1º Ten Al WELTON ROCHA SILVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1º Ten Al WELTON ROCHA SILVA"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx - DESMIL - DEPA ESCOLA DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR DO EXÉRCITO E COLÉGIO MILITAR DE SALVADOR 1º Ten Al WELTON ROCHA SILVA SERVIÇO DE EVACUAÇÃO AEROMÉDICA COM SUPORTE AVANÇADO NO EXÉRCITO BRASILEIRO: UMA ANÁLISE DA LITERATURA COMO SUPORTE PARA IMPLANTAÇÃO. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Comissão de Avaliação de Trabalhos Científicos da Divisão de Ensino da Escola de Formação Complementar do Exército, como exigência parcial para a obtenção do título de Especialista em Aplicações Complementares às Ciências Militares. Aprovado em: / /2011 CARLA CHRISTINA PASSOS Major Presidente Escola de Formação Complementar do Exército JOSÉ MARIA FERREIRA JÚNIOR Major 1º Membro Escola de Formação Complementar do Exército MARLENE SILVA Professora 2º Membro Escola de Formação Complementar do Exército

2 2 SERVIÇO DE EVACUAÇÃO AEROMÉDICA COM SUPORTE AVANÇADO NO EXÉRCITO BRASILEIRO: UMA ANÁLISE DA LITERATURA COMO SUPORTE PARA IMPLANTAÇÃO. Welton Rocha Silva ¹. Resumo. A evacuação aeromédica é considerada como o meio mais rápido e eficiente de transporte de feridos. O Exército Brasileiro insere-se no tema devido ao apoio de saúde prestado aos combatentes nas operações militares, aos militares e dependentes em tempo de paz, e a população civil em caso de desastres. Em todas estas situações é necessário um transporte que seja condizente com a situação clinica do paciente. O objetivo deste trabalho consistiu em realizar uma análise da literatura na tentativa de propor a implantação de um Serviço de Evacuação Aeromédica com Suporte Avançado para o Exército Brasileiro. O emprego da Força nas situações de desastre e nos ambientes de selva, caatinga e montanha, em que a aeronave, às vezes, é a única forma de prestar assistência ao paciente, as diretrizes do Ministério da Saúde para o transporte aéreo do paciente critico, a redução da mortalidade e a disponibilidade de parte dos meios necessários ao serviço amparam a implantação na Força Terrestre. Palavras-chave: Evacuação Aeromédica, Transporte de Paciente Crítico, Ambulâncias Aéreas. Abstract. A medical evacuation is regarded as the fastest and most efficient way to transport the wounded. The army is part of the issue due to health support provided to combatants in military operations, military and dependents in time of peace, and the civilian population in case of disaster. In all these situations you need a transport that is consistent with the patient's clinical situation. The objective of this work consists in performing a review of the literature in an attempt to propose the establishment of an Aeromedical Evacuation Service with Advanced Support for the Brazilian Army. The use of Brazilian Army in situations of disaster and in the environment of jungle, savanna and mountains, where the aircraft is sometimes the only way to provide patient care, the Health Ministry guidelines for air transport of critically ill patients, the reduction mortality, the availability of the necessary means to bolster service deployment in the Brazilian Army. Keywords: Aeromedical Evacuation, Critical Patient Transport, Air Ambulances. 1 INTRODUÇÃO A evacuação aeromédica com suporte avançado de vida é o serviço utilizado para prestar assistência a vítimas graves que necessitam de um temporesposta reduzido, transporte rápido e tratamento definitivo em hospitais de referência (NARDOTO; DINIZ; CUNHA, 2011). O primeiro transporte, por via aérea, foi de combatentes e ocorreu em balões durante a invasão de Paris pelos Prussianos em Na I Guerra mundial surgiram, de forma rudimentar, os primeiros modelos de aeronaves para evacuação aeromédica (GENTIL 1997). Em 1928, os Australianos projetaram uma ambulância aérea, que contava com uma tripulação composta por um médico, uma enfermeira e um piloto. Em 1933, surge então, na Austrália, o primeiro Serviço de Evacuação Aeromédica, a Royal Flying Doctor (MATÍNEZ; TERÁN; TORRES, 2006). Na II Guerra Mundial os americanos e alemães ao reconhecer a necessidade de transporte rápido de feridos adaptaram aeronaves militares de transporte para ambulâncias aéreas com macas apropriadas, sistema de aspiração e oxigênio, medicações e profissionais especializados (BAU, 2007). A experiência adquirida durante a Guerra da Coréia em 1950, onde foram evacuados cerca de dez mil feridos, permitiu que se desenvolvesse na Guerra do Vietnã em 1959 um sistema de evacuação eficiente que realizou o transporte aéreo de cerca de um milhão de

3 3 militares e civis. A modalidade se firma então como o melhor método de transporte de feridos, pela melhora significativa na sobrevida e diminuição da mortalidade (GENTIL 1997). Em 1962, na União Soviética desenvolveu-se um sistema de atenção préhospitalar para pacientes em estado grave. Realizado de uma maneira organizada e por especialistas, que revolucionou o conceito de ambulância. Deixa, então, de ser um veiculo de transporte de pacientes, para torna-se uma extensão do hospital no ambiente extra-hospitalar (MATÍNEZ; TERÁN; TORRES, 2006). Durante os últimos anos procura-se desenvolver equipamentos médicos com certificação de qualidade para não interferir com os sistemas de navegação das aeronaves e tolerar as alterações da pressão atmosférica, temperatura e ruído (MATÍNEZ; TERÁN; TORRES, 2006). O desenvolvimento da evacuação aeromédica no mundo atende as necessidades e características de cada pais. As principais distinções se dão a partir das dimensões territoriais, da distribuição heterogênea de recursos médicos e da existência de comunidades isoladas (GENTIL, 1997). No Brasil o transporte aeromédico teve inicio em 1960 com o uso de helicópteros pela Força Aérea Brasileira no resgate de sobreviventes de acidentes aeronáuticos. No âmbito das Forças Armadas a evacuação aeromédica está ligada a aeronáutica, responsável por resgate e salvamento e remoções interhospitalares. Porém na busca de terapêutica mais adequada ao transporte de pacientes surgiram vários serviços privados. Em 1980, ganham impulso as aeronaves que contam com equipe aeromédica capacitada, ventiladores, desfibriladores, medicações e monitores cardíacos específicos para esta atividade (BAU, 2007). No setor público, o serviço inicia-se no Rio de janeiro e em São Paulo em Na primeira, no apoio às ambulâncias do Grupamento de Socorro de Emergências das policias Civil, Militar e Rodoviária Federal. E no ultimo, no Grupamento de Radiopatrulha Aérea da policia Militar de São Paulo (BAU, 2007). Em 1945, na Segunda Guerra Mundial, o Brasil enviou para a Itália, com a Força Expedicionária, cento e oitenta e seis profissionais de saúde, entre eles, sessenta e sete enfermeiras, sendo cinco delas do exercito e especializadas em transporte aéreo. Todas tiveram que participar do Curso de Emergência de Enfermeiras da Reserva do Exército, uma vez que a força não dispunha de um quadro dessas profissionais e teve de recrutá-las com urgência mediante solicitação dos Estados Unidos (BERNARDES, 2007). Desde de 2004, o Brasil comanda a força militar da missão de paz da ONU no Haiti (Minustah). Mil e duzentos soldados do País que estão no Haiti formam o maior contingente brasileiro enviado ao exterior desde a 2ª Guerra Mundial. O Conselho de Segurança da ONU autorizou o envio de força militar na missão de paz para garantir a estabilidade no país após a queda do expresidente Jean Bertrand Aristide. Essa situação expôs novamente a restrita capacidade da Força Terrestre de enfrentar situações de contingência, pois para o envio do segundo contingente foram necessárias três semanas e a participação de oitenta e quatro organizações militares (BRASIL, 2010). Essa capacidade limitada fica evidente também na evacuação aeromédica, pois apesar do Exército Brasileiro, a exemplo do Espanhol, buscar estruturas funcionais que devem ter todos os requisitos necessários para o apoio das tropas, empregando a mesma estrutura para paz nas operações, e além de contar com um serviço em resgate e salvamento aéreo e evacuação aeromédica no 4º Batalhão de Aviação do Exército (4 Bavex), o transporte com suporte avançado ainda é

4 4 realizado por empresas contratadas (BRAZIL, 2010). O Ministério da Saúde (2002) prevê para a transferência inter-hospitalar e para o resgate de pacientes e feridos graves o uso de aeronaves de asa-fixa e rotativa que devem contar com uma equipe de saúde composta por médico e enfermeiro e equipamentos para suporte avançado de vida. Diante desse contexto percebese que o preparo para a Força Expedicionária Brasileira (FEB), não forneceu os ensinamentos adequados quanto à necessidade de preparo para as situações de emprego da Força, especificamente, no transporte do paciente critico por via aérea. No caso de emprego da força em operações de combate, o transporte dos feridos, que necessitassem de suporte avançado e cuja remoção ou resgate ocorra por aeronave, não aconteceria conforme os padrões recomendados no Brasil. Soma-se a isso uma estrutura hierarquizada e regionalizada do serviço de saúde do exército e as características geográficas do território brasileiro, além da necessidade de transporte de pacientes em estado grave, de forma rápida e segura, tanto em tempo de paz como de guerra. Assim sendo, surge o seguinte questionamento: o conhecimento científico produzido, a necessidade de uma força preparada para o emprego e o desenvolvimento da assistência à urgência e emergência no país, diante dos aspectos levantados, amparariam a implantação de um Serviço de Evacuação Aeromédica com Suporte Avançado para o Exército Brasileiro? No Brasil, o Ministério da Saúde desenvolve ações no sentido de implantar um processo de aperfeiçoamento e modernização dos serviços de atendimento às urgências e emergências com o uso de aeronaves com suporte avançado de vida (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002). A grande extensão territorial do País impõe ao Serviço de Saúde do Exército distâncias significativas entre os hospitais de pequeno e médio porte e seus respectivos hospitais de referência para a atenção hospitalar especializada e de alta complexidade para os pacientes graves (MANUAL DE CAMPANHA, 2001). O Serviço de Saúde da Força Terrestre não tem a responsabilidade pelo transporte dos feridos e doentes nos casos de evacuação aeromédica, atribuição que cabe à Força Aérea. Porém a decisão de empregar meios aéreos na evacuação caso a Unidade disponha de aeronaves orgânicas ou sob seu controle operacional para este fim é de competência exclusiva do Comandante da Companhia Logística de Saúde (SANTOS, 2009). Em combate, o advento de novos armamentos de elevada letalidade, a adoção de novas estruturas organizacionais mais leves e flexíveis e a rapidez nas operações exigem maior flexibilidade dos meios, tanto em pessoal como em material, para o apoio de saúde. Neste contexto, e considerando que a Evacuação Aeromédica com Suporte Avançado de Vida aumenta a mobilidade tática no campo de batalha e favorece o emprego no transporte para os doentes, acidentados e feridos graves em tempos de paz e de guerra é que se justifica realizar um levantamento e análise da literatura como vistas a fornecer suporte e embasamento para implantação de um Serviço de Evacuação Aeromédica com Suporte Avançado de Vida no Exército Brasileiro. Este estudo, portanto, objetiva de modo geral, realizar uma análise da literatura na tentativa de propor a implantação de um Serviço de Evacuação Aeromédica com Suporte Avançado para o Exército Brasileiro. De forma especifica, visa identificar, a partir dos estudos encontrados, as possibilidades e dificuldades para criação do serviço, descrever as situações que requerem a utilização deste tipo de transporte e

5 5 analisar descritivamente os resultados das pesquisas produzidas. 2 METODOLOGIA A Pesquisa Bibliográfica procura elucidar um problema, ao buscar conhecer as contribuições teóricas de diversos autores sobre um determinado tema. A presente pesquisa pretende com a revisão bibliográfica resgatar as principais informações e conhecimentos sobre a evacuação aeromédica no Brasil (CERVO, 2006). Segundo Gil (1991) o estudo descritivo envolve o uso de Levantamento Bibliográfico. Este estudo foi baseado no conhecimento disponível na base de dados da LILACS (Literatura Latino-Americana) em que foram utilizados como descritores, remoção aeromédica e transporte aéreo de pacientes; nos trabalhos disponíveis no site da ESSEX (Escola de Saúde do Exército); nos manuais, portarias e leis referentes ao assunto; e em artigos de revistas cientificas. Os dados coletados foram apresentados e analisados de forma descritiva as possibilidades e dificuldades para criação da evacuação aeromédica com suporte avançado no Exército Brasileiro; as situações que requerem a utilização deste serviço; e a proposta de implantação para o Exército Brasileiro. 3 DESENVOLVIMENTO Segundo a Constituição Federal (1998), o Exército Brasileiro destina-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. Cabe a Força ainda, as Atividades Subsidiárias ou Complementares, que são as ações que complementam as atividades de outros órgãos carentes de meios para atendê-las. Dentre elas, a de interesse deste estudo é a de cooperar com a Defesa Civil em ações de socorro em desastres (MENIN, 2007). Como apoio a estas ações, o Exército dispõe de um Serviço de Saúde que deve estar em condições de contribuir para o êxito destas operações pela aplicação de conhecimentos técnicos e logísticos, dentre eles a evacuação de feridos e, de forma complementar, prestar assistência médico-hospitalar aos militares e seus dependentes. Em tempo de paz o sistema esta organizado de forma hierárquica e regionalizado. Conta, portanto com 545 Seções de Saúde, onde ocorre o apoio inicial, 6 Hospitais Militares de Área, 6 Hospitais Gerais e 11 Hospitais de Guarnição, para assistência aos enfermos mais graves, ou evacuação, e com o Hospital Central do Exército, ultimo escalão funcional desta cadeia. Este serviço é complementado pelo Fundo de Saúde do Exército (Fusex), através de contratos e credenciamentos com organizações civis e profissionais autônomos da área de saúde (MARRONI, 2011). Em campanha, o Serviço de Saúde é estruturado em cinco escalões funcionais. É desdobrado em Serviço de Saúde de Unidade, de Brigada e de Divisão de Exército, para o apoio inicial; Serviço de Saúde de Exército de Campanha, onde ocorre o inicio da hospitalização; Serviço de Saúde da Região Militar ou Teatro de Operações Terrestres e Serviço de Saúde de Zona do Interior, para hospitalização e recuperação em maior complexidade (MARRONI, 2011). Em ambas as situações, em tempo de paz ou em campanha, e devido à hierarquização e regionalização do Serviço de Saúde do Exército faz se necessário e é de fundamental importância para o paciente a evacuação de feridos. Esta deve ocorrer pelo meio mais rápido, seguro, cômodo e eficiente. O transporte pode ser terrestre, aquático ou aéreo e o tipo a ser utilizado depende do terreno, das vias de transporte, dos meios disponíveis e do tipo de ferimento ou enfermidade (VENÂNCIO, 2011).

6 6 O Ministério da Saúde (2002) considera para o transporte de pacientes cinco tipos de ambulância. Três destinadas ao transporte terrestre, de acordo com a atividade, resgate ou remoção, e complexidade da assistência prestada. O quarto tipo é a Aeronave para Transporte Médico. E o quinto é a Embarcação de Transporte Médico, destinado ao transporte por via marítima ou fluvial. Importante ressaltar, que todas as categorias devem possuir os equipamentos médicos necessários ao atendimento dos pacientes conforme a gravidade. Nas guerras da Coréia e Vietnã se reconheceu o quarto tipo, transporte aeromédico, como a melhor forma de prestar socorro rápido configurando-se no melhor método de evacuação de feridos (NARDOTO; DINIZ; CUNHA, 2011). O Serviço de Evacuação Aeromédica do Exército é o responsável pelo transporte aéreo de feridos na Força, porem, ainda não está plenamente estruturado, pois o serviço de transporte com Suporte Avançado é prestado por empresa privada, mediante contrato, em tempo de paz, e em campanha fica a cargo da Força Aérea ou da Organização das Nações Unidas em Missões de Paz. Nos Estados Unidos, por outro lado, o atendimento ao combatente é consolidado nos princípios do Suporte Avançado (VENÂNCIO, 2011). A Brigada de Aviação do Exército dispõe de um Serviço de Resgate e Salvamento destinado a localizar, socorrer e recolher as tripulações e passageiros de aeronaves abatidas, acidentadas ou desaparecidas. Porém o que é de interesse para este estudo é o Serviço de Evacuação Aeromédica, desta unidade, de apoio logístico em que meios aéreos são empregados no transporte de doentes ou feridos para ou entre instalações de saúde (BRASIL, 2003). A Força Aérea dispõe de um serviço de evacuação aeromédica. Uma de suas unidades é dotada de equipamentos de suporte avançado, adaptáveis a aeronaves de asa fixa, e por uma equipe de médicos, enfermeiros e sargentos de saúde. Denominado de UTI Aérea esta sediado no Hospital de Força Aérea de Brasília e realiza missões nacionais e internacionais no transporte de militares, dependentes e civis em estado grave, por longas distancias. Vale ressaltar, porém, que o transporte de pacientes graves realizado pelo helicóptero, é feito por sargentos de saúde e não dispõe de equipamentos necessários ao suporte avançado. Segundo Venâncio (2011), a evacuação aeromédica da Brigada de Aviação do Exército é realizado por helicóptero e conta com uma equipe de sargentos de saúde. Contudo, de acordo com o Ministério da Saúde (2002), um serviço de transporte aéreo deve ser sempre considerado como de suporte avançado de vida e contar com equipamentos especializados para a monitorização e suporte avançado, um médico, um enfermeiro e um técnico capacitado em salvamento. Lacerda, Cruvinel e Silva (2011) corroboram com a ideia ao definir o doente crítico como aquele que, por disfunção ou falência de um ou mais órgãos ou sistemas, depende, para sobreviver, de meios avançados de monitorização e terapêutica. Devem ser transportados por uma equipe, a quem compete garantir que o tratamento seja realizado durante todo o percurso até a unidade de tratamento definitivo. O Conselho Federal de Medicina (2003) completa ao estabelecer que pacientes graves ou de risco devam ser removidos acompanhados de equipe composta por tripulação mínima de um médico, um profissional de enfermagem e motorista, em ambulância de suporte avançado. O Exército Brasileiro (2001) considera a Evacuação Aeromédica como o transporte de doentes, acidentados e feridos por via aérea, de um local com recursos médicos limitados para outro com

7 7 maiores possibilidades técnicas. Nardoto, Diniz e Cunha (2011) completam ao dizer que para a escolha desta modalidade, devem ser avaliadas as condições clínicas do enfermo, a necessidade de suporte avançado com um tempo-resposta reduzido, bem como as características geográficas do local onde o paciente se encontra. A vida de um paciente em estado crítico depende do tempo em que ocorre o estabelecimento de cuidados definitivos. A rapidez do translado nas melhores condições, tornou o transporte aéreo o meio mais rápido, confortável e seguro para o paciente. Em condições de prestar adequado suporte avançado e medidas de reanimação e estabilização até o destino em uma situação clinicamente estável (HIDALGO, 1997). Nardoto, Diniz e Cunha (2011) verificaram que em 66% dos voos, no Serviço Pré-hospitalar Aéreo de Pernambuco, a média de tempo entre a solicitação de atendimento e a chegada ao local, foi de 11 minutos. O tempo-resposta é importante porque a vítima, como foi dito, depende da rapidez e eficácia para sobreviver e evitar sequelas. Esta diminuição verificada da hora de ouro, tempo máximo em que o paciente deve receber tratamento definitivo, eleva as chances de uma melhor recuperação. As indicações relacionadas ao tempo e local para a utilização da Evacuação Aeromédica são o tempo de chegada da ambulância terrestre ou a diferença de tempo entre o transporte terrestre e aéreo superior a 15 minutos para os casos graves, a indisponibilidade de transporte terrestre e o acesso por terra difícil ou impossível como em montanhas, ilhas e selva (LACERDA, CRUVINEL e SILVA, 2011). Estes autores estabelecem também os critérios clínicos que são a pressão arterial sistólica inferior a 90 mmhg, frequência respiratória inferior a 10 por minuto ou superior a 35 incursões por minuto, sinais de instabilidade hemodinâmica, quadro clínico grave (infarto agudo do miocárdio, ataque cerebral e abdome agudo), alteração aguda de nível de consciência e lesão com risco de perda funcional de extremidade. Para finalizar, eles definem os critérios em caso de trauma que são a escala de trauma inferior a 12, a escala de coma de Glasgow inferior a 10, trauma penetrante (crânio, tórax, abdome), fratura de pelve ou fêmur bilateral, queimadura por inalação e trauma facial ou ocular grave. Torres (2006) verificou que dos pacientes transportados por via aérea, em um serviço do México, 42,6% foram por traumas, 25% por problemas cardiovasculares, 10,3% por problemas digestivos, 7,3% por causas neurológicas, 5,9% respiratórias e 2.9% por causas ginecológicas e obstétricas. As demais, totalizaram 6% cada, e incluem as queimaduras, as infecções, os problemas endócrinos e um caso de aspiração. No Brasil, em um Serviço Aeromédico de Pernambuco, Nardoto, Diniz & Cunha (2011) verificaram que 79% dos pacientes foram transportados por causas externas, 15% por causas clínicas, 3% por causas não especificadas, 2% por causas obstétricas e 1% causas psiquiátricas. O Exército Brasileiro, nas últimas décadas, dentro e fora do território nacional, vem desempenhando cada vez mais tarefas como as Missões de Paz e as Operações de Garantia da Lei e da Ordem em que a chance de conflito é iminente. Com isso, a necessidade de pessoal treinado no atendimento pré-hospitalar, assim como de um meio de transporte adequado, torna-se cada vez maior (VENÂNCIO, 2011). As operações da Força Terrestre, devido às características geográficas do território nacional podem ocorrer em locais onde a disponibilidade de trilhas, estradas, vias fluviais, campos de pouso, a densidade da vegetação, a estação do ano e as condições gerais do

8 8 terreno, terão sérias implicações nos meios de evacuação (BRASIL, 2011). As operações nas montanhas caracterizam-se, pelas dificuldades que o terreno oferece aos movimentos terrestres e pela inexistência de rede fluvial adequada. No ambiente de selva a evacuação de doentes e acidentados por terra e por rios é uma tarefa que demanda muito tempo. A evacuação no interior da caatinga também sofre restrições, em virtude da dificuldade dos deslocamentos. E ainda, as operações de contraguerrilha rural impõem grandes distâncias entre as instalações de saúde que exigirão o apoio de Unidades de Saúde de Escalão Superior (BRASIL, 2011). O processo mais adequado e rápido de evacuação, nestes casos, é o aeromédico. Porém, em alguns locais desses ambientes, esse tipo de transporte a partir do local onde o paciente é ferido ou acometido da enfermidade, é impraticável. O atendimento deverá, então, ser prestado o mais próximo do local onde se encontra o ferido ou enfermo para em seguida ser aero removido (BRASIL, 2011). Em caso de conflito em Guerra, nas Operações de Paz e de Garantia da Lei e da Ordem a evacuação aeromédica é realizada com a finalidade de recuperar o maior número de baixas possível no menor espaço de tempo. No sentido de garantir a preservação do potencial humano empregado nestas operações através do adequado acesso das baixas às instalações de saúde, que favorece o tratamento, diminui o êxito letal e reduz os custos operacionais. (SANTOS, 2001). Martínez, Terán e Torres (2006) relatam que na Guerra da Coréia, um soldado ferido poderia ser evacuado, em poucos minutos, para um hospital. Com este sistema, que oferecia um atendimento rápido, especializado e eficiente no local da cena, reduziu-se consideravelmente a mortalidade pré-hospitalar. Estima-se que transportaram mais de pacientes e que a mortalidade diminuiu para 2,5 óbitos em 100 casos, comparados com os 4,5 da II Guerra Mundial. Ponto, atualmente, marcante da atuação do Exército é a Amazônia, em que trabalha no sentido de manter a soberania e a integridade territorial, além de outras atividades subsidiarias, voltadas para a segurança, o apoio às populações ribeirinhas e o desenvolvimento socioeconômico (MENIN, 2007). A Amazônia Brasileira concentra a maior bacia hidrográfica e o maior manancial de água doce do planeta, diversos corredores ecológicos, o maior potencial mineral do mundo (ouro, estanho, nióbio, petróleo, gás natural, potássio, manganês, ferro, cromo, bauxita, cassiterita e outros), 30% da biodiversidade do planeta e diversos insumos medicinais, que despertam o interesse de vários grupos estrangeiros pela região. Onde então a possibilidade de conflito é considerável (MENIN, 2007). Como apoio as operações nessa região, a Força Terrestre conta com o Serviço de Saúde do Exército com 06 hospitais, sendo 2 Hospitais Gerais, 4 Hospitais de Guarnição, 03 Postos Médicos de Guarnição e Seções de Saúde nas Organizações Militares. Na faixa de fronteira, o exército, representa às vezes o único apoio de saúde disponível para as comunidades indígenas e ribeirinhas (MARRONI, 2008). A carência na assistência à saúde na região amazônica e a estrutura hierárquica, em níveis de complexidade, do Serviço de Saúde do Exército, torna necessário um transporte de pacientes para o hospital ou para locais de maior capacidade assistencial. O ambiente de selva restringe o uso dos meios. As longas distâncias e a densidade da vegetação tornam o transporte terrestre moroso e difícil. Os meios fluviais e aéreos necessitam de atendimento inicial e transporte por terra até a margem do rio ou clareira. A lentidão do meio fluvial torna então o transporte aeromédico, principalmente por helicóptero, o meio

9 9 mais rápido e eficiente, e, portanto o mais adequado para a evacuação de feridos neste ambiente (MENIN, 2007). O Exército coopera com a Defesa Civil através do socorro às populações atingidas por calamidades públicas. Devido às características destes ambientes, enchentes e desmoronamentos, o transporte aeromédico, pelas características de velocidade e versatilidade de pouso, é uma escolha vantajosa em alguns casos de emergência e muitas vezes o único meio de se chegar ao local do evento e ao hospital (NARDOTO; DINIZ; CUNHA, 2011). Importante ressaltar que o Brasil encontra-se entre os países mais atingidos por inundações e enchentes, pois se registrou 94 desastres no período de 1960 a 2008, com mortes e mais de 15 milhões de pessoas afetadas. Em 2008, o Brasil, em relação aos desastres hidrológicos, ocupou o 10º lugar entre os países do mundo em número de vítimas de desastres naturais, com 1,8 milhões de pessoas afetadas (TOMINAGA; SANTORO; AMARAL, 2009). Segundo Matínez, Terán e Torres (2006), o transporte aéreo é considerado seguro quando a equipe assegura a integridade do paciente. Para tanto, a capacitação da tripulação em fisiologia de voo, em noções de aeronáutica e segurança de voo, sobrevivência, em suporte básico e avançado de vida é fundamental. Recomenda-se, portanto habilitação em Medicina Aeroespacial. Segundo Lacerda, Cruvinel e Silva (2011) os profissionais envolvidos no transporte de pacientes críticos devem ser treinados e frequentemente reciclados. No Brasil, foi na década de 80 que a capacitação destes profissionais ganhou ênfase. Ainda associado ao fator de transporte, móvel e aéreo, há uma notória importância da atuação de equipes capacitadas nesta modalidade de atendimento. Nardoto, Diniz e Cunha (2011), em seu estudo, verificaram que os profissionais do Suporte Aeromédico de Pernambuco fazem constantes treinamentos através de simulações e cursos teóricos. Apesar das características geográficas do território e da diminuição dos índices de mortalidade e morbidade cair consideravelmente com a evacuação aeromédica. O Brasil ainda realiza em média 2 mil evacuações por ano enquanto que os Estados unidos 200 mil. Isso se deve principalmente aos altos custos com aeronave, angaragem, manutenção, combustível, seguro, equipe treinada e equipamentos médicos (BAU, 2007). O transporte aéreo permite uma transferência mais rápida dos pacientes ao hospital, mas raramente é usada no país, provavelmente por causa do custo alto. Porém a evacuação aeromédica comparada com outros meios de transporte deve ser medida em vidas, tempo e recursos. É um elo na cadeia de saúde que melhora o prognóstico vital em um curto e longo prazo funcional (TORRES, 2006). Parte destes custos o Exército não teria que arcar, pois dispõem de aeronaves, de manutenção, de angaragem, de médicos, enfermeiros, pilotos e especialistas em salvamento sob seu comando. Porém, os custos com equipamentos médicos, treinamento da equipe e alocação de pessoal para esta atividade são elevados e dificultam a implantação do serviço. 4 CONCLUSÃO Nas varias situações de emprego do Exército, seja nas missões constitucionais, em que o risco de conflito é iminente, seja nas subsidiárias como a cooperação com a Defesa Civil em ações de socorro em desastres, seja em tempo de paz na assistência aos militares e seus dependentes e, devido à hierarquização do serviço de saúde da Força, é necessário que se tenha um transporte de pacientes críticos rápido, seguro, cômodo e eficiente.

10 10 Esse transporte pode ocorrer por via terrestre, aquática e aérea. Esta última é considerada a mais rápida e eficiente via de evacuação com uma redução significativa na taxa de mortalidade e melhora na sobrevida. Acrescenta-se a isso que o emprego da força, muitas vezes ocorre em situações de desastres e em ambientes de selva, caatinga e montanha, locais de difícil acesso, que muitas vezes o único meio de se chegar é por via aérea. Atualmente, as recomendações do Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Medicina é que a aeronave seja dotada de equipamentos para Suporte Avançado de Vida e equipe composta por médico, enfermeiro e um profissional capacitado em salvamento, este quando a situação o exigir. Baseado nisso há a necessidade do Exército aperfeiçoar o serviço de evacuação aeromédica, para proporcionar uma assistência adequada aos pacientes críticos transportados. Este estudo propõe então a implantação de um serviço de evacuação aeromédica com suporte avançado, que deverá contar com equipamentos normatizados pelo Ministério da Saúde, através da Portaria 2048 de 05 de novembro de 2002, e com médicos e enfermeiros capacitados, já que dispõe de sargentos habilitados em salvamento, O custo do serviço é alto porém parte considerável dele a força dispõe, como helicópteros que já são utilizados no meio civil para este fim, manutenção, angaragem, combustível e piloto. A conservação do potencial humano do Exército e a necessidade de uma estrutura pronta para o emprego, a redução da mortalidade e melhora da sobrevida, bem como, a adequação ao padrão de assistência previsto pelo Ministério da Saúde e realizado pelos melhores Exércitos do Mundo justificam os custos com equipamentos, infraestrutura e treinamento de pessoal para implantação do serviço. Apesar da pesquisa evidenciar a necessidade do serviço o tema é pouco abordado e novo no Brasil, as fontes de pesquisas são limitadas e as existentes são relacionadas ao assunto no meio civil o que restringe o acesso a tópicos importantes como o custo e a demanda do serviço para o Exército Brasileiro e demais Forças Armadas, os resultados obtidos com serviço da Força Aérea, do SAMU, da Policia Rodoviária Federal, do Corpo de Bombeiros e da Policia Militar de São Paulo.

11 11 GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, REFERÊNCIAS BAU, Lira Nara. Voando para salvar. Revista Emergência. São Paulo, n 6, dez BERNARDES, Margarida Maria Rocha; LOPES, Teixeira. Enfermeiras do Exército Brasileiro no transporte aéreo de feridos: um desafio enfrentado na 2a. Gerra Mundial. Rev. bras. enferm., Brasília, v. 60, n. 1, Feb BRASIL. Conselho Federal de Medicina. Resolução nº 1.672, de 9 de julho de 2003, Brasília, DF, 9 jul BRASIL. Exército Brasileiro. Estado- Maior do Exército. Manual de Campanha: Emprego do Serviço de Saúde, BRASIL. Exército Brasileiro. Estado- Maior do Exército. Brigada de Aviação do Exército, BRASIL. Exército Brasileiro. Estado- Maior do Exército. O Processo de Transformação do Exército, BRASIL. Ministério Da Saúde. Portaria n 2048, de 5 de novembro de 2002, Brasília, DF, 5 de nov CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. Metodologia Cientifica. 6. ed. São Paulo: Prentice Hall, GENTIL, Rosana Chami. Aspectos históricos e organizacionais da remoção aeromédica: a dinâmica da assistência de enfermagem. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 31, n. 3, dez HIDALGO, Pérez. Preparación del paciente para Evacuaciones aéreas. Emergencias. v. 9, n. 1, fev LACERDA, Marcio augusto; CRUVINEL, Marcos Guilherme Cunha; SILVA, Waston Vieira. Transporte de pacientes: Intrahospitalar e Inter-hospitalar. Trabalho de Conclusão de curso de Anestesiologia. Disponivel em Acesso em: 20 mai. 2011,19:20. MARTÍNEZ, Elpidio Cruz; TERÁN, Bulmaro Borja; TORRES, Arturo Arzola. La historia de la ambulância. Rev Asoc Mex Med Crit y Ter Int, México, Vol. 20, n. 3, jul MARRONI, Diego de Carvalho. General João Severiano da Fonseca e o Serviço de Saúde do Exército: braço forte, mão amiga: ontem, hoje e sempre. Disponível em Acesso em: 19 mai. 2011, 20:19. MENIN, José Luis Gonçalves. Ações subsidiárias das Forças Armadas na Amazônia e seus reflexos na segurança e no desenvolvimento. Revista da Escola Superior de Guerra, v.23, n.47, jan/jul NARDOTO, Emanuella Maria Lopes; DINIZ, Jackeline Maria Tavares; CUNHA, Carlos Eduardo Gouvêa da. Perfil da vítima atendida pelo serviço pré-hospitalar aéreo de Pernambuco. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 45, n. 1, Mar SANTOS, Mariana de Aguiar. Atuação das equipes de saúde nas missões de Paz com ênfase nos protocolos de evacuação

12 12 médica: Revisão bibliográfica. Disponível em www. Essex. Ensino.eb.br/html/pos-graduação. Acesso em: 19 mai. 2011, 20:31 TORRES, Arturo Arzola et al. Nueve años de experiencia de transporte aeromédico en México. Rev Asoc Mex Med Crit y Ter Int Vol. 20, n. 3, Jul.Sep naturais: conhecer para prevenir. São Paulo: Instituto Geológico, VENÂNCIO, Marcelo Ferraz. Medicina Militar: atendimento pré-hospitalar no ambiente tático. Disponivel em www. Essex. Ensino.eb.br/html/pos-garduação. Acesso em: 19 de mai. 2011, 20:40. TOMINAGA, Lídia Keiko; SANTORO, Jair; AMARAL, Rosangela do. Desastres

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834 PARECER COREN-SP 002/2012 CT PRCI n 99.073/2012 e Ticket 280.834 Assunto: Ações de resgate de vítimas em altura e em espaço confinado. Competência da equipe de bombeiros militares. 1. Do fato Solicitado

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 012/2012 CT PRCI n 98.863/2012

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. PARECER COREN-SP 012/2012 CT PRCI n 98.863/2012 PARECER COREN-SP 012/2012 CT PRCI n 98.863/2012 Assunto: Responsabilidade do profissional de Enfermagem da ambulância e da unidade hospitalar na retirada/saída do paciente de alta de uma instituição hospitalar.

Leia mais

I ANÁLISE: Rua Barão de São Borja, 243 Boa Vista CEP 50.070-325 Fone: 3412-4100 www.coren-pe.gov.br

I ANÁLISE: Rua Barão de São Borja, 243 Boa Vista CEP 50.070-325 Fone: 3412-4100 www.coren-pe.gov.br Parecer Técnico Coren-PE nº 003/2015 Protocolo Coren-PE nº 930/2015 Solicitantes: Kátia Maria Sales Santos Cunha Unidade de Enfermagem do HEMOPE Assunto: No transporte, o profissional de enfermagem deverá

Leia mais

Transporte inter-hospitalar de pacientes - Resolução: 1672 de 2003 *****

Transporte inter-hospitalar de pacientes - Resolução: 1672 de 2003 ***** Transporte inter-hospitalar de pacientes - Resolução: 1672 de 2003 ***** Ementa: Dispõe sobre o transporte inter-hospitalar de pacientes e dá outras providências. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT. Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013

Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT. Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013 Plano de Atendimento e Remoção de Acidentados em Linhas de Transmissão PARA LT Sylvio Ribeiro de Castro Lessa 12/08/2013 Fase: Diagnóstico Eloisa Barroso de Mattos Nutricionista Raquel Leão Firmino Reis

Leia mais

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO VII SENABOM Ten Cel BM BRITO Ten Cel BM ANTONIO GRAÇA OPERAÇÕES HELITRANSPORTADAS NO CBMERJ SUMÁRIO Breve histórico Operações helitransportadas Estatística

Leia mais

Aspectos Legais em APH

Aspectos Legais em APH Aspectos Legais em APH Aspectos Legais em APH Resolução COFEN 375/2011 Dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter- Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido.

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 INTRODUÇÃO Última edição do Manual (revista e atualizada): 2006 Objetivo: Implantação do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências Atende aos princípios e diretrizes do

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Quando uma pessoa sofre agravo agudo à saúde, deve ser acolhido em serviço do SUS mais próximo de sua ocorrência, seja numa Unidade de Saúde

Leia mais

Grupamento de Socorro de Emergência Dr Sidney Franklin

Grupamento de Socorro de Emergência Dr Sidney Franklin Grupamento de Socorro de Emergência Dr Sidney Franklin Conceito Básico do Pré-Hospitalar O tratamento definitivo é hospitalar Redução do tempo na cena < 10 m. Estabilização do quadro clínico Redução da

Leia mais

CAPÍTULO 28 CATÁSTROFES OU ACIDENTES COM MULTIPLAS VÍTIMAS

CAPÍTULO 28 CATÁSTROFES OU ACIDENTES COM MULTIPLAS VÍTIMAS CAPÍTULO 28 CATÁSTROFES OU ACIDENTES COM MULTIPLAS VÍTIMAS 1. Introdução Pela Organização Mundial de Saúde, catástrofe é um fenômeno ecológico súbito de magnitude suficiente para necessitar de ajuda externa.

Leia mais

ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério Vasconcellos

ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério Vasconcellos EXPEDIENTE CONSULTA N.º 209.644/11 PARECER CREMEB Nº 21/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 21/05/2013) ASSUNTO: Peculiaridades do transporte de pacientes pelo SAMU 192. RELATOR: Cons. Luiz Augusto Rogério

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável-SEMAD

Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável-SEMAD Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável-SEMAD Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais e Eventos Críticos DPIFE Palestrante: JARBAS JORGE DE ALCÂNTARA Téc.

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL MERCOSUL/GMC/RES. N 21/00 GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N 91/93 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 3. SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES...7 4. CONSIDERAÇÕES...9 5. CRITICIDADE DE

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional Diário Oficial Imprensa Nacional Nº 228 29/11/11 Seção 1 - p.98 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 804, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2011 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSPORTE. Espaço exclusivo Caminhos Desobstruídos. Serviço em Rede. Operação Controlada Regularidade Confiabilidade

POLÍTICA DE TRANSPORTE. Espaço exclusivo Caminhos Desobstruídos. Serviço em Rede. Operação Controlada Regularidade Confiabilidade POLÍTICA DE TRANSPORTE QUALIFICAR O Serviço de Transporte por Ônibus Espaço exclusivo Caminhos Desobstruídos Serviço em Rede Flexibilidade de Trajetos Racionalidade de Caminhos Operação Controlada Regularidade

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE PACIENTE INTERNA E EXTERNA

TRANSFERÊNCIA DE PACIENTE INTERNA E EXTERNA 1 de 8 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 25/11/2012 1.00 Proposta inicial LCR, DSR,MGO 1 Objetivo Agilizar o processo de transferência seguro do paciente/cliente, para

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73 PARECER CTUE Nº 03/2014 Porto Alegre, 12 de agosto de 2014. Regras para Transporte Neonatal. I - Relatório Parecer sobre regras para transporte neonatal. II - Análise Fundamentada O transporte inter-institucional

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS

ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS ASSISTÊNCIA SERVIÇOS EXECUTIVOS O objeto da assistência serviços executivos é facilitar a vida do Segurado, em caso de mal súbito, doença ou acidente, com serviços domésticos provisórios, ambulância, Motorista

Leia mais

Desastres: Prevenção e Gestão de Riscos para Prestadores de Serviços de Saúde

Desastres: Prevenção e Gestão de Riscos para Prestadores de Serviços de Saúde Desastres: Prevenção e Gestão de Riscos para Prestadores de Serviços de Saúde PRÉ-HOSPITALAR GRAU I: Incidente em área de limites precisos e abordagem habitual, com recursos locais suficientes, geralmente

Leia mais

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421

PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 PARECER COREN-SP 028/2014 CT PRCI n 100.954 Ticket n 280.428, 282.601, 283.300, 283.647, 284.499, 287.181, 290.827, 299.421 Ementa: Realização de treinamentos, palestras, cursos e aulas por profissionais

Leia mais

RESGATE AEROMÉDICO OFFSHORE. Antônio Bento da Costa Borges de Carvalho Medico Coordenador do Resgate Aeromédico PETROBRAS E&P-SERV/US-AP/CC

RESGATE AEROMÉDICO OFFSHORE. Antônio Bento da Costa Borges de Carvalho Medico Coordenador do Resgate Aeromédico PETROBRAS E&P-SERV/US-AP/CC RESGATE AEROMÉDICO OFFSHORE Antônio Bento da Costa Borges de Carvalho Medico Coordenador do Resgate Aeromédico PETROBRAS E&P-SERV/US-AP/CC OBJETIVOS Atender no menor tempo possível os agravos à saúde dos

Leia mais

1) Torres: Pronto atendimento foi acoplado ao hospital centralização superlotação. 2) Terra de Areia: Poucos recursos, atendimentos simples

1) Torres: Pronto atendimento foi acoplado ao hospital centralização superlotação. 2) Terra de Areia: Poucos recursos, atendimentos simples UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO 24H 1) Torres: Pronto atendimento foi acoplado ao hospital centralização superlotação 2) Terra de Areia: Poucos recursos, atendimentos simples Hospital de referência é Capão

Leia mais

PMEE Planejamento Médico para Eventos Especiais

PMEE Planejamento Médico para Eventos Especiais PMEE Planejamento Médico para Eventos Especiais 1. Objetivo Estabelecer critérios mínimos para os serviços de emergência médica préhospitalar no atendimento ao público presente em eventos especiais. 2.

Leia mais

Relatório de Integração VMER & SIV 11/2012

Relatório de Integração VMER & SIV 11/2012 11/2012 Despacho n.º 14898/2011, de d 3 de novembro Pontoo 7: O INEM,, I. P., apresentar um relatório anual ao membro do Governo responsável pela área da saúde que permita a análise interna e a melhoria

Leia mais

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS

TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC FAX: (21) 21016198 VEÍCULOS AÉREOS NÃO TRIPULADOS BRASIL DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO SUBDEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES AV GENERAL JUSTO, 160 2º AND. - CASTELO 20021-130-RIO DE JANEIRO RJ AIC N 21/10 23 SEP 2010 TEL: (5521) 21016320 AFTN: SBRJYGYC

Leia mais

Atuação em Situações de Crise

Atuação em Situações de Crise 1 Atuação em Situações de Crise Enf. José Magalhães INEM Delegação Regional do Porto Porto, 11 de Abril de 2014 2 INEM O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) é o organismo do Ministério da Saúde

Leia mais

REVISÃO VACINAS 15/02/2013

REVISÃO VACINAS 15/02/2013 REVISÃO VACINAS 1. Conforme a Lei Federal n o 7.498/86, que dispõe sobre o exercício da enfermagem, são atividades privativas do enfermeiro: a) administrar medicamentos e prestar consultoria de b) observar

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS TRANSPORTES

IMPORTÂNCIA DOS TRANSPORTES OS TRANSPORTES IMPORTÂNCIA DOS TRANSPORTES Contribui para a correcção das assimetrias espaciais e ordenamento do território; rio; Permite uma maior equidade territorial no acesso, aos equipamentos não

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10 Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU Nota Técnica nº 10 LIBERAÇÃO E SOLICITAÇÃO DE AMBULÂNCIA DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL

Leia mais

Título: SERVIÇO MUNICIPAL DE AMBULÂNCIAS DE JUNDIAÍ - Relato de Experiência

Título: SERVIÇO MUNICIPAL DE AMBULÂNCIAS DE JUNDIAÍ - Relato de Experiência Título: SERVIÇO MUNICIPAL DE AMBULÂNCIAS DE JUNDIAÍ - Relato de Experiência Autor: Robson Gomes Serviço de Saúde: Serviço Municipal de Ambulâncias Palavras Chaves: Ambulância, serviço municipal de ambulâncias.

Leia mais

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012

RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012 RESOLUÇÃO CREMEC nº 44/2012 01/10/2012 Define e regulamenta as atividades da sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) O Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

Seminário: "TURISMO DE SAÚDE NO BRASIL: MERCADO EM ASCENSÃO"

Seminário: TURISMO DE SAÚDE NO BRASIL: MERCADO EM ASCENSÃO Seminário: "TURISMO DE SAÚDE NO BRASIL: MERCADO EM ASCENSÃO" FLEURY LINHA DO TEMPO Uma história de sucesso Uma história de sucesso Uma história de sucesso Uma história de sucesso Uma história de sucesso

Leia mais

MANUAL DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIAS ESPECIAIS

MANUAL DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIAS ESPECIAIS MANUAL DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIAS ESPECIAIS 1. Objetivo: Este manual contém informações acerca dos procedimentos que deverão ser tomados na ocorrência de qualquer fato que acarrete na utilização de algum

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS LABORATÓRIO DE ANÁLISE AMBIENTAL E GEOESPACIAL PLANO DE CONTINGÊNCIA DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL Dezembro/2014 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 4 3. ESTRUTURA...

Leia mais

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar

PMERJ/CETIC. Novas Tecnologias na Polícia Militar PMERJ/CETIC Novas Tecnologias na Polícia Militar Apresentação pessoal CEL PM DJALMA JOSÉ BELTRAMI TEIXEIRA PMERJ Coordenador do CETIC Coordenadoria Especializada em Tecnologia e Comunicações Atribuições

Leia mais

Curso de Emergências Cardiorespiratórias

Curso de Emergências Cardiorespiratórias SBC Salvando Vidas Curso de Emergências Cardiorespiratórias A SBC é uma instituição que está habilitada pela American Heart Association (AHA) - importante entidade americana na área de doenças cardiológicas

Leia mais

Sistema de Gestão de Segurança Rapel na Pedreira do DIB Serra da Cantareira PLANO DE EMERGÊNCIA

Sistema de Gestão de Segurança Rapel na Pedreira do DIB Serra da Cantareira PLANO DE EMERGÊNCIA Rapel de 40 metros nível de dificuldade baixo Perigo se ficarem muitas pessoas no local com risco de queda pequenas escoriações e quedas de pequenas pedras. Depende da época do ano há o perigo dos marimbondos

Leia mais

Projeto "Valorização da Vida"

Projeto Valorização da Vida Prevenir e Educar Esta é a nossa meta Quem somos. O Corpo de Socorristas Voluntários do Brasil é uma ONG (Organização Não Governamental), formada por voluntários das mais variadas áreas: Médicos, Bombeiros,

Leia mais

SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA CATARINA

SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA CATARINA Centro de Ciências da Saúde Departamento de Enfermagem GIATE Grupo de Pesquisa em Tecnologias, Informações e Informática em Saúde SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO SAMU NO ESTADO DE SANTA

Leia mais

PARECER COREN-SP CT 037/2013 PRCI

PARECER COREN-SP CT 037/2013 PRCI PARECER COREN-SP CT 037/2013 PRCI nº 100.547 Tickets nº 280.023, 280.980, 281.285, 281.909, 284.347, 284.740, 285.789, 288.464, 291.884, 295.419, 297.886. Ementa: Carro de emergência: composição, responsabilidade

Leia mais

TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE

TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE O sistema de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico (TIP) foi formalmente criado por protocolo entre

Leia mais

BRIGADAS DE EMERGÊNCIA

BRIGADAS DE EMERGÊNCIA NICOBELO&ART FINAL Nicobelo@hotmail.com BRIGADAS DE EMERGÊNCIA GRUPO INCÊNDIO DE SOROCABA 1 OBJETIVO É estabelecer Programa de Prevenção e levar a cabo medidas que se implementem para evitar ou mitigar

Leia mais

Plano de Emergência. Este Plano de Emergência tem previsão de treinamento e revisão a cada 06 (seis) meses.

Plano de Emergência. Este Plano de Emergência tem previsão de treinamento e revisão a cada 06 (seis) meses. Plano de Emergência Assumimos para fins deste plano, que todas as embarcações que operam turismo no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos possuem a bordo pelo menos uma pessoa treinada e apta a ministrar

Leia mais

O PAE, parte integrante do PGR, contempla também a prevenção do risco de acidentes com produtos perigosos e de combate a incêndio.

O PAE, parte integrante do PGR, contempla também a prevenção do risco de acidentes com produtos perigosos e de combate a incêndio. OBJETIVO O PGR - Programa de Gerenciamento de Risco e PAE - Plano de Ação de Emergências são parte integrante do PBA Plano Básico Ambiental da Estrada-Parque Visconde de Mauá, que compreende a identificação,

Leia mais

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares de Assuncao Michelle Andrade INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares

Leia mais

TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS ANALISE DE RISCO ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA. Mauro Gomes de Moura maurogm@fepam.rs.gov.br

TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS ANALISE DE RISCO ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA. Mauro Gomes de Moura maurogm@fepam.rs.gov.br TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS ANALISE DE RISCO ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA Mauro Gomes de Moura maurogm@fepam.rs.gov.br PERFIL DOS ACIDENTES ATENDIDOS PELA FEPAM Emergências Ambientais no RS - Geral TIPO

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA E URGÊNCIA Unidade

Leia mais

Centro de Treinamento Internacional Autorizado American Safety & Health Institute CNPJ: 11.697.949/0001-09

Centro de Treinamento Internacional Autorizado American Safety & Health Institute CNPJ: 11.697.949/0001-09 Centro de Treinamento Internacional Autorizado American Safety & Health Institute CNPJ: 11.697.949/0001-09 A EMPRESA A RIO EMERGÊNCIA treinamentos trata-se de uma empresa educacional, voltada ao ensino

Leia mais

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS ÍNDICE Apresentação...03 Hospital Universitário Cajuru...04 Estrutura...04 Especialidades Atendidas...05 Diferenças entre atendimento de urgência, emergência e eletivo...06 Protocolo de Atendimento...07

Leia mais

FAB tem novas UTI aéreas na Amazônia

FAB tem novas UTI aéreas na Amazônia FAB tem novas UTI aéreas na Amazônia A Força Aérea Brasileira aumentou no início de 2015 a sua capacidade de realizar missões humanitárias na região Amazônica. O Primeiro e o Sétimo Esquadrões de Transporte

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 067 / 2011

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 067 / 2011 PARECER COREN-SP GAB Nº 067 / 2011 1. Do fato Solicitado parecer sobre atuação do profissional Enfermeiro no treinamento ministrado aos componentes de brigadas de incêndio, atendendo a Instrução Técnica

Leia mais

Agência Nacional de Aviação Civil Brasil Superintendência de Estudos, Pesquisas e Capacitação para a Aviação Civil. Documento informativo

Agência Nacional de Aviação Civil Brasil Superintendência de Estudos, Pesquisas e Capacitação para a Aviação Civil. Documento informativo Agência Nacional de Aviação Civil Brasil Superintendência de Estudos, Pesquisas e Capacitação para a Aviação Civil Documento informativo Treinamento como ferramenta na mitigação de problemas ambientais

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Acessibilidade. Dicas ANAC

Acessibilidade. Dicas ANAC Acessibilidade Dicas ANAC Acessibilidade Assistência especial Passageiros que podem solicitar assistência especial: Gestantes; Idosos a partir de 60 anos; Lactantes; Pessoas com criança de colo; Pessoas

Leia mais

GUILHERME DA SILVA MONTEIRO

GUILHERME DA SILVA MONTEIRO GUILHERME DA SILVA MONTEIRO Brasileiro, Casado, 29 anos Telefone Celular (53) 9945-1752 Telefone Residencial (53) 3232-2653 Telefone Recado (53) 9976-1232 guigamonteiro@bol.com.br CNH: AD FORMAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC) PLANO DE EMERGÊNCIA

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC) PLANO DE EMERGÊNCIA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 031/DAT/CBMSC)

Leia mais

I RELATÓRIO: II ANÁLISE:

I RELATÓRIO: II ANÁLISE: INTERESSADO: ASSUNTO: CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL JOAQUIM NABUCO - RECIFE/PE AUTORIZAÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA EM INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA, EM ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

Detalhamento por Localizador

Detalhamento por Localizador Programa 2015 - Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) 20QI - Implantação e Manutenção da Força Nacional de Saúde Número de Ações 3 Esfera: 20 - Orçamento da Seguridade Social Função: 10 - Saúde

Leia mais

Táxi Aéreo Dezembro de 2012

Táxi Aéreo Dezembro de 2012 Táxi Aéreo Dezembro de 2012 Os números do taxi aéreo no Brasil 188 empresas atuando em todo Brasil 1237 aviões 325 helicópteros 1.500.000 passageiros transportados por ano 80.000 empregos diretos e indiretos

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

CONTRATO OPCIONAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO AEROMÉDICO DO OBJETO

CONTRATO OPCIONAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO AEROMÉDICO DO OBJETO CONTRATO OPCIONAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO AEROMÉDICO DO OBJETO CLÁUSULA PRIMEIRA 1.1. O objeto do presente contrato é a prestação de serviços de transporte aeromédico aos beneficiários do Contrato de Plano

Leia mais

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:

Leia mais

Doutrina e Estratégia Militar. Ações de Caráter Sigiloso. Emprego da Força Terrestre em Operações. Logística de Material de Aviação

Doutrina e Estratégia Militar. Ações de Caráter Sigiloso. Emprego da Força Terrestre em Operações. Logística de Material de Aviação Programa 0620 Preparo e Emprego da Força Terrestre Ações Orçamentárias Número de Ações 16 24490000 Doutrina e Estratégia Militar Produto: Evento realizado Unidade de Medida: unidade UO: 52121 Comando do

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 2. Localização geográfica Toda a área da UGRHI-11 - Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO DE SERVIÇOS AÉREOS DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO INSTRUÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL IAC 200-1001 PLANO DE ASSISTÊNCIA

Leia mais

O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho

O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVIII Plano de Emergência um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a

Leia mais

Projeto de Capacitação de Crianças e Adolescentes sobre Socorrismo, prevenção de acidentes, Defesa Civil e Cidadania

Projeto de Capacitação de Crianças e Adolescentes sobre Socorrismo, prevenção de acidentes, Defesa Civil e Cidadania R e s g a t e M i r i m Comunitário Projeto de Capacitação de Crianças e Adolescentes sobre Socorrismo, prevenção de acidentes, Defesa Civil e Cidadania 1 B E L O H O R I Z O N T E, S A N T A L U Z I A

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

A participação do Setor Saúde no Sistema de Comando em Incidentes

A participação do Setor Saúde no Sistema de Comando em Incidentes CURSO LÍDERES- CURSO INTERNACIONAL EM SAÚDE, DESASTRES E DESENVOLVIMENTO A participação do Setor Saúde no Sistema de Comando em Incidentes David Rodrigues dos Santos Capitão Bombeiro Militar M.Sc em Desenvolvimento

Leia mais

4 Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo

4 Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Superior SESu Diretoria de Regulação e Supervisão da Educação Superior - Desup Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Promoção da Saúde do Trabalhador da Saúde: conscientização acerca do uso de luvas e higienização das mãos pelos

Leia mais

O Conselho Executivo do Fórum Parlamentar sobre Armas Ligeiras e de Pequeno Porte, realizado no dia 13 de Julho de 2008 em Nova Iorque, E.U.A.

O Conselho Executivo do Fórum Parlamentar sobre Armas Ligeiras e de Pequeno Porte, realizado no dia 13 de Julho de 2008 em Nova Iorque, E.U.A. FÓRUM PARLAMENTAR SOBRE ARMAS LIGEIRAS E DE PEQUENO PORTE Declaração da política sobre a gestão de estoque de munições convencionais O Conselho Executivo do Fórum Parlamentar sobre Armas Ligeiras e de

Leia mais

Esfera: 10 Função: 05 - Defesa Nacional Subfunção: 128 - Formação de Recursos Humanos UO: 52201 - Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC

Esfera: 10 Função: 05 - Defesa Nacional Subfunção: 128 - Formação de Recursos Humanos UO: 52201 - Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Programa 0630 Desenvolvimento da Aviação Civil Numero de Ações 14 Ações Orçamentárias 0B09 Apoio a Aeroclubes e Escolas de Aviação Civil Produto: Entidade apoiada Esfera: 10 Função: 05 - Defesa Nacional

Leia mais

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro);

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro); PLANO DE TRABALHO 2014 Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro); 1.2. Estratégia da Saúde da Família no território 3.1 (Rio de Janeiro); 1.3. Estratégia

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

PROPOSTA DE CURSO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

PROPOSTA DE CURSO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PROPOSTA DE CURSO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Título: Curso de Tripulante Operacional CTO / 2013 2. Unidade Promotora: Núcleo de Operações e Transporte Aéreo/ NOTAer, da Secretaria da Casa Militar 3. Nível

Leia mais

AÇÕES DE RESPOSTA: VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL

AÇÕES DE RESPOSTA: VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL AÇÕES DE RESPOSTA: VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL 1. Conceito Por Aramis Cardoso A Vigilância em Saúde Ambiental é definida como o conjunto de ações que proporcionam o conhecimento e a detecção de qualquer

Leia mais

ENFERMAGEM HUMANITÁRIA. - Que competências? - - Que futuro? -

ENFERMAGEM HUMANITÁRIA. - Que competências? - - Que futuro? - ENFERMAGEM HUMANITÁRIA - Que competências? - - Que futuro? - Filomena Maia Presidente do Conselho de Enfermagem Regional Norte Vice-Presidente do Conselho de Enfermagem Universidade Fernando Pessoa Porto

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 026/CT/2015/PT Assunto: Atendimento pré-hospitalar de provável óbito pelo técnico de enfermagem orientador pelo médico regulador. I - Do Fato Trata-se de expediente encaminhado ao Coren/SC,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL !" """ SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL PORTARIA N o 034/DGAC, DE 19 DE JANEIRO DE 2000 Aprova a Instrução de Aviação Civil que dispõe sobre alterações em vôos regulares e realização

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CONCURSO PÚBLICO PARA SAMU CENTRO-SUL Edital nº 11/2010, de 22/07/2010 ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO: CONDUTOR-SOCORRISTA Atuar na Central Radioperador e controlador de frota e nas Unidades Móveis

Leia mais

CONSULTA FUNDAMENTAÇÃO. Quanto às obrigações do médico plantonista ou médico de guarda, o nosso Código de Ética Médica orienta que é vedado ao médico:

CONSULTA FUNDAMENTAÇÃO. Quanto às obrigações do médico plantonista ou médico de guarda, o nosso Código de Ética Médica orienta que é vedado ao médico: PARECER CREMEB Nº 33/12 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/10/2012) EXPEDIENTE CONSULTA Nº. 214.608/11 ASSUNTO: Implicações éticas da conduta profissional de médico, único plantonista da unidade, quanto

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM Autores: Ilse Maria Tigre de Arruda Leitão, Sherida Kananini Paz de Oliveira, Roberta Meneses Oliveira, Nayane Silva Mendes, Renata

Leia mais

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE PARELHAS, ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, usando das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município.

O PREFEITO MUNICIPAL DE PARELHAS, ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, usando das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município. DECRETO Nº 011/2014, DE 09 DE ABRIL DE 2014. Altera o Anexo I do Decreto n 007/2014, que dispõe sobre as atribuições, escolaridade e salários dos cargos destinados ao Concurso Público do Município de Parelhas/RN.

Leia mais

PROJETO SISTEMA DE PREVENÇÃO, CONTROLE E ATENDIMENTO EMERGENCIAL EM ACIDENTES COM PRODUTOS PERIGOSOS NA RODOVIA BR 101 TRECHO SUL SC

PROJETO SISTEMA DE PREVENÇÃO, CONTROLE E ATENDIMENTO EMERGENCIAL EM ACIDENTES COM PRODUTOS PERIGOSOS NA RODOVIA BR 101 TRECHO SUL SC PROJETO SISTEMA DE PREVENÇÃO, CONTROLE E ATENDIMENTO EMERGENCIAL EM ACIDENTES COM PRODUTOS PERIGOSOS NA RODOVIA BR 101 TRECHO SUL SC INTRODUÇÃO O Projeto foi assinado em novembro de 2010, é fruto de um

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPUTADA FEDERAL ALICE PORTUGAL - PCdoB/BA

CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPUTADA FEDERAL ALICE PORTUGAL - PCdoB/BA Pronunciamento da deputada Alice Portugal (PcdoB/BA) na sessão da Câmara dos Deputados do dia 14 de dezembro de 2005, em protesto contra a transferência da Superintendência Regional do INSS/Nordeste de

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

Origem do SCO O SCO é baseado no ICS, desenvolvido nos EUA durante as décadas de 70/80, inicialmente para coordenar a resposta a incêndios florestais.

Origem do SCO O SCO é baseado no ICS, desenvolvido nos EUA durante as décadas de 70/80, inicialmente para coordenar a resposta a incêndios florestais. APRESENTAÇÃO DO SCO Conceito de SCO O Sistema de Comando em Operações é uma ferramenta gerencial para planejar, organizar, dirigir e controlar as operações de resposta em situações críticas, fornecendo

Leia mais

Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro

Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro PARECER CFM nº 4/13 INTERESSADO: CRM-PE ASSUNTO: Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro EMENTA: Em obediência

Leia mais

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura

Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Termo de Referência para Contratação de Consultoria - TR Modalidade Pessoa Física Vaga Código TR/PF/IICA-005/2010 PCT BRA/09/001 - Acesso e uso da energia elétrica como fator de desenvolvimento de comunidades

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa 1 INTRODUÇÃO 1.1 Motivação e Justificativa A locomoção é um dos direitos básicos do cidadão. Cabe, portanto, ao poder público normalmente uma prefeitura e/ou um estado prover transporte de qualidade para

Leia mais