Rio de Janeiro: o melhor lugar para investir

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rio de Janeiro: o melhor lugar para investir"

Transcrição

1 Rio de Janeiro: o melhor lugar para investir Renato Villela Secretário de Fazenda do ERJ Agosto, 2013

2 Indicadores fiscais R$ Milhões DESCRIÇÃO Resultado Orçamentário (893) (188) 901 (229) 2 Resultado Primário (909) 3 Resultado Nominal (2.804) Receita Corrente Líquida RCL Dívida Consolidada Líquida Fonte: Secretaria de Fazenda do ERJ Obs 1: Excluída a IMPRENSA OFICIAL e a CEDAE por não mais se enquadrarem no conceito de empresa dependente. Obs 2: Despesa Empenhada

3 Evolução principais receitas R$ milhões Discriminação 2008 Part Part Part Part Part. ICMS ,3% ,87% ,31% ,77% ,03% ROYALTIES ,2% ,04% ,13% ,55% ,63% FECP ,9% ,91% ,62% ,53% ,20% IPVA ,2% ,72% ,90% ,79% ,88% ITD 249 0,6% 290 0,72% 464 0,95% 418 0,75% 525 0,87% Transferências ,0% ,50% ,21% ,42% ,90% IPI 519 1,3% 448 1,10% 582 1,19% 783 1,41% 761 1,26% FUNDEB ,8% ,69% ,49% ,35% ,08% FPE 717 1,8% 691 1,70% 745 1,53% 918 1,66% 947 1,56% Total Discriminado PLONE ,2% ,76% ,12% ,82% ,51% Total das Receitas ,0% ,0% ,0% ,00% ,00%

4 Arrecadação de impostos (R$ milhões) ICMS IPVA ITD

5

6

7 ICMS por Setor Econômico (até junho 12/13 ) ICMS (puro) - por Atividade Economica do ERJ Participação do ICMS 2013 ATIVIDADE ECONÔMICA Em R$ M ilhões % 2013/2012 Petróleo, combustíveis e gás natural % Telecomunicações % Energia elétrica % Mercados, lojas e magazines % Bebidas % Outras Atividades Econômicas* % TOTAL % Fonte: Boletim de Transparência Fiscal do ERJ * No total de 20 setores 21% 44% 13% 12% 5% 5% Petróleo, combustíveis e gás natural Telecomunicações Energia elétrica Mercados, lojas e magazines Bebidas Outras Atividades Econômicas*

8

9 Saneamento dos Gastos Públicos

10 DISCRIMINAÇÃO Total de Gastos 2008* 2009* 2010** 2011** 2012** JAN DEZ JAN DEZ JAN DEZ JAN DEZ JAN DEZ 1 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS PESSOAL ATIVO INATIVOS E PENSIONISTAS PREVI BANERJ REFER INTRAORÇAMENTÁRIA JUROS ENCARGOS E AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA OUTRAS DESPESAS CORRENTES**** DESPESAS DE CUSTEIO TRANSFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS ENC. COM A UNIÃO / ROYALTIES (EGE) TRANSFERÊNCIAS AO FUNDEB TRANSFERÊNCIAS AOS MUNICÍPIOS INTRAORÇAMENTÁRIA INVESTIMENTOS OBRAS E INSTALAÇÕES EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE OUTROS INTRAORÇAMENTÁRIA INVERSÕES FINANCEIRAS EMPRÉSTIMOS OUTROS RESERVA DE CONTINGÊNCIA TOTAL GERAL * Exclui despesas intra orçamentárias / Inclui Imprensa Oficial e CEDAE ** Exclui CEDAE e despesa intra orçamentária. ***Orçamento disponível **** Exclui despesas com inativos e pensionistas, PREVI BANERJ e REFER classificadas no grupo de despesas correntes. Posição SIG/SIAFEM: 14/05/2012

11 Investimentos em Mobilidade Urbana Fomentar a cidadania e a inclusão social por meio da universalização do acesso aos serviços públicos de transporte coletivo e das ações estruturantes para o sistema de transporte coletivo urbano, apoiando a qualificação e ampliação de infraestrutura de mobilidade urbana. Há projetos de melhoria, ampliação e implantação de sistemas de transporte público coletivo em execução nas cidades brasileiras, incluindo as cidades sede da Copa do Mundo FIFA de Estão sendo investidos recursos em metrôs, Bus Rapid Transit (BRTs), corredores de ônibus, veículos leves sobre trilhos, aeromóvel, entre outros.

12 Investimentos em Mobilidade Urbana VLT - RIO DE JANEIRO/RJ - ÁREA CENTRAL E PORTUÁRIA BRT DO CORREDOR TRANSCARIOCA AEROMÓVEL - NOVA IGUAÇU/RJ - AEROMÓVEL CENTRO - NOVA ERA AEROMÓVEL - NOVA IGUAÇU/RJ - AEROMÓVEL NOVA ERA VALVERDE IMPLANTAÇÃO DE CORREDOR DE TRANSPORTE URBANO - ARCO DE CENTRALIDADES IMPLANTAÇÃO DO CORREDOR BRT LESTE IMPLANTAÇÃO DO CORREDOR BRT TRANSOCEÂNICA - CHARITAS/CENTRO METRÔ PLONE - RM RIO DE JANEIRO/RJ - LINHA 3 SÃO GONÇALO-NITERÓI FONTE:

13 Investimentos em Mobilidade Urbana O Programa Estadual de Transportes Inicial (PET): milhões (O Programa Estadual de Transporte (PET 2): milhões

14 Infraestrutura para Mobilidade Urbana Aquisição de 60 Trens Unidades Elétricos Novos, de última geração, com quatro carros cada, equipados com ar condicionado (Em Andamento). Contrato assinado em 24 de outubro de 2012 e tornado eficaz em 25 de dezembro de Início da entrega dos Trens: junho de 2014 Conclusão da entrega dos Trens: outubro de 2015 PlanoEstadualdeLogísticadeCargasparaoEstadodoRiodeJaneiro PELC (Em licitação). Estudos diversos sobre desenvolvimento de políticas de transportes para o Estado do PLONE Rio de Janeiro. FONTE:

15 Investimento e Demais Despesas em Saúde De 2007 a 2012 foram instaladas 52 unidades de pronto atendimento (UPAs); Foram realizados 13 milhões de exames laboratoriais e de Raio-X; Distribuição de mais de 108 milhões de medicamentos; Criação e ampliação de centros de referência de saúde, entre eles: - Instituto Estadual do Cérebro - Hospital São Francisco de Assis PLONE - Centro de Trauma do Hospital Alberto Torres - Hospital Estadual da Mãe

16 Investimento e Demais Despesas em Saúde Ao longo de 2012, a execução orçamentária foi de R$ 321 milhões em Unidades de Pronto Atendimento-UPAs. Fonte: D.O. Notícias Em R$ Fonte: SIG / Valor liquidado por fonte

17

18 Investimentos e Demais Despesas em Educação Criação de 15 mil vagas no Ensino Médio; De 2007 a 2012 houve um aumento de 72% no gastos com pessoal, incluindo gratificações; A partir de 2011 foi incluído gastos com benefícios como auxílio alimentação, qualificação, transporte, formação e outros; Crescimento de 88% nos gastos com manutenção e alimentação nas escolas; A partir de 2011 os docentes na rede estadual apresentaram 31,31% de aumento; Em 2011, PLONE os -funcionários 2007 administrativos também receberam aumento que variou em até 116,04%; Criação de bonificação por resultados;

19 Investimentos e Demais Despesas em Educação A rede estadual saiu da 26ª para a 15ª posição no IDEB; Obtenção do melhor resultado no ENEM das redes estaduais em 2012; Diminuição na defasagem idade-série de 61% em 2010 para 43% em Fonte: SEEDUC

20 Investimentos e Demais Despesas em Educação Em R$ GASTOS COM EDUCAÇÂO Fonte: SIG / Valor liquidado por fonte

21 Investimentos e Demais Despesas em Segurança 33 UPPs já instaladas; 1,5 milhões de pessoas beneficiadas; 226 territórios retomados pelo Estado; policiais no programa. Em R$ GASTOS COM SEGURANÇA PÚBLICA Fontes: e SIG / valor liquidado por fonte

22 GRATIFICAÇÕES CONCEDIDAS À AREA DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROGRAMA DESCRIÇÃO PARTICIPAÇÃO PAGAMENTO REGIME ADICIONAL DE SERVIÇOS - RAS serviços temporários prestados por servidores da SESEG,CBMERJ e SEAP, definidos pelos respectivos titulares, para participação em programas específicos (Rio + 20). Convocação Recursos do Estado VALORES DA GRATIFICAÇÃO Nível Turno 06 Turno 08 Horas Horas Turno 12 Horas Oficial Superior R$ 187,50 R$ 250,00 R$ 375,00 Oficial R$ 150,00 R$ 200,00 R$ 300,00 Praças R$ 112,50 R$ 150,00 R$ 225,00 PROGRAMA ESTADUAL DE INTEGRAÇÃO NA SEGURANÇA - PROEIS ações determinadas pelo Comando-Geral da PMERJ conforme convênios firmados com municípios do ERJ ou termos de cooperação pactuados com o Poder Executivo. Inscrição Voluntária Convenente Oficiais R$ 175,00 Graduados e Praças R$ 150,00 PROGRAMA ESTADUAL DE SEGURANÇA NOS SERVIÇOS PÚBLICOS EM REGIME DE CONCESSÃO - PROESP ações determinadas pelo Comando-Geral da PMERJ - convênios firmados entre o Estado e as concessionárias de serviços públicos, visando manutenção da ordem pública na prestação de serviços (SUPERVIA). Inscrição Voluntária Convenente Oficiais R$ 175,00 Graduados e Praças R$ 150,00 PROGRAMA DESCRIÇÃO PARTICIPAÇÃO PAGAMENTO Coordenador Geral Nível VALOR GRATIFICAÇÃO Correspondente ao Símbolo DG Subcoordenador R$ Chefe de Divisão R$ COORDENADORIA DE POLÍCIA PACIFICADORA - CPP coordenar, controlar e preparar doutrinária e operacionalmente as UPP's, bem como planejar a implantação de novas UPP's Nomeação Convenente (Prefeitura) Diretor da Escola de Polícia de Proximidade Comandantes de Área de Polícia Pacificadora Subdiretor R$ R$ R$ Assessores (Subchefes de Divisão e Chefes de Seção) Assessores Psicológicos Gestor de Articulação Comunitária R$ R$ R$ Policiais Militares (Soldados) R$ PROGRAMA DESCRIÇÃO PREMIAÇÃO COLOCAÇÃO VALOR PREMIAÇÃO Premiação por Produtividade Nível Região Integrada de Segurança Pública RISP* 1ª colocada R$ GRATIFICAÇÃO POR REDUÇÃO DE CRIMINALIDADE programa de meritocracia - através de ações estratégicas, os policiais são responsáveis pelas quedas nas ocorrências de Letalidade Violenta (somatórios de homicídios dolosos, autos de resistência, latrocínios e lesões corporaris seguidas de morte), Roubo de Veículos e Roubo de Rua ( roubo de pedestres, de celulares e a ônibus) Premiação por Produtividade Nível Área Integrada de Segurança Pública AISP** Premiação Por Cumprimento de Todas as Metas Premiação Por Boas Práticas Polícia Civil 1ª colocada R$ ª colocada R$ ª colocada R$ R$ ª colocado R$ ª colocado R$ ª colocado R$ ª colocado R$ Premiação Por Boas Práticas Polícia Militar 2ª colocado R$ ª colocado R$ 4.500

23 Melhoria no Ambiente de Negócios Crescimento nos Investimentos Privados Gerdau (siderurgia, em Santa Cruz); Technip (óleo e gás, em Angra dos Reis); Procter & Gamble (produtos de higiene pessoal, em Seropédica, Itatiaia e Queimados); Nestlé (bebidas, em Três Rios); Somadas, as quatro representam cerca de R$3,5 bilhões em investimentos; empregos diretos e mais 10 mil indiretos Fonte:

24 Investimentos Privados: Nissan Expectativa de produção de 200 mil veículos por ano; Criação de 2 mil empregos diretos e indiretos; Investimentos de 2,6 bilhões; Instalação será realizada no município de Resende, no sul fluminense. Fonte:

25 Obrigado! Teresópolis Niterói Costa Verde Campos

AUDIÊNCIA PÚBLICA...para Demonstrar e Avaliar o Cumprimento das Metas Fiscais referentes ao terceiro quadrimestre do exercício de 2012

AUDIÊNCIA PÚBLICA...para Demonstrar e Avaliar o Cumprimento das Metas Fiscais referentes ao terceiro quadrimestre do exercício de 2012 AUDIÊNCIA PÚBLICA...para Demonstrar e Avaliar o Cumprimento das Metas Fiscais referentes ao terceiro quadrimestre do exercício de 2012 PREFEITURA DE SÃO JOSÉ SECRETARIA DE FINANÇAS EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Leia mais

Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos

Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos Cidades Metropolitanas: Estrutura Fiscal e Capacidade de Financiamento de Investimentos Planejamento Urbano O orçamento importa! O Planejamento está subordinado ao orçamento? Restrições orçamentárias ou

Leia mais

II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS

II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS II - QUADROS ORÇAMENTÁRIOS CONSOLIDADOS 1 - QUADROS CONSOLIDADOS DA RECEITA E DA DESPESA Receita e Despesa dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social segundo Categorias Econômicas Quadro 1A - Receita

Leia mais

Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014

Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014 Resultados da gestão orçamentária e financeira do Estado do Rio Grande do Norte: análise comparativa - Período: 2010 a 2014 Introdução Este relatório apresenta os principais resultados da gestão orçamentária

Leia mais

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Lei nº 7.915, de 08 de janeiro de 2001. Altera o texto da Lei nº 7.893, de 19 de dezembro de 2000 e seus anexos, que estima a receita e fixa a despesa do Estado do Rio Grande do Norte para o exercício

Leia mais

MUNICÍPIO DE PIRACICABA - SP

MUNICÍPIO DE PIRACICABA - SP ANEXO III - DESCRIÇÃO DOS ES E METAS DOS S GOVERNAMENTAIS 02-ALTERACAO SUB 121-PLANEJAMENTO E ORCAMENTO AÇÃO 18 0005-ASSISTENCIA FINANCEIRA DE MODERNIZAÇÃO FISCAL PROMOVER O DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS

Leia mais

MUNICÍPIO - UBATUBA PLANO PLURIANUAL 2014-2017 ANEXO I - Planejamento Orçamentário - PPA: Fontes de Financiamento dos Programas Governamentais

MUNICÍPIO - UBATUBA PLANO PLURIANUAL 2014-2017 ANEXO I - Planejamento Orçamentário - PPA: Fontes de Financiamento dos Programas Governamentais MUNICÍPIO - UBATUBA PLANO PLURIANUAL 2014-2017 ANEXO I - Planejamento Orçamentário - PPA: Fontes de Financiamento dos Programas Governamentais Valores em R$ mil % S/ 2014 2015 2016 2017 TOTAL TOTAL DIRETA

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA CLASSIFICAÇÃO DAS DESPESAS Atualizado em 14/10/2015 CLASSIFICAÇÕES DA DESPESA ESFERA ORÇAMENTÁRIA A classificação por esfera orçamentária tem por finalidade identificar

Leia mais

ENTENDENDO OS DEMONSTRATIVOS DE CUSTOS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL

ENTENDENDO OS DEMONSTRATIVOS DE CUSTOS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA SUBSECRETARIA DE CONTABILIDADE COORDENAÇÃO DE CUSTOS GOVERNAMENTAIS ENTENDENDO OS DEMONSTRATIVOS DE CUSTOS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL Março

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO AGENDA ESTRATÉGIA PERSPECTIVAS ECONÔMICAS MATRIZ DE RESPONSABILIDADES PORTO AEROPORTO ARENA MONOTRILHO MATRIZ ENERGÉTICA COMUNICAÇÃO MANAUS CIDADE-SEDE ESTRATÉGIA Concepção Planejamento Manaus x Belém

Leia mais

RECEITA. Despesas Correntes, sob forma: Tributária Patrimonial Industrial Recursos financeiros Outras. Tributo: Definição: Receita derivada,

RECEITA. Despesas Correntes, sob forma: Tributária Patrimonial Industrial Recursos financeiros Outras. Tributo: Definição: Receita derivada, RECEITA Definição : receita recebida de pessoa de direito público Definição: Receita recebida de pessoas de direito público ou privado, ou privado, para atender despesas classificáveis em para atender

Leia mais

Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014. O que o Brasil já ganhou com a Copa

Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014. O que o Brasil já ganhou com a Copa Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014 O que o Brasil já ganhou com a Copa 2 O que o Brasil já ganhou com a Copa Investimentos A Copa do Mundo é um grande investimento para todos brasileiros Os únicos

Leia mais

ANEXO DE RISCOS FISCAIS TABELA 1 - DEMONSTRATIVO DE RISCOS FISCAIS E PROVIDÊNCIAS 2013 ARF (LRF, art. 4º, 3º) PASSIVOS CONTINGENTES PROVIDÊNCIAS Descrição Valor Descrição Valor Abertura de créditos adicionais

Leia mais

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Curso de Prefeitos Eleitos 2013 a 2016 ARDOCE Missão Ser um banco competitivo e rentável, promover o desenvolvimento sustentável do Brasil e cumprir sua função pública

Leia mais

A Copa do Brasil. Secretaria de Políticas para as Mulheres. Governo Federal

A Copa do Brasil. Secretaria de Políticas para as Mulheres. Governo Federal A Copa do Brasil Secretaria de Políticas para as Mulheres Governo Federal Apresentação A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) publicou em seu sítio eletrônico,

Leia mais

Orçamento Anual. Parque Lage Lage Park - Foto: Alexandre Macieira Riotur Licença Todos os direitos reservados a Ascom Riotur

Orçamento Anual. Parque Lage Lage Park - Foto: Alexandre Macieira Riotur Licença Todos os direitos reservados a Ascom Riotur Orçamento Anual Anexo VII: Consolidação dos Quadros Orçamentários Atualização dos Anexos da Lei n.º 5.494 de 24 de julho de 2012 Anexo VIII: Metas Fiscais Anexo IX: Riscos Fiscais Parque Lage Lage Park

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Contadoria Geral do Estado

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Contadoria Geral do Estado 11120431 Imposto de Renda Retido nas Fontes sobre os Rendimentos do Trabalho 00 2.885.556.099,44 11120434 Imposto de Renda Retido nas Fontes sobre outros Rendimentos 00 205.497.947,46 11120501 Cota-Parte

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623

Câmara Municipal de Uberaba Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623 Sua Confiança. Nosso Trabalho. LEI N.º 9.623 Estima a receita e fixa a despesa do Município de Uberaba para o exercício de 2005, e contém outras disposições. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas

Leia mais

Júlio Eduardo dos Santos

Júlio Eduardo dos Santos Júlio Eduardo dos Santos Secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana Linha do Tempo 1965 a 2003 Extinção da GEIPOT Lei 10.233 / 2001 Criação da EBTU lei nº 6.261 em 1975 Extinção da EBTU Dec.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA AUDIÊNCIA PÚBLICA AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS 3º QUADRIMESTRE DE 2011

PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA AUDIÊNCIA PÚBLICA AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS 3º QUADRIMESTRE DE 2011 PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTA GROSSA AUDIÊNCIA PÚBLICA AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS 3º QUADRIMESTRE DE 2011 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL DA TRANSPARÊNCIA DA GESTÃO FISCAL Art. 48. São instrumentos

Leia mais

Execução Orçamentária e Financeira

Execução Orçamentária e Financeira Execução Orçamentária e Financeira Introdutório aos cursos dos Sistemas de Contabilidade e Gastos Públicos Setembro / 2008 Administração Pública Classifica-se, conforme a CF/88 em: Administração Direta

Leia mais

Típicos da Administraçã. ção Pública. Agosto 2009

Típicos da Administraçã. ção Pública. Agosto 2009 Lançamentos amentos Contábeis Típicos da Administraçã ção Pública Agosto 2009 01. Previsão da Receita Orçamentária Lançamentos amentos TípicosT 02. Fixação da Despesa Orçamentária Lançamentos amentos TípicosT

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO AO COOPERATIVISMO LEI N. 1.598, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2004 Institui a Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado do Acre decreta

Leia mais

COAPI Coordenação-Geral de Análise de Projetos de Investimento ANÁLISE DO INVESTIMENTO PÚBLICO PELO TESOURO NACIONAL

COAPI Coordenação-Geral de Análise de Projetos de Investimento ANÁLISE DO INVESTIMENTO PÚBLICO PELO TESOURO NACIONAL COAPI Coordenação-Geral de Análise de Projetos de Investimento ANÁLISE DO INVESTIMENTO PÚBLICO PELO TESOURO NACIONAL Dezembro de 2011 1 Missão do Ministério da Fazenda: Estruturar as políticas econômicas

Leia mais

O Atual Ambiente e Contexto Institucional PPP SUMMIT. São Paulo/Maio de 2015

O Atual Ambiente e Contexto Institucional PPP SUMMIT. São Paulo/Maio de 2015 O Atual Ambiente e Contexto Institucional PPP SUMMIT São Paulo/Maio de 2015 Tópicos Ambiente Institucional Quando da Edição da Lei de PPP Atual Situação Fiscal Governança dos Contratos de PPP Desafios

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS - DMU DESTINAÇÃO DA RECEITA PÚBLICA - APLICÁVEL PARA O EXERCÍCIO DE 2012 CODIFICAÇÃO UTILIZADA PARA CONTROLE DAS

Leia mais

UPP - A EXPERIÊNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA ESTADO DO RIO DE JANEIRO

UPP - A EXPERIÊNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA ESTADO DO RIO DE JANEIRO UPP - A EXPERIÊNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA ESTADO DO RIO DE JANEIRO Breve Histórico... Rio de Janeiro Década de 70 - Facções criminosas Final de 70 e início de 80

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Paraná Diretoria de Contas Municipais. Sistema SIM-AM. Elaboração: Núcleo SIM-AM TCE/PR

Tribunal de Contas do Estado do Paraná Diretoria de Contas Municipais. Sistema SIM-AM. Elaboração: Núcleo SIM-AM TCE/PR Tribunal de Contas do Estado do Paraná Diretoria de Contas Municipais Sistema SIM-AM Elaboração: Núcleo SIM-AM TCE/PR Sistema SIM-AM Histórico Funcionamento Conteúdo Aplicações Pca Anual em Papel LC 101/2000

Leia mais

Comparativo da Despesa Paga. Gratificação por Tempo de Serviço. Programa de Alimentação ao Trabalhador - Pat

Comparativo da Despesa Paga. Gratificação por Tempo de Serviço. Programa de Alimentação ao Trabalhador - Pat Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Pará CNPJ: 14.974.293/0001-12 Comparativo da Paga CRÉDITO DISPONÍVEL DA DESPESA 922.380,03 665.569,81 CRÉDITO DISPONÍVEL DESPESA CORRENTE 541.961,33 188.309,60

Leia mais

Área Técnica: Equipe responsável pelo SIOPS Área de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva Ministério da Saúde.

Área Técnica: Equipe responsável pelo SIOPS Área de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva Ministério da Saúde. Assunto: Composição dos indicadores estaduais calculados automaticamente pelo SIOPS, após a declaração de dados contábeis, pelos Estados e pelo DF, a partir do SIOPS 2007 semestral. Área Técnica: Equipe

Leia mais

Sistema Integrado de Metas e Acompanhamento de Resultados da Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro

Sistema Integrado de Metas e Acompanhamento de Resultados da Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro Sistema Integrado de Metas e Acompanhamento de Resultados da Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro Cel PM Alexandre de Souza Superintendente de Programas Estratégicos Abril de 2014 Introdução

Leia mais

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Thayne Garcia, Assessora-Chefe de Comércio e Investimentos (tgarcia@casacivil.rj.gov.br) Luciana Benamor, Assessora de Comércio e Investimentos

Leia mais

0046 - Transferência da Cota-Parte dos Estados e DF Exportadores na Arrecadação do IPI (CF, Art. 159)

0046 - Transferência da Cota-Parte dos Estados e DF Exportadores na Arrecadação do IPI (CF, Art. 159) Programa 0903 - Operações Especiais: Transferências Constitucionais e as Decorrentes de Legislação Específica Número de Ações 22 0044 - Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal - FPE (CF,

Leia mais

Ação Medida Meta Física Orçamento - 11/2013

Ação Medida Meta Física Orçamento - 11/2013 U n id a d e 0 0 0 9 Ação Medida Meta Física Orçamento - 11/2013 Cod Título Prioritária Unidade Sigla Planejada Executada Orç. Inicial Alterações Autorizado Empenhado Liquidado Pago Saldo E/A L/A L/P 2

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRAQUARA - ORÇAMENTO PROGRAMA 2015

PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRAQUARA - ORÇAMENTO PROGRAMA 2015 Adendo III - Portaria SOF nº 08 de 04 de fevereiro de 1985 Anexo 2 - DESPESA, da Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964 ÓRGÃO: 1000 - SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATUREZA DA DESPESA CÓDIGO FONTE

Leia mais

Comparativo da Despesa Liquidada. Material de Limpeza e Produtos de Higiene. Material de Áudio, Vídeo e Foto. Materiais Elétricos e de Telefonia

Comparativo da Despesa Liquidada. Material de Limpeza e Produtos de Higiene. Material de Áudio, Vídeo e Foto. Materiais Elétricos e de Telefonia Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado de Sergipe CNPJ: 14.817.219/0001-92 Comparativo da Liquidada CRÉDITO DISPONÍVEL DA DESPESA 1.148.289,97 885.632,24 DESPESA CORRENTE 948.289,97 685.632,24 PESSOAL

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 2.051, DE 23 DE OUTUBRO DE 2015 (D.O.M. 23.10.2015 N. 3.759 Ano XVI) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Administração, Planejamento e Gestão Semad, suas finalidades

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE FOMENTO À HABITAÇÃO

SECRETARIA MUNICIPAL DE FOMENTO À HABITAÇÃO SEMANÁRIO OFICIAL João Pessoa, 27 de julho de 212 * n 1332 ESPECIAL * Pág. 11/66 SECRETARIA MUNICIPAL DE FOMENTO À HABITAÇÃO Pág. 12/66 * n 1332 ESPECIAL * João Pessoa, 27 de julho de 212 SEMANÁRIO OFICIAL

Leia mais

Comparativo de Despesas Abril/2015

Comparativo de Despesas Abril/2015 Click to edit Master text styles Second level Third level Fourth level» Fifth level Comparativo de s Abril/2015 Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil CNPJ: 14.702.767/0001-77 Comparativo da Liquidada

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

26208 - Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás

26208 - Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás 26208 - Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás Órgão : 26000 - Ministério da Educação Unidade: 26208 - Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás R$ 1,00 Quadro Síntese - Função, Subfunção

Leia mais

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade

Metas Fiscais e Riscos Fiscais. de Contabilidade Metas Fiscais e Riscos Fiscais Secretaria do Tesouro Nacional Conselho Federal de Contabilidade 2012 Curso Multiplicadores 2012 Programa do Módulo 2 Metas Fiscais e Riscos Fiscais CH: 04 h Conteúdo: 1.

Leia mais

AS/DEURB. 2 Seminário de Trólebus. Instituto de Engenharia SP. 14 de maio de 2013

AS/DEURB. 2 Seminário de Trólebus. Instituto de Engenharia SP. 14 de maio de 2013 AS/DEURB 2 Seminário de Trólebus Instituto de Engenharia SP 14 de maio de 2013 Carlos Malburg Gerente Setorial de Mobilidade Urbana cmalburg@bndes.gov.br Transporte (recentes) Principais Contratações Metro

Leia mais

COMPOSIÇÃO DO ATIVO REAL DO FUNDO - FEVEREIRO DE 2009

COMPOSIÇÃO DO ATIVO REAL DO FUNDO - FEVEREIRO DE 2009 I COMPOSIÇÃO DO ATIVO O Ativo Real corresponde ao somatório dos valores do Ativo Financeiro mais o Ativo Não-Financeiro, evidenciando as alterações patrimoniais ocorridas durante o exercício. COMPOSIÇÃO

Leia mais

Descrição da Ação Criada, Expandida ou Aperfeiçoada Despesa Aumentada 1º ano 2º ano 3º ano

Descrição da Ação Criada, Expandida ou Aperfeiçoada Despesa Aumentada 1º ano 2º ano 3º ano ADEQUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Art. 16, Inciso I e 4º, inciso I, da LC 101/2000 Estudo da adequação orçamentária e financeira para a finalidade de Reposição Salarial com Aumento Real, em cumprimento

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS

BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO AUDITORIA GERAL DO ESTADO BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS APLICAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS

Leia mais

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Disciplina: D 4.5 Sistema de Planejamento Federal (32h) (Caso 1: Plano de Monitoramento Global - Programa - Educação Profissional e Tecnológica) 12

Leia mais

Congresso Nacional Setembro/2013. Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Câmara dos Deputados

Congresso Nacional Setembro/2013. Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Câmara dos Deputados Congresso Nacional Setembro/2013 Informativo Conjunto PLOA 2014 Principais elementos característicos do Projeto de Lei Orçamentária para 2014 PL nº 09/2013-CN, encaminhado por intermédio da Mensagem nº

Leia mais

Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2016 e Programação Orçamentária 2015. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão

Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2016 e Programação Orçamentária 2015. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 2016 e Programação Orçamentária 2015 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 2015 1 Cenário Macroeconômico Revisto 2015 2016 2017 2018 PIB (crescimento

Leia mais

Orçamento 2015 ANEXO I ORÇAMENTO FISCAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO DEMONSTRATIVOS

Orçamento 2015 ANEXO I ORÇAMENTO FISCAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO DEMONSTRATIVOS Orçamento 2015 ANEXO I ORÇAMENTO FISCAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO DEMONSTRATIVOS SUMÁRIO DEMONSTRATIVOS CONSOLIDADOS DO ORÇAMENTO FISCAL Demonstrativo Consolidado

Leia mais

Na Crise - Esperança e Oportunidade. Desenvolvimento como "Sonho Brasileiro".(Desenvolvimento com Inclusão). Oportunidade para as Favelas

Na Crise - Esperança e Oportunidade. Desenvolvimento como Sonho Brasileiro.(Desenvolvimento com Inclusão). Oportunidade para as Favelas Na Crise - Esperança e Oportunidade. Desenvolvimento como "Sonho Brasileiro".(Desenvolvimento com Inclusão). Oportunidade para as Favelas Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2009 Fórum Especial INAE Luciano

Leia mais

Transparência da Gestão Pública

Transparência da Gestão Pública Transparência da Gestão Pública A Experiência da Diretoria de Contabilidade Geral/SEF Santa Catarina Visão Geral do Estado de Santa Catarina Informações Gerais: Território: 95.442 km 2 População/2010:

Leia mais

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. D 4.7 Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (20h) (Aula 3: Monitoramento do PAC)

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA. D 4.7 Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (20h) (Aula 3: Monitoramento do PAC) EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA D 4.7 Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (20h) (Aula 3: Monitoramento do PAC) Professor: Pedro Antônio Bertone Ataíde 23 a 27 de março

Leia mais

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO O resultado primário, que exclui das receitas totais os ganhos de aplicações financeiras e, dos gastos totais,

Leia mais

Sistema de Informações Gerenciais (Roteiro de Demonstração)

Sistema de Informações Gerenciais (Roteiro de Demonstração) #.1.1 Disponibilizar informações de interesse do administrador, através de integração com diversos sistemas da administração municipal; Arquivos > Customização do Sistema #.1.2 #.1.3 #.1.4 #.1.5 Permitir

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL PPA 2010/2013 CLASSIFICAÇÃO DOS PROGRAMAS E AÇÕES POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO SUBFUNÇÃO PROGRAMA AÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL PPA 2010/2013 CLASSIFICAÇÃO DOS PROGRAMAS E AÇÕES POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO SUBFUNÇÃO PROGRAMA AÇÃO FUNÇÃO: 01 - LEGISLATIVA 031 Ação Legislativa 0001 - Execução da Ação Legislativa Manutenção das Atividades Legislativas FUNÇÃO: 02 - JUDICIÁRIA 122 Administração Geral 0006 - Defesa Jurídica do Município

Leia mais

Políticas de integração para mobilidade urbana em cidades coordenadas por diferente modais Wagner Colombini Martins 20/09/2013

Políticas de integração para mobilidade urbana em cidades coordenadas por diferente modais Wagner Colombini Martins 20/09/2013 Políticas de integração para mobilidade urbana em cidades coordenadas por diferente modais Wagner Colombini Martins 20/09/2013 A gestão pública brasileira é marcada pela atuação setorial, com graves dificuldades

Leia mais

Prefeitura Municipal de Marília Secretaria da Fazenda. Audiência Pública 3º Quadrimestre de 2014

Prefeitura Municipal de Marília Secretaria da Fazenda. Audiência Pública 3º Quadrimestre de 2014 Prefeitura Municipal de Marília Secretaria da Fazenda Audiência Pública 3º Quadrimestre de 2014 FUNDAMENTO LEGAL O artigo 9º, parágrafo 4 da Lei Complementar nº 101 de 04/05/2000 (Lei de Responsabilidade

Leia mais

PREFEITURA DE XINGUARA

PREFEITURA DE XINGUARA 50/000-20 Anexo IV - Programas, Metas e Ações - (PPA Inicial) Página de 5 Programa: 000 AÇÃO LEGISLATIVA Manutenção da CMX através do apoio financeiro às atividades legislativas, custeio de despesas administrativas,

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTOS PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS

IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTOS PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE CUSTOS PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS Equipe Técnica o o o o Prefeito Municipal Luiz Goularte Alves Secretaria Municipal

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JACOBINA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE JACOBINA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO ABRIL 2015/ BIMESTRE MARÇOABRIL RREO ANEXO I (LRF, Art. 52, inciso I, alíneas "a" e "b" do inciso II e 1º) R$ 1,00 RECEITAS PREVISÃO

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

Relatório de Gestão Fiscal

Relatório de Gestão Fiscal Relatório de Gestão Fiscal 3º Quadrimestre/2014 Boa Vista-RR RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL Janeiro/2014 a Dezembro/2014 Atendendo, em particular, aos ditames consignados nos artigos 54 e 55 da Lei Complementar

Leia mais

Política de Atenção à Saúde do Servidor

Política de Atenção à Saúde do Servidor MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Secretaria de Recursos Humanos Política de Atenção à Saúde do Servidor um projeto em construçã ção o coletiva Após 2003 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO INICIATIVAS INSTITUCIONAIS

Leia mais

Total 420.044.577,42 Total 420.044.577,42

Total 420.044.577,42 Total 420.044.577,42 Anexo 01 Demonstrativo da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas RECEITA DESPESA RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES RECEITA PATRIMONIAL 1.324.567,17 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA 0,00 RECEITA

Leia mais

Proposta Orçamentária

Proposta Orçamentária Proposta Orçamentária Código Título da Unidade Limite Despesa Saldo 26268 Fundação Universidade Federal de Rondônia 104.468.068 104.468.068 0 Total Geral: 104.468.068 104.468.068 0 SIMEC- Sistema Integrado

Leia mais

E S P E C I F I C A Ç Ã O ESF VALOR 100 - RECURSOS ORDINÁRIOS DO TESOURO ESTADUAL FIS 4.050.715,00 SEG 230.016,00 TOTAL GERAL : 4.280.

E S P E C I F I C A Ç Ã O ESF VALOR 100 - RECURSOS ORDINÁRIOS DO TESOURO ESTADUAL FIS 4.050.715,00 SEG 230.016,00 TOTAL GERAL : 4.280. Exercício 2006 R$ 1,00 05101 - CASA MILITAR REPASSE DE RECURSOS DO TESOURO ESTADUAL E S P E C I F I C A Ç Ã O ESF VALOR 100 - RECURSOS ORDINÁRIOS DO TESOURO ESTADUAL FIS 4.050.715,00 230.016,00 TOTAL GERAL

Leia mais

SECRETARIA DE TRANSPORTES

SECRETARIA DE TRANSPORTES COMITÊS TÉCNICOS DA ALAMYS 18ª Reunião Intermediária PROJETOS DE MOBILIDADE PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Julio Lopes SECRETÁRIO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MAIO 2013 Nossas Metas Copa das Confederações

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

PAC Programa de Aceleração do Crescimento. Retomada do planejamento no país. Marcel Olivi

PAC Programa de Aceleração do Crescimento. Retomada do planejamento no país. Marcel Olivi PAC Programa de Aceleração do Crescimento Retomada do planejamento no país Marcel Olivi PAC PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO Lançado em 22/01/2007 o programa é constituído por Medidas de estímulo

Leia mais

Transporte e Infraestrutura: Perspectivas para o Transporte Público Urbano

Transporte e Infraestrutura: Perspectivas para o Transporte Público Urbano Transporte e Infraestrutura: Perspectivas para o Transporte Público Urbano Otávio Vieira da Cunha Filho Presidente da Diretoria Executiva NTU Rio de Janeiro, 17/08/2012 1 Estrutura 1. Contexto; 2. O que

Leia mais

306 Cota-Parte do Imposto sobre Exportação de Produtos Industrializados Devida aos Municípios - exerc ant

306 Cota-Parte do Imposto sobre Exportação de Produtos Industrializados Devida aos Municípios - exerc ant ANEXO II - A CLASSIFICAÇÃO DAS S DE RECURSOS (ordenada Siplan) 00 (1) 100 (1) Recursos Ordinários não Vinculados do Tesouro 300 (1) Recursos Ordinários não Vinculados do Tesouro - exerc ant 01 (1) 100

Leia mais

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias

PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA. Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias PLANEJAMENTO E GESTÃO PÚBLICA Auditor Substituto de Conselheiro Omar P. Dias A ARTE DE GOVERNAR (segundo Matus) PROJETO DE GOVERNO SABER ARTICULAR GOVERNABILIDADE GOVERNANÇA Plano de Governo: Base do Planejamento

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

DPF ROBERTO ALZIR DIAS CHAVES

DPF ROBERTO ALZIR DIAS CHAVES DPF ROBERTO ALZIR DIAS CHAVES SUBSECRETÁRIO EXTRAORDINÁRIO DE GRANDES EVENTOS SSEGEV@SEGURANCA.RJ.GOV.BR SEGURANÇA DOS JOGOS OLÍMPICOS MISSÃO Garantir a segurança dos Jogos, sob a liderança do Governo

Leia mais

3º Balanço das ações do Governo Brasileiro para a Copa- Abril 2012

3º Balanço das ações do Governo Brasileiro para a Copa- Abril 2012 Code-P0 3º Balanço das ações do Governo Brasileiro para a Copa- Abril 2012 Brasília, Maio de 2012 Code-P1 Conteúdo do documento Visão geral das ações Visão por tema 1 Code-P2 Ciclos dos preparativos do

Leia mais

A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato. Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa

A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato. Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa A Contabilidade Municipal e as Providências no Último Ano de Mandato Márcio Henrique Barbosa Maciel de Sousa Introdução O Processo de transição e a memória administrativa Lei Complementar Estadual nº 260/2014

Leia mais

6,37 0,01 6,36 551.959,49 2.074.160,73 1.471.280,76 1.154.839,46 51.738,32 22.836,64 11.427,71 40.329,39 111129900000 OUTROS BANCOS CONTA MOVIMENTO

6,37 0,01 6,36 551.959,49 2.074.160,73 1.471.280,76 1.154.839,46 51.738,32 22.836,64 11.427,71 40.329,39 111129900000 OUTROS BANCOS CONTA MOVIMENTO 111110100000 CAIXA 6,37 0,01 6,36 111120200000 BANCO DO BRASIL S/A 551.959,49 2.074.160,73 1.471.280,76 1.154.839,46 111120300000 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 51.738,32 22.836,64 11.427,71 40.329,39 111129900000

Leia mais

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas

Realizar pesquisas de satisfação da comunidade frente aos serviços prestados e torná-las públicas PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE GESTÃO PÚBLICA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: Que em 2020 Santa Maria seja um município que preste Serviços de Qualidade a seus cidadãos, com base

Leia mais

Nota sobre a Privatização no Brasil para informar missão de parlamentares sulafricanos

Nota sobre a Privatização no Brasil para informar missão de parlamentares sulafricanos Nota sobre a Privatização no Brasil para informar missão de parlamentares sulafricanos EDUARDO FERNANDEZ SILVA Consultor Legislativo da Área IX Política e Planejamento Econômicos,Desenvolvimento Econômico,

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO RIO DE JANEIRO CRA/RJ

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO RIO DE JANEIRO CRA/RJ RECEITAS 1 - O Orçamento do Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro para o exercício financeiro de 2013, estima a receita em R$ 16.122.900,00 e fixa sua despesa em igual importância. 2 - A

Leia mais

O FINANCIAMENTO E AS GARANTIAS EM PROJETOS DE PPP

O FINANCIAMENTO E AS GARANTIAS EM PROJETOS DE PPP O FINANCIAMENTO E AS GARANTIAS EM PROJETOS DE PPP Outubro 2015 QUEM SOMOS E NOSSA EXPERIÊNCIA 9º maior escritório do Brasil Estamos entre os três melhores escritórios brasileiros na área de direito público,

Leia mais

ORGANOGRAMA - SAF SAF COPAF DEPAT GEPUB GEFIN GEPRO COBAN COFIN

ORGANOGRAMA - SAF SAF COPAF DEPAT GEPUB GEFIN GEPRO COBAN COFIN ORGANOGRAMA - SAF SAF COPAF DEPAT DICOP GEPUB GEFIN GEPRO COBAN COFIN Gerenciar e controlar os recursos financeiros, visando sua otimização, para alcançar ar os objetivos estabelecidos pelo Governo do

Leia mais

Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal

Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal Audiências Públicas Investimento e Gestão: Desatando o Nó Logístico do Pais 2º Ciclo Financiamento e Gestão da Infraestrutura de Transportes no

Leia mais

Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA

Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA Programa Municipal de Competitividade e Inovação INOVA PALHOCA Gestão Pública: Plano Palhoça 2030 Prefeito Municipal de Palhoça Comitê Executivo de Acompanhamento e Implantação Avaliação de Desempenho

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ LEI Nº 5456, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012. Estima a receita e fixa a despesa do Município de Sumaré para o exercício financeiro de 2013, e dá outras providências.- O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ seguinte

Leia mais

Receita Orçamentária: conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: conceitos, codificação e classificação 1 Receita Orçamentária: conceitos, codificação e classificação 1 Para melhor identificação dos ingressos de recursos aos cofres públicos, as receitas são codificadas e desmembradas nos seguintes níveis:

Leia mais

Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos - ANPTrilhos

Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos - ANPTrilhos Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos - ANPTrilhos BALANÇO DO SETOR METROFERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS 2012/2013 Apoio: QUEM SOMOS ANPTrilhos é uma Associação Civil, sem fins

Leia mais

COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil. Ações do Governo de Minas Gerais

COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil. Ações do Governo de Minas Gerais COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil Ações do Governo de Minas Gerais 27 de Outubro de 2009 Roteiro Estratégia de Execução Modernização do Mineirão Reforma dos Estádios Alternativos Mobilidade

Leia mais

MANUAL DE NAVEGAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO PODER EXECUTIVO DE SANTA CATARINA

MANUAL DE NAVEGAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO PODER EXECUTIVO DE SANTA CATARINA MANUAL DE NAVEGAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DO PODER EXECUTIVO DE SANTA CATARINA Versão 1.3 - março de 2013 Permitida a reprodução desde que citada a fonte 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 1. SOBRE O PORTAL...

Leia mais

GESTÃO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA ASPECTOS LEGAIS, ADMINISTRATIVOS E CONTÁBEIS

GESTÃO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA ASPECTOS LEGAIS, ADMINISTRATIVOS E CONTÁBEIS GESTÃO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA ASPECTOS LEGAIS, ADMINISTRATIVOS E CONTÁBEIS ILUMEXPO 2014 3ª Exposição e Fórum de Gestão de Iluminação Pública Luciana Hamada Junho 2014 IBAM, MUNICÍPIO E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Lei de Responsabilidade Fiscal

Lei de Responsabilidade Fiscal AOF Lei de Responsabilidade Fiscal PLANEJAMENTO Lei de Diretrizes Orçamentárias Lei Orçamentária Anual Execução Orçamentária e do Cumprimento das Metas RECEITA PÚBLICA Previsão e da Arrecadação Renúncia

Leia mais

MANUAL FISCAL CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS 2014

MANUAL FISCAL CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS 2014 2 MANUAL DO FISCAL CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS 2014 2 GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ Beto Richa SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Paulo Afonso Schmidt DIRETOR GERAL Edmundo Rodrigues da Veiga Neto SUPERINTENDE

Leia mais

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário

Leia mais

A CELEBRAÇÃO, EXECUÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE CONVÊNIOS SOB O ENFOQUE DO DECRETO Nº 6170/2007 E NO SICONV. (Ênfase em Análise e Prestação de Contas)

A CELEBRAÇÃO, EXECUÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE CONVÊNIOS SOB O ENFOQUE DO DECRETO Nº 6170/2007 E NO SICONV. (Ênfase em Análise e Prestação de Contas) Apresentação Trata-se de um Sistema complexo e em contínua evolução. Em 2012, mudanças significativas, como por exemplo, a implantação do Módulo de Acompanhamento e Fiscalização, Cotação Prévia de Preços

Leia mais

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG O QUE É... É a síntese do contrato firmado entre o governo e a sociedade, onde as contribuições da sociedade (receitas) são transformadas em ações do governo (despesas) para

Leia mais

Esfera Fiscal. Subfunção Administração Geral

Esfera Fiscal. Subfunção Administração Geral Governo do do Amazonas Secretaria de de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN Sistema de Planejamento, Orçamento e Gestão do do Amazonas SPLAM Pág. 3 de 2001 - da 25000 - Secretaria de de Infraestrutura

Leia mais

26238 - Universidade Federal de Minas Gerais

26238 - Universidade Federal de Minas Gerais Quadro Síntese - Função, Subfunção e Programa Total Órgão Total Unidade Função Total Subfunção Total Programa Total 09. Previdência Social 159.373.568 272. Previdência do Regime Estatutário 159.373.568

Leia mais