1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

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2 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS Habilitação Técnica de Nível Médio em Hospedagem Eixo A Tecnológico Turismo, Hospitalidade e Lazer, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos instituído pela Resolução CNE/CEB nº 03/08, fundamentada no Parecer CNE/CEB nº 11/08, atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) - Lei Federal nº /96, no Decreto Federal nº /04, na Resolução CNE/CEB nº. 04/99, no Parecer CNE/CEB nº 16/99 do Conselho Nacional de Educação, na Indicação CEE/SP nº. 08/2000 do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, no Regimento das Unidades Educacionais Senac São Paulo e nas demais normas do sistema de ensino. Na perspectiva de atualizar o perfil profissional de conclusão para que os egressos possam acompanhar as transformações do setor produtivo e da sociedade, este Plano de Curso de Técnico em Hospedagem, substitui o Plano de Curso aprovado conforme Portaria Senac/GDE nº 34/2003, publicada no Diário Oficial do Estado DOE de 01/03/03 pela Portaria CEE/GP nº 100/03 de 26/02/03, mantendo-se alinhado com as exigências específicas da ocupação e do setor hoteleiro, incorporando as inovações decorrentes dos avanços científicos e tecnológicos, da experiência acumulada pela Instituição na oferta desta habilitação e de novas tecnologias educacionais. Segundo a World Travel & Tourism Council (WTTC), em 2009, a movimentação financeira da economia do turismo foi de US$ 5,4 trilhões e a representatividade desse montante para o PIB mundial foi de 9,4%. Em 2009, segundo o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), o país obteve receita cambial com a atividade turística de US$ 5,3 bilhões, o crescimento na entrada de divisas por meio do turismo internacional foi de 39,5% na comparação com A representatividade da receita cambial com o turismo no PIB brasileiro foi de 7,1%. De acordo com o FOHB - Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil, a atividade turística no Brasil gera aproximadamente 6% do total dos postos de trabalho formais e informais. Alguns fatores que aceleram esse processo são: crescimento da classe média, ampliação do crédito para empresas do setor e consumidor final, política de bancos para financiamento de pacotes, passagens; além da atuação do Ministério do Turismo em ações de valorização do produto turístico nacional. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), com a classe C e D colocando o turismo em sua cesta de consumo, mais de 30 milhões de pessoas deverão se hospedar pela primeira vez em um hotel ao longo da próxima década. 2

3 As realizações da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016 favorecem o cenário e poderão trazer uma série de benefícios para o Brasil, em especial para o setor de turismo. 1 Nesse contexto, a Instituição considera que o crescimento da indústria do turismo nos últimos anos e os grandes eventos previstos para o Brasil para os anos de 2014 e 2016, são fatores predominantes para a expansão do mercado hoteleiro, seja com a construção de novos equipamentos ou pela profissionalização da mão de obra, pois dentro dessa indústria do turismo, a hotelaria é um segmento intensivo de geração de receitas e de postos de trabalho. De acordo com o banco de dados da Jones Lang LaSalle Hotels existem atualmente 153 projetos hoteleiros em construção ou em fase avançada de planejamento e que serão associados às principais cadeias hoteleiras presentes no Brasil. Esses projetos de desenvolvimento totalizam quartos e estão concentrados no segmento midscale e econômico. Esses novos quartos de hotéis representam um crescimento de apenas 5,5% do total de apartamentos existentes no País. O crescimento atual na ocupação e na média diária, impulsionados pela melhora da economia nacional, juntamente com o aumento relativamente pequeno na oferta de hotéis, estão indicando para um crescimento mais significativo no desempenho dos hotéis brasileiros ao longo dos próximos três anos.2 Segundo dados estatísticos do FOHB - Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil, fornecidos no discurso de posse do presidente Roberto Rotter, de maneira geral, confirmam o cenário apresentado. Ao comparar os resultados da amostra de 390 hotéis afiliados ao FOHB de janeiro a outubro de 2010, com o mesmo período do ano anterior, a hotelaria FOHB no Brasil apresentou expansão de 16,56% no RevPAR, atingindo R$121,36. Este crescimento foi impactado pelos aumentos de 8,24% na taxa de ocupação (66,24%), e de 7,68% na diária média (R$ 183,19). Vale destacar que as regiões que registraram os melhores desempenhos no período foram Sul, que obteve incremento de 21,31% no RevPAR, e Sudeste, que melhorou o índice em 18,24%. No mesmo período, o segmento de hotéis Luxo do FOHB foi o que apresentou melhores resultados entre as categorias, atingindo 18,82% de crescimento no RevPAR em 1 Disponível em: < Acesso em: 19 mai Disponível em: < Acesso em: 19. mai

4 comparação a 2009 (R$ 165,99), com aumento de 10,42% na taxa de ocupação e 7,60% na diária média. De janeiro a outubro de 2010, os hotéis midscale também apresentaram bons resultados, com incrementos de 17,70% no RevPAR (R$ 120,91); 9,86% na taxa de ocupação e 7,13% na diária média. Na categoria de hotéis econômicos, verificou-se expansão de 14,58% no RevPAR (R$ 94,00), 8,87% na diária média e 5,24% na ocupação, em relação ao mesmo período de Frente estas considerações, resulta para o Senac São Paulo, a oportunidade de contribuir para a formação de profissionais técnicos voltados para a atuação não só em hotéis, mas capazes de exercer a hospitalidade em outros ambientes públicos e privados, como hospitais, laboratórios, spas, condomínios residenciais e comerciais, espaços esportivos, bancos entre outros prestadores e serviços que queiram implantar os serviços hoteleiros em seus empreendimentos. Sendo assim, o curso Técnico em Hospedagem foi organizado visando proporcionar aos participantes situações de aprendizagem que possibilitem a vivência, o despertar do espírito empreendedor e a reflexão de conceitos e práticas para o desenvolvimento das competências exigidas nos dias de hoje, preparando o profissional para atuar neste segmento de mercado de forma eficiente e eficaz. A Instituição se propõe a permanente atualização deste Plano de Curso, a fim de acompanhar as transformações tecnológicas e socioculturais no mundo do trabalho, especialmente, aquelas voltadas ao segmento da Hospitalidade e Lazer. O Senac São Paulo oferece esta habilitação técnica de nível médio, em sintonia com sua Proposta Pedagógica, respeitando valores estéticos, políticos e éticos, mantendo compromisso com a qualidade, o trabalho, a ciência, a tecnologia e as práticas sociais relacionadas com os princípios da cidadania responsável e da sustentabilidade ambiental. 2. REQUISITOS DE ACESSO Para matrícula é necessário que o candidato esteja, no mínimo, cursando a 2ª série do Ensino Médio. Documentos Requerimento de Matrícula. Documento de Identidade (RG) (cópia simples). 4

5 Certificado ou Histórico Escolar de conclusão do Ensino Médio (apresentação do original e cópia simples ou cópia autenticada) ou, Declaração de escola, comprovando estar cursando a escolaridade mínima exigida (original). As inscrições e as matrículas serão efetuadas conforme cronograma estabelecido pela Unidade, atendidos os requisitos de acesso e nos termos regimentais 3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O Técnico em Hospedagem é o profissional que está preparado para as exigências da indústria hoteleira e a arte do bem servir, visando garantir o melhor retorno financeiro para as empresas para as quais presta serviço, criando intenção emocional com seus clientes, gerando satisfação, seu retorno e recomendação; promovendo bom ambiente de trabalho com os colaboradores, parceiros e fornecedores. Os campos de atuação são diversos dentro do setor de serviços: hotéis, pousadas, cruzeiros, hospitais, condomínios residenciais e comerciais, spas, bancos, shoppings, plataformas de petróleo, companhias aéreas, clubes, parques temáticos, organização de eventos, restaurantes, bares, recanto para idosos, hotéis para animais de estimação, entre outros. Para atender às exigências dessa profissão, no decorrer do curso o aluno deve mobilizar e articular com pertinência os saberes necessários à ação eficiente e eficaz, integrando suporte científico, tecnológico e valorativo que lhe permita: Buscar atualização constante e autodesenvolvimento, por meio de estudos e pesquisas no mercado nacional e internacional para propor inovações, identificar e incorporar, criticamente, novos métodos, técnicas e tecnologias às suas ações e responder às situações cotidianas e imprevisíveis com flexibilidade e criatividade. Assumir postura profissional condizente com os princípios que regem as ações na área de Hospitalidade e Lazer, atuando em equipes multidisciplinares e relacionando-se adequadamente com outros profissionais, clientes e fornecedores envolvidos no processo de trabalho, contribuindo de forma efetiva para atingir os objetivos estabelecidos no seu campo de trabalho. Gerenciar seu percurso profissional, com iniciativa e de forma empreendedora, visualizando oportunidades de trabalho nos diversos setores e possibilidades para projetar seu itinerário formativo, seja prestando serviços em organizações ou na condução do seu próprio negócio. 5

6 Atuar com responsabilidade, comprometendo-se com os princípios da ética, da sustentabilidade ambiental, da preservação da saúde e do desenvolvimento social, orientando suas atividades por valores expressos no ethos profissional, resultante da qualidade e do gosto pelo trabalho bem feito. Para atender às demandas do processo produtivo, o Técnico em Hospedagem, deverá também constituir as seguintes competências profissionais: Atuar como profissional da área de Hospitalidade e Lazer, aplicando conhecimentos da estrutura básica e das funções dos serviços, bem como reconhecendo os segmentos, tendências, a infraestrutura turística, e os aspectos econômicos da atividade, a fim de posicionar-se de forma assertiva como empreendedor e/ou colaborador. Exercer a hospitalidade com base nos princípios que regem as atividades profissionais, de acordo com seus direitos e deveres visando respeitar as diversidades e as regras de convivência para criar intenção emocional em cliente e colaboradores. Coordenar e operacionalizar serviços de meios de hospedagem, articulando-se com os diversos setores e segmentos, utilizando técnicas, materiais, equipamentos e recursos tecnológicos, a fim de engajar e reter clientes e proporcionar experiências bem sucedidas. Elaborar plano de ação utilizando técnicas relacionadas às diversas etapas do ciclo do serviço, visando à melhoria contínua para sustentabilidade do negócio. 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do curso Técnico em Hospedagem está estruturada em três módulos independentes que não requerem aprovação em um para continuidade no outro. MÓDULOS Carga Horária I Ambientação Profissional 160 II Hospitalidade 320 III Hospedagem 320 TOTAL DE HORAS 800 6

7 Módulo I Ambientação Profissional: são desenvolvidas competências para que o aluno estabeleça uma visão sistêmica que compõem a área de hospedagem, para que possa articular suas expectativas sobre a profissão alinhado às possibilidades de atuação do mercado, pautado na formação ética, disciplinar e de postura exigidas pela profissão. Além disso, a contextualização histórica do Turismo e Hotelaria no mundo e sua evolução no Brasil serão necessárias para que os módulos seguintes sejam desenvolvidos alinhados com a proposta do curso. Deve ser oferecido no início do curso, isoladamente, ou concomitante com o Módulo II. Módulo II Hospitalidade: são desenvolvidas competências para que o aluno desenvolva comunicação efetiva com clientes internos e externos, atuando operacionalmente nos serviços de meios de hospedagem incluindo reservas, recepção, governança e manutenção, a fim de analisar estratégias de captação e retenção de clientes e mensurar os indicadores qualitativos do processo do ciclo do cliente. Pode ser desenvolvido isoladamente ou em concomitância com o Módulo I e/ou III. Módulo III Hospedagem: são desenvolvidas competências para que o aluno consiga planejar e coordenar as atividades dos setores da área de hospedagem, tais como reservas, recepção, governança e manutenção; administrar e controlar os recursos; realizar a gestão dos serviços terceirizados e operacionalizar os serviços diferenciados. Pode ser desenvolvido isoladamente ou em concomitância com o Módulo II. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS A SEREM DESENVOLVIDAS NOS MÓDULOS Módulo I Ambientação Profissional Reconhecer-se como profissional de hospitalidade e lazer que interage em um sistema complexo com diversos atores do trade turístico e de hospitalidade, respaldando sua ação na perspectiva de viabilizar produtos e serviços adequados aos interesses, hábitos, atitudes e expectativas dos clientes, imputando, por meio de sua atuação profissional, um diferencial ao negócio. Visualizar as características do comportamento empreendedor e sua importância para o desenvolvimento pessoal e profissional, aplicando modelos mentais e técnicas de desenvolvimento do perfil empreendedor na busca do comprometimento profissional. Identificar oportunidades de negócio, com base no processo criativo e inovador de geração de ideias, analisando a viabilidade mercadológica, econômica e financeira, entendendo e atendendo as demandas de mercado. Identificar estrutura básica e funções dos serviços na área de hospitalidade e lazer, reconhecendo segmentos, tendências, infraestrutura turística, e aspectos 7

8 econômicos da atividade, possibilitando uma atitude inovadora em seu ambiente profissional. Comprometer-se profissionalmente de forma sustentável, considerando os princípios do empreendedorismo, da ética, da cidadania e da qualidade de vida a fim de imprimir um diferencial competitivo em sua profissão. Analisar diretrizes estratégicas do empreendimento, tendo como base o conceito de missão, visão e valores, possibilitando clareza na sua atuação profissional. Módulo II Hospitalidade Atender solicitações dos clientes de diferentes nacionalidades, utilizando vocabulário específico ao contexto profissional, articulando-se com os demais colaboradores do empreendimento e/ou parceiros a fim de garantir um serviço de excelência. Conduzir situações cotidianas e excepcionais, considerando legislação vigente, normas institucionais de segurança corporativa e patrimonial e padrões técnicos nacionais e internacionais, visando o bem-estar do cliente, a credibilidade e valor da marca. Adotar postura no seu fazer profissional, aplicando consistentemente princípios, conceitos e políticas pertinentes ao negócio a fim de respeitar as diversidades, regras de convivência e estratégias do empreendimento. Planejar e executar procedimentos operacionais e administrativos, utilizando recursos materiais, humanos e financeiros, articulando-se com diversos stakeholders e interpretando o contexto do mercado hoteleiro e as diretrizes de comercialização de seus produtos e serviços para garantir a sustentabilidade do negócio. Interpretar e analisar indicadores que demonstrem o grau de satisfação dos clientes, colaboradores e fornecedores, utilizando técnicas, materiais e equipamentos relacionados às diversas etapas do ciclo do serviço, para planejamento de ações que visem atender à suas necessidades, adequação dos produtos e serviços, gerando sua fidelização e engajamento. Módulo III Hospedagem Identificar as necessidades e preferências dos clientes, sistematizando informações de acordo com os padrões estabelecidos pelo empreendimento, preservando sua intimidade e adotando postura discreta e refinada, para gerar um atendimento personalizado e proporcionar experiências bem sucedidas. Analisar o ambiente organizacional e o contexto do trabalho individual e do grupo, mobilizando recursos, expressando os valores da marca por meio da entrega de seus 8

9 produtos e serviços diferenciados, na busca do engajamento dos colaboradores e dos clientes, promovendo melhores resultados para o empreendimento. Propor e operacionalizar estratégias de comercialização, implementando políticas e procedimentos, de forma a captar, reter e priorizar o relacionamento com clientes internos e externos, garantindo a excelência do atendimento e a maximização de receitas. Operacionalizar e avaliar os serviços de governança e atendimento ao cliente dos meios de hospedagem, administrando meios e recursos disponíveis, articulando-se com os diferentes setores envolvidos, para promover um atendimento personalizado e obter fidelização do cliente. Indicações Metodológicas As indicações metodológicas que orientam este curso, em consonância com a Proposta Pedagógica do Senac São Paulo, pautam-se pelos princípios da aprendizagem com autonomia e do desenvolvimento de competências profissionais, entendidas como a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho". 3 As competências profissionais descritas na organização curricular foram definidas com base no perfil profissional de conclusão, considerando processos de trabalho de complexidade crescente relacionados com o Técnico em Hospedagem. Tais competências desenham um caminho metodológico que privilegia a prática pedagógica contextualizada, colocando o aluno perante situações problemáticas que possibilitam o exercício contínuo da mobilização e da articulação dos saberes necessários para a ação e solução de questões inerentes à natureza do trabalho nesse segmento. A incorporação de tecnologias e práticas pedagógicas inovadoras previstas para este curso, como o trabalho por projeto, atende aos processos de produção da área, às constantes transformações que lhe são impostas e às mudanças socioculturais relativas ao mundo do trabalho, pois propicia aos alunos a vivência de situações contextualizadas, gerando desafios que levam a um maior envolvimento, instigando-os a decidir, opinar, debater e construir com autonomia o seu desenvolvimento profissional. Permite, ainda, a oportunidade de trabalho em equipe, assim como o exercício da ética, da responsabilidade social e da atitude empreendedora. As situações de aprendizagem previstas para cada módulo têm como eixo condutor um 3 Esta é a definição de competência profissional presente nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. Resolução CNE/CEB n º 04/99. 9

10 Projeto que considera contextos similares àqueles encontrados nas condições reais de trabalho e estimula a participação ativa dos alunos na busca de soluções para os desafios que dele emergem. Estudo de casos, proposição de problemas, pesquisas em diferentes fontes, contato com empresas e especialistas da área, visitas técnicas, atividades comunitárias, trabalho de campo, simulações de contextos e vivências em laboratório compõem o repertório de atividades do trabalho por projeto, que serão especificadas no planejamento dos docentes a ser elaborado sob a coordenação da área técnica da unidade Senac e registrado em documento próprio. Cabe ressaltar que, na mediação dessas atividades, o docente deve atuar no sentido de possibilitar a identificação de problemas diversificados e desafiadores, orientando a busca de informações, estimulando o uso do raciocínio lógico e da criatividade, incentivando respostas inovadoras e criando estratégias que propiciem avanços, tendo sempre em vista que a competência é formada pela prática e que esta se dá em situações concretas. Visita Técnica No decorrer do curso os alunos deverão realizar uma visita obrigatória em um dos Hotéis Senac São Paulo. O grupo de alunos estará devidamente segurado contra acidentes pessoais. PLANO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL SUPERVISIONADO O estágio é um ato educativo, tendo como objetivo proporcionar a preparação para o trabalho produtivo e para vida cidadã do educando, sempre desenvolvido em ambientes de trabalho que envolva atividades relacionadas com a natureza do curso, nos termos da legislação vigente. Este curso não prevê estágio profissional supervisionado, ficando a critério da Direção da Unidade autorizar a sua realização como uma atividade opcional do aluno, acrescida à carga horária total do curso. O estágio não obrigatório e opcional do aluno poderá ser realizado desde que o aluno esteja matriculado, frequente regularmente o curso e tenha, no mínimo 18 anos. O aluno que optar pelo estágio poderá iniciá-lo a partir do Módulo II. Mesmo não sendo obrigatório, o estágio será orientado e supervisionado por um responsável da parte concedente e acompanhado por docente orientador indicado pelo Senac, que se responsabilizará pela sua avaliação e pela verificação do local destinado às 10

11 atividades do estágio, procurando garantir que as instalações e as atividades desenvolvidas sejam adequadas para a formação cultural e profissional do educando. Os estágios poderão ser desenvolvidos em organizações privadas ou públicas onde a atividade do Técnico em Hospedagem se faça necessária, desde que ofereçam as condições essenciais ao cumprimento de sua função educativa, de maneira a evitar situações em que o aluno seja compelido a assumir responsabilidades de profissionais já qualificados e, dessa forma, desenvolvendo as atividades compatíveis com as previstas no Termo de Compromisso. Serão aplicados estratégias e instrumentos de avaliação do desempenho do aluno, com registros em formulário próprio de acompanhamento do estágio, com anotações diárias feitas pelo estagiário e validadas pelo supervisor do campo de estágio. O estágio não poderá exceder 06 horas diárias e 30 horas semanais, devendo constar do respectivo Termo de Compromisso. A carga horária do estágio deverá ser de, no mínimo, 80 horas (10 % da carga horária total do curso) e o aluno poderá concluí-lo até o último dia do curso estabelecido no Termo de Compromisso firmado entre o aluno ou seu responsável legal, a parte concedente e o Senac, que indicará as condições para sua realização. Periodicamente o aluno deverá apresentar ao docente orientador do estágio, relatório das atividades realizadas. Um relatório final deverá ser entregue até 30 dias após o término do curso, devidamente assinado pelo supervisor do estágio. Para realização do estágio há necessidade dos seguintes documentos: Acordo de Cooperação entre a Unidade Senac que oferecer o curso e a parte concedente que oferecer o campo de estágio. Este documento deverá definir as responsabilidades de ambas as partes e todas as condições necessárias para a realização do estágio. Plano de Atividades do Estagiário, elaborado em acordo com aluno, parte concedente e o Senac, incorporado ao termo de Compromisso. Termo de Compromisso de Estágio, consignando as responsabilidades do estagiário e da parte concedente, firmado pelo seu representante, pelo estagiário e pela Unidade Senac, que deve zelar pelo cumprimento das determinações constantes do respectivo termo. Seguro de Acidentes Pessoais para os estagiários, com cobertura para todo o período de duração do estágio pela parte concedente e, alternativamente, assumida pelo 11

12 Senac. A apólice deve ser compatível com valores de mercado, ficando também estabelecidos no Termo de Compromisso. Durante a realização do estágio devem ser elaborados: Relatório de Estágio, segundo orientações do supervisor. Ficha de Acompanhamento de Estágio com registros diários feitos pelo estagiário e com visto do supervisor. O aluno ao qual for concedida a oportunidade do estágio opcional e que realizar integralmente as horas e atividades previstas no devido Termo de Compromisso terá apostilado no verso do seu Diploma o estágio realizado. Caso não cumpra o mínimo das horas e das atividades previstas, não terá direito a qualquer aditamento em seu documento de conclusão. 5. CRITÉRIO DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES As competências anteriormente adquiridas pelos alunos, relacionadas com o perfil profissional de conclusão do Técnico em Hospedagem, podem ser avaliadas para aproveitamento de estudos, nos termos da legislação e normas vigentes. Assim, podem ser aproveitados no curso os conhecimentos e experiências adquiridos: Em cursos, módulos, etapas ou certificação profissional técnica de nível médio, mediante comprovação e análise da adequação ao perfil profissional de conclusão e, se necessário, com avaliação do aluno; Em cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, no trabalho ou por outros meios informais, mediante avaliação do aluno. O aproveitamento, em qualquer condição, deverá ser requerido antes do início do módulo e em tempo hábil para deferimento pela direção da Unidade e devida análise por parte dos docentes, aos quais caberá a avaliação das competências e a indicação de eventuais complementações. 6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem será contínua e cumulativa, priorizando aspectos qualitativos relacionados ao processo de aprendizagem e ao desenvolvimento do aluno observado durante a realização das atividades propostas, individualmente e/ou em grupo. Dentre essas atividades constam pesquisas, relatórios de atividades e visitas técnicas, estudo de casos, diagnóstico ou prognóstico sobre situações de trabalho, 12

13 apresentação de seminários, simulações, e, ainda, o projeto e suas etapas. A avaliação deve se pautar por critérios e indicadores de desempenho, pois considerase que cada competência traz em si determinado grau de experiência cognitiva, valorativa e comportamental que se pode traduzir por desempenhos. Assim, pode-se dizer que o aluno adquiriu determinada competência quando seu desempenho expressar esse patamar de exigência qualitativa. Para orientar o processo de avaliação, torná-lo transparente e capaz de contribuir para a promoção e a regulação da aprendizagem, é necessário que os indicadores de desempenho sejam definidos no plano de trabalho do docente e explicitados aos alunos desde o início do curso, a fim de direcionar todos os esforços da equipe técnica, docente e do próprio aluno para que ele alcance o desempenho desejado. Desse modo, espera-se potencializar a aprendizagem e reduzir ou eliminar o insucesso. Isso porque a educação por competência implica em assegurar condições para que o aluno supere dificuldades de aprendizagem diagnosticadas durante o processo educacional. A autoavaliação será estimulada e desenvolvida por meio de procedimentos que permitam que o aluno acompanhe seu progresso e pela identificação de pontos a serem aprimorados, considerando-se que esta é uma prática imprescindível à aprendizagem com autonomia. O resultado do processo de avaliação será expresso em menções: Ótimo: capaz de desempenhar, com destaque, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. Bom: capaz de desempenhar, a contento, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. Insuficiente: ainda não capaz de desempenhar, no mínimo, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. As menções serão atribuídas por módulo, considerando-se os critérios e indicadores de desempenho relacionados com as competências previstas em cada um deles, as quais integram as competências profissionais descritas no perfil de conclusão. Será considerado aprovado aquele que obtiver, ao final de cada módulo, as menções Ótimo ou Bom e frequência mínima de 75% do total de horas de efetivo trabalho educacional. Será considerado reprovado, aquele que obtiver a menção Insuficiente em qualquer um dos módulos, mesmo após as oportunidades de recuperação, ou tiver frequência 13

14 inferior a 75% do total de horas de efetivo trabalho educacional. Os alunos devem ter pleno conhecimento dos procedimentos a serem adotados para o desenvolvimento do curso, bem como sobre as normas regimentais e os critérios de avaliação, recuperação, frequência e promoção. 7. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Instalações: Sala de aula adequadamente mobiliada com cadeiras móveis para a composição de diferentes arranjos que privilegiem a diversidade de atividades. Equipamentos: Computadores ligados em rede com sistema operacional hoteleiro instalado e acesso à Internet. Retroprojetor/data show/ tela Televisão Vídeo/DVD Laboratório de recepção, devidamente equipado com: Balcão em madeira simulando uma recepção Carrinho de bagagem Microcomputador com sistema operacional hoteleiro instalado Telefone Laboratório de governança, devidamente equipado com: Equipamentos do Quarto Abajur Aparelho telefônico Berço desmontável Cabides diversos Cabide ou gancho para roupão Cadeira para estação de trabalho Cama king Box Cama de solteiro Box 14

15 Cama de solteiro desmontável Carrinho de serviço para camareira Carrinho roupa suja Cofre Cinzeiro Cortina Ferro de passar roupa Frigobar Gaiola para roupas Guarda roupa com maleiro Maleiro Mesa de cabeceira Mesa para refeição Mesa estação de trabalho Mesa para televisor Poltrona ou Sofá Tábua de passar roupas Televisor com controle remoto Equipamentos do Banheiro Bacia sanitária Bancada para lavatório Bandeja de amenities pia Box de vidro Chuveiro Ducha Higiênica Escova limpeza para vaso Espelho da pia Espelho de aumento com iluminação pia/parede 15

16 Porta papel higiênico Saboneteira para pia Secador de cabelo de parede Suporte para toalha de rosto Suporte de toalha de banho móvel Suporte para amenities box Suporte para toalha de rosto Torneira da pia Utensílios de apoio Aspirador de pó Mop Rodo 40 cm Rodo 60 cm Vassoura de nylon Vassoura de pelo Ar condicionado ou simulador Carrinho de serviço para área comum (hamper) Enxoval Cobertor ou Edredom de solteiro Cobertor ou Edredom de casal Colcha de solteiro Colchas de casal Fronha - pequeno Fronha - grande Lençol para cama box solteiro Lençol para cama box casal Protetor de colchão solteiro Protetor de colchão casal 16

17 Roupão Toalha de banho Toalha de chão Toalha de rosto Travesseiro pequeno Travesseiro grande Protetor de Travesseiro pequeno Protetor de travesseiro grande Capa de Edredom - duve (solteiro) Capa de Edredom duve (casal) Observação: Os Laboratórios específicos das unidades Senac ou empreendimentos do ramo com os quais se estabeleçam parcerias, devem atender aos critérios de infraestrutura descritos no Plano de Curso, para proporcionar oportunidade aos alunos para as atividades de aprendizagem e prática profissional. Bibliografia Básica Módulo I - Ambientação Profissional BADARÓ, R. A. L. Hotelaria a Luz do Direito do Turismo. São Paulo: Senac, SENAC, Departamento Nacional. Bem-Vindo, Volte Sempre. Rio De Janeiro: Senac Nacional, Módulo II - Hospitalidade CASTELLI, G. Administração Hoteleira. São Paulo: Roca, CONRAD, L.; MORRISON, A. Em Busca da Hospitalidade: perspectivas para um mundo globalizado. São Paulo: Manole, SENAC, Departamento Nacional. Sou Recepcionista: técnicas, tendências e informações para o aperfeiçoamento profissional. Rio de Janeiro: Senac Nacional, Módulo III - Hospedagem LINZMAYER, E. Guia Básico para Administração da Manutenção Hoteleira. São Paulo: Senac, ISMAIL, A. Hospedagem: Front-Office e Governança. São Paulo: Cengage Learning,

18 Bibliografia Complementar BOEGER, M. Hotelaria Hospitalar: Gestão em Hospitalidade e Humanização. São Paulo: Senac, CÂNDIDO, Í. Governança em Hotelaria. Caxias do Sul: Educs, COSTA, S. S. Lixo Mínimo: uma proposta ecológica para a hotelaria. Rio de Janeiro: Senac Nacional, GAETA, C.; PANOSSO, A. Turismo de Experiência. São Paulo: Senac, GREGSON, P. W. Hotelaria na Prática. São Paulo: Manole, PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO Estão habilitados para a docência neste curso, profissionais licenciados (licenciatura plena ou programa especial de formação) na respectiva área profissional. Poderão ainda ser admitidos, em caráter excepcional, profissionais com a seguinte ordem preferencial: na falta de licenciados, graduados na correspondente área profissional ou de estudos; na falta de profissionais graduados em nível superior nas áreas específicas, profissionais graduados em outras áreas e que tenham comprovada experiência profissional na área do curso. na falta de profissionais graduados, técnicos de nível médio na área do curso, com comprovada experiência profissional na área; na falta de profissionais de nível técnico com comprovada experiência, outros reconhecidos por sua notória competência e, no mínimo, com ensino médio completo; aos não licenciados será propiciada formação docente em serviço. A coordenação do curso será realizada por profissional com graduação e experiência profissional compatíveis com as necessidades da função. 9. CERTIFICADOS E DIPLOMA Àquele que concluir, com aprovação, todos os módulos que compõem a organização curricular desta Habilitação Técnica de Nível Médio e comprovar a conclusão do Ensino Médio, será conferido o diploma de T É C N I C O E M H O S P E D A G E M, com validade nacional. 18

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