NORMA PARA O FUNCIONAMENTO DO INTERNATO EM MEDICINA NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA - ES

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1 1 PREFEITURA DE VITÓRIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE GERÊNCIA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE NORMA PARA O FUNCIONAMENTO DO INTERNATO EM MEDICINA NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA - ES VITÓRIA 2009

2 2 FICHA CATALOGRÁFICA - Norma para o funcionamento do internato no município de Vitória/ES Vitória (ES). Prefeitura Municipal de Vitória. Secretaria Municipal de Saúde. Gerência de Formação e Desenvolvimento em Saúde. Normas para o funcionamento do internato em medicina no município de Vitória - ES. Vitória: PMV, p. 1. Educação Permanente. 2. Capacitação 3. Internato I. Título

3 3 Prefeito Municipal de Vitória João Carlos Coser Secretário Municipal de Saúde Luiz Carlos Reblin Subsecretária de Atenção à Saúde Rosane Ernestina Mageste Subsecretária de Apoio Estratégico Catarina Labore Pelacani Gava Gerente de Formação e Desenvolvimento em Saúde Josenan de Alcântara Almeida da Costa Equipe Técnica Grupo de Trabalho de Estágio e Pesquisa Mara Rejane Barroso Barcelos Maria Senhora de Oliveira Alves Leão Mary Cristina França Oliveira Fonseca Sandra Mara Soeiro Boff Tânia Mara Machado Fonseca Colaboração Regina Bermudes Soares Sara Gonçalves Luiz Singlei Ferreira Augusto Digitador Bruno Almeida dos Santos

4 4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO CENÁRIO DA PRÁTICA DO INTERNATO CARACTERIZAÇÃO DO PÚBLICO ALVO ATORES E SUAS CONTRIBUIÇÕES Preceptor Professor/Supervisor FUNCIONAMENTO DO INTERNATO PROCESSO SELETIVO DOS PRECEPTORES MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO INTERNATO COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES COMPETÊNCIAS DA GERÊNCIA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE GFDS COMPETÊNCIAS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE COMPETÊNCIAS DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO COMPETÊNCIAS DO INTERNO CONTRAPARTIDA REFERÊNCIAS... 16

5 5 APRESENTAÇÃO A Secretaria Municipal de Saúde SEMUS, por meio da Gerência de Formação e Desenvolvimento em Saúde - GFDS, vem construindo processos abrangentes de educação permanente, ampliando seu cenário de práticas, através da implantação do Internato para alunos que frequentam o ensino regular de Medicina em instituições parceiras de ensino superior. Nesse sentido, assumimos o compromisso de forma democrática e participativa de organizar e acompanhar as atividades, instituindo um novo contexto relacional e representativo de todos os atores envolvidos, sendo essa uma lógica da Educação Permanente em Saúde para formação de futuros profissionais comprometidos com uma produção de conhecimento de relevância social no campo da saúde pública. Apresentamos este Projeto de Internato na Rede Básica de Atenção à Saúde de Vitória que visa contemplar orientações e responsabilidades, norteando as práticas e fornecendo a todos os atores a dimensão e importância que essa proposta representa para todos os setores da comunidade. Em suma, esta iniciativa visa gerar profissionais conscientes e motivados por implementar políticas de saúde para todos e de forma integral. Josenan de Alcântara Almeida Costa

6 6 1 INTRODUÇÃO Segundo os preceitos da Constituição Federal de 1988, compete ao SUS ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde (BRASIL, 1988, art. 200, inciso III). De acordo com a Lei Orgânica (LOS) de 1990, uma política para os trabalhadores de saúde deverá ter como objetivo organizar um sistema de formação em todos os níveis de ensino, inclusive de pós-graduação, além de programas de permanente aperfeiçoamento de pessoal (Brasil, 1990). O artigo 27 da LOS coloca os serviços de saúde como campos para o ensino e pesquisa, ou seja, como locais de ensinoaprendizagem que mostram a ligação entre a assistência, a gestão e a formação em saúde (BRASIL, 2007). Em 2005, Ministério da Saúde Juntamente com o Ministério da educação instituiram o Pró-Saúde através da Portaria Interministerial nº de cujos objetivos são: oferecer à sociedade profissionais habilitados para responder às necessidades da população brasileira e à operacionalização do SUS; estabelecer mecanismos de cooperação e os gestores do SUS e as escolas de medicina, enfermagem e odontologia, visando a melhoria da qualidade e resolutibilidade da atenção prestada ao cidadão e a integração da rede à formação; incorporar ao processo de formação da Medicina, Enfermagem e Odontologia, abordagem integral ao processo saúdedoença e da promoção de saúde; e ampliar a duração da prática educacional na rede de serviços básicos de saúde (BRASIL, 2005). Em 29 de maio de 2008 foi firmado o Termo de Cooperação Técnica entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, com o objetivo de desenvolver ações de capacitação de recursos humanos na área de saúde (BRASIL, 2008). Ainda em 2008, o Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação instituíram, através da Portaria Interministerial MS/MEC nº 1.802, de 26 de agosto de 2008, o programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde PET-Saúde, visando incentivar a formação profissional nas unidades básicas de saúde municipais e a adequação dos serviços para o desenvolvimento de práticas pedagógicas do SUS. O PET-Saúde constitui-se em um instrumento para viabilizar programas de aperfeiçoamento e especialização em serviço dos profissionais de saúde, bem como de iniciação ao trabalho, estágios e vivências, dirigidos aos estudantes da área, de acordo com as necessidades do SUS (BRASIL, 2008).

7 7 Tendo uma ampla visão de todo esse referencial teórico acerca das diretrizes atuais do Ministério da Saúde e procurando dar respostas às crescentes demandas das Instituições de Ensino Superior do Município de Vitória, a Secretaria Municipal de Saúde de Vitória resolve avançar, instituindo mais um componente da política de integração ensino serviço: o Internato. A participação do município de Vitória na implantação do Internato visa, portanto, contribuir para a melhoria do processo de formação dos futuros profissionais de saúde que possam dar melhores respostas às necessidades da população e a operacionalização do SUS. Além disso, busca a aprimorar a aproximação da academia com os serviços públicos de saúde visando uma transformação do aprendizado, com base na realidade socioeconômica e sanitária. Nesta proposta de internato deve-se levar em conta a importância da integralidade e longitudinalidade das ações, assim como a dimensão individual e coletiva, primando pela ênfase da abordagem interdisciplinar com ampla articulação entre as ações preventivas e curativas. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 CENÁRIO DA PRÁTICA DO INTERNATO O cenário que se almeja deve ser diversificado e agregar ao processo de ensinoaprendizagem, além dos equipamentos de saúde, equipamentos educacionais e comunitários. Tendo o internato a característica de ofertar o ensino prático aos estudantes de Medicina, com a possibilidade de ampliação para outros cursos da área de saúde, das diversas instituições públicas e privadas instaladas em Vitória e que mantêm Termos de Cooperação Técnica com o Município, considera-se que a Estratégia de Saúde da Família seja a mais adequada para o mesmo. Durante a prática de atenção à saúde nesse cenário, os estudantes devem proceder à análise integral e sistemática do processo saúde-doença nas suas várias dimensões. Dentro dessa perspectiva faz-se necessária a seleção de profissionais médicos das Unidades de Saúde da Família- USF, organizando as práticas de internato,

8 8 prioritariamente de forma regionalizada, mapeando cada IE com a divisão administrativa das USF. Região de Maruípe U.S. Andorinhas U.S. Gilson Santos (Bairro da Penha) U.S. Thomaz Tommasi (Bonfim) U.S. Consolação U.S.Maruípe U.S Santa Marta Região Continental U.S. Jardim da Penha Região Forte São João U.S. Lucilo Borges Santanna (Praia do Suá) U.S. Jesus de Nazareth U.S. José Moisés (Santa Luíza) U.S. Forte São João Região Centro U.S. Fonte Grande U.S. Ilha do Príncipe U.S. Geny Grijó (Vitória) Região Santo Antônio U.S. Ariovaldo Favalessa U.S. Santo Antônio U.S. Grande Vitória

9 9 Região São Pedro U.S. Nenel Miranda (Ilha das Caieiras) U.S. Resistência U.S. Santo André U.S São Pedro V Pode-se estimar o número de vagas no internato em no máximo 156 (cento e cinquenta e seis), em função do número de equipes existentes (78), porém esta definição ocorrerá conforme o número de profissionais médicos lotados nas USF que aderirem à preceptoria e forem selecionados para o desempenho dessa atividade e também de uma avaliação criteriosa da estrutura física e organizacional das USF junto à Gerência de Assistência a Saúde. Sendo assim, dois critérios serão utilizados para o funcionamento do internato: a capacidade instalada e a adesão do profissional. 2.2 CARACTERIZAÇÃO DO PÚBLICO ALVO O internato estará disponibilizado inicialmente para os alunos do curso de medicina das IE, tanto da rede pública como da rede privada, que mantém Termo de Compromisso em vigência, com plano de trabalho de curso aprovado pela SEMUS/PMV. As instituições de ensino contempladas devem ser aquelas que dedicam importância equivalente aos determinantes de saúde e doença, procurando tanto na abordagem do conhecimento teórico como em sua aplicação assistencial, manter adequada articulação com o contexto social. Devem também integrar durante todo o processo ensino-aprendizagem a orientação teórica com a prática, em nível individual e coletivo. 2.3 ATORES E SUAS ATRIBUIÇÕES Preceptor É o médico efetivo que atua na Equipe da Estratégia de Saúde da Família com vínculo de 40 horas no município de Vitória, aprovado no processo seletivo.

10 10 Atribuições: Supervisionar, orientar e acompanhar até uma dupla de internos de medicina na sua prática diária. Planejar em conjunto com o professor/supervisor (docente da IE) as atividades a serem desenvolvidas durante a permanência do estudante no campo da prática, tomando como base as políticas de atenção à saúde preconizada pelo SUS e as habilidades e competências técnicas exigidas no campo de atuação. Realizar com o (os) interno(s) nas reuniões de equipe, planejamento das atividades da prática, considerando que estas devem ser diversificadas, desde o atendimento individualizado até o coletivo, educação em saúde, atendimento no domicílio e/ou nos espaços comunitários (escolas, associações dentre outros) Professor/Supervisor È o docente da IE que acompanha as atividades do internato no campo de prática do município de Vitória. Atribuições: Exercer função da supervisão docente assistencial, acompanhamento, avaliação, suporte teórico e prático para grupo de até 10 (dez) internos, assim como elaborar planejamento em conjunto e apoio ao preceptor nas atividades do internato no campo. Deve exercer sua função por pelo menos 2 (duas) horas semanais por equipe da USF, como atividade acadêmica, participando ativamente das atividades do internato e fornecendo orientação de referência para os internos. Fica vedado o acúmulo destas duas funções preceptor/supervisor concomitantemente. 2.4 FUNCIONAMENTO DO INTERNATO O internato deve acontecer nas USF pré estabelecidas, com duração de no mínimo 4 horas e no máximo de 8 horas/diárias. O preceptor terá no máximo 2 (dois) internos sob sua responsabilidade. Casos especiais deverão ser avaliados pela GFDS.

11 11 Cabe a GFDS em parceria com a GTES o levantamento e a informação às IE quanto ao número de vagas disponibilizadas de internato na rede a cada ano, bem como a autorização para o início das atividades. A partir da disponibilidade de vagas a IE deverá encaminhar em planilha padrão a relação nominal dos internos para as devidas providências. 2.5 PROCESSO SELETIVO DOS PRECEPTORES Deverá ser feita a convocação, através de Edital, dos profissionais médicos integrantes das equipes de saúde da família de acordo com as necessidades da integração ensino serviço. O processo visa selecionar médicos que atuem em regime de 40 horas no programa de saúde da família do município de Vitória para o exercício da função de preceptores para o internato de graduação em medicina tendo seu território de atuação como cenário da prática. O processo seletivo efetivar-se-á em uma única etapa, a seguir: Será realizado através de análise curricular de caráter classificatório, devendo ser anexado ao currículum memorial. Critérios: Doutorado Mestrado Residência Médica Pós Graduação Latu-sensu Curso de especialização (>360 horas aula) Curso de aperfeiçoamento (> 120 horas aula) Cursos > 40h/aula Tempo de Serviço como Médico na Estratégia de Saúde da Família Tempo de atuação como facilitador de práticas em medicina no âmbito da SEMUS Trabalho publicado Trabalho apresentado em evento científico Experiência de Ensino na Área de Saúde

12 12 OBS: Os critérios de pontuação serão estabelecidos através de Edital específico para este processo seletivo. 3 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO INTERNATO O internato deve passar por um processo de monitoramento e avaliação periódica, para detecção de nós críticos e aperfeiçoamento da proposta. Será criado um indicador para avaliar os resultados dessa nova prática da política de integração ensino serviço. 4 COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES 4.1 COMPETÊNCIAS DA GERÊNCIA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM SAÚDE GFDS Coordenar o processo de seleção de preceptores na Rede Municipal de Saúde; Avaliar a adequação de vagas de internato, de acordo com a capacidade instalada dos serviços; Realizar visitas de supervisão aos cenários das práticas, a cada semestre, ou sempre que necessário; Articular contrapartida entre IE e SEMUS e distribuí-las, de acordo com critérios preestabelecidos; Reunir, periodicamente e quando necessário com as partes para discussão das propostas, gerenciamento de ajuste de condutas, avaliação e continuidade das atividades de monitoramento, fóruns ou outras agendas que visem integrar aos novos compromissos; Informar por meio de CI aos serviços de saúde, a SEMUS/GTES e a SEMUS/GRCA a relação de internos, e professor/supervisor para início de suas atividades.

13 COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES Dar conhecimento às IE sobre os protocolos, planos de ação, dados epidemiológicos e processos de trabalho de abrangência do território de saúde; Reunir, periodicamente e sempre que necessário com as partes para discussão das propostas, gerenciamento de ajuste de condutas, avaliação e continuidade das atividades de monitoramento, fóruns ou outras agendas que visem integrar aos novos compromissos; Planejar em conjunto com as IE, as atividades a serem desenvolvidas durante a permanência do estudante no campo da prática, tomando como base as políticas de atenção à saúde preconizada pelo SUS e as habilidades e competências técnicas exigidas no campo de atuação de cada formação; Garantir a permanência dos internos e professor/supervisor na prática, somente após o planejamento integrado e liberação da GFDS; Garantir que as propostas de trabalho integradas estejam em conformidade com a legislação do exercício profissional em vigor, de cada categoria, bem como com as normas, rotinas e política de saúde do município de Vitória; Reiterar responsabilidades às IE para o fornecimento e uso de material de biossegurança, bem como o cuidado com materiais e equipamentos dos serviços; Receber o interno para o início das atividades no serviço somente após autorização da GFDS, por meio de comunicação interna- CI. 4.3 COMPETÊNCIAS DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO Ter celebrado Termo de Compromisso de Cooperação Técnica em vigência com plano do curso de graduação aprovado, com o município, por intermédio da SEMUS; Discutir com a GFDS, a cada período letivo, viabilidade dos cenários do internato. Responsabilizar-se pela formação pedagógica do preceptor; Contribuir na formação/atualização dos profissionais que atuam como preceptores e/ou outros servidores da instituição, além de possibilitar estratégias de acesso à biblioteca (da IE) e outras;

14 14 Planejar em conjunto com os serviços de saúde, as atividades a serem desenvolvidas durante a permanência do estudante no campo da prática, tomando como base as políticas de atenção à saúde preconizada pelo SUS e as habilidades e competências técnicas exigidas no campo de atuação de cada formação; Encaminhar à GFDS, planilha padronizada de distribuição dos internos, para ratificar a chegada destes aos cenários de práticas, logo após o planejamento integrado; Preparar previamente o interno para encaminhá-lo ao campo de prática, apresentando-o regras básicas e rotinas dos serviços de saúde: postura profissional, vestuário adequado, o uso de materiais de biossegurança, para o melhor desenvolvimento das atividades; Fornecer ao interno e ao professor/supervisor todo o material necessário a biossegurança, higiene e conforto; Elaborar cursos, projetos, e/ou programas de integração docente-assistencial com a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS), definindo com clareza os vários componentes dessa relação; Elaborar e aplicar os instrumentos de avaliação de conhecimentos, habilidades e atitudes do interno de medicina; Responsabilizar-se por quaisquer danos causados durante a execução das atividades de internato; Assumir a responsabilidade por acidentes pessoais ou contra terceiros ocorridos com os internos, no campo de aprendizagem, por meio de seguro de acidentes pessoais; Indicar professor/supervisor, responsável pelo acompanhamento, orientação e avaliação, conforme o estabelecido em planejamento com o serviço e da forma prevista no subitem 2.3.2; Reunir, periodicamente e sempre que necessário com as partes para discussão das propostas, gerenciamento de ajuste de condutas, avaliação e continuidade das atividades de monitoramento, fóruns ou outras agendas que visem integrar aos novos compromissos; Oferecer contrapartida, proporcionalmente às demandas atendidas semestralmente, definidas no item 5.

15 COMPETÊNCIAS DO INTERNO Cumprir as condições fixadas para o Internato observando as normas de trabalho vigentes na USF, preservando o sigilo e a confidencialidade sobre as informações que tenha acesso; Apresentar-se à Unidade de Saúde usando roupa branca, jaleco e sapato fechado, portando instrumental básico obrigatório: esfigmomanômetro, estetoscópio, termômetro e fita métrica; Acatar as orientações e recomendações efetuadas por seu preceptor, no campo de prática; Cumprir com zelo e responsabilidade as tarefas que lhe forem submetidas; Cumprir integralmente as horas previstas para seu estágio, conforme determinado pela instituição de ensino; Responder por perdas e danos eventualmente causados por inobservância das normas internas e de biossegurança ou provocados por negligência ou imprudência; Manter rigorosamente atualizados seus dados cadastrais e escolares junto ao setor administrativo da USF e informar de imediato, qualquer alteração na sua situação escolar, tais como: trancamento de matrícula, abandono, conclusão de curso ou transferência de Instituição de Ensino. 5 CONTRAPARTIDA As IE deverão oferecer contrapartida, proporcionalmente às demandas atendidas semestralmente. Estabelecer-se-á através de estratégias de recursos humanos, material e financeiro. A Instituição de Ensino (IE) fornecerá também inscrição, estadia, passagem aérea, para um evento técnico científico de âmbito nacional na área da saúde com duração máxima de até 05 (cinco) dias a cada ano de preceptoria. Todo preceptor poderá também ser beneficiado com as demais contrapartidas que possam ser ofertadas pela IE conforme Termo de Compromisso e Cooperação Técnica.

16 16 6 REFERÊNCIAS 1 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MÉDICA - ABEM. Diretrizes para o Ensino Médico na Rede Básica de Saúde. Documento Preliminar. abr., Associação Brasileira de Educação Médica ABEM. Contribuição para a formação de Médicos de acordo com as necessidades da Sociedade. set., p. 3 BRASIL. Constituição (1988). Constituição [da] Republica Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, BRASIL. Lei nº 8080, de 20 de setembro de Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo Brasília, DF, 20 set., BRASIL. Ministério da Saúde e Ministério da Educação. Portaria Interministerial MS/MEC nº 1.802, de 26 de agosto de Institui o Programa de Educação pelo Trabalho para Saúde PET-Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 de ago., Seção 1, p BRASIL. Ministério da Saúde, Ministério da Educação. Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde (Pró-Saúde): objetivos, implementação e desenvolvimento Potencial. Brasília, DF p. 7 BRASIL. Ministério da Saúde e Ministério da Educação. Portaria Interministerial nº de 03 de novembro de Institui o Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde - Pró-Saúde para os cursos de graduação de Medicina, Enfermagem e Odontologia. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 4 nov., Seção 1, p.111.

17 17 8 BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 de nov., BRASIL. Lei nº , de 30 de junho de Institui o Programa Nacional de Inclusão de Jovens ProJovem; cria o Conselho Nacional da Juventude CNJ e a Secretaria Nacional de Juventude: altera as Leis nºs , de 28 de maio de 2003, e , de 24 de abri de 2002; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 1 jul BRASIL. Lei nº , de 23 de setembro de Institui o Projeto Escola de Fábrica, autoriza a concessão de bolsas de permanência a estudantes beneficiários do Programa Universidade para Todos PROUNI, institui o Programa de Educação Tutorial PET, altera a Lei nº 5.537, de 21 de novembro de 1968, e a Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 set

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