Ecologia II Módulo «Ecossistemas aquáticos» Licenciatura em Ecoturismo Manuela Abelho Sector de Biologia e Ecologia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ecologia II Módulo «Ecossistemas aquáticos» Licenciatura em Ecoturismo Manuela Abelho Sector de Biologia e Ecologia abelho@esac.pt"

Transcrição

1 Ecologia II Módulo «Ecossistemas aquáticos» Licenciatura em Ecoturismo Manuela Abelho Sector de Biologia e Ecologia 3.Rios e ribeiros: morfologia e físico-química Bacia de drenagem Caudal Ordem Rápidos e remansos Factores abióticos importantes para os organismos

2 Organismos da água doce Microrganismos Bactérias Protozoários Fungos Plantas e algas Invertebrados Peixes Anfíbios Répteis Aves Mamíferos

3 poric/aquatic_hyphomycetes/ang uillospora_sp.jpg Fungos aquáticos Os conídios dos hifomicetas têm formas tetra-radiada e sigmóide características >600 espécies, a maior parte espécies saprófitas associados à matéria orgânica vegetal em decomposição importantes na decomposição da matéria orgânica Hifomicetas são o grupo mais importante Possuem conídios (esporos assexuados) relativamente grandes _a36746c8ba.jpg?v=0

4 Macrófitas (plantas aquáticas/hidrófitas) Tipos taxonómicos Não vasculares - musgos (Briófitos) e algas Plantas vasculares (mono e dicotiledóneas) - angiospérmicas monocotiledónias são as plantas dominantes nos ecossistemas aquáticos Tipos morfológicos (tipo de fixação) Flutuantes: não estão fixas ao sedimento; podem estar submersas ou imersas Enraizadas de folhas flutuantes: têm folhas à superfície e raízes fixas ao sedimento Enraizadas submersas: ciclo de vida (excepto floração) todo submerso; raízes no sedimento

5 Algumas macrófitas Tabúa (Typha sp.) Espiga-de-água (Potamogeton natans) Lentilha-de-água (Lemna minor) Alga (Chara sp.)

6 Invertebrados aquáticos Muito diversos em termos de grupos taxonómicos Dominados pelos insectos aquáticos

7 Classe Turbellaria, Ordem Tricladida Planárias Predadores

8 4/Planorbella_trivolvis.jpg/300px-Planorbella_trivolvis.jpg Filo Mollusca, Classe Gastropoda Búzios, caracóis, lapas Água pouco profunda, rica em carbonatos (construção da concha) Raspadores de substrato _f32bdec7fb_m.jpg ylus_fluviatilis_10863.jpg

9 Filo Mollusca, Classe Bivalvia Bivalves Rios grandes com substrato arenoso grosseiro ou fino Filtradores /Asiatic-Clam_Noel-Burkhead-.jpg

10 Filo Annelida, Classe Oligochaeta Minhocas Colectores, águas lóticas ou lênticas Toleram má qualidade da água por isso podem ser muito abundantes em situações onde outros invertebrados estão ausentes /ANN-AnnelidaSp.jpg DrewesC/htdocs/lv2whole.jpg

11 Filo Annelida, Classe Hirudinea Sanguessugas Predadores e parasitas %20pics/glossiphonworm.gif

12 Classe Crustacea Lagostim-de-rio, camarão-deágua-doce, pulga-de-água Lagostim-de-rio pediaofalabama.org/ media_content/m jpg Bicho-de-conta aquático epublic.com/entomolo gy/crustaceans/freshw atershrimp/freshwatershrimp.jpg Pulga-de-água Camarão-de-água-doce b.edu/files/research/s ummaries/freshwate rcrustacean- Bosminaschulz.jpg

13 com/photossmall/h ydracarina% JPG Classe Arachnida, Hydracarina Ácaros aquáticos Predadores e parasitas (geralmente de larvas de insectos aquáticos) t.fsu.edu/moviegall ery/images/pondsc um/hydracarina.jpg hews.nildram.co.uk /animalcules/mite4. jpg Bioassessment/Macroinvertebra tes/training/images/cryptic_tax a/31_hydracarina.jpg

14 Classe Insecta São os habitantes mais comuns dos rios e ribeiros Na maior parte dos casos, os estádios larvares são aquáticos e os imagos são terrestres Estádio larvar longo; estádio adulto curto Ordens mais importantes nas águas correntes Ephemeroptera Plecoptera Trichoptera Diptera Coleoptera Hemiptera Odonata

15 Ordem Ephemeroptera Efémeras/moscas-de-Maio optera.jpg g.au/bugguide/resou rces/ephemeroptera Baetidae_Lg.jpg s.wordpress.com/2009 /05/ephemeroptera jpg secta/rhithrogena_sp.jpg

16 A vida efémera dos imagos dos Ephemeroptera Efémeras apenas no estado adulto (voador terrestre); os estádios larvares (aquáticos) podem durar dois anos Indicadores de boa qualidade

17 Ordem Plecoptera Plecópteros/moscas-da-pedra Indicadores de muito boa qualidade x.ca/plecoptera/acr oneuria-lycorias.jpg mb.edu/~fwatson/ class/essp303/200 7/critters/630w/D SC05667.jpg b.com/secc/nat_gal /insectos/plecopter a/plecopt1.jpg UIDAE/Catocalinae2006/images/43Rhabdophera_arefacta.jpg

18 Ordem Odonata Libelinhas e libélulas u/bugguide/resources/o donataaeshnidae_lg.jpg Subordem Anisoptera: libélulas Ninfa: corpo entroncado; sem lamelas caudais Imago: as asas ficam sempre abertas mesmo quando poisa ures/misc/odonata/odonata_27. jpg avalleypreserve/coachellabluedamselfly.jpg g/invertebrates/images/da mselflynymph.jpg Subordem Zygoptera: libelinhas Ninfa: corpo esguio; com lamelas caudais Imago: as asas fecham quando poisa

19 Ordem Coleoptera Escaravelhos aquáticos ckr.com/1413/ _069c8b107e.jp g es/img_0412.jpg k/nature/species/gr eat_diving_beetle mages/invertebrates/beetle/rifflebe etles047web.jpg

20 Ciclo-de-vida Ao contrário do que acontece com as outras ordens de insectos, muitas famílias de coleópteros também têm imagos aquáticos

21 gguide/resources/trichopter aphilopotamid_lg.jpg Ordem Trichoptera Tricópteros Sem casulo Com casulo de detritos Com casulo de pedras tax.ca/trichoptera /CaddisLarvae.jpg narydigital.com/i mages/lightpad/ Caddisfly- Larva_2.jpg /level1/wav/ecology/odontoceridae.jpg y/trichoptera/trichoptera-caddis.jpg

22 Tricópteros Indicadores de água com boa qualidade

23 spec/picture_2742_medium.jpg Ordem Diptera Dípteros: moscas e mosquitos x.edu/images/level1/wav/ec ology/blephariceridae.jpg /images/cache/hh GRKH8RYZKZUL7ZV LMZVL7ZOLKZBL7Z RH5R0H2RCLPROLP RSHQZOLMZDL7ZQ H8ROL8RKHKZKHKZ ZH2R0H0Z1LKZRH.j pg images/mosquito_larvae_anopheles.jpg sms/diptera/chironomidae.jpg

24 Insectos aquáticos: número de espécies Ordem Mundo Europa Ephemeroptera > Plecoptera Trichoptera > Diptera: Família Simuliidae Diptera: Família Chironomidae Odonata

25 Comunidades piscícolas Península Ibérica isolada durante as glaciações do Plistocénico Poucas espécies Poucas invasões posteriores a partir da Europa Central devido à secura do clima 25 famílias; 80 espécies: 64 autóctones, as restantes introduzidas Isolamento geográfico diferenciação específica Espécies endémicas são exclusivamente fluviais Espécies que repartem a sua vida entre água doce e salgada são as mesmas do resto da Europa

26 Migrações Algumas espécies fluviais têm populações sedentárias em muitos rios (ex. truta-comum) Na Península Ibérica é mais frequente haver migrações, devido a cheias e secas ou por razões biológicas, como a desova Espécies anádromas: passam parte do estado adulto no mar e desovam nos rios (exemplo: lampreia, salmão, esturjão) Espécies catádromas: vivem nos rios e desovam no mar (exemplo: enguia) Migrações de desova para montante ou para jusante (exemplo: ciprinídeos e alguns salmonídeos)

27 Família Petromyzontidae Lampreias Lampreia-marinha (Petromyzon marinus) Espécie anádroma; antes da fase adulta vive 4-7 anos enterrada nos sedimentos dos troços baixos dos rios; morre após reprodução que ocorre em ninhos comunitários Adulto parasita outros peixes: tem uma ventosa bucal sugadora, com pequenos dentes córneos; não tem mandíbula Lampreia-de-rio (Lampetra fluviatilis) Espécie migradora anádroma: reproduz-se nos troços médio/baixos dos rios e vai para o mar na fase adulta Lampreia-de-riacho (Lampetra planeri) Dulçaquícola; troços médio/baixos dos rios; adulto fica 6 meses sem se alimentar; morre após reprodução uroethol/models/lamprey_swimming/lamprey OnFish.gif used/sea_lamprey.jpg

28 Família Acipenseridae Esturjão, Acipenser sturio Peixe grande (1-2 m), primitivo, sem escamas mas com placas ósseas Espécie anádroma, reproduz-se nos troços baixos dos rios e vive no mar

29 Família Anguillidae Enguia, Anguilla anguilla Espécie migradora catádroma Reproduz-se no Mar dos Sargaços (Atlântico, em frente à costa da Florida) Vive nos rios 8-15 anos, nos troços médio/baixos Come macroinvertebrados e peixes pequenos A captura de meixão ou enguia-de-vidro coloca a espécie em perigo mons/5/58/anguilla_anguilla.jpg

30 Família Clupeidae Sável e savelha Sável (Alosa alosa) Savelha (Alosa fallax) Espécies marinhas pelágicas, vivem na plataforma continental e entram nos rios na Primavera para desovar s/fichas/especies/0406.jpg Alosa_fallax.jpg

31 Família Salmonidae Salmão-do-Atlântico, Salmo salar Espécie migradora anádroma Vive no mar e reproduz-se no rio onde nasceu, reconhecendo-o pelo cheiro Vai para o mar a partir dos 2 anos de idade Sofre alterações metabólicas e hormonais que lhe permitem fixar o cheiro do rio onde nasceu e viver em água salgada 8/Salmo_salar_GLERL_1.jpg

32 Família Salmonidae Trutas Truta-comum (Salmo trutta fario) Corpo comprido adaptado à natação rápida, <50 cm; grande plasticidade ecológica (rios, lagos, rias ); come invertebrados aquáticos e terrestres Truta-marisca (Salmo trutta trutta) Anádroma mas não penetra tão profundamente na água salgada como o salmão; semelhante ao salmão mas maior Nos rios, todas as espécies vivem em águas rápidas, frias e bem oxigenadas e sem poluentes

33 Família Esocidade Lúcio, Esox lucius Introduzido no Tejo nos anos 40, expandiu-se para outros rios Corpo e cabeça compridos; barbatana dorsal muito grande permite-lhe nadar velozmente; boca com várias filas de dentes superiores e inferiores Grande: média 5 kg; já se pescaram exemplares com 17 kg Águas tranquilas com muita vegetação submersa Desova na Primavera entre macrófitas submersas onde os ovos ficam colados 9/9c/Esox_Lucius.JPG

34 Família Cyprinidae Família mais numerosa de peixes de água doce Península Ibérica: 25 espécies, das quais 12 são endémicas Principalmente troços médio/baixos dos rios Ausência de dentes na boca; dentes na faringe Reprodução na Primavera/Verão, entre vegetação submersa Na época do cio muitas espécies apresentam cores vistosas Barbo, boga, carpa, pimpão, pardelha, saramugo, tenca, ruivaco, escalo, bordalo cover_2.jpg

35 Saramugo (Anaecypris hispanica) Endemismo ibérico da bacia do Guadiana Pequeno (máximo 10 cm); forma cardumes Vive em zonas de fraca corrente, com muita vegetação subaquática e fundo pedregoso Dieta: macroinvertebrados, algas e detritos Em risco de extinção ikimedia.org/wiki/ File:Anaecypris_his panica_b.png ica.jpg

36 Barbos (Barbus spp.) Várias espécies Tamanho máximo varia com a espécie cm 2 16 kg Águas com pouca corrente dos troços baixos dos rios Têm dois pares de barbas bucais Alimentam-se de larvas de insectos e de detritos vegetais /pecesta.htm Barbo-comum (Barbus bocagei)

37 Carpa-comum (Cyprinus carpio) Cor dourada com grandes escamas, com 4 barbas bucais Tamanho máximo 120 cm e 12 kg Rios profundos de águas lentas Come plantas, invertebrados e peixes pequenos

38 Pimpão ou peixinho-vermelho (Carassius auratus) Semelhante à carpa, mas mais pequeno e sem barbas bucais Tamanho máximo 50 cm e 3 kg Nas formas silvestres a cor varia de esverdeado a dourado Prefere águas pouco profundas de lagoas e rios de corrente lenta, con abundante vegetación e fundos arenosos Originário da Ásia e da Europa Central, encontra-se em expansão na Europa /pecesta.htm

39 Bogas (Chondrostoma spp.) Cor esverdeada e ventre claro Tamanho máximo 50 cm e 2 kg Alimentação à base de invertebrados e de algas que raspam das pedras Troços médios dos rios, em águas com pouca corrente e substrato pedregoso ou zonas de corrente Peixe gregário, principalmente durante a migração pós-reprodutiva que efectua subindo os rios /pecesta.htm Chondostroma polylepis

40 Góbio (Gobio gobio) Semelhante aos barbos mas com um único par de barbas e mais pequeno Tamanho máximo 20 cm e 200 g Fundos arenosos e corrente fraca mas exigem para a reprodução substrato mais grosseiro com corrente Alimenta-se de macroinvertebrados bentónicos (larvas de insectos, crustáceos e moluscos) Especie sedentaria que se desloca curtas distâncias na época de reprodução /pecesta.htm

41 Pardelhas e ruivacos (Rutilus spp.) Peixes geralmente pequenos; tamanho máximo 18 cm e 50 g Algumas espécies são predadoras enquanto outras se alimentam de algas Troços médio-baixos dos rios onde a corrente não seja forte e ocorra vegetação aquática /pecesta.htm Rutilus lemmingii

42 Tenca (Tinca tinca) Escamas pequenas, corpo robusto e cor castanha esverdeada Um par de barbas bucais Águas paradas, profundas e com muita vegetação (lagoas e zonas de água parada) Alimenta-se principalmente de invertebrados aquáticos Reprodução em zonas de vegetação aquática densa, fixando os ovos à vegetação submersa /pecesta.htm

43 Família Cobitidae Verdemãs, Cobitis spp. Dimorfismo sexual acentuado: machos mais pequenos que fêmeas, com diferenças na coloração Alimentação à base de larvas de insectos e outros invertebrados A introdução de espécies exóticas são uma das causas da diminuição da espécie Cobitis paludica /pecesta.htm

44 Família Poecilidae Gambúsia, Gambusia affinis Originária da América do Norte Introduzida na Península Ibérica em 1921 para lutar contra o paludismo Insectívoro voraz; alimenta-se de larvas de mosquito Zonas de remanso Forma cardumes densos Ovovivípara: os ovos eclodem dentro da fêmea, saindo desta os alevins /Gambusia%20affinis%202.jpg

45 Vertebrados tetrápodes dulçaquícolas Número considerável de espécies exclusivamente aquáticas ou ripícolas A vegetação ripícola é importante para a fauna em geral, podendo funcionar como corredores ecológicos Grande diversidade: fonte de alimento Refúgio contra predadores ou temperatura

46 Anfíbios: tritões 3 espécies Triturus boscai Triturus helveticus Triturus marmoratus BDF2-298D5340BABE/Presentation.Large/photo.jpg

47 /201/ jpg 009/08/865bSalamandra_salaman dra_terrestris_4.jpg Anfíbios: salamandras 3 espécies Chioglossa lusitanica Salamandra salamandra Salamandra salamandra Pleurodeles walti Distribuicao-geografica-chioglossa-lusitanica.png

48 Anfíbios: relas 2 espécies Hyla arborea Hyla meridionalis _arborea01.jpg Meridionalis1.jpg

49 Anfíbios: sapos e rãs 9 espécies es.wordpress.com/2009 /03/bufo-bufo-male.jpg osibericos.org/anfibios /alyobs.jpg Bufo bufo (sapo-comum) Pelobates cultripes, Pelodytes sp., Alytes spp., Discoglossus galganoi, Rana spp., Bufo spp. Rana perezi (rã-comum) Alytes obstetricans (sapo-parteiro) 0/rana_perezi_.jpg

50 Répteis: cágados 2 espécies Emys orbicularis Mauremys leprosa JPG MauremysLeprosa.jpg

51 Répteis: lagarto-de-água Lacerta schreiberi

52 Répteis: cobras-de-água 2 espécies Natrix natrix Natrix maura

53 Aves Cinclus cinclus (melro d água) Alcedo atthis (guarda-rios ou pica-peixe) nclus% jpg S/070101%20Kingfisher%20(Alcedo%20atthis)(1).jpg

54 m/2009/01/corvo-marinho-defaces-brancas-ave.html Aves: cegonhas, garças, galinholas, corvos-marinhos Himanthopus himanthopus (pernilongo) Phalacrocorax carbo (corvo-marinho) Ardea cinerea (garça-real) Anas platyrhynchos (pato-real) wikipedia/commons/d/dd/har maahaikara.jpg

55 Mamíferos Arvicola sapidus (ratazana-de-água) Galemys pyrenaicus (toupeira-de-água) =../upload/bit/gale/ frata%20de%20auga.jpg&color=ffffff o-fucino-do-furapresas.jpg

56 Mamíferos Neomys anomalus (musaranho-aquático) Lutra lutra (lontra) large.jpg

57 Corredores ripícolas Zona de transição entre o ecossistema terrestre e o ecossistema aquático Nível freático elevado todo o ano Vegetação característica Disposta em forma de galeria Elevada diversidade Elevada produtividade Numerosas espécies de crescimento rápido e fácil reprodução

58 Vegetação Choupos (Populus spp.) Salgueiros (Salix spp.) Tílias (Tilia spp.) Aveleiras (Corylis avelana) Amieiros (Alnus glutinosa) Ulmeiros (Ulmus minor) Populus sp. (choupo) Alnus glutinosa (amieiro)

59 Funções da vegetação Estabilização das margens Manutenção de um canal com uma largura constante; menor erosão das margens e canal mais profundo com maior velocidade Retenção de materiais (sedimentos finos) e solutos das encostas Maior fertilidade dos solos; menor concentração de solutos (ex. fertilizantes) na água Fonte de energia Fornecimento de matéria orgânica às cadeias alimentares fluviais Controlo da temperatura e da luz que chega à água Menor oscilação térmica; manutenção de temperaturas baixas, mais adequadas por exemplo aos salmonídeos Limitação do crescimento de algas e macrófitas (menor eutrofização) Refúgio para numerosas espécies animais (aquáticas e terrestres)

60 Fauna dos corredores ripícolas Habitantes permanentes Répteis (cobras, lagarto-de-água) Aves que nidificam (alvéola) ou se alimentam de organismos aquáticos (guarda-rios) Mamíferos (rato-de-água, lontra) Habitantes ocasionais (refúgio/alimentação) Rapinas (milhafres, gaviões) Mamíferos (raposas, javalis)

Fontes de energia dos cursos de água

Fontes de energia dos cursos de água Fontes de energia dos cursos de água Fontes autóctones (produção autotrófica dentro do rio) Macrófitas: raramente consumidas quando vivas Diatomáceas Biofilme Perifíton Apenas significativas onde existe

Leia mais

Ecologia II: Ecossistemas fluviais. Manuela Abelho 2012

Ecologia II: Ecossistemas fluviais. Manuela Abelho 2012 Ecologia II: Ecossistemas fluviais Manuela Abelho 2012 3.1 Funções 3. ZONA RIPÍCOLA 2 Zonas ripícolas Espaços abertos que bordeiam os rios estabelecendo o seu limite e constituem a zona de transição entre

Leia mais

A utilização dos macroinvertebrados aquáticos de riachos na confecção de cartilhas de Educação Ambiental

A utilização dos macroinvertebrados aquáticos de riachos na confecção de cartilhas de Educação Ambiental A utilização dos macroinvertebrados aquáticos de riachos na confecção de cartilhas de Educação Ambiental EQUIPE Professor coordenador Dr. Gabriel de Paula Paciencia (massartella@gmail.com) Professor colaborador

Leia mais

Chave de Identificação. Bentónicos de Água Doce

Chave de Identificação. Bentónicos de Água Doce Chave de Identificação para Macroinvertebrados Bentónicos de Água Doce Os Macroinvertebrados são animais visíveis a olho nu (macro) e sem coluna vertebral (invertebrados). Barbara Bis Doutorada em Biologia,

Leia mais

Répteis na Tapada Nacional de Mafra

Répteis na Tapada Nacional de Mafra Répteis na Tapada Nacional de Mafra Lagartixa Ibérica (Podarcis hispanica) Dimensões: 70 mm de comprimento cabeça-corpo. Alimentação: moscas, mosquitos, centopeias, aranhas, formigas, gafanhotos e escaravelhos.

Leia mais

Peixes e crustaceos Nativos da PVSuL

Peixes e crustaceos Nativos da PVSuL Peixes e crustaceos Nativos da PVSuL Alguns, encobertos pela água. Outros, ativos à noite. A maioria, raramente vista. Os peixes e crustáceos presentes no PV-Sul representam dois grupos de animais presentes

Leia mais

A vida de uma enguia

A vida de uma enguia Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Castelo Branco A vida de uma enguia Texto de apoio Piscicultura António Moitinho Rodrigues Castelo Branco 2002 Introdução Além dos peixes como o salmão

Leia mais

ESPONJA DO MAR CORAL CÉREBRO. MEDUSA ou ÁGUA-VIVA HIDRA PLANÁRIA TERRESTRE. ESCÓLEX de TÊNIA LOMBRIGA. NEMATÓIDE de VIDA LIVRE

ESPONJA DO MAR CORAL CÉREBRO. MEDUSA ou ÁGUA-VIVA HIDRA PLANÁRIA TERRESTRE. ESCÓLEX de TÊNIA LOMBRIGA. NEMATÓIDE de VIDA LIVRE ESPONJA DO MAR Filo Porifera Os poríferos coloniais, como o da foto, são muito comuns nos mares brasileiros. (cerca de 5 cm de altura) HIDRA Filo Cnidaria Classe Hydrozoa Vive em água doce; em seu ciclo

Leia mais

FILO CHORDATA. Cordados

FILO CHORDATA. Cordados FILO CHORDATA Cordados Cordados Notocorda Triblásticos Deuterostômios Simetria Bilateral Epineuro Celomados 2 Características presentes em todos Notocorda; Fendas na faringe; Tubo nervoso dorsal; Cauda

Leia mais

Aula 4.4 - Os conquistadores do ambiente terrestre

Aula 4.4 - Os conquistadores do ambiente terrestre Aula 4.4 - Os conquistadores do ambiente terrestre Além do vegetais outros organismos habitavam o ambiente terrestre Organismos de corpo mole como moluscos e anelídeos Organismos com cutícula redução da

Leia mais

BIOLOGIA COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA

BIOLOGIA COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA COMENTÁRIO DA PROVA DE BIOLOGIA Nota-se claramente que a prova de biologia da segunda fase da UFPR refletiu um esforço no sentido de privilegiar questões que envolvam raciocínio lógico aplicado ao domínio

Leia mais

O manguezal. Se você costuma viajar para o litoral, provavelmente

O manguezal. Se você costuma viajar para o litoral, provavelmente A U A UL LA O manguezal Se você costuma viajar para o litoral, provavelmente já viu pela estrada algumas pessoas vendendo caranguejos. Esses animais tornam-se verdadeiras iguarias nos restaurantes. Muitos

Leia mais

Peixes. Espécie / Nome Vulgar. Cephalaspidomorphi. Actinopterygii. Petromyzontiformes. Acipenseriformes. Anguilliformes.

Peixes. Espécie / Nome Vulgar. Cephalaspidomorphi. Actinopterygii. Petromyzontiformes. Acipenseriformes. Anguilliformes. Cephalaspidomorphi Petromyzontiformes Petromyzontidae Lampetra fluviatilis (Linnaeus, 1758) Lampreia-de-rio Lampetra planeri (Bloch, 1784) Lampreia-de-riacho LR/nt 1 LR/nt 1 RE 1 1 MigRep 0-4 III III R

Leia mais

Os Macroinvertebrados no Ensino da Biologia

Os Macroinvertebrados no Ensino da Biologia Os Macroinvertebrados no Ensino da Biologia Formadores: João Carlos Martins e José Cancela Costa 2009 ESTUDO DA QUALIDADE BIOLÓGICA DE UM CURSO DE ÁGUA Os macroinvertebrados aquáticos, também designados

Leia mais

CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE

CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE 08 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP 0 Intenção sem ação é ilusão. Ouse fazer e o poder lhe será dado

Leia mais

Por que os peixes não se afogam?

Por que os peixes não se afogam? Por que os peixes não se afogam? A UU L AL A Dia de pescaria! Juntar os amigos para pescar num rio limpinho é bom demais! Você já reparou quanto tempo a gente demora para fisgar um peixe? Como eles conseguem

Leia mais

LUZ ESPECTRO SOLAR E RADIAÇÃO PAR (PHOTOSYNTHETIC ACTIVE RADIATION)

LUZ ESPECTRO SOLAR E RADIAÇÃO PAR (PHOTOSYNTHETIC ACTIVE RADIATION) LUZ 2 ESPECTRO SOLAR E RADIAÇÃO PAR (PHOTOSYNTHETIC ACTIVE RADIATION) Espectro da radiação solar: luz visível entre 400-700 nm. A % de Luz dos vários comprimentos de onda que penetra em profundidade. A

Leia mais

Trabalho realizado por: João Rabaça. 11º Ano do Curso Técnico de gestão de Equipamentos Informáticos

Trabalho realizado por: João Rabaça. 11º Ano do Curso Técnico de gestão de Equipamentos Informáticos Trabalho realizado por: João Rabaça 11º Ano do Curso Técnico de gestão de Equipamentos Informáticos Introdução Animais em vias de extinção - O que são? - O que é a extinção? -O cachalote -O Lince Ibérico

Leia mais

-- De São Paulo a Santos -- Colégio Santa Clara Prof. Marcos

-- De São Paulo a Santos -- Colégio Santa Clara Prof. Marcos -- De São Paulo a Santos -- Colégio Santa Clara Prof. Marcos São Paulo tem déficit de água Região Metropolitana de São Paulo População: aprox. 20 milhões Consumo médio de água: 73 mil litros por segundo

Leia mais

Os Recursos Hídricos e a Biodiversidade

Os Recursos Hídricos e a Biodiversidade Os Recursos Hídricos e a Biodiversidade O que é a Biodiversidade? Ø A biodiversidade, é como o próprio nome indica, toda a variedade que a vida assume no planeta Terra: variedade genética dentro de populações

Leia mais

1.1 - Interacções seres vivos factores abióticos

1.1 - Interacções seres vivos factores abióticos Ciências Naturais 8ªano 1.1 - Interacções seres vivos factores abióticos Ciências Naturais 8ºano 2010/2011 A/S Pinheiro 1.2 - Interacções seres vivos factores abióticos Dinâmica dos ecossistemas Num ecossistema,

Leia mais

Armando Loureiro Nuno Ferrand de Almeida Miguel A. Carretero Octávio S. Paulo

Armando Loureiro Nuno Ferrand de Almeida Miguel A. Carretero Octávio S. Paulo Atlas dos Anfíbios e Répteis de Portugal Atlas dos Anfíbios e Répteis Armando Loureiro Nuno Ferrand de Almeida Miguel A. Carretero Octávio S. Paulo (Editores) de Portugal Instituto da Conservação da Natureza

Leia mais

Espécies colonizadoras do charco do Centro Ciência Viva de Sintra A nível microscópico são observáveis: Diatomáceas Euglenófitas Protozoários

Espécies colonizadoras do charco do Centro Ciência Viva de Sintra A nível microscópico são observáveis: Diatomáceas  Euglenófitas Protozoários Espécies colonizadoras do charco do Centro Ciência Viva de Sintra A colonização do charco do CCVS está planeada ser feita de modo natural, segundo sucessões ecológicas. A água é doce e tem origem numa

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS

CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES MARINHOS Introdução Os oceanos ocupam cerca de 71% da superfície da Terra As partes mais profundas atingem quase 11000 metros Profundidade média dos oceanos é 3800 m. Volume

Leia mais

Sugestões de atividades para avaliação. Ciências 7 o ano Unidade 8

Sugestões de atividades para avaliação. Ciências 7 o ano Unidade 8 Sugestões de atividades para avaliação Ciências 7 o ano Unidade 8 5 Nome: Data: UniDaDE 8 1 Com relação às suas características gerais, podemos dizer que os vertebrados possuem exclusivamente: I. patas.

Leia mais

O ambiente marinho, principais divisões e componentes

O ambiente marinho, principais divisões e componentes O ambiente marinho, principais divisões e componentes Oceanografia GEO 232 Francisco Barros PPGEB- Instituto de Biologia CNPq -UFBA LAMEB barrosf@ufba.br Oceanos 71% da superfície da Terra Profundidade

Leia mais

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA - BIOLOGIA PROFESSOR (A): Renato Azevedo TURMA: 1ª série EM

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA - BIOLOGIA PROFESSOR (A): Renato Azevedo TURMA: 1ª série EM ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA - BIOLOGIA PROFESSOR (A): Renato Azevedo TURMA: 1ª série EM REVISÃO 1) Os moluscos bivalvos (ostras e mexilhões) são organismos economicamente importantes como fonte

Leia mais

Ficha Sumativa. Onde existe vida na Terra? Ambientes naturais: terrestres e aquáticos. Tema 2 - Terra em transformação.

Ficha Sumativa. Onde existe vida na Terra? Ambientes naturais: terrestres e aquáticos. Tema 2 - Terra em transformação. Ficha Sumativa Onde existe vida na Terra? Ambientes naturais: terrestres e aquáticos. Tema 2 - Terra em transformação. Bloco de trabalho 7 - Diversidade nos animais: como se alimentam. 1. A figura 1 representa,

Leia mais

FILO CHORDATA. Anfioxo. Ascídia

FILO CHORDATA. Anfioxo. Ascídia FILOS ANIMAIS FILO CHORDATA O filo apresenta cerca de 50.000 espécies distribuídas entre protocordados e vertebrados. Protocordados cordados mais simples, pequenos e exclusivamente marinhos não são muito

Leia mais

truta - sapos - rãs - tartaruga - serpente - garça - andorinha - morcego - macaco

truta - sapos - rãs - tartaruga - serpente - garça - andorinha - morcego - macaco PROFESSOR: EQUIPE DE CIÊNCIAS BANCO DE QUESTÕES - CIÊNCIAS 3º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ========================================================================== 01- Marque com um (X) a(s) alternativa(s)

Leia mais

INFLUÊNCIA DOS FACTORES DO MEIO ADAPTAÇÕES MORFOLÓGICAS

INFLUÊNCIA DOS FACTORES DO MEIO ADAPTAÇÕES MORFOLÓGICAS INFLUÊNCIA DOS FACTORES DO MEIO A variação de factores do meio, como a luz, a humidade e a temperatura, pode determinar nos animais: - adaptações morfológicas ou - alterações no comportamento nos animais

Leia mais

Esse raciocínio é correto e não serve apenas para a espécie humana. Todas as espécies de seres vivos realizam a reprodução para a continuação da vida.

Esse raciocínio é correto e não serve apenas para a espécie humana. Todas as espécies de seres vivos realizam a reprodução para a continuação da vida. Você sabe qual é a importância da reprodução humana? Se alguém lhe perguntasse isso você responderia rapidamente: Para a manutenção ou perpetuação da espécie. Esse raciocínio é correto e não serve apenas

Leia mais

OS ANIMAIS DO CERRADO BRASILEIRO

OS ANIMAIS DO CERRADO BRASILEIRO Caro aluno, sabendo da importância do Cerrado como um bioma de grande extensão no Brasil, iremos estudar quais são os animais que estão nele presentes e como é feita a classificação dos mesmos, para então,

Leia mais

Da água para a terra com sucesso Os Anfíbios

Da água para a terra com sucesso Os Anfíbios Disciplina: Ciências Série: 6ª - 3º BIMESTRE Professor: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Anfíbios e Répteis Da água para a terra com sucesso Os Anfíbios Anfíbio é um termo que significa vida dupla, ou

Leia mais

Serviço Pedagógico Águas Livres Biodiversidade

Serviço Pedagógico Águas Livres Biodiversidade Serviço Pedagógico Águas Livres Biodiversidade Índice Biodiversidade Conceito Biodiversidade nos Rios de Abastecimento da EPAL Rio Alviela Rio Tejo Rio Zêzere Dicas para manter a biodiversidade ICNB Dra.

Leia mais

Universidade Federal de Goiás. Ecologia de Ecossistemas. Aula 4: Produtividade e Decomposição

Universidade Federal de Goiás. Ecologia de Ecossistemas. Aula 4: Produtividade e Decomposição Universidade Federal de Goiás Instituto de Ciências Biológicas Dep. Ecologia Prof. Adriano S. Melo - asm.adrimelo@gmail.com Ecologia de Ecossistemas Aula 4: Produtividade e Decomposição Produção primária

Leia mais

Ecologia II: Ecossistemas fluviais. Manuela Abelho 2012

Ecologia II: Ecossistemas fluviais. Manuela Abelho 2012 Ecologia II: Ecossistemas fluviais Manuela Abelho 2012 8.1 Princípios básicos 8. RECUPERAÇÃO ECOLÓGICA 2 A e a recuperação de rios A consideração dos valores ambientais oferecidos pelos rios não impede

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A A Distribuição Geográfica das Espécies 2011 Aula 1 Objetivos Discutir os principais conceitos de biogeografia e conhecer seus campos de estudos. Compreender a influência de fatores

Leia mais

Ecologia BB.. 0 4 0 4 Pa P isa s ge g ns s n at a ura r is s e bio i d o iv i e v rs r i s d i ad a e e (P ( a P r a t r e t I ). ) Pá P g. á g.

Ecologia BB.. 0 4 0 4 Pa P isa s ge g ns s n at a ura r is s e bio i d o iv i e v rs r i s d i ad a e e (P ( a P r a t r e t I ). ) Pá P g. á g. Ecologia BB. 04 Paisagens naturais e biodiversidade (Parte I). Pág. 61 Estrutura da Terra Atmosfera camada gasosa Hidrosfera massa líquida (rios,lagos, oceanos) Biosfera porção do planeta onde se desenvolvem

Leia mais

O MEIO TERRESTRE. Profa. Sueli Bettine

O MEIO TERRESTRE. Profa. Sueli Bettine O MEIO TERRESTRE COMPOSIÇÃO E FORMAÇÃO Profa. Sueli Bettine O SOLO E SUA ORIGEM SUPERFÍCIE SÓLIDA S DA TERRA E ELEMENTO DE FIXAÇÃO DE PLANTAS ORIGEM DESAGREGAÇÃO DE ROCHAS E DECOMPOSIÇÃO DE ANIMAIS E VEGETAIS

Leia mais

(Ponto I) (Ponto II) 2. A lagoa encontra-se de facto poluída embora à primeira vista pareça um ecossistema saudável.

(Ponto I) (Ponto II) 2. A lagoa encontra-se de facto poluída embora à primeira vista pareça um ecossistema saudável. Soluções: Ficha 1º Ciclo (Ponto I) 2. F L A M I N G O A Q T S S F F S A G G A S A U T P A E O J P A S G A C I L R E C A R P F L A U F L L H A E C Z L T E O Q R I A Q E U O C A I M A O I R U E Ç T I I A

Leia mais

FATORES ECOLÓGICOS. Professora: Dayse Luna Barbosa

FATORES ECOLÓGICOS. Professora: Dayse Luna Barbosa FATORES ECOLÓGICOS Professora: Dayse Luna Barbosa Fatores Ecológicos São o conjunto de fatores biológicos e físicos que atuam sobre o desenvolvimento de uma comunidade. Fatores Ecológicos Fatores Ecológicos

Leia mais

Prof: Alexandre Barcelos

Prof: Alexandre Barcelos Prof: Alexandre Barcelos DEFINIÇÃO São as divisões da BIOSFERA. SÃO AS PORÇÕES DO PLANETA HABITADAS POR SERES VIVOS. Biosfera 18 Km 13000 Km de Diâmetro DIVISÕES TALASSOCICLO BIOCICLO DE ÁGUA SALGADA BIOCICLO

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS

PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS 7º ANO PROFESSORA: LUCIANA PERES

Leia mais

OS PEIXES. Capítulo 9 Sistema Poliedro de Ensino Professora Giselle Cherutti

OS PEIXES. Capítulo 9 Sistema Poliedro de Ensino Professora Giselle Cherutti OS PEIXES Capítulo 9 Sistema Poliedro de Ensino Professora Giselle Cherutti A EVOLUÇÃO DOS PEIXES Os primeiros peixes surgiram nos oceanos primitivos a cerca de 510 milhões de anos atrás - ''Ostracodermas'

Leia mais

BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp

BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp BIOMAS DO BRASIL BIOMA Definição: Bioma, ou formação planta - animal, deve ser entendido como a unidade biótica de maior extensão geográfica, compreendendo varias comunidades em diferentes estágios de

Leia mais

ECOSSISTEMA INDIVÍDUO

ECOSSISTEMA INDIVÍDUO Biodiversidade O diversidade biológica - descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial

Leia mais

ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS

ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS ZOOLOGIA DE VERTEBRADOS CURSO: Ciências Biológicas 3º Ano 2º semestre 6ª Aula 1ª Parte Vida no ambiente terrestre (Ministrante: Profa. Dra. Virginia S. Uieda) Professores Responsáveis: Virgínia Sanches

Leia mais

PEIXES - corpo coberto de escamas - barbatanas para nadar - respiram por guelras

PEIXES - corpo coberto de escamas - barbatanas para nadar - respiram por guelras Os animais do meu ambiente Há muitos animais na Natureza e todos são diferentes. Os animais estão adaptados ao ambiente em que vivem, pela forma do corpo, pela maneira como se deslocam, pela alimentação

Leia mais

Ecologia Conceitos Básicos e Relações Ecológicas

Ecologia Conceitos Básicos e Relações Ecológicas Ecologia Conceitos Básicos e Relações Ecológicas MOUZER COSTA O que é Ecologia? É a parte da Biologia que estuda as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente. Conceitos Básicos Espécie População

Leia mais

A Pesca Lúdica e Desportiva no Nordeste Transmontano (Bacia do Douro, Portugal)

A Pesca Lúdica e Desportiva no Nordeste Transmontano (Bacia do Douro, Portugal) A Pesca Lúdica e Desportiva no Nordeste Transmontano (Bacia do Douro, Portugal) Fernando Jorge Veloso Miranda Dissertação apresentada à Escola Superior Agrária de Bragança para obtenção do Grau de Mestre

Leia mais

GRANDES BIOMAS DO MUNDO

GRANDES BIOMAS DO MUNDO GRANDES BIOMAS DO MUNDO O que é bioma? É um conjunto de ecossistemas terrestres com vegetação característica e fisionomia típica, onde predomina certo tipo de clima. Regiões da Terra com latitudes coincidentes,

Leia mais

CADEIA ALIMENTAR: PLANTAS MARINHAS CARAMUJO PEIXE MENOR PEIXE MAIOR AVES DA MARGEM

CADEIA ALIMENTAR: PLANTAS MARINHAS CARAMUJO PEIXE MENOR PEIXE MAIOR AVES DA MARGEM CADEIA ALIMENTAR: PLANTAS MARINHAS CARAMUJO PEIXE MENOR PEIXE MAIOR AVES DA MARGEM Eduarda Poletto 1, Luiza Baiotto 2, Maria Luiza Meincke 3, Suélen Sandri 4, Carina Brezolin 5 e Claudicéia Kommers 6.

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 20 ECOLOGIA Como pode cair no enem (ENEM) Várias estratégias estão sendo consideradas para a recuperação da diversidade biológica de um ambiente degradado, dentre elas, a criação

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Fluxo de energia e Interações ecológicas

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Fluxo de energia e Interações ecológicas UFRGS ECOLOGIA Fluxo de energia e Interações ecológicas 1. (Ufrgs 2015) Analise o quadro abaixo que apresenta os componentes de uma cadeia alimentar aquática e de uma terrestre. Ecossistema aquático aguapé

Leia mais

Prof Thiago Scaquetti de Souza

Prof Thiago Scaquetti de Souza Prof Thiago Scaquetti de Souza Moluscos Animais de corpo mole Os moluscos são os animais de corpo mole, habitam ambientes terrestres e aquáticos. Representantes: ostra, lula, polvo, sépia, lesma e caracol.

Leia mais

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água.

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. ÁGUA Água conhecida como elemento vital Comunidades primitivas evoluídas Água Sobrevivência História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. Civilizações mais primitivas comunidades nômades

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS 6 ano 1 volume CONTEÚDOS OBJETIVOS 1.Astronomia: estudando o céu Estrelas e constelações Sistema Solar e exploração do Universo - Movimentos da - Terra e da Lua Reconhecer

Leia mais

Possuem sistema circulatório. O sangue desloca-se por um sistema fechado de vasos e contém pigmentos respiratórios dissolvidos no plasma.

Possuem sistema circulatório. O sangue desloca-se por um sistema fechado de vasos e contém pigmentos respiratórios dissolvidos no plasma. Possuem sistema circulatório. O sangue desloca-se por um sistema fechado de vasos e contém pigmentos respiratórios dissolvidos no plasma. Na minhoca, o pigmento respiratório é a hemoglobina, responsável

Leia mais

Introdução A monitorização biológica, por se basear em atributos redutores das comunidades, apresenta algum grau de incerteza. Tal incerteza decorre,

Introdução A monitorização biológica, por se basear em atributos redutores das comunidades, apresenta algum grau de incerteza. Tal incerteza decorre, Introdução A monitorização biológica, por se basear em atributos redutores das comunidades, apresenta algum grau de incerteza. Tal incerteza decorre, não só da variabilidade natural das comunidades, como

Leia mais

REPRODUÇÃO MECANISMO DE PERPETUAÇÃO DAS ESPÉCIES

REPRODUÇÃO MECANISMO DE PERPETUAÇÃO DAS ESPÉCIES REPRODUÇÃO MECANISMO DE PERPETUAÇÃO DAS ESPÉCIES Reprodução: Mecanismo pelo qual os seres vivos se multiplicam. Duas modalidades de reprodução: SEXUADA ASSEXUADA REPRODUÇÃO SEXUADA Eventos fundamentais:

Leia mais

REPRODUÇÃO COMPARADA. Sérgio Magalhães

REPRODUÇÃO COMPARADA. Sérgio Magalhães REPRODUÇÃO COMPARADA Sérgio Magalhães REPRODUÇÃO É o processo através do qual o ser vivo dá origem a outros indivíduos da mesma espécie que ele. Pode ser: Assexuada: quando não ocorre troca nem recombinação

Leia mais

LISTA DE ESPÉCIES ASSOCIADAS AOS LAGOS DO PARQUE DA CIDADE DO PORTO

LISTA DE ESPÉCIES ASSOCIADAS AOS LAGOS DO PARQUE DA CIDADE DO PORTO LISTA DE ESPÉCIES ASSOCIADAS AOS LAGOS DO PARQUE DA CIDADE DO PORTO AVIFAUNA Guarda-rios Pato-real Garça-boieira Garça-branca-pequena Garça-real Gaivota-argêntea Gaivota-d'asa-escura Guincho-comum Corvo-marinho

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 2º Trimestre. 3 ano DISCIPLINA: BIOLOGIA B

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 2º Trimestre. 3 ano DISCIPLINA: BIOLOGIA B ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 2º Trimestre 3 ano DISCIPLINA: BIOLOGIA B Observações: 1- Antes de responder às atividades, releia o material entregue sobre Sugestão de Como Estudar. 2 - Os exercícios

Leia mais

Conjunto de ecossistemas caracterizados por tipos fisionômicos vegetais comuns.

Conjunto de ecossistemas caracterizados por tipos fisionômicos vegetais comuns. OS BIOMAS BIOMAS Conjunto de ecossistemas caracterizados por tipos fisionômicos vegetais comuns. ECOSSISTEMA Comunidade de organismos (biocenose) junto com o ambiente físico e químico (biótopo) no qual

Leia mais

DISCIPLINA: CIÊNCIAS DA NATUREZA 5º Ano

DISCIPLINA: CIÊNCIAS DA NATUREZA 5º Ano DISCIPLINA: CIÊNCIAS DA NATUREZA 5º Ano 1. COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS COMPETÊNCIAS GERAIS Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas

Leia mais

Capítulo 07. Distribuição dos Ecossistemas

Capítulo 07. Distribuição dos Ecossistemas Capítulo 07 Distribuição dos Ecossistemas A terra possui regiões que apresentam características próprias, onde cada uma desenvolve sua flora e fauna típica, sejam elas aquáticas ou terrestres, vindo a

Leia mais

BI de algumas das principais espécies de peixes

BI de algumas das principais espécies de peixes BI de algumas das principais espécies de peixes Pescada (Merluccius merluccius) Dammous, S. (http://fishbase.sinica.edu.tw/photos/picturessummary.php?resultpage=2&startrow=0&id=30&what=s pecies&totrec=6)

Leia mais

Capitulo 04 PERÍODO SILURIANO. Adeline Gomes da Silva Irani dos Prazeres Silva

Capitulo 04 PERÍODO SILURIANO. Adeline Gomes da Silva Irani dos Prazeres Silva Capitulo 04 PERÍODO SILURIANO Adeline Gomes da Silva Irani dos Prazeres Silva Olá pessoal! Me chamo Nina. Estou vindo da escola e minha professora estava falando sobre o Siluriano! Vocês já conhecem? Não?!

Leia mais

Nome científico: Nome Popular: Classe: Ordem: Família: Subfamília: Género: Espécie: Características:

Nome científico: Nome Popular: Classe: Ordem: Família: Subfamília: Género: Espécie: Características: Nome científico: Lutra lutra Nome Popular: Lontra europeia, lontra-comum Classe: Mammalia Ordem: Carnívora Família: Mustelidae Subfamília: Lutrinae Género: Lutra Espécie: Lutra lutra Características: A

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES CIÊNCIAS

CADERNO DE ATIVIDADES CIÊNCIAS COLÉGIO ARNALDO 2015 CADERNO DE ATIVIDADES CIÊNCIAS Aluno (a): 4º ano: Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Este trabalho deverá ser entregue IMPRETERIVELMENTE no dia da prova. Conteúdo de Recuperação

Leia mais

Indice. A Zona Entre-marés Conhecer os Moluscos Os Caramujos As Lapas Os Mexilhões O Polvo

Indice. A Zona Entre-marés Conhecer os Moluscos Os Caramujos As Lapas Os Mexilhões O Polvo Vamos conhecer o Fundo do Mar Indice 3 5 7 8 9 10 11 13 14 15 17 19 20 21 23 25 27 27 29 31 33 35 36 37 A Zona Entre-marés Conhecer os Moluscos Os Caramujos As Lapas Os Mexilhões O Polvo Conhecer os Crustáceos

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE

EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE EXERCÍCIOS ON LINE 6 ANO - 1 TRIMESTRE 1- Leia o texto e responda as questões Todos os animais, independentemente do seu estilo de vida, servem como fonte de alimento para outros seres vivos. Eles estão

Leia mais

Ano Lectivo: 2014/2015. Disciplina de: CIÊNCIAS NATURAIS 5º ANO. Período de Calendarização: 1º, 2º E 3º PERÍODOS. Nº de blocos semanais: 1,5

Ano Lectivo: 2014/2015. Disciplina de: CIÊNCIAS NATURAIS 5º ANO. Período de Calendarização: 1º, 2º E 3º PERÍODOS. Nº de blocos semanais: 1,5 PROGRAMA CALENDARIZAÇÃO Ano Lectivo: 04/0 Disciplina de: CIÊNCIAS NATURAIS º ANO Período de Calendarização: º, º E º PERÍODOS blocos semanais:, Nº total de aulas (4 min) previstas: +/- 98 (sem contar com

Leia mais

Lago A Perímetro (m): 640 Área total (m 2 ): 14181 Ano de construção: 2000. Lago B Perímetro (m): 400 Área total (m 2 ): 9617 Ano de construção: 2005

Lago A Perímetro (m): 640 Área total (m 2 ): 14181 Ano de construção: 2000. Lago B Perímetro (m): 400 Área total (m 2 ): 9617 Ano de construção: 2005 FAUNA PISCÍCOLA DOS LAGOS DA MATA NACIONAL DAS DUNAS LITORAIS DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO Frederico Oliveira, Pedro Veiga, Luis Bentes, Pedro Monteiro e Jorge M.S. Gonçalves INTRODUÇÃO Os lagos existentes

Leia mais

FICHA BIOESPELEOLÓGICA

FICHA BIOESPELEOLÓGICA FICHA BIOESPELEOLÓGICA Área: Bocaina 1ª Campanha: 30/08/2012 Cavidade: SB-0103 Localidade: Parauapebas 2ª Campanha: 15/01/2013 Caracterização da cavidade Zonação Entrada (E) Penumbra (P) Afótica (A) %

Leia mais

Vivendo na Terra. Como era a Terra e quais os grupos animais viventes no momento evolutivo em que se deu a transição para o ambiente terrestre?

Vivendo na Terra. Como era a Terra e quais os grupos animais viventes no momento evolutivo em que se deu a transição para o ambiente terrestre? Vivendo na Terra Como era a Terra e quais os grupos animais viventes no momento evolutivo em que se deu a transição para o ambiente terrestre? Transição para o ambiente terrestre Peixes com características

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM 2º CICLO Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Currículo Nacional do Ensino Básico- Competências Essenciais Ciências Físicas

Leia mais

Fotomicrografias e Slides Coloridos de 35 mm 169

Fotomicrografias e Slides Coloridos de 35 mm 169 Fotomicrografias e Slides Coloridos de 35 mm 169 FOTOMICROGRAFIAS D518 Ranunculus, typical monocot ro t.s. of central stele D762 Motor nerve cells smear from spinal cord of cow with nerve cells and their

Leia mais

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso Biodiversidade Pode ser definida como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Pode ser entendida como uma associação de vários

Leia mais

ECOLOGIA DE AMBIENTES AQUÁTICOS

ECOLOGIA DE AMBIENTES AQUÁTICOS ECOLOGIA DE AMBIENTES AQUÁTICOS Ernest Haeckel (1834 1919) ECOLOGIA Estuda o conjunto de relações entre os seres vivos e o meio em que vivem. estudo da complexa teia de relações existentes entre os organismos

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica UFRGS ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica 1. (Ufrgs 2014) Considere as seguintes afirmações sobre conceitos utilizados em ecologia. I. Nicho ecológico é a posição biológica ou funcional que um ecossistema

Leia mais

Revisão de Ciências 3 Trimestre 7 anos

Revisão de Ciências 3 Trimestre 7 anos PARNAMIRIM - RN Revisão de Ciências 3 Trimestre 7 anos Prof. José Roberto E Raphaella Madruga. Nematódeo Vermes de corpo cilíndrico, coberto por cutícula. Apresentam sexos separados (dimorfismo sexual

Leia mais

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA Atividade de Ciências 5º ano Nome: ATIVIDADES DE ESTUDO Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA FLORESTA AMAZÔNICA FLORESTA ARAUCÁRIA MANGUEZAL PANTANAL CAATINGA CERRADO

Leia mais

ANIMAL: PORQUINHO DA ÍNDIA. LAURA E ANA BEATRIZ 2º ano H

ANIMAL: PORQUINHO DA ÍNDIA. LAURA E ANA BEATRIZ 2º ano H ANIMAL: PORQUINHO DA ÍNDIA LAURA E ANA BEATRIZ 2º ano H PORQUINHO DA ÍNDIA São roedores e tem hábitos noturnos. Tempo de vida: de 5 a 8 anos Alimentação: comem verduras, capins, raízes, sementes e tubérculos.

Leia mais

OBJETIVO ELEMENTOS DO JOGO

OBJETIVO ELEMENTOS DO JOGO INSTRUÇÕES DO JOGO OBJETIVO O objetivo do jogo é completar uma coleção de insetos. Para tal, cada jogador deve preencher um cartão com 5 insetos. Cada um deles representa um determinado ciclo de vida,

Leia mais

3ºano. 4º período 1.3 CIÊNCIAS. 5 de dezembro de 2013. 1. Leia o texto abaixo. Em seguida, faça o que lhe é solicitado. Que bicho é esse?

3ºano. 4º período 1.3 CIÊNCIAS. 5 de dezembro de 2013. 1. Leia o texto abaixo. Em seguida, faça o que lhe é solicitado. Que bicho é esse? 3ºano 1.3 CIÊNCIAS 4º período 5 de dezembro de 2013 Cuide da organização da sua avaliação, escreva de forma legível, fique atento à ortografia e elabore respostas claras. Tudo isso será considerado na

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ÁGUA ATRAVÉS DO USO DE MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS EM RIACHO NA FAZENDA TAMANDUÁ, VARGEM BONITA (SC), BRASIL

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ÁGUA ATRAVÉS DO USO DE MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS EM RIACHO NA FAZENDA TAMANDUÁ, VARGEM BONITA (SC), BRASIL ANÁLISE DA QUALIDADE DA ÁGUA ATRAVÉS DO USO DE MACROINVERTEBRADOS BENTÔNICOS EM RIACHO NA FAZENDA TAMANDUÁ, VARGEM BONITA (SC), BRASIL Rui M. Franco 1, Erikcsen A. Raimundi¹, Francielle C. Ramos¹, Leonardo

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS UNIDADE 1 Conteúdos. UNIDADE 2 Conteúdos

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS UNIDADE 1 Conteúdos. UNIDADE 2 Conteúdos Ser humano: semelhanças e diferenças (características físicas e comportamentais, gostos pessoais) Partes do corpo humano Sentidos humanos: audição, visão, paladar, tato e olfato Cuidados com os órgãos

Leia mais

segundo período da Era Paleozóica teve uma duração de 65 milhões de anos, iniciando-se

segundo período da Era Paleozóica teve uma duração de 65 milhões de anos, iniciando-se 1. Ordoviciano segundo período da Era Paleozóica teve uma duração de 65 milhões de anos, iniciando-se há 500 milhões de anos e terminando há cerca de 435 milhões de anos. 1.1. Origem do nome Designado

Leia mais

Aula 4 Os animais. Os seres vivos são classificados nos Reinos:

Aula 4 Os animais. Os seres vivos são classificados nos Reinos: Aula 4 Os animais Os seres vivos apresentam uma diversidade muito grande; a cada ano, novas espécies vêm sendo descritas. Fica compreensível a necessidade de um sistema de classificação para a organização

Leia mais

- Tem importância nos mecanismos de evolução e Seleção Natural dos seres vivos; - Mantém o equilíbrio ecológico e alimentar de um habitat;

- Tem importância nos mecanismos de evolução e Seleção Natural dos seres vivos; - Mantém o equilíbrio ecológico e alimentar de um habitat; A reprodução: - Tem importância nos mecanismos de evolução e Seleção Natural dos seres vivos; - Mantém o equilíbrio ecológico e alimentar de um habitat; - E, principalmente, ajuda a perpetuar uma espécie

Leia mais

O nome Camaleão significa Leão da Terra e é derivado das palavras gregas Chamai (na terra, no chão) e Leon (leão).

O nome Camaleão significa Leão da Terra e é derivado das palavras gregas Chamai (na terra, no chão) e Leon (leão). Nome científico: Chamaeleo chamaeleon Nome popular: camaleão-comum Classe: Reptilia Ordem: Squamata Subordem: Sauria Família: Chamaeleontidae Etimologia: O nome Camaleão significa Leão da Terra e é derivado

Leia mais

CEFETES Curso: Engenharia Elétrica Disciplina: Ciências do Ambiente. Os Biomas do Mundo

CEFETES Curso: Engenharia Elétrica Disciplina: Ciências do Ambiente. Os Biomas do Mundo CEFETES Curso: Engenharia Elétrica Disciplina: Ciências do Ambiente Os Biomas do Mundo OS BIOMAS DO MUNDO Onde quer que haja condições similares, desenvolvem-se ecossistemas similares Uma floresta tropical

Leia mais

EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1ª VP4 de Ciências 6ª SÉRIE 1ª ETAPA. Professora: Alexsandra Ribeiro

EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1ª VP4 de Ciências 6ª SÉRIE 1ª ETAPA. Professora: Alexsandra Ribeiro CONTEÚDO: CAP. 1, 2 e 3 EXERCÍCIOS DE REVISÃO 1ª VP4 de Ciências 6ª SÉRIE 1ª ETAPA Professora: Alexsandra Ribeiro 1. O esquema abaixo nos mostra como a vida está organizada no planeta. A complexidade da

Leia mais

Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características

Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características Compreensão das diferenças entre os artrópodes, crustáceos, insetos, aracnídeos, quilópodes e diplópodes, reconhecendo suas características O que são artrópodes? Para que servem? Onde podem ser encontrados?

Leia mais

ECOLOGIA I - CONCEITOS GERAIS

ECOLOGIA I - CONCEITOS GERAIS BIOLOGIA ECOLOGIA I - CONCEITOS GERAIS Ecologia é o estudo das relações entre os seres vivos e o ambiente onde vivem. É uma ciência que estuda os seres vivos acima do nível do organismo individual, estuda,

Leia mais

CAMADA SEDIMENTAR DATA APROXIMADA ESPÉCIES FÓSSEIS COLETADAS 1 30 milhões de anos atrás Medusas

CAMADA SEDIMENTAR DATA APROXIMADA ESPÉCIES FÓSSEIS COLETADAS 1 30 milhões de anos atrás Medusas PROVA DE BIOLOGIA QUESTÃO 1 01 - Um paleontólogo, após anos de estudos de um determinado sítio de fósseis, resolveu tentar reconstruir a variação do ambiente da região estudada. Conforme sua hipótese,

Leia mais

Matéria: Biologia Assunto: Relações Ecológicas Prof. Enrico Blota

Matéria: Biologia Assunto: Relações Ecológicas Prof. Enrico Blota Matéria: Biologia Assunto: Relações Ecológicas Prof. Enrico Blota Biologia Ecologia Relações ecológicas Representam as interações entre os seres vivos em um determinado ecossistema. Podem ser divididas

Leia mais