CURSO DE MEDICINA REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE UBERABA

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1 CURSO DE MEDICINA REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE UBERABA Uberaba 2014

2 REGULAMENTO PARA O INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA O Colegiado do Curso de Medicina, no uso de suas atribuições, em consonância com a Resolução CNE/CES nº 4, de 07 de novembro de 2001, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina, aprovou, em reunião realizada em 01 de julho de 2014, o regulamento que normatiza as atividades relacionadas à realização, ao desenvolvimento e acompanhamento do Internato do Curso de Medicina da Universidade de Uberaba. CAPÍTULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS. Art. 1 - Os cursos médicos, no Brasil, têm sido, ao longo dos anos, organizados para graduar alunos de modo que atendam às necessidades da população brasileira. O método tradicional de ensino tem sofrido modificações e adaptações em vigência das mudanças ocorridas no país ao longo da história, no intuito de se tornar ao mesmo tempo atualizado e estruturado em valores universais e atemporais. Recentemente, ao analisar e aprovar as Diretrizes Curriculares para os cursos da área da saúde foi dado um maior destaque na ação preventiva, dentro de uma visão integral do ser humano, ressaltando valores éticos e culturais. O modelo hospitalocêntrico, com foco voltado à doença, tem perdido espaço frente aos novos conceitos de saúde, voltados ao indivíduo, em ambientes de atenção primária. Essa diretriz traz implícita a integração entre as instituições de ensino superior, a comunidade e os serviços de saúde a ela proporcionados. Certamente, resguardada a autonomia universitária, podemos interpretar essas diretrizes como recomendação para a formação de recursos humanos dentro de perfis imprescindíveis para o exercício da medicina. Dentro desta linha, o curso de graduação exige organização que leva em conta o perfil recomendado do profissional que se quer formar. Essa construção reclama a participação do aluno não só em ambientes hospitalares, mas também nas unidades de saúde, junto à comunidade, vivenciando a relação direta com a população em equipes multiprofissionais. Sem renunciar aos pressupostos básicos de ciência que o sustenta, o curso de graduação em medicina, criado pela Universidade de Uberaba, fundamentado na metodologia do perfil (com o sistema tutorial reclamado nas circunstâncias), é conducente a um graduando com capacidade resolutiva da maioria das condições prevalentes, além de capacidade de encaminhar, com qualidade, à apreciação dos especialistas conforme a necessidade. Essas considerações propiciam, no âmbito da própria Universidade, um sistema de saúde

3 hierarquizado, inserido na rede municipal de saúde (SUS), que se configura em cenário para o ensino e a assistência. Sobre a organização do SUS (Lei no. 8080, de 19 de setembro de 1990) entende-se que ele é um complexo de serviços do setor público voltado para as ações de interesse da saúde, com responsabilidades extensivas aos estados e municípios no que tange às atividades que visam à promoção, proteção e a recuperação da saúde. Na formulação da estrutura do Curso de Medicina, optou-se pela divisão temporal em três ciclos, cada um com duração de quatro períodos: ciclo básico, ciclo intermediário e internato. Não são ciclos isolados, mas que se permeiam. O objetivo deste regulamento é tratar do Internato contemplado no Projeto Pedagógico do Curso de Medicina. O internato, ciclo curricular obrigatório de treinamento em serviço sob supervisão docente, inclui atividades no primeiro, segundo e terceiro níveis de atenção nas áreas adiante referidas. CAPITULO II DOS PRINCÍPIOS E FINALIDADES. Art. 2 - O Internato do Curso de Graduação em Medicina da Universidade de Uberaba caracteriza-se como estágio curricular obrigatório de treinamento em serviço, orientado e supervisionado por docentes e médicos preceptores, em diversas categorias de responsabilidade e hierarquia, com atividades práticas e teóricas destinadas à construção de habilidades e competências, no primeiro, segundo e terceiro níveis de atenção à saúde. Art. 3 - É uma atividade curricular obrigatória que o estudante inicia ao concluir seus estudos em todos os componentes que compõem o ciclo intermediário do curso, realizado do 9º ao 12º períodos, em tempo integral, nos dois turnos, com eventuais plantões noturnos, de acordo com cada componente curricular. Art. 4 - São finalidades do internato supervisionado: I. Possibilitar ao interno o desenvolvimento de competências e habilidades que permitirão sua rotina profissional; II. Atribuir ao interno responsabilidades crescentes nos diversos níveis de atenção à saúde. III. Ampliar os conhecimentos adquiridos durante os ciclos básico e intermediário precedentes; IV. Possibilitar a prática médica estabelecendo relação entre a teoria e a vivência diária.

4 V. Incentivar e estimular a prática da assistência integrada, possibilitando interação com a equipe de trabalho (que inclui médicos e agentes das diversas áreas da saúde) e com os próprios colegas. VI. Possibilitar ao interno o entendimento da realidade existente nos serviços de saúde, da obrigação médica, da ética, e de sua função no meio em que está atuando. Art. 5 - São competências do egresso: I. Identificar e intervir no processo saúde-doença individual e coletivo. II. Identificar, realizar e orientar ações visando à promoção da saúde e a prevenção da doença. III. Estabelecer o diagnóstico clínico. IV. Oferecer opções terapêuticas coerentes com o diagnóstico. V. Atender as urgências e as emergências. CAPÍTULO III DA PROGRAMAÇÃO E ESTRUTURA CURRICULAR. Art. 6 - O Internato será realizado sob a responsabilidade da Comissão do Internato, com aval do Colegiado do Curso, estando as atividades a cargo dos médicos preceptores, Coordenadores de Área e sob a observância do Coordenador Geral. Art. 7 - A carga horária total é de horas e o internato participa com horas (41,7%). Parágrafo único O internato desenvolve-se nos últimos quatro (4) últimos semestres do curso médico e tem a sua carga horária assim distribuída: 09 Período horas 10 Período horas 11 Período horas 12 Período horas Art. 8 - A estrutura curricular do Internato obedece à Organização Curricular vigente do Curso de Medicina, conforme Anexo I.

5 Art. 9 - Os cenários selecionados para a graduação do Curso de Medicina estão Integrados ao Programa do Internato, a partir no nono (9º) período, onde se desenvolvem atividades em cinco (5) áreas básicas: Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia, Clínica Cirúrgica, Pediatria e Saúde Coletiva. Os internos atuam em diferentes níveis de complexidade (primário, secundário e terciário) e desenvolvem práticas em equipe multidisciplinares de saúde visando a integralidade da formação médica. Os estágios são desenvolvidos em Unidades Básicas de Saúde (UBS), em Equipes de Saúde da Família (ESF s), em Unidades de Referência e Serviços Hospitalares, listados no Anexo II 1º - É obrigatória, a cada início dos estágios, a entrega de cópia do RG, CPF, cartão de vacina e assinatura do termo de estágio, sem os quais o aluno fica impossibilitado de frequentar os estágios. 2º - A universidade fica encarregada de encaminhar à Secretaria Municipal de Saúde com antecedência de 30 (trinta) dias todos os termos de estágios assim como as escalas de atividades, assinados pelo diretor e coordenador geral do Internato. Art. 10º - A Universidade de Uberaba conta com o Programa de Estágio PROEST que tem como objetivo sistematizar e monitorar o processo de Estágio Curricular Obrigatório e Não Obrigatório, no âmbito dos Cursos de Graduação e Tecnológicos, nas modalidades presencial e EAD, atendendo às políticas da instituição e à legislação nacional de estágio - Lei de Estágio nº , de 25 de setembro de É vinculado à Pró-Reitoria de Ensino Superior da Universidade de Uberaba. Ao PROEST compete: a) Receber e orientar os alunos com relação aos estágios e campos de estágio; b) Firmar convênios com as organizações interessadas em ofertar estágios aos alunos da Universidade; c) Receber os documentos pertinentes aos estágios e encaminhá-los, em tempo hábil, para a tramitação legal. Art. 11º - Externato: O Colegiado do Curso de Medicina aprovou a participação de alunos em estágio fora da instituição (externato) com 25% (vinte e cinco por cento) de carga horária total do Internato, conforme critérios de aprovação abaixo relacionados: I. Somente os alunos do 11 e 12 períodos poderão participar do estágio opcional, devendo o mesmo ser solicitado até os meses de maio e outubro, períodos que antecedem o início dos estágios.

6 II. O estágio deverá ser realizado em Instituição de Ensino Universitário, capacitada para receber o aluno por um período de até seis meses, período este correspondente à Etapa do internato em vigor. III. A instituição de origem deve ter firmado convênio com a Universidade de Uberaba com a carga horária e conteúdos compatíveis. IV. A instituição que aceitar o aluno como estagiário deverá encaminhar à comissão do Internato da UNIUBE um documento de concessão, com descrição das atividades e formas de avaliação. O documento deve informar: a) Localização do campo de estágio; b) Prova de funcionamento regular e existência de condições técnicas e científicas da instituição convenente compatíveis com as exigências da formação a ser dispensada ao estagiário, bem como a existência de pessoal médico capacitado para exercer a função de Preceptor; c) Existência de Programa de Residência Médica reconhecido pela Comissão Nacional de Residência Médica na área de estágio; d) Que a convenente se responsabilize por supervisionar e avaliar as atividades do interno e, ao final do período de estágio, repasse à Comissão de Internato a avaliação do aluno. V. Este estágio fica condicionado à existência de convênio entre a Universidade de Uberaba e as Instituições de ensino. VI. Fica na responsabilidade da comissão do Internato, junto ao coordenador da área correspondente, a aprovação do estágio e consecutivo encaminhamento ao Colegiado do curso para devido referendo. VII. Será permitido, no máximo, a saída de 50% da turma do estágio em curso, conforme documentação encaminhada pela instituição envolvida, e o aproveitamento do candidato durante o curso. Os critérios para aprovação do aluno serão: a) O aluno não poderá possuir nenhuma advertência escrita ao longo do curso; b) O aluno não poderá ter reprovações em seu histórico no curso; c) O aluno deverá apresentar bom rendimento escolar, satisfazendo o mínimo de 70% do total, considerando-se os períodos anteriores e/ ou estágios anteriores; VIII. Caso haja solicitações de mais de 50% da turma para o estágio opcional, o critério de desempate será a média das notas no 9 e 10 períodos, desde que os alunos tenham preenchidos os critérios anteriores. E

7 se ainda, assim, permanecer o empate, o critério utilizado será a idade, com prioridade o aluno mais velho. IX. Ao final do estágio, o aluno ficará obrigado a apresentar ao coordenador e a Comissão do Internato, o comprovante de aprovação. O mesmo deverá fazer uma apresentação formal de suas atividades aos membros da Comissão do Internato. X. O externato deverá ser realizado nas disciplinas correspondente à etapa com carga horária semelhante. Art Somente será autorizada a realização de Internato fora da instituição de origem em locais que tiverem firmado convênio com a Universidade de Uberaba e que permitam o cumprimento da carga horária e do conteúdo, compatíveis com aqueles do curso. Art. 13º - O componente curricular Internato em Especialidades Eletivas deverá ser cursado somente no 11º período e ser cumprido integralmente, já que se trata de componente curricular obrigatório, com ementa própria, em seu respectivo plano de ensino. 1º. Realização do componente na Universidade de Uberaba: As áreas de Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva deverão participar oferecendo no mínimo 02 vagas, com carga horária mínima de 30 horas semanais, ou mais conforme capacidade do estágio afim. Caso haja um número de candidatos maior que o número de vagas ofertadas, será considerado como critério de desempate as notas do componente curricular correspondente. As matrículas deverão ser realizadas no período de 30 dias que antecederem o início do estágio, exceto no 1 estágio em janeiro que será até 30 de novembro, sendo obrigatória a assinatura do Termo de Compromisso. 2º. Realização do componente nas Instituições Conveniadas: O aluno deverá trazer à Comissão do Internato o Termo de Aceite do responsável pelo serviço e aprovado pelo respectivo departamento. Esta Instituição deverá ter convênio com a Universidade de Uberaba, desde que: a) o serviço seja reconhecido pelo MEC ou tenha programa de Residência Médica reconhecida pela CNRM. b) existam profissionais médicos aptos a orientar o discente. c) no início do estágio, o aluno receba do serviço envolvido a descrição de suas atividades com carga horária, local de trabalho e critérios de avaliação. 3º. Observações:

8 I. Não será responsabilidade da Universidade de Uberaba conseguir o ingresso dos alunos em outras instituições. II. O aluno que descumprir qualquer atividade pré-determinada em ambiente fora da Universidade durante o Internato será convidado, pelo responsável do serviço, a deixar o referido estágio. Neste caso uma carta do supervisor deverá ser encaminhada à Comissão do Internato com devidas justificativas para análise e decisão. 4º. Ao término do estágio o aluno deverá, em até sete (07) dias, entregar à Secretaria do Internato os comprovantes de aprovação. Caso não sejam entregues no prazo, o estágio será considerado não cursado. CAPITULO IV DA COMISSÃO DO INTERNATO. Art. 14º. A comissão do Internato é um órgão consultivo e de supervisão do Curso de Medicina responsável pelo acompanhamento do Internato. É composta pelo Coordenador Geral do Internato, pelos Coordenadores de cada Área, pelo representante dos alunos e pelo representante da Direção do Curso. 1º. O Coordenador Geral do Internato é quem preside a Comissão do Internato, sendo o responsável por estabelecer o contato entre os coordenadores das demais áreas para avaliação integrada e contínua das atividades. Art. 15º. São atribuições da comissão: a) Discutir assuntos diversos referentes ao Internato b) Aprovar os programas das diversas áreas e seus respectivos componentes curriculares c) Identificar, acompanhar e avaliar a execução dos programas aprovados. d) Proporcionar medidas que auxiliem no aperfeiçoamento do processo pedagógico do Internato. 1º. A Comissão do internato encaminha suas decisões para o Colegiado do Curso para análise ou ratificação. Art. 16º. A comissão se reúne ordinariamente ao término de cada estágio e, em caráter extraordinário, quando convocada pelo coordenador ou por dois terços de seus membros devendo-se, em ambos os casos, ser comunicada a pauta da reunião.

9 1º. As reuniões somente podem ser iniciadas com a presença da maioria simples dos representantes, em primeira convocação, e com o mínimo de um terço em segunda convocação, após trinta (30) minutos. 2º. As decisões somente têm efeito mediante aprovação da maioria simples de seus membros presentes à convocação. 3º. Em casos de impedimentos ou falta do coordenador da área, este será substituído pelo vice coordenador. 4º. Na ausência do Coordenador Geral, fica o representante do curso (diretor ou vice-diretor) como o substituto. 5º. Fica expresso aos Coordenadores de Área ou substituto, o direito a voto na Comissão do Internato. 6º. Os assuntos levados à Comissão do Internato serão discutidos e avaliados criteriosamente e, depois de aprovados, encaminhados ao Colegiado do Curso para análise ou ratificação. CAPITULO V DA SUPERVISÃO E COORDENAÇÃO. Art. 17º - A coordenação do Internato é realizada pelo Coordenador Geral do Internato e pelos Coordenadores de Áreas com apoio dos docentes e médicos preceptores. Art. 18º - A supervisão é atividade que tem por finalidade acompanhar e orientar os alunos durante as atividades práticas, garantindo o cumprimento dos objetivos estabelecidos por cada área. Esta atividade é realizada diretamente pelo professor e/ou médico preceptor em todas as atividades acadêmicas desenvolvidas pelo Interno. Art. 19º - As áreas do Internato de Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia e Saúde Coletiva têm coordenadores escolhidos pelo Coordenador Geral do Internato e Diretor do Curso de Medicina. 1º. São atribuições do Coordenador Geral do Internato: a) estabelecer contato com os coordenadores das demais áreas, para a avaliação integrada e contínua das atividades; b) supervisionar os serviços de atividades teórico-práticas em áreas conveniadas; e

10 c) estabelecer comunicação direta com a direção dos serviços afins, promovendo a articulação interinstitucional.. 2º. São atribuições do Coordenador de Área: a) Conhecer, cumprir e fazer cumprir o Regulamento do Internato, o Regimento Geral da Universidade de Uberaba, e as normas estabelecidas pelas instituições de saúde concedentes dos campos para realização dos estágios; b) Coordenar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento do Internato na respectiva área de atuação; c) Participar das reuniões convocadas pela Coordenação do Internato; d) Participar das atividades propostas pela Coordenação do Internato; e) Elaborar em conjunto com os coordenadores das demais áreas, o Programa do Internato e submetê-lo à Comissão do Internato e ao Colegiado do Curso de Medicina antes do início cada turma; f) Elaborar o Plano de Ensino do referido componente curricular e entregalo à Secretaria do Internato na primeira semana de cada semestre letivo; g) Propor, organizar e coordenar reuniões e demais atividades práticas e/ou teóricas desenvolvidas durante o estágio, com médicos preceptores e alunos, sempre que necessário; h) Orientar os estagiários em suas atividades, identificando as atividades que deverão ser cumpridas, seus respectivos prazos de execução e informando-lhes seus direitos e deveres; i) Acompanhar o cumprimento da carga horária obrigatória, o desenvolvimento das atividades práticas e a evolução do estagiário; j) Avaliar e registrar o desempenho dos internos, nas atividades teóricas e práticas (seminários, provas, discussões de casos clínicos, relatórios e leituras de artigos), encaminhando-os aos setores competentes; k) Manter contato com os médicos preceptores, para avaliarem, em conjunto, o desempenho dos alunos nas atividades práticas; l) Aprovar a participação do interno em Seminários e outros eventos científicos. m) Emitir relatório semestral à Comissão do Internato, avaliando o desenvolvimento do estágio, sua consonância aos objetivos do curso, sua importância para a formação do aluno e sua contribuição para a sociedade. 4º. São atribuições do Médico Preceptor: a) Conhecer, cumprir e fazer cumprir o Regulamento do Internato, o Regimento Geral da Universidade de Uberaba, e as normas estabelecidas pelas instituições de saúde concedentes dos campos para realização dos estágios; b) Participar das reuniões de supervisão, quando convocado pela Coordenação do Internato, e/ou pela Coordenação de Área;

11 c) Participar das atividades didáticas propostas pela Coordenação do Internato, e/ou pela Coordenação de Área; d) Realizar atividades didáticas semanais no cenário do Internato; e) Promover o atendimento aos pacientes de acordo com a proposta curricular do Curso de Medicina da Universidade de Uberaba; f) Acompanhar o andamento dos estágios, zelando pelo cumprimento das normas e rotinas institucionais e do campo concedente; g) Acompanhar o desempenho de cada interno nas atividades diárias; h) Avaliar, conceitualmente, os aspectos comportamentais e atitudinais dos internos, respeitando o cronograma determinado no início do semestre letivo. i) Acompanhar e registrar a frequência dos alunos nas atividades propostas, controlando a carga horária cumprida pelo interno, e encaminhar à Coordenação de Área; j) Intermediar eventuais ocorrências no campo concedente e comunicar às instâncias superiores quando necessário, sob forma de relatório; e k) Manter sigilo e ética profissional perante os atendimentos realizados, as informações restritas do campo concedente, e as informações restritas da Universidade. CAPÍTULO VI DOS DEVERES DOS INTERNOS. Art. 20º - São deveres dos Internos: I. Apresentar, dentro do prazo, a documentação solicitada pela Secretaria do Internato para o registro do Termo de Compromisso do Estágio Curricular Supervisionado (cópia do RG, CPF, cartão de vacina) e assinar o termo de estágio, sem os quais o aluno fica impossibilitado de frequentá-los; II. Conhecer e cumprir o Regulamento do Internato do Curso de Medicina, o Regimento Geral da Universidade de Uberaba, o Código de Ética do Estudante de Medicina e as normas estabelecidas pelas instituições de saúde concedentes dos campos para realização das atividades práticas; III. Assumir, conforme supervisão do Coordenador de Área e do Médico Preceptor, atividades inerentes ao exercício legal da profissão; IV. Inteirar-se das normas e das rotinas de cada serviço onde irá cursar o internato e cumpri-las; V. Participar das reuniões de supervisão convocadas pela Coordenação do Internato, e/ou pela Coordenação da Área e/ou pelo Médico Preceptor; VI. Participar de todas as atividades propostas pela Coordenação do Internato, e/ou pela Coordenação da Área e/ou pelo Médico Preceptor;

12 VII. Cumprir integralmente a carga horária do componente curricular, conforme escala disponibilizada pela Coordenação do Estágio, durante o período letivo; VIII. Comparecer nos dias e horários pré-estabelecidos, apresentando-se para o estágio no local em condições apropriadas para suas atividades, não podendo ultrapassar a 15 minutos de atraso no horário de início; IX. Portar-se e vestir-se de maneira adequada, conforme orientação da instituição de ensino e respeitando a NR 32; (roupa branca ou avental branco, sapato totalmente fechado, calça comprida ou saia/vestido abaixo do joelho, blusa que não exponham a barriga e/ou seios, cabelos presos, unhas curtas, evitando o excesso de acessórios (pulseiras, anéis, piercing, etc.); X. Portar o material necessário para o desenvolvimento das atividades: estetoscópio, esfignomanômetro, termômetro digital, lanterna, bloco de anotações, canetas esferográficas e referência bibliográfica; XI. Registrar atividades e procedimentos no prontuário do cliente/paciente, assinar, datar e apor carimbo contendo nome, RA, Acadêmico de Medicina UNIUBE ; XII. Datar e colocar seu nome, legível, em todas as anotações necessárias; XIII. Certificar-se que a evolução, prescrição e receituário sejam datados, assinados e carimbados pelo acadêmico e preceptor responsável; XIV. Registrar no prontuário médico, em letra legível, a anamnese e o exame físico, assim como as hipóteses diagnósticas, a discussão do caso e a conduta; XV. Propor ao preceptor com base no raciocínio clínico, a solicitação de exames complementares; XVI. Providenciar para que os resultados dos exames solicitados sejam registrados e/ ou anexados ao prontuário do paciente sob seus cuidados; XVII. Responsabilizar-se pela manutenção da ordem dos prontuários sob a orientação do preceptor; XVIII. Manter relacionamento respeitoso e cordial com os clientes/pacientes, com todos os profissionais das Unidades de Saúde, com os médicos preceptores, com a Coordenação de Área, com a Coordenação Geral do Internato e com a Direção do Curso; XIX. Manter sigilo e ética profissional perante os atendimentos realizados, as informações restritas do campo concedente, e as informações restritas da Universidade. XX. Zelar pelo patrimônio e bens materiais do serviço, fazendo uso consciente e adequado dos recursos disponíveis, responsabilizando-se pelos danos praticados contra aquele; e XXI. Zelar pelos pertences próprios, ficando a universidade isenta de qualquer perda ou extravio dos mesmos.

13 Art. 21º - É vedado aos Internos: I. Comunicar ao paciente e seus familiares informações sem a prévia discussão e sem a presença do preceptor; II. Tomar conduta ou decisões sem o acompanhamento e supervisão do preceptor; III. Usar o carimbo de qualquer preceptor ou docente, sem sua supervisão direta; IV. Desrespeitar seus superiores hierárquicos, assim como o corpo de enfermagem e demais funcionários da área da saúde e do setor administrativo; V. Cobrar ou receber qualquer bonificação ou pagamento pelo atendimento realizado. Parágrafo único: O desrespeito a algum desses tópicos acima acarretará perda de 50% da nota conceitual (nota de habilidades) do componente curricular em curso. CAPITULO VII DAS AVALIAÇÕES NOS ESTÁGIOS. Art. 22º. Cada componente curricular do internato será avaliado de duas formas: I. Avaliação do internato: é realizada pelo coordenador e médicos preceptores ao final de cada período. Tem como objetivo encaminhar à Comissão do Internato elementos suficientes para ajuizar as qualidades do desenvolvimento do Programa. II. Avaliação do interno: o aluno é avaliado quanto ao seu aproveitamento, participação, interesse e desempenho nas atividades programadas, sua integração com a equipe de trabalho, sua postura ética, sua frequência e pontualidade. Art. 23º. O interno receberá, em momentos avaliativos diversos, avaliações cognitiva e de hablidades e atitudes, que somadas contabilizarão 100 pontos. A avaliação quanto aos aspectos de atitudes e desempenho de habilidades será pontuada em 50 % (cinquenta por cento) conforme Instrumento de Avaliação Anexo IV. 1º. A pontuação será distribuída observando os parâmetros descritos no Anexo IV

14 2º. Os itens relacionados à competência humanística terão peso 1,0 (cada) e os referentes à competência técnica terão peso 1,5 (cada) 3º. A avaliação cognitiva (teórica e/ou prática) a ser aplicada aos Internos do 9º ao 12º períodos terá o valor total de 50 % (cinquenta por cento) da nota restante do estágio. Esta avaliação é de responsabilidade do supervisor do estágio, em parceria com o coordenador de área. Art. 24º - O aluno será considerado aprovado se obtiver média igual ou maior que 70 pontos e 100% de cumprimento da carga horária do estágio curricular supervisionado, em cada um dos componentes curriculares. Art. 25º - O aluno será considerado reprovado se obtiver média inferior a 70 pontos e menos do que 100% de cumprimento da carga horária do estágio curricular supervisionado. Art. 26º - O aluno reprovado, seja por nota ou por frequência, deverá cursá-lo novamente, cumprindo todos os requisitos descritos neste Regulamento. Art. 27º - O aluno que não concordar com a nota das avaliações terá que seguir a Instrução Normativa institucional vigente que regulamenta a revisão de notas. CAPÍTULO VIII DA FREQUÊNCIA, DAS FALTAS E REPOSIÇÕES. Art. 28º - O Internato deve ser cumprido de forma integral, sendo condição indispensável e fundamental a frequência em 100% da carga horária para aprovação em cada um dos componentes curriculares que o compõem Art. 29º - O registro da frequência do interno é de responsabilidade do médico preceptor/docente que deverão, a cada final do estágio repassar para os respectivos Coordenadores de Área. Art. 30º - A falta não justificada do aluno estagiário, em qualquer dia em que esteja escalado, implica no descumprimento das normas do internato, na perda da carga horária, na perda de notas em avaliação devido às atividades não realizadas, e em grave falta ética da conduta do interno para com o campo de estágio, o paciente, e o médico preceptor/docente. Art. 31º - A frequência é obrigatória em todas as atividades do Internato, portanto não são permitidas faltas. A reposição de carga horária está condicionada à análise da Comissão do Internato e do Colegiado do Curso, quando necessário. 1º. Em caso de falta, esta deverá ser justificada através de:

15 I. Justificativa da falta mediante protocolo registrado no Setor de Multiatendimento (Bloco I), pelo acadêmico ou seu representante, no prazo máximo de até 48 horas após a data da falta. Caso este prazo não seja cumprido será considerada falta não justificada. II. Documentos comprobatórios da justificativa proposta. 2º. Serão consideradas faltas justificadas com reposição de carga horária sem perda de pontuação, somente nos casos de: a) Falta por motivo de saúde. O aluno deverá trocar o atestado médico no Ambulatório do Bloco S antes de protocolar o pedido de reposição. Caso necessário será realizada perícia por uma junta médica da Instituição e representante(s) da Comissão do Internato. b) Falta por motivo de óbito de familiar, com atestado de óbito em anexo; c) Falta por motivo de convocação para comparecimento em juízo, com a cópia da intimação judicial em anexo; d) Falta por motivo de convocação eleitoral ou militar, com a cópia da convocação em anexo; e) Falta por motivo de licença paternidade, com a cópia da certidão de nascimento do filho(a) em anexo; f) Falta por motivo de licença gestação e/ou licença maternidade, mediante protocolo registrado no Setor de Multiatendimento (Bloco I), no prazo máximo de até 72 horas após a data da falta; g) Falta por motivo de licença gala, com a cópia da certidão de casamento em anexo. 3º. Caso o prazo não seja cumprido nem sejam apresentados os devidos documentos comprobatórios, será considerada falta não justificada e o pedido de reposição da carga horária não será aceito. 4º. Em caso de atestado médico, o acadêmico deverá levá-lo ao SESMET para validação e depois protocolá-lo junto ao DSA - Multiatendimento. Caso necessário será realizada perícia por uma junta médica da Instituição e representante(s) da Comissão do Internato. 5º. É considerada FALTA GRAVE, ausências, atraso, ou abandono nas atividades de: plantão, enfermaria, que acarretará a perda de 50% (cinquenta por cento), da avaliação conceitual (nota de habilidades). Além da perda da nota, o interno deverá realizar reposição de carga horária em forma de plantões a serem determinados pelo coordenador do componente. 6º. A falta em atividades como aulas teóricas, práticas, seminários, sessões clínicas, discussão de casos clínicos implicará na perda de 10% (dez por cento)

16 da pontuação total de habilidades para cada falta. A falta em atividades de ambulatório implicará na perda de 25% (vinte e cinco por cento) da pontuação total de habilidades para cada falta. Para qualquer falta, há necessidade de reposição na forma de plantões de 12 (doze) horas a ser determinada pelo coordenador. 7 o. O interno, se tiver motivo imperioso de faltar, deverá deixar um substituto, comunicando, previamente e por escrito, ao coordenador da área para o deferimento e informando também ao preceptor responsável. Art. 32º - Em relação à participação de Congresso e/ou Eventos Científicos: 1º. O interno deve comunicar a sua ausência ao coordenador do estágio com antecedência de pelo menos sete dias. O aluno liberado deve ser substituído nos plantões e enfermarias. Fica estipulado que não pode participar de eventos científicos um número superior a 50% (cinquenta por cento) dos alunos no estágio. 2º. Na participação em congresso ou evento científico sem apresentação de trabalho o aluno deverá repor atividades com um plantão de 12 horas a ser determinado pelo coordenador o dia e horário de reposição. 3º. Se houver apresentação de trabalho oral, pôster, etc., o aluno não fará reposição em plantões, entretanto deverá trazer uma resenha referente ao assunto. 4º. O tempo estipulado para participação será de no máximo oito dias corridos 5º. O aluno pode participar somente de um evento científico por semestre, sendo as exceções analisadas pelo coordenador do componente curricular vigente e/ou Comissão do Internato. Art. 33º - Solicitação de liberação de atividades: 1 o. O acadêmico deverá solicitar sua liberação de atividade(s), somente quando protocolada com antecedência de 07 (sete) dias ao coordenador da área. O pedido poderá ser deferido ou não pelo coordenador ou encaminhado para Comissão do Internato. 2º. A carga horária perdida deverá ser reposta com data determinada pelo coordenador do estágio, na forma de plantão de 12h (doze horas) por atividade perdida. Art. 34º - Sobre a realização de plantões: I. Será permitido somente duas trocas de plantão por estágio, se justificada e com antecedência de 24 horas. A justificativa deverá ser por escrito,

17 assinada pelos internos envolvidos e com o ciente do coordenador de área. II. Recairá ao interno que assume a substituição, a responsabilidade da presença. III. O documento de troca deverá estar em mãos do (a) acadêmico (a) e ser apresentado ao médico responsável pelo plantão. IV. O não cumprimento dessa regra implicará na perda do plantão e diminuição da nota de habilidades em 50%. O aluno deverá também fazer a reposição de um plantão de doze (12) horas. Parágrafo único Não serão admitidas situações irregulares de troca de plantão, assim como sua realização mediante remuneração. A ocorrência destes fatos será encaminhada à Comissão do Internato e os acadêmicos envolvidos serão ouvidos e poderão ser punidos conforme decisão tomada pela Comissão do Internato com a anuência do colegiado do curso. CAPÍTULO IX DAS INFRAÇÕES DISCIPLINARES. Art. 35º - São consideradas infrações disciplinares: a) Deixar de observar os preceitos éticos do Código de Ética do Estudante de Medicina; b) Descumprir as normas regimentais emitidas pelo curso de Medicina e pelos órgãos da administração dos campos concedentes do estágio, em suas respectivas áreas de competência; c) Faltar sem justificativa comprovada; d) Desrespeitar o horário de início e término do estágio; e) Apresentar-se no campo de estágio sem a vestimenta e/ou material adequado; f) Não realizar as atividades propostas pelo médico preceptor e/ou Coordenador de Área; g) Comunicar informações ao paciente e seus familiares sem a prévia discussão e a presença do preceptor; h) Tomar conduta ou decisões sem o acompanhamento e supervisão do preceptor;

18 i) Usar o carimbo de qualquer preceptor ou docente, sem sua supervisão direta; j) Cobrar ou receber qualquer bonificação ou pagamento pelo atendimento realizado. k) Fazer uso indevido e/ou atentar contra os bens materiais e patrimoniais da Universidade e/ou dos campos concedentes do estágio, colocados à disposição; l) Fumar ou alimentar-se dentro de locais não recomendados na Unidade de Saúde ou instituições correspondentes em que estiver estagiando; m) Comercializar qualquer tipo de produto dentro da Unidade de Saúde ou instituições correspondentes em que estiver estagiando; n) Cometer atos que atentem contra o exercício das funções didáticopedagógicas, científicas e administrativas, praticadas nos campos de estágio da Universidade ou concedentes; o) Cometer atos que atentem contra a integridade física e moral de pacientes/usuários do serviço, funcionários da instituição concedente, professores, supervisores, coordenador e/ou colegas; p) Desrespeitar e/ou agredir verbalmente seus superiores hierárquicos, assim como o corpo de enfermagem e demais funcionários da área da saúde e do setor administrativo e/ou qualquer membro da comunidade acadêmica ou da instituição concedente do estágio; e q) Incitar ou participar de movimentos discriminatórios, de cunho político, étnico, social ou religioso. Parágrafo único O desrespeito a algum desses tópicos acima acarretará perda de 50% da nota nota de habilidades do componente curricular em curso. Art. 36º - O regime disciplinar a que estão sujeitos os acadêmicos que cometerem alguma infração disciplinar correspondem aos artigos 62, 63, 64 do Regimento Geral da Universidade de Uberaba que dispõem sobre as sanções disciplinares. CAPITULO X

19 DO DESLIGAMENTO NO INTERNATO. Art. 37º - O interno pode ser desligado temporariamente ou definitivamente, através de solicitação do Colegiado de Curso de acordo com o Regimento Geral da Instituição. Art. 38º - O não cumprimento do Regimento da Instituição e do Regulamento do Internato poderá implicar na reprovação do interno, levando em consideração a decisão do Colegiado do Curso de Medicina da Universidade de Uberaba. CAPITULO XI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 39º - Este Regulamento entra em vigor, após aprovação pelo Colegiado e pela Comissão do Internato do Curso de Medicina da Universidade de Uberaba. Toda e qualquer complementação que se fizer necessária deverá ser encaminhada aos referidos órgãos para conhecimento e concordância. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão do Internato e pelo Colegiado do Curso de Medicina. Uberaba, 01 de julho de Data de aprovação do Colegiado de Curso Presidente do Colegiado do Curso Diretor do Curso de Medicina Prof.º Dr. Felipe Prata Misiara Vice Diretora do Curso de Medicina Prof.ª Drª. Daiene Elisabete Moreira Pereira Coordenador Geral do Internato do Curso de Medicina Prof.º Dr. Renato Humberto Fabri

20 Coordenadores de Área: Coordenador de Clínica Médica Profª. Lívia Figueira Avezum Oliveira Suplente: Prof. Daniel Hugo Winter Coordenador de Ginecologia e Obstetrícia Prof. Mário Sérgio Silva Gomes Caetano Suplente: Profa Andreia Duarte de Resende Coordenador de Clínica Cirúrgica Prof. Ricardo Pastore Suplente: Prof. Aurélio Fabiano R. Zago Coordenador de Saúde Coletiva Profª Fabiana Prado dos Santos Nogueira Suplente: Adriana Aveiro Ventura Coordenador de Pediatria Profª Luciana Silva de Paiva Menezes Suplente: Profª Juliana Cristina da Silva Castanheira

21 Anexo I - Organização Curricular ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Curso...: 0019 MEDICINA Currículo: 05 MEDICINA Versão...: 10 Teórica Prática Atividade Etapa Componente Modalidade Pres NP Pres NP INTERNATO EM CLÍNICA MÉDICA I PRESENCIAL 360,00 0, INTERNATO EM PEDIATRIA I PRESENCIAL 360,00 0, INTERNATO EM SAÚDE COLETIVA I PRESENCIAL 360,00 0, TUTORIA IX PRESENCIAL 20,00 0,00 Total da carga horaria: 0,00 0, ,00 0,00 0,00 Total da carga horaria da etapa: 1100,00 Teórica Prática Atividade Etapa Componente Modalidade Pres NP Pres NP INTERNATO EM GINECOLOGIA E PRESENCIAL 360,00 0,00 OBSTETRÍCIA I INTERNATO EM MEDICINA INTERNA PRESENCIAL 450,00 0, INTERNATO EM CLÍNICA MÉDICA II PRESENCIAL 180,00 0, TUTORIA X PRESENCIAL 20,00 0,00 Total da carga horaria: 0,00 0, ,00 0,00 0,00 Total da carga horaria da etapa: Teórica 1010,00 Prática Etapa Componente Modalidade Pres NP Pres NP INTERNATO EM ESPECIALIDADES ELETIVAS INTERNATO EM CLÍNICA E SAÚDE COLETIVA PRESENCIAL 180,00 0,00 PRESENCIAL 180,00 0, INTERNATO EM CLÍNICA CIRÚRGICA PRESENCIAL 360,00 0, INTERNATO EM PEDIATRIA II PRESENCIAL 360,00 0, TUTORIA XI PRESENCIAL 20,00 0,00 Atividade Total da carga horaria: 0,00 0, ,00 0,00 0,00 Total da carga horaria da etapa: 1100,00 Teórica Prática Atividade Etapa Componente Modalidade Pres NP Pres NP INTERNATO EM MEDICINA DE URGÊNCIA PRESENCIAL 450,00 0, INTERNATO EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA II PRESENCIAL 360,00 0, INTERNATO EM SAÚDE COLETIVA II PRESENCIAL 180,00 0, TUTORIA XII PRESENCIAL 20,00 0,00 0,00 0, ,00 0,00 0, , ,00 190, ,00 0,00 480, ,00

22 Anexo II Campos de Estágios Estágio de Saúde Coletiva UMS George Chirée Jardim / ESF Alfredo Freire I e II Rua Francisco Munhoz Lopes, 499 UMS Professor Aluízio Prata / ESF Elza Amuí Avenida Professora Maria da Paz, Elza Amuí UMS Professor Aluízio Prata / ESF - Antônia Cândida Avenida Professora Maria da Paz, Elza Amuí USF Beija-Flor / ESF Beija Flor Rua Ronan Ferreira Maluf, Beija Flor UMS Maria Tereza Rua das Rosas, s/n Bairro de Lourdes URS Mercês Unidade Lídia Modesto Veludo Praça Augusto Lempe, 750 Bairro Mercês SAMU Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Rua Felício Frange, Cidade Jardim Estágio de Pediatria UMS George Chirée Jardim Rua Francisco Munhoz Lopes, 499 Hospital da Criança Rua Lauro Borges, 364 Mário Palmério Hospital Universitário Av. Nenê Sabino, 2477 Estágio de Clínica Médica UMS George Chirée Jardim Rua Francisco Munhoz Lopes, 499 Mário Palmério Hospital Universitário Av. Nenê Sabino, 2477

23 Unidade de Pronto Atendimento São Benedito/Dona Rafa Cecílio Rua Major Eustáquio, s/n - São Benedito CTA Centro de Testagem e Aconselhamento Rua Marechal Deodoro esquina com Rua da Constituição. Hospital Doutor Hélio Angotti Rua Governador Valadares, 640 Estágio de Clínica Cirúrgica Mário Palmério Hospital Universitário Av. Nenê Sabino, 2477 Hospital Doutor Hélio Angotti Rua Governador Valadares, 640 Unidade de Pronto Atendimento São Benedito/Dona Rafa Cecílio Rua Major Eustáquio, s/n - São Benedito Santa Casa de Misericórdia de Franca Estágio de Ginecologia e Obstetrícia UMS George Chirée Jardim Rua Francisco Munhoz Lopes, 499 CAISM - Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher Av. Leopoldino de Oliveira, 1160 Mário Palmério Hospital Universitário Av. Nenê Sabino, 2477 Hospital Doutor Hélio Angotti Rua Governador Valadares, 640

24 Anexo III - Coordenadores dos Componentes Curriculares 9º período: Coordenador Clínica Médica I Doutora Lívia Avezum Coordenador Saúde Coletiva I Doutora Fabiana Prado Coordenador Pediatria I Doutora Juliana Castanheira 10º período: Coordenador Ginecologia e Obstetrícia I Doutor Mário Sérgio Caetano Coordenador Medicina Interna Doutor Daniel Winter Coordenador Clínica Médica II Doutora Cláudia Arminda 11º período: Coordenador Clínica Cirúrgica Doutor Ricardo Pastore Coordenador Pediatria II Doutora Luciana Menezes Coordenador Clínica e Saúde Coletiva Doutor Leonardo Peres 12º período: Coordenador Ginecologia e Obstetrícia II Doutora Andreia Duarte de Resende Coordenador Saúde Coletiva II Doutora Adriana Aveiro Coordenador Medicina de Urgência Doutor Ricardo Dornfeld Coordenador Geral do Internato: Doutor Renato Humberto Fabri

25 Anexo IV - Instrumento de avaliação das habilidades: 1. Competência Humanística 1.1. Profissionalismo (peso 1,0 cada): atitudes de um profissional - vestuário adequado, boa apresentação pessoal, postura, ética, compromisso, pontualidade, respeito, confidencialidade, honestidade. INSATISFATÓRIO SATISFATÓRIO SUPERIOR péssimo ruim fraco razoável mediano bom muito bom ótimo excelente Comunicação (peso 1,0 cada): habilidade de comunicar - relação médico/paciente, comunicação com a equipe multidisciplinar, relação com os colegas, orientações ao paciente, clareza do discurso, organização de ideias ao discutir um caso. INSATISFATÓRIO SATISFATÓRIO SUPERIOR péssimo ruim fraco razoável mediano bom muito bom ótimo excelente Competência Técnica 2.1. Conhecimento médico teórico (peso 1,5 cada): base para tomada de decisão - análise de fatores epidemiológicos, fisiopatológicos, coleta de dados (anamnese e exame físico) bases farmacológicas, métodos diagnósticos. INSATISFATÓRIO SATISFATÓRIO SUPERIOR péssimo ruim fraco razoável mediano bom muito bom ótimo excelente Raciocínio Clínico/Tomada de Decisão (peso 1,5 cada): a conduta diante de um caso - raciocínio clínico a partir dos dados coletados, programação de investigação e terapêutica, objetividade, segurança, avaliação de consequência e prognóstico. INSATISFATÓRIO SATISFATÓRIO SUPERIOR péssimo ruim fraco razoável mediano bom muito bom ótimo excelente

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