Sistema da Qualidade e Acreditação Hospitalar. Brasília-DF.

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1 Sistema da Qualidade e Acreditação Hospitalar Brasília-DF.

2 Elaboração Evanildo Lustosa Alves Rogério de Moraes Silva Produção Equipe Técnica de Avaliação, Revisão Linguística e Editoração

3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 ORGANIZAÇÃO DO CADERNO DE ESTUDOS E PESQUISA... 6 Introdução... 8 Unidade I Panorama da acreditação hospitalar... 9 Capítulo 1 Panoramas Mundial e Brasileiro Capítulo 2 Métodos de Acreditação Unidade II Gestão da Qualidade e Acreditação hospitalar Capítulo 3 Assessoria de Gestão da Qualidade Capítulo 4 Legislação Aplicada Unidade III Avaliação da qualidade na saúde Capítulo 5 Padronização Unidade IV Processo de auditoria em serviços em saúde Capítulo 6 Auditoria e Avaliação em Saúde... 51

4 Unidade V Ética nos trabalhos de auditoria Capítulo 7 Ética em Auditoria Unidade VI Sistema de Gestão na área hospitalar Capítulo 8 Implantação de um Sistema de Gestão PARA (NÃO) FINALIZAR referências

5 APRESENTAÇÃO Caro aluno A proposta editorial deste Caderno de Estudos e Pesquisa reúne elementos que se entendem necessários para o desenvolvimento do estudo com segurança e qualidade. Caracteriza-se pela atualidade, dinâmica e pertinência de seu conteúdo, bem como pela interatividade e modernidade de sua estrutura formal, adequadas à metodologia da Educação a Distância EaD. Pretende-se, com este material, levá-lo à reflexão e à compreensão da pluralidade dos conhecimentos a serem oferecidos, possibilitando-lhe ampliar conceitos específicos da área e atuar de forma competente e conscienciosa, como convém ao profissional que busca a formação continuada para vencer os desafios que a evolução científico-tecnológica impõe ao mundo contemporâneo. Elaborou-se a presente publicação com a intenção de torná-la subsídio valioso, de modo a facilitar sua caminhada na trajetória a ser percorrida tanto na vida pessoal quanto na profissional. Utilize-a como instrumento para seu sucesso na carreira. Conselho Editorial 5

6 ORGANIZAÇÃO DO CADERNO DE ESTUDOS E PESQUISA Para facilitar seu estudo, os conteúdos são organizados em unidades, subdivididas em capítulos, de forma didática, objetiva e coerente. Eles serão abordados por meio de textos básicos, com questões para reflexão, entre outros recursos editoriais que visam a tornar sua leitura mais agradável. Ao final, serão indicadas, também, fontes de consulta, para aprofundar os estudos com leituras e pesquisas complementares. A seguir, uma breve descrição dos ícones utilizados na organização dos Cadernos de Estudos e Pesquisa. Provocação Pensamentos inseridos no Caderno, para provocar a reflexão sobre a prática da disciplina. Para refletir Questões inseridas para estimulá-lo a pensar a respeito do assunto proposto. Registre sua visão sem se preocupar com o conteúdo do texto. O importante é verificar seus conhecimentos, suas experiências e seus sentimentos. É fundamental que você reflita sobre as questões propostas. Elas são o ponto de partida de nosso trabalho. Textos para leitura complementar Novos textos, trechos de textos referenciais, conceitos de dicionários, exemplos e sugestões, para lhe apresentar novas visões sobre o tema abordado no texto básico. Sintetizando e enriquecendo nossas informações abc Espaço para você, aluno, fazer uma síntese dos textos e enriquecê-los com sua contribuição pessoal. 6

7 Sugestão de leituras, filmes, sites e pesquisas Aprofundamento das discussões. Praticando Atividades sugeridas, no decorrer das leituras, com o objetivo pedagógico de fortalecer o processo de aprendizagem. Para (não) finalizar Texto, ao final do Caderno, com a intenção de instigá-lo a prosseguir com a reflexão. Referências Bibliografia consultada na elaboração do Caderno. 7

8 Introdução Entende-se que o futuro será das organizações que possuírem certificação, quebrando o paradigma da fragmentação da saúde e proporcionando serviços que realmente atendam às necessidades da população, com segurança, inclusive superando as expectativas dos pacientes, essência da excelência. A padronização dos processos de avaliação vem ao longo dos anos evoluindo e aprimorando a identificação de critérios, indicadores e padrões cada vez mais significativos para os vários serviços hospitalares. Este caderno, portanto, tem o objetivo de proporcionar informações acerca do Sistema da Qualidade e Acreditação Hospitalar, com o compromisso de orientar os profissionais da área de Auditoria em Saúde, para que possam desempenhar suas atividades com eficiência e eficácia. Objetivos Conhecer os panoramas mundial e brasileiro da Acreditação Hospitalar. Identificar aspectos relevantes da Gestão de Qualidade e Acreditação Hospitalar. Conhecer aspectos de Avaliação da Qualidade na Saúde. Identificar aspectos relevantes do Processo de Auditoria em Serviços de Saúde. Conhecer a relevância da ética nos trabalhos de Auditoria de Saúde.»» Identificar aspectos relevantes da implantação de um Sistema de Gestão na área hospitalar. 8

9 Unidade I Panorama da acreditação hospitalar

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11 Capítulo 1 Panoramas Mundial e Brasileiro Panorama Mundial O movimento de Acreditação iniciou-se nos Estados Unidos, em 1917, por uma iniciativa do American College of Surgeons de instaurar um programa de padronização hospitalar. Com os avanços na área cirúrgica, principalmente da anestesia, criou-se a necessidade de internação do paciente, o que provocou o estabelecimento, em 1919, de regras mínimas para o cuidado com os recém-operados e a organização do corpo clínico. Outras normas essenciais foram então criadas. A obrigatoriedade de graduação em Medicina e licenciatura legal dos membros do corpo clínico. A adoção de regulamentos e políticas que funcionassem como diretrizes racionais e impessoais na administração do trabalho profissional no hospital. A organização e a guarda de prontuários precisos e corretos. A disponibilidade de equipamentos e material de consumo para possibilitar diagnósticos e tratamentos. O processo rapidamente se multiplicou pelos hospitais americanos, estimulando a criação, em 1951, da Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations que, desde o início, preservou seu caráter de independência em relação a outras instituições. Desenvolvendo novas e mais precisas metodologias a partir do acúmulo de experiências, a organização expandiu-se e fundou a Joint Commission International, que presta serviços de consultoria a programas de acreditação ao redor do mundo. Comissão para a Acreditação de Instituições de Saúde Por mais de 75 anos, a Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (Comissão Conjunta para a Acreditação de Instituições de Saúde) tem se dedicado à melhoria da qualidade dos cuidados prestados à Saúde. Para tanto, a Joint Commission vem desenvolvendo, juntamente com profissionais da área, padrões de alta qualidade, estimulando instituições de Saúde a alcançarem e excederem esses padrões por meio da Acreditação e da educação voltada para a melhoria da qualidade. 11

12 UNIDADE I Panorama da acreditação hospitalar Atualmente, ela é a maior acreditadora de instituições de Saúde nos Estados Unidos, avaliando cerca de estabelecimentos, que se submetem voluntariamente a este processo de Acreditação. Entre os hospitais norte-americanos, aproximadamente, 80% são acreditados pela Joint Commission. Os tipos de instituições passíveis de serem acreditadas são os seguintes. Hospitais Atendimento Domiciliar e Cuidados Paliativos Ambulatórios Laboratórios Redes de Saúde Saúde Comportamental Cuidados de Longa Permanência Além disso, vários órgãos governamentais dos Estados Unidos, que autorizam, em nível federal e estadual, o funcionamento de instituições de Saúde, se valem da Acreditação feita pela Joint Commission, sendo utilizada para: concluir a qualificação de uma instituição; credenciarem-se junto aos programas Medicare e Medicaid do governo; reembolso de custos; receberem autorização de funcionamento, que recebe o nome de deemed status (situação em análise). A Joint Commission International (JCI) alia o conhecimento técnico de avaliação na área da Saúde com o conhecimento específico de cada país e da sua cultura, para oferecer serviços de consultoria no mundo inteiro. A JCI tem a sua liderança reconhecida na implementação de programas de melhoria do desempenho e de sistemas de avaliação. É mantida e operada pela Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organization (Comissão Conjunta para a Acreditação de Instituições de Saúde), com sede nos Estados Unidos. Desde 1994, a Joint Commission International vem prestando consultoria a governos, hospitais e outras instituições de Saúde, em mais de 35 países: especialmente na Europa Ocidental, no Oriente Médio e na África, na América Latina e no Caribe, na Europa Central e Oriental, Ásia e na área do Pacífico, como também nos países independentes. Panorama Brasileiro A Acreditação Hospitalar no Brasil O projeto de Acreditação da Rede de Saúde no Brasil já demonstra traços de inovação, identificando-se como uma opção moderna e atualizada de avaliação da qualidade. 12

13 Panorama da acreditação hospitalar UNIDADE I As primeiras iniciativas foram oficiais, gerenciadas pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP), lançado no início da década de 1990 e ampliado em 1994, com a criação do Programa de Melhoria da Qualidade em Saúde do Ministério da Saúde. O PBQP tem sua reestruturação feita em 1996, incorporando o projeto Avaliação e Certificação de Assistência à Saúde, parte do subprograma Qualidade de Vida, e tornando-se uma das prioridades do Governo Federal. Diante da importância do assunto, a Comissão Nacional de Qualidade e Produtividade em Saúde autorizou o estabelecimento de um processo de Acreditação dos serviços de Saúde, como um mecanismo importante para a melhoria da qualidade interna. Nesse mesmo documento, recomendava que as agências de Acreditação a serem implantadas no país fossem desenvolvidas como empreendimentos não governamentais. Em 1998, o Ministério da Saúde realizou um estudo-piloto envolvendo 16 hospitais de diversas regiões do país. A avaliação dos estabelecimentos foi realizada por quatro equipes, orientadas pelo próprio Ministério, e constituídas por técnicos em Avaliação e Acreditação do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Com esse projeto, o governo pretendia recolher informações que viabilizassem a elaboração de uma política global de Acreditação de hospitais, mediante avaliação das condições reais de trabalho. A partir desta iniciativa, o Ministério da Saúde pretendia canalizar esforços para a criação de um Órgão Nacional de Acreditação, que definia normas claras para o desempenho satisfatório dos serviços de saúde no país, autorizando as agências avaliadoras e ratificando o trabalho desenvolvido com base nessas normas. No entanto, os profissionais de Saúde defendem que este órgão, ainda que, orientado por diretrizes gerais do Governo, tenha autonomia que permita uma estrutura flexível e a indispensável imparcialidade na avaliação. Instituições Acreditadoras São organizações de direito privado, com ou sem fins econômicos, credenciadas pela Organização Nacional de Acreditação, com a responsabilidade de proceder à avaliação e à certificação da qualidade dos serviços, no processo de Acreditação, em nível nacional. Compete a essas organizações: avaliar a qualidade das organizações de Saúde, dos serviços para a Saúde e dos programas de Saúde; certificar as organizações, os serviços e os programas; capacitar os avaliadores para o processo de avaliação. Possui ainda as seguintes atribuições facultativas que são: Palestras ou Conferências de Sensibilização Diagnóstico Organizacional Obs.: A Consultoria e a Assessoria são Atribuições Vedadas às Instituições Acreditadoras 13

14 UNIDADE I Panorama da acreditação hospitalar O credenciamento de Instituições Acreditadoras é outorgado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e possui validade de 3 (três) anos, devendo, entretanto, a Instituição Acreditadora ser reavaliada com nova visita, até o vencimento desse prazo, para a manutenção do credenciamento. Solicitação de Credenciamento A instituição deve atender aos requisitos da Norma NO 2 Credenciamento de Instituições Acreditadoras, remetendo formalmente à ONA o documento-padrão de solicitação, com os documentos para o credenciamento, em anexo, e a taxa de inscrição de credenciamento paga. Instituições Acreditadoras Credenciadas: BSI Brasil Sistemas de Gestão (BSI) DICQ Sistema Nacional de Acreditação Ltda. Det Norske Veritas (DNV) Fundação Carlos Alberto Vanzolini (FCAV) Germanischer Lloyd Certification South America (GL) Instituto de Acreditação Hospitalar e Certificação em Saúde (IAHCS) Instituto Paranaense de Acreditação de Serviços em Saúde (IPASS) Instituto Qualisa de Gestão (IQG) A Gestão da Qualidade, Auditoria e Acreditação Hospitalar tem como objetivo apresentar os conceitos envolvidos nas atividades de implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade, assim como o contexto do processo de Certificação e Acreditação de Instituições de Saúde. O mercado exige a profissionalização do setor Saúde, e este busca o envolvimento de todos os interessados nesta complexa trama de processos administrativos e assistenciais. O profissional de Saúde quando compreende todos os riscos inerentes de sua profissão, que podem vir a prejudicar o paciente, a si mesmo e até a Instituição que anseia por novas expectativas, vislumbra o conceito da Acreditação Hospitalar. A Gestão da Qualidade é hoje o sistema de controle e acompanhamento mais difundido no setor de Saúde, por ser uma metodologia caracterizada por sua aplicabilidade e maleabilidade, podendo, ainda, ser utilizada para a razão-fim da Acreditação. 14 É de extrema importância o conhecimento na área de Acreditação para todos os profissionais da Saúde que atuam ou desejam atuar em Instituições de Saúde e que possuam a intenção de implantar um Sistema de Gestão da Qualidade, em hospitais públicos, privados e filantrópicos, laboratório de análises clínicas, centros de hemoterapia e bancos de sangue, clínicas médicas e odontológicas, centros de diagnóstico por imagem, radioterapia e medicina nuclear, farmácias e drogarias, farmácias ambulatoriais, unidades e centros especializados municipais e estaduais de saúde, assim como também os que atuam na assistência domiciliária.

15 Capítulo 2 Métodos de Acreditação Métodos Um Sistema de Avaliação de Qualidade bem-elaborado, especificamente voltado para a assistência médica em hospitais, obedecendo a padrões específicos de desempenho, constitui-se no processo de Acreditação e este busca reduzir os riscos para pacientes e profissionais e aumentar com isso as chances de sucesso. O Serviço de Acreditação tem início com uma avaliação de qualidade e de procedimentos, baseando-se em padrões internacionalmente legitimados por órgãos reconhecidos pelos organismos médicos. Essa avaliação gera um conjunto de orientações para a Organização, objetivando à melhoria de seu desempenho. Após implantadas as mudanças, o paciente passa a receber, com mais segurança, um tratamento de melhor qualidade e garantia de seus direitos, com um nível de conformidade satisfatório apresentado pelas organizações avaliadas e o reconhecimento de instituições de credibilidade comprovada, como as que fazem parte do CBA. Estas organizações enfatizam principalmente a orientação dos profissionais de Saúde, no sentido de que promovam a educação continuada e se aperfeiçoem tanto em suas áreas específicas de atuação quanto no trabalho em equipe. Em seguida, é combinado um prazo para uma futura avaliação, a fim de que as organizações façam os reajustes necessários e se habilitem a receber a Acreditação. É muito importante ressaltar que a ênfase da avaliação é na qualidade do serviço profissional prestado, independente dos recursos tecnológicos envolvidos. O atendimento deve se pautar pelo critério da excelência, aproveitando-se da tecnologia disponível, qualquer que seja ela. Assim, tanto o hospital público quanto o particular, localizado em uma metrópole ou na zona rural, terão de se adaptar aos mesmos padrões de qualidade. Conclui-se que o processo de Acreditação Hospitalar não visa à simples fiscalização ou à punição, mas ao estímulo, ao aperfeiçoamento contínuo dos serviços e dos profissionais, assim como à formação de uma mentalidade voltada para a educação permanente daqueles que atuam em Saúde, em equipe e em contextos sociais e tecnológicos específicos. Quanto aos usuários em potencial, estes terão acesso à lista de hospitais acreditados, o que lhes possibilitará uma noção exata das condições de atendimento oferecidas. 15

16 UNIDADE I Panorama da acreditação hospitalar Convém lembrar que Acreditação difere de outros sistemas existentes por ser um processo avaliativo independente, periódico, voluntário e reservado, diferenciando-se por: credenciamento: reconhecimento para a prática de atos, mediante a concessão por parte de uma instituição contratante; classificação: distribuição dos hospitais por classes, segundo complexidade e hierarquia das unidades na rede dos serviços de saúde; habilitação: confirmação de conhecimentos e capacidades, concedida pelos conselhos de profissão da área de Saúde; licenciamento: autorização, por permissão legal, para funcionamento, tradicionalmente conferida no Brasil pelos Serviços de Vigilância Sanitária. Método do CBA Em julho de 1997, na esteira das iniciativas do Ministério da Saúde, foi instituído o Consórcio Brasileiro de Acreditação de Serviços de Saúde (CBA). A criação desta entidade foi uma iniciativa da Fundação Cesgranrio, juntamente com a UERJ e o Colégio Brasileiro de Cirurgiões, após uma visita à sede da Joint Commission International, nos EUA. Esta resultou em apoio e assessoria técnica para a realização da Oficina de Trabalho A Acreditação Hospitalar no Contexto da Qualidade em Saúde, com o intuito de divulgar as ideias de Acreditação, analisando o contexto das instituições de Saúde e promovendo o intercâmbio de experiências entre países. A partir daí, essas três instituições, unidas à Academia Nacional de Medicina, buscam a viabilizar a avaliação e o aprimoramento da qualidade na área de Saúde. Elas pretendem também estabelecer intercâmbio com prestadores de serviço, financiadores do atendimento à Saúde e representantes de usuários, profissionais de saúde e instituições técnico-científicas. Participam das reuniões do CBA instituições representantes de hospitais particulares, de serviços médicos de autogestão, além de universidades, secretarias municipais de Saúde e de programas de qualidade em níveis estadual e federal. Juntos, buscam a implantação adequada e contextualizada de métodos de Acreditação. Método do CQH O Programa de Controle da Qualidade Hospitalar (CQH) foi desenvolvido pela Associação Paulista de Medicina (APM) e pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) a partir de 1991, visando a contribuir para a melhoria contínua do atendimento médico-hospitalar do Estado de São Paulo, com metodologia própria. É um projeto de assessoria permanente e educativa aos hospitais. Seus principais objetivos são viabilizar a melhoria do atendimento médico-hospitalar, estimulando a boa qualificação dos profissionais, e a valorização do ambiente de trabalho. Além disso, o Programa prioriza a ação planejada para a obtenção de resultados concretos. 16

17 Panorama da acreditação hospitalar UNIDADE I Seu principal papel é o de avaliar o desempenho das instituições de Saúde de forma a contribuir para o melhor atendimento da sociedade em geral. Para isso, busca estimular, na alta direção dos hospitais, o compromisso com a GQT, promovendo palestras e cursos para os funcionários, sensibilizando-os para uma mudança de mentalidade. Como meta final, o Programa do CQH incentiva a formação de equipes multiprofissionais de autoavaliação dentro dos hospitais, para o controle da qualidade. Para que o Programa seja implantado em um hospital, é necessário analisar as condições estruturais, técnicas e humanas da instituição. A partir daí, desenvolvem-se estudos e modelos de administração hospitalar com o apoio do CQH, incentivando a formação de equipes internas de fiscalização. É igualmente essencial que todo o corpo de funcionários tenha acesso aos padrões do Programa, que inclui um questionário de aferição das instituições, desde características físicas gerais (como número de leitos, recursos humanos etc.) até informações mais específicas, como dados sobre os óbitos. 17

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19 Unidade II Gestão da Qualidade e Acreditação hospitalar

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21 Capítulo 3 Assessoria de Gestão da Qualidade A Assessoria de Gestão da Qualidade foi criada, em 1998, para dar continuidade ao Programa de Gestão pela Qualidade Total (PGQT), implantado em 1993, com a finalidade de modernizar a gestão do INCA, com foco na qualidade da gestão e da assistência. Em reconhecimento ao empenho pela melhoria da qualidade dos serviços oferecidos à população no âmbito da saúde pública, o INCA recebeu, em 2001, o Prêmio Qualidade Rio, tendo sido também um dos finalistas do Prêmio de Qualidade do Governo Federal, com 351 pontos. A pontuação máxima é de e, com 600 pontos, a instituição é considerada como excelência mundial. Em 2004, o INCA reformula seus preceitos em prol da qualidade e decide por uma metodologia mais específica para a área da Saúde, firmando contrato com o Consórcio Brasileiro de Acreditação de Sistemas e Serviços de Saúde (CBA) para a implantação da Acreditação Hospitalar Internacional nas suas unidades hospitalares. Para orientar os diferentes setores do Instituto com vistas à otimização de seus processos, a Assessoria de Gestão da Qualidade elabora indicadores de desempenho e satisfação de clientes números que possibilitam detectar as virtudes e as falhas nos serviços prestados e implanta normas e procedimentos que permitem uma administração mais integrada e eficiente. Um projeto de gestão de excelência consiste no desenvolvimento de práticas administrativas de acordo com sete critérios: liderança, planejamento estratégico, foco no cliente, gestão de pessoas, gestão de processos, informação e análise e resultados organizacionais. Os treinamentos sobre qualidade no atendimento ao cliente, na qualidade ambiental e comportamental para os funcionários e prestadores de serviço formam outro pilar do PGQT, que inclui também a realização de simpósios internacionais sobre qualidade em instituições de Saúde, abertos à participação do público externo. A equipe da Assessoria de Gestão da Qualidade é composta por um administrador, um estatístico, um assistente administrativo e dois estagiários de Administração. As atividades da Assessoria de Gestão da Qualidade são as seguintes. Auxiliar no processo de implantação da metodologia da Acreditação Hospitalar Internacional por meio da aplicação de conceitos e de instrumentos específicos para sistemas e serviços de Saúde em todas as Unidades Hospitalares do INCA, buscando o reconhecimento internacional, ou seja, certificação.»» Desenvolver mecanismos para avaliar a implantação da Acreditação por meio de auditorias internas. 21

22 UNIDADE II Gestão da Qualidade e acreditação hospitalar Fornecer suporte técnico especializado em gerenciamento de processos. Realizar treinamentos em gestão pela qualidade. Gerenciar o sistema de normatização. Desenvolver atividades de educação em qualidade, sistematização de normas, indicadores e projetos de gestão institucional. Promover a prática de troca de experiências com Instituições de Excelências (Benchmarki). Histórico Histórico da evolução da busca pela qualidade no INCA. 1993/ / /1998 Decisão da mudança pela qualidade: foco no cliente. Sensibilização dos funcionários: Encontros com a Qualidade. Diagnóstico organizacional: aderência aos 10 princípios da qualidade. Delineamento estratégico: missão e visão. Plano de internalização: estrutura e estratégia da implantação. Treinamento e capacitação: ênfase no aprendizado metodológico (técnicas e ferramentas). Ações e resultados imediatos: promoção e divulgação da qualidade. Internalização da qualidade: comitês especiais, macroprocessos institucionais, desenvolvimento de lideranças. Educação em qualidade: multiplicadores internos. Modernização da gestão: gerência participativa e trabalho em equipe. Programa 5S: mudanças ambientais e comportamentais. Planejamento estratégico: diretrizes básicas, Plano Diretor do INCA Descentralização da implantação: comitês operacionais. Gerência de processos: ênfase nos indicadores e na normalização. Intercâmbio de experiências: Simpósio Nacional de Qualidade em Saúde. Aperfeiçoamento da gestão: envolvimento dos gerentes.

23 1999/ /2002 Transição para a estrutura formal: Assessoria de Gestão da Qualidade. Alinhamento aos critérios de excelência: Prêmio Qualidade do Governo Federal. Autoavaliação da gestão do INCA: Plano de Melhoria da Gestão. Sistematização da Pesquisa de Satisfação de Clientes. Participação nos prêmios PQGF e PQRio. Sistematização de indicadores de qualidade e produtividade. Autodiagnósticos setoriais. Projeto de normalização administrativa. Autodiagnóstico para a Acreditação Hospitalar. Projeto Centros Colaboradores para a Qualidade da Gestão e Assistência Hospitalar. Projeto Padrões de Qualidade no Atendimento ao Cidadão. Treinamento da alta administração no modelo de excelência PNQ. Criação dos times de excelência. Participação nos prêmios PQGF e PQRio. Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar. Comitê Benchmarking. Reciclagem em gestão de processos. Balanced Scorecard (BSC). Prêmio Qualidade Rio Diploma Categoria Prata. Finalista do Prêmio Qualidade do Governo Federal. Gestão da Qualidade e acreditação hospitalar UNIDADE II 2003/2004 Sensibilização e avaliação Educacional para Acreditação Hospitalar. Treinamentos de Acreditação Hospitalar, Gestão de Processos, Qualidade no Atendimento e Indicadores de Desempenho. Coordenação da Gerência de Risco Projeto Hospital Sentinela. Avaliação da satisfação do cidadão-usuário. Colaboração na implementação da Política Nacional de Humanização do INCA. 23

24 UNIDADE II Gestão da Qualidade e acreditação hospitalar 2005/2006 Avaliação Educacional para Acreditação Hospitalar das cinco Unidades Hospitalares do INCA Planos de Ação e Treinamentos de Acreditação Hospitalar, Gestão de Processos, Qualidade no Atendimento e Indicadores de Desempenho Implementação de novas práticas para atender as não conformidades. 2007/2008 Avaliação Educacional para Acreditação Hospitalar dos Hospitais do Câncer I e II, na nova versão do manual de Padrões de Acreditação da Joint Commission International para hospitais. Avaliação Educacional do Centro de Transplante de Medula Óssea sobre o Manual Internacional de Padrões de Certificação para o Cuidado a Doenças ou Condições Específicas. Implementação, no Hospital do Câncer III, das novas práticas da versão atualizada do Manual de Padrões de Acreditação da Joint Commission International para hospitais. Duas pesquisas de Avaliação da Satisfação dos Pacientes e Familiares. Uma com foco na Humanização do Atendimento. Treinamentos de Acreditação Hospitalar, Indicadores e Gestão pela Qualidade. Avaliação final para Acreditação Hospitalar do Hospital do Câncer II. 2009/2010 Avaliação Focal para Acreditação Hospitalar da Unidade Hospitalar. Avaliação Final para Acreditação Hospitalar do CEMO e da Unidade Hospitalar I. Foram reconhecidas pela Joint Commission International (JCI) / Consórcio Brasileiro para Acreditação (CBA), como hospitais acreditados, o Centro de Transplante de Medula Óssea e a Unidade Hospitalar I. Implantação do Sistema Normatiza para gerenciamento das políticas e dos procedimentos do instituto. Implementação da política institucional sobre cirurgia segura na Unidade Hospitalar I. Aplicação da metodologia Análise de Modo e Efeito de Falha (FMEA) no processo de administração de antineoplásico nas Unidades Hospitalares I, II e III. Aplicação da Pesquisa de Avaliação de Satisfação dos Pacientes e Familiares no processo assistência. Treinamentos realizados: Segurança do Paciente, Indicadores de Desempenho e Gestão pela Qualidade. Desenvolvimento do Sistema de Normatização da Coordenação de Pesquisa Clínica e Incorporação Tecnológica. 24

25 Gestão da Qualidade e acreditação hospitalar UNIDADE II 2011 Reavaliação para Acreditação Hospitalar da Unidade Hospitalar II.»» Treinamentos realizados: Segurança do Paciente, Indicadores de Desempenho e Gestão pela Qualidade. Aplicação da Pesquisa de Avaliação de Satisfação dos Pacientes e Familiares. Aplicação da metodologia Análise de Modo e Efeito de Falha (FMEA) no processo de Princípio de Incêndio na Unidade Hospitalar II. Publicação das Normas (políticas e procedimentos) da Coordenação de Pesquisa Clínica e Incorporação Tecnológica. Apoio no processo de auditoria interna da Coordenação de Pesquisa Clínica e Incorporação Tecnológica para a auditoria. Avaliação para a Acreditação (Perguntas e respostas transcritas do site: https://www.ona.org.br) Para solicitar a avaliação para a acreditação são necessárias as seguintes ações. 1. Selecionar uma Instituição Acreditadora Credenciada para realizar a avaliação para a certificação. 2. Possuir alvará de funcionamento, licença sanitária e registro do responsável técnico no CRM. 3. Recolher a taxa de inscrição para o processo de avaliação, para certificação junto à Organização Nacional de Acreditação, antes do processo de visita. A relação de Instituições Acreditadoras Credenciadas está disponível em menu institucional, opção SBA/ONA. Quais organizações de saúde estão certificadas? A relação de Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde Acreditadas está disponível em org.br, menu Institucional, opção Certificações. Qual o custo da Acreditação? Os custos de avaliação do Sistema Brasileiro de Acreditação dependem do perfil, do porte e das características da organização de saúde. Os valores são definidos pelas Instituições Acreditadoras Credenciadas. Solicite uma proposta de avaliação para as IACs. 25

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