GUIA DO INTERNO CHL CENTRO HOSPITALAR LEIRIA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GUIA DO INTERNO CHL CENTRO HOSPITALAR LEIRIA"

Transcrição

1 CENTRO HOSPITALAR LEIRIA Director do Serviço: Dra. Amália Pereira Assistente Graduada de Medicina Interna Secretariado: Catarina Almeida Assistente Técnica Localização Piso Zero Na Área da Administração INTERNATO MEDICO Horário de Atendimento 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00 de 2ª a 6ª feira Contactos Úteis: Telefone: ; Extensão: 2006 / Comissão de Internos: Dra Claudia Quinta; Dra Sandra Barbeiro; Dr Luis Machado; Dr Miguel Pires; 1

2 1-Introdução O CHL é uma instituição com uma vertente formativa de longa data, com capacidade formativa e idoneidade para formação de internos nas áreas da Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Gastrenterologia, Medicina Interna, Obstetricia e Ginecologia, Oftalmologia, Ortopedia, Pediatria e Psiquiatria. Em 2012 tornou-se num hospital de afetação nas especialidades de Anestesiologia, Imunohemoterapia, Medicina Física e Reabilitação e Otorrinolaringologia com formação nos CHUC. O Serviço de Medicina Intensiva passou a ser uma Unidade do nível B, por um período de 5 anos, com capacidade formativa simultânea para três internos da Formação Especifica em estágio voluntario ou obrigatório no plano curricular da respetiva especialidade. Tem capacidade formativa para receber internos do Ano Comum em todos os blocos formativos. Tem capacidade formativa para formar internos da especialidade de Medicina Geral e Familiar nas áreas de Cardiologia, Dermatologia, Neurologia, Medicina Interna, Obstetrícia e Ginecologia, Pediatria, Psiquiatria e Medicina de Urgência (Medicina Interna e Ortotraumatologia). Os formadores do CHL assumem o compromisso de preparar todos os internos tendo como base os valores da instituição: O respeito pela dignidade humana; O respeito pelos códigos de conduta próprios de cada grupo profissional, no quadro de prestação de cuidados em equipa; A prossecução da qualidade e da eficiência no desenvolvimento da sua atividade; O desenvolvimento de uma cultura de conhecimento e aperfeiçoamento técnico e profissional; O bem do Doente; Assumem também Assegurar a qualidade da formação científica teórico-prática proporcionada, possibilitando ao Interno o ter outras experiencias noutros Serviços e/ou hospitais de reconhecido mérito, de acordo com o seu plano de formação, de forma a obter novos conhecimentos, novas praticam, 2

3 novas técnicas, enriquecendo o seu curriculum e preparando-os para um futuro profissional sólido e competitivo Transmitir conceitos e exemplos de humanização, respeito, ética, comunicação Incentivar a investigação e a cultura científica 2- Caracterização do CHL O CHL,EPE resultou da fusão do Hospital de Santo André Leiria, do Hospital de Pombal pelo Decreto-lei nº 30 /2011 de 2 de Março e do Hospital de Alcobaça pelo Decreto-lei nº 116/2013 de 9 de Agosto com o objetivo de implementar uma organização integrada e conjunta que tornasse mais eficiente a gestão hospitalar. Este Centro Hospitalar serve uma população, pertencente maioritariamente a cinco dos dezasseis concelhos de Leiria: Batalha, Leiria, Marinha Grande, Porto de Mós, Pombal, Alcobaça, Nazaré e um concelho do distrito de Santarém Ourém. 3

4 Concelho N.º Habitantes (Censos 2011) Concelho N.º Habitantes (Censos 2011) Pombal Ansião Alvaiázere Figueiró dos Vinhos Castanheira de Pêra Pedrógão Grande Total Alcobaça Batalha Leiria Marinha Grande Nazaré Ourém Pombal Porto de Mós Total Hospital Santo André O HSA, localizado a norte da cidade de Leiria, ocupa um terreno com a área total de m2, possui uma área de implantação de m2 e uma área construída por cama de 128m2 e caracteriza-se do seguinte modo: Tem um Serviço de Urgência Geral de nível médico-cirúrgica, Urgência Pediátrica e de Ginecologia / Obstetrícia. 4

5 5

6 Hospital de Pombal O Hospital de Pombal tem internamento nas valências de Cirurgia Geral e Medicina Interna com 23 e 33 camas respetivamente. Na área de ambulatório tem consultas externas de Dor, Cardiologia, Cirurgia Geral, Dermatologia, Fisiatria Gastro Ginecologia Hematologia, Medicina Interna, Neurologia Ortopedia, Pediatria, Psiquiatria Urologia, Hospital Dia e Cirurgia de Ambulatório. Tem um Serviço de Urgência Geral de nível básico com Imagiologia 16h. Hospital Alcobaça O Hospital de Alcobaça tem internamento nas valências de Cirurgia Geral, Medicina Interna e UICD com 23, 26 e 5 camas respetivamente. Na área de ambulatório tem consultas externas de Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Dermatologia, Dor, Fisiatria, Gastrenterologia, Medicina Interna, Neurologia, Ortopedia, Pediatria e Psiquiatria, e Cirurgia de Ambulatório. Tem um Serviço de Urgência Geral de nível básico com Imagiologia 16h. 3- Internato Médico O Internato Médico realiza-se após a licenciatura em Medicina, correspondendo a um processo único de formação médica especializada, teórica e prática, tendo como objetivo habilitar o Médico ao exercício tecnicamente diferenciado na respetiva área profissional de especialização. O Internato Médico rege-se pelo disposto no Decreto -Lei n.º203/2004, de 18 de Agosto, na redação introduzida pelos Decretos -Leis n.º 11/2005, de 6 de Janeiro, 60/2007, de 13 de Março, 45/2009, de 13 de Fevereiro, e 177/2009, de 4 de Agosto e pela Portaria nº 251/2011 de 24 de Julho. 6

7 O exercício autónomo da medicina é reconhecido a partir da conclusão, com aproveitamento, do segundo ano de formação do internato médico. Competências Os órgãos do Internato Médico exercem funções de estudo e de consulta nos domínios da conceção, organização e planeamento do Internato Médico, bem como de orientação, coordenação e avaliação do seu desenvolvimento e funcionamento. Nos estabelecimentos hospitalares onde se realizam internatos médicos existe uma Direção do Internato Médico. As funções de Direção do Internato Médico cabem a um médico de reconhecida competência e experiência de Formação de médicos Internos, nomeado pelo Diretor Clínico e coadjuvado por um a três assessores. Compete às Direções do Internato Médico: Programar o funcionamento e desenvolvimento do Internato Médico e dos estágios a efectuar dentro e fora do estabelecimento, com observância dos programas aprovados e das normas estabelecidas; Orientar e acompanhar o desenvolvimento geral do Internato Médico e a avaliação dos Médicos Internos, em estreita colaboração com os Diretores ou responsáveis dos Serviços e Orientadores de formação; Verificar e avaliar as condições de formação, comunicando à Comissão Regional qualquer alteração que possa implicar perda de idoneidade do Serviço; Organizar os elementos do processo individual dos Médicos Internos relevantes para o Internato, através de registos autenticados pelo Director de Serviço e Orientador de Formação; Promover e coordenar a realização de atividades de carácter formativo que se integrem nos objetivos dos programas; Requerer, através das respetivas Comissões Regionais, a concessão de idoneidade e de capacidade formativa aos Serviços; Orientar a distribuição dos Médicos Internos pelos diferentes Serviços de acordo com a respetiva capacidade; 7

8 Recolher periodicamente junto dos Diretores ou responsáveis dos Serviços, dos Orientadores de Formação e dos Médicos Internos, informações pertinentes para um melhor funcionamento do internato; Coordenar as avaliações; Nomear os Orientadores de Formação; Planear as atividades e estágios dos Médicos Internos Pronunciar-se sobre os assuntos relativos à formação sempre que solicitados pelos órgãos de gestão dos estabelecimentos ou pelas Comissões do Internato Médico; Substituir os Orientadores de Formação ou responsáveis de estágio, em situações devidamente fundamentadas. Orientadores de Formação Os Médicos Internos têm um Orientador de Formação no Serviço de colocação oficial, a quem compete a orientação personalizada e permanente da formação e a sua integração nas equipas de trabalho das atividades assistenciais, de investigação e ensino, de acordo com os programas de formação. O Orientador de Formação é um dos Médicos especialistas do Serviço habilitado com, pelo menos, o grau de Assistente da respetiva área profissional, a nomear pela Direção do Internato, sob proposta do Director ou responsável pelo Serviço, nos estabelecimentos hospitalares, e, nas áreas profissionais de Medicina Geral e Familiar e de Saúde Pública, pelas ARS, sob proposta do respetivo coordenador de zona. Nos estágios que decorram em serviços diferentes do de colocação oficial, os Médicos Internos têm, nesses Serviços, um responsável de estágio a quem compete, articulando-se com o Orientador de Formação, exercer as funções a este cometidas durante o decurso desses estágios. Os responsáveis de estágio são nomeados pela Direção ou Coordenação do Internato Médico, sob proposta do Director ou responsável pelo Serviço. Na designação dos Orientadores de Formação ou responsáveis de estágio a regra é de um Médico Interno por Orientador, podendo ser até três médicos internos por Orientador, desde que sejam asseguradas as condições exigidas para a qualidade de processo formativo. 8

9 Aos Orientadores de formação e responsáveis de estágio é facultado o tempo necessário para o desempenho das funções de formação, o qual deve obedecer a uma programação regular, compatível com as diferentes atividades médicas a que estão obrigados, e com as recomendações da Ordem dos Médicos referidas nos programas de formação. O desempenho das funções de Orientador de Formação e de responsável de estágio é objeto de valorização curricular para promoção na respetiva carreira. As funções de Orientador de Formação não podem ser exercidas por Diretores de departamento, Diretores de Serviço ou equiparáveis, salvo situações excecionais, aprovadas pelo CNIM. O desempenho de funções de Orientador de Formação implica a existência de vínculo contratual no SNS, cuja duração terá em atenção a previsível duração do Internato Médico. Comissão de Médicos Internos Nos estabelecimentos hospitalares e nas zonas de coordenação do Internato Médico pode constituir-se uma Comissão de Médicos Internos. Cada comissão de Médicos Internos é representada, no máximo, por três Médicos. Os representantes são eleitos, por votação em voto secreto, pelos Médicos Internos de cada estabelecimento hospitalar ou de cada zona de coordenação, no caso das áreas profissionais de Medicina Geral e familiar, de Saúde Pública e de Medicina Legal. A Comissão designada comunica a sua constituição, conforme for o caso, à respetiva Direção ou coordenação do Internato, a qual a comunica às respetivas Comissões Regionais e à Ordem dos Médicos. Funções Às Comissões de Internos são reconhecidas competências para: Representar os Médicos Internos do respetivo estabelecimento junto dos órgãos do Internato Médico; Contribuir para a melhoria das condições de frequência e de funcionamento dos processos formativos; Promover, com o apoio da Direção do Internato Médico, a organização de cursos, debates, sessões clínicas e jornadas; 9

10 Acompanhar o processo formativo dos colegas, promovendo reuniões periódicas entre todos os Médicos Internos; Comunicar ao CNIM e à Ordem dos Médicos quaisquer factos relevantes que ocorram no decurso do processo formativo, dando conhecimento à Direção do Internato, às Coordenações e às Comissões Regionais respetivas. Organigrama funcional do Internato Médico C. Administração Direção Clínica CRIM-Centro Internato Médico Diretor do Internato Médico Secretária do Internato Médico Diretores de Serviço Orientadores de Formação Coordenadores de Internato Internos do Internato Localização do Internato Médico O Internato Médico localiza-se no piso -00 na área da Administração. O horário de atendimento do secretariado - 10h-12h e das 14h as 16h. O horário de funcionamento do secretariado 2ª e 5ª feiras 9h-19h; 3ª e 4ª feiras 9h-18h; 6ª feira 9h-16h A extensão telefónica de contacto é : 2013 O endereço eletrónico: 10

11 O gabinete do Director do Internato está inserido no corredor sul da área da Administração; o seu horário de atendimento depende do plano de atividades na área clínica devendo ser consultado sempre o secretariado para a marcação de entrevistas. A extensão telefónica 2006 O endereço eletrónico: Legislação e programas de formação Consultar o site da ACSS sobre o internato médico e intranet do HSA RIM Portaria 251/2011 de 24 de Junho Planos de Formação Os Diretores de Serviço devem enviar para a DIM durante os 1º seis meses do Internato os Planos de Formação dos respetivos internos de acordo com os Programas de Formação da Especialidade para aprovação pelo IM e homologação pelo Conselho de Administração. Após aprovação do Plano de Formação o secretariado do IM solicita os estágios externos e articula-se com os diversos IM. Ver Anexo - 4 RIM - Artigo 29.º - Sequência e articulação de estágios 1 Compete aos órgãos do internato médico e aos responsáveis diretos pela formação, com a necessária colaboração dos serviços, unidades e instituições de saúde, promover e zelar pela sequência e correta articulação entre os vários estágios, particularmente dos que sejam efetuados fora do serviço ou unidade de saúde onde o médico interno se encontra colocado. 2 A programação da formação de cada médico interno deve expressar quais os estágios do programa que o mesmo deve desenvolver e as instituições, serviços e unidades de saúde em que são realizados, de acordo com a idoneidade atribuída a cada um dos serviços, unidades ou instituições. 3 Compete aos diretores de internato médico das instituições hospitalares e aos coordenadores dos internatos médicos de medicina geral e familiar, de saúde pública e de medicina legal aprovarem, no início da formação, o cronograma de formação do internato médico, assim como as alterações que venham a ser propostas sobre o mesmo, de acordo com proposta fundamentada do orientador de formação, através do diretor de serviço no caso da área de exercício profissional hospitalar. 11

12 4- Receção ao Interno No 1º dia útil de cada ano civil inicia-se um novo ano com colocação de novos Internos do Ano Comum e da Formação Especifica. A Direção do Internato Médico promove a receção aos novos Internos no Auditório do HSA com a presença do Concelho de Administração, Diretor Executivo dos ACES Pinhal Litoral e Oeste, Diretor do Internato de MGF, Diretores de Serviço, Orientadores de Formação, Comissão de Internos e restantes Médicos que desejem estar presentes. Na ordem de trabalhos serão abordados os seguintes pontos: Mensagem de boas vindas; Apresentação e confirmação da presença dos novos Internos do Ano Comum e da Formação Específica; Apresentação geral do CHL: Serviços, normas, regulamentos, direitos e deveres; Abordagem básica ao Processo Clínico, normas de preenchimento, confidencialidade, proteção de dados; Apresentação das várias aplicações informáticas existentes na instituição; Informações gerais fornecidas pelo SGRH; Distribuição dos Internos do Ano Comum pelas várias rotações - Anexo 1; Distribuição dos Internos da Formação Especifica de especialidades em que haja mais do que um Serviço idóneo; Informação sobre a programação das atividades formativas; Preenchimento da ficha individual do interno - Anexo 2- Ano Comum; Anexo 3-Formação Especifica; Esclarecimento de dúvidas. A distribuição dos Internos do Ano Comum pelas rotações e a escolha do Centro de Saúde para a realização do bloco de MGFSP é feita em função da nota de licenciatura, sendo que em caso de igualdade será tomado em consideração a opção na escolha de colocação no CHL. Consultar o mapa das rotações (Anexo 1) A documentação necessária para o início de funções dos IACs é a seguinte: 12

13 o o o o o o o o Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão; Cartão de Identificação Fiscal; Cartão da ADSE ou da Segurança Social (caso se aplique); Cartão da Ordem dos Médicos; Certificado de Habilitações; 1 Fotografia; Número de Identificação Bancária; Carta de Condução e Registo de Propriedade (até dois carros). Informa-se que a documentação necessária para o início de funções terá que ser constituída por documentos originais, que serão fotocopiadas pelo SGRH. A distribuição dos Internos da Formação Especifica de Especialidades em que haja mais do que um serviço idóneo (Medicina Interna e Cirurgia Geral) é em função da nota da Prova Nacional de Seriação e da capacidade formativa atribuída anualmente a cada Serviço. Os Internos devem vir munidos do necessário para o início das normais atividades clínicas. 5- Atividades de Carácter Cientifico e Formativo em 2014 A Direção do Internato Médico não tem responsabilidade direta na aquisição de conhecimentos científicos e técnicos dos internos, pois essa compete aos Diretores de Serviço e aos Orientadores de Formação, mas compete-lhe ser um facilitador da aprendizagem e zelar pelo seu bom andamento. Anualmente a DIM em colaboração com o GEFOP elabora o programa científico de formação anual temas abrangentes e transversais a todas as especialidades que podem variar em função do interesse formativo do Interno e da Instituição. A oportunidade da sua realização está condicionada ao interesse demonstrado pelos Internos do Ano Comum e da Formação Especifica em melhorar os seus conhecimentos 13

14 Em 2014 estão propostos os seguintes temas: GUIA DO INTERNO CHL Processo Clinico e Programa Informático HSA; Prevenção da Infeção Hospitalar; Qualidade/Gestão de Risco; Eletrocardiografia- como interpretar para tratar em tempo útil; Suporte Básico de Vida; Sepsis e Infeção Grave; O jovem Médico e os desafios da gestão em saúde; Pequena cirurgia e suturas; Antibioterapia onde estamos, para onde vamos; Como fazer uma apresentação oral / um poster / um artigo; Curso Imagiologia Convencional; Fluidoterapia; Transfusões; Ventilação não invasiva; Ética Médica; Via aérea difícil; Gestão de Risco Clinico; Erro em Medicina; Medicina baseada em evidências; Ética/Investigação Clinica e Responsabilidade Profissional; Curso em SPSS; Choque; Durante o 1º trimestre realizam-se dois cursos cuja frequência é obrigatória para todos os novos Internos Curso de Suporte Básico de Vida Curso sobre Prevenção de Infeção Hospitalar Anualmente será organizado um curso de Suporte Avançado de Vida para os internos da Formação Especifica que tenham no seu programa uma vertente de urgência / emergência 14

15 5- Outras informações úteis Biblioteca GUIA DO INTERNO CHL O HSA dispõe de uma Biblioteca Geral localizada no piso - 00, na área da torre nascente. Horário de atendimento das 08h30-13h e das 14h-17h30. Extensão telefónica Cabeleireiro Localiza-se no hall de entrada do hospital e serve utentes e profissionais Horário de atendimento 9h30 as 18h30 Extensão telefónica 4107 Telm Florista Esta localizada no hall de entrada do hospital GEFOP O Gabinete de Educação e Formação Permanente do HSA localiza-se no piso superior do Hall da entrada principal. Horário de atendimento das 08h30 às 13h, 14h às 17h30. Extensão telefónica 4001 Informatica Extensões telefónicas Vitor Marto 5003 e 5000 Endereço eletrónico Paulo Simões 5001 e 5004 Endereço eletrónico hsaleiria.min-saude.pt Vitor Pedro 5002 Endereço eletrónico - Liga dos Amigos e Corpo de Voluntariado A liga dos amigos está sempre disponível para acolher, encaminhar e apoiar os nossos utentes nos diversos serviços. Loja do voluntariado Bazar 15

16 O serviço de voluntariado do HSA tem aberta ao público uma loja localizada na consulta externa, onde se podem encontrar múltiplos objetos de decoração, de utilidade, brinquedos etc. a preços muito aceitáveis. Serviços Bancários O HSA, EPE também dispõe de um balcão do BES localizado no piso zero, no hall de entrada do hospital Multibanco existem duas máquinas, uma localizada no hall de entrada do hospital e outra localizada no hall de entrada da consulta externa. Serviço de Cafetaria O HSA dispõe de um refeitório localizado no piso zero onde se servem refeições completas com o seguinte horário: Almoço 12h30 15h Jantar 19h-21h Dispõe também de 2 espaços de cafetaria, um localizado no piso 00 ligado à Casa do pessoal e outro externo, junto à consulta externa abertos das 8h às 20h. Existem máquinas automáticas de bebidas e comida em vários pisos do hospital. Serviço de Gestão e Recursos Humanos O Serviço de Gestão e Recursos Humanos localiza-se no piso- 00. Horário de atendimento - 09h00 às 12h30 e 14h00 às 17h00. Extensão telefónica do expediente: 7003 Serviço de Rouparia Localiza-se no piso 01 Telefones e endereços eletrónicos - Consultar a lista na Intranet 16

17 INTERNATO MEDICO ANO COMUM 2013 Rotação Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro A B C D A1 A2 B1 B2 C1 C2 D1 D2 MGF/SP Leiria Arnaldo Sampaio-3 Marinha Grande -2 USF Contestável-Batalha -1 Porto Mós-1 Opc. Urg. Obst Pediatria Opc. Urg. Obst Opc. Urg. Obst Pediatria Opc. Urg. Obst. MGF/SP Leiria Arnaldo Sampaio-3 Marinha Grande -2 USF Contestável-Batalha -1 Porto Mós-1 Cirurgia 1 Opção Medicina 1 Pediatria Cirurgia 2 Opção Medicina 2 Medicina 1 Opção Cirurgia 1 Pediatria Medicina 2 Opção Cirurgia 2 Medicina 1 Opção Cirurgia 1 Medicina 2 Opção Cirurgia 2 Cirurgia 1 Opção Medicina 1 Pediatria Cirurgia 2 Opção Medicina 2 MGF/SP Leiria Arnaldo Sampaio-3 Marinha Grande -2 USF Contestável-Batalha -1 Porto Mós-1 Opc. Urg. Obst Opc. Urg. Obst Pediatria Opc. Urg. Obst Pediatria Pediatria Opc. Urg. Obst MGF/SP Leiria Arnaldo Sampaio-3 Marinha Grande -2 USF Contestável-Batalha -1 Porto Mós-1 17

18 É FAVOR PREENCHER OS CAMPOS EM LETRA MAIÚSCULA. GUIA DO INTERNO CHL ( FOTOGRAFIA ) Formação Especifica Opcional NOME: LOCALIDADE TELEMÓVEL TELEFONE BILHETE CÉDULA DATA DE DE NASCIMENTO IDENTIDADE ESPECIALIDADE PROFISSIONAL D D M M Nº MECANOGRAFICO A A A A ORIENTADOR SERVIÇO MORADA CÓDIGO POSTAL - ANO ESTAGIOS NO HSA AVALIAÇÃO ESTAGIOS FORA DO HSA AVALIAÇÃO 1º 2º 3º 4º 5º 6º 18

19 É FAVOR PREENCHER OS CAMPOS EM LETRA MAIÚSCULA. ANO COMUM 2014 ( FOTOGRAFIA ) NOME: MORADA LOCALIDADE TELEMÓVEL TELEFONE BILHETE DATA DE DE NASCIMENTO IDENTIDADE NÚMERO CÉDULA MECANOGRÁFICO PROFISSIONAL D D M M A A A A INSTITUIÇÃO DE LICENCIATURA ROTAÇÃO NOTA DE LICENCIATURA PERÍODO BLOCO FORMATIVO SERVIÇO AVALIAÇÃO CÓDIGO POSTAL - 19

20 Anexo 4 PLANO DE FORMAÇÃO Serviço: Director Serviço: Orientador de Formação: Formando: Data de Inicio da Formação Específica: Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro O Director do Serviço: O Orientador de Formação: O Formando: 20

21 Anexo 5 MAPA DE ACESSO AO HSA LEIRIA 21

22 22

O CHCB emprega mais de 1400 colaboradores;

O CHCB emprega mais de 1400 colaboradores; Inaugurado em 17 Janeiro de 2000, o CHCB foi construído segundo padrões de alta qualidade, sujeito às mais rigorosas exigências tecnológicas. É a maior e mais sofisticada Unidade de Saúde de toda a Região

Leia mais

hospital de dia oncológico

hospital de dia oncológico guia do chtmad nota introdutória Sempre a pensar em si e para que possa beneficiar na totalidade de todos os nossos serviços, apresentam-se algumas informações que se consideram ser do seu interesse. Lembramos

Leia mais

BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO 1 Bolsa (BI.01/2014)

BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO 1 Bolsa (BI.01/2014) BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO 1 Bolsa (BI.01/2014) Anúncio Encontra-se aberto concurso para a atribuição de uma Bolsa de Investigação, no âmbito das actividades de Ensino, Formação e

Leia mais

Estágio Clínico do 6º Ano, 2015/2016. I. Caracterização Geral

Estágio Clínico do 6º Ano, 2015/2016. I. Caracterização Geral Estágio Clínico do 6º Ano, 2015/2016 I. Caracterização Geral 1. O Estágio Clínico do 6º Ano tem a duração de 36 semanas e decorre em Hospitais e Centros de Saúde associados ao ensino clínico, nas seguintes

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 120 24 de Junho de 2011 3751

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 120 24 de Junho de 2011 3751 Diário da República, 1.ª série N.º 120 24 de Junho de 2011 3751 n.º 1057/2010, de 15 de Outubro, o qual passa a ter a seguinte redacção: «Artigo único [...] 1 O coeficiente Z aplicável a centrais eléctricas

Leia mais

BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO. 1 Bolsa Ref. BI.06/2015/ND/CHP

BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO. 1 Bolsa Ref. BI.06/2015/ND/CHP Autorizado por deliberação do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Porto, de 03-06-2015 Anúncio BOLSA DE INVESTIGAÇÃO CENTRO HOSPITALAR DO PORTO 1 Bolsa Ref. BI.06/2015/ND/CHP O Centro Hospitalar

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Administração Educacional Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa julho de

Leia mais

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal 1 Preâmbulo O Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, adiante designado por NNIES, é um equipamento municipal criado

Leia mais

Projecto de Lei n.º 408/ X

Projecto de Lei n.º 408/ X Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º 408/ X Consagra o processo eleitoral como regra para a nomeação do director-clínico e enfermeiro-director dos Hospitais do Sector Público Administrativo e dos Hospitais,

Leia mais

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista Residência Médica A Residência Médica foi instituída no Brasil pela Lei nº. 6.932 de 07 de julho de 1981 e regulamentada pelo Decreto nº. 80.281, de 05 de setembro de 1977. Equivalência da Residência Médica

Leia mais

PRÉMIO BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE

PRÉMIO BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE PRÉMIO BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE REGULAMENTO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Edição de 2013 1 Introdução: PBPS 2013 A edição do ano de 2013 do Prémio de Boas Práticas em Saúde- Qualidade e Inovação (PBPS)

Leia mais

Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011. População residente 158.269 hab. População jovem 27% População idosa 15% Mulheres 52% Homens 48%

Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011. População residente 158.269 hab. População jovem 27% População idosa 15% Mulheres 52% Homens 48% ARPIFF, 21 DE NOVEMBRO DE 2014 Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011 47.661 30,11% 48.629 30,73% 28886 18,25% 2776 1,75% 13258 8,38% População residente 158.269 hab. População jovem 27% População

Leia mais

CURSO DE 2º CICLO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL. Manual de ESTÁGIOS A COORDENAÇÃO DO CURSO DE 2º CICLO EM GRHCO

CURSO DE 2º CICLO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL. Manual de ESTÁGIOS A COORDENAÇÃO DO CURSO DE 2º CICLO EM GRHCO CURSO DE 2º CICLO EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS E COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Manual de ESTÁGIOS A COORDENAÇÃO DO CURSO DE 2º CICLO EM GRHCO Coimbra 2014-2015 1 Introdução 1. Competências gerais do estágio

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO. Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO. Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge NOVAS MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO Programa ESTAGIAR L, T e U (Resolução do Conselho de Governo nº 100/2015 de 15/07/2015) OBJETO O plano de estágios ESTAGIAR desenvolve-se em três programas: a) O ESTAGIAR

Leia mais

Natal na desportiva NORMAS DE PARTICIPAÇÃO

Natal na desportiva NORMAS DE PARTICIPAÇÃO Natal na desportiva 2015 NORMAS DE PARTICIPAÇÃO CML/DRIC/2015 Alvará 694 I. Apresentação e objetivos 1. Entidade Promotora e Organizadora - Município de Loures 1 a) O Programa de Ocupação de Tempos Livres

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO O presente Regulamento pretende enquadrar as principais regras e linhas de orientação pelas quais se rege a atividade formativa da LEXSEGUR, de forma a garantir

Leia mais

DECRETO N.º 418/XII. Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde

DECRETO N.º 418/XII. Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde DECRETO N.º 418/XII Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objeto 1 - A

Leia mais

MAPA ANEXO. Grupos de pessoal Nível Área funcional Carreira Categoria

MAPA ANEXO. Grupos de pessoal Nível Área funcional Carreira Categoria 3464 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 163 17-7-1998 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA SAÚDE Portaria n. o 413/98 17 Julho O quadro pessoal do Hospital Sousa Martins

Leia mais

REGULAMENTO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO E DA ADMINISTRAÇÃO (ISCIA) Disposições Gerais

REGULAMENTO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO E DA ADMINISTRAÇÃO (ISCIA) Disposições Gerais REGULAMENTO CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS DO INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO E DA ADMINISTRAÇÃO (ISCIA) Disposições Gerais O presente regulamento visa aplicar o regime estabelecido

Leia mais

SITUAÇÕES ESPECIAIS. Formação de Voluntários em Saúde. savlita 2015/16 DURAÇÃO DO CURSO OUTUBRO

SITUAÇÕES ESPECIAIS. Formação de Voluntários em Saúde. savlita 2015/16 DURAÇÃO DO CURSO OUTUBRO Universidade Católica Portuguesa - savlita SITUAÇÕES ESPECIAIS DURAÇÃO DO CURSO OUTUBRO 2015 a JUNHO 2016 ESTRUTURA DO CURSO Módulo 1 Voluntariado e Identidade Módulo 2 A saúde e a doença Módulo 3 Questões

Leia mais

É celebrado o presente Protocolo de Cooperação para a realização de Estágio(s), nos termos das cláusulas seguintes : Cláusula 1ª (Âmbito e Objeto)

É celebrado o presente Protocolo de Cooperação para a realização de Estágio(s), nos termos das cláusulas seguintes : Cláusula 1ª (Âmbito e Objeto) MINUTA DE PROTOCOLO DE ESTÁGIO A Marinha, neste ato representada pelo (cargo da entidade), (posto e nome), por designação do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, adiante designada por Entidade de

Leia mais

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março,

Leia mais

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO A disciplina de Seminário/Estágio, do 3º ano da Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

Dentro da Rede Multicare. 1. Pagamento de Despesas. 2. Marcação de Consulta. 3. Marcação de Tratamento / Exame. 4. Autorização Prévia

Dentro da Rede Multicare. 1. Pagamento de Despesas. 2. Marcação de Consulta. 3. Marcação de Tratamento / Exame. 4. Autorização Prévia Dentro da Multicare O seu seguro Viva Melhor dá-lhe acesso a uma vasta lista de prestigiados médicos, clínicas, laboratórios, de todo o país a custos reduzidos. Pode consultar a lista em www.multicare.pt

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO Introdução O presente Regulamento foi concebido a pensar em si, visando o bom funcionamento da formação. Na LauTraining Formação e Consultoria, vai encontrar um ambiente de trabalho e de formação agradável

Leia mais

REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING

REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS EM COMUNICAÇÃO E MARKETING O presente regulamento foi homologado pelo Presidente da ESEV, a 18

Leia mais

2015 Regulamento Interno

2015 Regulamento Interno Regulamento Interno 2015 LIGA DE AMIGOS DA UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR BUARCOS Introdução REGULAMENTO INTERNO A Liga de Amigos da USF Buarcos, está empenhada em contribuir para que os utentes da USF Buarcos

Leia mais

Escola Superior de Enfermagem Dr. José Timóteo Montalvão Machado

Escola Superior de Enfermagem Dr. José Timóteo Montalvão Machado Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem Portaria n.º 268/2002 de 13 março Instruções para o preenchimento da grelha de candidatura O documento é constituído por duas secções: 1ª Secção

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Educação Intercultural Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa julho de 2015

Leia mais

Curso de Suporte Básico de Vida para Farmacêuticos e Curso de Administração de Vacinas e Medicamentos Injetáveis em Farmácia Comunitária

Curso de Suporte Básico de Vida para Farmacêuticos e Curso de Administração de Vacinas e Medicamentos Injetáveis em Farmácia Comunitária Curso de Suporte Básico de Vida para Farmacêuticos e Curso de Administração de Vacinas e Medicamentos Injetáveis em Farmácia Comunitária A Portaria 1429/2007, de 2 de novembro, consagra que os serviços

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações compensatórias dos subsídios

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Objeto e âmbito

Leia mais

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 CONVENÇÃO PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE NA ÁREA DA PROCRIAÇÃO MEDICAMENTE ASSISTIDA Cláusula

Leia mais

Regulamento Estágio Curricular Obrigatório

Regulamento Estágio Curricular Obrigatório Regulamento Estágio Curricular Obrigatório CST em Fabricação Mecânica CST em Gestão de Recursos Humanos CST em Mecatrônica Industrial 1 CAPÍTULO I DA JUSTIFICATIVA E FINALIDADES Art. 1º - O programa de

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR FÉRIAS DA LIPOR 1. Considerações Gerais A Lipor, Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, com sede em Baguim do Monte, concelho de Gondomar, realiza atividades de promoção e organização

Leia mais

GABINETE DO SECRETÁRIO PARA OS ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURA 第 309 /2005 號 行 政 長 官 批 示 社 會 文 化 司 司 長 辦 公 室 第 114 /2005 號 社 會 文 化 司 司 長 批 示.

GABINETE DO SECRETÁRIO PARA OS ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURA 第 309 /2005 號 行 政 長 官 批 示 社 會 文 化 司 司 長 辦 公 室 第 114 /2005 號 社 會 文 化 司 司 長 批 示. 956 澳 門 特 別 行 政 區 公 報 第 一 組 第 40 期 2005 年 10 月 3 日 獨 一 條 許 可 透 過 三 月 二 十 二 日 第 89/99/M 號 訓 令 而 獲 授 許 可 於 澳 門 設 立 分 支 公 司 以 經 營 一 般 保 險 業 務 的 Companhia de Seguros Fidelidade S.A., 中 文 名 稱 為 忠 誠 保 險 公 司,

Leia mais

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO REGULAMENTO ESPECÍFICO MARÇO DE 2014 ÍNDICE ENQUADRAMENTO NORMATIVO... 1 ÂMBITO E DEFINIÇÃO 1 CONDIÇÕES DE ACESSO 1 OBJETIVOS 1 COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER 2 ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DE PS 2 AVALIAÇÃO

Leia mais

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar. Projecto de Lei nº 195/X. Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar. Projecto de Lei nº 195/X. Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde Partido Popular CDS-PP Grupo Parlamentar Projecto de Lei nº 195/X Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde A situação da saúde oral em Portugal é preocupante, encontrando-se

Leia mais

HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS

HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS Lista Telefónica HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS Polo de Lisboa Fev-14 LISTA TELEFÓNICA DO HFAR/PL Central de Atendimento (24 Horas) SERVIÇOS Extensão DDI 508 777 508 729 217519777 Call Center de Marcação

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente ANEXO

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente ANEXO ANEXO REGULAMENTO DAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL Artigo 1º Nomeação e composição 1. A Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental (CA) é nomeada pela Autoridade de Avaliação de Impacte

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA Janeiro de 2012 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESTINATÁRIOS... 4 3. FINALIDADE... 4 4. OBJECTIVOS GERAIS... 4 5. PLANO CURRICULAR... 5 6.

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 O Decreto-Lei n.º 28/2008 publicado em Diário da República, 1ª série, Nº 38, de 22 de Fevereiro de 2008, que criou os agrupamentos de Centros

Leia mais

Minhas Senhoras e meus senhores

Minhas Senhoras e meus senhores Cerimónia de entrega de Certificados de Qualidade ISO 9001 Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga 30 de junho de 2015 Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira Dr. Emídio Sousa

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado

Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado A Direção-Geral do Consumidor (DGC) apresenta um conjunto de respostas às perguntas suscitadas com maior frequência. Em caso de dúvida,

Leia mais

EDITAL. Ao longo da formação deverá adquirir competências que lhe permitam:

EDITAL. Ao longo da formação deverá adquirir competências que lhe permitam: EDITAL Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa do Instituto Politécnico de Lisboa Curso de Especialização Tecnológica em Técnicas de Secretariado Clínico 4.ª Edição Biénio 2014-2016 A Escola Superior

Leia mais

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I Disposições Gerais Artigo 1º Definição e Âmbito 1. O Conselho Municipal de Educação de Águeda, adiante designado de Conselho é uma instância

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 27 de maio de 2014. Série. Número 96

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 27 de maio de 2014. Série. Número 96 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 27 de maio de 2014 Série Sumário VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Despacho n.º 90/2014 Delega competências no Diretor Regional de Infraestruturas

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS Artigo 1.º Duração e estrutura do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre 1. O ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre, ministrado na ESTBarreiro/IPS,

Leia mais

Regulamento das Consultas Externas. Índice

Regulamento das Consultas Externas. Índice Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4

Leia mais

REQUERIMENTO Documentos de estabelecimentos privados de ensino superior

REQUERIMENTO Documentos de estabelecimentos privados de ensino superior IESE A preencher pelos serviços Despacho DSSRES: Data: Índice n.º RD: Data: Selo de registo de entrada na DGES REQUERIMENTO Documentos de estabelecimentos privados de ensino superior Este formulário destina-se

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO São Paulo 2014 ESCOLA PAULISTA DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades

Leia mais

Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE)

Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE) Normas e Critérios de Acesso ao Serviço de Transporte Escolar (STE) O Decreto-Lei n.º 299/84, de 5 de setembro, alterado pelo Decreto-lei n.º 7/2003, de 15 de janeiro, pela Lei n.º13/2006, de 17 de abril,

Leia mais

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Portaria n.º 21/2012 de 7 de Fevereiro de 2012

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Portaria n.º 21/2012 de 7 de Fevereiro de 2012 SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Portaria n.º 21/2012 de 7 de Fevereiro de 2012 O Decreto Legislativo Regional n.º 17/2011/A, de 6 de Junho, prevê que o pessoal

Leia mais

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros Regulamento do Programa de Estágios Curriculares no Ministério dos Negócios Estrangeiros Preâmbulo Na sequência do acordo tripartido celebrado entre o Governo e os parceiros sociais em junho de 2008 e

Leia mais

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito 1. A Formação em Contexto de Trabalho (FCT) faz parte integrante do Plano Curricular de qualquer

Leia mais

REGULAMENTO BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA ESTRANGEIROS

REGULAMENTO BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO PARA ESTRANGEIROS I. DISPOSIÇÕES GERAIS Artº 1º 1. Com o fim de estimular a difusão da cultura portuguesa em países estrangeiros, a Fundação Calouste Gulbenkian, através do Serviço de Bolsas Gulbenkian, concede bolsas de

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU N.º 41 12-10-2009 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 1535 澳 門 特 別 行 政 區 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU 50/2009 Ordem Executiva n.º 50/2009 Usando da faculdade conferida

Leia mais

Regulamento Interno da Clínica Dr. Ruy Puga. Capítulo I Disposições Gerais. Artigo1º Objecto

Regulamento Interno da Clínica Dr. Ruy Puga. Capítulo I Disposições Gerais. Artigo1º Objecto Regulamento Interno da Clínica Dr. Ruy Puga Capítulo I Disposições Gerais Artigo1º Objecto A Clínica Dr. Ruy Puga tem como Objecto prestar cuidados de saúde oftalmológicos aos doentes que a procuram, no

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO 5ª EDIÇÃO, 2015-16

REGULAMENTO DO CONCURSO 5ª EDIÇÃO, 2015-16 REGULAMENTO DO CONCURSO ESTÁGIOS DE CURTA DURAÇÃO EM PORTUGAL PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE PROVENIENTES DOS PAÍSES AFRICANOS DE LÍNGUA PORTUGUESA E TIMOR-LESTE 5ª EDIÇÃO, 2015-16 Artigo 1º Âmbito O presente

Leia mais

Profissionais do CHL. Conselho de Administração Conselho de Administração Originais no Gabinete da MAPA DE REVISÕES. Responsável

Profissionais do CHL. Conselho de Administração Conselho de Administração Originais no Gabinete da MAPA DE REVISÕES. Responsável Palavras-Chave: Regulamento Interno Destinatários Profissionais do CHL Elaboração Aprovação Assinatura (s) Responsável (eis) pela Aprovação Conselho de Administração Conselho de Administração Originais

Leia mais

Conselhos clínicos dos ACES. Proposta para uma Carta de Compromisso e de um Guia para a elaboração dos Planos de Actividades

Conselhos clínicos dos ACES. Proposta para uma Carta de Compromisso e de um Guia para a elaboração dos Planos de Actividades Ministério da Saúde Grupo Técnico para o Desenvolvimento dos Cuidados de Saúde Primários Conselhos clínicos dos ACES Proposta para uma Carta de Compromisso e de um Guia para a elaboração dos Planos de

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica

Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica 1. APRESENTAÇÃO O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório no curso de Engenharia Elétrica é uma atividade curricular obrigatória

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE -

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - Considerando que o aumento da sobrevida e o inerente acréscimo de doenças crónicas e progressivas, bem como, as alterações na rede

Leia mais

SEGUROS DE SAÚDE (Informação de Apoio)

SEGUROS DE SAÚDE (Informação de Apoio) SEGUROS DE SAÚDE (Informação de Apoio) Centros Médicos Galp Energia 1. Especialidades Médicas Existentes...2 2. Análises Clínicas...3 3. Co-pagamentos...3 Apólices Planos de Garantias 4. Apólice 100...4

Leia mais

REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR

REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 1. Introdução O Curso de Especialização em Administração Hospitalar (CEAH) da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Universidade

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO Tecnologia e Design CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º (Definição) O Departamento de Tecnologia

Leia mais

Estágio Opcional em Anestesia Fora do Bloco Operatório

Estágio Opcional em Anestesia Fora do Bloco Operatório Estágio Opcional em Anestesia Fora do Bloco Operatório Serviço de Anestesiologia Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra José Pedro Alves Ribeiro Coordenação Assistente Graduado do Centro Hospitalar

Leia mais

2009/2010 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DE ANESTESIA

2009/2010 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DE ANESTESIA 2009/2010 COMISSÃO CIENTÍFICA Celínia Antunes Cristina Baião Fernanda Príncipe Henrique Dias Jorge Coelho José Alberto Martins José David Ferreira Marcos Pacheco Nuno Tavares Lopes Paulo Amorim Paulo Figueiredo

Leia mais

Manual Técnico de Utilização

Manual Técnico de Utilização Manual Técnico de Utilização Inscrição nos Internatos Médicos Capítulo 1 1. Estrutura do Manual 1.1 Introdução O presente manual descreve o modo de utilização das inscrições dos candidatos ao concurso

Leia mais

EDITAL. 1. Enquadramento

EDITAL. 1. Enquadramento EDITAL Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa do Instituto Politécnico de Lisboa Curso de Pós-Graduação em Fisioterapia na Saúde da Mulher 2ª Edição 2014/2015 A Escola Superior de Tecnologia

Leia mais

Prova de Seleção para Residência Médica em Neurocirurgia e Neurologia. Edital de Convocação ANO 2011

Prova de Seleção para Residência Médica em Neurocirurgia e Neurologia. Edital de Convocação ANO 2011 1 Instituto de Neurologia de Curitiba (INC) Rua Jeremias Maciel Perretto, 300 Campo Comprido Curitiba PR 81210-310 Fone/fax: (41) 3028-8580 http://www.inc-neuro.com.br E-mail: residenciamedica@inc-neuro.com.br

Leia mais

REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE

REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE Artigo 1º Objeto O Regulamento do 2º Ciclo de Estudos Conducentes ao Grau de Mestre em Psicologia Clínica

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL DE MESTRADO EM. Universidade da Madeira

REGULAMENTO DO CURSO CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL DE MESTRADO EM. Universidade da Madeira REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EDUCACIONAL Universidade da Madeira O presente articulado baseia-se no regime jurídico instituído pelo Decreto- Lei n.º 74/2006, de

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS PROGRAMA DE VOLUNTARIADO PARA OS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS DEPENDENTES DA DGPC CARTA DO VOLUNTÁRIO (MINUTA) VOLUNTARIADO NOS MONUMENTOS, MUSEUS E PALÁCIOS DA DGPC CARTA DO VOLUNTÁRIO DE MONUMENTOS,

Leia mais

XIV. Recursos Humanos ÍNDICE

XIV. Recursos Humanos ÍNDICE XIV Recursos Humanos ÍNDICE SECÇÃO I CONSIDERAÇÕES GERAIS...2 SECÇÃO II ENTIDADE GESTORA DO ESTABELECIMENTO...2 1. Planeamento de Recursos Humanos...2 2. Recrutamento...5 3. Integração e Formação Inicial...6

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE. Vila Nova de Gaia, 30 de Agosto de 2007

REGULAMENTO INTERNO. Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE. Vila Nova de Gaia, 30 de Agosto de 2007 REGULAMENTO INTERNO Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE Vila Nova de Gaia, 30 de Agosto de 2007 1ª Revisão: Vila Nova de Gaia, 30 de Setembro de 2010 ÍNDICE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Leia mais

Capítulo IV Programas de treinamento pós-graduado

Capítulo IV Programas de treinamento pós-graduado Capítulo IV Programas de treinamento pós-graduado Introdução Qual será a duração ideal do treinamento de um médico para que se torne um pediatra competente? Dadas as variedades de abordagem dos treinamentos

Leia mais

EDITAL CONCURSO DE ACESSO AO CURSO DE MESTRADO EM TERAPIA OCUPACIONAL ANO LECTIVO DE 2015/2016 REPUBLICAÇÃO

EDITAL CONCURSO DE ACESSO AO CURSO DE MESTRADO EM TERAPIA OCUPACIONAL ANO LECTIVO DE 2015/2016 REPUBLICAÇÃO EDITAL CONCURSO DE ACESSO AO CURSO DE MESTRADO EM TERAPIA OCUPACIONAL ANO LECTIVO DE 2015/2016 REPUBLICAÇÃO Agostinho Luís da Silva Cruz, Presidente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto (ESTSP),

Leia mais

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR PESSOAS IDOSAS E ADULTAS COM DEFICIÊNCIA

GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR PESSOAS IDOSAS E ADULTAS COM DEFICIÊNCIA Manual de GUIA PRÁTICO ACOLHIMENTO FAMILIAR PESSOAS IDOSAS E ADULTAS COM DEFICIÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/8 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Acolhimento

Leia mais

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO Artigo 1º Objectivo e âmbito 1. O presente Regulamento estabelece as normas relativas aos processos de creditação no ISCIA para efeitos do disposto no artigo 45.º

Leia mais

Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Fecho (Ano N-2) Estimado (Ano N-1) Acumulado (Ano N)

Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Fecho (Ano N-2) Estimado (Ano N-1) Acumulado (Ano N) Q 2 Número de Utilizadores do Hospital (P) Instituições Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, EPE Agr. Scenario Contratualização Time Dezembro 2012 Área de Influência Fora da Área de Influência Notas:

Leia mais

- Critérios- 1. Introdução. 2. Procedimentos da Prova de Discussão Curricular

- Critérios- 1. Introdução. 2. Procedimentos da Prova de Discussão Curricular Avaliação Final do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar - Critérios- 1. Introdução O presente documento tem como finalidade dotar os júris constituídos para a Avaliação Final do Internato Médico

Leia mais

Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências

Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências O Conselho Técnico-Científico do ISCE Douro, na sua reunião de 6 de maio de 2015, deliberou, por unanimidade, assumir que todos os regulamentos do

Leia mais

Normas de participação

Normas de participação Verão com desafios 2015 Normas de participação I. Apresentação e objetivos 1. Entidade promotora e organizadora - Município de Loures 1 a) O programa de Ocupação de Tempos Livres Verão com Desafios é promovido

Leia mais

REGULAMENTO MARCAMUNDOS

REGULAMENTO MARCAMUNDOS REGULAMENTO MARCAMUNDOS Título I (MarcaMundos) Capítulo I (Definição) Art.1 1. O MarcaMundos (MM) é um projeto da Associação de Estudantes da NOVA Medical School Faculdade de Ciências Médicas da Universidade

Leia mais

EDITAL E NORMAS DO CONCURSO DE SELEÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNOESTE

EDITAL E NORMAS DO CONCURSO DE SELEÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNOESTE EDITAL E NORMAS DO CONCURSO DE SELEÇÃO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNOESTE A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação da UNOESTE, faz saber que fará realizar nesta cidade de

Leia mais

Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA. Paula Moniz

Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA. Paula Moniz Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA Paula Moniz VISÃO O Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, EPER pretende ser uma instituição

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 Artigo 1º. - A FUNDAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - FUNEP, além das disposições constantes de seu Estatuto

Leia mais

EDITAL. PÓS GRADUAÇÃO Cuidar para a viabilidade tecidular

EDITAL. PÓS GRADUAÇÃO Cuidar para a viabilidade tecidular EDITAL PÓS GRADUAÇÃO Cuidar para a viabilidade tecidular Ano letivo 2014-2015 A formação especializada Cuidar para a viabilidade tecidular resulta da parceria da Escola Superior de Enfermagem São José

Leia mais

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante

E R A S M U S Guia do Estudante ERASMUS. Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Guia do Estudante ERASMUS Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Guia do Estudante Normas Gerais A mobilidade de estudantes, uma das acções mais frequentes do Programa, inclui duas vertentes de actividade: realização

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA INCUBADORA DA UTAD

REGULAMENTO INTERNO DA INCUBADORA DA UTAD REGULAMENTO INTERNO DA INCUBADORA DA UTAD 2013 Artigo 1º (Âmbito) No presente regulamento definem-se todos os procedimentos de funcionamento da Incubadora da UTAD desde os processos de candidatura, avaliação

Leia mais

Campo de Férias - FUBI

Campo de Férias - FUBI Campo de Férias - FUBI Regulamento Interno O presente regulamento dos campos de férias FUBI, pretende definir os direitos, deveres e regras a observar por todas as pessoas que envolvem as atividades, para

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA Aprovado em Câmara Municipal a 26 de fevereiro de 2015 Aprovado em Assembleia Municipal a 30 de abril 2015 Projeto de Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO. Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades. Introdução

REGULAMENTO. Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades. Introdução REGULAMENTO Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades Introdução O Banco Santander Totta, S.A., em parceria com as Instituições de Ensino Superior aderentes (doravante «IES»), e através da

Leia mais