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1 Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014 n.º 95 REDES SOCIAIS Aspectos negativos As redes sociais são omnipresentes nos dias de hoje. Há dias uma notícia dizia que uma grande percentagem dos utilizadores de smartphones acede a redes sociais logo de manhã, mesmo antes de se levantarem. Ou seja, é a primeira coisa que fazem. De facto, a grande utilidade das redes sociais é manter as pessoas em contacto, mas convém evitar exageros. As redes sociais podem ser úteis e prejudiciais, pelo que compilámos dois textos a destacar as vantagens e as desvantagens destes meios de comunicação. Caberá ao leitor avaliar a situação e gerir o seu tempo e o tempo dos que lhe são mais próximos (nomeadamente os filhos) nas redes sociais. Um estudo da Universidade de Oxford refere que a utilização excessiva das redes sociais tem efeitos nefastos na inteligência dos mais novos (crianças e adolescentes). Pior ainda é o facto desses efeitos nefastos poderem ser de longo prazo ou mesmo irreversíveis. Por exemplo, estes efeitos negativos incluem a infantilização cerebral dos utilizadores, uma vez que não são necessárias capacidades de concentração para participar nas redes sociais. Desta forma, o cérebro dos utilizadores acaba por ser treinado para não suportar períodos prolongados de atenção. Por outro lado, as crianças podem correr o risco de serem desincentivadas a comunicar naturalmente (no mundo real). Alguns professores têm-se queixado de que as redes sociais estão a afectar os níveis de compreensão dos alunos. De igual modo, se as crianças comunicarem sobretudo através de um ecrã, não aprendem as subtilezas da comunicação natural entre pessoas, nomeadamente a linguagem corporal ou o tom de voz. Há quem afirme também que as redes sociais tornam as crianças mais centradas em si mesmas. Uma vez que muitos desses sites fornecem aos utilizadores páginas próprias sobre si mesmos, algumas pessoas mais vulneráveis poderão ter a falsa percepção de que tudo gira à sua volta. PAG. 24 Edmodo o irmão educativo do Facebook UNIVERSIDADE DIGITAL O Edmodo foi criado em 2008 por Nic Borg e Jeff O Hara e é actualmente um caso sério de popularidade entre a comunidade educacional. Fonte: O Facebook tem uma espécie de irmão gémeo que está a dar que falar entre a comunidade de internautas. Chama-se Edmodo, tem uma interface extremamente semelhante à da rede social mais famosa do planeta, foi criado especialmente para fins educativos e é utilizado por milhões de professores e alunos por esse mundo fora. No entanto, advertimos desde já que, embora tenham um rosto muito parecido, estes irmãos têm pais diferentes, nasceram em locais distintos e cada um trilhou o seu próprio caminho por entre as teias dessa rede a que chamamos Internet. Quem olhar de repente para o Edmodo poderá pensar que está na presença da rede social criada por Mark Zuckerberg, seja pelas cores escolhidas para o ambiente visual do site, seja pelas opções e mecanismos de interacção que tem à sua disposição. Contudo, o facto de apresentarem uma tal semelhança e a ideia indesmentível de que quem estiver familiarizado com um, está automaticamente habilitado a utilizar o outro, não explica inteiramente as razões da popularidade assumida pelo Edmodo. Essas razões encontram eco numa explicação de âmbito mais alargado. Numa altura em que as novas gerações de crianças que chegam às escolas são apelidadas de geração dos nativos digitais (ou seja, crianças que nasceram após a revolução digital e que estão perfeitamente familiarizadas com computadores, equipamentos móveis e ambientes virtuais) torna-se necessário criar ambientes de aprendizagem coerentes em relação ao modo de vida e à maneira de pensar dessas crianças, estabelecendo pontes entre o seu dia-a-dia e a forma como aprendem nas escolas. O Edmodo enquadra-se perfeitamente nessa filosofia e responde de forma eficaz às expectativas que sobre ele recaem. PAG. 22 Avaliação e gestão de impactos sociais RESPONSABILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES Em termos gerais, poder-se-ia pensar que uma avaliação de impacto social (AIS) é muito semelhante a uma avaliação de impacto ambiental (AIA), residindo apenas a diferença no facto da primeira enfatizar mais as questões sociais e a segunda as questões biofísicas. Esta percepção é incorrecta, visto que as questões sociais são muito diferentes das questões biofísicas. Porém, muitas vezes encontra-se associada pelo facto da história da AIS coincidir com o desenvolvimento da AIA nos anos 70 do século XX na América do Norte. Em vários países do mundo a definição de ambiente inclui aspectos sociais. Assim a AIS faz parte da AIA. Noutros países a AIA abrange apenas o solo, a água e o ar. No entanto, seja a AIS independente ou parte integrante da AIA, desempenha um papel importante e é muito útil para o desenvolvimento de projectos. Com mais de 40 anos de existência, a AIS tem sofrido alterações consideráveis ao longo do tempo, com a acumulação de muito conhecimento. A AIS é mais do que uma técnica ou um passo dentro da AIA. É um discurso, um paradigma e um domínio prático. Após 40 anos, a forma como abordamos a AIS é como um processo de gestão de questões sociais dos projectos. A AIS deixou de ser apenas uma Actualmente, sob o tema do desenvolvimento sustentável e da responsabilidade social, a maioria das organizações estão empenhadas em ser os melhores desenvolvedores e estão dispostas a negociar directamente com as comunidades locais para cumprirem requisitos para além dos estritamente legais. ferramenta reguladora (como a AIA) e passou a ser um processo de gestão de questões sociais. PAG. 23

2 14 TECNOLOGIA & GESTÃO JORNAL DE ANGOLA Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014 Edmodo o irmão educativo do Facebook UNIVERSIDADE DIGITAL O Edmodo orgulha-se de contar com mais de 30 milhões de utilizadores por esse mundo fora e não se coíbe de publicitar esse facto. Fonte: RODRIGO CHAMBEL A plataforma educativa de acesso livre Edmodo conta com mais de 30 milhões de utilizadores e está disponível em vários idiomas (incluindo o português). Foi criada em 2008 por Nic Borg e Jeff O Hara, dois jovens norte-americanos que à data trabalhavam no departamento de TI (tecnologias de informação) de uma escola pública da região de Chicago. Jeff O Hara conta que a ideia lhe veio à cabeça em pleno local de trabalho, quando percebeu que o acesso a muitas redes sociais e sites de partilha de vídeo eram bloqueados pela escola. Ao pensar em alternativas percebeu que a educação precisava de um espaço só seu. Nic Borg complementou este raciocínio com a afirmação de que vivemos num mundo conectado, onde os estudantes dependem da tecnologia e dos recursos online para as suas vidas quotidianas. Nesse sentido, o objectivo que presidiu à criação do Edmodo foi o desenvolvimento de um espaço que permitisse aos estudantes, professores e escolas conectar-se de forma mais envolvente e ao mesmo tempo possibilitasse a disponibilização de um ambiente onde pudéssemos manter os estudantes seguros e protegidos. Mas como é que funciona o Edmodo? A lógica é tão simples como eficaz. A plataforma está assente numa estrutura de cloud computing (computação em nuvem), que permite o acesso do utilizador a qualquer hora e em qualquer lugar a partir de qualquer equipamento, desde que conectado à Internet. Ao inscrever-se no site, o utilizador selecciona um dos três perfis possíveis: Professor, Estudante, ou Pai de Estudante. Caso a opção tenha recaído so- bre o primeiro perfil, o professor inscreve-se na plataforma, cria uma comunidade para a disciplina que está a leccionar em determinada instituição de ensino e, em seguida, adiciona os seus alunos, convidando-os a fazer parte da re- Por outro lado, visando potenciar o intercâmbio e a troca de experiências educativas entre docentes, o Edmodo permite estabelecer relações entre os vários professores registados. Desta forma, à distância, os professores de vários São notórias as semelhanças entre o Facebook e o Edmodo. A revista Time chega a chamar a este último uma versão mais segura do Facebook para utilização em contexto educativo. Fonte: de. A partir daí, no seio de um ambiente restrito e seguro, torna-se possível partilhar mensagens, recursos didácticos e textos, bem como criar fóruns de discussão sobre um determinado assunto. Tudo isto é exibido numa espécie de linha do tempo (timeline) muito semelhante à do Facebook. Através desta ferramenta os estudantes podem entregar trabalhos e os professores podem corrigi-los e comentá-los ali mesmo. No seguimento desta ideia, caso o aluno exiba um desempenho meritório na tarefa que lhe foi proposta, o professor poderá fazer uso de um sistema de medalhas personalizadas para o recompensar e motivar. pontos do globo podem partilhar descobertas, soluções e experiências relativamente às diferentes utilizações que fazem da plataforma. Como afirma Nic Borg, quando criamos uma oportunidade para que os professores interajam, coisas extraordinárias podem acontecer. Outra componente à disposição de docentes e alunos digna de realce é o facto do Edmodo facultar uma biblioteca virtual, onde é possível organizar livros e artigos interessantes que suportem a disciplina de estudo. Tendo em conta que uma das preocupações centrais dos criadores da plataforma é circunscrevêla ao campo educativo e propor- cionar um ambiente seguro a quem a utiliza, é igualmente importante referir que, caso o aluno tente utilizá-la para fins diferentes dos que estiveram na base da sua concepção, o docente tem a autonomia para apagar comentários impróprios ou arquivos indesejados. Sabemos que a segurança e a privacidade são elementos imprescindíveis na área educativa, afirma Nic Borg. Ainda dentro da temática da segurança e do acompanhamento, refira-se também que a plataforma envolve a possibilidade dos pais dos alunos poderem acompanhar o decurso das actividades dos seus filhos, embora não possam interferir nas discussões entre professor e aluno. Deixemos agora um pouco de parte os traços gerais que caracterizam o Edmodo e foquemo-nos no caso concreto de algumas escolas que o utilizam no quotidiano. O Colégio de Santa Maria, na zona Sul de São Paulo (Brasil), lançou uma competição através da plataforma, em que todas as segundas-feiras é lançado um desafio diferente aos estudantes, incluindo perguntas sobre diversas matérias. A pontuação que lhes é atribuída varia conforme o acerto da resposta ou o dia em que esta é dada. Por exemplo, se for correctamente enviada na própria segunda-feira vale 25 pontos, mas na terça já só valerá 20. Segundo Muriel Rubens, Coordenador do Núcleo de Tecnologia do Colégio de Santa Maria, o objectivo é trabalhar o raciocínio lógico, já que os professores identificaram essa necessidade, bem como promover a integração dos alunos, tirando-os de ambientes como o Facebook e trazendo-os para um espaço onde é possível acompanhá-los e educá-los. Para Cristina Vintecinque, que se serve da ferra- menta de acompanhamento parental colocada à disposição pelo Edmodo, o meu filho adora desafios e tem ficado muito empolgado com aqueles que lhe têm sido propostos. Este é um bom exemplo da tecnologia utilizada a favor das pessoas. A plataforma promete assim resolver, ou pelo menos atenuar, o problema da falta de acompanhamento da vida escolar por parte dos encarregados de educação. No colégio Joana D Arc, também em São Paulo, a plataforma é utilizada para reunir professores, alunos, pais e direcção da escola num só local, ampliando as possibilidades de ensino num ambiente seguro e estimulante. Para o director da instituição, José Carlos Pomarico, o principal ponto positivo é uma maior participação individual dos alunos e uma maior troca de informação entre eles. Rodrigo Abrantes, professor do colégio, é outro dos grandes defensores da plataforma: fiquei empolgado com a possibilidade de intercâmbio de ideias e partilha de conteúdos num ambiente virtual especificamente escolar. Uma das ferramentas que mais sucesso obtém nas aulas de Rodrigo é o Quiz, um jogo de perguntas e respostas que ajuda os alunos a fixarem o conteúdo e a treinarem para os testes. Não digo que os alunos me peçam para lhes passar trabalho para casa, mas lá que se empolgam muito mais em responder a perguntas via Internet do que em papel, isso é inegável. E o leitor ficou curioso em saber mais sobre o Edmodo e as suas múltiplas potencialidades? Aqui fica a morada do irmão educativo do Facebook, caso lhe queira fazer uma visita: Os elogios da revista Time A secção de tecnologia da reputada publicação norteamericana Time considera o Edmodo uma das melhores redes sociais para jovens com menos de 13 anos. Segundo a revista, estamos na presença de uma versão mais segura do Facebook que permite aos pais criarem a sua própria conta para que os passos online dos seus filhos possam ser acompanhados. Mas os elogios não se ficam pelas questões de segurança, já que no mesmo artigo uma professora chamada Jennifer Schneide afirma que esta rede social é excelente para os alunos mais tímidos e que não têm por hábito participar oralmente nas aulas. Segundo a docente, alguns desses alunos tornam-se estrelas do Edmodo e como resultado começam a sentir-se mais confortáveis para falarem em público.

3 JORNAL DE ANGOLA Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014 TECNOLOGIA & GESTÃO 15 RESPONSABILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES Avaliação e gestão de impactos sociais Apesar de ter algumas semelhanças com a AIA, a AIS é muito diferente. Os impactos ambientais ocorrerem apenas quando o projecto começa. Pelo contrário, os impactos sociais acontecem logo após o primeiro rumor sobre o projecto. FRANK VANCLAY (UNIVERSIDADE DE GRONIGEN) A indústria mineira tem liderado a utilização da AIS nos últimos dez anos. Sendo uma indústria poluente, tem tido uma má reputação em termos de sustentabilidade. Assim, nos últimos 10 a 20 anos a indústria mineira tem feito esforços para obter aquilo que se denomina autorização social para operar. Uma parte desta autorização social para operar está ligada ao processo de avaliar o que é necessário para ter a aprovação pública. Era necessário garantir que faziam mais do que não prejudicar. Para ganhar o apoio público, a indústria mineira precisava de mostrar aspectos positivos. Por exemplo, que contribuía positivamente para as comunidades locais ao estabelecer formas de investimento social, melhorando os projectos para garantir maiores benefícios para as comunidades e maximizando a celebração de contratos locais. Apesar de ter algumas semelhanças com a AIA, a AIS é muito diferente. Um dos motivos pelo qual é diferente deve-se ao facto dos impactos ambientais ocorrerem apenas quando o projecto começa. Ou seja, quando é movida a primeira parte do solo. Pelo contrário, os impactos sociais acontecem logo após o primeiro rumor sobre o projecto. Em muitos países, se há um rumor sobre um projecto indesejável que vai ser estabelecido nas proximidades, há vários impactos imediatos nas pessoas. Ficam zangadas, preocupadas e mobilizam-se contra o projecto. Normalmente os preços das propriedades na zona começam a descer, ao mesmo tempo que a região fica estigmatizada. Noutros países acontece o oposto. As pessoas aglomeram-se no possível local do projecto, seja para fingir que são pessoas locais e querem receber uma compensação pelo projecto, seja para procurar trabalho. O O sector privado beneficia da AIS ao melhorar as relações com as comunidades locais, os trabalhadores e os intervenientes importantes, evitando erros dispendiosos e o risco de pagamento de compensações futuras. termo industrial para este fenómeno é efeito pote de mel. Pode usar-se uma expressão mais técnica: migração induzida por um projecto. O mais importante em ambos os contextos é que o processo de gestão das questões sociais deve começar o mais rápido possível, muito antes de ser necessário um procedimento regulador. Assim, pensar sobre a forma como os projectos criam impactos logo no início dos mesmos é um passo muito importante. A AIS é muito mais do que uma ferramenta reguladora. Sendo também um componente da AIA no processo regulador, é muito mais do que isso. É o processo de gerir as questões sociais. Há vários académicos interessados na AIS, existem várias fontes bibiliográficas sobre AIS, existem teorias e métodos aplicáveis à AIS e um conjunto de estratégias que formam normalmente os antecedentes da compreensão de um perito em AIS. Assim, quando alguém afirma que é um perito em AIS, é possível assumir qual é o seu paradigma e qual a sua base de conhecimento. Pensar a AIS como um paradigma que informa o processo de gestão de questões sociais é uma forma muito melhor do que vê-la apenas como uma ferramenta reguladora. Há vários factores específicos a considerar quando pensamos uma AIS como sendo mais do que uma ferramenta reguladora. Uma das questões é que, ao longo do tempo, os governos alteraram as perspectivas sobre as suas próprias responsabilidades. Inicialmente a AIS foi criada porque os governos precisavam de proteger as comunidades de danos relacionados com os projectos, mas o que vemos actualmente é que as comunidades querem muito mais para além da protecção mínima que os governos oferecem. Outro paradigma que tem vindo a ser desenvolvido nos últimos 40 anos é o conceito de responsabilidade social das empresas (RSE). Provavelmente esta responsabilidade existe há cerca de 40 anos, mas a maioria das práticas das empresas eram fracas. Actualmente, sob o tema do desenvolvimento sustentável e da responsabilidade social das empresas, a maioria das organizações estão realmente empenhadas em cumprir mais do que os requisitos mínimos. As empresas querem ser os melhores desenvolvedores e estão dispostas a negociar directamente com as comunidades locais para cumprirem requisitos para além dos estritamente legais. Ao subscreverem a noção de valor partilhado, estão empenhadas na AIS, não apenas porque os governos assim o exigem, mas porque acreditam que esse empenhamento e uma conduta de acção correcta podem gerir melhor as suas questões e riscos sociais, adicionando valor aos seus negócios. Consequentemente, a forma como promovemos agora a AIS não é afirmando que é a ferramenta de governação perfeita (apesar de continuar a achar que deveria haver um objectivo regulador da AIS), mas sim porque existem motivos suficientes para que as empresas o façam. Ou seja, para atingir um melhor valor para os negócios e para as comunidades. O documento Business Studies 101 indica que as questões chave para adicionar valor a um negócio são o crescimento das receitas e o acesso aos mercados; a redução dos custos e o aumento de produtividade; o acesso ao capital (e taxas de juro aplicadas); a gestão eficaz do risco; o acesso a capital humano qualificado; e a reputação da empresa e dos seus produtos. É fácil mostrar como a AIS contribui positivamente para todos estes impulsionadores de negócio. Apesar de haver algumas diferenças entre o sector público e o sector privado, essas diferenças não são muito marcadas. As empresas do sector público devem ter uma autorização social para operar e devem funcionar de forma eficaz. Há uma forte estratégia de negócio para a avaliação de impactos sociais. A AIS ajuda a: Identificar eficazmente os riscos e a gerir os riscos sociais; Permitir um melhor acesso aos recursos; Melhorar o acesso a mão-de-obra qualificada e a fornecedores; Identificar problemas antecipadamente para que possam ser resolvidos antes de se tornarem problemáticos; Reduzir custos; Considerar os custos totais, significando que, ao saber os custos totais prováveis, poderá haver uma melhor tomada de decisões; Dar maiores certezas sobre o processo, especialmente a intervenientes chave, incluindo governos, investidores e comunidades afectadas; Criar uma autorização especial para operar; Melhorar as relações com os intervenientes; Melhorar a reputação da empresa e dos produtos; Aumentar o sucesso a longo prazo do projecto, evitando atrasos e desactivações; Reduzir a probablididade de pagamento de compensações futuras, permitindo lidar com uma maior variedade de questões (riscos sociais). Em muitos sectores, particularmente na indústria mineira, têm surgido muitos custos relacionados com protestos das comunidades, retaliações contra empresas, sabotagem das fábricas e equipamentos, acções legais e processos judiciais, entre outros. Quer as empresas ganhem ou percam os processos em tribunal, haverão sempre custos envolvidos, não apenas custos legais, mas também danos consideráveis na reputação. A construção de melhores relações com as comunidades locais e o estabelecimento de uma autorização social para operar é uma forte estratégia de negócio para as empresas. Na medida em que é o processo de gestão das questões sociais, a AIS atinge os seus objectivos trabalhando com agências reguladoras para contribuir para uma melhor tomada de decisões. Trabalha com o proponente para melhorar os projectos e trabalha com as comunidades para ajudá-las a lidar com a mudança. Um dos motivos pelos quais as empresas/projectos devem considerar os seus riscos sociais de forma cuidada é o facto do custo de financiamente poder ser afectado, ou até o acesso ao financiamento. Por todo o mundo, muitos bancos regem-se pelos Princípios do Equador. Ou seja, assumem um compromisso público de que não irão emprestar dinheiro para fins incorrectos. Por outras palavras, a projectos que violem os direitos humanos ou provoquem danos ambientais ou sociais. Para obterem financiamento, as empresas devem assim demonstrar às instituições financeiras que estão a cumprir um conjunto de directrizes sociais e de sustentabilidade. A necessidade de garantir que existe compatibilidade do projecto com as questões sociais é um direito adquirido das instituições financeiras, ou arriscam-se a ser rejeitadas pela organização dos Princípios do Equador e/ou a serem importunadas por ONGs (organizações não governamentais). Um dos factores fundamentais que faz da AIS muito mais do que um processo regulador é o facto dos reguladores actuais e futuros não serem apenas os governos, mas também as ONGs locais e internacionais, bem como as organizações ambientais. São estas as organizações que fazem pressão, especialmente nas empresas mineiras. Mesmo quando as empresas têm aprovação reguladora dos seus projectos em jurisdições específicas, isso não significa que tenham a aceitação das ONGs. Há uma necessidade real de garantir que as empresas estabeleceram a sua estratégia num âmbito mais abrangente do que o contexto regulador local. Devem ser aceites por intervenientes em todo o mundo. A AIS beneficia as comunidades ao dar-lhes mais poder de decisão, ao revitalizá-las e ao construir capital social, garantindo que os impactos negativos são evitados e que os benefícios do projecto são maximizados. O sector privado beneficia da AIS ao melhorar as relações com as comunidades locais, os trabalhadores e os intervenientes importantes. O facto de conseguir uma autorização social para operar permite-lhe evitar erros dispendiosos e o risco de pagamento de compensações futuras. Ao mesmo tempo, melhora a tomada de decisões. As agências governamentais beneficiam com o facto de terem acesso a melhor informação para a tomada de decisões, enquanto as instituições financeiras passam a poder cumprir com os requisitos dos Princípios do Equador.

4 16 TECNOLOGIA & GESTÃO JORNAL DE ANGOLA Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014 REDES SOCIAIS Os aspectos negativos desta forma de comunicação As redes sociais são terreno fértil para exposição a más influências, a comportamentos desviantes e a outros tipos de predadores sociais. LEONEL MIRANDA O narcisismo potencial incentivado pelas redes sociais será percursor certamente de problemas emocionais na vida futura, ou resultar na incapacidade de empatia com as outras pessoas. Um estudo realizado por Larry Rosen, professor de psicologia na Universidade da Califórnia, concluiu que a utilização excessiva das redes sociais pode resultar na diminuição de empatia entre adolescentes e aumentar o narcisismo. As redes sociais também podem predispor os utilizadores para o sensacionalismo e para a depressão. Há alguns pediatras que já cunharam a expressão depressão Facebook, sublinhando que há quem sofra desse tipo de depressão. Ou seja, depois de passarem muito tempo nas redes sociais, alguns utilizadores tornam-se ansiosos e temperamentais. Existe ainda o risco de pessoas mais vulneráveis entrarem em depressão quando vêem tudo aquilo que os seus amigos e conhecidos colocam nas redes sociais sobre as suas vidas (real ou exagerado). Se considerarmos que as vidas dos outros são interessantes e óptimas, enquanto a nossa é monótona e sem interesse, teremos todos os ingredientes para cozinharmos a nossa depressão. Se isto pode acontecer a qualquer utilizador quando vê as fotos das férias dos outros, independentemente da idade, quando esses utilizadores são crianças e jovens, o problema assume contornos mais acentuados.podemos falar ainda do problema da escrita nas redes sociais, onde a gramática é quase aquela que quisermos. Na realidade, até acaba por ser moda escrever mal e até escrever algo que não tem sentido. Muitos utilizadores acabarão assim por ter dificuldade em estabelecer a diferença entre a comunicação nas redes sociais e a comunicação no mundo real. De facto, muitos professores queixam-se de que a escrita típica das redes sociais contamina frequentemente os trabalhos da escola. As redes sociais também podem roubar tempo ao relacionamento real de proximidade física. Claro que podemos argumentar que na comunicação virtual ninguém contrai os vírus da constipação do seu interlocutor, mas o relacionamento de proximidade continua a ser mais natural e saudável. De referir igualmente que as redes sociais são terreno fértil para exposição a más influências, a comportamentos desviantes e a outros tipos de predadores sociais, que se escondem no anonimato de uma falsa personalidade. Os próprios utilizadores podem servir-se das redes sociais para se prejudicarem inadvertidamente a si mesmos. São conhecidos casos de carreiras políticas e profissionais arruinadas porque em tempos se colocou uma foto a consumir droga ou em posições menos próprio, ou se escreveu algo que não deveria ter sido escrito. Nas redes sociais nada desaparece para sempre. Tudo é perene, ao ponto de nos poder perseguir pelo resto das nossas vidas. Os utilizadores com algum histórico de auto-flagelação ou tendências suicidas também podem ser particularmente vulneráveis às mensagens negativas frequentemente publicadas nas redes sociais. Este problema é agravado pelo facto de alguns estudos demonstrarem que são exactamente estes utilizadores que tendem a passar mais tempo na Internet e a ser vítimas de cyberbullying. As vantagens das redes sociais vos Depois de o termos feito desistir das redes sociais com o texto anterior, é altura de lhe dizermos que nem tudo é mau nesse mundo de inter-relações e comunicação online. Na realidade, por cada argumento contra as redes sociais podemos invocar outro a favor. O importante é estar alerta, de modo a aproveitar o que as redes sociais nos podem oferecer de bom e a evitar aquilo que podem ter de mau. Em primeiro lugar, as pessoas têm nas redes sociais uma forma de aumentar os seus contactos e de se adaptarem às novas tecnologias. Deste modo, não é de estranhar que a MacArthur Foundation afirme que as crianças e os adolescentes desenvolvem capacidades técnicas e sociais nas redes sociais.o problema é que muitos dos adultos ainda não compreendem nem valorizam essas capacidades. Será que as redes sociais e o mundo online em geral estão a criar pessoas diferentes? É isso mesmo. Pelo menos parece ser essa a ideia de Mizuko Ito, da Universidade da Califórnia, quando afirma que passar tempo online é essencial para que os jovens adquiram as capacidades sociais e técnicas de que precisam para se tornarem cidadãos competentes na era digital.por outro lado, há quem afirme que as redes sociais tornam as pessoas mais baseadas nos seus pares. Ou seja, tornam-nos propensos a aprendermos com os outros utilizadores. Existe uma interacção e um feedback entre os utilizadores que os incentiva a aprenderem mais uns com os outros do que com terceiros fora das redes sociais. No caso dos mais novos, os professores e os adultos deixaram de ser as únicas fontes de conhecimento. Mas isto é positivo? Talvez dependa do ponto de vista que utilizarmos, mas a verdade é que encontrámos este argumento no lado dos aspectos positi- das redes sociais. Um aspecto indiscutivelmente positivo das redes sociais é a rede de contactos. Qualquer utilizador das redes sociais tem facilidade em fazer amigos por todo o mundo e a maioria deles nunca os irá conhecer presencialmente. Mas esta riqueza de contactos pode ser muito útil para o enriquecimento pessoal, partilha de experiências, identificação de oportunidades profissionais, etc. Já disseram que tempo é dinheiro, mas também é verdade que contactos são riqueza (material e pessoal). Lembram-se de termos dito no texto anterior que as redes sociais podem tornar os jovens menos empáticos? Outros especialistas dizem exactamente o contrário. Ou seja, que os utilizadores destas redes se podem tornar mais orientados ao relacionamento, atenciosos e empáticos. E justificam isso com a ideia de que, por exemplo, temos de nos lembrar do aniversário de toda gente (ou eles lembram-nos) e arranjar alguma forma de recompensa (presente ou simples parabéns). Também são comuns os comentários sobre as fotos, vídeos, ou frases publicadas pelos amigos, criando potencialmente amizades de longo prazo que resistem a distâncias geográficas e outras contingências da vida.larry Rosen fala mesmo de empatia virtual pelos amigos nas redes sociais que estão mais em baixo, tendo um efeito positivo no estado de espírito dos mesmos. Mas apesar de ser uma empatia virtual, pode extravasar para o mundo real. Como lidar saudavelmente com as redes sociais Para os pais e utilizadores em geral das redes sociais, deixamos aqui alguns conselhos para poderem tirar o melhor partido desta forma de comunicação e evitar os aspectos negativos. Devemos começar por nos encorajar a nós mesmos e aos nossos filhos a passar muito mais tempo na comunicação tradicional com os outros do que na comunicação online. A moderação será sempre uma boa prática a seguir. Este primeiro passo deverá levarnos a investir mais nas amizades fisicamente presenciais. As interacções cara a cara são mais profundas e humanas do que nas redes sociais. As crianças em particular ganham mais aptidões sociais nos relacionamentos e na comunicação cara a cara do que quando utilizam o suporte online. As amizades nas redes sociais não lhes ensinam a perceber pistas vocais subtis, a interpretar a linguagem corporal e a adaptaremse a diferentes personalidades. Estas aptidões costumam ser muito importantes na vida real. Em vez de impedirmos ou criticarmos alguém relativamente à utilização das redes sociais, devemos incentivar outros interesses dessa pessoa e apoiá-los. Esses interesses podem ser algum desporto, um instrumento musical, escrever, ler, etc. Como a interdição total das redes sociais não parece ser a melhor política a seguir relativamente a alguém, em especial aos filhos, haverá que sugerir e ajudar a tirar partido das mesmas para aprender e colaborar, desincentivando utilizações sem interesse. Haverá que distinguir entre aquilo que é substância e aquilo que é lixo. Será conveniente evitar o que se pode chamar de lado sombrio das redes sociais, incluindo o cyberbullying e a partilha de conteúdos impróprios. Tudo isto implica que os pais devem supervisionar a actividade dos seus filhos nas redes sociais, não no sentido de policiamento, mas antes de aconselhamento e acompanhamento. Só assim será possível identificar e evitar alguns perigos típicos, como a comunicação continuada com predadores sexuais e a exposição a influências não recomendáveis, por exemplo. Nem sempre o seu filho está online para pesquisar coisas para os trabalhos da escola. Será boa prática parental ter sempre Passar tempo online é essencial para adquirirmos as capacidades sociais e técnicas de que precisamos para nos tornarmos cidadãos competentes na era digital. uma noção realista daquilo que os filhos estão a fazer online e nunca permitir a utilização do computador no quarto com a porta fechada. Ainda no que se refere às crianças, será necessário insistir constantemente na diferença entre os relacionamentos na vida real e os relacionamentos nas redes sociais. O facto de se terem centenas de amigos nas redes sociais não significa necessariamente que se seja popular. Há ainda a questão da escrita. Escrever bem e correctamente nas redes sociais pode não ser muito adequado em certos círculos de amigos, mas escrever mal e sem sentido na vida real não nos levará a lado nenhum. Haverá, portanto, que distinguir os dois mundos e não criar maus hábitos. As recomendações acima podem resumir-se a uma: não descure a utilização que os seus filhos fazem das redes sociais e do mundo online em geral. Os três textos tiveram como base informação publicada no site

5 JORNAL DE ANGOLA Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014 TECNOLOGIA & GESTÃO 17

6 18 TECNOLOGIA & GESTÃO JORNAL DE ANGOLA Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014 Tendências tecnológicas para este ano PREVISÕES O mercado de milhões dará lugar a milhões de mercados. O marketing personalizado está de volta, mas desta vez com novas ferramentas que estão a redefinir a forma como as empresas identificam e contactam os clientes. Estamos no início de 2014 e, consequentemente, na altura de todas as previsões. Resolvemos inspirar-nos na IDC e nos seus analistas de mercado para lhe deixarmos algumas sugestões de quem sabe para enfrentar este novo ano de forma informada. Na opinião de Claus Mortensen, da IDC, a natureza dos gastos em TI (tecnologias de informação) alterou-se de forma significativa. Os smartphones representaram mais de 35 por cento de todos os gastos em TI (excluindo os serviços de telecomunicações) durante Mas esse peso deverá aumentar este ano e nos próximos, de modo a representarem 40 por cento desses gastos em Mas não é só nos equipamentos que as coisas estão a mudar. O big data, a computação em nuvem, a mobilidade e as redes sociais terão um grande impacto na forma como as TI serão adoptadas em Com base nos estudos de mercado realizados pela IDC e na opinião dos seus analistas, apresentamos a seguir 10 previsões chave para 2014 na área das tecnologias de informação e comunicação (TIC). Previsão 1. Deixaram de fazer sentido estratégias empresariais de mobilidade do tipo traga o seu equipamento para utilizar na empresa. As políticas de BYOD (bring your own device) representam um compromisso entre os utilizadores e as respectivas empresas. Estas últimas mostram relutância em permitir que os seus funcionários utilizem os seus próprios equipamentos no trabalho. Por sua vez, os utilizadores mostram-se relutantes em utilizar os seus equipamentos para fins laborais. Muitas empresas optarão antes por permitir que alguns dos seus funcionários escolham determinados modelos de equipamentos. Esta estratégia de mobilidade é designada por CYOD (choose your own device) e será seguida como uma forma de garantir e estandardizar a gestão e a segurança dos equipamentos da empresa. Previsão 2. O mercado de milhões dará lugar a milhões de mercados. O marketing personalizado Os ecossistemas tecnológicos (abarcando as empresas, os seus parceiros e os seus clientes) serão grandes geradores de inovação. está de volta, mas desta vez com novas ferramentas que estão a redefinir a forma como as empresas identificam e contactam os seus melhores clientes. Além disso, foi adicionada uma nova dimensão: o contexto. À medida que assistimos à convergência entre o big data e as ferramentas de análise, a computação em nuvem, a mobilidade e as redes sociais, surgem possibilidades sem precedentes para criar formas de valor de negócio completamente novas e alterar o mundo da tecnologia. Estão assim a surgir soluções inteligentes e inovações potenciadoras de grandes mudanças. A IDC prevê que 2014 será o ano em que veremos essas metodologias e ferramentas a começarem a ser utilizadas para se atingir nos anos seguintes o nirvana do marketing individualizado. Previsão 3. Os dados de geolocalização levarão algumas empresas a alargar as fronteiras regulamentares e as expectativas dos clientes. Existe um grande interesse nos vários sectores de actividade em encontrar novas formas de gerar receita e de optimizar as operações através do recurso ao big data e à análise dos dados. Muitas empresas terão acesso a informação de geolocalização dos clientes pela primeira vez e à possibilidade de analisarem essa informação. Além da criação de aplicações que exijam permissão legal para recolher e comercializar informação comportamental, irão pensar em serviços personalizados. Esta abordagem irá criar relações positivas com os clientes, podendo convencê-los a não defenderem legislação restritiva. A informação de geolocalização será a grande novidade em 2014, na medida em que pode enriquecer outras formas de dados e contar a história detalhada do comportamento de uma pessoa, dos seus hábitos e relacionamentos. Com esta informação, as empresas poderão criar oportunidades únicas de comunicarem individualmente com os seus clientes. Previsão 4. Este ano marcará o início a sério do big data sob a forma de serviço (BDaaS). A disponibilidade de infra-estruturas de computação em nuvem (públicas ou privadas) será a base onde assentarão todos os serviços. O BDaaS (big data as a service) é uma integração de quatro tipos de ofertas: dados não transacionais (leituras de sensores, dados sobre fluxos de cliques, de vídeo e de interacções sociais); serviços de armazenamento de dados com zonas ou clusters de disponibilidade adequada; fontes de computação fornecidas pelo mesmo fornecedor de computação em nuvem que aloja o armazenamento de dados; ferramentas de análise a correr nos mesmos serviços de computação em nuvem como recursos computacionais. Previsão 5. O enorme crescimento do comércio electrónico dará origem a novos modelos de consumo e a novas áreas de negócio. Tal como os smartphones e as apps móveis alteraram significativamente as áreas da computação, do software e das comunicações, a IDC espera que as plataforma móveis alterem e expandam significativamente o comércio electrónico em 2014 e nos anos seguintes. A maior parte dos fornecedores de comércio electrónico deverão alargar as suas capacidades para permitir compras móveis num futuro próximo. Isto não se aplica apenas às empresas que já têm plataformas de comércio electrónico, nem será uma mera extensão móvel para essas plataformas. A IDC espera que vários fornecedores de aplicações móveis incorporem funções de comércio em 2014, indo desde as comunicações até às redes sociais, sem esquecer as apps de jogos e as mais orientadas apps de mcommerce. Neste contexto, deverá desvanecer-se o domínio ou quase monopólio de alguns dos actuais líderes do comércio electrónico. Previsão 6. Os gigantes da tecnologia (incluindo as telecomunicações e a Web) irão avançar pa- mentadas. No entanto, a IDC acha que a maior parte da inovação impulsionadora da indústria não terá origem nos fornecedores tradicionais, mas antes em novos fornecedores de aplicações de Internet das coisas e de ferramentas de análise. Estes últimos encontrarão novas formas de tirar partido dos produtos tecnológicos e dos dados que capturam para criarem soluções capazes de alterar a forma como trabalhamos e vivemos. Previsão 8. Os ecossistemas tecnológicos serão grandes geradores de inovação. A IDC prevê que em 2014 as prioridades de investimento das empresas terão como alvo os ecossistemas de TIC. Nestes ecossistemas, as tecnologias passam a abarcar as empresas, os seus parceiros e os seus clientes. A IDC também espera o surgimento do B2B2C, em que as empresas (e os governos) escolhem cuidadosamente ferramentas de experiência dos clientes para solicitarem informação que seja capaz de criar novas oportunidades, consistência e lealdade. Previsão 9. As infra-estruturas definidas por software provocarão transformações em Estas infra-estruturas de datacenter são um conjunto emergente de engenharia e nomenclatura que abarcará um leque alargado de tecnologias de Em 2014 começarão a colher-se os benefícios da Internet das coisas, lançando as bases para alterar profundamente a forma como funcionam as cidades, como operam as indústrias, como concorrem as empresas, como trabalham os funcionários, ou como vivem os clientes. ra áreas de negócio adjacentes, provocando uma nova onda de mudanças no mercado. O mundo cada vez mais globalizado, interligado e sem fronteiras em que vivemos abriu caminho a novas possibilidades para as empresas mundiais do sector da tecnologia. Desta forma, a IDC espera que 2014 marque o início da emergência do fornecedor de serviços do futuro, com as empresas a explorarem novas oportunidades de negócio. Previsão 7. A Internet das coisas irá revolucionar os produtos e os modelos de negócio. Em 2014 começarão a colher-se os benefícios da Internet das coisas, lançando as bases para alterar profundamente a forma como funcionam as cidades, como operam as indústrias, como concorrem as empresas, como trabalham os funcionários, ou como vivem os clientes. As tecnologias de base que irão suportar esta evolução já estão testadas e imple- eficiência ligadas aos centros de dados, incluindo redes, armazenamento e plataforma de servidor. As infra-estruturas definidas por software têm o potencial de resolver vários problemas complexos inerentes aos centros de dados. O futuro dos centros de dados irá incluir servidores genéricos e sistemas especializados capazes de gerir cargas de trabalho variadas. Previsão 10. Em 2014 iremos assistir à tempestade perfeita para o fracasso de projectos, devido à combinação de mobilidade, análise, redes sociais e computação em nuvem. Apesar destas três tecnologias terem o potencial de criar novo valor de negócio, a IDC prevê que em 2015 a sua aplicação frequente para responder às necessidades das empresas irá aumentar consideravelmente o risco de fracasso dos projectos, forçando a adopção de novas estratégias de mitigação de risco.

7 JORNAL DE ANGOLA Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014 TECNOLOGIA & GESTÃO 19 MERCADO Crescimento desigual nos equipamentos de computação Quadro 1. Vendas mundiais de equipamentos de computação entre 2012 e 2015 (dados reais e previsões, conforme os anos) em milhares de unidades. Fonte: Gartner, Dezembro de As vendas mundiais combinadas de equipamentos de computação (incluindo PCs, ultramóveis, tablets e telefones móveis) deverão totalizar 2,5 mil milhões de unidades em 2014, o que representa um crescimento de 7,6 por cento face ao ano de 2013, caso estas previsões da Gartner se venham a confirmar. No mercado dos sistemas operativos incluídos nestes equipamentos, o Android deverá ultrapassar os mil milhões de utilizadores durante este ano. Em 2017 cerca de 75 por cento dos volumes de vendas do Android serão provenientes dos chamados mercados emergentes. Ranjit Atwal, analista na Gartner, o mercado dos equipamentos de computação continua a evoluir, com os compradores a decidirem quais as combinações de equipamentos que mais se adequam às suas necessidades e preferências. Os telefones móveis são incontornáveis, pelo que as suas vendas continuarão a crescer, embora a um ritmo mais lento. Deverá assistir-se a uma deslocação de grande parte das compras dos equipamentos de topo de gama para os modelos da gama média e baixa. Ao mesmo tempo, os utilizadores tenderão a comprar menos PCs tradicionais (notebooks e desktops), uma vez que estes equipamentos estão a tornar-se claramente ferramentas para a criação de conteúdos que são partilhadas por vários utilizadores, perdendo aquela aura de equipamento pessoal ou individual. A maior flexibilidade proporcionada pelos tablets, equipamentos híbridos e notebooks mais leves está a ganhar a preferência dos utilizadores. Espera-se que os telefones móveis dominem em 2014 as vendas globais de equipamentos de computação com vendas de 1,9 mil milhões destes equipamentos em Se estes números da Gartner se confirmarem, será um crescimento de cinco por cento face a 2013 (ver quadro um). Os ultramóveis (que incluem os tablets) e os equipamentos híbridos serão os que irão registar maior crescimento no mercado global dos equipamentos de computação em 2014, devendo registar um enorme crescimento de 54 por cento. Os tablets mais pequenos deverão ser preferidos relativamente aos modelos maiores, uma vez que fornecem uma mobilidade extra que os consumidores desejam, bem como um custo inferior. Além disso, irão disputar a atenção dos consumidores com os equipamentos híbridos, segundo Ranjit Atwal. Se considerarmos apenas o mercado mundial de tablets, deverá crescer 47 por cento. Este óptimo desempenho será influenciado grandemente pela descida dos preços médios, atraindo novos utilizadores. Os consumidores continuarão a comprar tablets como equipamento adicional que podem levar consigo para onde quiserem. Um estudo recente da Gartner junto dos consumidores de vários países do mundo concluiu que cerca de dois terços dos tablets são utilizados fora de casa. Este padrão de utilização é semelhante ao dos smartphones. Quanto às vendas mundiais de PCs tradicionais, deverão totalizar 278 milhões de unidades em 2014, representando um decréscimo de sete por cento face a Mesmo assim, um inquérito realizado pela Gartner junto dos consumidores concluiu que serão menos de oito por cento os utilizadores que prevêem substituir o seu laptop por um tablet. Pelo contrário, a percentagem dos que afirmaram que podem trocá-lo por um ultrabook é quase o dobro. No que se refere aos sistemas operativos, o Android continuará a ser o mais vendido em todos os tipos de equipamentos de computação (ver quadro dois). A Gartner estima que o Android seja utilizado por 1,1 mil milhões de utilizadores em 2014, representando um crescimento de 26 por cento face a No entanto, Annette Zimmerman, analista na Gartner, sublinha que existe uma diferença entre volume de vendas e valor de vendas no mercado dos sistemas operativos. Os utilizadores do Android também serão muitos dos compradores de equipamentos de baixo de gama, ao contrário do que acontece com os utilizadores da Apple (ios/mac). O Android terá a maior base instalada em termos de equipamentos, totalizando 1,9 mil milhões em Já a base instalada dos ios/mac da Apple deverá ficar-se pelos 682 milhões de equipamentos. Se olharmos para o quadro um vemos um declínio continuado nas vendas mundiais de PCs tradicionais entre 2012 e Pelo contrário, os tablets estão em crescimento, o mesmo acontecendo com os telefones móveis e os híbridos (outros ultramóveis). Considerando todos os tipos de equipamentos em conjunto (linha do total no quadro), as previsões da Gartner apontam para um crescimento sustentado dos equipamentos de computação ao longo de todo o período temporal entre 2012 e O quadro dois mostra o mercado dos sistemas operativos considerando os vários tipos de equipamentos de computação. Como já referimos atrás, o Android é dominante e acentuará o seu domínio face aos concorrentes ao longo dos quatro anos. O Windows aparece em segundo lugar, mas com um crescimento relativamente baixo. Entre 2012 e 2013 assistiu-se mesmo a um declínio, prevendo-se uma recuperação ligeira em 2014 e mais acentuada em Os sistemas operativos da Apple (ios e Mac OS) aparecem na terceira posição, mas com um crescimento sustentado ao longo dos anos. Os outros dois sistemas operativos da tabela têm uma expressão relativamente reduzida em termos de unidades vendidas, mas com comportamentos distintos. Enquanto o RIM está claramente em queda, o Chrome está em ascensão acentuada. Todos os outros sistemas operativos que possa conhecer estão globalmente a perder terreno. Quadro 2. Vendas mundiais de equipamentos de computação por sistema operativo entre 2012 e 2015 (dados reais e previsões, conforme os anos) em milhares de unidades. Fonte: Gartner, Dezembro de Investimento em TI com algum crescimento este ano Investimento mundial em TI em 2013 e previsão para Valores em mil milhões de dólares americanos. Fonte: Gartner, Janeiro de O investimento mundial em TI (tecnologias de informação) deverá totalizar 3,8 biliões de dólares americanos em 2014, registando assim um crescimento de 3,1 por cento face a Estas previsões são da Gartner, segundo a qual 2013 caracterizou-se por um ano de estagnação (embora ligeiramente positiva) em termos deste tipo de investimento, uma vez que cresceu apenas 0,4 por cento face a O investimento em equipamentos de computação (incluindo PCs, ultramóveis, tablets e telefones móveis) registou uma contracção de 1,2 por cento em 2013, mas deverá registar um crescimento de 4,3 por cento em 2014 (ver quadro). Segundo os analistas da Gartner, a convergência dos segmentos dos PCs, ultramóveis (incluindo os tablets) e telefones móveis, bem como a erosão nas margens de venda, será uma realidade este ano, com a diferenciação a basearse cada vez mais no preço e não na orientação de cada equipamento para determinadas tarefas. O investimento em software empresarial continuará a crescer, sendo mesmo o que apresentará maior crescimento em 2014 (na ordem dos 6,8 por cento). Deverá registar-se um crescimento especialmente acentuado no software de gestão do relacionamento com os clientes e de gestão das cadeias de fornecimento. O grande investimento incidirá na exploração da análise de dados, de modo a tornar os processos B2C e B2B (empresas-consumidores e empresas-empresas) mais eficientes e a melhorar os esforços de marketing. O enfoque residirá na melhoria da experiência dos clientes através de processos de pré-venda, venda e pós-venda, segundo Richard Gordon, da Gartner. Se olharmos para o quadro, o investimento em equipamentos deverá recuperar este ano, depois de uma queda de 1,2 por cento em O mesmo acontecerá com os sistemas de centros de dados (data centers), cujo investimento diminuiu 0,3 por cento em 2013, mas esperando-se um crescimento de 2,6 por cento para este ano. O investimento em software empresarial, como já vimos atrás, será o que mais deverá crescer em 2014, mantendo a mesma tendência do ano passado. Nos serviços de TI espera-se um crescimento mais acentuado do investimento este ano do que no ano passado (4,5 contra apenas 1,8 por cento) e nos serviços de telecomunicações prevê-se um crescimento de 1,2 por cento em 2014 depois de ter decrescido 0,5 por cento o ano passado. No total podemos dizer que o crescimento esperado para as TI em 2014 é satisfatório, sobretudo depois da situação de quase estagnação em 2013.

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