MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL Aspectos Epidemiológicos e Sócio-Culturais

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1 MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL Aspectos Epidemiológicos e Sócio-Culturais ABORTAMENTO PREVISTO EM LEI EM SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA SEXUAL PERSPECTIVAS E EXPERIÊNCIAS DAS MULHERES Brasil 1

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3 MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL Aspectos Epidemiológicos e Sócio-Culturais ABORTAMENTO PREVISTO EM LEI EM SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA SEXUAL Perspectivas e Experiências das Mulheres Pesquisa realizada em

4 Ministério da Saúde Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade pela cessão dos direitos autorais de textos e imagens dessa obra é da Área Técnica. Tiragem: Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Área Técnica de Saúde da Mulher Esplanada dos Ministérios, Bloco G, Edifício Sede, 6º Andar, Sala 629 CEP: Brasília - DF Tel.: (61) Fax: (61) Home page: Ficha Catalográfica 4

5 Sumário Autores e Colaboradores...07 Produtos do Projeto Magnitude do Aborto no Brasil...09 MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL: Aspectos Epidemiológicos e Sócio-Culturais...11 RELATÓRIO SOBRE A MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL Introdução Internações por abortamento registradas no Sistema de Informações Hospitalares do SUS Diferenças regionais no número de internações no SUS por abortamento Municípios com maior número de internações do SUS por abortamento Diferenças no número de internações no SUS por abortamento segundo a faixa etária Estimativas do número de abortos induzidos de 1992 a Estimativa da razão de abortos induzidos por 100 nascimentos vivos Estimativa das taxas anuais de abortos induzidos por 100 mulheres de 15 a 49 anos Diferenças regionais das taxas anuais de abortos induzidos por 100 mulheres de 15 a 49 anos Mapa das taxas anuais de aborto induzido por 100 mulheres Taxas anuais de aborto induzido por 1000 mulheres de 10 a 49 anos por Unidade da Federação Taxas anuais de aborto induzido por 1000 mulheres segundo grupos de idade por Unidade da Federação Taxas anuais de aborto induzido por 100 mulheres de 20 a 29 anos por Unidade da Federação Taxas anuais de aborto induzido por 100 mulheres de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos por Unidade da Federação Aborto como causa de mortalidade materna e diferencial por etnia A carga do aborto na mortalidade materna no período de 2000 a Entrada dos dados Repercussão do projeto na mídia Considerações finais e recomendações Referências...45 ANEXO 1 - Municípios com mais de 500 e menos de internações do SUS por abortamento

6 ANEXO 2 - Municípios com 100 a 500 internações do SUS por abortamento...49 ANEXO 3 - Programa do seminário sobre Riscos à saúde da Mulher...56 ANEXO 4 - Estimativas indiretas de aborto clandestino: Uma realidade brasileira...57 ANEXO 5 - Mesa Redonda - Aborto no Brasil: atualizando Informações...58 ANEXO 6 - As informações sobre abortamentos no SIH/SUS...61 ABORTAMENTO PREVISTO EM LEI EM SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA SEXUAL Perspectivas e Experiências das Mulheres APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃO abortamento como problema de saúde pública dimensão da violência sexual violência sexual e anticoncepção de emergência aspectos éticos e legais abortamento seguro abortamento e direitos sexuais e reprodutivos PROPOSIÇÃO CASUÍSTICA MÉTODO variáveis de estudo instrumentos entrevistas informatização dos dados aspectos éticos análise dos dados e método estatístico RESULTADOS dados sobre a entrevistada dados sobre a violência sexual dados sobre a gravidez dados sobre o abortamento comportamentos e opiniões da entrevistada perspectivas sobre o abortamento medicamentoso CONCLUSÕES ANEXOS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

7 Autores e Colaboradores MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL Aspectos Epidemiológicos e Sócio-Culturais Leila Adesse Diretora do programa de Ipas no Brasil Mário F. G. Monteiro Professor Adjunto do Instituto de Medicina Social da UERJ ABORTAMENTO PREVISTO EM LEI EM SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA SEXUAL Perspectivas e Experiências das Mulheres Elaboração: Daniela Pedroso Edlaine de Campos Gomes Jefferson Drezett Leila Adesse Maria José Araújo Oliveira Pesquisa realizada em

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9 PRODUTOS DO PROJETO MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL Neste projeto, realizado numa parceria de IPAS e Instituto de Medicina Social da UERJ, com o apoio da Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, além de uma revisão bibliográfica sobre a magnitude do aborto no Brasil, foram desenvolvidas as seguintes etapas: 1 Identificação de metodologias para estimar o número de abortos induzidos. 2 Realização de um seminário sobre Riscos à saúde da Mulher, cujo programa está reproduzido no Anexo 1. Até o fim deste ano, alguns destes trabalhos serão publicados na Série Estudos em Saúde Coletiva, do Instituto de Medicina Social da UERJ (já existe um acordo para sua publicação no sítio sesc/ 3 Apresentação do trabalho Estimativas indiretas de aborto clandestino: Uma realidade brasileira no 8º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva e 11º Congresso Mundial de Saúde Pública (Rio de Janeiro, 21 a 25 de agosto de 2006). Este trabalho está reproduzido no Anexo 2. 4 Apresentação do trabalho Estimativas de aborto induzido no Brasil e Grandes Regiões no XV Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP (Caxambu, 18 a 22 de setembro de 2006). Este trabalho foi apresentado na Mesa Redonda 12 - Aborto no Brasil: atualizando Informações, cujo resumo está reproduzido no Anexo 3 e está disponível no sítio: ABEP2006_252.pdf 5 Produção do relatório final. 6 Documento sobre as informações sobre abortamentos no SIH/ SUS, produzido por Jacques Levin Analista de Sistemas de Informação do Ministério da Saúde/ Departamento de Informática do SUS. 9

10 Neste documento são descritas as principais características do Sistema de Informações Hospitalares do SUS, as informações disponíveis relacionadas com os abortamentos, a forma de acesso a elas e discute os critérios de seleção dos casos em estudo (Anexo 6). 10

11 MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL Aspectos Epidemiológicos e Sócio-Culturais 11

12 RELATÓRIO SOBRE A MAGNITUDE DO ABORTO NO BRASIL 1 - Introdução O abortamento representa um grave problema de saúde pública e de justiça social em países em desenvolvimento como é o caso do Brasil de grande amplitude e com complexa cadeia de aspectos envolvendo questões legais, econômicas, sociais e psicológicas. Um reflexo disso é que, enquanto o numero de abortos inseguros na Europa Ocidental é de zero, na América do Sul esta estimativa chega a três milhões (Cook, Dickens & Fathalla, 2004). Grande parte dos sistemas de saúde nos países em desenvolvimento, independentemente da sua política em relação ao aborto induzido, não planeja sistematicamente ou fornece atenção médica de emergência de maneira eficaz, para mulheres que sofrem de complicações relacionadas ao aborto. Como resultado, o tratamento freqüentemente é postergado e ineficaz, com graves conseqüências e riscos à saúde da mulher (JHU Population Information Program, 1997). O documento Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher - Plano de Ação , elaborado pelo Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, cujo objetivo específico 3 é Promover a Atenção Obstétrica e Neonatal Qualificada e Humanizada, Incluindo a Assistência ao Abortamento Em Condições Inseguras, para Mulheres e Adolescentes, mostra preocupação e reconhece a gravidade dos riscos associados com o abortamento (Ministério da Saúde, 2004). No Brasil, o abortamento é permitido pela lei penal somente em duas circunstâncias: no caso de violência sexual (estupro) ou riscos à vida da mulher. Vale ressaltar que o aborto legal requer uma atenção técnica adequada, segura e humanizada (Ministério da Saúde, 2004). No entanto, o abortamento é amplamente praticado em todo o país, principalmente por meios inadequados que podem levar a danos à saúde e provocar a morte da mulher, e as mulheres em situação de abortamento, geralmente sentem constrangimento 12

13 e/ou medo em declarar seus abortamentos, o que proporciona uma grande dificuldade em relação aos cálculos e números exatos da magnitude do aborto no Brasil. Neste sentido, os estudos e pesquisas dessa temática apontam, principalmente, para estimativas, que se baseiam nos dados de internação no SUS, que incluem atenção pós-abortamento, aborto previsto em lei, abortos espontâneos, dentre outros, ficando de fora os realizados em clínicas privadas e em outros procedimentos, que prescindem do sistema de saúde. O Comitê sobre a Eliminação da Discriminação contra a Mulher das Nações Unidas (Comitê CEDAW) estabeleceu que a tipificação do aborto como um delito em si não desestimula as mulheres de se submeter ao aborto mas, pelo contrário, incentiva as práticas de risco. 1 A prática do aborto ilegal, especialmente, evidencia as diferenças sócio-econômicas, culturais e regionais diante da mesma ilegalidade do aborto. Mulheres com mais condições financeiras, geralmente nos grandes centros urbanos, têm acesso aos métodos e clínicas de abortamento ilegais de maior higiene e cuidado. Já as mulheres mais carentes a grande maioria da população feminina brasileira recorrem aos métodos mais perigosos, com pouca precaução, resultando num alto índice de agravos à saúde. Tal fato é demonstrado pelo número de internações no Sistema Único de Saúde para procedimentos cirúrgicos pós-abortamento. Segundo o SUS, nos últimos três anos, a média dos procedimentos de esvaziamento uterino pós-aborto por curetagem e por aspiração manual intra-uterina (AMIU) atingiu ,33 (DataSUS, 2004). O Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH) estabeleceu que o respeito ao direito à vida das mulheres inclui o dever dos Estados de adotar medidas para evitar que elas recorram a abortamentos inseguros e clandestinos que ponham em risco a sua vida e a sua saúde, especialmente quando se tratar de mulheres 1 Observações Finais do Comitê CEDAW: Peru, 8 de julho de 1998, Doc.U.N.CEDAW/C/1998/II/L.1/Add.7, parágrafo 6. 13

14 pobres e afrodescendentes. 2 Deste modo, faz-se necessário delinear a magnitude do abortamento em seus aspectos epidemiológico, sócio-econômico, cultural, ético e jurídico, através de um estudo mais apurado dos dados existentes. A partir da realização de cruzamentos de dados de diferentes naturezas, buscamos fornecer subsídios para apoiar a formulação e a implementação de políticas públicas voltadas para a reversão do quadro de abortos ilegais, morbidade e mortalidade feminina no Brasil. Neste projeto delineamos a magnitude do abortamento no Brasil, produzindo fundamentação teórica e empírica a fim de contribuir para o desenho e implementação de políticas públicas eficazes. A dimensão crítica do abortamento é notória, justificando a relevância de fornecermos subsídios e informações consistentes aos gestores e profissionais da área da saúde para que possam prestar atenção técnica adequada, segura e humanizada às mulheres em situação de abortamento e incentivar o uso de alternativas contraceptivas, evitando o recurso a abortos repetidos. É fundamental para a formulação e implementação de políticas públicas, o aprofundamento da problemática do abortamento de forma a criar um ambiente favorável para a atenção ao abortamento, diminuindo seu estigma e, estimulando os profissionais, independente dos seus preceitos morais e religiosos, a preservarem uma postura ética, garantindo o respeito aos direitos humanos das mulheres. Singh e Wulf em seu trabalho sobre a prática do aborto no Brasil, Colômbia, Chile, Republica Dominicana, México e Peru, relacionam algumas destas práticas de maior risco: trauma voluntário (quedas, socos, atividade físicas excessivas, etc.), substâncias cáusticas inseridas na vagina (cloro, cal, sais de potássio), objetos físicos inseridos no útero (cateter e objetos pontiagudos, tais como arame, agulhas de tecer e cabides), entre outras práticas (Singh e Wulf, 1994). 2 CDH, Observação Geral número 28, parágrafo

15 No entanto, apesar de sua importância e dos riscos à saúde da mulher que estão associados com algumas práticas de indução do aborto, o estudo da magnitude do aborto tem sido dificultado devido a preconceitos políticos e religiosos e à ilegalidade do aborto, que certamente não têm contribuído para melhorar a atenção médicohospitalar que seria necessária para diminuir os riscos, resultando num efeito perverso de dificultar o atendimento a mulheres que suportam os maiores riscos. Até 1994 o desconhecimento sobre o tema era tão grande que em 1991 as estimativas do número de abortos no Brasil variavam entre e 3,3 milhões de abortos ilegais feitos a cada ano. (Fonseca et al, 1996 ; Singh& Wulf, 1991). Em 1994, o Alan Guttmacher Institute publicou os resultados de uma investigação sobre aborto clandestino na América Latina, incluindo o Brasil, estimando para 1991 um total de abortamentos induzidos no Brasil, e uma taxa anual de 3,65 abortamentos por 100 mulheres de 15 a 49 anos. A repercussão nacional e internacional da investigação sobre aborto clandestino na América Latina foi tão grande que recolocou esta discussão em pauta e hoje é difícil um estudo sobre aborto clandestino que não o referencie. Assim um dos principais objetivos deste trabalho é atualizar as estimativas para uma série histórica de 1992 a 2005 para o Brasil e Grandes Regiões, discutindo a validade e atualização deste método, mostrar a importância do problema e identificar áreas e grupos populacionais mais expostos aos riscos de seqüelas e de mortalidade em conseqüência do aborto clandestino. 15

16 2 - Internações por abortamento registradas no Sistema de Informações Hospitalares do SUS O abortamento ilegal - provocado 3 - pode ser resultado de diferentes fatores, como: 1 - falta de informação e conhecimento sobre o planejamento reprodutivo; 2 - dificuldade de acesso aos métodos contraceptivos, seja pelo fator econômico, seja pela ausência de informação sobre os métodos existentes; 3 - falta de acompanhamento dos serviços públicos às mulheres reprodutivamente ativas 4 ; 4 assim como o abortamento também pode ser resultante de violência sexual como o estupro dos próprios parceiros ou de terceiros. A gravidez indesejada, que ocorre no Brasil devido à baixa utilização de práticas anticoncepcionais, tem como conseqüência uma elevada taxa de abortamentos induzidos. O aborto provocado é reconhecido como um importante problema de saúde pública no Brasil, onde várias técnicas para interromper a gravidez são utilizadas, desde procedimentos médicos modernos, eficazes e seguros (como a dilatação cirúrgica e a curetagem e a aspiração a vácuo, realizadas em consultórios médicos e clínicas especializadas) até uma ampla variedade de procedimentos populares praticados pelas próprias mulheres ou por pessoal não capacitado, que resultam em sérios riscos à saúde destas mulheres, levando muitas vezes ao óbito materno. As internações por abortamento registradas no Sistema de Informações Hospitalares do SUS, de 1992 a 2005 para o Brasil e Grandes Regiões, foram obtidas no sítio acessado em 22 de abril de Estas internações foram desagregadas por grandes regiões do Brasil e faixa etária. A população residente e o número de mulheres de 15 a 49 anos 3 Temos também um outro tipo de abortamento, o espontâneo, que ocorre em aproximadamente 10% das gestações, envolvendo sentimentos de perda, culpa pela impossibilidade de levar a gestação a termo, além de trazer complicações para o sistema reprodutivo (Ministério da Saúde, 2004: 2). 4 O IBGE em 2003 estimou a existência de 57 milhões de mulheres em idade reprodutiva no Brasil (Araújo, 2003:3) 16

17 também foram obtidos no sítio e o número de nascidos vivos foi estimado com as taxas anuais de natalidade divulgadas pelo IBGE. A série histórica de 1992 a 2005 apresentada no Gráfico 1 mostra que o número de internações no SUS por abortamento reduziu-se rapidamente, passando de internações em 1992 para 252,917 em 1996 (uma redução de 26,7 % em 4 anos), mantendose com valores próximos a até Gráfico 1 Número de internações no SUS por abortamento (em milhares) Brasil a 2005 Fonte: Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) Nas discussões com pesquisadores, após apresentação destes resultados em Congressos, Seminários e reuniões de IPAS, foi sugerido que pode ter havido um aumento na utilização de misoprostol na indução do aborto, reduzindo a freqüência de complicações e conseqüentemente necessitando um número menor de internações, o que poderia explicar esta redução entre 1992 e Esta sugestão será levada em conta mais adiante para estimarmos o número de abortos induzidos em

18 3 - Diferenças regionais no número de internações no SUS por abortamento Em 2005 a grande maioria (3 em cada 4) das internações no SUS por abortamento ocorreram nas duas grandes regiões com maior população, Nordeste e Sudeste. Observa-se, no entanto, que enquanto houve uma redução de internações nas três regiões mais populosas (mas com menor crescimento), o número de internações na Região Centro-Oeste permaneceu praticamente o mesmo e cresceu na Região Norte. Estas diferenças na evolução das internações por abortamento podem ser explicadas pelo ritmo mais rápido de crescimento da população feminina de 15 a 49 anos na Região Norte, que aumentou 59% de 1992 a Nas outras regiões este crescimento foi de 47% na Região Centro-Oeste, cerca de 30% nas Regiões Nordeste e Sudeste, e de 26% na Região Sul. Gráfico 2 Número de internações no SUS por abortamento Grandes Regiões e 2005 Fonte: Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) 18

19 4 - Municípios com maior número de internações do SUS por abortamento Para fins de planejamento e administração de serviços de saúde é importante saber o número de internações do SUS por abortamento. Por isso, utilizando a Lista de Morbidade CID-10 e agregando Aborto espontâneo, Aborto por razões médicas e Outras gravidezes que terminam em aborto, produzimos tabelas com dados de Morbidade Hospitalar do SUS para mulheres de 10 a 49 anos em 2005, por Município de residência divididos em três categorias: 1 - Municípios com mais de de internações do SUS por abortamento 2 - Municípios com menos de e mais de 500 internações do SUS por abortamento (Anexo 1) 3 - Municípios com 500 a 100 internações do SUS por abortamento. (Anexo 2) Os dez municípios com maior número de internações em conseqüência de abortamento por local de residência, em ordem, são: São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza, Brasília, Manaus, Belém, São Luís, Belo Horizonte e Recife. 19

20 Municípios com mais de de internações do SUS por abortamento em 2005 Município 10 a a a a a 49 anos anos anos anos anos Total São Paulo Salvador Rio de Janeiro Fortaleza Brasília Manaus Belém São Luís Belo Horizonte Recife Teresina Maceió Curitiba Porto Alegre Duque de Caxias Goiânia Guarulhos Aracaju Nova Iguaçu Feira de Santana São Gonçalo Rio Branco Jaboatão dos Guararapes Campinas Macapá João Pessoa

21 MAPA DAS INTERNAÇÕES POR ABORTO NO SUS (POR MUNICÍPIO) O mapa a seguir mostra que são poucos os municípios que não tiveram nenhuma residente, de 10 a 49 anos, internada em conseqüência de abortamento. Fonte: Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) 21

22 5 - Diferenças no número de internações no SUS por abortamento segundo a faixa etária A maior parte das internações ocorreu na faixa de 20 a 29 anos, mas a redução no número de internações no SUS por abortamento ocorreu em todas as faixas de idade (Gráfico 3). Gráfico 3 Número de internações no SUS por abortamento segundo grupos de idade Brasil e 2005 Fonte: Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) A tabela 1 mostra que houve um aumento principalmente em mulheres com menos de 40 anos na Região Norte e um aumento importante destas internações entre as mulheres de 25 a 49 anos na Região Centro-Oeste. 22

23 Tabela 1 Número de internações no SUS por abortamento segundo a faixa etária Brasil e Grandes Regiões 1992 e 2005 Fonte: Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) 6 - Estimativas do número de abortos induzidos de 1992 a 2005 As internações por abortamento registradas no Sistema de Informações Hospitalares do SUS, de 1992 a 2005 para o Brasil e Grandes Regiões, foram obtidas no sítio acessado em 22 de março de Estas internações foram desagregadas por grandes regiões do Brasil e faixa etária. A população residente e o número de mulheres de 15 a 49 anos também foram obtidos no sítio e o número de nascidos vivos foi estimado com as taxas anuais de natalidade divulgadas pelo IBGE. Apenas para 2005 o número de abortos induzidos foi estimado por intervalo, a partir de três hipóteses: 1 - Aceitando-se a hipótese, proposta na investigação do Alan Guttmacher Institute (Alan Guttmacher Institute, 1994), que, no Brasil, 20% das mulheres que induziram um aborto tiveram que ser hospitalizadas em conseqüência de complicações, e assim multiplicando-se por cinco o número de internações por abortamento registradas no SIH-SUS. 2 Considerando a hipótese proposta por Sônia Correa, em seu trabalho, de que o número estimado pelo método proposto na 23

24 investigação do Alan Guttmacher Institute estava superestimando o número de abortamentos induzidos, e que cada internação seria resultante de 3,5 abortamentos. 3 Considerando que pode ter havido um aumento na utilização de misoprostol na indução do aborto, o que reduziria a freqüência de complicações, necessitando um número menor de internações, assumimos também a hipótese de que cada abortamento resultaria em 6 internações, aumentando a estimativa do número de abortamentos induzidos. Com estas três hipóteses podemos gerar estimativas por intervalo, com um ponto médio gerado a partir da relação de 5 abortamentos por internação, um limite superior estimado pela relação de 6 abortamentos por internação e um limite inferior estimado pela relação de 3,5 abortamentos por internação. Foram também utilizados como fatores de correção um subregistro de 12,5% e descontada uma proporção de 25% de abortos espontâneos. Assim a estimativa por intervalo foi obtida aplicandose as seguintes equações: Ponto médio das estimativas do número de abortos induzidos = número de internações por abortamento x 5 x 1,125 x 0,75 (Metodologia do Instituto Allan Guttmacher) Limite superior das estimativas do número de abortos induzidos = número de internações por abortamento x 6 x 1,125 x 0,75 (Levando-se em conta a possibilidade de que o uso de misoprostol tenha reduzido a necessidade de internações em conseqüência de abortamento) Limite inferior das estimativas do número de abortos induzidos = número de internações por abortamento x 3,5 x 1,125 x 0,75 (admitindo a hipótese proposta por Sônia Correa) 24

25 Gráfico 4 Estimativas do número de abortos induzidos Brasil Fontes dos dados primários: (SIH/SUS) 7 - Estimativa da razão de abortos induzidos por 100 nascimentos vivos Para estas estimativas (7, 8 e 9) utilizamos a metodologia proposta pelo Instituto Allan Guttmacher em 1994 (AGI, 1994). As estimativas da razão de abortos induzidos por 100 nascimentos vivos foram obtidas pela razão: estimativa do número de abortos induzidos X 100 / (taxa anual de natalidade estimada X população residente estimada) e as estimativa das taxas anuais de abortos induzidos por 100 mulheres de 15 a 49 anos foram obtidas pela razão: estimativa do número de abortos induzidos X 100 / o número de mulheres de 15 a 49 anos. Quando comparamos o número de abortos induzidos com o número de nascimentos vivos, podemos ter uma idéia da alta proporção de abortos realizados no Brasil. O número estimado de abortos induzidos, em 1992, era equivalente a 43% dos nascimentos vivos, mostrando que uma elevada proporção das gravidezes não foram desejadas, levando estas mulheres a recorrer ao abortamento. 25

26 Gráfico 5 Estimativas da razão de abortos induzidos por 100 nascimentos vivos Brasil a 2005 Fontes dos dados primários: o número de abortos induzidos foi estimado a partir das internações por aborto registradas pelo Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) e o número de nascimentos foi estimado pela Taxa Bruta de Natalidade divulgada pelo IBGE. Esta proporção cai para 31% em 1996, mas apesar de terem diminuído na década de 1990, ainda correspondem a cerca de 30% dos nascimentos em Isto consolida também a idéia de que a anticoncepção no Brasil ainda não atingiu um volume suficiente para evitar a elevada proporção de gravidezes indesejáveis. 8 - Estimativa das taxas anuais de abortos induzidos por 100 mulheres de 15 a 49 anos Aqui também utilizamos a metodologia proposta pelo Instituto Allan Guttmacher em 1994 (AGI, 1994) para estimar o número de abortamentos induzidos. Este indicador avalia o risco anual de abortamento induzido entre a população feminina em idade fértil no Brasil, que era de 3,69 abortos por 100 mulheres de 15 a 49 anos em No período analisado, há uma clara redução neste risco, mais acelerada até A partir de 1999 mantém-se a diminuição do risco, mas num ritmo mais lento, chegando a 2,07 abortos por 100 mulheres de 15 a 49 anos em

27 Gráfico 6 Estimativa das taxas anuais de abortos induzidos por 100 mulheres de 15 a 49 anos Brasil a 2005 Fontes dos dados primários: o número de abortos induzidos foi estimado a partir das internações por aborto registradas pelo Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS). 9 - Diferenças regionais das taxas anuais de abortos induzidos por 100 mulheres de 15 a 49 anos O gráfico 7 a seguir mostra uma diversidade regional grande no risco de aborto induzido entre a população feminina em idade fértil. Em 1992, este risco era bem maior na Região Nordeste (5,41 abortos/ 100 mulheres), e na Região Sul (1,97 abortos/ 100 mulheres) era quase 3 vezes menor (Nordeste/Sul = 2,7). Em 2005 o risco anual de abortos induzidos por 100 mulheres de 15 a 49 anos cai para 2,73 na Região Nordeste (uma redução de 50%) e para 1,28 na Região Sul (uma redução de 35%), e a proporção deste risco entre as Regiões Nordeste e Sul cai para um pouco mais que o dobro (Nordeste/Sul = 2,1) Além desta diminuição da diferença Nordeste/Sul, agora em 2005, é a Região Centro-Oeste que apresenta o maior risco: 2,81 abortos/ 100 mulheres. 27

28 Gráfico 7 Estimativa das taxas anuais de abortos induzidos por 100 mulheres de 15 a 49 anos Grandes Regiões e 2005 Fontes dos dados primários: o número de abortos induzidos foi estimado a partir das internações por aborto registradas pelo Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) 10 - Mapa das taxas anuais de aborto induzido por 100 mulheres Taxas anuais de aborto induzido por 1000 mulheres de 10 a 49 anos por Unidade da Federação A distribuição dos riscos de abortamento induzido por Unidades da Federação mostra uma desigualdade marcante, com uma linha de clivagem quase perfeita, onde os Estados das Regiões Sudeste (menos Rio de Janeiro), Sul e Centro-Oeste (menos o Distrito Federal) apresentado taxas inferiores a 20,4 abortamentos/1000 mulheres de 10 a 49 anos. Nos Estados do Norte (menos Rondônia) e Nordeste (menos Rio Grande do Norte e Paraíba) estas taxas são maiores que 21,1/1000 (Estado do Rio de Janeiro) e chegam a mais de 40 abortamentos/1000 mulheres de 10 a 49 anos nos Estados do Acre e Amapá (ver tabela 2 a seguir). 28

29 Fonte: Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) Tabela 2 Taxas anuais de aborto induzido por 1000 mulheres por Unidade da Federação 2005 Fonte: Ministério da Saúde Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) 29

30 Taxas anuais de aborto induzido por 1000 mulheres segundo grupos de idade por Unidade da Federação Mulheres de 10 a 14 anos e de 15 a 19 anos Apesar de serem mais baixas que para outras idades (maiores de 15 anos), e estarem concentradas entre mulheres (crianças?) de 14 anos, as taxas anuais de aborto induzido por 100 mulheres de 10 a 14 anos não são desprezíveis, chegando a 2,66/1000 no Amapá e 2,40/1000 no Acre. Também entre as adolescentes de 15 a 19 anos a distribuição geogáfica aponta para as Regiões Norte e Nordeste com as que aprsentam maiores riscos de aborto induzido, junto com o Distrito Federal e os Estados do Mato Grosso do Sul e do Rio de Janeiro. 30

Estimativas de aborto induzido no Brasil e Grandes Regiões (1992-2005)

Estimativas de aborto induzido no Brasil e Grandes Regiões (1992-2005) Estimativas de aborto induzido no Brasil e Grandes Regiões (1992-2005) Mario Francisco Giani Monteiro Leila Adesse Palavras-chave: Magnitude do aborto no Brasil; Saúde da mulher; Complicações da gravidez.

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