CONTRUÇÃO DA AGENDA REGULATÓRIA Renata Fernandes Cachapuz Núcleo RS

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1 CONTRUÇÃO DA AGENDA REGULATÓRIA Renata Fernandes Cachapuz Núcleo RS

2 Agenda Regulatória Ferramenta de planejamento em que se apresenta um cronograma de atividades prioritárias, com abordagem organizada e estruturada, a fim de garantir maior transparência e previsibilidade na sua atuação e, assim, promover o desenvolvimento setorial. Atualmente, no Brasil, há necessidade de readequação dos gastos e alinhamento orçamentário. Racionalização de insumos, tendo em vista o contínuo avanço tecnológico e as mudanças demográficas em curso no país.

3 3 Fonte: ANS - acesso em setembro/2015. Setor de Saúde Suplementar Brasil

4 4 Fonte: ANS - acesso em setembro/2015. Setor de Saúde Suplementar RS

5 Assistência Médica e Odontológica Brasil e RS Médica Brasil Odontológica Médica Rio Grande do Sul Odontológica Fonte: ANS - acesso em setembro/2015. Nota: Taxa de cobertura refere-se a percentual da população coberta por plano privado de saúde.

6 Taxa de Cobertura segundo faixa etária e sexo, Brasil Faixa Etária Masculino Feminino Até 1 ano 24,9 24,7 1 a 4 anos 26,2 26,0 5 a 9 anos 21,6 21,5 10 a 14 anos 16,5 16,5 15 a 19 anos 17,5 18,2 20 a 29 anos 23,7 26,4 30 a 39 anos 32,5 35,6 40 a 49 anos 27,4 28,9 50 a 59 anos 28,3 29,8 60 a 69 anos 26,3 29,6 70 a 79 anos 24,8 29,9 80 anos ou mais 30,2 38,3 TOTAL 25,0 27,1 Fonte: ANSTabnet - acesso em setembro/2015.

7 UF reclamação UF informação PE 3,42 DF 6,22 DF 2,67 PE 6,19 RJ 2,57 SP 6,05 SP 2,01 RJ 5,16 MS 1,94 AC 3,90 AP 1,86 BA 3,70 BA 1,78 AL 3,09 TO 1,25 GO 2,86 SE 1,19 ES 2,73 RN 1,03 SE 2,55 ES 0,97 AP 2,54 CE 0,94 CE 2,46 GO 0,94 MG 2,44 AL 0,90 RN 2,41 MG 0,88 TO 2,02 MA 0,83 MT 2,02 PR 0,80 PB 1,97 MT 0,79 MA 1,83 SC 0,71 SC 1,80 AC 0,68 PR 1,78 PB 0,61 RS 1,70 PI 0,60 RR 1,68 RS 0,56 RO 1,47 PA 0,54 PA 1,41 RO 0,43 MS 1,24 RR 0,42 PI 1,11 AM 0,41 AM 0,76 Demandas de consumidor Percentual de beneficiários de planos de saúde que procurou a ANS nos últimos 30 dias de acordo com a UF. Tema frequente de reclamação: gerenciamento de ações em saúde. Tema frequente de informação: rol de procedimentos. Fonte: ANS - acesso em setembro/2015.

8 Agenda Regulatória: Consolidação, Aprimorando e Monitoramento Objetivo: Saúde Suplementar com acesso oportuno, qualificado e empoderado. Focos na construção da Agenda: Integração institucional / transversalidade Maior facilidade de monitoramento e acompanhamento pela sociedade Construção de árvores de problemas para os três eixos Verificação da execução dos projetos das agendas anteriores e pendências/possibilidades, de forma a construir projetos que possam solucionar os problemas detectados Resgate de consultas públicas anteriores/pactuação com a Câmara de Saúde Suplementar Duração de três anos 8

9 Histórico Biênio Modelo de Financiamento do Setor Garantia de Acesso e Qualidade Assistencial Modelo de Pagamento a Prestadores Assistência Farmacêutica Incentivo à Concorrência Garantia de Acesso à Informação Contratos Antigos Assistência ao Idoso Integração da Saúde Suplementar com o SUS Biênio Garantia de Acesso e Qualidade Assistencial Sustentabilidade do Setor Relacionamento entre Operadora e Prestadores Incentivo à Concorrência Garantia de Acesso à Informação Integração da Saúde Suplementar com o SUS Governança Regulatória 9

10 Principais Resultados dos Últimos Quatro anos Modelo de Financiamento do Setor: Agrupamento de contratos coletivos para fins de cálculo e aplicação de reajuste (RN 309/2012). Garantia de Acesso e Qualidade Assistencial: Divulgação de rede assistencial no site da operadora (RN 285/2011), Programa de Acreditação de Operadoras (RN 277/2011), Programa de Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar (RN 275/2011), Prazos máximos para agendamento de procedimentos (RN 259/2011). Assistência Farmacêutica: Tratamento antineoplásico de uso oral (RN 349/2014). Incentivo à Concorrência: Ampliação das regras de portabilidade (RN 252/2011). Garantia de Acesso à Informação: atualização do site da ANS, informação comparativa, súmulas de entendimento. Contratos Antigos: Regras de adaptação e migração (RN 254/2011). Assistência ao Idoso: Concessão de bonificação pela participação em Programas da Saúde (RN 265/2011). 10

11 Principais Resultados dos Últimos Quatro anos Integração da Saúde Suplementar com o SUS: Procedimento eletrônico de ressarcimento ao SUS (RN 251/2011), procedimentos administrativos físico e híbrido de ressarcimento ao SUS e repasse de valores (RN 358/2014), protocolo eletrônico de impugnações e recursos de processos administrativos híbridos de ressarcimento ao SUS (IN/DIDES 54/2014), inclusão de ressarcimento de exames e terapias ambulatoriais de alta e média complexidade (RN 377/2015) Sustentabilidade do Setor: Programa de Conformidade Regulatória (RN 278/2011), Painel de Precificação, Procedimentos de Adequação Econômico-Financeira (PAEF) (RN 307/2012). Relacionamento entre Operadora e Prestadores: Audiência Pública da ANS sobre Boas práticas na relação entre operadoras e prestadores de serviços de saúde, Audiência Pública sobre Regulamentação da lei nº , regras de reajuste nos contratos entre médicos e operadoras (RN 363/2014). 11

12 Eixos Estruturantes Garantia de Acesso e Qualidade Assistencial Remodelagem de prestação de serviços na saúde suplementar, com foco na qualidade. Aprimoramento do monitoramento de acesso, das notificações de intermediação preliminar e racionalização dos indicadores de qualidade. Sustentabilidade do Setor Aprimoramento das regras para comercialização dos planos individuais e coletivos. Estímulo à concorrência e transparência, e da escolha empoderada dos consumidores. Integração com o SUS Aprimoramento das interfaces de regulação de serviço. Análise regionalizada da prestação dos serviços. Desenvolvimento do Registro Individualizado de Saúde: acesso e portabilidade de informações. 12

13 Causas Consequências Garantia de Acesso e Qualidade Assistencial Reduzida efetividade das ações, com comprometimento da qualidade de vida Judicialização no setor de saúde suplementar Comprometimento da entrega com qualidade do produto contratado Aumento no número de reclamações/denúncias Incremento de utilização do SUS PROBLEMA: LIMITAÇÃO NO ACESSO ÀS AÇÕES E AOS SERVIÇOS DE SAÚDE SUPLEMENTAR Rede não cresceu na mesma proporção que o ingresso de novos beneficiários - necessidade de recursos externos ou verticalização da rede Modelo assistencial não é pautado pela linha de cuidado - insuficiência de mecanismos indutores para uma cultura voltada para o cuidado Indefinição dos papéis do corretor e administrador na orientação dos beneficiários (intermediários) Envelhecimento populacional, transição epidemiológica e tecnológica Indefinição dos papéis do SUS e da SS e dos modelos assistenciais para a saúde Utilização de um modelo de gestão que busca garantir sua sustentabilidade econômico-financeira pela restrição do acesso, assimetria de informação e mecanismos de regulação Redução da desigualdade socioeconômica e aumento do nível de emprego - crescimento dos planos de pequenas e médias empresas 13

14 Causas Consequências Sustentabilidade do Setor Reduzida eficiência no setor saúde Incremento da Portabilidade Especial e Extraordinária e demais intervenções regulatórias Beneficiários do setor em situação de risco elevado e com menor opção de escolha e comprometimento da continuidade da atenção à saúde Redução do número de operadoras ativas e aumento da concentração Redução do crescimento do setor (redução da oferta de planos individuais) PROBLEMA: GRANDE NÚMERO DE OPERADORAS COM DIFICULDADES ECONÔMICO-FINANCEIRAS (ELEVADA SINISTRALIDADE) Custos médicos crescentes, com composição de gastos com viés nos materiais, medicamentos e OPME (sem critérios de equivalência e preço) Dificuldade no alcance da harmonia entre as Diretrizes assistenciais e a diversidade dos modelos de negócio Necessária escala mínima viável para funcionamento da operadora, de acordo com a modalidade Modelo de pagamento a prestadores Dificuldade de identificar o ponto de equilíbrio entre capitalização e qualidade assistencial Custos regulatórios operacionais elevados (exigências econômico-financeiras) Modelo de gestão assistencial deficiente - repasse X racionalização de custos 14 Padrão de regulação pouco sensível às diversidades regionais, gerando maiores dificuldades nas regiões com menor capacidade de pagamento Modelo de gestão com patamares incipientes de governança corporativa e de gestão de risco

15 Causas Consequências Integração com o SUS Reduzida efetividade das ações, com comprometimento da qualidade de vida Judicialização do setor saúde Comprometimento da produção de saúde - efetividade do cuidado Aumento da insatisfação com o setor A integração das informações em saúde não atinge o seu potencial PROBLEMA: AUSÊNCIA DE UM SISTEMA - MODELO NACIONAL DE SAÚDE CONSTITUÍDO, QUE OTIMIZE OS RECURSOS DOS DOIS SETORES Dispersão de rede variável, com vazios assistenciais, sem a necessária complementariedade público-privada Não há regulação sobre o mix públicoprivado (desde a cadeia produtiva até a produção de saúde) Financimento da saúde - % entre público e privado - modelo e limites indefinidos (gastos, equipamentos, leitos, hospitais) Não ocorre o planejamento conjunto das necessidades de saúde da população nos diferentes níveis 15 Indefinição dos papéis do SUS e da SS e dos modelos assistenciais para a saúde. Duplicidade de ações As Diretrizes de Utilização e os Protocolos não são construídos conjuntamente, com foco no setor saúde e na relação entre os setores

16 Operacionalização da Construção da Agenda Regulatória Consultas realizadas: 1. Consulta aos membros da CAMSS durante 15 dias após a última CAMSS (26/03); 2. Consulta Pública n o 57 - permaneceu por 30 dias no site (de 06/05 a 04/06); e 3. Consulta interna Espaço Aberto (presencial e remoto) e possibilidade de participação por e fórum na Intranet (duração de 30 dias). 16

17 Número de contribuições, por eixos e macroprojetos Número total de contribuições: 267 Eixos e Macroprojetos número de contribuições GARANTIA DE ACESSO E QUALIDADE ASSISTENCIAL 71 Remodelagem de prestação de serviços na saúde suplementar, com foco na qualidade. 21 Aprimoramento do monitoramento do acesso, das NIPs e racionalização dos indicadores de qualidade. 31 TOTAL EIXO (46%) SUSTENTABILIDADE DO SETOR 84 Aprimoramento das regras para comercialização e dos planos individuais e coletivos. 14 Estímulo à concorrência e transparência, e da escolha empoderada dos consumidores. 5 TOTAL EIXO (39%) INTEGRAÇÃO COM O SUS 24 Aprimoramento das interfaces de regulação de serviço. 9 Análise regionalizada da prestação dos serviços. 4 Desenvolvimento do Registro Individualizado de Saúde: acesso e portabilidade de informações. 4 TOTAL EIXO 3 41 (15%) 17

18 18 Número de contribuições, por eixos e macroprojetos, de acordo com o público de interesse

19 Resumo das contribuições por eixo 1. Garantia de acesso e qualidade assistencial 2. Sustentabilidade do Setor 3. Integração com o SUS ROL DE PROCEDIMENTOS (referência) INTENSIFICAR A ESTRATÉGIA DE PROMOPREV INCENTIVOS EFETIVOS INCENTIVAR O CONSUMO CONSCIENTE CUIDADO PREVENTIVO E RESPONSABILIZAÇÃO DEFINIÇÃO CLARA DOS PAPÉIS MELHORIA DOS FLUXOS ENTRE PRESTADORES REVISAR A RN 259, COM BASE EM ESPECIFICIDADES REGIONAIS EQUALIZAR REGRAS ENTRE AB E OPS PLANO COLETIVO POR ADESÃO CODIFICAÇÃO ÚNICA DE PROCEDIMENTOS (TUSS E SUS) INCREMENTAR A FISCALZAÇÃO EM RELAÇÃO ÀS NEGATIVAS DE ATENDIMENTO CONTROLAR DISTORÇÕES EM RELAÇÃO ÀS OPMEs/ DEFINIÇÃO GOVERNAMENTAL DAS TABELAS DE COMERCIALIZAÇÃO NÃO INCIDÊNCIA DE RESSARCIMENTO AO SUS NOS CONTRATOS PÓS- PGTO COBRANÇA DE ACORDO COM A REDE PROMOVER MAIOR PARTICIPAÇÃO DO CONSUMIDOR QUANDO DA SUBSTITUIÇÃO DA REDE CRIAR PACOTES PARA PROCEDIMENTOS E PAGTO POR PERFORMANCE UNIFORMIZAR OS ENTENDIMENTOS ENTRE O PODER EXECUTIVO E JUDICIÁRIO REDUZIR RECLAMAÇÕES INDEVIDAS, POR MEIO DA NIP REDUZIR A JUDICIALIZAÇÃO REPENSAR OS REAJUSTES DE ACORDO COM A SEGMENTAÇÃO DO PRODUTO AMPLIAR PRAZO PARA IMPUGNAÇÃO DE RECURSO RESSARCIMENTO AO SUS/DISCUTIR APACS LIBERAÇÃO DE ATIVOS GARANTIDORES PARA A CONSTRUÇÃO/AMPLIAÇÃO DE SERVIÇOS PRÓPRIOS PERMITIR A FLEXIBILIZAÇÃO DOS ATIVOS GARANTIDORES, SEJA PARA LONGO PRAZO OU DE ACORDO COM RESULTADOS CNS - FACILITAÇÃO DA COBRANÇA DO RESSARCIMENTO E COMUNICAÇÃO ENTRE PRESTADOR DO SUS E OPS PERMITIR NOVOS MODELOS DE PRODUTOS (VGBL SAÚDE E OFERTA OBRIGATÓRIA DE PLANOS COM FRANQUIA/COPARTICIPAÇÃO) CRIAÇÃO DE INDICADOR DE MONITORAMENTO DO ACESSO E QUALIDADE DE ACORDO COM A ABRANGÊNCIA DAS OPS 19 ADAPTAÇÃO DOS CONTRATOS COMPULSÓRIA PARA TODAS AS REGULAMENTAÇÕES IMPLEMENTAR EFETIVAMENTE A AIR ESTABELECER COMITÊ TÉCNICO-ROL PROCEDER À CONSOLIDAÇÃO DAS NORMAS PROCESSO ÚNICO DE DIRETRIZES E PROTOCOLOS INTEGRAÇÃO DE DADOS DE PRODUÇÃO ASSISTENCIAL

20 Conclusões Diminuição de gastos administrativos Informação em saúde Ênfase na linha de cuidado assistencial = qualidade e sinistralidade Gestão do risco X dados epidemiológicos 20

21 Obrigada DISQUE ANS

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