jovens rurais, como pequenos empreendedores. A missão das EFRs não é a escolarização, muito embora isso aconteça uma vez que o curso é reconhecido e as EFRs estão inseridas na Rede Nacional de Escolas Profissionais. A rede de EFRs é a maior entidade formadora não-pública do país e a única destinada ao meio rural (meio que representa 80% da população moçambicana). Organizamos o projeto em 2 eixos, com 3 resultados esperados: 1. Eixo Formação R1. Os quadros são formados: formadores e diretores. 2. Eixo Expansão e Consolidação R2.2 EFRs criadas no contexto Semiárido (Província de Gaza) R3. Existência do Nível II - Ensino Básico e Nível III - Ensino Médio das EFRs 12

13 Financiadores: Camões, Instituto da Cooperação e da Língua I.P. Ministério da Educação de Moçambique Direcção Geral de Cooperação e Desenvolvimento (Bélgica) FBSA (Fundo Belga de Segurança Alimentar) Parceiro local: APEPFRUM Entidades promotoras locais: Caritas Moçambique; ESMABAMA e ASA. Parceiros do Consórcio: DISOP (Bélgica); COSENO (Portugal); APDIF (Catalunha). Outros Parceiros indiretos: ESSOR (França); COMPAVI (Moçambique); OFM (Moçambique); ASED (Suíça) Parcerias e apoios No Djunta Mon Faro Nô Djunta Mon em São Tomé e Príncipe Em 2015, pretendemos dar continuidade à intervenção em São Tomé através da realização do projeto NDM, que correrá durante 2 meses, entre Julho e Outubro de A conceção e definição das atividades a dinamizar no projeto serão pensadas pela equipa alargada de voluntários e voluntárias em articulação com os parceiros locais. A equipa que dinamizará o projeto em STP será constituída por 3 voluntários e voluntárias. O projeto será financiado por um conjunto de atividades de financiamento que serão levadas a cabo pelos voluntários. 15 Voluntários envolvidos na conceção do projeto NDM e na angariação de fundos; 3 voluntários capacitados para dinamizar o projeto NDM; Jovens são tomenses capacitados na área do voluntariado e gestão de projetos; Lideres das associações juvenis são tomenses capacitados na área da gestão associativa. Instituto da Juventude de S. Tomé e Príncipe; Igreja de Nova Canã; Igreja do Vigoso. Parcerias e apoios 13

14 Intervenção Social e Comunitária OBJETIVO ESTRATÉGICO Assumir um papel capacitador, nas áreas da juventude, emprego e desenvolvimento comunitário, com a tónica do voluntariado Dentro da área de Intervenção Social e Comunitária, tendo em conta por um lado, que o Plano Estratégico do ISU (2013/2017) identifica como prioritário o desenvolvimento de projetos na área da empregabilidade jovem e por outro, a Estratégia 20/20 (2014/2020) da Comissão Europeia, que reitera esta priorização e que prevê um considerável investimento neste sentido, iremos centrar os nossos esforços na construção de projetos e iniciativas na área da empregabilidade, com enfoque nos jovens. Estas candidaturas pretendem-se assentes em parcerias internacionais que nos permitirão não só promover a transferibilidade de práticas a nível europeu como investigar e validar o trabalho que tem sido desenvolvido pelo ISU na área da empregabilidade. Paralelamente, será dado continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Gabinete de Inserção Profissional e ao trabalho feito a nível territorial com parceiros na Rede para Empregabilidade da Alta de Lisboa e no Grupo Comunitário da Alta de Lisboa. Manteremos a nossa presença nos órgãos sociais do CLIP Recursos e Desenvolvimento (associação que pretende reforçar a sociedade civil de Lisboa) enquanto segundo secretário no Conselho Fiscal. Gabinete de Inserção Profissional (GIP) EMPREGO EM ALTA O Gabinete de Inserção profissional é atualmente a única ação que decorre no âmbito da Intervenção Social e Comunitária na Alta de Lisboa. Permite responder a uma necessidade importante da comunidade em articulação com os parceiros locais. Em 2015, após novo aditamento de contrato com o IEFP, o GIP continuará a ser um projeto estruturante para a empregabilidade no território, respondendo a uma necessidade premente e continuando a ser um serviço de referência quer para os seus utilizadores, quer para as entidades parceiras. O GIP tem como principais objetivos: 14

15 Inserir na vida ativa os indivíduos em situação de desemprego; Envolver os indivíduos em ações que promovam competências; Aumentar as qualificações escolares e/ou profissionais dos indivíduos em acompanhamento; Envolver entidades empregadoras e redes de empregabilidade na inserção profissional do público-alvo. As ações a desenvolver consistem em: Sessões de informação sobre medidas de apoio ao emprego, de qualificação profissional, de reconhecimento, validação e certificação de competências, de empreendedorismo; Receção e registo de ofertas de emprego; Apresentação de desempregados a ofertas de emprego do IEFP; Integração em ações de formação em entidades externas ao IEFP, IP; Colocação de desempregados em ofertas de emprego. 300 atendimentos realizados aos indivíduos acompanhados; 60 sessões realizadas coletivas de informação; 20 entidades envolvidas no processo de inserção profissional dos indivíduos acompanhados; 50% dos indivíduos acompanhados inseridos em Formação Profissional e/ou qualificante; 25% dos indivíduos acompanhados inseridos no mercado de trabalho. Financiador: IEFP Instituto do Emprego e Formação Profissional Parceiros: ACM Alto comissariado das Migrações REAL Rede para a Empregabilidade da Alta de Lisboa Parcerias e apoios Área geográfica a abranger Freguesias de Lumiar e Santa Clara Território da Alta de Lisboa 15

16 Comunicação OBJETIVO ESTRATÉGICO Reforçar a comunicação interna e externa do ISU, melhorando a circulação da informação internamente e aumentando a visibilidade externa junto dos diferentes públicos e atores No seguimento dos resultados atingidos em 2014 na área de Comunicação e com o objetivo de potenciar o seu impacto e alcance, o ISU continuará em 2015 a investir no desenvolvimento de ferramentas e meios de comunicação externa, tais como o Site, Facebook e Newsletter e reforçará a sua dimensão internacional, através da publicação do site e de uma brochura digital, com uma apresentação institucional da organização, em inglês. A produção de um novo panfleto sobre o ISU contribuirá para a atualização e divulgação das suas atividades, assim como da oferta formativa. Paralelamente, estão previstos eventos de divulgação e promoção das aprendizagens e boas práticas de projetos concluídos ou em curso, através da organização de tertúlias mensais, apresentações públicas e da participação na organização da Semana do Desenvolvimento, promovida pelo Instituto Camões e organizada pela Plataforma das ONGDs, em ocasião do Ano Europeu para o Desenvolvimento. Ainda no âmbito das comemorações para 2015, o ISU trabalhará em parceria com a Comissão Organizadora da Lisboa, Capital Europeia do Voluntariado, na organização e promoção/participação em eventos nacionais panfletos ISU produzidos 1 brochura digital em inglês construida Construção do site em inglês 4 newsletters trimestrais 16

17 1 encontro nacional realizado 3 artigos publicados em revistas nacionais e locais 1 presença num programa televisivo 5 tertúlias organizadas 2 apresentações públicas/seminários dos projetos 5000 likes na página facebook do ISU Parcerias e apoios Câmara Municipal de Lisboa Confederação Portuguesa do Voluntariado 17

18 Sustentabilidade OBJETIVO ESTRATÉGICO Diversificar as fontes de receita do ISU (de forma a reduzir a dependência de financiamentos públicos) Sede Em 2015, o ISU mantém o objetivo de diversificação de fontes as receitas, com o propósito de melhorar os resultados atingido no ano passado e de tornar cada vez mais sustentável a organização. Assim sendo, prevê-se: uma gestão rigorosa e transparente; a revisão do modelo organizacional, incluindo o modelo de direção; a implementação do plano operacional de saneamento das dívidas; a implementação do plano operacional de angariação de fundos; parcerias estratégicas; aumento das receitas provenientes do Centro de Formação. Duplicar o valor de donativos em relação ao ano anterior Duplicar as receitas provenientes do centro de formação em relação ao ano anterior 3 eventos de angariação de fundos realizados 3 parcerias estratégicas estabelecidas 1 padrinho/madrinha Mobilização de 1 empresa para apoio ao ISU 18

19 Fundação PT Comunicações e Equipamento informático CeSa - comunicação digital Parcerias e Apoios Núcleos Em 2015, como tem sido, desde o inicio do seu surgimento, a lógica dos núcleos do ISU, dar-seá continuidade à dinâmica assente essencialmente no envolvimento voluntário das e dos voluntários, de modo a reforçar identidade enquanto coletivo e assegurar um modelo sustentável de funcionamento. A sustentabilidade a nível de recursos humanos será, nos núcleos, garantida pela integração gradual de antigos e antigas formandas (da FGV e da Formação Específica NDM) e de antigos e antigas voluntárias dos projetos Nô Djunta Mon nas suas equipas. O núcleo do Porto durante o ano de 2015 entrará em fase de balanço/avaliação e redefinição estratégica não prevendo atividades para este ano. Reformulação da equipa de coordenação no núcleo de Faro, com substituição de 2 voluntárias. Universidade do Algarve Escola Superior de Educação e Comunicação Parcerias e apoios Projeto de turismo rural e cultural Em parceria com a ONG Atelier Mar foi delineado para 2015 o relançamento do projeto de turismo rural e cultural já alicerçado por esta organização cabo verdiana na Ilha de Santo Antão. Esta parceria pretende criar uma oferta turística alternativa, isto é, que promova dinâmicas de turismo de base comunitária, sustentáveis, geradoras de emprego e que aposte na qualidade da experiência/serviço junto do cliente final. Pacotes de turismo criados Oportunidade de turismo divulgadas e turistas/clientes mobilizados 1 pagina web construída 19

20 Dinâmica associativa Dinâmica Associativa OBJETIVO ESTRATÉGICO Reforçar a Dinâmica Associativa do ISU Encontro Nacional Em 2015, o ISU irá realizar um Encontro Associativo de âmbito Nacional. Este encontro vem no sentido da mudança de paradigma em curso, em substituição dos Encontros de Núcleos. Com o objetivo de reforçar a sua identidade nacional, o ISU aposta numa comunicação interna mais eficaz, através do diálogo e da colaboração constante entre os vários Núcleos e através de um Encontro Nacional que juntará todos os trabalhadores e voluntários do ISU. Em 2015 a comunicação com sócios e amigos ISU mantem-se e reforça-se através do e a newsletter. Realização de um Encontro Nacional ISU Modelo de Direção Pretende-se que em 2015 se deem alguns passos relativamente à adaptação do modelo de direção com o intuito de o tornar mais próximo e representativo da abrangência nacional que caracteriza o ISU, e que se deve ver espelhado na forma como se dirige a organização 20

21 . Núcleos Plano de Atividades 2015 Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária OBJETIVO ESTRATÉGICO Fortalecer o ISU enquanto organização de âmbito nacional, potenciando as oportunidades locais, as experiências e recursos de cada equipa Faro Viseu Porto Todo o trabalho desenvolvido nos núcleos resulta do envolvimento voluntário dos seus membros e acreditamos que um envolvimento voluntário comprometido, exigente e crítico é já uma forma de educação para o desenvolvimento, pois promove o questionamento e a transformação dos indivíduos e da sociedade. É este entendimento do voluntariado que procuramos promover nas nossas ações de sensibilização, formação e cooperação para o desenvolvimento. PORTO A Equipa do ISU Porto é atualmente coordenada por um voluntário e constituída ao todo por 12 voluntários. O ano de 2015 será dedicado a um período de reflexão e reestruturação interna. FARO O núcleo de Faro fez 10 anos no ano de Nesta altura definiu como prioridade a reestruturação da sua equipa de coordenação, processo que continua em construção e pleno desenvolvimento Este objetivo implica a passagem de responsabilidades a novos voluntários assim como a concentração da equipa em ações de formação e preparação de novos elementos para as metodologias, conteúdos e procedimentos das diferentes áreas. 21

22 VISEU Todo o trabalho e metodologia de intervenção do ISU-Viseu são feitos numa interação conjunta entre a entidade parceira e voluntários, onde se pauta pelo respeito mútuo, pela troca de ideias e experiências. Em continuidade do ano anterior, este ano procuraremos desenvolver ações que fomentem a constituição da equipa de voluntários e a sustentabilidade da mesma. Temos como prioridade formar e solidificar a equipa de voluntários para que possamos de futuro criar e implementar projetos que vão ao encontro dos nossos objetivos estratégicos. Perante esta futura visão, pretendemos: Formar e sensibilizar para o voluntariado; Incentivar a Educação para o Desenvolvimento; Promover o processo de desenvolvimento de competências pessoais, por meio de uma participação ativa (empowerment); Cooperar nos processos de desenvolvimento local, através da complementaridade de recursos locais e externos. O público-alvo do ISU Viseu são maioritariamente os estudantes do Ensino Superior ou Recém- Licenciados do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), da Universidade Católica Portuguesa de Viseu (UCP) e Instituto Jean Piaget Viseu. Comunidade viseense também constitui o nosso grupo-alvo em algumas atividades. Pretendemos este ano chegar, também, aos alunos do ensino secundário e/ou de escolas profissionais. 22

23 Anexo: Orçamento

24 DESPESAS FIXAS de funcionamento Valor mensal Valor anual ISU Projectos Outros Apoios/ financiamentos A1. Gastos com Pessoal efectivo 1.438, , , ,60 0,00 Vencimentos 1.180, , , ,16 0,00 Segurança social 233, ,44 0, ,44 0,00 Seg. acid. trabalho e doenças - pessoal 25,00 300,00 0, ,00 A2. Gastos com Estágios 1.858, , ,28 0, ,00 Vencimentos 1.550, , ,50 0, ,00 Segurança Social 308, , ,78 0,00 0,00 Seguros (Pagos) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 A3. Despesas Administrativas 651, , , ,80 0,00 Material de Escritório 75,00 900,00 300,00 600,00 0,00 Comunicações 126, , ,00 359,80 0,00 Despesas Bancárias 450, , ,00 0,00 0,00 Quotizações 0,00 410,00 350,00 60,00 0,00 A4. Despesas Espaços 442, ,28 749, ,94 0,00 Rendas e Alugueres 117, ,00 149, ,66 0,00 Electricidade 150, ,00 0, ,00 0,00 Agua 25,00 300,00 0,00 300,00 0,00 Limpeza, Higiene e Conforto 100, ,00 600,00 600,00 0,00 Alarme 50,69 608,28 0,00 608,28 0,00 A.5 Serviços Externos 246, ,00 0, ,00 0,00 Serviços externos - Contabilidade 246, ,00 0, ,00 0,00 TOTAL Despesas fixas 4.636, , , , ,00 A.6 Projectos (sem considerar valores para custos indirectos e reflectidos acima) GIP Join4Change Nhami Beldi Escolas Familiares Rurais TOTAL Orçamento ISU , , , , ,28 0, ,28 0, , , , , ,50 0, , , ,00 0, , , , , , ,40

25 ORÇAMENTO - PARTE ISU ,68 Centro de Formação 5216 Angariação de Fundos 4436 Quotas 900 Apoios/Donativos (Fund.PT) 960 A mobilizar ,68 TOTAL ,68

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral.

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral. Plano de Atividades 2016 INTRODUÇÃO O Plano de Atividades para 2016 agora apresentado tem como mote central DAR SENTIDO. Dar Sentido a tudo o que fazemos, o que nos envolve e o que envolve os outros. Centrarse-á

Leia mais

PROGRAMA ESTRATÉGICO PARA 2013-2015

PROGRAMA ESTRATÉGICO PARA 2013-2015 PROGRAMA ESTRATÉGICO PARA 2013-2015 Abril, 2013 ÍNDICE Estrutura organizacional... 3 Objectivos e Estratégia... 5 Orientações... 5 Objectivos estratégicos triénio 2013-2015... 6 2 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

Plano Estratégico de Iniciativas à Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME Exponor, 15 de Junho de 2012

Plano Estratégico de Iniciativas à Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME Exponor, 15 de Junho de 2012 Plano Estratégico de Iniciativas à Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME Exponor, 15 de Junho de 2012 Contexto: O Impulso Jovem, Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção da Empregabilidade Jovem

Leia mais

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú PROGRAMA de Cooperação da FEC na GUINÉ-BISSAU FUNÇÃO: Gestor(a) de Sistemas de Informação e Dados LOCALIZAÇÃO: República da Guiné-Bissau (Gabú) DURAÇÃO: 12 meses (renovável): julho 2015 - junho 2016 CONTEXTO

Leia mais

OBJETIVO GERAL DA FUNÇÃO

OBJETIVO GERAL DA FUNÇÃO PROGRAMA DE COOPERAÇÃO EM MOÇAMBIQUE FUNÇÃO: Técnico de Capacitação Institucional (TCI) LOCALIZAÇÃO: Moçambique, Província de Nampula DURAÇÃO: 17 meses (datas prováveis: 1 de agosto de 2015 a 31 de dezembro

Leia mais

IIDENTIFICAÇÃO SUMARIA DO PROJETO

IIDENTIFICAÇÃO SUMARIA DO PROJETO IIDENTIFICAÇÃO SUMARIA DO PROJETO Título do projeto: Pensar Global, Agir Global Oito objetivos de Desenvolvimento para o Milénio, Oito Caminhos para mudar o Mundo Localização detalhada da ação (país, província,

Leia mais

AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS

AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS Acção 1 1 AÇÃO 2 COOPERAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E O INTERCÂMBIO DE BOAS PRÁTICAS A B Parcerias Estratégicas na área da Educação, Formação

Leia mais

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020

Turnaround Social 26/07/2015. Instrumentos de Financiamento Portugal 2020. 27 junho 2015. Portugal 2020 Instrumentos de Financiamento Portugal 2020 27 junho 2015 Portugal 2020 1 Apoios ao setor social A estratégia constante do PO ISE procura dar resposta a um conjunto de compromissos assumidos por Portugal

Leia mais

Proposta de Plano de Ação 2012/2013 CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE PENALVA DO CASTELO

Proposta de Plano de Ação 2012/2013 CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE PENALVA DO CASTELO Proposta de Plano de Ação 2012/ 1 Proposta de Plano de Ação 2012/ Eixo de Desenvolvimento: Promover a qualificação escolar/profissional, o empreendedorismo e a empregabilidade. Objetivo geral: Dinamização

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

LÍDERES DA CPLP ENCONTRO DE JOVENS. Este desafio é nosso! Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA

LÍDERES DA CPLP ENCONTRO DE JOVENS. Este desafio é nosso! Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA ENCONTRO DE JOVENS Iº ENCONTRO DE JOVENS LÍDERES COMUNIDADE DE PAÍSES DA CPLP NA DIÁSPORA PORTUGUESA Aveiro, 22 a 24 de Junho de UNIVERSIDADE DE AVEIRO Entidades Promotoras Parceiros Apoios O que é o Festival

Leia mais

Plano de Atividades 2012

Plano de Atividades 2012 Plano de Atividades 2012 A Direção da rede ex aequo propõe o seguinte plano de atividades para o ano de 2012, tendo em conta oito áreas de intervenção consideradas prioritárias. 1. Área de Apoio 2. Área

Leia mais

O Fórum Económico de Marvila

O Fórum Económico de Marvila Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado

Leia mais

No Brasil, a Shell contratou a ONG Dialog para desenvolver e operar o Programa, que possui três objetivos principais:

No Brasil, a Shell contratou a ONG Dialog para desenvolver e operar o Programa, que possui três objetivos principais: PROJETO DA SHELL BRASIL LTDA: INICIATIVA JOVEM Apresentação O IniciativaJovem é um programa de empreendedorismo que oferece suporte e estrutura para que jovens empreendedores de 18 a 30 anos desenvolvam

Leia mais

- Realizar uma ação de formação "Técnicos de Jardinagem e Espaços Verdes"

- Realizar uma ação de formação Técnicos de Jardinagem e Espaços Verdes EIXO 3 DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÓMICO OPERAÇÃO 8 ZAMBUJAL MELHORA! Entidades responsáveis "A Partilha" - Associação de Moradores do Bairro do Zambujal, Buraca; Escola Intercultural das Profissões e

Leia mais

Relatório de Atividades

Relatório de Atividades Relatório de Atividades 2014 Índice Introdução (3) Voluntariado e Educação para o Desenvolvimento (4) Formação (11) Cooperação para o Desenvolvimento (17) Intervenção Social e Comunitária (24) Outros desafios

Leia mais

Estrutura da Apresentação

Estrutura da Apresentação Capacitar para Qualificação e Inovação das Redes Sociais do Minho-Lima (CQIRS-ML) Seminário Redes Sociais, Desenvolvimento e Coesão Social do Alto Minho: Diagnóstico, Perspetivas e Ações 2014-2020 19 de

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

Relatório de Atividades 2014 Relatório de Contas 2014 Associação EcoGerminar

Relatório de Atividades 2014 Relatório de Contas 2014 Associação EcoGerminar Relatório de Atividades 2014 Relatório de Contas 2014 Associação EcoGerminar Castelo Branco, 13 de fevereiro de 2015 1 Alguns dados de 2014 2 PROJETOS APOIADOS PELA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN 7 PESSOAS

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

Regulamento. Foremor

Regulamento. Foremor Regulamento Foremor Preâmbulo O presente projeto decorre de uma candidatura realizada pela MARCA ADL ao programa ERASMUS+, no âmbito da KA1 Learning Mobility for Individuals e está integrada numa iniciativa

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015 Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis CAPÍTULO I AETP: A INSTITUIÇÃO 1. Introdução No decorrer do ano de 2015 prevê-se que a AETP

Leia mais

D6. Documento de suporte à Implementação das Iniciativas Piloto REDE INTERMUNICIPAL DE PARCERIAS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL

D6. Documento de suporte à Implementação das Iniciativas Piloto REDE INTERMUNICIPAL DE PARCERIAS DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL ÍNDICE 1. OBJETIVOS E METODOLOGIA 1.1. Objetivos 1.2. Metodologia de Trabalho 2. IDENTIFICAÇÃO DAS INICIATIVAS PILOTO 3. INICIATIVAS PILOTO 4. IMPLEMENTAÇÃO DE INICIATIVAS PILOTO - MATERIAIS DE SUPORTE

Leia mais

PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16

PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16 PROGRAMA CIDADANIA ATIVA 2013-16 FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN Luís Madureira Pires Lisboa, 22 de março de 2013 Enquadramento > O Mecanismo Financeiro EEE (MF/EEE) Desde a assinatura do acordo do Espaço

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015

Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015 REDE INTERMUNICIPAL DE PARCERIAS DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E ÀS EMPRESAS, COM IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL DA REGIÃO DO ALGARVE Sessão de apresentação. 08 de julho de 2015 1 1 CONTEÚDOS

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA DA U.PORTO Outubro de 2012 Enquadramento do programa na Estratégia Nacional de Formação Financeira Plano Nacional de Formação Financeira

Leia mais

Plano de Ação 2016 GRACE

Plano de Ação 2016 GRACE Plano de Ação 2016 GRACE Mensagem da Direção É tempo de preparar mais um ano de intensa atividade do GRACE, procurando consolidar o capital de experiência e partilha acumulado e alargar novas perspetivas

Leia mais

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS ENCONTRO DA COMISSÃO SECTORIAL PARA A EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO CS/11 ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS OPORTUNIDADES, DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE QUALIDADE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO GT2 - Ensino Superior

Leia mais

O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013

O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013 O Desenvolvimento Local no período de programação 2014-2020 - A perspetiva do FSE - 10 de maio de 2013 Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020 Conselho europeu 7 e 8 fevereiro 2013 Política de Coesão (Sub-rubrica

Leia mais

Plano de Atividades e Orçamento 2016 UDIPSS SETÚBAL

Plano de Atividades e Orçamento 2016 UDIPSS SETÚBAL Plano de Atividades e Orçamento 2016 ÍNDICE Plano de Atividades e Orçamento 2016 ÍNDICE... 1 1. MENSAGEM DA DIRECÇÃO... 2 2. VISÃO, MISSÃO E VALORES... 3 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS (atividades/ações)...

Leia mais

Enquadramento e critérios de Candidatura

Enquadramento e critérios de Candidatura Enquadramento e critérios de Candidatura A cidadania ativa constitui um elemento chave do reforço da coesão social. O Conselho da União Europeia instituiu o ano de 2011, como Ano Europeu do Voluntariado

Leia mais

Introdução. a cultura científica e tecnológica.

Introdução. a cultura científica e tecnológica. Introdução A cultura científica e tecnológica é cada vez mais reconhecida como uma condição estratégica para o desenvolvimento de uma cidadania ativa, traduzindo-se numa sociedade mais qualificada e no

Leia mais

Realização das Noites de Sociologia, encontro tertúlia subordinado a um tema, e que habitualmente se realiza em junho.

Realização das Noites de Sociologia, encontro tertúlia subordinado a um tema, e que habitualmente se realiza em junho. Índice 1. Introdução... 3 2. Atividades científicas, de formação e divulgação....3 3. Publicações.. 3 4. Internet... 4 5. Secções Temáticas e Núcleos Regionais 4 6. Outras atividades....4 2 1. Introdução

Leia mais

PROGRAMA IMPULSO JOVEM

PROGRAMA IMPULSO JOVEM PROGRAMA IMPULSO JOVEM (O PROGRAMA IMPULSO JOVEM APRESENTA UM CONJUNTO DE MEDIDAS DE INCENTIVO À CRIAÇÃO DE EMPREGO JOVEM, UM DOS PRINCIPAIS DESAFIOS COM QUE PORTUGAL SE CONFRONTA ATUALMENTE.) 1. PASSAPORTE

Leia mais

Iniciativa Move-te, faz Acontecer

Iniciativa Move-te, faz Acontecer Iniciativa Move-te, faz Acontecer Entidades Promotoras: Associação CAIS (Projecto Futebol de Rua): Fundada em 1994, a Associação CAIS tem como Missão contribuir para o melhoramento global das condições

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário.

visitas às instituições sociais. Os colaboradores voluntários também foram consultados, por meio da aplicação de um questionário. 1. Apresentação O Voluntariado Empresarial é um dos canais de relacionamento de uma empresa com a comunidade que, por meio da atitude solidária e proativa de empresários e colaboradores, gera benefícios

Leia mais

Plano de Atividades e Orçamento. Exercício de 2014

Plano de Atividades e Orçamento. Exercício de 2014 Plano de Atividades e Orçamento Exercício de 2014 Plano de Atividades e Orçamento para o exercício de 2014 Preâmbulo O Plano de Atividades do ano de 2014 foi elaborado de acordo com as expetativas dos

Leia mais

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade O Futuro da Política Europeia de Coesão Inovação, Coesão e Competitividade 20 de Abril de 2009 António Bob Santos Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico Desafios

Leia mais

Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015

Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015 Programa de Educação para a Sustentabilidade 2014/2015 Plano de Atividades Programa de Educação para a Sustentabilidade O Programa de Educação para a Sustentabilidade para o ano letivo 2014/2015 integra

Leia mais

Eficiência Peso: 30.0

Eficiência Peso: 30.0 ANO: Ministério da Educação e Ciência Instituto Politécnico de Beja MISSÃO: O Instituto Politécnico de Beja é uma instituição de ensino superior ao serviço da sociedade, destinada à produção e difusão

Leia mais

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

REFORÇAR Objectivo 1. Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa CORECARD > MONITORIZAÇÃO Organização e Processos de Gestão Estratégica Liderar e criar uma cultura de escola Melhorar a divulgação da missão/visão para o agrupamento de escolas em toda a comunidade educativa

Leia mais

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org 1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org CONCEITO Realização do 1º Fórum União de Exportadores CPLP (UE-CPLP) que integra:

Leia mais

Programa Local de Responsabilidade Social de Ferreira do Alentejo

Programa Local de Responsabilidade Social de Ferreira do Alentejo Regulamento do Programa Local de Responsabilidade Social de Preâmbulo O projeto Ferreira Solidária, financiado pelo Programa dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social, prevê, no eixo 1, a implementação

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal 1 Preâmbulo O Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, adiante designado por NNIES, é um equipamento municipal criado

Leia mais

PlanodeAção2013. Contexto Externo. Continuação de uma conjuntura socioeconómica muito desfavorável;

PlanodeAção2013. Contexto Externo. Continuação de uma conjuntura socioeconómica muito desfavorável; PlanodeAção2013 Contexto Externo Continuação de uma conjuntura socioeconómica muito desfavorável; Redução expectável da intervenção do Estado e necessidade de consolidação do setor empresarial como parceiro

Leia mais

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Introdução A educação desempenha um papel essencial na promoção dos valores fundamentais

Leia mais

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014 1. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO CENTRO CRIANÇA FELIZ Termos de Referência O projecto Centro Criança Feliz é uma iniciativa da IBIS Moçambique, concebida e por si implementada desde 2008. O projecto surgiu no

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 Plano de Atividades 2014 Índice Nota introdutória ---------------------------------------------------------------------------------------------- 5 1. Programa Garis -------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 Ilustração de Antónia Tinturé Associação Zoófila Portuguesa, março de 2014 1 Índice Enquadramento... 2 Qualidade dos Serviços e gestão internaerro! Marcador não definido. Abrangência e divulgação... 7

Leia mais

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE)

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) 1. Título alusivo à iniciativa Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE). 2. Entidades parceiras Identificação das organizações (Organismo público,

Leia mais

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 1 Índice: I Enquadramento II Eixos de Intervenção Estratégica III Proposta de Orçamento IV Candidaturas a Programas de Apoio 2 I Enquadramento Estratégico

Leia mais

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal

APRENDER COM A DIVERSIDADE CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER COM A DIVERSIDADE. Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal CURSO DE FORMAÇÃO APRENDER Promoção da Aprendizagem Intercultural em Contextos de Educação Não Formal 18 DE FEVEREIRO A 13 DE MARÇO DE 2008 A inducar (http://www.inducar.pt) é uma organização de direito

Leia mais

UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor: RH/2014/013

UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor: RH/2014/013 UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor: RH/2014/013 O UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, a Organização mundial pioneira na defesa dos direitos das crianças e adolescentes, convida profissionais

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra!

Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra! Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra! 1 Exmo. Diretor-Geral da Educação, em representação do

Leia mais

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f)

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f) AVISO Admissão de Pessoal (m/f) A AJITER Associação Juvenil da Ilha Terceira pretende admitir jovens recém-licenciados à procura do primeiro emprego, para estágio no seu serviço, ao abrigo do Programa

Leia mais

DESAFIO PORTUGAL 2020

DESAFIO PORTUGAL 2020 DESAFIO PORTUGAL 2020 Estratégia Europa 2020: oportunidades para os sectores da economia portuguesa Olinda Sequeira 1. Estratégia Europa 2020 2. Portugal 2020 3. Oportunidades e desafios para a economia

Leia mais

PROGRAMA!DE!COOPERAÇÃO!NA!GUINÉ1BISSAU!!EDUCAÇÃO!

PROGRAMA!DE!COOPERAÇÃO!NA!GUINÉ1BISSAU!!EDUCAÇÃO! PROGRAMADECOOPERAÇÃONAGUINÉ1BISSAU EDUCAÇÃO FUNÇÃO:Técnico(a)Formador(a)deGestãoeAdministraçãoEscolareParticipativa LOCALIZAÇÃO:RepúblicadaGuiné1Bissau DURAÇÃO:12meses(renovável):Setembro2015 Agosto2016

Leia mais

Plano de Atividades 2015

Plano de Atividades 2015 Plano de Atividades 2015 ÍNDICE Introdução 1. Princípios orientadores do Plano Plurianual. Desempenho e qualidade da Educação. Aprendizagens, equidade e coesão social. Conhecimento, inovação e cultura

Leia mais

Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015

Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015 Recomendações Encontro Nacional de Juventude 2015 O Conselho Nacional de Juventude (CNJ) organizou, de 30 de outubro a 1 de novembro de 2015, em Cascais, na Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril, o

Leia mais

2015 PLANO DE ATIVIDADES

2015 PLANO DE ATIVIDADES 2015 PLANO DE ATIVIDADES Índice Mensagem do Presidente da Direção... 3 1. Espaço Lusófono Associação para a Cooperação e Desenvolvimento, ONGD... 4 1.1. Missão e Valores... 5 1.2. Estrutura Orgânica...

Leia mais

Contexto Externo. Oportunidades. Ameaças

Contexto Externo. Oportunidades. Ameaças Plano de Ação 2014 Contexto Externo Ameaças Oportunidades Manutenção de uma situação sócio/económica adversa com impacto nas empresas, nomeadamente ao nível da adoção de políticas de redução de efetivos,

Leia mais

DESCRITOR DA PRÁTICA Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Entidades da Economia Social

DESCRITOR DA PRÁTICA Sistema de Reconhecimento e Referenciação de Processos de Qualificação e de Profissionais para Entidades da Economia Social ANEXO 1 - DESCRITOR DA PRÁTICA PRÁTICA para Reconhecimento e/ou referenciação Quer? Reconhecer Referenciar X É da Rede Animar? Sim Não X Entidade Responsável pela Prática: Pessoa de Contato na Entidade:

Leia mais

Quadro jurídico no sistema educativo português

Quadro jurídico no sistema educativo português I Simpósio Luso-Alemão sobre a Qualificação Profissional em Portugal - Oportunidades e Desafios Isilda Costa Fernandes SANA Lisboa Hotel, Av. Fontes Pereira de Melo 8, Lisboa 24 de novembro 2014 Contexto

Leia mais

UDAL - União Desportiva Alta de Lisboa ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária

UDAL - União Desportiva Alta de Lisboa ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária REFERÊNCIA: 062 DESIGNAÇÃO: Altarix Empreende BIP/ZIP em que pretende intervir: 20. Sete Céus 21. Galinheiras - a) Ameixoeira b) Charneca 26. Pedro Queiróz Pereira 66. Charneca do Lumiar 67. Alta de Lisboa

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Social

Programa de Desenvolvimento Social Programa de Desenvolvimento Social Introdução A Portucel Moçambique assumiu um compromisso com o governo moçambicano de investir 40 milhões de dólares norte-americanos para a melhoria das condições de

Leia mais

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO.

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO. CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO O emprego tem uma enorme importância tanto para os indivíduos como para a sociedade Para além de ser uma fonte de rendimento, uma forma de ocupação e

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Plano de Ação 2015 GRACE

Plano de Ação 2015 GRACE Plano de Ação 2015 GRACE CONTEXTO Maior sensibilidade das empresas para a RSC; Redução do Estado Social e crescente solicitação do envolvimento das empresas com a comunidade; Maior relação de parceria

Leia mais

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú

Financiador. Parceiro. Governo da Região de Gabú PROGRAMA de Cooperação da FEC na GUINÉ-BISSAU FUNÇÃO: Técnico(a) Administrativo(a) e Financeiro(a) LOCALIZAÇÃO: República da Guiné-Bissau (Gabú) DURAÇÃO: 12 meses (renovável): março 2015 - fevereiro 2016

Leia mais

Regulamento da Rede de Mentores

Regulamento da Rede de Mentores Regulamento da Rede de Mentores 1. Enquadramento A Rede de Mentores é uma iniciativa do Conselho Empresarial do Centro (CEC) e da Associação Industrial do Minho (AIMinho) e está integrada no Projeto Mentor

Leia mais

A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma

A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma Apresentação A nossa população alvo são crianças e jovens com problemas comportamentais que condicionam as aprendizagens formais e não formais, assim como uma plena integração social e profissional; Crianças

Leia mais

NEWSLETTER#2 Sol do Ave - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Vale do Ave

NEWSLETTER#2 Sol do Ave - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Vale do Ave NEWSLETTER#2 Sol do Ave - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Vale do Ave Projeto Social Angels O projeto Social Angels Comunidade Empreendedora é promovido pela Sol do Ave em parceria com o

Leia mais

Prioridades estratégicas da AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL 2013 2015

Prioridades estratégicas da AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL 2013 2015 Prioridades estratégicas da AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL 2013 2015 VISÃO Prioridades estratégicas 2013-2015 Breve enquadramento e contextualização O mundo não muda sozinho - é um dos mais conhecidos

Leia mais

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA?

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA? INVENTARIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE AVIFAUNA DA RESERVA NATURAL LOCAL DO PAUL DE TORNADA - Quais os objetivos da tarefa? Manter, incrementar e divulgar os valores naturais da Reserva Natural Local do Paul de

Leia mais

Apoio à Empregabilidade e Inclusão dos Jovens

Apoio à Empregabilidade e Inclusão dos Jovens Apoio à Empregabilidade e Inclusão dos Jovens O novo domínio de atuação Luís Madureira Pires Aprovação e objetivos do Programa 2013-16 O Programa Cidadania Ativa é um dos 8 programas em vigor em Portugal

Leia mais

Portugal Brasil Moçambique Polónia

Portugal Brasil Moçambique Polónia www.promover.pt www.greatteam.pt Portugal Brasil Moçambique Polónia QUEM SOMOS - Prestamos serviços técnicos de consultoria de gestão e formação nos diversos setores da economia. - Presentes em Lisboa,

Leia mais

PAO 2013 Assembleia Geral 13 de Novembro de 2012

PAO 2013 Assembleia Geral 13 de Novembro de 2012 PAO 2013 Assembleia Geral 13 de Novembro de 2012 PAO 2013 1. NOTA DOS FUNDADORES 2. OBJECTIVOS 2013 a) INTERVENÇÃO SOCIAL b) ANGARIAÇÃO DE FUNDOS c) COMUNICAÇÃO d) VOLUNTÁRIOS ABO e) GESTÃO ADMINISTRATIVA

Leia mais

II Edição 2014/2015 - REGULAMENTO -

II Edição 2014/2015 - REGULAMENTO - II Edição 2014/2015 - REGULAMENTO - Iniciativa de: Com o apoio de: 1. Apresentação O voluntariado é considerado como uma atividade inerente ao exercício de cidadania que se traduz numa relação solidária

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

Consultoria Estratégica

Consultoria Estratégica Quem somos e o que fazemos A Select Advisor é uma empresa de Consultoria Estratégica Ajudamos à criação de valor, desde a intenção de investimento e angariação de parcerias até ao apoio de candidaturas

Leia mais

Grupo de Trabalho Português para o Investimento Social

Grupo de Trabalho Português para o Investimento Social Grupo de Trabalho Português para o Investimento Social Resumo da primeira reunião da Equipa de Trabalho 2 Capacitação das organizações para o impacto e investimento social Contacto para questões sobre

Leia mais

Aviso - ALG-28-2015-11

Aviso - ALG-28-2015-11 Eixo Prioritário 5 Investir no Emprego OT 8 Promover a Sustentabilidade e a Qualidade do Emprego, e Apoiar a Mobilidade dos Trabalhadores PI 8.9 Apoio ao crescimento propício ao emprego, através do desenvolvimento

Leia mais

Plano de Atividades 2015

Plano de Atividades 2015 Plano de Atividades 2015 Instituto de Ciências Sociais Universidade do Minho 1. Missão Gerar, difundir e aplicar conhecimento no âmbito das Ciências Sociais e áreas afins, assente na liberdade de pensamento,

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa COMBATE AO TRABALHO INFANTIL Nota de Imprensa No próximo dia 12 de Junho, comemora-se o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. O PETI e o Escritório da OIT Organização Internacional do Trabalho em

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR EM CONTABILIDADE, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Leia mais

Estratégia de Dinamização e de Divulgação

Estratégia de Dinamização e de Divulgação Estratégia de Dinamização e de Divulgação Plano de Ação de 2015 FEVEREIRO 2015 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO DA BOLSA DE TERRAS... 4 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS - LINHAS GERAIS DA ESTRATÉGIA... 5

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TECNICA PARA FORMADOR/A EM COMUNICAÇÃO E VISIBILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES UE-PAANE

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020 COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA 2014-2020 18-11-2015 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, IP-RAM MISSÃO Promover o desenvolvimento, a competitividade e a modernização das empresas

Leia mais

AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL 2014-20

AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL 2014-20 AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL 2014-20 Vítor Escária CIRIUS ISEG, Universidade de Lisboa e Augusto Mateus & Associados Barreiro, 30/06/2014 Tópicos Enquadramento A Estratégia de Crescimento

Leia mais

MARIA P A I N E L. Maria Saudade Baltazar UÉvora &CesNova

MARIA P A I N E L. Maria Saudade Baltazar UÉvora &CesNova MARIA P A I N E L A S M A I S V A L I A S D A C O O P E R A Ç Ã O E D O A S S O C I A T I V I S M O Maria Saudade Baltazar UÉvora &CesNova OBJETIVOS Contribuir para a discussão de estratégias, oportunidades

Leia mais