AÇÃO CIVIL PÚBLICA COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA

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1 EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 7ª VARA CÍVEL DA SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO. Autos nº (DISTRIBUIÇÃO COM URGÊNCIA) O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pelo Procurador da República infra-assinado e o CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO, autarquia federal com personalidade jurídica de direito público instituída pela Lei Federal 3.268/57 e regulamentada pelo Decreto /58, inscrita no CNPJ/MF sob o número / , sediada nesta capital e subseção judiciária, na Rua da Consolação, nº Centro, vêm respeitosamente à presença de Vossa Excelência propor a presente AÇÃO CIVIL PÚBLICA COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA em face de UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO UNISA, instituição de ensino superior integrante do sistema federal de educação, mantida pela OBRAS SOCIAIS E EDUCACIONAIS DE LUZ OSEL, associação civil inscrita no CNPJ sob o número / , sediada nesta capital e subseção judiciária, na Rua Professor Enéas de Siqueira Neto, 340 Grajaú, representada em juízo por sua Diretora Presidente DARCI GOMES DO NASCIMENTO, pelas seguintes razões de fato e de direito:

2 DOS FATOS A Universidade de Santo Amaro UNISA é instituição de ensino superior criada e mantida pela iniciativa privada, com sede nesta capital e subseção judiciária 1. Integra o sistema federal de ensino por força do disposto no art. 16, inciso II, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) 2, e está submetida ao cumprimento das normas gerais da educação nacional e à avaliação da qualidade dos cursos que oferece, nos termos do art. 7º do mesmo diploma legal 3. Em 19 de maio de 2008 a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação aprovou a transferência da gestão da Universidade, anteriormente mantida pela ORGANIZAÇÃO SANTAMARENSE DE EDUCAÇÃO E CULTURA OSEC, para a associação OBRAS SOCIAIS E EDUCACIONAIS DE LUZ OSEL, dirigida por DARCI GOMES DO NASCIMENTO 4. Tão logo assumiu a gestão da Universidade, a nova mantenedora, a pretexto de promover o que chamou de reestruturação do seu curso de medicina 5, passou a ordenar ao então diretor da faculdade, PAULO KASSAB, a diminuição da carga horária e a demissão de docentes, como meio de sanear financeiramente a instituição gerida. As consequências da reestruturação promovida pela Ré não poderiam ter sido mais nefastas. Elas extrapolam, em muito, a autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeirapatrimonial conferida às Universidades pela Constituição da República, pois repercutem diretamente na qualidade do serviço prestado à coletividade dos alunos matriculados no curso e, em última instância, na própria qualidade dos profissionais de saúde formados no Estado de São Paulo. Daí a necessidade de pronta intervenção do Estado-Jurisdição no sentido de garantir, pelo menos, o cumprimento das normas gerais fixadas pelo 1 Doc Art. 16. O sistema federal de ensino compreende: I - as instituições de ensino mantidas pela União; II - as instituições de educação superior criadas e mantidas pela iniciativa privada ( ). 3 Art. 7º O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições: I - cumprimento das normas gerais da educação nacional e do respectivo sistema de ensino; II - autorização de funcionamento e avaliação de qualidade pelo Poder Público; III - capacidade de autofinanciamento, ressalvado o previsto no art. 213 da Constituição Federal. 4 Doc Doc. 03.

3 Ministério da Educação e a observância de padrões mínimos de qualidade do serviço prestado pela Ré. Os gravíssimos vícios de qualidade adiante enumerados foram constatados à exaustão não apenas pelos próprios consumidores do serviço 6 a coletividade de alunos da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro como também pelos docentes da Universidade 7, pelos dirigentes do hospital de ensino conveniado, pela Comissão Estadual de Residência Médica de São Paulo - CEREM- SP, pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo CREMESP, pelos meios de comunicação 8, e, finalmente, pela Coordenação-Geral de Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, órgão avaliador das instituições privadas de educação superior em âmbito nacional. Todas as instituições citadas foram UNÂNIMES em apontar que a Ré, a partir da mudança da associação mantenedora, não vem cumprindo sequer minimamente as obrigações contratuais e legais inerentes à prestação do serviço de educação superior. Transcrevemos abaixo, em ordem cronológica, trechos dos principais documentos produzidos por essas instituições que comprovam o inadimplemento das obrigações a que a Ré estava vinculada: 1. Notificação encaminhada pelo Centro Acadêmico Rubens Monteiro Arruda à Reitora da Universidade, em 17 de novembro de : Tendo em vista que a Universidade de Santo Amaro UNISA vem descumprindo a obrigação de prestar ensino de boa qualidade, sobretudo na área de ciências médicas e biológicas, como pode se constatar dos seguintes fatos: (a) O corpo docente da Universidade foi reduzido drasticamente e mais de 25 professores de alta qualificação foram demitidos; (b) Na contratação dos novos professores, além do número ser insuficiente, não houve uma substituição com a mesma qualificação dos anteriores; 6 As manifestações dos alunos do curso de medicina compõe o doc As manifestações produzidas pelos professores do curso estão reunidas no doc Doc Doc. 07.

4 (c) Em razão da escassez do quadro de funcionários, estão sendo aproveitados professores de outros cursos/especialidades da Universidade para ministrar as aulas de medicina, sem os devidos conhecimentos peculiares necessários para tal; (d) O número de aulas, por conseqüência das demissões, reduziu de forma bastante significativa, sendo que os alunos eram dispensados por falta de professores para ministrá-las; (...) (e) O cargo de diretoria era preenchido pelo prof. Paulo Kassab até o início de Novembro, quando este pediu demissão. A ausência de um diretor da área médica, com a devida autonomia, prejudica o bom andamento do curso; (...) (g) O Hospital Escola Wladimir Arruda (HEWA), que na época de sua criação foi lançado como um embrião de um hospital escola, foi sendo sucateado ao longo dos últimos anos e hoje é apenas um Ambulatório de Especialidades; (h) A UNISA, no fim do ano de 2007, deixou de ser a administradora do Hospital Geral do Grajaú e passou a se utilizar das instalações mediante a um convênio, com a perda óbvia do valor da relação; (i) As atividades acadêmicas no Hospital do Grajaú foram prejudicadas ao longo de todo o ano de 2008, em função da demora para a assinatura do termo de cooperação com a nova entidade administradora do Hospital; (...) (m) No site da Universidade há informações sobre infra-estrutura, convênios de Hospitais e etc., que não condizem com a realidade; (n) No último exame do CREMESP, de 37 alunos da UNISA que prestaram, somente 9 passaram da primeira fase; etc. Nestas condições, serve a presente para NOTIFICÁ-LA a restabelecer, de imediato, o prometido padrão de qualidade de ensino e sanar todas as irregularidades acima apontadas, assim como, no prazo de 48 horas, comunicar formalmente ao Centro Acadêmico

5 Rubens Monteiro de Arruda as medidas tomadas, sob pena de responder pelas medidas administrativas e judiciais cabíveis, inclusive reparar todos os prejuízos causados aos notificantes, na forma da lei. Vale realçar que qualquer ação a partir desta data que implique em prejuízo da qualidade de ensino, tais como novas demissões de professores, não nomeação do Diretor do curso e abertura de novas vagas será considerada como um agravamento do quadro exposto nesta notificação. 2. Ofício da Associação Amigos da Faculdade de Medicina de Santo Amaro encaminhado ao Conselho Regional de Medicina em 25 de novembro de Alunos e professores têm enfrentado progressivamente, ao longo dos anos, e principalmente no último ano, uma administração de caráter empresarial que cerceia o debate acadêmico e promove demissões de docentes de alta qualificação em função de uma visão economicista sem embasamento pedagógico, comprometendo a quantidade e a qualidade das aulas ministradas aos alunos e as atividades assistenciais didáticas. Durante este período, a comunidade acadêmica, liderada pelo seu diretor eleito, o Prof. Paulo Kassab, tentou promover um diálogo produtivo, buscando uma reestruturação que mantivesse a qualidade do ensino e as atividades assistenciais. Entretanto, todos os esforços do corpo docente foram infrutíferos ante a postura intransigente da atual administração, que prefere promover alterações de estrutura e funcionamento do curso sem levar em consideração as opiniões da comunidade acadêmica. O Prof. Paulo Kassab afastou-se da direção ao final de outubro de A Faculdade de Medicina está sem diretor, as chefias das disciplinas foram abolidas e as decisões são tomadas de maneira autoritária por pessoas 10 Doc. 08.

6 sem experiência na condução de um curso médico. ( ) Devido aos fatos relatados, nós docentes da Faculdade de Medicina de Santo Amaro vimos manifestar repúdio pela forma como a instituição tem sido administrada e a nossa preocupação com a qualidade da formação médica dos nossos alunos. 3. Relatório do Departamento de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina- CREMESP, sobre as condições de ensino no Hospital Escola Wladimir Arruda, conveniado à UNISA 11 : Conforme as informações obtidas junto aos médicos presentes no local, ocorreu grande número de demissões de preceptores da residência e do internato em novembro último e no corrente mês de dezembro. Em razão disso, há DÉFICIT DE PRECEPTORES EM TODAS AS CLÍNICAS, COM EVIDENTES PREJUÍZOS À FORMAÇÃO DE INTERNOS E RESIDENTES. De acordo com essa avaliação, A SITUAÇÃO SÓ NÃO É INSUSTENTÁVEL PORQUE MUITOS MÉDICOS CONTRATADOS DO HOSPITAL PARA O DESEMPENHO EXCLUSIVO DE ATIVIDADES ASSISTENCIAIS SÃO FORMADOS PELA UNISA E ASSUMEM, ESPONTÂNEA, INFORMALMENTE E SEM NENHUMA REMUNERAÇÃO ADICIONAL, PARTE DO PAPEL DE PRECEPTORES, COM A FINALIDADE DE EVITAR PREJUÍZO MAIOR À FORMAÇÃO DOS NOVATOS. Mesmo assim, porém, AS ATIVIDADES DIDÁTICAS FICAM SERIAMENTE COMPROMETIDAS ( ). Após nossa vistoria às instalações do Hospital Escola Wladimir Arruda e as informações colhidas no local, pudemos concluir que: 1. O hospital não possui diretor técnico ou clínico, o que contraria as determinações do Decreto /92 e da Resolução CFM 1.342/91. ( ) 2. As demissões de médicos que desenvolviam formalmente atividades 11 Doc. 09.

7 didáticas junto ao internato e à residência médica trouxeram PREJUÍZOS A ESSES PROGRAMAS, E, PORTANTO, À FORMAÇÃO DE GRADUANDOS E PÓS-GRADUANDOS. ( ) 6. Em suma, entendemos que o Hospital Escola Wladimir Arruda, pelos problemas enfrentados com a demissão de parte de seu corpo clínico, vem funcionando em condições insatisfatórias, as quais COMPROMETEM O EXERCÍCIO MÉDICO PROFISSIONAL, O ENSINO MÉDICO E A QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA DESENVOLVIDA. 4. Relatório do Departamento de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina- CREMESP, sobre as condições de ensino no Hospital Geral do Grajaú, conveniado à UNISA 12 : Segundo informações, o Hospital Geral do Grajaú desenvolve atividades de ensino médico, na graduação (internato) e na residência médica, para a UNISA Universidade de Santo Amaro. Quanto à residência médica o hospital recebe os residentes das seguintes áreas para realizarem seus programas:urologia, cirurgia plástica, neurologia, ortopedia, otorrinolaringologia, mastologia, clínica médica, pediatria, cirurgia, tocoginecologia e cirurgia videolaparoscópica. ( ) Desde 16/12 p.p., com o início da greve dos médicos residentes, consequente à demissão de preceptores por parte da mantenedora da UNISA, o programa de residência médica ficou prejudicado. Com a ausência de preceptores e a instituição dispondo apenas de médicos assistencialistas, o programa de residência médica, praticamente, foi interrompido. A instituição [Hospital Geral do Grajaú] foi obrigada a contratar outros profissionais para que os serviços dependentes desses residentes e preceptores não fossem paralisados e os pacientes prejudicados. 12 Doc. 09.

8 Segundo apuramos, as demissões dos preceptores ocorreram bruscamente, sem prévio aviso à diretoria do hospital. A rigor, não houve qualquer comunicado formal da UNISA ao hospital, nem mesmo posteriormente à consumação das demissões; estas eram informadas às chefias clínicas pelos próprios residentes, que se viram, de um momento para outro, órfãos da obrigatória supervisão técnica fornecida pela preceptoria. Nessas condições, os responsáveis pelo hospital decidiram pela impossibilidade de manutenção das atividades específicas dos residentes na ausência de preceptores, o que, avaliam, sem dúvida acarretou dificuldades passageiras à administração do hospital e à população à qual presta seus serviços. Convém salientar que o Hospital Geral do Grajaú cede suas instalações, equipamentos, materiais e insumos em geral para que os programas de residência médica sejam desenvolvidos, cabendo à UNISA, exclusivamente, a manutenção do corpo de preceptores no hospital. De todas as áreas onde há residentes, apenas a neurologia e a ortopedia mantinham seus atendimentos de rotina. ( ) Após nossa diligência junto ao Hospital Geral do Grajaú e as informações colhidas no local, podemos concluir que: ( ) 5. O hospital disponibiliza sua infra-estrutura, equipamentos e insumos em geral para que a UNISA desenvolva seus programas de internato e residência médica. Para a manutenção do primeiro, há contrato formal entre as partes, o que ainda não acontece com o último. Com a demissão de alguns docentes e preceptores houve a interrupção desses programas no HGG. ( ) 10. Em suma, entendemos que o Hospital Geral do Grajaú oferece condições adequadas para o exercício médico-profissional e qualidade na assistência desenvolvida. No entanto, é nebuloso

9 o futuro próximo dos programas de internato e residência médica, ante a ausência de um corpo adequado de preceptores. 5. Ofício encaminhado pelo Hospital Geral do Grajaú em 06 de janeiro de 2009, comunicando o descumprimento, pela Ré, das obrigações ajustadas em convênio 13 : A Associação Congregação de Santa Catarina, na qualidade de gestora do Hospital Geral do Grajaú, com fundamento no parágrafo único da Cláusula Quarta do Termo de Cooperação firmado com essa instituição de ensino, comunica o DESCUMPRIMENTO DAS SEGUINTES OBRIGAÇÕES, para providências e regularização no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis, a contar do recebimento da presente: ( ) Inciso VI Assegurar a Supervisão dos Estagiários em campo, conforme cronograma estabelecido através da orientação técnica, pedagógica e avaliação do desempenho das atividades exercidas; Inciso VII Garantir a presença do supervisor da Instituição de Ensino durante todo o período em que os estagiários se encontrarem nas dependências do hospital. 6. Ofício de 07 de janeiro de 2009, encaminhado pelos alunos do 6º ano do curso de medicina à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação 14 : Considerando ser responsabilidade dessa Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação a supervisão das Instituições Privadas de Educação Superior, conforme estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), nós, alunos do Sexto ano da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA), vimos trazer a Vosso conhecimento as dificuldades enfrentadas para as atividades letivas 13 Doc Doc. 11.

10 de 2009, quando deveríamos, de acordo com o calendário oficial da Universidade, estar, desde o dia 05 de janeiro, retomando atividades clínicas. Essas dificuldades resultam de um extenso processo de reorientação administrativa pelo qual a UNISA tem passado, com vistas ao saneamento financeiro proposto pela entidade Mantenedora. Para tal, mais de 40 docentes da faculdade de Medicina já foram demitidos (ANEXO I) a maior parte deles no segundo semestre de No entanto, o número de contratados para reposição dos demitidos foi mínimo (16, segundo a própria Reitora, em reunião realizada no dia 16 de dezembro de 2008 no Conselho Regional de Medicina), sendo que em 05 de janeiro de 2009, NO INÍCIO DO ANO LETIVO, AINDA HAVIA BLOCOS SEM DOCENTES CONTRATADOS E OUTROS EM QUE DOCENTES ESTAVAM DE FÉRIAS E NÃO HAVIA PROFISSIONAIS PARA REPOSIÇÃO. Ressalta-se a grave situação dos alunos que estão passando pelos blocos de Medicina Intensiva- Adulto, Urgência e Emergência III, Medicina Intensiva Pediátrica e Pronto Socorro Infantil, Clínica Cirúrgica II e Ambulatório de Especialidades Cirúrgicas, que NÃO TIVERAM ATIVIDADES ACADÊMICAS POR FALTA DE PROFESSORES PARA MINISTRÁ-LAS. Alunos dos blocos de Urgência e Emergência III e de Clínica Cirúrgica II foram proibidos pela Associação Congregação de Santa Catarina, administradora do Hospital do Grajaú, de exercerem qualquer tipo de atividade devido a ausência de preceptores da UNISA. Os profissionais que receberam os alunos nos blocos de Medicina Intensiva Pediátrica e Pronto Socorro Infantil, Gestação de Alto Risco e Mastologia, Ambulatório de Especialidades de Clínica Médica - Adulto e Clínica Cirúrgica II não souberam esclarecer se haverá professores da UNISA para supervisionar atividades em todos os dias da semana. A falta de supervisores vai contra as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Superior que diz em seu Art. 7º que

11 A formação do médico incluirá, como etapa integrante da graduação, estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço, em regime de internato, em serviços próprios ou conveniados, e sob supervisão direta dos docentes da própria Escola/Faculdade. 7. Ofício de 14 de janeiro de 2009, encaminhado pelos alunos do 5º ano do curso de medicina à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação 15 : (...) No dia 12 de janeiro, foi iniciado o internato do 5º ano. Já no primeiro dia de atividades, os discentes puderam constatar a gravidade da situação, no que se refere ao corpo docente, à organização do curso e à indiferença da Universidade frente às dificuldades encontradas pelos alunos. Dentre os principais problemas ocorridos, citamos: (i) Proibição da entrada de alunos no hospital por ausência de preceptores contratados pela UNISA; (ii) Ausência de professores para receber os alunos em disciplinas e horários diversos; (iii) Comunicação da inexistência de aulas e atividades relacionadas em determinados períodos; (iv) Ausência de informação quanto aos nomes dos docentes responsáveis pelas disciplinas do internato; (v) Ausência de plantões previstos na grade curricular em determinadas disciplinas; Diminuição do número de professores por grupo de alunos; (vi) Preceptores que eram responsáveis por uma única disciplina, agora são responsáveis por mais de uma; (vii) Ausência de um profissional da área médica no cargo da diretoria da Faculdade da Medicina, fato verificado desde o início de novembro de Doc. 12.

12 8. Relatório da vistoria realizada em 20 de janeiro de 2009, pela Comissão Estadual de Residência Médica do Estado de São Paulo CEREM/SP 16 : Durante a primeira etapa da vistoria propriamente dita, na qual tivemos a oportunidade de conversar com os preceptores dos diversos serviços de residência médica lá existentes, houve uma reclamação em uníssono por parte dos mesmos em relação às demissões recentemente levadas a termo pela reitora da instituição. A maior parte dos presentes também fez referências às PRECÁRIAS CONDIÇÕES DE ENSINO E PESQUISA ADVINDAS DESTE FATO. Fizeram relatos ainda quanto à total falta de perspectivas de manter e levar adiante diversos programas de residência médica (PRM) com destaque para os de Urologia, Clínica Médica, Pediatria, Ginecologia-Obstetrícia, Cirurgia Geral, Cardiologia e Otorrinolaringologia. ( ) A etapa seguinte, inicialmente prevista para ser realizada com a reitora, terminou sendo efetuada com os médicos residentes daquele instituição, visto que a primeira se atrasara e não desejava receber os avaliadores naquele momento. Os residentes, nitidamente amedrontados, fizeram referência ao recebimento de diversos telegramas, endereçados mormente aos líderes do movimento de paralisação, exigindo retratações públicas, além de impor condições para que esses mesmos residentes não fossem acionados juridicamente. ( ) Ainda nesta etapa da avaliação tivemos condições de observar a total desestruturação dos programas de residência médica, tendo em vista que o relato dos residentes, além da ratificação daquilo que já fora expresso pelos preceptores, demonstrou o evidente assédio moral sofrido pelos integrantes do movimento de paralisação. Naquela que terminou sendo a terceira e última etapa da vistoria, fomos recebidos pela reitora da UNISA, com a qual conversamos longamente. 16 Doc. 13.

13 Dentre as várias respostas que recebemos da reitora em relação às reivindicações dos residentes e preceptores, algumas merecem destaque (...). São elas: ( ) 4. Foram contratados cerca de 20 profissionais médicos novos, para substituir os preceptores demitidos. O questionamento a respeito do fato deste NÚMERO SER INFERIOR À METADE DO TOTAL DE PROFISSIONAIS DEMITIDOS (cerca de 60) e não ser capaz de suprir a demanda gerada teve como resposta a promessa de mais contratações nos próximos dias (o número de profissionais e as datas não foram especificados). ( ) PARECER Existe uma CLARA E INEQUÍVOCA CARÊNCIA NUMÉRICA DE PROFISSIONAIS MINIMAMENTE QUALIFICADOS para levar adiante os Programas de Residência Médica de Clínica Médica, Cirurgia Geral, Pediatria, Ginecologia-Obstetrícia, Cardiologia, Urologia e Otorrinolaringologia. A manutenção dos programas da forma como estão coloca em risco não apenas a formação desses profissionais (residentes), mas sobretudo a saúde e a vida da população que por eles está sendo atendida. 9. Ofício da Sociedade Brasileira de Urologia à UNISA, de 21 de janeiro de : A Sociedade Brasileira de Urologia, através da Comissão de Ensino e Treinamento, vem manifestar profunda preocupação com a situação dos residentes do Programa de Residência de Urologia desta prestigiosa instituição de ensino da Universidade de Santo Amaro (UNISA). Tal situação foi motivada pela demissão de vários professores de elevada qualificação, prejudicando sobremaneira os objetivos 17 Doc. 14.

14 básicos de ensino e treinamento na assistência médica. A situação atual acarreta prejuízo na formação dos residentes, sobretudo em função da dificuldade dos residentes atenderem seus pacientes no ambulatório, centro cirúrgico, sala de endoscopia e enfermarias, sem a devida supervisão por parte dos preceptores médicos. Como se vê, Excelência, É PATENTE QUE A RÉ VEM DESCUMPRINDO A OBRIGAÇÃO DE PRESTAR SERVIÇO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR EM CONFORMIDADE COM AS NORMAS COGENTES DE REGÊNCIA DO SERVIÇO. Desde o segundo semestre letivo de 2008 não há, no curso de medicina, docentes em número suficiente nem mesmo para ministrar as disciplinas regulares da grade curricular e supervisionar os alunos dos programas de graduação e residência médica nos hospitais conveniados. Em 02 de fevereiro último, a Conselheira Gyselle Saddi Tannous, do Conselho Nacional de Saúde, e dois alunos do Centro Acadêmico da Faculdade de Medicina da UNISA compareceram à sede da Procuradoria da República em São Paulo e requereram a atuação do Ministério Público Federal, com vistas à tutela do direito coletivo violado. Desde então, vem o Ministério Público buscando 18, sem sucesso, fazer com que a Ré adéque sua conduta às normas constitucionais e legais a que está obrigada a cumprir. Nesse sentido, convocou, nos autos do procedimento administrativo n.º / , audiência pública 19 realizada no próprio campus da Universidade, no último dia 19 de fevereiro. Estavam presentes na ocasião, além da comunidade acadêmica e dos dirigentes da própria universidade, também representantes do Ministério da Educação, Conselho Nacional de Saúde, Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Sindicato dos Médicos, Comissão Estadual de Residência Médica e Hospital Geral do Grajaú. 18 As principais peças do procedimento administrativo / estão anexadas a esta ação. Os ofícios, recomendações, atas e demais documentos públicos do procedimento estão reunidos no doc A ata da audiência, convites e os s trocados nos dias que se seguiram estão reunidos no doc. 16.

15 Acordou-se, na audiência, um conjunto de medidas 20 que tinham por escopo pôr fim à crise instaurada na Universidade. Todos os presentes à exceção, ao que parece, da representante da Ré estavam sinceramente devotados em encontrar soluções que possibilitassem o retorno à normalidade da vida acadêmica, evitando que os prejuízos causados aos alunos e à toda sociedade se prolongassem ainda mais. Dentre as providências a que a Ré voluntariamente se obrigou havia: a) a contratação de docentes em número suficiente para ministrar todas as disciplinas ofertadas; b) a contratação de preceptores e a regularização das condições de estágio e residência nos hospitais-escola conveniados; c) a publicação, no site da Universidade, do nome e horário de trabalho de todos os professores responsáveis pela supervisão de alunos, estagiários e residentes em atividades clínicas, inclusive em sistema de plantão; d) a publicação, no site da Universidade, da lista atualizada e completa dos docentes, carga horária e grade das disciplinas; c) a garantia da autonomia necessária do curso em relação à reitoria; e) o início efetivo do ano letivo, após reunião com os representantes discentes; e f) a apresentação, até o último dia 27 de fevereiro, de proposta de retorno às atividades acadêmicas que previsse a reposição das aulas e o início efetivo do ano letivo. OCORRE, EXCELÊNCIA, QUE A RÉ NÃO CUMPRIU NEM MESMO O ACORDO COM O QUAL VOLUNTARIAMENTE AQUIESCEU. E MAIS: DOLOSAMENTE MENTIU AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (ASSIM COMO HAVIA FEITO COM AS DEMAIS INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS), AFIRMANDO QUE AS ATIVIDADES ACADÊMICAS DO CURSO DE MEDICINA JÁ ESTAVAM NORMALIZADAS 21, QUANDO, NA VERDADE, NÃO ESTÃO. Parece incrível, mas TRANSCORRIDOS QUATRO MESES DO INÍCIO DO ANO LETIVO, A UNIVERSIDADE RÉ NÃO PROVIDENCIOU SEQUER OS DOCENTES DAS DISCIPLINAS REGULARES DO CURRÍCULO DE GRADUAÇÃO. Na disciplina de Pediatria, por exemplo, alunos do 4º, 5º e 6º anos assistem às aulas em conjunto, pois não há professores nessa especialidade para os três anos. O mesmo acontece com os alunos de 5º e 6º ano, na disciplina de Obstetrícia. Na disciplina de Propedêutica, cujo conteúdo é eminentemente prático 22, os alunos do 3º ano não tiveram, até hoje, nenhuma aula nos hospitais-escola 20 Doc No doc. 18, afirmou a representante da Ré em encaminhado ao Ministério Público Federal: 1. a UNISA está cumprindo todas as obrigações pactuadas na audiência pública. 2. todas as providências necessárias estão sendo tomadas dentro das programações. 22 Pois se trata de aprender como examinar um paciente, a partir dos sinais e sintomas que este apresente.

16 conveniados. Não houve aulas também de anestesiologia, em razão da indefinição sobre o docente responsável pela disciplina. O próprio coordenador do curso de medicina da Universidade Ré, WALDEMIR REZENDE, afirmou, em correspondência eletrônica 23 datada de 07 de março último (três meses após o início do ano letivo), que ainda temos alguns problemas em decorrência das mudanças da grade e que estava empenhado na conquista de outros docentes qualificados nas áreas de mastologia, obstetrícia, gastroclínica e endocrinologia. O mesmo coordenador subscreveu, em conjunto com os representantes dos alunos, duas atas 24 de reuniões ocorridas em 16 e 23 de março de 2009, na qual estão sistematizadas todas as deficiências do curso. A grade curricular contendo o nome dos professores responsáveis pelas disciplinas providência acordada em audiência pública necessária ao controle público do número de docentes em atividade foi maliciosamente publicada incompleta 25, de forma a ocultar a falta de docentes na instituição. Indagada sobre a situação de flagrante descontrole do curso de medicina, a representante da Ré dolosamente MENTIU e OMITIU informações, sustentando, perante o Ministério Público e demais instituições públicas envolvidas, que as atividades de ensino da faculdade estavam e estão ocorrendo na mais absoluta normalidade. No dia 05 de janeiro de 2009, por exemplo, a reitora da Universidade Ré encaminhou ofício 26 à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, afirmando, textualmente, que a UNISA está funcionando dentro da mais plena normalidade, gozando, assim, da mais perfeita condição de funcionamento. A assertiva da Ré, contudo, discrepa de todos os documentos amealhados, a começar pela notificação expedida no dia seguinte pelo Hospital Geral do Grajaú, comunicando o descumprimento da obrigação de fornecer professores-supervisores para todos os programas de residência médica e estágio mantidos pela Ré Doc Doc Especificamente, ainda não foram publicadas as grades horárias do 4º ano do curso e do bloco de clínica cirúrgica do 6º ano. 26 Doc Doc. 10.

17 Em 03 de fevereiro de 2009, informou a representante da Ré à Comissão Nacional de Residência Médica que o que vem sendo alardeado como uma 'demissão em massa' não passou de um ajuste que refletiu em uma redução de cinco professores no quadro de docentes do curso de medicina, e que os alunos estão faltando às atividades acadêmicas, sem qualquer justificativa 28. Sobre a disciplina de pediatria, a representante legal da Ré afirmou em ofício endereçado ao Ministério Público Federal, datado de 04 de março de 2009: O quadro de docentes da pediatria já está completo, não havendo falta de professores 29. Em outro ofício, datado de 27 de fevereiro, a mesma representante afirma: informarmos que a UNISA conta com um quadro de docentes suficiente para ministração de todas as disciplinas do curso de Medicina 30. As assertivas da representante da Universidade foram desmentidas não apenas pelos próprios alunos do curso, mas também pela COMISSÃO DE VERIFICAÇÃO designada pela Coordenação-Geral de Supervisão da Educação Superior, órgão federal competente para fiscalizar a qualidade do serviço prestado pelas Instituições Privadas de Educação Superior do país. Referida Comissão, constituída nos autos do processo administrativo de supervisão n.º / , esteve nos dias 09 e 10 de março de 2009 no campus da Universidade e pôde constatar in loco, o inadimplemento das obrigações legais e contratuais a que a Ré está vinculada. Pedimos vênia para transcrever os principais trechos do relatório 32, pois ele atesta, de forma inequívoca, a TOTAL INCAPACIDADE DA RÉ DE PRESTAR O SERVIÇO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NO CURSO DE MEDICINA, EM CONDIÇÕES MINIMAMENTE ACEITÁVEIS. Da análise da documentação apresentada, das visitas aos cenários de prática e das entrevistas realizadas, a comissão constatou o que segue. 1. Quanto à continuidade das aulas do curso de graduação. 28 Doc Doc Doc. 24. As demais manifestações da Ré estão reunidas no doc Os principais documentos do processo administrativo de supervisão citado estão reunidos no doc Doc. 26.

18 As aulas teóricas estão funcionando normalmente, porém o mesmo não ocorre com as práticas. Após entrevistas com coordenadores de núcleos, estudantes e residentes, conclui-se que: Pediatria persiste contração do corpo docente o que tem resultado em aulas e atividades conjuntas para 4º, 5º, 6º e médicos residentes, com amplo prejuízo de aproveitamento por todos. O coordenador do núcleo se mostra empenhado em sanar os problemas. Clínica Médica é a área com maior número de falta de professores. As atividades acadêmicas estão comprometidas. Não há coordenador de núcleo o que agrava a situação. O coordenador do curso busca soluções. Cirurgia Geral dois coordenadores de núcleo aparentemente. Há prejuízo na formação da equipe que permanece incompleta, resultando em suspensão de atividades didáticas, com óbvia repercussão sobre a graduação. Ginecologia e Obstetrícia há 3 meses as mudanças curriculares implicaram em demissões e novas contratações. As disciplinas de ginecologia, obstetrícia e mastologia fundiram-se numa única Tocoginecologia. Há ainda déficit de docentes com prejuízos nas atividades didáticas. A coordenadora do núcleo esforça-se para corrigir os déficits. Há negociação para estabelecimento de convênio interinstitucional a fim permitir a existência dos estágios de mastologia, cancerologia e medicina fetal para os residentes de terceiro ano na área. Saúde Mental o coordenador relata saneamento da área. Não há queixas dos estudantes. Da análise curricular deduz-se pela oferta reduzida dessa área aos graduandos. Saúde Pública (Atenção Primária) - em que pese as explicações e empenho da coordenadora do núcleo, observa-se que a UNISA não atende ao

19 disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais, ou ao recomendado pela Comissão de visita que em 2004, apontou a inadequação da carga horária dos graduandos, em campo de prática. As unidades básicas de saúde tiveram sua gestão alterada (organização social) o que agrava o já preocupante cenário. Não há prejuízo de formação do corpo docente que embora pequeno é suficiente para a insuficiente exposição dos alunos na prática em saúde. As especialidades médicas, com exceção da Gastroenterologia encontram-se devidamente equacionadas. (...) 2. Quanto à disponibilidade de docentes em número e qualificação adequadas ao ensino médico. Em 2004, o curso de Medicina da UNISA foi avaliado para fins de renovação de reconhecimento, oportunidade em que a comissão fez as seguintes recomendações quanto ao corpo docente: - Necessidade de capacitação docente vital para a transformação do ensino. - Baixo percentual de docentes em regime de 40h (4%). - Relação aluno/docente (necessidade de maior número de professores). Nesta visita, a IES apresentou a relação de docentes que atuam no curso de Medicina em que constam 165 professores. Quanto à titulação, estão assim distribuídos: (...) Dos 165 professores que atuam no curso de Medicina, há 05 professores em tempo integral, 03 em regime parcial (30 horas com carga horária destinada a outras atividades no curso de Medicina) e o restante é horista. Tais números demonstram que a IES piorou a proporção de professores em tempo integral em relação à avaliação de 2004, que já era insatisfatória.

20 Pelas entrevistas, constatou-se que para algumas áreas, ainda há carência de professores, especialmente para atuação nas práticas. (...) 4. Quanto à situação da residência médica e sua integração com o curso de graduação. Há 15 programas de residência médica (PRM) em curso, todos sob diligência de 180 dias, a contar de fevereiro de As bolsas aparentemente foram pagas e os certificados de conclusão dos PRM estão sendo devidamente concedidos. A redução docente trouxe prejuízos atuais para os PRM de Clínica Médica, Cirurgia Geral, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia. A autonomia para evolução clínica e prescrição ainda não se restabeleceu totalmente em todos os setores, a despeito de se tratar de médicos devidamente registrados no Conselho de profissão. A paralisação dos médicos residentes, de dezembro 2008 a fevereiro 2009, acirrou os ânimos, no que se refere aos médicos contratados do HGG para assistência, que em função dessa paralisação tiveram que ser rapidamente contratados pela direção do hospital. Os médicos residentes denunciam que residentes de Cirurgia Geral de Pedreira (outra instituição sob responsabilidade da mesma organização social) operarão no HGG, a fim de cumprir as metas em atraso do Hospital de Pedreira. A comissão visitadora orientou a direção do HGG, que confirmou a eventual ocorrência desses fatos, quanto às eventuais impropriedades e prejuízos desse ato, aos residentes e PRMs em curso. 5. Quanto à adequação geral do curso às Diretrizes Curriculares Nacionais. No relatório da comissão que avaliou o curso em 2004, foram apontadas algumas fragilidades em relação à Organização Pedagógica:

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