Revista Técnica Coplana Ano 1. Número 1. Agosto/2009

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1 Revista Técnica Coplana Ano 1. Número 1. Agosto/2009

2 Prezado leitor, A Coplana lança a primeira edição de sua Revista Técnica, uma publicação sinônimo de conquista para o quadro social da Cooperativa. O objetivo é mostrar alternativas para o manejo das culturas, por meio de testes realizados em nossa região e em fazendas de cooperados, que puderam acompanhar o trabalhos e ajudar nas análises dos resultados. O grande diferencial dos testes realizados pelo Departamento Técnico é a aplicação prática. A Revista Técnica é o resultado de esforços da equipe, ao longo de meses, desde a escolha dos trabalhos à implantação, condução e colheita, para o alcance de resultados confiáveis. A participação de agrônomos, gestores, cooperados e empresas parceiras foi fundamental. Os testes priorizaram temas sobre os quais os cooperados tinham dúvidas e, dessa forma, a Revista Técnica será um relevante instrumento de trabalho, para a orientação no campo sobre o desempenho de diversos produtos e seu custo-benefício. Ou seja, uma ferramenta para a tomada de decisão. O objetivo maior é promover maior produtividade e consequente rentabilidade aos negócios. Os trabalhos e resultados apresentados nesta revista são de autoria do Supervisor Técnico Comercial da Coplana, Amauri Asselli Frizzas, CREA SP /D, com auxilio do Técnico Agrícola da Cooperativa, Maurício Aparecido Batista e co-participação de todo o corpo técnico da Coplana, tanto no que se refere ao acompanhamento dos trabalhos como na elaboração das conclusões finais. As empresas fornecedoras tiveram pleno acesso às implantações e avaliações dos resultados e puderam acompanhar cada etapa dos trabalhos desenvolvidos. Para preservar a origem da informação a nossos cooperados, A Revista Técnica Coplana somente será distribuída após a apresentação dos resultados aos cooperados, pela equipe técnica da Cooperativa. Ressaltamos a imprescindível contribuição dos cooperados, que disponibilizaram áreas para o experimento, e dessa forma viabilizaram a iniciativa. Boa leitura e bons resultados! Amauri Asselli Frizzas Supervisor Técnico-Comercial Ednel Alvando Constant Gerente Divisão Comercial Índice Avaliação dos adjuvantes quanto à adesividade, ação espalhante, redução de ph, poder tampão e redução de espuma. Avaliação de diferentes tipos de adubação no amendoim rasteiro iac-886 visando aumento de produtividade, comparando o tipo e a fertilidade do solo. Avaliação de diferentes tipos de adubação foliar no amendoim rasteiro iac-886 visando aumento de produtividade. Avaliação de diferentes tipos de tratamento de sementes de amendoim rasteiro iac-886 visando aumento de produtividade, crescimento de raizes e germinação de plantas. Avaliação da eficiência de controle de ipomeae spp. E folhas largas em cana soca crua. Coplana Cooperativa dos Plantadores de Cana da Zona de Guariba Conselho de Administração Presidente Francisco A. de Laurentiis Filho Vice-Presidente Roberto Cestari Secretário Victor Magnani Ismael Perina Júnior Walter Aparecido Luiz de Souza Delson Luiz Palazzo Luiz Joaquim Donegá Conselho Fiscal Efetivos Mário Whately Fábio Trevisoli Antonio Paulo Fonzar Suplentes Sérgio Donizete Pavani Raimundo Nuno Júnior Antonio Panceli Superintendente José Arimatéa de A. Calsaverini Divisão Adm. Financeira Mirela Cristina Gradim Divisão de Grãos Dejair Minotti Divisão Comercial Ednel Alvando Constant Revista Técnica Coplana Número 1 / Ano 1 Responsável Técnico Amauri Asselli Frizzas Supervisor de Desenvolvimento Técnico-Comercial (16) Redação e correspondência Av. Antonio Albino, Vila Garavello CEP , Guariba - SP (16) Arte e produção Neomarc Comunicação (16) / Projeto gráfico e layout: Julio Buzoli Designer Produção: Regiane Alves, Daiana Scaldelai, Ricardo Carvalho, Ewerton Eleutério Tiragem: exemplares. 2

3 Avaliação dos adjuvantes quanto à adesividade, ação espalhante, redução de ph, poder tampão e redução de espuma. I. INTRODUÇÃO Os adjuvantes são substâncias adicionadas à calda de pulverização para aumentar a eficiência do produto ou modificar determinadas propriedades da solução, visando facilitar a aplicação ou minimizar possíveis problemas. Os adjuvantes são divididos em dois grupos: os modificadores das propriedades de superfície dos líquidos surfatantes (espalhante, umectante, detergentes, dispersantes e aderentes, entre outros) e os aditivos (óleo mineral ou vegetal, sulfato de amônio e uréia, entre outros) que afetam a absorção devido à sua ação direta sobre a cutícula. Os surfatantes são divididos de acordo com a sua ionização ou dissociação na água em dois grupos: os não-iônicos e os iônicos. Os surfatantes não-iônicos são aqueles que não possuem carga elétrica e não se ionizam ou dissociam na água. Este tipo de surfatante não reage com os sais ou as moléculas herbicidas presentes na água e por isso são os mais usados. Além disso, não apresentam toxicidade às plantas e possuem ação emulsificante, detergente e dispersante. Já os iônicos são aqueles surfatantes que se dissociam na água em cátions (catiônicos) e ânions (aniônicos). Os surfatantes catiônicos, quando dissociados, são os cátions que exercem influência predominante na ação surfatante. São derivados da amônia, possuem alto custo, fraco poder detergente, precipitam na presença de sais e são de uso limitado na agricultura. Já os surfatantes aniônicos, quando dissociados, são os ânions que exercem influência predominante na ação surfatante. São excelentes agentes molhantes e detergentes, possuindo como desvantagem a sua capacidade de reagir com sais presentes na água e com as moléculas do herbicida. No Brasil, são poucas as pesquisas conduzidas relacionadas ao uso dos surfatantes e as recomendações são feitas, muitas vezes, sem levar em consideração as condições ambientais, a qualidade química da água e as espécies envolvidas. Esse fato leva, em muitos casos, à redução da seletividade do herbicida para a cultura, provocando sérios danos. II. OBJETIVO Comparar a eficiência os diferentes adjuvantes quanto à aderência, ação espalhante, redução de ph, ação tamponante e redução de espuma. III. MATERIAIS E MÉTODOS O experimento foi realizado no laboratório de solos da Coplana em Guariba, no período de 05/02/2009 a 18/03/2009. Para verificar a ação de redução de ph dos produtos, foi realizado o seguinte teste. Para cada tratamento foram feitos dois frascos com um litro de água. Assim, no primeiro frasco foi adicionado 1 ml de HCl 0,5 mol para reduzir o ph e no segundo frasco foi adicionado 1 ml de NaOH 0,5mol para aumentar o ph da solução. Tendo assim duas soluções para cada adjuvante (uma ácida e uma básica), foi acrescido o adjuvante em cada frasco na dose mostrada na tabela 1. Após o acréscimo, foram medidos o ph das soluções de hora em hora com phmetro Tec-3MP da Tecnal com exatidão de 99,87%. O segundo teste foi feito para medir o poder tampão dos adjuvantes. Após o acréscimo das doses dos adjuvantes em um litro de água, foi medido o ph para cada tratamento e retirado 200 ml de cada tratamento. Em seguida, foi acrescentado em cada frasco (200 ml) 0,1 ml de NaOH 0,5 mol e medido o ph das soluções de hora em hora. O ph das soluções foi medido 3

4 com phmetro Tec-3MP da Tecnal. Esse teste tem como objetivo verificar se os adjuvantes tem poder de manter estável o ph das soluções. Para verificar a ação espalhante, foi utilizado o seguinte método: foram utilizadas placas de vidros (lâminas de microscópio) medindo 7,5X2,5X0,1 cm. Essas placas foram pulverizadas com uma solução contendo 200ml de água, 6 gramas de farinha de trigo, corante alimentício e os adjuvantes nas doses recomendadas. A pulverização foi feita seguindo os critérios de tecnologia de aplicação onde o alvo estava a 30 cm da pulverização. Após as pulverizações, essas placas foram secadas e atribuídas notas que variavam de 0 a 10 em função da cobertura total ou parcial de área analisada. Já no teste de adesividade, a metodologia foi a mesma utilizada no teste de ação espalhante. Porém, ao invés de usar placas de vidro, foram utilizados folhas de transparência recortadas medindo 10,5x14,5cm. Essas folhas foram pulverizadas com a solução de 100ml de água com 6 gramas de farinha de trigo, corante e as doses dos adjuvantes. Após secas foram pesadas e simulada uma chuva de 30 milímetros. Após secas, novamente foram pesadas. Para medir a ação de redução de espuma, foi adotado o seguinte procedimento. Foi utilizado um liquidificador convencional, 250 ml de água com a concentração dos adjuvantes e 10 gotas de detergente de cozinha. Colocado tudo no liquidificador, ligamos por 15 segundos e depois medimos a camada de espuma formada com uma régua, após 1 e 5 minutos de descanso para cada tratamento. Tratamentos e Dosagens: TRATAMENTO PRODUTO DOSE UTILIZADA DOSE COMERCIAL CUSTO (100 ph (ml/litro de água) (ml/100 litros água) Litros água) 1 Kant S 0,3 30 R$ 1,68 0,75 2 Triunfo 0,3 30 R$ 2,13 0,94 3 Gotafix 0,6 60 R$ 0,37 7,79 4 Veg X-400 0,4 40 R$ 3,44 1,34 5 Veg X-200 0,2 20 R$ 1,16 1,15 6 Senspu Plus 0,3 30 R$ 1,31 0,21 7 Gerafix 0,3 30 R$ 1,23 5,75 8 Kant phós 0,6 60 R$ 2,70 0,17 9 Allfix 0,4 40 R$ 1,75 0,81 10 Testemunha ,36 TABELA I - Produto, dosagens, custo estimado e ph dos produtos utilizados nos testes. IV. RESULTADOS Teste de redução de ph No teste de redução de ph, podemos notar que mesmo em uma solução ácida, alguns produtos conseguiram baixar mais o ph da solução, como é o caso do produto Senspu Plus que baixou mais de meio ponto o ph. Outros produtos não diferenciaram da testemunha, conforme mostra quadro 1. TEMPO ph ,20 2,96 3,24 3,04 3,07 2,64 3,61 3,13 3,00 3,27 30 min. 3,21 2,94 3,25 3,05 3,07 2,64 3,60 3,12 2,98 3,27 1 hora 3,20 2,95 3,25 3,05 3,07 2,62 3,58 3,08 2,95 3,28 2 horas 3,21 2,96 3,26 3,04 3,06 2,61 3,61 3,10 2,96 3,28 4 horas 3,28 3,05 3,31 3,11 3,11 2,59 3,57 3,07 2,95 3,31 5 horas 3,25 2,99 3,28 3,06 3,09 2,60 3,58 3,11 2,97 3,30 MÉDIA 3,23 2,98 3,27 3,06 3,08 2,62 3,59 3,10 2,97 3,29 VARIAÇÃO 0,06 0,31 0,02 0,23 0,21 0,67-0,31 0,18 0,32 0,00 Quadro 1: Resultados do teste de ph em solução ácida. 4

5 É importante destacar, que tanto na solução ácida como na solução básica, e sem o acréscimo de nenhuma solução ou substância, nenhum adjuvante apresentou alteração de ph durante as 5 horas avaliadas. Conforme mostra os quadros 1 e 2. Gráfico 1: Valores de ph em solução ácida. O quadro 2 mostra o teste feito em uma solução básica de NaOH. Neste quadro realmente podemos notar o poder de redução dos adjuvantes, pois exceto o produto Gotafix, que não é redutor de ph, todos os outros produtos reduziram o ph da solução. Podemos destacar os produtos Senspu Plus, Kantphos e Allfix, pois obtiveram mais de sete pontos de redução de ph. TEMPO ph ,12 6,86 10,79 5,02 5,47 3,61 7,10 3,60 3,62 10,75 30 min. 9,97 6,92 10,78 5,02 5,49 3,57 7,12 3,61 3,58 10,75 1 hora 9,82 6,92 10,78 5,03 5,50 3,56 7,17 3,57 3,56 10,75 2 horas 9,82 6,95 10,68 5,06 5,52 3,58 7,18 3,54 3,56 10,73 4 horas 9,31 6,89 10,44 5,07 5,59 3,57 7,22 3,56 3,56 10,51 5 horas 9,45 6,96 10,44 5,10 5,56 3,57 7,30 3,57 3,57 10,51 MÉDIA 9,75 6,92 10,65 5,05 5,52 3,58 7,18 3,58 3,58 10,67 VARIAÇÃO 0,92 3,75 0,02 5,62 5,15 7,09 3,49 7,09 7,09 0,00 Quadro 2: Resultados do teste de ph em solução básica. Gráfico 2: Valores de ph em solução básica. 5

6 Teste de efeito tampão Este teste mostrou um resultado bastante interessante, pois queríamos saber se os produtos, após baixarem o ph, manteriam o ph baixo com o acréscimo de outros produtos. Assim, podemos notar, através do quadro 3, que nem todos os produtos que baixam o ph da solução, mantêm esse mesmo ph após o acréscimo de uma substância mais básica. Podemos citar, conforme quadro 3, que os produtos Senspu Plus, Kantphos e Allfix foram os que obtiveram a menor variação de ph, ou seja, após o acréscimo da solução de NaOH eles conseguiram manter o ph da solução ácido sem grandes variações, mesmo depois de cinco horas. TEMPO ph ,59 3,47 7,29 4,19 3,56 3,21 6,88 2,87 2,99 7,27 0,1 ml NaOH 9,06 5,44 10,37 5,85 4,03 3,37 9,66 2,99 3,09 10,32 1 hora 8,95 5,25 10,36 5,77 4,02 3,36 9,62 2,97 3,07 10,32 3 horas 8,96 5,30 10,25 5,77 4,03 3,37 9,62 2,98 3,07 10,30 4 horas 8,95 5,31 10,20 5,78 4,03 3,37 9,60 2,99 3,09 10,31 5 horas 8,90 5,33 10,16 5,80 4,05 3,37 9,60 2,99 3,09 10,30 MÉDIA 8,96 5,33 10,27 5,79 4,03 3,37 9,62 2,98 3,08 10,31 VARIAÇÃO 2,37 1,86 2,98 1,60 0,47 0,16 2,74 0,11 0,09 3,04 Quadro 3: Resultados do teste de efeito tampão das soluções. Gráfico 3: Gráfico do efeito tamponante dos adjuvantes. Teste de adesividade Conforme resultado do quadro 4, podemos notar que todos os produtos tiveram um resultado de fixação melhor que a testemunha. Já os produtos Kantphos e Triunfo foram os que tiveram menor diferença de peso após a simulação de uma chuva de 30 milímetros. Isso mostra que esses produtos têm um melhor efeito de adesão na folha que os outros produtos testados. Na prática, isso nos indica que esses produtos vão fixar melhor outras substâncias nos seus respectivos alvos, sejam eles folhas, insetos, etc. TRATAMENTO PESO INICIAL PESO APLICADO PESO LAVADO INCREMENTO DE PESO DIFERENÇA 1 2,02 2,08 2,06 0,06 0, ,01 2,08 2,08 0,06 0, ,05 2,11 2,10 0,06 0, ,02 2,08 2,07 0,06 0, ,99 2,07 2,06 0,09 0, ,02 2,08 2,06 0,06 0, ,01 2,06 2,05 0,05 0, ,04 2,07 2,07 0,04 0, ,04 2,08 2,07 0,04 0, ,06 2,11 2,07 0,06 0,0490 Quadro 4: Resultados do teste de adesividade. 6

7 Gráfico 4: Diferença de pesos das placas com aplicação do produtos e após a simulação de chuva de 30 milímetros. Teste de espalhante TRATAMENTO REPETIÇÕES MÉDIA 1 5,0 7,0 6,0 6,0 7,0 5,0 5,0 6,0 5,0 5,0 5,7 2 8,0 6,0 7,0 8,0 6,0 6,0 5,0 7,0 8,0 8,0 6,9 3 6,0 5,0 6,0 6,0 5,0 5,0 8,0 7,0 6,0 5,0 5,9 4 7,0 8,0 8,0 8,0 7,0 7,0 6,0 7,0 7,0 8,0 7,3 5 7,0 7,0 7,0 6,0 6,0 5,0 6,0 5,0 5,0 5,0 5,9 6 6,0 7,0 7,0 7,0 8,0 7,0 8,0 9,0 8,0 9,0 7,6 7 7,0 7,0 6,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 7,0 8,0 7,0 8 9,0 8,0 8,0 7,0 5,0 9,0 8,0 7,0 5,0 6,0 7,2 9 5,0 6,0 6,0 7,0 6,0 6,0 7,0 8,0 8,0 9,0 6,8 10 5,0 5,0 5,0 6,0 6,0 5,0 6,0 6,0 7,0 8,0 5,9 Quadro 5: Resultados do teste de efeito espalhante. Nesse teste é interessante analisar o poder espalhante dos adjuvantes. As notas foram dadas em uma escala de 0 a 10, onde 10 é a área totalmente coberta pelo corante e 0 é ausência de corante. A aplicação seguiu as normas de tecnologia de aplicação, em que o alvo (placas de vidro) foi mantido a uma distância de 30 centímetros da aplicação. Podemos destacar os produtos Veg-X400, Senspu Plus e Kantphos que obtiveram uma média superior a sete pontos, conforme mostra gráfico 5. Gráfico 5: Gráfico do teste de efeito espalhante. Teste de redução de espuma Para medir o efeito de redução de espuma foi medida a camada de espuma, formada cinco minutos após agitação. Todos os tratamentos, exceto o Gotafix e o Gerafix, diminuíram a camada de espuma formada. Esses dois produtos não tiveram resultados, pois sua recomendação não é para essa finalidade. 7

8 TRATAMENTO 1 MINUTO 5 MINUTO centímetros 1 0,90 0,70 2 0,90 0,80 3 1,50 1,20 4 0,90 0,80 5 1,00 1,00 6 0,80 0,40 7 1,50 1,30 8 1,00 0,40 9 1,10 0, ,00 2,00 Quadro 6: Resultados do teste de redução de espuma. A camada de espuma não foi totalmente eliminada, devido à grande quantidade de sabão colocada, justamente para facilitar a medição dessa camada. Mesmo assim, podemos notar que alguns produtos conseguiram diminuir bem essa camada, como foi o caso do Senspu Plus e Kantphos, conforme gráfico 6. Gráfico 6: Gráfico do teste de redução de espuma. Para uma melhor visualização de todos os resultados, podemos criar um quadro, em que pontuamos todos os produtos em uma escala de 0 a 3 (-,x,xx,xxx) e assim definimos para cada avaliação qual produtos teve a melhor performance. Conforme mostra quadro 7. Resultado Geral da Eficiência dos Adjuvantes Tratamentos Produtos ph ph ph Efeito Redução de Solução Solução Adesividade Espalhante Tampão Espuma Ácida Básica Pontos 1 Kant'S X X X X --- XX 6 2 Triunfo XX XX X XXX XX XX 12 3 Gotafix XX Veg X-400 XX XX X X XXX XX 11 5 Veg X-200 XX XX XXX XX --- XX 11 6 Senspu Plus XXX XXX XXX X XXX XXX 16 7 Gerafix --- XX --- XX XX Kant Phós X XXX XXX XXX XXX XXX 16 9 Allfix XX XXX XXX XX XX XX 14 Quadro 7: Resultados Gerais dos Produtos. 8

9 V. CONCLUSÃO Analisando todos os teste realizados, os produtos Kantphos e Senspu Plus foram os que obteveram as melhores performances em todos os testes. Podemos destacar também os produtos Veg-X200 e Allfix, pois eles não obtiveram variações de ph no teste de efeito tampão, importante para a aplicação de produtos que necessitam de ph corrigido. Devemos destacar também que o produto Gotafix não possui recomendações para redução de ph e redução de espuma. Por esse motivo, ele não apresentou resultado satisfatório nesses testes. Já os demais produtos, obtiveram diferenças em relação à testemunha, mas não mantiveram a regularidade em todos os testes. O teste de efeito tampão, que é primordial para aplicações, ficou a desejar com esses produtos, visto que nenhum manteve de forma satisfatória o ph das soluções. 9

10 VI. FOTOS Foto 1 - Balança utilizada para pesagem das folhas de transparência. Foto 2 - Medidor de ph Tecnal. Foto 3 - Placas de vidro usadas para avaliação de espalhamento. Foto 4 - Detalhe das placas, teste de espalhamento. Foto 6 - Teste de redução de espuma, camada de espuma de tratamento. Foto 5 - Teste de redução de espuma, camada de espuma da testemunha. 10

11 Avaliação de diferentes tipos de adubação no amendoim rasteiro IAC-886 visando aumento de produtividade, comparando o tipo e a fertilidade do solo. I. INTRODUÇÃO Um dos maiores desafios para a agricultura nesta década será o de desenvolver sistemas agrícolas que possam produzir alimentos e fibras em quantidade e qualidade suficientes, sem afetar adversamente os recursos do solo e o meio ambiente, declarava Anson R. Bertand (Miyasaka et al., 1983). Desde então, pesquisas vêm sendo realizadas, objetivando estudar os efeitos do emprego da adubação através da incorporação da biomassa vegetal, produzida no local, ou importada da rotação de culturas e da adubação orgânica: como mecanismos para obter aumentos de produção das culturas subsequentes, (Miyasaka et al., 1965; Ferraz et al., 1977; Tanaka et al., 1992); como mecanismos para melhorar o aproveitamento dos nutrientes minerais do solo pelas culturas, Andrioli et al. (1993); como mecanismos para melhorar a retenção de água advinda da melhor capacidade de infiltração, diminuindo, consequentemente, a erosão do solo, Alvarenga et al. (1993); como mecanismos para controlar a população de fungos, ervas daninhas e nematóides, (Sharma et al., 1981; Silva et al., 1989); como mecanismos para reduzir a amplitude térmica da superfície do solo e em profundidade, Almeida (1984); como mecanismos para a fixação biológica do nitrogênio, Franco & Souto (1984). Segundo Kluthcouski (1980), várias espécies vegetais podem ser empregadas como adubos verdes, como por exemplo, as leguminosas e gramíneas; mas, de acordo com Inforzato (1947) e Franco & Souto (1984), o emprego de plantas leguminosas é mais difundido devido, principalmente, à realização da fixação do nitrogênio atmosférico que essas plantas desenvolvem, e porque os seus sistemas radiculares são mais profundos e mais ramificados que os das gramíneas, melhorando a estrutura do solo e a reciclagem de nutrientes; e também porque, segundo informações de Neme (1940), a biomassa das plantas leguminosas é maior e mais rica em teores de nutrientes do que a biomassa das gramíneas. II. OBJETIVO Avaliar o desempenho de diferentes tipos de adubações químicas de plantio, medindo assim o ganho de produtividade comparado com parcelas sem o uso de adubação, levando em conta a fertilidade do solo. III. MATERIAIS E MÉTODOS O experimento foi realizado em quatro áreas de cooperados da Coplana: Marcio Azevedo (Pradópolis), Vagner Praxedes (Luzitânia), Toni Chinelato (Monte Alto) e Domingos De Pietro (Taquaritinga). As áreas foram plantadas no período de 23 a 31 de outubro de 2008 e foram colhidas de 04 a 25 de março de Antes do plantio dessas áreas foram colhidas amostras de solos, para verificar o nível de nutrientes de cada área. As análises das áreas estão presentes no quadro abaixo. Marcio Azevedo Vagner Praxedes Toni Angelo Chinelato Domingos De Pietro AMOSTRA P.res S-SO4 M.O. ph CaCl2 K Ca Mg H+AL AL S T V (mg/dm³) g/dm³ mmolc/dm³ % 0-20 cm 7,00 12,00 19,00 5,40 2,20 15,00 8,00 18,00 0,10 25,20 43,20 58, cm 7,00 12,00 17,00 5,10 2,30 8,00 5,00 18,00 0,30 15,30 33,30 45, cm 26,00 9,00 27,00 6,00 1,20 23,00 9,00 28,00 0,20 33,20 61,20 54, cm 16,00 13,00 26,00 6,20 1,90 25,00 10,00 25,00 0,10 36,90 61,90 59, cm 14,00 3,00 17,00 5,60 2,10 14,00 9,00 20,00 0,10 25,10 45,10 55, cm 10,00 3,00 16,00 5,30 2,00 11,00 8,00 22,00 0,20 21,00 43,00 48, cm 5,00 10,00 14,00 4,70 1,90 6,00 4,00 26,00 4,00 12,00 37,00 31, cm 11

12 O trabalho consiste em realizar o plantio do amendoim (Arachis hypogaea L.) rasteiro da variedade IAC-886, utilizando diferentes tipos de adubos químicos, seguindo um padrão de adubação de extração de 00 de nitrogênio, 80 kg de fósforo e 60 kg de potássio. Dessa maneira, apesar de trabalhar com diferentes formulações e tipos de adubos, a quantidade de nutrientes colocada no solo foi igual para todos os tratamentos, de acordo com a recomendação e posicionamento de cada empresa. As doses e produtos utilizados são mostrados na tabela 1. O plantio foi realizado com plantadeiras de amendoim e o adubo foi colocado na linha de plantio abaixo das sementes, somente a testemunha sendo plantada sem adição de adubo nenhum. No tratamento da Mitsui, foi feita a adubação do Yoorin com vincon e incorporado no solo antes do plantio. Após 20 dias de plantado foi feito uma cobertura com KCl com vincon novamente. O manejo fitossanitário realizado na cultura foi igual para todos tratamentos, diferenciando apenas a adubação de plantio. As parcelas dos tratamentos em cada área do experimento era do tamanho de 1 hectare, totalizando assim nas quatro áreas um total de quatro hectares para cada tratamento utilizado. Para pesagem das parcelas colhidas foi utilizada uma balança de sapata e medida a área colhida com GPS. Tratamentos e Dosagens EMPRESAS PRODUTOS DOSES (Kg ou L por ha ) Mitsui Yoorin Mg 440 Kg/ha KCl 100 Kg/ha Bunge Classic Kg/ha Kimberlit Kimcoat Kg/ha Timac Agro Basifertil Opti Gold %Ca 7% S 0,3% B 300 Kg/ha Agrária Agramix % C Org. 80 CTC 350 kg/ha Testemunha Sem adubação TABELA I - Tratamentos com produtos e doses utilizadas. IV. RESULTADOS Na colheita de cada área, era retirada uma amostra por tratamento de amendoim. Essa amostra era levada para realizar o teste de umidade e fazer a renda do amendoim. Assim, do peso bruto obtido em cada tratamento, conseguimos descontar a umidade. O desconto da umidade segue os padrões de desconto utilizado pela Coplana, conforme tabela 2. Do peso obtido só não é descontada a impureza, pois não tínhamos como mensurar esse desconto. 12

13 Umidade na entrega Desconto 8% tolerável 8,1 à 18 % 1 para 1 18,1 à 22 % 1,2 para 1 22,1 à 26 % 1,5 para 1 26, 1 à 30 % 2,0 para 1 TABELA 2- Descontos das umidades Dessa forma conseguimos os seguintes resultados com a colheita do amendoim, mostrado no quadro 1. Pradópolis Luzitânia Monte Alto Taquaritinga Marcio Azevedo Vagner Praxedes Toni Chinelato Domingos De Pietro EMPRESA Sacas/ha Sacas/ha Sacas/ha Sacas/ha MÉDIA GANHO SACAS MITSUI BUNGE TIMAC AGRO AGRÁRIA KIMBERLIT TESTEMUNHA Média de ganho área - 15,8-10,4 21,4 52, Quadro 1: Resultados da colheita do amendoim. Olhando isoladamente cada áreas vemos que alguns tratamentos não tiveram respostas em relação a testemunha. Mas quando fazemos a média das quatro áreas notamos que todos os tratamentos tiveram diferenças de produtividade em relação a testemunha. Conforme mostra gráficos 1 e 2. Na área do produtor Marcio Azevedo teve um problema com o stand das plantas, onde haviam muitas falhas nos tratamentos. Por ocorrência desse problema, observamos a baixa produtividade de área. Gráfico 1: Resultado da média de produtividade das quatro áreas de amendoim. 13

14 Gráfico 2: Resultado do ganho de produtividade em relação a testemunha na média das quatro áreas. O gráfico 2 mostra que todos as empresas tiveram ganho em relação a testemunha, algumas tiveram uma média superior de 15 sacas em relação a testemunha. No quadro 2 abaixo, podemos notar que, em relação à renda do amendoim, com exceção da kimberlit, nenhum tratamento teve renda superior à testemunha. Podemos dizer assim, que a adubação não interfere para um aumento de renda do amendoim. Outro fator, que pode ser observado no quadro 2, é a relação custo-benefício dos produtos, em que foi utilizado como preço de venda do amendoim o valor de R$ 15,00. O preço do custo dos adubos foi o do período de maio de Dessa maneira, na média geral, nenhum produto teve custo-benefício favorável. EMPRESA Sacas/ha Renda Kg/saca Ganho Produtividade Custo R$ Custo Benefício MITSUI ,4 5 R$ 727,80 - R$ 652,80 BUNGE ,46 19 R$ 528,00 - R$ 243,00 TIMAC AGRO ,71 18 R$ 534,00 - R$ 264,00 AGRÁRIA ,65 3 R$ 387,10 - R$ 342,1 KIMBERLIT ,61 15 R$ 352,80 - R$ 127,80 TESTEMUNHA , Quadro 2: Resultados da renda e do custo-benefício do amendoim da média geral das áreas. 14

15 V. CONCLUSÃO Podemos concluir que todos os tratamentos de adubação em amendoim, de forma geral, diferiram da testemunha com um aumento de produtividade. A adubação química de base deu resultado, porém devido aos custos do adubo não está sendo viável realiza-lá. A relação de custo-benefício para cálculo foi utilizada com o preço dos produtos e do amendoim do dia (maio 2009). Dessa maneira, se houver mudanças de condições de mercado, tanto no valor da saca de amendoim (R$ 15,00 utilizado), como no valor dos produtos, essa relação pode ser alterada. Outro fator bastante importante observado é que não houve diferença da adubação química convencional, comparada com a adubação com grânulos protegidos e com doses reduzidas à metade. Um fator que não foi avaliado, e pode ter grande influência no custo e viabilidade da adubação, é o fornecimento de fósforo para a cultura seguinte com o uso de um adubo com fósforo reativo na formulação, como é o caso do Yoorin. 15

16 VI. FOTOS Foto 1 - Detalhe do amendoim com 100 dias de plantado. Foto 2 - Inversão do amendoim, área Vagner Praxedes. Foto 3 - Colheita dos tratamentos, área Toni Chinelato. Foto 4 - Pesagem do transbordo. Foto 5 - Máquina adaptada para soltar o amendoim após as chuvas. Foto 6 - Detalhe da colocação do transbordo na balança, área Irmãos Di Pietro. 16

17 Avaliação de diferentes tipos de adubação foliar no amendoim rasteiro IAC-886 visando aumento de produtividade. I. INTRODUÇÃO A aplicação de nutrientes às folhas das plantas, com o objetivo de complementar ou suplementar as necessidades nutricionais das mesmas, não é uma prática nova, sendo conhecida há mais de 100 anos (BORKERT, 1987). As principais vantagens da adubação foliar são: - Os nutrientes aplicados via foliar são rapidamente absorvidos pelas folhas das plantas, corrigindo as deficiências ou evitando que as mesmas se manifestem - as plantas absorvem cerca de 90% do adubo, sendo que uns elementos são mais assimiláveis que outros. Enquanto isso, o adubo colocado no substrato perde cerca de 50% de sua eficiência - minutos após a aplicação do adubo, ele completa uma primeira fase de absorção e no fim de algumas horas, chega às raízes. - Aumenta o aproveitamento dos adubos colocados no solo, principalmente os NPK, pois as plantas terão maior capacidade de absorção. Pode-se aplicar o nutriente específico na fase em que a planta apresentar maior demanda deste, isso é, nos momentos mais críticos. -Estimula o metabolismo vegetal devido à rápida absorção e utilização dos nutrientes, o que proporciona estímulo na formação de aminoácidos, proteínas, clorofila, etc. Apesar de todos os conhecimentos e de algumas vantagens, o uso dos principais nutrientes em pulverização foliar tem sérias restrições. Rosolém (1984) ressalva que a utilização de sais solúveis de NPK somente deve ser feita em baixa concentração, sendo necessárias várias aplicações para atingir a adequada quantidade de nutrientes nas plantas, capaz de afetar significativamente a produtividade. Garcia & Hanway (1976) propuseram, dentre as variantes de aplicação via foliar, a adubação suplementar no estádio reprodutivo que, somada à adubação do solo, possibilitaria ao produtor um acréscimo de rendimento. Como é o mecanismo de absorção? Os estômatos (as estruturas que compõe a camada superficial das folhas) são os responsáveis pela maior parte da absorção dos nutrientes, mas a própria cutícula que recobre as folhas, quando hidratada, permite a passagem dos nutrientes; ela é permeável à água e às soluções de adubo. A concentração da solução depende da tolerância de cada planta, e não devem ser aplicadas nas horas mais quentes do dia (entre 9 e 16 horas). O uso simultâneo do adubo com pesticidas, fungicidas, etc., se não for bem equacionado, pode trazer problemas de incompatibilidade ou desequilíbrio da fórmula do adubo. II. OBJETIVO Verificar a eficiência dos diferentes tipos de tratamentos foliares usados no amendoim, quanto à produtividade em condições comerciais. III. MATERIAIS E MÉTODOS O experimento foi realizado em quatro áreas de cooperados da Coplana: Paulo Marconato (Jaboticabal); Martha Trevizoli (Taquaritinga); Luiz Bernabé (Pradópolis) e José Mateus Fávero (Guariba). Essas áreas foram plantadas no período de 20 de outubro a 14 de novembro de 2008 e foram colhidas de 05 de março a 06 de abril de O plantio do amendoim foi feito com plantadeiras e o manejo fitossanitário foi igual para todos os tratamento, diferindo apenas nas aplicações foliares, conforme mostra a tabela 1. Cada tratamento possuía uma área de 2,42 hectares e os produtos eram aplicados com pulverizador de barra com vazão de 250 litros por hectares. 17

18 Cada tratamento foi colhido com colhedoras de amendoim, pesado com balança de sapata e medida a área colhida com GPS. De cada parcela colhida, era retirada uma amostra para fazer a renda e a umidade do amendoim. Do peso obtido, foi descontado o valor da umidade, seguindo os critérios de descontos da Coplana, conforme tabela 2. Umidade na entrega Desconto 8% tolerável 8,1 à 18 % 1 para 1 18,1 à 22 % 1,2 para 1 22,1 à 26 % 1,5 para 1 26, 1 à 30 % 2,0 para 1 TABELA 2- Descontos das umidades Antes do plantio do amendoim, foi retirada uma amostra de solo de cada área e feita a análise de macro e micronutrientes presentes no solo, conforme mostra quadro 1. PRODUTOR AMOSTRA P.res S-SO4 M.O. ph CaCl2 Paulo Marconato Martha Trevizoli José M. Fávero Luiz Bernabe K Ca Mg H+AL AL S T V B Cu Fe Mn Zn g/dm³ mmolc/dm³ % mg/dm³ 0-20 cm 30,00 28,00 26,00 6,00 1,90 31,00 14,00 20,00 0,10 46,90 66,90 70,10 0,32 2,40 10,00 34,60 0, cm 14,00 11,00 19,00 4,60 1,20 8,00 6,00 28,00 3,20 15,20 43,20 35,20 0,16 0,60 28,00 9,20 0, cm 9,00 17,00 21,00 5,80 1,50 25,00 10,00 20,00 0,10 36,50 56,50 64,60 0,11 0,30 9,00 3,30 0, cm 7,00 20,00 25,00 5,50 1,10 15,00 9,00 20,00 0,30 25,10 45,10 55,70 Quadro 1: Resultado da análises de solos das áreas antes do plantio do amendoim. Aos 90 dias após plantado, foi retirada uma amostra de folhas de cada tratamento e realizada a análise foliar quantificando os macro e micronutrientes presentes nas folhas após todas as aplicações dos tratamentos foliares das empresas, conforme mostra quadro 2. PRODUTOR TRATAMENTOS N P K Ca Mg B Cu Fe Mn Zn g/kg mg/kg Stoller 27,13 1,36 7,00 34,25 8,65 44,71 9, ,0 45,0 Produquímica 39,24 1,56 12,00 32,45 6,37 37,65 11, ,5 23,0 Paulo Marconato Timac Agro 35,00 1,63 7,00 33,60 9,50 48,24 8, ,0 20,0 Kimberlit 38,01 1,63 9,50 31,55 6,56 33,44 10, ,0 17,0 Testemunha 23,73 1,14 12,00 27,21 8,41 32,38 10, ,0 18 Stoller 33,46 1,56 11,00 26,30 8,18 54,55 8, ,0 41,0 Produquímica 33,81 1,76 14,50 23,05 7,89 42,35 9, ,0 25,0 Martha Trevizoli Timac Agro 35,56 1,90 10,50 30,00 10,50 49,41 9, ,0 19,0 Kimberlit 37,38 1,97 12,00 31,10 11,48 42,35 9, ,0 21,0 Testemunha 30,45 1,56 10,00 26,74 8,94 45,52 8, ,5 16,5 Stoller 35,28 1,63 15,50 22,80 7,70 33,99 8, ,0 53,5 Produquímica 39,90 1,76 15,50 22,35 6,80 27,02 9, ,0 34,0 José M. Fávero Timac Agro 36,61 1,63 16,00 24,20 8,36 30,48 8, ,0 18,0 Kimberlit 37,66 1,63 16,00 25,65 8,07 26,67 8, ,0 33,0 Testemunha 35,74 1,70 17,00 21,83 5,80 22,91 8, ,0 17,0 Stoller 35,00 1,63 28,50 25,50 7,13 28,07 9, ,0 22,0 Produquímica 35,56 1,63 18,50 29,11 8,46 22,86 7, ,0 15,0 Luiz Bernabe Timac Agro 32,76 1,63 16,00 28,00 9,12 19,95 6, ,0 13,0 Kimberlit 35,98 1,63 22,00 27,73 7,23 26,67 10, ,0 31,0 Testemunha 31,78 1,49 24,50 25,92 6,43 20,05 6, ,0 15,0 Quadro 2: Resultado das análises foliares dos tratamentos aos 90 dias após o plantio. 18

19 Tratamentos e Dosagens TRATAMENTO EMPRESA ÉPOCA (D.A.P.) PRODUTOS DOSES Starter 2,0 litros/ha 30 dias CoMo 100 ml/ha Stimulate 250 ml/ha 1 Stoller Starter 2,0 litros/ha 45 dias Sett 2,0 litros/ha Stimulate 250 ml/ha 60 dias Sett 2,0 litros/ha IV. RESULTADOS 2 Produquímica 3 Timac Agro 4 Kimberlit 30 dias Profol CoMol 200 ml/ha 45 dias Profol Gallop 1,0 litros/ha Peter ,0 Kg/ha 60 dias Peter ,0 Kg/ha Profol Gallop 1,0 litros/ha 75 dias Profol K 24 2,0 litros/ha 30 dias Corona Master 3,0 Kg/ha 45 dias Leader Fix 2,0 litros/ha 60 dias Corona K 2,0 Kg/ha 30 dias 60 dias Exion Force Exion Pró-Sil Nutril Flower Exion Kmais Exion Pró-Sil 5 Testemunha Sem aplicações TABELA I - Nome comercial e dosagens dos produtos utilizados nos testes. 1,0 litros/ha 0,5 litros/ha 2,0 litros/ha 1,0 litro/ha 0,5 litro/ha Descontada a umidade dos pesos obtidos, conseguimos fazer a média da produtividade das áreas colhidas, conforme mostra quadro 3. Paulo Marconato Martha Trevizoli José M. Fávero Luiz Bernabé EMPRESA Sacas/ha Sacas/ha Sacas/ha Sacas/ha MÉDIA GANHO SACAS STOLLER PRODUQUÍMICA ,75 TIMAC AGRO ,50 KIMBERLIT ,75 TESTEMUNHA Média de ganho área 43 25, ,25-24,25 Quadro 3: Resultados da colheita do amendoim. De maneira geral, quando fazemos a média das quatro áreas, notamos que todos os tratamentos tiveram diferenças de produtividade em relação à testemunha. Conforme mostra gráficos 1 e 2. 19

20 Gráfico 1: Resultado da média de produtividade das quatro áreas de amendoim. Gráfico 2: Resultado do ganho de produtividade em relação à testemunha na média das quatro áreas. Na área do produtor José Mateus Fávero, a colheita foi realizada em dias diferentes, devido à chuva. Dessa maneira, houve diferenças de produtividades nos tratamentos. Além disso, nessa área, a produtividade foi menor em relação às outras áreas, devido a problemas com doença. O quadro 4 mostra a renda e a relação custo-benefício das aplicações dos produtos. Para realização do cálculo, foi utilizado R$ 15,00 o valor da saca de amendoim. EMPRESA Sacas/ha Renda Ganho Kg/saca Produtividade Custo R$ Custo/Benefício STOLLER ,33 27 R$ 85,30 R$ 319,70 PRODUQUÍMICA ,48 31,75 R$ 67,60 R$ 406,65 TIMAC AGRO ,76 18,50 R$ 136,10 R$ 141,40 KIMBERLIT ,00 20,75 R$ 70,80 R$ 240,45 TESTEMUNHA , Quadro 4: Resultados do custo/benefício do amendoim. 20

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