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1 1/6 1. NOME DO TESTE E SINONÍMIAS Cultura de secreção uretral, cultura de secreção vaginal, cultura de urina do 1ª jato, cultura de líquido seminal, cultura de esperma, cultura de secreção endocervical e cultura de lesão genital. 2. APLICAÇÃO CLÍNICA No trato genital feminino e masculino podem ocorrer diversas doenças, de etiologia bacteriana e fúngica. Grande parte dessas infecções pode ser assintomática ou causar sintomas muito discretos, que podem passar despercebidos pelo paciente. Devido à grande variedade de agentes possíveis de serem pesquisados, é muito importante que a suspeita clínica seja bem direcionada para que os exames laboratoriais mais indicados sejam realizados. Na mulher, as doenças mais comuns são vulvovaginite, vaginose bacteriana, cervicite, doença inflamatória pélvica e lesões genitais. No homem, destacam-se uretrite, prostatite e lesões genitais. A interpretação dos resultados obtidos precisa ser feita com bastante critério, pois é comum nessas amostras a presença de determinados microrganismos que, muitas vezes, são somente colonizadores do trato genital, porém em situações especiais podem ser patogênicos. Assim, a interpretação dos resultados microbiológicos deve ser feita com cautela, certeza de ausência de outros patógenos potenciais e com ênfase na sintomatologia do paciente. Infecções do trato genital. Principais manifestações clínicas e agentes etiológicos bacterianos e fúngicos mais comuns. INFECÇÕES / MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Vaginite (inflamação da mucosa vaginal) corrimento Vaginose bacteriana (inflamação e irritação perivaginal) corrimento Cervicite corrimento Bartolinite dor e corrimento Doença inflamatória pélvica Uretrite corrimento vaginal e disúria Epididimite (inflamação do epidídimo) dor Prostatite pacientes com prostatie bacteriana aguda geralmente apresentam disúria e polaciúria. Prostatite bacteriana crônica pode ser causa de bacteriúria persistente AGENTES ETIOLÓGICOS Candida albicans (secreção espessa com aparência de leite coagulado e prurido perivaginal) Gardnerella vaginalis, Mycoplasma hominis e Mobiluncus spp. Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis, Candida spp. Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis e microrganismos diversos provenientes da microbiota vaginal normal Neisseria gonorrhoeae, bacilos gram negativos, estreptococos e Actinomyces em usuárias de DIU Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis, Streptococcus agalactiae, Candida spp Neisseria gonorrhoeae, enterobactérias, estafilococos e Chlamydia trachomatis Enterobactérias, estafilococos, estreptococos

2 2/6 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO As amostras coletadas dos locais suspeitos de infecção são semeadas em Agar sangue, Agar chocolate e Agar MacConkey, sendo incubadas por até 48 horas a C. As placas de Agar chocolate serão incubadas em jarra capnofílica. Esse método permite pesquisar enterobactérias, estafilococos, estreptococos, Neisseria gonorrhoeae, Candida spp, Gardnerella vaginalis e Mobiluncus spp. Após a observação do crescimento e das colônias, deverá ser feito gram de todas as colônias, observando a morfologia microscópica e seguindo então para as provas adicionais necessárias. Para Candida spp, Gardnerella vaginalis e Mobiluncus spp. não serão necessárias provas adicionais para identificação, já que a morfologia microscópica e macroscópica já são suficientes para classificá-las. Já para as enterobactérias, estafilococos, estreptococos e Neisseria gonohoeae serão feitas provas bioquímicas (EPM-MILI-CITRATO), Staphy teste (se necessário), CAMP, Bile esculina e caldo Hipercloretado, e oxidase respectivamente. 4. AMOSTRA 4.1 Tipos de amostra: Secreção uretral, secreção vaginal, urina do 1ª jato, líquido seminal, esperma e secreção endocervical. 4.2 Armazenamento e estabilidade da amostra: As amostras devem ser colhidas com swab acoplado a um tubo contendo meio de Stuart. Nessas condições a amostra permanece estável em geladeira por um período de 24 horas. A urina de 1ª jato deverá ser semeada brevemente, não devendo ultrapassar mais do que 8 horas se conservado em temperatura ambiente. 4.3 Critérios para rejeição da amostra: Amostras coletadas de regiões que não sejam representativas do processo infeccioso e amostras coletadas com swab sem meio de transporte. 5. MATERIAIS REQUERIDOS 5.1 Alça bacteriológica 5.2 Estufa bacteriológica a C 5.3 Swab em tubo com meio de Stuart 5.4 Bico de Bunsen placa de Agar sangue 5.6 Agulha ou fio bacteriológico 5.7 Lâmina de vidro desengordurada limpa 5.8 Lápis dermatográfico 5.9 Solução fisiológica estéril 5.10 Bastão de vidro 5.11 Aquecedor a gás 5.12 Erlenmeyer 1 ou 2 L Panela 5.14 Termômetro 5.15 Balança

3 3/ Papel p/ pesagem 5.17 Palito de madeira para pesagem 5.18 Água deionizada estéril 5.19 Autoclave 5.20 Placas de petri, plásticas, lisas e descartáveis Tubos de ensaio de vidro estéril (capacidade igual ou superior à 10mL) 5.22 Isqueiro 5.23 Apoiador para coloração de gram Placa de Agar macconkey 5.25 Fita adesiva termosensível 6. REAGENTES Solução de cloreto de sódio 0,9% estéril. Preparação: Dissolver 0,9g do NaCl em água destilada estéril e completar para 1000mL. Em seguida esterilizar em autoclave a 121 C por 15 minutos. Validade: Se conservado em geladeira a validade é de 6 meses. Após o frasco aberto a validade é de 5 dias. Álcool-Acetona p/gram Frasco 500mL, NEWPROV, Reg Anvisa: : Conservar em temperatura ambiente ao abrigo da luz. Fucsina Fenicada p/ Gram Frasco 500mL, NEWPROV. RMS: Conservar em temperatura ambiente. Pronto para uso. Lugol p/ gram Frasco 500mL, DOLES. RMS: , ou NEWPROV, Reg Anvisa Conservar em temperatura ambiente. Pronto para uso. Cristal violeta Frasco 500mL, DOLES. RMS: , ou NEWPROV, Reg Anvisa Conservar em temperatura ambiente. Pronto para uso. Base de Ágar sangue Frasco 500g, BIOBRÁS. RMS: , ou TSA 500g, MBIOLOG, RMS: , ou DIFCO Tryptic Soy Agar BD, ref Conservar em temperatura ambiente. Pronto para uso. Placa de Ágar sangue 90 X 15mm. Preparação: Pesar e hidratar o meio conforme instruções do fabricante. Autoclavar a 121 C por 15 minutos. Retirar da autoclave e resfriar até 45 C. Adicionar 50mL de sangue humano ou de carneiro para cada litro de meio base. Homogeneizar e distribuir em placas. Deixar solidificar à temperatura ambiente e armazenar em geladeira.validade: 8 semanas. Tiras de Oxidase 20 testes, PROBAC. Reg MS: , ou NEWPROV, frasco c/ 10 unidades. Para os dois kits armazenar em geladeira. Pronto p/uso. Base de agar Macconkey Frasco c/ 500g, Scharlau Chemie. Conservar em temperatura ambiente. Pronto para uso. Placa de Ágar Macconkey 90 X 15mm. Preparação: Pesar e hidratar o meio conforme instruções do fabricante. Autoclavar a 121 C por 15 minutos. Retirar da autoclave e resfriar até 45 C. Homogeneizar e distribuir em placas. Deixar solidificar à temperatura ambiente e armazenar em geladeira. Validade: 8 semanas. Kit para identificação de Enterobactérias EPM-MILI-CITRATO Newprov RMS: Caixa para 16 testes. Bile esculina. Kit c/ 10 tubos. Pronto p/ uso. NEWPROV. Caldo soja tripticaseína (TSB) Frasco c/ 100g. BIOBRÁS. CÓD: RMS: Conservar a temperatura ambiente. Pronto para uso Caldo Hipercloretado 6,5%. Preparação: Pesar e hidratar o meio TSB conforme instruções do fabricante. Adicionar 6g de NaCL para cada 100mL do caldo TSB e deixar dissolver. Autoclavar a 121 C por 15 minutos.

4 4/6 Retirar da autoclave e deixar resfriar. Homogeneizar e distribuir em tubos. Armazenar em geladeira. Validade: 8 semanas. NaCl - Frasco c/ 1,0 Kg. Merck. RMS: ISENTO Staphy Test conjunto p/ 50 testes, PROBAC. RMS: Manter em geladeira. Pronto para uso. 7. PROCEDIMENTO DETALHADO Receber a amostra já identificada apropriadamente com número da OS, iniciais do paciente e espécime clínico. Conferir identificação da amostra com a folha de trabalho, sinalizando com um traço ao lado da OS, identificando que a amostra deu entrada e será semeada. Descarregar a amostra do swab na placa de Agar sangue e Agar MacConkey. Quando o material for urina de 1ª jato, o descarrego do material deverá ser feito com uma alça bacteriológica com a data, número da OS, e espécime clínico. Com uma alça bacteriológica semear o material descarregado do swab em estrias por esgotamento em três direções. Incubar as placas por até 48 hs em estufa bacteriológica (35-37 C). Proceder a leitura das placas pesquisando colônias de Candida spp, Gardnerella vaginalis e Mobiluncus spp, estafilococos, estreptococos, enterobactérias e Neisseria gonorrhoeae. Todas as colônias que crescerem em placa de Agar sangue deverão ser investigadas por observação microscópica pela coloração de gram (ver o procedimento para coloração do Gram no protocolo próprio), salvo as colônias mucoides típicas de enterobactérias, que também crescerão em Agar macconkey. Para enterobactérias, a identificação será feita utilizando o kit EPM-MILI-CITRATO, verificando o padrão de positividade e negatividade das provas comparando com o código obtido pela seguinte que consta no prospecto do kit. Para Candida spp, Gardnerella vaginalis e Mobiluncus spp, apenas a observação da morfologia colonial e observação do padrão microscópico são suficientes para a identificação. Para estafilococos, o Staphy test é suficiente para identificar Staphylococcos aureus. Para estreptococos, deverá ser feito o teste de CAMP + Caldo Hipercloretado + Bile esculina. Para Neisseria spp fazer o teste da oxidase. 8. CÁLCULOS E LIBERAÇÃO DOS RESULTADOS Se não houver crescimento bacteriano Resultado: Negativo Se houver crescimento bacteriano identificar todos os microrganismos presentes. EX: Streptococcus agalactiae (GRUPO B) Candida sp. Lactobacillus sp.

5 5/6 9. CONTROLE DE QUALIDADE Controle de qualidade interno: Uso de CEPAS controles obtidas comercialmente, usadas para avaliar a precisão e exatidão dos métodos e eficiência dos meios de cultura. A periodicidade do controle é diversa e varia conforme a periodicidade de produção dos meios de cultura. Avaliação externa da qualidade: Participação em programa de proficiência de instituição científica nacional e/ou internacionais com a finalidade de avaliar o nível de exatidão do sistema de análise. 10. INTERVALO DE REFERÊNCIA E VALOR CRÍTICO 10.1Intervalo de Referência: Não se aplica 10.2Valor Crítico: Não se aplica 11. CONFIABILIDADE ANALÍTICA A incubação do material colhido de secreções genitais em Agar sangue e Agar macconckey permite o crescimento de todos os microrganismos acima citados, porém não se aplicam ao crescimento de outros patógenos como: Mycoplasma hominis, Ureaplasma urealyticum, Chlamydia trachomatis, Herpes simplex, papiloma vírus e Treponema pallidum, devendo ser aplicados métodos específicos para identificação de cada um desses microrganismos. 12. INTERFERENTES Amostra obtida em swab seco sem meio de Stuart Formulação alterada do método Tempo e atmosfera de incubação Alça bacteriológica excessivamente aquecida Presença de água de condensação nas placas 13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS OPLUSTIL, Carmen Paz l... [et.al.].procedimentos básicos em microbiologia. SARVIER: São Paulo, 2000.

6 6/6 HISTÓRICO DE REVISÕES Pg. NATUREZA DA ALTERAÇÃO DATA REVISÃO VERSÃO RESPONSÁVEL 2/3 Atualização e inserção de novos 30/07/ reagentes 3 Alteração de texto no 30/07/ procedimento 2 Atualização e inserção de novos 08/09/ reagentes 3 Introdução da folha de trabalho na 08/09/ rotina de conferência e registro dos resultados 3 Alteração de texto no procedimento 30/12/ Talita Caldas

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