A ATIVIDADE DO MÚSICO DE ORQUESTRA: PRÁTICA INSTRUMENTAL E DESCONFORTO CORPORAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ATIVIDADE DO MÚSICO DE ORQUESTRA: PRÁTICA INSTRUMENTAL E DESCONFORTO CORPORAL"

Transcrição

1 A ATIVIDADE DO MÚSICO DE ORQUESTRA: PRÁTICA INSTRUMENTAL E DESCONFORTO CORPORAL Clarissa Stefani Teixeira Departamento de Engenharia de Produção / Universidade Federal de Santa Catarina Bairro Trindade Florianópolis, Santa Catarina Eugenio Andrés Díaz Merino Departamento de Engenharia de Produção / Universidade Federal de Santa Catarina Bairro Trindade Florianópolis, Santa Catarina Luis Felipe Dias Lopes Departamento de Engenharia de Produção / Universidade Federal de Santa Maria Faixa de Camobi, km Santa Maria, Rio Grande do Sul Palavras-chave: trabalho, músico, prática instrumental, desconforto. Este estudo objetivou verificar a o desconforto musculoesquelético nas diferentes regiões corporais de músicos de orquestra e as associações entre o tempo e freqüência da prática instrumental. 19 músicos de cordas, madeiras e metais foram avaliados. Por meio da correlação de Spearman foi identificada associação alta e significativa apenas entre a parte do meio das costas e o tempo total de orquestra, demonstrando que o tempo que se toca na orquestra pode ser agravante para os sintomas de desconforto. As queixas no pescoço, ombro e braço esquerdo foram as mais relatadas pelos músicos. Keywords: work, musician, instrumental practice, discomfort. This study aimed to verify to the discomfort musculoskeletal in different corporal areas of orchestra musicians orchestra and the associations between the time and frequency of the instrumental practice. 19 musicians of strings, brass and woodwind are apprised. By means of the correlation of Spearman was identified high and significant association between the middle backs and the total time of orchestra, demonstrating that the time that is played in the orchestra can be aggravating for the discomfort symptoms. The complaints in neck, shoulder and left arm were the more told by the musicians. 1. INTRODUÇÃO Durante a vida profissional, os músicos confrontam-se com demandas que podem conduzir ao adoecimento e mesmo à interrupção de suas carreiras. Especificamente nos músicos de orquestra, as demandas profissionais podem estar relacionadas ao contexto produtivo em que o músico se encontra, tais como aspectos da organização do trabalho, das exigências de produtividade e de cognição (disciplina, memorização, concentração, raciocínio, percepção criatividade, rápidas tomadas de decisões, musicalidade, além da expressão corporal), aos exercícios psicomotores complexos e à discriminação auditiva apurada (PETRUS, 2005; COSTA e ABRAHÃO, 2002). Para Araújo e Cárdia (2005) a execução de um instrumento musical exige do músico um grande esforço físico e mental e estas questões também podem estar relacionadas aos adoecimentos. De forma geral, para Meija (1977), existe uma forte demanda em se adaptar o instrumento às possibilidades de movimento do homem, mas não o inverso, pois o instrumento de trabalho foi construído para o homem e não o homem para o instrumento. Para Frank e Mühlen (2007) a postura em relação ao instrumento é assimétrica e nãoergonômica. Estas e outras questões fazem com que alguns autores cheguem à conclusão de que os músicos constituem um dos principais grupos de risco de adoecimento ocupacional (COSTA, 2005). Mesmo que exista a chamada escassez de informação em função da atividade desenvolvida pelos músicos não ser considerada como uma profissão, há necessidade de

2 maiores investigações para possibilitar estratégias preventivas e de controle (ZAZA, 1998; SIQUEIRA et al, 2006). O que ocorre na verdade é que a atividade de tocar um instrumento, segundo Zazá (1998) é comparada ás atividades de trabalhadores industriais ou de escritórios. As problemáticas identificadas pelos estudos de maneira geral apontam para as atividades trabalhistas de músicos, como por exemplo, os problemas musculoesqueléticos (com prevalência de 55% a 86% em músicos profissionais de orquestras) (FRANK e MÜHLEN, 2007), dor (37% a 63% de prevalência) e desconforto (TULCHINSKY e RIOLO, 1994; MOURA, FONTES e FUKUJIMA, 2000; TRELHA et al., 2004; GLATZ, POFFO e PRZSIEZNY, 2006; FRANK e MÜHLEN, 2007). Para Lederman (2003) os riscos musculoesqueléticos podem gerar queda no desempenho funcional e comprometer as horas trabalhadas. Diante destas premissas Glatz, Poffo e Przsiezny (2006) encontraram correlações fortes e significativas entre o tempo de profissão e o tempo de dor. Porém, falta ainda a identificação das relações entre tempo de estudo diário individual, semanal e com a orquestra com as questões de desconforto em músicos de orquestra. Logo, este estudo objetivou identificar e relacionar os desconfortos musculoesqueléticos que a prática musical gera com o tempo dedicado às atividades práticas com o instrumento musical. 2. METODOLOGIA Este estudo caracteriza-se, segundo Thomas e Nelson (2002), como um estudo descritivo-exploratório, de corte transversal, no qual foi realizado um levantamento de informações ainda pouco investigadas em uma determinada população. O estudo foi realizado com músicos de uma orquestra da região sul do Brasil, caracterizada como sendo semiprofissional e constituída por jovens instrumentistas. Esta orquestra é composta por 29 músicos sendo estes trabalhadores dos seguintes instrumentos: cordas, sopros, metais e percursão. Como há indicação de predomínio e não de diferenças estatisticamente significativas de sintomas em músicos de cordas e sopro (TRELHA et al., 2004), neste estudo foram selecionados aqueles que realizam práticas sistemáticas e desenvolvem seu trabalho relacionado a instrumentos de cordas e madeiras e metais, chamados de sopros. Do total de 29 músicos, 19 concordaram em participar do estudo e responderam ao questionário para identificação da dor nas partes do corpo (QD) adaptado do instrumento desenvolvido por Corlett e Bishop (1976), que consiste de uma folha com um mapa corporal dividido em 27 partes. Este questionário sugere cinco respostas possíveis ao desconforto corporal, que neste estudo, foi relacionado às práticas instrumentais dos músicos de orquestra: 1) sem desconforto, 2) desconforto leve e/ou esporádico, 3) desconforto moderado e/ou periódico, 4) desconforto considerável e/ou freqüente e, 5) desconforto intenso e/ou contínuo. Para questões de análise optou-se em classificar os músicos em com ou sem presença de desconforto. Além do questionário, para as relações com o desconforto musculoesquelético, foram investigadas, por meio de perguntas, as atividades profissionais relacionadas ao tempo de prática instrumental individual, tempo de prática com a orquestra e freqüência semanal em que realiza a prática instrumental, para poder assim contemplar os objetivos propostos. A aplicação dos instrumentos foi realizada em sessões individuais, nos locais de trabalho dos indivíduos, após autorização dos responsáveis pela orquestra e com a concordância dos músicos, que foram informados sobre os objetivos do estudo. Para a análise dos dados foi realizada estatística descritiva por meio da média, desvio padrão e percentual das respostas. Foram realizadas correlações entre as respostas ao questionário de desconforto e ao tempo de prática individual, tempo de prática com a orquestra e freqüência semanal de prática com o instrumento por meio do teste de correlação de Spearman (rho), com nível de significância de 5%. Considerou-se, para efeito de análise, os critérios adotados por Malina (1996), os quais descrevem correlação baixa para um valor menor que 0,30, moderada para valores entre 0,30 e 0,60 e alta para valores superiores a 0,60. Para as análises foi utilizado o programa estatístico SPSS 11.5 for Windows. 3 RESULTADOS A idade média dos músicos foi de 27,00 ± 12,05 anos. O tempo em que se toca o instrumento foi 8,37 ± 11,04 anos; o tempo que se toca na orquestra foi 3,11 ± 2,16 anos. Os músicos estudam em uma freqüência semanal de 5,47 ± 1,50 dias, sendo desenvolvidos estudos individuais de 2,21 ± 1,69 horas por dia e 3,47 ± 0,70 horas com a orquestra.

3 As queixas musculoesqueléticas apresentadas por todos os músicos (19) estão ilustradas na Figura 1. As maiores porcentagens estão indicadas em vermelho, sendo estas as mais relatadas pelos músicos. As regiões sem porcentagens foram aquelas que não houveram queixas. Instrumento Região do corpo ombro braço cotovelo antebraço punho mão Desconforto (%) Esquerdo Direito Sim Não Sim Não 50,0 50,0 25,0 75,0 42,9 57,1 14,3 85,7 33,3 66,7 16,7 83,3 28,6 71,4 14,3 85,7 8,3 91,7 8,3 91,7 14,3 85,7 14,3 85,7 16,7 83,3 8,3 91,7 14,3 85,7 14,3 85,7 8,3 91,7 16,7 83,3 57,1 42,9 42,9 57,1 25,0 42,9 75,0 57,1 25,0 28,6 75,0 71,4 Tabela 1 Porcentagem de desconforto na região do ombro, braço, cotovelo, antebraço, punho e mão no hemicorpo esquerdo e direito dos músicos de corda e sopros. Instrumento Região do corpo pescoço Desconforto (%) Sim Não 58,3 41,7 42,9 51,1 costas 50,0 50,0 superior 14,3 85,7 costas 25,0 75,0 meio 14,3 85,7 costas 25,0 75,0 inferior 14,3 85,7 Figura 1 Porcentagem das queixas musculoesqueléticas relatadas pelos músicos em cada região corporal. A Tabela 1 ilustra a porcentagem das queixas musculoesqueléticas relatadas pelos músicos de cordas e de sopros nas regiões corporais do ombro, braço, cotovelo, antebraço, punho e mão. A Tabela 2 ilustra as queixas relatadas no pescoço. Tabela 2 Porcentagem de desconforto na região do pescoço, parte superior, meio e superior das costas, dos músicos de cordas e sopros. A análise de correlação feita não mostrou associação entre a freqüência semanal de estudo e com tempo de estudos individuais. As únicas associações significativas encontradas foram com o tempo de orquestra e queixas de desconfortos na região das costas (região do meio e inferior) e antebraço. A Tabela 3 ilustra as correlações encontradas.

4 Região corporal de desconforto Spearman tempo de orquestra costas R 0,637 meio r* 0,003 costas R 0,493 inferior r* 0,032 antebraço R 0,463 direito r* 0,046 * probabilidade do teste para a correlação de Spearman. Valor menor que 0,05 indica diferença estatisticamente significativa Tabela 3 Correlação entre as queixas de desconforto e o tempo de prática instrumental com a orquestra. De acordo com os critérios de Malina (1996) apenas a associação entre o desconforto na região do meio das costas e com o tempo de orquestra pode ser considerada alta. Neste sentido, pode-se dizer que há uma tendência em se ter dor nas costas (região do meio) com o aumento do tempo na orquestra. Discussão Os músicos sejam profissionais, professores ou estudantes, representam um grupo ocupacional único, no qual os problemas neuromusculares relacionados ao tocar parecem ser comuns (LEDERMAN, 2003). Durante o trabalho desenvolvido pelos musicistas há exposição a fatores de risco, propiciando muitas vezes o aparecimento de lesões (TRELHA et al., 2004). Segundo Mazzoni et al. (2006) foi a partir de 1980 que houve um rápido aumento do desenvolvimento da clínica dos músicos, organização da medicina artística e surgimento de pesquisas visando a prevalência, tratamento e aspectos ergonômicos dos instrumentos usados. A falta de conhecimento e de acompanhamento do meio científico relacionado às questões de saúde dos músicos, aliado com as problemáticas do medo em se perder oportunidades de um mercado restrito e até de perder o emprego, se afastados, fazem com que haja negligência em não se aceitar ou de se conviver com as dores e com o desconforto gerado com a prática do instrumento. Para Campos et al. (2006) estas preocupações fazem com que haja convívio com a dor, sem reclamar do desconforto, criando a cultura do silêncio. Para Frank e Mühlen (2007) é conhecida a atitude de musicistas profissionais de não procurar auxílio médico ao surgirem sinais de alerta, com receio de perda de espaço profissional e diminuição de ganho financeiro. Estas atitudes levam a agravamentos do quadro clínico, que começa com um simples desconforto e pode se transformar em doenças que levam a piora da saúde e ao afastamento do emprego. De acordo com as queixas apresentadas foi possível observar que muitos músicos relatam queixas musculoesqueléticas na região do pescoço, ombro e braço esquerdo e parte superior das costas (Figura 1). Um pouco diferente dos resultados encontrados com os músicos da orquestra semi-profissional foi a avaliação realizada por Lederman (2003), que avaliou 1353 instrumentistas mostrando que 64,4% deles apresentaram disfunções musculoesqueléticas nas regiões das mãos, punhos e antebraço. Resultado semelhante obteve Brandfonbrener (2003) que avaliou 2394 músicos, entre os anos de 1985 e 2002, obtendo os locais de maior acometimento os braços, punhos e mãos. Neste mesmo estudo foram encontradas problemas de queixas nos ombros, joelhos e tronco, dependendo do posicionamento do instrumento. Entre 45 músicos da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina também foram estudadas a localização dos sintomas musculoesqueléticos. Os resultados mostraram que as regiões anatômicas mais acometidas nos últimos doze meses foram os ombros (48,9%), coluna cervical (46,7%), coluna dorsal (46,7%) e punhos e mãos (33,3%) (TRELHA et al., 2004). Durante a observação da atividade de violinistas, observaram-se sintomas de desgaste físico na região das costas (região dorsal) e dos braços (região do tríceps braquial) (PETRUS e ECHTERNACHT, 2004). As diferenças dos locais encontrados pelo presente estudo podem estar principalmente pelo número de horas semanais despendido para as práticas instrumentais. No presente estudo, por se tratar de músicos semi-profissionais, há menores exigências de práticas de estudos com a orquestra (3,47 ± 0,70 horas). Além disso, o número de apresentações também é reduzido, pois enquanto músicos de orquestras profissionais realizam apresentações semanais, nesta orquestra há apresentações mensais, o que permite mais tempo de estudo e ensaio em cada peça musical. No estudo de Trelha et al. (2004) o tempo de trabalho semanal foi de 32,85 ± 9,26 horas, o que apresenta diferença de dedicação ao instrumento quando comparado aos músicos do presente estudo. Pode-se dizer também que o tempo dedicado de estudo

5 individual também é relativamente baixo (2,21 ± 1,69 horas por dia), mesmo tendo freqüência semanal de 5,47 ± 1,50 dias. A única variável que mostrou ter com associação com as queixas de desconforto, na região do meio das costas, foi o tempo total de práticas com a orquestra (Tabela 3). Porém, uma das reflexões que podem ser realizadas em função destas informações é que mesmo com práticas consideradas baixas há comprometimento musculoesquelético, o que demonstra que o desconforto encontrado nas partes do corpo deve ser melhor estudado para poder selecionar outras atitudes que possam estar associadas a estas queixas. Para Blum e Ahlers (1995) e Norris (1997) as problemáticas ocorrem em função de fatores predisponentes ao adoecimento, como o tempo excessivo de dedicação ao instrumento, falta de condicionamento físico, hábitos incorretos na prática do instrumento (não realização de alongamentos e aquecimentos, as posturas adotadas), questões técnicas do instrumento (realização de força excessiva), a troca do instrumento e seu tamanho, as condições ambientais (como quantidade insuficiente de iluminamento, a temperatura), as características do mobiliário (uso de cadeiras que não contemplam as diferenças individuais), as técnicas de compensação e condições corporais dos músicos. Logo, muitas destas características devem se melhor investigadas, uma vez que, poucas associações foram encontradas com relação a freqüência de estudo e além disso, apenas a correlação com a parte do meio das costas foi considerada alta. Na verdade parece que a dor musculoesquelética deve ser relacionada ao instrumento, conforme indicações de Brandfonbrener (2003). Com a análise das queixas dos músicos de cordas e sopros, parece que, de maneira geral, os antebraços, punhos, mãos dos músicos de sopro são mais acometidos que os músicos de sopros (Tabela 1). Em contrapartida, os ombros, os braços, pescoço e costas são mais acometidos pelos músicos de cordas, podendo então ser investigadas as diferenças do dimensionamento dos instrumentos, forma e posicionamento adotados durante o tocar (Tabela 1 e 2). Para Brandfonbrener (2003) as dores, advindas das práticas instrumentais, em músicos de violino e viola, podem estar relacionadas ao suporte fornecido pelo ombro no lado esquerdo pelo queixo e mandíbula no lado direito. O que ocorre é o posicionamento do ombro para cima e anteriormente, enquanto o pescoço é rotado para a esquerda e a mandíbula pressionada para baixo. Estas questões podem ser observadas pelo presente estudo, uma vez que, as queixas apresentadas pelos músicos encontraram-se principalmente na região pescoço, ombro esquerdo e costas superior. Estes achados merecem maiores investigações, pois também estão relacionados com a técnica de execução que determina o suporte correto ao instrumento, onde, por exemplo, os instrumentos de cordas, não devem ser seguros pelo membro esquerdo e sim apoiados pelo ombro e cabeça, utilizando-se de acessórios como a queixeira e a espaleira. No caso dos violoncelistas e baixistas, muitas vezes, há presença de dores em função da forma como carregam seus instrumentos, pela alta repetição e atividade dos dedos e pela prática por longas horas. Em instrumentos de sopro, a dor está associada às necessidades individuais de suporte de cada instrumento. O polegar direito suporta a carga estática dos clarinetes e oboés, levando a uma freqüência de dor maior que no polegar esquerdo, além de problemas no braço. Já, em relação à flauta transversal, observa-se maior demanda na mão esquerda e antebraço, com hiperextensão de punho, podendo predispor a problemas no braço e pulso esquerdos. Segundo Norris (1993) o peso do instrumento quando sustentado e suportado pela mão, pode ser uma fonte significativa de carga estática, particularmente nos músculos do ombro, sendo para Brandfonbrener (2003) fator etiológico nas lesões dos trabalhadores. O estudo de Andrade e Fonseca (2001) identificou quatro causas de dor, tensão e fadiga nos instrumentistas, sendo elas: 1) inadequações posturais primárias, ou seja, má postura não necessariamente relacionada à execução do instrumento; 2) inadequações posturais secundárias à execução do instrumento, decorrentes da inadequação da relação das dimensões dos acessórios do instrumento com os instrumentistas e excesso de tensão durante a performance; 3) vícios técnicos de execução sem grandes repercussões posturais, mas causadoras de tensão ou contração muscular excessiva com sobrecarga articular ou neuromuscular; e 4) doenças orgânicas articulares e periarticulares. Somado a estes fatores, além das posturas incorretas, outros agravantes durante a prática musical podem ser citados, como por exemplo, a força aplicada para manipular o instrumento, a repetitividade exercida pelos membros superiores, a vibração (GLATZ, POFFO e PRZSIEZNY, 2006) e a contração muscular utilizada para a sustentação do instrumento para a prática ou

6 utilização indevida de determinados grupamentos musculares. Mesmo que exista indicação de Siqueira et al. (2006) em ocorrências de distúrbios nos membros inferiores, em função do trabalho com o instrumento ser sustentado, muitas vezes, pelos membros inferiores, no presente estudo não foram encontradas queixas musculoesqueléticas na região inferior corporal. 4 CONCLUSÃO De acordo com os resultados encontrados, foram observadas queixas musculoesqueléticas na região do pescoço, ombro e braço esquerdo e parte superior das costas. Houve diferenças de queixas quando os músicos foram analisados conforme os tipos de instrumentos tocados, sendo que os músicos de sopros apresentaram queixas principalmente na região dos antebraços, punhos, mãos, comparados aos músicos de cordas que relataram maiores desconfortos nos ombros, os braços, pescoço e costas. A única correlação encontrada foi em relação ao tempo total de prática com a orquestra, sendo que a associação considerada alta e significativa foi na região do meio das coisas (21,10% das queixas dos músicos avaliados) com o tempo total em que os músicos tocam juntamente com a orquestra (3,11 ± 2,16 anos). 5 REFERÊNCIAS ARAÚJO, N. C. K.; CARDIA, M. C. G. A presença de vícios posturais durante a execução do violino. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIOMECÂNICA, 10, 2005, João Pessoa. Anais... CD-Rom, Jun, BLUM, J.; AHLERS, J. Ergonomic considerations in violist s left shoulder pain. Medical Problems of Performing Artists, v. 9, n. 1, p , BRANDFONBRENER, A. G. Musculoskeletal problems of instrumental musicians. Hand Clinics, v. 19, n.2, p , May CAMPOS, R. M.; COSTA, J.; FIGUEIREDO, D.; RABELO, V.; BRANDÃO, S.; FERREIRA, J.; PEREIRA, R.; CASTRO, I. S. O benefício da ergonomia para a arte de tocar o violino. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 14, 2006, Curitiba, Anais... CD-Rom, Out/Nov, CORLETT, E. N.; BISHOP, R. P. A technique for assessing postural discomfort. Ergonomics, v. 19, p , COSTA, C. P. Contribuições da ergonomia à saúde do músico: considerações sobre a imensão física do fazer musical. Música Hodie, v. 5, n. 2, p , COSTA, C. P.; ABRAHÃO, J. I. Músico: profissão de risco? In: CONGRESSO LATINO AMERICANO E CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 13, 2006, Recife. Anais... CD- Rom, FRANK, A.; MÜHLEN, C. A. V. Queixas musculoesqueléticas em músicos: prevalência e fatores de risco. Revista Brasileira de Reumatologia, v. 47, n. 3, p , GLATZ, C. V. D. H.; POFFO, P.; PRZSIEZNY, W. L. Análise da incidência de dor e desconforto em músicos de Blumenau-SC. Revista Fisio&Terapia, n. 51, p , LEDERMAN, R. J. Neuromuscular and musculoskeletal problems in instrumental musicians. Muscle & Nerve, v.27, n.5, p , May MALINA, R. M. Tracking of physical activity and physical fitness across the lifespan. Research Quarterly Exercise and Sport, v. 67, Suppl, p , MAZZONI, C. F.; VIEIRA, A.; GUTHIER, C.; PERDIGÃO, D.; MARÇAL, M. A. Avaliação da incidência de queixas musculoesqueléticas em músicos instrumentistas de cordas friccionadas. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 14. Curitiba, Anais... CD-Rom, Out/Nov, MEIJA, C. M. R. La dinâmica Del violinista. 4. ed. Buenos Aires: Ricordi Americana, MOURA, R. C. R.; FONTES, S. V.; FUKUJIMA, M. M. Doenças Ocupacionais em Músicos: uma Abordagem Fisioterapêutica. Revista Neurociências, v. 8, n. 3, p , NORRIS, R. The musician s survival manual: a guide to preventing and treating injuries in instrumentalists. 3. ed. St. Louis, MO: MMB Music, NORRIS, R. N. Applied ergonomics: Adaptativ equipment and instrument modification for

7 musicians. Medical Journal, v. 42, n. 3, p , PETRUS, A. M. F.; ECHTERNACHT, E. H. O. Dois violinistas e uma orquestra: diversidade operatória e desgaste músculo-esquelético. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, v. 29, n. 109, p , PETRUS, Ângela. Márcia. Ferreira. Produção musical e desgaste musculoesquelético: elementos condicionantes da carga de trabalho dos violinistas de uma orquestra f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, SIQUEIRA, A. M.; ALVARENGA, F. P. V.; FERREIRA, G. A.; PESSOA, M. R. G.; SAADE, S. V. L; VELLOSO, F. S. B. Distúrbios músculoesqueléticos entre músicos uma revisão de literatura. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 14, 2006, Curitiba, Anais... CD- Rom, Out/Nov, THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. Porto Alegre: ArtMed, TRELHA, C. S.; CARVALHO, R. P. C.; FRANCO, S. S.; NAKAOSKI, T.; BROZA, T. P.; FÁBIO, T. L.; ABELHA, T. Z. Arte e Saúde: Freqüência de sintomas músculo-esqueléticos em músicos da orquestra sinfônica da Universidade Estadual de Londrina. Semina: Ciências Biológicas e da Saúde, v. 25, p , TULCHINSKY, E.; RIOLO, L. A Biomechanical motion analysis of the violinist s bow arm. Medical Problems of Performing Artists. v. 9, n. 4, p , ZAZA, C. Playing-related musculoskeletal disorders in musicians: a systematic review of incidence and prevalence. Canadian Medical Association, v. 158, n. 8, p , 1998.

Introdução. Fausto Kothe - UFPR fausto.viola@gmail.com. Clarissa Stefani Teixeira - UFSC clastefani@gmail.coml

Introdução. Fausto Kothe - UFPR fausto.viola@gmail.com. Clarissa Stefani Teixeira - UFSC clastefani@gmail.coml A Prática Musical na Inicialização e as Queixas Musculoesqueléticas The Practice in Music Initialization and the Musculoeskeletal Complaints Fausto Kothe - UFPR fausto.viola@gmail.com Clarissa Stefani

Leia mais

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos Fisioterapeuta: Adriana Lopes de Oliveira CREFITO 3281-LTT-F GO Ergonomia ERGONOMIA - palavra de origem grega, onde: ERGO = trabalho e NOMOS

Leia mais

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE TAUBATÉ

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE TAUBATÉ TÍTULO: PREVALÊNCIA DE DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADO AO TRABALHO EM CIRURGIÕES-DENTISTAS ATUANTES NA REDE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE CAÇAPAVA-SP CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

LER/DORT. Dr. Rodrigo Rodarte

LER/DORT. Dr. Rodrigo Rodarte LER/DORT Dr. Rodrigo Rodarte Há dois lados em todas as questões (Pitágoras, 410 445 a.c.) Definição: As L.E.R. são Lesões por Esforços Repetitivos (definição mais antiga) A D.O.R.T. (conhecidas como doenças

Leia mais

Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia

Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Dr. Leandro Gomes Pistori Fisioterapeuta CREFITO-3 / 47741-F Fone: (16) 3371-4121 Dr. Paulo Fernando C. Rossi Fisioterapeuta CREFITO-3 / 65294 F Fone: (16) 3307-6555

Leia mais

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano.

Biomecânica. A alavanca inter-resistente ou de 2º grau adequada para a realização de esforço físico, praticamente não existe no corpo humano. Biomecânica Parte do conhecimento da Ergonomia aplicada ao trabalho origina-se no estudo da máquina humana. Os ossos, os músculos, ligamentos e tendões são os elementos dessa máquina que possibilitam realizar

Leia mais

Sintomas da LER- DORT

Sintomas da LER- DORT LER-DORT A LER e DORT são as siglas para Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho. Os termos LER/DORT são usados para determinar as afecções que podem lesar

Leia mais

DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA LIMPEZA

DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA LIMPEZA DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA LIMPEZA ROSEMARA SANTOS DENIZ AMARILLA (1), BRUNO BORSATTO (2), RODRIGO EDUARDO CATAI (3) (1) Mestrado em Engenharia Civil / UTFPR

Leia mais

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE UM ESTUDO QUANTO À APLICABILLIDADE DO PROGRAMA PARA COLETORES DE LIXO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI ALESSANDRA ABREU LOUBACK, RAFAEL GRIFFO

Leia mais

Utilizadores de Computadores Conselhos ergonómicos

Utilizadores de Computadores Conselhos ergonómicos Utilizadores de Computadores Conselhos ergonómicos Ergonomia: Estuda a interacção física entre as pessoas e o seu trabalho adaptando este último, o equipamento e o ambiente de trabalho ao trabalhador.

Leia mais

MÚSICA E SAÚDE Prevenção de Lesões musculosqueléticas relacionadas com a performance instrumental

MÚSICA E SAÚDE Prevenção de Lesões musculosqueléticas relacionadas com a performance instrumental MÚSICA E SAÚDE Prevenção de Lesões musculosqueléticas relacionadas com a performance instrumental 08-05-2012 UM- ESE - Equipa pedagógica do CPLEER Tocar um instrumento musical é frequentemente considerada

Leia mais

Influence of Stretching Program in Factory Workers, Prevalence of Musculoskeletal Symptoms

Influence of Stretching Program in Factory Workers, Prevalence of Musculoskeletal Symptoms Influence of Stretching Program in Factory Workers, Prevalence of Musculoskeletal Symptoms Prevalência de Sintomatologia Músculoesquelética em Operários Fabris, Comparação da sua Capacidade para o Trabalho

Leia mais

LER/DORT. www.cpsol.com.br

LER/DORT. www.cpsol.com.br LER/DORT Prevenção através s da ergonomia DEFINIÇÃO LER: Lesões por Esforços Repetitivos; DORT: Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho; São doenças provocadas pelo uso inadequado e excessivo

Leia mais

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc.

Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles, M.Sc. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles,

Leia mais

Ergonomia é o estudo do. relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e. particularmente a aplicação dos

Ergonomia é o estudo do. relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e. particularmente a aplicação dos ERGONOMIA ERGONOMIA relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento e ambiente, e conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas surgidos deste relacionamento. Em

Leia mais

Mairá Moreno Lima. Rangel de Andrade Silva FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. Usina Hidroelétrica de Porto Colômbia, Planura, Minas Gerais

Mairá Moreno Lima. Rangel de Andrade Silva FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A. Usina Hidroelétrica de Porto Colômbia, Planura, Minas Gerais ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO COMO FERRAMENTA PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DE TRABALHADORES DO SETOR ADMINISTRATIVO DA EMPRESA FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A., UNIDADE DE PORTO COLÔMBIA, PLANURA,

Leia mais

Aula 03 Antropometria Prof. Mario S. Ferreira Junho, 2013

Aula 03 Antropometria Prof. Mario S. Ferreira Junho, 2013 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Curso de Especialização em Arquitetura da Habitação de Interesse Social ERGONOMIA E ACESSIBILIDADE Aplicada à

Leia mais

DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO NO FISIOTERAPEUTA

DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO NO FISIOTERAPEUTA 60 DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO NO FISIOTERAPEUTA Cristiany Garcia de Deus*; Edilene Gonçalves de Sales*; Elisiane Tonon*; ÉrikaTonon* Christiane Pereira Mello Munhos** Hélio Vidrich

Leia mais

ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação

ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação ERGONOMIA Notas de Aula - Graduação Análise Ergonômica do Trabalho - AET Ponto 02 Mario S. Ferreira Março, 2010 CONCEITUAÇÃO Análise Ergonômica do Trabalho Intervenção, no ambiente de trabalho, para estudo

Leia mais

Lesões Músculo-esqueléticas na Medicina Dentária

Lesões Músculo-esqueléticas na Medicina Dentária Lesões Músculo-esqueléticas na Medicina Dentária Paula Carneiro, Mónica Barroso, Ana Cristina Braga Departamento de Produção e Sistemas Escola de Engenharia Universidade do Minho Workshop Atenção! Mais

Leia mais

A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos.

A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos. A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos. Autores: Ft Mariana Machado Signoreti Profa. Msc. Evelyn Cristina Parolina A capoeira é uma manifestação

Leia mais

A relação trabalho, fábricas, máquinas, homens e(m) movimento há alguns

A relação trabalho, fábricas, máquinas, homens e(m) movimento há alguns TÍTULO:PROMOVENDO E RECUPERANDO A SAÚDE DO TRABALHADOR NA EMPRESA: GINÁSTICA LABORAL E CORREÇÃO FUNCIONAL NA ELECTROLUX DO BRASIL. AUTORES: DUARTE, A. C. G. O.; OLIVEIRA, S. B.; ARRUDA, E. A. B.; VENÂNCIO,

Leia mais

FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO. Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM

FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO. Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM A FIBROMIALGIA consiste numa síndrome - conjunto de sinais e sintomas - com manifestações de

Leia mais

PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA

PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA Juliana Camilla

Leia mais

Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa

Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa Gestão Ergonômica e Programas de Ergonomia na Empresa Ms. João Eduardo de Azevedo Vieira Fisioterapeuta (PUC-PR / 2000) Esp. Fisiologia do Exercício e do Desporto (IBPEX / 2001) Esp. Fisioterapia do Trabalho

Leia mais

Adaptação do trabalho ao homem. Pessoas diferentes Capacidades físicas e mentais diferentes.

Adaptação do trabalho ao homem. Pessoas diferentes Capacidades físicas e mentais diferentes. Adaptação do trabalho ao homem. Pessoas diferentes Capacidades físicas e mentais diferentes. Tarefas que exijam elevada acuidade visual Visão desfocada e sensação de olhos a arder. Teclar de forma incorrecta

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. Ergonomia aplicada ao Design de produtos: Um estudo de caso sobre o Design de bicicletas 1 INTRODUÇÃO

1 INTRODUÇÃO. Ergonomia aplicada ao Design de produtos: Um estudo de caso sobre o Design de bicicletas 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho foi elaborado com o objetivo mostrar ser viável o uso de bicicletas que proporcionem conforto e segurança e advertir para o surgimento de fisiopatologias nos usuários de bicicletas.

Leia mais

Ginástica Laboral Realizada no Hospital Cristo Rei Ibipora PR. Sidnei Luiz Alves e Aldeviro Cardoso

Ginástica Laboral Realizada no Hospital Cristo Rei Ibipora PR. Sidnei Luiz Alves e Aldeviro Cardoso Ginástica Laboral Realizada no Hospital Cristo Rei Ibipora PR Sidnei Luiz Alves e Aldeviro Cardoso Resumo No seu contexto geral a Ginástica Laboral procura promover a saúde e melhorar as condições dos

Leia mais

ESTUDO SOBRE OS SINTOMAS DAS LER/DORT EM OPERADORES DE COMPUTADORES NA CIDADE DE SANTA MARIA (RS).

ESTUDO SOBRE OS SINTOMAS DAS LER/DORT EM OPERADORES DE COMPUTADORES NA CIDADE DE SANTA MARIA (RS). ESTUDO SOBRE OS SINTOMAS DAS LER/DORT EM OPERADORES DE COMPUTADORES NA CIDADE DE SANTA MARIA (RS). Daniel Donida Schlottfeldt Graduando de Engenharia de Produção e Tecnologia de Segurança no Trabalho UNISA

Leia mais

CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS

CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS CARACTERÍSTICAS POSTURAIS DE IDOSOS 1INTRODUÇÃO A partir dos 40 anos, a estatura começa a se reduzir em torno de um centímetro por década¹.a capacidade de manter o equilíbrio corporal é um prérequisito

Leia mais

Ergo (trabalho) Nomos (regras)

Ergo (trabalho) Nomos (regras) ERGONOMIA Ergo (trabalho) Nomos (regras) Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamentos, ferramentas e ambiente, visando à solução dos problemas surgidos desse relacionamento

Leia mais

Controle e Mapeamento de Doenças Ósteo-musculares. José Waldemir Panachão Médico do Trabalho Health Total - TRF3

Controle e Mapeamento de Doenças Ósteo-musculares. José Waldemir Panachão Médico do Trabalho Health Total - TRF3 Controle e Mapeamento de Doenças José Waldemir Panachão Médico do Trabalho Health Total - TRF3 O porque da realização do controle no TRF da 3ª região : 1. Procura espontânea dos Servidores 2. Processos

Leia mais

TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES

TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES TREINAMENTO VOCAL PODE SER FATOR PROTETOR CONTRA DORES Autores: Thays Vaiano, Mara Behlau, Ana Cláudia Guerrieri Palavras Chave: Dor, Voz, canto Introdução: Dor pode ser definida como "experiência sensitiva

Leia mais

Avaliação Postural e Flexibilidade. Priscila Zanon Candido

Avaliação Postural e Flexibilidade. Priscila Zanon Candido Avaliação Postural e Flexibilidade Priscila Zanon Candido POSTURA A posição otimizada, mantida com característica automática e espontânea, de um organismo em perfeita harmonia com a força gravitacional

Leia mais

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA Maria Lucia Ziroldo 1 ; Mateus Dias Antunes 2 ; Daniela Saldanha Wittig 3 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 4 RESUMO: A dor lombar é uma das

Leia mais

X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN

X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN 65 Centro Universitário da Grande Dourados X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN 66 ANÁLISE POSTURAL EM ADOLESCENTES DO SEXO FEMININO NA FASE

Leia mais

Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE. Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho

Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE. Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho Gestão do Risco Ergonômico 6º SENSE Nadja de Sousa Ferreira, MD PhD Médica do Trabalho Objetivo Objetivo Apresentar os conceitos científicos sobre o Risco Ergonômico e sua relação com o corpo humano. Fazer

Leia mais

Global Training. The finest automotive learning

Global Training. The finest automotive learning Global Training. The finest automotive learning Cuidar da saúde com PREFÁCIO O Manual de Ergonomia para o Motorista que você tem em agora em mãos, é parte de um programa da Mercedes-Benz do Brasil para

Leia mais

PREVALÊNCIA DAS QUEIXAS MUSCULOESQUELÉTICAS EM JOVENS INSTRUMENTISTAS NA CIDADE DE SALVADOR-BA

PREVALÊNCIA DAS QUEIXAS MUSCULOESQUELÉTICAS EM JOVENS INSTRUMENTISTAS NA CIDADE DE SALVADOR-BA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA KÉZIA CAROLINE NINO GÖECKING PREVALÊNCIA DAS QUEIXAS MUSCULOESQUELÉTICAS EM JOVENS INSTRUMENTISTAS NA CIDADE DE SALVADOR-BA CACHOEIRA - BA 2011 1 KÉZIA CAROLINE NINO GÖECKING

Leia mais

O uso de práticas ergonômicas e de ginástica laboral nas escolas

O uso de práticas ergonômicas e de ginástica laboral nas escolas O uso de práticas ergonômicas e de ginástica laboral nas escolas Dessyrrê Aparecida Peixoto da Silva¹; Júlio César dos Santos² ¹Estudante de Engenharia de Produção, Bolsista de Extensão Universitária (PIBEX)

Leia mais

CENSO DE ERGONOMIA. Autores: Hudson de Araújo Couto e Otacílio dos Santos Cardoso

CENSO DE ERGONOMIA. Autores: Hudson de Araújo Couto e Otacílio dos Santos Cardoso CENSO DE ERGONOMIA Autores: Hudson de Araújo Couto e Otacílio dos Santos Cardoso Descrição Geral Trata-se de uma ferramenta formulada à base de questionário podendo ser auxiliada por entrevista, através

Leia mais

RELAÇÃO DA POSTURA ADOTADA PARA DORMIR E A QUEIXA DE LOMBALGIA

RELAÇÃO DA POSTURA ADOTADA PARA DORMIR E A QUEIXA DE LOMBALGIA ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 RELAÇÃO DA POSTURA ADOTADA PARA DORMIR E A QUEIXA DE LOMBALGIA Fernanda Cristina Pereira 1

Leia mais

Palavras Chave: Fisioterapia preventiva do trabalho; LER/DORT; acidente de trabalho, turnover.

Palavras Chave: Fisioterapia preventiva do trabalho; LER/DORT; acidente de trabalho, turnover. A eficácia da fisioterapia preventiva do trabalho na redução do número de colaboradores em acompanhamento no ambulatório de fisioterapia de uma indústria de fios têxteis Rodrigo Mendes Wiczick (UTFPR)rodrigo_2006@pg.cefetpr.br

Leia mais

EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA

EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA Logomarca da empresa Nome: N.º Registro ESQUERDA EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA PESCOÇO (COLUNA CERVICAL) Inclinação (flexão lateral) OMBROS Abdução

Leia mais

P Ú B L I C O I N T E R N O

P Ú B L I C O I N T E R N O Apresentação O Banrisul valoriza seus colaboradores por entender que estes são a essência do negócio. A promoção da qualidade de vida e da segurança dos funcionários é uma prática constante que comprova

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

TÉCNICAS EM AVALIAÇÃO E REEDUCAÇÃO POSTURAL

TÉCNICAS EM AVALIAÇÃO E REEDUCAÇÃO POSTURAL 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA TÉCNICAS

Leia mais

Higiene do Trabalho. Higiene, Ergonomia e Segurança do Trabalho ERGONOMIA. Programa de Higiene do Trabalho GESTÃO DE PESSOAS. 3o bimestre / 2013

Higiene do Trabalho. Higiene, Ergonomia e Segurança do Trabalho ERGONOMIA. Programa de Higiene do Trabalho GESTÃO DE PESSOAS. 3o bimestre / 2013 GESTÃO DE PESSOAS CEFET-MG / DIVINÓPOLIS 3o bimestre / 2013 Prof. MSc. Antônio Guimarães Campos Higiene, Ergonomia e Segurança do Trabalho Higiene do Trabalho Conjunto de normas e procedimentos que visa

Leia mais

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura Cuidando da Coluna e da Postura Texto elaborado por Luciene Maria Bueno Coluna e Postura A coluna vertebral possui algumas curvaturas que são normais, o aumento, acentuação ou diminuição destas curvaturas

Leia mais

Gestão de riscos em saúde, segurança e higiene Ergonomia no espaço do trabalho. Pablo Barrera Engenheiro de SSMA - COPESUL

Gestão de riscos em saúde, segurança e higiene Ergonomia no espaço do trabalho. Pablo Barrera Engenheiro de SSMA - COPESUL Gestão de riscos em saúde, segurança e higiene Ergonomia no espaço do trabalho Pablo Barrera Engenheiro de SSMA - COPESUL O Pólo Petroquímico do Sul - Localização A Copesul e a Sustentabilidade Sistemas

Leia mais

LESÕES OSTEOMUSCULARES

LESÕES OSTEOMUSCULARES LESÕES OSTEOMUSCULARES E aí galera do hand mades é com muito orgulho que eu estou escrevendo este texto a respeito de um assunto muito importante e que muitas vezes está fora do conhecimento de vocês Músicos.

Leia mais

Qualidade de vida laboral

Qualidade de vida laboral Qualidade de vida laboral Qualidade de vida laboral INTRODUÇÃO: Prevenir doenças ocupacionais (DORT Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho / LER Lesões por Esforços Repetitivos) decorrentes

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

A ERGONOMIA NA SALA DE AULA: UMA ABORDAGEM SOBRE A SÍNDROME DO IMPACTO DO OMBRO NO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA

A ERGONOMIA NA SALA DE AULA: UMA ABORDAGEM SOBRE A SÍNDROME DO IMPACTO DO OMBRO NO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA A ERGONOMIA NA SALA DE AULA: UMA ABORDAGEM SOBRE A SÍNDROME DO IMPACTO DO OMBRO NO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO BÁSICA Pedro Ferreira Reis Antonio Renato Pereira Moro 1 Introdução No mundo contemporâneo, percebe-se

Leia mais

DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL: avaliação postural em adolescentes da faixa etária entre 11 a 16 anos

DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL: avaliação postural em adolescentes da faixa etária entre 11 a 16 anos DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL: avaliação postural em adolescentes da faixa etária entre 11 a 16 anos CAROLINE GONSALEZ FLAVIO PILOTO CIRILLO JULIANA THIEMI IMANO KAMILLA FERNANDES LINS SP 2009 DEFORMIDADES

Leia mais

O Dimensionamento do Centro de Produção

O Dimensionamento do Centro de Produção O Dimensionamento do Centro de Produção (posto de trabalho) ANTROPOMETRIA estudo e sistematização das medidas físicas do corpo humano. ANTROPOMETRIA ESTÁTICA - refere-se a medidas gerais de segmentos corporais,

Leia mais

P Ú B L I C O I N T E R N O

P Ú B L I C O I N T E R N O Apresentação O Banrisul valoriza seus colaboradores por entender que estes são a essência do negócio. A promoção da qualidade de vida e da segurança dos funcionários é uma prática constante que comprova

Leia mais

7.1 Análise dos dados da entrevista com os trabalhadores

7.1 Análise dos dados da entrevista com os trabalhadores 7. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 281 7.1 Análise dos dados da entrevista com os trabalhadores De acordo com os dados coletados na pesquisa de campo, por meio de entrevista, a idade dominante dos trabalhadores

Leia mais

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta.

A Segurança consiste na responsabilidade de saber e agir da maneira correta. Segurança do Trabalho É o conjunto de medidas que versam sobre condições específicas de instalações do estabelecimento e de suas máquinas visando à garantia do trabalhador contra riscos ambientais e de

Leia mais

GINÁSTICA LABORAL Prof. Juliana Moreli Barreto

GINÁSTICA LABORAL Prof. Juliana Moreli Barreto GINÁSTICA LABORAL Prof. Juliana Moreli Barreto OFICINA PRÁTICA Aprenda a ministrar aulas de ginástica laboral GINÁSTICA LABORAL - Objetivos e benefícios do programa - Formas de aplicação atualmente - Periodização

Leia mais

A EFICIÊNCIA DO ALONGAMENTO ESTÁTICO E ALONGAMENTO DINÂMICO NA FLEXIBILIDADE DE TRABALHADORES DE UMA EMPRESA EM BRUSQUE SC

A EFICIÊNCIA DO ALONGAMENTO ESTÁTICO E ALONGAMENTO DINÂMICO NA FLEXIBILIDADE DE TRABALHADORES DE UMA EMPRESA EM BRUSQUE SC A EFICIÊNCIA DO ALONGAMENTO ESTÁTICO E ALONGAMENTO DINÂMICO NA FLEXIBILIDADE DE TRABALHADORES DE UMA EMPRESA EM BRUSQUE SC Corrêa 1, Renan Braz 2, André Luiz de Oliveira RESUMO A flexibilidade é uma das

Leia mais

ERGONOMIA. FACCAMP Tecnologia em Segurança no Trabalho Profº Vitorino

ERGONOMIA. FACCAMP Tecnologia em Segurança no Trabalho Profº Vitorino FACCAMP Tecnologia em Segurança no Trabalho Profº Vitorino O que é ergonomia? (e não ergonometria e muito menos ergologia) Adaptação do trabalho ao ser humano: O trabalho tem todo um pano de fundo de sofrimento:

Leia mais

CASE HSBC Aplicação do Método OCRA na Promoção da Saúde em Call Center

CASE HSBC Aplicação do Método OCRA na Promoção da Saúde em Call Center CASE HSBC Aplicação do Método OCRA na Promoção da Saúde em Call Center Objetivos Promoção da Qualidade de Vida no Trabalho; Estimular melhoria no Clima Organizacional; Prevenção do adoecimento; Redução

Leia mais

Análise de risco para disfunções músculo-esqueléticas na atividade de operadores de enchimento de cilindros

Análise de risco para disfunções músculo-esqueléticas na atividade de operadores de enchimento de cilindros Análise de risco para disfunções músculo-esqueléticas na atividade de operadores de enchimento de cilindros Thiago de Oliveira Pegatin (UTFPR) thiagopegatin@yahoo.com.br Prof. Dr. Antonio Augusto de Paula

Leia mais

Definição adotada pela IEA (International Ergonomics Association - IEA )

Definição adotada pela IEA (International Ergonomics Association - IEA ) Ergonomia Definição e origens Ergon trabalho Nomos Regras / normas / leis A palavra Ergonomia deriva do grego Ergon [trabalho] e nomos [normas, regras, leis]. Trata-se de uma disciplina orientada para

Leia mais

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR

ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ERGONOMIA: ATIVIDADES QUE COMPROMETEM A SAÚDE DO TRABALHADOR Danielle Satie Kassada 1 ; Fernando Luis Panin Lopes 2 ; Daiane Ayumi Kassada 3 RESUMO: O

Leia mais

FORTALECENDO SABERES EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva.

FORTALECENDO SABERES EDUCAÇÃO FÍSICA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 3.1 Conteúdo: Atividade física preventiva. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidades: Entender os benefícios

Leia mais

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com Estrutura do Curso Bases Morfofisiológicas - 25 hs Princípios fisiológicos aplicados à musculação e ao cardiofitness Aspectos biomecânicos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM ESTILETE ERGONÔMICO. Aryanne ROCHA, Nilma ARRAES, Ronald RUFFEIL

DESENVOLVIMENTO DE UM ESTILETE ERGONÔMICO. Aryanne ROCHA, Nilma ARRAES, Ronald RUFFEIL DESENVOLVIMENTO DE UM ESTILETE ERGONÔMICO Aryanne ROCHA, Nilma ARRAES, Ronald RUFFEIL Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (IESAM) Av.Governador José Malcher, 1148-66.055-260-Belém-Pa Nilmaarraes3@bol.com.br

Leia mais

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Prevenção das Lesões por Esforços Repetitivos L E R O QUE SÃO AS LESÕES POR ESFORÇOS REPETITIVOS LER são doenças do trabalho provocadas pelo uso inadequado e excessivo do

Leia mais

QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO

QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO QUEIXAS E SINTOMAS VOCAIS PRÉ FONOTERAPIA EM GRUPO [ALMEIDA, Anna Alice Figueirêdo de; SILVA, Priscila Oliveira Costa; FERNANDES, Luana Ramos; SOUTO, Moama Araújo; LIMA-SILVA, Maria Fabiana Bonfim] Centro

Leia mais

ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM

ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM ROSÂNGELA MARION DA SILVA 1 LUCIMARA ROCHA 2 JULIANA PETRI TAVARES 3 O presente estudo, uma pesquisa descritiva bibliográfica, tem por

Leia mais

Vantagens e limitações de duas ferramentas de análise e registro postural quanto à identificação de riscos ergonômicos

Vantagens e limitações de duas ferramentas de análise e registro postural quanto à identificação de riscos ergonômicos Vantagens e limitações de duas ferramentas de análise e registro postural quanto à identificação de riscos ergonômicos João Paulo Campos de Souza (PPGEP UFPB) souza.jp@gmail.com Prof. Dr. Celso Luiz Pereira

Leia mais

Teste de Flexibilidade

Teste de Flexibilidade Teste de Flexibilidade Introdução O teste de Fleximetria foi aprimorado pelo ICP à partir do teste do Flexômetro de LEIGHTON deve ser aplicado com a intenção de se coletar informações sobre o funcinamento

Leia mais

ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL

ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL ESTUDO DE CASO: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE CONTROLE ERGONÔMICO EM UMA INDÚSTRIA TÊXTIL Márcio Alves Marçal 1,2, Ph.D. Cláudia Ferreira Mazzoni 2, Ph.D. Aguinaldo Diniz Filho 3 1 Centro Universitário

Leia mais

VOCÊ JÁ PENSOU NA SUA POSTURA HOJE?

VOCÊ JÁ PENSOU NA SUA POSTURA HOJE? VOCÊ JÁ PENSOU NA SUA POSTURA HOJE? Dicas Gerais para uma Boa Postura 1) Manter o topo da tela ao nível dos olhos e distante cerca de um comprimento de braço (45cm ~ 70cm); 2) Manter a cabeça e pescoço

Leia mais

Fundação Cardeal Cerejeira. Acção de Formação

Fundação Cardeal Cerejeira. Acção de Formação Fundação Cardeal Cerejeira Acção de Formação Formadoras: Fisioterapeuta Andreia Longo, Fisioterapeuta Sara Jara e Fisioterapeuta Tina Narciso 4º Ano de Fisioterapia da ESSCVP Em fases que o utente necessite

Leia mais

ANÁLISE ERGONÔMICA E BIOMECÂNICA DIRECIONADA À GESTÃO DO TRABALHO DE MANUTENÇÃO E LIMPEZA PÚBLICA

ANÁLISE ERGONÔMICA E BIOMECÂNICA DIRECIONADA À GESTÃO DO TRABALHO DE MANUTENÇÃO E LIMPEZA PÚBLICA ANÁLISE ERGONÔMICA E BIOMECÂNICA DIRECIONADA À GESTÃO DO TRABALHO DE MANUTENÇÃO E LIMPEZA PÚBLICA Elton Moura NICKEL 1, Antônio Renato Pereira MORO 2, Eugenio Andrés Díaz MERINO 2, Fernando Antonio FORCELLINI

Leia mais

Dr. Ailton Luis da Silva. www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300

Dr. Ailton Luis da Silva. www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300 ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO DO TRABALHADOR EM TELEATENDIMENTO (CALL CENTERS) Dr. Ailton Luis da Silva www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300 O segmento transformou-se no

Leia mais

Antropometria. A antropometria estuda as dimensões físicas e proporções do corpo humano.

Antropometria. A antropometria estuda as dimensões físicas e proporções do corpo humano. Antropometria A antropometria estuda as dimensões físicas e proporções do corpo humano.. O conhecimento dessas medidas e como saber usá-las é muito importante na determinação dos diversos aspectos relacionados

Leia mais

4 Constrangimentos Ergonômicos em Músicos

4 Constrangimentos Ergonômicos em Músicos 4 Constrangimentos Ergonômicos em Músicos Neste capítulo, apresentam-se informações específicas a respeito do que vem sendo estudado e do que vem sendo dito na literatura a respeito dos constrangimentos

Leia mais

Carina Cristiane Teodoro Pierini¹; Terezinha Gomes Faria²

Carina Cristiane Teodoro Pierini¹; Terezinha Gomes Faria² V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 7 CONTRIBUIÇÕES DA GINÁSTICA LABORAL PARA A MELHORIA DA CONDIÇÃO FÍSICA DOS ORIENTADORES DE ESTACIONAMENTO REGULAMENTADO

Leia mais

Aplicação da equação do NIOSH para uma análise ergonômica em um mercado hortifruti.

Aplicação da equação do NIOSH para uma análise ergonômica em um mercado hortifruti. Aplicação da equação do NIOSH para uma análise ergonômica em um mercado hortifruti. Luciana MENDONÇA 1 ; Marislaine COSTA 1 ; Poliane LOPES 1 ; Valdevan MORAIS 1 ; Wemerton LUIS 2. 1 Estudante de Engenharia

Leia mais

TRABALHADOR NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS

TRABALHADOR NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS TRABALHADOR NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS CONSELHO DELIBERATIVO DO SENAR Presidente do Conselho Deliberativo João Martins da Silva Júnior Secretário Executivo Daniel Klüppel Carrara Chefe do Departamento

Leia mais

Análise de DORT na instalação de forros térmicos através da Análise Ergonômica do Trabalho

Análise de DORT na instalação de forros térmicos através da Análise Ergonômica do Trabalho Análise de DORT na instalação de forros térmicos através da Análise Ergonômica do Trabalho Lizandra Garcia Lupi Vergara (UTESC) lizandra@eps.ufsc.br Lúcia Lunelli (UTESC) lucialunelli@ig.com.br Wagner

Leia mais

Quick Massage. Venha ser um membro filiado e compartilhar. seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com. Denis Fernando de Souza

Quick Massage. Venha ser um membro filiado e compartilhar. seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com. Denis Fernando de Souza Quick Massage Venha ser um membro filiado e compartilhar seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com Denis Fernando de Souza HISTÓRICO QUICK MASSAGE (MASSAGEM RÁPIDA) Algumas literaturas trazem

Leia mais

Título: Modelo Bioergonomia na Unidade de Correção Postural (Total Care - AMIL)

Título: Modelo Bioergonomia na Unidade de Correção Postural (Total Care - AMIL) Projeto: Unidade de Correção Postural AMIL Título: Modelo Bioergonomia na Unidade de Correção Postural (Total Care - AMIL) Autores: LACOMBE,Patricia, FURLAN, Valter, SONSIN, Katia. Instituição: Instituto

Leia mais

PRESCRIÇÃO DE UM PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL PARA O TRABALHO FRENTE AO COMPUTADOR: UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA.

PRESCRIÇÃO DE UM PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL PARA O TRABALHO FRENTE AO COMPUTADOR: UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA. PRESCRIÇÃO DE UM PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL PARA O TRABALHO FRENTE AO COMPUTADOR: UMA ABORDAGEM ERGONÔMICA. Daniel Vila Hreczuck 1, Leandra Ulbricht 2 RESUMO A evolução da tecnologia tornou o computador

Leia mais

Márcia de Matos, Acadêmica Ana Regina de Aguiar Dutra, Dra. INTRODUÇÃO

Márcia de Matos, Acadêmica Ana Regina de Aguiar Dutra, Dra. INTRODUÇÃO PROJETO DE UMA FERRAMENTA PARA A COLETA E TRANSPORTE DE LIXO A SER UTILIZADA PELOS GARIS NOS MORROS DE FLORIANÓPOLIS, A PARTIR DAS METODOLOGIAS ERGONÔMICAS E DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO. Márcia de Matos,

Leia mais

Análise da Postura de Trabalho com Computador

Análise da Postura de Trabalho com Computador Artigo Revista Científica da UFPA, V. 7, Nº 01, 2009 Análise da Postura de Trabalho com Computador Shahine Paccola Gonçalves 1 Cinthia Dias Rocha 1 Paulo Torres Fenner 2 Resumo Este artigo trata sobre

Leia mais

Biomecânica como ferramenta ergonômica para análise do trabalho florestal

Biomecânica como ferramenta ergonômica para análise do trabalho florestal Biomecânica como ferramenta ergonômica para análise do trabalho florestal Autores Angelo Casali de Moraes - Eng. Florestal - UFV (angelo.moraes@ufv.br) Luciano José Minette - Eng. Florestal UFV (minette@ufv.br)

Leia mais

INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI)

INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI) INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI) Nayana Pinheiro Machado 1,2,3, Relândia Cristina Machado Reinaldo Ratts 4, Veruska Cronemberger

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL

AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL AVALIAÇÃO DOS COLABORADORES ATRAVÉS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL Daniela da Maia José Marques de Carvalho Júnior Antonio Vinicius Soares 2010 INTRODUÇÃO É um laboratório especializado em análise biomecânica

Leia mais

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA: APLICAÇÃO DO MÉTODO OWAS EM UMA LOJA DE CALÇADOS

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA: APLICAÇÃO DO MÉTODO OWAS EM UMA LOJA DE CALÇADOS AVALIAÇÃO ERGONÔMICA: APLICAÇÃO DO MÉTODO OWAS EM UMA LOJA DE CALÇADOS Mariana de Barros Cruz Pereira Mota (UCAM) marianamota01@hotmail.com Mayara Ribeiro Castilho (UCAM) mayararc2005@hotmail.com Leandro

Leia mais

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás Dalton Lopes Martins (UFG) dmartins@gmail.com Arlon Silva (UFG)

Leia mais

CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA

CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA APRENDA A CUIDAR DA SUA COLUNA Elaboração: Júlia Catarina Sebba Rios Pesquisa: Efeitos de um programa educacional de autocuidado de coluna em idosos ati vos e sedentários

Leia mais

INFLUÊNCIA DO ALONGAMENTO MUSCULAR NA POSTURA SENTADA DE ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA 1

INFLUÊNCIA DO ALONGAMENTO MUSCULAR NA POSTURA SENTADA DE ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA 1 INFLUÊNCIA DO ALONGAMENTO MUSCULAR NA POSTURA SENTADA DE ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA 1 Luciana de Oliveira Forte 2 Inês Alessandra Xavier Lima 3 Resumo Este estudo teve como objetivo analisar a influência

Leia mais

Palavras-Chave: Dor, Osteomuscular, Motorista

Palavras-Chave: Dor, Osteomuscular, Motorista INCIDÊNCIA DE SINTOMAS DE DORES E DESCONFORTO OSTEOMUSCULARES EM MOTORISTAS DE ÔNIBUS URBANO DE UMA EMPRESA DE TRANSPORTE COLETIVO DA CIDADE DE CURITIBA. RESUMO: O transporte coletivo, especificamente

Leia mais

DIAGNÓSTICO DE SINTOMAS MUSCULOESQUELÉTICOS EM ELETRICISTAS DE UMA CONCESSIONÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

DIAGNÓSTICO DE SINTOMAS MUSCULOESQUELÉTICOS EM ELETRICISTAS DE UMA CONCESSIONÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ISSN 1984-9354 DIAGNÓSTICO DE SINTOMAS MUSCULOESQUELÉTICOS EM ELETRICISTAS DE UMA CONCESSIONÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Victor Manuel de Almeida Seabra de Vasconcelos (UFSC) Elaine Cristina

Leia mais

Postura. As posturas prolongadas podem prejudicar os músculos e as articulações.

Postura. As posturas prolongadas podem prejudicar os músculos e as articulações. Postura A postura é, freqüentemente, determinada pela natureza da tarefa ou do posto de trabalho. Um porteiro de hotel tem uma postura estática, enquanto um carteiro passa a maior parte do tempo andando.

Leia mais