EXERCÍCIO - MOÍNHO OURINHENSE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EXERCÍCIO - MOÍNHO OURINHENSE"

Transcrição

1 EXERCÍCIO - MOÍNHO OURINHENSE ORÇAMENTO DE VENDA COMPOSIÇÃO DO PREÇO DE PRODUTO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO 4,00 4,00 4,40 FARINHA MANDIO 5,00 5,00 FAROFA TEMPERA 6,00 6,00 ESTIMATIVA MENSAL DE QUANTIDADES VENDIDAS PRODUTO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO FARINHA MANDIO FAROFA TEMPERA PROJEÇÃO MENSAL DE FATURAMENTO LÍQUIDO PROJÇÃO DO 1º SEMESTRE PRODUTO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO 1º SEMESTRE QTD R$ QTD R$ QTD R$ QTD R$ QTD R$ QTD R$ QTD R$ ,00 FARINHA MANDIO ,00 FAROFA TEMPERA , , ,00 PROJEÇÃO DO 2º SEMESTRE PRODUTO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO 2º SEMESTRE QTD R$ QTD R$ QTD R$ QTD R$ QTD R$ QTD R$ QTD R$ FARINHA MANDIOCA FAROFA TEMPERADA PROJEÇÃO ANUAL DE FATURAMENTO LÍQUIDO PRODUTO 1º SEMESTRE 2º SEMESTRE ANUAL QTD R$ QTD R$ QTD R$ FARINHA MANDIO FAROFA TEMPERA ,00 ORÇAMENTO DE PLANO DE ANUAL E MENSAL PRODUTO ANUAL MESES DE PROD. MENSAL FAR TEMPERADA SIMULAÇÃO DO PLANO DE JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO

2 FAROFA TEMPER JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO PLANO DE FINAL JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO FAROFA TEMPER JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO ORÇAMENTO DE MATÉRIA-PRIMA CONSUMO DE MATÉRIA-PRIMA - UNITÁRIO, MENSAL E ANUAL PRODUTO CONSUMO POR UNIDADE PROD. MENSAL CONSUMO MENSAL PROD. ANUAL CONSUMO ANUAL MILHO MANDIOCA EMBALAGEM MILHO MANDIOCA EMBALAGEM MILHO MANDIOCA EMBALAGEM 0,500 1,000 0,500 1,000 FAR TEMPERADA 0,250 0,250 1,000 PROJEÇÃO DE GASTO COM AQUISIÇÃO DE MATÉRIA-PRIMA PARA MILHO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO QUANTIDADE 10152,25 PREÇO UNIT. 0,50 GASTO 5.076,13 MANDIOCA JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO QUANTIDADE 7251,75 PREÇO UNIT. 0,80 GASTO 5.801,40 EMBALAGEM JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO QUANTIDADE PREÇO UNIT. GASTO PROJEÇÃO DE GASTO ANUAL COM AQUISIÇÃO DE MATÉRIA-PRIMA PARA MILHO ANUAL MANDIOCA ANUAL EMBALAGEM ANUAL GERAL QUANTIDADE QUANTIDADE QUANTIDADE GASTO GASTO GASTO

3 PROJEÇÃO DE GASTO COM MATÉRIA-PRIMA POR LINHA DE JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO MILHO 4351 MANDIOCA 0 EMBALAGEM 3480,8 GASTO 7.831,80 MILHO MANDIOCA EMBALAGEM GASTO FAROFA TEMPER JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO MILHO MANDIOCA EMBALAGEM GASTO ORÇAMENTO DE MÃO-DE-OBRA COMPOSIÇÃO DO CUSTO DA HORA PADRÃO PRODUTO NÚMERO DE HORAS-PADRÃO CUSTO H.PADRÃO 1º SEMESTRE CUSTO H.PADRÃO 2º SEMESTRE 0,10 7,00 8,00 FARINHA MANDIO 0,10 7,00 8,00 FAROFA TEMPERA 0,20 7,00 8,00 PROJEÇÃO DO GASTO COM MÃO-DE-OBRA JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO Nº H.PADRÃO 0,10 CUSTO H.PADR. 7,00 CUSTO C/MDO ,80 Nº H.PADRÃO CUSTO H.PADR. CUSTO C/MDO FAROFA TEMPER JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO 5801 Nº H.PADRÃO 0,20 CUSTO H.PADR. 8,00 CUSTO C/MDO 9.281,60 PROJEÇÃO DO GASTO DE MÃO-DE-OBRA ANUAL DE PRODUTO HORAS ANUAL UTILIZADAS FAR TEMPERADA GASTO ANUAL

4 ORÇAMENTO DOS GASTOS INDIRETOS DE COMPOSIÇÃO DOS GASTOS INDIRETOS POR PRODUTO PRODUTO QUANTIDADE ,00 FARINHA MANDIO ,00 FAROFA TEMPERA ,00 DE GASTOS INDIRETOS Mensal no período de Janeiro a Agosto ,00 Mensal no período de Setembro a Dezembro ,00 BASE DE RATEIO DO GASTO COM MANUTENÇÃO PRODUTO QUANTIDADE RATEIO (%) FAROFA TEMPERA ,67% RATEIO DOS GASTOS INDIRETOS PRODUTO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO 7.500, ,00 FAR TEMPERADA 3.500, , ,00 PROJEÇÃO DOS GASTOS INDIRETOS - ANUAL - POR PRODUTO PRODUTO FAR TEMPERADA PROJEÇÃO DOS CUSTOS DE PRODUTO MAT. PRIMA MDO-DIRETA INDIRETOS UNITÁRIO ,20 FAR TEMPERADA , , ,23 ORÇAMENTO DAS DESPESAS COMERCIAIS % JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO Faturamento ,00 D. Vendas 2% 2.800,00 D. Distribuição 3% 4.200, ,00 ORÇAMENTO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO FL. PAGTO ,00 OUTRAS.DESP , ,00 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO FL. PAGTO OUTRAS.DESP ,00

5 DEPARTAMENTO DE TESOURARIA JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO FL. PAGTO 4.800,00 OUTRAS.DESP ,00 DEPARTAMENTO DE CONTROLADORIA JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO FL. PAGTO OUTRAS.DESP ,00 GERAL ORÇAMENTO DE OUTROS ITENS % JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO SEGUROS 1,0% 1.400,00 TAR. BANCÁRIA 200,00 PERDAS 0,60% 840,00 REC.N.OPER 5.000,00 DESP.N.OPER ,00 PROJEÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ENTRADAS DE CAIXA ENTRADAS JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO FATURAMENTO ,00 (-) PERDAS -840,00 JANEIRO ,00 FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO RECEITA OPER ,00 SALDO INICIAL RECEITA N. OPER. ENTRADA

6 SAÍDAS DE CAIXA SAÍDAS JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO CUSTOS M. Prima ,13 M. Obra 0,00 Indiretos 0,00 Dívida Inicial 7.000,00 DESPESAS Comerciais 7.000,00 Administrativas ,00 Seguros 1.400,00 Tarifa Bancária 200,00 Não Operac. 0,00 SAÍDA FLUXO DE CAIXA MESES JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO Entradas Saídas ,13 Saldo Empréstimos ,13 Sldo Emprést ,13 Aplicações Sldo Aplica. SALDO FINAL 0,00 PROJEÇÃO DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO + FATURAMENTO LÍQUIDO DE (-) CUSTOS (-) MATÉRIA-PRIMA (-) MÃO-DE-OBRA DIRETA (-) CUSTOS INDIRETOS = RESULTADO BRUTO (-) DESPESAS OPERACIONAIS (-) DESPESAS COMERCIAIS (-) DESPESAS ADMINISTRATIVAS (-) DESPESAS COM SEGUROS (-) DESPESAS BANCÁRIAS ,00 = RESULTADO OPERACIONAL (-) DESPESAS NÃO OPERACIONAIS + RECEITAS NÃO OPERACIONAIS (-) PERDAS C/CLIENTES INSOLVENTE ,64 = RESULTADO ANTES DA PROVISÃO PARA IRPJ (-) PROVISÃO P/ IRPJ - 25% = RESULTADO LÍQUIDO

EXERCÍCIO - MOÍNHO OURINHENSE

EXERCÍCIO - MOÍNHO OURINHENSE EXERCÍCIO - MOÍNHO OURINHENSE ORÇAMENTO DE VENDA COMPOSIÇÃO DO PREÇO DE VENDAS JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO FARINHA MILHO 4,00 4,00 4,00 4,00

Leia mais

ORÇAMENTO DE VENDA COMPOSIÇÃO DO PREÇO DE VENDAS VARIAÇÃO PARA O 2º SEMESTRE PREÇO DE VENDA DO 2º SEMESTRE PREÇO VENDA DO 1º SEMESTRE PRODUTO

ORÇAMENTO DE VENDA COMPOSIÇÃO DO PREÇO DE VENDAS VARIAÇÃO PARA O 2º SEMESTRE PREÇO DE VENDA DO 2º SEMESTRE PREÇO VENDA DO 1º SEMESTRE PRODUTO ORÇAMENTO DE VENDA COMPOSIÇÃO DO PREÇO DE VENDAS PREÇO VENDA DO 1º SEMESTRE VARIAÇÃO PARA O 2º SEMESTRE PREÇO DE VENDA DO 2º SEMESTRE PÁ 22,00 10% 24,20 ENXADA 29,00 11% 32,19 PICARETA 37,00 12% 41,44

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL

ORÇAMENTO EMPRESARIAL ORÇAMENTO EMPRESARIAL Engenharia de Produção Prof. Flávio Smania Ferreira flavioferreira@live.estacio.br http://flaviosferreira.wordpress.com Orçamento de Aquisição de Matéria-Prima O orçamento de aquisição

Leia mais

Orçamento Empresarial PROFA. DRA. NATÁLIA DINIZ MAGANINI

Orçamento Empresarial PROFA. DRA. NATÁLIA DINIZ MAGANINI Orçamento Empresarial PROFA. DRA. NATÁLIA DINIZ MAGANINI Agenda Orçamento de caixa Projeção da DRE Novas Técnicas Orçamentárias 2 Vendas Estrutura Orçamento Empresarial Produção Compras Orçamento Operacional

Leia mais

Orçamento. (continuação) 27/09/2016. Orçamento de Vendas. Orçamento de Produção. Orçamento de Estoque Final

Orçamento. (continuação) 27/09/2016. Orçamento de Vendas. Orçamento de Produção. Orçamento de Estoque Final Orçamento (continuação) Vendas Estoque Final Produção matéria-prima direta mão-de-obra direta custos indiretos de fabricação Custo dos Produtos Vendidos investimentos financiamentos Caixa despesas de vendas

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL

ORÇAMENTO EMPRESARIAL ORÇAMENTO EMPRESARIAL Engenharia de Produção Prof. Flávio Smania Ferreira flavioferreira@live.estacio.br http://flaviosferreira.wordpress.com PRÁTICA DE ORÇAMENTO Orçamento da Pápien Ferramentas Adaptado

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL

ORÇAMENTO EMPRESARIAL ORÇAMENTO EMPRESARIAL Engenharia de Produção Prof. Flávio Smania Ferreira flavioferreira@live.estacio.br http://flaviosferreira.wordpress.com PROJEÇÃO DE CAIXA Projeção da evolução do Caixa com base no

Leia mais

ATIVIDADE. 142 capítulo 4 (%) FAT. REGIÕES JAN FEV MAR ABR MAI JUN

ATIVIDADE. 142 capítulo 4 (%) FAT. REGIÕES JAN FEV MAR ABR MAI JUN positivo. Os fluxos incrementais líquidos descontados gerarão um ganho extra de $50.202,28, além da TMA, que foi estipulada em 35% ao ano. Suponha que a organização, ao analisar tal projeto, tivesse adotado

Leia mais

Orçamento 29/08/2016. Orçamento de Vendas. Orçamento de Produção. Orçamento de Estoque Final. Orçamento de custos indiretos de fabricação

Orçamento 29/08/2016. Orçamento de Vendas. Orçamento de Produção. Orçamento de Estoque Final. Orçamento de custos indiretos de fabricação Orçamento Vendas Estoque Final Produção matéria-prima direta mão-de-obra direta custos indiretos de fabricação Custo dos Produtos Vendidos investimentos financiamentos Caixa despesas de vendas e administrativas

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão

Sistema Integrado de Gestão SISTEMA INTEGRADO DE ORÇAMENTO PROF. PEDRO SCHUBERT CRA-RJ - IARJ Sistema Integrado de Gestão Pensar Enfoque Gerencial Relatórios Depois Folha de Pagto. Fiscal, Livros Fiscais Legal Diário Razão Controle

Leia mais

COTAÇÃO DIÁRIA DAS AÇÕES DA SANEPAR - JANEIRO DE 2017

COTAÇÃO DIÁRIA DAS AÇÕES DA SANEPAR - JANEIRO DE 2017 DIÁRIA DAS AÇÕES DA SANEPAR - JANEIRO DE 2017 29/12/16 10,75 1,60% 2.776 4.633.800 0,75% ABERTURA 10,48-2,51% 0,75% 02/01/17 10,54 0,57% 2.255 1.131.700-1,06% 03/01/17 10,60 0,56% 4.985 2.903.200 3,73%

Leia mais

Prof Flávio S. Ferreira

Prof Flávio S. Ferreira Prof Flávio S. Ferreira flavioferreira@live.estacio.br http://flaviosferreira.wordpress.com 1 Conceitos Introdutórios Receita produto da venda Gasto sacrifício financeiro Investimento gasto ativado em

Leia mais

7. Análise da Viabilidade Econômica de. Projetos

7. Análise da Viabilidade Econômica de. Projetos 7. Análise da Viabilidade Econômica de Projetos 7. Análise da Viabilidade Econômica de Terminologia em Custos: Gasto Investimento Custo Despesa Perda Desembolso 1 7. Análise da Viabilidade Econômica de

Leia mais

Gastos é a aquisição de um bem ou serviço mediante pagamento, ou seja, desembolso financeiro. Os gastos podem ser divididos em:

Gastos é a aquisição de um bem ou serviço mediante pagamento, ou seja, desembolso financeiro. Os gastos podem ser divididos em: 3. GASTOS Gastos é a aquisição de um bem ou serviço mediante pagamento, ou seja, desembolso financeiro. Os gastos podem ser divididos em: Custos: Todo desembolso ligado a produção (Ex.: Compra de ). Despesa:

Leia mais

Ostanel - USP MBA_FAAP_ BP S/A 1 - Exercício 2009(1)

Ostanel - USP MBA_FAAP_ BP S/A 1 - Exercício 2009(1) 11-Quadro de Estrutura Decisões 2009/1 Criação Aumento Capital 1 500 000 Dividendos Distribuídos Empréstimo 1: Montante Empréstimo 1 : Duração Empréstimo 1: Juros Empréstimo 2: Montante Empréstimo 2: Duração

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ FRAS-LE SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ FRAS-LE SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 3 Demonstração do Resultado Abrangente 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

27/03/2017 A EMPRESA RISCA S.A. A EMPRESA E SEUS PRODUTOS

27/03/2017 A EMPRESA RISCA S.A. A EMPRESA E SEUS PRODUTOS A EMPRESA RISCA S.A. A EMPRESA E SEUS PRODUTOS 1 PROJETANDO QUANTIDADES E VALORES DE VENDA De acordo com as premissas anteriormente apresentadas, os preços de venda deverão ser corrigidos pelo INPC, previsto

Leia mais

EXERCÍCIOS DE EPR 002 Profª Gleicilene Siqueira de Mello

EXERCÍCIOS DE EPR 002 Profª Gleicilene Siqueira de Mello EXERCÍCIOS DE EPR 002 Profª Gleicilene Siqueira de Mello 1) Questão: João é proprietário de uma empresa geradora e distribuidora de energia termoelétrico em sua pequena cidade natal. João vende seu produto

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - DRE

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - DRE DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - DRE A atual legislação estabelece a sequencia de apresentação dos vários elementos da demonstração do resultado para efeitos de publicação. Uma estrutura baseada

Leia mais

Demonstrativo Período - JANEIRO/2015

Demonstrativo Período - JANEIRO/2015 Período - JANEIRO/2015 Receitas de Contribuições 17,366.00 Pessoal 0.00 Concessionárias 426.48 Luz 49.99 Telefone 149.81 Internet 226.68 Receitas Financeiras 13,683.96 Taxas 13,683.96 Administração 13,374.43

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Aula 3 - UNIDADE 2 - CUSTOS PARA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES: CUSTEIO POR ABSORÇÃO. 2.1 Custos diretos e custos indiretos

CONTABILIDADE DE CUSTOS. Aula 3 - UNIDADE 2 - CUSTOS PARA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES: CUSTEIO POR ABSORÇÃO. 2.1 Custos diretos e custos indiretos CONTABILIDADE DE CUSTOS Aula 3 - UNIDADE 2 - CUSTOS PARA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES: CUSTEIO POR ABSORÇÃO 2.1 Custos diretos e custos indiretos Prof.: Marcelo Valverde CUSTOS Em relação a unidade produzida

Leia mais

1. PROJEÇÃO DE RESULTADO ECONÔMICO-FINANCEIRO

1. PROJEÇÃO DE RESULTADO ECONÔMICO-FINANCEIRO ANEXO I Este documento é parte integrante do plano de recuperação judicial das Recuperandas, com o objetivo de demonstrar a capacidade de geração de recursos, através da projeção dos resultados e fluxo

Leia mais

Curso: Administração Período: 4º Professor: Hiago Ricardo de Mello Francisco Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária II.

Curso: Administração Período: 4º Professor: Hiago Ricardo de Mello Francisco Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária II. Curso: Administração Período: 4º 20172 Professor: Hiago Ricardo de Mello Francisco Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária II Observações: 1) O trabalho precisa ser entregue impresso com as

Leia mais

Custos Industriais. Alocação dos custos indiretos fixos. Alocação dos custos indiretos fixos. Custos fixo, lucro e margem de contribuição

Custos Industriais. Alocação dos custos indiretos fixos. Alocação dos custos indiretos fixos. Custos fixo, lucro e margem de contribuição s Industriais s fixo, lucro e margem de contribuição Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 1 Alocação dos custos ins fixos Seja uma empresa que produz três produtos (L, M e N) com as seguintes características:

Leia mais

PLANILHA BÁSICA PARA ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO OPERACIONAL. x Preço Un. P.A. R$ ,00 R$ 0,

PLANILHA BÁSICA PARA ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO OPERACIONAL. x Preço Un. P.A. R$ ,00 R$ 0, PLANO DE PRODUÇÃO PREVISÃO DE VENDAS PLANILHA BÁSICA PARA ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTO OPERACIONAL Com base nos dados da planilha anterior, elaboraremos o orçamento operacional para a Cia. Caxias. O primeiro

Leia mais

AULA GESTÃO DO CUSTO PADRÃO/CUSTO META/VARIAÇÕES

AULA GESTÃO DO CUSTO PADRÃO/CUSTO META/VARIAÇÕES AULA GESTÃO DO CUSTO PADRÃO/CUSTO META/VARIAÇÕES CUSTO PADRÃO UMA FORMA DE CONTROLE E GESTÃO O Custo Padrão não pode ser entendido como um método, mas sim um princípio de gestão, pois consiste na base

Leia mais

Orçamento Empresarial - Prof. Manuel Soares da Silva Aluno (a):...matr.:... ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO PARA 20X1: "CIA Fig.&Cagg."

Orçamento Empresarial - Prof. Manuel Soares da Silva Aluno (a):...matr.:... ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO PARA 20X1: CIA Fig.&Cagg. IESP - PÓS-GRADUAÇÃO - MBA EM GESTÃO FINANCEIRA E CONTROLADORIA Orçamento Empresarial - Prof. Manuel Soares da Silva Aluno (a):...matr.:... ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO PARA 20X1: "CIA Fig.&Cagg." (Obs.: Os

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

PADRONIZAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PADRONIZAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Flávio Smania Ferreira 5 termo ADMINISTRAÇÃO GERAL e-mail: flavioferreira@live.estacio.br blog: http://flaviosferreira.wordpress.com Etapas básicas do processo

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CAIXA: ORÇAMENTO DE CAIXA

PLANEJAMENTO DE CAIXA: ORÇAMENTO DE CAIXA PLANEJAMENTO DE CAIXA: ORÇAMENTO DE CAIXA O orçamento de caixa, ou projeção de caixa, é uma demonstração das entradas e saídas de caixa previstas da empresa. Serve para estimar as necessidades de caixa

Leia mais

5 Os gastos com aquisição de uma marca devem ser classificadas no seguinte grupo de contas do balanço patrimonial:

5 Os gastos com aquisição de uma marca devem ser classificadas no seguinte grupo de contas do balanço patrimonial: FUCAMP Fundação Carmelitana Mário Palmério FACIHUS Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Curso: Disciplina Ano Letivo: Semestre: Ciências Contábeis 1 Relacione a coluna da direita com a da esquerda:

Leia mais

ESTUDO DE CASO BRINDESK (Orçamento de Caixa)

ESTUDO DE CASO BRINDESK (Orçamento de Caixa) UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL CTAE ESTUDO

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO- DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6)

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO- DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6) DEMONSTRAÇÃO DO VALOR - DVA FLUXOGRAMA 1 3 (1 2) 5 (3 4) 7 (5+6) VENDAS Vendas Operacionais Vendas não Operacionais PDD- Constituição/Reversão VALOR BRUTO VALOR LIQUIDO VALOR TOTAL A DISTRIBUIR 2 4 6 INSUMOS

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

UTILIZAÇÃO DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO 1º - EXERCÍCIO Uma determinada empresa, fabricante dos produtos X, Y e Z, na fabricação de 1.000 unidades mensais de cada produto, apresenta a seguinte estrutura de Custos e Despesas: CUSTOS DIRETOS R$

Leia mais

Métodos de Apuração do Resultado

Métodos de Apuração do Resultado Métodos de Apuração do Resultado Prof. Flávio Smania Ferreira 4 termo ADMINISTRAÇÃO GERAL e-mail: flavioferreira@live.estacio.br blog: http://flaviosferreira.wordpress.com Terminologias: Gasto: é todo

Leia mais

REALINHAMENTO DE EMPRESAS

REALINHAMENTO DE EMPRESAS REALINHAMENTO DE EMPRESAS REALINHAMENTO DE EMPRESAS FATORES QUE AFETAM SUA PERFORMANCE GERENCIAMENTO MARGEM DE LUCRO CAPITAL DE GIRO ESCALA DO NEGÓCIO FLUXO DE CAIXA GERENCIAMENTO Objetivo e comando do

Leia mais

CALENDÁRIO DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA

CALENDÁRIO DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA 2016-2020 2016 3 a 10 fevereiro 6 fevereiro 9 fevereiro - Exposições e 7 a 17 abril 9 abril 10 abril 17 abril 4, 11, 18 e 25 junho 28 agosto a 11 setembro 4 setembro 5 a 11 setembro 10 setembro 15 a 17

Leia mais

Prestação de Contas 2011

Prestação de Contas 2011 Prestação de Contas 2011 Volume III. Mapas 34 a 60 Índice dos quadros N.º de Ordem Documento Tribunal de Contas - N.º Doc. Ponto do POCAL 34 Demonstração do custo das mercadorias vendidas e das matérias

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ LOJAS AMERICANAS SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/ LOJAS AMERICANAS SA Versão : 1. Balanço Patrimonial Ativo 1. Balanço Patrimonial Passivo 2 Índice DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 1 Balanço Patrimonial Passivo 2 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Resultado Abrangente 6 Demonstração do Fluxo de Caixa 7 Demonstração das Mutações

Leia mais

Sumário. Parte I Administração Financeira e Mercados Financeiros, 1

Sumário. Parte I Administração Financeira e Mercados Financeiros, 1 Sumário Prefácio à 12 a Edição, xvii Parte I Administração Financeira e Mercados Financeiros, 1 1 Introdução à Administração Financeira, 3 1.1 Administração financeira nas empresas, 3 1.1.1 Objetivos das

Leia mais

ENCERRAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 17/01/2013 LUCIANO PERRONE

ENCERRAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 17/01/2013 LUCIANO PERRONE ENCERRAMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 17/01/2013 LUCIANO PERRONE Introdução Enquadramento conforme as Novas Normas Contábeis IFRS. SOCIEDADES ANÔNIMAS DE CAPITAL ABERTO SOCIEDADES DE GRANDE PORTE

Leia mais

Hotel Ibis Budget Manaus. Informações Financeiras Intermediárias de Propósito Especial Referente ao Segundo Trimestre de 2017.

Hotel Ibis Budget Manaus. Informações Financeiras Intermediárias de Propósito Especial Referente ao Segundo Trimestre de 2017. Hotel Ibis Budget Manaus Informações Financeiras Intermediárias de Propósito Especial Referente ao Segundo Trimestre de 2017. BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE JUNHO DE 2017 ATIVOS 30/06/2017 31/12/2016 PASSIVOS

Leia mais

Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) Contabilidade Intermediária II Fucamp/2017

Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) Contabilidade Intermediária II Fucamp/2017 Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) Contabilidade Intermediária II Fucamp/2017 Correção Exercícios de Fixação 2- Utilizando os dados apresentados pela Cia ABC no exemplo, na data de 20X0, considere que

Leia mais

GESTÃO DE FLUXO DE CAIXA E AVALIAÇÃO DE RESULTADOS E INDICADORES FINANCEIROS

GESTÃO DE FLUXO DE CAIXA E AVALIAÇÃO DE RESULTADOS E INDICADORES FINANCEIROS GESTÃO DE FLUXO DE CAIXA E AVALIAÇÃO DE RESULTADOS E INDICADORES FINANCEIROS Wagner Viana SL 01 SL 02 SL 03 Oficina Objetivos Distinguir gestão do Fluxo de Caixa da apuração e análise de resultados; Apresentar

Leia mais

Contabilidade Avançada Prof. João Domiraci Paccez Exercício Nº 17

Contabilidade Avançada Prof. João Domiraci Paccez Exercício Nº 17 Exercício Nº 17 1 Elaboração do Balanço Patrimonial de em moeda de ATIVO Valores Históricos Valores ajustados Quant. de Valores na moeda de Ativo circulante 350.000 105.132,3249 416.324 Caixa 80.000 80.000

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DOS PROFESSORES

ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DOS PROFESSORES ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DOS PROFESSORES PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO ANUAL DE DELEGAÇÕES E UNIDADES (contacto: j.a.machadooliveira@outlook.com) P L A N O D E A T I V I D A D E S E O R Ç A

Leia mais

Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras BALANÇO PATRIMONIAL - BP Periodo ATIVO Empresa Empresa 2 Empresa Empresa 4 Empresa 5 Empresa 6 Empresa 7 Empresa 8 ATIVO.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88

Leia mais

Destina-se ao fornecimento de dados pessoais do proponente e de suas atribuições no projeto proposto.

Destina-se ao fornecimento de dados pessoais do proponente e de suas atribuições no projeto proposto. Introdução INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIO Este é um plano de negócio simplificado com o objetivo exclusivo de permitir a avaliação de projetos para incubação. Procure ser objetivo e coerente

Leia mais

BANCO DO BRASIL Resultados 2011

BANCO DO BRASIL Resultados 2011 BANCO DO BRASIL Resultados 2011 Aviso Importante Esta apresentação faz referências e declarações sobre expectativas, sinergias planejadas, estimativas de crescimento, projeções de resultados e estratégias

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - DFC

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA - DFC DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DFC A DFC é uma demonstração que tem por finalidade evidenciar as transações ocorridas em determinado período e que provocaram modificações nas disponibilidades da empresa

Leia mais

Empresa 4 BETA Balanço Patrimonial em 31/12/X0

Empresa 4 BETA Balanço Patrimonial em 31/12/X0 1. Cenário: 1 A Empresa sec 5fabrica somente o produto. O processo orçamentário começa em outubro, antes do final do período contábil a 31 de Dezembro. Os resultados esperados no ano corrente, a se encerrar

Leia mais

Apresentação Resultados 2T09

Apresentação Resultados 2T09 Apresentação Resultados 2T09 São Paulo, 12 de agosto de 2009 Contatos: Flávio Rocha Presidente da Riachuelo e Diretor de RI Tulio Queiroz Controller e Gerente de RI ri@riachuelo.com.br Esta apresentação

Leia mais

EMPRESA CONTEXTO EMPRESARIAL CONTEMPLADO PELO SINDA3 COMERCIAL CONTABILIDADE FINANÇAS PRODUÇÃO DEM. FINANCEIRAS VENDAS MKT COMPRAS IMPOSTOS

EMPRESA CONTEXTO EMPRESARIAL CONTEMPLADO PELO SINDA3 COMERCIAL CONTABILIDADE FINANÇAS PRODUÇÃO DEM. FINANCEIRAS VENDAS MKT COMPRAS IMPOSTOS 03 CONTEXTO EMPRESARIAL CONTEMPLADO PELO SINDA3 AVALIAÇÕES CONTRATAÇÕES DEMISSÕES RH COMERCIAL CONTABILIDADE MKT VENDAS EMPRESA DEM. FINANCEIRAS PRODUÇÃO FINANÇAS TESOURARIA CONTROLADORIA ESTOQUES MANUFATURA

Leia mais

Confab Anuncia Resultados para o Primeiro Trimestre de 2006

Confab Anuncia Resultados para o Primeiro Trimestre de 2006 Confab Anuncia Resultados para o Primeiro Trimestre de 2006 São Paulo, 02 de maio de 2006. Confab Industrial S.A. (BOVESPA:CNFB4), uma empresa Tenaris, anunciou hoje os resultados correspondentes ao primeiro

Leia mais

No segundo trimestre de 2015, ocorreu a transferência do controle societário da DEB Pequenas Centrais Hidrelétricas Ltda para a Companhia.

No segundo trimestre de 2015, ocorreu a transferência do controle societário da DEB Pequenas Centrais Hidrelétricas Ltda para a Companhia. COMENTÁRIO DO DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO PERÍODOS DE 1º DE ABRIL A 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) No segundo trimestre de 2015, ocorreu a

Leia mais

GABARITO DEFINITIVO PROVA CONTABILIDADE DATA: 29/10/2013 ALTERNATIVAS A B C D E

GABARITO DEFINITIVO PROVA CONTABILIDADE DATA: 29/10/2013 ALTERNATIVAS A B C D E UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CONTABILIDADE PROCESSO SELETIVO - EDITAL 01/2013 - TURMA 2014 GABARITO DEFINITIVO PROVA CONTABILIDADE DATA: 29/10/2013

Leia mais

CONTABILIDADE GERENCIAL. Aula 16. Prof.: Marcelo Valverde

CONTABILIDADE GERENCIAL. Aula 16. Prof.: Marcelo Valverde CONTABILIDADE GERENCIAL Aula 16 Prof.: Marcelo Valverde Plano de Ensino da Disciplina: CONTABILIDADE GERENCIAL UNIDADE 5 - CUSTEIO VARIÁVEL 5.1 Conceito de margem de contribuição 5.2 Custeio variável 5.3

Leia mais

IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A)

IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A) IN 371/2002 Estudo de Viabilidade (Claro Telecom Participações S.A) São Paulo, SP 30 de Setembro de 2014 1 IN CVM 371/2002 CPC 32 Planos de Longo Prazo 2014-2024 Ativos Fiscais Diferidos Realização Ativos

Leia mais

Simulação Industrial. Descrição dos Custos e Despesas do Sind 4.0g. www.bernard.com.br

Simulação Industrial. Descrição dos Custos e Despesas do Sind 4.0g. www.bernard.com.br Simulação Industrial Descrição dos Custos e Despesas do Sind 4.0g Custos e Despesas 1 - Custos de Produção 1.1. Fixos Folha de pagamento dos empregados Treinamento dos empregados da produção Custos de

Leia mais

FCPERJ UCAM Centro. Contabilidade Empresarial DFC. Prof. Mônica Brandão

FCPERJ UCAM Centro. Contabilidade Empresarial DFC. Prof. Mônica Brandão FCPERJ UCAM Centro Contabilidade Empresarial DFC Prof. Mônica Brandão DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA É uma demonstração que tem por finalidade evidenciar as transações ocorridas em determinado período

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA: CONHEÇA OS CUSTOS QUE SABOTAM SEU RESULTADO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA: CONHEÇA OS CUSTOS QUE SABOTAM SEU RESULTADO FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA: CONHEÇA OS CUSTOS QUE SABOTAM SEU RESULTADO Para falar de preço de venda é necessário ter uma visão clara de como está o resultado das operações da empresa. Quando nós falamos

Leia mais

Conceito É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira

Conceito É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) Balanço Patrimonial Conceito É a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente,

Leia mais

Roberto César Faria e Silva ORÇAMENTO. Aluno:

Roberto César Faria e Silva ORÇAMENTO. Aluno: Roberto César Faria e Silva ORÇAMENTO Aluno: SUMÁRIO 1. CONCEITOS 3 2. ORÇAMENTO DE VENDAS 8 3. GASTOS 10 4. ORÇAMENTO DE CUSTOS DOS MATERIAIS DIRETOS 11 5. ORÇAMENTO DOS CUSTOS DE MÃO-DE-OBRA DIRETA 16

Leia mais

Apresentação Col E e du t ca o çã r o e Cors po rd ati e va custos

Apresentação Col E e du t ca o çã r o e Cors po rd ati e va custos COLETORES DE CUSTO Apresentação Coletores Educação Corporativa de custos 1 ÍNDICE 2 Coletores de custos I. Cadastros II. Estruturas III. Rateios IV. Apuração do custo de produção V. Contabilização VI.

Leia mais

Contabilidade Avançada Prof. João Domiraci Paccez Exercício Nº 13

Contabilidade Avançada Prof. João Domiraci Paccez Exercício Nº 13 Exercício Nº 13 1 Exercício Nº 13 - Contabilidade em nível geral de preços Elaboração do Balanço Patrimonial de em ATIVO na Ativo circulante 150.000 78.341,9444 164.518 Caixa 20.000 20.000 10.000,0000

Leia mais

Sumário do Resultado 4T16

Sumário do Resultado 4T16 Sumário do Resultado Lucro Líquido Ajustado de R$ 7,2 bilhões O Banco do Brasil registrou Lucro Líquido Ajustado de R$ 7,2 bilhões em 2016, impactado principalmente pelo aumento da despesa de provisão.

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL

ORÇAMENTO EMPRESARIAL ORÇAMENTO EMPRESARIAL Engenharia de Produção Prof. Flávio Smania Ferreira flavioferreira@live.estacio.br http://flaviosferreira.wordpress.com ORÇAMENTO DE CUSTO DE PRODUÇÃO Orçamento do Custo de Produção

Leia mais

Geovane Camilo dos Santos

Geovane Camilo dos Santos Exercício de Fixação 1 Questão 1: (Auditor Fiscal da Receita Estadual SEFAZ-RJ, 2014): Determinada empresa comercial apresentava as seguintes informações referentes ao primeiro semestre de 2013: Sabe-se

Leia mais

ESTUDO DE CASO HIGIENEX SRL (Solução Parcial)

ESTUDO DE CASO HIGIENEX SRL (Solução Parcial) UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Aula Nº 5 Custeio por Absorção

Aula Nº 5 Custeio por Absorção Aula Nº 5 Custeio por Absorção Objetivos da aula: O Custeio por Absorção é muito importante para os contadores, pois as empresas são obrigadas a apresentar suas demonstrações para o fisco utilizando-se

Leia mais

TEMA 3 ETAPAS DA MONTAGEM DO ORÇAMENTO: CONTEÚDOS, CONCEITOS E ASPECTOS RELEVANTES

TEMA 3 ETAPAS DA MONTAGEM DO ORÇAMENTO: CONTEÚDOS, CONCEITOS E ASPECTOS RELEVANTES TEMA 3 ETAPAS DA MONTAGEM DO ORÇAMENTO: CONTEÚDOS, CONCEITOS E ASPECTOS RELEVANTES 1 PLANO FINANCEIRO 2 PRINCÍPIOS GERAIS DE PLANEJAMENTO DIRETRIZES CENÁRIOS PREMISSAS PRÉ-PLANEJAMENTO PLANO DE MARKETING

Leia mais

ASSEMBLÉIA PARAENSE CNPJ /

ASSEMBLÉIA PARAENSE CNPJ / BALANÇO PATRIMONIAL EM: ( Valores em Reais) ATIVO CIRCULANTE 17.802.769,62 10.829.348,39 DISPONIBILIDADE 7.703.537,60 3.824.493,65 Caixa e Bancos 436.727,86 548.337,85 Aplicações Financeiras 7.266.809,74

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTO E GERENCIAL. Aula 9. Prof.: Marcelo Valverde

CONTABILIDADE DE CUSTO E GERENCIAL. Aula 9. Prof.: Marcelo Valverde CONTABILIDADE DE CUSTO E GERENCIAL Aula 9 Prof.: Marcelo Valverde Plano de Ensino da Disciplina: CONTABILIDADE GERENCIAL UNIDADE 05 Custeio Variável 5.1 Conceito de margem de contribuição 5.2 Custeio variável

Leia mais

Capítulo Planejamento Orçamentário DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE ORÇAMENTO. Aspectos preliminares importantes. Planejamento orçamentário

Capítulo Planejamento Orçamentário DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE ORÇAMENTO. Aspectos preliminares importantes. Planejamento orçamentário Capítulo 16 DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE ORÇAMENTO 16.1 Planejamento Orçamentário 16.1 Planejamento orçamentário 16.2 Elaboração de quadros orçamentários 16.3 Projeções de resultados Administração Financeira:

Leia mais

Contabilidade. História. Administração Prof.: Marcelo dos Santos. Contabilidade Gerencial 1

Contabilidade. História. Administração Prof.: Marcelo dos Santos. Contabilidade Gerencial 1 Administração Prof.: Marcelo dos Santos Contabilidade Gerencial 1 Contabilidade É a ciência teórica e prática que estuda os métodos de cálculo e registro da movimentação financeira e patrimônio das empresas.

Leia mais

Mini case 3 Cia Monteiro de Alencar Solução

Mini case 3 Cia Monteiro de Alencar Solução Mini case 3 Cia Monteiro de Alencar Solução 1 - Planilha Orçamentária de Vendas PRODUTOS Unidades Previstas de Vendas Preço de Venda Unitário ($) Total ($) Capacete para ciclistas 19.400 38 737.200 Capacete

Leia mais

Transparência Brasil. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Transparência Brasil. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Transparência Brasil Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes 31 de Dezembro de 2006 e de 2005 1 Parecer dos auditores independentes Aos conselheiros da Transparência

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA /PRAÇA CEU

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA /PRAÇA CEU PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA /PRAÇA CEU PRESTAÇÃO DE CONTAS -MARÇO A DEZEMBRO DE 2015 Entidade: Associação Cultural Arte e Vida- OS Decreto 10.872/11 Município de Juiz de Fora JANEIRO FEVEREIRO

Leia mais

Instituto de Economia - UFRJ IEE Economia do Empreendedorismo Professora: Renata La Rovere Tutor: Guilherme Santos

Instituto de Economia - UFRJ IEE Economia do Empreendedorismo Professora: Renata La Rovere Tutor: Guilherme Santos Instituto de Economia - UFRJ IEE 531 - Economia do Empreendedorismo 2016.2 Professora: Renata La Rovere Tutor: Guilherme Santos Ferramentas Mais Utilizadas: 1) Balanço Patrimonial 2) Demonstrativo de Resultados

Leia mais

Exercício 1 Cia Revisão Balanço em 31/12/X0

Exercício 1 Cia Revisão Balanço em 31/12/X0 Exercício 1 Cia Revisão Balanço em 31/12/X0 Adiantamento de Salários 200,00 Aluguéis a Pagar 250,00 Caixa 1.050,00 Capital Social 12.000,00 Clientes 3.200,00 Contas a Pagar 350,00 Depósitos Judiciais (LP)

Leia mais

ATIVO Nota PASSIVO Nota

ATIVO Nota PASSIVO Nota Balanços patrimoniais ATIVO Nota 2016 2015 PASSIVO Nota 2016 2015 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 165 528 Recursos a serem aplicados em projetos 7 23.836 23.413 Caixa e equivalentes

Leia mais

Sumário do Resultado 1T17

Sumário do Resultado 1T17 Sumário do Resultado 1T17 Sumário do Resultado Lucro Líquido Ajustado de R$ 2,5 bilhões O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,5 bilhões no 1T17, impactado principalmente pelo aumento

Leia mais

IRMANDADE DO HOSPITAL DA SANTA CASA DE POÇOS DE CALDAS CNPJ: /

IRMANDADE DO HOSPITAL DA SANTA CASA DE POÇOS DE CALDAS CNPJ: / CNPJ: 23.647.209/0001-47 JANEIRO/2011 Salários... 21.727,68 Total de despesas... 21.727,68 FGTS - 8%... 1.738,21 PIS - 1%... 217,28 Vale Ticket 13 X 150,00... 1.950,00 Vale Transporte... 599,76 Total de

Leia mais

BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO, S.A. BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E (Montantes expressos em milhares de Escudos de Cabo Verde)

BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO, S.A. BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E (Montantes expressos em milhares de Escudos de Cabo Verde) BALANÇOS Activo Imparidade Activo Activo Notas bruto e amortizações líquido líquido PASSIVO E CAPITAL PRÓPRIO Notas Caixa e disponibilidades em bancos centrais 3 9.726.629-9.726.629 5.862.769 Recursos

Leia mais

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Valores expressos em reais)

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 (Valores expressos em reais) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010 ATIVO Explicativa n o 31/12/2011 31/12/2010 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Explicativa n o 31/12/2011 31/12/2010 CIRCULANTE CIRCULANTE Disponibilidades

Leia mais

EXERCICIOS SOBRE DFC. As demonstrações contábeis da Empresa Cosmos, sociedade anônima de capital aberto, em X2, eram os seguintes:

EXERCICIOS SOBRE DFC. As demonstrações contábeis da Empresa Cosmos, sociedade anônima de capital aberto, em X2, eram os seguintes: EXERCICIOS SOBRE DFC As demonstrações contábeis da Empresa Cosmos, sociedade anônima de capital aberto, em 31.12.X2, eram os seguintes: ATIVO X1 X2 PASSIVO X1 X2 Disponível 3.000 1.500 Fornecedores 54.000

Leia mais

Apresentação Resultados 4T08

Apresentação Resultados 4T08 Apresentação Resultados 4T08 São Paulo, 02 de abril de 2009 Contatos: t Flávio Rocha Presidente da Riachuelo e Diretor de RI Tulio Queiroz Gerente de RI ri@riachuelo.com.br Esta apresentação contém considerações

Leia mais

Oficina Técnica. Demonstração de Resultados do Exercício, Demonstração de Resultado Abrangente e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido

Oficina Técnica. Demonstração de Resultados do Exercício, Demonstração de Resultado Abrangente e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Confab Anuncia Resultados para o Segundo Trimestre de 2006

Confab Anuncia Resultados para o Segundo Trimestre de 2006 Confab Anuncia Resultados para o Segundo Trimestre de 2006 São Paulo, 03 de agosto de 2006. Confab Industrial S.A. (BOVESPA:CNFB4), uma empresa Tenaris, anunciou hoje os resultados correspondentes aos

Leia mais

Resultados 2T12. Julho, 2012

Resultados 2T12. Julho, 2012 Resultados Julho, 2012 As afirmações contidas neste documento relacionadas a perspectivas da administração sobre os negócios da M. Dias Branco são meramente tendências e, como tais, são baseadas exclusivamente

Leia mais

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS ESTRUTURA PATRIMONIAL Patrimônio = Bens + Direitos ( ) Obrigações SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) Ativo ( ) Passivo = Situação Líquida (Patrimônio Líquido) FLUXO DE RECURSOS ATIVO Aplicação dos Recursos

Leia mais

SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Média de Qualidade de cada Aspecto por ano/semestre

SOCIEDADE CAMPINEIRA DE EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS Média de Qualidade de cada Aspecto por ano/semestre 1º Semestre de 2007 03/08/16 17:03 Pagina 1 de19 2º Semestre de 2007 03/08/16 17:03 Pagina 2 de19 1º Semestre de 2008 03/08/16 17:03 Pagina 3 de19 2º Semestre de 2008 03/08/16 17:03 Pagina 4 de19 1º Semestre

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA /PRAÇA CEU

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA /PRAÇA CEU PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA /PRAÇA CEU PRESTAÇÃO DE CONTAS -JANEIRO A JUNHO DE 2016 Entidade: Associação Cultural Arte e Vida- OS Decreto 10.872/11 Município de Juiz de Fora JANEIRO FEVEREIRO

Leia mais

Acer Consultores em Imóveis S/A

Acer Consultores em Imóveis S/A Acer Consultores em Imóveis S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e 31 de Dezembro de 2006 e 2005 Parecer dos auditores independentes Aos

Leia mais

Prefeitura Municipal de Gov Luis Rocha Balanço Patrimonial- MCASP - Referencia Janeiro/2015 Especificação ExValor Valor Especificação Valor Valor

Prefeitura Municipal de Gov Luis Rocha Balanço Patrimonial- MCASP - Referencia Janeiro/2015 Especificação ExValor Valor Especificação Valor Valor Balanço Patrimonial- MCASP - Referencia Janeiro/2015 ATIVO FINANCEIRO PASSIVO FINANCEIRO 798.430,24 DISPONIVEL 1.028.944,80 RESTOS A PAGAR 798.430,24 CAIXA 227.352,02 Serviço da divida a pagar BANCOS 549.410,16

Leia mais

Balanço Patrimonial. Circulante Compreende obrigações exigíveis que serão liquidadas até o final do próximo exercício social.

Balanço Patrimonial. Circulante Compreende obrigações exigíveis que serão liquidadas até o final do próximo exercício social. Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Professor: Roberto César Balanço Patrimonial ATIVO Circulante Compreende contas que estão constantemente em giro - em movimento, sua conversão em dinheiro

Leia mais

Teleconferência de Resultados 2T16

Teleconferência de Resultados 2T16 Teleconferência de Resultados 2T16 1 2 Destaques Receita Líquida de R$100,0 milhões no 6M16. Lucro Líquido de R$45,8 milhões no 6M16. EBITDA Ajustado de R$18,3 milhões no 6M16. Fornecimento de 1,0 milhão

Leia mais

Decisão Mensal. Abril/2013 (04) PUC-PR Marcio_7P CTEC. Diretor de Finanças. Diretor de Recursos Humanos. Diretoria de Produção.

Decisão Mensal. Abril/2013 (04) PUC-PR Marcio_7P CTEC. Diretor de Finanças. Diretor de Recursos Humanos. Diretoria de Produção. PUC-PR Decisão Mensal /213 (4) Diretoria de Recursos Humanos Diretoria de Finanças Admissões: 16 Empréstimo ($): 7. Demissões: Salário dos Empregados da Produção ($): Treinamento (%): Participação nos

Leia mais

8.000 ATIVO CIRCULANTE

8.000 ATIVO CIRCULANTE BALANÇO PATRIMONIAL DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Ativo X0 X1 Receita de Vendas 8.000 ATIVO CIRCULANTE 500 2.150 (-) CPV -5.000 Caixa 100 1.000 Lucro Bruto 3.000 Bancos 200 100 (-) Despesas financeiras -1.500

Leia mais

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Valores expressos em reais)

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 (Valores expressos em reais) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E 2012 ATIVO NE 31/12/2013 31/12/2012 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO NE 31/12/2013 31/12/2012 CIRCULANTE CIRCULANTE Disponibilidades 4 85.142.911 86.881.544

Leia mais

Tabela Taxa de desocupação na semana de referência por grupos de idade. Unidade Territorial - Total das áreas

Tabela Taxa de desocupação na semana de referência por grupos de idade. Unidade Territorial - Total das áreas março 2002 23,5 abril 2002 23,2 maio 2002 21,3 junho 2002 21,0 julho 2002 22,2 agosto 2002 21,9 setembro 2002 21,2 outubro 2002 21,2 novembro 2002 20,8 dezembro 2002 19,4 janeiro 2003 20,8 fevereiro 2003

Leia mais