A MISSÃO E FINALIDADES DO ESCUTISMO. 14º CIP Oriental Casa do Gaiato

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A MISSÃO E FINALIDADES DO ESCUTISMO. 14º CIP Oriental Casa do Gaiato"

Transcrição

1 A MISSÃO E FINALIDADES DO ESCUTISMO 14º CIP Oriental Casa do Gaiato Objectivos da UF Explicar a Missão do Escutismo Descrever os princípios fundamentais do Escutismo Explicar de que modo se vivem na Unidade as Finalidades Educativas do Escutismo Explicar de que forma o Projecto Educativo do Escutismo contribui para a criação de um mundo melhor

2 A missão do Escutismo A missão do escutismo consiste em contribuir para a educação dos jovens, partindo de um sistema de valores enunciados na Lei e na Promessa escutistas, ajudando a construir um mundo melhor, em que as pessoas se sintam plenamente realizadas como indivíduos e desempenhem um papel construtivo na sociedade. 35ª Conferência Mundial do Escutismo, Durban África do Sul, Julho 1999 A missão do Escutismo Participação e envolvimento dos jovens (a) A missão é alcançada: envolvendo os jovens, ao longo dos seus anos de formação, num processo de educação não-formal; O jogo.

3 A missão do Escutismo a) Participação e Envolvimento dos Jovens Envolver os jovens nas decisões que afectam a sua vida: Vertente educativa: sistema de patrulhas e conselhos, método do projecto, avaliações, desempenho de cargos Vertente institucional: órgãos de decisão, fóruns, equipas de trabalho. Adulto na tomada de decisão Jovem na tomada de decisão Lobito Caminheiro A missão do Escutismo Método Escutista (b) A missão é alcançada: Utilizando um método específico, segundo o qual cada indivíduo é o principal agente do seu próprio desenvolvimento, para se tornar autónomo, solidário, responsável e comprometido.

4 A missão do Escutismo (b) Método Escutista e as 7 maravilhas: A missão e finalidades do escutismo A missão é alcançada: Ajudando os jovens na definição de um sistema de valores baseados em princípios espirituais, sociais e pessoais expressos na promessa e na lei Princípios Fundamentais do Escutismo (c) E quais são esses princípios?

5 A missão do Escutismo (c) Princípios Fundamentais do Escutismo Dever para consigo próprio: o dever de cada um de desenvolver a sua própria autonomia e assumir a responsabilidade por si próprio Dever para com os outros: o dever de cada um de reconhecer e respeitar os outros e o mundo sabendo que deve viver em interacção constante com eles e contribuir activamente para o seu bem estar Dever para com Deus: o dever de cada de um de procurar um significado maior para a Vida e de fazer seus, no dia-adia, os valores espirituais nele contidos As finalidades do Escutismo Do Regulamento Geral do CNE ARTIGO 2º - Finalidade 2. Por educação entende-se a concretização das finalidades educativas do escutismo, que são o desenvolvimento do carácter, da saúde, da criatividade e habilidade manual e do sentido do serviço; a dimensão espiritual e a formação cristã devem estar presentes e operantes nestas áreas de desenvolvimento (...).

6 As finalidades do Escutismo Áreas de desenvolvimento individual Social Intelectual Físico Homem Novo Espiritual Afectivo Carácter As finalidades do Escutismo 1. CARÁCTER Qualidades visadas: Pela prática de: Área de desenvolvimento: Lealdade Actividade de Equipa Carácter/Afectivo/Social Respeito pelos direitos dos outros Jogos de Equipa Social/Afectivo Disciplina Conselho de Honra Carácter/Afectivo/Social Liderança Conselho de Guias Carácter/Afectivo/Social Responsabilidade Conselho de Guias e de Equipa Carácter/Afectivo/Social Moral Lei e Promessa Escutista Carácter/Afectivo/Social Honra Serviço e actividades escutistas Carácter/Afectivo/Social Sentido das coisas Apreço pela Natureza Intelectual/Espiritual Confiança em Si Partilha Afectivo Elevação de pensamento Bondade Carácter Religião e Piedade Serviço aos outros Espiritual/Social

7 As finalidades do Escutismo 2. SAÚDE Qualidades visadas: Pela prática de: Área de desenvolvimento: Saúde Responsabilidade pela saúde Físico Higiene Temperança Vigor Campismo Físico Desenvolvimento físico Desportos Jogos Natação Caminhadas Excursões pedestres Escaladas e outras actividades As finalidades do Escutismo 3. HABILIDADE MANUAL Qualidades visadas: Pela prática de: Área de desenvolvimento: Habilidade técnica Técnica escutista Intelectual Espírito inventivo Engenho Intelectual Improvisações campistas e Pioneirismo Recompensas por meio de insígnias de competência e especialidades Intelectual Intelectual/Carácter Observação Passatempos, colecções Intelectual Dedução Conhecimento da vida da Natureza Intelectual Auto-expressão Seguimento de pistas Intelectual/Afectivo

8 As finalidades do Escutismo 4. SERVIÇO AO PRÓXIMO Qualidades visadas: Pela prática de: Área de desenvolvimento: Altruísmo Lei e Promessa Escutista Social/Carácter Abnegação Boa Acção Social/Carácter Serviço humanitário Ajuda em lares, creches, Espiritual/Social hospitais,... Serviço de Deus Serviços à comunidade Espiritual/Social A missão do escutismo A missão do escutismo é actual? Faz sentido na nossa sociedade? Tem impacto no desenvolvimento dos jovens? É esta a tua missão? OBRIGADA

- Explicar os factores de sucesso do Método Escutista.

- Explicar os factores de sucesso do Método Escutista. O Jogo Escutista Objectivos - Explicar os factores de sucesso do Método Escutista. - Explicar o que é o Jogo Escutista e o que o caracteriza. - Enunciar os seis elementos fundamentais do jogo escutista

Leia mais

RENOVAÇÃO DA ACÇÃO PEDAGÓGICA e TÉCNICA ESCUTISTA

RENOVAÇÃO DA ACÇÃO PEDAGÓGICA e TÉCNICA ESCUTISTA RENOVAÇÃO DA ACÇÃO PEDAGÓGICA e TÉCNICA ESCUTISTA Alguns mal entendidos têm circulado em torno da Técnica Escutista e de uma sua pretensa ausência no Programa Educativo resultante do processo de Renovação

Leia mais

Metodologia do Projecto

Metodologia do Projecto Metodologia do Projecto Índice 1. O Método 2. As Actividades 3. O Projecto 4. Fases da Metodologia do Projecto 5. Papel do Dirigente 6. Notas soltas 1. O Método Escutista Fonte: Escutismo: um sistema educativo,

Leia mais

CORPO NACIONAL ESCUTAS AGRUPAMENTO Nº 990. Plano de Actividades / Orçamento VIANA DO CASTELO. Página 1 de 9

CORPO NACIONAL ESCUTAS AGRUPAMENTO Nº 990. Plano de Actividades / Orçamento VIANA DO CASTELO. Página 1 de 9 CORPO NACIONAL ESCUTAS AGRUPAMENTO Nº 990 ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS 2014 Plano de Actividades / Orçamento VIANA DO CASTELO Página 1 de 9 1 - OBJECTIVOS O Corpo Nacional de Escutas é uma associação de

Leia mais

1.1. Creche Objectivos gerais

1.1. Creche Objectivos gerais 1.1. Creche 1.1.1. Objectivos gerais Os processos de ensino e aprendizagem deverão contribuir nesta primeira etapa da Educação para a Infância, para que as crianças alcancem os seguintes objectivos: -

Leia mais

Ficha de Inscrição. Agrupamento Silveira. Paróquia de Nossa Senhora do Amparo da Silveira

Ficha de Inscrição. Agrupamento Silveira. Paróquia de Nossa Senhora do Amparo da Silveira Nos agrupamentos do Corpo Nacional de Escutas, a admissão de um novo elemento (aspirante), é um compromisso celebrado entre o movimento escutista e a família do novo elemento. Válido enquanto seja de adesão

Leia mais

RESUMO DOS TRABALHOS FÓRUM DE JOVENS ESCUTEIROS EUROPA/ ÁFRICA PAÍSES OFICIAIS DE LINGUA PORTUGUESA

RESUMO DOS TRABALHOS FÓRUM DE JOVENS ESCUTEIROS EUROPA/ ÁFRICA PAÍSES OFICIAIS DE LINGUA PORTUGUESA RESUMO DOS TRABALHOS FÓRUM DE JOVENS ESCUTEIROS EUROPA/ ÁFRICA PAÍSES OFICIAIS DE LINGUA PORTUGUESA 4 A 12 DE JULHO DE 2010 PRAIA CABO VERDE 1 INTRODUÇÃO O presente documento pretende fazer uma síntese

Leia mais

Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT

Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT - 2010 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre a Satisfação Global Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Imagem global da organização. 0 2

Leia mais

HUMANO DRAGÃO ÁREA DE DESENVOLVIMENTO AFECTIVO. Autonomia

HUMANO DRAGÃO ÁREA DE DESENVOLVIMENTO AFECTIVO. Autonomia HUMANO DRAGÃO ÁREA DE DESENVOLVIMENTO AFECTIVO Relacionamento e Sensibilidade Valorizar e demonstrar sensibilidade nas suas relações afectivas, de modo consequente com a opção de vida assumida. Respeitar

Leia mais

2011. Ano Europeu do Voluntariado

2011. Ano Europeu do Voluntariado 2011. Ano Europeu do Voluntariado Projecto de Celebração Enquadramento A Comissão Europeia proclamou o ano de 2011 como Ano Europeu para o Voluntariado. No ano escutista de 2010/2011, o Corpo Nacional

Leia mais

Índice. Equipa de Animação 3. Objectivos 3. Objectivos 2008/ Calendário de actividades 8

Índice. Equipa de Animação 3. Objectivos 3. Objectivos 2008/ Calendário de actividades 8 Índice Equipa de Animação 3 Objectivos 3 Objectivos 2008/2009 4 Calendário de actividades 8 2 Equipa de Animação Chefe de Unidade: Maria Ester Gomes Pereira CIL: Fernanda Cristina Araújo Ferraz CI: João

Leia mais

SISTEMA DE PROGRESSO

SISTEMA DE PROGRESSO SISTEMA DE PROGRESSO O Sistema de Progresso da II Secção está dividido em dez áreas: Saúde / Socorrismo Desenvolvimento Físico Cultura / Comunidade Natureza / Vida em Campo Técnica Prevenção e Segurança

Leia mais

Ana Gonçalves. Curso: TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no trabalho. CP: Cidadania e Profissionalidade. Formadora: Ana Gonçalves

Ana Gonçalves. Curso: TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no trabalho. CP: Cidadania e Profissionalidade. Formadora: Ana Gonçalves Descrição: Direitos e deveres adquiridos em cada fase da vida - criança, adulto e na velhice Objectivo: Cidadão/ Estado Critérios de Evidência; Reconhecer as responsabilidades inerentes à liberdade pessoal

Leia mais

TEXTO DE APOIO PARA O FORMANDO

TEXTO DE APOIO PARA O FORMANDO CORPO NACIONAL DE ESCUTAS ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS CURSO DE ININIAÇÃO PEDAGÓGICA (C.I.P.) MANUAL ÁREA C SER DIRIGENTE/EDUCADOR MÓDULO C.1 O PAPEL DO DIRIGENTE C.1.1 U.F. DESENVOLVIMENTO PESSOAL TEXTO

Leia mais

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico 1º Ciclo Ao longo do 1º ciclo do Ensino Básico, todos os alunos devem desenvolver as competências gerais do Ensino Básico. Competências Gerais do Ensino Básico 1. Mobilizar saberes culturais, científicos

Leia mais

BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo. Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa

BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo. Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa mluz.antunes@estesl.ipl.pt Missão da Biblioteca Escolar A biblioteca escolar oferece um serviço

Leia mais

Um Mundo Uma Promessa

Um Mundo Uma Promessa Um Mundo Uma Promessa www.cne-escutismo.pt escutismo.pt 1 PORQUÊ CELEBRAR O CENTENÁRIO DO ESCUTISMO? 2 Milhões de pessoas da maior parte dos países e das culturas do mundo aderiram à Promessa e à Lei do

Leia mais

EB1/PE DE ÁGUA DE PENA

EB1/PE DE ÁGUA DE PENA EB1/PE DE ÁGUA DE PENA 2010 2014 1.Introdução 2.Enquadramento legal 3.Diagnóstico avaliação do projecto anterior 4.Identificação de prioridades de intervenção 5.Disposições finais 6.Avaliação 1.Introdução

Leia mais

A FNA sua Missão e Fins

A FNA sua Missão e Fins A FNA sua Missão e Fins A missão da FNA é a promoção do espírito da Promessa e da Lei Escutista, baseada nos Princípios do Escutismo Católico. Pelo desenvolvimento pessoal continuado, pelo serviço à comunidade.

Leia mais

PARCERIAS. Pág 1. Relação de colaboração entre duas ou mais pessoas com vista à realização de um objectivo comum.

PARCERIAS. Pág 1. Relação de colaboração entre duas ou mais pessoas com vista à realização de um objectivo comum. PARCERIAS OBJECTIVOS COLABORAÇÃO CO-RESPONSABILIDADE APRENDIZAGEM COOPERAÇÃO Parceria: Relação de colaboração entre duas ou mais pessoas com vista à realização de um objectivo comum. Parceria no Escutismo

Leia mais

Percurso Inicial de Formação Sistema de Formação de Adultos no Escutismo. Enriquecimento

Percurso Inicial de Formação Sistema de Formação de Adultos no Escutismo. Enriquecimento Percurso Inicial de Formação Sistema de Formação de Adultos no Escutismo C Enriquecimento Enriquecimento O Enriquecimento visa a consolidação formativa do Candidato a Dirigente em diversas áreas temáticas

Leia mais

Metinaro. 26 de Setembro

Metinaro. 26 de Setembro Breves Palavras de Sua Excelência o Presidente do Parlamento Nacional, Vicente da Silva Guterres, em representação de Sua Excelência o Presidente da República Democrática de Timor- Leste, por ocasião da

Leia mais

Documento de Enquadramento dos Cursos

Documento de Enquadramento dos Cursos CORPO NACIONAL DE ESCUTAS ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS Documento de Enquadramento dos Cursos Introdução Os princípios do Escutismo estão todos certos. O êxito da sua aplicação depende do Chefe e do modo

Leia mais

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Iª JORNADAS IGOT DOS PROFESSORES DE GEOGRAFIA Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Maria Helena Esteves 7 de Setembro de 2013 Apresentação O que é a Educação para a Cidadania Educação

Leia mais

promovam a reflexão sobre temáticas fundamentais relacionadas com a aprendizagem da Matemática.

promovam a reflexão sobre temáticas fundamentais relacionadas com a aprendizagem da Matemática. Áreas prioritárias no apoio ao sistema educativo 1º ciclo área da Matemática Perspectivas sobre o trabalho a ser desenvolvido na área da Matemática Proposta Enquadramento A visão de que o ensino da Matemática,

Leia mais

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO 402679 PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE 2010-2011 Desp.n.º 16034-2010, ME (20 Out.) VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL E ÉTICA Compromisso com a construção e o uso do conhecimento

Leia mais

CARTA DOS DIREITOS E DEVERES COMUNIDADE EDUCATIVA

CARTA DOS DIREITOS E DEVERES COMUNIDADE EDUCATIVA MMA CARTA DOS DIREITOS E DEVERES CENTRO SOCIAL NOSSA SENHORA DO AMPARO Aprovado em Reunião de Direção a 07 /01 /2014 INTRODUÇÃO O CSNSA focaliza todo o seu trabalho no cliente, individualizando e personalizando

Leia mais

Estratégias para a Saúde

Estratégias para a Saúde Estratégias para a Saúde V.1) Cadernos do PNS Acções e Recomendações Promoção da Cidadania em Saúde (Versão Discussão) ESTRATÉGIAS PARA A SAÚDE V.1) CADERNOS DO PNS - ACÇÕES E RECOMENDAÇÕES PROMOÇÃO DA

Leia mais

TEXTO DE APOIO PARA O FORMANDO

TEXTO DE APOIO PARA O FORMANDO CORPO NACIONAL DE ESCUTAS ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS CURSO DE ININIAÇÃO PEDAGÓGICA (C.I.P.) MANUAL ÁREA B PEDAGOGIA GERAL DO ESCUTISMO MÓDULO B.2 O MÉTODO ESCUTISTA B.2.3 U.F. AS METODOLOGIAS EDUCATIVAS

Leia mais

DEFINIÇÃO, ATIVIDADE E FINALIDADES

DEFINIÇÃO, ATIVIDADE E FINALIDADES NORMAS Artigo 1º DEFINIÇÃO, ATIVIDADE E FINALIDADES a) O Corpo Nacional de Escutas Escutismo Católico Português promove, para as Secções de Lobitos, Exploradores e Moços, Pioneiros e Marinheiros, Caminheiros

Leia mais

Caros Irmãos Escutas,

Caros Irmãos Escutas, Circular 10-1-107 de 05 de Novembro De: Para: Assunto: Data: Secretário Nacional Pedagógico JJRR, JJNN, Agrupamentos Ano Europeu do Voluntariado 2001 05 de Novembro de 2010 Caros Irmãos Escutas, Em 2009,

Leia mais

Caderno das Classes de Excursionista e Excursionista na Mata

Caderno das Classes de Excursionista e Excursionista na Mata Ministério dos Desbravadores Missão Nordeste 4ª Região 2011 Caderno das Classes de Excursionista e Excursionista na Mata www.quartaregiaorn.webnode.com.br Nome do Desbravador: Clube: Quartaregiaomn@gmail.com

Leia mais

CNE REGIÃO AÇORES Departamento de Formação

CNE REGIÃO AÇORES Departamento de Formação 1 Grupo de Questões: Responde duma forma espontânea e sincera, tomando uma posição clara em cada uma das questões que se seguem. 1. Quero candidatar-me a Dirigente/Educador do C.N.E., porquê? Por opção

Leia mais

Corpo Nacional de Escutas. Agrupamento 1233 Almalaguês

Corpo Nacional de Escutas. Agrupamento 1233 Almalaguês Corpo Nacional de Escutas Agrupamento 1233 Almalaguês Paulo Pinto Ilídio Dionísio Duarte Fachada João Rosado Idalina Rosa João Rosado Paulo Pinto Renato Rosa Alberto Dionísio Duarte Fachada Ilídio Dionísio

Leia mais

Corpo Nacional de Escutas Junta Regional de Braga

Corpo Nacional de Escutas Junta Regional de Braga De: Para: Assunto: Data: Geração Sem Medo Lobitos, Exploradores, Pioneiros, Caminheiros e Dirigentes ARAE 2015 Oportunidades Educativas 07/10/2015 Corpo Nacional de Escutas Junta Regional de Braga Oportunidades

Leia mais

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa Nome da prova: Autor(es): Versão: Tipo de aplicação: População: Tempo de aplicação: Objectivos: Materiais incluídos no jogo (kit) completo: Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Portuguesa

Leia mais

B-WITH B-IN. Relacionamento e Sensibilidade. Autonomia. Responsabilidade. Equilíbrio emocional. Auto-estima. Coerência

B-WITH B-IN. Relacionamento e Sensibilidade. Autonomia. Responsabilidade. Equilíbrio emocional. Auto-estima. Coerência B-WITH B-IN Relacionamento e Sensibilidade 04. Valorizo as minhas relações afectivas e demonstro equilíbrio na gestão de conflitos. Comprometo-me com o bem-estar da minha família. Reconheço que existem

Leia mais

Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais

Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais Currículo Nacional do Ensino Básico Competências Essenciais Competências gerais Princípios e valores orientadores do currículo A clarificação das competências a alcançar no final da educação básica toma

Leia mais

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS INFÂNCIA E JUVENTUDE CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS INFÂNCIA E JUVENTUDE CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO Manual de GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS INFÂNCIA E JUVENTUDE CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia

Leia mais

Caros Dirigentes, Para informações por favor contactem o endereço: Com as melhores saudações escutistas, De:

Caros Dirigentes, Para informações por favor contactem o endereço: Com as melhores saudações escutistas, De: De: Para: Assunto: Chefia do XXIII ACANAC Agrupamentos, Juntas de Núcleo e Juntas Regionais Normas do XXIII ACANAC Data: 15-06-2016 Circular: XXIIIACANAC-001 Caros Dirigentes, Vimos por este meio divulgar

Leia mais

Corpo Nacional de Escutas Escutismo Católico Português

Corpo Nacional de Escutas Escutismo Católico Português Corpo Nacional de Escutas Escutismo Católico Português Agrupamento 348 Meadela INTRODUÇÃO Em direção ao alto Durante os últimos dois anos, o Corpo Nacional de Escutas (CNE) integrou o tema Somos um que

Leia mais

Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas. Plano de acção Nota introdutória

Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas. Plano de acção Nota introdutória Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas Plano de acção 2009-2013 Nota introdutória O plano de acção é um documento orientador onde se conceptualizam e descrevem as metas a atingir num período

Leia mais

ATIVIDADE ESCUTISTA INTERNACIONAL MULTICULTURALIDADE APRENDIZAGEM GEOGRAFIA INTENCIONALIDADE DESAFIO EXPERIÊNCIA INTERAÇÃO

ATIVIDADE ESCUTISTA INTERNACIONAL MULTICULTURALIDADE APRENDIZAGEM GEOGRAFIA INTENCIONALIDADE DESAFIO EXPERIÊNCIA INTERAÇÃO ATIVIDADE ESCUTISTA INTERNACIONAL MULTICULTURALIDADE APRENDIZAGEM GEOGRAFIA INTENCIONALIDADE DESAFIO EXPERIÊNCIA INTERAÇÃO O idoc é uma publicação sobre assuntos que visam contribuir para uma melhor vivência

Leia mais

Modelo Curricular High/Scope

Modelo Curricular High/Scope Modelo Curricular High/Scope Origem e Evolução Década de 60: David Weikart inicia Perry Preschool Project Combate ao Insucesso Escolar Intervenção precoce Escolha do modelo curricular Investigação Década

Leia mais

III ACAMPAMENTO DE NÚCLEO NÚCLEO TERRAS DE SANTA MARIA REGIÃO DO PORTO

III ACAMPAMENTO DE NÚCLEO NÚCLEO TERRAS DE SANTA MARIA REGIÃO DO PORTO REGULAMENTO Preâmbulo O III Acampamento do Núcleo Terras de Santa Maria, Região do Porto, CNE, é uma atividade da responsabilidade do Corpo Nacional de Escutas Junta Núcleo Terras de Santa Maria, com a

Leia mais

Gestão baseada no desempenho

Gestão baseada no desempenho Gestão baseada no desempenho Enquadramento conceptual do modelo em aplicação no Centro Hospitalar de Lisboa Central Daniel Ferro 7.12.2007 Modelo de Gestão do desempenho Permite: aumento da produtividade

Leia mais

Ciências Naturais 5º ano

Ciências Naturais 5º ano Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Escola E.B.,3 Dr. António Chora Barroso Ciências Naturais 5º ano Planificação a Longo Prazo 013/014 Planificação, finalidades e avaliação Grupo Disciplinar

Leia mais

Plano de Actividades Ano lectivo 2008/2009 Tema: A aventura dos livros

Plano de Actividades Ano lectivo 2008/2009 Tema: A aventura dos livros Plano de Actividades Ano 2008/2009 Tema: A aventura dos livros 1 ACTIVIDADES DE ORGANIZAÇÃO Actividades Objectivos Intervenientes Calendarização Proceder à gestão de colecções. Organização e gestão do

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO ESCOLA DE MUSICA

REGULAMENTO INTERNO ESCOLA DE MUSICA REGULAMENTO INTERNO DA ESCOLA DE MUSICA Artigo 1º Objecto A Associação Cultural Musimax é uma Escola do Ensino Artístico Especializado em Música, e tem como principal objecto o ensino da música. Artigo

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3ºCICLO DE LOUSADA. Avaliação Interna. Questionário ao Pessoal Não Docente

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3ºCICLO DE LOUSADA. Avaliação Interna. Questionário ao Pessoal Não Docente ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3ºCICLO DE LOUSADA Avaliação Interna Questionário ao Pessoal Não Docente O pessoal dos serviços de administração e gestão da escola e o pessoal auxiliar de acção educativa e guardas-nocturnos

Leia mais

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO O Desporto Escolar (DE) tem de ser entendido como uma responsabilidade da comunidade escolar e é à escola, que compete criar as condições necessárias

Leia mais

Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo

Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo Escola Básica do 1º Ciclo c/ Jardim de Infância do Reguengo Actividades Recepção aos novos alunos - Promover a integração dos novos alunos; Início do ano lectivo 15/09/2003 algumas regras de convivência

Leia mais

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida; São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições

Leia mais

questionários de avaliação da satisfação

questionários de avaliação da satisfação questionários de avaliação da satisfação Introdução Tendo como referência o Modelo de Avaliação da Qualidade, o desenvolvimento de um Sistema de Gestão da Qualidade aplicado aos serviços prestados pelas

Leia mais

PARADIGMAS SOCIOLÓGICOS DECORREM DA FORMA DE VER A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE.

PARADIGMAS SOCIOLÓGICOS DECORREM DA FORMA DE VER A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE. PARADIGMAS SOCIOLÓGICOS DECORREM DA FORMA DE VER A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE. 1. Teorias que consideram que a sociedade é uma instância que se impõe aos indivíduos sendo estes produto dessa

Leia mais

Plano de Actividades do STSEDP Do Ano 2007

Plano de Actividades do STSEDP Do Ano 2007 Plano de Actividades do STSEDP Do Ano 2007 I Nota Introdutória e II Objectivos e Estratégias Com a elaboração do presente plano de actividades do Serviço Técnico Sócio Educativo de Deficientes Profundos

Leia mais

Catequese Adolescência Paróquia S. Salvador de Carregosa 8º ano/ º Período Objectivos Data Tema da catequese Objectivos Estratégias

Catequese Adolescência Paróquia S. Salvador de Carregosa 8º ano/ º Período Objectivos Data Tema da catequese Objectivos Estratégias Finalidade: Descobrir-se Cristão Objectivos: Participar na eucaristia Concretizar projecto comunitário (partilha fraterna) Tema do Período Em Diálogo 1 1º Período Objectivos Data Tema da catequese Objectivos

Leia mais

REGULAMENTO DO GABINETE DE GESTÃO DA QUALIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA

REGULAMENTO DO GABINETE DE GESTÃO DA QUALIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA REGULAMENTO DO GABINETE DE GESTÃO DA QUALIDADE DA ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA A integração no espaço europeu de ensino superior das instituições académicas portuguesas trouxe consigo a necessidade de adoptar

Leia mais

Senhora Presidente da Assembleia da República. Senhor Conselheiro Presidente do Tribunal de Contas. Senhor Ministro dos Assuntos Parlamentares

Senhora Presidente da Assembleia da República. Senhor Conselheiro Presidente do Tribunal de Contas. Senhor Ministro dos Assuntos Parlamentares Senhora Presidente da Assembleia da República Senhor Conselheiro Presidente do Tribunal de Contas Senhor Ministro dos Assuntos Parlamentares Senhores Vice-Presidentes da Assembleia da República e Senhores

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI PROJECTO EDUCATIVO

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI PROJECTO EDUCATIVO ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE PAULA FRASSINETTI PROJECTO EDUCATIVO Actualizado em 2008 Índice Introdução...2 Quem somos?...3 Onde estamos?...4 Critérios e valores que fundamentam o Projecto Educativo...5

Leia mais

5º ACAMPAMENTO REGIONAL ACAREG 2015 VIANA DO CASTELO

5º ACAMPAMENTO REGIONAL ACAREG 2015 VIANA DO CASTELO 5º ACAMPAMENTO REGIONAL ACAREG 2015 VIANA DO CASTELO REGULAMENTO GERAL I FINALIDADES Artigo 1º A realização do V Acampamento Regional de Viana do Castelo (ACAREG 2015), orienta-se pelas seguintes finalidades:

Leia mais

Informações da disciplina de EMRC 5.º ano. Aulas Previstas (45 minutos )

Informações da disciplina de EMRC 5.º ano. Aulas Previstas (45 minutos ) Departamento de Ciências Socias e Humanas 2016/ 2017 Educação Moral e Religiosa Católica 5.º ano RESUMO DA PLANIFICAÇÃO Informações da disciplina de EMRC 5.º ano Resumo da Planificação: Conteúdos 1.º Período

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE MACEIRA

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE MACEIRA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE MACEIRA Critérios de Avaliação de EMRC 2009 / 2010 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS A base dos critérios de avaliação para o Segundo, Terceiro Ciclos do Ensino Básico e para o Ensino

Leia mais

Escola EB1/PE da Nazaré

Escola EB1/PE da Nazaré Escola EB1/PE da Nazaré Projeto Clube da Matemática Atividade de Enriquecimento Curricular Docentes: Adelaide Dória Carla Sofia Oliveira Ano lectivo 2011/2012 A escola pode e deve proporcionar aos alunos

Leia mais

A Vida é a nossa maior inspiração

A Vida é a nossa maior inspiração PLANO ACTIVIDADES & ORÇAMENTO 2017 A Vida é a nossa maior inspiração O ano de 2017 será um ano de crescimento. A partir de Janeiro de 2017, a Vida Norte alargará a sua intervenção para o concelho de Braga.

Leia mais

Plano anual de atividades 2016 / 2017

Plano anual de atividades 2016 / 2017 Atividades Valências dinamizadoras Calendarização Objetivos Recursos humanos Recursos materiais Adaptação das crianças happy day setembro 2016 Fomentar o desenvolvimento da autonomia quer em relação ao

Leia mais

Jardim de Infância Professor António José Ganhão

Jardim de Infância Professor António José Ganhão Jardim de Infância Professor António José Ganhão Jardim de Infância da Lezíria Jardim de Infância do Centro Escolar de Samora Correia Jardim de Infância do Centro Escolar de Porto Alto Jardim de Infância

Leia mais

TEXTO DE APOIO PARA O FORMANDO

TEXTO DE APOIO PARA O FORMANDO CORPO NACIONAL DE ESCUTAS ESCUTISMO CATÓLICO PORTUGUÊS CURSO DE ININIAÇÃO PEDAGÓGICA (C.I.P.) MANUAL ÁREA B PEDAGOGIA GERAL DO ESCUTISMO MÓDULO B.1 OS VALORES DO ESCUTISMO B.1.3 U.F. LEI PROMESSA E PRINCÍPIOS

Leia mais

Programa da Qualidade Política Geral

Programa da Qualidade Política Geral O Hospital Pulido Valente definiu como MISSÂO: Programa da Qualidade Política Geral 1. O Hospital é o estabelecimento de referência para a população envolvente, para as especialidades de que dispõe, desenvolvendo

Leia mais

DOSSIER DE PATROCÍNIOS

DOSSIER DE PATROCÍNIOS DOSSIER DE PATROCÍNIOS 01 Índice 03 // O CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SINTRA 06 // ALGUMAS DAS NOSSAS CONQUISTAS MAIS ANTIGAS 08 // ALGUMAS DAS NOSSAS CONQUISTAS MAIS RECENTES 10 // PRECISAMOS DE MUDAR,

Leia mais

Relatório de Realização

Relatório de Realização Relatório de Realização ação de Actividade Internacional apoiada pelo Fundo Francisco Sousa Dias (A enviar até 90 após a realização da actividade) 2009/12/15 O relatório deverá permitir apurar em que medida

Leia mais

Grau I. Perfil Profissional. Grau I

Grau I. Perfil Profissional. Grau I Perfil Profissional O corresponde à base hierárquica de qualificação profissional do treinador de desporto. No âmbito das suas atribuições profissionais, compete ao Treinador de a orientação, sob supervisão,

Leia mais

PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA ESCOLA REFLEXIVA. ALARCÃO, ISABEL 4ª ed., São Paulo, Cortez, 2003

PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA ESCOLA REFLEXIVA. ALARCÃO, ISABEL 4ª ed., São Paulo, Cortez, 2003 PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA ESCOLA REFLEXIVA ALARCÃO, ISABEL 4ª ed., São Paulo, Cortez, 2003 CAP. 1 Alunos, professores e escola face à sociedade da informação A sociedade da informação em que vivemos;

Leia mais

Avaliação de competências com portfolio

Avaliação de competências com portfolio Avaliação de competências com portfolio Ana Paula Silva Escola Secundária Daniel Sampaio - Sobreda A avaliação por portfolio é feita com base numa colecção organizada de trabalhos produzidos pelo aluno,

Leia mais

PARTICIPAÇÃO JUVENIL NA DEMOCRACIA

PARTICIPAÇÃO JUVENIL NA DEMOCRACIA PARTICIPAÇÃO JUVENIL NA DEMOCRACIA Projecto financiado com o apoio da Comissão Europeia. A informação contida nesta publicação (comunicação) Vincula exclusivamente o autor, não sendo a Comissão responsável

Leia mais

Esta cerimónia, que hoje aqui nos reúne, assume um significado. único no calendário anual de actos académicos da Universidade de

Esta cerimónia, que hoje aqui nos reúne, assume um significado. único no calendário anual de actos académicos da Universidade de Esta cerimónia, que hoje aqui nos reúne, assume um significado único no calendário anual de actos académicos da Universidade de Aveiro. Teve sempre uma atmosfera especial, talvez porque represente o mais

Leia mais

ROSÁRIO. Regulamento Interno CAPÍTULO III DOS EDUCADORES. Colégio de Nossa Senhora do Rosário Porto

ROSÁRIO. Regulamento Interno CAPÍTULO III DOS EDUCADORES. Colégio de Nossa Senhora do Rosário Porto ROSÁRIO Colégio de Nossa Senhora do Rosário Porto Regulamento Interno CAPÍTULO III DOS EDUCADORES Edição: maio 2016 Capítulo III Dos Educadores Edição maio de 2016 Índice do Capítulo III Secção I Docentes

Leia mais

Campanha de sensibilização do pnase

Campanha de sensibilização do pnase São Tomé, 28 de Fevereiro de 2017. Campanha de sensibilização do pnase Em alusão a 1 de Março, Dia Africano da Alimentação Escolar, o Ministério da Educação Cultura de São Tomé e Príncipe dá início à campanha

Leia mais

Ser Voluntário. Ser Solidário.

Ser Voluntário. Ser Solidário. Ser Voluntário. Ser Solidário. Dia Nacional da Cáritas 2011 Colóquio «Ser Voluntário. Ser Solidário». Santarém, 2011/03/26 Intervenção do Secretário Executivo do CNE, João Teixeira. (Adaptada para apresentação

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia de Pombal

Santa Casa da Misericórdia de Pombal Manual de Políticas Santa Casa da Misericórdia de Pombal Índice 1. Política da Qualidade 2. Politica de Apoio Social 3. Politica de Recursos Humanos 4. Politica de Ética 5. Politica de Envolvimento Ativo

Leia mais

ACADEMIA DE MÚSICA DE SANTA CECÍLIA IDEÁRIO EDUCATIVO

ACADEMIA DE MÚSICA DE SANTA CECÍLIA IDEÁRIO EDUCATIVO ACADEMIA DE MÚSICA DE SANTA CECÍLIA IDEÁRIO EDUCATIVO Ideário Educativo da Academia de Música de Santa Cecília ESCOLA DE ENSINO INTEGRADO A AMSC define-se como uma Escola de Ensino Integrado que garante,

Leia mais

FASTRACKIDS. Abrir as portas do enriquecimento

FASTRACKIDS. Abrir as portas do enriquecimento FASTRACKIDS Abrir as portas do enriquecimento FasTracKids é: Um programa de enriquecimento que abrirá mais ou menos 50-70 portas do enriquecimento às crianças. FasTracKids é: Uma aprendizagem acelerada

Leia mais

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2015 Refª: 038 DE JOVEM A LIDER Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60 Email - bip.zip@cm-lisboa.pt

Leia mais

O Paradigma da Habitação Social

O Paradigma da Habitação Social O Paradigma da Habitação Social A HABISOLVIS E.M., criada em 2004 tem como objecto social principal: A gestão social, patrimonial e financeira da habitação social património do município de Viseu; A gestão

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO Identificação do avaliado Nome Categoria profissional actual Anos de serviço no ensino superior Anos de serviço na Unidade

Leia mais

Carta de Direitos e Deveres do Cliente do Centro de Actividades Ocupacionais

Carta de Direitos e Deveres do Cliente do Centro de Actividades Ocupacionais Carta de Direitos e Deveres do Cliente do Centro de Actividades Ocupacionais APPACDM de Braga 2010 Tendo como pano de fundo a Convenção aprovada pelos Estados membros da ONU sobre os Direitos das Pessoas

Leia mais

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013 Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático Língua Portuguesa 2012/2013 ATITUDES Formação para a cidadania. Apresentação dos materiais necessários, cumprimento de tarefas propostas, assiduidade,

Leia mais

Caderno das Classes Companheiro e Companheiro de Excursionismo

Caderno das Classes Companheiro e Companheiro de Excursionismo Ministério dos Desbravadores Missão Nordeste 4ª Região 2011 2011 Caderno das Classes Companheiro e Companheiro de Excursionismo mendes grupo 01/01/2011 www.quartaregiaorn.webnode.com.br Nome do Desbravador:

Leia mais

EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES

EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES BREGENSKE, Édna dos Santos Fernandes* Em seu livro, a autora levanta a questão da formação do educador e a qualidade de seu trabalho. Deixa bem claro em diversos

Leia mais

PROGRAMA EDUCATIVO. Corpo Nacional de Escutas

PROGRAMA EDUCATIVO. Corpo Nacional de Escutas PROGRAMA EDUCATIVO Corpo Nacional de Escutas Programa Educativo do Corpo Nacional de Escutas FICHA TÉCNICA: Título: Programa Educativo Autor: Secretaria Nacional Pedagógica - Corpo Nacional de Escutas

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / a / Dezembro de Profª Bibliotecária: Maria Clara Nogueira de Almeida DEFINIÇÃO Documento que apresenta as linhas orientadoras para

Leia mais

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO

SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO SPO DECRETO-LEI Nº190/1991 DE 17 MAIO DECRETO-LEI Nº300/1997 DE 31 OUTUBRO / PORTARIA Nº 63 / 2001 DE 30 DE JANEIRO A escola e seus actores Agrupamento de Escolas de

Leia mais

Responsabilidade Social Delta Cafés

Responsabilidade Social Delta Cafés Responsabilidade Social Delta Cafés Cláudia Cidraes Gama Coimbra, 12 de Novembro 2014 Em 1961, Rui Nabeiro, criou a Delta Cafés. Marca de sucesso no país e no mundo, exemplo de pioneirismo, inovação, vontade

Leia mais

O currículo como processo de tomada de decisão

O currículo como processo de tomada de decisão Mestrado em Educação Desenvolvimento curricular em Matemática O currículo como processo de tomada de decisão Leonor Santos 2005-06 O currículo O currículo é um objecto que se constrói no processo de configuração,

Leia mais

Catequese Paroquial e CNE Escutismo Católico Português

Catequese Paroquial e CNE Escutismo Católico Português 1º Ano Paroquial e CNE Escutismo Católico Português JESUS GOSTA DE MIM Proporcionar às crianças um bom acolhimento eclesial, pelos catequistas e por toda a comunidade cristã (cf CT 16 e 24). Ajudá-las

Leia mais

EMPOWERMENT e SERVIÇO SOCIAL

EMPOWERMENT e SERVIÇO SOCIAL UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA VISEU DEGCS LICENCIATURA EM SERVIÇO SOCIAL 3º ano OFICINA DO SERVIÇO SOCIAL V EMPOWERMENT e SERVIÇO SOCIAL Payne, Malcolm (2002) Teoria do Trabalho Social Moderno Capítulo

Leia mais

Compromisso Educativo

Compromisso Educativo Compromisso Educativo Colégio de Nossa Senhora do Rosário PORTO Compromisso Educativo O Colégio de Nossa Senhora do Rosário pertence ao Instituto das Religiosas do Sagrado Coração de Maria (IRSCM).

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Motricidade Humana 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

IMPLEMENTAR um projeto: Catequese Intergeracional

IMPLEMENTAR um projeto: Catequese Intergeracional IMPLEMENTAR um projeto: Catequese Intergeracional Iniciar um projeto numa paróquia/grupo de catequese supõe: Condições prévias Estar consciente da realidade antropológica, social e eclesial envolvente

Leia mais

Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017

Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017 Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017 Perfil de aprendizagens específicas do aluno à saída 1.º Ciclo do Ensino Básico Tendo em atenção as características estruturais e humanas das Escolas

Leia mais