MANUAL MÉDICOS-LEGISTAS. do Estado de São Paulo. técnico-operacional para os. CREMESP Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo

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1 MANUAL técnico-operacional para os MÉDICOS-LEGISTAS do Estado de São Paulo CREMESP Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo

2 MANUAL técnico-operacional para os MÉD ÉDICOS-LEGIST STAS do Estado de São Paulo Carlos Alberto de S. Coelho José Jarjura Jorge Jr. Editores CREMESP Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo 2008

3 Manual Técnico-Operacional para os Médicos-Legistas do Estado de São Paulo Publicação do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Rua da Consolação, 753 Centro São Paulo SP CEP Telefone (11) e Coordenador Institucional Reinaldo Ayer de Oliveira Realização Câmara Técnica de Medicina Legal do Cremesp: Reinaldo Ayer de Oliveira (coordenador); Arnaldo Tadeu Poço; Carlos Alberto de Souza Coelho; Carmen Cinira Santos Martin; Daniel Romero Muñoz; Henrique Carlos Gonçalves (presidente do Cremesp); João Arnaldo Damião Melki; José Boullosa Calvo; José Cláudio Sartorelli; José Jarjura Jorge Júnior; Luiz Frederico Hoppe; Marcos de Almeida; Maria Bernadete Schieber Cury; Paulo Argarate Vasques; Ricardo Kirche Cristofi; Rita de Cássia B. Leitão Higa; Victor Alexandre Percínio Gianvecchio. Diagramação José Humberto de S. Santos Revisão Leda Aparecida Costa Apoio Editorial Concília Ortona (jornalista); Dinaura Paulino Franco (bibliotecária); Andréa Pioker (secretária) Manual técnico-operacional para os médicos-legistas do Estado de São Paulo / Editado por Carlos Alberto de S. Coelho, José Jarjura Jorge Jr. ; Coordenação Institucional de Reinaldo Ayer de Oliveira. São Paulo : Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, p. Vários colaboradores 1. Medicina legal 2. Médico-legista 3. Instituto Médico Legal do Estado de São Paulo I. Coelho, Carlos Alberto de S. (ed.) II. Jorge Jr., José Jarjura (ed.) Oliveira, Reinaldo Ayer de (coord. Institucional) III. Título IV. Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo NLM W700

4 APRESENTAÇÃO O Conselho Regional de Medicina (Cremesp) e a sua Câmara Técnica de Medicina Legal vêm desenvolvendo um trabalho de parceria com os médicoslegistas do Estado de São Paulo, sobretudo, com os colegas do Instituto Médico Legal (IML) do Estado de São Paulo, e da Associação dos Médicos Legistas do Estado de São Paulo (AMLESP). Desta parceria resultou a publicação do Manual Técnico-Operacional para os Médicos-Legistas do Estado de São Paulo, elaborado por especialistas do IML/SP e convidados. A obra ora destacada surgiu da demanda dos próprios colegas médicoslegistas, que há tempos ansiavam por uma ferramenta prática e capaz de padronizar os procedimentos inseridos em sua rotina de trabalho. Para tanto, foram incluídos no livro, entre outros, capítulos sobre O Laudo Necroscópico; Antropologia Forense; Confronto Genético; e Sexologia, complementados com informações teóricas, comentários e, eventualmente, modelos de fichas específicas para a coleta de dados. São oferecidos ainda organogramas (por exemplo, os relativos aos Núcleos e Perícias Médico-Legais da capital, Grande São Paulo e interior); legislação sobre os assuntos abordados, bem como, a História do Instituto Médico Legal, levantada e contada por docentes da área. Consideramos, enfim, que o manual contempla uma importante expectativa almejada pelo Cremesp, ao editar publicações aos variados campos de nossa profissão: ou seja, buscar a excelência do desempenho médico, sempre calcada nos pilares da ética e da responsabilidade. Henrique Carlos Gonçalves Presidente do Cremesp

5 ÍNDICE Autores... 7 Prefácio... 9 História do Instituto Médico Legal de São Paulo Organograma da SPTC Laudo necroscópico Laudo de exame de corpo de delito no vivo Lesões corporais Lesões produzidas por ação contundente Ferimentos por armas brancas Ferimentos por agente perfurocontundente Exames necroscópicos em acidentes de trânsito Necrópsias em carbonizados Necrópsias em asfixias Necrópsias em cadáveres putrefeitos Exames necroscópicos em recém-nascidos Exumação Antropologia Declaração de óbito Odontologia legal Exames especializados Psiquiatria forense Exame otorrinolaringológico Exame oftalmológico Neurologia Laudo indireto Pareceres medico-legais

6 Sexologia forense Aborto Ato libidinoso Conjunção carnal Contágio venéreo Confronto genético Álcool etílico, Drogas de efeitos análogos e o Código de trânsito brasileiro Exames complementares Anatomia patológica Toxicologia forense DGPS de interesse do Instituto Médico Legal Bibliografia Decretos e Leis

7 AUTORES Alessandra R. Pettroruti Médica-legista. Instituto Oscar Freire, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Antonio Miguel Pires D Avila Médicolegista. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FMRP/USP) Antonio de Rosis Sobrinho Médicolegista, diretor do Núcleo de Odontologia Legal, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Arnaldo Tadeu Poço Médico-legista. Presidente da Associação dos Médicos- Legistas do Estado de São Paulo (AMLESP) Bruno S. de Martinis Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FMRP/USP), disciplina de Patologia Carlos Alberto de S. Coelho Médicolegista. Instituto Oscar Freire, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Diretor do Centro de Exames Análises e Pesquisa, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Carlos Delmonti Printes Médico-legista. In Memoriam Carmen Cinira S. Martin Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FMRP/USP), disciplina de Patologia Daniel Romero Muñoz Médico-legista. Instituto Oscar Freire, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Debora Guiomar Ramos Perita Criminal. In Memoriam Ederli R. Assunção Médica-legista. Equipe de Sexologia Forense, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Eduardo de M. Gomes Perito Criminal. Núcleo de Odontologia Legal do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Eliete Coelho Bastos Médica-legista. Equipe de Sexologia Forense, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Emiko S. Casa Santa Médica-legista. Diretora do Núcleo de Clínica Médica, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Fred Ellinger Médico-legista. Diretor do Núcleo de Perícias Médico-Legais de Marilia 7

8 Gilberto Alonso Fattore Médico-legista, diretor do Núcleo de Perícias Médico-Legais de Araraquara Hideaki Kawata Médico-legista. Diretor do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Hugo Frugolli Perito Criminal. Núcleo de Odontologia Legal, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Ivan Dieb Mizziara Médico-legista. Diretor do Ambulatório de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC/FMUSP) João Arnaldo Damião Melki Médicolegista. Núcleo de Medicina Legal de Ribeirão Preto. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FMRP/USP) José Florêncio Médico-legista, diretor do Núcleo de Apoio Logístico, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/São Paulo) José Jarjura Jorge Jr. Médico-legista. Diretor-técnico de departamento, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/São Paulo). Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP/Sorocaba) José Salomão Neto Médico-legista. Chefe da Equipe de Perícias Médico-Legais Oeste, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Manoel Libânio Médico-legista. Diretor do Núcleo de Perícias Médico-Legais de São José do Rio Preto Maria Bernardete S. Cury Médicalegista. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FMRP/USP), disciplina de Patologia Maria Tereza de S. Alves Médica-legista. Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Departamento de Anatomia Patológica Mario Gimenez Médico-legista. Assistente do coordenador da Superintendência da Polícia Técnico-Científica (IML/SP) Mario Jorge Tsuchiya Médico-legista. Núcleo de Antropologia, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP). Instituto Oscar Freire, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Paulo Argarate Vasques Médico-legista. Academia de Polícia Civil de São Paulo Ricardo Kirsh Christof Médico-legista. Diretor do Centro de Análises e Pesquisas do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Rita de Cassia Gava Médica-legista. Academia de Polícia Civil de São Paulo Rita de Cassia Bomfim Leitão Higa Médica-legista. Centro de Exames, Análises e Pesquisa de Presidente Prudente. Faculdade de Medicina, da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste). Departamento de Toxicologia Vera Denise T. Leme Médica-legista. Equipe de Sexologia Forense, do Instituto Médico Legal São Paulo (IML/SP) Vera E. D. Reinhardt Perita Criminal. Faculdade de Ciências Farmacêuticas, da Universidade de São Paulo (FCF/USP) 8

9 PREFÁCIO Em quase 120 anos de existência o Instituto Médico Legal (IML) do Estado de São Paulo passou por diversas fases, evoluindo de acordo com as necessidades da população e da justiça. No entanto, em todo o estado a distribuição dos médicos-legistas, nos últimos anos, ocorria um tanto desorganizada, pois cada regional de polícia, isoladamente, dispunha do número que achava necessário. Assim também ocorria com a orientação técnica, sendo que cada grupo de legistas, em suas regiões, procurava fazer o melhor de seu conhecimento baseado em livros e publicações, dependendo também do interesse de cada um em aperfeiçoar-se na área. Em 1998, com a criação da Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC), a coordenação técnica e administrativa do IML, em todo o estado, passou a ser responsabilidade da Diretoria Técnica de Departamento do Instituto Médico-Legal. Assim, repentinamente, esta diretoria absorveu toda a administração, além da responsabilidade sobre as ações técnicas dos médicos-legistas. Defrontamo-nos então com uma grande defasagem nestas áreas e com os profissionais médicos necessitando de apoio, não somente para exercer o comando das equipes e núcleos, mas também para lidar com uma falta de padronização das atividades técnicas, como na produção de laudos e pareceres. Passamos a promover reuniões, cursos e viagens ao interior do estado, para tentarmos abraçar e orientar os colegas. Entendemos, no entanto, que estas ações não eram suficientes para atingirmos o grau de padronização dos procedimentos que o IML necessitava, a fim de se poder falar uma só língua, não somente para uma melhor comunicação interna, mas também para melhor nos comunicarmos com a polícia e a justiça, nossos principais clientes. Este Manual Técnico tem por objetivo esta padronização. Além disso, prover uma fonte de informações na qual nossos colegas médicos-legistas possam tirar dúvidas sobre como proceder em casos de ocorrência rara através de um 9

10 texto simples, com matérias facilmente localizáveis. Também deverá servir como informação à polícia e ao judiciário sobre como funciona o IML, qual sua área de competência e quais exames realizamos, orientando como deverão ser feitas as requisições para determinada perícia. Assim abordamos as lesões corporais no vivo e no morto; exames indiretos e complementares; a sexologia forense; a antropologia forense; a odontologia forense; especialidades como a otorrinolaringologia, a neurologia e a oftalmologia; exames laboratoriais complementares, como a histopatologia e a toxicologia; e os pareceres médico-legais. Compilamos ainda a legislação pertinente à atividade. Cada capítulo deverá trazer um breve conceito da matéria, um roteiro teórico resumido, o enquadramento legal e a finalidade da perícia; como devem ser feitas as requisições para aquele determinado exame, assim como deverá ser realizada e descrita a perícia em pauta; como devem ser respondidos os quesitos, qual o destino da perícia e finalmente os comentários pertinentes que cada autor julgou importante realçar. Os colaboradores do presente manual foram convidados entre diversos médicos-legistas em exercício de atividades no IML em todo o estado de São Paulo, quer por possuir grande experiência prática, ou se dedicarem ao ensino da especialidade. Consigne-se que alguns conceitos são polêmicos, não possuem unanimidade de opinião de autores diversos, geram divergências, no entanto, não se trata de erro ou acerto conceituais, mas sim, de estarmos lidando com matéria inexata, ensejando opiniões divergentes. Esperamos que esta iniciativa de unificar ações e procedimentos possa contribuir para uma padronização das ações do IML de São Paulo e para todos os profissionais, médicos ou não, que se interessem pela matéria. Os editores 10

11 HISTÓRIA DO INSTITUTO MÉDICO LEGAL DO ESTADO DE SÃO PAULO O Instituto Médico-Legal é o órgão técnico mais antigo da Polícia de São Paulo, oficialmente foi criado pela Lei nº 18, de 7 de abril de 1886, no governo do conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira, presidente da Província de São Paulo ainda na monarquia. O conselheiro João Alfredo autorizou o governo da Província de São Paulo a despender a quantia de três contos e seiscentos mil réis (réis 3:600$000), com a implantação do Serviço Médico Policial da Capital. Na data de 20 de abril de 1886 foi baixado o Regulamento para o Serviço Médico Policial da Capital, estipulando que seria feito por dois médicos. Tendo sido nomeados como médicos o Dr. Inácio Xavier de Campos Mesquita e, presume-se, o Dr. Nicolau da Gama Cerqueira. Em 1892, através do Decreto nº 121, o presidente do Estado, Bernardino de Campos, atendendo às conveniências da Repartição Central de Polícia que exigiam diversas alterações, a perícia médico-legal passou por várias modificações, trazendo, inclusive, a obrigação de realizar o serviço clínico em presos que adoecessem na cadeia pública. Em 1893, através da lei nº 165, foi criado o terceiro lugar de médico nessa repartição. Em 1896 com o Decreto nº 395, elevou-se para quatro o número de médicos e, entre esses, era escolhido o médico-chefe da então chamada Secção Médica da Polícia. Sendo o primeiro médico-chefe o Dr. Ildefonso Archer de Castilho. Os Decretos nº 1.414, de 1906, e o nº 1.892, de 1910, vieram ampliar a ação dos médicos, estipulando com mais detalhe quais as suas atribuições. Nesse ano, o Serviço Médico Policial da Capital passou a ser denominado de Gabinete Médico-Legal. Em 1906 já havia médicos-legistas oficiais nas cidades de Campinas e de Santos. 11

12 Em 1912 foi desvinculado do Gabinete Médico-Legal o atendimento clínico de urgência à população que a partir daí seria realizado pelo Posto Médico da Assistência Policial na capital, persistindo até 1950 quando foi anexado à prefeitura do município de São Paulo. Em 1916, pela Lei nº 1.537, o Gabinete Químico-Legal da Polícia foi anexado ao Gabinete Médico-Legal. Em 1924, por meio da Lei nº de 30 de dezembro, foi aumentado para oito o número de médicos-legistas na capital e criado um pequeno serviço de expediente e arquivo de documentos. Na época, os cargos de médicoslegistas eram exercidos pelos Drs. Francisco Ribeiro Marcondes Machado, José Camillo Ferreira Rebello Netto, Arthur de Azambuja Neves, Juvenal Hudson Ferreira, A. de Paiva Lima, Olavo de Castilho, Carlos Gonzaga de Oliveira e José Libero, sendo o último Chefe do Gabinete. Em 1929, o governo do estado começou a cuidar com mais carinho da organização de um Serviço Médico-Legal. Nessa época, o então diretor, Dr. José Libero, foi incumbido de confeccionar um projeto nesse sentido, inclusive, já estando determinada a consignação de verba para tal finalidade, porém as modificações políticas devido à revolução de 1930 impediram que se concretizasse tal projeto. Em 1933, parte do projeto de Líbero foi cumprido pelo interventor federal Armando de Salles Oliveira, que reorganizou o gabinete Médico-Legal através do Decreto nº de 17 de outubro, que passou a denominar-se Serviço Médico-Legal. Por meio do Decreto nº 6.244, de 8 de dezembro de 1933, foi regulamentado o Serviço Médico-Legal. O Serviço Médico-Legal anexou o Gabinete Médico-Legal da capital e os postos Médico-Legais Regionais do interior. Passou a responder pelo Serviço Médico-Legal o Diretor do Gabinete Médico-Legal, que designado em comissão, pelo Chefe de Polícia, entre os médicos-legistas. Foi nomeado diretor o Dr. Francisco Ribeiro Marcondes Machado. Em 1940, o Serviço Médico-Legal do Estado compunha-se dos seguintes médicos: Diretor: Dr. José Líbero Gabinete Médico-Legal (capital): Drs. José Camillo Ferreira Rebello Netto, Arthur de Azambuja Neves, Juvenal Hudson Ferreira, Boanerges Pimenta, Ernestino Lopes Junior, F. de Souza Lima, J. B. Souza Aranha J. A Curado Fleury, Osvaldo C. Berênguer, J.B. da Costa Junior, Carlos Alberto Costa Nunes, Américo Marcondes do Amaral. 12

13 Laboratório de Toxicologia: Dr. Virgílio Rosário Maria Valentino Laboratório de Anatomia Patológica e Microscopia: Dr. Joaquim Vieira Filho Postos Médico-Legais Regionais do Interior: Araraquara: Dr. Sirtes de Lorenzo Bauru: Dr. Nozor Galvão Botucatu: Dr. Jorge Bittencourt Campinas: Drs. José Pagano e Rodolfo Tella Casa Branca: Dr. J. B. de Oliveira Costa Guaratinguetá: Dr. Otávio de Lima Carvalho Itapetininga: Dr. Aníbal Teixeira de Carvalho Penápolis: Dr. Edwaldo de Azambuja Neves Presidente Prudente: Dr. Luiz de Souza Leite Ribeirão Preto: Dr. Wagner Serra Rio Preto: Dr. Frederico Navarro da Cruz Santos: Drs. Roberto Catunda, Hugo Santos Sila e Plínio Brandão de Camargo Sorocaba: Dr. Helvídio Rosas O regulamento de 1933 permaneceu até 1959, quando, por meio do Decreto nº , foi substituído pelo regulamento baixado no governo de Carlos Alberto de Carvalho Pinto, perdurando este até os dias de hoje. Inicialmente, no tempo do Gabinete Médico-Legal, as atividades periciais no vivo eram realizadas na rua do Carmo nº 1, atual Roberto Simonsen e as no morto nos diversos simulacros de necrotério da capital. Posteriormente, as perícias no morto passaram a ser realizadas no Cemitério do Araçá e na década de 50, no governo Jânio Quadros, o serviço foi transferido para a rua Teodoro Sampaio em prédio próprio, que foi ampliado na década de 70. Nesta época, passou o Serviço Médico-Legal do Estado a se chamar Instituto Médico Legal (IML) do Estado de São Paulo. Em 1986, os cargos de médico-legista passaram a fazer parte da Polícia Civil. Com a Constituição de 1988 (Federal) e a de 1989 (Estadual), importante passo foi dado em direção à autonomia administrativa do IML. Pela Lei nº 756 de 27 de julho de 1994 foi criada a Superintendência da Polícia Técnico-Científica que teve sua regulamentação através do Decreto nº de 9 de fevereiro de 1998, desvinculando a SPTC da Polícia Civil e elevando-a ao nível de Coordenadoria, tornando-se subordinada diretamente ao secretário de Segurança Pública. 13

14 Porém não lhe foi fixada dotação orçamentária e nem autonomia através de Lei Orgânica, sendo, na prática, um apêndice burocrático da Polícia Civil. Diretores do Instituto Médico-Legal do Estado de São Paulo: Dr. Archer de Castilho, 1896; Dr. Bento Xavier de Barros, 1900; Dr. Honório Libero, falecido em 1918 como diretor; Dr. José Líbero, por diversas vezes, a partir de 1918, até No período de o IML/SP teve diversos diretores interinos ou comissionados: Dr. Francisco Ribeiro Marcondes Machado, Dr. José Camillo Ferreira Rebello Netto, Dr. Azambuja Neves e Dr.José Líbero. O Dr. Arnaldo Siqueira substituiu Dr. José Líbero em 1955, permanecendo até meados da década de 70. O Dr. Harry Shibata sucedeu o Dr. Arnaldo Siqueira e este sucedido pelo Dr. Rubens Brasil Maluf, que foi sucedido pelo Dr.Francisco Claro, intercalando-se com o Dr. José Antonio Melo, o Dr. Octávio D Andréa e a Dra. Maria Helena Pacheco, seus diretores até Em 1998, já na SPTC, o Dr. Francisco Claro, foi substituído pelo Dr. Carlos Alberto de Souza Coelho, que permaneceu até 2001, seguindo-se o Dr. José Jarjura Jorge Jr. até 2005 e, atualmente, o Dr. Hideaki Kawata. 14

15 ORGANOGRAMA DA POLÍCIA TÉCNICO-CIENTÍFICA E DO IML A Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) foi criada pela Lei complementar nº 756 de 27 de julho de 1994, regulamentada em 9 de fevereiro de 1998 pelo Decreto nº do governador Mário Covas que dispôs sua organização e dos Institutos de Criminalística e Médico-Legal. A seguir, nas próximas páginas, os organogramas da SPTC e do Instituto Médico-Legal. 15

16 SUPERINTENDÊNCIA DA POLÍCIA TÉCNICO-CIENTÍFICA 16

17 DIRETORIA DE DEPARTAMENTO DO INSTITUTO MÉDICO-LEGAL DIRETORIA DE DEPARTAMENTO Assistência Técnica CENTRO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS CENTRO DE EXAMES, ANÁLISES E PESQUISAS NÚCLEO DE CLÍNICA MÉDICA NÚCLEO DE TANATOLOGIA FORENSE NÚCLEO DE ANATOMIA PATOLÓGICA NÚCLEO DE TOXICOLOGIA FORENSE NÚCLEO DE RADIOLOGIA NÚCLEO DE ODONTOLOGIA LEGAL NÚCLEO DE ANTROPOLOGIA NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA CAPITAL E GRANDE SÃO PAULO NÚCLEOS DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DO INTERIOR NÚCLEO DE APOIO ADMINISTRATIVO NÚCLEO DE APOIO LOGÍSTICO EQUIPE DE FOTOGRAFIA E RECURSOS ÁUDIO-VISUAIS EQUIPE DE ASSISTÊNCIA FAMILIAR 17

18 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DA CAPITAL E GRANDE SÃO PAULO NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA CAPITAL E GRANDE SÃO PAULO Célula de Apoio Administrativo EPML CENTRO (CAPITAL) EPML NORTE (CAPITAL) EPML SUL (CAPITAL) EPML LESTE (CAPITAL) EPML OESTE (CAPITAL) EPML DHPP (CAPITAL) EPML DIADEMA (GRANDE SÃO PAULO) EPML FRANCO DA ROCHA (GRANDE SÃO PAULO) EPML GUARULHOS (GRANDE SÃO PAULO) EPML MOGI DAS CRUZES (GRANDE SÃO PAULO) EPML OSASCO (GRANDE SÃO PAULO) EPML SANTO ANDRÉ (GRANDE SÃO PAULO) EPML SÃO BERN. DO CAMPO (GRANDE SÃO PAULO) EPML SÃO CAETANO DO SUL (GRANDE SÃO PAULO) EPML SUZANO (GRANDE SÃO PAULO) EPML TABOÃO DA SERRA (GRANDE SÃO PAULO) 18

19 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE ARAÇATUBA 19

20 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE ARARAQUARA 20

21 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE BAURU 21

22 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE CAMPINAS 22

23 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE MARÍLIA 23

24 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE 24

25 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO 25

26 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 26

27 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 27

28 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE SANTOS 28

29 NÚCLEO DE PERÍCIAS MÉDICO-LEGAIS DA REGIÃO DE SOROCABA 29

30 MAPA DA DISTRIBUIÇÃO DAS EPML DA CAPITAL EQUIPES DE PERÍCIAS DA CAPITAL EPML Centro (1) EPML Leste (2) EPML Oeste (3) EPML Sul (4) EPML DHPP (5) EPML Norte (6) EPML Leste II (7 30

31 MAPA DA DISTRIBUIÇÃO DAS EPML DA GRANDE SÃO PAULO NÚCLEOS DE PERÍCIAS DA GRANDE SÃO PAULO 10 Núcleos 31

32 DISTRIBUIÇÃO DOS NPML DO INTERIOR NÚCLEOS DE PERÍCIAS DO INTERIOR 11 Núcleos 40 Equipes 32

33 LAUDO NECROSCÓPICO Os modelos de laudos são úteis para a padronização e uniformização dos procedimentos, porém o perito não deve limitar-se ao seu conteúdo, mas sim usá-lo como roteiro evitando a omissão de etapas importantes no decorrer do exame pericial. Os modelos com figuras de bonecos nas posições anatômicas clássicas, anterior, posterior e perfil, ou aqueles com divisões das regiões corporais ou outros com regiões específicas, devem ser usados rotineiramente, principalmente nos casos de homicídios, ilustrando as regiões dos ferimentos, suas direções e seus trajetos, mesmo porque denominações, familiares aos peritos, são usadas de forma diferente por cada um, gerando dúvidas para leigos que se utilizam do laudo (Modelo anexo). A perícia inicia-se com o corpo ainda vestido e sem sofrer qualquer processo de higienização. Cuidado especial deve ser tomado pela Equipe de Resgate de Corpos, que deve estar orientada para proteção das mãos do cadáver com sacos plásticos, evitando-se perdas de resíduos, pêlos, material sub-ungueal e manchas de sangue. Vestes Junto aos demais pertences devem ser guardadas, ficando à disposição da justiça, pois poderão servir para posterior confrontação com os ferimentos e análise das manchas (este parágrafo é muito complexo para ser cumprido na Capital, EPML Centro, melhor seria, após descrevê-las, ou encaminhar-se para autoridade policial, ou selecionar-se fragmentos de interesse). Sinais tanatológicos Descrevê-los, pois, mais do que a simples certeza da morte, representam os parâmetros para fixação do tempo estimado de morte no momento do exame do cadáver. Lembrar que se classificam em imediatos e consecutivos. Os 33

34 imediatos também denominados abióticos são de probabilidade de morte, já os consecutivos (resfriamento, hipóstases e rigidez) são de certeza de morte. O mesmo se diga dos transformativos (conservadores ou destrutivos) que inequivocadamente confirmam a morte. Histórico Há de se diferenciar o histórico policial, geralmente conciso e muitas vezes impreciso, do histórico médico-legal, para o qual o perito deve preocuparse em obter junto à autoridade requisitante, peritos do instituto de criminalística ou familiares, amigos ou testemunhas, as seguintes informações: Apuração criminal preliminar do fato (suspeita) Horário do fato: do ato ou do encontro do corpo Hora em que a vítima foi vista viva pela última vez Arma: se foi achada, que tipo de arma, onde foi achada e o dono da arma História clínica: antecedentes, dependência de drogas, tendências suicidas Se a vítima foi encontrada ainda com vida, quem a socorreu e onde foi socorrida Se após a morte o local foi violado e corpo foi arrastado por manobras da equipe do Instituto de Criminalística ou pela equipe de remoção de cadáveres Exame O exame externo deve ser minucioso, descrevendo os ferimentos de modo específico, utilizando termos técnicos próprios com suas dimensões e localizações, de acordo com a padronização de nomenclatura anatômica das regiões corporais. Todas as regiões devem ser exploradas, mesmo as improváveis como as cavidades oral e nasal, região perineal, abaixo dos seios e couro cabeludo. No exame interno, as três cavidades devem ser exploradas. Fazer a descrição das feridas internas, da presença de secreções, da quantidade de sangue, além de estabelecer o trajeto do agente e apontar os ferimentos mortais. Alguns detalhes, que merecem a atenção do perito, são descritos abaixo: Cicatrizes Sinais de arrasto Número de ferimentos Ferimentos produzidos por mais de um instrumento Ferimentos mortais e não-mortais Ferimentos pós-morte Ferimentos provocados por vários instrumentos 34

35 Coincidências entre os ferimentos e as roupas Lesões auto-infligidas: (prega cubital, face anterior dos braços) Lesões de hesitação Lesões de defesa Outros ferimentos antigos e recentes Manchas de sangue ou outros fluidos corpóreos Verificação de gravidez em mulheres Verificação de sinais de violência sexual Métodos Auxiliares e Diagnósticos Radiográficos: pesquisa de fragmentos de instrumentos metálicos, fraturas. Laboratoriais: Coleta de sangue do cadáver para análise toxicológicas (dosagem de álcool etílico, drogas ou outras substâncias). Coleta de sangue do cadáver para análises genéticas Coleta de cabelos e pêlos da vítima para exames piloscópicos Coleta de material sub-ungueal da vítima para exames laboratoriais ou histológicos Coleta das roupas ou fragmentos Coleta de material para pesquisa de espermatozóides Discussão Neste tópico o perito tem toda a liberdade e deve expor o seu raciocínio, embasado nos achados nos exames macro e microscópicos, nas análises laboratoriais e na pesquisa de bibliografia pertinente, que nortearão a conclusão. Conclusão Resumindo-se a discussão e, mais, decantando-se a essência, conclui-se a perícia. A conclusão não deve ser prolixa, não deve ser telegráfica, mas transmitir de modo singelo a opinião pericial final. QUESITOS Os quesitos podem previamente ser formulados por quem requisita a perícia, e seriam específicos para cada caso. Porém, para agilizar e uniformizar as condutas, adotou-se quesitos padronizados que constam nos impressos do Instituto Médico legal do Estado de São Paulo. Os quesitos, descritos a seguir, historicamente constam nos impressos para 35

36 elaboração dos laudos de exames periciais necroscópicos, pois foram adotados desde o Serviço Médico-Legal do Estado de São Paulo, com base no Código Penal já vigente à época. Portanto podemos considerá-los clássicos, encontrando-se em uso há mais de 70 anos. 1º Houve morte? Embora a primeira vista a resposta pareça óbvia, a afirmação, feita pelo perito médico-legista, constitui-se no primeiro passo para deflagrar os demais procedimentos legais. 2º Qual a sua causa? Deve o perito responder baseado na fisiopatologia, incluindo antecedentes traumáticos que posteriormente culminaram na morte. Ex.1: Choque hemorrágico devido a hemotórax decorrente de ferimento penetrante do tórax e perfuração da artéria aorta torácica. Ex: 2: Choque séptico devido à peritonite decorrente de ferimento penetrante no abdome e perfuração de alça intestinal. 3º Qual a natureza do agente, o instrumento ou meio que produziu a morte? O perito deve apontar a ação externa que causou diretamente a morte, seguida das demais, em estágios sucessivos e decorrentes da antecedente, chegando à inicial. Ex. 1: Instrumento perfurocortante Ex. 2: Agente biodinâmico patogênico (bactéria), devido a ferimento abdominal provocado por instrumento perfurocortante. 4º Foi produzida por meio de veneno, fogo, explosivo, asfixia ou tortura ou por outro meio insidioso ou cruel? Especificar os agravantes (as qualificadoras) descritos no Código Penal (art. 21, III, 2º). Embora nem sempre o perito pode ser preciso nestas respostas (e é possível até que certas indagações escapem à sua competência), deve, o perito, no entanto, ser minucioso, esclarecendo o meio e os pormenores que visam à solução do quesito. A Delegacia Geral de Polícia do Estado de São Paulo apresenta, em seus manuais, quesitos específicos para cada tipo de homicídio previsto no Código Penal, com a finalidade de padronizar a conduta e orientar os delegados de polícia. DESTINO Os laudos de exame pericial necroscópico devem ser elaborados no mínimo em duas vias, tomando-se as cautelas para registro de entrada e saída dos documentos e respeitando-se os prazos legais (art. 160 único-cpp). Uma via há de permanecer arquivada na unidade executora da perícia, por tempo indeterminado, juntamente com as requisições e demais documentos. A requerimento das partes legítimas litigantes, deverá ser expedida cópia ou segunda via, conforme recurso na unidade requerida. 36

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