Tartarugas, baleias e araras. Estava na hora de proteger as cegonhas.

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1 Tartarugas, baleias e araras. Estava na hora de proteger as cegonhas.

2 Como começa uma nova pessoa humana? Como você começou? O embrião e o feto são vidas humanas? O que é o aborto provocado? Existem situações em que é preferível fazer o aborto? Pode acontecer a gravidez na adolescência?

3 Sumário Existem riscos para a mãe quando o aborto é realizado por médicos em hospital? Se estes fatos são conhecidos, por que muitos continuam dizendo que é preciso liberar o aborto para proteger a saúde das mulheres? Já que é tão grave provocar o aborto, você deve estar pensando que o melhor é evitar a gravidez, não é mesmo? o que você sabe sobre a pílula do dia seguinte (PDS)? Bibliografia

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5 Como começa uma pessoa humana? Como você começou? Resp.: Você sabe! Você aprendeu em Biologia e em Ciências Naturais: houve um momento preciso quando dois gametas se uniram e surgiu...você! A fecundação acontece dentro das tubas de Fallópio (as trompas ) quando faltam aproximadamente 14 dias para a menstruação. Na escuridão e no silêncio deste espaço de 1 mm., acontece a vida, no total mistério. Receberá nomes diferentes: zigoto, mórula e outros enquanto for embrião. Depois será chamado feto, recém-nascido, criança, adolescente, jovem, adulto ou velho. Mas, será sempre a mesma vida! Como cresce o bebê durante a vida intra-uterina? O que faz em seu esconderijo? Dorme? Sonha? Escuta? Sente gosto do líquido? Vamos rever as principais fases: 1º dia: o óvulo é fertilizado e começa a nova vida. 5º-6ª dia: o embrião chega ao útero e procura o local onde se aninhar. 17º ao 22º dia: identificados batimentos cardíacos nos primeiros dias de atraso menstrual, no exame de ultrassom. 3ª semana: início do sistema nervoso, coluna vertebral, fígado e rins - só 1 semana de atraso! 5ª semana: pode-se gravar o eletrocardiograma; surgem os testículos ou ovários o bebê pesa 1,0 g, mede 1,0 cm. 6ª semana: coração/cérebro completos, movimentos visíveis ao ultrassom; unhas começam a se desenvolver pesa 1,5 g, mede 1,5 cm. 7ª semana: dá para gravar o eletroencefalograma; dá pequenos pontapés e pode nadar; esboço dos primeiros dentes peso 3 g, mede 2 cm 8ª semana: o organismo está completo; ossos e impressões digitais estão formados; já ouve os sons; peso 5g, mede 3 cm passa a se chamar feto 9ª e 10ª semana: vira a cabeça; franze a testa e soluça; gosta de doce e não do amargo 11ª semana: segura objetos e já deglute líquido, prefere o doce ao salgado. 12ª semana: demonstra sentir dor; chupa os dedos; cordas vocais estão prontas. 17ª semana: dorme e sonha 20ª semana: reconhece a voz da mãe e do pai. Já tem 10% de possibilidade de sobreviver fora do útero: 4 meses e meio! Atenção: estas semanas não coincidem com as semanas registradas pelo ultrassom. Este considera a idade gestacional desde a última menstruação o que resulta em 2 a 3 semanas a mais. Portanto, na 8ª semana de vida, quando recebe o nome de feto, tem 2 meses, mas na contagem do médico tem 10 semanas desde a última menstruação. 5

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7 O embrião e o feto são vidas humanas? Resp.: VOCÊ é hoje o que era na fase de zigoto. Apenas cresceu, se desenvolveu, amadureceu. A partir da primeira célula, na vida procedente do óvulo da mulher e do espermatozóide do homem, o biólogo reconhece um ser vivo da espécie humana; que não se confunde, em absoluto, com um vegetal ou um animal. Depende da mãe para crescer, porém não se confunde com ela, como nós dependemos do oxigênio, da água ou dos alimentos. Ele tem seu próprio programa de desenvolvimento, o próprio sistema imunológico de proteção que inclusive age para que não seja expulso pelo organismo materno; características físicas como cor dos olhos, dos cabelos, tipo sanguíneo já estão definidos. Ninguém, nem a mãe ou o pai, conseguirá mudar o seu ser original. O bebê dentro do útero não está completo, porém, precisar crescer não quer dizer imperfeição porque toda pessoa, em qualquer idade, deve se desenvolver sempre e ser sempre melhor. Uma criança ainda não nascida se encontra indefesa e seu choro não pode ser escutado. O pai, responsável pela sua existência deve ser o primeiro a apoiar a mãe, mas cabe ao Estado, apoiar os pais, garantindo proteção, cuidado e direito à vida. O ideal seria que toda gravidez fosse uma alegria para os pais, entretanto, não é sempre assim e, seja qual for o motivo que define não ser o momento ideal, pode haver rejeição à gravidez. 7

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9 O que é aborto provocado? Resp.: Se VOCÊ respondeu que é matar a criança que estava em desenvolvimento, você acertou, porque o aborto não é simplesmente fazer descer a menstruação nem que haja pouco tempo de seu atraso. Se existe gravidez, o embrião (ou o feto) está vivo; se estivesse morto, não seria preciso provocar o aborto; logicamente isto é evidente em qualquer tempo de gestação. Se você respondeu que é um direito da mãe porque ela é dona de seu corpo, sua afirmativa merece uma séria reflexão porque você sabe que um filho não é parte do corpo da mãe, esteja ele onde estiver: dentro ou fora do útero. Se ela e o pai, logicamente, não podem matar seus filhos já nascidos, por que poderiam fazer isso quando ainda estão por nascer? Algo muito sério acontece quando se confunde delito com direito. Os direitos humanos devem ser defendidos, mas nunca contra o direito à vida ou com ações contrárias à dignidade humana. Uma vida humana não tem preço. Quando o valor e o caráter sagrado de toda vida humana são ignorados, a própria sociedade, a cultura e a sociedade desmoronam por isso a defesa da vida não nascida é a luta contra uma injustiça humana. Se a parede abdominal da mulher grávida fosse transparente, seria possível ter coragem de defender o aborto provocado? Se fosse possível, também se teria que aceitar matar crianças já nascidas! 9

10 Existem situações em que é preferível fazer o aborto? Resp.: Sem hesitar, VOCÊ pode responder que NÃO! 1º Todo aborto provocado, tira a vida do bebê. 2º Mesmo que a mãe apresente alguma doença, é possível tentar acompanhar a gravidez até um ponto em que haja esperança de que o nenê sobreviva. Pelo menos, pode-se esforçar para isso. 3º Mesmo que a criança viva por pouco tempo, não existe o direito de apressar sua morte. 4º Mesmo o aborto feito em hospital traz riscos para mãe. Os riscos acontecem durante o tempo de internação, mas podem também acontecer por toda a vida, manifestando-se como doenças diversas, físicas e psicológicas que podem chegar a ser bem graves. A gestação, planejada ou não, é acontecimento que envolve integralmente o ser da mulher; não apenas seu útero. A partir do primeiro momento, ainda faltando catorze dias para a primeira falha menstrual, o embrião já envia sinais ao organismo materno que responde voltandose inteiramente à proteção da nova vida. O aborto provocado traz uma pane em seu organismo como quando se desliga, de repente, um sistema de computadores da tomada. O aborto clandestino é terrível, mas isso não justifica legalizar o aborto porque ele não se justifica. Alguns dizem que como o aborto sempre vai existir; é uma questão pessoal de cada um e por isso deve ser liberado é um argumento tentador, porém falso. Não se pode esquecer que existe uma criança em desenvolvimento! Nenhum outro argumento destrói esta realidade!

11 Quando havia o mercado de escravos negros, absurdamente, juízes admitiam que a cor da pele lhes retirava a dignidade pessoal e que ao Estado não cabia proibir a escravidão. A Biologia prova evidentemente que as pessoas de pele negra são seres humanos tanto quanto as de pele branca, amarela ou vermelha. Esta evidência era negada cegamente. Para legalizar o aborto, as leis de um país se baseiam na afirmativa de que o tamanho de um bebê e a sua condição de dependência no ventre materno lhe retiram a humanidade e direitos à vida e à proteção legal. Concede-lhe apenas a vida potencial, coisa biologicamente sem sentido. A prova de que esta legislação é realizada pela pressão política e não a partir da Verdade humana e científica é a variação do limite da idade gestacional para liberação do aborto, de país para país. Ou seja dependendo de manobras de poder. Atualmente, conforme o país, a autorização para provocar o aborto varia de 3 meses de gestação até 9 meses completos ou ainda até o momento do parto. Nestes casos é permitido matar o bebê até o momento do nascimento. Ao se pronunciar a favor da vida dos bebês dentro do útero, seus defensores são frequentemente surpreendidos por comentários como: isto é uma questão de religião, cada um deve fazer o que achar melhor, etc. procurando ignorar a vítima maior: o bebê que vai ser eliminado. O Estado democrático deve defender a liberdade e a igualdade entre as pessoas. Mas, liberdade não quer dizer fazer sempre o que se quer ou ser livre de tudo o que nos desagrada, mas ser livre para uma atitude de amor perante qualquer condição desafiadora. 11

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13 Pode acontecer a gravidez na adolescência? Resp.: Todo jovem, e VOCÊ também, deve saber que, em princípio, quando uma menina começa a menstruar, pode ficar grávida e pode dar a luz. Porém, NÃO DEVERIA: ela ainda precisa amadurecer como pessoa. Há aproximadamente gestações de meninas menores de 14 anos, anualmente no Brasil e, uma média de partos. A solução, não é fazer o aborto. Os argumentos contrários são os mesmos: um mal não justifica outro pior que é matar a criança e, os riscos decorrentes do aborto são maiores ainda para a mãe adolescente. A solução é: NÃO ENGRAVIDAR NA ADOLESCÊNCIA! O ideal é amadurecer mais como pessoa, ter real compromisso entre o casal, que possam assumir as responsabilidades de uma vida conjunta e de um filho se ele vier, mesmo que não estejam planejando engravidar porque todo método anticoncepcional pode falhar! O aborto nunca é um valor. Mesmo pessoas favoráveis à sua liberação, afirmam não serem a favor do aborto. Por que vamos defender algo que não é um valor? Em vez de destruir a vida, devemos destruir o que faz rejeitar a vida. A liberação do aborto não significa defender a mulher: defender a mulher é defender também a sua maternidade quando ela acontece mesmo contra sua vontade. Não é eliminando uma criança que se modifica a situação de sofrimento da mãe. A liberalização do aborto desobriga a sociedade de ajudar a mulher em dificuldades. Ela suportará sozinha a dilaceração de seu corpo e de seu coração. 13

14 Existem riscos para a mãe quando o aborto é realizado por médicos em hospital? Resp.: A defesa para a liberação do aborto provocado vem sendo apresentada como sendo um problema de saúde pública, apontando dois aspectos: número de mortes e o número de internações de mulheres pelo aborto clandestino. Deve-se lamentar qualquer morte devida a este procedimento porque o aborto não precisaria ser feito, mas mesmo contando causas mal explicitadas de morte pós-aborto, chega-se a menos de 80 mortes de mulheres por ano pelo aborto clandestino, conforme dados do próprio Ministério de Saúde, do total na média de mortes anuais de mulheres na idade fértil. Mais ainda, mesmo com todos os cuidados profissionais, ao ser liberado o aborto provocado, além de tirar a vida do bebê em desenvolvimento, passa a existir maior necessidade de internações imediatas e posteriores, e o número de mortes, ao longo do anos, é maior entre as mulheres que provocaram o aborto do que entre aquelas que tiveram seus filhos ou mesmo é maior do que entre as mulheres que tiveram um aborto espontâneo. O aborto provocado sempre traz risco para a mãe. A partir do primeiro momento da fecundação, o organismo materno se organiza para a proteção da vida que se inicia: muda a frequência cardíaca, o número de glóbulos vermelhos, o metabolismo e muito mais, porque há uma inundação de hormônios que atuam principalmente nos órgãos reprodutores e mamas, mas também, no corpo todo. Ao ser interrompido bruscamente um processo que se desenvolvia harmoniosamente, acontece uma pane como se as células e tecidos ficassem sem rumo o que favorece o surgimento de alterações e tumores do fígado, tumores da mama (com acréscimo do risco de câncer), problemas vasculares como derrames cerebrais, tromboses e outros problemas.

15 Aos riscos imediatos de hemorragia ou infecção, se somam riscos possíveis em futuras gestações. Está também comprovado que o índice de problemas psicológicos é muito maior entre as mulheres que provocam o aborto, em qualquer idade e por qualquer causa, mesmo em países onde a influência de religiões tradicionais é mínima e onde se pode confiar em um ótimo sistema de saúde e ótimo registro estatístico como na Finlândia ou Nova Zelândia. Pesquisas mostram que estes países alcançam crescente índice de suicídio, de internações psiquiátricas e de necessidade de acompanhamento psicológico prolongado entre as mulheres que se submeteram ao abortamento provocado comparado com as outras que não o fizeram. Além de estes fatores aumentarem o sofrimento da mulher que procura o aborto, aumentam a necessidade de internação e de tratamento posterior. Nenhum trauma se cura satisfatoriamente através de outro trauma. O aborto provocado acrescenta um trauma muito mais intenso aumentando a sobrecarga física e psicológica sobre a mulher: ela carregará a consequência em si mesma. Há o risco de se anular totalmente a responsabilidade do pai da criança. Por isso, há muitos argumentos e fatos que comprovam que não existe a necessidade de liberar o aborto provocado por ser um problema de saúde pública. As gestantes que recebem apoio e carinho para acolher a gestação, superam o conflito evitando acrescentar o trauma do aborto ao trauma do susto de uma gravidez indesejada, os jovens se formam no respeito à vida humana a cada pessoa individualmente. 15

16 Se estes fatos são conhecidos, por que muitos continuam dizendo que é preciso liberar o aborto para proteger a saúde das mulheres? Resp.: Se você já ouviu um debate sobre o assunto deve ter reparado algumas afirmativas no lado pró-legalização: Números incrivelmente altos sobre aborto ilegal e mortalidade materna; Redução do problema ao âmbito sanitarista como questão de saúde pública ; Acusações a pessoas de fé por se envolver em questões fora de sua alçada ; Invocação do antigo Estado Laico para justificar a marginalização dos que tem opinião Contrária (curioso que quando se trata de sequestro, estupro, ecologia, ninguém diz que o Estado é laico); Negação da natureza humana do nascituro; Desconsiderar o comprovado fato cientifico de quando se inicia a vida humana. É possível identificar uma estratégia por de trás dos argumentos: agrupando-os por temas, acabamos quase sempre caindo em 3 frentes: números de aborto ilegal e de consequentes mortes, ataques às religiões e desumanização do nascituro. Essas 3 linhas da frente pró-aborto já possuem 4 décadas de uso, desde que foram cunhadas, inclusive, pelo então médico abortista, e um dos pilares da legalização do aborto nos EUA, o Dr. Bernard Nathanson; cofundador da NARAL (National Abortion Rights Action League) supervisionou abortos como diretor de uma clínica de aborto. Em diversas oportunidades, Nathanson relembrou as táticas desonestas e enganosas que ele e a NARAL utilizaram para forçar a legalização e a aceitação do aborto. Nós afirmávamos que entre cinco e dez mil mulheres morriam por ano por causa de aborto mal-feito, disse ele. Realmente, o número verdadeiro estava entre duzentas a trezentas; afirmávamos que eram feitos um milhão de abortos ilegais por ano nos EUA e o número verdadeiro era próximo dos duzentos mil. Somos culpados de uma fraude maciça. Você já ouviu o dito popular: uma mentira mil vezes repetida parece virar uma verdade? É o que se procura aplicar quando o assunto é a descriminalização do aborto. Alguns de seus defensores apresentam números totalmente desproporcionais à realidade. É comum, no meio de debates acalorados, ouvirmos que abortos clandestinos provocam 200 mil mortes de mulheres por ano no Brasil, mas já vimos como isto está longe da verdade. Ao constatar que países mais adiantados liberaram o aborto, podemos ser levados a crer que este fato é inevitável como consequência natural da mudança de costumes o

17 que pode levar a uma atitude passiva, mesmo para quem não aceita eticamente o aborto porque seria uma batalha perdida ou um problema que cabe a cada mulher decidir. Pessoas de boa vontade podem estar enganadas porque toda a verdade não está exposta ao público. Não se divulga a realidade comprovada de que há um projeto de implantação do aborto em nível internacional, sobretudo, a partir da metade do século passado, segundo um planejamento sempre atualizado. Nem mesmo a classe médica necessária para a execução desse projeto se dá conta espontaneamente deste fato: há necessidade de pesquisa bibliográfica e análise atenta dos fatos concernentes ao assunto, para que os programas de implantação e financiamento do aborto sejam expostos à opinião pública, o que, evidentemente, não interessa aos promotores da liberação do aborto. Identificam-se diferentes forças que se uniram após a II Guerra Mundial a partir de sementes lançadas anteriormente: Procura do aperfeiçoamento da raça humana classificando as vidas como válidas e não válidas para a sociedade (eugenia); Ética utilitarista onde o que aparentemente resolva um problema deve ser considerado moralmente justificável. O valor maior seria a capacidade de produzir (a chamada existência útil ); Hedonismo (vivência do prazer e negação de qualquer sentido à dor); Liberalismo radical na supervalorização da liberdade individual: seria ético o livremente escolhido por aquele que puder expressar a sua vontade; Preocupação com o crescimento populacional dos países pobres que traria a fome mundial, a degradação do meio ambiente e abalaria o poder dos países mais ricos; Crescimento de grandes fortunas e monopólios fez surgir as Fundações nos EUA transformadas em poder político extremamente forte que aderiu à meta de controle de natalidade; Alguns países ricos passaram a destinar verbas oficiais a este movimento. A meta de controle de natalidade ou de eugenia não aparece claramente: a meta ecológica, direitos reprodutivos e sexuais é apresentada como bandeira. Para alguém realizar uma cirurgia delicada, é preciso ter se preparado; para salvar vidas de bebês em gestação, é preciso também de capacitação e de conhecimento; informar-se, procurar fontes confiáveis! 17

18 Já que é tão grave provocar o aborto, você deve estar pensando que o melhor é evitar a gravidez, não é mesmo? o que você sabe sobre a pílula do dia seguinte (PDS)? Resp.: AVocê respondeu que é um remédio que se toma para evitar gravidez após uma relação sexual? É o que se dizem, mas existem fatores que devem estar bem claros. 1º - Composição: 1 ou 2 hormônios usados normalmente nas pílulas anticoncepcionais (só a progesterona ou com o etinilestradiol), em que já existem riscos registrados nas bulas consideráveis, sobretudo quanto mais precoce foi iniciado o uso. Por isso, devem ser feitas visitas regulares ao médico. Na chamada contracepção de emergência utilizase doses muito maiores de hormônios em relação à contracepção rotineira: os riscos são maiores, sobretudo considerando que são mais usados pelas jovens e adolescentes. 2º - Além disso, para concluir sua maneira de ação, considere a indicação de tomar a pílula até 72 horas após o ato sexual. Na fase fértil, os espermatozóides começam a penetrar no útero, segundos após serem depositados na vagina e terminam em mais ou menos 2 horas. A PDS após ingerida ainda leva pelo menos 6 horas para começar a fazer efeito, portanto, os espermatozóides já fertilizaram o óvulo ou estão a caminho de fazê-lo. 3º - Consta que a PDS age das seguintes maneiras: Altera a motilidade tubária: não dá tempo para impedir a fecundação, conforme você leu no item 2º e, este efeito, se ela já ocorreu, aumenta a chance da gravidez ficar nas trompas o que é muito grave e coloca em risco a vida da mãe; Dificulta a passagem do espermatozóide: não adianta para evitar a gravidez da relação que já aconteceu porque quando agir, o espermatozóide já passou; Pode retardar ou inibir a ovulação: seria a única situação em que a ação não é abortiva, mas não se sabe exatamente qual o tempo necessário para esta ação; Pode provocar o aborto impedindo ou alterando a fixação do embrião no útero. Alguns afirmam que a PDS não é abortiva porque só consideram o início da gravidez após 5 a 8 dias da fecundação; também, embora a propaganda diga que não impede a gravidez após implantação ser concretizada, ainda não está provado a isenção de riscos em seu uso pós-implante; por isso, as bulas do medicamento recomendam a não utilização e afirmam que causam deformações no bebê. Segundo diferentes trabalhos, existem possibilidades de falhas em cerca de 2% a 15% das mulheres, ou seja, a PDS não consegue evitar o prosseguimento da gravidez nestes casos.

19 Ainda constam possíveis reações adversas como: Náuseas e vômitos; Cefaléia (dor de cabeça); Tontura; Dores pelo corpo; Falta de ar; Desmaios; Aumento de pressão arterial; Hemorragia na gengiva. O uso prolongado deste remédio resulta em aumento de probabilidades para o câncer de mama, câncer de vagina, câncer de colo uterino e de fígado. Na gravidez pode provocar má formação fetal; passa para o leite materno, portanto o bebê ingere também os hormônios de sua composição. Altas doses de hormônios aumentam ainda os riscos de trombose, derrame e outras alterações de coagulação. A administração conjunta de alguns outros remédios pode reduzir o efeito da PDS, como antibióticos, insulina, vitamina C e medicamentos com ação sobre o sistema nervoso. Agora analise os fatos que concluímos: 1º. A pílula do dia seguinte faz com que o corpo fique hostil à gravidez, portanto que impeça o prosseguimento da gestação quando já ocorreu a fecundação. Portanto provoca abortos chamados precoces e quem não quer abortar, não deve escolher esta medida; 2º. Mesmo sendo a orientação do uso só como exceção, em casos de emergência, ela introduz uma grande dosagem de hormônios no organismo o que traz muitos riscos para a mulher; 3º. Pode falhar e trazer problemas com isto. O melhor, não há dúvidas, é ter relações sexuais quando existe compromisso entre os dois e possibilidade de assumir as consequências do ato porque, lembre-se, todo método anticoncepcional pode falhar! A sexualidade e a possibilidade de dar e receber o amor são dons maravilhosos, mas não estão sujeitos só ao impulso do momento. É preciso analisar as situações e escolher o valor que realmente a gente procura como meta da vida. 19

20 Vida: primeiro direito de todos. Vamos valorizar.

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23 BIBLIOGRAFIA - BERAL, V e col. COLLABORATIVE GROUP ON HORMONAL FACTORS IN BREAST CANCER. Lancet 363: BRIND J. PhD. BREAST CANCER RISKS AND PREVENTION. Breast Cancer Prevention Institute: CLOWS, Brian, PhD. OS FATOS DA VIDA. Human Life International ISBN CORREA, Juan de Dios Vial & Elio Sgreccia. IDENTIDADE E ESTATUTO DO EMBRIÃO HUMANO. EDUSC e CCFC 1998 ISBN: ESTATÍSTICAS NACIONAIS: Sistema de Informações sobre Mortalidade SIM Fonte: MS/SVS/DASIS. Encontrado em: - FERGUSSON, David M., PhD, l. John Horwood, Msc and Joseph M. Boden, PhD. ABORTION AND MENTAL HEALTH DISORDERS: EVIDENCE FROM A 30-YEAR LONGITUDINAL STUDY. Encontrado em: story/2008/12/081201_abortossadementalrw.shtml The British Journal of Psychiatry (2008) 193: doi: /bjp.bp The Royal College of Psychiatrists - FREUD S. OBRAS COMPLETAS. Imago S E, 18:206. Rio de Janeiro: LAURENTI, R. Marcos. REFERENCIAIS PARA ESTUDOS E INVESTIGAÇÕES EM MORTALIDADE MATERNA. Rev. Saúde publ., S. Paulo, 22:507-12, Resumo da Conferência proferida na Reunião Regional sobre Prevenção de Mortalidade Materna promovida pela Organização Panamericana da Saúde/Organização Mundial da Saúde, Campinas, SP, Abril, MALEC K. THE ABORTION-BREAST CANCER LINK: HOW POLITICS TRUMPED SCIENCE AND INFORMED CONSENT. Journal of American Physician and Surgeons 8(2): MARTINS, Ives Gandra S. DIREITO FUNDAMENTAL À VIDA. Ed. Quartier Latin - CEU: ISBN: X - NILSSON, Lennart. THE MIRACLE OF LIFE (filme) ISBN RAMOS, Dalton L. de P. (org). BIOÉTICA PESSOA E VIDA. Difusão Editora ISBN: REZENDE, Jorge. OBSTETRÍCIA. 6ª edição. Editora Guanabara, Rio de Janeiro, RUE VM e col. INDUCED ABORTION AND TRAUMATIC STRESS: A PRELIMINARY COMPARISON OF AMERICAN AND RUSSIAN WOMEN. Medical Science Monitor 10(10) SR SALTENBERGER A. EVERY WOMAN HAS A RIGHT TO KNOW THE DANGERS OF LEGAL ABORTION. Air-Plus Enterprises, Glassboro. NJ SGRECCIA, Elio. ABORTO - o ponto de vista da Bioética. Ed. Principia ISBN: TISCHLER, C. ADOLESCENT SUICIDE ATTEMPTS FOLLOWING ELECTIVE ABORTION PEDIATRICS. 68(5): VILADRCH, Pedro Juan. ABORTO E SOCIEDADE PERMISSIVA. Quadrante SP 23

24 O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo... Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito. Mário Quintana Realização: Associação Nacional da Cidadania Pela Vida - ADIRA Apoio: Movimento Nacional da Cidadania Pela Vida Brasil Sem Aborto Frente parlamentar Em Defesa da Vida da Câmara Legislativa do Distrito Federal Patrocínio: Associação Estação da Luz Associação Nacional da Cidadania Pela Vida ADIRA Endereço: SBS, Quadra 02, Bloco E, número 12, Sala 206, Edifício Prime, Brasília DF. CEP: Fone:

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