Duas verdades inconvenientes: 1 - Toda atividade humana apresenta impactos positivos e negativos sobre a sociedade e o planeta. 2 O ser humano escapa

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2 Duas verdades inconvenientes: 1 - Toda atividade humana apresenta impactos positivos e negativos sobre a sociedade e o planeta. 2 O ser humano escapa à dinâmica do equilíbrio ecológico.

3 Cabe às organizações: potencializar os impactos positivos e prevenir neutralizar compensar os impactos negativos. RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

4 Ainda: Toda organização está inserida em um contexto socioeconômico e cultural, com o qual necessita interagir de forma construtiva. ÉTICA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

5 POR QUE AS ORGANIZAÇÕES DEVEM SE PREOCUPAR COM ISSO?

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10 PARTES INTERESSADAS Clientes Fornecedores Acionistas Sociedade Empregados

11 WORKSHOP Modelo de Excelência da Gestão Critério 4 Sociedade

12 Estruturação do Modelo de Excelência da Gestão FUNDAMENTOS Conceitos reconhecidos internacionalmente e que se traduzem em práticas ou fatores de desempenho encontrados em organizações líderes de Classe Mundial. Mas como expressar esses conceitos de uma forma tangível dentro das organizações? REQUISITOS São as características tangíveis (mensuráveis, quantitativa ou qualitativamente) que demonstram os fundamentos. Mas como inserir esses requisitos numa estrutura capaz de reproduzir de forma lógica a condução de um negócio? CRITÉRIOS/ITENS São requisitos afins agrupados por meio de uma lógica pré-definida.

13 Fundamentos da Excelência 1. Pensamento sistêmico 2. Aprendizado organizacional 3. Cultura de Inovação 4. Liderança e constância de propósitos 5. Orientação por processos e informações 6. Visão de futuro 7. Geração de Valor 8. Valorização das pessoas 9. Conhecimento sobre o cliente e o mercado Atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais se relaciona, estando voltada para o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações Futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização. 10. Desenvolvimento de parcerias 11. Responsabilidade social

14 Modelo de Excelência da Gestão

15 Critérios de Excelência Critérios e Itens 1 Liderança 2 Estratégias e planos 3 Clientes 4 Sociedade 4.1 Responsabilidade socioambiental 4.2 Ética e Desenvolvimento social 5 Informações e conhecimento 6 Pessoas 7 Processos 8 Resultados Este critério examina como a organização contribui para o desenvolvimento econômico, social e ambiental de forma sustentável e como interage com a sociedade de forma ética e transparente.

16 Critério 4 - Sociedade Item 4.1 Responsabilidade socioambiental Item 4.2 Ética e desenvolvimento social Figueira da Petroquímica Innova, Triunfo - RS

17 ITEM 4.1 Responsabilidade socioambiental a) Identificação e tratamento dos impactos sociais e ambientais b) Comunicação com a sociedade c) Identificação e análise dos requisitos socioambientais d) Ações para preservação dos ecossistemas e) Conscientização e envolvimento quanto à responsabilidade socioambiental.

18 ITEM 4.1 Responsabilidade socioambiental a) Identificação e tratamento dos impactos sociais e ambientais

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24 ALGUNS DADOS DA FIAT AUTOMÓVEIS Para a produção de 2500 veículos/dia: 320 caminhões cegonha/dia (x2); 1000 carretas/dia (x2); 3000 carros de passeio/dia (x2); 450 ônibus/dia (x2); pessoas dentro da fábrica em 3 turnos. Explodiu a demanda por engenheiros na região!

25 EXEMPLOS DE AÇÕES Contratar funcionários residentes nas imediações; Estimular o transporte solidário; Racionalizar o transporte de mercadorias; Assumir responsabilidades quanto a terceiros (Du Pont); Convênios com entidades de formação de mão-de de-obra; Simuladores para teste de veículos (Fiat).

26 ITEM 4.1 Responsabilidade socioambiental a) Identificação e tratamento dos impactos sociais e ambientais CICLO DE VIDA DO PRODUTO

27 INSTRUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS APP Análise Preliminar de Perigo HAZOP Hazard and Operability Studies FMEA Failures and Mode Effects Analysis

28 CONSUMO DE ÁGUA EM PROCESSOS INDUSTRIAIS Para produzir um litro de cerveja gastam-se se de 5 a 25 litros de água; Para produzir um quilo de cimento gastam-se se 35 litros de água; Para produzir um quilo de aço gastam-se se de 300 a 600 litros de água; Para produzir um litro de álcool gastam-se se de 2700 litros de água; Para produzir um litro de leite gastam-se se de 2,5 a 5 litros de água; Para abater uma cabeça a de gado gastam-se se 500 litros de água; Para fabricar um carro gastam-se se litros de água; De toda a água utilizada no mundo, 20% são para uso industrial. Fonte: site SAAE Barretos

29 EXEMPLOS DE AÇÕES Reciclagem de água industrial; Tratamento de efluentes; Utilização de embalagens retornáveis; Desenvolvimento de produtos e processos menos vorazes; Programas de reciclagem de produtos usados/obsoletos.

30 ITEM 4.1 Responsabilidade socioambiental b) Comunicação com a sociedade Situações normais: Situações anormais: educação, interação, conscientização, sinergia. alerta, proteção, proatividade. Interação com entidades representativas Programas socioambientais Relatórios

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33 ITEM 4.1 Responsabilidade socioambiental c) Identificação e análise dos requisitos socioambientais A primeira obrigação de uma organização é o atendimento às leis vigentes, aos regulamentos e requisitos das partes interessadas. Conhecimento Proatividade Superação

34 OHSAS ISO SA 8000 Legislações específicas Requisitos de clientes Exigências da sociedade ISO NBR Sarbannes-Oxley

35 ITEM 4.1 Responsabilidade socioambiental d) Ações para preservação dos ecossistemas Redução de desperdícios; Reciclagem; Conservação; Proteção; Educação e conscientização. Ir além do tratamento dos próprios impactos

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37 ITEM 4.1 Responsabilidade socioambiental e) Conscientização e envolvimento quanto à responsabilidade socioambiental. Acionistas Força de trabalho Fornecedores Sociedade Clientes

38 Fábrica de celulose da Aracruz Antes Depois

39 ITEM 4.2 Ética e desenvolvimento social a) Relacionamento ético b) Fortalecimento da Sociedade c) Participação em projetos sociais d) Políticas não-discriminatórias

40 ITEM 4.2 Ética e desenvolvimento social a) Relacionamento ético Conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, duo, de um grupo social ou de uma sociedade. Houaiss Ética é a forma de uma pessoa se comportar quando não está sendo controlada. Autor desconhecido

41 ITEM 4.2 Ética e desenvolvimento social a) Relacionamento ético Uma organização deve se apoiar em: Conjunto consistente de valores, princípios e compromissos; Código de ética e comportamento; Canais para tratamento de ocorrências de desvios éticos; Com o envolvimento das partes interessadas.

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43 ITEM 4.2 Ética e desenvolvimento social b) Fortalecimento da Sociedade Incentivo; Apoio; Participação; Gestão. Projetos e programas de desenvolvimento social ALERTA! Visão empresarial x Visão social.

44 OS DEZ MANDAMENTOS DA RESPONSABILIDADE SOCIAL Stephen Kanitz (www.filantropia.org) 1. Antes de implantar um projeto social pergunte para umas vinte entidades do Terceiro Setor para saber o que elas realmente precisam. 2. O que as entidades precisam normalmente não é o que sua empresa faz, nem o que a sua empresa quer fazer. 3. Toda empresa que assumir uma responsabilidade será mais dia menos dia responsabilizada. 4. Assumir uma responsabilidade social é coisa séria. Creches não mandam embora órfãos porque a diretoria mudou de idéia. 5. Todo o dinheiro gasto em anúncios tipo Minha Empresa É Mais Responsável do que o Concorrente", poderia ser gasto duplicando as doações de sua empresa. 6. Entidades têm no social seu core business, dedicam 100% do seu tempo, 100% do seu orçamento para o social. Sua empresa pretende ter o mesmo nível de dedicação? 7. O consumidor não é bobo. 8. Antes de querer criar um Instituto com o nome da sua empresa ou da sua marca favorita, lembre-se que a maioria dos problemas sociais é impalatável. 9. Evite usar critérios empresariais ao escolher seus projetos sociais, como "retorno sobre investimento" ou "ensinar a pescar". Esta área é regida por critérios humanitários, não científicos ou econômicos. 10. A responsabilidade social é no final das contas, sempre do indivíduo, do voluntário, do funcionário, do dono, do acionista, do cliente, porque requer amor, afeto e compaixão.

45 ITEM 4.2 Ética e desenvolvimento social c) Incentivo à participação em projetos sociais Poder aglutinador; Poder de convencimento; Poder de negociação; Poder da imagem. Participação em projetos de desenvolvimento social

46 Atividades socioeducativas; Formação humana; Capacitação profissional; Geração de trabalho e renda; Alfabetização de jovens e adultos; Ações culturais e artísticas; Melhoria da auto-estima da comunidade pessoas são beneficiadas anualmente; 850 jovens foram capacitados pelo programa desde 2004; 55% dos jovens capacitados são inseridos no mercado de trabalho; 92% das crianças e jovens melhoraram o comportamento depois que entraram para o programa; 160 educadores das seis escolas do Jardim Teresópolis capacitados; Mais de 20 mil peças já foram produzidas e comercializadas pela Cooperárvore desde 2004.

47 ITEM 4.2 Ética e desenvolvimento social d) Políticas não-discriminatórias Respeito à diversidade; Políticas de inclusão; Trabalho infantil. Menos pregação Mais ação

48 NORTEADORES Pacto Global Iniciativa desenvolvida pela ONU com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de Direitos Humanos, Relações de Trabalho, Meio Ambiente e combate à Corrupção, refletidos em 10 princípios. Metas do Milênio As Metas de Desenvolvimento do Milênio são um conjunto de oito macro- objetivos, a serem atingidos pelos países até o ano de 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade. Esses objetivos são conhecidos como Os 8 Jeitos de Mudar o Mundo.

49 LINKS Instituto Ethos Pacto Global Metas do Milênio Filantropia.org org 8 Jeitos de Mudar o Mundo

50 Desenvolvimento sustentável significa satisfazer as necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades. Gro Harlem Brundtland, 1987, presidente da Comissão Mundial de Meio Ambiente

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