Omnes Humanitate. Revista Científica da ESAB. Vila Velha ES, janeiro a junho de 2013, Vol. 3. N. 9.

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1 Omnes Humanitate Revista Científica da ESAB Vila Velha ES, janeiro a junho de 2013, Vol. 3. N. 9. 1

2 OMNES HUMANITATE Revista Científica da Escola Superior Aberta do Brasil Diretor Presidente Sr. Nildo Ferreira Diretora Acadêmica Ms. Beatriz Christo Gobbi CORPO EDITORIAL Editor Dr. Carlos Cariacás Conselho Editorial Ma. Doralice Alves Nunes Faculdade Católica Salesiana (Vitória ES, Brasil) Me. Francisco Pinheiro de Assis UFAC (Rio Branco AC, Brasil) Ma.Isabele Santos Eleotério FAESA (Vitória ES, Brasil) Francisco Daniel Mota Lima USP (São Paulo SP, Brasil) Conselho Científico Dr. Airton Chaves da Rocha- UFAC (Rio Branco AC, Brasil) Dr. Carlos Cariacás ESAB (Espírito Santo ES, Brasil) Dra. Daniela Zanetti UFES (Espírito Santo ES, Brasil) Me. Beatriz Christo Gobbi 2

3 ISSN OMNES HUMANITATE Revista Científica da Escola Superior Aberta do Brasil Vila Velha ES, janeiro-junho, vol. 3, no

4 Projeto Gráfico e Diagramação Anderson de Souza Couto Na Capa Foto disposta em Blog in< > ISSN Ficha Catalográfica Omnes Humanitate: Revista Científica da Escola Superior Aberta do Brasil. v.3, n.9 (jan/jun. 2013). Vila Velha, ES: Escola Superior Aberta do Brasil, Trimestral. ISSN Conhecimento Multidisciplinar Periódico. I. Escola Superior Aberta do Brasil Os artigos publicados são de inteira responsabilidade dos autores e a Instituição e os organismos editoriais não se responsabilizam pelas ideias, conceitos e opiniões emitidos. 4

5 SUMÁRIO EDITORIAL...06 EDUCAÇÃO, LINGUAGEM E CULTURA O uso dos dispositivos móveis na educação online: diminuindo a distância e ampliando o conhecimento Simone de Lucena Ferreira, Silvio Fernandes Menezes Vasconcelos, Vinícius Sampaio Silva...08 Organização dos espaços de uma brinquedoteca Karina Cristiane Belz Garcia...17 O uso do amém em cultos evangélicos Claudia Silva Fernandes...30 GESTÃO Aspectos discursivos da comunicação empresarial contemporânea Rodrigo Leite da Silva...38 Estudo exploratório sobre a visão dos gestores de produção e gestores de RH nas empresas Renato Brito do Carmo...47 TI e Meio Ambiente: Uma Reflexão Sobre os Impactos Ambientais, Legislação e Soluções Propostas Diego Santana Silveira...57 Normas para o envio de artigos e/ou resenhas

6 EDITORIAL As ruas que morrem à noite, Solitárias, meu Deus, Sem gemidos, O que dizem elas E a quem dizem? As ruas não dormem, meninos, As ruas velam. E por que velam? Pastoras resignadas, Assistem o sonho Humano Não comunicado (e perdido) Dos seres Descobrindo-se uns nos outros, Perplexos e tardios. As ruas velam silenciosas Por esses homens Mortos Nos passos apressados Da humanidade. A poesia acima, do poeta paraense Eleazar Carrias, pode ser usada com tranquilidade para expressar a atual conjuntura de acontecimentos que se desdobram pelo país. Contemplamos nas semanas anteriores uma onda de exigências cidadãs por qualidade 6

7 nos serviços públicos e, sobretudo, contra a famigerada corrupção que em seu estado de metástase se acomodou nas entranhas da vida brasileira. Este número da Omnes Humanidade quer ser extensão dos anseios de nosso povo em busca não do utópico e demasiado, mas do necessário e urgente. As ruas, diferente do que expressa o poeta, não vigiaram somente, outrossim, testemunharam a possibilidade de um novo alvorecer. Caberá às ruas relatarem no futuro que o sentido e manifesto não foi à toa ou, até mesmo, uma simples histeria coletiva. Oxalá, que não! A revista traz em seu número artigos das áreas da Educação, Gestão e Tecnologia em número de seis (tão somente), mas muito preciosos. Da educação recebemos a contribuição de Ferreira, Vasconcelos e Silva com o seu artigo O uso dos dispositivos móveis na educação online: diminuindo a distância e ampliando o conhecimento, bem como ficamos gratos pela contribuição de Belz Garcia com a produção do texto Organização dos espaços de uma brinquedoteca e, por fim, pelo texto de Fernades com o seu O uso do amém em cultos evangélicos. Na área de Gestão, com a nítida marca interdisciplinar (gestão, comunicação, linguagem) está o artigo de Leite da Silva com o seu Aspectos discursivos da comunicação empresarial contemporânea. Bem como o artigo de Brito do Carmo intitulado Estudo exploratório sobre a visão dos gestores de produção e gestores de RH nas empresas. No tangente a Tecnologia há a relevante pesquisa de Santana Silveira sobre TI e Meio Ambiente: Uma Reflexão Sobre os Impactos Ambientais, Legislação e Soluções Propostas. Que as esperanças trazidas pelos ventos do fim do outono em nosso país seja motivo para lermos com mais satisfação este número da Omnes Humanitate (que abre o seu terceiro volume). Na estima de sempre Carlos Cariacás. - o editor Em São Paulo, no terceiro dia do inverno de

8 O uso dos dispositivos móveis na educação online: diminuindo a distância e ampliando o conhecimento Simone de Lucena Ferreira Doutorado em Educação, Universidade Federal da Bahia Silvio Fernandes Menezes Vasconcelos Licenciatura em Informática, Universidade Tiradentes Vinícius Sampaio Silva Licenciatura em Letras/Inglês, Universidade Tiradentes Resumo As tecnologias de informação e comunicação estão presentes em diversos setores da sociedade desde meados do século XX, especialmente com a expansão massiva da internet e dos meios de comunicação e informação baseados nesta ferramenta de conectividade. Entretanto, no campo educacional, ainda são consideradas poucas as experiências que utilizam estas tecnologias de maneira a oportunizar aos alunos a construção de aprendizagens significativas. Esta pesquisa tem como objetivo a construção de um sistema cuja proposta é a de que seja utilizado em dispositivos eletrônicos móveis, numa perspectiva de convergência de tecnologias, sendo produzido a partir da linguagem computacional Java (JEE e JME). Palavras-chave: aplicação WEB; TIC; tecnologias móveis Introdução Desde meados do século XX, a presença de recursos tecnológicos na economia, cultura, política e comunicação tem sido cada vez mais notória, visto que as demandas nestas áreas crescem massivamente e ampliam as possibilidades de produção e veiculação. No âmbito educacional não tem sido diferente. De maneira mais tímida, a educação também tem sofrido mudanças por conta da entrada das mídias. Estas têm oportunizado a 8

9 construção de aprendizagens significativas dentro e fora dos espaços escolares. Pensando nesta perspectiva de constantes e profundas mudanças, o presente trabalho encontra a sua relevância na busca de novos formatos de ensino para que contribua de forma positiva com a formação de sujeitos através da educação, trazendo para o contexto da produção de conhecimento científico a interatividade e a coletividade, fortemente presentes no ciberespaço que surge com a internet. Ao longo da história, a Educação a Distância (EaD) foi considerada como uma alternativa educacional para aqueles que não tiveram a oportunidade de obter sua formação educativa de forma presencial. Com o desenvolvimento e a ampliação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), este contexto começa a ser relativizado e o alcance da EaD toma dimensões maiores, com um público cada vez mais exigente, demandando a construção de desenhos didáticos e curriculares capazes de oferecer educação online de qualidade. A educação online é uma modalidade educacional na qual pessoas, em locais físicos distintos, interagem por meio de dispositivos tecnológicos que permitem acesso ao ciberespaço (Lévy, 1999), tornando-se necessárias inovações tecnológicas. Desenvolvimento da pesquisa Este projeto objetivou estudar o comportamento da sociedade contemporânea no que cerne os processos de aprendizagem e as necessidades de consumo de tecnologia, bem como, pautado nestas características sociais, produzir um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) a partir do qual fosse possível não somente disponibilizar materiais pré-prontos para os alunos, mas ampliar as possibilidades de criação também por parte destes, uma vez que os princípios básicos que norteiam os comportamentos da geração digital (Tapscott, 2011) perpassam por questões relacionadas à autoria e produção, de forma pessoal e colaborativa, utilizando recursos tecnológicos digitais com o suporte da rede mundial de computadores. Pensando em melhores formas de promover interações diversas em meio aos processos educacionais, a mobilidade entra como peça chave para a diversificação das atividades, permitindo uma flexibilidade ainda maior para que os sujeitos possam construir, compartilhar, verificar e produzir resultados, numa perspectiva efetiva de aprendizagem. Com uma interface amigável e congregando ferramentas fundamentais para o desenvolvimento de atividades educacionais interativas, foi construído o AVA Educação Móvel que utiliza uma concepção de aprendizagem interativa e favorece uma comunicação 9

10 bidirecional nos sentidos todos - todos. Além disso, o ambiente possibilitará que o professor envie mensagens para uma turma, para um grupo de alunos e também para um único aluno se assim for necessário, bem como postar arquivos (conteúdos) da mesma maneira e podem criar atividades para os alunos responderem, sendo utilizada uma estrutura lógica (software) na linguagem JAVA JDK, JAVA J2EE e composta por um banco de dados Firebird e um servidor de aplicação web TomCat. A partir deste ambiente, com o apoio de uma mídia tecnológica móvel (PDA, smartphone, tablet, netbook, notebook, etc.) e uma conexão com a internet (banda larga, 3G, 4G, etc.), é possível dinamizar os processos relacionados ao ensino e à aprendizagem, tanto na educação básica quanto no ensino superior, abordando conteúdos curriculares e científicos imprescindíveis para a formação educativa e profissional dos sujeitos de maneira ativa, produtiva e interativa. A seguir, detalha-se o desenvolvimento do sistema, bem como sua estrutura física e algumas telas para que possa ser verificado o funcionamento do ambiente: 1ª fase: desktop Constitui-se de uma tela gerencial, espaço onde são realizados os cadastros dos diversos segmentos do AVA, quais sejam disciplinas, professores, alunos, turmas, etc., bem como movimentos, principalmente postagens de conteúdos, exercícios avaliativos, gabaritos, etc. 2ª fase: tablet/netbook A partir de interfaces móveis, dentre as principais inovações do projeto aqui detalhado, os alunos podem acessar o ambiente e estudar dentro do espaço da sala de aula, sob orientação do profissional docente responsável pela turma, realizando exercícios, avaliações, produzindo e publicando materiais diversos relacionados direta ou indiretamente com o currículo escolar, além de ser possível interagir com os seus colegas de turma e professores também pelo ambiente. Para isto, utilizam dispositivos móveis como tablets, netbooks, notebooks, PDAs e smartphones, com capacidade de memória suficiente para baixar e abrir arquivos em diferentes formatos. Fora da sala de aula, também é possível acessar o sistema, bastando que o dispositivo móvel capte algum sinal de conexão com a internet. 10

11 3ª fase: WEB Recurso utilizado por ambos (aluno e professor) para execução de atividades e compartilhamento de arquivos em rede, como para a elaboração de materiais e avaliação. Também há no desenvolvimento do sistema a possibilidade de importação de dados (como informações sobre turmas, professores, disciplinas, etc.) criados a partir de uma outra aplicação existente na instituição, como um sistema acadêmico por exemplo. A estrutura física do sistema possui a configuração apresentada na Figura 1. Para a sua utilização, é necessário um Servidor, responsável por manter os dados do Ambiente Virtual de Aprendizagem, e um Switch, responsável pela conexão entre o servidor e a rede sem fio (Wi-Fi); além disto, é necessário um dspositivo móvel (ilustrado como tablets na Figura 1) bem como acesso à internet (banda larga, 3G, 4G, etc.). Figura 1. Sala de aula com utilização de dispositivo móvel. Para melhor ilustrar a configuração do sistema e as opções pelas quais se é possível navegar, seguem algumas imagens com as principais telas do sistema e suas respectivas legendas. 11

12 Figura 2. Tela de entrada (login) do sistema. Figura 3. Figura 4. Tela do menu inicial do sistema. Figura 5. Tela do menu com opção de cadastro. Figura 6. Tela do menu Movimento e seus sub-menus. 12

13 Figura 7. Tela do cadastro de cursos. Figura 8. Tela de inclusão/alteração/exclusão de cursos. Conclusão Nos últimos anos, temos percebido um aumento no número de cursos de EaD. Em 2010 o Brasil possuía cerca de alunos frequentando cursos virtuais. Recente pesquisa realizada pelo Centro de Estudos sobre Tecnologia da Informação e Comunicação (Cetic.br) demonstra um aumento no número de matrículas em cursos EaD para mais de , dentre os mais de 900 cursos ofertados em quase 230 instituições de ensino a distância credenciadas, ainda que haja um número de evasão mais alto do que a educação presencial. Apesar da internet ser um dos espaços que melhor possibilita a interatividade para os cursos de EaD, nem sempre este meio é o mais usado pelo fato da maior parte da população brasileira ainda não estar conectada à rede mundial de computadores de maneira eficiente, especialmente pelo fato de as regiões distantes das áreas costeiras e grandes capitais não serem privilegiadas com uma boa conexão. Contudo, o fato de termos um baixo índice da população conectada não pode servir de justificativa para não criarmos 13

14 alternativas de cursos interativos na internet. É necessário pensar no desenvolvimento de espaços virtuais interativos e buscar meios de garantir o acesso ao maior número possível de pessoas a essa tecnologia. A questão da mobilidade na sociedade brasileira também apresenta características bastante importantes e está diretamente lgada ao cotidiano da população. É fácil perceber este aspecto, bastando para isso entender que existem muito mais equipamentos móveis (celulares, notebooks) do que pessoas no país. Cada pessoa tem, pelo menos, um telefone celular e grande parte da população é adepta da convergência (Jenkins, 2009) entre o celular, o tablet e o netbook, por exemplo. Tendo esta perspectiva em mente, e pensando sob a ótica de Tapscott (2011) quando trata do comportamento da geração digital, a inserção das tecnologias de informação e comunicação no âmbito educacional podem oferecer novas formas de aprendizagem que, em sintonia com os métodos clássicos de ensino, podem transformar o contexto da sala de aula, possibilitando diversas formas de aprendizagem, respeitando as limitações e facilidades de cada aluno e engajando-os num contexto sociocultural permeado pela tecnologia. O espaço escolar acaba sendo ampliado, uma vez que a mobilidade permite aos alunos e professores acessar o sistema de educação virtual a partir de qualquer dispositivo e em qualquer espaço físico, não somente o espaço do edifício escolar. Esta maleabilidade da educação online torna-se, então, atrativa para aqueles alunos que não têm disponibilidade de tempo ou que encontram dificuldades de deslocamento, para que a sua qualificação não fique prejudicada e a formação educativa aconteça de maneira significativa e multimídia. Referências bibliográficas BELLONI, M. L. Educação a distância. Campinas, SP: Autores Associados, CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, DANTAS, M. A lógica do capital-informação: a fragmentação dos monopólios e a monopolização dos fragmentos num mundo de comunicações globais. Rio e Janeiro: Contraponto, FREIRE, P. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979 IANNI, Octavio. A sociedade global. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,

15 JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Editora Aleph, LEMOS, A. Anjos Interativos e retribalização do mundo. Sobre interatividade e interfaces digitais. - Capturado em 02/12/2001 LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, LÜDKE, M. e ANDRÉ, M. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, MACHADO, A. Pré-cinema & pós-cinema. Campinas SP: Papirus, MARCONDES Filho, C. Sociedade tecnológica. São Paulo: Scipione, 1994 PRETTO, N. De L; SERPA, L. F. P. A educação e a sociedade da informação. In: DIAS, P.; FREITAS, C. V. de. Challenges Actas da II Conferência Internacional de Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação. Braga: Centro de Competência Nónio Século XXI da Universidade do Minho, PRIMO, A. e CASSOL, M. B. F. Interação mútua e interação reativa: uma proposta de estudo. XXI Congresso da Intercom Recife-PE, site: - acessado 08/03/2003 SCHAFF, A. A sociedade informática. São Paulo: UNESP, PRIMO, A. Quão interativo é o hipertexto? Da interface potencial à escrita coletiva. XI Encontro da Associação Nacional de Pós-graduação em Comunicação Compós. UFRJ, junho TAPSCOTT, Don. A hora da geração digital. São Paulo: Editora Agir, TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987 SILVA, M. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000 STARR, S. Application of Mobile Technology in Learning & Teaching: Mlearning. Learning & Teaching Enhancement Unit (LTEU) FRANCISCATO, Fabio Teixeira. Novas Tecnologia da Educação. RENOTE - Revista Novas Tecnologias na Educação. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/renote/article/view/13572/8832>, Capa > v. 7, n. 3 (2009). Acesso em: 21 de Agosto de :39. 15

16 FRANCISCATO, Fabio Teixeira. Novas Tecnologia da Educação. RENOTE - Revista Novas Tecnologias na Educação. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/renote/article/view/14671/8580>, Capa > v. 6, n. 2 (2008). Acesso em: 21 de Agosto de :39. Organização dos espaços de uma brinquedoteca Karina Cristiane Belz Garcia Mestre em Educação pela UFSC RESUMO A presença de espaços para brincar tem um papel fundamental na vida das crianças, uma vez que estes permitem que a criança aprenda, adquira conhecimentos, desenvolva habilidades e diferentes linguagens de forma natural e agradável. A existência de brinquedotecas na vida das crianças vem reforçar esta idéia, porém é necessário a clareza que a criação deste espaço lúdico prevê um espaço físico adequado, disponbilizando brinquedos, jogos e materiais diversificados e que leve em consideração os aspectos do desenvolvimento infantil. Para tanto, este artigo apresenta algumas considerações sobre a organização do espaço, infraestrura e acervo lúdico de uma brinquedoteca, entendendo que este deve ser um local de aprendizagens, de criação, onde a criança possa brincar com liberdade, criar e recriar seus brinquedos, seus jogos e suas brincadeiras, bem como, seu mundo de faz-de-conta. Palavras-chave: brinquedoteca, espaço, brinquedos, jogos. ABSTRACT The presence of spaces for children to play has a key role in their lives, since they allow the child to learn, acquire knowledge, develop skills and different languages in a natural and joyful way. The existence of playrooms in children's lives comes to reinforce this idea, but it is necessary to clarity that the creation of this kind of space requires suitable toys, games and diversified materials that takes into account the aspects of child development. Therefore, this paper presents some considerations about the organization of space, infrastructure and playful collection of a playroom, understanding that this should be a place of learning, creation, where the child can play with freedom, create and recreate their toys, their games and their play as well as his world of make-believe.keywords: playroom, space, toys, games. Introdução O artigo em questão tem como objetivo apresentar algumas considerações sobre a organização dos espaços, estrutura e acervo lúdico de uma brinquedoteca. Para tanto, primeiramente, são elencadas questões sobre os espaços disponíveis na atualidade que são destinados ao brincar e qual a importância que os mesmos assumem na vida das crianças. 16

17 Deste modo, a brinquedoteca é apresentada como um dos espaços destinado ao jogo, ao brincar e a brincadeira, enfatizando que esta deve ser concebida como um espaço fundamental para que a criança construa sua aprendizagem, sua identidade, autonomia e diferentes linguagens. Em sequência, o artigo dá alguns destaques sobre a origem histórica da Brinquedoteca e segue efetuando algumas considerações a respeito das funções que esta assume em nossa sociedade. Por fim, faz-se a apresentação da organização, estrutura, acervo de objetos lúdicos de uma brinquedoteca, enfatizando que este espaço deve ser um planejado, sendo muito mais do que um simples espaço para o depósito de brinquedos. Seu objetivo principal deve ser de estimular o brincar e a brincadeira, disponibilizando uma variedade de brinquedos em um local planejado e organizado, atendendo de melhor forma o público infantil. Esclarece-se que o presente artigo utilizou-se da pesquisa bibliográfica para alcançar o objetivo proposto, pautando-se em grande pesquisadores sobre as brinquedotecas como Kischimoto (1994, 1996, 1998, 2006), Cunha (1994, 1995, 2001), Bomtempo (1992), Muniz (2002) e Santos (2002). Espaços para brincar É sabido, na atualidade, qual a importância de se resguardar um espaço que possibilite que a criança vivencie o brincar, o jogo e a brincadeira. Devido a nova organização de nossa sociedade, nossas crianças e suas famílias tem experimentado poucas possibilidades de criação e vivência de espaços destinados para o desenvolvimento da cultura lúdica. É perceptível também que com o crescimento das cidades limitou-se os espaços de brincar para as crianças e com a saída da mulher para o mercado de trabalho propiciou a ida das crianças para um determinado tipo de instituição. Deste modo, é de grande importância garantir-se um espaço para que a criança vivencie a cultura lúdica. Principalmente nas grandes cidades, com o advento do desenvolvimento industrial, com a urbanização e os meios de comunicação de massa, houve um decréscimo na transmissão da cultura lúdica entre as crianças e entre os adultos. Assim, é fundamental criar novas situações de discussão e reflexão sobre os espaços 17

18 garantidos para a criança exercer o ato de brincar. Para a criança da atualidade há dificuldade em ela encontrar espaços adequados para que ela exerça seu direito de brincar, sendo muitas vezes este espaço bastante pequeno e cheio de restrições, ou, em outras situações, o brincar se torna caro e sofisticado, acontecendo quase que exclusivamente em shoppings e parques infantis. Nesse sentido, a prática lúdica precisa ser ampliada para espaços que ofereçam inúmeras possibilidades, garantindo uma relação entre a criança e o brinquedo e também com seus pares. O ato de brincar não pode ficar restrito apenas em espaços como o da casa da criança ou o espaço existente na escola. Estes espaços de estímulo organizado tendem ocasionar a diminuição do nível de autonomia das crianças, impactando no seu desenvolvimento motriz, social e emocional. Também a criança passa a ter mais dificuldade em se defender e se adaptar às novas circunstancias que lhes são impostas no mundo atual. A garantia de espaços destinados ao brincar pode perpassar pela criação de políticas públicas e privadas de construção e manutenção de espaços para brincar. Estes espaços devem garantir a existência de diversos materiais lúdicos e a presença de brinquedistas e/ou recreadores, visando assim, o cumprimento básico do principio da educação do ser humano: o desenvolvimento integral da criança e sua plena integração/socialização com a família e com a sociedade. Este espaço estruturado para brincar pode tornar-se um ambiente rico para o processo de aprendizagem da criança e também para seu desenvolvimento; além de favorecer a socialização entre as pessoas. Por isso, o brincar tem grande valor educativo, seja na formação ou no desenvolvimento infantil. Sanchez (2004) enfatiza que é no brincar espontâneo que a criança tem oportunidade de vivenciar diferentes conflitos, atos de solidariedade, de amizade e de rompimento, de dominação, de inclusão, de autoridade e de transgressão com as demais crianças e/ou adultos. Ou seja, é durante o brincar que a criança constrói, destrói e reconstrói o mundo a sua volta, sempre lhe atribuindo novos significados. Em 1998, Friedmann já apontava que a criança do mundo atual brincava menos em comparação com as crianças de 50 anos atrás e atribuiu este fato devido ao crescimento tecnológico. Ou seja, o chamado mundo moderno trouxe consigo a diminuição das interações sociais entre crianças e crianças e crianças e adultos e que são tão importantes para o desenvolvimento humano. Constitucionalmente a criança tem direito ao brincar e isso implica afirmar que todas as crianças devem ter as mínimas condições para brincar nos locais onde vivem. 18

19 Deste modo, cabe ao mundo adulto o dever de ofertar a elas um espaço lúdico com qualidade e segurança. Deste modo, a existência de espaço para o brincar é um elemento fundamental para a ampliação do repertório de vida e de conhecimento da criança. Para tanto é fundamental que espaços como as brinquedotecas sejam garantidos para que se fortaleça a autonomia da criança, sua capacidade de criação, sua solidariedade e cooperação com seus pares e sua consciência coletiva. O surgimento das brinquedotecas Segundo a Associação Brasileira de Brinquedoteca é no ano de 1934 que surgem as primeiras brinquedotecas. Devido a uma queixa de roubos em uma loja de brinquedos a um diretor de uma escola municipal em Los Angeles, chegou-se à conclusão de que as crianças americanas não tinham com o que brincar. Foi assim que surgiu o Los Angeles Toy Loan, que existe até hoje e que funciona como um serviço de empréstimo de brinquedos para a comunidade. É no ano de 1963, na Suécia, que a ideia da criação de brinquedotecas toma mais forma, onde passa-se a realizar o empréstimo de brinquedos para crianças com algum tipo de deficiência e também a prestar orientações para as famílias de como estes poderiam brincar com seus filhos e estimulá-los. Assim, duas professores, que eram mães de crianças com algum tipo de deficiência, fundam a LEKOTEK (ludoteca) na cidade de Estocolmo. A partir do ano de 1967, na Inglaterra surgem as Toy Libraries (biblioteca de brinquedos), um espaço onde as crianças podiam escolher seu brinquedo, levá-lo para casa e depois devolve-lo passado alguns dias. Com o passar do tempo, este serviço foi sendo expandido, deixando de ser apenas um serviço de empréstimo de brinquedos, e passou a ofertar também apoio aos familiares, orientação educacional, estímulo à socialização e resgate da cultura lúdica da população. Já no Brasil a criação das primeiras brinquedotecas também objetivavam a oferecer estímulos para as crianças com algum tipo de deficiência. Sendo que no ano de 1971, durante a inauguração da Associação de Pais e Amigo dos Excepcionais (APAE) de São Paulo houve uma exposição de brinquedos pedagógicos e que devido ao interesse que despertou na comunidade a exposição de brinquedos pedagógicos foi transformado em um Setor de Recursos Pedagógicos. No ano de 1973 foi implantado na APAE de São Paulo o Sistema de Rodízios de 19

20 Brinquedos e Materiais Pedagógicos, a Ludoteca. Deste modo, os brinquedos do Setor Educacional passaram a ser disponibilizados para a comunidade no mesmo padrão desenvolvido pelas bibliotecas circulantes. Em 1981, na cidade de Indianapólis (SP) é montada a primeira brinquedoteca do Brasil e que teve a pedagoga Nylse Cunha como diretora e a pessoa responsável pela criação do termo Brinquedoteca. No ano de 1984, há um aumento do interesse sobre o assunto e surge aí a necessidade da criação de uma associação que se responsabilizasse pela demanda crescente em torno do tema Brinquedoteca. Desde então, a Assosciação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri) vem se responsabilizando pelas divulgações a favor da brincadeira e do brincar, da formação dos brinquedista e prestando auxílio na montagem de brinquedotecas por todo o Brasil. Atualmente existem cerca de 300 brinquedotecas no Brasil e encontram-se disponíveis em escolas, universidades, creches, centros comunitários e em hospitais com o objetivo de valorizar a cultura lúdica infantil. As funções da brinquedoteca A brinquedoteca é um espaço positivo para o brincar e dotado de variados brinquedos com o objetivo de possibilitar à criança interações por meio do brinquedo e perpetuação de uma cultura lúdica. Assim, a brinquedoteca tem diferentes objetivos, que ora são lúdicos e ora possuem a finalidade de aprendizagem. O motivo de criação e o objetivo de uma brinquedoteca depende muito do local e da comunidade que utilizará seu serviço, da instituição que lhe manterá e da faixa etária que será atendida. Estes elementos associados ao contexto sócio-cultural onde a brinquedoteca está inserida poderão definir o objetivo da brinquedoteca, podendo existir àquelas que visam somente o empréstimos de brinquedos, outras para se testar algum brinquedo, outras para ações terapêuticas e por fim, àquelas que estão voltadas para o ensino e para oferecer suporte a uma prática educativa. É fundamental que se tenha atenção quanto a essência da brinquedoteca, sendo este uma ambiente que valoriza e promove o brincar, ou seja, um espaço incentivador do brincar (CUNHA, 1997; KISHIMOTO, 1992). Há diversos autores que discutem a finalidade da brinquedoteca e as possibilidades que este ambiente favorece para o desenvolvimento infantil, sendo que para Friedmann 20

21 (1998a) a brinquedoteca passa a ser um meio de descobrir conhecimentos sobre o mundo. Já Kishimoto (1998b) afirma que a brinquedoteca incentiva a autonomia da criança, desenvolve o senso crítico, promove o trabalho em grupo, a socialização e o desenvolvimento infantil, além da comunicação, da criatividade, da imaginação e por fim, o desenvolvimento de atividades lúdicas. (KISHIMOTO, 1998b; CUNHA, 1998; MUNIZ, 2000; SANTOS, 2002). Para Santos (2000) a brinquedoteca é um espaço destinado ao lúdico, ao desenvolvimento da imaginação, da criatividades, da auto-estima, do pensamento, da sensibilidade, do experimento de diferente emoções, da construção de conhecimentos e habilidades. Para Wajskop (1992) a brinquedoteca é um espaço contínuo de formação de brinquedistas e dever servir também à pesquisa sobre brinquedos, brincadeiras e sobre o brincar infantil. Já para Vectore e Kishimoto (2001) a brinquedoteca pode ser compreendida como um palco onde ocorrem diversas situações reais que são vivenciadas pelas crianças ou veiculadas pela mídia. Wanderlind et al. (2006) coloca que a brinquedoteca é um espaço que tem finalidade de estimular a criança brincar, dando possibilidade que esta acesse a uma variedade de brinquedos dentro de uma espaço preparado para o brincar. Bomtempo (1992) entende a brinquedoteca como um espaço da criança e que permite a realização de diversos jogos e brincadeiras. Para Fortuna (2011) a brinquedoteca deve cumprir sua função que é propiciar a brincadeira e valorizar o ato de brincar, assim é fundamental que este espaço seja organizado com diversos brinquedos e brincadeiras, que permita o encontro de diferentes pares (crianças e crianças, adultos e crianças) e que haja com comprometimento contínuo sobre o brincar. Cunha (2001, p. 15 e 16) coloca que, [...] a brinquedoteca é um espaço criado para favorecer a brincadeira, [...] aonde a criança (e os adultos) vão para brincar livremente, com todo o estímulo à manifestação de potencialidades e necessidades lúdicas". E ainda, "muitos brinquedos, jogos variados e diversos materiais que permitem expressão da criatividade". Desta forma, a autora disserta que a brinquedoteca propicia a construção do saber, sendo uma deliciosa aventura, na qual a busca pelo saber é espontânea e prazerosa. É no espaço da brinquedoteca que as crianças podem assumir o sentimento de amor, de ódio, de justiça, de injustiça, de tristeza, de alegria, etc. É neste espaço também que as crianças transformam as coisas materiais e imateriais em representações de seus sentimentos, onde os desejos e as emoções são desveladas. 21

22 Brincar e aprender ou vice-versa pode acrescentar na formação das crianças, principalmente no que diz respeito aos valores e que servirão para o fortalecimento das relações com seus pares e com o mundo que a cerca. Assim, as brinquedotecas podem ser compreendidas como espaços geradores de diversas situações lúdicas e de intercâmbios sociais. Ou seja, o ato de brincar é um importante instrumento de integração e de inclusão para as crianças, e as brinquedotecas podem ser encaradas como um ambiente propício para o favorecimento destas relações. O espaço das brinquedotecas: tipos e organização É certo que muitas brinquedotecas brasileiras ainda possuem questões para serem resolvidas a respeito dos espaços destinados para sua instalação, entre elas a questão da manutenção, a diversidade dos brinquedos e jogos, a segurança do espaço e do próprio brinquedo, da formação do brinquedista e/ou recreador entre outras, porém, o fundamental nisso tudo é garantir, primeiramente, que a população infantil tenha acesso e possa utilizar plenamente estes espaços. Assim, para que uma brinquedoteca exerça sua função, seja ela educativa, inclusiva ou integradora, é necessário que este espaço possua um alto nível de qualidade e de constante cuidado, já que a falta de manutenção destes espaços (como brinquedos e jogos estragados e/ou deteriorados) pode ocasionar a perda de seu objetivo educativo podendo tornar-se um espaço não-educativo. Trata-se de conceber a brinquedoteca como um espaço para o brincar, para a brincadeira e para o jogo, mas também um espaço cheio de possibilidades, de momentos ricos, diversos e transformadores; onde a criança possa usar este espaço de seu livre arbítrio, do seu desejo próprio, pelo prazer de brincar e de jogar, de encontrar e reencontrar seus pares. Ou seja, nos dias atuais a brinquedoteca deixa de ser vista como uma simples sala de brinquedos e torna-se um espaço com funções de caráter pedagógico, social e comunitário. É um espaço no qual a criança aprende partilhar, participar, colaborar e que proporciona que a criança conviva com os diferentes e também com seus pares, o que contribui significativamente para seu desenvolvimento social. A brinquedoteca como sendo uma local que a criança frequenta para brincar deve ser higienizado e o espaço físico deve ser adequado, já que estes são requisitos que vão 22

23 contribuir que a criança tenho um momento de lazer saudável, prazeroso e confortável. Para Porto (2008, p. 54 e 55), O ambiente onde deve funcionar a brinquedoteca deve ser aconchegante, limpo e arrumado ao final de cada sessão e para aquelas crianças que não conseguem ir até esse local, o profissional deverá levar os brinquedos até elas, mas sempre observando suas limitações e seu esforço entre outros agravantes que possam interferir na recuperação da mesma. (PORTO, 2008, p.54 e 55). Reforçando a idéia de como deve ser organizado o espaço da brinquedoteca, Mato e Mugiatti (2009) esclarecem que O fundamental é que, por meio das instalações, como móveis, a decoração, a distribuição e a organização dos brinquedos, as crianças queiram brincar e tenham liberdade de escolha e de expressão, seja individualmente ou em grupos. (MATOS e MUGIATTI, 2009, p.153). Ou seja, para que as crianças brinquem com liberdade, segurança e que tenham possibilidade de efetuar escolhas de como e o que brincar é importante que o ambiente seja decorado com cores vivas alegres, tornando o lugar agradável aos olhos da criança. Também é bastante importante que a criança tenha oportunidade de brincar sozinha ou acompanhada, porém é fundamental que uma brinquedista acompanhe a criança no seu brincar. Conforme Fonseca (2008): A interação e a mediação do adulto com o brincar da criança auxilia em seu brincar com outras crianças, assim como, em seu brincar sozinha e com outros diferentes adultos. (FONSECA, 2008, p.74). Na organização de uma brinquedoteca há a existência de subdivisões que são chamados de cantinhos, como por exemplo: cantinho da leitura, cantinho da casinha, cantinho da beleza, cantinho dos carrinhos, etc. Estes cantinhos, organizados na brinquedoteca, não devem ser estáticos, pois a intenção é que as crianças criem e recriem estes espaços durante as interações realizadas. Vaz (2009, p. 02) e Ramalho (2000, p.84) sugerem 11 tipos de cantinhos possíveis a serem disponibilizados nas brinquedotecas: 1. Canto do "Faz de Conta": espaço com mobílias e utensílios domésticos; canto do supermercado; camarim com fantasias, chapéus, espelhos, fantasias, para representação de diversos papéis, entre outros brinquedos infantis 23

24 miniaturizados. 2. Canto da "Leitura": diversos tipos de livros para atender às todas as faixas etárias e estimular o hábito e gosto pela leitura. 3. Canto das "Invenções ou Criação ou Sucatoteca": uso de materiais recicláveis ou objetos diversos para inventar, construir e recriar coisas e brinquedos; 4. Canto do Teatro ou do Fantoche: criação e construção de histórias e fantoches, com painéis e palcos para encenações. 5. Canto da Oficina: para construção e restauração de brinquedos, entre outros. 6. Mesa Coletiva: espaço utilizado para jogos coletivos; 7. Canto do Mural de Recados: para comunicações ao usuário, com notícias, avisos, normas, entre outros. 8. Canto do Playground: local composto de brinquedos de parquinho infantil seja de fibra, plástico resistente ou metal. 9. Cantos dos tapetes e colchões: espaço com tapetes grandes ao chão para brincadeiras, rolamentos, movimentos acrobáticos, entre outros. 10. Canto do Cinema: local com televisão e DVD, com almofadas, tapetes e sofás para as crianças apreciarem filmes diversos, e atender as diversas faixas etárias. 11. Canto da Pintura e Desenhos: disponibilizar a criança materiais às pinturas e desenhos como: pincéis, telas, papéis, cartolinas, sulfites, entre outros. É também importante dar atenção à escolha da decoração das paredes e dos cantinhos, à organização, disposição e acesso aos brinquedos e ao tamanho do mobiliário a ser utilizado. Ou seja, é essencial que a estrutura disponibilizada e os objetos de decoração (mobiliário e decoração das paredes e cantinhos ) permitam que a criança brinque com liberdade, com segurança e que, principalmente, desperte sua motivação para criar, recriar, se expressar, para interagir com seus pares e exercer suas práticas lúdicas. A implantação de uma brinquedoteca deve prever o público alvo a ser atendido e deve ter seus objetivos previamente definidos. Porém é fundamental que o profissional responsável por questões como atividades a serem ofertadas, localização da brinquedoteca, normas e regras de atendimento, acervo de brinquedos a serem disponibilizado, tenha formação e conhecimentos suficientes sobre o funcionamento de uma brinquedoteca. Segundo Vaz (2009, p. 01) antes de se efetuar a instalação de uma brinquedoteca é fundamental que se realize uma pesquisa sociocultural e ambiental sobre a comunidade que receberá este espaço lúdico, levantando dados sobre a vida e tipos de brincadeiras das crianças. Assim, antes da definição das atividades a serem ofertadas é fundamental que se conheça qual público estará sendo atendido. Hypolitto (2001, p. 34) em seus estudos a respeito das brinquedotecas aponta 08 tipos existentes de brinquedotecas, a saber: 1.Brinquedotecas escolar: organizadas num setor da escola com finalidade pedagógica ou centros de educação continuada; 2. Brinquedoteca comunitária: as mantenedoras geralmente são associações, prefeituras e organizações filantrópicas; 3. Brinquedotecas em Instituição de Atendimento Especial: local de atendimento a crianças com necessidades especiais e suas diversas modalidade: APAE, LARAMARA E LARABRINQ; 4. Brinquedoteca em Instituições de Saúde: Hospitais, Consultórios Médicos, Clínicas, entre outras, 24

25 objetivando amenizar as situações traumáticas das crianças hospitalizadas ou em tratamento médico; 5. Brinquedotecas em Universidades e Faculdades: (Laboratórios de Aprendizagens - formação de professores e Recursos Humanos, para pesquisas e prestação de serviços à comunidade). A USP foi pioneira - LABRINP; fornece subsídios para práticas pedagógicas com uso de brinquedos; 6. Brinquedotecas Circulantes: instaladas em ônibus, caminhonetes itinerantes para crianças da periferia e outros espaços; (PUC-SP com Ônibus Ludicidade); 7. Brinquedotecas em espaços de entretenimento: em shopping centers, casas de diversões com parques e playground, centros culturais, entre outros; 8. Brinquedotecas junto ás bibliotecas: geralmente não realizam empréstimo de brinquedos no Brasil. Mas, a criança utiliza o espaço com liberdade para brincar. É importante salientar que independente do tipo ou função, todas as brinquedotecas possuem um objetivos único: a prática lúdica e o empréstimo de brinquedos, permitindo que a criança construa diferentes aprendizagens durante o brincar, todas elas dotadas de significado. Em relação ao espaço há brinquedotecas que disponibilizam para as crianças o espaço externo com gramado, organizando locais com espaço para brincadeiras com água, com plantas, com areia e com brinquedos adequados. Acima de tudo, o ambiente disponibilizado deve estimular o desenvolvimento da autonomia das crianças e sua independência durante a brincadeira. Assim sendo, os brinquedos (de uso externo ou de uso interno da brinquedoteca) precisam motivar e despertar a criatividade nas crianças. Também é importante que os brinquedos sejam compatíveis à faixa etária das crianças atendidas e que apresentam algumas características como segurança, durabilidade e toxicidade. Sobre as características do brinquedo, Fonseca (2008) esclarece que é importante que os brinquedos e objetos devem ser verificados por um adulto para que não ocorra nenhum tipo de frustração ou alguma ameaça para a integridade física da criança. Deste modo, as crianças menores de três anos de idade devem ter acesso restringido aos brinquedos que contém peças pequenas ou que sejam inadequados para seu uso. Outro aspecto que merece atenção é a higiene dos brinquedos, sendo que estes devem estar sempre limpos, sem poeira ou algum tipo de resíduo, evitando assim qualquer tipo de risco à saude da criança que freqüenta o espaço da brinquedoteca. Por fim, o acervo de brinquedos disponibilizados na brinquedoteca deve permitir que a criança desenvolva suas capacidades e potencialidades, experimente as diferentes formas de arte e de comunicação, que desenvolva um comportamento social equilibrado e que esteja sob a orientação de um brinquedista que entenda do assunto. 25

26 Conclusão No espaço das brinquedotecas a criança tem oportunidade de encontrar um lugar mágico e colorido, com seus cantinhos tematizados, tendo como objetivo favorecer o brincar através do mundo do faz de conta. A organização dos espaços de uma brinquedoteca devem observar critérios importantes, mantendo o local limpo e organizado; os materiais dispostos atendendo o perfil do público (por idade, por funções psicopedagógicas e quantidade adequada de material ofertado); brinquedistas capacitados para receber as crianças, interesse da equipe de brinquedistas em buscar idéias e soluções inovadoras objetivando enriquecer o espaço, controle dos materiais e de crianças que frequentam a brinquedoteca. Os jogos, brinquedos e materiais que estão disponíveis na brinquedoteca podem ser industrializados ou não, sendo que oficinas lúdicas e de criação de brinquedos podem ser oferecidas na própria brinquedoteca.o uso de materiais recicláveis permite que a brinquedoteca seja incrementada e também se torne um tema para ser debatido com as crianças, como a importância da reciclagem e da coleta de materiais. O fundamental nos espaços da brinquedoteca é que o acesso ao brincar, ao jogo, e à brincadeira sejam acessíveis na vida de todas as crianças, para que ela tenha possibilidade de explorar, de sentir e de experimentar. Nesse, sentido, a brinquedoteca é compreendida com um espaço onde o brinquedo, a brincadeira, o jogo são considerados coisa séria. Independe se o brinquedo é novo, usado, de madeira ou de plástico, mas ele é oportunizará que criança satisfaça, desmistifique ou estimule suas fantasias. Por fim, o espaço da brinquedoteca deve ser organizado para que a criança seja tocada pela expressividade da decoração, pela alegria, pelas cores e pelo encanto do ambiente. 26

27 REFERÊNCIAS BOMTEMPO, Edda. Brinquedoteca: espaço de observação da criança e do brinquedo. In: FRIEDMANN, A. et al. O Direito de brincar: a brinquedoteca. São Paulo. Scritta/Abrinq, p. CUNHA, Nylse. H. S. Brinquedoteca: espaço criado para atender necessidades lúdicas e afetivas. Revista do Professor, Porto Alegre-RS. V. 1, n 44.p. 3-50, outubro/dezembro, CUNHA, Nylse H.S. Brinquedoteca: um mergulhar no brincar. 3ª ed. São Paulo: Vetor, CUNHA, Nylse H.S. Brinquedoteca: um mergulho no brincar. São Paulo: Maltese, 1994 CUNHA,N. H S. A Brinquedoteca Brasileira. In: SANTOS, M. P. dos. Brinquedoteca: O lúdico em diferentes contextos. 2ª ed. Petrópolis-RJ: Vozes, Cunha N.H.S. Brinquedo, desafio e descoberta: subsídios para utilização e confecção de brinquedos. Rio de Janeiro: FAE; p. FRIEDMANN, A. Brincar, crescer e aprender o resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, FONSECA, E. S. da. Atendimento escolar no ambiente hospitalar. 2. ed. São Paulo: Memmon, HYPOLITTO, Dinéia. O brinquedo e a criança. Revista Integração. Ano VII, nº. 26. Agosto Disponível em: <http://br.geocities.com/dineia.hypolitto/arquivos/artigos/176_26.pdf>. Acesso em: 04 fev KISCHIMOTO. Tizuca Morchida. O jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioniera, O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira, Brincar e ler para viver: uma para estruturação de espaços educativos e incentivo ao lúdica e a leitura. São Paulo: Instituto Hedging, Froebel e a concepção de jogo infantil. In: KISHIMOTO, T.M. (org.) O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira, 1998a, p Diferentes tipos de brinquedotecas. In: FRIEDMANN, A. et al. (org). O direito de brincar. 4. ed. São Paulo: Edições Sociais: Abrinq, 1998b, p MATOS, E. L. M; MUGIATTI, M. M. Pedagogia Hospitalar: a humanização integrando educação e saúde. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, MUNIZ, M.C.S. A brinquedoteca no contexto escolar da educação infantil. SANTOS, S.M.P. (org) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. 3. ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, PORTO, O. Psicopedagogia hospitalar: intermediando a humanização na saúde. RJ: Ed. Walk, RAMALHO, Márcia. Regina. DE B. A brinquedoteca e o desenvolvimento infantil. Dissertação de Pós-graduação em Engenharia de Produção: Gestão do Desingn e do Produto da Universidade Federal de Florianópolis-SC Disponível em: 27

28 <http://biblioteca.universia.net/html_bura/ficha/params/id/ html>. Acesso em 10 fev SANTOS, S.M.P. Espaços lúdicos: Brinquedoteca. In: SANTOS, S.M.P. (org) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. 3. ed. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2002, p VAZ, José. C.; FRIEDMANN, Adriana.; ALTMAN, Raquel. Z. O brincar é um direito da criança. Ourinhos-SP. Disponível em: WAJSKOP, Gisela. Brinquedoteca: espaço permanente de formação de educadores. In: FRIEDMANN, A. et al. O direito de brincar: a brinquedoteca. São Paulo: Scritta: ABRINQ, O uso do amém em cultos evangélicos Claudia Silva Fernandes Especialista e Mestranda em Língua Portuguesa PUC SP Professora da Universidade Nove de Julho Resumo: Este artigo apresenta uma breve análise sobre o uso do amém em cultos evangélicos pentecostais sob o enfoque do funcionalismo linguístico. Para verificarmos os processos de mudança e de criação linguística presentes na utilização dessa palavra, consultamos os pressupostos teóricos de Martelotta (1996, 2003) sobre discursivização e marcadores discursivos e os postulados de Dino Preti (2003) sobre marcadores de turno. Ao final, constatamos que pastores e fiéis, para a organização do discurso religioso, empregam esse vocábulo como marcador de turno e como marcador discursivo. Palavras-chave: discursivização; marcador discursivo; marcador de turno. Abstract: 28

29 This paper presents an analysis on the use of "amen" in Pentecostal church from the standpoint of linguistic functionalism. To verify the processes of change and linguistic creations used in this word, we consulted the theoretical assumptions of Martelotta (1996, 2003) and discourse markers on discursivization and postulates of Dino Preti (2003) on markers of turn. At the end, we found that pastors and faithful, for the organization of religious discourse, employ this term as turn marker and as discoursive markers. Keywords: discursivization; turn marker; discoursive markers. INTRODUÇÃO Neste trabalho, discutimos o papel exercido pelo amém na estruturação do discurso falado nos cultos evangélicos. Estudamos esse uso na língua em funcionamento, por se tratar de uma modalidade privilegiada para examinar os processos de mudança e os produtos da língua. Nosso objetivo geral é investigar, sob o enfoque do funcionalismo linguístico, que descreve e explica a língua com foco nos aspectos pragmáticos e psicológicos, os padrões de uso do amém. Para tanto, utilizamos os postulados de Martelotta (1996, 2003) sobre discursivização e marcadores discursivos e os estudos de Dino Preti (2003) sobre marcadores de turno, a fim de verificarmos os processos de mudança e de criação linguística presentes no emprego dessa palavra. Ao observarmos os sermões dos pastores em cultos evangélicos, notamos que os preletores/pastores e os adeptos/fiéis usam muito esse vocábulo, fazendo-nos questionar se tal elemento, nesse contexto, assume o papel de marcador discursivo, de marcador de turno e se, ainda, desempenha uma função na organização do discurso religioso. Para analisarmos a diversidade de uso do amém, escolhemos, como corpus de análise, trechos de pregações feitas por pastores e falas de adeptos em cultos evangélicos das seguintes denominações: Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Mundial, Igreja da Graça e Igreja Pentecostal da Bíblia. Tal escolha se justifica pelo fato desses templos configurarem campos apropriados para nosso estudo. Além disso, o uso desse vocábulo faz emergir a necessidade de olharmos para essas construções, inseridas nas práticas discursivas religiosas, para apreendermos seus sentidos nesses contextos conversacionais, uma vez que a língua em uso é uma fonte inesgotável de possibilidades de partilhar o conhecimento. 29

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