Projeto Atitude para Curtir a Vida e a importância da educação sexual no ensino fundamental

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1 Projeto Atitude para Curtir a Vida e a importância da educação sexual no ensino fundamental GONCALVES, Rayane Araújo¹ ;CARNEIRO, Danielle Suzainny dos Reis Castro ²; LISBOA,Iara Alves 1 Universidade de Brasília FUP Campus UnB Planaltina 2 Universidade de Brasília FUP Campus UnB Planaltina 3 Universidade de Brasília FUP Campus UnB Planaltina Palavras Chaves: educação sexual, DST/AIDS, ensino fundamental Introdução O projeto Atitude para curtir a vida é uma das molas propulsoras na divulgação de tópicos relacionados à sexualidade. Almejamos que ao participar do projeto os jovens e adolescentes sejam capazes de perceber as vulnerabilidades relacionadas à sexualidade e possam ter um posicionamento consciente, reduzindo risco de gravidez indesejada e DST. Pretende-se com as oficinas minimizar as situações de vulnerabilidade pessoal, institucional e social. A educação sexual busca ensinar e esclarecer questões relacionadas ao sexo, livre de preconceito e tabus. Antigamente e ainda hoje, falar sobre sexo provoca certos constrangimentos em algumas pessoas, mas o tema é de extrema importância, pois esclarece dúvidas sobre preservativos, DSTs, anticoncepcionais e gravidez. A adolescência é uma fase marcante do desenvolvimento humano, talvez definitiva para a formação da personalidade, com limites imprecisos. O adolescente é um ser sexualizado, independente de praticar relações sexuais ou não, buscando assim, seu espaço e identidade no mundo. Desta maneira, precisa-se compreender que a sexualidade [...] envolve os sentimentos do ser homem ou mulher, característica como feminilidade e masculinidade, as atividades (...) ligadas ao corpo e aos genitais, tais como o próprio ato sexual, e a masturbação, que propiciam um tipo especial e específico de contato enter e intra pessoal, cuja principal característica (...)) é abusca do prazer com outra pessoa (PINTO, 1999, p.62).

2 Para Gherpelli (1996, p. 61), a escola foi o lugar eleito para inserir, no processo educacional, a educação preventiva. (...) O trabalho de educação preventiva ligado à sexualidade envolve a definição de diretrizes que contemplem a formação integral do adolescente e a participação efetiva de todos os integrantes do universo escolar. Na realização da orientação sexual, são fundamentais, para a credibilidade das ações preventivas,posturas seguras e assertividade. Em uma oficina cujo tema Atitude para curtir a Vida realizado em uma escola pública do DF com 30 estudantes em uma faixa etária de anos de idade verificamos que os jovens necessitam de orientação para desfrutar da sexualidade com segurança e de forma saudável. Constatamos que os estudantes possuem algumas informações distorcidas pelo mau uso da internet onde pornografia e erotismo é visto como educação sexual, e também que a informação é restrita no âmbito escolar de maneira simplesmente conceitual fugindo de uma ampla abordagem. Mesmo com tanta informação é presenciada a continuidade do não uso prioritário dos preservativos e das informações em si, isto é, acaba se estabelecendo uma relação confiável entre eles, como por exemplo no caso da gravidez, a garota por pensar que está em um relacionamento estável deixa de utilizar o preservativo ocorrendo o indesejado. Hoje com tanta informação, falar sobre sexo em casa e na escola é tabu, os pais deveriam ser os primeiros a orientarem os jovens, e essa conversa deveria começar na infância o que facilitaria uma melhor assimilação na adolescência. Os pais ficam constrangidos e acreditam que falar de sexo com os filhos é algo que pode levá-los a ter relações precocemente. Essa dificuldade impede que os jovens tenham uma fonte segura para esclarecer suas dúvidas. O dialogo deve iniciar em casa e continuar na escola. Entretanto, boa parte dos professores também não estão preparados para abordar de forma natural e segura o assunto. Em parceria com o pólo de educação para saúde fomos capacitados para dar toda assistência e orientação aos jovens e adultos fornecendoos material necessário e realizando de forma dinâmica as atividades objetivadas.

3 Metodologia Foram oferecidas oficinas aos jovens regularmente matriculados no oitavo ano do Ensino Fundamental (idade de anos). Nestas foram abordados temas relativos à gravidez na adolescência, aborto e eutanásia, além de doenças sexualmente transmissíveis e Aids. Questões relativas à situações de vulnerabilidade foram exploradas em linguagem acessível ao público. Resultados e Discussões Durante as oficinas observou-se que os estudantes possuem bastantes informações obtidas através da internet e televisão, porém com origem na pornografia. Outra observação foi que existe uma resistência por parte dos estudantes com relação a informações que sejam diferentes das que eles já possuem, ou seja, o que os ministradores sabem não importa muito, pois eles acreditam já saber tudo. Observou-se também uma resistência com relação à postura de responsabilidade, pois alguns alunos têm em mente que se tiverem filhos os responsáveis pela educação e cuidados serão seus pais ou avós, e não eles próprios. Fizeram perguntas, mas quase sempre eram os alunos que perguntavam sobre o que é vibrador, e também perguntas pessoais, se éramos virgens, por exemplo. Possivelmente pretendiam testar ou chamar a atenção. As alunas eram mais atenciosas em comparação com os alunos e comentavam mais sobre fatos que aconteceram na escola e na turma e muitas vezes em casa, com os pais, irmãs e primas. No geral não demonstraram vergonha ou timidez, muito pelo contrário. Queriam saber como usar a camisinha e se podiam levar algumas.

4 Conclusões Os problemas da saúde estão diretamente relacionados às questões de vulnerabilidade. Acreditamos que o trabalho de conscientização deve começar cada vez mais cedo (possivelmente no quarto ano), pois percebemos que quanto mais se demora para conversar sobre a sexualidade, mais difícil fica romper a abordagem da mídia e inseri-los num enfoque mais responsável e consciente. Com a realização da oficina, acreditamos contribuir para a redução da vulnerabilidade pessoal, institucional e social. O trabalho preventivo que considera o conceito de vulnerabilidade relaciona às dimensões socioculturais e econômicas, favorecendo a realização de uma prevenção mais eficaz, humana e ética.

5 Reflexões Bibliográficas GHERPELLI, Maria Helena Vilela. A educação preventiva em sexualidade na adolescência. Série Idéias. São Paulo: FDE, n. 29, p , PINTO, Ênio Brito. Orientação sexual na escola: a importância da psicopedagogia nessa nova realidade. São Paulo: Editora Gente, 1999.

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