CARREIRAS DIPLOMÁTICAS Disciplina: Geografia Prof. Washington Ramos Data: 02/06/2009 Aula nº 16 MATERIAL DE APOIO - PROFESSOR. Dados populacionais

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1 MATERIAL DE APOIO - PROFESSOR Dados populacionais 1) Países mais populosos: RPC, Índia, EUA, Indonésia, Brasil, Paquistão, Bangladesh, Rússia, Japão, Nigéria e México todos com mais de 100 milhões de habitantes. A tendência é que a Índia supere a China nos próximos 40 anos, por apresentar maior crescimento vegetativo. Deve-se ressaltar que o subcontinente indiano é a região que apresenta o maior número de unidades administrativas na lista. 2) Países com maior crescimento populacional: EAU, 6,51%; Qatar, 5,86; Afeganistão, 4,59%; Eritréia, 4,26%; Serra Leoa, 4,07%; Kuwait, 3,73; Chade, 3,42%; Uganda, 3,40; Níger, 3,39%; Cisjordânia e Faixa de Gaza, 3,23%. A maioria é composta por países ou produtores de petróleo árabes ou da África Subsaariana. Note-se a presença da Palestina. 3) Países com menor crescimento populacional, todos com taxa negativa ou nula: Ucrânia, Geórgia, Bulgária, Letônia, Belarus, Estônia, Rússia, Armênia, Lituânia, Romênia, Moldova, Cazaquistão, Hungria, República Tcheca, Sérvia e Montenegro, Polônia, Eslováquia e Eslovênia. Todos são países do antigo bloco comunista. 4) Países com maior taxa de fertilidade: Níger, Afeganistão, Guiné-Bissau, Uganda, Mali, Burundi, Libéria, Angola, República Democrática do Congo, Burkina Faso, Chade, Serra Leoa, Somália, Congo, Iêmen e Malawi, média superior a 6 filhos por mulher. À exceção do Afeganistão e do Iêmen, todos da África Subsaariana. 5) Países com menor taxa de fertilidade: [Macau, Hong Kong,] Ucrânia, República Tcheca, Eslováquia, Eslovênia, Moldova, Coréia do Sul, Belarus, Bulgária, Grécia, Letônia, Polônia, Romênia, Espanha, Itália, Lituânia e Hungria. Predominam os países do Leste Europeu. 6) Países com mais alta idade média da população: Japão, Itália, Alemanha, Finlândia, Suíça, Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Eslovênia e Suécia. Todos com mais de 40 anos. 7) Países com mais baixa idade média da população: Uganda, Níger, Mali, Burkina Faso, Guiné- Bissau, Chade, República Democrática do Congo, Congo, Libéria e Malawi. Todos da África Subsaariana. 8) Países com população mais masculina [número de homens para cada 100 mulheres]: EAU, 214; Qatar, 206; Kuwait, 150; Bahrein, 132; Omã, 128; Arábia Saudita, 117. Países árabes exportadores de petróleo. 9) Países com população mais feminina [número de homens para cada 100 mulheres]: Letônia, 84; Estônia, 85; Ucrânia, 85; Armênia, 87; Lesoto, 87; Lituânia, 87; Rússia, 87; Belarus, 88; [Hong Kong, 89; Antilhas Holandesas, 89]. - 1

2 10) Maiores nacionalidades refugiadas: Afeganistão, 2,136 milhões; Sudão, 606 mil; Burundi, 532 mil; Congo, 453 mil; Cisjordânia e Faixa de Gaza, 429 mil; Somália, 402 mil. 11) Países com maior população refugiada: Paquistão, 1,125 milhão; Irã, 985 mil; Alemanha, 960 mil; Tanzânia, 650 mil; EUA, 453 mil; China, 300 mil; Sérvia e Montenegro, 292 mil; RUN, 276 mil, Arábia Saudita, 241 mil. 12) Maiores cidades do mundo [regiões metropolitanas]: Tóquio, 35 milhões; México, 18,7; Nova York, 18,3; São Paulo, 17,9; Bombaim, 17,4; Délhi, 14,1; Calcutá, 13,8; Buenos Aires, 13; Xangai, 12,8; Jacarta, 12,3; Los Angeles, 12; Daca, 11,6; Osaka e Rio de Janeiro, 11,2; Karachi, 11,1. Ao se comparar a população das maiores cidades do mundo um século atrás, poucas eram as que se localizavam em países pobres. 13) As 10 cidades com maior parcela da população nascida no estrangeiro, , em %: 1) Miami, 59; 2) Toronto, 44; 3) Los Angeles, 41; 4) Vancouver, 37; 5) Nova Iorque, 36; 6) Cingapura, 33; 7) Sidney, 31; 8) Abdijan, 30; 9) Londres, 28; 10) Paris, 23. Pena de morte - 2

3 - 3

4 Aborto pelo mundo - 4

5 Em verde: permitem o aborto; Em amarelo: permitem com restrições; Em vermelho: proibido, com exceções; Em cinza: sem dados. Restrições à entrada de portadores de HIV - 5

6 Em vermelho: entrada e residência restringida; Em amarelo: entrada e residência possivelmente restritas, legislação não é clara; Em verde: sem legislação específica; Em cinza: informação indisponível. Direitos de homossexuais arquivo separado. O critério de definição adotado pelo IBGE é o político-administrativo. Toda cidade sede de município é cidade, independente do tamanho de sua população. Cidade precede a conformação de um modo de produção capitalista, mas é o meio por excelência de sua constituição. Cidade moderna incorpora o modo de produção capitalista em sua forma-conteúdo ampliação de vias, higienismo, monumentalidade, setorização e zoneamento, urbanismo [construção moderna], segregação espacial, transporte de massa, rodoviarismo, periferização, suburbanização, metropolização. Viena: se constituiu no núcleo de formação da cidade moderna capitalista. Com a Ringstrasse, constituiu-se o ecletismo modernista, a fim de construir para a sede do Império Austro-Húngaro um resgate histórico não vivenciado. Freud vive nesse período, conhecido como Viena fin-de-siècle. Berlim: a cidade ampliou sua área, integrando diversas cidades-satélites ao tecido urbano berlinense. Já na década de 1920, a cidade era uma metrópole, com vigor intelectual tão grande quanto a sua rival Paris. A Alemanha assume a vanguarda na construção de modelos arquitetônicos e urbanísticos para a metrópole capitalista e, com o expressionismo, também na vanguarda intelectual. Na Alemanha e na Holanda, surgem os primeiros conjuntos habitacionais. Bauhaus e cozinha de Frankfurt. Paris: iniciou as transformações da cidade para adequação capitalista com Haussman, por intermédio da ampliação das ruas e avenidas; assim facilitava a coerção, impedia revoltas, como as vivenciadas durante a Comuna. Perde vigor nas primeiras décadas do século passado, mas recupera importância no pós-guerra ao conseguir racionalizar a construção civil sob modelos fordistas de ampla escala. Londres: segundo Arrighi, uma das sedes do eixo de controle capitalista do longo século XX, juntamente com Nova York. Sob uma abordagem urbanística, não apresenta grande tradição, tampouco presencia o surgimento de vanguardas culturais como Berlim e como Paris. Nova York: a cidade se consolida como centro mundial após a Segunda Guerra Mundial, tanto financeiro como cultural. Nesse sentido, é a mais importante cidade global e berço do expressionismo abstrato e de Andy Warhol. A cidade adquire centralidade mundial no momento em que o pós-fordismo começa a se desenvolver. Cidades globais: Nova York, Londres, Paris, Tóquio, São Paulo, Cingapura, Sidney. Cidades que concentram fluxos e o comando destes e da informação, em escala mundial. Funções urbanas: I) Político-administrativa: Brasília, Washington, Canberra, Pretória; II) Religiosa: Meca, Fátima, Jerusalém, Aparecida; III) Turística: Saint-Marteen, Mikonos, Luxor, Ouro Preto; IV) Portuária: Santos, Roterdã, Valparaíso, Gioia Tauro; V) Industrial: Cubatão, Novosibirk, Colônia; - 6

7 VI) Múltiplas funções: São Paulo, Nova York, Tóquio, Paris. Urbanização Mundial Até 1900, apenas o Reino Unido poderia ser considerado urbano. O processo de urbanização manteve-se restrito aos países que passaram pela industrialização característica da primeira e da segunda revoluções industriais, e, portanto, era um fenômeno basicamente restrito à Europa. Após a Segunda Guerra Mundial, o processo de urbanização estendeu-se à América Latina e ao Leste e ao Sudeste Asiáticos. Nestes, a urbanização foi parte de um projeto modernizador orientado para a industrialização, embora aquela tenha ocorrido desproporcionalmente a esta. Contemporaneamente, sobretudo nos países pouco industrializados, nota-se o aumento de pequenas aglomerações, via de regra, sedes administrativas. Isso se deve à necessidade de aumentar o controle territorial, preocupação central nesses países. Enquanto em 1900 Londres alcançava 6,5 milhões de habitantes, no ano 2000, mais de 30 atingiam essa cifra. Dois terços das trinta maiores aglomerações localizam-se em países subdesenvolvidos. Concentração populacional no mundo: A) Megalópole BOSWASH: conurbações sucessivas entre a cidade de Boston e a capital estadunidense criaram uma das maiores áreas urbanas do mundo. B) Megalópole SAN-SAN: abarca as cidades compreendidas entre San Francisco e San Diego, entre as quais Los Angeles e o Vale do Silício na costa oeste norte-americana. C) Região dos Grandes Lagos: compreende cidades estadunidenses e canadenses, desde Chicago até Quebec. Nos EUA, há a megalópole Chipitts, de Chicago a Pittsburg. D) Cidade do México E) São Paulo; centro econômico brasileiro e sul-americano. F) Buenos Aires G) Vale do Nilo; que concentra 99% da população egípcia. H) Eixo Lagos-Abidjan I) Megalópole Tóquio-Kita Kyushu: abarca as cidades que vão desde a capital japonesa, na ilha de Honshu, até a cidade de Fukuoka, no norte da ilha de Kiushu. J) Seul K) Taipé L) Área litorânea da RPC, em que se destacam Pequim, Xangai, Hong Kong e Shenzhen M) Eixo Karachi-Dacca, no subcontinente indiano, incluído os vales do Indo e do Ganges. N) Região européia compreendida desde Liverpool e Manchester, na Inglaterra, até Milão, com Paris a oeste e Hamburgo-Frankfurt-Munique a leste. Metrópole: cidades com grande população, concentrando diversas funções. Conurbação: cidades cuja conformação física não permite saber onde uma começa e outra termina. Região metropolitana: várias cidades conurbadas, com uma principal, a metrópole. Macrometrópole: mais de uma metrópole/ região metropolitana conurbada. Megalópole: fusão entre diversas [macro]metrópoles. - 7

8 Macrocefalia urbana: termo que Milton utiliza para definir as grandes aglomerações urbanas do Terceiro Mundo, que produzem concomitantemente o dinamismo econômico e a exclusão de enormes parcelas da população. Escola de Chicago: abordagem ecológica e culturalista. Disso decorre que as formas de organização social serão espacialmente definidas, cidades como organismo. Há um continuum que vai desde o absolutamente rural ao absolutamente urbano. Esse esquema não seria aplicável à América Latina. Urbanização na América Latina Teoria da Marginalidade [ao desenvolvimento e ao progresso] há barreiras culturais que bloqueiam o processo de transformação. Processo autogerado é substancialmente distinto de um processo induzido. Pensamento de direita: prevê a remoção de população para conjuntos habitacionais [engenharia social, um modo de integração dessa população], habitantes deslocados não se adaptam, pois esse modo de vida não é endógeno a esses habitantes. Pensamento de esquerda: urbanização popular, autoconstrução. Decorrência da segregação espacial e da inação estatal. Teoria da Urbanização Dependente espaço não determina o habitante; rejeita-se o continuum. Somente uma transformação estrutural poderia alterar a realidade urbana dos países latino-americanos. É periodizada em três momentos: 1) colonial: baixa ou nenhuma segregação espacial, submissão política direta; 2) comercial, no século XIX: inserção na divisão internacional do trabalho; 3) substituição de importações, deseconomias de escala, macrocefalias. Paul Singer critica ambas, pois se assemelham ao considerar a experiência dos países centrais como modelo para a urbanização latino-americana. Urbanização no Brasil Proto-urbanização: iniciada com o surto mineiro no século XVII, que possibilitou a integração econômica entre diversas áreas da América Portuguesa, cujo centro exportador passou a ser o Rio de Janeiro, alçado à condição de capital posteriormente. Periferização: com o início da conformação capitalista das cidades, e implantação de normas de uso do solo urbano e de padrões arquitetônicos, a mercadização do solo urbano implicou uma extensão da área urbana para municípios próximos. Esse processo se inicia na terceira década do século XX e se estende até a década de Data desse período a conformação das maiores e mais importantes regiões metropolitanas do Brasil. Metropolização: iniciou-se a partir da década de 1920, com a cidade do Rio de Janeiro, ainda metrópole nacional, com população de 1,1 milhão de habitantes e considerável número de indústrias, apesar de São Paulo ter maior valor de produção industrial e população menor. Na década de 1960, São Paulo assume definitivamente a hegemonia econômica e Brasília se torna capital; o Rio de Janeiro perde contundentemente o papel de síntese da nação. - 8

9 Desde a revolução urbana brasileira, consecutiva à revolução demográfica dos anos 1950, tivemos, primeiro, uma urbanização aglomerada, com o aumento do número e da respectiva população dos núcleos com mais de 20 mil habitantes, e, em seguida, uma urbanização concentrada, com a multiplicação das cidades intermediárias, para alcançarmos, depois, o estágio da metropolização, com o aumento considerável do número de cidades milionárias e de grandes cidades médias ( habitantes). Ocorre simultaneamente um processo de metropolização e um de desmetropolização porque a população metropolitana continua a crescer, embora em ritmo mais lento, ao mesmo tempo em que grande parte do crescimento populacional se concentra em cidades médias, lócus da produção de riqueza, hoje, no Brasil. Rodoviarismo: inicia-se na década de 1950, como parte do modelo de desenvolvimento industrial, calcado na centralidade da indústria automobilística. Ainda vige esse modelo, que acarretou outros, entre os quais o de suburbanização, para a dinâmica urbana. Suburbanização: iniciou-se já no início do século XX, sendo seguido pela periferização. Com a reformaremodelação das cidades, em especial a do Rio de Janeiro, que ampliou a área urbana, e segregou de modo mais eficaz o proletariado urbano das elites político-econômicas, a população dos centros urbanos, impedida de viver em cortiços, por exemplo, caminha para áreas menos nobres e mais afastadas do centro. Deve-se lembrar que, no Brasil, esse processo é característico de populações pobres, enquanto a suburbanização nos EUA é efetuado por camadas médias e altas. Na Europa, esse processo reproduz ambos os casos, havendo tanto subúrbios com população de alto nível de renda quanto de baixa renda. Brasília: constitui novo parâmetro geopolítico brasileiro, de ocupação do interior do território. Além disso, Brasília surge em uma conjuntura de modernização social um novo Brasil surgiria com a sua construção. Contudo, Brasília surge anacrônica era um modelo que não encontraria suporte no regime militar, embora fosse eficaz para a consecução do projeto iniciado pelos militares. Urbanização do território: advinda da crescente artificialização do meio geográfico. A difusão do meio técnico-científico-informacional incorporou novas áreas do interior do país, como as regiões Norte e Centro- Oeste. Isso decorre da adoção de um mesmo conjunto de objetos técnicos e da interdependência das redes de informação. A cidade torna-se o lócus da regulação do que se faz no campo. Unificação do território: responde pelo processo de concentração da economia, com a constituição de empresas oligopolistas que ampliam, cada vez mais, seu raio de ação e seu poder de mercado, integrando-o ainda mais e também ao território. Metrópole corporativa: metrópole segmentada em grupos organizados que lutam por seus interesses. Na cidade/ metrópole corporativa, o essencial do esforço de equipamento é primordialmente feito para o serviço das empresas hegemônicas. Hierarquia urbana no Brasil: oito níveis de atração, segundo o IBGE. São cidades com centralidade máxima: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Recife, Goiânia. No Atlas do IBGE pode-se encontrar uma hierarquização que compreende: metrópoles globais, São Paulo e Rio de Janeiro; metrópoles nacionais, as demais que possuem centralidade máxima, exceto Goiânia, e a inserção de Brasília; metrópoles regionais, Manaus, Belém e Goiânia; centros regionais, entre outras cidades, as demais capitais nordestinas; centros sub-regionais 1 e centros sub-regionais 2, respectivamente, aquelas que - 9

10 competem com as capitais de alguns Estados e as que exercem influência em limitada região de uma cidade de hierarquia superior. Indústria Capitalismo liberal/ concorrencial: I Revolução Industrial até 1875 Capitalismo monopolista: II Revolução Industrial até hoje Capitalismo mercantil: século XV até I Revolução Industrial. Acumulação primitiva de capital. Capitalismo industrial: I Revolução Industrial até a II Revolução Industrial, predomínio da indústria têxtil e da concorrência capitalista. Capitalismo financeiro: II Revolução Industrial até a III Revolução Industrial, quando há a associação entre indústria e sistema bancário. Capitalismo monopolista. Capitalismo especulativo: a partir da década de 1970, possível devido ao padrão dólar, sem lastro, e às telecomunicações. I Revolução Industrial II Revolução Industrial III Revolução Industrial Fordismo-taylorismo Pós-fordismo Espaço-tempo Principais áreas industriais do mundo Indústria no Brasil - 10

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