NORMAS PARA VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PACIENTES

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1 NORMAS PARA VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PACIENTES C A ÇA D O R - S C

2 DOCUMENTAÇÃO ALVARÁ SANITÁRIO 1. Requerimento DVS 2. CNPJ (jurídica) cópia atualizada 3. Documento do Veiculo 4. Taxa de Emissão de Alvará 5. Descrição de Serviços desenvolvidos 6. Carteira de habilitação, e curso na área C A ÇA D O R - S C

3 O transporte de pacientes na área de saúde pode ser realizado por ambulâncias ou outros veículos autorizados. Nos veículos habituais adaptados para transporte admiti-se o transporte de pacientes de baixo risco, sentados (exemplo: pacientes crônicos) realizado somente com anuência médica. Ambulância: veículo terrestre, aéreo ou hidroviário que se destine exclusivamente ao transporte de enfermos. Deve atender às normas da ABNT- NBR 14561/2000. C A ÇA D O R - S C

4 AÇÕES BÁSICAS Ambulância Tipo A Ambulâncias de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoção simples e de caráter eletivo. Deverá possuir: Sinalizador óptico e acústico Equipamento de rádio-comunicação em contato permanente com a sede (origem) Maca com rodas Suporte para soro Oxigênio medicinal Rotinas de limpeza e desinfecção do veiculo C A ÇA D O R - S C

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9 Os demais tipos de ambulância deverão ser fiscalizadas por pessoal técnico qualificado. A atividade de transporte de pacientes está regulamentada pela Portaria GM nº 814 de 01 de junho de 2001, porque envolve assistência a pacientes sob risco de vida. Fica expressamente proibido qualquer tipo de produto sendo transportado em ambulância juntamente com pacientes, como medicamentos, correlatos, material gráfico, vacinas, etc. A ambulância é de uso exclusivo para transporte de pacientes. C A ÇA D O R - S C

10 NORMAS PARA O FUNCIONAMENTO DE CONSULTÓRIOS MÉDICOS C A ÇA D O R - S C

11 DOCUMENTAÇÃO ALVARÁ SANITÁRIO CONSULTÓRIO MÉDICO 1. Requerimento DVS 2. CPF do RT 3. Diploma do Resp. Técnico/Registro no Conselho Regional SC, cópia 4. Croqui de Localização 5. Taxa de Emissão de Alvará 6. Projeto Arquitetônico Aprovado pela VISA C A ÇA D O R - S C

12 DOCUMENTAÇÃO ALVARÁ SANITÁRIO CLÍNICA MÉDICA 1. Requerimento DVS 2. Contrato de trabalho RT 3. Contrato Social/Alterações 4. CNPJ da empresa 5. Taxa de Emissão de Alvará 6. Projeto Arquitetônico Aprovado pela VISA 7. Croqui de localização 8. Diploma do Resp. Técnico/Registro no Conselho Regional SC, cópia 9. Declaração de RH com respectivo registro no conselho de classe 10. Descrição dos serviços desenvolvidos descriminando respectiva atividade. C A ÇA D O R - S C

13 A fiscalização de consultórios médicos destinase aos consultórios de clínica médica e de especialidades devendo este último possuir todos os equipamentos, área e instalação de acordo com a especialidade médica. A área física e as instalações devem atender ao disposto na RDC 50 /02/2002 ANVS, bem como as demais legislações específicas para disposição de medicamentos, principalmente amostras grátis, saneantes, anti-sépticos e correlatos e resíduos de estabelecimentos de saúde RDC 306/12/2004/ANVS e o Código Sanitário Estadual. C A ÇA D O R - S C

14 NORMAS GERAIS PARA FUNCIONAMENTO - Necessidade de Alvará Sanitário para o funcionamento - Responsável Técnico habilitado - Material de revestimento do teto, piso e paredes: liso, lavável, impermeável e resistente aos desinfetantes - Lavatório com água corrente para uso profissional independente do sanitário: com sabonete líquido e toalha descartável - Sanitários para profissionais e para o público, sendo 1 adaptado a deficientes físicos - Licença do Corpo de Bombeiros -Deposito de Material de Limpeza (DML) C A ÇA D O R - S C

15 NORMAS GERAIS PARA FUNCIONAMENTO Lixeira com saco branco leitoso, com indicativo de resíduo infectante, conforme especificações da ABNT, para os locais que produzem este resíduo - Preferencialmente ventilação e iluminação natural, caso contrário que sejam asseguradas através de sistemas compatíveis com as normas - No consultório de psicologia deve ser verificado se há existência de medicamentos e outros produtos ou procedimentos não extensivos a esta atividade profissional. - Acesso para deficiente físicos - Limpeza da caixa de água. - Comprovante de desinsetização e desratização. C A ÇA D O R - S C

16 CONSULTÓRIOS DE GINECOLOGIA Existência de espaço suficiente de forma que a circulação dos profissionais fique assegurada durante execução dos exames Todas as soluções anti-sépticas devem possuir rótulo completo (nome da substância, e data da troca), bem como, deve ser realizado o controle da validade das mesmas - A desinfecção de espéculos e pinças deve obedecer os métodos preconizados pelo Ministério da Saúde - Observar se os pacotes estéreis contêm rótulo com informações completas (nome do artigo, data da esterilização e fita termosensível) e verificar se realizam controle de eficiencia dos equipamentos; - O sanitário deve estar localizado anexo ao consultório e deve possuir ducha higiênica. C A ÇA D O R - S C

17 ATENÇÃO! A pia do Sanitário ou Lavatório com água corrente serve somente para este fim, ficando proibido o seu uso para expurgo. Do uso de luvas para procedimentos, toalha descartável e lençol para mesa ginecológica trocados entre os atendimentos. Caso lençol de tecido, observar se existem em número suficiente e, se os artigos descartáveis possuem procedência e Registro no Ministério da Saúde. Verificar se os saneantes e/ ou outros produtos possuem rotulagem traduzida para vernáculo português, data de validade e registro junto ao Ministério da Saúde. Conferir se a forma de uso do produto, determinado pelo fabricante, é respeitada/seguida pelo estabelecimento. C A ÇA D O R - S C

18 MANUAL DE NORMAS E ROTINAS DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE ARTIGOS E SUPERFÍCIES Sanitários Mesa clínica/colchão Mesas Aparelhos Filtros de ar condicionado Etc... C A ÇA D O R - S C

19 DA REALIZAÇÃO DE CURATIVOS SIMPLES E RETIRADAS DE PONTOS EM CONSULTÓRIOS MÉDICOS Os procedimentos ambulatoriais poderão ser executados em consultórios médicos desde que obedeçam a legislação vigente no que diz respeito à instalações e procedimentos técnicos. O consultório deverá possuir sala de curativos conforme descrita na RDC nº 50/02. Central de esterilização simplificada. C A ÇA D O R - S C

20 As monitorizações de estufa/autoclave são efetuadas pelo controle de temperatura, fita termosensível e testes biológicos (estufa: Bacillus Subtillis e autoclaves: Bacillus Stearothermophillus), além da manutenção preventiva. As áreas limpa e suja no consultório necessitam ser estanques, asseguradas por controle através de procedimentos técnicos. C A ÇA D O R - S C

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38 LAVANDERIA COMERCIAL C A ÇA D O R - S C

39 DOCUMENTAÇÃO ALVARÁ SANITÁRIO 1. Requerimento DVS 2. CNPJ (jurídica) cópia atualizada 3. Croqui de Localização 4. Taxa de Emissão de Alvará 5. Descrição de Serviços desenvolvidos, discriminando as respectivas atividades 6. Contrato Social com Alterações. 7. Licença da FATMA C A ÇA D O R - S C

40 NORMAS GERAIS Devem existir áreas especificas para recebimento de roupa suja, lavagem, passagem e guarda de roupa limpa Áreas devem possibilitar a circulação dos funcionários Material de revestimento do piso parede e teto deve ser de cor clara, lavável, e resistente a desinfetantes de preferência piso antiderrapante Licença do Corpo de Bombeiros Deve propiciar conforto higrotérmico e luminoso aos funcionários(ventilação, iluminação...) Manutenção dos equipamentos Presença de lixeiras Rotinas de limpeza e desinfecção das áreas internas, bem como dos equipamentos Produtos utilizados devem possuir registro junto a ANVISA Devem ser disponibilizados EPIs aos funcionários. C A ÇA D O R - S C

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