Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA"

Transcrição

1 Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA AD Novembro de

2 Comissão de Internato Professor João Carlos Goldani Professor Newton Aerts Professor José Mauro Lopes Professora Carolina Garcia Soares Leães Professora Cristina Helena Traga Ferreira Professora Liliane Herter Professor Nilon Erling Júnior Professor Eduardo Lichtenfels Nadiana Inocente (discente - AD 2015) Cátia Hoppen (discente AD 2016) Responsáveis pelos Internos em cada grande área Professora Carolina Leães (Clínica Médica) Professor José Mauro Lopes (Medicina de Família e Comunidade) Professora Cristina Helena Targa Ferreira (Pediatria) Professora Liliane Herter (Ginecologia e Obstetrícia) Professor Nilon Erling Júnior (Cirurgia) Professor Eduardo Lichtenfels (Cirurgia) 2

3 Apresentação MANUAL DO INTERNATO CURSO DE MEDICINA UFCSPA O Internato, ou estágio curricular obrigatório no curso médico, teve sua primeira regulamentação em 1989 quando o Conselho Federal de educação editou a Resolução CFE nº8/1969, que criava a obrigatoriedade do estágio profissional. Mais tarde, o Conselho Federal de Educação do MEC publicou a Resolução nº 9/1983 que conceituava o internato como o último ciclo do curso médico, livre de disciplinas acadêmicas, com treinamento intensivo, contínuo, sob supervisão docente. Segundo esta mesma resolução o internato é um passo a mais para adequar a preparação do médico ao processo de promoção, proteção e recuperação da saúde. Atenta que, nessa fase do aprendizado, o estudante deve ampliar, integrar e aplicar conhecimentos adquiridos nos ciclos anteriores com o objetivo de se adestrar em técnicas e habilidades indispensáveis aos atos médicos básicos. Ademais, durante o internato o aluno deve ser estimulado a desenvolver a consciência das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico perante o paciente, a instituição e a comunidade, bem como a necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado. A responsabilidade das atividades curriculares dos alunos do quinto e sexto anos ficou ao encargo da direção do Curso de Medicina juntamente com a Comissão de Internato. Esta comissão tem a finalidade de fazer cumprir e avaliar o Programa de Internato, conforme sugere a Secretaria da Educação Superior. É presidida pelo coordenador do curso e constituída pelo vice-coordenador e por professores que representam cada uma das grandes áreas do internato (Pediatria, Clínica Cirúrgica, Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia e Medicina de Família e Comunidade) e de alunos representantes do primeiro e segundo anos do Internato. O Internato foi proposto no currículo da graduação de medicina da UFCSPA no início de suas atividades, em Desde então sofreu uma série de alterações para adaptá-lo às necessidades dos graduandos acompanhando a evolução da ciência e do sistema de saúde do País. É conveniente lembrar que o Internato do curso de Medicina da UFCSPA tal como se apresenta faz parte do Projeto Pedagógico do Curso. LEI /2008 (LEI ORDINÁRIA) de 25/09/2008 João Carlos Goldani Coordenador do Curso de Medicina da UFCSPA 3

4 Conceito Internato é o último ciclo do curso de graduação em Medicina, livre de disciplinas acadêmicas, durante o qual o estudante deve receber treinamento, contínuo, sob supervisão docente, em instituição de saúde. Objetivos Representar a última etapa da graduação do médico, dando-lhe capacidade de resolver, ou bem encaminhar, os problemas de saúde da população a que vai servir; Oferecer oportunidades para ampliar, integrar e aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso de graduação; Desenvolver no aluno as competências e habilidades indispensáveis ao exercício da medicina; Promover o aperfeiçoamento, ou a aquisição, de atitudes adequadas à assistência aos pacientes; Possibilitar a prática da assistência integrada, pelo estímulo à interação dos diversos profissionais da equipe de saúde; Proporcionar uma experiência acadêmico-profissional através da vivência no mercado de trabalho hospitalar e extra-hospitalar; Estimular o interesse pela promoção e preservação da saúde e pela prevenção das doenças; Desenvolver a consciência das limitações, responsabilidades e deveres éticos do médico, perante o paciente, a instituição e a comunidade; Aprimorar hábitos e atitudes éticas e humanas; Fortalecer a idéia da necessidade de aperfeiçoamento profissional continuado. Pré-Requisito A inscrição no Internato implica na aprovação em todas as disciplinas obrigatórias que compõem o currículo do Curso de Medicina da UFCSPA. Duração e Carga Horária O Internato tem duração de 23 meses, com carga horária total de 4000 horas. Este período é dividido em sete módulos, assim definidos: Módulo 1: 3 meses (02/01/15 a 31/03/15) Módulo 2: 3 meses (01/04/15 a 30/06/15) Módulo 3: 3 meses (01/07/15 a 30/09/15) Módulo 4: 3 meses (01/10/15 a 03/01/16) Módulo 5: 3 meses (04/01/16 a 31/03/16) 4

5 Módulo 6: 3 meses (01/04/16 a 30/06/16) Módulo 7*: 5 meses (01/07/16 a 31/10/16) No módulo sete, durante o mês de novembro, os alunos estão em férias de 30 (trinta) dias. Estas férias não constam da carga horária do Internato. Conforme as Diretrizes Curriculares de 2014, no seu artigo 24, parágrafo 10: 10. Para o estágio obrigatório em regime de internato do Curso de Graduação em Medicina, assim caracterizado no Projeto Pedagógico de Curso (PPC), a jornada semanal de prática compreenderá períodos de plantão que poderão atingir até 12 (doze) horas diárias, observado o limite de 40 (quarenta) horas semanais, nos termos da Lei Federal nº , de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes. Os alunos exercem as atividades de rotina ao longo do dia, nos turnos da manhã e da tarde, de acordo com as características e necessidades da área onde estão estagiando. Devem ter um intervalo de pelo menos uma hora após quatro horas de atividade contínua, a menos que estejam exercendo uma atividade excepcional, que impossibilite a interrupção. Além das atividades de rotina, o aluno realiza plantões no turno da noite, feriados e finais de semana, em regime de escalas, de acordo com as características e necessidade da área em que atua desde que não excedam o limite de 40 horas semanais. O aluno tem direito a um turno de folga após a realização de plantão noturno. A presença em cada área do internato é cumprida de forma integral ou, em outras palavras, a frequência integral é obrigatória. O aluno pode ter faltas justificadas de, no máximo, 30 dias, desde que possam ser compensadas no período das férias. A justificativa pode ocorrer nos casos de incapacidade física; luto por falecimento de cônjuge, filho, pais e irmãos; convocação pelo Poder Judiciário ou pelos órgãos colegiados da universidade e casamento do aluno, mediante a apresentação do devido comprovante. A documentação deve ser encaminhada à Coordenação do Curso até dois dias úteis após a primeira falta, ficando a critério de a Coordenação junto à Comissão de Internato aceitá-la ou não. Não são permitidas trocas de plantões entre doutorandos sem autorização dos responsáveis, assim como não serão permitidas trocas com alunos de outras áreas. Férias Durante o Internato, os alunos têm direito a oito semanas de férias, que são cumpridas obrigatoriamente da seguinte forma: Quatorze dias contínuos em uma das áreas de Clínica Médica; Sete dias contínuos em qualquer outra área por opção do aluno, quando estiver cursando Pediatria ou Cirurgia ou Ginecologia e Obstetrícia; *Sete dias contínuos em qualquer período de julho a outubro do segundo ano (ver orientação referente a isso na página seguinte) ; 5

6 Durante todo o mês novembro (01 a 30 de novembro) no segundo ano de Internato, durante o módulo 7; OBS: As férias deverão ser previamente agendadas quando realizada a divisão geral pelas turmas e entregues pelo representante da turma à Comissão de Internato junto com a divisão. Não serão permitidas trocas posteriores, salvo casos excepcionais de justificativa relevante, autorizados pela Comissão de Internato. Para ter direito às férias, o aluno deve proceder da seguinte forma: 1. Informar ao representante da turma no Internato no módulo a ser cursado no período desejado; 2. O representante da turma encaminhará planilha única de férias de todos os doutorandos, para a Comissão de Internato (assinado pelo professor responsável pelos internos no módulo) que autorizará ou solicitará a troca do período, se necessário. Atenção: não serão autorizadas férias durante o estágio em Cirurgia Geral realizado no Grupo Hospitalar Conceição bem como, nas unidades de saúde (estágios de Medicina de Família e Comunidade), estágios em qualquer outro local fora da Santa Casa, seja em estágios curriculares obrigatórios ou curriculares optativos. Uma vez autorizadas, não será permitida a troca da data das férias. *Caso o aluno tenha pretenda solicitar os quatro meses de optativo fora as Santa Casa, deverá previamente, solicitar os 7 dias de férias, aos quais teria direito entre julho e outubro do ano de sua formatura, em outra área que cumprirá anteriormente aos optativos. Áreas de Internato e Local de Atuação Módulos 1 a 6 Durante os seis primeiros períodos, os alunos fazem rodízio nas áreas de pediatria, cirurgia, clínica médica, ginecologia e obstetrícia e medicina de família e comunidade. Estes treinamentos em serviço são realizados no hospital de ensino (Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre) e em instituições conveniadas com a UFCSPA (Instituto de Cardiologia - Fundação Universitária de Cardiologia, Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas, Hospital de pronto Socorro, Distrito Docente-Assistencial Eixo Baltazar, Posto de Saúde Santa Marta e Grupo Hospitalar Conceição [GHC]). A distribuição de cada área dentro do internato é a seguinte: 1. Pediatria (HCSA): um módulo (três meses); 2. Cirurgia (ISCMPA/GHC): um módulo (três meses); 3. Ginecologia e Obstetrícia (ISCMPA): um módulo (três meses); 4. Clínica Médica (ISCMPA e HPS): dois módulos (seis meses no total), sendo 30 dias obrigatoriamente na Clínica Médica propriamente dita (Enfermaria e Ambulatórios de Clínica Médica), 30 dias em Emergência e 30 dias em UTI, dois estágios de 30 dias em Especialidades Clínicas e 30 dias consecutivos no HPS. 6

7 5. Medicina de Família e Comunidade: um módulo (três meses) realizado em Unidade de Atenção Primária no município de Porto Alegre; Antes de ingressarem no Internato, os alunos recebem da Coordenação do Curso as orientações para a escolha da sequência em que realizarão os diferentes módulos. A opção do aluno é respeitada desde que haja distribuição equivalente do número de alunos em cada uma das áreas, durante os seis períodos. Não havendo distribuição equânime, as opções de cada aluno são enviadas à Secretaria que procede a divisão com base em critérios estabelecidos para a divisão de turmas na UFCSPA, ou seja, por ordem alfabética. A ordem de realização dos módulos não pode ser alterada após o início do Internato, salvo por situação excepcional, a ser julgada pela Comissão do Internato, e desde que o aluno não deseje trocar uma área que já está cursando. A solicitação para troca da ordem de um módulo do internato deve ser encaminhada ao coordenador do curso, através do Formulário de Solicitação para a Troca de Estágio entregue na Secretaria Geral da UFCSPA com, pelo menos, um mês de antecedência do início do módulo a ser trocado. Os alunos devem procurar a Secretaria com um período mínimo de um mês de antecedência antes de iniciarem cada um dos módulos, com o objetivo de receberem instruções sobre as subdivisões, escalas de plantões, reuniões com os professores responsáveis pelos internos, etc. Além disso, é necessária a observação de informações contidas nos murais das secretarias da UFCSPA (Secretaria Geral e Secretaria de Ensino na ISCMPA) uma vez que este é o local oficial de divulgação de informações. Por uma concessão da Comissão de Internato os alunos se distribuem de forma autônoma nas subáreas de Clínica Médica e Cirurgia Geral. Contudo, é prerrogativa da instituição e dos departamentos fazer os acertos e arranjos que achar convenientes e adequados, durante todo o Internato. Para auxiliar os alunos em demandas referentes ao treinamento em serviço em cada módulo há um professor responsável: Carolina Leães (Clínica Médica), Nilon Erling Júnior e Eduardo Lichtenfels (Clínica Cirúrgica), Liliane Herter (Ginecologia e Obstetrícia), Mariana Michalowski (Pediatria) e José Mauro Lopes (Medicina de Família e Comunidade) Módulo 7 ("Optativo") O sétimo módulo é cumprido de forma contínua (quatro meses) em área e local escolhidos pelo aluno: no hospital de ensino (Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre), em instituições conveniadas com a UFCSPA (Instituto de Cardiologia - Fundação Universitária de Cardiologia, Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas, Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, Grupo Hospitalar Conceição, Posto de Saúde Santa Marta), ou em instituições não vinculadas à UFCSPA**. A Comissão de Internato recomenda fortemente que o aluno faça dois estágios de 60 (sessenta) dias cada um em duas áreas de escolha do aluno (mediante disponibilidade de vaga). Entretanto, como a duração dos estágios é uma prerrogativa do ente concedente, a Comissão de Internato poderá autorizar estágios de no mínimo 30 (trinta) dias. Portanto, eventualmente o aluno 7

8 poderá realizar o estágio em quatro instituições ou serviços (na eventualidade de quatro estágios de 30 dias cada um). Observação: Alunos de fora do estado ou estrangeiros só serão autorizados a realizar 30 dias de estágio (nem mais, nem menos), em uma única área. Com exceção, os casos de mobilidade acadêmica ou intercâmbio com universidades do exterior. Os alunos que forem selecionados no Programa Ciência sem Fronteiras ou em programas similares devem apresentar para a Comissão de Internato e para a COMGRAD o Plano de Retorno para finalização do curso. O aluno deve comunicar por escrito os Departamentos envolvidos nessas alterações tão logo tenha sua inscrição aprovada. **Módulo Optativo em instituições não vinculadas a UFCSPA Se for desejo do aluno, a Comissão de Internato pode autorizar que o sétimo módulo (Optativo) seja realizado em um hospital ou uma instituição de ensino não vinculada a UFCSPA, nacional ou internacional. A UFCSPA ainda não tem intercâmbios solidificados e não faz solicitações de estágios curriculares para os alunos. A solicitação é uma iniciativa do aluno, e, portanto deverá ser encaminhada por ele, respeitando as normas e prazos definidos pela UFCSPA (ver abaixo). Da mesma forma, a Faculdade não provê verbas, bolsas ou seguros especiais. Se o aluno desejar solicitar cursar o módulo Optativo em uma instituição não vinculada, a UFCSPA pode emitir como documento uma carta de apresentação do aluno, que deve ser solicitada através do Protocolo da UFCSPA, mediante o pagamento de uma taxa. Para solicitar a UFCSPA a autorização para realizar Optativo em um hospital ou uma instituição de ensino não vinculados, o aluno deverá: 1. Encaminhar a solicitação para à Coordenação com um período mínimo de 3 meses de antecedência ao seu início; 2. Esta solicitação deve ser enviada através do Formulário de Solicitação para a Realização de Optativo Fora da UFCSPA, entregue no Protocolo, explicando o motivo pelo qual a área e a instituição foram escolhidas, descrevendo o nome e local onde se situa a instituição, o nome e a posição da pessoa que supervisionará e avaliará suas atividades discentes e o período no qual será realizado o treinamento em serviço (mínimo de um mês e máximo de quatro meses); 3. Em anexo, deve ser encaminhada uma carta do supervisor do treinamento do aluno (escrita em português ou inglês) confirmando o aceite do aluno na instituição, o período em que o treinamento deverá ocorrer, e a viabilidade de proceder à avaliação ao seu final. Fica a critério da Comissão de Internato definir se o local é adequado para a formação do aluno, podendo o pedido ser aceito ou não. A Comissão emite parecer final sobre o aceite do pedido após o período máximo de um mês da sua solicitação. Atualmente, para efetuar estágios em várias instituições é necessário que exista um convênio com a UFCSPA. Portanto, é importante averiguar se o local onde pretendem estagiar possui esse instrumento (há relação das instituições conveniadas no site institucional). Eventualmente, poderão ser celebrados convênios para 8

9 atender interesses de alunos. Contudo, como as tratativas são morosas, o aluno deverá fazer o pedido com antecedência de no mínimo seis meses. Informa-se que a UFCSPA não fica obrigada a realizar convênios com instituições que, a seu critério não possuem suficiente padrão acadêmico, apenas para atender interesses pessoais de alunos. Entre instituições federais é possível fazer estágios através do programa de mobilidade acadêmica, cujos trâmites são mais fáceis. Em situações especiais, quando o "Optativo" é feito fora do Estado ou do País, poderá ser realizado a partir do quinto módulo, conforme determinação da Comissão de Internato. Neste caso, valem todas as condições descritas anteriormente para internato em instituições não vinculadas a UFCSPA, inclusive o limite de tempo para a solicitação. O internato rotativo interrompido devido à realização do "optativo" será retomado no sétimo período, em área e período equivalente àquele que foi perdido (um a quatro meses). Ao término do internato/estágio o aluno deverá trazer uma avaliação, emitida pela instituição concedente do internato, em escala de 0 a 10 (zero à dez). Não serão aceitas avaliações feitas através de pareceres, conceitos e outros. Observação: não serão concedidas trocas dos optativos já escolhidos previamente no momento da divisão com as turmas. Isto vale tanto para os estágios optativos a serem realizados na Santa Casa como em locais fora. Nos casos em que o aluno de estágio fora não foi aceito por falta de vaga, deverá comprovar apresentando carta do local negando a vaga de estágio e mediante autorização da Comissão de Internato com prazo mínimo de 30 dias para início do estágio. Neste caso, o aluno será alocado, preferencialmente, em áreas onde há falta de doutorandos. Coordenação O planejamento do Programa do Internato é da Comissão de Internato, dela participando um professor representando cada uma das grandes áreas do internato, sendo elas: Pediatria, Cirurgia, Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia, e Medicina de Família e Comunidade, dois alunos representantes do primeiro e segundo anos do Internato, o vice-coordenador e o coordenador do curso, como coordenador Geral. O Internato segue as normas estabelecidas pelo Regulamento do Internato, aprovado pelo Conselho Departamental da UFCSPA, e que pode ser obtido, na íntegra, através do site: Metodologia de Ensino A metodologia de ensino corresponde a treinamento-em-serviço, sob supervisão, complementada por sessões do Programa de Educação Continuada do corpo clínico do hospital e/ou atividades didáticas especialmente destinadas aos alunos, tais como: sessões clínicas, anátomo-clínicas, clínico-radiológicas, clubes de revista, sessões de revisão e atualização de temas, etc. Estas atividades didáticas devem ocupar um período não superior a quatro horas semanais dentre as atividades de treinamento-em-serviço. 9

10 Em cada módulo o aluno deve receber um programa onde constam informações como: objetivos, cronograma de atividades, mecanismo de supervisão, nome dos preceptores e coordenadores, método de avaliação, e local (is) onde será desenvolvida a programação. Avaliação do Internato A avaliação é parte integrante do processo pedagógico e incide sobre a frequência e o aproveitamento. É obrigatória a frequência integral (100%) em todas as atividades programadas para o Internato, não sendo permitido, sob hipótese nenhuma, o abono de faltas. A avaliação do aproveitamento do aluno é realizada pelos responsáveis pelas áreas com observância aos seguintes critérios: Prova de avaliação de habilidades e de conhecimento cognitivo ao final de cada área do Internato; as avaliações de conhecimento cognitivo serão aplicadas ao término de todos os módulos, salvo o optativo. As provas cognitivas serão objetivas. A avaliação do módulo de Clínica Médica será realizada ao término do estágio de seis meses [ou seja, a prova será aplicada duas vezes ao ano] e envolverá conteúdos das várias áreas que compõem o departamento. Portanto, não haverá prova ao final do estágio de cardiologia ou endocrinologia, por exemplo. A nota mínima da prova teórica deve ser igual ou superior a seis. No caso de o aluno não obter a nota mínima na prova teórica poderá repeti-la somente uma vez nos próximos três meses, ou seis meses no caso do Módulo de Clínica Médica. Datas das provas escritas* para internos das ADs no ano de Estágio Pediatria 17/03 16/06 22/09 15/12 Clínica Médica - 22/06-01/12 Med. de Família e Comunidade 30/03 29/06 28/09 14/12 GO 19/03 18/06 17/09 17/12 Clínica Cirúrgica 20/03 19/06 18/09 11/12 * não serão autorizadas férias nestes períodos; por razões de serviço, as datas eventualmente poderão ser modificadas Desempenho profissional, mediante análise contínua dos seguintes aspectos: comportamento ético; relacionamento com a equipe de trabalho e com o paciente; interesse pelas atividades; responsabilidade; receptividade à crítica; iniciativa; assiduidade e pontualidade. Também nesse quesito a nota mínima será seis. A média final será obtida da soma da nota da prova teórica com a nota do desempenho profissional, dividindo-se por dois. Nos módulos que houver mais de uma área esta nota prática é composta pela soma e divisão pelo número de áreas, sendo também necessária a nota seis em cada área. Não atingindo a nota mínima, o aluno deverá repetir o módulo. É considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis e frequência integral, em cada um dos módulos do Internato. Na hipótese de o 10

11 aluno ser reprovado em qualquer um dos módulos obrigatórios do Internato, fica obrigado a repeti-lo, sendo vedada a recuperação no Optativo. Ao iniciar cada um dos módulos, o aluno deverá apresentar, ao (à) preceptor(a), a sua Planilha de Avaliação, obtida através do site institucional (http://www.ufcspa.edu.br/index.php/formularios-derca). A planilha identifica o aluno ao preceptor, ao mesmo tempo em que garante a sua avaliação até o final do módulo. Caberá ao aluno providenciar a entrega da planilha preenchida e assinada pelo preceptor a uma das secretarias da UFCSPA, conforme abaixo: Secretarias de Referência para obter e entregar a PLANILHA DE AVALIAÇÃO DO INTERNATO (para receber e entregar as planilhas de Clínica Médica; Secretaria de Ensino da Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia, Pediatria e Medicina de Família UFCSPA e Comunidade) Secretaria Geral da UFCSPA (para receber e entregar as planilhas de estágios optativos) Lista de vagas e Datas de Trocas de Áreas da Cirurgia Janeiro 02/01 a 02/02/2015 Fevereiro 03/02 a 01/03/2015 Março 02/03 a 31/03/2015 Cirurgia Geral (Sta Casa e GHC) Cirurgia Geral (Sta Casa e GHC) Cirurgia Geral (Sta Casa e GHC) Coloproctologia Coloproctologia Coloproctologia Cirurgia Vascular Cirurgia Vascular Cirurgia Vascular Urologia Urologia Urologia Ortopedia e Traumatologia Ortopedia e Traumatologia Ortopedia e Traumatologia Cirurgia Pediátrica Cirurgia Pediátrica Cirurgia Pediátrica Otorrinolaringologia Otorrinolaringologia Otorrinolaringologia Cirurgia Plástica Cirurgia Plástica Cirurgia Plástica Anestesiologia Anestesiologia Anestesiologia Cirurgia Torácica Cirurgia Torácica Cirurgia Torácica Otorrinolaringologia Otorrinolaringologia Otorrinolaringologia Neurocirurgia Neurocirurgia Neurocirurgia Oftalmologia Oftalmologia Oftalmologia Modulo 01/04-01/05/ /05-31/05/ /06-30/06/2015 Modulo 01/07-02/08/ /08-31/08/ /09-30/09/2015 Modulo 01/10-02/11/ /11-30/11/ /12-01/01/2016 Vagas disponíveis nos serviços de Cirurgia (as vagas são as mesmas durante todo período) Janeiro Fevereiro Março 10 vagas Cirurgia Geral 10 vagas Cirurgia Geral 10 vagas Cirurgia Geral 05 vagas Urologia 05 vagas Urologia 05 vagas Urologia 06 vagas Ortopedia Traumatologia 06 vagas Ortopedia Traumatologia 06vagas Ortopedia Traumatologia 02 vagas C. Vascular 02 vagas C. Vascular 02 vagas C. Vascular 03 vagas ORL 03 vagas ORL 03 vagas ORL 02 vagas Neurocirurgia 02 vagas Neurocirurgia 02 vagas Neurocirurgia 06 vagas C. Plástica 06 vagas C. Plástica 06 vagas C. Plástica 02 vagas Coloproctologia 02 vagas Coloproctologia 02 vagas Coloproctologia 11

12 01 vaga C. Pediátrica 01 vaga C. Pediátrica 02 vagas C. Pediátrica 01 vaga Oftalmologia 01 vaga Oftalmologia 03 vagas Oftalmologia 01 vaga Anestesiologia 01 vaga Anestesiologia 01 vaga Anestesiologia 01 vaga cir digestiva 01 vaga cir digestiva 01 vaga cir digestiva 01 vaga cir torácica - - A distribuição nas áreas específicas (ou seja, todas que não Cirurgia Geral) atenderá de modo prioritário as seguintes áreas: Proctologia, Urologia, Vascular, Ortopedia e Traumatologia e Cirurgia Digestiva. Isso significa que nenhuma dessas quatro áreas poderá ficar sem ao menos um doutorando durante o módulo inteiro. Na eventualidade de faltar alunos, as vagas deverão ser preenchidas em pelo menos dois dos três meses. As demais áreas específicas poderão ser completadas desde que a determinação anterior esteja atendida. As vagas deverão ser preenchidas da forma mais equitativa possível (por exemplo: fica vedada a divisão na qual uma área específica tenha três alunos e outra apenas um). Nesses casos, o DERCA fará nova distribuição dos alunos. Lista de vagas e Datas de Trocas de Áreas da Clínica Médica Clínica Médica - A distribuição dos alunos deverá ser feita respeitando o número máximo de vagas a seguir. As vagas disponíveis nos serviços de Clínica Médica são as mesmas em todos os períodos; na tabela abaixo está especificada apenas as datas de início e fim dos estágios que se realizam na Clínica Médica e Emergência/Intensivismo, áreas com número mínimo de vagas de 12 alunos, 6 DD1 e 6 DD2 (não há limite máximo de vagas por serem obrigatórias). Julho/Agosto 01/07 a 16/08/2015 Agosto/Setembro 17/08 a 30/09/2015 Outubro/Novemb 01/10 a 15/11/2015 Novemb/Dezembro 16/11 a 01/01/2016 Janeiro/Fevereiro 02/01 a 17/02/2015 Fevereiro/Março 18/02 a 31/03/2015 Abril/Maio 01/04 a 10/05/2015 Maio/Junho 11/05 a 30/06/2015 *Os alunos frequentarão o Ambulatório de Clínica Médica de 2ª a 5ª na parte da tarde. A tabela abaixo discrimina a as datas de início/fim dos estágios de duração de 30 dias na Clínica Médica em 2014 e o número mínimo e máximo de alunos que cada área da Clínica Médica comporta (são as mesmas em todos os períodos). Atenção: nenhuma área poderá ficar sem no mínimo um aluno durante todo o internato e deverá haver um equilíbrio na distribuição. 02/01-02/02/ /02-01/03/ /03-31/03/ /04-01/05/2015 Cardiologia: Min 2/ Max 10 Nefrologia: Min2/Max 6 Neurologia: Min2 /Max 3 Pneumologia: Min2 / Max3 Dermatologia: Min 2 / Max6 Infecto: Min2/Max 4 Endocrinologia Min 2/Max 4 Gastro Min 2/ Max 4 12

13 Reumatologia* Min1/Max 2 02/05-31/05/ /06-30/06/ /07-02/08/ /08-31/08/ /09-30/09/2015 [ 01/10-02/11/2015 [ 03/11-30/11/2015 [ 01/12 01/01/16 Dúvidas e Informações: Telefone da Secretaria Geral ou Telefone da Secretaria de Ensino ou Telefone da Coordenação do curso Medicina ou secretaria do curso de medicina: Telefones Úteis na UFCSPA Telefone Geral / PABX (51) Telefonista 8700 Ramais Curso Medicina 8832 Residência Médica 8734 Pós-Graduação 8794 Biblioteca 8735 Protocolo 8718 FAX Secretaria 8732 Endereços de Internet/Intranet da UFCSPA Ambiente Moodle UFCSPA - UFCSPA- Coordenador do Curso: 13

Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA

Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA AD 2016-2017 Novembro de 2016 1 Comissão de Internato Professor Newton Aerts Professora Júlia Fernanda Semmelmann Pereira-Lima Professor José Mauro Lopes

Leia mais

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS CURSO DE MEDICINA PARACATU MG 2013 SUMÁRIO REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE ATENAS 2 CAPÍTULO I - DA NATUREZA

Leia mais

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA UFCSPA CAPÍTULO I DA NATUREZA DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA UFCSPA CAPÍTULO I DA NATUREZA DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA UFCSPA CAPÍTULO I DA NATUREZA DOS OBJETIVOS Art. 1º. A formação dos alunos do Curso de Medicina da UFCSPA incluirá como etapa integrante da graduação, estágio

Leia mais

Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA

Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA AD 2013-2014 Novembro de 2012 1 Comissão de Internato Professor João Carlos Goldani Professor Newton Aerts Professor José Mauro Lopes Professora Carolina

Leia mais

Regulamento do internato do Curso de Medicina da FAPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos - Porto Nacional - TO. Capítulo I

Regulamento do internato do Curso de Medicina da FAPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos - Porto Nacional - TO. Capítulo I FAPAC - Faculdade Presidente Antônio Carlos. ITPAC-INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS PORTO LTDA. Rua 2 Quadra 7, S/N-Jardim dos Ypês Porto Nacional TO CEP 77.500-000 Fone: (63) 3363 9600

Leia mais

Serviço Público Federal Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Coordenação do Curso de Medicina

Serviço Público Federal Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Coordenação do Curso de Medicina Serviço Público Federal Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Coordenação do Curso de Medicina REGIMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA UFPE CAPÍTULO I DEFINIÇÃO: Artigo 1 -

Leia mais

Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA. Colocar Logo da UFCSPA

Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA. Colocar Logo da UFCSPA Programa de Internato Curso de Medicina UFCSPA 2010 Colocar Logo da UFCSPA 1 Comissão de Internato Professor Ajacio Bandeira de Mello Brandão Professor Alfredo Floro Cantalice Neto Professor João Carlos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA Resolução Nº 01/2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE Regulamenta o Estágio Curricular - Internato obrigatório do Curso de Medicina do CCBS/UFCG. O Colegiado do Curso de Graduação em Medicina, no

Leia mais

REGIMENTO DO INTERNATO

REGIMENTO DO INTERNATO REGIMENTO DO INTERNATO Petrolina Março 2012 Universidade Federal do Vale do São Francisco REGIMENTO DO INTERNATO CAPÍTULO I DEFINIÇÃO: Artigo 1 O Internato O internato é o estágio obrigatório em serviços

Leia mais

FACULDADE DE SAÚDE, CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLÓGICAS DO PIAUÍ DIRETORIA GERAL

FACULDADE DE SAÚDE, CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLÓGICAS DO PIAUÍ DIRETORIA GERAL RESOLUÇÃO Nº 011/2008 FACULDADE DE SAÚDE, CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLÓGICAS DO PIAUÍ NORMATIZA O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE NOVAFAPI. A Diretora

Leia mais

NORMAS COMPLEMENTARES DO INTERNATO DA FAMED

NORMAS COMPLEMENTARES DO INTERNATO DA FAMED NORMAS COMPLEMENTARES DO INTERNATO DA FAMED Modelo implantado a partir das mudanças determinadas com a aprovação das Diretrizes Curriculares do Curso Medico do MEC em 2001. COLEGIADO DE CURSO DE GRADUAÇÃO

Leia mais

FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE ARAGUARI REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA

FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE ARAGUARI REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE ARAGUARI REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA ARAGUARI MG 2012 REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA Faculdade Presidente Antônio Carlos de Araguari

Leia mais

Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório (Internato)

Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório (Internato) Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório (Internato) 6.ª Edição 2014 Versão Impressa / on-line www.uss.br Prof. Marco Antonio Vaz Capute Presidente da FUSVE Prof. Dr. Marco Antonio Soares de Souza

Leia mais

GRUPO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BELO HORIZONTE PROCESSO SELETIVO - RESIDÊNCIA MÉDICA 2013 RESULTADO FINAL 1ª Etapa Prova Objetiva.

GRUPO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BELO HORIZONTE PROCESSO SELETIVO - RESIDÊNCIA MÉDICA 2013 RESULTADO FINAL 1ª Etapa Prova Objetiva. 101 Anestesiologia 1167427 84,00 5,60-89,60 1 CLASSIFICADO 101 Anestesiologia 1168953 78,00 8,00-86,00 2 CLASSIFICADO 101 Anestesiologia 1169652 75,60 8,50-84,10 3 CLASSIFICADO 101 Anestesiologia 1170741

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA REGIMENTO INTERNO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Artigo 1 o.- A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) através da Faculdade de Medicina e do Hospital de Clínicas, manterá

Leia mais

PROGRAMA DATA LOCAL E INFORMAÇÕES HORÁRIO

PROGRAMA DATA LOCAL E INFORMAÇÕES HORÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE - SANTA CASA DE PORTO ALEGRE COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA PROCESSO SELETIVO DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2015 CALENDÁRIO DA 2ª

Leia mais

Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu.

Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. Campus de Botucatu PORTARIA nº 141 de 20 de setembro de 2000 Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. O Diretor da Faculdade

Leia mais

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista

Residência Médica. Equivalência da Residência Médica com Curso de Especialização e Título de Especialista Residência Médica A Residência Médica foi instituída no Brasil pela Lei nº. 6.932 de 07 de julho de 1981 e regulamentada pelo Decreto nº. 80.281, de 05 de setembro de 1977. Equivalência da Residência Médica

Leia mais

Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO DIRETORIA GERAL

Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO DIRETORIA GERAL Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO DIRETORIA GERAL Portaria Famerp 003, de 09-01-2015 O Diretor Geral em Exercício da Faculdade de

Leia mais

ANEXO I. Centro de Saúde nº 1 Unidade Mista 508/509 Sul. Ortopedia e Traumatologia. Ortopedia e Traumatologia. Radiologia e Diagnóstico por Imagem

ANEXO I. Centro de Saúde nº 1 Unidade Mista 508/509 Sul. Ortopedia e Traumatologia. Ortopedia e Traumatologia. Radiologia e Diagnóstico por Imagem ANEXO I QUADRO DE VAGAS - Processo Seletivo para Preceptoria dos Programas de Residência Médica Seleção 2014/1 Opção de Vaga Unidade de Saúde/SES Programa de Residência de Cargo Local de execução das atividades

Leia mais

Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP

Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das Clínicas da FMRPUSP Conteúdo DISPOSIÇÕES GERAIS 3 APOIO AO APRIMORAMENTO DE RECURSOS HUMANOS 4 Participação em congressos e eventos científicos

Leia mais

Estágio Curricular Supervisionado

Estágio Curricular Supervisionado Estágio Curricular Supervisionado CURSO DE ENFERMAGEM O curso de bacharelado em Enfermagem do IPTAN apresenta duas disciplinas em seu plano curricular pleno relativas ao estágio: Estágio Supervisionado

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Regulamento do Estágio Curricular Obrigatório do Bacharelado em Ciências Biológicas 1 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

Leia mais

Regulamento do Internato Médico do Curso de Graduação em Medicina

Regulamento do Internato Médico do Curso de Graduação em Medicina PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MEDICINA Regulamento do Internato Médico do Curso de Graduação em Medicina Capítulo I Da Caracterização do Internato Médico Art. 1º - Entende-se

Leia mais

Adendos do Curso de Zootecnia aos Regulamentos de Estágios da UFPel

Adendos do Curso de Zootecnia aos Regulamentos de Estágios da UFPel Adendos do Curso de Zootecnia aos Regulamentos de Estágios da UFPel MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ZOOTECNIA ADENDOS DO CURSO DE ZOOTECNIA AS

Leia mais

Aprovado no CONGRAD: 14.02.06 Vigência: ingressos a partir de 2006/2 CÓD. 1548 CURSO DE MEDICINA

Aprovado no CONGRAD: 14.02.06 Vigência: ingressos a partir de 2006/2 CÓD. 1548 CURSO DE MEDICINA Aprovado no CONGRAD: 14..06 Vigência: ingressos a partir de 2006/2 CÓD. 48 CURSO DE MEDICINA EIXOS TRANSVERSAIS E ÁREAS DO CONHECIMENTO DO CURRÍCULO PLENO ACADÊMI COS I FUNDAMENTOS CONCEITUAIS DO CURSO

Leia mais

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ITAPERUNA RJ 2010 NORMAS PARA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I. OBJETIVOS a. GERAL: Permitir que o aluno reúna as condições satisfatórias

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Cacoal RO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INFORMAÇÕES GERAIS 1 - A Residência em Medicina constitui modalidade de ensino de pós-graduação, destinada

Leia mais

PROCESSO. para RECONHECIMENTO. SERVIÇOS ou PROGRAMAS. ANGIOLOGIA e CIRURGIA VASCULAR. pela S B A C V

PROCESSO. para RECONHECIMENTO. SERVIÇOS ou PROGRAMAS. ANGIOLOGIA e CIRURGIA VASCULAR. pela S B A C V PROCESSO para RECONHECIMENTO de SERVIÇOS ou PROGRAMAS de ANGIOLOGIA e CIRURGIA VASCULAR pela S B A C V 1 Procedimento ETAPA I: O processo do solicitante, com o requerimento dirigido ao Presidente da SBACV,

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES

PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES PERGUNTAS E RESPOSTAS FREQUENTES EDITAL Nº 1/GM/MS, DE 4 DE AGOSTO DE 2015. ADESÃO DE ENTES FEDERADOS E INSTITUIÇÕES À CONCESSÃO DE BOLSAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA 1.

Leia mais

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA - ACITA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA - FAIT

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA - ACITA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA - FAIT REGULAMENTO GERAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DA FAIT ATUALIZADO EM 22 DE MAIO DE 2013. PARA VIGÊNCIA A PARTIR DE 2013 2º SEMESTRE Itapeva- SP 1 ANO DE 2013 - REGULAMENTO

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 242/2006

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 242/2006 DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 242/2006 Regulamenta os Cursos de Pósgraduação lato sensu na Universidade de Taubaté. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo nº PRPPG-036/2006, aprovou e eu

Leia mais

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA.

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO São Paulo 2010 CAPÍTULO I DO CONCEITO, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1º - O Estágio

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016 4600074 1 100 100 - CIRURGIA GERAL Convocado 4600086 2 100 100 - CIRURGIA GERAL Convocado 4600489 3 100 100 - CIRURGIA GERAL Convocado 4600487 4 100 100 - CIRURGIA GERAL Convocado 4600670 5 100 100 - CIRURGIA

Leia mais

Para efeitos desta regulamentação consideram-se as seguintes definições:

Para efeitos desta regulamentação consideram-se as seguintes definições: O Colegiado do Curso de Engenharia Civil com ênfase em estruturas metálicas da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) Campus Alto Paraopeba (CAP), no uso de suas atribuições e, tendo em vista

Leia mais

Regulamento de Monitoria do Curso de Medicina da UNOESTE. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO

Regulamento de Monitoria do Curso de Medicina da UNOESTE. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO Regulamento de Monitoria do Curso de Medicina da UNOESTE. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO Art. 1º O presente Regulamento estabelece as finalidades, objetivos, atribuições

Leia mais

I - DO CONCEITO DO INTERNATO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA, DE SUA LOCALIZAÇÃO, DA SUA DURAÇÃO E DE SUA ORGANIZAÇÃO.

I - DO CONCEITO DO INTERNATO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA, DE SUA LOCALIZAÇÃO, DA SUA DURAÇÃO E DE SUA ORGANIZAÇÃO. RESOLUÇÃO NORMATIVA N 20/CGRAD, de 14 de março de 2014. Ementa: Estabelecer Normas pra realização do internato do Curso de Graduação em Medicina. Esta Resolução passa a vigorar a partir do 2º semestre

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 004 Médico - Alergia e Imunologia

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006 Reconhece e regulamenta a Residência Médico- Veterinária e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA CFMV, no uso da atribuição que lhe

Leia mais

MODELO DE REGULAMENTO PARA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO

MODELO DE REGULAMENTO PARA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO MODELO DE REGULAMENTO PARA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO Este modelo deve orientar a elaboração do Regulamento dos Cursos de Aperfeiçoamento, obedecendo às Normas para Aprovação e Acompanhamento de Cursos de

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIOS Dispõe sobre os estágios realizados pelos discentes do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - IFMG, em cumprimento da Lei nº 11.788, de 25 de setembro

Leia mais

NORMAS COMPLEMENTARES À RESOLUÇÃO Nº 684/09 CONSEPE, REFERENTE À PRÁTICA DE ENSINO/ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO

NORMAS COMPLEMENTARES À RESOLUÇÃO Nº 684/09 CONSEPE, REFERENTE À PRÁTICA DE ENSINO/ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS COORDENADORIA DE LICENCIATURA EM TEATRO COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM TEATRO NORMAS COMPLEMENTARES

Leia mais

Colegiado do Curso de Graduação em Administração

Colegiado do Curso de Graduação em Administração Colegiado do Curso de Graduação em Administração Resolução nº 03/2012 de 08 de novembro de 2012 Fundamentada na LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Regulamenta os procedimentos de Estágio Supervisionado

Leia mais

Art. 2 Revogadas as disposições em contrário, a presente Resolução passa a vigorar a partir de 12 de abril de 1996.

Art. 2 Revogadas as disposições em contrário, a presente Resolução passa a vigorar a partir de 12 de abril de 1996. RESOLUÇÃO N 008, DE 17 DE ABRIL DE 1996, DO DIRETOR DA FMTM. Fixa diretrizes e normas para os Cursos da Central de Idiomas Modernos - CIM. O DIRETOR DA FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ

CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ Gabarito Preliminar CONCURSO PÚBLICO 02/2015 EBSERH/HE-UFPEL EDITAL N 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA NÍVEL SUPERIOR - MANHÃ MÉDICO - ALERGIA E IMUNOLOGIA D A B E C D D C A B C C E A E E B B E B D A C D A MÉDICO

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

A Câmara Superior de Ensino do Conselho Universitário da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições;

A Câmara Superior de Ensino do Conselho Universitário da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº /2010 Altera a estrutura curricular do Curso de Graduação em Medicina, do Centro

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016

RESIDÊNCIA MÉDICA 2016 4600074 1 100 100 - CIRURGIA GERAL 4600086 2 100 100 - CIRURGIA GERAL 4600489 3 100 100 - CIRURGIA GERAL 4600487 4 100 100 - CIRURGIA GERAL 4600670 5 100 100 - CIRURGIA GERAL 4600415 6 100 100 - CIRURGIA

Leia mais

DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO

DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO PARAÍBA DO SUL RJ 2014 2 DA NATUREZA Art. 1. Os alunos do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO RESOLUÇÃO Nº 005, DE 27 DE JUNHO DE 2000, DA CONGREGAÇÃO. Aprova o Regulamento do Internato do Curso de Graduação em Medicina. A CONGREGAÇÃO

Leia mais

FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM NEUROCIRURGIA ONCOLÓGICA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014

FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM NEUROCIRURGIA ONCOLÓGICA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014 FUNDAÇÃO PIO XII - HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS APRIMORAMENTO EM NEUROCIRURGIA ONCOLÓGICA ( Fellowship ) EDITAL DE SELEÇÃO PARA O ANO DE 2014 EDITAL N.º 12/2013-IEP/HCB A Fundação Pio XII, Hospital do

Leia mais

SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS RESOLUÇÃO Nº 04/2011

SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS RESOLUÇÃO Nº 04/2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS Campus Universitário Viçosa, MG 36570-000 Telefone: (31) 3899-2127 - Fax: (31) 3899-1229 - E-mail: soc@ufv.br RESOLUÇÃO

Leia mais

CURSO DE MEDICINA VETRINÁRIA

CURSO DE MEDICINA VETRINÁRIA FACULDADES INTEGRADAS VALE DO IGUAÇU - UNIGUAÇU CURSO DE MEDICINA VETRINÁRIA REGIMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIÃO DA VITÓRIA 2012 REGIMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS, BACHARELADO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA - PPGEM

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA - PPGEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA - PPGEM Regimento Interno do Curso de Mestrado Acadêmico em Engenharia Mecânica do Programa de Pós Graduação em Engenharia Mecânica Este programa de Pós-Graduação

Leia mais

Processo Seletivo Externo Simplificado / Pós-Graduação e Lato Sensu Especialização Médica.

Processo Seletivo Externo Simplificado / Pós-Graduação e Lato Sensu Especialização Médica. EDITAL COMPLEMENTAR PROCESSO SIMPLIFICADO ESPECIALIZAÇÃO 2015 Processo Seletivo Externo Simplificado / Pós-Graduação e Lato Sensu Especialização Médica. A SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BELO HORIZONTE,

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER 1 ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DE RIO CLARO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS REUNIDAS - ASSER ATIVIDADES ACADÊMICAS CURRICULARES COMPLEMENTARES (A.A.C.C.) DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO: ATIVIDADES

Leia mais

O ESTÁGIO CURRICULAR: ESPECIFICIDADES E FUNDAMENTOS LEGAIS

O ESTÁGIO CURRICULAR: ESPECIFICIDADES E FUNDAMENTOS LEGAIS O ESTÁGIO CURRICULAR: ESPECIFICIDADES E FUNDAMENTOS LEGAIS O QUE É O ESTÁGIO? Estágio é um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho

Leia mais

Título I. Da Monitoria

Título I. Da Monitoria MONITORIA O programa de monitoria tem como objetivo dar oportunidade de aprimoramento na formação do aluno e ainda despertar a valorização do ensino aprendizado de sua prática bem como estimular a seguir

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 14/CUn, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 14/CUn, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 14/CUn, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 Regulamenta os estágios curriculares dos alunos dos cursos de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (PROBIC/UNIARAXÁ)

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (PROBIC/UNIARAXÁ) REGULAMENTO DO PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (PROBIC/UNIARAXÁ) CAPÍTULO I DAS FINALIDADES E OBJETIVOS Art. 1 - As normas que seguem visam orientar pesquisadores e bolsistas vinculados a projetos

Leia mais

REGULAMENTO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS

REGULAMENTO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS REGULAMENTO DA RESIDÊNCIA MÉDICA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS ÍNDICE CAP I CAP II DAS FINALIDADES E PRINCÍPIOS GERAIS DA ORGANIZAÇÃO GERAL Programas de treinamento CAP III DA COMISSÃO DE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO

Leia mais

NORMAS PARA ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO

NORMAS PARA ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO NORMAS PARA ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO Estabelece as normas de estágio obrigatório do curso de nutrição conforme a lei 11.788 de 25/09/2008 e o capítulo IX da resolução n 11/97 da UFJF. Do

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA SELEÇÃO PÚBLICA PARA ADMISSÃO DE MÉDICOS COMO COOPERADOS NA UNIMED JUIZ DE FORA 01/2012

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA SELEÇÃO PÚBLICA PARA ADMISSÃO DE MÉDICOS COMO COOPERADOS NA UNIMED JUIZ DE FORA 01/2012 34288 Acupuntura 59 aprovado 3 45210 Alergia e Imunologia 56,5 aprovado 5 42926 Anestesiologia 62,5 aprovado 48867 Anestesiologia 60,5 aprovado 48235 Anestesiologia 59 aprovado 9 48302 Anestesiologia 56

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA RESOLUÇÃO Nº 03/2011 Fixa normas para o Estágio Supervisionado em

Leia mais

Regulamento do Internato Médico

Regulamento do Internato Médico Regulamento do Internato Médico TÍTULO I DO CONCEITO DO INTERNATO MÉDICO, DA SUA LOCALIZAÇÃO, DURAÇÃO E ORGANIZAÇÃO. Art. 1º Entende-se por Internato Médico o estágio curricular obrigatório de treinamento

Leia mais

Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 752, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003.

Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 752, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003. Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA RESOLUÇÃO Nº 752, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003. Reconhece e regulamenta a Residência Médico-Veterinária,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições

Leia mais

REGULAMENTO DO INTERNATO

REGULAMENTO DO INTERNATO REGULAMENTO DO INTERNATO Aprovado em CEPE e CAS Processo 043/2013 Parecer 043/2013 de 21/11/2013 Capítulo I Caracterização do Internato Art. 1º - O Internato caracteriza-se por estágio curricular obrigatório

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O CURRÍCULO DA FAMEMA (2012) Os currículos dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) estão em permanente transformação por entendermos que esse processo permite uma

Leia mais

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências. RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA: CIÊNCIAS MÉDICAS MESTRADO E DOUTORADO EDITAL 04/2015

FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA: CIÊNCIAS MÉDICAS MESTRADO E DOUTORADO EDITAL 04/2015 FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA: CIÊNCIAS MÉDICAS MESTRADO E DOUTORADO EDITAL 04/2015 O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA: CIÊNCIAS MÉDICAS (PPGCM) da Universidade Federal

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE FISIOTERAPIA, BACHARELADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da UNINOVA destinam-se a portadores de diploma de nível superior,

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

FACULDADE 7 DE SETEMBRO LABORATÓRIO DE PESQUISA DE OPINIÃO E MERCADO

FACULDADE 7 DE SETEMBRO LABORATÓRIO DE PESQUISA DE OPINIÃO E MERCADO FACULDADE 7 DE SETEMBRO LABORATÓRIO DE PESQUISA DE OPINIÃO E MERCADO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO, FINS E OBJETIVOS Art. 1º As presentes normas visam regulamentar e disciplinar, em termos de sua administração,

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Braz Cubas oferecidos nas

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E PRÁTICA DE ENSINO DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA FAP - FACULDADE DE APUCARANA

REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E PRÁTICA DE ENSINO DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA FAP - FACULDADE DE APUCARANA REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E PRÁTICA DE ENSINO DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA FAP - FACULDADE DE APUCARANA TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS CAPÍTULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Artigo

Leia mais

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA

CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA E LÍNGUAS ESTRANGEIRAS (INGLESA, ESPANHOLA E ALEMÃ) CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO

Leia mais

Curso de Engenharia de Elétrica

Curso de Engenharia de Elétrica Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório Curso de Engenharia de Elétrica Cascavel-PR 2011 - 2 - CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio

Leia mais

RESOLUÇÃO N 92/13 CEPE

RESOLUÇÃO N 92/13 CEPE RESOLUÇÃO N 92/13 CEPE Aprova normas de dispensa de Disciplinas, de Equivalência de Disciplinas, de Exames de Adiantamento e Aproveitamento de Conhecimento nos cursos de graduação da Universidade Federal

Leia mais

NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA DA FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA DA FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA DA FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO I. COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO COORDENADORA DO PROGRAMA (CCP) 1. A Comissão

Leia mais

Curso de Sistema de Informação

Curso de Sistema de Informação 1 Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório Curso de Sistema de Informação Cascavel - PR CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio Curricular

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE ENSINO NORMATIVA INTERNA PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

PRÓ-REITORIA DE ENSINO NORMATIVA INTERNA PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) PRÓ-REITORIA DE ENSINO NORMATIVA INTERNA PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Aracaju/SE 2011 CAPÍTULO I Das finalidades e dos Objetivos Art. 1º - As Normas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 03/2015-EBSERH/HU-UFJF ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 06 DE MARÇO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 006 Médico - Anestesiologia

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG ESCOLA DE DESIGN ED COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO NUCLEO INTEGRADOR DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - NIPP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 Aprovado pelo

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Página 1 de 17 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.666/2003, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

1 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

1 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL GERAL (HG), NO INSTITUTO DE MEDICINA DO ESPORTE (IME) E NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA (CLIFI) NA UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003

RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003 RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003 Aprova Regimento do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Letras Teoria Literária e Crítica da Cultura da UFSJ O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO SUPERIOR

Leia mais

1. Médicos que pretendem cursar o Primeiro ano de Residência Médica em uma especialidade sem prérequisito;

1. Médicos que pretendem cursar o Primeiro ano de Residência Médica em uma especialidade sem prérequisito; EDITAL DE CONVOCAÇÃO N.º01/15 PROVA GERAL E PROVAS ESPECÍFICAS DO CONCURSO DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2016 DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO EVANGÉLICO DE CURITIBA (HUEC) O HUEC faz saber aos interessados que estão

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, SEQUENCIAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE NUTRIÇÃO

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE NUTRIÇÃO REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE NUTRIÇÃO Coordenadora do Curso: Profa. Ms. Ana Laura Grossi de Oliveira Professoras orientadoras de estágio: Profa. Ms. Adriana Pereira Medina Stracieri

Leia mais

Curso de Medicina. Estágios

Curso de Medicina. Estágios Curso de Medicina Estágios Estágios 3.440 horas total 800h 9º Período 880h 10º Período 880h 11º Período 880h 12º Período 9º Período 4 Rodízios Estágio Trauma Ortopédico com 100 horas Estágio Emergências

Leia mais

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos.

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos. Resolução n.º 03/2010 Regulamenta os Cursos de Pós-Graduação da Faculdade Campo Real. O CONSU Conselho Superior, por meio do Diretor Geral da Faculdade Campo Real, mantida pela UB Campo Real Educacional

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I - DA APRESENTAÇÃO E DOS OBJETIVOS DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA Art. 1 - A atividade de Iniciação Científica integra o processo de ensinoaprendizagem

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DO CESUBE

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DO CESUBE REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DO CESUBE Considerando o significado e a importância do Estágio como parte fundamental da formação profissional, define-se

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º.Os estágios que compõem a estrutura curricular do curso do curso de graduação em Farmácia da Faculdade de Ciências

Leia mais

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio:

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio: 1 Resolução nº. 01/09 Aprovar o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia - considerando o art.70, VII do Regimento desta Instituição; - considerando necessidade de normatizar

Leia mais