Rodada #1 Direito Previdenciário

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1 Rodada #1 Direito Previdenciário Professor Moisés Moreira Assuntos da Rodada Direito Previdenciário: 17. Regime Geral de Previdência Social Segurados obrigatórios Conceito, características e abrangência: empregado, empregado doméstico, contribuinte individual, trabalhador avulso, segurado especial Segurado facultativo: conceito, características. 18. Empresa e empregador doméstico: conceito previdenciário. 19. Financiamento da seguridade social Receitas da União Receitas das contribuições sociais: dos segurados, das empresas, do empregador doméstico, do produtor rural, do clube de futebol profissional, sobre a receita de concursos de prognósticos, receitas de outras fontes Salário-decontribuição Conceito Parcelas integrantes e parcelas não-integrantes Arrecadação e recolhimento das contribuições destinadas à seguridade social Obrigações da empresa e demais contribuintes Prazo de recolhimento Recolhimento fora do prazo: juros, multa e atualização monetária Obrigações acessórias. Retenção e Responsabilidade solidária: conceitos, natureza jurídica e características.

2 a. Teoria em Tópicos 1. Antes de começarmos o estudo do Regime Geral de Previdência Social - RGPS e dos seus beneficiários, precisamos guardar algumas informações importantes para a compreensão da matéria, ok!? 1.1. A primeira informação que devemos ter em mente é o significado da expressão regime de previdência. Regime, no sentido aqui empregado, compreende regras ou disposições legais. Previdência significa antecipar, prevenir, chegar antes. Portanto, numa linguagem bem simples, regime de previdência é o conjunto de regras que trata da preparação ou da prevenção de algo No sentido técnico, regime de previdência social pode ser definido como o conjunto de regras que organiza a relação jurídica previdenciária (essa relação abrange as contribuições, os segurados e os seus dependentes), e que prevê, pelo menos, os benefícios de aposentadoria e de pensão por morte Tranquilo, pessoal? Num regime de previdência, as pessoas contribuem para garantir proteção: Pago o INSS, se fico incapaz e cumpro os requisitos do benefício, posso pedir meu auxíliodoença No Brasil, existem três regimes de previdência. Dois são considerados principais, a saber: o Regime Geral de Previdência Social - RGPS e os Regimes Próprios de Previdência Social RPPS. Há, também, o Regime de Previdência Complementar, cuja filiação é opcional, que se divide em previdência complementar privada (art. 202 da CF) e previdência complementar pública (art. 40, 14, 15 e 16 da CF). 2

3 1.3. Os Regimes Próprios de Previdência Social são instituídos por cada uma das esferas de governo (União, Estados, Distrito Federal e Municípios, bem como suas autarquias e fundações), encontrando-se restritos aos respectivos servidores ocupantes de cargo efetivo. Nesse ponto está uma das diferenças em relação ao RGPS, pois este é direcionado a todos que para ele contribuem Também possuem Regimes Próprios de Previdência os militares, os magistrados, os membros do Ministério Público, os Ministros e Conselheiros dos Tribunais de Contas Atenção! É preciso ter cuidado com a figura dos servidores ocupantes de cargo efetivo em quaisquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como de suas respectivas autarquias e fundações. Eles estarão sujeitos a Regime Próprio de Previdência desde que, é claro, o respectivo ente tenha instituído tal Regime. Se não houver RPPS, eles serão segurados do RGPS! É importante destacar que a totalidade dos Estados brasileiros e o Distrito Federal instituíram Regime Próprio. Porém, a maioria dos municípios não o fez. Desse modo, se o servidor municipal não estiver amparado por RPPS, será segurado do RGPS Se a questão do concurso perguntar: Quais são os trabalhadores excluídos do Regime Geral de Previdência Social?, tenhamos em mente a seguinte resposta: Os trabalhadores excluídos do RGPS são os militares, os magistrados, os ministros e conselheiros dos Tribunais de Contas, os membros do Ministério Público e os servidores ocupantes de cargo efetivo da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos 3

4 Municípios, inclusive os servidores de suas autarquias e fundações, desde que amparados por RPPS Servidor de Regime Próprio, que também exerça atividade sujeita ao Regime Geral, a exemplo de um Analista do TST que ministre aulas em uma faculdade particular, estará obrigatoriamente filiado ao RPPS e ao RGPS. Entretanto, não poderá receber mais de uma aposentadoria dentro de um mesmo Regime de Previdência Social, exceto no âmbito do RPPS, e somente nos casos de cargos acumuláveis (art. 37, XVI, da CF/88) Exemplo1: Sofia, AJAJ, gosta de previdenciário e dá aulas numa faculdade particular. Nessa situação, Sofia poderá obter duas aposentadorias, uma no Regime Próprio (relativa ao cargo público) e outra no Regime Geral (relativa às aulas) Exemplo2: Com o tempo, Sofia presta concurso e passa a dar aulas, também, numa universidade pública da Bahia. Assim, ela poderá obter até três aposentadorias, duas no Regime Próprio (relativas aos cargos públicos) e outra no Regime Geral (relativa à faculdade particular) Mas atenção, amigos! Nos termos do 5º, do art. 201, da CF, é vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. Isso cai muito na prova! Amigos, uma observação final neste ponto: O aposentado por qualquer regime de previdência social que exerça atividade remunerada abrangida pelo RGPS é segurado obrigatório em relação a 4

5 essa atividade, nos termos do 4º do art. 12 da Lei nº 8.212, de 1991, ficando sujeito às contribuições de que trata a referida Lei. Ou seja, o fato de o aposentado poder voltar a trabalhar não o exclui da obrigação de contribuir para o Regime Geral! 2. O Regime Geral de Previdência Social é o regime de previdência social mais abrangente do país, abarcando milhões de brasileiros. Tem por fundamento a compulsoriedade, contributividade e a solidariedade Assim, por exemplo, se alguém começa a trabalhar como empregado de uma empresa hoje, neste mesmo dia estará obrigatoriamente vinculado ao RGPS, devendo para ele contribuir, e sendo por ele protegido. Ou seja, o RGPS possui caráter público, é contributivo e vincula, obrigatoriamente, todos que exerçam atividade remunerada O RGPS também permite que determinadas pessoas, mesmo sem exercer atividade remunerada, possam para ele contribuir e, dessa forma, alcançar a proteção previdenciária. São os segurados facultativos! 2.2. O INSS, autarquia federal, é o responsável por administrar a concessão e a manutenção dos benefícios e serviços previdenciários do RGPS. 3. Amigos, em relação ao Regime Geral de Previdência Social, é importante conhecermos o Conselho Nacional de Previdência Social CNPS. Para nosso estudo, basta apreendermos as noções gerais e fazermos uma leitura atenta dos artigos 3º e 4º da Lei 8.213/91. 5

6 3.1. Vocês se lembram dos princípios constitucionais da Seguridade Social? Reparem que, dentre tais princípios, se encontra o do caráter democrático e descentralizado da administração, mediante gestão quadripartite, com participação dos trabalhadores, dos empregadores, dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados. Pois então, amigos, o CNPS é um ótimo exemplo da aplicação prática desse princípio constitucional. Ao CNPS compete, dentre outras atribuições: Estabelecer diretrizes gerais e apreciar as decisões de políticas aplicáveis à Previdência Social; Participar, acompanhar e avaliar sistematicamente a gestão previdenciária; apreciar e aprovar os planos e programas da Previdência Social; Apreciar e aprovar as propostas orçamentárias da Previdência Social; Apreciar a prestação de contas anual a ser remetida ao Tribunal de Contas da União; e Acompanhar a aplicação da legislação pertinente à Previdência Social O CNPS tem como membros 6 representantes do Governo Federal e 9 representantes da sociedade civil. Dentre estes, 3 são representantes dos aposentados e pensionistas; 3 dos trabalhadores em atividade; e 3 dos empregadores Os membros do CNPS e seus respectivos suplentes serão nomeados pelo Presidente da República, tendo os representantes 6

7 titulares da sociedade civil mandato de 2 anos, podendo ser reconduzidos, de imediato, uma única vez O CNPS reunir-se-á, ordinariamente, uma vez por mês, por convocação de seu Presidente, não podendo ser adiada a reunião por mais de 15 dias se houver requerimento nesse sentido da maioria dos conselheiros Poderá ser convocada reunião extraordinária por seu Presidente ou a requerimento de 1/3 de seus membros, conforme dispuser o regimento interno do CNPS Aos membros do CNPS, enquanto representantes dos trabalhadores em atividade, titulares e suplentes, é assegurada a estabilidade no emprego, da nomeação até um ano após o término do mandato de representação, somente podendo ser demitidos por motivo de falta grave, regularmente comprovada através de processo judicial. 4. Beneficiários do Regime Geral de Previdência Social são os destinatários dos benefícios e dos serviços da Previdência Social. Subdividem-se em segurados e dependentes Somente as pessoas físicas podem ser beneficiárias do RGPS; as jurídicas jamais! Os segurados recebem proteção previdenciária em razão de suas contribuições para o Regime. Já os dependentes recebem proteção em virtude da relação que possuem com os segurados Os dependentes são divididos em três classes: 7

8 1ª - Cônjuge, companheiro e filhos não emancipados, de qualquer condição, menores de 21 anos ou inválidos ou que tenham deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave; Em relação a esta classe a dependência econômica é presumida, bastando que o dependente comprove sua relação com o segurado (por exemplo, o filho deve apresentar a certidão de nascimento). 2ª Pais; Nesta classe, a dependência econômica e a inexistência de dependentes da classe preferencial deverão ficar demonstradas. A dependência econômica se comprova pela apresentação de elementos que formem convicção nesse sentido, a exemplo de conta bancária conjunta, mesmo domicílio, inclusão no imposto de renda, prova de encargos domésticos (Decreto 3.048/99, art. 22, 3º). 3ª Irmãos não emancipados, de qualquer condição, menores de 21 anos ou inválidos ou que tenham deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave. Também nesta classe deverá ser comprovada a dependência econômica, bem como a inexistência de dependentes das classes anteriores Os segurados obrigatórios do RGPS são: empregado, contribuinte individual, empregado doméstico, trabalhador avulso e segurado especial. São considerados obrigatórios, porque, ainda que não queiram, devem se filiar ao RPGS. Estão obrigatoriamente ligados a esse regime Algumas pessoas podem, também, se assim desejarem, ingressar no RGPS na condição de segurados. Trata-se de exceção à regra da filiação 8

9 obrigatória, que visa a atender ao princípio da universalidade da cobertura e do atendimento. São os segurados facultativos. DICA DE MEMORIZAÇÃO (Segurados do RGPS) C A D E S F C = Contribuinte individual A = Avulso D = Doméstico E = Empregado S = Segurado especial F = Facultativo 4.5. Aos segurados do RGPS se aplicam dois importantes institutos do Direito Previdenciário: a filiação e a inscrição Filiação é o vínculo jurídico estabelecido entre a Previdência e as pessoas que para ela contribuem. Dessa vinculação, decorrem direitos e obrigações: direito à proteção, quando surgirem as necessidades sociais (incapacidade, idade avançada, prisão), e obrigação de verter contribuições para o RGPS A filiação se origina automaticamente do exercício de atividade remunerada. De modo geral, antecede à inscrição, visto que está ligada à atividade (basta um dia de trabalho!). Para o segurado facultativo, porém, a filiação é consequência da inscrição formalizada pelo pagamento da primeira contribuição no prazo 9

10 legal. Esta é a única situação em que a inscrição pode anteceder à filiação Inscrição é a formalização do cadastramento do segurado no RGPS, mediante apresentação de dados pessoais e de outros elementos úteis à sua caracterização, os quais serão inseridos no Cadastro Nacional de Informações Sociais CNIS Tal procedimento gera o Número de Identificação do Trabalhador NIT, que poderá ser o número do Programa de Integração Social PIS, do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público PASEP ou outro criado pela Previdência Atenção! A filiação dos segurados obrigatórios é automática e decorre do exercício de atividade remunerada; já a inscrição depende do efetivo cadastramento no RGPS A idade mínima para inscrição dos segurados obrigatórios é, em regra, de 16 anos. Todavia, em relação ao menor aprendiz (que é considerado empregado para fins previdenciários), a inscrição pode ser feita a partir dos 14 anos. Vale ressaltar que, a partir da Lei Complementar 150/2015, a idade mínima para inscrição do empregado doméstico é de 18 anos. 5. Empregado - O conceito de empregado para fins previdenciários é mais amplo do que aquele utilizado pelo Direito do Trabalho. Abrange não apenas a pessoa física que labora com subordinação e onerosidade, em caráter não eventual, mas também diversos tipos de trabalhadores, a exemplo dos servidores que ocupam, 10

11 exclusivamente, cargos em comissão, desde que não estejam vinculados a Regime Próprio de Previdência Social São considerados como empregados para fins previdenciários: Aquele que presta serviço de natureza urbana ou rural a empresa, em caráter não eventual, sob remuneração e subordinação, inclusive o diretor empregado Nessa primeira tipificação, foi praticamente transcrito o conceito de empregado para fins trabalhistas, com a inclusão da figura do rural, e com menção expressa do diretor empregado, que ocupa cargo de direção, mas mantém as características da relação de emprego (onerosidade, subordinação, não eventualidade) Aquele que, contratado por empresa de trabalho temporário, definida em legislação específica, trabalha para atender necessidade transitória de substituição de pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviço de outras empresas O brasileiro ou o estrangeiro domiciliado e contratado no país para trabalhar como empregado no exterior, em sucursal ou agência de empresa constituída sob a lei brasileira e com sede e administração no Brasil Assim, brasileiros e estrangeiros domiciliados e contratados no Brasil para trabalhar em outro país são considerados empregados, desde que a empresa na qual prestarão serviços tenha sido constituída conforme a lei brasileira e que tenha sede e administração no Brasil. 11

12 Como exemplo, podemos citar os trabalhadores de grandes construtoras brasileiras (Odebrecht) que são transferidos para outros países nos quais haja filial ou agência dessas empresas O brasileiro ou o estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil para trabalhar como empregado em empresa domiciliada no exterior com maioria do capital votante pertencente à empresa constituída sob as leis brasileiras, que tenha sede e administração no País e cujo controle efetivo esteja em caráter permanente sob a titularidade direta ou indireta de pessoas físicas domiciliadas e residentes no País ou de entidade de direito público interno Essa situação é um desdobramento daquela do item anterior. Parece complicada, mas vamos desatar o nó! Brasileiros ou estrangeiros domiciliados e contratados no Brasil que forem trabalhar no exterior são considerados empregados desde que a empresa para qual trabalhem tenha, ao mesmo tempo: a) maioria do capital votante pertencente à empresa constituída de acordo com a legislação pátria; b) que tal empresa tenha sede e administração no Brasil; e c) que o controle efetivo dessa empresa seja de pessoas físicas, nacionais ou estrangeiras, domiciliadas e residentes no Brasil ou de entidades de direito público interno (União, Estados, Autarquias etc.) Um exemplo vai ajudar, não é, amigos!? 12

13 A empresa SOLUMED, constituída conforme a legislação pátria, com sede e administração em Salvador, cujo controle efetivo é da família Moreira, e cuja titularidade é de pessoas físicas domiciliadas e residentes na Bahia, detém a maioria do capital votante da empresa MEDTOWN, que é domiciliada no Chile. Késia, farmacêutica recém especializada, foi contratada para trabalhar no chile para a empresa MEDTOWN. Nessa situação, Késia é segurada obrigatória do RGPS, na qualidade de empregada Aquele que presta serviço no Brasil a missão diplomática ou a repartição consular de carreira estrangeira e a órgãos a ela subordinados, ou a membros dessas missões e repartições, excluídos os estrangeiros sem residência permanente no Brasil e o brasileiro amparado por legislação previdenciária do país da respectiva missão ou repartição Amigos, missão diplomática e repartição consular se equiparam, para fins previdenciários, a uma empresa. Quando uma delas contrata brasileiro residente, este será considerado como empregado, salvo se amparado por legislação própria do país estrangeiro São exemplos desses empregados os brasileiros contratados como intérpretes permanentes por um determinado consulado situado no Brasil, desde que não estejam amparados por legislação do próprio consulado O brasileiro civil que trabalha para a União no exterior, em organismos oficiais internacionais dos quais o Brasil seja membro 13

14 efetivo, ainda que lá domiciliado e contratado, salvo se amparado por regime próprio de previdência social. Atenção! Muito cobrado! Ou seja, amigos, se o brasileiro que trabalha no exterior estiver a serviço da União, será considerado empregado. Porém, muita atenção! Se esse brasileiro não estiver a serviço da União e trabalhar para organismo internacional do qual o Brasil faça parte, será enquadrado como contribuinte individual O brasileiro civil que presta serviços à União no exterior, em repartições governamentais brasileiras, lá domiciliado e contratado, inclusive o auxiliar local que, por proibição legal, não possa se filiar ao sistema previdenciário local A regra é de que o brasileiro que trabalha para a União no exterior é empregado, ainda que lá domiciliado e contratado Quanto ao auxiliar local (brasileiro ou estrangeiro admitidos para prestarem serviços de apoio, por conhecerem bem os costumes e cultura locais Lei /2006, art. 56), este somente será enquadrado como empregado caso não possa se filiar ao sistema previdenciário local Os servidores da União, dos Estados, DF e Municípios, e suas autarquias e fundações, que ocupem exclusivamente cargos em comissão assim declarados em lei como de livre nomeação e exoneração. Atenção! Pode vir na prova! Os exemplos mais comuns desses empregados são os Ministros de Estado, Secretários de governo e os diretores de 14

15 autarquias ou fundações, que exerçam, com exclusividade, esses cargos em comissão Os servidores dos Estados, DF e Municípios, suas autarquias e fundações, que não possuam RPPS Notem que a União não foi citada, pois os servidores públicos federais já possuem regime próprio, regulado pela Lei 8.112/90. Quanto aos demais entes federativos, estes podem optar por instituir o RPPS Os escreventes e auxiliares contratados por titulares de serviços notariais a partir de 21 de novembro de 1994, bem como aquele que optou pelo RGPS São os contratados por notários e tabeliães para trabalharem nas respectivas serventias. É importante ressaltar que os notários e tabeliães enquadram-se na categoria de contribuintes individuais Os exercentes de mandato eletivo federal, estadual e municipal não amparados por RPPS. Atenção! Pode vir na prova! Amigos, os que exercem mandato eletivo são o Presidente da República, senadores, governadores, deputados federais, deputados estaduais, deputados distritais e vereadores. Se estas pessoas estiverem amparadas por RPPS, estarão excluídas do RGPS O bolsista e o estagiário que prestam serviços à empresa, em desacordo com a Lei do Estágio (11.788/2008). 15

16 Cuidado, pessoal! Aqui estamos tratando das situações que desobedecem a Lei do Estágio! Se os requisitos desta não forem observados, haverá o enquadramento do bolsista e estagiário como empregados do RGPS. Se houver consonância com referida Lei, eles serão segurados facultativos e não obrigatórios! Exemplo: Beto, contratado para estagiar na empresa BICO D OURO, passa a exercer atividades incompatíveis com o aprendizado, tornando-se responsável por conduzir uma equipe na empresa, descumprido os requisitos da Lei /2008. Nessa situação, Beto é classificado como empregado do RGPS O servidor contratado pela União, Estado, Distrito Federal ou Município, bem como pelas respectivas autarquias e fundações, por tempo determinado, para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público, nos termos do inciso IX do art. 37 da Constituição Federal O servidor da União, Estado, Distrito Federal ou Município, incluídas suas autarquias e fundações, ocupante de emprego público. Atenção! Pode vir na prova! Amigos, os empregados públicos são aqueles contratados mediante concurso público, mas regidos pelas normas da CLT. No campo previdenciário, são classificados como empregados. Como exemplo, na esfera federal, temos os empregados de conselhos de fiscalização (CFM, CFC). 16

17 O empregado de organismo oficial internacional ou estrangeiro em funcionamento no Brasil, salvo quando coberto por regime próprio de previdência social O trabalhador rural contratado por Produtor Rural Pessoa Física, na forma do art. 14-A da Lei n 5.889/1973 (Lei do Trabalho Rural), para o exercício de atividades de natureza temporária por prazo não superior a 2 meses dentro do período de 1 ano Trata-se de situação específica relativa ao trabalho rural temporário. Nos termos da lei citada, o trabalhador contratado por Produtor Rural é considerado como segurado empregado! O aprendiz, maior de 14 e menor de 24 anos, ressalvado o portador de deficiência, ao qual não se aplica o limite máximo de idade, sujeito à formação técnico-profissional metódica, sob a orientação de entidade qualificada, conforme disposto CLT. Atenção! Item recorrente em provas! 5.2. A inscrição do empregado no RGPS ocorre por meio do preenchimento dos documentos que o habilite ao exercício da atividade, formalizado pelo contrato de trabalho. Ou seja, amigos, a inscrição do empregado é feita diretamente pela empresa, no documento declaratório a ser encaminhado todo mês à Previdência. Tal documento é a famosa GFIP Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social. 6. Empregado Doméstico - Segundo o art. 1º da LC 150/2015, empregado doméstico é aquele que presta serviço de forma contínua, subordinada, onerosa e pessoal, 17

18 sem finalidade lucrativa, à pessoa ou à família, no âmbito residencial destas, por mais de dois dias por semana A citada LC também trouxe outra importante previsão quanto à idade mínima para contratação do empregado doméstico, que é de 18 anos Na falta de algum dos requisitos mencionados, poderá haver enquadramento em outra categoria de segurado obrigatório Assim, se houver finalidade lucrativa (o doméstico atuando na produção de doces e brigadeiros para o empregador vender, por exemplo), será considerado empregado Além disso, se o trabalho for exercido apenas 1 dia por semana, a atividade será a de diarista, a qual se enquadra como contribuinte individual É preciso atenção para os exemplos de empregados domésticos. Além daqueles comumente conhecidos no dia a dia, podem ser incluídos nesta categoria os jardineiros, motoristas, caseiros, cuidadores, babás A inscrição do empregado doméstico no RGPS se dá pela apresentação de documento que comprove a existência de contrato de trabalho. Deverá ser feita no próprio INSS, em suas agências ou pela internet. Atenção! Foi instituído pela LC 150/2015 o Simples Doméstico, que é o regime unificado de pagamento de tributos, de contribuições e dos demais encargos do empregador doméstico. Dentro do portal eletrônico esocial, o empregador deverá informar as obrigações trabalhistas, previdenciárias, fiscais, de apuração de tributos e do FGTS. 18

19 7. Trabalhador avulso Avulso é a pessoa física, sindicalizada ou não, que presta serviço de natureza urbana ou rural a diversas empresas, sem vínculo empregatício, com a intermediação obrigatória do sindicato ou do órgão gestor de mão de obra - OGMO Amigos, a principal diferença entre o trabalhador avulso e o trabalhador eventual (classificado como contribuinte individual), é que para o avulso a intermediação do sindicato ou do OGMO é obrigatória, de modo que a autonomia desse trabalhador é bastante mitigada se comparada a do trabalhador eventual contribuinte individual O trabalhador avulso pode ser portuário ou não portuário: Portuário é aquele que, sem vínculo empregatício, registrado ou cadastrado no OGMO, com a intermediação obrigatória deste, nos termos da Lei nº 9.719/1998, e da Lei nº /2013, presta serviços de capatazia, estiva, conferência de carga, conserto de carga, bloco e vigilância de embarcações na área dos portos organizados, a diversos operadores portuários Não portuário é aquele que, com a intermediação do sindicato, presta serviços de carga e descarga de mercadorias de qualquer natureza; trabalha em alvarenga (embarcação para carga e descarga de navios); ensaca café, cacau, sal e similares; trabalha na indústria de extração de sal; classifica, movimenta e empacota mercadorias em portos. Também pode atuar em atividades de costura, pesagem, embalagem, reparação da carga, carga e descarga em feiras livres, dentre outros É importante ressaltar que o avulso não portuário pode trabalhar ou não nos portos. O que o diferencia do avulso portuário é que este é 19

20 intermediado pelo OGMO, enquanto que aquele é intermediado pelo sindicato A inscrição do filiado trabalhador avulso será formalizada com o cadastramento e registro no sindicato ou órgão gestor de mão de obra, responsável pelo preenchimento dos documentos que o habilitem ao exercício de atividade, sendo a inclusão automática no Cadastro Nacional de Informações Sociais - CNIS proveniente da declaração prestada em GFIP. 8. Segurado especial Trata-se de uma espécie de trabalhador rural, que recebe tratamento diferenciado em relação aos demais trabalhadores do RGPS. Daí a sua denominação segurado especial. 8.1 De fato, dentre outras peculiaridades, merece destaque o fato de que essa categoria de segurado não contribui sobre o salário de contribuição, mas sim sobre o resultado da comercialização da produção rural (alíquota de 2,1%), conforme 8º, do art. 195, da Constituição Federal Além disso, o segurado especial não precisa comprovar número mínimo de contribuições mensais a título de carência para fazer jus aos benefícios do INSS, mas sim tempo de atividade rural no período imediatamente anterior ao requerimento do benefício, a exemplo da aposentadoria rural (Lei 8,213/91, art. 48, 2º) Reparem que o segurado especial é obrigado a contribuir, porém não precisa comprovar o pagamento das contribuições para fins de benefício previdenciário. É uma situação peculiar em nossa matéria! Em regra, ele terá direito somente a benefícios no valor de um salário mínimo. Caso tenha interesse em receber valor maior, o segurado 20

21 especial pode contribuir, facultativamente, da mesma forma que o contribuinte individual ou facultativo, com a alíquota de 20% sobre o salário de contribuição (Lei 8.212/91, art. 25, 1º) Fiquem tranquilos! Estudaremos as formas de contribuição do segurado especial (e de todos os outros) em nossa rodada sobre financiamento da seguridade social. 8.2 Atualmente, a legislação previdenciária define o segurado especial como a pessoa física residente em imóvel rural ou aglomerado urbano ou rural próximo que, individualmente ou em regime de economia familiar, ainda que com auxílio eventual de terceiros, exerce atividade na condição de: A) Produtor: A.1) agropecuário em área, contínua ou não, de até quatro módulos fiscais; A.2) seringueiro ou extrativista vegetal, em qualquer área, que faça dessas atividades o principal meio de vida. Notem, amigos, que o produtor rural que exerce atividade agropecuária (agricultura ou pecuária) apenas será classificado como segurado especial se exercer atividade em área de até 4 módulos fiscais (esta é uma unidade de medida, em hectares, cujo valor é fixado pelo INCRA para cada município. Exemplo: Caetité-Ba 1 MF = 65 ha; Montes Claros-MG 1 MF = 40 ha). Se houver superação desse limite, o segurado perde a aludida classificação e passa a ser considerado como contribuinte individual. Já em relação ao produtor que exerce atividade de seringueiro ou de extrativista vegetal (sistema de exploração baseado na coleta e extração, de modo sustentável, de recursos naturais renováveis), não existe limitação da área, sendo apenas exigido que o produtor faça dessas atividades o principal meio de vida. 21

22 Enquadra-se como produtor rural, dentre outros, o proprietário, usufrutuário, possuidor, assentado, acampado, parceiro, meeiro, comodatário, quilombola. B) Pescador artesanal ou assemelhado que faça da pesca profissão habitual ou principal meio de vida e que, além disso, não utilize embarcação ou utilize embarcação de pequeno porte, assim considerada aquela de até 20 AB - Arqueação bruta. Dessa forma, amigos, não é qualquer tipo de pescador que será considerado segurado especial, mas somente aqueles que, individualmente ou em regime de economia familiar, façam da pesca sua profissão habitual ou principal meio de vida, desde que: 1 Não utilizem embarcação; 2 Utilizem apenas embarcação de pequeno porte (até 20 AB). Se tais requisitos forem descumpridos, o segurado será considerado como contribuinte individual do RGPS. Considera-se assemelhado ao pescador artesanal aquele que realiza atividade de apoio à pesca artesanal, exercendo trabalhos de confecção e de reparos de artes e petrechos de pesca e de reparos em embarcações de pequeno porte ou atuando no processamento do produto da pesca artesanal (Decreto 3.048/99, art. 9º, 14-A). C) Cônjuge/companheiro ou filho maior de 16 anos que tenham participação ativa nas atividades rurais ou pesqueiras artesanais do grupo familiar. Reparem que a condição de segurado especial também é estendida ao cônjuge, companheiro ou filho maior de 16 anos que, comprovadamente, trabalhem com o grupo familiar respectivo. 22

23 8.3. É irrelevante a nomenclatura utilizada para o segurado especial nas diferentes regiões do país, a exemplo de lavrador ou agricultor, cabendo a efetiva comprovação da atividade rural exercida, seja individualmente ou em regime de economia familiar Regime de economia familiar é aquele voltado para a subsistência e desenvolvimento socioeconômico do grupo familiar, em condições de mútua dependência e colaboração, sem a utilização de empregados permanentes, independentemente do valor auferido pelo segurado especial com a comercialização de sua produção O indígena reconhecido pela FUNAI também se enquadra como segurado especial, observados os requisitos legais, desde que exerça a atividade rural individualmente ou em regime de economia familiar e faça dessas atividades o principal meio de vida e de sustento Amigos, é importante sabermos que o 8º, do art. 11, da Lei 8.213/91, autoriza que o segurado especial exerça determinadas atividades sem que ocorra a descaracterização de sua condição. Vejamos quais são esses casos: A outorga, por meio de contrato escrito de parceria, meação ou comodato, de até 50% de imóvel rural cuja área total não seja superior a 4 módulos fiscais, desde que outorgante e outorgado continuem a exercer a respectiva atividade, individualmente ou em regime de economia familiar Notem que há requisitos para que a outorga por parceira (contrato em que se partilham lucros ou prejuízos), por meação (contrato em que se partilham os rendimentos ou custos) ou por comodato (contrato por empréstimo gratuito) não descaracterize o segurado especial: 1 Contrato escrito; 2 Imóvel de até 4 23

24 módulos fiscais, com cessão de até 50% de sua área; 3 Outorgante e outorgado devem continuar a exercer suas atividades individualmente ou em regime de economia familiar A exploração da atividade turística da propriedade rural, inclusive com hospedagem, por não mais de 120 dias ao ano Exemplo: Luciana, segurada especial, hospeda onerosamente turistas em sua propriedade na Chapada Diamantina, nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Nessa situação, ela mantém a qualidade de segurada especial A participação em plano de previdência complementar instituído por entidade classista a que seja associado em razão da condição de trabalhador rural ou de produtor rural em regime de economia familiar Amigos, notem que o plano de previdência citado deve possuir natureza rural! Urbana não pode! Ser beneficiário ou fazer parte de grupo familiar que tem algum componente que seja beneficiário de programa assistencial oficial de governo Assim, por exemplo, o segurado especial poderá receber bolsa família A utilização pelo próprio grupo familiar, na exploração da atividade, de processo de beneficiamento ou industrialização artesanal, assim entendido aquele realizado pelo próprio produtor rural pessoa física, desde que não sujeitos à incidência de Imposto sobre Produtos Industrializados IPI. 24

25 Beneficiamento ou industrialização artesanal envolvem o trabalho realizado diretamente pelo segurado especial, desde que não sujeito ao IPI. Exemplo: processos de secagem, descaroçamento, lavagem etc A associação em cooperativa agropecuária ou de crédito rural A incidência do Imposto Sobre Produtos Industrializados - IPI sobre o produto da participação do segurado especial em sociedade empresária ou em sociedade simples, como empresário individual ou como titular, de empresa individual de responsabilidade limitada de objeto ou âmbito agrícola, agroindustrial ou agroturístico, considerada microempresa nos termos da LC nº 123/2006, desde que, mantido o exercício da sua atividade rural, a pessoa jurídica componha-se apenas de segurados de igual natureza e tenha sede no mesmo município ou em município limítrofe àquele em que eles desenvolvam suas atividades Atenção aqui, amigos! A regra geral é de que a incidência de IPI descaracteriza o segurado especial. Contudo isso não ocorrerá caso o SE: 1 Integre sociedade empresária; 2 Integre sociedade simples; 3 Seja empresário individual; 4 Seja titular de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) de objeto agrícola agroindustrial ou agroturístico, considerada microempresa Vale ressaltar que as referidas pessoas jurídicas devem ser compostas apenas de segurados especiais; bem como ter sede no mesmo município ou em outro limítrofe Outra permissão conferida ao segurado especial, por meio do 7º, do art. 11, da Lei 8.213/91, também merece destaque: 25

26 O grupo familiar poderá contratar trabalhadores, por prazo determinado, à razão de, no máximo, 120 pessoas/dia dentro do ano civil, em períodos corridos ou intercalados, ou, ainda, por tempo equivalente em horas de trabalho, à razão de oito horas/dia e 44 horas/semana, não devendo ser computado o período em que o trabalhador se afasta em decorrência da percepção de auxílio-doença Na prática, podem ocorrer as seguintes situações: contratação de 1 empregado por 120 dias; 2 por 60 dias; 3 por 40 dias; 4 por 30 dias. Pode-se chegar ao extremo de se utilizar 120 empregados por um dia É importante sabermos que o segurado especial, em regra, não poderá possuir outra fonte de rendimento. Mas há situações em que, por exceção, outra fonte de rendimento é permitida, desde que, nos termos do 9º, do art. 11, da Lei 8.213/91, seja decorrente de: Benefício de pensão por morte, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão, cujo valor não supere o do menor benefício de prestação continuada da Previdência Social (ou seja, desde que não supere 1 salário mínimo) Notem, amigos, que a Lei é taxativa. Assim, o recebimento de benefício que não conste do referido rol, a exemplo de uma aposentadoria por idade, leva à perda da qualidade de segurado especial Benefício previdenciário pela participação em plano de previdência complementar Amigos, nos termos do 8º, do art. 11, da Lei 8.213/91, não descaracteriza a condição de segurado especial a participação em 26

27 plano de previdência complementar instituído por entidade classista a que seja associado em razão da condição de trabalhador rural ou de produtor rural em regime de economia familiar Atenção! Não é toda previdência complementar que é permitida, mas tão somente aquela relativa ao rural Exercício de atividade remunerada em período não superior a 120 dias, corridos ou intercalados, no ano civil Assim, por exemplo, o segurado especial poderá trabalhar como pedreiro numa construção civil sem perder sua qualificação, desde que respeitado o prazo legal. Porém, ao exercer esse ofício, contribuirá como segurado empregado ou contribuinte individual, conforme o caso Exercício de mandato eletivo de dirigente sindical de organização da categoria de trabalhadores rurais Exercício de mandato de vereador do Município em que desenvolve a atividade rural ou de dirigente de cooperativa rural constituída, exclusivamente, por segurados especiais Olha que interessante: o SE poderá ser vereador, desde que do município onde exerça sua atividade. Notem que a permissão é somente a vereança, outros cargos políticos (deputado, governador etc.) descaracterizam aludida classificação Seja como vereador, seja como dirigente de cooperativa rural, os SE devem contribuir em relação a tais atividades. 27

28 Parceria ou meação de até 50% da área, contínua ou descontínua, igual ou inferior a quatro módulos fiscais, desde que ambos, outorgante e outorgado, continuem a exercer a respectiva atividade, individualmente ou em regime de economia familiar Atividade artesanal desenvolvida com matéria-prima produzida pelo respectivo grupo familiar (sem limitação mensal dos rendimentos), podendo ser utilizada matéria-prima de outra origem, desde que a renda mensal obtida nesta atividade não exceda ao menor benefício de prestação continuada da Previdência Social (ou seja, desde que não supere 1 salário mínimo) Atividade artística, desde que em valor mensal inferior ao menor benefício de prestação continuada da Previdência Social (ou seja, desde que não supere 1 salário mínimo) Caso não sejam observadas as regras expostas, o segurado especial perderá seu enquadramento conforme demonstrado no quadro a seguir: Motivo da perda Descumprimento de algum requisito legal ou enquadramento em outra categoria de segurado. Momento da perda Primeiro dia do mês em que ocorrer o descumprimento (regra geral). Contratação de trabalhadores, por prazo determinado, razão superior a 120 pessoas/dia dentro do ano civil. Exercício de atividade remunerada, urbana ou rural, por mais de 120 dias por ano. Primeiro dia do mês seguinte ao do descumprimento. Exploração de atividade de turismo por mais de 120 dias por ano. 28

29 9. Contribuinte individual - Trata-se da categoria de segurado obrigatório decorrente da fusão das categorias empresários, autônomos e equiparados a autônomos. Tal reunião foi promovida pela Lei 9.876, de 26 de novembro de Amigos, para a prova, a dica é guardar bem as peculiaridades de cada categoria de segurado. No caso do contribuinte individual, cujo rol de situações é imenso, conseguiremos acertar boa parte das questões com base na regra da exclusão: Ao se analisar o caso concreto, não será contribuinte individual aquele que detiver os requisitos da relação de emprego (empregado); vincular-se a regime próprio de previdência (RPPS); trabalhar com a intermediação de sindicato ou de órgão gestor de mão de obra (trabalhador avulso); atender aos requisitos do segurado especial; enquadrar-se como doméstico São considerados como contribuinte individuais para fins previdenciários: Pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade agropecuária (agrícola, pastoril ou hortifrutigranjeira), a qualquer título, em caráter permanente ou temporário, em área, contínua ou descontínua, superior a 4 módulos fiscais ou, se inferior, com auxílio de empregados ou prepostos Nessa hipótese, a classificação do segurado como contribuinte individual decorre da descaraterização da qualidade de segurado especial, visto que o tamanho da área explorada superou o limite estipulado pela Lei /2008. Do mesmo modo, ainda que observado o limite, se houver contratação de 29

30 empregados, a pessoa física será contribuinte individual e não segurado especial Pessoa física que explora atividade de extração mineral garimpo, independentemente da área ou da utilização de empregados ou prepostos É preciso atenção com a figura do garimpeiro. Muitas questões de concurso afirmam, para confundir os candidatos, que o garimpeiro é segurado especial. Está incorreto. Trata-se de contribuinte individual. Porém, por disposição constitucional (CF, art. 201, 7º, II), o garimpeiro tem direito à redução de 5 anos na idade da aposentadoria por idade, desde que comprove atividade em regime de economia familiar. Olha aí uma questão provável de cair! Ministro de confissão religiosa ou membros de entidades de vida consagrada São os padres, pastores, freiras, monges, que se dedicam ao ministério religioso. Mais uma que pode vir na prova! O brasileiro civil que trabalha no exterior para organismo internacional do qual o Brasil seja membro efetivo, ainda que lá contratado ou domiciliado, salvo se acobertado por RPPS É preciso diferenciar. Se o trabalho for para a União em organismo do qual o Brasil seja membro, haverá a figura do empregado. Se não for para a União, será contribuinte individual Por exemplo, um brasileiro, com notórios conhecimentos em direitos humanos, que é contratado para 30

31 trabalhar na Organização das Nações Unidas, sem estar a serviço da União, é contribuinte individual O associado eleito para dirigir cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, e também o síndico, desde que recebam remuneração Nesse item, a atenção deve recair sobre a exigência de que haja remuneração em qualquer dos casos Além disso, o síndico de condomínio sem remuneração direta, mas com isenção da taxa condominial, é considerado contribuinte individual. Outra aposta minha para a prova! Somente se o trabalho do síndico for gratuito, sem onerosidade direta ou indireta, é que ele poderá se filiar ao RGPS na condição de segurado facultativo O Micro Empreendedor Individual - MEI, de que tratam os arts. 18-A e 18-C, da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, que opte pelo recolhimento dos impostos e contribuições abrangidos pelo Simples Nacional em valores fixos mensais De acordo com o art. 18-A, da LC 123/2006, considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 do Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, de até R$ ,00, optante pelo Simples Nacional O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido, previsto na Lei Complementar n.º 123/2006, aplicável às Microempresas (ME) e às Empresas de Pequeno Porte (EPP). 31

32 Conforme legislação tributária, a opção pelo enquadramento como MEI significa que o empresário (contribuinte Individual) deverá recolher a sua contribuição social com a aplicação da alíquota de 5% sobre o limite mínimo mensal do salário de contribuição, que é o salário mínimo (Lei n.º 8.212/1991, art. 21, 2º, inciso II, alínea a ) Com essa forma de recolhimento, o MEI não fará jus ao benefício de aposentadoria por tempo de contribuição, tampouco poderá se valer da contagem recíproca de tempo de contribuição para obtenção de benefícios previdenciários no âmbito de algum RPPS Se desejar computar o tempo para fins do benefício citado ou para a contagem recíproca, o empresário deverá complementar a contribuição mensal já quitada, mediante recolhimento do valor correspondente à diferença entre o percentual pago (5%) e aquele que garante o efetivo benefício ao segurado (20%), acrescido dos juros moratórios de que trata a Lei n.º 9.430/1996. Em outras palavras, o MEI deve pagar 15% sobre todos os seus salários de contribuição acrescentados dos juros moratórios O médico residente de que trata a Lei nº 6.932/1981, na redação dada pela Lei nº / É comum o pensamento equivocado de que o médico residente pode ser segurado facultativo do RGPS. Portanto, cuidado! O residente é contribuinte individual. 32

33 Porém, a situação do médico plantonista é diferente. Este, para fins previdenciários, é considerado como segurado empregado, nos termos do art. 6º, XXVI, da Instrução Normativa RFB 971/ O notário ou tabelião e o oficial de registros ou registrador, titular de cartório, que detêm a delegação do exercício da atividade notarial e de registro, não remunerados pelos cofres públicos, admitidos a partir de 21 de novembro de 1994, data da publicação da Lei nº 8.935, de 18 de novembro de Amigos, não se deve confundir a situação dos titulares de serviços notarias, que são contribuintes individuais, com a de seus escreventes e auxiliares, pois estes são considerados empregados Todos os sócios da sociedade em nome coletivo e de capital e indústria Sociedade em nome coletivo, de acordo com o código civil, é aquela em que todos os sócios devem ser, necessariamente, pessoas físicas que respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais A sociedade de capital e indústria é aquela em que um dos sócios concorre unicamente com trabalho, atividade e indústria, e os outros somente com o capital. Esta forma societária não existe mais, de acordo com o Código Civil de O diretor não empregado e o membro de conselho de administração de sociedade anônima. 33

34 Diretor não empregado é aquele que, eleito para cargo de direção de sociedade anônima, não mantém as qualidades inerentes à relação de emprego (subordinação, onerosidade e não eventualidade). O conselho de administração é o órgão que estabelece as orientações gerais do negócio da S.A O sócio-gerente e o sócio cotista que recebam remuneração decorrente do seu trabalho e o administrador não empregado da sociedade por cotas de responsabilidade limitada, urbana ou rural O sócio-gerente é o que tem poderes para gerir o negócio e contrair obrigações em nome da empresa. Já o cotista apenas detém uma fração do capital social Para que ambos sejam considerados contribuintes individuais, deve estar presente a onerosidade, que pode ser comprovada, por exemplo, pela retirada pró-labore, que é a remuneração que o sócio recebe pelo trabalho executado na empresa A sociedade por cotas de responsabilidade limitada é aquela na qual a responsabilidade dos sócios pelo pagamento das obrigações das empresas está, em regra, adstrita à integralização do capital social. Desde o Código Civil de 2002, são denominadas apenas de Sociedades Limitadas (art , CC) O cooperado de cooperativa de produção que receba remuneração pelos serviços prestados à cooperativa Cooperativa é a reunião de pessoas com objetivos comuns, que, reciprocamente, se obrigam a contribuir com bens ou 34

35 serviços para o exercício de uma atividade econômica, sem finalidade lucrativa Nos termos do art. 210, da IN RFB 971/2009, cooperativa de produção é a sociedade que, por qualquer forma, detém os meios de produção e seus associados contribuem com serviços laborativos ou profissionais para a produção em comum de bens. Exemplo: Cooperativas de artesãos Também os associados à cooperativa de trabalho são considerados contribuintes individuais. Tal cooperativa, nos termos do art. 209, da IN RFB 971/2009, é a sociedade formada por operários, artífices, ou pessoas da mesma profissão ou ofício ou de vários ofícios de uma mesma classe, que, na qualidade de associados, prestam serviços a terceiros por seu intermédio. Exemplo: Cooperativas de taxistas Cuidado! A pessoa contratada para atender as ligações e distribuir as corridas dos táxis é segurada empregada O pescador artesanal que utilize embarcações de médio e grande porte O pescador artesanal, para ser considerado como segurado especial, não deve utilizar embarcação ou utilizar aquela considerada como de pequeno porte (até 20 AB), nos termos do Decreto nº 8.424, de A definição das embarcações de baixo, médio e grande porte encontra-se na Lei nº , de

36 A pessoa física contratada para prestação de serviço em campanhas eleitorais por partido político ou por candidato a cargo eletivo, diretamente ou por meio de comitê financeiro, em razão do disposto no art. 100, da Lei nº 9.504, de 30 de setembro de É bastante comum, em períodos eleitorais, a contratação de pessoas para distribuírem panfletos ou realizarem propagandas em vias públicas. Segundo o art. 100, da lei citada, a contratação de pessoal para prestação de serviços nas campanhas eleitorais não gera vínculo empregatício com o candidato ou partido contratantes O membro do Conselho Tutelar de que trata o art. 132, da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA), quando remunerado, salvo disposição em contrário estabelecida por lei municipal ou distrital, conforme previsto no art. 134 da Lei nº 8.069, alterado pela Lei nº , de 25 de julho de De acordo com o ECA, o Conselho Tutelar é órgão permanente e autônomo, desvinculado do poder judiciário, com atribuição de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente Segundo o art. 132, em cada município deverá ter, pelo menos, um Conselho Tutelar como órgão integrante da administração pública local Os membros desse Conselho, desde que remunerados, são contribuintes individuais, salvo disposição em contrário. 36

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