O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS POR MEIO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: O QUE MUDOU?

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1 O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS POR MEIO DOS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM: O QUE MUDOU? Shirley Doweslei Bernardes Borja Márcia Gorett Ribeiro Grossi Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Mestrado em Educação Tecnológica Grupo temático: Tecnologias e Constituição de Ambientes de Aprendizagem - G2 Modalidade: Artigo RESUMO: Este artigo faz um resgate histórico do ensino de Línguas Estrangeiras por meio da modalidade Educação a Distância (EaD), procurando verificar a tecnologia utilizada desde seu início até os dias atuais, onde o ambiente virtual de aprendizagem (AVA) tem se mostrado fortemente presente. Para atingir esse objetivo foi feita uma revisão bibliográfica, na qual mostra como a presença dos ambientes virtuais de aprendizagem, como mediador na abordagem do idioma está presente ao longo do tempo. Verificou-se na pesquisa que atualmente a EaD tem utilizado as diversas tecnológicas, que fazem parte das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC), como a hipermídia, as redes de comunicação interativas e todas as tecnologias intelectuais presentes no novo espaço eletrônico virtual - o ciberespaço, sendo que o essencial se encontra em uma nova mudança pedagógica, que favorece ao mesmo tempo as aprendizagens personalizadas e a aprendizagem coletiva em rede. PALAVRAS CHAVE: Ambiente Virtual de Aprendizagem; Educação a Distância: Ensino de Línguas Estrangeiras.

2 1. Introdução Neste artigo são apresentadas as contribuições da tecnologia para o ensino de línguas estrangeiras, fazendo um resgate histórico do ensino de Línguas Estrangeiras por meio da modalidade Educação a Distância (EaD), procurando verificar a tecnologia utilizada desde seu início até os dias atuais, onde a ferramenta mais utilizada na EaD é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), que tem se mostrado fortemente presente, verificando o que esta ferramenta trouxe de novo. Para fazer um levantamento e verificar o que mudou ao longo dos anos no ensino de línguas estrangeiras por meio dos ambientes virtuais de aprendizagem, foi feita uma revisão bibliográfica mostrando inicialmente uma exploração sobre o que se refere ao AVA, ou seja, algumas definições de Ambiente Virtual de Aprendizagem para alguns autores. Posteriormente, fez-se um levantamento das evoluções da EaD ao longo das gerações, as evoluções das abordagens do ensino de língua estrangeira e consequentemente uma análise das contribuições do AVA e da EaD no ensinoaprendizagem da língua estrangeira. Também foi verificado os recursos tecnológicos utilizados ao longo do tempo, com o objetivo de esclarecer quais tipos de ferramentas foram utilizadas e como elas puderam auxiliar tanto os alunos, quanto os professores, fazendo com que a cada dia fossem sendo alteradas / melhoradas, de acordo com a demanda apresentada em cada época. Vê-se então a relevância desta pesquisa, devido à crescente procura dos usuários por recursos tecnológicos como auxílio no ensino e na aprendizagem, a importância desta ferramenta também no ensino-aprendizagem de línguas estrangeiras e como estas ferramentas tem ajudado os alunos nos cursos on-line, como os alunos e professores em aulas presenciais Objetivo: O objetivo desta pesquisa foi descrever as mudanças ocorridas no ensino de línguas estrangeiras por meio dos ambientes virtuais de aprendizagem, fazendo um levantamento das contribuições das ferramentas do AVA no ensino de língua estrangeira, auxiliando tanto na elaboração do conteúdo pedagógico, material didático e apresentação destes ao

3 aluno, como no andamento do curso, fazendo com que o aluno possa ter maior facilidade no processo do seu aprendizado. 1.2 Metodologia Para a realização desta pesquisa foi feito um levantamento bibliográfico sobre o ensino de línguas estrangeiras por meio dos ambientes virtuais de aprendizagem, verificando quais recursos tecnológicos foram utilizadas no processo de ensinoaprendizagem de um idioma e o que mudou ao longo dos anos, buscando mostrar a evolução histórica das abordagens na aprendizagem de línguas, bem como a evolução das partes que envolvem a aprendizagem aqui pesquisada, como a educação a distância no ensino de línguas estrangeiras e as ferramentas tecnológicas utilizadas para o ensino das línguas estrangeiras. A partir do levantamento das ferramentas disponibilizadas nos ambientes virtuais de aprendizagem, vê-se a transformação do ensino-aprendizagem de forma cada vez mais diversificada e envolvente. 2. Desenvolvimento 2.1 Evolução da Educação a Distância (EaD) Como apresenta Moore e Kearsley (2007), a educação a distância não iniciou agora com o advento da internet, a EaD evoluiu ao longo de cinco gerações. Esta evolução é identificável pelas principais tecnologias de comunicação empregadas, de acordo com os autores, como relacionados a seguir: 1. A primeira geração de estudo por correspondência/em casa/independente proporcionou o fundamento para a educação individualizada a distância. Seu início está na década de 1880 e foi permitido pela criação de serviços postais mais baratos e confiáveis, resultantes da expansão das redes ferroviárias. 2. A segunda geração, de transmissão por rádio, no início do século XX e desenvolveu-se com o surgimento da televisão, na década de Teve pouca ou nenhuma interação de professores com alunos, exceto quando relacionada a um curso por correspondência; porém, agregou as dimensões orais e visuais à apresentação de informações aos alunos a distância.

4 3. A terceira geração as universidades abertas surgiu no final da década de 1960, de experiências norte-americanas que integravam áudio/vídeo e correspondência com orientação face a face, usando equipes de cursos e um método prático para a criação e veiculação de instrução em uma abordagem sistêmica. 4. A quarta geração, surgida por volta da década de 1980, utilizou a teleconferência por áudio, vídeo e computador, proporcionando a primeira interação em tempo real de alunos com alunos e instrutores a distância. O método era apreciado especialmente para treinamento corporativo. 5. A quinta geração foi possível com o desenvolvimento do computador de uso pessoal (PC), em 1975 e da internet, em Uma geração de classes virtuais on-line com base na internet, tem resultado em enorme interesse e atividade em escala mundial pela educação a distância, com métodos construtivistas de aprendizado em colaboração, e na convergência entre texto, áudio e vídeo em uma única plataforma de comunicação. Conforme mostra Moore e Kearsley (2007), nestas cinco gerações apresentadas, esta evolução está ligada à utilização de instrumentos, as quais proporcionam, cada vez mais, maior possibilidade de transformação do meio e do sujeito e tem se configurado ao longo da história à medida que o sujeito as utiliza. 2.2 Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) Para melhor compreensão dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem, foi feito um levantamento de alguns conceitos, pois são poucos os artigos que descrevem este ambiente de aprendizagem como uma ferramenta tecnológica mais antiga. O que se percebe é que o AVA tem sido mostrado como uma ferramenta que apareceu a partir da segunda metade do século XX, após a chegada dos computadores e da internet. Na literatura, encontra-se algumas definições para ambientes virtuais de aprendizagem, uma delas é trazida por Vavassori e Raabe (2003) que definem um ambiente virtual de aprendizagem como (...) um sistema que reúne uma série de recursos e ferramentas, permitindo e potencializando sua utilização em atividades de aprendizagem através da internet em um curso a distância. (VAVASSORI e RAABE, 2003).

5 Na definição de Santos 2006, o AVA é um sistema informatizado, projetado para promover interação entre professores, alunos e quaisquer outros participantes em processos colaborativos que envolvam ensino e aprendizagem via Internet. (SANTOS, 2006, p. 18). Para Pereira 2007 os AVAs consistem em mídias que utilizam o ciberespaço para veicular conteúdos e permitir interação entre os atores do processo educativo. [...] Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) consiste em uma opção de mídia que está sendo utilizada para mediar o processo ensino-aprendizagem à distância. (PEREIRA, 2007, p. 4 e5). Não somente autores de artigos, como também a população em geral banalizou alguns conceitos, dentre eles o do AVA que entende Ambiente Virtual de Aprendizagem como um tipo de ferramenta tecnológica nova, visto que somente com a chegada dos computadores e consequentemente da internet, ficou mais usual se falar em Ambiente Virtual de Aprendizagem. No entanto, há autores que entendem AVA como um recurso tecnológico já existente a muito tempo, como, por exemplo, Santos (2003) que entende ambientes como tudo aquilo que envolve pessoas, natureza ou coisas, objetos técnicos. Já o virtual vem do latim medieval virtualis, derivado por sua vez de virtus, força, potência. No sensocomum as pessoas utilizam a expressão virtual para designar alguma coisa que não existe, que está no imaginário. Enfim, virtual vem sendo representando como algo fora da realidade, o que se opõe ao real. Entretanto, Lévy (1996) em seu livro O que é o virtual? esclarece-nos que o virtual não se opõe ao real e sim ao atual. Virtual é o que existe em potência e não em ato. Este autor explica que toda semente é potencialmente uma árvore, ou seja, não existe em ato, mas existe em potência. O virtual faz parte do real, não se opondo a ele. Por isso nem tudo que é virtual necessariamente se atualizará. Como no exemplo da semente, caso um pássaro à coma, a mesma jamais poderá vir a ser uma árvore. Neste sentido, Santos (2003) afirma que um ambiente virtual é um espaço fecundo de significação onde seres humanos e objetos técnicos interagem potencializando assim, a construção de conhecimentos, logo a aprendizagem. Se ficar entendido aprendizagem como um processo sócio-técnico, onde os sujeitos interagem na e pela cultura, sendo esta

6 um campo de luta, poder, diferença e significação, espaço para construção de saberes e conhecimento, então se pode afirmar que todo ambiente virtual é um ambiente de aprendizagem. Com isso, a autora complementa então que AVA pode não ser necessariamente um ambiente que envolva as novas tecnologias digitais de informação e comunicação. Entretanto essas tecnologias digitais podem potencializar e estruturar novas sociabilidades e consequentemente novas aprendizagens. As novas tecnologias digitais de informação e comunicação se caracterizam pela sua nova forma de materialização. A informação que vinham sendo produzida e circulada ao longo da história da humanidade por suportes atômicos (madeira, pedra, papiro, papel, corpo) na atualidade também vem sendo circulada pelos bits, códigos digitais universais (0 e 1). As tecnologias da informática associadas às telecomunicações veem provocando mudanças radicais na sociedade por conta do processo de digitalização. (SANTOS, 2003, p.3) Portanto, o que caracteriza e difere o ambiente virtual de aprendizagem que foi construído ao longo dos anos, do que é definido atualmente é que antes a interação no ensino-aprendizagem, mediada pelas ferramentas dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem, era de um para um ou um para todos, através de vídeos, rádio, jornal impresso, TV, entre outros e, as atuais ferramentas do AVA atualmente geram a possibilidade de comunicação e ensino-aprendizagem de todos para todos, que pode ser facilmente encontrada nas redes, nos ciberespaços. Sendo assim, pode se dizer que um AVA não necessariamente é um ambiente de rede, mas sim um espaço com possibilidades diversas na construção do conhecimento, na interação dos sujeitos, no qual os sujeitos estão construindo, resignificando e reconstruindo significados constantemente. Deste modo, ensinantes podem ser também aprendentes e estes também poderão ensinar, ou seja, o sujeito além de receber conhecimento, poderá aperfeiçoá-lo e compartilhar seu conhecimento com outros sujeitos.

7 2.3 Evolução das abordagens do ensino de língua estrangeira Segundo Germain (1993) a aparição dos primeiros manuais de aprendizagem de uma língua estrangeira data do 3º século da nossa era. Tratava-se de manuais bilíngues, enfatizando a prática do vocabulário e da conversação, e eram, sobretudo, utilizados pelos falantes do latim que aprendiam o grego. Quando se iniciou o ensino oficial de línguas estrangeiras no Brasil, que segundo Chagas (1967), foi em 1837, com a criação do Colégio Pedro II, via-se um ensino mais vinculado ao estudo da gramática e a memorização de regras, de forma descontextualizada, sem uma preocupação com a realidade do aluno. Ao longo do tempo diversas metodologias foram utilizadas com a intenção de facilitar o ensino-aprendizagem e com isso foram feitas mudanças para melhor atender os alunos e professores. Diante das variadas metodologias existentes, faz-se necessário apresentar uma síntese das principais metodologias utilizadas, as quais marcaram o ensinoaprendizagem da língua estrangeira, mas inicialmente, é importante esclarecer as definições e diferenças entre método, metodologia e abordagem. Dentre diversas definições, encontra-se Puren (1988) que chama de método o próprio material de ensino; que metodologia estaria num nível superior, englobando os objetivos gerais, os conteúdos linguísticos, as teorias de referência, as situações de ensino e subentendem a elaboração de um método. Já o termo abordagem ( approach do inglês) é definido por Leffa (1988) como os pressupostos teóricos acerca da língua e da aprendizagem. Portanto, optou-se neste artigo em utilizar o termo metodologia ou abordagem para designar a forma como o ensino de língua estrangeira vem se processando ao longo dos anos. Embora as concepções, métodos e abordagens de línguas estrangeiras no campo da aprendizagem, contemplem a competência comunicativa, faz-se importante abordar outros tipos de abordagens e métodos e as suas contribuições ao longo do tempo. Assim, segundo Leffa (1988): A abordagem da gramática e da tradução surgiu com o interesse pelas culturas grega e latina na época do renascimento e continua sendo empregada até hoje, ainda que de modo bastante esporádico, com diversas adaptações e finalidades mais específicas.

8 A abordagem direta (tradicionalmente Método Direto ) é quase tão antigo quanto o método da gramática e tradução, surgiu como uma reação a este e evidências de seu uso datam do início do século XVI. Abordagem para a leitura (tradicionalmente Método da Leitura ) expandiu pelas escolas secundárias dos Estados Unidos na década de 1930, tendo permanecido até o fim da II Guerra Mundial. Abordagem audiolingual foi uma reação dos próprios americanos contra o método da leitura; surgiu durante a II Guerra Mundial quando o exército americano precisava de falantes fluentes de várias línguas estrangeiras e não os encontrou, a solução foi produzir esses falantes de maneira mais rápida possível. Abordagem natural tenta explicar na sala de aula a teoria de Stephen Krashen, conhecida como Modelo do Monitor ou Modelo de Input. Visa desenvolver a aquisição da língua (uso inconsciente das regras gramaticais) em vez da aprendizagem (uso consciente). Abordagem comunicativa surgiu nos anos da década de 70 e ganhando força total nos anos 80; procurou, com seu enfoque, não ser extremista. A maior preocupação com o uso da língua como comunicação surgiu a partir de pesquisas mais recentes nas áreas de psicolingüística, sociolingüística, filosofia da linguagem e teoria da informação. O equilíbrio visado apoia-se no conceito da competência comunicativa, que encara a realidade lingüística como algo formalmente possível, viável, adequado ao contexto e realmente factível (isto é, que pode ser feito). Assim, o que se pode verificar é que não existe uma metodologia absoluta, as metodologias somente oferecem uma direção do que pode ser feito, pois não há uma abordagem que cubra totalmente as várias possibilidades de aprendizagem. O importante é que o professor tenha conhecimento da existência de diversas metodologias, consciência de que os alunos têm características diferentes e que a partir das condições que se encontrarem, estes professores possam se adaptar e se adequar, buscando uma metodologia que melhor lhe ajudará em cada situação, não esquecendo que o mais importante é a interação dos sujeitos para a construção do conhecimento.

9 Assim, inspirada na concepção educacional do professor Dante Augusto Galeffi (2001), a solução é buscar sempre por uma metodologia própria e apropriada. Própria por ser a síntese da produção desses sujeitos da aprendizagem e da informação; e apropriada porque é adequada ao contexto e, principalmente, porque os seus autores já a apreenderam conscientemente. 2.4 A tecnologia no ensino de língua estrangeira Antes mesmo de ser utilizado o rádio, a televisão e o computador outras tecnologias foram implantadas na educação, não só para melhorar a qualidade, como também atingir um maior número de pessoas e, conforme cita Almeida a primeira revolução tecnológica no aprendizado foi provocada por Comenius ( ), quando transformou o livro impresso em ferramenta de ensino e de aprendizagem com a invenção da cartilha e do livro-texto. (ALMEIDA, 2000,p. 13). A partir dos anos 60 pode-se observar a incorporação de novas mídias ao meio impresso, porém estas ainda apresentavam-se pautadas em um modelo Fordista 1 de educação industrial, ou seja, uma educação de massa, sendo a British Open University, fundada no ano de 1969, um marco de transição do modelo Fordista a uma educação mais flexível. Já nos primeiros anos da década de 70 começaram a ser analisadas e redefinidas as técnicas e estratégias de EaD, apresentando um crescimento significativo na sua utilização, conjugando várias mídias. Este avanço ocorreu em parte pelas inovações tecnológicas que foram se desenvolvendo e sendo socializadas massivamente a partir da década de 90 (noventa), e também pelas pesquisas na área educacional, que começaram a traçar suas orientações pedagógicas na Educação de Adultos e nos aspectos referentes à cognição. A presença dos ambientes virtuais de aprendizagem, como mediador na abordagem do idioma está presente a longo tempo e com base no levantamento realizado por Paiva (2008b) é importante saber um pouco da história e suas contribuições tecnológicas mais relevantes para o ensino de língua estrangeira, apresentando suas transformações, mostrando os ambientes de aprendizagens e as funções que eles exerciam e exercem até os dias atuais, como se pode perceber no quadro 1.

10 Quadro 1 Contribuições da Tecnologia para o Ensino de LE Ano Recurso Tecnológico Descrição 1578 Impresso - Gramática 1658 Impresso Livro ilustrado Primeira gramática para estudo individualizado: gramática do hebraico pelo Cardeal Bellarmine. Primeiro livro ilustrado, O Orbis Sensualim Pictus, de Comenius. Livro de vocabulário em latim para a educação infantil Áudio - Fonógrafo - Aparelho para registrar e produzir som Impresso e Áudio Invenção do fonógrafo, por Thomas Edson. Primeiro material didático gravado por The International Correspondence Schools of Scranton. O material era composto por livros de conversação acompanhados de cilindros (recurso de áudio) de Thomas Edson Vídeo e Áudio - Filmes Walt Disney produziu os primeiros cartoons para o ensino de inglês básico. Em 1943, os estúdios de Walt Disney produziram uma série de filmes com atores, intitulada The March of Times. 1940s Audio - Gravador Surgimento do gravador de fita magnética Áudio Rádio A BBC iniciou transmissões em rádio com pequenas aulas de inglês. Somente na década de 60, transmitiu cursos de inglês em 30 línguas para quase todo o globo terrestre. 1950s Laboratório de Áudio Criação de laboratórios de áudio Vídeo e Áudio Televisor Invenção da televisão por John Baird. No entanto, somente em 1950 a TV chegou ao Brasil Áudio e Vídeo - Computador Início do ensino de línguas mediado por computador com o projeto PLATO (Programmed Logic for Automatic Teaching Operations), na Universidade de Illinois.

11 1980s Áudio e Vídeo - Computador individual Surgimento dos primeiros computadores pessoais (PCs) no Brasil Computador 1997 Computador e internet Computador internet e alguns recursos tecnológicos Wiki Tablets, Android, IOS Fonte: Adaptação de Franco (2010) Acesso à rede mundial de computadores no Brasil, interligando várias universidades e professores universitários. O acesso público à rede só aconteceu em Introdução à WWW nos moldes que conhecemos hoje. Acesso a novas formas de comunicação como , listas de discussão e fóruns. Aparecimento da ferramenta de busca como o Com a plataforma wiki o conhecimento colaborativo vira realidade. Redes de relacionamento como o Orkut, blogs, podcasts, repositório de vídeo como o Youtube, enciclopédia mundial feita por usuários (a Wikipédia), entre outros. Início da WEB 2.0 A tecnologia a distância passa para dispositivos móveis e se populariza em dispositivos de baixo custo. O quadro 1 apresenta as contribuições da tecnologia para o ensino, no qual percebe-se que não é novo o interesse pela divulgação de um idioma, nem tão pouco é novo a utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem para a divulgação destes idiomas. E, mostra que a forma de levar o ensino à um maior número de pessoas e lugares é cada vez mais diversificado e que as tecnologias tem contribuído para estimular o desenvolvimento da criatividade e de habilidades intelectuais. Com o surgimento dos primeiros computadores pessoais (PCs) no Brasil, na década de 80 e logo depois com o advento da internet e a velocidade da troca de informações, os ambientes virtuais de aprendizagem foram ganhando novos espaços e trazendo novas alternativas, especialmente para o meio educacional. As novas tecnologias estão diversificando cada vez mais a forma de levar o ensino a um maior número de pessoas e lugares. Com seu alto potencial de motivação e concentração têm o poder de estimular o desenvolvimento da criatividade e de

12 habilidades intelectuais tais como o raciocínio, a capacidade de resolver problemas, e de desenvolver a autonomia (PAIVA, 2008b). O aparecimento de tecnologias novas nos AVA trouxe grandes vantagens no ensinoaprendizagem de língua estrangeira a distância. Houve maior interação do professor com o aluno e com o conteúdo, promovendo a autonomia do aluno e estabelecendo um ensinoaprendizagem mais individualizado, visto que os estilos de aprendizagem de cada aluno são diferenciados. Os estilos de aprendizagem também puderam ser re-planejados por causa da disponibilidade das diferentes ferramentas nos ambientes virtuais de aprendizagem, já que com esta variedade, cada aluno poderia escolher, ou ser indicado à um ensinoaprendizagem que melhor lhe aprouvesse. Esta transformação se deve a vários fatores, dentre eles cita-se aqui três: novidades tecnológicas, maior demanda dos alunos por um ensino mais diversificado e a descoberta de que os alunos necessitam de um ensino individualizado, cada um com seu ritmo e estilo de aprendizagem diferente. As mudanças na educação tornaram-se um princípio básico para a formação dos novos alunos. As novidades tecnológicas utilizadas no AVA tem se diversificado a todo o momento para transformar este ensino, facilitando as abordagens e os métodos de ensinoaprendizagem, fazendo com que os alunos possam ter um aprendizado cada vez mais interativo e dinâmico, não só para aprender um idioma como também descobrir as tradições, as atitudes e a cultura daquele lugar. Nesse contexto a informação representa o principal ingrediente de nossa organização social, e os fluxos de mensagens e imagens entre as redes constituem o encadeamento básico de nossa estrutura social (CASTELLS, 1999). Novos processos criativos podem ser potencializados pelos fluxos sócio-técnicos de ambientes virtuais de aprendizagens que utilizam o digital como suporte a exemplo, o ciberespaço. A pesquisa mostra que atualmente a EaD tem utilizado as diversas tecnológicas, que fazem parte das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC s), com a hipermídia, as redes de comunicação interativas e todas as tecnologias intelectuais presentes no novo espaço eletrônico virtual - o ciberespaço, sendo que o essencial se

13 encontra em uma nova mudança pedagógica, que favorece ao mesmo tempo as aprendizagens personalizadas e a aprendizagem coletiva em rede. 3. Considerações finais Existem atualmente inúmeros ambientes virtuais de aprendizagem que reúnem uma série de recursos tecnológicos para utilização, criação e estruturação de um curso língua estrangeira, na modalidade a distância, gratuitos como, por exemplo, Clavoline, Dokeos, AulaNet, TelEduc, Moodle e pagos como WebBoard, IntraLearn, WebAula, SABA, LearnLoop, entre outros. O que se tem visto é cada vez mais alunos e professores procurando novas formas de melhor ensinar e aprender, procurando adaptar o que será ensinado e aprendido ao estilo de aprendizagem do aluno e ao contexto deste, tornando este estudo mais envolvente e prazeroso. Como diversos tipos de curso a distância, as novas tecnologias trazem grandes vantagens no ensino-aprendizagem de língua estrangeira a distância. Neste estudo foi verificado a existência de ambientes virtuais de aprendizagem que ao longo do tempo foram de essencial importância e tem se modificado e se aperfeiçoado para atender a demanda dos alunos. A partir do levantamento bibliográfico e uma reflexão acerca do que os recursos tecnológicos têm influenciado e contribuído no ensino-aprendizagem de um idioma, incentiva-se que além das tecnologias há a necessidade de uma mudança de postura do professor e dos formadores de professores de línguas estrangeiras, na abordagem de aprender dos alunos e na abordagem de ensinar dos professores, visando a uma seleção crítica e mapeada dos encaminhamentos metodológicos que circundam a sua prática. Assim, o professor, consciente do valor de uma prática pedagógica coerente e instigante, poderá melhor nortear seu trabalho. Há algo além da tecnologia em si, como diz Almeida Filho (1993) que para produzir impacto (perceptível), mudanças (profundas) e inovações (sustentadas) não são suficientes alterações apenas no material didático, no mobiliário, nas verbalizações do desejável pelas instituições, nas técnicas renovadas, nos atraentes recursos audiovisuais. São cruciais novas compreensões vivenciadas da abordagem de aprender dos alunos e na abordagem

14 de ensinar dos professores.. Há a necessidade de uma mudança pedagógica, que favoreça ao mesmo tempo as aprendizagens personalizadas e a aprendizagem coletiva em rede. Quanto aos alunos, tem-se visto que estão passando de um papel passivo para um papel ativo, desenvolvendo uma autonomia e independência no que diz respeito à aprendizagem e esta autonomia ampliará cada vez mais, devido ao surgimento de novos ambientes virtuais de aprendizagem e suas ferramentas tecnológicas, sobretudo a internet. Vários são os fatores que possibilitam a aprendizagem de uma língua estrangeira, mas o que precisa ser considerado como de maior relevância é o que leva o aluno a estar motivado à aprender. Por isso, a importância de se ter um olhar mais reflexivo quanto aos objetivos do ensino, as expectativas de aprendizagem e sua aplicabilidade. 4. Referências: ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Pontes, Campinas: ALMEIDA, Maria Elizabeth de; ProInfo: Informática e Formação de Professores Vol. 1; Brasília: MEC/ Secretaria de Educação à Distância, 2000; 192 p. CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, CHAGAS, R.V.C. Didática especial de línguas modernas. São Paulo: Companhia Editora Nacional, FRANCO, Claudio de Paiva. A Tecnologia no Ensino de Línguas: Do século XVI ao XXI. Disponível em: Acesso em: 26 abr GALEFFI, Dante Augusto. O Ser-sendo da Filosofia. Salvador: Edufba, GERMAIN, C. Evolution de l enseignement des langues: 5000 ans d histoire. Paris: Clé International,1993. (Col. Didactique des langues étrangères). LEFFA, Vilson J. Metodologia do ensino de línguas. In BOHN, H. I.; VANDRESEN, P. Tópicos em lingüística aplicada: O ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, p

15 LÉVY, Pierre. O que é o virtual. SP: Editora 34, MOORE, Michael & KEARSLEY Greg. Educação a distância: uma visão integrada. (Tradução Roberto Galman). São Paulo: Thompson Learning, PAIVA, V.L.M.O. O uso da tecnologia no ensino de línguas estrangeiras: breve retrospectiva histórica. 2008b. Disponível em: Acesso em: 12 abr PEREIRA, Alice. Ambientes Virtuais de Aprendizagem: em diferentes contextos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda, PUREN, C. Histoire des méthodologies. Paris: Nathan; Clé International,1988. (Col.Didactique des langues étrangères). SANTOS. Edméia Oliveira. Ambientes virtuais de aprendizagem: por autorias livre, plurais e gratuitas. In: Revista FAEBA, v.12, no (no prelo). Disponível em Acesso em 22 jun SANTOS, Edméia. SILVA, Marco. A avaliação da aprendizagem em Educação on line. São Paulo. Edições Loyola, SANTOS. Fábio Rocha. Ambientes virtuais de ensino-aprendizagem: concepção e implementação sob uma ótica sóciotécnica Disponivel em: Acesso em: 22 jun VAVASSORI, Fabiane B. e RAABE, André L. A. Organização de atividades de aprendizagem utilizando ambientes virtuais: um estudo de caso. In: SILVA, Marco (org). Educação on line: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2003, p Na Segunda Revolução Industrial, de 1870 a 1970, o modelo fordista tinha como característica a produção em série e em grande volume para haver excedente.

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