PARCELAMENTO DA APLICAÇÃO DE NITROGÊNIO NO MILHO SAFRINHA EM SUCESSÃO À SOJA

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1 PARCELAMENTO DA APLICAÇÃO DE NITROGÊNIO NO MILHO SAFRINHA EM SUCESSÃO À SOJA Claudinei Kappes (1), Leandro Zancanaro (2), Alessandro Aparecido Lopes (3), Cleverson Volnei Koch (3), Gilmar da Rocha Fujimoto (3) Introdução A época de aplicação do nitrogênio (N) tem grande influência no aproveitamento deste nutriente pela cultura do milho. Os fertilizantes nitrogenados podem ser aplicados, ao solo, via sulco de semeadura e/ou a lanço em superfície, dependendo da quantidade a ser aplicada, das condições do solo e do clima e do tipo de sistema de produção. Contudo, devido suas transformações no solo, o N é um nutriente muito dinâmico, o que tem gerado muitas controvérsias e discussões com relação à sua época de aplicação, notadamente sob sistema plantio direto. Alguns resultados de pesquisa têm demonstrado vantagens na aplicação de N em pré-semeadura do milho; outros demonstram a necessidade de aumento da dose de N na semeadura e que parte seja fornecida em cobertura (BOR- TOLINI et al., 2002). Tendo em vista toda a complexidade do manejo da adubação nitrogenada, a regra geral é de que esta seja parcelada: normalmente, uma parte da dose recomendada é aplicada no sulco, por ocasião da semeadura, e o restante é aplicado a lanço em superfície, após a emergência das plantas em uma, duas ou mais aplicações de cobertura, conforme estádios de desenvolvimento da planta. Esta estratégia de parcelamento da aplicação permite diminuir as perdas por lixiviação após a semeadura e maior coincidência com as fases de maior necessidade das culturas (CERETTA et al., 2007). O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do parcelamento da aplicação de N no milho safrinha, em sucessão a soja, sobre seus parâmetros fitotécnicos e produtividade. 1 Engenheiro-Agrônomo, Dr., Pesquisador da Fundação MT, Av. Antônio Teixeira dos Santos, 1559, Parque Universitário, Rondonópolis, MT. 2 Engenheiro-Agrônomo, M.Sc., Pesquisador e Gestor Técnico do PMA da Fundação MT. 3 Técnicos Agrícolas, Assistentes de Pesquisa da Fundação MT. [1]

2 Material e Métodos O experimento foi conduzido na Estação Experimental Cachoeira da Fundação MT/PMA (17 09' S, 54 45' W e 490 m de altitude), localizada no município de Itiquira, MT, nas safrinhas de 2012 e de A região está sob bioma de Cerrado, cujo clima predominante, segundo classificação de Köppen, é o do tipo Aw. O solo da Estação Experimental é classificado como Latossolo Vermelho distrófico e de textura muito argilosa, cujos atributos químico-físicos na camada de 0,0 a 0,2 m, apresentaram os seguintes valores: ph (CaCl 2 ) = 4,7; P, K, S, Zn, Cu, Fe, Mn e B = 12, 77, 13, 6,9, 2,3, 59, 16 e 0,36 mg dm -3, respectivamente; Ca, Mg e H+Al = 2,9, 1,0 e 6,7 cmol c dm -3, respectivamente; V = 37%; MO = 35 g dm -3 ; argila, areia e silte = 658, 192 e 150 g kg -1, respectivamente. Foram testados seis tratamentos, oriundos de combinações de parcelamento da aplicação 90 kg ha -1 de N, via ureia: 1) controle; 2) 100% do N no sulco; 3) 75% do N no sulco + 25% do N em cobertura; 4) 50% do N no sulco + 50% do N em cobertura; 5) 25% do N no sulco + 75% do N em cobertura e; 6) 100% do N em cobertura. Os tratamentos foram dispostos em delineamento experimental de blocos casualizados, com cinco repetições. Nos tratamentos que contemplaram a aplicação de N em cobertura, esta foi realizada quando 50% das plantas apresentavam-se com a quinta folha expandida (V 5 ) (RITCHIE et al., 2003). As parcelas foram constituídas por 14 linhas de 10,0 m de comprimento, espaçadas de 0,45 m. Na safrinha de 2012, o híbrido de milho utilizado foi o DOW 2B688 Hx (tipo triplo, 860 graus dias) e a semeadura realizada no dia 14/02/2012. Na safrinha de 2013, o híbrido de milho utilizado foi o DOW 2B587 Hx (tipo simples, 815 graus dias) e a semeadura realizada no dia 26/02/2013. Para ambas as safrinhas, em pré-semeadura da soja (cultura antecessora do milho), foram aplicados 120 kg ha -1 de K 2 O, via cloreto de potássio (a lanço). No sulco de semeadura do milho foram aplicados 46 kg ha -1 de P 2 O 5 e 12 kg ha -1 de Ca via superfosfato triplo e 1,0 kg ha -1 de Zn via Zincodur. Utilizou-se semeadora equipada com mecanismo de distribuição de sementes pneumático. O manejo de plantas daninhas e doenças foi realizado conforme a necessidade da cultura. [2]

3 Nas colheitas, realizadas nos dias 28/07/2012 e 23/07/2013, mensurou-se a população final de plantas, diâmetro de colmo (2º internódio a partir da base da planta), altura de planta e prolificidade (relação entre o número de espigas colhidas e o número de plantas na área da parcela). Determinou-se também, a massa de mil grãos (pesagem de uma subamostra de 500 grãos por parcela, extrapolando-se para mil grãos) e produtividade, ambas corrigidas para 13% de umidade (base úmida). Os resultados foram submetidos ao teste F, comparando-se as médias dos tratamentos pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Resultados e Discussão São apresentados, na Tabela 1, os valores médios e resumo da análise de variância para população final de plantas, diâmetro de colmo e altura de planta. Observa-se que, apenas o diâmetro de colmo e a altura de planta, na safrinha de 2013, foram influenciados pelo parcelamento da aplicação de N. A aplicação de 100% do N em cobertura resultou em plantas com maior diâmetro de colmo, comparativamente ao tratamento controle. Maior altura de planta de milho foi observada com a aplicação de 50% do N no sulco de semeadura e 50% do N em cobertura, em relação ao tratamento controle. Tabela 1. Valores médios e resumo da análise de variância para população final de plantas (PFP), diâmetro de colmo (DC) e altura de planta (AP) de milho safrinha em função do parcelamento da aplicação de N. Itiquira, MT (2012 e 2013). PFP DC AP Tratamentos plantas ha -1 mm cm Controle ,4 19,3 ab 217,4 229,7 ab 100% S ,0 20,7 ab 229,6 236,7 ab 75% S + 25% C ,8 20,1 ab 225,2 235,4 ab 50% S + 50% C ,5 20,8 ab 233,4 238,6 ab 25% S + 75% C ,8 21,3 ab 231,4 237,6 ab 100% C ,2 21,8 ab 226,8 237,2 ab DMS (5%) 2,0 8,2 Média geral ,9 20,7 227,3 235,9 Valor de F (1) 2,68 ns 1,53 ns 1,82 ns 3,73 * 2,23 ns 2,98 * CV (%) 4,67 3,28 4,04 4,95 3,75 1,76 Legenda: S sulco. C cobertura (V 5 ). (1) Teste F: * e ns significativo a 5% de probabilidade e não significativo, respectivamente. Médias seguidas por mesma letra nas colunas não diferem pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. DMS diferença mínima significativa. CV coeficiente de variação. [3]

4 O aumento do diâmetro de colmo com a aplicação de N mostrou-se vantajoso, pois para a obtenção de alta produtividade, quanto maior o seu diâmetro, maior a capacidade da planta em armazenar fotoassimilados que contribuirão com o enchimento dos grãos (KAPPES et al., 2011). Aumento no diâmetro de colmo em resposta à aplicação de N no milho também foram evidenciados por Cruz et al. (2008) e Lana et al. (2009). O aumento da altura de planta em resposta à aplicação de N, na safrinha de 2013, está coerente com Büll (1993), ao relatar que uma planta bem nutrida em N apresenta maior desenvolvimento da área foliar e do sistema radicular, pois este nutriente influencia a divisão e a expansão celular, o que leva ao aumento da altura. De certo modo, resultados contrastantes aos observados neste estudo foram obtidos por Escosteguy et al. (1996). Os referidos pesquisadores não encontraram diferença entre dose e época de aplicação do N em cobertura sobre a altura de planta quando se realizou a aplicação integral ou o parcelamento de 80 e 160 kg ha -1 de N, em duas épocas de semeadura do milho. Por outro lado, aumento na altura de planta em resposta ao fornecimento de N na cultura do milho também foi evidenciado por Gomes et al. (2007), Lana et al. (2009) e Santos et al. (2010). Ressalta-se que a resposta da altura de planta à aplicação de N, obtida no presente estudo, não pode ser considerada satisfatória, pois, atualmente, a menor altura de planta, tem sido uma característica desejável entre os produtores de milho, pois permite: (i) maior potencial para cultivo em populações adensadas em virtude da disposição anatômica das folhas (FARINELLI et al., 2003); (ii) maior penetração de luz no dossel; (iii) diminuição de competição intraespecífica por recursos naturais sob altas populações de plantas; (iv) redução de quebramento de plantas antes do ponto de colheita, comumente evidenciado com plantas de porte elevado e; (v) maior eficiência na colheita mecânica. Na Tabela 2 são apresentados os valores médios e o resumo da análise de variância para prolificidade, massa de mil grãos e produtividade de milho. Nota-se que, nenhum parâmetro produtivo mencionado foi influenciado pelo parcelamento da aplicação de N na cultura. Com certa similaridade, Cardoso et al. (2011) avaliando fontes e parcelamento do N em cobertura no milho, sob plantio direto em solo arenoso, concluíram que o parcelamento da adubação não influenciou os componentes da produção e a produtividade da cultura, independentemente da fonte de N utilizada. [4]

5 Tabela 2. Valores médios e resumo da análise de variância para prolificidade (PROL), massa de mil grãos (MMG) e produtividade (PROD) de milho safrinha em função do parcelamento da aplicação de N. Itiquira, MT (2012 e 2013). PROL MMG PROD Tratamentos (2) espiga planta -1 g kg ha -1 Controle 1,00 0,99 306, % S 0,96 0,99 324, % S + 25% C 0,99 1,00 327, % S + 50% C 0,97 0,99 319, % S + 75% C 0,97 1,00 314, % C 1,00 1,00 305, Média geral 0,98 0,99 316, Valor de F (1) 1,68 ns 0,64 ns 2,07 ns 1,45 ns 1,99 ns CV (%) 3,06 1,44 4,41 11,64 5,96 Legenda: S sulco. C cobertura (V 5 ). (1) Teste F: ns não significativo. (2) Parâmetro não mensurado na safrinha de CV coeficiente de variação. Embora não tenha ocorrido diferença estatística entre os tratamentos, fica evidente a contribuição da aplicação de 90 kg ha -1 de N no incremento de produtividade do milho safrinha. No presente estudo, ressalta-se que mesmo no tratamento sem aplicação de N em cobertura (controle), obtiveram-se boas produtividades em ambas as safrinhas, as quais podem ser atribuídas, possivelmente, à rápida decomposição dos resíduos da soja (cultura antecessora) e também às altas taxas de mineralização de N neste solo. Conclusões A aplicação de 100% do N em cobertura resultou em plantas com maior diâmetro de colmo, ao passo que maior altura de planta de milho foi observada com a aplicação de 50% do N no sulco de semeadura e 50% do N em cobertura, em relação ao tratamento controle. Referências BORTOLINI, C. G.; SILVA, P. R. F.; ARGENTA, G.; FORSTHOFER, E. L. Sistemas de aplicação de nitrogênio e seus efeitos sobre o acúmulo de N na planta de milho. Revista Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa, v. 26, n. 2, p , [5]

6 BÜLL, L. T. Nutrição mineral do milho. In: BÜLL, L. T.; CANTARELLA, H. Cultura do milho: fatores que afetam a produtividade. Piracicaba: Potafós, p CARDOSO, S. M.; SORATTO, R. P.; SILVA, A. H.; MENDONÇA, C. G. Fontes e parcelamento do nitrogênio em cobertura, na cultura do milho sob plantio direto. Revista Brasileira de Ciências Agrárias, Recife, v. 6, n. 1, p , CERETTA, C. A.; SILVA, L. S.; PAVINATO, A. Manejo da adubação. In: NOVAIS, R. F.; ALVAREZ, V. H.; BARROS, N. F.; FONTES, R. L.; CANTARUTTI, R. B.; NEVES, J. C. L. (Eds.). Fertilidade do solo. Viçosa: SBCS, p CRUZ, S. C. S.; PEREIRA, F. R. S.; SANTOS, J. R.; ALBUQUERQUE, A. W.; PEREIRA, R. G. Adubação nitrogenada para o milho cultivado em sistema plantio direto, no Estado de Alagoas. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Campina Grande, v. 12, n. 1, p , ESCOSTEGUY, P. A. V.; RIZZARDI, M. A.; ARGENTA, G. Doses e épocas de aplicação de nitrogênio em cobertura na cultura do milho em duas épocas de semeadura. Revista Brasileira de Ciência do Solo, Campinas, v. 21, n. 1, p , FARINELLI, R.; PENARIOL, F. G.; BORDIN, L.; COICEV, L.; FORNASIERI FILHO, D. Desempenho agronômico de cultivares de milho nos períodos de safra e safrinha. Bragantia, Campinas, v. 62, n. 2, p , GOMES, R. F.; SILVA, A. G.; ASSIS, R. L.; PIRES, F. R. Efeito de doses e da época de aplicação de nitrogênio nos caracteres agronômicos da cultura do milho sob plantio direto. Revista Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa, v. 31, n. 5, p , KAPPES, C.; ANDRADE, J. A. C.; ARF, O.; OLIVEIRA, A. C.; ARF, M. V.; FERREIRA, J. P. Desempenho de híbridos de milho em diferentes arranjos espaciais de plantas. Bragantia, Campinas, v. 70, n. 2, p , LANA, M. C.; WOYTICHOSKI JÚNIOR, P. P.; BRACCINI, A. L.; SCAPIM, C. A.; ÁVILA, M. R.; ALBRECHT, L. P. Arranjo espacial e adubação nitrogenada em cobertura na cultura do milho. Acta Scientiarum. Agronomy, Maringá, v.31, n. 3, p , RITCHIE, S. W.; HANWAY, J. J.; BENSON, G. O. Como a planta de milho se desenvolve. Piracicaba: Potafós, p. (Informações Agronômicas, 103). SANTOS, P. A.; SILVA, A. F.; CARVALHO, M. A. C.; CAIONE, G. Adubos verdes e adubação nitrogenada em cobertura no cultivo do milho. Revista Brasileira de Milho e Sorgo, Sete Lagoas, v. 9, n. 2, p , [6]

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