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1 REVISÃO Controle do ganho de peso materno na gestação revisão sistematizada Control of the maternal weight gain during pregnancy systematic review Bárbara Miranda Ferreira Costa 1 Régis Resende Paulinelli 2 Maria Alves Barbosa 3 Palavras-chave Cuidado pré-natal Ganho de peso Gestantes Hábitos alimentares Keywords Prenatal care Weight gain Pregnant women Food habits Resumo O objetivo deste trabalho foi avaliar as técnicas utilizadas para o controle do ganho de peso na gestação. Foram selecionados estudos randomizados, publicados entre 2001 e 2011, em língua portuguesa e inglesa, nas bases eletrônicas de dados PubMed, MEDLINE, SciELO e Cochrane. As palavras-chave foram: ganho de peso, dieta, gestantes, gestação, comportamento alimentar ou nutrição materna e suas equivalências na língua inglesa. Os filtros foram humanos, mulheres e ensaios clínicos. Foram excluídos estudos em que as gestantes iniciavam a pesquisa com algum tipo de doença (diabetes, câncer, HIV, hipertensão) ou que apresentavam gestação de gemelares. As principais técnicas aplicadas pelos autores foram a prescrição dietética individualizada, orientações alimentares gerais, consultas frequentes com nutricionista ou médico e a prática de atividade física. Entre os onze artigos selecionados, dez (90,9%) estudos associaram duas ou mais técnicas no Grupo Intervenção, sendo que as mais utilizadas foram as consultas frequentes com os profissionais de saúde e o estímulo à prática de atividade física. Seis (54,5%) estudos foram eficazes no controle do ganho de peso com a associação de duas ou mais técnicas. A associação entre diferentes técnicas e o início precoce das intervenções conseguiu controlar adequadamente o ganho de peso na maioria dos estudos. Abstract The objective of this study was to evaluate the techniques for control of the weight gain during pregnancy. The randomized trials published between 2001 and 2011, in Portuguese or English languages, in electronic databases PubMed, MEDLINE, SciELO and Cochrane were selected. The keywords were: weight gain, diet, pregnant women, pregnancy, maternal nutrition or feeding behavior and their equivalents for the Portuguese language. The filters were human, women and clinical trials. We excluded all studies in pregnant women who had began the research with some type of illness (diabetes, cancer, HIV, hypertension) or who had gemelar pregnancies. The main techniques applied by the authors were individualized dietary prescription, general dietary guidelines, frequent consultations with a nutritionist or doctor, and physical activity. Among the eleven selected articles, ten (90.0%) studies have linked two or more techniques in the Intervention Group and the most frequently used were consultations with health professionals and encouragement for physical activity. Six (54.5%) studies were effective in controlling weight gain with the combination of two or more techniques. The association between different techniques and early interventions could properly control the weight gain in most of the studies. 1 Departamento de Nutrição da Universidade Paulista (Unip) Goiânia (GO), Brasil. 2 Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG) Goiânia (GO), Brasil. 3 Faculdade de Enfermagem da UFG Goiânia (GO), Brasil. Endereço para correspondência: Bárbara Miranda Ferreira Costa Rua 90, apto. 304 Setor Marista CEP: Goiânia (GO), Brasil Conflito de interesse: não há.

2 Costa BMF, Paulinelli RR, Barbosa MA Introdução A obesidade na gestação pode estar associada a inúmeras e graves complicações, como; diabetes mellitus gestacional, macrossomia, pré-eclâmpsia e eclâmpsia, retenção de peso pós-parto, aumento no número de cesáreas, entre outras 1,2 (D). As mulheres, antes de engravidar, deveriam procurar adequar o peso para evitarem a obesidade, que pode agravar-se nessa fase 3 (D). O Institute of Medicine (IOM) determinou faixas de ganho de peso de acordo com o índice de massa corpórea (IMC) prégestacional. Para as mulheres que iniciam eutróficas o ganho de peso deve ser entre 11,5 16 kg; para as com sobrepeso, entre 7 11,5 kg, e para as obesas, no máximo 7 kg. Essas limitações têm como objetivo uma gestação saudável e um bom resultado obstétrico e neonatal 4 (D). Apesar dessa recomendação, não é incomum mulheres ganharem mais peso que o recomendado. Nos últimos 10 anos, vários autores têm relatado altas incidências de ganho de peso excessivo na gestação. Nucci et al., mostraram em seu trabalho que 29% das pacientes se encontravam acima das recomendações 5 (B). Stulbach et al., em 2007, observaram que 37% das mulheres estavam acima das recomendações do IOM ao término da gestação 6 (B). Stuebe et al. encontraram 51% de gestantes ganhando peso excessivo nessa fase 7 (B). Acredita-se que a alimentação equilibrada e a prática de exercícios físicos podem auxiliar no controle do ganho de peso. Infelizmente, a maioria das mulheres quando engravida passa a se alimentar em quantidades maiores, ao mesmo tempo em que as atividades esportivas geralmente são reduzidas, podendo levá-las a um maior ganho de peso. Além da quantidade, a qualidade da dieta parece importante. Costa et al., mostraram em seus estudos com mulheres brasileiras que o consumo excessivo de proteínas na gestação esteve associado a um ganho ponderal excessivo 8 (B). Vários autores vêm tentando, por meio de estudos randomizados, avaliar se o aconselhamento nutricional, a prescrição de dieta individualizada e o estímulo à prática de exercícios físicos durante a gestação são efetivos no controle do ganho ponderal. O objetivo desta revisão sistematizada foi avaliar a eficácia das técnicas utilizadas durante o pré-natal para o controle do ganho de peso na gestação, em mulheres saudáveis, por meio de estudos randomizados. Metodologia As bases de dados MEDLINE, SciELO, PubMed e Cochrane foram avaliadas entre novembro e dezembro de 2011 para a seleção de estudos randomizados sobre o controle do ganho de peso materno em gestantes saudáveis. Todos os estudos analisados foram classificados como grau de recomendação A [classificação proposta pela Associação Médica Brasileira (AMB) para a classificação dos trabalhos, que está disponível no site por se tratarem de estudos randomizados. O grau de recomendação e a força de evidência científica são, assim, definidos: A: estudos experimentais ou observacionais de melhor consistência (meta-análises ou ensaios clínicos randomizados); B: estudos experimentais ou observacionais de menor consistência (outros ensaios não randomizados, estudo observacional, caso-controle); C: relatos ou séries de casos (estudos não controlados); D: opinião desprovida de avaliação crítica, baseada em consensos, estudos fisiológicos ou modelos animais. Como estratégias de busca, foram utilizadas as palavras-chave: ganho de peso, dieta, gestantes, gestação, comportamento alimentar ou nutrição materna e suas respcetivas equivalências na língua inglesa ( weight gain, diet, pregnant women, pregnancy, feeding behavior or maternal nutrition ). Foram incluídos trabalhos mais recentes (publicados nos últimos 10 anos) (2001 a 2011), em língua portuguesa e inglesa. Os filtros utilizados foram humanos, mulheres e ensaios clínicos. Foram excluídos todos os estudos nos quais as gestantes iniciavam a pesquisa com algum tipo de doença (diabetes, câncer, HIV, hipertensão) ou que apresentavam gestações gemelares. Ao todo, foram encontrados 858 artigos. Aplicados os critérios de inclusão e de exclusão, foram selecionados para análise, pelo título e desenho do estudo, 16 artigos. Destes, após a leitura do Abstract e do artigo completo foram incluídos 11 estudos experimentais randomizados que abordavam o aconselhamento nutricional e o estímulo à prática de atividade física para a redução do ganho ponderal gestacional. Resultados Foram selecionados e incluídos na análise 11 estudos experimentais randomizados. Quatro (36,4%) estudos separaram a amostra entre gestantes com baixo peso, eutróficas e com excesso de peso 9-11 (A), cinco (45,5%) incluíram apenas gestantes com excesso de peso e/ou obesas (A) e dois (18,2%) não especificaram o IMC pré-gestacional (A). Um artigo utilizou dois Grupos de Intervenção para testar o efeito do índice glicêmico e o teor de gordura da dieta ao invés de separar entre Grupos de Intervenção ou Controle 15 (A). 24 FEMINA Janeiro/Fevereiro 2012 vol 40 nº 1

3 Controle do ganho de peso materno na gestação revisão sistematizada No total, foram analisados 10 artigos com Grupos Intervenção (n=910 pacientes) e Controle (n=876 pacientes) e um com dois Grupos de Intervenção (n=46 gestantes no total). O desenho dos estudos, a caracterização das amostras, os tipos de intervenção, os resultados e conclusões de cada estudo podem sem vistas na Tabela 1. Dentre as técnicas aplicadas pelos autores se destacam a prescrição dietética individualizada, orientações alimentares gerais, consultas frequentes com nutricionista ou médico e a prática de atividade física. Dos 11 estudos experimentais analisados, 6 (54,5%) prescreveram dieta individualizada às pacientes, sendo que desses 4 (66,6%) conseguiram controlar o ganho de peso no Grupo Intervenção. As orientações dietéticas foram dadas por seis (54,5%) estudos, e na metade deles (50%) essa intervenção foi efetiva. As consultas frequentes com os profissionais de saúde visando o controle do ganho de peso através da revisão da dieta e dos objetivos propostos foi utilizada por nove (81,8%) estudos, e cinco (55,5%) deles tiveram eficácia com a intervenção. Em relação à prática de atividade física, oito (72,7%) estudos incentivaram as gestantes a se exercitarem durante o período gestacional, e metade deles (50%) obtiveram resultados positivos no controle do peso (Tabela 1). A associação de diferentes técnicas foi bastante utilizada pelos autores. Dez (90,9%) estudos associaram duas ou mais técnicas no Grupo Intervenção, sendo que as mais utilizadas foram as consultas frequentes com os profissionais de saúde e o estímulo à prática de atividade física. seis (54,5%) estudos foram efizazes no controle do ganho de peso com a associação de duas ou mais técnicas. Discussão A alimentação saudável e a prática de atividade física na gestação são consideradas muito importantes no controle do ganho ponderal, mas não existe consenso quanto à forma em que essas orientações devem ser feitas para se obter bons resultados 20,21 (D). Dos estudos analisados que trabalharam apenas com gestantes obesas, o de Wolff et al. utilizou como metodologia a prescrição dietética com limitação calórica para as gestantes com distribuição dos macronutrientes da seguinte maneira: carboidratos (CHO) 50 55%, lipídios (LIP) <30% e proteínas (PTN) de 15 20% do total calórico 12 (A). Ainda foram fornecidas 10 horas de consulta com um nutricionista durante todo o período gestacional para o aconselhamento dietético. Thornton et al. também utilizaram a prescrição individual de dieta às gestantes, porém adotando como distribuição de macronutrientes; CHO 40%, LIP 30% e PTN 30% e ainda, como diferencial, realizaram aconselhamento para a prática de 30 minutos diários de caminhada 14 (A). Apesar da diferença na distribuição dos macronutrientes, os dois estudos supracitados tiveram resultados positivos, sendo que o Grupo Intervenção ganhou menos peso do que o Grupo Controle. O primeiro estudo trabalhou a distribuição de macronutrientes prescrita e recomendada pelo IOM, (D) (CHO 46 65%, LIP 20 35%, PTN 10 35%), mas pode-se perceber que, mesmo com o aumento no consumo de proteínas e redução de carboidratos (abaixo da recomendação do IOM) aconselhados pelo segundo estudo, a prescrição de dieta individualizada foi eficiente 12,14 (A). Fica então o questionamento se o efeito no controle do ganho ponderal não estaria mais relacionado ao consumo calórico total do que à proporção dos macronutrientes. Guelinckx et al. também utilizaram como distribuição de macronutrientes o recomendado pelo IOM, 2009 (CHO 50 55%, LIP 30 35% e PTN 9 11%) por meio de orientações alimentares por panfletos explicativos ou mesmo em consulta com um nutricionista, porém não prescreveram uma dieta individualizada com a limitação calórica 13 (A). Esses autores não conseguiram evitar o ganho ponderal acima das recomendações do IOM. Quando analisado, o estudo realizado por Quinlivan et al. a mesma contradição aparece 19 (A). Esses autores realizaram apenas orientações sobre práticas alimentares saudáveis, com nutricionista, durante cinco minutos em cada consulta de prénatal e ainda forneceram atendimento psicológico se houvesse necessidade. O efeito foi positivo em relação ao ganho de peso, pois aquelas que receberam as orientações ganharam menos peso do que as que não receberam as orientações alimentares. Seria então importante a abordagem psicológica durante a gestação para o controle do ganho de peso ou o mais importante seria o contato com o nutricionista ou médico em cada consulta, abordando os hábitos alimentares praticados? Os autores acreditam que não há um único fator responsável pelo controle do ganho de peso e sim uma associação de medidas. A prescrição dietética individualizada com o controle no consumo calórico associado a encontros com nutricionista em todas as consultas de pré-natal para a discussão dos objetivos propostos e acompanhamento psicológico, se necessário, seriam suficientes para adequar o ganho ponderal dentro das recomendações do IOM. Dentre os trabalhos que separam os resultados encontrados em diferentes classes de IMC também há contradições. Polley et al., FEMINA Janeiro/Fevereiro 2012 vol 40 nº 1 25

4 Costa BMF, Paulinelli RR, Barbosa MA Tabela 1 - Onze estudos randomizados selecionados que avaliaram diferentes técnicas no controle do ganho ponderal na gestação Autores Amostra Tratamento Resultados Ganho de peso Polley et al., n=110 IMC>19,8 kg/m² Idade>18 anos IG<20 semanas Orientações sobre alimentação e exercícios. Rotina pré-natal com suplementação de multivitamínicos e ferro. A intervenção reduziu o percentual de mulheres eutróficas que excederam as recomendações do IOM (33 x 58%, p<0,005). Entre as com sobrepeso a diferença não foi significante (59 x 32%, p=0,09). A intervenção foi eficaz no controle do ganho de peso somente nas gestantes eutróficas. Hui et al., País: Canadá n=45 IG< 6 semanas Idade: 26,2 anos Sem diabetes. IMC=23,4 (+3,9) kg/m² IMC=25,7 (+6,3) kg/m² Plano alimentar individualizado. Estímulo à atividade física. Rotina pré-natal com estímulo à atividade física e alimentação saudável. GP=14,2 (±5,3) kg; DMG=4% GP dentro do IOM=21% GP=14,2 (±6,3) kg (p=1,00) DMG=10% (p=0,50) GP dentro do IOM=33% (p=0,70) Não houve diferença significante entre os grupos em relação ao ganho de peso e o peso ao nascer. Wolff et al., País: Dinamarca n=50 Obesas não diabéticas; Idade>18 e <45 anos; IG=15 (+3) semanas Consultas com nutricionista; LIP<30%; PTN 15 20%; CHO 50 55%. Redução no consumo calórico de CHO e LIP; aumento de PTN. GP=6,6 (±5,5) kg GP=13,3 (±7,5) kg (p<0,01) O Grupo Intervenção ganhou menos peso que o Controle. Guelinckx et al., País: Bélgica n=122; Gestantes obesas; Idade=29 (±4) anos; IMC PPG=33,6 (±4,2) kg/m²; IG<15 semanas. 1) Folder: 37 2) Folder+ nutricionista: 42 1) Folder: orientações sobre alimentação e atividade física; 2)Folder + nutricionista: consultas com nutricionista; LIP 30 35%; CHO 50 55%, PTN 9 11%. Menor consumo de energia, LIP, aumento de PTN, fibras e vegetais. 1) Folder: GP=10,9 (±5,6) kg 2) Folder + nutricionista: GP=9,8 (±7,6) kg Maior consumo de LIP e fibras e redução de PTN. GP=10,6 (±6,9) kg (p=0,749) Apesar de ter havido mudanças na dieta, não houve diferença em relação ao ganho de peso entre os grupos. Não houve aumento na prática de atividade física. 43 Asbee et al., n=00 IG>6 e <16 semanas Idade=18 49 anos Orientações alimentares e atividade física (consulta com nutricionista). CHO=40%; PTN=30%; LIP=30% GP=13 (±5,62) kg GP=16 (±6,97) kg (p=0,01) Fez mais cesárea (p=0,09) Grupo Intervenção ganhou menos peso que o Controle. IMC: índice de massa corporal; IG: idade gestacional; N: número de indivíduos na amostra; LIP: lipídios; CHO: carboidratos; PTN: proteínas; VET: valor energético total; GP: ganho de peso total; PPG: peso pré-gestacional; IOM: Institute of Medicine; DMG: diabetes Mellitus gestacional. 26 FEMINA Janeiro/Fevereiro 2012 vol 40 nº 1

5 Controle do ganho de peso materno na gestação revisão sistematizada Tabela 1 - Continuação Autores Amostra Tratamento Resultados Ganho de peso Thornton et al., n=232 IG>12 e <28 semanas IMC>30kg/m² 116 Idade=26,8 anos Plano alimentar individual VET=18 24 kcal/kg; CHO=40%; PTN=30%; LIP=30%. Os 2 grupos receberam estímulo à atividade física. GP=5,0 (±6, 8) kg GP=14,1 (±7,4) kg (p<0,01). Apresentou maior incidência de hipertensão gestacional (p<0,46) Grupo Intervenção ganhou menos peso que o Grupo Controle. Rhodes et al., Vítolo et al., País: Brasil Jackson et al., Phelan et al., Quinlivan et al., País: Austrália 116 Idade=27,3 anos n=46 IMC PPG>25 e <45 kg/m²; Idade> 5 anos; IG=13 28 semanas Baixo índice glicêmico: 25 Baixo teor de gordura: 21 n=315 Idade<35 anos Baixo peso=16 Eutrofia=84 Sobrepeso=56 Baixo peso=21 Eutrofia=80 Sobrepeso=58 n=287 Idade>18 anos IG<26 semanas n=401 IG=10 16 semanas IMC PPG=19,8 40 kg/m² Não fumantes>18 anos n=124 IMC>25 kg/m² 63 Idade=28,3 anos 61 Idade=29,5 anos Orientações alimentares, estímulo à atividade física. Encontros com nutricionista. Baixo índice glicêmico CHO=45%; LIP=35%; PTN=20% Baixo teor de gordura CHO=55%, LIP=25%, PTN=20% Orientações alimentares, estímulo ao consumo de frutas, verduras e legumes. Não recebeu orientações. Orientações alimentares e incentivo à atividade física. Orientações alimentares e atividade física; encontro com nutricionista; VET=20 kcal/kg. 1 ) Manter o pré-natal; 2 ) Pesar no início da consulta; 3 ) Intervenção dietética resumida; 4 ) Avaliação psicológica Baixo índice glicêmico CHO=48,8%, LIP=30,5%, PTN=21,9%; VET=1641 (± 461) kcal GP=6,4 (±4,5) kg Baixo teor de gordura CHO=52,3%, LIP=27,9%, PTN=21,2%; VET=1665 (± 266) kcal GP=6,9 (±4,2) kg (p=0,74) GP semanal: Baixo peso=507,8 (±496,1) kg Eutrofia=460,7 (±135,2) kg Sobrepeso=342,2 (±143,6) kg Baixo peso=496,1 kg (±177,0) (p=0,8) Eutrofia=492,2 kg (±222,1) (p=0,2) Sobrepeso=420,2 kg (±185,4) (p=0,01) Aumento de frutas e vegetais; grãos integrais, peixe, redução de frituras e gorduras sólidas. GP=15,2 kg GP=15,2 kg (p=0,95) Eutrofia: GP=15,3 (±4,4) kg Sobrepeso: GP=14,7 (±6,9) kg Eutrofia: GP=16,2 (±4,6) kg (p<0,01) Sobrepeso: GP=15,1 (±7,5) kg (p=0,33) GP=7 kg: DMG (6%) GP=13,8 kg (p<0,01) DMG (29%) (p=0,04) Não houve diferença no ganho de peso materno. Não houve diferença no peso ao nascer. Não houve diferença no ganho de peso. O grupo com excesso de peso teve redução na velocidade de ganho de peso. Mudanças na dieta, mas não houve diferença em relação ao ganho de peso. Efeitos positivos, apenas para as gestantes eutróficas. Já as com sobrepeso e obesidade não obtiveram resultados. A intervenção foi eficaz no Controle do ganho de peso das gestantes e na incidência de DMG. IMC: índice de massa corporal; IG: idade gestacional; N: número de indivíduos na amostra; LIP: lipídios; CHO: carboidratos; PTN: proteínas; VET: valor energético total; GP: ganho de peso total; PPG: peso pré-gestacional; IOM: Institute of Medicine; DMG: diabetes Mellitus gestacional. FEMINA Janeiro/Fevereiro 2012 vol 40 nº 1 27

6 Costa BMF, Paulinelli RR, Barbosa MA Asbee et al., Phelan et al. e Vítolo et al. abordaram as gestantes com orientações dietéticas por meio de encontros com nutricionista, ligações telefônicas, s e material impresso contendo informações sobre hábitos alimentares saudáveis, enfocando o consumo de frutas e verduras e redução no consumo de gorduras 9-11,17 (A). Os 3 primeiros estudos citados ainda enfocaram a prática regular de atividade física por, pelo menos, 30 minutos na maioria dos dias da semana, enquanto o estudo de Vítolo et al. não abordou esse aspecto. Os estudos de Polley et al. e Phelan et al. conseguiram reduzir o ganho de peso total somente em gestantes com IMC pré-gestacional de eutrofia 9,11 (A). O de Asbee et al. conseguiu controlar o ganho de peso entre o Grupo Intervenção, mas não deixou claro a diferença entre as categorias de IMC 17 (A). Já o estudo de Vítolo et al. não conseguiu adequar o ganho de peso dentro das recomendações do IOM em nenhuma categoria de IMC 10 (A). Essa diferença pode ser devida a 4 fatores. Em primeiro lugar, os estudos de Phelan et al. 11 (A), Asbee et al. 17 (A). e Polley et al. 9 (A). incluíram gestantes até 16, 16 e 20 semanas de gestação, respectivamente, enquanto que Vítolo et al. incluíram gestantes até 29 semanas de gestação. Essa diferença pode ter sido decisiva, uma vez que não se aconselha a perda de peso nesse período. Assim, a intervenção tardia pode ser menos eficiente. Outra diferença deve-se ao fato de que no estudo de Vítolo et al. foram realizados apenas dois encontros com as gestantes, enquanto os demais realizaram vários encontros. Como já havia sido discutido anteriormente, acredita-se que o número de encontros com médicos e nutricionistas a fim de se discutir a alimentação tem importância no controle ponderal na gestação. Em relação à prática de atividade física, o estudo de Vítolo et al. não abordou esse aspecto, que pode ser um fator de auxílio no controle do ganho de peso 10 (A). Em relação às técnicas utilizadas, o de Vítolo et al. foi o único estudo que não associou técnicas, incluindo apenas as orientações dietéticas para uma alimentação saudável 10 (A). Portanto, parece recomendável a associação de mais de uma técnica para se obter resultados no controle do ganho ponderal na gestação. Os estudos que não diferenciaram as gestantes pelo estado nutricional pré-gestacional não encontraram resultados positivos em relação ao ganho ponderal na gestação 16,18 (A). Em relação à metodologia empregada, cada estudo utilizou uma técnica diferente, o que dificulta a comparação. Jackson et al. aplicaram um programa de computador que orientava as gestantes quanto aos hábitos alimentares saudáveis e à prática de atividade física 18 (A). Hui et al. utilizaram um plano alimentar individualizado associado a orientações sobre alimentação saudável e a prática de atividade física 16 (A). A explicação para a ausência de resultados positivos em relação ao ganho ponderal gestacional pode ser devido ao fato de ambos terem incluído gestantes até 26 semanas de gestação. Essa seleção tardia pode ter sido decisiva, uma vez que as gestantes já poderiam ter excedido seu ganho de peso. Jackson et al. relatam que 13% das gestantes já haviam ganhado mais peso que o recomendado quando entraram no estudo 18 (A). Assim, a intervenção precoce parece importante para o melhor resultado ponderal, uma vez que não são aconselháveis dietas de emagrecimento, mas sim a redução no ritmo de ganho de peso. Hui et al. também ressaltam o pequeno número da amostra (n=45) para demonstrar tais efeitos 16 (A). O único estudo que testou a qualidade da dieta no controle ponderal na gestação também não encontrou resultados positivos. Rhodes et al. aplicaram uma dieta de baixo índice glicêmico a um grupo de gestantes tendo como distribuição de macronutrientes: (CHO 45%, LIP 35%, PTN 20% do valor calórico total) e para outro grupo aplicou uma dieta com baixos teores de gorduras com: CHO 55%, LIP 25% e PTN 20% do valor calórico total 15 (A). O valor calórico total e o estímulo à prática de atividade física foram iguais para ambos os grupos. A dieta foi prescrita na primeira consulta e os pacientes tiveram mais dois encontros de uma hora de duração para aconselhamento. Essas medidas não foram suficientes para o controle do ganho de peso, mostrando que a proporção entre os macronutrientes e a qualidade da dieta empregada não são fatores decisivos no ganho ponderal na gestação. As limitações deste estudo foram o pequeno número da amostra (n=46) e o fato de não terem feito uma avaliação formal da prática de atividade física realizada pelas gestantes 15 (A). Conclusão Após a análise de todos os estudos randomizados testando diferentes práticas com o objetivo de controlar o ganho ponderal na gestação, acredita-se ser necessária a associação de diferentes técnicas para resultados satisfatórios. Parece também importante começar precocemente o pré-natal e a introdução dessas medidas. Mais estudos envolvendo um maior número de gestantes em diferentes classes de IMC pré-gestacional são necessários para determinar a real importância independente do controle do consumo calórico, da distribuição de macronutrientes, da prática de atividade física e do número de encontros necessários com o nutricionista para um adequado aconselhamento e revisão dos objetivos propostos durante o pré-natal. 28 FEMINA Janeiro/Fevereiro 2012 vol 40 nº 1

7 Controle do ganho de peso materno na gestação revisão sistematizada Leituras suplementares 1. Andreto LM, Souza AI, Figueiroa JN, Cabral-Filho JE. Fatores associados ao ganho ponderal excessivo em gestantes atendidas em um serviço público de pré-natal na cidade de Recife, Pernambuco, Brasil. Cad Saude Publica. 2006;22(11): Costa BMF, Maldi PC, Gil MF, Paulinelli RR. Fatores determinantes do ganho de peso excessivo em gestantes eutróficas. Femina. 2006;34(12): Davies GAL, Maxwell C, McLeod L. Obesity in pregnancy: guideline. J Obstet Gynaecol Can. 2010(239): Institute of Medicine. Weight gain during pregnancy: reexamining the guidelines [cited 2010 Dec 12]. Available from: <http://www.nap.edu/catalog/ html> 5. Nucci LB, Duncan BB, Mengue SS, Branchtein L, Schmidt MI, Fleck ET. Avaliação de ganho ponderal intra-gestacional em serviços de assistência pré-natal no Brasil. Cad Saude Publica. 2001;17: Stulbach TE, Benício MHDA, Andreazza R, Kono S. Determinantes do ganho ponderal excessivo durante a gestação em serviço público de pré-natal de baixo risco. Rev Bras Epidemiol. 2007;10: Stuebe AM, Oken E, Gillman MW. Associations of diet and physical activity during pregnancy with risk for excessive gestational weight gain. Am J Obstet Gynecol. 2009;201(1):58 e Costa BMF, Barbosa MA, Paulinelli RR. Fatores nutricionais podem interferir no ganho ponderal na gestação? Rev Bras Med. 2011;68(11). 9. Polley BA, Wing RR, Sims CJ. Randomized controlled trial to prevent excessive weight gain in pregnant women. Int J Obes Relat Metab Disord. 2002;26(11): Vitolo MR, Bueno MS, Gama CM. Impact of a dietary counseling program on the gain weight speed of pregnant women attended in a primary care service. Rev Bras Ginecol Obstet. 2011;33(1): Phelan S, Phipps MG, Abrams B, Darroch F, Schaffner A, Wing RR. Randomized trial of a behavioral intervention to prevent excessive gestational weight gain: the fit for delivery study. Am J Clin Nutr. 2011;93(4): Wolff S, Legarth J, Vangsgaard K, Toubro S, Astrup A. A randomized trial of the effects of dietary counseling on gestational weight gain and glucose metabolism in obese pregnant women. Int J Obes (Lond). 2008;32(3): Guelinckx I, Devlieger R, Mullie P, Vansant G. Effect of lifestyle intervention on dietary habits, physical activity, and gestational weight gain in obese pregnant women: a randomized controlled trial. Am J Clin Nutr. 2009;91(2): Thornton YS, Smarkola C, Kopacz SM, Ishoof SB. Perinatal outcomes in nutritionally monitored obese pregnant women: a randomized clinical trial. J Natl Med Assoc. 2009;101(6): Rhodes ET, Pawlak DB, Takoudes TC, Ebbeling CB, Feldman HA, Lovesky MM, et al. Effects of a low-glycemic load diet in overweight and obese pregnant women: a pilot randomized controlled trial. Am J Clin Nutr. 2010;92(6): Hui AL, Ludwig SM, Gardiner P, Sevenhuysen G, Murray R, Morris M, et al. Communit-based exercise and dietary intervention during pregnancy: a pilotstudy. Canadian Journal of Diabetes. 2006;30(2): Asbee SM, Jenkins TR, Butler JR, White J, Elliot M, Rutledge A. Preventing excessive weight gain during pregnancy through dietary and lifestyle counseling: a randomized controlled trial. Obstet Gynecol. 2009;113(2 Pt 1): Jackson RA, Stotland NE, Caughey AB, Gerbert B. Improving diet and exercise in pregnancy with Video Doctor counseling: a randomized trial. Patient Educ Couns. 2011;83(2): Quinlivan JA, Lam LT, Fisher J. A randomised trial of a four-step multidisciplinary approach to the antenatal care of obese pregnant women. Aust N Z J Obstet Gynaecol. 2011;51(2): Guelinckx I, Devlieger R, Beckers K, Vansant G. Maternal obesity: pregnancy complications, gestational weight gain and nutrition. Obes Rev. 2008;9(2): Olson CM. Achieving a healthy weight gain during pregnancy. Annu Rev Nutr. 2008;28: FEMINA Janeiro/Fevereiro 2012 vol 40 nº 1 29

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