Desenvolvimento de Liderança e Equipes Através da Atividade de Representante de Turma: Uma Estratégia de Ensino para Alunos do Curso de Administração

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desenvolvimento de Liderança e Equipes Através da Atividade de Representante de Turma: Uma Estratégia de Ensino para Alunos do Curso de Administração"

Transcrição

1 Desenvolvimento de Liderança e Equipes Através da Atividade de Representante de Turma: Uma Estratégia de Ensino para Alunos do Curso de Administração Autoria: David Ferreira Bomfin, Iris Barbosa Goulart RESUMO: Habilidades de liderar e ser parte de equipes são competências requeridas a todo profissional no mundo do trabalho. Para o profissional formado em administração, estas competências são esperadas como expectativas naturais ao seu desempenho. Isso se deve ao fato de que é inerente à sua formação realizar estudos que abordem os temas liderança e equipes. Sabe-se também, que do ponto de vista do desenvolvimento da prática profissional do estudante em administração, são realizadas várias estratégias didático-pedagógicas. Dentre elas encontra-se a atividade de representante de turma. Pesquisas realizadas nos sites de busca, assim como em artigos produzidos no âmbito do ensino em administração, não foram encontradas evidências que articulassem a atividade de representante de turma, como oportunidade de desenvolvimento das competências de liderança e equipes. Partindo deste argumento e integrando pesquisa-ensino-extensão, numa interação entre o programa de mestrado profissional em administração e a graduação em administração da instituição em estudo, os autores apresentam este projeto de pesquisa. A implantação do mesmo cobrirá desde a fase diagnóstica, elaboração e execução do plano de aprendizagem, assim como os processos de avaliação e validação de tal estratégia de ensino, como articulação teoria e prática. 1. INTRODUÇÃO Liderar e ser membro de equipes são habilidades requeridas de todos os profissionais que atuam em quaisquer ambientes organizacionais. Isto independe do porte e segmento ao qual o profissional esteja vinculado, nem do nível hierárquico que ocupa numa dada organização. Profissionais de formação diversa ocupam cargos formais de gerência e, na maioria das vezes, necessitam passar por programas de formação e/ou desenvolvimento de habilidades de liderança e de equipes, uma vez que, em sua área específica de formação técnica, tais habilidades não são focos do currículo central. No caso específico do profissional formado em Administração, tais temas são abordados mediante disciplinas obrigatórias, ou através de disciplinas transversais, que permeiam sua formação ao longo do período acadêmico. Na Instituição em estudo, como pode ser observado no Quadro I - disciplinas e ementas, os referidos temas aparecem em vários momentos do curso. DISCIPLINA/PERÍODO 1º PERÍODO. DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO. EMENTA Introdução às Organizações e à Administração. Evolução da Teoria da Administração. O Ambiente da Administração. Principais Componentes do Processo Administrativo: Planejamento, Organização, Liderança (Direção) e Controle. Fundamentos Básicos das Funções Empresariais (Marketing, Produção, Recursos Humanos e Finanças). 1º PERÍODO. DISCIPLINA: SOCIOLOGIA. Conceitos teóricos da sociologia, conhecimento dos processos culturais, sociais e políticos significativos na produção e comercialização do lazer na atual cultura. As organizações, suas subculturas, as funções das pessoas e grupos na estrutura organizacional e os mecanismos de controle social no ambiente organizacional. 1

2 3º PERÍODO. DISCIPLINA: COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL 5º PERÍODO. DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DE PROJETOS 7º PERÍODO. DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Comportamento organizacional; diferenças individuais; motivação humana; comunicação interpessoal; comportamento organizacional internacional; grupos nas organizações; liderança e poder. Introdução ao planejamento, elaboração e gerenciamento de projetos. Métodos, técnicas e ferramentas de elaboração e gerenciamento de projetos. Técnicas de negociação e liderança. Ferramentas de avaliação e apresentação de resultados. Conceitos, características e contextualização das informações nas organizações. Macro-visão integrada dos fluxos de informação nas organizações. Principais etapas para o gerenciamento das informações organizacionais. Uso da informação para os processos administrativos de planejamento, organização, liderança e controle. Uso estratégico da informação. Projeto, avaliação e gerenciamento de sistemas de informação. Perfil e papel dos profissionais da área de informação. Fundamentos para formatação de uma política de informações. Quadro I. Disciplinas e as respectivas ementas que abordam o tema liderança e equipe. Fonte: Projeto Pedagógico do Curso de Administração, da Instituição em Estudo. Vale ressaltar que no Quadro I as ementas que abordam diretamente os temas liderança e equipes, receberam destaque em negrito. Há ausência do tema equipe. As disciplinas sociologia, 1º período, e comportamento organizacional, do 3º período, abordam o tema grupo. Certamente que estrutura curricular igual ou semelhante está presente em qualquer projeto pedagógico de um curso em administração. Isto pode traduzir a expectativa de que todo profissional formado em administração, deve demonstrar habilidades de liderança e atuar como membros de equipes, com maior grau de prontidão, do que aqueles que se tornam administradores não profissionais, portanto sem a formação no curso superior em administração. Como será apresentado na fundamentação teórica, habilidades de liderança e de ser membro de equipes são competências continuamente requeridas aos profissionais nas organizações. Daí apreende-se que toda e qualquer oportunidade de assegurar o aprendizado contínuo destas habilidades, é mérito de qualquer programa de formação do administrador. Neste projeto de pesquisa-ensino-extensão busca-se alinhar os seguintes propósitos: (1) dar sentido de aprendizagem à atividade de representante de turma, pois como tal, é atividade curricular, pois, o sentido de currículo comporta essa prática; (2) articular atividades do grupo de pesquisa do programa de mestrado da instituição em estudo com a graduação, conforme orientações CAPES; e (3) desenvolver as competências como líder e membro de equipe, através da atividade de representante de turma. Essas competências são elementos formadores essenciais para que o profissional em administração possa se apresentar no mercado de trabalho, com diferencial que oportunize melhores desempenhos atuais e futuros em situações variadas da vida profissional. 2

3 2. JUSTIFICATIVA Como será mostrado a seguir, o tema representante de turma tem sido proposto como atividade estratégica importante para alcance dos resultados das instituições educacionais. Apesar desta ênfase, o tema ainda não é tratado como atividade articuladora entre a aprendizagem sobre as competências de liderança e de ser membro de equipes, com as competências requeridas aos profissionais no mercado de trabalho. Este argumento se funda nas fontes pesquisadas até então, como demonstrado a seguir Da inexistência do tema nos anais ANPAD Não foram encontrados trabalhos publicados nos anais ENANPADS nos períodos de 2002 a 2006 e nem no site quaisquer referências aos termos de busca utilizados tais como: representante de turma, representante de classe, turma e classe. Por si só, constitui elemento estimulador para a realização desta pesquisa-ensino-extensão Da proposta da atividade de representante na instituição em estudo Como poderá ser observado na instituição em estudo há um conjunto de sinalizações sobre a importância da atividade de representante de turma. Porém, como acontece com as demais instituições que disponibilizaram informações através dos seus sites, não há o foco já mencionado nesta pesquisa. O curso em estudo foi autorizado a funcionar em julho de 1998, obtendo seu reconhecimento em março de O foco é a formação de empreendedores com um perfil profissional generalista na área de análise das Ciências Gerenciais, atuando no ambiente globalizado, com capacidade de gerenciar micro, pequenas e grandes empresas. (Projeto Pedagógico, 2006). Uma das premissas apresentadas ao público é de que se trata de uma...faculdade que forma líderes... (Homepage institucional, 2007). Através da interdisciplinaridade, busca-se desenvolver, dentre outras competências, aquelas que estão diretamente ligadas com as ações de liderança e equipe. Assim, os alunos são levados a envolver [com] atividades visando à integração de outros saberes; [...] conexões interdisciplinares [...] resolução de problemas;... sentimento de solidariedade [...] senso de responsabilidade e o espírito coletivo. Além disso, espera-se que através das estratégias de aprendizagem haja estimulo para... atividades vivenciais [...] provocar atitudes [...] trabalho em equipe [...] envolvimento e responsabilidade. (Projeto Pedagógico, 2006). Por fim, na abordagem interdisciplinar, onde a proposição é de que seja necessário desenvolver o senso de responsabilidade e o espírito coletivo, entende-se que a atividade proposta para esta pesquisa, que é fortalecer e/ou reverter a percepção sobre a importância do papel de representante de turma, como competências requeridas a todo profissional, possa oportunizar a implementação destas competências em ação Da prática do representante em algumas instituições Através de pesquisa nos sites referenciados na bibliografia, foi possível encontrar indicadores sobre a importância dada à atividade de representante de turma. Em geral os relatos descrevem como a atividade de representante de turma tem sido considerada como estratégia importante para a construção de melhor interação entre instituição-aluno-professorcoordenação. Porém, ainda que em tais relatos a demonstração da atividade seja considerada como fundamental para a melhoria da qualidade relacional, entre os níveis indicados anteriormente, não inclui a dimensão que esta pesquisa pretende focar. Na abordagem proposta pela UNIFENAS, há um conjunto de atribuições previstas para o representante de turma: 3

4 Estar presentes, em dia e horário pré-determinados para as reuniões do respectivo Colegiado Discente; Consultar a turma sobre assuntos de interesse da maioria a serem levados a reunião do Colegiado Discente; Informar a turma do resultado de reuniões de colegiado; Ser o interlocutor entre a turma e o colegiado docente e vice-versa; Representar a turma em eventos e reuniões; Transmitir, integral e fielmente as decisões, orientações, ponderações e instruções recebidas à turma representada (UNIFENAS, 2007) Como pode ser observado, as ações focam essencialmente atribuições do representante, numa perspectiva onde a ação é do líder, sem estabelecer alguma correspondência dos liderados (a turma). Nas informações acessadas no site da UFRGS (2007), é descrito o processo do uso das técnicas de dinâmica de grupo, como estratégia para a construção da aproximação do estudante, futuro profissional de direito, com a estrutura política brasileira, mediante analogia com os três poderes. Uma das técnicas de grupo que apresentou maior adequação aos fins pretendidos consistiu na realização da eleição de representantes de turma e na elaboração da Constituição da turma pelos estudantes. Tais atividades visam a aproximá-los tanto do processo democrático quanto da estrutura política brasileira, permitindo ainda uma analogia com os seus três poderes. Cabe a ressalva de que tal dinâmica pressupõe a autorização da direção da escola para que possa ser colocada em prática. Professores e direção, entretanto, podem mostrar-se relutantes em conceder tal autorização por temerem, por exemplo, a instituição de líderes negativos nas turmas. Ante o exposto, os argumentos utilizados a fim de superar tais barreiras enfatizaram a importância do processo educacional para tornar compreensível ao corpo discente o modo como opera a prática política e jurídica de nosso país, especialmente atentando para os poderes instituídos e os reflexos de sua atuação na sociedade. Vale ressaltar, que na descrição acima, sugere-se que não há alinhamento desta atividade com o projeto pedagógico do curso, mediante ao fato de relatar que:... tal dinâmica pressupõe a autorização da direção da escola para que possa ser colocada em prática. Professores e direção, entretanto, podem mostrar-se relutantes em conceder tal autorização por temerem, por exemplo, a instituição de líderes negativos nas turmas. A descrição a seguir relata a interação existente entre os representantes de turma e a pro reitoria da PUC-MINAS, campus São Gabriel. Neste relato dá a entender que tal ação é realizada com todos os cursos desenvolvidos no referido campus. Não há ênfase ao curso de administração como é o propósito desta pesquisa. Na descrição a seguir há o seguinte relato: Mensalmente os representantes de turma se reúnem com o pró-reitor [...] para compartilhar novidades, sugestões, soluções e problemas no dia-a-dia acadêmico. A partir deste semestre, também os coordenadores de cursos passarão a se reunir com esses representantes com a intenção de se aproximarem mais dos estudantes. O representante de turma tem um importante papel de ponte entre a administração da Universidade e os alunos. É através dele que os estudantes podem se manifestar quanto a questões acadêmicas e a problemas administrativos. As reuniões com o pró-reitor são mensais e temáticas. Geralmente estão em discussão as grandes questões que 4

5 envolvem toda a comunidade acadêmica independentemente de curso. Já as reuniões com as coordenações têm o objetivo de resolver os problemas acadêmicos de sala de aula.(site, 2004) Como pode ser observado, o triângulo direção-lider-liderado, é praticado como estratégia de articulação entre os níveis organizacionais, comuns a qualquer organização empresarial ou não, onde o futuro profissional atuará. Não obstante tal empenho, não é descrito qualquer iniciativa que vise desenvolver as habilidades de liderança e equipes, conforme pretendido neste estudo. Ainda na descrição da experiência da PUC-MINAS, unidade SÃO GABRIEL, a atividade de encontro com os representantes de turma é percebido como:... momento de reflexão. [...] temos um retorno dos alunos sobre o que está acontecendo dentro e fora das salas de aula, e temos também a oportunidade de sanar estas questões (op. cit.) O relato a seguir menciona sobre as atividades realizadas pela PUC-MINAS BARREIRO, especificamente para o curso de ciências contábeis. Como pode ser observada a ênfase está na interação entre o corpo discente e o corpo diretivo. Não há menção sobre o corpo docente. Assim: Segundo o coordenador adjunto do curso de Ciências Contábeis [...] servir de elo entre o corpo discente e o corpo diretivo da Universidade é a principal função dos representantes de turma, que participam de reuniões onde são discutidos eventos pedagógicos, comunicados de monitorias, oficinas e notícias em geral (site, 2005) Tendo ainda, como referência a matéria publicada no site da PUC-MINAS, SÃO GABRIEL (2005), há opiniões que são emitidas sobre alunos, em relação aos seus representantes de turma. Observam-se elogios sobre ações voltadas para o fortalecimento dos laços relacionais entre líder-liderado, assim como, sobre ações materiais de suporte aos trabalhos acadêmicos dos colegas de turma. Assim, para um dos alunos do 1º período de Administração,...o representante de sua turma, [...], é responsável, comprometido e se comunica bem com a turma. [...] manda s com resumo de matérias e cronograma de atividades. Na auto-avaliação do representante de turma do 5º período de Sistemas de Informação, há uma:... busca, [...] um maior envolvimento dos colegas nos assuntos da turma. [...] ter contato direto com a coordenação do curso e com a diretoria da unidade o que, [...] facilita a exposição dos problemas da classe. Mas [...] aponta o lado negativo do cargo. Às vezes a turma cobra resultados que a gente não pode resolver. Na avaliação da coordenação do curso de Sistemas de Informação:... embora a comunicação entre coordenação e alunos seja feita através de s e cartazes, ela não é tão efetiva quanto à informação repassada pelo representante de turma. Ele leva aos professores e coordenação sugestões e reclamações feitas pelos alunos. Centralizar no representante a fala dos alunos contribui para que ela seja levada ao setor correto, afirma. (Site,2005) Nas contribuições acima, encontram-se várias descrições sobre as relações entre representantes e coordenação, representantes e pró-reitoria e representantes e alunos, mas não há menção sobre o processo de aprendizado dos representantes para as atividades propostas. 2.4.Da inexistência do tema representante de turma na literatura sobre liderança e equipes. 5

6 A literatura sobre liderança e equipes é pródiga. Dentre o conjunto de pesquisas sobre os dois temas, encontram-se pesquisas que abordam desde a teoria dos traços às teorias transformacionais conforme breve revisão de literatura sobre liderança realizada por TOLFO in BITENCOURT (2004). Já na breve revisão de literatura sobre equipes realizada por BIEHL (in op.cit.), o recorte vai da concepção sobre grupo às abordagens sobre equipes. Em nenhuma das revisões citadas, não são encontrados quaisquer pesquisa que sinalizem alguma articulação com os propósitos deste estudo. Os dois temas serão abordados com profundidade na sessão da fundamentação teórica. Através da interdisciplinaridade, busca-se desenvolver, dentre outras competências, aquelas que estão diretamente ligadas com as ações de liderança e equipe. Assim, os alunos são levados a envolver [com] atividades visando à integração de outros saberes; [...] conexões interdisciplinares [...] resolução de problemas;... sentimento de solidariedade [...] senso de responsabilidade e o espírito coletivo. Além disso, espera-se que através das estratégias de aprendizagem haja estimulo para... atividades vivenciais [...] provocar atitudes [...] trabalho em equipe [...] envolvimento e responsabilidade. (Projeto Pedagógico, 2006). No que diz respeito à estrutura curricular do curso, há disciplinas diretamente voltadas para as competências de liderança, assim como desenvolver o estilo de trabalho cooperativo objetos desta pesquisa, focando o papel do líder e do liderado. O Quadro I apresenta os nomes das disciplinas e as respectivas ementas, que abordam diretamente os temas liderança e equipes, destacados em negrito. Em especial sobre o tema equipe, as disciplinas sociologia, 1º período, e comportamento organizacional, do 3º período, abordam o tema grupo, e não mencionam especificamente a abordagem equipes. Por fim, na abordagem interdisciplinar, onde a proposição é de que seja necessário desenvolver o senso de responsabilidade e o espírito coletivo, entende-se que a atividade proposta para esta pesquisa, que é fortalecer e/ou reverter a percepção sobre a importância do papel de representante de turma, como competências requeridas a todo profissional, possa oportunizar a implementação destas competências em ação. Assim, entende-se que esta pesquisa está alinhada com a grande proposta que é assegurar o contínuo aprendizado do aluno, mediante práticas educativas que oportunizem a ele, se preparar cada vez melhor para a vida profissional. Neste sentido RAE BUSINESS (2003) propõe que haja desenvolvimento da potencialidade da liderança no contexto da formação educacional, onde se possa: Exercitar a prática de liderança, atuando como representante de turma, participando em organizações estudantis ou profissionais e assumindo responsabilidade de coordenação de uma tarefa ou projeto que exija mais do que duas pessoas para realizá-lo.(p. ) 3. PROBLEMA A atividade de representante de turma tem sido apresentada, como importante estratégia para interação entre os diversos atores envolvidos nas etapas do processo de aprendizagem. Como tal, deve responder expectativas que incluam interlocução entre órgãos acadêmicos e a própria turma, cuidar da construção permanente de um estado de ânimo entre todos os membros da turma, procurando, assim, assegurar clima facilitador ao processo de interação, integração, gestão de possíveis conflitos entre instituição-coordenador-professor-aluno e vice-versa.tratase, portanto, de assegurar diálogos permanentes entre os diversos atores participantes do processo educativo. 6

7 Há, no conjunto das atribuições do representante de turma, competências que se assemelham ao que tem sido apresentado como expectativas de desempenho para os gestores nas organizações, tanto em suas ações como líder, como membro de diversas equipes às quais se vincula. 3.1.Ações do Líder de Turma Que Facilitam a Interação dos Alunos. No documento, cujo título é mencionado em epígrafe, fornecido pela Instituição em estudo, e transformado em Quadro II, há uma lista que orienta a ação do representante de turma. Nela constam atribuições que contemplam aspectos de infra-estrutura do grupo, assim como ações mais voltadas para a liderança, propriamente dita. Os negritos destacam essas expressões. LISTA QUE ORIENTA A AÇÃO DO REPRESENTANTE DE TURMA 1 - Listar telefone, , endereço dos alunos para contatos importantes. 2 O líder deve procurar interação com os professores para facilitar relacionamentos. 3 Informar-se com o professor da metodologia de trabalhos e exercícios bem como sua aplicação para orientação aos colegas. 4 Relação de datas importantes como: provas, trabalhos, exercícios, leitura de livros, visita técnica e outras atividades. 5 Verificar fóruns e trabalhos da matéria semipresencial e repassar aos alunos. 6 Desenvolver um trabalho de ajuda quando verificar que alguns alunos estão descompromissados. 7 Orientar para que não haja problemas que atrapalhem as aulas. (conversas paralelas, desordem e outros). 8 Verificar presença dos alunos em sala. 9 Elaboração de uma planilha com datas específicas. (conforme anexo) 10 Conversas individuais e coletivas ao perceber a turma sem foco. 11 Dar avisos importantes em sala para melhor interação dos alunos 12 Ajudar a programar os grupos de trabalho em sala. 13 Verificar, em caso de necessidade, a programação do Data Show para apresentação dos trabalhos. 14 Dar sempre sugestões que contribuam para a melhoria da sala. 15 Enviar avisos importantes por . (sempre) 16 Cuidar para que a sala seja um ambiente sadio e motivador. 17 Ser freqüente nas reuniões dos representantes de turma e pautar em reclamações e/ou sugestões que contribuam para o crescimento da instituição e dos alunos. 18 Procurar se informar de assuntos importantes do dia a dia, ligados à disciplina e fornecer informações para crescimento de todos. 19 Trabalhar para diminuição do índice de evasão da instituição e/ou da sala. 20 Ser ético, respeitoso com todos e com as normas e regras da instituição. 21 Valorizar sua ação de liderança votada pelos colegas de sala. 22 Ter o dos professores e possíveis contatos para qualquer eventualidade. Fonte: Documento fornecido pela Instituição em estudo. Assim, tendo que a atividade de representante de turma tem importância estratégica para as instituições educacionais, e que tais atribuições compõem o leque de competências gerenciais requeridas pelas organizações no mercado de trabalho, entende-se que o problema central desta pesquisa está vinculado ao seguinte desafio: a atividade de representante de turma pode 7

8 ser percebida como atividade de aprendizagem para o exercício dos papéis de líder e membro de equipes que os administradores devem desempenhar em situações profissionais? 4. QUESTÕES A INVESTIGAR 4.1. A atividade de representante de turma é percebida como oportunidade de aprendizado sobre papéis de liderança e condução de equipes necessárias à sua prática profissional como administrador? Por quê? 4.2. Que aprendizados sobre liderança e condução de equipes deverão ser implementados, para o desenvolvimento dessas competências requeridas ao administrador? 4.3. As demandas de aprendizagem sobre liderança e equipes diferem entre grupos de alunos que têm experiência profissional versus aqueles que ainda não ingressaram no mercado de trabalho, em correlação ao período do curso? 4.4. É possível estabelecer correlação entre as influências de liderança dos representantes de turma com as variáveis: evasão; qualidade do clima de aprendizagem em sala de aula; qualidade da produção acadêmica; e o marketing aluno-aluno, em relação ao curso, na captação de novos alunos? 5. OBJETIVOS 5.1. GERAL Identificar e analisar a atividade de representante de turma como oportunidade de desenvolvimento das competências de liderança e condução de equipes, assim como diagnosticar, elaborar, implementar e avaliar o plano de aprendizagem que vise a fortalecer tais competências ESPECÍFICOS Identificar como a atividade de representante de turma é abordada nos documentos que orientam sua prática na Instituição em estudo; Identificar como a atividade de representante de turma é percebida pelo próprio representante e pela turma; Comparar e analisar os alinhamentos e discrepâncias existentes entre as concepções sobre representante de turma existente na Instituição em estudo e os representantes e a própria turma; Planejar, implementar, avaliar e validar o processo de aprendizado sobre os papéis de liderança e de equipes, mediante diagnóstico a ser realizado nesta pesquisa. 6. MARCO TEÓRICO 6.1.Sobre liderança. Neste estudo sobre a atividade de representante de turma, o tema liderança é tratado na perspectiva sobre como esta atividade é percebida como oportunidade de aprendizado para os papéis futuros do administrador na sua prática profissional. Em princípio, não é propósito analisar quais das abordagens sobre liderança orientam a prática do representante de turma, porém, inevitavelmente, esta possibilidade poderá existir na evolução dos trabalhos, quando da implementação do processo de aprendizagem sobre liderança e a respectiva avaliação e validação das ações do representante de turma na prática, através de um estilo de liderança mais centrado numa das abordagens que serão desenvolvidas no respectivo programa de aprendizagem. As breves fundamentações a seguir liderança e equipes visam repercutir parte do interesse com o qual pesquisadores, assim como gestores e demais estudiosos têm estabelecido com estas áreas de estudo. Do ponto de vista desta pesquisa-ensino-extensão, o aprofundamento 8

9 dos dois temas, virá na medida em que se der a elaboração do plano de aprendizagem como decorrência do diagnóstico a ser realizado como primeira atividade da metodologia prevista na sessão 7 (sete). Como tal, espera-se que o diagnóstico sinalize quais das abordagens teóricas serão mais apropriadas para os fins deste trabalho que é a articulação entre as competências de liderança e equipe, com as atividades de representante de turma. Nesta breve fundamentação do marco teórico, pode-se afirmar que as pesquisas sobre liderança têm focado desde as teorias dos traços, às características de personalidade, assim como as teorias da liderança transacional e transformacional. Em todas elas o propósito orientador está em como obter maior eficiência nos resultados na interação líder-lideradoorganização. Que, em outras palavras reforça a busca das instituições educacionais ao trabalharem com a proposta do representante de turma: eficiência na relação instituição-alunoprofessor-coordenação. Desde os anos 1930 até os dias de hoje, várias teorias foram propostas com o intuito de determinar o que faz um líder eficaz e o que diferencia líderes de não-líderes. As principais correntes denominam-se Abordagem dos Traços, Teorias Comportamentais, Abordagem Situacional e Teorias Contemporâneas (YUKL & VAN FLEET, 1992). A abordagem da teoria dos traços é identificada como a pioneira em termos de trabalho sobre liderança. Essa teoria pressupõe que a liderança está associada as características de um grande homem. Em seguida vem as teorias do comportamento afirmando que, em vez de traços, a liderança passou a ser investigada para a identificação dos padrões de comportamento adotados por líderes e suas funções. Segundo Marquis e Huston (2002, p.37) in Tolfo ( 2004, p.281): Na medida em que se desenvolveu, a pesquisa sobre liderança afastou-se do estudo das características do líder para dar mais ênfase nas coisas que ele fazia o estilo de liderança do líder. A habilidade de liderança é configurada com base em conjunto de comportamentos que possibilitam aumentar a eficácia na condução dos liderados. Os estudos com os grupos conduzidos por Kurt Lewin possibilitaram o desenvolvimento de trabalhos que compararam os efeitos da liderança sobre diferentes agrupamentos. A partir destes estudos, Lewin, White e Lippit (apud Fiedler e Chemers, 1981) chegaram, no final da década de 1930, a formulação de três tipos de liderança: Autocrática, democrática e laissezfaire. Como as abordagens comportamentais não respondiam a tudo e se tornaram insuficientes, na medida em que o comportamento do líder é um dos fatores que possibilita a eficácia do grupo ante a tarefa, mas não é tudo. Após os anos 60 tomou impulso a perspectiva situacional que relaciona a liderança eficaz como ambiente de atuação do líder. Assim a teoria contingencial trata das variáveis relacionadas ao processo de liderança e dos diferentes tipos de comportamento dos líderes (Davel, Machado e Grave, 2000) in Tolfo (2004, p.285). A principal contribuição destas teorias está no reconhecimento de que não existe um estilo de liderança único, baseado nos traços ou comportamento do líder. Isso implica que a maioria das pessoas pode ser um líder bem sucedido ou se desenvolver para tanto, conforme a situação, e que as características e as aspirações dos liderados também devem ser levadas em conta. 9

10 Uma das mais recentes correntes de pesquisa sobre liderança estabelece a diferença entre líderes transformacionais e líderes transacionais. A maioria das teorias de liderança abordadas anteriormente diz respeito a líderes transacionais, ou seja, líderes que motivam seus seguidores na direção de metas estabelecidas, esclarecendo as exigências do papel e da tarefa. Segundo Avolio e outros (1991), este tipo de líder utiliza transações de troca entre líderes e liderados para alcançar o sucesso. As trocas podem ser de natureza econômica, política ou psicológica (BURNS, 1978). Deste modo, a liderança transacional faz uso de recompensa tangível em relação ao desempenho, reciprocidade, definição de direção e confiança na equipe (recompensa contingencial). Observa e procura desvios das regras e padrões estabelecidos, adotando as ações corretivas necessárias (gerenciamento por exceção ativa) e intervindo apenas quando estes desvios surgem espontaneamente (gerenciamento por exceção-passivo) (BASS & AVOLIO, 1993). Quais destas teorias serão percebidas como as mais relevantes para aplicação junto aos representantes de turma, será resposta a ser obtida através do diagnóstico, conforme mencionado anteriormente. 6.2.Sobre equipe O tema equipe aparece nesta pesquisa como um pressuposto de que, no processo de convivência entre representantes de turma e a sua respectiva turma, possa ter havido uma evolução na qualidade da relação entre ambos. Assim, espera-se que a fase turma, como identificação de um agrupamento de alunos em uma sala de aula, possa ter evoluído para equipe, com graus de comprometimento mais elevados do que nas fases iniciais de afiliação de quaisquer pessoas entre si. Como mencionado anteriormente para o tema liderança, aqui, também, o aprofundamento do tema equipe estará articulado com o diagnóstico a ser realizado junto aos participantes da pesquisa. Daí, no plano de aprendizagem será estabelecido que aspectos grupais e de equipes precisarão ser trabalhados para promover o alinhamento representante de turma e a equipe. Na literatura o tema equipe é uma evolução do conceito de grupo iniciado nas primeiras abordagens aplicadas no ambiente das organizações, inspiradas a partir dos fundamentos da dinâmica de grupo. Um conjunto de pessoas trabalhando em uma sala já constitui um grupo. A questão primordial para transformar o arranjo de pessoas em equipe é conseguir ativar relacionamentos interpessoais em atitudes cooperativas e pró-ativas. Segundo Magin (1996, pág 15) in Biehl (2004, p.135): uma equipe é um grupo de pessoas trabalhando juntas para atingir uma meta em que todos acreditam, a qual seria difícil, ou até mesmo impossível de ser atingida por pessoas trabalhando sozinhas. A complexidade que envolve o tema equipe é tão grande como a que envolve o tema liderança. Aliás, liderança e equipe são elementos intercomplementares como estudo e como prática nas organizações. Nesta pesquisa propriamente dita, a ênfase teórica-prática a ser dada ao processo de aprendizagem dos representantes de turma e dos demais participantes das equipes, estará diretamente ligada ao diagnóstico a ser realizado junto aos alunos do curso de administração da instituição em estudo. 7. METODOLOGIA: ETAPAS, MÉTODOS E POPULAÇÃO DA PESQUISA Esta pesquisa será desenvolvida através de cinco etapas, compreendendo: diagnóstico, planejamento e implementação do processo de aprendizagem apontado pelo diagnóstico, culminando com as atividades de avaliação e validação. No entanto, para os propósitos iniciais, que é tornar pública a estratégia de ensino para alunos do curso de administração 10

11 sobre o desenvolvimento das habilidades de liderança e equipes através da atividade de representante de turma, a ênfase estará centrada na fase de diagnóstico e do planejamento das ações de aprendizagem ETAPA I DIAGNÓSTICO Análise documental visando identificar como a atividade de representante de turma é abordada nos documentos da Instituição em estudo; Construção e aplicação dos questionários e roteiros de entrevista; A população envolvida é constituída de alunos e professores. Em relação aos alunos, será considerado todo o universo de 10 (dez) representantes de turma e cerca 400 (quatrocentos) dos demais alunos que compõem as turmas dos respectivos representantes. Em relação ao professores a serem entrevistados via entrevista coletiva, a amostra será constituída por aqueles que têm maior atuação junto aos representantes de turma, segundo a ótica da coordenação do curso ETAPA II PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM Com base nos dados coletados no diagnóstico, elaborar planejamento de aprendizagem que contemple ações presenciais e não presenciais, definindo objetivos gerais e específicos, conteúdos e metodologias de ensinoaprendizagem a serem trabalhadas, assim como as formalidades e modalidades de certificados a serem expedidos Apresentar aos professores as demandas complementares dos alunos, para que os mesmos possam planejar articulações entre seus programas de curso as respectivas demandas ETAPA III IMPLEMENTAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM Implementar as estratégias de aprendizagem via presencial e não presencial via sistema EAD da Instituição em estudo Em todas as atividades, presenciais ou não, haverá busca contínua para integrar teoria e prática, através de articulação com os propósitos da pesquisa que é a verificação sobre o quanto o processo de aprendizagem sobre os papéis de liderança e equipes é percebido como oportunidade de aprendizado para o administrador ETAPA IV AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM Realizar avaliações contínuas que possam sinalizar o quanto o processo de aprendizagem tem sido percebido pelos participantes como momento significativo em sua formação profissional Realizar avaliações contínuas junto aos professores envolvidos no processo de escolha de representante de turma, se as atividades de aprendizagem sobre liderança e equipes, apresenta alguma contribuição na dinâmica dos alunos em sala de aula ETAPA V VALIDAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM Validar junto aos professores envolvidos com o processo de escolha de representante de turma, como a atividade de aprendizagem desenvolvida repercute nas demais atividades discentes, dentre elas o clima da turma na sala de aula; Validar como os egressos avaliam a importância do aprendizado ocorrido, para a sua prática profissional atual (na empresa em que trabalha). 11

12 8. INSTRUMENTOS DA PESQUISA 8.1. QUESTIONÁRIO FECHADO - ALUNOS 1. Período que está cursando: 1º ( ); 2º ( ); 3º ( ); 4º ( ); 5º ( ); 6º ( ); 7º ( ); 8º ( ). 2. Marque o número que representa sua experiência como representante de turma neste curso: 1º ( ); 2º ( ); 3º ( ); 4º ( ); 5º ( ); 6º ( ); 7º ( ); 8º ( ). 3. Indique quantas vezes já participo do processo de escolha do representante de turma: 1º ( ); 2º ( ); 3º ( ); 4º ( ); 5º ( ); 6º ( ); 7º ( ); 8º ( ). 4. Trabalha atualmente: Sim ( ) Não ( ) 5. Já trabalhou: Sim ( ) Não ( ) 6. Já participou de algum curso sobre liderança na empresa? Sim ( ) Não ( ) 7. Já participou de algum curso sobre equipe na empresa? Sim ( ) Não ( ) QUESTÕES 1. A atividade de representante de turma é percebida como oportunidade de aprendizado para o papel de liderança em suas futuras funções de administrador nas organizações? N A O S I M GRAUS DE IMPORTÂNC IA i A atividade de escolha do representante de turma é percebida por você como oportunidade de aprendizado sobre o papel de membro de equipe, que, de forma participativa, pode influir na escolha do líder? 8.2. ENTREVISTA ABERTA Para os representantes de turma Obs: Os representantes de turma serão selecionados conforme os dados colhidos através do questionário; 1. Você se candidatou ou foi indicado pelos colegas ou professor (s) a. Poderia comentar como se deu o processo? 2. Você se sente legitimado? 3. Se já exerceu esta função, como percebe esta experiência de ser representante de turma? a. Se a experiência é percebida como positiva, haveria na sua visão alguma conexão com aprendizado para desafios futuros como administrador? b. Se a experiência é percebida como negativa, o que a torna como tal? 4. Você acredita que seria possível pensar nesta experiência como possibilidade de aprendizagem para suas funções futuras como administrador ou inimaginável? Por quê? 5. Como você percebe a atividade de liderança e liderado, no contexto da função de representante de turma? 6. Você tem conhecimento do que é esperado para um profissional em administração no mercado de trabalho no que diz respeito aos seus papéis de liderança e liderado? a. Se sim, em sua opinião a atividade de escolher o representante de turma ( função de liderado ) e a de ser o representante de turma ( líder ) seria uma oportunidade para desenvolver estes papéis, como atividades curriculares complementares? 12

13 7. Outras questões ENTREVISTA ABERTA Para os/as alunos/as da turma Obs: Selecionar alunos não representantes de turma para entrevista, conforme os dados colhidos através do questionário; 1. É a primeira vez que participa do processo de escolha do representante de turma? Por quê? 2. Nunca participou deste processo. Quais os motivos para este fato? 3. Em sua opinião haveria alguma conexão entre este processo de escolha com o aprendizado para os processos de escolha de seus futuros líderes, num contexto participativo em sua futura função como administrador? 4. Como você percebe a atividade de liderança e liderado, no contexto da função de representante de turma? 5. Você tem conhecimento do que é esperado para um profissional em administração no mercado de trabalho no que diz respeito aos seus papéis de liderança e liderado? 5.1. Se sim, em sua opinião a atividade de escolher o representante de turma ( função de liderado ) e a de ser o representante de turma ( líder ) seria uma oportunidade para desenvolver estes papéis, como atividades curriculares complementares? (verificar como que no projeto pedagógico esta atividade é concebida?) 6. Como você analisa a experiência de escolha do representante de turma ENTREVISTA COLETIVA COM OS PROFESSORES Obs: Os professores serão indicados pela coordenação. 1. Há quanto tempo participa do processo de escolha de representante de turma? 2. Como você percebe a atividade de liderança e liderado, no contexto da função de representante de turma? 3. Em sua análise seria possível pensar nesta experiência sobre a atividade de representante de turma, como possibilidade de aprendizagem para as funções futuras de um administrador? 4. É possível estabelecer algum grau de correlação entre a atividade de representante de turma com as seguintes variáveis: evasão; qualidade do clima de aprendizagem em sala de aula; qualidade da produção acadêmica; e o marketing sobre o curso, na captação de novos alunos? 9. CRONOGRAMA O cronograma previsto para a implantação deste projeto cobrirá da fase de diagnóstico, que se iniciará em maio de 2007, se estendendo por pelo menos mais quatro semestres, de modo a permitir processos comparativos e de validação. 10. BIBLIOGRAFIA ALBUQUERQUE, F.J.B. PUENTES-PALACIOS, K.E. Grupos e equipes de trabalho nas organizações. In: ZANELLI, J.Carlos et al (org.) Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre, Artmed, AMADO, G.; GUITTET, André. A dinâmica da Comunicação nos Grupos. Rio, Zahar Editores, AVOLIO, B. J. et al.. Leading in the 1990s: The four I s for transformational leadership. Journal of European Industrial Training. vol.25, n.4, p.9-16,

14 BASS et al.. Re-examining.the components of transformational and transacional leadership using multifactor leadership questionnaire. Journal of Occupacional and organizacional Psychology. vol. 72, p , BASS, B. M.. Is there universality in the full range model leadership? International Journal of Public Administration. New York: v. 19, n.6, p , BASS, B. M.. Transformational leadership. Mahwah, NJ, Erlbaum, BASS, B. M.; AVOLIO, B. J.. Developing Transformational Leadership: 1992 and Beyond. Journal of European Industrial Training. Bradford: v.14, n.5; p.21-28, BASS, B. M.; AVOLIO, B. J.. Shatter the glass ceiling: women may make better managers. Human resource management. New York: v. 33, n.4, p , BASS, B. M.; AVOLIO, B. J.. Transformational leadership and organizational culture. Public Administration. Quarterly. v.17, n.1, p , BASS, B. M.; AVOLIO, B. J.. Transformational leadership and organizational culture. International Journal of Public Administration. New York: v.17, n.3,4; p , BAUER, Ruben. Gestão da mudança; caos e complexidade nas organizações. S.Paulo, Atlas, BITENCOURT, C., Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos tradicionais, Porto Alegre: Bookman, BIEHL, K.A., Grupos e equipes de trabalho: Uma estratégia de gestão, p. 132: 143, in: BITENCOURT, C., Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos tradicionais, Porto Alegre: Bookman, BURNS J.M.. Leadership. New York: Harper & Row Publisher, GOULART, I. B. (org.) Psicologia Organizacional e do Trabalho; teoria, pesquisa e temas correlatos. S.P., Casa do Psicólogo, 2002 GRAEN, G., NOVAK, M., SOMMERKAMP,P,. The effects of leader member exchange. Journal of Applied Psychology, February, p.56-60, HOFSTEDE, G.. Motivation, leadership and organization: do American theories apply abroad? Organizational Dinamics, 9,p , Summer, HOGAN, R., KAIZER, R.B.. What we know about leadership. Review of general psychology, v. 9, , HOLLENBECK, John R. et allii. The multi-level theory of team decision-making; decision performance in teams incorporating distributed expertise. Journal of Applied Psychology 81 (1995) p

15 HOUSE, R.J.. A Path-Goal Theory of Leader Effectiveness. Administrative Science Quarterly, September, p , (Acesso no dia 09/04/07) (Acesso no dia 09/04/07) KATZENBACH Jon R. & DOUGLAS K. Smith. A força e o poder das equipes. Trad. Pedro Catunda. São Paulo: 1991 São Paulo:1993. KLEIN, J. O trabalho de grupo. Trad. Waltensir Dutra. Rio, Zahar, LAPASSADE, Georges. Grupos, Organizações e instituições; trad Henrique Augusto de Araújo Mesquita. Rio de janeiro: J. Olympio 1989 LEWIN, Kurt. An experimental stucty of beactership and group life In: Preshansky, H. & Seidenberg, B. Basic studies in social psychdogy New York, Holt, Rinehart and Winsten, 1945 LEWIN, Kurt. Teoria de campo em psicologia social. São Paulo: biblioteca pioneira em ciência social 1965 Uris, Auren Liderança trad maria thereza quintella ibrasa instituto brasileiro de difusão cultural S.A são paulo 1967 MAGINN, Michael D. Eficiência no Trabalho em Equipe. Tradução Lúcia Leite Rosa. São Paulo: Nobel, MANNING, M.R.& SCHIMIDT, P.J. Building Effective Work Teams: a quick exercice based on a scavenger hunt, Journal of Management Education, agosto de 1995, pp MAXIMIANO, A. C. A. Gerência de Trabalho em Equipe. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, p. MILES, Mathew B. Aprendizagem do trabalho em grupos. Trad. Octavio Mendes Cajado, S. Paulo, Cultrix, MOSCOVICI, Fela. Equipes dão certo: a multiplicação do talento humano. Rio de Janerio: J. Olympio MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal: Leituras e exercícios de treinamento em grupo. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos 1985 MUCHINSKY, M. Paul. Psicologia organizacional. Trad Ruth Gabriela Bahr. São paulo: Pioneira Thompson Learning, 2004 PANDYA, M., SHELL, R.. Liderança duradoura; o que você pode aprender com os 25 maiores líderes de negócios de nossos tempos. Trad. Werner Loeffler. Porto Alegre: PARKER, Glenn M. Team Players & Teamwork: a equipe e seus Integrantes A nova estratégia competitiva. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, p. 15

16 PUC INFORMA BARREIRO, Informativo da PUC MINAS BARREIRO - Nº 19 junho de PUC INFORMA SÃO GABRIEL, Informativo quinzenal da PUC MINAS SÃO GABRIEL - Nº 44-1 A 15 de setembro de 2004 Revista FAE Business, número 6, agosto de ROBBINS, Harvey; FINLEY, Michael. Por que as equipes não funcionam. Rio de Janeiro: Campus, SCHOLTES, Peter R. Times da qualidade : como usar equipes para melhorar a qualidade. Trad. Elenice Mazzilli e Lucia Faria Silva. Rio de Janeiro : Qualitymark, 1992 SENGE, Peter M. A quinta disciplina: arte, teoria e pratica da organização de aprendizagem. Trad Regina Amarante. São Paulo: Beste Seller, 1990 SINCLAIR, A. The Tyranny of a Team Ideology, Organization Studies, Vol. 13, nº 4 (1991), pp SINGER, M. S.; SINGER, A. E.. Situacional constraints on transformational versus transacional leadership behavior: subordinates leadership preference end satisfaction. The Journal of Social Psychology. v.130, n.3, p , TOLFO, S. R.. A liderança: da teoria dos traços ao coach. In: BITENCOURT, C. et al. Gestão contemporânea de pessoas: novas práticas, conceitos tradicionais. Porto Alegre: Bookman, p , URIS, Auren. Liderança. Trad. Mª Tereza Quintella. S. Paulo, Ibrasa, VAN MUIJEN et al.. Transacional versus transformacional leadership: An analysis of the MLQ. Journal of Occupational and Psycology. Vol, 70, parte1. Leisceste, VROOM, V.H., YETTON, P.S.. Leadership and decision making. Pittsburgh: University of Pittsburgh Press, WAGNER, John A. & HOLLENBECK, John R. Comportamento organizacional; criando vantagem competitiva. Trad. Cid Knipel Moreira. Revisão técnica Laura Zaccarelli. S.Paulo, Saraiva, YUKL, G.A., VAN FLEET, D.D.. Theory and research on leadership on organizations. In: HOUGH, I.M.. Handbook of industrial and organizational psychology, v.3, 2.ed. Palo Alto, C.A. Consulting Psychologists Press, p , i GRAUS DE IMPORTÂNCIA: 1 (NENHUMA); 2 (POUCA); 3 (ÓTIMA) 4(EXCELENTE). 16

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM União Metropolitana de Educação e Cultura Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM Lauro de Freitas - BAHIA 2013 2 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o desenvolvimento e implementação

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas e Liderança

Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas e Liderança Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas e Liderança Apresentação CAMPUS IGUATEMI Inscrições em Breve Turma 02 --> *Alunos matriculados após o início das aulas poderão cursar as disciplinas já realizadas,

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

06/10/2015. A Clínica de Coaching Empresarial é conduzida por: David Bomfin e Flávio Hastenreiter

06/10/2015. A Clínica de Coaching Empresarial é conduzida por: David Bomfin e Flávio Hastenreiter 1 A Clínica de Coaching Empresarial é conduzida por: David Bomfin e Flávio Hastenreiter 2 David Bomfin É Pedagogo Empresarial, Mestre em Pedagogia do Treinamento e Doutor em Aprendizagem Organizacional.

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

CLÍNICA DE COACHING EMPRESARIAL. Bomfin & Hastenreiter. David Bomfin

CLÍNICA DE COACHING EMPRESARIAL. Bomfin & Hastenreiter. David Bomfin CLÍNICA DE COACHING EMPRESARIAL Bomfin & Hastenreiter A Clínica de Coaching Empresarial é conduzida por: David Bomfin e Flávio Hastenreiter Rua dos Goitacazes, 375, sala 1004, Belo Horizonte, MG, Centro.

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão.

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. Liderança Objetivo Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. 2 Introdução O que significa ser líder? Todo gestor é um líder? E o contrário? Liderança

Leia mais

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL Curso de Especialização EM ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação Gestão Educacional NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Administração

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES

O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES O PAPEL DO PSICÓLOGO NA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS DAS ORGANIZAÇÕES CHAVES, Natália Azenha Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: natalya_azenha@hotmail.com

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

MBA Gestão de Negócios e Pessoas

MBA Gestão de Negócios e Pessoas PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Nome do Curso MBA Gestão de Negócios e Pessoas Área de Conhecimento Ciências Sociais Aplicadas Nome do Coordenador do Curso e Breve Currículo: Prof.

Leia mais

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão de Recursos Humanos DISCIPLINA: Ferramentas de Gestão de Recursos Humanos ALUNO(A):Aline de Souza MATRÍCULA:51811 Ribeiro da Rocha NÚCLEO REGIONAL: DATA:

Leia mais

FATEC EaD TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO INTERDISCIPLINAR SÃO PAULO 2014

FATEC EaD TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO INTERDISCIPLINAR SÃO PAULO 2014 1 FATEC EaD TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO INTERDISCIPLINAR SÃO PAULO 2014 2 Sumário 1. Introdução... 3 2. Finalidade do Projeto Interdisciplinar... 3 3. Disciplinas Contempladas... 4 4. Material

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi 1- Objetivo Geral Capacitar profissionais para o exercício da consultoria empresarial com qualidade, possibilitando assim um melhor atendimento as demandas das empresas paraenses por estes serviços. Disseminar

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Porque Educação Executiva Insper

Porque Educação Executiva Insper 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS Agenda da Conferência O que são redes? O que são redes interorganizacionais? Breve histórico das redes interorganizacionais Tipos

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EXECUTIVO EM MARKETING E GESTÃO DE EQUIPES

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EXECUTIVO EM MARKETING E GESTÃO DE EQUIPES CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EXECUTIVO EM MARKETING E GESTÃO DE EQUIPES ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em MBA Executivo e Marketing e

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com. ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.br CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE

Leia mais

CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS O CBA em Gestão de Negócios é um curso que proporciona aos participantes sólidos fundamentos em gestão e liderança. O programa tem o objetivo de formar

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 2. Liderança X Gerenciamento. Contextualização. Empreendedor Conflitos.

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 2. Liderança X Gerenciamento. Contextualização. Empreendedor Conflitos. Gestão de Recursos Humanos Aula 2 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Organização da Aula Liderança Competências gerenciais Formação de equipes Empreendedor Liderança X Gerenciamento Conceito e estilos

Leia mais

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita

em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir seus objetivos necessita II. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES A assessoria pedagógica não consiste em transmitir certezas, mas em partilhar sentido. [Gutierrez e Prieto, 1994] A EAD pode envolver estudos presenciais, mas para atingir

Leia mais

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO

PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE APRENDIZAGEM MBA E PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL MBA e Pós-Graduação Cursos inovadores e alinhados às tendências globais Nossos cursos seguem modelos globais e inovadores de educação. Os professores

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são:

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são: 1) Formas de participação do Corpo Discente: O Colegiado do Curso é um órgão consultivo, deliberativo e normativo, onde é possível a participação do corpo discente nas decisões que competem a exposição

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas.

Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas. Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas. O ideário ético é um conjunto essencial de valores que deve ser conscientizado por todos na Organização para que se consiga implantar

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO DE EQUIPES E VIABILIDADE DE PROJETOS

Curso de Especialização em GESTÃO DE EQUIPES E VIABILIDADE DE PROJETOS Curso de Especialização em GESTÃO DE EQUIPES E VIABILIDADE DE PROJETOS ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão de Equipes e Viabilidade

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos, quem nunca passou por um momento de conflito? A palavra CONFLITO possui uma conotação negativa, sempre imaginamos

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de GESTÃO E LIDERANÇA EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de GESTÃO E LIDERANÇA EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CÂMPUS LAGES Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO

Leia mais

Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção

Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção Trilhas de aprendizagem UCSebrae um caminho em construção Trilhas de aprendizagem Trilhas de desenvolvimento Foco no desenvolvimento de competências Foco no desenvolvimento de carreiras O Sebrae O Serviço

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES.

PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES. PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES. Introdução As mudanças e desafios no contexto social influenciam a educação superior, e como consequência, os

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIA DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2014/01 a 2014/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Análise dos resultados

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

IMPLANTAÇÃO DE NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Escola Nacional de Saúde Pública Escola de Governo em Saúde Programa de Educação à Distância IMPLANTAÇÃO DE NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Equipe da Coordenação

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2014/01 a 2014/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Análise dos resultados

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA EIXO TECNOLÓGICO: Gestão e Negócios Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Técnico em Vendas PROEJA FORMA/GRAU:( x )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO TURMA: 3º T 03 EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO TURMA: 3º T 03 EMENTA EIXO TECNOLÓGICO: Gestão e Negócios Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Superior em Administração FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

MBA GESTÃO DE PESSOAS

MBA GESTÃO DE PESSOAS MBA GESTÃO DE PESSOAS 1- OBJETIVOS Capacitar profissionais de Administração e áreas afins, que atuam ou pretendem atuar em empresas de qualquer porte, desempenhando funções de coordenação de pessoas ou

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação?

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? O mercado do trabalho está cada vez mais exigente. Hoje em dia, um certificado de pós-graduação é imprescindível para garantia

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT 1 RESOLUÇÃO CONSU 2015 04 de 14/04/2015 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT Campus Virtual 2 A. JUSTIFICATIVA A vida universitária tem correspondido a um período cada vez mais

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO RESUMO

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO RESUMO 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: A CONDUTA DO INDIVÍDUO ALCALDE, Elisângela de Aguiar 1 MARIANO, Rosiane da Conceição 2 SANTOS, Nathália Ribeiro dos SANTOS, Rosilei Ferreira dos SANTOS, Sirene José Barbosa

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional -Matutino e Noturno

MBA em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional -Matutino e Noturno MBA em Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional -Matutino e Noturno Apresentação CAMPUS STIEP Inscrições Abertas Turma 12 (Noturno) -->Últimas Vagas até o dia 27/05/2013 CAMPUS IGUATEMI Turma 13

Leia mais

Gestão em Sistemas de Saúde

Gestão em Sistemas de Saúde INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Inatel Competence Center Business School Gestão em Sistemas de Saúde Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular Aprovado no dia XX/XX/2013 Pró diretoria de

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

EDUFOR SERVIÇOS EDUCACIONAIS LTDA FACULDADE EDUCACIONAL FORTALEZA EDUFOR CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO

EDUFOR SERVIÇOS EDUCACIONAIS LTDA FACULDADE EDUCACIONAL FORTALEZA EDUFOR CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO EDUFOR SERVIÇOS EDUCACIONAIS LTDA FACULDADE EDUCACIONAL FORTALEZA EDUFOR CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PROJETO DO CENTRO DE EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO CEI 2013 1. APRESENTAÇÃO Ciente da necessidade

Leia mais

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas

Leia mais

Área de Conhecimento. Laboratórios de informática Descrição e equipamentos. Informática, Pesquisas

Área de Conhecimento. Laboratórios de informática Descrição e equipamentos. Informática, Pesquisas Descrição da infraestrutura física destinada aos cursos, incluindo laboratórios, equipamentos instalados, infraestrutura de informática e redes de informação. Relação de laboratórios, oficinas e espaços

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

RESUMO DO CURSO. Nome do curso: MBA em Gestão Empresarial : Ênfase em Pessoas, Produção e Logística.

RESUMO DO CURSO. Nome do curso: MBA em Gestão Empresarial : Ênfase em Pessoas, Produção e Logística. RESUMO DO CURSO Nome do curso: MBA em Gestão Empresarial : Ênfase em Pessoas, Produção e Logística. Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas Nível do curso: pós-graduação lato sensu Modalidade:

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu. MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Estratégia e Liderança Empresarial Apresentação O programa de MBA em Estratégia e Liderança Empresarial tem por objetivo preparar profissionais para

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

III CONGRESSO DE EDUCAÇÃO CATÓLICA DA ANEC

III CONGRESSO DE EDUCAÇÃO CATÓLICA DA ANEC III CONGRESSO DE EDUCAÇÃO CATÓLICA DA ANEC GRUPOS DE TRABALHO EIXO 01 ENSINO RELIGIOSO, PASTORAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL GT: ENSINO RELIGIOSO NA ESCOLA CATÓLICA Ementa: A identidade do ensino religioso

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma

MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias 15ª Turma Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você

Leia mais

Curso de Tecnologia em Gestão Comercial

Curso de Tecnologia em Gestão Comercial Curso de Tecnologia em Gestão Comercial Manual Projeto Interdisciplinar Ano: 2015/2 2 Sumário 1. Introdução... 2. Caracterização Geral do Projeto... 3 4 2.1 Projeto Interdisciplinar I e III... 5 2.2 Responsáveis

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA EIXO TECNOLÓGICO: Gestão e Negocios Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Administração FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( x) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

Fundamentos do Comportamento de Grupo

Fundamentos do Comportamento de Grupo Fundamentos do Comportamento de Grupo 1: Motivação no trabalho e suas influências sobre o desempenho: Definir e classificar os grupos; Analisar as dinâmicas presentes nos grupos; Refletir sobre a influência

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2014/01 a 2014/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Análise

Leia mais

Curso de Especialização EM MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE PESSOAS E RECURSOS HUMANOS

Curso de Especialização EM MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE PESSOAS E RECURSOS HUMANOS Curso de Especialização EM MBA EXECUTIVO EM GESTÃO DE PESSOAS E RECURSOS HUMANOS ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em MBA Executivo em

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS São Paulo Presença nacional, reconhecimento mundial. Conheça a Fundação Dom Cabral Uma das melhores escolas de negócios do mundo, pelo ranking de educação executiva

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

Acreditamos em formas criativas e inovadoras de crescimento e desenvolvimento. Elas agregam valor ao cliente

Acreditamos em formas criativas e inovadoras de crescimento e desenvolvimento. Elas agregam valor ao cliente Portfólio QUEM SOMOS Somos uma empresa de consultoria organizacional que vem desenvolvendo e implementando em diversas clientes projetos nas áreas de Gestão Recursos Humanos e Comercial/Vendas. Silmar

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS UBC ENSINO A DISTÂNCIA

PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS UBC ENSINO A DISTÂNCIA PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS UBC ENSINO A DISTÂNCIA Gestão de Recursos Humanos/Administração/Processos Gerenciais/Gestão Pública/Marketing/Logística Disciplina: Comportamento Organizacional

Leia mais

Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes

Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes Programa de Excelência em Atendimento aos Clientes PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL Versão 2.0 Setembro de 2014 Agosto de 2008 Índice ÍNDICE...2 1. CONTEXTO...3 2. VISÃO, ESCOPO E ATIVIDADES DESTE PROJETO...5

Leia mais

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor.

A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A divulgação desta apresentação por Cd-Rom e no Web site do programa Educação do Instituto do Banco Mundial e feita com a autorização do autor. A ESCOLA PRECISA SER VISTA COMO UMA UNIDADE FUNDAMENTAL PARA

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

MBA em Gestão de Negócios (Sexta e Sábado)

MBA em Gestão de Negócios (Sexta e Sábado) MBA em Gestão de Negócios (Sexta e Sábado) Apresentação CAMPUS STIEP Inscrições Abertas Turma 14 (Nova) -->Início Confirmado:05/07/2013 Mercados dinâmicos têm imposto desafios crescentes para as empresas:

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

PERCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DE RECURSOS HUMANOS REFERENTES À AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO HUMANO NAS ORGANIZAÇÕES

PERCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DE RECURSOS HUMANOS REFERENTES À AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO HUMANO NAS ORGANIZAÇÕES 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 PERCEPÇÕES DE PROFISSIONAIS DE RECURSOS HUMANOS REFERENTES À AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO HUMANO NAS ORGANIZAÇÕES Jaqueline Reinert Godoy 1 ; Talita Conte Ribas

Leia mais