P.º n.º R.P. 81/2010 SJC-CT Sociedade irregular. Trato sucessivo. PARECER

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1 1 P.º n.º R.P. 81/2010 SJC-CT Sociedade irregular. Trato sucessivo. PARECER vem interpor recurso hierárquico da decisão de recusa de conversão da inscrição de aquisição apresentada sob o n.º..., de / /, (fracção autónoma... do prédio n.º /, da freguesia de..., concelho de ) a qual havia efectuada como provisória por dúvidas em virtude de os titulares inscritos terem sido identificados no título (escritura pública de compra e venda) como entidade equiparada a pessoa colectiva, podendo estar em falta o registo intermédio da favor desta entidade O pedido de conversão foi instruído com uma escritura de rectificação, na qual se fez intervir o conjunto dos outorgantes «em nome da entidade equiparada a pessoa colectiva, e, NIPC» e se manifesta o lapso contido na escritura inicial quanto à situação da fracção autónoma, dizendo-se agora que o prédio está registado a favor dos outorgantes e não da entidade vendedora, como antes se tinha exarado A recusa da conversão teve como fundamento essencial o facto de a fracção autónoma inscrita a favor de três casais ter sido transmitida a um dos titulares inscritos por uma sociedade irregular (de cujo património terá passado a fazer parte a dita fracção autónoma), a qual, por se encontrar desprovida de personalidade e capacidade jurídica não pode ser sujeito de qualquer relação jurídica. 2. Nas alegações de recurso, que aqui se dão por reproduzidas, argumenta-se que: a) O prédio a que pertence a fracção autónoma transmitida foi adquirido pelos outorgantes em compropriedade, porém, posteriormente, foi por todos os outorgantes maridos constituída uma sociedade irregular, a que foi atribuído o NIPC indicado no título, tendo sido decidido transmitir o imóvel já constituído em propriedade horizontal a favor da sociedade assim criada; b) O imóvel foi inscrito na matriz em nome da sociedade irregular, e assim passou a haver uma aparente discrepância de titularidade em face da presunção de titularidade resultante do registo, pelo que esta presunção «tem que ser ilidida com base na transmissão ocorrida e que suportou a inscrição matricial»; c) As sociedades irregulares são equipadas às sociedades civis e, como tal, o seu património é autónomo do património individual dos seus associados;

2 2 d) A alienação desta fracção autónoma tem como objectivo a extinção da sociedade irregular e, «consequentemente a regularização jurídica (incluindo sob o ponto de vista registral) daquele património.». 3. A decisão de recusa é, todavia, mantida à custa do entendimento de que as sociedades irregulares não têm personalidade jurídica e de que, por isso, não podem ser sujeitos de quaisquer relações jurídicas, sendo este o sentido do despacho proferido ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 142.º-A do Código do Registo Predial (CRP). Apreciação do mérito 1. Em face dos documentos juntos aos autos, a fracção autónoma objecto mediato do pedido de registo encontra-se inscrita a favor de,... e, e respectivos cônjuges, e pertence a prédio resultante da anexação de três prédios por aqueles adquiridos nos termos em que o registo o publicita, ou seja, em regime de compropriedade e na proporção de 1/3 para cada um deles De acordo com o que no requerimento de recurso se explicita, os outorgantes..., e... terão acordado a constituição de uma sociedade comercial e iniciado a sua actividade antes da celebração do contrato, tendo também decidido transmitir o prédio em causa à dita sociedade, ainda por regularizar A despeito de nenhum título ou acto de registo demonstrar que assim foi, certo é que na escritura pública ora trazida a registo se pretende que o sujeito passivo, ou seja, o transmitente, seja a sociedade irregular (e não os sócios e respectivos cônjuges, todos titulares inscritos em regime de compropriedade e na mencionada proporção de 1/3 para cada casal), sendo que a escritura pública apresentada compreende unicamente os termos de um negócio jurídico de compra e venda, sem conter, portanto, qualquer referência, explícita ou implícita, à liquidação e extinção da aludida sociedade. 2. Donde são duas as questões que imediatamente se colocam: se dizer que transmitente é a sociedade irregular é diferente de dizer que transmitente é cada um dos sócios que a representam e constam como titulares inscritos no registo, e, na hipótese afirmativa, se esta diferença se há-de reflectir no registo, atento o escopo de segurança e de certeza jurídica para que aponta o artigo 1.º do CRP Em primeiro lugar, há que dizer que, ao participar como parte em negócio jurídico real, a sociedade mencionada nos autos se exterioriza ou manifesta em face de terceiros, pelo que está fora de causa encará-la como uma sociedade interna ou configurar o

3 3 negócio jurídico realizado (venda da fracção autónoma) como um acto individual dos sócios, em vez de um acto da sociedade ou da colectividade formada pelos seus sócios Em princípio, trata-se de uma sociedade irregular, ou seja, de uma sociedade comercial que actua no mercado sem previamente ter cumprido todas as regras legais relativas à sua constituição 1, desde logo a celebração do contrato previsto no artigo 7.º do CSC, e que, à luz do disposto no n.º 2 do artigo 36.º do Código das Sociedades Comerciais (CSC), segue o regime de responsabilidade definido para as sociedades civis Na expressão do sobredito preceito legal, e apesar da natureza da actividade desenvolvida, «se for acordada a constituição de uma sociedade comercial, mas, antes da celebração do contrato de sociedade, os sócios iniciarem a sua actividade, são aplicáveis às relações estabelecidas entre eles e com terceiros as disposições sobre sociedades civis» Não obstante poder ser pertinente dizer que a sociedade irregular por falta de formalização é nula como contrato, e que essa nulidade pode ser invocada a todo o tempo por qualquer interessado, nos termos gerais, o plano que aqui sobreleva é o que tem que ver com a actividade desenvolvida pelos sócios participantes no acordo a que alude o artigo 36.º/2 do CSC e com a tutela que o direito confere às relações criadas por essa actividade 3 ; tutela que, quanto a nós, é bastante para, nos autos, dar significado aos precisos termos em que o sujeito passivo é indicado no título e entender como parte não os sócios individualmente considerados, mas a sociedade ou a colectividade de sócios Por outro lado, embora não seja incontroverso dizer que a sociedade civil tem personalidade jurídica, cremos que o problema que nos ocupa pode ser resolvido, também, sem tomar parte no dissídio entre a personalidade e a compropriedade de tipo 1 Manuel António Pita, O Regime da Sociedade Irregular e a Integridade do Capital Social, Almedina, p Dizemos «em princípio» porque, em rigor, nenhuma declaração dos outorgantes permite compreender de que tipo de sociedade se trata ou qual o seu objecto. Por outro lado, não parece adequado falar aqui de uma fase preparatória da constituição da sociedade ou de uma sociedade em formação, porquanto tudo indica tratar-se de uma situação consolidada e de um exercício reiterado da actividade económica correspondente ao objecto social sem que os interessados revelem o propósito de concluir o processo de criação do ente social. 3 Como refere Manuel Pita, O regime, cit., p. 310, podemos estabelecer duas dimensões ou planos para a sociedade irregular: por um lado, o plano do contrato de sociedade comercial, onde avulta a questão da nulidade por falta de forma, e, por outro, o plano da actividade desenvolvida pelos sócios, ou seja, os actos e negócios jurídicos em que essa actividade se traduz e que não podem ser invalidados com fundamento na nulidade do contrato de sociedade.

4 4 germânico que normalmente se coloca a pretexto da natureza jurídica das sociedades civis 4-5 ; 2.6. Pois, se não se disser que a sociedade irregular se converte em sociedade civil e assim se mantém até à formalização do contrato de sociedade comercial 6, a aplicação das disposições sobre sociedades civis determinada pelo n.º 2 do artigo 36.º do CSC implica, ao menos, que a fracção autónoma tenha de ser considerada como fazendo parte de um fundo patrimonial comum 7. 4 A propósito da personalidade jurídica das sociedades civis, Raul Ventura faz notar, em Apontamentos sobre Sociedades Civis, Almedina, pp. 29 e ss., que, na falta de preceito legal que expressamente reconheça ou atribua personalidade jurídica às sociedades civis, a doutrina procura chegar a uma conclusão valendo-se dos preceitos legais que regulam concretamente essas sociedades e fazendo sobressair desde logo argumentos de natureza terminológica, como o uso da palavra sociedade. Contudo, diz o autor, a palavra sociedade, em si mesma, não é unívoca, podendo significar a colectividade dos sócios, não personalizada, pelo que, situando-se o dissídio fundamental quanto à natureza jurídica das sociedades civis entre a personalidade e a compropriedade de tipo germânico, o problema consiste em determinar quais os elementos concretos decisivamente separadores dos dois institutos e determinar se os elementos assim decisivos se verificam nas sociedades civis. 5 Também Pedro Pais de Vasconcelos, Teoria Geral do Direito Civil, 4.ª edição, pp. 204 ss., coloca o problema da personificação das sociedades civis simples, distinguindo entre sociedades civis simples personificadas (formalizadas e registadas nos termos previstos para as sociedades comerciais), as quais são sujeitos de direito, sendo-lhes directamente imputados os actos que pratiquem, e sociedades civis simples não personificadas, que não constituem sujeitos de direito autónomo dos seus sócios, em que os actos e situações jurídicas activas e passivas são imputadas a todos os sócios conjuntamente e não à sociedade que juridicamente não é sujeito de direito, mas apenas um contrato e uma comunhão. 6 Como refere Manuel Pita, O Regime, cit., pp. 283 e ss., a proposição de que a sociedade irregular se converte ope legis em sociedade civil encontra inspiração na tese sustentada por Ferrer Correia, na vigência do direito anterior, e foi seguida, no domínio da lei actual, por alguma doutrina e jurisprudência, dando o autor como exemplo Pinto Furtado, Curso de Direito das Sociedades, 3.ª edição, p. 204, e os acórdãos do TRP, de (processo n.º ), e de (processo n.º ). Mas, segundo Manuel Pita, a questão está em saber se há abertura do sistema jurídico para validar esta sociedade irregular como organização económica, que veio a ser criada de facto, pela actividade desenvolvida, deixando-a viver com o regime da sociedade civil enquanto for vontade dos agentes económicos. O Autor responde negativamente, dizendo que a ideia de fundar na vontade dos sócios a existência de uma sociedade civil é deveras artificiosa (a vontade dos sócios é a de executar o acordo a que chegaram) e também não encontra apoio na lei, pois a validação da actividade é admitida para efeitos de segurança do tráfico jurídico, mas não para efeitos de permitir a continuação em funcionamento, como organização válida, o que certamente representaria para o tráfico jurídico uma insegurança contínua. Donde, salvo nos casos excepcionais previstos na lei, as sociedades comerciais constituem-se com base na declaração expressa dos sócios em negócio ou contrato celebrado na forma legal; a falta de forma é causa de nulidade; e a declaração de nulidade do contrato determina a entrada da sociedade em liquidação (cfr. pp. 310/311).

5 Vale isto por dizer que, para o registo, não é essencial que exista uma pessoa jurídica ou um sujeito de direito autónomo dos sócios 8 ; basta que haja uma forma diferente de titularidade, como a que existe a favor dos sócios de uma sociedade não personificada relativamente aos bens a esta afectados, os quais pertencem conjuntamente aos sócios numa forma de comunhão em mão comum, distinta da compropriedade 9 e diferente e independente do património individual de cada um deles Com efeito, ao escopo essencial do registo predial (artigo 1.º do CRP) faz falta publicitar a mudança de estatuto do bem, tabularmente traduzida em aquisição a favor da sociedade irregular (colectividade dos sócios), quer se reconheça como centro de imputação do direito o conjunto dos sócios ou a própria sociedade, considerada como parte ou sujeito jurídico, convertida, ou não, em sociedade civil e desprovida, ou não, de personalidade jurídica Também Miguel Pupo Correia, Direito Comercial, 8.ª edição, p. 511, faz notar que não é exactamente uma conversão em sociedade civil que se prevê no n.º 2 do artigo 36.º, porquanto se trata de sociedade que só poderia ser comercial, pois a intenção dos sócios é constituí-la como objecto e tipo comerciais. 7 Neste sentido, dizendo que as sociedades irregulares por falta de formalização do contrato são, à semelhança das sociedades civis, dotadas de um património autónomo, Miguel Pupo Correia, Direito Comercial, cit., p Não obstante o problema da personificação das sociedades civis ser normalmente tratado considerando a díade pessoa jurídica/não pessoa jurídica, também se tem distinguido na doutrina um grau intermédio constituído por sujeitos de direito que não são pessoas jurídicas. Cfr. Raúl Ventura, Apontamentos, cit., p. 31, nota 8. 9 Sobre a distinção entre compropriedade e património colectivo, Luís A. Carvalho Fernandes, Teoria Geral do Direito Civil, I, pp. 499 ss, e Heinrich Hörster, A Parte Geral do Código Civil Português, pp.197/ Como sublinham Pires de Lima e Antunes Varela, Código Civil Anotado, volume II, 3.ª edição, p. 312, a propósito da não obrigatoriedade do registo das sociedades civis, a quem não reconhecem personalidade jurídica, a dispensa deste registo não significa dispensa do registo dos factos que a ele estão sujeitos, nos termos do artigo 2.º do Código do Registo Predial, e em que seja parte a sociedade, como uma compra e venda ou uma entrada de bens imóveis. Cfr. ainda o parecer proferido no processo n.º R.P /97 DSJ-CT, publicado no BRN n.º 9/97, II Caderno, e a deliberação tomada no processo n.º R. Co. 85/2001 DSJ-CT, publicada no BRN 6/2002, II Caderno. 11 Se, após o registo dos factos praticados no âmbito da actividade desenvolvida segundo o regime previsto no artigo 36.º/2 do CSC, houver um processo de regularização da sociedade e, no título, forem especificados e expressamente ratificados os direitos e obrigações correspondentes àqueles factos (artigo 19.º do CSC), parece que o registo predial deverá acompanhar também esta evolução na vida da sociedade, inscrevendo o novo sujeito e, deste modo, dando conta do novo regime a que ficam sujeitos os bens. Considerando a natureza e função dos averbamentos especiais a que alude o n.º 1 do artigo 101.º do CRP, não custaria que tal publicidade se obtivesse à custa desta técnica registal.

6 Ora, no caso em apreço, a situação jurídica da fracção autónoma publicitada pelo registo não indica como titular inscrito nem a sociedade irregular nem o grupo ou a colectividade dos sócios, mas cada um destes e respectivos cônjuges, em separado, e enquanto titulares de um direito sobre uma quota ideal da coisa, ou, se quisermos, de um direito de propriedade autolimitado pelo concurso de outros direitos qualitativamente iguais 12, espelhando, ainda, os termos em que foram adquiridos os prédios iniciais, que deram origem ao prédio em propriedade horizontal de que faz parte a dita fracção autónoma Donde, estando por demonstrar nas tábuas a modificação operada no estatuto da fracção autónoma, ou seja, a pertença do bem ao património colectivo, só como provisório por dúvidas se pode consentir o ingresso do facto que tem como sujeito passivo a sociedade irregular, na certeza de que o princípio do trato sucessivo a que se refere o n.º 4 do artigo 34.º do CRP se concretiza aqui na modalidade da continuidade das inscrições, não bastando a prova, aliás por fazer nos autos, de que a divergência entre o título e o registo quanto à titularidade do bem resulta de alteração superveniente. 3. Assim, em face do que antecede, somos de parecer que o recurso não merece provimento. Em síntese, formulam-se as seguintes CONCLUSÕES I- Em face do disposto no n.º 2 do artigo 36.º do Código das Sociedades Comerciais, estão sujeitos a registo predial os actos ou negócios jurídicos previstos no artigo 2.º do Código do Registo Predial que estejam envolvidos na actividade económica desenvolvida pelos sócios de uma sociedade irregular e que correspondam a direitos ou obrigações que à sociedade (colectividade de sócios) devam ser imputados. II O registo de facto que tenha como sujeito passivo uma sociedade irregular deve ser efectuado como provisório por dúvidas, nos termos do artigo 34.º/4 do 12 Sobre a natureza jurídica da compropriedade, Carvalho Fernandes, Lições de Direitos Reais, 4.ª edição, pp.334/339.

7 7 Código do Registo Predial, se o prédio tiver sido adquirido por todos sócios em regime de compropriedade e assim se encontrar registado. Parecer aprovado em sessão do Conselho Técnico de 23 de Setembro de Maria Madalena Rodrigues Teixeira, relatora, Maria Eugénia Cruz Pires dos Reis Moreira, Luís Manuel Nunes Martins, Isabel Ferreira Quelhas Geraldes, António Manuel Fernandes Lopes, João Guimarães Gomes Bastos, José Ascenso Nunes da Maia. Este parecer foi homologado pelo Exmo. Senhor Presidente em

8 8 FICHA P.º R.P. 81/2010 SJC-CT SÚMULA DAS QUESTÕES TRATADAS 1. Sociedade irregular Regime previsto no artigo 36.º/2 do CSC Registo de factos envolvidos na actividade económica da sociedade irregular Registo a favor da sociedade irregular (colectividade dos sócios) versus registo em compropriedade

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