REGULAMENTO DO INTERNATO

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1 REGULAMENTO DO INTERNATO Aprovado em CEPE e CAS Processo 043/2013 Parecer 043/2013 de 21/11/2013

2 Capítulo I Caracterização do Internato Art. 1º - O Internato caracteriza-se por estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço, sob supervisão docente ou de preceptoria, desenvolvido pelos alunos do Curso de Medicina matriculados nos últimos quatro semestres do curso. Parágrafo Único - Durante o Internato serão realizadas atividades prioritariamente práticas e teórico-práticas, pertinentes aos conteúdos curriculares, podendo haver atividades suplementares e extracurriculares de cunho científico ou humanístico. Art. 2º - O Internato ocorrerá em instituições conveniadas com o Centro Universitário São Camilo (CUSC), abrangendo os níveis primário, secundário e terciário de atenção à saúde e de acordo com as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em Medicina. Art. 3º. - O Internato terá duração de 4 (quatro) semestres, compreendendo a carga horária descrita no Projeto Pedagógico do Curso de Medicina (PPC), distribuída ao longo dos últimos 4 (quatro) semestres do Curso de Medicina, conforme calendário geral aprovado pela Coordenação do Curso. Art. 4º. O Internato será desenvolvido em tempo integral, respeitando a especificidade de cada estágio e os limites da carga horária, de acordo com o planejamento elaborado pelos docentes e/ou preceptores de cada estágio, sendo, obrigatoriamente, aprovado pela Coordenação do Curso. Art. 5º. O Internato compreenderá atividades em Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva, que comporão os módulos de Internato. As atividades dos internos ocorrerão em sistema de rodízio.

3 Seção I Condições para Matrícula no Internato Art. 6º. Para o ingresso no Internato, o aluno deverá, obrigatoriamente, ter cursado e sido aprovado em todos os componentes curriculares previsto no PPC até o 8º semestre do Curso. 1º A matrícula nos semestres subsequentes exige a aprovação em todos os componentes curriculares do período anterior. Capítulo II Objetivos Art. 7º. O Internato tem como objetivo principal desenvolver e aperfeiçoar as competências e habilidades profissionais desejáveis ao médico generalista de acordo com o perfil do médico egresso, previsto no projeto pedagógico do Curso de Medicina do Centro Universitário São Camilo e com base nas diretrizes curriculares CNE/CES nº 4, de 7 de dezembro de 2001, para os cursos de Graduação em Medicina. Desta maneira, são seus objetivos: a) oferecer treinamento prático e supervisionado nas grandes áreas médicas (Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia e Saúde Coletiva), capacitando o aluno a abordar e resolver os problemas de saúde mais prevalentes na população, em todos os níveis de atenção à saúde; b) oferecer oportunidades para ampliar, integrar e aplicar os conhecimentos adquiridos durante os semestres anteriores do curso de graduação; c) aperfeiçoar o raciocínio clínico exigido no diagnóstico e resolução dos problemas de saúde nas diversas áreas da Medicina; d) estimular o exercício de análise crítica da atividade médica, em seus aspectos científicos, éticos e sociais; e) aperfeiçoar postura atitudinal adequada à assistência aos pacientes, além de capacitação nos diversos aspectos da relação médico-paciente;

4 f) aquisição e aperfeiçoamento de técnicas e habilidades indispensáveis ao exercício de atos médicos básicos; g) estimular a prática da assistência integrada, através da interação com os diversos profissionais da saúde; h) estimular o interesse pela promoção, preservação da saúde e prevenção das doenças; i) aprimorar a consciência das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico, perante o paciente, a instituição e a comunidade; j) propiciar experiências em atividades resultantes da interação escola médica-comunidade, pela participação em trabalhos extra-hospitalares ou de campo; k) estimular a ideia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado;e l) estimular a capacidade de aprendizagem independente. Capítulo III Seção I Comissão do Internato Art. 8º - A Comissão de Internato (CI) é um órgão assessor da Coordenação do Curso de Graduação em Medicina, constituída com a finalidade de auxiliar a boa condução do Internato, participando ativamente do Internato em conformidade com este regulamento e com as normas do CUSC e da legislação educacional nacional. Art. 9º - A CI será constituída por: I A Coordenação do Curso de Graduação em Medicina; II Quatro supervisores ou gestores de ensino dos Módulos do Internato de cada hospital e Unidades Básicas de Saúde, abrangendo representatividade de todos os Serviços envolvidos; III - 1 (um) representante discente do curso de Medicina, obrigatoriamente cursando o internato;

5 Art. 10º A CI será presidida pelo Coordenador do Curso de Graduação em Medicina, cabendo-lhe voto decisório, em caso de empate em votação, e o poder de veto. Será responsável por fazer cumprir as deliberações e os encaminhamentos que se fizerem necessários. Na sua ausência e impedimento, será substituído pelos Coordenadores Adjuntos. 1º - Os membros da CI, nos seus impedimentos, serão substituídos por representantes designados pelo Coordenador do Curso de Medicina. 2º - O representante discentes será eleito por seus pares por meio do voto direto, tendo mandato de 6 meses. 3º O aluno reprovado ou com sanções disciplinares oriundas do Internato não poderá ser membro da CI. 4º - Os supervisores/gestores de ensino do internato serão indicados pela Coordenação do Curso de Medicina. Art. 11º - As reuniões da CI ocorrerão ordinariamente por convocação da Coordenação do Curso de Medicina e, extraordinariamente, quando requerida por quatro de seus membros, sendo, pelo menos, três docentes ou preceptores. 1º As reuniões deverão ser convocadas, por escrito, com antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas, constando da convocação a pauta da reunião. 2º - A primeira chamada para reunião ocorrerá no horário convocado, com quorum mínimo de 50% (cinqüenta por cento) mais um dos membros da Coordenação de Medicina, e a segunda chamada, 15 (quinze) minutos após, com qualquer número de presentes mais um membro da Coordenação de Medicina. Art. 12º - As reuniões da CI serão secretariadas pela assistente da Coordenação do Curso de Graduação em Medicina ou por outro membro da comissão. 1º - Será elaborada ata ao final de cada reunião, que será discutida, votada e aprovada na reunião subsequente, considerando-se as alterações pertinentes.

6 Art. 13º São atribuições da CI: a) participar das discussões dos assuntos direta ou indiretamente vinculados ao Internato; b) supervisionar as atividades dos internos, analisando e acompanhando a programação das atividades do Internato; c) sugerir à Coordenação do Curso, ao Colegiado do Curso e aos demais participantes do Internato as ações que visem maior eficiência discente e docente nas atividades do Internato; d) sugerir normas de controle e avaliação contínuos do aproveitamento do interno nos vários estágios, visando os objetivos programados, procurando observar suas atitudes e habilidades além dos conhecimentos teóricos e práticos; e) observar o cumprimento de todas as normas do Internato e determinações do coordenador; e f) sugerir as demais ações necessárias à execução do Internato no que não colidir com as atribuições específicas da Coordenação do Curso. Seção II Gestores de Ensino do Internato Art. 14º. São atribuições dos gestores de ensino: a) fortalecer o ensino, a cultura acadêmica e o cumprimento das políticas e instrumentos utilizados no desenvolvimento das atividades e programas dos internos. b) fomentar a interação e o entrosamento das atividades administrativas e acadêmicas entre os serviços hospitalares mantidos pelas entidades Camilianas, visando padronizar o posicionamento institucional. c) supervisionar a organização dos programas, atividades de ensino e os processos assistenciais nas unidades de saúde, visando a sua excelência acadêmica e administrativa.

7 d) garantir a atividade de ensino nas unidades de saúde com qualidade e harmonia entre os seus colaboradores e os internos. Seção III Supervisores de Módulo do Internato Art. 15º. Os Supervisores de Módulo do Internato serão médicos docentes ou preceptores do Curso de Medicina do CUSC e serão escolhidos pela Coordenação do Curso de Medicina. Art. 16º. São atribuições dos Supervisores de Módulo: a) fazer cumprir as normas estabelecidas no regulamento do Internato; b) supervisionar as atividades do Internato nos respectivos módulos; c) supervisionar a elaboração do planejamento das atividades didáticas a serem desenvolvidas, d) sugerir e supervisionar a distribuição dos alunos matriculados nas atividades desenvolvidas nos respectivos módulos do Internato; e) apresentar os resultados de cada avaliação discente à Coordenação do Curso; f) resolver as questões afetas à sua competência, encaminhando dificuldades ou sugestões de melhoria, por escrito, à Coordenação do curso. Seção IV Preceptoria Art. 17º. Consideram-se preceptores os médicos especialistas, com registro da especialidade no CRM, atuantes nas respectivas áreas do Internato. Art. 18º. - São Atribuições do preceptor: a) supervisionar os alunos durante os atendimentos, inclusive de suas tarefas administrativas como prescrição e evolução médicas, dentro das unidades selecionadas, de acordo com a especialidade fim.

8 b) orientar os alunos durante as visitas médicas e multiprofissionais c) promover aulas teórico-práticas e/ou práticas, seminários e discussões de casos clínicos, que poderão fazer parte da ementa de cada componente curricular, conforme conteúdo programático criado pelo Supervisor do Módulo e validado pela Coordenação do Curso de Medicina. d) realizar controle de presença dos i nternos nas atividades propostas. e) participar dos processos de avaliação conforme Seção II deste Regimento. Seção V Interno Art. 19º - Os estudantes matriculados do 9º ao 12º semestres do Curso de Graduação em Medicina do CUSC, denominados INTERNOS, terão como atividades curriculares obrigatórias estágios hospitalares, ambulatoriais e na rede básica de saúde, aí incluída a Estratégia Saúde da Família. Capítulo IV Seção I Atividades do Internato Art. 20º - O programa de atividades a serem desenvolvidas pelos grupos em cada Módulo, suas diretrizes e avaliação serão definidos a partir de proposta elaborada pelo Supervisor do Módulo, em conjunto com a Coordenação do Curso de Medicina e devem constar do Plano de Ensino do Módulo. 1º - Cada Módulo terá a incumbência de organizar as atividades individuais do interno no período estipulado para o estágio no Módulo. 2º - Os estágios nos Módulos serão realizados em regime de tempo integral, de acordo com o calendário escolar anualmente elaborado pelo Centro Universitário, que estabelece início e fim das atividades escolares.

9 3º - Os Supervisores dos Módulos determinarão os plantões obrigatórios noturnos, aos finais de semana e feriados, para os internos que neles estejam estagiando. A duração de cada plantão será estabelecida pela Supervisão do Módulo. 4º - Na hipótese de o aluno ser reprovado em qualquer um dos estágios de um determinado Módulo do Internato, fica o mesmo obrigado a cursar o referido Módulo antes dos subsequentes, respeitando-se o Regimento Escolar. Art. 21º. No Internato, a carga horária e as atividades deverão ser cumpridas integral e obrigatoriamente por todos os internos, de acordo com atividades elaboradas e aprovadas pela Coordenação do Curso de Medicina. 1º - As atividades de rotina terão seus horários de inicio e término estabelecido de acordo com as especificidades das atividades desenvolvidas. 2º - As atividades com características de plantão ocorrerão nos períodos diurno e noturno todos os dias da semana. Art. 22º - As atividades exercidas pelos Internos, sob supervisão docente ou de preceptoria legalmente habilitada, seguirão os preceitos do Código de Ética do Estudante de Medicina, Código de Ética Médica e os dispositivos legais que regem o exercício da Medicina. 1º - Os internos poderão elaborar as prescrições médicas, sob supervisão direta de docentes ou preceptores, em documentos próprios das diversas Instituições, Hospitais ou das Unidades de Saúde, sendo obrigatória a coassinatura e carimbo do docente ou preceptor que efetua a supervisão do aluno para que a prescrição seja dispensada aos pacientes ou executada pela enfermagem competente. Seção II Avaliação Art. 23º Os internos serão avaliados nas esferas: a) atitudinal (peso 2) b) psicomotora (peso 2)

10 c) cognitiva (peso 1) Art. 24º - O conceito final se dará em APTO ou INAPTO. 1º Avaliação Atitudinal: em cada Módulo, o aluno será avaliado pelas habilidades médicas adquiridas e sua postura individual e em grupo perante seus pares, pacientes e docentes/preceptores, de acordo com a Planilha de Avaliação do Estagiário do Curso de Medicina, aprovada pela Coordenação e Colegiado do Curso de Medicina, recebendo uma nota conceitual de 0 a 10. Uma única nota total será obtida e terá peso 2 (dois). 2º Avaliação Psicomotora: será realizada por meio de prova prática aplicada aos internos ao final de cada Módulo, com valor de 0 a 10. Uma única nota total será obtida e terá Peso 2 (dois). 3º Avaliação Cognitiva: será realizada através de prova única aplicada ao final de cada Módulo e contendo questões dissertativas e/ou de múltipla escolha de todas as sub-áreas do Módulo, com valor de 0 a 10 e terá peso 1 (um). 4º Será considerado APTO o aluno que obtiver média igual ou superior a 6 nas avaliações atitudinal, psicomotora e cognitiva individualmente e na média final total. Não há arredondamento de notas em avaliações e média final do internato médico. 5º A não aprovação por avaliação INAPTO, em qualquer Módulo impossibilitará o aluno se matricular no semestre seguinte. Capítulo V Direitos e Deveres do Interno Art. 25º - Os Internos terão direito à supervisão médica em todas as atividades que desempenharem. A supervisão é exercida por membro do

11 Corpo Docente do CUSC ou por preceptor médico habilitado que tenha delegação explícita por parte da Coordenação do Curso. 1º - É direito do interno o acesso aos pacientes nas enfermarias e pronto-socorros dos Hospitais ou tratados em ambulatórios, cabendo ao supervisor do Módulo ou da Área, docente, preceptor, médico ou residente responsável pelo atendimento, avaliar e permitir que o aluno execute ou não atos médicos, sempre sob supervisão. 2º - Quando o grupo de internos ficar responsável por determinado número de leitos, deverá ser feita a distribuição igualitária entre os integrantes ou de acordo com determinação do docente ou preceptor responsável pelo ciclo ou sub -ciclo. Art. 26º - Não há previsão de faltas no internato (100% frequência). Toda e qualquer atividade não frequentada deverá ser reposta por atividade compatível e equivalente. Ficará reprovado no Módulo o aluno que não a fizer. 1º. A reposição poderá ocorrer nas seguintes situações: a) Doenças infecto-contagiosas ou afecções agudas de saúde que impeçam a mobilidade temporariamente ou a presença do aluno às atividades do internato; b) Doenças de caráter psicológico e/ou psiquiátrico que impossibilitem o atendimento dos pacientes ou o comparecimento às atividades do internato; c) Participação em estágios nacionais (projeto Rondon, etc), estágios internacionais, previamente autorizados pela coordenação do Curso de Medicina; d) Falecimento de pais, filhos, irmãos e avós (3 dias); e) Licença maternidade (120 dias) e paternidade (5 dias); f) Licença paternidade (5 dias); g) Afastamento em razão de serviço militar, juramento à bandeira, mediante apresentação do certificado do alistamento militar, constatando a data do evento;

12 h) Acompanhamento de filhos menores de 12 anos ou pais acima de 65 anos a consultas médicas; i) Afastamento desportivo conforme a Lei Pelé, desde que haja comprovação oficial; j) Comparecimento obrigatório perante o poder judiciário e convocação eleitoral; k) Participação em Cursos e Congressos (limitados a dois por semestre) e por período não superior a 3 (três) dias; 2º. No caso de ausência motivada por problemas de saúde, o interno deverá apresentar obrigatoriamente atestado médico detalhado sobre a condição. 3º. - No caso de ausência motivada por doença psicológica e/ou psiquiátrica, o interno deverá apresentar obrigatoriamente atestado médico de psiquiatra ou relatório de psicólogo, detalhando a condição. 4º. No caso de ausência motivada por luto familiar, o interno deverá apresentar obrigatoriamente cópia do atestado de óbito em questão. 5º. No caso de ausência motivada por nascimento de filho(a), o interno deverá apresentar obrigatoriamente cópia da certidão de nascimento do filho(a); 6º. Salvo impedimento evidente, o interno deverá comunicar antecipadamente ao Supervisor do Módulo, por escrito, em tempo hábil, o motivo de sua ausência, para que o planejamento do período de reposição seja feito, contemplando toda a carga horária prevista; 7º. No caso da impossibilidade de comunicação por escrito, em tempo hábil, ao Supervisor do Módulo, o interno deverá fazê-lo por telefone ou e- mail assim que possível, encaminhando, na sequência, justificativa por escrito ao Supervisor do Módulo; 8º. Os casos e situações não previstas no 1º serão examinados e resolvidos pela Coordenação do Curso de Medicina e/ou pelo Colegiado de Curso em última instância. Art. 27º - Constituem-se deveres dos Internos:

13 I - exercer as funções assistenciais com os pacientes quando estiver recebendo a supervisão de Docentes e/ou Preceptores, motivo pelo qual não será tolerada a paralisação de suas atividades, prejudicando o atendimento e os serviços assistenciais de urgência; II - manter assiduidade e pontualidade nas atividades previstas nos Módulos e nas programadas pela Coordenação do Curso; III - usar vestuários, aventais ou jalecos brancos, em condições de higiene, em todas as atividades assistenciais efetuadas; IV - usar o crachá de identificação; V - obedecer as normas disciplinares e administrativas definidas pela Coordenação do Curso de Medicina e pelos Conselhos de Administração das diversas Instituições conveniadas relativas à conduta dentro do ambiente hospitalar e demais dependências assistenciais; VI - obedecer às normas de orientação médica propostas pelos docentes ou preceptores na supervisão das atividades dos Internos; VII - solicitar documento, com carimbo e assinatura do docente ou preceptor responsável, na impossibilidade de assinar a freqüência dentro do horário estabelecido, por estar exercendo atividade que não poderá ser interrompida e entregar na sequência o mesmo para o Supervisor do Módulo ou docente responsável. Capítulo VI Regulamento Disciplinar Art. 28º - O regulamento disciplinar visa garantir a convivência harmônica entre o corpo docente, discente e técnico-administrativo, preservando a ordem nos ambientes de trabalho, o respeito e o bom andamento dos cuidados que devem ser prestados aos pacientes. Art. 29º - Constituem infrações disciplinares dos Internos: I - faltar ou abandonar atividade para a qual estava escalado, sem justificativa; II - abandonar doente, sob seus cuidados, independentemente do estado de gravidade do mesmo;

14 III - chegar atrasado ou sair antecipadamente de qualquer atividade programada, sem a anuência do docente ou preceptor responsável pela mesma e/ou do Supervisor do Módulo; IV - cometer ato de desrespeito ou ato imoral contra qualquer pessoa nas instituições em que estiver estagiando; V - desrespeitar o Código de Ética do Estudante de Medicina, o Código de Ética Médica ou praticar atos ilícitos, prevalecendo-se da condição de interno; VI - deixar de cumprir tarefas que sejam de sua responsabilidade, dentro de cada atividade programada; VII - não acatar normas ou diretrizes oficialmente determinadas pela Coordenação do Curso de Medicina do CUSC e pelas Instituições conveniadas ou pela área em que estiver estagiando; VIII - comparecer às atividades programadas sem estar adequadamente trajado para a atividade; IX - retirar prontuários ou quaisquer documentos, mesmo que temporariamente, sem autorizações adequadas das instituições em que estiver estagiando; X - deixar o plantão sem a chegada de seu substituto. XI- tomar conduta sem supervisão médica. Art. 30º - A ausência em plantão é considerada falta grave e sujeita às penalidades disciplinares. Salvo impedimento evidente, o interno deverá comunicar antecipadamente ao Supervisor do Módulo, por escrito, em tempo hábil, o motivo de sua ausência, indicando o nome do interno substituto e o plantão no qual irá compensar esta substituição. Interno, substituto e Supervisor de Módulo deverão assinar termo de anuência. 1º - O interno substituto deverá, obrigatoriamente, estar estagiando no mesmo Módulo do interno substituído. 2º - A compensação da substituição pelo interno substituído deverá obrigatoriamente ser cumprida no Módulo em que o mesmo estiver estagiando quando da substituição.

15 3º - No caso da ausência ter sido motivada por problemas de saúde, o interno deverá apresentar obrigatoriamente atestado médico, tendo justificada sua ausência, porém deverá repor sua carga horária definida pelo Supervisor do Módulo. 4º - No caso da impossibilidade da comunicação por escrito, em tempo hábil, ao Supervisor do Módulo, do motivo da ausência, deverá ser contatado o docente ou preceptor responsável pelo plantão. Nesta situação o interno encaminhará, na sequência, justificativa por escrito ao supervisor do Módulo. 5º - Em situação do interno antecipar a saída do plantão, caso o faça sem anuência por escrito do preceptor responsável pelo plantão, terá zerada a nota referente à Avaliação Atitudinal; 6º - Em situação do interno ausentar-se das atividades de rotina previstas em cada ciclo sem autorização por escrito do preceptor ou gestor do Serviço, terá perda de 50% de sua nota de Avaliação Atitudinal. Em situação de reincidência no mesmo Módulo, terá a nota desse componente zerada; 7º - Caberá ao Supervisor do Módulo julgar e aceitar ou não a justificativa para a falta e, em situações especiais, enviar o caso para a análise da Coordenação do Curso de Medicina. Art. 31º - As infrações disciplinares são passíveis de sanções disciplinares previstas no Regimento Geral do CUSC. Capítulo VII Disposições Finais Art. 32º O interno não poderá prestar declarações, em nome do CUSC, a respeito do funcionamento do mesmo. Art. 33º. Qualquer assunto referente ao Internato deverá seguir a seguinte ordem de discussão nas instâncias: a) Comissão de Internato b) Coordenação do Curso de Medicina c) Quando necessário, o Colegiado do Curso de Medicina.

16 Art. 34º - Os casos e situações não previstas neste regulamento serão resolvidos pela Coordenação do Curso de Medicina e/ou Colegiado de Curso. Art. 35º. Este regulamento entra em vigor a partir do semestre letivo seguinte ao de sua aprovação pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CEPE e pelo Conselho de Administração Superior CAS.

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